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El cielo está abierto


© 1 996, F resia C astro M oren o
© D e la p resen te ed ició n :
Ed itorial G rij albo, u n a em p resa R an d om H ou se M on d ad ori S . A .
M on j itas 3 92 , of . 1 1 0 1 , S an tiag o.
F on o: 7 82 82 00 F ax : 7 82 82 1 0
E-m ail: ed itorial@ ran d om h ou sem on d ad ori. cl w w w . ran d om h ou sem on d ad ori. cl
P rim era ed ició n : octu bre d e 2 0 0 1
C u arta ed ició n : j u n io d e 2 0 0 5
I S B N : 95 6-2 5 8-2 46-9

Dedicatoria
Desde el Amor infinito de la Creación dedico este libro a mis hijos Denisse y Anthony, pacientes y fieles
testig os de los g randes ev entos q u e rodean nu estra v ida.
A Alondra, Antón, lan, B astiá n, Dav id y a todos los niñ os de hoy q u e acercan el Cielo a la T ierra.
A g radecim ien tos
¡ Q u e la llama de G ratitu d Cósmica env u elv a a los seres q u e a trav é s de su s v í ncu los de v ida a la F u ente, la
P resencia Div ina animaron esta tarea en la u nidad inv isible y eterna q u e somos!
A P atrick , M arí a E u g enia, Dix ie, S u sana, R oberto, B ernardita, y a todos esos seres marav illosos q u e
participaron en esta av entu ra en los R einos S u periores.
Ama a Dios con todo tu deseo, para q u e S u deseo penetre en ti
con todo tu coraz ón, para q u e S u coraz ón palpite en ti
con toda tu fu erz a, para q u e S u fu erz a te inu nde
con toda tu alma, para q u e E l sea en ti.
. . . y cu ando E l esté en ti, en cu alq u iera de S u s formas, o en todas,
dé jalo ex presarse a trav é s de ti
para q u e S u amor sea tu sello de u nidad
del hijo al P adre amando S u creación es el secreto tesoro alq u í mico
q u e elev a el propósito de Dios hacia la ascensión de S u obra por medio de su s hijos.
E s el v í ncu lo energ í a finalmente recu perado.



Introducción
UMBRALES PERSONALES
Fue en 1978, cerca de fin de año, cuando mi vida de periodista tuvo un vuelco espectacular al decidir obedecer nada menos
q ue un sueño. S í , un ex traño sueño, de esos q ue ocurren en ciertas noch es de nuestra ex istencia, q ue no encaj an en aná lisis
freudianos ni de otro tipo; simplemente no tienen ex plicació n. P ero si los tomamos en cuenta, pueden ser clave en nuestra
vida.
E n un lug ar profusamente iluminado por una " luz sin sombra" , de una tonalidad oro inex presable en el plano fí sico, unos
seres maj estuosos q ue irradiaban amor, tambié n incomparables a nada conocido, me solicitaron abandonar mi actual
situació n, confiar en lo invisible, en D ios, en su poder y en su opulencia, y partir de viaj e a buscar una instrucció n superior
q ue, supuestamente, se me entreg arí a en Francia. A l cabo de 3 años deberí a volver a C h ile, pues tendrí a, a mi vez , q ue
entreg arla a otras personas q ue la esperaban. ¡ I nsó lita e incierta empresa!
D urante un perí odo de tiempo, siempre en sueños, fueron añadiendo datos, mostrá ndome lug ares, rostros de seres a los q ue
encontrarí a a lo larg o de la ex periencia, ademá s de una serie de indicaciones sobre trabaj os personales destinados a una
purificació n, tanto del cuerpo fí sico como de los h á bitos alimentarios y mentales. L o má s notable fue como dej é de un dí a
para otro el cig arrillo ( en ese entonces fumaba má s de un paq uete diario) , el alcoh ol y el café , muy vinculados a los
aj etreados dí as de mi profesió n de periodista; y la carne, q ue h asta ese momento era favorita en mis comidas.
R econoz co q ue todas esas " renuncias" no fueron mé ritos de mi fuerz a de voluntad. S implemente desaparecieron, como si
nunca h ubieran ex istido.
H asta ese momento, mi situació n profesional era prometedora y mi vida personal y familiar, tranq uila y seg ura. ¡ N ada, sino
una " locura espiritual" , j unto a lo q ue los coleg as llaman " deformació n profesional" —cuando por el afá n de investig ar y
descubrir se emprenden las má s arriesg adas empresas— podrí an h aberme h ech o abandonar ese estado! D emá s está decir
q ue todo fue preparado para facilitar mi partida, no sin antes h aber dado y o el primer paso, es decir, la aceptació n, contra
toda ló g ica h umana, de esta silente y misteriosa misió n.
P aso a paso los acontecimientos fueron transformá ndose en testimonio fí sico de lo preparado en campos eté rico.
L a C reació n D ivina comenz aba a plasmarse en el plano h umano, mientras mi asombro crecí a ante cada manifestació n. T odo
fue desarrollá ndose en perfecció n h asta lleg ar a niveles increí bles, como el comprobar la total asistencia de la O pulencia
D ivina desde el momento en q ue este plan se puso en march a.
N o es el obj eto de esta presentació n entrar en detalles de aq uella aventura, pero debo decir q ue la decisió n de llevarla a cabo
se tomó y fue aceptada por el nú cleo familiar. A sí , ante mi g ran sorpresa, todos unidos nos preparamos intensamente para
ser dig nos de esa tarea y partir a Francia.
L os acontecimientos " milag rosos" lleg aron a ex tremos notables y se transformaron en el pan de cada dí a. E tapa por etapa se
cumplieron las instrucciones dadas en esos reinos superiores.
S ig uiendo las h uellas de la q uimera del espí ritu, en el seg undo año de pereg rinaj e tuvo lug ar el encuentro esperado, donde
escuch é por fin la frase tan anh elada: " H e aq uí lo q ue vienes a buscar" .
A partir de ese momento, mi vida y la de los q ue protag oniz amos este " sueño-realidad" cambiaron para siempre. H a sido un
reg alo maravilloso y eterno q ue cada dí a nos acerca un poco má s a la meta superior, meta a la q ue todos los q ue vienen a
este mundo deben lleg ar alg ú n dí a.
E sta introducció n só lo tiene por obj eto situar el tono de este libro en el umbral q ue le corresponde. E l cielo está abierto no
tiene q ue ver directamente con esta aventura ni con la instrucció n propiamente tal, pero sí posee un orig en similar superior,
q ue dej aré en el silencio h asta q ue sus propios frutos lo confirmen.
D esde mi ex periencia dig o: tiene ante usted una poderosa h erramienta de avance h acia el encuentro con su orig en, con su
P resencia D ivina q ue lo acog e como el P adre al h ij o pró dig o, devolvié ndole su h erencia y mostrá ndole S u R eino.

1 E l ca m b io L A G R A N O PO R T U N ID A D
Má s de die z añ os v iv ie ndo e n l as m ontañ as de l de s ie rto de A tacam a no h an l og rado q u e de j e de s orpre nde rm e
cada dí a con l as e ns e ñ anz as q u e l a natu ral e z a e ntre g a. D e s de m i l l e g ada h e podido ob s e rv ar l os cam b ios q u e ,
s u til e s e n aparie ncia, s e produ cí an e n e l pais aj e y e n e l cl im a. R e cu e rdo l a prim e ra v e z q u e conte m pl é e s os
paraj e s al tipl á nicos , rode ados de "ce rros tu te l are s " de nie v e s e te rnas .
S u b e l l e z a s ob re pas ab a m i capacidad de as im il ació n.
D u rante l os prim e ros añ os de v ida e n e s os l u g are s e ra difí cil afrontar l as b aj as te m pe ratu ras , q u e l l e g ab an
fá cil m e nte a l os 15 g rados b aj o ce ro y, e n ocas ione s , h as ta l os m e nos 20 g rados e n l as noch e s ; b as tab a q u e e l s ol
s e ocu l tara para q u e e l frí o com e nz ara a h ace rs e s e ntir. E n e s e tie m po u s ab a te nidas té rm icas de al ta m ontañ a y
b otas para nie v e e n e l inv ie rno. E ra l a ú nica form a de re s is tir para q u ie n v e ní a de l a b e ne v ol e nte y có m oda v ida
ciu dadana.
H oy e l pais aj e e s dife re nte , au nq u e no por e s o m e nos b e l l o; s in e m b arg o, re s u l ta cas i paradó j ico de s crib irl o com o
u n l u g ar de ce rros de col ore s , q u e con l a s al ida y pu e s ta de l s ol s e e ncie nde n e n tonal idade s oro, a v e ce s v iol e ta, a
v e ce s ros a, donde l a nie v e e s s ó l o u n re cu e rdo q u e l l e g a e n m e dio de l inv ie rno para coronar l as cim as . E l cal or
s u av e de l as al tu ras s e h a inte ns ificado y e l tos tado natu ral de m i pie l , ob te nido e n form a g radu al , h a s ido
re e m pl az ado por m anch one s e nroj e cidos , cada v e z q u e ol v ido prote g e rm e con b l u s as de m ang a l arg a o s om b re -
ros de al a anch a.
E l "inv ie rno b ol iv iano" q u e l l e g ab a a re g ar copios am e nte l os contrafu e rte s cordil l e ranos , donde pas tan l os l l am os
y corde ros , s e h a v u e l to caprich os o y s in av is o s e au s e nta por añ os para l l e g ar de im prov is o, corto y av as al l ador,
inte rru m pie ndo cam inos e inu ndando l as cas as de l as com u nidade s indí g e nas q u e h ab itan e l l u g ar. Los ritm os de



l a natu ral e z a pare ce n h ab e r pe rdido s u norte , as í com o, ah ora e n otras l atitu de s , l as b al l e nas v aran e n l as oril l as
de s conocidas .
N ada e s com o h ace die z añ os ; tam b ié n e l tie m po e s tá j u g ando a ace l e rars e s in cam b iar l a fre cu e ncia de l os
m inu te ros de l re l oj . ¿C ó m o pu e de pas ar? E n m e dio de l trá fag o de l a ciu dad s e pu e de cu l par al s is te m a im pe rante
q u e nos ob l ig a a re al iz ar cada v e z m á s trá m ite s , pe ro e n l a natu ral e z a, donde e l ritm o de v ida s e pare ce dí a tras
dí a, s ó l o q u e da l a pos ib il idad de ace ptar q u e l as activ idade s cotidianas ya no cab e n e n l as h oras de ante s . I ncl u s o
l os niñ os s ie nte n e s ta ace l e ració n, de s m intie ndo l a as e v e ració n de q u e con e l pas o de l os añ os al h om b re s e l e
acorta e l dí a, cre ye ndo q u e e l tie m po pas a m á s rá pido q u e ante s .

E L A G U A Y L A PIE D R A
E l h e ch o m á s re v e l ador q u e e x pe rim e nté m ie ntras v iv í a e n e s as l atitu de s s e produ j o du rante u na m añ ana de
inv ie rno, pas ado e l m e diodí a, m ie ntras l e í a s e ntada e n u na roca, dis fru tando de l cal or s ie m pre e s tiv al de l
de s ie rto. A partir de e s a v iv e ncia pu de com pre nde r a cab al idad l o q u e e s tab a s u ce die ndo e n nu e s tro pl ane ta y l a
form a e n q u e nos inv ol u crab a com o h u m anidad. U na v e z m á s l a natu ral e z a dab a l a pru e b a de s u s ab idu rí a,
e s condida e n l os e v e ntos m á s s im pl e s .
A pocos pas os de l l u g ar e l e g ido para m i l e ctu ra s e h ab í a form ado u n pe q u e ñ o ch arco de ag u a, produ cto de u na
b re v e pe ro inte ns a l l u v ia noctu rna. E l frí o de l a noch e l o h ab í a conv e rtido e n h ie l o, tan s ó l ido q u e s e podí a pis ar
s in q u e s e re s q u e b raj ara; a m e dida q u e pas ab a e l tie m po, v e í a com o l os rayos de l s ol l o ib an de rritie ndo, h as ta
conv e rtirl o e n u na poz a q u e s e e v aporab a rá pidam e nte .
A l tie m po q u e e s to s u ce dí a, u n e s tam pido, s e co com o e l de u n dis paro, m e s acó v iol e ntam e nte de m i conte m pl a-
ció n. Lo s e ntí tan ce rca q u e m i prim e ra re acció n fu e l e v antarm e de u n s al to dis pu e s ta a al e j arm e l o m á s rá pido
q u e pu die ra; pe ro, al m irar h acia e l l ado de dó nde prov ino e l ru ido, pu de darm e cu e nta, con as om b ro, q u e u na
g ran pie dra h ab í a e s tal l ado, frag m e ntá ndos e .
¿Q u é h ab í a ocu rrido? E l s ol h ab í a cal e ntado con l a m is m a inte ns idad tanto a l a pie dra com o al ag u a, pe ro am b as
te ní an dife re nte fre cu e ncia v ib ratoria; m ie ntras l a de l a pie dra e ra m e nor, e s de cir m á s l e nta, l a de l l í q u ido e ra
m ayor, o s e a, s u s partí cu l as ató m icas g irab an a m ayor v e l ocidad, m á s ce rca de l a fre cu e ncia v ib ratoria de l
e l e ctró n, q u e e s l u z . A m b os e l e m e ntos h ab í an s ido e x pu e s tos al m is m o frí o inte ns o de l a noch e y a l a infl u e ncia
de l os rayos s ol are s q u e , e n e l de s ie rto, du rante e l dí a, m antie ne u na te m pe ratu ra l ig e ram e nte v ariab l e e ntre
inv ie rno y v e rano no infe rior a l os 22 g rados .
Los dos e l e m e ntos , q u e e n u n m om e nto h ab í an adq u irido u na aparie ncia s im il ar e n s u s ol ide z y te m pe ratu ra,
h ab í an re accionado de acu e rdo a s u capacidad de s intoní a con l as al tas fre cu e ncias de l a e ne rg í a s ol ar, te nie ndo
e l ag u a u na re s pu e s ta arm ó nica, e n tanto q u e l a pie dra no h ab í a al canz ado e l g rado v ib ratorio e l e v ado q u e l e
pe rm itie ra aj u s tars e a l as nu e v as fre cu e ncias re cib idas , produ cié ndos e as í l os re s u l tados de s critos .

E L G R A N C A M B IO
H ace m á s de 50 añ os q u e e l "C l u b de R om a" —e ntidad cie ntí fica com pu e s ta por de s tacados profe s ional e s de l as
div e rs as á re as e n e l cam po de l a inv e s tig ació n, e ncarg ada de re s g u ardar e inv e s tig ar e l av ance cie ntí fico de l a
h u m anidad— dio a conoce r l as ú l tim as inform acione s re l acionadas con l a activ idad s ol ar. E s tas s e ñ al ab an q u e e l
s ol e nv iab a s u e ne rg í a a trav é s de ondas e l e ctrom ag né ticas , cu ya inte ns ificació n de carg a e s tab a s u pe ditada a l a
cantidad de e x pl os ione s s ol are s re g is tradas e n e l as tro. E n e s e e ntonce s s e h ab í a de te rm inado q u e é s tas ocu rrí an
cada 11 añ os .
P os te riorm e nte , l as inv e s tig acione s anu nciab an q u e e s tas de s carg as e l e ctrom ag né ticas inte ns ificadas s e produ c-
í an cada s ie te añ os ; s in e m b arg o, e n e s te ú l tim o tie m po l a com u nidad cie ntí fica h a de te rm inado q u e e s tas
te m pe s tade s e l é ctricas s e produ ce n cada dos añ os , para final m e nte anu nciar h oy q u e e l l as e s tá n ocu rrie ndo con
u na fre cu e ncia inu s u al , im pos ib l e de pre de cir por l a ce rcaní a e ntre u na y otra e m is ió n, al e rtando a l a com u nidad
s ob re s u infl u e ncia e n l as com u nicacione s s ate l ital e s y e q u ipos e l e ctró nicos , al cre ar inte rfe re ncias .
E n form a paral e l a, l as inv e s tig acione s re l acionadas con nu e s tra atm ó s fe ra indicab an u n al e rta ante l a de s apari-
ció n de l a capa de oz ono q u e cu b re e l pl ane ta, prote g ié ndol o de l os rayos u l trav iol e tas y de l a radiació n nociv a
para l a v ida fí s ica. E l panoram a actu al no s e pre s e nta, e ntonce s , m u y al e ntador para l os h ab itante s de l a T ie rra.
P e ro no e s tan dram á tico com o pare ce , todo de pe nde de có m o s e e nfoq u e e s ta re al idad: de s de l a condició n de
"pie dra" o de "ag u a". E s o q u ie re de cir q u e e x is te l a pos ib il idad de re accionar arm ó nicam e nte a e s tas apare nte s
ag re s ione s có s m icas , s i nu e s tra condició n v ib ratoria e s tan e l e v ada com o para al canz ar l a s intoniz ació n con l as
nu e v as fre cu e ncias q u e e s tá n l l e g ando al pl ane ta, as í com o l o h ace e l ag u a, cam b iando de e s tado s in trau m a. P or
e l contrario, s i l o as im il am os de s de l a condició n de "pie dra", nu e s tro e s tado no pe rm itirá u n e ncaj e arm ó nico,
produ cie ndo l os re s u l tados q u e h oy afe ctan a l a h u m anidad a trav é s de cie rtas e nfe rm e dade s y tras tornos
div e rs os de te ctados por l a cie ncia m é dica.
La nov e dad cons is te e n q u e h oy, l e j os de cons titu ir todo e l l o u na am e naz a, y au nq u e pare z ca raro, e l h om b re
pu e de aprov e ch ar e s ta s itu ació n pl ane taria e n form a b e né fica, para s al ir de l as l im itacione s au to cre adas q u e l o
h an m ante nido e n l as b aj as fre cu e ncias de e s ta re al idad ató m ica y re cu pe rar e l m ode l o orig inal pe rfe cto con e l



cu al h a s oñ ado y q u e l e e s inh e re nte a s u condició n de "h e ch o a m ode l o y s e m e j anz a de l P adre ", com o l o
anu ncian l as g rande s re l ig ione s .
E s to s e de b e a q u e al inte ns ificars e l as e m is ione s e l e ctrom ag né ticas prov e nie nte s de l s ol , tam b ié n s e e l e v an l as
fre cu e ncias de l a T ie rra, l l e v ando al pl ane ta y a todo l o q u e v iv e e n é l a u n nu e v o e s tado as ce ns ional , e n u n
proce s o de e x pans ió n cre ativ a y, por cons ig u ie nte , a u na m ayor capacidad de u s o de e s te e q u ipo —e ne rg í a q u e
s om os , al re cib ir u na m ayor carg a e l é ctrica, con e l cons ig u ie nte au m e nto de l v ol taj e . S i ocu pam os corre ctam e nte
e s te pote ncial q u e s om os de acu e rdo a l as l e ye s de l a e ne rg í a, y e nce nde m os ade cu adam e nte nu e s tro prog ram a
orig inal , podre m os u s ar e s tas condicione s para nu e s tro b e ne ficio y e l de todo e l pl ane ta. E s te e s y h a s ido e l
s e cre to al q u í m ico q u e h a e s pe rado al h om b re para s u m anife s tació n, ocu l to e n l a e x pe rie ncia e s piritu al de l a
re l ig ió n y de l as g rande s tradicione s iniciá ticas .

U S O Y A B U S O D E L A S C O R R IE N T E S E L E C T R O M A G N É T IC A S
La condició n cre ativ a de l a h u m anidad, l im itada a u n 10 % de s u capacidad ce re b ral , h a s ido l a re s pons ab l e de l a
s itu ació n pl ane taria actu al , con s u s acie rtos y de s acie rtos , b u s cando a v e ce s a cie g as l os cam inos q u e l a l l e v e n a
l a pe rfe cció n q u e anh e l a. P e ro, tam b ié n e x is te n l os e v e ntos có s m icos q u e ope ran de acu e rdo a g rande s l e ye s
inm u tab l e s a l as q u e e l s e r h u m ano no pu e de e s capar ni control ar por s e r infinitam e nte s u pe riore s a s u com -
pre ns ió n.
La cie ncia, de s pre ndida de l a e s piritu al idad, h a incu rs ionado s u pe rficial m e nte e n l a b ú s q u e da de pal iativ os a l as
condicione s de inde fe ns ió n e n q u e s e e ncu e ntra e l h om b re fre nte a u na re al idad q u e no pu e de dom inar y q u e
am e naz a l a v ida arm ó nica de e s te pl ane ta: e nfe rm e dade s , s ob re pob l ació n, e m b ate s de l a natu ral e z a, cam b ios
cl im á ticos catas tró ficos , au m e nto de l a v iol e ncia, de l s tre s s , de l a s ol e dad y de todos aq u e l l os e v e ntos q u e
s ob re pas an s u propio proce s o cre ador.
R e cie nte m e nte s e h a dado a conoce r l a re l ació n e l e ctró nica e ntre nu e s tro pl ane ta y l a radiació n s ol ar com o
caracte rí s tica fu ndam e ntal de l a v ida. S e s ab e q u e l a T ie rra e s u n g l ob o e l é ctrico cu ya carg a ató m ica e s ne g ativ a,
o s e a, re ce ptora, m ie ntras q u e l a ionos fe ra, o capa prote ctora de l a atm ó s fe ra, e s carg a pos itiv a o e m is ora. E l s ol
e nv í a a nu e s tro pl ane ta corrie nte s e l e ctrom ag né ticas ; é s tas , al pas ar por l a ionos fe ra, s on re ce pcionadas por l a
T ie rra y todo l o q u e h ab ita e n e l l a, incl u ye ndo a l a h u m anidad. E l h om b re e s re ce ptor y e m is or a l a v e z de e s tas
e ne rg í as , cu m pl ie ndo e s as fu ncione s a trav é s de l ce re b ro y de l ce ntro cardí aco. E s to nos conv ie rte fu ndam e ntal -
m e nte e n "s e re s -e ne rg í a", cu yo re s u l tado e s e l q u e v e m os com o s e r fí s ico o ató m ico.
D iv e rs os e x pe rim e ntos , cl as ificados com o s e cre tos , e s tá n s ie ndo prob ados con ob j e tiv os div e rs os . A l g u nos con l a
inte nció n de control ar l os cam b ios cl im á ticos , otros con l a de control ar l a m e nte indiv idu al y col e ctiv a com o
fó rm u l a e s traté g ica de dom inio, am b os b aj o e l du dos o propó s ito de s al v ar e l pl ane ta de u n de s as tre inm ine nte ,
pe ro cu al q u ie ra de e l l os con l a pos ib il idad de final iz ar e n e l e rror.
E n am b os cas os s e e s tá j u g ando al "apre ndiz de h e ch ice ro", ya q u e h an pu e s to e n prá ctica u na fó rm u l a q u e
produ ce l o q u e s e conoce com o "ab e rracione s e l e ctrom ag né ticas ", l as q u e , s e g ú n al g u nos cie ntí ficos cons cie nte s
de l pe l ig ro q u e e l l o s ig nifica, e s tarí an ya afe ctando a l a h u m anidad e n s u cal idad de re ce ptore s -trans m is ore s de
e s tas fre cu e ncias con re s u l tados im pre de cib l e s , pe ro de ning u na m ane ra b e né ficos .
E s tos m is m os cie ntí ficos s e ñ al an q u e l a ú nica form a de e s capar a e s tas infl u e ncias e s a trav é s de l "pe ns am ie nto
v e rtical ", q u e , dich o s e a de pas o, no tie ne nada q u e v e r con e l té rm ino u s ado e n l a g e s tió n e m pre s arial . E x pl ican
q u e e l h om b re e s tá pe rm ane nte m e nte cone ctado a l a re d de pe ns am ie nto h oriz ontal al s intoniz ar con todos l os
e v e ntos de s u e ntorno inm e diato y m e diato, por s u trab aj o, s u re s pons ab il idad fam il iar, s ocial , s u s pre ocu pacio-
ne s y de b e re s con e l s is te m a, e tc., s u s care ncias y s u s é x itos .
Los e nte ndidos no dan l a re s pu e s ta de cu á l s e rí a e l "pe ns am ie nto v e rtical ", adu cie ndo q u e é s te corre s ponde a u na
u topí a. S in e m b arg o, e s ta fó rm u l a s e e ncu e ntra e n l a e x pe rie ncia e s piritu al , al e s tab l e ce r u na s intoní a v e rtical
con l o s u pe rior m e diante l a oració n, l a m e ditació n o e l de s arrol l o de l s e ntim ie nto de l am or e nfocado a l os
patrone s m á s e l e v ados de m anife s tació n, com o e s e l cas o de l os m í s ticos , s antos o yog u is . P or l o tanto, l as cl av e s
de l a l ib e rtad h an s ido e ntre g adas al h om b re de s de e l inicio de l os tie m pos , a trav é s de l as re l ig ione s , donde e l
té rm ino "re l ig are " cu m pl e s u ob j e tiv o de v ol v e r a u nirs e a l a F u e nte G e né rica, o A rq u e tipo S u pe rior, de l cu al
e m anam os .
S e g ú n s e ñ al an l os e s tu dios s ob re e l e ctricidad, u n cam po e l e ctrom ag né tico e s u n cam po m ag né tico q u e ade m á s
incorpora u na corrie nte e l é ctrica, g e ne rando dire cció n e inte ns idad. E s tos cam pos s e pu e de n s u m ar s i dos de
e l l os s e s u pe rpone n con l as m is m as orie ntacione s , o re s tar s i s e s u pe rpone n e n dire ccione s opu e s tas ; é s tas s e
dis tors ionan s i s e s ob re pone n e l u no al otro con orie ntacione s dis tintas de s u m a y re s ta.
D ich a dis tors ió n de pe nde rá e n s u orie ntació n e inte ns idad de l a fu e rz a de l cam po dis tors ionante com parada con
l a de l cam po afe ctado y l a orie ntació n con l a q u e e s tos cam pos s e s u pe rpong an e ntre e l l os . Y aq u í l l e g a l a
s orpre s a. La fu e rz a de infl u e ncia m ayor de u no u otro v a a de pe nde r de l cam po m ag né tico y de l a inte ns idad de
l a corrie nte q u e atrav ie s a cada u no de e l l os . N o s ó l o s e pu e de e s tar a s al v o de l as ab e rracione s e l e ctrom ag né ticas ,
s ino q u e s e pu e de infl u ir e n e l l as para corre g irl as .
¿Y de s de dó nde s e corrig e ? E l inv e s tig ador b ritá nico, D r. H arol d S ax ton B u rr, e n s u l ib ro B l ue p r i nt f or i nm or t al i -
t y (A nte proye cto para l a inm ortal idad) , s e ñ al a q u e u n s is te m a v iv o e s u n s is te m a orde nado q u e de b e s e r parte de



u n s is te m a m ayor q u e é l re pre s e nta com o e l u niv e rs o, adu cie ndo q u e e l u niv e rs o e s u n cam po e l é ctrico y q u e
todo l o q u e e x is te e n é l e s u n s u b s idiario o u na parte com pone nte de l cam po total .
S i e l h om b re com o s e r-e ne rg í a l og ra au m e ntar s u v ol taj e al e s tab l e ce r re de s de cone x ió n a s u F u e nte G e né rica, de
l a cu al e s h e ch o a m ode l o y s e m e j anz a, de j ando q u e e s as nu e v as fre cu e ncias de te rm ine n s u e l e v ació n orde nada y
pode ros a de acu e rdo a l a s ab idu rí a natu ral de e s e g ob ie rno s u pe rior, s e conv e rtirí a e n inv u l ne rab l e a cu al q u ie r
condició n de infl u e ncia infe rior a l a pe rfe cció n orig inal . A s í , s u s proce s os cre ativ os y s u s de cis ione s s e rí an
corre ctam e nte e ncam inadas , pe rm itié ndol e al s e r de s pre nde rs e de s u s l im itacione s au tocre adas y e ntrar con pas o
firm e e n e l cam ino de pe rfe cció n q u e l e e s inh e re nte .
La pos ib il idad de prote g e rs e de l as ab e rracione s e l e ctrom ag né ticas , y de todo proce s o cre ativ o q u e incida e n l a
condició n de v u l ne rab il idad de l h om b re , e x is te , y e s factib l e de s e r de s cu b ie rta a trav é s de l a prá ctica s ince ra.
P e ro, m u ch os , aú n no com pre nde n q u e s e e ncu e ntran ante l a oportu nidad de aprov e ch ar e s ta s itu ació n actu al ,
apare nte m e nte dram á tica, e n b e ne ficio de l a re al iz ació n de l s e r e n m ayor pe rfe cció n.

L O S PIO N E R O S D E L A S N U E V A S PR O F E S IO N E S
A nte e s ta re al idad, al g u nos os ados pione ros e n l a apl icació n de l as l e ye s de l a e ne rg í a con div e rs os e fe ctos
b e né ficos para l a s al u d, e q u il ib rio y av ance de l h om b re , h an re e ncontrado al g u nas cl av e s q u e pre paran al s e r
para aprov e ch ar e s tos im pu l s os de e l e v ació n v ib ratoria pl ane taria para b e ne ficio de l a h u m anidad. E s tos s e re s ,
de b ido al rang o de fre cu e ncia e n q u e s e m u e v e n —q u e e s de al ta v ib ració n, ocas ionado por e l u s o corre cto q u e
h an dado a s u cam po e ne rg é tico, re s u l tado de e x pe rie ncias e s piritu al e s trans form adoras — h an s ido l os prim e ros
e n e x pe rim e ntarl as ; y por radiació n h an infl u ido e n l a trans m is ió n de l as té cnicas ade cu adas . H oy, e s tos
indiv idu os s e m u e v e n e ntre l a h u m anidad apare nte m e nte m im e tiz ados , pu e s to q u e l o inv is ib l e no e s tá al al cance
de l os s e ntidos fí s icos y de l a com pre ns ió n inte l e ctu al . P or l o tanto, de b e n s u frir l os ataq u e s y de s cal ificacione s de
l os q u e no pu e de n as im il ar e s tos av ance s de trans form ació n. E s e l de s tino de l os s oñ adore s de l as g rande s
re al idade s . E s e l pre cio de l a l im itació n cre ativ a y de e nte ndim ie nto q u e da al s e r h u m ano e l u s o parcial de l
ce re b ro. G racias a u nos pocos s e v an te j ie ndo l os g rande s av ance s .
S on l os pre cu rs ore s de l as profe s ione s de l s ig l o X X I . T al com o B e nj am í n F rank l in de s cu b re l a e l e ctricidad s in
h ab e r pas ado por e s tu dios u niv e rs itarios pe rtine nte s , y da l u g ar a l o q u e h oy s on l as profe s ione s de cate g orí a
de s critas com o ing e nie rí a e l é ctrica, o e l e ctró nica, para l as cu al e s s e re q u ie re e s fu e rz o y pre paració n por añ os . A s í
E ins te in s u e ñ a l a te orí a de l a re l ativ idad, produ cie ndo u n cam b io cu á ntico e n l a inv e s tig ació n y e n e l cam po de l a
fí s ica, l l e v ando a l os e s tu dios os de nom inados "cie ntí ficos " a l ab orar a partir de l a b as e de e s te de s cu b rim ie nto.
N ing u no de l os "padre s " de l a cie ncia y de l a te cnol og í a actu al h an s ido g rande s "profe s ional e s " de s tacados , y
s ie m pre s u aporte h a te nido s u pu nto de partida e n l o inv is ib l e .
P re cis am e nte a cau s a de l as al z as v ib ratorias de nu e s tro pl ane ta, h oy l as pu e rtas de cone x ió n con l a s ab idu rí a
s u pe rior s e h an ab ie rto anch as para pe rm itir a l os q u e s intoniz an con e s os e s pacios , pre cis am e nte trae r e s tas
nu e v as e x pe rie ncias q u e m odificará n l a e x is te ncia de l a h u m anidad para l l e v arl a a l a ins tau ració n de u n nu e v o
s is te m a de cos as . P e ro, com o s ie m pre , l a h is toria s e re pite y l o nu e v o de m ora e n s e r ab s orb ido por l a m as a
pe ns ante , para pas ar prim e ro por e l de s cré dito, l a b u rl a a v e ce s y l a de s cal ificació n por no de te ntar e l "pas e " de l o
ace ptado por l as e s tru ctu ras cu l tu ral e s de l m om e nto.
A s í ocu rrió con C ris tó b al C ol ó n, q u ie n de s e ch ó l os e s q u e m as im pe rante s de q u e l a T ie rra e ra cu adrada, para
e ntrar e n l a C E R T E Z A D E LO I N V I S I B LE y l l e g ar a u na nu e v a tie rra. T u v o m e j or s u e rte q u e G al il e o G al il e i, q u e
ante s u conde na re afirm ó : "Y s in e m b arg o s e m u e v e " para anu nciar q u e l a T ie rra g ira e n torno al s ol .
E s ta v e z l e s corre s ponde a e s tos pione ros de l a nu e v a e dad s u frir l os e m b ate s de l a corrie nte de l os rí os q u e
circu l a h acia ab aj o de l as m ontañ as , m ie ntras , con rie s g o a v e ce s de s u s v idas , re m ontan contra s u cau dal . P e ro
ah ora todo tie nde a s e r m á s rá pido, y al g o m á s fá cil . G racias a e s tas nu e v as y m á s as idu as de s carg as e ne rg é ticas ,
e l e v adoras , l a h u m anidad de s pie rta a e s ta nu e v a com pre ns ió n ace l e radam e nte ; e s u na l u ch a de s ob re v iv e ncia: o
s e s intoniz an con e s ta e l e v ació n o s u cu m b e n a l os e fe ctos de re s is te ncia. C om o dij o A ndré Mal re au x : "E l s ig l o X X I
s e rá e s piritu al o no s e rá ".

L A S C O N E X IO N E S IN T E R D IM E N S IO N A L E S
¿Q u é h ace q u e e l h om b re av ance e n s u proce s o de re al iz ació n? H ay v arias form as de av anz ar.
La prim e ra e s tá e n í ntim a re l ació n a l a re al iz ació n cre ativ a col e ctiv a, a trav é s de l a "capa s í q u ica" q u e rode a e l
pl ane ta y q u e e s produ cto de l os pe ns am ie ntos y accione s de l a m as a de l a h u m anidad. E s l o q u e e l fí s ico te ó rico
R u pe rt S h e l drak e de nom inó "cam pos m orfog e né ticos ". E n e s os cam pos l a cre ació n av anz a e n re l ació n a l a m as a
crí tica al canz ada a trav é s de l a cal idad y de l nú m e ro de proce s os cre ativ os e n u n m is m o ob j e tiv o. A l l og rars e e l
e fe cto m u l tipl icador, al g u nos s e re s q u e pu e de n e ne rg é ticam e nte al canz ar e s e patró n de re s u l tado g e ne ran u n
nu e v o m ode l o, e l q u e s e cons ide ra u n inv e nto o ide a q u e pe rm ite e l av ance de nu e s tra civ il iz ació n, h oriz ontal -
m e nte , e s de cir, de ntro de nu e s tra re al idad fí s ica o tridim e ns ional .
Otra form a e s l a e x pe rim e ntació n h acia nu e v os re s u l tados de l os m ode l os ya prob ados , a trav é s de m ú l tipl e s
te ntativ as e n l ab oratorios . E s de l arg o al ie nto y ofre ce s ie m pre re s u l tados parcial e s o pal iativ os de ante riore s
fó rm u l as . E l l o pe rm ite av ance s te cnol ó g icos , m é dicos , e tc., pe ro s ie m pre e n l a condicionante l im itada de l a



cre ació n con pos ib il idad de e rror, s u pe ditada a l a fre cu e ncia de l a te rce ra dim e ns ió n, e s pacio-te m poral , e n q u e
s e m u e v e e s te proce s o.
S e l l e g a e ntonce s a l a oportu nidad de e s te tie m po, de acce de r a l os e s pacios m orfog e ne rativ os , a l os q u e s ó l o s e
pu e de e ntrar cu ando s e h an e s tab l e cido l as re de s de cone x ió n ade cu adas q u e pe rm ite n e l e v e nto. E s tos e s pacios
pe rte ne ce n a nu e s tra F u e nte G e né rica o s u pe rior. E s te acce s o pe rm ite , m e diante l a e x pe rie ncia e n l o inv is ib l e , ir
m á s al l á de nu e s tro 10 % de u til iz ació n de nu e s tra capacidad ce re b ral , o de com pre ns ió n inte l e ctu al . E l có m o s e
l l e g a a e s e e s tado e s m ate ria de e s te l ib ro, q u e e s tab l e ce u na inv itació n ab ie rta a e m pre nde r l a g ran av e ntu ra de l
G ran C am b io, q u e nos l ib e rará de l as l im itacione s au tocre adas para e ntrar e n l os re inos de l a pe rfe cció n
s u pe rior. E s al l í y a partir de e l l o q u e l a G l á ndu l a P ine al pu e de re cu pe rar s u pote ncia orig inal y s e rv ir al
v e rdade ro propó s ito de re al iz ació n de l h om b re .

H E C H O S A IM A G E N Y S E M E J A N Z A
C om o l o e nu nció A l b e rt E ins te in, s om os "s e re s -e ne rg í a" cu ya cal idad v ib ratoria nos h ace form ar parte de l a
cre ació n e x is te nte e n e s te cam po ató m ico tridim e ns ional q u e e s u n re s u l tado e n e x pre s ió n e n e l cam po fí s ico.
U s am os s ó l o u n 10 % de u n ce re b ro-e ne rg í a q u e e n s u m anife s tació n fí s ica apare ce con u na pote ncia de l 10 0 % .
E s o h ace de nos otros s e re s capace s de cre ar e n e s a l im itació n de e x pre s ió n y m anife s tarnos e n u n av ance
h oriz ontal q u e nos pe rm ite m ov e rnos e n e s ta v ida e nce rrados e n tie m po y e s pacio, l o q u e s ig nifica re corre r l a
dis tancia e n e l tie m po con e s fu e rz o, pe rs e v e rancia, s acrificio, v ol u ntad, y l a pos ib il idad de l e rror s ie m pre
pre s e nte . N u e s tro inte l e cto e s capaz , por cons ig u ie nte , de e nte nde r y form u l ar nu e s tras cre acione s s ó l o de s de e s e
10 % . ¿C ó m o podrí am os com pre nde r l o q u e e s tá m á s al l á de e s e 10 % y q u e , s in e m b arg o, e s tá pre s e nte y actu ante
e ne rg é ticam e nte e n otros niv e l e s de re al iz ació n? E l l o nos l l e v a a s ab e r q u e l a cie ncia nu nca podrá e x pl icar l o q u e
nos s ob re pas a de s de e s e as pe cto, m ie ntras e s té atrapada e n e s ta dim e ns ió n, l im itando incl u s o l a infl u e ncia
cu á ntica de l as m anife s tacione s a l a propia cre ació n inte rpre tativ a.
P e ro, ¿q u é s ig nifica q u e nu e s tro ce re b ro b iol ó g ico, re s u l tado de e s e ce re b ro-e ne rg í a pe rfe cto, s e proye cte e n
nu e s tro s e r fí s ico com o u na pos ib il idad de u til iz ació n? S i dam os u na m irada a e s te re s u l tado ató m ico q u e s om os ,
v e re m os q u e h e m os s ido conce b idos pe rfe ctos para s u fu ncionam ie nto: u n ce re b ro de s tinado a u n u s o com pl e to,
u n s is te m a ne rv ios o y otro circu l atorio, e x traordinarios , nu e s tros ó rg anos e n pe rfe cta coope ració n y acció n
pre cis a. S in e m b arg o, nos e nfe rm am os , nos cae m os , nu e s tra ps iq u is s e al te ra, e tc.
T odo e s to nos l l e v a a confirm ar e l q u e h e m os s ido h e ch os a m ode l o y s e m e j anz a de al g o pe rfe cto, de u n A rq u e ti-
po U N O q u e contie ne todo e n e s a pe rfe cció n y cu ya m anife s tació n v a m á s al l á de l a e x pre s ió n l im itada de l pl ano
fí s ico. S ó l o l a re cone x ió n a e s a F u e nte g e ne rativ a pe rm itirá l a e l e v ació n de v ol taj e de nu e s tro e q u ipo, al no
inte rru m pir e l fl u j o e ne rg é tico ade cu ado b l oq u e ado por u na v e rdade ra "b arre ra de fre cu e ncia" g e ne rada por
nu e s tros propios as pe ctos cre ativ os l im itados .
A l re s pe cto, de b e m os ace ptar q u e s om os s e re s cre ativ os , pu e s cre am os e n todo m om e nto de nu e s tra e x is te ncia;
cada v e z q u e tom am os u na de cis ió n e s tam os cre ando, y con e l l o traz ando nu e s tro fu tu ro, e l q u e s e m anife s tará
s e g ú n com o v ayam os actu ando y re accionando a l os e s tí m u l os propios y aj e nos . F orm am os parte de u na g ran
cre ació n q u e com pre nde l os re inos m ine ral , v e g e tal , anim al y h u m ano, s in e m b arg o s om os l os ú nicos q u e
pos e e m os l a capacidad de "cre ar".
T odo acto cre ativ o de pe nde de cu atro condicione s para produ cirs e .
E l l as s on: S e ntim ie nto – C a l if ica ción - V is ua l iz a ción - A cción
D e e l l as , l a principal o l a de tonadora de l proce s o cre ativ o e s l a de l S e ntim ie nto.
La ú l tim a v e z q u e v i a F e l ipe v e ní a de v u e l ta de u n v iaj e por A s ia e n com pañ í a de s u m u j e r.
E l l a acab ab a de re tirars e de s u trab aj o com o au x il iar de u na l í ne a aé re a y g racias a u nos pas aj e s l ib e rados q u e
h ab í an q u e dado pe ndie nte s tu v ie ron l a oportu nidad de re corre r nu e v as tie rras . V e ní a a de s pe dirs e , pu e s e s ta v e z
partí an de finitiv am e nte al e x tranj e ro; u na oportu nidad de trab aj o l os e s pe rab a e n E s pañ a, paí s q u e h ab í an
v is itado e n s u re corrido tu rí s tico.
A l g u nos de s u s am ig os com e ntab an s ob re s u "b u e na s u e rte ", l a fam il ia l a atrib u í a al h e ch o de h ab e rs e cas ado con
u na au x il iar de v u e l o, otros al de b u s car nu e v os h oriz onte s . ¿E n q u é m om e nto s e frag u ó e s e de s tino?
T al v e z e n e l m om e nto e n q u e de cidió irs e a v iv ir al de s ie rto. F u e al l í donde conoció a s u fu tu ra e s pos a. O tal v e z
cu ando optó por ace rcars e a s u padre , q u ie n s e h ab í a s e parado de s u m adre h ací a al g u nos añ os y al cu al no
h ab í a q u e rido v e r du rante u n tie m po. E l h e ch o fu e q u e coincidie ron v arios aconte cim ie ntos prov ocados por l as
de cis ione s tanto de s u s padre s com o propias y l os re s u l tados h as ta e s e m om e nto e ran l os q u e h e s e ñ al ado. P e ro
todo no e s tan s e ncil l o com o pare ce .
E s u n as u nto de s intoniz ació n, v al e de cir, de pe nde de l a fre cu e ncia de l s e ntim ie nto. S i l a e ne rg í a de e s e s e r e s tá
s ie ndo u s ada a trav é s de l a orde n cre ativ a q u e parte de u n s e ntim ie nto arm ó nico, l os re s u l tados de e ncaj e s e rá n
e n e s a m is m a fre cu e ncia; por e l contrario, s i nace de u n s e ntim ie nto de s arm ó nico o de pre s iv o, l os e v e ntos q u e
cone ctará o l os e fe ctos q u e s e m anife s tará n e s tará n e n re l ació n a e s as fre cu e ncias . A s í v am os g e s tando nu e s tra
v ida, pas o a pas o, de acu e rdo a có m o s om os capace s de e nfre ntar e m ocional m e nte nu e s tra e x is te ncia.



E l có m o re s ol v e r e s te e nig m a —q u e de s de nu e s tra ig norancia nos pre cipita e n l a v orá g ine de aconte cim ie ntos no
control ados , afe ctá ndonos , s in e ncontrar e l h il o de A riadna q u e nos pe rm ita s al ir de l l ab e rinto— e s tá pl ante ado
e n e s te Mé todo q u e de s arrol l are m os a trav é s de e s te te x to.
P ara e l l o l e pido s e g u ir fie l m e nte l as ins tru ccione s de e s ta av e ntu ra infinita q u e com e nz are m os a re corre r e n l os
pró x im os capí tu l os . E n e l l as no s ó l o e ncontrará l as fó rm u l as para s u s de cis ione s e x itos as , s ino q u e l e ab rirá n
infinitos cam inos de pe rfe cció n, cu yo re corrido de pe nde rá de u s te d.

E L R O L D E L A G L Á N D U L A PIN E A L U N A J O Y A O C U L T A
L a p i ne al e s una g l á nd ul a ub i cad a al ce nt r o d e l ce r e b r o, cuyo t am añ o no s up e r a al d e una l e nt e j a. Ve ci na d e l a
g l á nd ul a p i t ui t ar i a, j unt as e m p r e nd e n una e s p e ci al av e nt ur a cuand o s e cone ct an s us ci r cui t os e n l os " ce nt r os d e
e ne r g í a" q ue s on, g e ne r and o e n e l p l ano f í s i co, e nt r e ot r as cons e cue nci as , l a p r od ucci ó n h or m onal .
P ar a com p r e nd e r m e j or s u i m p or t anci a, e s conv e ni e nt e f i j ar l a at e nci ó n e n e l s e r -e ne r g í a q ue e s e l s e r h um ano
y d e s d e al l í cons i d e r ar s u f unci onam i e nt o, cuyo r e s ul t ad o e s t od o l o q ue l a ci e nci a m é d i ca r e conoce e n s u
acci ó n b i of í s i ca. D e acue r d o al e q ui p o e l é ct r i co q ue s om os , p os e e m os i nf i ni t os ce nt r os d e e ne r g í a, q ue e n l a
t e r m i nol og í a or i e nt al s e conoce n com o " ch ak r as " ; e n r e al i d ad , s om os un uni v e r s o d e m i cr och i p s , com and ad os
p or ch i p s p r i nci p al e s , d e l os cual e s e l m á s i m p or t ant e e s e l ch i p ce nt r al , conoci d o com o ce nt r o car d í aco, y q ue
e n s u cond i ci ó n f í s i ca e s e l cor az ó n. E s t e no s ó l o r e cog e t od a l a i nf or m aci ó n cr e at i v a y d e v i d a a t r av é s d e l
cor d ó n e l e ct r ó ni co q ue l o v i ncul a a l a F ue nt e , s i no q ue p e r m i t e r e conoce r y e x p e r i m e nt ar l a p e r f e cci ó n d e l a
v e r d ad e r a Vi d a. L a g l á nd ul a p i ne al cor r e s p ond e a uno d e l os ce nt r os p r i nci p al e s , q ue t i e ne com o m i s i ó n, e nt r e
ot r as cos as , ab r i r e l cam i no d e r e g r e s o a l a r e cup e r aci ó n d e l as p ot e nci as or i g i nal e s d e l s e r y cone ct ar con l os
cam p os d e cr e aci ó n s up e r i or , d ond e s e e ncue nt r a e l ci e n p or ci e nt o d e l as cap aci d ad e s r e al e s d e l uni v e r s o.
E s as í com o e n l a A nt i g ü e d ad , d e nt r o d e l m ar co d e l as cor r i e nt e s e s p i r i t ual e s , s e cons i d e r ab a a l a p i ne al com o
un ce nt r o d e p od e r s up e r i or , s i m b ol i z ad o e n un d i b uj o q ue r e p r e s e nt ab a un t r i á ng ul o l um i nos o con un oj o al
ce nt r o. P ar a l a r e l i g i ó n cat ó l i ca, h oy, s i g ni f i ca e l p od e r d e D i os ; p ar a l a m as one r í a, l a v i s i ó n d e l C í cl op e ; d e nt r o
d e l a t r ad i ci ó n e g i p ci a s e l e conoce com o e l oj o d e H or us , y e n e l m und o as i á t i co, com p r e nd i d a l a I nd i a, com o e l
t e r ce r oj o. T am b i é n e ncont r am os e s t e s í m b ol o e n l as cul t ur as ance s t r al e s p r e col om b i nas y p ol i né s i cas , r e p r e -
s e nt and o s i e m p r e un conce p t o s ag r ad o.
E n l a t e r m i nol og í a i ni ci á t i ca s e l e conoce com o " l a p ue r t a d e l P ar aí s o" .
E n e l or i g e n d e l os t i e m p os d e l as g r and e s ci v i l i z aci one s , l a ci e nci a y l a e s p i r i t ual i d ad m ar ch ab an d e l a m ano;
t al e s as í q ue l a r e p r e s e nt aci ó n s i m b ó l i ca q ue s e r v í a a l os d e v ot os p ar a m e d i t ar f r e nt e a s u i m ag e n no e r a s i no
un ci r cui t o e l e ct r ó ni co, p e r m i t i e nd o al s e r -e ne r g í a, m e d i ant e l a cont e m p l aci ó n, e nce nd e r un p r og r am a i nt e r no
d e e nv e r g ad ur a, q ue l l e v ar í a al h om b r e a s u " i l um i naci ó n" , o s e a, a conq ui s t ar ot r os ci r cui t os s up e r i or e s q ue l o
ayud ar í an e n s us p r oce s os d e cam b i os m ol e cul ar e s . P ar a e l l o e r a ne ce s ar i o e l e v ar s u p r op i a f r e cue nci a
m e d i ant e l a or aci ó n o l a m e d i t aci ó n, y s i nt oni z ar as í con l a F ue nt e G e né r i ca q ue l e p e r m i t i r í a t al p r oce s o d e
aj us t e ; s i n e s t e ab or d aj e i ni ci al , e s t e e q ui p o e l é ct r i co b i oq uí m i co no s e act i v a a l os ni v e l e s ne ce s ar i os p ar a s u
t r ans f or m aci ó n.
E n e l cas o q ue nos i nt e r e s a, e l s í m b ol o d e l t r i á ng ul o l um i nos o con s u oj o al ce nt r o r e p r e s e nt ab a l a cone x i ó n
l um í ni ca d e l ci r cui t o p i ne al -p i t ui t ar i a, q ue s i s e v e b i ol ó g i cam e nt e , t ant o p or s u ub i caci ó n com o p or s us f or m as
( v e r f i g ur a ad j unt a) , cr e an una v e r d ad e r a r e d d e i nt e r acci ó n al d ar e l s e r l a or d e n cr e at i v a d e e s e e nl ace ,
p ar t i e nd o d e l s e nt i m i e nt o q ue d e t e r m i na e l r e s ul t ad o, q ue e s ab r i r e l p or t al d e acce s o cons ci e nt e a l os um b r al e s
s up e r i or e s , a l os q ue no p ue d e acce d e r s e s i no d e s d e l a e x p e r i e nci a.
L o q ue e l h om b r e conoce com o " m i l ag r o" no e s ot r a cos a q ue e l l og r o d e l cont r ol d e l os cam p os m ol e cul ar e s
m e d i ant e p r oce s os e l e ct r ó ni cos p r od uci d os p or l a co-cond ucci ó n F ue nt e / s e r , l ue g o d e q ue e l s e nt i m i e nt o
cr e at i v o uni d o a l a acci ó n s e p one a d i s p os i ci ó n d e l g r an g e ne r ad or e l e ct r ó ni co, q ue e n e l as p e ct o e s p i r i t ual e s
conoci d o com o D i os . E j e m p l os d e e l l o s on l os e v e nt os s ob r e nat ur al e s d e al g unos s ant os , d e g r and e s yog ui s d e l
O r i e nt e o d e q ui e ne s , e n un ar r anq ue d e f e r v or p r ov ocad o p or un e l e v ad o s e nt i m i e nt o d e am or , al canz an e l
p unt o cr í t i co d e cone x i ó n q ue p e r m i t e una ci e r t a m ani f e s t aci ó n, s i e nd o e s t e ú l t i m o e j e m p l o, e n l a m ayor í a d e
l os cas os , un r e s ul t ad o ai s l ad o y e s p ont á ne o.
E n cu anto al as pe cto b iol ó g ico de l a pine al , e n s u condició n de g l á ndu l a, s e g re g a u na h orm ona conocida com o
m e l atonina. H as ta l a dé cada de l os 60 , l a cie ncia m é dica l a cons ide rab a inú til de b ido a s u te m prana atrofia. S ó l o
e n e l b e b é re cié n nacido y h as ta l os s ie te añ os , aprox im adam e nte , l a acció n de l a m e l atonina e s inte ns a, pe ro
dis m inu ye a m e dida q u e pas a e l tie m po, h as ta q u e e n e l adu l to m ayor s e m anifie s ta com o u n fino h il o e n e l
torre nte s ang u í ne o.
A partir de e s a é poca, inv e s tig adore s inte re s ados e n ade cu ar a l os as tronau tas para l arg os v iaj e s a otros pl ane tas
por m e dio de l a h ib e rnació n, al profu ndiz ar l os e s tu dios de e s ta g l á ndu l a, die ron con u n de s cu b rim ie nto
as om b ros o: j u nto con confirm ar q u e l a m e l atonina e s re s pons ab l e de l m ante nim ie nto de l a j u v e ntu d, pe ns aron
por prim e ra v e z q u e , de l og rar s u pe rm ane ncia activ a, podrí a conv e rtirs e e n u na fu e nte inag otab l e de m il ag ros ,
tanto para l a s al u d y l a arm oní a com o para e l de s arrol l o de l indiv idu o.



Lo q u e s e s ab e e n l a actu al idad s ob re s u infl u e ncia natu ral e n l a v ida de l h om b re e s q u e l a produ cció n de


m e l atonina dis m inu ye con l a e dad por e fe cto de l a ox idació n ce l u l ar. Y e n cas os de e nfe rm e dade s com o e l
cá nce r, e l A l z h e im e r y e l s ida, l a g l á ndu l a pine al s e atrofia rá pidam e nte .
T am b ié n s e h a confirm ado l a incide ncia de l a b aj a s e cre ció n de e s ta h orm ona e n l as e nfe rm e dade s cardí acas .
S e g ú n al g u nos inv e s tig adore s , s u e s tru ctu ra q u í m ica e s m u y s im il ar a l a de l as s u s tancias al u cinó g e nas .
La cie ncia s e ace rca a pas os ag ig antados a g rande s de s cu b rim ie ntos q u e acortará n de finitiv am e nte l a b re ch a q u e
l a s e para de l as cl av e s de l e s pí ritu , pe ro, por e l m om e nto s e conte nta con produ cir pí l doras de m e l atonina, l as
q u e , s e g ú n s e h a com prob ado, e s tarí an dando b u e nos re s u l tados e n l a de te nció n parcial de l de te rioro fí s ico
prov ocado por e nfe rm e dade s , as í com o e n l a re g u l ació n de l s u e ñ o e n aq u e l l os pacie nte s q u e s u fre n de ins om nio.
S in e m b arg o, tam b ié n s e s ab e q u e e s tas pí l doras s im il are s a l os com pone nte s de l a m e l atonina, por s e r e l e m e ntos
s inté ticos , s ó l o s irv e n parcial m e nte , y h oy e n dí a incl u s o s e h a s u pe ditado s u v e nta a re ce ta m é dica, de b ido a
pos ib l e s e fe ctos s e cu ndarios e n al g u nos cas os . La confe cció n de e s te fá rm aco s e conv irtió e n u n s u ce dá ne o de l os
inte ntos de re activ ació n e x te rna de l a pine al , m e diante tras pl ante s e fe ctu ados e n l ab oratorio, cu yos re s u l tados
e x traordinarios no pu e de n l l e v ars e a cab o por prob l e m as é ticos com o e s e l de e fe ctu ar tras pl ante s de s e r v iv o a
s e r v iv o. E n e l cas o de l as e x pe rie ncias s e trab aj ó con ratone s de l ab oratorio. C om o s e v a a v e r m á s ade l ante , s ó l o
activ ando inte rnam e nte e s ta g l á ndu l a s e ob tie ne n re s u l tados e x itos os .

A C T IV A C IÓ N D E L A G L Á N D U L A PIN E A L
H ay div e rs os m odos de activ ar e s ta g l á ndu l a, tanto e x te rnos com o inte rnos . D e ntro de l os prim e ros s e e ncu e ntran
l as e x pe rie ncias de l ab oratorio m e diante ciru g í a de tras pl ante y l a adm inis tració n de drog as div e rs as q u e ayu dan
al proce s o de e s tab il iz ació n h orm onal com o s on l as drog as antide pre s iv as , as í com o l as drog as al u cinó g e nas
adictiv as .
A l activ ars e e x te rnam e nte o s u pl ir e s ta h orm ona, l os e fe ctos s on parcial e s y s ó l o s irv e n com o apoyo a te rapias
antide pre s iv as o de s tre s s . D e s cartando e l tras pl ante q u irú rg ico, q u e dan l as pí l doras de m e l atonina y l as drog as .
Las prim e ras ya h an s ido de s critas . E n cu anto al e fe cto de l as drog as , é s tas tie ne n dos v í as de infl u e ncia. La de
com pl e m e nto de prog ram as de cu ració n de e s tados de pre s iv os o al te rados , (q u e s ie m pre e s tá n control adas por u n
m é dico, por l o tanto s u e fe cto e s b e né fico, au nq u e m om e ntá ne o) , y l a m á s pe l ig ros a q u e e s l a de l as drog as
adictiv as (de s de l a m arih u ana a l a cocaí na, h e roí na, e tc.) , cu yos re s u l tados a corto pl az o s on de s as tros os com o s e
h a podido com prob ar m é dicam e nte .
P ara te ne r u na ide a m á s cl ara re s pe cto a l as cons e cu e ncias de l cons u m o de drog as , b as ta im ag inars e u n m e dio
l im ó n e s tru j á ndos e pau l atinam e nte m ie ntras s e de s l iz a por l a cinta de v ida de u na pe rs ona. E s te l im ó n e s l a
pine al produ cie ndo l a m e l atonina ne ce s aria a trav é s de l a e x is te ncia de u n indiv idu o; e n l a m e dida e n q u e
av anz a v a s ol tando s u j u g o, e l q u e al principio e s m á s ab u ndante y l u e g o v a m e rm ando pau l atinam e nte h as ta
l l e g ar al final de l a cinta con s u s ú l tim as g otas . C u ando s e e s tá cons u m ie ndo drog as , e s te l im ó n e s im pe l ido a
e s tru j ars e inte ns am e nte a al tu ras de l a cinta e n q u e s e cons u m e e l e s tu pe facie nte , prov ocando artificial m e nte u n
incre m e nto e n s u acció n, l o q u e g e ne ra con e l l o u na ace l e ració n q u e cons u m e ante s de tie m po s u produ cció n
q u e de otra form a com pl e tarí a s u cicl o e n form a natu ral h as ta e l final de l a v ida fí s ica. D e ah í e l de te rioro ce l u l ar
anticipado de l as ne u ronas ce re b ral e s de l indiv idu o, q u e e x pre s a l os e fe ctos de l a v e j e z e n l a fal ta de m e m oria, de
cre ativ idad y de facu l tade s propias de u na m e nte e n de s arrol l o, au nq u e s e a poco m e nos q u e u n adol e s ce nte .
La activ ació n inte rna e s l a form a natu ral de e nce nde r l a pine al e n form a b e né fica y s in rie s g os .
E s e n l a e s e ncia de l os m ov im ie ntos e s piritu al e s de l a h u m anidad q u e l as cl av e s para l og rarl a h an s ido e ntre g adas
a l a h u m anidad, a trav é s de ritu al e s , té cnicas y m e ditacione s . T am b ié n s e activ a e n form a e s pontá ne a e n
cu al q u ie r s e r cu ando s e e ncu e ntra ante e x pe rie ncias l l am adas paranorm al e s com o s on l a cl ariv ide ncia, pre m oni-
ció n, o ins piracione s s ú b itas q u e h an dado l u e g o orig e n a fó rm u l as o inv e ntos b e né ficos para l a h u m anidad al
s e rv ir de tram pol ine s al av ance cie ntí fico o h u m aní s tico. P e ro, e n e s tos cas os , no pu e de s e r control ab l e ni
pe rm ane nte .
Las fó rm u l as de activ ació n q u e s e h an inte ntado, de s pre ndidas de l a total idad cie ncia-e s pí ritu , s on innu m e rab l e s
y e n todas l as á re as , pe ro s u s re s u l tados h an s ido parcial e s , m om e ntá ne os y con s u s rie s g os propios ; e n e l cas o de
l as té cnicas e s piritu al e s , é s tas contie ne n l a pos ib il idad de é x ito, pe ro l as b arre ras m e ntal e s de l os h om b re s h an
h e ch o difí cil s u l og ro pe rm ane nte .
H ay u na cl av e q u e pe rm ane ce ocu l ta al s e r h u m ano, y m ie ntras é s te no s e h aya trans form ado e n e l "G rial "
al q u í m ico q u e s e ab re para nu trirs e con e l "A g u a de V ida" de s de l a F u e nte , l a G l á ndu l a P ine al continu ará
g u ardando s u l l av e s e cre ta de acce s o al P araí s o. Mie ntras e l rayo div idido no s e v u e l v a U N O v incu l ado a s u
orig e n, l a ince s ante b ú s q u e da continu ará .
E l l o, u nido a l a orde n cre ativ a, nu e s tro don m anife s tador de re al idade s , l l e v a a l a V ictoria. A l com ie nz o de l a
re cu pe ració n de l a h e re ncia div ina, l e g ada por e l P adre al H ij o re -u nido.
E n otros cam pos de e x pe rim e ntació n, u n inv e s tig ador e s pañ ol h a de s cu b ie rto q u e , a trav é s de u n e x am e n de
s ang re conocido com o "T e s t F actor P K ", s e pu e de n conoce r l as facu l tade s "P s i" activ adas e n e l h om b re : m e diu m -
nidad, te l e patí a, v ide ncia, e tc. S e g ú n e s te inv e s tig ador, l a cl av e radica e n de s cu b rir s i l a g l á ndu l a pine al e s tá o no



activ a. S i as í ocu rrie ra, s e tratarí a de u na pote nciació n. E n cas o contrario, s e tratarí a de u na al te ració n s í q u ica y
no de u na pe rce pció n. D ich o te s t pe rm ite j u s tam e nte s ab e r s i e s ta "ape rtu ra" de l a pine al fu nciona.
Mie ntras tanto, aq u e l l os m é dicos * q u e e s tu dian l os cas os de "m u e rte cl í nica" ya pu e de n afirm ar q u e l a pine al
j u e g a u n pape l fu ndam e ntal e n l as e x pe rie ncias de aq u e l l os s e re s q u e tras pas aron e l u m b ral y pu die ron re g re s ar
para re l atar s u v iv e ncia. E n al g u nos cas os e s tos pacie nte s no s ó l o cam b ian s u form a de e nfre ntar l a v ida, s ino q u e
s u s e nfe rm e dade s (al g u nas tan g rav e s com o e l cá nce r) , re m ite n de finitiv am e nte . E l l o prov ie ne s ie m pre de s pu é s
de h ab e r e nfre ntado u n cam po l u m í nico, propio de l a acció n de l ce ntro de e ne rg í a de l a pine al .
S e g ú n l as e x pe rie ncias re cog idas e n e s te Mé todo C ycl ope a de activ ació n inte rna de l a g l á ndu l a pine al , e l prim e r
acce s o v iv e ncial e s l a v is ió n o pe rce pció n de l a l u z , ig u al q u e s u ce de con l os q u e tras pas an l os v e l os de l a otra
v ida y q u e trae n re s pu e s tas de cam b io tras ce nde ntal e s , l as q u e no pu e de n s e r m e didas , de nom iná ndos e "cam b ios
cu á nticos ".
E n cie rta form a, s e trata de l o q u e e l e s pí ritu l l am a "il u m inació n" y q u e nos otros l l am am os "e nce ndido de l
prog ram a orig inal ".
* E l D r. Me l v in Mors e , de E E .U U ., e s u no de e l l os .
S ó l o al e l e v ar e l v ol taj e a l a fre cu e ncia ne ce s aria de s intoniz ació n con e l patró n orig inal , e l ce ntro pine al s e activ a
de finitiv am e nte al s al tar e l s e l l o de m e m oria q u e l o g u ardab a al ab rig o de l e rror cre ativ o produ cido por e l b aj o
v ol taj e de l e q u ipo h u m ano e n e s ta re al idad. F orm a parte de l prog ram a orig inal de l pe rfe cto orde n q u e s e ñ al a
"cu ando m á s s e te dé m á s s e te e x ig irá ". E s l a au toe x ig e ncia de l a m ae s trí a de l s e ntim ie nto h acia s u m á x im a
e x pre s ió n, m á s al l á de e s te u niv e rs o tridim e ns ional , conocido com o A m or.

U N A IN V IT A C IÓ N M Á G IC A
U na v e z q u e e l inte l e cto h a s ido s atis fe ch o y s u 10 % de capacidad de com pre ns ió n h a m arcado l os l í m ite s q u e l o
s e paran de l a e x pe rie ncia cu á ntica, e l cam ino s e ab re cl aro y s e g u ro para s e g u ir l as h u e l l as q u e s e irá n pre s e n-
tando para l l e g ar a l a m e ta de l a tras ce nde ncia de l as l im itacione s y e ntrar e n l os re inos de l a pe rfe cció n cre ativ a,
q u e incl u ye l a fe l icidad tan ans iada.
S e h ará j u g ando com o l os niñ os q u e , con u na s ab idu rí a ance s tral , e nfre ntan e s te m u ndo de m ane ra q u e al cance n
e l corre cto apre ndiz aj e , s in s e r s u pe rados o apl as tados por é l . S ó l o l a e x pe rie ncia l e s pe rm ite apre nde r corre cta-
m e nte . C u ando e l niñ o com ie nz a a cam inar y s u fre s u prim e ra caí da, no s e pre g u nta e l por q u é y dó nde s e
trope z ó . S i e s o h icie ra apare ce rí an tantas pie dras ante é l com o l a q u e prov ocó s u caí da para s e r re conocidas
com o pe l ig ros l ate nte s , y l a apre ns ió n l e im pe dirí a u n av ance m á s rá pido. S im pl e m e nte s e l e v anta, l l ora s i l e
du e l e , y s ig u e cam inando h as ta e l pró x im o trope z ó n, v ol v ie ndo a cae r y a parars e l as v e ce s q u e s e a ne ce s ario
h as ta q u e de finitiv am e nte te rm inará e l e v ando s u pie , por e x pe rie ncia, cu ando e l e s col l o de u na pie dra as om e e n
s u cam ino, y e l l o e n u n tie m po ré cord e n re l ació n a l o q u e h u b ie ra tardado con s u raz onam ie nto.
E l niñ o e s tá pre parado para u n apre ndiz aj e e fe ctiv o, l l e g a e n b l anco, s u v ida e s e n pre s e nte ; donde e s tá s u
ate nció n pu e s ta, e s l o q u e e ntra e n s u e x pe rie ncia; no trata de h ace r l as cos as , s im pl e m e nte l as h ace . S i l o l og ra o
no, e s otra cos a. N o e s ans ios o. Los adu l tos l e trans m ite n e s e s e ntim ie nto, al de j arl e incom pl e to l os e v e ntos de l
pre s e nte con prom e s as no cu m pl idas .
E s e l s e rio j u e g o de l a v ida q u e e m pie z a a partir de l pró x im o capí tu l o con u na pru e b a iniciá tica s im b ó l ica, cu yo
re al s ig nificado s ó l o s e rá re v e l ado inte rnam e nte a cada u no de l os participante s cu ando l os e j e rcicios de l Mé todo
s e an e x pe rie ncia e n s u s v idas .
Y u n cons e j o v e nido de s de e s os u niv e rs os s u pe riore s , q u e dice :
" L a v i d a e s un j ue g o, no l a t om e s e n s e r i o s i no p ar a t u p r op i o av ance , y q ue e s e s e a ap r e nd e r a cr e ar con am or " .

¿ J ug ue m os a cruz a r e l p ue nte ?
E L M A PA D E R U T A PA R A V O L V E R A C A S A L A S O C H O PU E R T A S : C L A V E S D E L A E N T R A D A
E s te l ib ro e s E X P E R I E N C I A de principio a fin, pe ro u na e x pe rie ncia dife re nte , v iv ida e n u n pu e nte de l u z
cons tru ido e ntre dos u niv e rs os : e l nu e s tro y e l de l P adre , por m e dio de l am or y l a ob e die ncia.
S u propó s ito e s e ntre g ar e l m apa de ru ta al h ij o pró dig o q u e v e s u av e ntu ra te rre s tre te rm inada y pu e de
com e nz ar a cru z ar e l pu e nte de re g re s o a cas a, l l e v ando com o v itu al l as l a re s pons ab il idad y l a v ol u ntad, y com o
tim ó n e l am or; e n e l ce re b ro s e e ncu e ntra e l m otor y e n e l coraz ó n e s tá l a cl av e .
C om o s e s u pone q u e u s te d, l e ctor, h a e s cog ido e s te l ib ro por inte ré s pe rs onal , s e de du ce q u e e s u n h ij o pró dig o
b u s cando l a s e nda q u e l e pe rm ita e l re g re s o de finitiv o a cas a.
P is tas para u na ru ta iniciá tica: P re pá re s e para u n v iaj e dife re nte , q u e no ne ce s ita s e r de s cifrado.
C ada u m b ral q u e cru ce l o l l e v ará a v iv ir e x pe rie ncias q u e de s pe rtará n s u m e m oria ance s tral ... dé j e s e l l e v ar.

PR IM E R A PU E R T A
S e ab re l a prim e ra de l as och o pu e rtas de l a octav a de l a tras ce nde ncia, para q u e inicie s u v iaj e de v u e l ta. A l
atrav e s arl a e ncu e ntra l a re l ació n tanto tie m po e s pe rada e ntre cie ncia y e s pí ritu . A pare ce u n e s q u e m a q u e
m u e s tra u n ce re b ro h u m ano s e ccionado y donde s e s e ñ al a l a u b icació n de l a g l á ndu l a pine al y e l cu e rpo




pitu itario. Má s al l á l e e s pe ra otro dib u j o, e s ta v e z u n s í m b ol o m u ch as v e ce s v is to, pe ro pocas b ie n inte rpre tado:


u n triá ng u l o l u m inos o con u n e norm e oj o e n s u inte rior.
S i s ig u e av anz ando v e rá al g o pare cido a cu al q u ie r te m pl o re l ig ios o tradicional , donde s e m e z cl an im á g e ne s
conocidas e ntre l as q u e re s catam os aq u e l l a de u n á ng e l cu idando, de s de u na cie rta al tu ra, a u n niñ o pe q u e ñ o.
Lu e g o, l a fig u ra de J e s ú s m os trando S u coraz ó n, de l cu al b rota u na T ripl e Ll am a: oro al ce ntro, az u l a l a de re ch a
y ros a a l a iz q u ie rda. Má s al l á , u n l oto de oro e m e rg e de l a cim a de l a cab e z a de u n B u da, m ie ntras h acia u n
cos tado u nas tre s fig u ras dife re nte s , s im b ol iz ando div e rs as cre e ncias , m u e s tran u n dis tintiv o com ú n: au re ol as
rode ando l a cab e z a, e n al g u nas , y todo e l cu e rpo, e n otras . A l principio no e nte nde rá l a re l ació n de todo e s to,
pe ro e n l a m e dida q u e v aya cru z ando e l pu e nte , todo s e acl arará com o s i u n e norm e s ol s u rg ie ra s ob re s u cab e z a,
il u m iná ndol o com pl e tam e nte .

S E G U N D A PU E R T A
H as ta e s te m om e nto todo m arch a s in nov e dad; l a av e ntu ra com ie nz a a inte re s arl e y s u e ntu s ias m o e s cre cie nte .
E ntonce s , div is a al fondo l a s e g u nda pu e rta: e s ta e s al g o m á s pe q u e ñ a q u e l a ante rior, pe ro, u s te d l a pu e de
franq u e ar s in prob l e m a.
A pare ce u na g ran s al a v ací a y s il e ncios a. I nte nta h ace r oí r s u v oz l anz ando u n g rito, pe ro — ¡oh s orpre s a! — no
e m ite s onido al g u no; trata e ntonce s de v e rs e a s í m is m o, pe ro no l o l og ra, s u cu e rpo fí s ico h a de s apare cido. E s ta
v e z com ie nz a a inq u ie tars e . Y a no l e pare ce e ntre te nido e s te pas e o. D e du ce q u e e s tá s ol o y, au n m á s , q u e ni
s iq u ie ra s e tie ne a s í m is m o, v al e de cir, s u cu e rpo fí s ico. Le cu e s ta ace ptarl o h as ta q u e s e da cu e nta de q u e s ig u e
s ie ndo e l m is m o, au n cu ando m u ch o m á s e s pí ritu , pu e s to q u e no tie ne re fe re ncias e g ó ticas q u e afirm ar. Le ate rra
l a s ol e dad e n q u e s e e ncu e ntra, h as ta q u e de s cu b re q u e todo a s u al re de dor e s tá v ib rando y e s a fre cu e ncia
trans form a e l e ntorno e n col or-l u z o, dich o de otra m ane ra, e n e ne rg í a. ¡A h ! , acab a de de s cu b rir q u e u s te d
tam b ié n e s e ne rg í a; por e nde , ya no e s tá s ol o. E s to l o tranq u il iz a, au nq u e l a s itu ació n no l e e s có m oda para nada.
La fu e rz a de l a cos tu m b re l o h ace pre fe rir s u s re fe re ncias fí s icas , tang ib l e s , conocidas , prá cticas y m ane j ab l e s ,
donde u s te d pu e de s e r e l re y s i as í l o q u is ie ra, pe ro, ya q u e e s tá e n cam ino, m á s v al e s e g u ir, ¿o no?

T E R C E R A PU E R T A
P e ns ando e n q u e s e de cidió por l o prim e ro, inte nte m os l o de e s ta te rce ra pu e rta.
S e e ncu e ntra fre nte a u s te d, pe ro no a ras de l s u e l o s ino q u e a u nos cu are nta ce ntí m e tros s ob re é l y francam e nte
e s m á s pe q u e ñ a q u e l a ante rior. D e finitiv am e nte , no cab rí a e n e l l a s i m antu v ie ra s u aparie ncia fí s ica o, dich o de
otro m odo, s i m antu v ie ra s u fre cu e ncia v ib ratoria h ab itu al , m á s l e nta q u e l a q u e e s tá e x pe rim e ntando e n e s te
m om e nto. D e s cu b re as í q u e e s m á s fá cil de s pl az ars e s in e s e de ns o e nv ol torio y, s in m á s , s e e ncu e ntra al otro l ado
de e s ta te rce ra pu e rta.
A q u í l a s itu ació n s e com pl ica. J u nto con re cu pe rar s u aparie ncia fí s ica, q u e l o h a v u e l to torpe para de s pl az ars e
e n m e dio de l l í q u ido am b ie nte q u e l o rode a, e norm e s fantas m as acu á ticos s al e n a s u e ncu e ntro. Le re s u l tan
am pl iam e nte fam il iare s . S in e m b arg o, re conoce no te ne r arm as para e nfre ntarl os . S e dob l a com o de ntro de l ú te ro
m ate rno y pe rm ane ce al l í s ol l oz ando "oh , pob re de m í ".
S e e ncu e ntra de ntro de s u m ayor fu e nte de pode r al m ace nado e n s u propio ce ntro (e l cu e rpo e m ocional y s u
re s e rv a e s tá n u b icados s ob re s u e s tó m ag o) . A l l í , e l de s e o y e l s e ntim ie nto h arí an con u s te d de l as s u yas s i l os
de j ara actu ar s in control . P e ro, s i l os g ob ie rna, ¡ah ! , e s o e s otra cos a... U s te d e s tarí a, e ntonce s , a pu nto de
conv e rtirs e e n e l v e nce dor de s u s fantas m as , dá ndos e cu e nta de q u e s e de s h ace n com o v ol u tas de h u m o.
P e ro, e s o e s s ó l o e l principio. S i de j a de finitiv am e nte de l am e ntars e de s u s propias cre acione s im pe rfe ctas ,
com e nz ará n a produ cirs e al g u nos "m il ag ros " q u e v e rá con l a v is ta de s u s oj os fí s icos .
J u nto con l a de s aparició n de s u s fantas m as , u s te d, de im prov is o, pie ns a q u e s e rí a b u e no ir m á s al l á de l a cu arta
pu e rta, y s u de s e o e s cu m pl ido e n e l acto. E l "m il ag ro" s e re al iz a e n l a ins tantane idad. Y de otro m odo, ¿có m o
podrí a h ab e r atrav e s ado e s ta cu arta pu e rta de tan s ó l o cincu e nta ce ntí m e tros de al to con e s e cu e rpo de m á s de
m e tro... s e s e nta? , ¿s e te nta? , ¿och e nta?

C U A R T A PU E R T A
P u e s b ie n, h e nos aq u í e n e s te e s pacio circu l ar, donde u s te d no dis ting u e ni e l arrib a ni e l ab aj o, y no conoce l a
cau s a q u e m odifica e l am b ie nte e n tonal idade s de col or q u e v an por toda l a g am a de l arcoí ris . La s itu ació n l e
pare ce ya m á s m ane j ab l e , al m e nos de s de e l pu nto de v is ta de s u s s e ntim ie ntos .
A cab a de com pre nde r q u e e s u s te d u n h ace dor de m il ag ros , y e l l o l o h ace fe l iz . ¡A h , có m o s e pre para para actu ar
e n e l m u ndo (s u ponie ndo q u e e s u s te d u n s e r ide al is ta) , pe ns ando e n l os de s am parados , e n l os q u e s u fre n, e n e l
fin de l as g u e rras , e n l a g ran j u s ticia div ina para todos !

Q U IN T A PU E R T A
A l l í e s tá . E s m á s b ie n u na com pu e rta q u e s e ab re h acia ab aj o, e s tim á ndol o s í e n re fe re ncia a l os pie s . N o cab rí a
por e l l a au n s i tu v ie ra e l tam añ o de u n niñ o de 5 añ os , pe ro com o tie ne e l pode r de h ace r "m il ag ros ", nu e v am e n-



te franq u e a e l portal s in s ab e r có m o, e ncontrá ndos e , ¡oh s orpre s a! , e n e l u m b ral de s u cas a, l is to para e ntrar e n
e l l a.
H a l l e g ado e l m om e nto de prob ars e a s í m is m o, con todo s u pode r ob te nido al franq u e ar l as cu atro prim e ras
pu e rtas de e s te v iaj e q u e l o condu cirá al tan ans iado "pu e nte " de de s pe g u e . N o l o du da y e ntra re s u e l to a
conv e rtir s u h og ar e n u n m il ag ro continu o.
Lo prim e ro q u e nota e s u n fu e rte ol or a q u e m ado. La adre nal ina s u b e y, re s u e l to, s e e ncam ina a l a cocina donde
h u m e an u nas tos tadas . N adie a l a v is ta. ¡C ó m o e s pos ib l e tanto de s cu ido! U s te d, q u e tie ne tanto trab aj o, de b e ,
ade m á s , pre ocu pars e de s acar e l pan de l fu e g o, porq u e e n S U cas a nadie e s capaz de h ace r b ie n l o m í nim o (e s te
e s s ó l o u n e j e m pl o) .
H a l l e g ado e l m om e nto de de m os trar e l m il ag ro: u s te d pu e de m ante ne r s u arm oní a y e l am or por s u pró j im o
contra v ie nto y m are a, pe ro e l l o no s u ce de ante l os s u yos y de j a q u e l a ol a caig a con e s tré pito... R e s u l tado, nadie
s onrí e , e l café e s tá frí o para todos y u s te d cre e q u e h a de j ado todas "l as cos as e n cl aro".
A h ora de b e pre ocu pars e de h ace r s u prim e r "m il ag ro". ¿D ó nde l o h ará ? T al v e z pú b l icam e nte .
¿O m e j or s e rí a e n priv ado? A s í practicarí a l a h u m il dad y, ade m á s , ¿s i no re s u l ta q u é ? (tam b ié n factor de du da) .
Y aq u í v ie ne l o te rrib l e . U s te d e l ig ió al g o s im pl e : m u l tipl icar e l pan para re partirl o e ntre l os q u e v inie ran a
g ol pe ar s u pu e rta, pe ro no pas ó ab s ol u tam e nte nada. E s m á s , tam poco re cu pe ró e l pan q u e m ado.
¿Q u é ocu rrió e ntonce s ? Mu y s e ncil l o, pe rdió l a cl av e , pas ó de "s e r" a "pe rs ona". E n e s ta s itu ació n, e l m apa de
ru ta e s fá cil m e nte ol v idado y s e e x trav í a e n e l cam ino. A h ora e s tá com o e n e l principio, s ol am e nte con s u s
b u e nas inte ncione s . ¿E s capaz de continu ar o s e v a a de s m oral iz ar por e s ta caí da?
S i h a e s cog ido continu ar, ¡fe l icitacione s ! H a com pre ndido q u e cam inando s e pu e de trope z ar y cae r com o parte
de l av anz ar, q u e e s l a ú nica m ane ra de l l e g ar. A s í e s q u e l e v á nte s e y pe rdó ne s e , porq u e as í pe rdonará a s u s
s e m e j ante s y v am os a v e r q u é s u ce de al otro l ado de l a pu e rta nú m e ro s e is .

S E X T A PU E R T A
E s ta apare ce s u s pe ndida e n e l e s pacio por s ob re s u cab e z a. P are ce im pos ib l e de franq u e ar. Le v oy a trae r a s u
m e m oria l a e x pe rie ncia v iv ida com o e ne rg í a, cu ando s u cu e rpo fu e re e m pl az ado por l u z , col or y m ov im ie nto e n
l ib e rtad e n m e dio de e s a profu nda s ol e dad q u e e ncontró l u e g o de h ab e r atrav e s ado l a s e g u nda pu e rta. ¿La
re cu e rda? P u e s b ie n, e s tá l is to para e s te nu e v o u m b ral , s ó l o l e fal ta e l e v ar s u niv e l de v ib ració n: am e , am e y
am e ...
U n e s tal l ido ros a l o trans porta y ante u s te d apare ce u na e norm e e s fe ra re fu l g e nte de l u z . E s tan inte ns o e l
ce nte l l e o q u e s e s ie nte ab s orb ido e incorporado a s u pote ncia. H a atrav e s ado e l u m b ral de l a s e x ta pu e rta y l o q u e
e s tá e x pe rim e ntando ah ora e s l a m ag nifice ncia s in fin de l a cre ació n div ina. S ie nte q u e no pu e de m á s , q u e al g o
cre ce de ntro de é l y l e da l a s e ns ació n de q u e v a a e s tal l ar e n m il e s de partí cu l as incande s ce nte s . A cab a de
pe rcib ir s u h e re ncia div ina com o h ij o de D ios , y no e s fá cil as im il arl o. A l conv e rtirs e e n co-cre ador con e l P adre
u s te d de b e rá as u m ir u na re s pons ab il idad tan g rande q u e e l m ie do com ie nz a a inv adirl o. E l te m or m ayor de l s e r
h u m ano, e l q u e l e im pide s u R E A L-iz ació n e s e l m ie do a l a P E R F E C C I Ó N . D í g am e , ¿q u é l e pas a cu ando al g u na
cos a l e re s u l ta "de m as iado" b ie n, cu ando du rante de m as iado tie m po todo m arch a de m arav il l as a s u al re de dor?
¿N o com ie nz a a pe ns ar s ob re cu á ndo te rm inará e s ta b u e na rach a y q u é cal am idad v e ndrá de s pu é s ? A s í e s , pu e s ,
com o al im e ntam os l a im pe rfe cció n q u e nos rode a. A s í tam b ié n, re tardam os con e l l o l a ace ptació n de l os done s
de l P adre , de nu e s tra F u e nte G e né rica, q u e s on tan pe rfe ctos com o E l e s .
E s s u de cis ió n as u m ir o no l a h e re ncia. E n e s tos m om e ntos u s te d q u e da s ol o. A q u í yo no inte rv e ng o, ni nadie
pu e de h ace rl o, ni s iq u ie ra e l P adre . Lo e s pe ro m á s al l á de l a s é ptim a pu e rta, s i e s q u e e l ig ió pas ar. C om o dato l e
dig o q u e e s triang u l ar, m u y l u m inos a y tan pe q u e ñ a q u e s ó l o s e pu e de pas ar a trav é s de e l l a e n u n fino h il o de
lu z .

S É PT IM A PU E R T A
¡D í g am e có m o l o l og ró ! Y o h e pe rm ane cido ag u ardá ndol o aq u í por e s cas os v e inte s e g u ndos y u s te d ya e s tá de
e s te l ado de l a pu e rta, o m á s b ie n de e s te portal triang u l ar. C l aro, pu e do e nte nde r q u e e n l a m e nte de D ios no
e s tá pre s e nte ni e l tie m po ni e l e s pacio y q u e u s te d h a l og rado pe ne trar e n e s a fre cu e ncia div ina, pe ro e l l o no
dis m inu ye m i as om b ro al v e r l o rá pido q u e h a apre ndido a m ane j ar s u e ne rg í a. ¿S ab e l o q u e h a ocu rrido e n
re al idad?
U s te d u til iz ó s u s re cie nte s e x pe rie ncias para e ncontrar l a form a de pas ar e l u m b ral , s inte tiz á ndol as de e s te m odo:
s e ntim ie nto, cal ificació n, v is u al iz ació n y acció n. C ada v e z q u e e s tas condicione s actú an e n conj u nto s e produ ce
u na cre ació n; y, com o toda cre ació n, pas a a form ar parte de l a v ida, de nu e s tra v ida, de l a de l os de m á s y, por l o
tanto, a h ace r s e ntir s u propia infl u e ncia.
A cl ará ndol o u n poco m á s , l e diré q u e cu ando s e l og ra u na "fu e rz a v iv a" e n e s tas cre acione s , e l l as adq u ie re n v ida
propia, incorporá ndos e , com o e n u n e fe cto "b oom e rang ", a l a atm ó s fe ra q u e nos rode a, infl u ye ndo e incre m e n-
tando s u s caracte rí s ticas e n l a v ida de l os h om b re s . S e l e s conoce com o "form a-pe ns am ie nto" y pu e de m odificar,
al te rar o inte ns ificar cu al q u ie r s itu ació n o condició n. A h ora, cu ando e l l o ob e de ce a u n proce s o cre ativ o s u pe rior,
s u ce de l o q u e u s te d e s tá e x pe rim e ntando.



Ll e v ando e s to a s itu acione s triv ial e s , apare nte m e nte inofe ns iv as , pode m os te ne r u na de s ag radab l e s orpre s a.
I m ag í ne ns e u na e s ce na com ú n. U s te d conv e rs a con u n g ru po de am ig os . T odo v a de m arav il l as : ris as , b rom as , s e
tocan te m as com o l a pol í tica, l a s itu ació n e conó m ica, l a fam il ia, e s os h ij os q u e no ob e de ce n a nadie , aq u e l l os q u e
s on im pos ib l e s , e l h ij o de fu l ano q u e e s tá m e tido e n l a drog a, e tc., e tc.
"B u e no —dirá u s te d— y... ¿q u é h ay con e s o? N o v e o nada e x traordinario e n l a s itu ació n q u e m e h a pu e s to de
e j e m pl o". ¿E s tá s e g u ro? V e am os .
P rim e ro, ¿re cu e rda l as b rom as a cos ta de e s e com pañ e ro de trab aj o au s e nte ? S e rie ron de s u ing e nu idad,
cal ificá ndol o de "tonto", por de cir l o m e nos . I ns is tie ron, de m as iado dirí a yo, e n s u m ane ra de cam inar ag ach ado,
l l am á ndol o e l "j orob adito". C ariñ os am e nte , por s u pu e s to.
S ó l o e n e s te pe q u e ñ o e j e m pl o pu s ie ron s e ntim ie nto, cal ificació n, v is u al iz ació n y acció n. E s to ú l tim o, a trav é s de
l a pal ab ra. ¿Q u é l e pare ce ? N o s e l u cie ron e n l os re s u l tados . ¡N o! V u e s tra cre ació n h u m ana fu e de l o m á s
ate rradora. D e j aron e n l a atm ó s fe ra l a im ag e n de u n s e ñ or "j orob ado" con nom b re y ape l l ido q u e , au nq u e no l o
e s , e s pos ib l e q u e te rm ine s ié ndol o g racias a u s te de s . ¡B ril l ante cre ació n!
Me nos m al q u e no h u b o inte nció n pre m e ditada, porq u e s i no l as cons e cu e ncias s e rí an pe ore s . Y e s o fu e produ cto
de l os com e ntarios j ocos os . A h ora, s i nos introdu cim os e n l a te m á tica s e ria q u e ab ordaron ante s , te ndrí am os m á s
prob l e m as : de j aron pl as m ada l a ide a, e l s e ntim ie nto y l a v is ió n de u n paí s s in h oriz onte s , s in pe rs onas capace s ,
u n pl ane ta com o para tirarl o a l a b as u ra y u nas fam il ias s im pá ticas , pe ro con h ij os difí cil e s , l is tos para e ng ros ar
l as fil as de al g u na s e cta, v í ctim as de drog as , e n s u m a, con u n pos ib l e infe l iz fu tu ro a l a v is ta.
S í . E n e s te u m b ral re v is am os nu e s tros pode re s , y h ay q u e tom arl o con s e rie dad, no pode m os andar por ah í
s e m b rando m u ndos de s as tros os . H e m os e s tado de m as iado tie m po e n e l l o. E s ta pru e b a e s fu e rte , no s e l o nie g o,
pe ro, ¿e x ag e rada? E n ab s ol u to. S i l e m e re ce du das , v e a l a re al idad q u e h a v iv ido h as ta ah ora. ¿C ó m o e s tá l a
s itu ació n m u ndial ? ¿C ó m o e s tá u s te d, s u s fam il iare s , am ig os , com patriotas ?
¿Q u ié n cre e q u e l os h a pu e s to as í ?
D e b e rá e nte nde r q u e l as accione s e x te riore s s on prov ocadas por u na fu e rz a cre adora inte rna q u e l as g ob ie rna y
e s o cons titu ye e l pode r de l o h u m ano de s pre ndido de l pode r prim ig e nio y total de l a F u e nte G e ne radora, o e n
otras pal ab ras , de l P adre . D e al l í s u im pe rfe cció n.
A h ora q u e h a tom ado concie ncia de s u propia cre ació n, e s tá m á s o m e nos l is to para pone rs e e n m anos de l P adre
y pe rm itir q u e E l g ob ie rne . ¿R e cu e rda a J e s ú s cu ando de cí a "E s e l P adre e n m í q u e h ace l as ob ras , no yo"? B u e no,
E l h ab l ó para u s te d, por s i al g ú n dí a de cidí a s e g u ir s u e j e m pl o. H a l l e g ado e l m om e nto de dars e cu e nta dó nde
e s tá , ah ora q u e h a ing re s ado al e s pacio s ie te . ¡E s e x traordinario! , ¿v e rdad? A nte u s te d s e ab re e l infinito de l a
C re ació n D iv ina no m anife s tada aú n, y tam b ié n l a e x is te nte . E s tá pe rcib ie ndo l os u m b ral e s de l R e ino y s e s ie nte
acog ido por u n am or inde s criptib l e e n conce ptos h u m anos . E s u s te d e l h ij o a q u ie n s u P adre h ace s e ñ as ,
inv itá ndol o a cam inar h acia E l .
A g rade cido, re nu e v a con fe rv or s u de cidida inte nció n de l l e g ar a l as ú l tim as cons e cu e ncias con tal de arrib ar a l a
tan añ orada Morada, donde , incl u s o, de j a de e x is tir para s ie m pre e s e cam b io cons tante q u e l a h u m anidad l l am a
"m u e rte ".
¿Q u é cone x ió n m á g ica o e l e ctró nica de s u ce re b ro y todo s u org anis m o l e pe rm ite v iv ir e s ta e x pe rie ncia? E s tá e n
e l m apa de ru ta q u e , pas o a pas o de s cifrará , m ie ntras cru z a e l pu e nte e x pe rie ncial q u e e s te l ib ro h a dis e ñ ado. D e
u s te d de pe nde e l q u e l l e g u e o s e q u e de a m e dio cam ino, re cog ie ndo fl orcitas tan b e l l as q u e l o h ag an ol v idar s u
propó s ito inicial . ¡Q u e e l pode r div ino de s u Á ng e l G u ardiá n l o g u í e y l o prote j a!

O C T A V A PU E R T A
P ortal inicial de trá s de l cu al apare ce e l P U E N T E . E n l e tras de fu e g o s e l e e e n e l aire l o s ig u ie nte :
Ing re s o:
T odo s e r q u e s e re conoz ca "h ij o de D ios " (ab ie rto a l a total idad de l a h u m anidad)
R e q uis ito:
A b andono de l a pe rs onal idad h u m ana l im itada para re e m pl az arl a por l a ide ntidad div ina (h u m il dad ante e l
P adre ) .
A pre nde r l a G ran Le y, cu yo incis o prim e ro s e ñ al a:
"T ie ne n de re ch o a l a h e re ncia div ina q u ie ne s te ng an s u ficie nte A MOR e n s u coraz ó n y h ayan dado pru e b a de e l l o
e n s u pe re g rinaj e te rre s tre ".
S e l e cción:
E s ta s e h ará de acu e rdo a l os m á s e s trictos cá none s , b as ados e n e l col or, inte ns idad de l u z y radio de acció n de l
s ol inte rior q u e e m itan l os pos tu l ante s . D e acu e rdo a e l l o, s e rá n u b icados de ntro de l as e s fe ras de cre ació n q u e l e s
pe rte ne ce n para ade cu ar e l P U E N T E con re l ació n a s u s capacidade s y ne ce s idade s de re forz am ie nto.
U b ica ción de l l ug a r de p a rtida :
C OR A Z Ó N - ME N T E - MA N O, u nidos fre nte al portal triang u l ar.
F e ch a de inicio de l v ia j e :
A H OR A ... Y E N U N E T E R N O P R E S E N T E .



Má s al l á de u n s im pl e j u e g o
PE Q U E Ñ O IN T E R R E IN O R E F L E X IO N E S N E C E S A R IA S
E s l a l ib e rtad e l principio q u e im pe ra e n todo e s te proce s o de re g e ne ració n cre ativ a. E s te s e produ ce e n e l
m om e nto e n q u e s e trae n a nu e s tra cre ació n e x te rna, com o e x pe rie ncia v iv e ncial , l os m ode l os cre ativ os s u pe rio-
re s e x traí dos de s de l os e s pacios m orfog e ne rativ os a l os q u e s e h a acce dido a trav é s de l a re cu pe ració n de nu e s tro
s e r -e ne r g í a arm ó nico cone ctado a l a F u e nte G e né rica g ob e rnante .
P ara q u e e l l o s e produ z ca, l a condició n prim e ra e s parar l as corrie nte s inte l e ctu al e s y de s e ntim ie ntos prov e nie n-
te s de l a im ag inació n h u m ana l im itada, e s q u e m atiz ada e n l o "conocido" o fá cil m e nte de codificab l e e n nu e s tra
re al idad.
E s ta com pre ns ió n m e ntal infe rior, q u e form a l a "pris ió n anal í tica", e s tá dada por nu e s tro acondicionam ie nto
fí s ico o ató m ico* .
E s e n e s ta tridim e ns ió n donde im pe ra l a l e y de l a du al idad q u e s e g rá fica am pl iam e nte e n e l e j e m pl o de l a pare j a
h u m ana q u e e te rnam e nte b u s ca e n e l otro s u "ide al ", s u "com pl e m e nto", e n re s u m e n, s u u nidad pe rfe cta. N u e s tro
de s tino e s v ol v e r al U N O, de pe nde r de e s a F U E N T E OR I G I N A L para proce s os cre ativ os de v ida. La u nidad ayu da,
l a s e paració n l im ita e s a v ictoria.
E s s ab ido q u e nu e s tra h is toria g e né tica s e h a re g is trado e n cada cé l u l a de l h om b re y s e s ig u e re g is trando
continu am e nte , de acu e rdo a nu e s tros propios patrone s cre ativ os h u m anos . S in e m b arg o, e n al g ú n m om e nto s e
pe rdió e l h il o de e s ta m e m oria y q u e dam os re du cidos a u n b l oq u e o m e ntal de activ idad l im itada de ntro de e s te
v e h í cu l o q u e l l am am os "cu e rpo fí s ico". ¿C re ació n de "ol v ido v ol u ntario"? ¿O acció n de u na g ran l e y? E s tas
inte rrog ante s , por s í s ol as , pe rm itirí an u n capí tu l o o todo u n l ib ro s ob re e l cu al e x pl ayars e al re s pe cto, pe ro no e s
e l pu nto q u e v am os a tratar a fondo e n e s te Mé todo.
D ire m os s om e ram e nte q u e h oy e s te "pode r" s e h a re fu g iado e n im pu l s os ce re b ral e s q u e no s u pe ran e l 12% de l
total de acce s o pos ib l e , ade m á s de u nos cu antos "ch is paz os " e s pontá ne os no control ab l e s ni de codificab l e s .
N u e s tra activ idad actu al nos h ace av anz ar e n nu e s tras tre s dim e ns ione s conocidas , s ie m pre e n l í ne a de pe ns a-
m ie nto y s e ntim ie nto cre ativ o de s intoniz ació n h oriz ontal , b as ado e n e l s e r-e ne rg í a q u e s om os y s u capacidad de
cone ctar con l o afí n, de ntro de l cam po ató m ico. A s í de b e h ab e r ocu rrido u ocu rre e n l os m u ndos b idim e ns iona-
le s .
* La ch is pa div ina q u e s om os e n e l s e r-e ne rg í a e s e l U N O, l o inv is ib l e , e l e l e ctró n. E n e l proce s o ató m ico, e l U N O
de b e pol ariz ars e para e x is tir e n e s te cam po de acció n, o s e a, div idirs e e n dos pol os m ag né ticos : pos itiv o y
ne g ativ o, m as cu l ino y fe m e nino, e tc. I g u al s u ce de e n l a pol aridad de l s e ntim ie nto (pode r e m is or de l a e ne rg í a) :
am or y odio e n s u s e x tre m os ; al e g rí a y tris te z a; b ondad y m al dad, e tc.
¿C u á ndo tras ce ndim os a e s ta te rce ra dim e ns ió n y e n q u é form a o g rado s e h iz o? S i e s ta trans form ació n h a s ido
re g is trada e n nu e s tra m e m oria ce l u l ar, no prov ie ne de nu e s tra m e m oria g e né tica b iol ó g ica q u e docu m e nta l o
q u e e ncie rra nu e s tro cam po de e x pre s ió n fí s ica o ató m ica, s ino de l a m e m oria g e né tica e ne rg é tica q u e trae e n s í
l a h is toria de l orig e n. Y é s ta de b e corre s ponde r a u n proce s o de e x pans ió n, por l o tanto no e s ne ce s ario q u e
h ayam os pas ado forz os am e nte por l a b idim e ns ió n para l l e g ar a e s ta te rce ra; m á s b ie n de b e rí am os pl ante arnos
có m o u n proce s o e n e x pans ió n cre ativ a cu yo pl an e s e l re torno al orig e n nu nca m á s s e a e l m is m o de l principio.
E s l a e s piral q u e e s capa de l cí rcu l o de l e te rno re torno.
T odas l as dis tintas te nde ncias e s piritu al e s s e ñ al an e n s u e s e ncia e l re g re s o a cas a; l a cie ncia h ab l a de u n u niv e rs o
e n e x pans ió n; nu e s tra re al idad nos m u e s tra com o s e re s -e ne rg í a cu yo proce s o cre ativ o s e m anifie s ta. La u nió n
e ntre cie ncia y e s pí ritu nos podrí a e ntre g ar l a s ig u ie nte e cu ació n: com o s e re s -e ne rg í a, l im itados a u na e x pre s ió n
m í nim a al e x is tir e n e s te u niv e rs o ató m ico, cre am os de s de l o inv is ib l e para pl as m ar nu e s tras re al idade s ,
parcial m e nte , por l o tanto con pos ib il idad de e rror; e n l a m e dida e n q u e nos ace rcam os al orig e n por re s tab l e ci-
m ie nto de l as re de s de cone x ió n prim ig e nias (dim e ns ione s s u pe riore s ) , nu e s tros proce s os cre ativ os e n e x pans ió n
nos l l e v ará n de re g re s o, pe ro no al m is m o pu nto, s ino de s de l o infinito a l a e te rnidad, con indiv idu al idad
cre ativ a, pe ro s in inde pe nde ncia de l a pe rfe cció n.
A l s itu ars e e n e s ta re al idad, h oy, de s pu é s de e one s de tie m po v iv ie ndo l a te rce ra dim e ns ió n—e s tris te de cirl o—
aú n s e u til iz a s ó l o u n 10 % —s ie ndo m ag ná nim o— de l a capacidad ce re b ral ¡! S e afirm a q u e E ins te in h ab rí a
u til iz ado u n 12% y e ra a todas l u ce s u n g e nio de nu e s tra é poca. ¿P odrí a pe ns ars e q u e s e pu e de as pirar a s u pe rar
e s te ré cord e n e s pacios b re v e s de tie m po com o s on l as g e ne racione s de indiv idu os , v al e de cir, u nos 80 añ os
prom e dio de nu e s tro "m om e ntu m e x is te ncial "?
Los proce s os de pe ns am ie nto y de s arrol l o continu ará n s ie ndo l e ntos h as ta q u e s e produ z ca e l de tonante q u e
rom pe rá l a b arre ra inte rdim e ns ional . E s te no corre s ponde rá a u na l í ne a prog re s iv a h oriz ontal de activ idad
ce re b ral . P e ro, de b ido a l as e x pe rie ncias re cog idas , s e pu e de de cir q u e e l im pu l s o de cam b io e s tá pre parado, l a
m as a crí tica de e s tim u l ació n e s tá a pu nto y s i l a b arre ra aú n no h a s ido l e v antada, é s ta s e h a conv e rtido e n v e l os
q u e s e pu e de n apartar para pe rcib ir l o q u e e s pe ra e n e s os m u ndos de cre ació n pe rfe cta, donde todo e x is te para
s e r e x pre s ado e n pl e nitu d: e l P araí s o prom e tido al h ij o q u e v u e l v e al P adre .
Y no s e pu e de ne g ar q u e h oy te ne m os m u ch a ayu da. Los e v e ntos có s m icos q u e e s tá n infl u ye ndo e n e l pl ane ta,
s on com o l a g ran ol a de "s u rf". H ay q u e s ab e r có m o s u b irs e a e l l a y có m o nav e g arí a.



E s ta e x pans ió n o inte rre l ació n de u niv e rs os , l a cu al ya podrí am os pe rcib ir, cons titu ye u na g ran re s pons ab il idad
al trans form ar a q u ie ne s l o e x pe rim e nte n e n s e re s cre adore s , e x tractore s de u niv e rs os cre ativ os s u pe riore s ,
donde nada infe rior a e s a pe rfe cció n de b a m anife s tars e . E s to e s l o q u e s e e s tá e ntre g ando a l a h u m anidad,
dig am os por l a m is e ricordia div ina, para q u e s e trans form e n e n h ij os re s pons ab l e s de l a h e re ncia de l P adre .
Mé todos ins pirados de l o A l to, com o u na cu e rda te ndida para as ce nde r por e l l a a É l .
E s tos m é todos de b e n s e r re s pons ab l e m e nte tratados . E l l o q u ie re de cir: con e l s e ntim ie nto de l A MOR pu e s to com o
cone x ió n e ntre l o aú n inm anife s tado y l o m anife s tado. R e cu pe rare m os e ntonce s nu e s tra cal idad de "h ij os de
D ios ", e x pre s ando as í l a h e re ncia div ina, y con u n s u s piro de al iv io s e e m pre nde rá e l cam ino de re g re s o a cas a.
A l u nir arte , cie ncia y re l ig ió n, s e e s tá dando l a cl av e ce rte ra de e ntrada para todos .

R E PA S E M O S A L G O D E L O S A S PE C T O S C R E A T IV O S D E L H O M B R E
E l h om b re e s u n cre ador pe rm ane nte . E s cre ador de ob ras y e v e ntos q u e re pe rcu tirá n e n é l , prim e ro, y l u e g o e n
l os de m á s y e n s u e ntorno. A s í , cada u no trans form a s u e x is te ncia e n e l re s u l tado de l as cre acione s pe rs onal e s y
l as de l os otros . ¿S e h a cre ado b ie n? Mire m os a nu e s tro al re de dor y tam b ié n de m os u n v is taz o a nu e s tra v ida, tal
v e z a l a de al g u ie n conocido. ¿C u á l e s e l b al ance ? Mire l as cre acione s de s u s s e re s q u e ridos q u e afe ctan tan
dire ctam e nte s u s cam pos e m ocional e s , prov ocando e fe ctos a v e ce s tras ce nde ntal e s y m odificadore s l a v ida s u ya.
S u s re s u l tados no s on tan s atis factorios com o h u b ie ra e s pe rado. ¿Q u é pas ó ? ¿D ó nde y cu á ndo s e pe rdió l a
facu l tad de cre ar e n m ayor pe rfe cció n?
E s to h ab rí a s u ce dido e n e l m om e nto e n q u e l a "de s ob e die ncia" s e pu s o e n m arch a, e n q u e s e parados v ol u ntaria-
m e nte de l a F u e nte (P adre ) s e pe ns ó pode r h ace rl o m e j or. A s í l o s e ñ al an te x tos s ag rados de l as g rande s re l ig ione s ,
as í com o l os m itos tradicional e s de l a cre ació n de l m u ndo de dis tintos pu e b l os ance s tral e s , cada u no e n s u propia
form a de de s cripció n.
E n otras pal ab ras , s e ce rró l a pu e rta a l a "h u m il dad" y a l a "ob e die ncia" de pe rm itir a l a acció n cre ativ a s u pe rior,
a trav é s de nu e s tra cone x ió n con l a F u e nte U N O, actu ar e n y a trav é s de l s e r h u m ano, arm oniz ando s u s propias
cre acione s con s u orde nam ie nto e ne rg é tico e n pe rfe cció n. R e ite ro l a e x pl icació n de J e s ú s : "N o s oy yo, s i no e l
P ad r e e n m í q ui e n h ace l as cos as ".
A h í e s tab a l a cl av e de l a cre ació n s u pe rior. Y e n nu e s tro tie m po e s m á s fá cil e nte nde rl o. A l re m itir nu e s tra
v ol u ntad cre ativ a a l a fu e nte orig inal de e ne rg í a, e l l a actu ará e n pe rfe cció n e n l a u nidad orig inal .

E L S E C R E T O
Los dos principal e s m andam ie ntos de l a Le y de D ios , s e g ú n l o s e ñ al ó J e s ú s e n s u s e ns e ñ anz as , e s tá n ins e rtos e n
u na u nidad de activ ació n:
A m ar a D i os p or s ob r e t od as l as cos as y al p r ó j i m o com o a s í m i s m o.
A trav é s de e s te m andato s e e s tá e ntre g ando u na g ran cl av e . E s u na cl av e e ne rg é tica de l a re l ig ió n* : v ol v e r a
u nirs e a l a F u e nte P rim ordial , a nu e s tro patró n orig inal , para e ns e g u ida h ace r e s pl e nde r de s de al l í l a cre ació n
prim aria de l fl u ido —E N E R G Í A -A MOR — q u e prim e ro l l e na nu e s tro s e r, al ins pirar, e nce ndie ndo nu e s tro ce ntro
cardí aco com o u n s ol , para l u e g o e x pandirs e a trav é s de é l il im itadam e nte , al e x pirar, pu die ndo ab arcar e l
pl ane ta e nte ro s i l a v ol u ntad cre ativ a de l s e r as í l o orde na.
E s te v í ncu l o e ne rg é tico e s e l q u e v a a de tonar e l s e r-e ne rg í a-arm ó nico e n m anife s tació n e x pans iv a de pe rfe cció n,
cre ando u n v e rdade ro cam po de infl u e ncia, e l e v ando l o q u e e s cons tru ctiv o y v ol v ié ndos e inv is ib l e , inv e ncib l e e
inv u l ne rab l e a toda e ne rg í a de s cal ificada cre ativ a q u e pu die ra afe ctarl e . E s e l com ie nz o de l a re cu pe ració n de l
"h ij o" a trav é s de l h il o fil ial , re conocido, ace ptado y am ado.
* R e l ig ió n: re -l ig are = re l ig ar, v ol v e r a u nir.
S i e s to s e cu m pl e , v e re m os u n dí a no l e j ano il u m inar e l cie l o e n l a T ie rra, y a é s ta, e l e v ada e n s u m ag nifice ncia de
cre ació n, re cu pe rar l a l u z q u e h e m os opacado y cas i de s tru ido con nu e s tros m ode l os cre ativ os l im itados .
E n l os g rá ficos adj u ntos s e pu e de apre ciar l a dife re ncia de e s tos m ode l os cre ativ os de e ne rg í a, as í com o s u s
re s pe ctiv as infl u e ncias . E n e l g rá fico 1 v e m os e l nú cl e o de pode r ins e rto e n e l h om b re q u e , e ntre otras re de s
e ne rg é ticas , g ob ie rna l a e ne rg í a ató m ica, pe rm itie ndo l a m anife s tació n de l a v ida e n e s te pl ano. E s tá re l acionado
con l a re produ cció n de l a e s pe cie a trav é s de l a m anife s tació n s e x u al .
D e s de e s a fre cu e ncia m anda l os proce s os de fu e rz a cre ativ a, de j ando a s u m e rce d l a re s e rv a de pode r u b icada e n
e l á re a de l e s tó m ag o, b aj o e l diafrag m a, y q u e s e e x pre s a a trav é s de l cam po de l as e m ocione s o s e ntim ie ntos .
C u ando e s tas fu e rz as s on apoyadas por l a dis pe rs ió n cre ativ a de am b os h e m is fe rios ce re b ral e s , produ cto de l b aj o
v ol taj e e n q u e fu nciona e l e q u ipo "h u m ano" y de acu e rdo a l os dictados de l a v ol u ntad h u m ana de s v incu l ada de
s u fu e nte , m ane j an e l ce ntro cardí aco —q u e de b e rí a conte ne r l a pote ncia orig inal de l s e r, m e diante l a ade cu ada
cone x ió n con l a fu e nte — de j á ndol o de b il itado, y com o cons e cu e ncia s e da e l rie s g o e n e l re s u l tado b iol ó g ico q u e
e s e l coraz ó n.
D e e s ta activ ació n infe rior, o de b aj o v ol taj e , s e de riv an, tam b ié n, l os e te rnos prob l e m as de l a confu s ió n am oros a
q u e cifra s u pote ncia e n e s os dos ce ntros de g ob ie rno e ne rg é tico, e l s e x u al y e l e m ocional , im pidie ndo l a
v e rdade ra m anife s tació n de e s e e fl u v io arm ó nico, s u pe rior a todo s e ntim ie nto conocido b aj o e s a infl u e ncia. D e



ah í l as cons e cu e ncias cre ativ as q u e l l e nan e s ta v ida de e ncu e ntros e fí m e ros , ins atis faccione s y s e paracione s . S ó l o
l a nos tal g ia de l s e ntim ie nto s u pe rior nos h ace s ie m pre v ol v e r a e m pe z ar.
Las e nfe rm e dade s q u e afe ctan al ó rg ano de l coraz ó n, com o e l infarto, ocu rre n por infl u e ncia de e s tas cre acione s
e ne rg é ticas : l as im pre s ione s e m ocional e s fu e rte s , u na g ran tris te z a, u na dol oros a s e paració n, u na h onda
pre ocu pació n, e tc. E l coraz ó n re cu pe rado e n e l "ch ip" ce ntral q u e e s , com o s ol e n e x pans ió n irradiante , no pu e de
s e r afe ctado por nada infe rior a l a pe rfe cció n q u e trans m ite . E s e n e s e m om e nto de re cu pe ració n de l "fl u j o
div ino", cu ando l as dos g rande s fu e rz as g ob e rnante s de s de l o h u m ano s e pone n al s e rv icio de e s ta otra m ayor.

A PR E N D IE N D O A V IV IR C O N A R T E
" E l ar t e v e r d ad e r o e s l a cor r e ct a e x p r e s i ó n cr e at i v a, e n e l p l ano f í s i co, d e l a p e r ce p ci ó n d e l a p e r f e cci ó n cr e at i v a
s up e r i or o d i v i na" .
Los e te rnos inte rrog ante s de l h om b re — ¿q u ié n e s , de dó nde v ie ne y adonde v a? — s e re s u e l v e n e n l a s im pl e z a de
l a tom a de de cis ione s e n l a v ida diaria, cu ando com pre nde m os cu á l e s nu e s tro principal rol e n cada acto
cotidiano: C R E A R . Y cada de cis ió n form a parte de u n acto cre ativ o, donde e ntran a j u g ar s u rol l as cu atro
ins tancias fu ndam e ntal e s q u e l o com pone n: s e ntim ie nto, cal ificació n, v is u al iz ació n y acció n. S ie ndo e l s e nti-
m ie nto e l m á s im portante , pu e s e s e l q u e m anda y de fine e l acto.
"J u an, e ns e g u ida v u e l v o, v oy a tom ar u n café y de pas o a com prar u nas fl ore s para re g al arl e a I s ab e l ..." pare ce
u na fras e triv ial para s e ñ al ar u n acto ru tinario. S in e m b arg o, h ay e n e l l a dos actos cre ativ os e n m arch a, donde
h an j u g ado s u rol l as cu atro ins tancias m e ncionadas ante riorm e nte . Lo q u e h a de te rm inado l a acció n h a s ido e l
s e ntim ie nto, e l de s e o q u e fom e ntó l a de cis ió n de s al ir a tom ar u n café , u nido al s e ntim ie nto de q u e re r re g al ar
fl ore s a u na am ig a, para l o cu al nace l a inte nció n de com prarl as , o podrí a s e r tam b ié n s acarl as de l j ardí n, da l o
m is m o. Lo im portante e s com pre nde r có m o u n s e ntim ie nto produ ce u n re s u l tado q u e v a conform ando nu e s tra
ru tina de v ida. La cal ificació n de l e v e nto v a e n re l ació n dire cta con l a cal idad de l a acció n: s i nu e s tra de cis ió n h a
s ido produ cto de u n s e ntim ie nto pos itiv o, arm ó nico, nu e s tra e ne rg í a h a s ido b ie n cal ificada. P e ro s i e s ta nace de
l a rab ia o de l a tris te z a, e l l a h a s ido de s cal ificada y con e l l o l os re s u l tados e s tá n e n re l ació n de s intoní a con e s as
fre cu e ncias .
La v is u al iz ació n e s ¡ins tantá ne a! ¿O acas o no v io al pe rs onaj e ye ndo a tom ars e l a taz a de café , y l as fl ore s q u e v a
a re g al ar a I s ab e l , al m is m o tie m po q u e é l av is ab a s u au s e ncia? Y por ú l tim o l a acció n; e l l a v a a de pe nde r s i s e
e x te rioriz a, v al e de cir, s i ne ce s ita pl as m ars e e n e l pl ano fí s ico, con l o cu al de b e re corre r tie m po y e s pacio con l as
cons ig u ie nte s dificu l tade s a v e nce r; o s i e s inte rno, com o s e rí a e l cas o de u na orde n cre ativ a de s de e l s e r-e ne rg í a
al s e r-e ne rg í a, e n cu yo cas o e s to s e rí a ins tantá ne o, pu e s no ne ce s ita v ol v e rs e u n re s u l tado fí s ico, s ino q u e ocu rre
de s de e l orig e n y para e l orig e n donde h ay ate m poral idad.
Y as í v am os cre ando l a re d de nu e s tro "de s tino"; para m u ch os , é s te e s ine x orab l e , e s tá m arcado de ante m ano;
para otros nada h ay pre e s tab l e cido. A m b as pos icione s tie ne n raz ó n: por u n l ado h ay u n pl an de apre ndiz aj e a
cu m pl ir, pe ro e l có m o l o re al ice m os e n e l pl az o q u e l a v ida nos da v a a de pe nde r de nu e s tra facu l tad cre ativ a de l
l ib re al b e drí o, q u e nos h ará s intoniz ar con dis tintas fre cu e ncias o re s u l tados , de pe ndie ndo de nu e s tros s e nti-
m ie ntos . E l e ntre nam ie nto e s du ro cu ando nos e q u iv ocam os e n l a tom a de de cis ione s , produ cto de s e ntim ie ntos
re v u e l tos , y s e nos h ace fá cil cu ando aq u e l l os h an s ido arm ó nicos , e l e v ados , com o e l am or, l a g ratitu d, l a al e g rí a,
e tc.
La com pre ns ió n de e s to nos l l e v a a de j ar de s e ntir cu l pas o cu l par a otros por nu e s tras s itu acione s . S ó l o h ay
"e rror cre ativ o", y para e s o e s tam os apre ndie ndo a cre ar e n e s ta dim e ns ió n e s pacio-tie m po, l im itada por nu e s tros
propios proce s os , y no de pe nde de otros nu e s tro apre ndiz aj e , ni e l de l os de m á s de nos otros , s ino q u e s om os
coau tore s cre ativ os , y e l av ance de pe nde de cada u no.
S e rí a b u e no pre g u ntars e por l os re s u l tados q u e te ndrí am os e n nu e s tras v idas com o cons e cu e ncia de u na de cis ió n
tom ada b aj o l a infl u e ncia de u n s e ntim ie nto ne g ativ o com o e l de l a rab ia. I m ag ine a s u v e cino v inie ndo a re tarl o
porq u e s u pe rro l e com ió l as fl ore s de s u j ardí n. T e ne m os opcione s para de cidir: o nu e s tros s e ntim ie ntos b aj an al
niv e l de l a ag re s ió n y re accionam os con fu ria, con l o cu al e l v e cino s e m arch ará indig nado; o s in s e ntirnos
tocados , pe ro arm ó nicos , nu e s tro s e ntim ie nto de com pre ns ió n ab re pas o a u n diá l og o y todo te rm ina... m e j or q u e
ante s . ¿Q u é pas arí a s i u n l adró n e ntrara a s u cas a y e l v e cino e s cu ch ara al g o anorm al ? ¿D arí a av is o? S in l u g ar a
du das , e n e l s e g u ndo cas o, s e rí a s u m e j or al iado. A s í v am os e ntre te j ie ndo l as re de s de nu e s tro de s tino. Los
s e ntim ie ntos de du das , de fracas o, de m ie do, de ira, s on nu e s tros pe ore s e ne m ig os e n e l m om e nto de tom ar
de cis ione s . E n otras pal ab ras , de cre ar nu e s tra v ida.
D e l o m á s pe q u e ñ o a l o m á s tras ce nde nte s e m u e v e n nu e s tros proce s os cre ativ os , de l o m á s s u til a l o m á s
concre to; de l o triv ial a l o com pl e j o, pas o a pas o, m om e nto a m om e nto. H as ta e l de cidir por cu á l cal l e nos v am os
de re g re s o a cas a j u e g a u n pape l tras ce nde ntal e n nu e s tra v ida, y e l l o v a a de pe nde r de l a cal idad de nu e s tro
s e ntim ie nto e n e l m om e nto e n q u e e l e g im os . S intoniz are m os con l os e v e ntos q u e l e s s e rá n afine s , pe s e a q u ie n
pe s e . E s to e s apre nde r a cre ar.
T oda e x pre s ió n cre ativ a, cu ando e s im pu l s ada por l a fu e rz a de l s e ntim ie nto, pl as m a y tras m ite e v e ntos e ne rg é ti-
cos , q u e pu e de n cons tru ir o de s tru ir s e g ú n e l g rado de pol aridad e m pl e ada. A h ora, s i e s ta m anife s tació n
corre s ponde a u n artis ta, e n cu al q u ie ra de s u s m anife s tacione s , s ig nifica u na e norm e re s pons ab il idad q u e de b e



s e r cons ide rada s e riam e nte por e l g rado de infl u e ncia e ne rg é tica e n q u ie ne s re cib e n s u ob ra, s e a m u s ical —a
trav é s de l s onido—; pictó rica —por l a v is ió n—; l ite raria —por l a pe rce pció n—, e tc.
H as ta q u e v u e s tra e x pe rie ncia no s e h ag a v ida a trav é s de e s te m é todo, para com prob ar l o q u e s ig u e pos tu l aré l a
re s pu e s ta a l a e te rna pre g u nta. S om os s e re s -e ne rg í a, cre am os de s de l o inv is ib l e l os re s u l tados q u e v e m os com o
re al idade s . V inim os a e s te u niv e rs o a apre nde r a cre ar corre ctam e nte —al pare ce r h e m os fal l ado— y ¿por q u é e s
tan im portante e s te apre ndiz aj e ? P orq u e nu e s tro de s tino e s s e r cre adore s de u niv e rs os , e n u n proce s o de co-
cre ació n con l a F u e nte G e né rica, no s in e l l a, com o nos h e m os acos tu m b rado a h ace rl o. E s l o q u e s e conoce com o
ope rar de acu e rdo a l a LE Y .
S i s om os h e ch os a im ag e n y s e m e j anz a de D ios , A rq u e tipo U N O, F u e nte G e né rica o có m o q u ie ran de finirl o, y
s om os l os ú nicos de e s ta cre ació n q u e te ne m os e s ta facu l tad, nu e s tro de s tino no acab a e n u n fatal is ta prog ram a,
s ino q u e s e e x pande a cada s opl o cre ativ o de l al ie nto s u pe rior a trav é s de nu e s tro e q u ipo afinado a s u fre cu e ncia.
P ode m os im ag inar q u e l a cas a e n q u e v iv im os e s tu v o u na v e z e n l o inv is ib l e y nada m e nos q u e e n l a m e nte de l
arq u ite cto q u e l a dis e ñ ó . E l s e pas e ó por e l l a, fu e e l prim e ro e n h ab itarl a, v io e l s ol e ntrando por l as v e ntanas q u e
ib a dis e ñ ando; l as te rraz as , s u s te ch os con v ig as al aire , h as ta pu do apre ciar q u é v is ta s e te ní a m irando de s de l as
v e ntanas de l a pie z a m á s pe q u e ñ a. Lu e g o v ino l a pl as m ació n: e n u n dib u j o, e n u n pl ano, e n u na m aq u e ta y l u e g o,
e n s u cons tru cció n. H oy u s te d h ab ita u na cas a q u e prim e ro e s tu v o e n l a m e nte cre ativ a de u n s e r h u m ano. H ag a
e x te ns iv o e s te e j e m pl o a toda l a ciu dad e n q u e v iv e : l os e dificios , l as tie ndas , l os m al l s , re de s v ial e s , s e m á foros ,
te l é fonos , pl az as , j u e g os , cine s , m ode l os de au tos , b icicl e tas , tre ne s , av ione s , e tc., e tc. T odo h a e s tado ante s de
h ace rs e nu e s tra "re al idad" e n l o inv is ib l e , e n l a m e nte de l os s e re s h u m anos . N u e s tra form a l im itada de inte rpre -
tar, s e ntir y pe rcib ir e s ta apare nte re al idad nos h a l l e v ado a ace ptarl o com o v e rdade ro e inm u tab l e s ó l o porq u e e s
v is ib l e y tang ib l e .
P or l o tanto, e s tá h ab itando u n re s u l tado, q u e u s te d l o cre e u na re al idad inam ov ib l e . E n s u s cons tru ccione s s e
u s aron dis tintos tipos de m ate rial e s q u e no s on otra cos a q u e otros re s u l tados cons titu ye ndo l a natu ral e z a,
produ cto de dis tintas fre cu e ncias v ib ratorias , dis tintos pe s os m ol e cu l are s , e tc. y todos e l l os apare ntan s e r
infranq u e ab l e s e inv iol ab l e s . S u s com pos icione s nos aí s l an, nos prote g e n, nos e ncie rran, nos s irv e n, nos v is te n,
e ntre tie ne n, o nos l im itan. S in e m b arg o, s i conocié ram os l a l e y q u e m odifica s u s cam pos m ol e cu l are s , o s e a,
de s de e l s e r-e ne rg í a a s u orig e n e ne rg é tico, podrí am os cam b iar l os re s u l tados : tras pas ar l as pare de s , re g e ne rar
u n ó rg ano e nfe rm o o m ov e r m ontañ as s e rí a ig u al de fá cil .
"S i te né is fe com o e l g rano de u na m os taz a, m ov e rí ais m ontañ as " —dij o J e s ú s — m ie ntras nos e ntre g ab a u na g ran
cl av e . Las m ontañ as s on coh e s ione s m ol e cu l are s e s pe cí ficas q u e dan com o re s u l tado e s a cal idad, pe ro s i
conocié ram os l a l e y q u e cam b ia s u e s tru ctu ra m ol e cu l ar, podrí am os cam b iar e s e re s u l tado. Y e l có m o s e l og ra
aq u e l l o e s s ó l o de s de l o inv is ib l e , de s de l a e ne rg í a. Má s e s pe cí ficam e nte , de s de e l s e r-e ne rg í a de E ins te in, q u e
de s de l a "ce rte z a" de l o inv is ib l e , o s e a l a fe , e s capaz de g e ne rar e l pode r de l "m il ag ro".
A s í s e v a e ntre te j ie ndo l a re d q u e u ne l a cie ncia con e l e s pí ritu . H oy l a fí s ica av al a e x pe rie ncias de l ab oratorio e n
l as q u e s e h a l og rado m odificar l a e s tru ctu ra m ol e cu l ar de l a m ate ria, e n u n e j e m pl o tan concre to com o h a s ido
e l de cam b iar u n j u g u e te , e n e s te cas o u n cam ió n por u n os o de pe l u ch e , s ó l o con m odificar s u s proce s os
inv is ib l e s .
C u ando s e u ne cie ncia y e s pí ritu s e g e ne ra arte , com o cons e cu e ncia de l corre cto cre ar. E l l o s e rá de m os trado e n l a
m e dida q u e e s ta té cnica s e pong a e n prá ctica. A l e ntrar a trav é s de l ce ntro pine al a l a e x pe rie ncia de acce s o a l os
cam pos cre ativ os s u pe riore s o e s pacios m orfog e ne rativ os , h ay v iv e ncias s e ns orial e s , y m u ch as v e ce s v is u al e s o de
inte racció n, q u e l o pu e de n l l e v ar a de s pe rtar m e m orias ance s tral e s fu e ra de l a com pre s ió n l im itante de l tie m po y
e l e s pacio.
J u nto a e l l o, s e produ ce u n proce s o de inte racció n cre ativ a por l a infl u e ncia e s pe ctral q u e s e re cib e a trav é s de l a
e x pe rie ncia, tradu cié ndos e e n l u z , col or, im á g e ne s e inte raccione s nu nca v is tas o e x pe rim e ntadas e n e l pl ano
fí s ico; s i e s as re fe re ncias cre ativ as l as pl as m am os e n b os q u e j os de col or, com o m e j or l as re corde m os , e l l as al s e r
ob s e rv adas por e l participante com pl e tan u n cicl o e ne rg é tico de infl u e ncia. Y s on ob s e rv adas por otras pe rs onas ,
e l l as re cib e n l a infl u e ncia e ne rg é tica de al ta v ib ració n, e m anada de l os e s pacios s u pe riore s infl u ye ndo b e né fica-
m e nte e n s u s e r. C on e l l o s e h ace re al idad l a afirm ació n de q u e e l arte e s l a corre cta e x pre s ió n e x te rna de l a
pe rce pció n de l a pe rfe cció n cre ativ a s u pe rior.

A PR E N D E R A C R E A R C O N S C IE N T E M E N T E
P ara cre ar corre ctam e nte h ay q u e conoce r y re s pe tar l as g rande s l e ye s u niv e rs al e s q u e rig e n e s te s is te m a de
m u ndos y e l u niv e rs o. La prim e ra q u e h ay q u e re conoce r e s l a Le y de A ce ptació n, y para e l l o conv ie ne e m pl e ar
corre ctam e nte e l pode r de l a ate nció n; am b os v an e s tre ch am e nte u nidos e n s u s re s u l tados , com o v am os a v e r, y
s u u s o dire ccional e s im pre s cindib l e para l a re cu pe ració n de l m ode l o orig inal de pe rfe cció n. D onde e s té nu e s tra
ate nció n e s tá l o q u e e ntra e n nu e s tro m u ndo, y l a ace ptació n —q u e e s l a fu e rz a de l s e ntim ie nto— e s im pre s cin-
dib l e para q u e ope re e n nu e s tro s e r.
C u ando al g u ie n q u e rido l l e g a a v e rnos , ab rim os nu e s tros b raz os h acia e s e s e r, ace ptá ndol o e n nu e s tra intim idad
e ne rg é tica a trav é s de u n cá l ido ab raz o, produ cto de l s e ntim ie nto q u e h a de tonado l a acció n cre ativ a de e s e
g e s to. E s u na e ntre g a h oriz ontal m arcada por u n m ov im ie nto g e s tu al de ape rtu ra.



S i e s te g e s to nacido de l s e ntim ie nto m á s pu ro de ace ptació n s e h icie ra h acia l o A l to, con e s a m is m a inte ns idad, as í
com o e ntra e n nos otros q u ie n l l e g a a v e rnos y s e introdu ce e n nu e s tra v ida, as í e ntrarí a e n nos otros aq u e l l o h acia
l o cu al nu e s tra ate nció n y s e ntim ie nto s e h a dirig ido; e n e s te cas o, l a ace ptació n de l v í ncu l o a nu e s tra F u e nte
G e né rica, o P adre .
A s í s e form a l a C opa A l q u í m ica cu ya b as e , donde s e e s cancia e l A g u a de V ida, e s e l ce ntro cardí aco.
La e te rna b ú s q u e da de l S anto G rial —l a copa donde J e s ú s b e b ió e n l a ú l tim a ce na— h a cons titu ido pe re g rinaj e s ,
inv e s tig acione s y v arios l ib ros con te orí as ace rca de l te m a. E l dij o "yo no h ab l o para u s te de s , h ab l o para l os q u e
v e ndrá n...", tal v e z porq u e s u conocim ie nto s ob re pas ab a todo l o com pre ns ib l e e n e s a é poca.
S e g ú n l os có dice s m ayas , l a tradició n e g ipcia y l os e s tu dios os de l m ov im ie nto de nu e s tra g al ax ia e n re l ació n a s u
s ol (A l cyone ) , h ay u n pe rí odo de al e j am ie nto y de ace rcam ie nto al as tro e s tim ado e n 25.9 20 añ os . E s u n
re corrido e l ips oide de s de l a l u z , o fre cu e ncias m á s ace l e radas , a l a os cu ridad o fre cu e ncias m á s l e ntas y b aj as .
H ace 2.0 0 0 añ os h ab rí am os pas ado e l pu nto crí tico e ntre l a os cu ridad y l a l u z . S e s ab e q u e J e s ú s v ino a l a T ie rra
e n e l pe rí odo m á s os cu ro de l a h u m anidad, e s de cir, j u s to e n e l m ov im ie nto inte rm e dio e ntre l a os cu ridad y e l
pas o h acia l a l u z , produ cido por l a tras l ació n de nu e s tro s is te m a s ol ar e n e l proce s o de s crito; de ah í l a m ayor
dificu l tad de com pre ns ió n de l a h u m anidad de e s a é poca, donde l a fre cu e ncia v ib ratoria de s u e q u ipo pe ns ante
e ra m á s de ns a.
E l l o s ig nifica q u e h oy e s tam os e n condicione s m á s fav orab l e s para com pre nde r todo l o re l acionado con l as l e ye s
de l a e ne rg í a y s u re l ació n con l a m í s tica e s piritu al y s u e x pe rie ncia. C u ando ace ptam os nu e s tro v í ncu l o con l a
F u e nte G e né rica, o A rq u e tipo U N O, cone ctam os nu e s tro e q u ipo e ide ntificam os e n u n g e s to e té rico l a copa o
g rial al q u í m ico q u e s e form a al e l e v ar l os b raz os para ace ptar l o q u e q u e re m os q u e e ntre e n nos otros : e l ag u a de
v ida, o e l fl u ido cre ativ o m ayor de l u niv e rs o l l am ado A MOR .
J e s ú s dij o e n s u é poca: "E s te e s m i cu e rpo, e s te e s m i s ang re , b e b an y com an todos de é l ", m ie ntras m os trab a l a
copa, al tie m po q u e ag re g ab a: "H ag an e s to e n m e m oria m í a". E ra e l re cordatorio ce re m onial * , a trav é s de l rito* de
l a E u caris tí a, q u e pe rm itirí a a l a h u m anidad m ante ne r e l v í ncu l o a trav é s de u na v ol u ntad e x te rnal iz ada de
com u nió n h as ta q u e l os tie m pos fu e ran cu m pl idos para e j e cu tarl o de s de s í m is m o.
A l g o s im il ar ocu rre con e l u s o de l F u e g o S ag rado e n e l Orie nte , y q u e e s conocido com o e l "ag ni j oth ra", h oy m u y
difu ndido a trav é s de l m u ndo por g ru pos de apoyo al e q u il ib rio e col ó g ico de l pl ane ta a trav é s de u na cru z ada
conocida com o Orna. Mie ntras e l s e r no de s cu b ra l a pote ncia de l F u e g o S ag rado inte rno, q u e s ó l o s e de v e l a u na
v e z q u e s e h a re v e l ado e n l a e x pe rie ncia inte rna, y s u re l ació n con l os rayos có s m icos , h oy e ntrando con m ayor
pote ncia a l a T ie rra por l a au s e ncia de parte de l a capa de oz ono, e s te ce re m onial de b e s e g u ir. T odo l o q u e e s tá
apare nte m e nte fu e ra de l h om b re , e s tá e n s í m is m o, y s u u s o pe rfe cto podrá s e r e m pl e ado s ie m pre y cu ando h aya
cu m pl ido con l a l e y q u e l o g ob ie rna. E s im pre s cindib l e conoce r l as l e ye s y apl icarl as para q u e l os re s u l tados s e an
l os corre ctos ; as í , cu ando com pre nde m os q u e de s de e l s e r-e ne rg í a pode m os dar u na orde n cre ativ a cons cie nte
para e nce nde r nu e s tro e q u ipo ade cu adam e nte , é s te s e pre nde com o cu al q u ie r e q u ipo e l e ctró nico q u e e ntra e n
fu ncionam ie nto, s e g ú n s e an l os circu itos inte rcone ctados . P ara e nce nde r e l ce ntro pine al h ay q u e dar l a orde n
corre cta, partie ndo de l s e ntim ie nto, apl icando l a v is u al iz ació n ade cu ada al s ab e r e x actam e nte h acia dó nde l a
dirig im os y as í l og rar l os ob j e tiv os propu e s tos .
P ar a ab r i r l as p ue r t as d e l P ar aí s o y e nt r ar e n l a cr e aci ó n s up e r i or h ay q ue :
Activar el ser-en erg í a arm ó n ico .
Vi ncul ar s e a l a r e d ce nt r al o F ue nt e G e né r i ca y p ot e nci ar l a g l á nd ul a p i ne al d e s d e d e nt r o y p or m e d i o d e l a l uz .
E s to cons titu ye u na s e ria y g ran av e ntu ra, tal v e z l a m ayor q u e pu e da al canz ar e l h om b re : l a de l a aut om ae s t r í a.
E s u n "v u e l o s in drog as " q u e tie ne u n final fe l iz , com o dij o u n j ov e n e s tu diante q u e v iv ió l a e x pe rie ncia.
* R ito: orde n (corre cto orde n, e n s ab idu rí a, de l u s o de l as e ne rg í as ) .
* C e re m onia: Los actos q u e re cu e rdan e l rito, s in q u e s e a ne ce s ario conoce r l as l e ye s de e s e orde n.

4 J u g u e m os e n s e rio
N os e ncontram os ante e l pu e nte , a pu nto de com e nz ar a cru z arl o. Le propong o h ace r u n al to. Y , re u nidos al
cal or de u na fog ata, com o b u e nos e x pl oradore s , re v is ar nu e s tro prog ram a y traz ar e l pl an de l cam ino q u e v am os
s e g u ir para e v itar e x trav í os dil atorios . Manos a l a ob ra.
A . Lo prim e ro q u e h are m os s e rá av anz ar por u n panoram a g e ne ral , donde u s te d v a a s e r s ol am e nte e s pe ctador de
l o q u e fu e l a pu e s ta e n m arch a de l os cam inante s q u e partie ron de l ante de é l y ya e s tá n cru z ando e l pu e nte .
E l l os m os trará n, m e diante s u e x pe rie ncia, l a form a corre cta de av anz ar con pas o s e g u ro, facil itando l a com pre n-
s ió n de l o q u e m á s ade l ante cons titu irá s u propia av e ntu ra. A e s ta e tapa l a l l am are m os I ntrodu cció n al P l an.
B . Lu e g o l e h aré l a inv itació n form al a cru z ar e l pu e nte m e diante s u s propias v iv e ncias con l a ú nica condició n de
cu m pl ir pas o a pas o l as ins tru ccione s pe rs onal e s q u e l e iré e ntre g ando. U s te d podrá , e n e s ta ocas ió n, com parar
s u s av e ntu ras con l as v iv idas por com pañ e ros de ru ta q u e l e l l e v an al g ú n tie m po de v e ntaj a.

S E T IE N D E E L PU E N T E



P ara ade ntrars e s in te m or ni ins e g u ridade s e n l a nu e v a tie rra q u e e x pl orare m os , e s conv e nie nte s ab e r q u é h a
ocu rrido con aq u e l l os q u e ya h an cru z ado e l pu e nte de e s ta h is toria cre ativ a; por e s o, com e nz are m os por l as
e x pe rie ncias de e s e prim e r dí a e n q u e e s ta té cnica fu e pu e s ta e n prá ctica y s u s s ig u ie nte s proce s os .
F l u irá e ntre u n ir y v e nir de pe rce pcione s prov ocadas por l a arm oniz ació n e ne rg é tica de l s e r, j u nto a u n
incre m e nto natu ral de l a inte racció n h e m is fé rica ce re b ral , e s tim u l ada por l a activ ació n inte rna de l circu ito
e l e ctró nico corre s pondie nte : l a il u m inació n de l ce ntro pine al u na v e z e l e v ado e l e q u ipo al v ol taj e ade cu ado, al
cone ctar con l as cl av e s de l orig e n.
N u e s tros prim e ros pas os e n e s ta "re al idad" de re s u l tados s e iniciaron u n m arte s de l otoñ o de 19 9 2, e n u na ciu dad
de l de s é rtico norte ch il e no. La s al a, q u e pe rte ne cí a a u na acade m ia de pintu ra, e ra pe q u e ñ a y acog e dora. Los
prim e ros s ie te participante s e ran m u j e re s ; m á s ade l ante s e incorporarí an v arone s . E n u n am b ie nte re l aj ado y
e x pe ctante s e dio com ie nz o a l a prim e ra fas e de l as cinco q u e com pondrí an e l S e m inario.

IN T R O D U C C IÓ N A L PL A N R E V IS A N D O S U H IS T O R IA
D e principio a fin, l a cons tante de cada s e s ió n e ra dada e n u n pe rí odo de re l aj ació n rá pida, au todirig ida, y cu ya
caracte rí s tica e s trib ab a e n s itu ar al al u m no e n u n e s tado arm ó nico, ab s ol u tam e nte cons cie nte de s u s e r -e ne r g í a.
D u rante e l pe rí odo de re l aj ació n s e e fe ctu ab a u na s e cu e ncia de cu atro v is u al iz acione s dis tintas q u e s e b as ab an e n
dife re nte s re de s de e ne rg í a. S e m anifie s tan a trav é s de l os rayos de l arcoí ris . S u ob j e tiv o principal e ra s itu ar al s e r
ante s u v iv e ncia h om b r e -e ne r g í a; s e ntim ie nto, com o re s e rv a de pode r, y s intoniz ació n por fre cu e ncia ar m ó ni ca-
am or .
S ó l o a partir de e l l o e s q u e e l e s tu diante podí a re cié n ade ntrars e e n l as diná m icas e s tim u l ativ as de s u capacidad
ce re b ral , com o e s l a activ ació n de l a g l á ndu l a pine al :
Activació n d e la G lá n d u la P in eal
P ot e nci aci ó n d e l t r i á ng ul o p i ne al -p i t ui t ar i a;
I nt e r acci ó n d e am b os h e m i s f e r i os ce r e b r al e s e n coop e r aci ó n a l a act i v aci ó n d e l a p i ne al .
U s o d e e s t a r e d p ar a p e ne t r ar e n " l os e s p aci os m or f og e ne r at i v os " .
E s tos e s pacios tam b ié n l os l l am á b am os "cam pos de cre ació n s u pe rior il im itada pl u ridim e ns ional " o l a "m e nte
u niv e rs al de l o aú n no m anife s tado", q u e s e e ncu e ntra m á s al l á de l portal triang u l ar pine al -pitu itaria.
E s e l acce s o e x pe rie ncial de inte racció n cre ativ a con l a cre ació n s u pe rior de l 10 0 % e n m anife s tació n a l a q u e
s ó l o s e pu e de acce de r e n e s a form a, s in pas ar por l a com pre ns ió n inte l e ctu al q u e e s trang u l arí a l a activ ació n de l a
m e m oria ance s tral a s ó l o e l 10 % de infl u e ncia y com pre ns ió n. E s com o atrapar l a l u z e n u na b ote l l a os cu ra.
D ificu l ta e l s al to cu á ntico q u e produ cirá e l m il ag ro de l a cre ació n pe rfe cta (v e r g rá fico pá g . 40 ) .
E n form a paral e l a, s u s v í as de e x pre s ió n artí s tica s e activ arí an com o afinados ins tru m e ntos de tras l ació n y
proye cció n, b as e prim ordial para l a ob te nció n de re s u l tados prá cticos . E s de e s ta m ane ra com o nos í b am os
ade ntrando e n l os e j e rcicios corre s pondie nte s a cada fas e .
E s tos e j e rcicios cons is tí an, a g rande s ras g os , e n pl as m ar, a trav é s de b os q u e j os pl á s ticos , l as e x pe rie ncias v iv idas a
niv e l de s e ntim ie ntos , pe rce pcione s y, por s u pu e s to, tam b ié n incl u ye ron l os e l e m e ntos de s conocidos q u e
apare cie ron du rante e s te atis b o cada v e z m á s cl aro, de l a m e nte u niv e rs al .
N o e ra ne ce s ario te ne r condicione s artí s ticas , é s tas v e ndrí an por añ adidu ra, m á s al l á de l os propó s itos de fondo
de l os e j e rcicios . E l participante e ntrab a a j u g ar e n s e rio, b ie n q u e aú n no com pre ndí a q u e h ab í a com e nz ado e l
g ran e v e nto: s e h ab í an u nido e n s u e x pe rie ncia, cie ncia, arte y e s pí ritu .
E l e s q u e m a de trab aj o de s crito contrib u í a a fij ar, e n e l pl ano fí s ico y e n l a m e m oria e x te rna, aq u e l l o q u e
cons titu irí a e l e m e ntos de trans form ació n cu á ntica y de cre ació n inte g ral . E n u n principio e ntre g ab an cl av e s de
orig inal idad a trav é s de l a e x pre s ió n de l a e x pe rie ncia m e diante l a pl á s tica y, l u e g o, a trav é s de l a com pos ició n y
j u e g o de l as form as , a trae r col ore s y s itu acione s v iv e nciadas .
E s tas e x pe rie ncias q u e dab an e n l a m e m oria ce l u l ar y s e trans form arí an e n m odificadoras de ras g os , actitu de s ,
aptitu de s e ide ntidad de l participante h acia corrie nte s arm ó nicas de acció n, s in contar con l os cam b ios ins tantá -
ne os produ cidos por l a propia e x pe rie ncia inte rdim e ns ional .

C O M IE N Z A L A A V E N T U R A L A PR IM E R A F A S E D E J A H U E L L A S
I niciam os l a pre paració n. Lu e g o de l a re l aj ació n, com e nz am os a dar l as ó rde ne s cre ativ as corre s pondie nte s
donde , e n form a cons cie nte , pu s im os e n re l ació n nu e s tro u niv e rs o de s e ns acione s y capacidade s con l as fu e rz as
de s conocidas de l a e ne rg í a q u e m u e v e al m u ndo. E ne rg í a q u e l o m u e v e a trav é s de u n j u e g o donde no tom am os
de m as iado e n s e rio e s as diná m icas de col ore s q u e nos e nv ol v í an y q u e circu l ab an a trav é s de nos otros , para
conv e rtirnos e n dí nam os arm ó nicam e nte carg ados .
E n e s te pu nto conv ie ne re ite rar l o q u e s on l a F ue nt e G e né r i ca de e ne rg í a y l a E ne r g í a U ni v e r s al com o tal .
La F u e nte G e né rica o e m anadora de inte l ig e ncia total , e l g ob ie rno ce ntral , v ie ne a s e r l o q u e s e conoce e n l o
e s piritu al com o nu e s tro P adre U niv e rs al , D ios , o cu al s e a e l nom b re q u e s e l e dé e n l as dis tintas dis cipl inas o
e x pre s ione s e s piritu al e s .
La E ne rg í a U niv e rs al e s tá e n todo y e n todas parte s , y no e s b u e na ni m al a, s u trans form ació n e n cre acione s de
"v ida" b e ne ficios as o de s tru ctiv as de pe nde de có m o e s u s ada, cal ificada.
 


E n e l cas o e s pe cí fico q u e nos inte re s a, no h ay u s o ni m ane j o de l a e ne rg í a com o tal , s ino q u e s e trata de "cone c-
tars e " a l a fu e nte de orig e n, a l a cu al pe rte ne ce m os ; a nu e s tro "P adre C re ador" q u e G OB I E R N A LA A R MON Í A D E
LA E N E R G Í A q u e fl u ye de É l . E s a trav é s de e s a cone x ió n q u e s e pu e de re cié n u til iz ar, dirig ir o e x pre s ar v ol u nta-
riam e nte l a e ne rg í a q u e e s tá a nu e s tra dis pos ició n, s in rie s g os y con toda s u pote ncia arm ó nica q u e pe rm ite l a
pe rfe cció n cre ativ a.
U na v e z pre cis ado e s to, v ol v im os a s u m e rg irnos e n nu e s tro j u e g o para trans form arnos e n am ig os s ince ros de
im pre s ionante s rayos de pode r. Y l l e nos de am or, nos dis pu s im os a tras pas ar e l l í m ite y ade ntrarnos , de v e rdad,
e n u na h is toria q u e nos condu cirí a a l a e ns e ñ anz a s ob re nu e s tra propia v ida.
P as e am os , e n e s a oportu nidad, e n s e ntim ie nto y acció n, por l os paraj e s e x u b e rante s de u n cu e nto: "L a ni ñ a q ue
q ui s o s e r h ad a". N os conv e rtim os e n protag onis tas (m e incl u í , porq u e no s e pu e de s e r aj e na a v iv e ncias com o
e s as ) . V iv im os e l te m or, l a al e g rí a, l a pe na, l a s ol e dad y l a v ictoria.
A l re g re s ar, nos dim os cu e nta de q u e h ab í am os incorporado u n capí tu l o a nu e s tra e x is te ncia q u e aye r no e s tab a,
s in s ab e r todav í a q u e e n nu e s tro incons cie nte h ab í a de tonado u na oportu nidad de s acar a fl ote para s e r s anados ,
al g u nos b l oq u e os cre ativ os de nu e s tro s e r-e ne rg í a. C om e nz ab a l a inte racció n cre ativ a q u e pe rm itirí a l os aj u s te s
corre s pondie nte s para g anar nu e s tras b atal l as de l a v ida.
N o ob s tante , para q u e todo e l l o ocu rrie ra de finitiv am e nte , l l e v am os e s ta prim e ra e x pe rie ncia a u na cre ació n
pl á s tica donde s e re pre s e ntó l o v iv ido e n b as e a l a pos ib il idad de pl as m ar s e ntim ie ntos por m e dio de form as ,
col ore s , m ov im ie ntos , e tc. S i h u b o col ore s v iol e ntos , opacos , tris te s , s e e s tu dió e l á re a col ore ada y l o q u e
re pre s e ntab a, para q u e de s pu é s fu e ran re e m pl az ados por l os col ore s de al ta fre cu e ncia com o s on l os arcoí ris o
col ore s e l e ctró nicos . E l l os de b í an conform ar e l dis e ñ o de finitiv o de l a ob ra.
P ara q u e l os e fe ctos b e né ficos s e m anife s taran, de b im os m odificar nu e s tras com pos icione s .
D e ntro de u n m arco de s itu ació n ide al , l o q u e h ab í am os m al u b icado y q u e e s tarí a s e ñ al ando l as m al as focal iz a-
cione s e ne rg é ticas , b l oq u e adoras de cie rtos as pe ctos cre ativ os , de b ió s e r m odificado y re u b icado, pas o a pas o, e n
u nos 5 ó 6 nu e v os dib u j os . Ll e g am os as í a u na re com pos ició n ide al q u e fav ore ció nu e s tros propios cam b ios .
E s tas m odificacione s s e re al iz aron e n u n l aps o corto de tie m po —e ntre dos a die z dí as — de m odo de e v itar l a
inte rv e nció n de l os e s q u e m as m e ntal e s de l "no l o cre o", "e s to de m ora", "todo cu e s ta trab aj o", q u e e s tarí a m e nos -
cab ando e l é x ito de l e j e rcicio. H ab í a s ido com o s acar de l inte rior de cada u no, u n "ch ip" de m e m oria e ne rg é tica-
cre ativ a, e l cu al al e x pone rl o ante nos otros , re v e l ó l os cab l e s q u e s e h ab í an de s ol dado, l os q u e s e h ab í an cru z ado
o l os q u e h ab í a q u e aj u s tar. H ab í a q u e re pararl o cu idados am e nte , cab l e por cab l e , circu ito por circu ito. A l pone r
e n e l l u g ar corre cto todos l os e l e m e ntos de l dib u j o, de j arí am os e s e ch ip l is to para s e r u s ado nu e v am e nte e n pu nto
ce ro. N u e s tras orde ne s cre ativ as , de s de l o inv is ib l e y e n concordancia con nu e s tros s e ntim ie ntos , conform arí an
nu e v os re s u l tados .
A l te rm inar, ¡oh , m il ag ro! , al g o h ab í a cam b iado de finitiv am e nte e n nu e s tro s e r. N o l og ram os de finirl o, pe ro no
im porta. A l g u nos s intie ron có m o m och il as caí an de s de s u s e s pal das , s u s piros de al iv io indicab an l a l ib e rtad q u e
com e nz ab a a l l e nar a otros , y l o q u e e s m á s : al g u nos v iv ie ron trans form acione s m il ag ros as e n s itu acione s
fam il iare s o l ab oral e s . N o h ab í a q u e inte ntar de finir e s os re s u l tados para no l im itar s u s e fe ctos al q u e dar
atrapados e n l a inte rpre tació n parcial de l inte l e cto.
E s ta fas e l l e v ó com o m is ió n l a pre paració n ne ce s aria para afrontar, e n u n m ayor e q u il ib rio y dis ponib il idad, l os
otros nu e v e e j e rcicios q u e s í v an e nl az ados y e n u na continu idad e v ol u tiv a. C on e s ta e x pe rie ncia h ab í am os
traz ado e l m apa de ru ta m á s dire cto y de s pe j ado para l l e g ar a l a m e ta.
Lo q u e pare ció u n rito de m ag ia h ab í a s ido s ó l o l a pu e s ta e n acció n de u n e v e nto cre ativ o q u e al no pas ar por
nu e s tro inte l e cto —al conv e rtirnos e n protag onis tas — ope ró con nu e s tros s e ntim ie ntos , q u e s on nu e s tra re s e rv a
de pode r cre ativ o de l s e r-e ne rg í a q u e s om os . A fl oró , e ntonce s , l a s ab idu rí a de e s e s e r ú nico q u e e s l ib re ,
ate m poral , v incu l ado a l a pe rfe cció n s u pe rior, q u ie n nos dio e l diag nó s tico de nu e s tros proce s os para q u e l u e g o,
con nu e s tra v ol u ntad, fu é ram os cam b iando l os e l e m e ntos q u e s e e ncontrab an al te rados , s anando re s u l tados y
fortificando nu e s tro e q u il ib rio cre ativ o.

L A M A G IA D E L A R T E R U PE S T R E
¿S up e r s t i ci ó n o s ab i d ur í a?
P ara apoyar l o ante rior v a de e j e m pl o e s ta inv e s tig ació n re al iz ada, h ace al g u nos añ os , por e s pe cial is tas e n
dis tintas dis cipl inas com o antropol og í a, arq u e ol og í a, fí s ica, arte , e tc., e n u n l u g ar de A u s tral ia.
E n e l l l am ado "paí s de K ik ó n", l u g ar donde v iv e n ab orí g e ne s l l am ados "l a g e nte b u e na", e x is te e l arte ru pe s tre
m á s inte re s ante , y tal v e z m á s im portante de l m u ndo; h ay ah í u na s e rie de pintu ras m u y inte re s ante s . A l g u nas de
e l l as de s crib e n u n g ran catacl is m o q u e h ab rí a afe ctado al pl ane ta. Los e nte ndidos , al no pode r e x pl icar s u
conte nido, l as h an cons ide rado s u pe rficial m e nte , com o e x pre s ió n de l e ntorno.
S e e ncu e ntran, tam b ié n, otras dos pintu ras de g ran tam añ o y, al pare ce r, m u y s ig nificativ as para l as cu l tu ras
ab orí g e ne s , donde e l arte s e m e z cl a a l a m ag ia, ¿o a l a cie ncia de l a e ne rg í a? Los e x pe rtos , l u e g o de s u inv e s tig a-
ció n, s e re firie ron a e l l as com o ritu al e s de e fe ctos e n l a com u nidad y s u m e dio. E n e l prim e r dib u j o s e ob s e rv a a
u n j ine te caye ndo de s u cab al g adu ra, a pu nto de s e r apl as tado por e l anim al . E n e l s e g u ndo s e ob s e rv a a u n
h om b re cl av ando u na e norm e l anz a e n u n b is onte g ig ante s co (u nas die z v e ce s s u tam añ o) . E n am b os cas os




de s taca l a pre cis ió n de l a e s ce na. Mie ntras q u e e n l a prim e ra l a pata de l anim al e s tá caye ndo irre m is ib l e m e nte
s ob re e l cu e rpo de l h om b re , e n l a s e g u nda, e l b is onte tie ne ya s u pata dob l ada, m ie ntras cae , im pos ib il itá ndos e l a
re cu pe ració n de s u e q u il ib rio.
E n am b os e j e m pl os s e de s cu b rió u na inte nció n de prov ocar e l h e ch o al l í g raficado con l a m ayor pre cis ió n pos ib l e
a fin de q u e e n l a re al idad s e produ j e ra u n e v e nto s im il ar o pare cido al de s crito. Los artis tas com pl e m e ntab an s u
ob ra con u n rito e n e l cu al l as fu e rz as o e ne rg í as de l a natu ral e z a ayu dab an a ope rar e l "m il ag ro". E n e l prim e r
cas o, e l e ne m ig o q u e podrí a as ol ar l a com u nidad s u frí a u n pe rcance q u e l e im pe dirí a l l e g ar; y e n e l s ig u ie nte , e l
al im e nto de l a trib u e s tab a as e g u rado.
R E F LE X I ON E MOS . U na e x pre s ió n cre ativ a irradiante por m e dio de l dib u j o y apoyada por fu e rz as te l ú ricas
orde nadas a trav é s de u n ritu al (re cu e rde n q u e rito q u ie re de cir orde n) , pe rm ití a l a ocu rre ncia e n e s te pl ano de
m anife s tació n.
H oy, a l a v is ta de nu e s tro actu al conocim ie nto y e x pe rie ncia, pode m os col e g ir q u e s e e s tab a ante u n e v e nto de
trans fe re ncia e ne rg é tica cre ativ a.

R E T O M A N D O E L C A M IN O
S e g u im os av anz ando. Otro v iaj e s e pre parab a. E s ta v e z , e ntrando e n e l pu e nte . U no m á s os ado, q u e nos l l e v arí a
m á s l e j os , donde nadie h ab í a ido aú n cons cie nte m e nte : h acia e l otro e s pacio, aq u e l u b icado m á s al l á de l u m b ral
triang u l ar l u m inos o de l a pine al . E s e n e s te e s pacio donde e n u n prim e r tie m po s e com e nz aron a pe rcib ir, com o a
trav é s de l l e nte de u na cá m ara fotog rá fica, l os proce s os cre adore s m u l tidim e ns ional e s de l a m e nte s u pe rior e
inm ane nte . Y ¡e x traordinario! , l o pu dim os tras pas ar de s de nu e s tra condició n cons cie nte de s e r -e ne r g í a.
Y aq u í , v ino l a g ran v iv e ncia q u e e ncam inó de finitiv am e nte al participante h acia l o inconce b ib l e para l a m e nte
h u m ana: l o e te rnam e nte de s conocido de l os proce s os cre ativ os s u pe riore s e il im itados .

H A B L A N L O S O T R O S M U N D O S
U na de l as prim e ras e x pe rie ncias q u e pe rm itió apre ciar l a g ran dife re ncia e ntre nu e s tra cre ació n h u m ana y l a
pe rfe cció n de l a cre ació n div ina, s e l og ró m e diante e l s ig u ie nte e j e rcicio:
U na v e z act i v ad os e n e l ser-en erg í a arm ó n ico y p ot e nci ad a l a p i ne al , cr e am os con nue s t r a i m ag i naci ó n un
e l e m e nt o, ob j e t o o f or m a, h as t a v i s ual i z ar l o e n t od os s us d e t al l e s , com o un " h ol og r am a" . L ue g o, d am os l a or d e n
d e q ue p e ne t r e p or e l p or t al l um í ni co h aci a e s e e s p aci o i nf i ni t o y e s p e r am os a v e r q ué s uce d e con nue s t r a
cr e aci ó n una v e z q ue h a t r as p as ad o e s a f r ont e r a.
La im pre s ió n no de j ó de s e r im pactante . Lo q u e h ab í am os im ag inado e n form a, col or, pe s o, v ol u m e n o cu al q u ie ra
s e an s u s caracte rí s ticas , s e conv irtió de inm e diato e n l o ine s pe rado: para al g u nos s e m u l tipl icó al infinito, para
otros , s e il u m inó tiñ é ndos e de tonal idade s oro, o e s tal l ó e n m il e s de frag m e ntos ; e n al g u nos cas o pu do h ab e r
cam b iado l a inte ns idad de l cam po l u m inos o, o cre ció , y a v e ce s s e trans form ó e n u n e v e nto de inte racció n
ins os pe ch ado. La cre ació n s u pe rior s ie m pre m odifica nu e s tro propio proce s o cre ativ o, y a trav é s de e s te e j e rcicio
pu dim os com prob arl o.
P e ro, ade m á s nos ayu dó au m e ntando nu e s tra fe e n l as e x pe rie ncias tras ce nde ntal e s q u e pu dim os h ab e r te nido
du rante e s tados de m e ditació n, o de cone x ió n e s piritu al , q u e m u ch as v e ce s no tom am os e n s e rio pe ns ando q u e
e ran produ cto de nu e s tra im ag inació n. C u ando al g o cre ado por e l tram pol í n de nu e s tra im ag inació n al canz a a
cone ctar s u s circu itos con l a cre ació n s u pe rior, s u fre m odificacione s q u e nos as om b ran y e s capan al control
nu e s tro. E s l a inte racció n de am b os proce s os cre ativ os cl aram e nte pe rcib ib l e s m e diante e s ta e x pe rie ncia.
P or otra parte , cu ando e s e l s e r -e ne r g í a e l q u e s e introdu ce e n e s e e s pacio, l as e x pe rie ncias al l í v iv idas s on
ab s ol u tam e nte pe rs onal e s y tras ce nde ntal e s . E n al g u nos cas os s e h an dado e x pe rie ncias s ab ias re g re s iv as a otras
v idas donde s ó l o s e tie ne n acce s o a aq u e l l as v iv e ncias ne ce s arias para produ cir aj u s te s o trans form acione s
b e né ficas e n e l s e r.
H a l l e g ado e l m om e nto de e ns e ñ arl e al g u nas e x pe rie ncias * de e s tos prim e ros v iaj e s a l os e s pacios v irtu al e s de
cre ació n infinita:

E x p e rie ncia 1
Prota g onis ta : A l te s e
...L o q ue m á s m e i m p act ó f ue e l e ncont r ar una g r an p ue r t a s i n ce r r ad ur a ni l l av e .
E s t ab a f r e nt e a e l l a, d e s e ab a t r as p as ar l a y s ab e r l o q ue h ab í a al ot r o l ad o. E s t ab a s e g ur a d e l og r ar l o... N o d i s p oní a
d e nad a con q ue ab r i r , nad a f í s i co, p e r o e s a s e g ur i d ad h i z o q ue s e b or r ar a, s e d i s ol v i e r a p ar t e d e l a p ue r t a. M i r é
h aci a d e nt r o: s ol am e nt e l uz . C uand o t r ans cr i b í l a e x p e r i e nci a e n m i cuad e r no, s e nt í q ue e s a l uz e s t ab a t am b i é n
ah í , d e t r á s " .

E x p e rie ncia 2
Prota g onis ta : A l te s e
...L ue g o, e n l a e x p e r i e nci a s i g ui e nt e , cuand o l l e v é nue s t r o uni v e r s o a e s e e s p aci o m ul t i d i m e ns i onal , l og r é p as ar a
t r av é s d e e s a p ue r t a p r ob l e m as q ue s e r e p r e s e nt ar on e n f or m a d e d r ag one s . D e al g una m ane r a i nt uí a q ue e r an



conf l i ct os i nt e r i or e s al e j á nd os e a t r av é s d e e s a p ue r t a. E s a l uz i r r ad i and o am or , t e r nur a, p az , t r anq ui l i d ad , f e ,


e s p e r anz a, t od o l o p os i t i v o, d i s ol v i ó a l os d r ag one s . E s t os s e t r ans f or m ar on e n l uz , p ur e z a, am or .
T od o l o d i v i no q ue h ab í a e n e s a l uz e r a b l anco, am ar i l l o. A s í l o s e nt í y m e d i o una p az i nt e r i or m uy g r and e , m uy
r i ca" .
A l te s e fu e q u ie n prim e ro de s crib ió s u e x pe rie ncia inicial , produ cto de e s ta prim e ra fas e . A parte de l og rar l a
dis ol u ció n de v arios prob l e m as , s in ah ondar e n e l l os , s ol am e nte a trav é s de e s ta s ol a v iv e ncia, re al iz ó u na
com pos ició n pl á s tica m u y b e l l a, de u n h e rm os o col orido y con g ran im pacto v is u al . E l l a no pe ns ó j am á s q u e
podrí a te ne r condicione s artí s ticas : h oy re al iz a e x pos icione s .
* Los nom b re s de l os protag onis tas h an s ido cam b iados para re s pe tar s u s ide ntidade s .

D IA L O G O E N T R E L A M E N T E H U M A N A Y L A M E N T E S U PE R IO R
E l s ig u ie nte re l ato corre s ponde a u na inv itada a u n v iaj e m u y e s pe cial . S e trata de u na e x pe rie ncia de l a s e g u nda
fas e , l u e g o de l a activ ació n de l a g l á ndu l a pine al .
E x p e r i e nci a 3
P r ot ag oni s t a: C e ci l i a
...L as i m á g e ne s q ue t uv e e n e s t e e j e r ci ci o com e nz ar on con l uce s y col or e s m uy t e nue s . D e i m p r ov i s o, d e al g una
p ar t e ap ar e ce una p al om a. M e i nv i t a, y al s ub i r m e a e l l a, m e d oy cue nt a d e q ue e s i nm e ns am e nt e g r and e . P i e ns o
q ue e s e l E s p í r i t u S ant o. L a ab r az o ( p od í a h ace r l o q ue q ue r í a al l í ar r i b a: p ar ar m e , e q ui l i b r ar m e , e t c.) . L a ab r az o,
p or q ue l a e ncue nt r o t an h e r m os a. S ú b i t am e nt e d oy un v ue l co y cai g o. P ar a m i s or p r e s a, t am b i é n
P ue d o v ol ar y m e v e o... con al as . Y l a p al om a, t om á nd om e d e l a p unt a d e l al a, com o d e l a m ano, m e l l e v a h aci a
ar r i b a. P as a un l ar g o e s p aci o con e s a s e ns aci ó n d e i r v ol and o, v ol and o, v ol and o... M e p r e g unt o ¿cuá nd o
ap ar e ce r á l a T i e r r a? A l g o m e d i ce q ue l a p al om a v a a m os t r á r m e l a. P e r o, no m e cont e s t a. T e ng o l a i m p r e s i ó n d e
q ue no q ui e r e q ue l l e g ue a l a T i e r r a.
D e s e o v e r l a T i e r r a y con m uch o e s f ue r z o t r at o d e h ace r l a s ur g i r e n una e s q ui na, p e r o no t e ng o é x i t o. E nt once s l a
p al om a h ace un g i r o as ce nd e nt e y s ub e , s ub e . A l f i nal v e o unas nub e s t e nue s . E s una e nt r ad a, al g o as í com o un
m ur o d e nub e s , d e al g od ó n e n t ono r os a, am ar i l l o, ce l e s t e y b l anco. ¡E s una i s l a e n e l e s p aci o! ¿E l p ar aí s o? ...
B l anco com o e l h i e l o. ¡E s cr i s t al ! L a p al om a, ad e l ant á nd os e , m e h ace e nt r ar . M e as om o y v e o al g o m ar av i l l os o,
p e r ci b o q ue , e n r e al i d ad , e s E l P ar aí s o. S e r e s d e l uz . ¡U n p ai s aj e r e al m e nt e h e r m os o! U na l l anur a q ue no t e r m i na
nunca, p l e na d e s e r e s , f l or e s b aj as . N o h ay t i e r r a, s ol am e nt e f l or e s , r í os , r í os , r í os e n am ar i l l o, e n r os a. ¡R í os d e
col or e s ! R e al m e nt e p r e ci os o.
Y t od o e s e l ci e l o, com o un e nor m e ar coí r i s .
N ue v am e nt e l a p al om a m e i nv i t a a e nt r ar . T od os l os s e r e s m e m i r an, s e d an cue nt a q ue e s t oy ob s e r v and o.
M e d i r i j o a l a p al om a:
—N o e s t oy p r e p ar ad a p ar a e nt r ar .
—E s o e s l o q ue t ú cr e e s —r e s p ond e — P ue d e s e nt r ar .
—N o, yo no e s t oy p r e p ar ad a, no e s t oy l i s t a, t od av í a m e f al t a.
Y t r at o d e e s cond e r m e e n e s a nub e f á ci l d e t r as p as ar ... y r e g r e s o con una s e ns aci ó n d e h ab e r b aj ad o t ant o y t an
r á p i d o q ue m e s i e nt o s of ocad a ( e n e s e m om e nt o d e l a e x p e r i e nci a, e f e ct i v am e nt e com e nz ó a t os e r ) ...p e r o f ue
r e al m e nt e h e r m os o y con s e ns aci one s d i f í ci l e s d e i m ag i nar " .
M á s ad e l ant e C e ci l i a r e v e l a ot r a nue v a v i v e nci a q ue s e cone ct a a ot r as ant e r i or e s , com o s i h ub i e s e un h i l o
cond uct or s up e r i or q ue am ar r a l as s i t uaci one s con un ob j e t i v o d e e l e v ad o cont e ni d o.

E x p e rie ncia 4
Prota g onis ta : C e cil ia
A l s al t ar a e s e e s p aci o d e s conoci d o v ol v í a e ncont r ar a e s e s e r e s p e ci al y s ab i o q ue m e l l e v ó p or s ob r e un l ug ar
q ue cr e o e s t á e n A m é r i ca. E s t oy ub i cad a e n l a al t ur a, s us p e nd i d a, y d e s d e al l í v e o un l ug ar d ond e h ay unas
cons t r ucci one s e x t r añ as . E s una g r an p l az a r od e ad a d e m ur os d e p i e d r a.
D e s d e l a al t ur a e n q ue m e e ncue nt r o, a l o l e j os d i v i s o un e nor m e l ag o d e ag uas m uy az ul e s .
E n una p l az a r od e ad a p or un m ur o m á s b aj o, ob s e r v o q ue d e l os m ur os e m e r g e n cab e z as e s cul p i d as e n p i e d r as
d i s t i nt as unas d e ot r as .
" E s o q ue v e s —d i ce m i g uí a— cor r e s p ond e a un l ug ar m uy e s p e ci al d e l p l ane t a.
A q uí h an ocur r i d o h e ch os m uy i m p or t ant e s , p e r o e l m á s i m p or t ant e d e t od os t e nd r á l ug ar p r ó x i m am e nt e , p ue s
s e t r at a d e un v ó r t i ce as ce ns i onal p l ane t ar i o ( ¡! ) . L os r os t r os q ue v e s cor r e s p ond e n a t od as l as r az as có s m i cas q ue
h ab i t an e s t e s i s t e m a d e m und os . A l g ú n d í a s ab r á s p or q ué h an s i d o p ue s t as ah í " .
E n e s os m om e nt os d i v i s o q ue d e t od as p ar t e s conv e r g e n m i l e s y m i l e s d e s e r e s h um anos p r ov e ni e nt e s no s ó l o d e
nue s t r o t i e m p o, s i no t am b i é n d e ot r as é p ocas , as í com o d e m uy d i v e r s os l ug ar e s d e l a T i e r r a. T od os s on s ucci ona-
d os p or e s e l ug ar . L os v e o f e l i ce s , s ob r e t od o cuand o p or un t ub o d e l uz i nt e ns a s on ab s or b i d os y t r ans f or m ad os
e n s e r e s d e l uz q ue s ub e n a p e r d e r s e e n e l f ue r t e r e s p l and or d e l t ub o.
— ¿D ó nd e e s t á e s e l ug ar ? —p r e g unt o a m i i ns t r uct or .
—E n A m é r i ca, e n l a cor d i l l e r a d e L os A nd e s , y e s un l ug ar s ag r ad o.



— ¿D e b e m os i r a e s e l ug ar ?
—N o e s ne ce s ar i o. A l l í d ond e e s t é t u p e ns am i e nt o y s e nt i m i e nt o, e s t ar á s t am b i é n.
E s te te s tim onio h ab rí a podido pare ce r u n e x ce l e nte trab aj o de l a im ag inació n de no s e r porq u e , m e s e s de s pu é s ,
e n form a cas u al , re cog í pe rs onal m e nte l a inform ació n q u e v e ndrí a a confirm ar l a e x is te ncia de l l u g ar y l as
caracte rí s ticas e x trañ am e nte idé nticas a l as de s critas e n e l e j e rcicio. F u e a raí z de u n ine s pe rado v iaj e a B ol iv ia.
H e incl u ido e n e s te l ib ro l as fotos corre s pondie nte s .
E s ne ce s ario s e ñ al ar q u e C e cil ia e s u na pe rs ona b as tante e q u il ib rada, profe s ional , m adre de tre s h ij as , de u n
e s trato s ocio-e conó m ico al to y pe rte ne cie nte a u na fam il ia cató l ica, fe q u e e l l a profe s a profu ndam e nte . N u nca
h ab í a e s tado e n e l l u g ar s e ñ al ado ni l e e ra conocido e n ning ú n as pe cto. Lu e g o de l a e x pe rie ncia s ie nte l a ce rte z a
de s u e x is te ncia y g rande s de s e os de ir a conoce rl o.
E s te re l ato e x pe rie ncial , corre s pondie nte a l os de l prim e r cu rs o im partido, fu e de te rm inante e n l a de cis ió n de
re copil ar e s tos te s tim onios para e s crib ir pos te riorm e nte e l l ib ro q u e h oy tie ne e n s u s m anos para s u cons ide ra-
ció n, y para te nde rl e e l pu e nte , inv itá ndol o a cru z ar.
¿E s tam os ya e n l os u m b ral e s de u na re g e ne ració n cre adora, cada v e z m á s ce rca de nu e s tra h e re ncia, re conocié n-
donos h ij os de D ios al aj u s tar nu e s tros circu itos al patró n e l e ctró nico orig inal q u e h ab í am os ol v idado?
" L as ob r as q ue yo h e h e ch o us t e d e s l as h ar á n y m ayor e s aun"
(J u an 14,12)
H ay otra e x pe rie ncia ce rcana a l a de s crita q u e tam b ié n m e re ce s e r de s tacada, pu e s , j u nto con ab rirs e a otras
dim e ns ione s , m u e s tra u n e ncu e ntro m á s í ntim o, de e norm e tras ce nde ncia cu ando s e com pru e b a q u e l a v ol u ntad
h u m ana no s e im pone a l a div ina.
P l az a b aj o niv e l , de cu yos m u ros e m e rg e n cab e z as –T I A W A N A K U –te m pl e te s e m is u b te rrá ne o (a 20 k m . de l l ag o
T iticaca, B ol iv ia.
A ce rcam ie nto de u no de s u s m u ros
D e tal l e s de l as cab e z as e s cu l pidas … N ó te ns e l as dife re ncias q u e e x is te n e ntre e l l as

¿ Q U E M IS T E R IO S C Ó S M IC O S O C U L T A A M É R IC A ?
A l ig u al q u e C e cil ia, nu e s tra pró x im a protag onis ta e s profe s ional : ab og ado. F orm a u n h og ar e j e m pl ar y, por e l
al to carg o q u e de s e m pe ñ a s u e s pos o, de b e m ane j ar s itu acione s s ocial e s y com prom is os m u y de e s te m u ndo. N o
profe s a ning u na re l ig ió n.
S u prim e ra v iv e ncia fu e e x ce pcional , por l as caracte rí s ticas e s pe cial e s q u e re v is tió :
E x p e rie ncia 5
Prota g onis ta : Á ng e l a
M e i nt r od uz co e n un t ú ne l d e l uz q ue m e e l e v a v e r t i g i nos am e nt e al i nt e r i or d e l o q ue p ar e ce un s ol , t od o e l l o e n
m e d i o d e s e ns aci one s i nd e s cr i p t i b l e s . I nm e d i at am e nt e ap ar e z co conv e r t i d a e n una m ont añ a, una e nor m e
m ont añ a d e cuyo i nt e r i or e m ana una l um i nos i d ad í g ne a. Ve o ce r ca un l ag o d e az ul p r of und o.

E x p e rie ncia 6
Prota g onis ta : C e cil ia
P ar t o e nv ue l t a e n una e s p e ci e d e s e r p i e nt e d e e ne r g í a l um i nos a h aci a un s ol . M á s al l á d e e s e s ol ap ar e ce un l ug ar
p ar e ci d o al ant e r i or ( p l az a con r os t r os ) , p e r o e s t a v e z com o b aj o s u s up e r f i ci e . E ncue nt r o a una i nd í g e na al t a y
d e l g ad a q ue m e cue nt a l a h i s t or i a r e f e r e nt e al cui d ad o d e una p e r l a. L a v e o e n e l m e d i o d e una conch a g i g ant e s -
ca. A l m i s m o t i e m p o, v e o a Á ng e l a t r ans f or m ad a e n m ont añ a. E s d e or o y d e l l ag o ce r cano e m e r g e n t e m p l os d e
cr i s t al .

E x p e rie ncia 7
Prota g onis ta : Á ng e l a
C om i e nz o l a e x p e r i e nci a m uy f ue r t e , al v e r m e e nt r and o al s ol . Q ui e r o i r al s ol nue v am e nt e , p e r o no p ue d o...
P ar e ce q ue cad a v e z q ue m i v ol unt ad o d e s e o h um ano q ui e r e al g o cap r i ch os o, no r e s ul t a... E s t á m uy os cur o.
R e cur r o a unos r ayos l á s e r con col or e s d e l ar coí r i s p ar a ab r i r e l e s p aci o. A p ar e ce al g o l um i nos o, p e r o nad a m á s .
—Q ui e r o v e r , q ui e r o s ab e r l o q ue h ay al l í . Y p or r e s p ue s t a e s cuch o: " Y o S oy l o q ue S oy" .
D e nue v o ap ar e ce l a l um i nos i d ad b l anca q ue s e t or na r os ad a p or l a or i l l a, d e s p ué s col or p ú r p ur a, am ar i l l o,
v e r d e , l ue g o az ul e n e l e x t e r i or .
—L o ú ni co q ue s e m e d i ce e s : " Y o S oy l o q ue S oy, Y o S oy l o q ue S oy" .
— ¡P e r o yo q ui e r o v e r m á s ! —i ns i s t o, i ncap az d e cap t ar l as p al ab r as , l as q ue s i e nt o e x t e r nas a m i p e r s ona.
—Y o S oy t od o —r e p i t e . C ont i nú a m i d e s e o d e e nt r ar al cí r cul o l um i nos o ub i cad o al m e d i o, q ue e s b l anco. I ns i s t o
nue v am e nt e e n q ue r e r v e r m á s al l á . Q ue r í a v ol v e r a s e nt i r l a s e ns aci ó n d e cuand o e nt r é al s ol . N o q ui e r o q ue d ar
af ue r a. F i nal m e nt e , no p ue d o e nt r ar .
C uand o v i aj e al s ol , l a v e z ant e r i or , no e s p e r ab a l o q ue i b a a s uce d e r . C r e o q ue s uce d i ó e n un m om e nt o e n q ue
no i m p or t ab a s i p od í a h ace r l o. S é l a r az ó n d e l p or q ué e s t a v e z no l o l og r é : e s t ab a p or f i and o e i m p oni e nd o m i
cur i os i d ad a l a e x p e r i e nci a.



P ara Á ng e l a l as e x pe rie ncias s ig u ie ron l l e g ando con m u ch a inte ns idad, l l e v á ndol a a re al iz ar com pos icione s
pl á s ticas de g ran b e l l e z a e irradiació n, pu die ndo é s tas conv e rtirs e e n v e rdade ras ob ras v is ionarias de infl u e ncia
b e né fica. E s u na b u e na pintora. P e ro, l o m á s im portante e s l o q u e re s u l tó e n trans form acione s inte rnas profu ndas
y s anadoras .

E x p e rie ncia 8
Prota g onis ta : Á ng e l a
P r i m e r o m e e ncue nt r o e n un l ug ar m uy h e r m os o, e n un l ug ar d e m uch a p az , d ond e h ay un s e r m uy l um i nos o
q ue no al canz o a d i s t i ng ui r . D e al g una f or m a, e s t e s e r l um i nos o, s i n t ocar m e l a m ano, m e cond uce h aci a un t ub o
q ue e s com o un e m b ud o ya q ue t i e ne una p ar t e m uy anch a q ue h aci a at r á s s e v a ang os t and o. E s d e un col or
v i ol e t a i nt e ns o e n s u i nt e r i or . M e d e j a al b or d e d e l t ub o. M e g uí a con f ue r z a, p e r o s i n t ocar m e , h as t a q ue m e
i nt r od uz co e n e s e t ub o. S i e nt o d e nt r o d e l t ub o e l r ui d o d e al as q ue ch ocan. S al e una p al om a i m p act á nd om e d e t al
f or m a q ue f í s i cam e nt e s al t o. E s t a e x p e r i e nci a m e t r aj o cas i a e s t a r e al i d ad . S i n e m b ar g o, v ol v í al e j e r ci ci o.
E s cur i os o, e l l ug ar q ue ob s e r v ab a e r a com o un ci e l o, p e r o v i ol e t a. D ond e m e e ncont r ab a e m p e z ó a e m e r g e r l a
T i e r r a. E s t ab a p e nd i e nt e d e oí r s oni d os o v oce s y e n e l i ns t ant e e n q ue e m p i e z a a s ur g i r l a T i e r r a, e s cuch o un
s oni d o f ue r t e , com o d e r up t ur a.
C ur i os am e nt e , no s e com p ad e ce con l a s uav i d ad d e l a e s ce na d e l p l ane t a e n e s a at m ó s f e r a v i ol e t a. Q ui e r o d e ci r
q ue e l r ui d o e r a d i s cor d ant e con l a e s f e r a q ue s ur g í a e n ar m oní a. A l t e r m i nar d e e m e r g e r , l os s oni d os d e s ap ar e -
ce n, t r ans f or m á nd os e e n una m ú s i ca m uy s uav e , no d e i ns t r um e nt os , no conoci d os al m e nos ... m uy e t é r e a, d e
i nt e ns a p az .
C om o ob s e r v ad or a, m e s i e nt o f ant á s t i ca. L os s oni d os m e h ace n p r e s e nt i r al g o com o una e x p l os i ó n, p or e l l o m i
e x t r añ e z a ant e l a s uav i d ad con q ue e m e r g e e l p l ane t a.
S ob r e e s t a e x p e r i e nci a no h ay conj e t ur as q ue h ace r . N i s ob r e e l acce s o a s oni d os i nd e s ci f r ab l e s al oí d o h um ano,
ni d e l os " e ncue nt r os s i d e r al e s " e nt r e l os p ar t i ci p ant e s . E s m á s , l o v e r d ad e r am e nt e i m p or t ant e ocur r e e n l o
i nv i s i b l e , s i n s e r p e r ci b i d o p or l os p r ot ag oni s t as , y q ue ob e d e ce a l as ó r d e ne s cr e at i v as d e acce s o q ue p e r m i t i e r on
e nt r ar a e x p e r i e nci as s up e r i or e s d e t onad or as d e l o q ue s e conoce com o " cam b i os cuá nt i cos " . E l l o e s i nd e p e nd i e n-
t e d e s i s e v e n o s e s i e nt e n l as i nt e r acci one s . A l g unos p ar t i ci p ant e s j am á s v i e r on o s i nt i e r on, s i n e m b ar g o, s us
cam b i os , p ot e nci aci one s y s anaci one s f ue r on not ab l e s .
L a i nt e nci ó n d e p ar t i r p r e s e nt and o e s t os e j e m p l os t e s t i m oni al e s ob e d e ce s ó l o a l a i nt e nci ó n d e s i t uar l a e x p e r i e n-
ci a e n e l cont e x t o cr onol ó g i co, d e s t acand o l o i m p or t ant e ant e s d e i nt e g r ar l o a us t e d , l e ct or , d i r e ct am e nt e a e s t as
av e nt ur as .
E n e s t e m i s m o cont e x t o s e i ns e r t an l os cas os s i g ui e nt e s . C ad a uno con s u p r op i a f ue r z a d e t r as ce nd e nci a,
d e s p e r t and o a l o " i nv i s i b l e " q ue cas i ya t r as p as a l os v e l os p ar a h ace r s e v i s i b l e e n una r e al i d ad q ue , t al v e z ,
s ob r e p as e con cr e ce s cual q ui e r e x p e ct at i v a i m ag i nad a p or nue s t r a m e nt e h um ana.
E s t a e x p e r i e nci a, p r ot ag oni z ad a p or una p i nt or a, m e r e ce t am b i é n s e r d e s t acad a p or e l r ot und o i m p act o q ue
p r od uj o e n s u f ut ur a cr e aci ó n p l á s t i ca. E n s u p r ob l e m á t i ca e x i s t e nci al e r a f und am e nt al l a d e s h um ani z aci ó n d e l
h om b r e , e x p r e s á nd ol a e n s us ob r as con g r an f ue r z a: col or e s v i ol e nt os . L o q ue d i r í am os , una t e m á t i ca d e
" ch oq ue " .

E x p e rie ncia 9
Prota g onis ta : A l e j a ndra
E j e rcicio: e ntre na m ie nto s e ns oria l
A l com e nz ar tu v e m ie do y re torné s in h ab e r e ntrado al pl ane ta de fu e g o. Lo inte nté de nu e v o, e nv u e l ta e n u n
s e ntim ie nto de v ictoria. D e s cu b rí q u e s u m e rg ié ndom e e n é l acce dí a m á s al l á de l fu e g o, al h ie l o, l o q u e m e cau s ó
u n as om b ro e x traordinario. D e s e ando pe ne trar m á s al l á , m e as om o a u n e s pacio donde g iran tre s "pl atos " o
"pl ataform as " de u n l u m inos o col or dorado y s ob re l os cu al e s s e m u e v e n s e re s de dis tinta de ns idad y col or.
E n e l prim e ro de e l l os , s itu ado ce rca de l h ie l o, h ab í a s e re s de "ag u a" de u na trans pare nte tonal idad v iol e ta
az u l ada. E l l os m e re firie ron q u e e ran s e re s de l e l e m e nto ag u a, y q u e e s ta ag u a e ra l a arm oní a e ntre e l h ie l o y e l
fu e g o, y q u e s u tare a e ra pu rificar a l os de l a s e g u nda pl ataform a. E s tos , a s u v e z , por s u propia radiancia v iol e ta
m á s inte ns a, ib an poco a poco ayu dando a l os de l a te rce ra pl ataform a, q u e s e m ov í an e n u na cie rta s om b ra y
s u yo col or os cu ro ib a poco a poco torná ndos e tam b ié n v iol e ta, e n l a m e dida e n q u e e l ag u a l os tocab a. Los de l a
te rce ra pl ataform a e ran e l ob j e tiv o principal de l a prim e ra pl ataform a.
A l e j andra e nte ndió , a trav é s de e s ta v iv e ncia, cu á l e ra e l orde nam ie nto natu ral q u e pe rm ití a l a cu ració n de l a
de s h u m aniz ació n, s e g ú n e x pl icó de s pu é s . A partir de e s e m om e nto s u s pintu ras irradiaron u na fu e rz a dis tinta,
l l e na de col or y m ov im ie nto. A l pre s e ntar m á s ade l ante u na nu e v a e x pos ició n, re cib e v al ios os com e ntarios ace rca
de s u s cu adros y s u te m á tica y, por s ob re todo, de l a atm ó s fe ra pos itiv a q u e l os e nv u e l v e .
A s í v an s u m á ndos e l os e j e m pl os q u e te s tim onian e l é x ito de l m é todo apl icado. E l propó s ito de l l ib ro e s de tal l arl os ,
s ó l o e n l a m e dida e n q u e l o v an condu cie ndo, poco a poco, a u s te d l e ctor, h acia l a m e ta propu e s ta: s u incorpora-
ció n al pu e nte de cone x ió n.



D e s pu é s de h ab e r concl u ido l os dos prim e ros cu rs os , l a com prob ació n de l a m u l tipl icidad de s u apl icació n
orde nadora y cu rativ a fu e cate g ó rica. Y u n te rce r y cu arto s e m inario fu e ron s ol icitados , e s ta v e z e n otra ciu dad.
E n e s a oportu nidad participaron g ru pos de pe rs onas de l as m á s div e rs as activ idade s , de s tacando u na m u j e r
e m pre s aria, u n j e fe de al ta g radu ació n de l a pol icí a, u na m ag í s te r e n idiom as , u n indí g e na atacam e ñ o de
com prob ada cal idad artí s tica y u n m é dico, ade m á s de e s tu diante s , du e ñ as de cas a, m ú s icos , e tc.
E s ta v e z m e re m itiré a m os trar l os cas os q u e pe rm itie ron v ariante s re s pe cto a l os ante riore s , s ob re s al ie ndo com o
e l m á s re v e l ador e l de l a profe s ora de idiom as .

E L E N C U E N T R O C O N E L Á N G E L
T atiana l l e g ó al g ru po cu ando ya s e h ab í an de s arrol l ado al g u nas s e s ione s . E ra tí m ida, cal l ada y con u na g ran
coraz a de prote cció n caracte riz ada por cie rta du re z a e n s u s m odal e s , j u nto al te m or de no l og rar nada, ni e n s u s
dib u j os —de cí a q u e s u h ij a de och o añ os pintab a m e j or q u e e l l a— ni e n s u s v is u al iz acione s , l as q u e s e ntí a
im pos ib l e s de cons e g u ir. S u propó s ito e ra l og rar dib u j ar y s al irs e u n poco de l a ru tina.
P oco a poco fu e av anz ando y s ol tá ndos e . C oope raron e n e l l o l os otros inte g rante s de l cu rs o, q u ie ne s l a apoyab an
con s im patí a. D e u n m om e nto a otro, e ntre "torpe s dib u j os " —com o e l l a l os cal ificab a— cada v e z m e j ore s y m á s
cre ativ os , tu v o s u s prim e ras v is ione s de l "otro e s pacio", l as q u e im pactaron profu ndam e nte s u s e r.
A l com e nz ar e l e j e rcicio corre s pondie nte a l a s e x ta fas e , "E ncu e ntro con e l Á ng e l ", s u com e ntario inicial fu e
e s cé ptico: "E l Á ng e l m e v a a tirar l as ore j as . Y o l o de j é com o a l os cu atro añ os ".
Mie ntras l os participante s h ace n s u s v is u al iz acione s s u e l o ob s e rv arl os , tratando de de te ctar e n e l l os l a re al idad de
s u s e x pe rie ncias . A s í l o h ice tam b ié n e s ta v e z , e s pe cial m e nte con T atiana. C u á l no s e rí a m i s orpre s a al v e r q u e
de s pu é s de u n ins tante de q u ie tu d s u s oj os e m pe z aron a v e rte r l á g rim as l as q u e fl u ye ron h as ta cas i final iz ar l a
e x pe rie ncia.
U n ape nas s u s u rrado "¡E x i s t e ! " fu e s u ú nico com e ntario l u e g o de conte m pl ar e l v ací o b as tante rato, s in pode r
re tom ar l a re al idad q u e l e circu ndab a al v ol v e r.
V al e l a pe na incl u ir s u te s tim onio tal cu al fu e g rab ado, e n u na oportu nidad pos te rior, cu ando ya h ab í a pas ado u n
añ o de e s a s u prim e ra e x pe rie ncia con s u Á ng e l .

E x p e rie ncia 10
Prota g onis ta : T a tia na
...L o p r i m e r o q ue ap ar e ci ó f ue una e s p e ci e d e h um o q ue s e m ov í a y s e d i l uí a e n e l e s p aci o... M á s ad e l ant e v i l a
i m ag e n com o d e un C r i s t o, con un m ant o, p e r o ab s ol ut am e nt e t r ans p ar e nt e . C uand o ap ar e ci ó p or s e g und a v e z l e
p r e g unt é có m o s e l l am ab a. " D r aco" , m e r e s p ond i ó . N o s ab í a l o q ue e r a ni q ue s i g ni f i cab a, as í q ue cons ul t é una
e nci cl op e d i a.
A h í s up e q ue e r a una cons t e l aci ó n.
P os t e r i or m e nt e s e g uí t r ab aj and o con e s a f as e y l e p e d í q ue s e m os t r ar a. L o q ue ap ar e ci ó f ue un f ond o, yo d i r í a d e
col or cr e m a cl ar o, l l e no d e d e s t e l l os b r i l l ant e s . M e d i j o: " E s o s oy yo" . A h í s up e q ue é s e e r a D r aco. E s a e s l a i m ag e n
d e f i ni t i v a q ue t e ng o d e é l .
M i r e acci ó n ant e e l e ncue nt r o f ue d e una e nor m e al e g r í a, p e r o no e s a t í p i ca al e g r í a h um ana. F ue una al e g r í a
m uch o m á s i nt e ns a e i nt e r na, d i f í ci l d e d e s cr i b i r ... ¡e x t r aor d i nar i a!
T atiana s e cone ctó de tal m ane ra q u e s u Á ng e l e m pe z ó a infl u ir e n e l l a, e n s u s activ idade s .
D e s p ué s d e s ab e r , d e h ab e r com p r ob ad o q ue e r a una cons t e l aci ó n —yo d e cons t e l aci one s no t e ng o i d e a, ad e m á s
q ue s oy una p e r s ona anal í t i ca y p ong o t r ab as d e t od o t i p o a e s t a cl as e d e e v e nt os —, al g o cam b i ó e n m í . S i n
e m b ar g o, no f ue s ó l o e s o. C uand o uno v a v i e nd o q ue l as r e s p ue s t as e s t á n m á s al l á d e l o m e nt al , s e d a cue nt a d e
q ue no e s una r e s p ue s t a p e r s onal , p r op i a, s i no d e q ue e s al g o q ue v i e ne d e s d e m á s al l á d e nue s t r a m e nt e . N o e s
h um ana. L o com p r ue b o cuand o s é q ue d e t od as m ane r as m i s r e s p ue s t as — m i r á nd om e al e s p e j o— s e r í an m uy
d i f e r e nt e s e i nf e r i or e s a é s as . Y o s oy p r of e s or a, y l o q ue m e i nt e r e s a m uch o e s b us car e l e q ui l i b r i o e n m í m i s m a,
p or q ue cons i d e r o q ue m i l ab or e s m uy i m p or t ant e , ya q ue p r e p ar o a s e r e s h um anos . Y m á s al l á d e l o q ue p ue d a
e ns e ñ ar l e s , q ui e r o q ue s u f or m aci ó n com o i nd i v i d uos s e a b ue na.
E x p l i co e s t o p or q ue , a r aí z d e e s t e cont act o con D r aco y g r aci as a s us cons e j os e i ns t r ucci one s , e l añ o p as ad o t uv e
e x ce l e nt e s cal i f i caci one s p e r s onal e s q ue j am á s m e l as e s p e r é . P or e l cont r ar i o, e s t ab a t e m e r os a p or no h ab e r
com p l e t ad o al g unos t r ab aj os . S i n e m b ar g o, m i s cal i f i caci one s f ue r on m á x i m as . A l g o p ar e ci d o m e ocur r e con e l
t i e m p o.
S i e m p r e and ab a at r as ad a. Y ah or a, s i p i d o q ue no p as e l a h or a, e l l o s e cum p l e . Y o s é q ue no l o m ane j o. ¿C ó m o
ocur r e q ue e l t i e m p o s e d e t e ng a s ó l o p ar a m í ? N o s e t r at a d e q ue v aya m á s r á p i d o e n e l aut o. M ant e ng o l a m i s m a
v e l oci d ad , p or q ue no m e g us t a cor r e r . N o m e p ue d o e x p one r : s oy m ad r e d e d os h i j as e s col ar e s y m e s i e nt o
r e s p ons ab l e d e m i f am i l i a. S i n e m b ar g o, ¡l l e g o e n e l m om e nt o p r e ci s o!
T od as l as cos as q ue h e p od i d o h ace r con l a ayud a o cons e j o d e D r aco s e cum p l e n a l a p e r f e cci ó n. A t r av é s d e é l s e
m e m os t r ar on m und os d e l e s p í r i t u y h oy e s t oy m á s ce r ca d e D i os , com o j am á s l o h ab r í a s oñ ad o ant e s .
H ay una ané cd ot a. Y o l e p e d í a s i e m p r e a D r aco q ue m e m os t r ar a s u m und o, q ue m e g us t ar í a i r y v e r l o. S i e m p r e
s e m e d e cí a q ue no, q ue e s p e r ar a, q ue no e r a e l m om e nt o.



N o ob s t ant e , i ns i s t í m uch as v e ce s . H as t a q ue un d í a m e aut or i z ó , s ó l o d e b i d o a m í p or f í a.


E m p e cé a t e ne r l a v i s ual i z aci ó n d e un m und o v e r d e , p or as í d e ci r l o. U n v e r d e i nt e ns í s i m o y con unos r ayos y
m ov i m i e nt os q ue t am b i é n e r an v e r d e s . Y f ue t an f ue r t e l a e x p e r i e nci a q ue m e as us t é y v ol v í . M e d i cue nt a d e q ue
e n r e al i d ad no e r a e l m om e nt o, no e s t ab a p r e p ar ad a aú n p ar a e s a e x p e r i e nci a. ¡E r a t an d i s t i nt o a t od o l o
h um ano q ue s e p ud i e r a p e r ci b i r , q ue no f ui cap az d e s e g ui r ad e l ant e ! E s p e r o al g ú n d í a e s t ar p r e p ar ad a
P ar a e l l o.
“ Mi h ij a de 8 añ os dib u j a m e j or q u e yo” , dij o T atiana al l l e g ar al cu rs o. T re s m e s e s de s pu é s , pintó s u prim e r
cu adro e x traí do de s u s v iv e ncias e n l os e s pacios de cre ació n s u pe rior.
S in ning u na condició n para e l dib u j o, V ictoria da u na s orpre s a.

V IA J E A V E N U S
C on re s u l tados e n l a prá ctica m e nos orde nados e n e l tie m po q u e e l cas o de T atiana, pe ro im pactante s e n s u
v iv e ncia, fu e l a e x pe rie ncia de V ictoria. P or m e dio de u na trav e s í a a trav é s de l u m b ral de l a pine al , a s u "A m é rica
inte rna", e l l a cons ig u ió l l e g ar nada m e nos q u e a V e nu s . U n "V e nu s " con e x is te ncia e n otra dim e ns ió n s u pe rior de
v ida, m á s al l á de nu e s tras pe rce pcione s de l e s pacio.
D e j e m os q u e e l l a l o e x pl iq u e .

E x p e rie ncia 11
Prota g onis ta : V ictoria
M e s e nt í g or d a, g or d a, m uy g r and e . N o s é s i m uy p e s ad a o s i n nad a d e p e s o.
P ar e cí a e s t ar h i nch ad a d e una m ane r a e x t r aor d i nar i a. N o p od í a v ol ar , aunq ue h ací a e l i nt e nt o. M e s e nt í a p ar t e
d e l m ar , p ar t e d e l ci e l o. P r e g unt é : ¿Q ui é n s oy yo? ¿Q ué h ag o aq uí ? Y l a r e s p ue s t a v i no d e i nm e d i at o: " T ú e r e s
t od o" .
L a s e g und a v e z q ue v ol v í v i un t ú ne l con una p e q ue ñ a l um i nos i d ad al f ond o. M e ace r q ué . E r a un oj o ub i cad o e n
s e nt i d o v e r t i cal , d e un ce l e s t e b r i l l ant e . M e i nt e r né e n é l y d i j e : " Y o s oy e l p od e r d e l a v i s i ó n" . Y d e r e p e nt e m e
e ncont r é s ob r e un s ue l o ce l e s t e , com o una e s p onj a: e s t ab a e n un e s p aci o l i b r e d e col or az ul .
— ¿Q ué e s e s t o?
—E s ot r o p l ane t a.
— ¿C ó m o s e l l am a?
—E s e l p l ane t a Vi ol e t a Ve nus .
—P e r o, e l s ue l o e s ce l e s t e .
—S í , p or q ue e s un s ue l o g as e os o.
— ¿P or q ué e s t oy aq uí ? ¿A q ué v i ne ?
—A conoce r , s ol am e nt e .
— ¿H ay m á s s e r e s aq uí ?
—S í , m uch os .
— ¿Y o e s t uv e aq uí ant e s ? ¿Vi v í aq uí ant e s ?
—S í .
— ¿U s t e d e s s on p ar t e d e m i f am i l i a? ( e s t o p or q ue s e nt í al g o m uy f ue r t e ) .
—S í .
D e s p ué s d e e s t o m e i nv ad i ó una al e g r í a m uy g r and e , p e r o m e z cl ad a con ot r o s e nt i m i e nt o q ue no s e p ue d e
e x p l i car . P ar e ci d o a l a nos t al g i a. S up e q ue t e ní a q ue v ol v e r , m e cor r i e r on l as l á g r i m as ( f í s i cam e nt e ) , s e nt í m uch o
am or y t od o f ue un s e nt i m i e nt o m uy ag r ad ab l e ... i nd e s cr i p t i b l e . L e s d i j e : " A d i ó s , p r ont o l os v ol v e r é a v e r " .
M i e nt r as t od o e s o s uce d í a no v i a nad i e , p e r o s é q ue e s t ab an ah í conm i g o" .
C uand o v ol v í , ya e n m i conci e nci a e x t e r na, m e d e cí a a m í m i s m a: " ¿P or q ué no h ab r é p r e g unt ad o e s t o o l o ot r o,
al g o m á s i nt e r e s ant e ? E n f i n.
N o h e v ue l t o a e s e l ug ar , p or q ue no m e l o h e p r op ue s t o. E s l a g r an f r us t r aci ó n v ol unt ar i a d e nue s t r a cond i ci ó n
h um ana l a q ue m e cue s t a v e nce r .
C uand o s e l e p r e g unt ó có m o af e ct ó s u v i d a e s t a e x p e r i e nci a, s e ñ al ó :
E s ya un " s ab e r " , un s ab e r f e h aci e nt e , una ce r t e z a. D e r e p e nt e uno p i e ns a " ¡D i os m í o s ant o, e s t ar é l oca! " . P e r o no
i m p or t a, i nm e d i at am e nt e v ue l v o a p e ns ar q ue no.
P or q ue e s a ce r t e z a no m e l a q ui t a nad i e .... Y o v i v í e s o y f ue m ar av i l l os o. Y cuand o m e d i j e r on q ue yo h ab í a
e x i s t i d o ah í no l o d ud é . N o t e ní a e s p aci o p ar a d ud ar . E r a as í . C om o una m e m or i a i nt e r na q ue h as t a ah or a no d e j a
d ud as .
S i al g ui e n m e h ub i e r a cont ad o una e x p e r i e nci a com o é s t a, e s p os i b l e q ue h ub i e r a p e ns ad o q ue e s t ab a l oca, p e r o
l a p az , l a f e l i ci d ad i nt e r na, e l am or q ue al l í s e s i e nt e e s s up e r i or a t od a e x p e r i e nci a aq uí e n e s t e p l ano, e n l a
T i e r r a, e n e s e m i s m o t i p o d e s e nt i m i e nt os , i ncl uye nd o e l am or f am i l i ar .
Y o am o a m i f am i l i a, l a am o p r of und am e nt e , p e r o e s d i s t i nt o a l a d i m e ns i ó n i nd e s cr i p t i b l e d e am or con m ayú s -
cul a q ue e x p e r i m e nt é . S i l os h om b r e s p ud i e s e n e x p r e s ar e s e s e nt i m i e nt o, l a v i d a aq uí s e r í a m uy d i s t i nt a. M uy
d i s t i nt a.



Vi ct or i a e s una d ue ñ a d e cas a am ab l e , i nt e l i g e nt e , con un g r up o f am i l i ar b i e n conf or m ad o. S u v i v e nci a f ue f ue r t e


y m ar có e n e l l a i nt e r r og ant e s s ob r e s u cap aci d ad d e am or q ue e l l a e x p l i ca e n e s t a r e f l e x i ó n:
E s t a e x p e r i e nci a r e f or z ó m i s e nt i d o e s p i r i t ual , m i cond i ci ó n y m i cam i no as ce nd e nt e e n e s e cam p o*.

L A PE R L A D E A M É R IC A
T R E S V E R S IO N E S PA R A U N A M IS M A T A R E A Y U N A C U R IO S A PR O F E C Í A
T re s m u j e re s , e n tre s l u g are s dife re nte s ; no s e conoce n e ntre s í . U na du e ñ a de cas a te cnó l og a e n al im e ntos ,
profe s ió n q u e no e j e rce . Otra, e s tu diante u niv e rs itaria. Y l a ú l tim a, tam b ié n e s tu diante , pe ro b u s cadora de u n
cam ino e s piritu al . E l l as v iv irá n u na e x pe rie ncia ú nica, donde s e e nl az ará n e n u na e s pe cial av e ntu ra q u e te ndrá
com o final u na tare a s ing u l ar: s al v ar u na g ig ante s ca pe rl a l u m inos a de s de e l fondo de l m ar para h ace rl a
e s pl e nde r e n l a h u m anidad y e l pl ane ta. P rim e ro fu e A l te s e q u ie n l o re l ata e n s u prim e ra e x pe rie ncia, e n e l cu rs o
inicial .

E x p e rie ncia 12
Prota g onis ta : A l te s e
C uand o d e s ce nd í al f ond o d e l m ar y t uv e q ue l l e g ar a l a cav e r na p ar a v e r q ué l a i l um i nab a, d e s cub r í una e nor m e
p e r l a i ncand e s ce nt e q ue e r a cus t od i ad a p or s e r e s a l os q ue no l og r ab a p e r ci b i r . S up e d e i nm e d i at o q ue m i t ar e a
e r a l l e v ar e s a p e r l a a l a s up e r f i ci e . M e v i t om á nd ol a, p e r o no s é s i l og r é cum p l i r m i m i s i ó n, aunq ue t uv e l a
ce r t e z a d e q ue e r a m uy i m p or t ant e h ace r l o.
V arias s e s ione s m á s ade l ante , e n otro e j e rcicio, e s ta v e z de l a te rce ra fas e :

E x p e rie ncia 13
Prota g onis ta : A l te s e
L l e g o a un l ug ar v i r g e n, m uy v e r d e , d e un v e r d e m uy i nt e ns o. U na g r an r ad i aci ó n f l ot a e n e l am b i e nt e . M e
ad e nt r o e n e s e e s p aci o. A l o l e j os v e o unos s e r e s d anz and o, una e s p e ci e d e d anz a r i t ual m uy h e r m os a. S on com o
i nd í g e nas , p e r o m uy ad e l ant ad os . Vi s t e n t e ni d as d e col or e s s uav e s y f l ot ant e s . A un cos t ad o s e l e v ant a una
e nor m e p i r á m i d e cuad r ad a, p ar e ci d a a l as d e l os m ayas . U na l ar g a e s cal i nat a l l e v a a un p or t al e n cuyo um b r al
una m uj e r m uy al t a, b e l l í s i m a, con una am p l i a s onr i s a y m uch a am ab i l i d ad — car act e r í s t i ca com ú n a t od os e s os
h ab i t ant e s —, e s p e r a m i l l e g ad a. M e ace r co. N ot o q ue * L a p i nt ur a q ue ap ar e ce e n l a p á g i na 4 9 —á ng ul o
i nf e r i or — cor r e s p ond e a e s t a e x p e r i e nci a.
E s t oy d e s nud a. S i n e m b ar g o, al l l e g ar a s u l ad o ap ar e z co v e s t i d a con al g o s i m i l ar a s u t ú ni ca, d e az ul z af i r o. C on
una nue v a s onr i s a y s i n p r onunci ar p al ab r a, m e i nv i t a a s e g ui r l a. N os ad e nt r am os p or g r and e s y l ar g os p as i l l os
i l um i nad os i nd i r e ct am e nt e ( nunca s up e d e d ó nd e v e ní a l a l uz ) . S i e nt o q ue d e s ce nd e m os h as t a l l e g ar a un l ug ar
ce nt r al . A l l í , s ob r e una s ue r t e d e al t ar , v e o una e s p e ci e d e " conch a" l um i nos a, v ací a, com o s i f al t ar a al g o e n s u
i nt e r i or .
C on un nue v o ad e m á n m e i nd i ca q ue d e b e m os s e g ui r : d e s ce nd e m os aun m á s y d e p r ont o m e e ncue nt r o f r e nt e a
unos s e r e s az ul e s d e e x t r añ a f or m a, p e r o m uy h e r m os os . E n e s e m om e nt o s i e nt o q ue t e l e p á t i cam e nt e m e i nf or m a
q ue e l l os m e g ui ar á n h as t a e l l ug ar d ond e d e b e r é r e al i z ar al g o p ar a ayud ar a e s e p ue b l o q ue ne ce s i t a ur g e nt e m i
coop e r aci ó n.
D e ci d o s e g ui r l os . Y as í l l e g o al océ ano. A l l í , e n un h ue co p r of und o e s t á ¡l a p e r l a q ue h ab í a e ncont r ad o e n m i
e j e r ci ci o d e l a v e z ant e r i or ! ¡N o p od í a cr e e r l o! E nt once s l a t om o y r e g r e s o h as t a e l al t ar , p ar a d e p os i t ar l a p e r l a
e n l a conch a. E n e s e m om e nt o t od o r e f ul g i ó e n un e nor m e r e s p l and or . S up e e nt once s q ue l a t ar e a e s t ab a
cum p l i d a. A h í r e i nab a g r an al e g r í a y s e nt í cant os d e g r at i t ud . M e d e s p e d í y r e g r e s é , s at i s f e ch a d e h ab e r cum p l i -
d o. A m á s de 1.50 0 k il ó m e tros de dis tancia y u n añ o de s pu é s , Marce l a re l ata s u propia e x pe rie ncia:

E x p e rie ncia 14
Prota g onis ta : M a rce l a
M e e ncont r é e n e l i nt e r i or d e l a cav e r na. A l l í h ab í a una e nor m e p e r l a i ncand e s ce nt e , l a q ue e r a cui d ad a p or s e r e s
l um i nos os . P ud e v e r , t am b i é n, q ue e s a no e r a l a ú ni ca p e r l a; h ab í a ce nt e nar e s , m á s p e q ue ñ as , p e r o i g ual m e nt e
l um i nos as . S e nt í q ue d e b í a t r ans p or t ar e s a p e r l a a l a s up e r f i ci e , p ue s , al h ace r l o, al g o i b a a cam b i ar e n l a T i e r r a.
M e p us e d e i nm e d i at o a t r ab aj ar p ar a h ace r l a t ar e a. C on e s f ue r z o l og r é l l e v ar e s t a e nor m e p e r l a a l a s up e r f i ci e y
al l í l a d e j é i l um i nand o. P e r o, al r e g r e s ar , v i q ue d e b í a h ace r l o m i s m o con t od as l as ot r as p e r l as q ue h ab í a e n l a
cav e r na. C ont i nué h aci é nd ol o, p e r o com e ncé a cans ar m e y a d e s e s p e r ar m e al p e ns ar q ue no i b a a p od e r cum p l i r .
¡E r an t ant as !
¡A l f i n t e r m i né ! Y ya no e r a d i f í ci l . M e l l e né d e al e g r í a cuand o s up e q ue l o h ab í a l og r ad o. ¡T od av í a s i e nt o e s a
al e g r í a, e r a e nor m e y m uy i nt e ns a, no com o l a al e g r í a d e aq uí ! , cue nt a M ar ce l a al r e p e t i r e s t e e j e r ci ci o e n l a
s i g ui e nt e s e s i ó n.
P ara I ng e l a e x pe rie ncia fu e u n cons tante de s afí o q u e incl u s o l l e v ó por m u ch os dí as e n e l pl ano fí s ico.

E x p e rie ncia 15



Prota g onis ta : Ing e


—T od av í a l l e v o p e r l as a cue s t as , no s é p or cuá nt o t i e m p o m á s .
E s e e ra s u com e ntario h ab itu al para q u ie ne s com partie ran con e l l a e l diario v iv ir y conocie ran de s u e x pe rie ncia.
S in e m b arg o, para e l l a e s to h ab í a cons titu ido u n h ito e x ce pcional q u e l a s itu ab a cada v e z m á s ce rca de u na
re al iz ació n conj u nta e s piritu al q u e u ní a dos u niv e rs os , e l fí s ico y e l inte rno. A l ig u al q u e Marce l a, e ran ce nte na-
re s l as pe rl as q u e te ní a q u e tras l adar.
T ie m po de s pu é s v iaj ó de v acacione s al P e rú . Y cu ando s u b í a a Mach u P icch u s e ntí a q u e l l e v ab a l as pe rl as para
de pos itarl as al l á . E s te s e ntim ie nto e ra inde pe ndie nte de s u pe ns am ie nto. D e m á s e s tá de cir q u e l as tre s de s conoc-
í an todo v í ncu l o ante rior con l as otras e x pe rie ncias .
¿Q u é m is te rios s e ocu l ta tras e s tas tre s accione s cas i s im u l tá ne as re al iz adas e n pl anos s u til e s , m á s al l á de l v e l o de
l a cre ació n h u m ana, e n e l cam po donde u niv e rs os cre ativ os infinitos e j e rce n s u propio acto cre ador, pe rfe cto,
am oros o? La re al idad e n nu e s tro e s pacio fu e q u e cada u na de l as tre s protag onis tas cre ció e n e x pe rie ncia,
e s pí ritu y coope ració n, ade m á s de u na m ayor concie ncia e n l o q u e s e re fie re a l a e x pre s ió n de l am or, s e g ú n e l l as
m is m as s e ñ al aron e n l a oportu nidad.
Má s ade l ante h u b o otras nu e v as e x pe rie ncias re l acionadas con e s ta pe rl a l u m inos a y de b e re s pare cidos . T am b ié n
s e v incu l arí an a l a fas e "A m é rica" y nu e v am e nte te m pl os pare cidos a l os de l os m ayas e m e rg e rí an para s e r
v is itados y cu m pl ir l as tare as de s acar y h ace r e m e rg e r o trae r cons ig o e s fe ras l u m inos as q u e de s te l l ará n e n u n
nu e v o m u ndo, s ie m pre con cu al idade s particu l are s e indiv idu al e s .
N o pu e do ce rrar e s te capí tu l o corre s pondie nte a l os re l atos e x pe rie ncial e s de l os prim e ros cu rs os s in contar l a
s ing u l ar as ociació n q u e e s tos ú l tim os cas os tu v ie ron con u n s u ce s o ocu rrido h ace m á s de 20 añ os , s ob re e l cu al
tu v e conocim ie nto e n l a oportu nidad.
S u ce dió e n V al paraí s o, e n l os m om e ntos e n q u e u n g ru po de e s tu diante s de l a E s cu e l a de A rq u ite ctu ra de l a
U niv e rs idad C ató l ica de e s e pu e rto re al iz ab a u na ce re m onia de ofre nda al océ ano, de pos itando, m ar afu e ra,
al g ú n ob j e to de s u propie dad q u e l e s fu e ra m u y q u e rido.
U na te s tig o ob s e rv ab a l a e s ce na de s de l a oril l a. P oco de s pu é s l e s e ntre g arí a u n m e ns aj e a u n par de e s os al u m nos
participante s . S e tratab a de u na m u j e r ce ntroam e ricana q u e h ab í a v iaj ado e s pe cial m e nte a C h il e con e l propó s ito
de b u s car a q u ie n com u nicarl e u na v is ió n s ob re A m é rica re l acionada con e l Océ ano P ací fico. A l e nte rars e de e s ta
activ idad u niv e rs itaria, de cidió h ace rl os partí cipe s de e l l o.
E s te e ra e l m e ns aj e :
" C uand o l a p e r l a d e l uz q ue h ab i t a l as p r of und i d ad e s d e l O cé ano P ací f i co s e a s acad a a s u s up e r f i ci e y s e a t ocad a
p or l os r ayos s ol ar e s , A m é r i ca e s p l e nd e r á e n l a L uz y s e r á g uí a. E l l o d e b e ocur r i r e n C h i l e " .
A s í m e l o contaron, e ntre incré du l os y as om b rados , l os de pos itarios de e s ta orig inal profe cí a, pe ro yo no l o
re cordé s ino h as ta de s pu é s de h ab e r re copil ado l as dos prim e ras e x pe rie ncias . N u nca m á s s u pe de e s a v iaj e ra
m is te rios a. T am poco h e v u e l to a v e r a l os q u e re cib ie ron e l m e ns aj e .
E n todo cas o, l o im portante de todos e s tos re l atos y e x pe rie ncias no radicó tanto e n l os arg u m e ntos ni as om b ros as
v iv e ncias , s ino e n có m o e l l as cons titu ye ron l os có dig os re v e l adore s de l os cam b ios cu á nticos q u e no pu die ron s e r
com pre ndidos ni e v al u ados por nu e s tro inte l e cto l im itado. Las im á g e ne s oní ricas re v e l aron l a s ab idu rí a de l s e r-
e ne rg í a q u e , u na v e z re cu pe rado e n s u v í ncu l o s u pe rior cre ativ o, fu e capaz de cre ar l ib re m e nte , m odificando,
pote nciando, e l e v ando y l ib e rando re s u l tados e n l o inv is ib l e e incom pre ns ib l e as í com o e n e l pl ano fí s ico, s in dar
cu e nta de e l l os a l a concie ncia e x te rna por no e x is tir pará m e tros de ide ntificació n.

C O N E L PA S O D E L T IE M PO E X PE R IE N C IA S E N E X PA N S IÓ N
R afae l l l e g ó a m is s e m inarios por s u s propios pie s pe s e a s u frir de s ida e n s u e tapa te rm inal . E l prim e r m il ag ro l o
h ab í a l og rado u n m é dico oncó l og o pe ru ano, cu ya e s pe cial idad e ra apl icar l as té cnicas de s ab idu rí a ch am á nica
j u nto con e l diag nó s tico y l a m e dicina tradicional . E s te profe s ional , ante s de e s tu diar, fu e re q u e rido por l a
antig u a h e rm andad inca a l a q u e pe rte ne cí an s u s padre s , donde s e l e pre paró e n l a s ab idu rí a s u pe rior de l os
ante pas ados , cu ando todav í a e ra u n niñ o.
G racias a s u tratam ie nto, e s te j ov e n h ab í a s al ido re cié n de s u s il l a de ru e das y, por l o tanto, de l e s tado de
pos tració n e n q u e s e e ncontrab a com o re s u l tado de u n proce s o ne u rol ó g ico com pl e j o.
C u ando l o v i apare ce r no pu de e v itar im pactarm e , pu e s s e m ov í a torpe m e nte y con e x tre m a dificu l tad; al
dirig irs e a m í para h ab l arm e , s u v oz e ra u n s onido q u e al arg ab a l as pal ab ras h as ta h ace rl as cas i incom pre ns ib l e s .
E n e s e ins tante m e pre g u nté s i s e rí a capaz de l og rar s u re cu pe ració n. D e m acrado y con g rande s oj e ras q u e
profu ndiz ab an s u m irada de s ol ada, l a incapacidad de u til iz ar s u b raz o de re ch o com pl e tab a u na im ag e n poco
al e ntadora.
E s te m é todo e s de au tom ae s trí a, por l o tanto nu nca h e de s confiado de s u e ficacia, s ino de q u ie ne s l o practican y
e n e s ta oportu nidad no du dé de é l (pu e s s u e s fu e rz o ya de m os trab a s u v al or) , s ino de q u e s u capacidad fí s ica tan
de te riorada pu die ra no acom pañ arl o e n s u propó s ito. D e cidí propone rl e u na s e s ió n indiv idu al u na v e z por
s e m ana, y as í com e nz ó u na de l as e tapas m á s im portante s q u e m e h a tocado e x pe rim e ntar e n l a prá ctica de e s ta
té cnica de activ ació n de l ce ntro pine al .



D u rante l as dos prim e ras s e s ione s , R afae l dio m u e s tras de u n g ran te s ó n, e ntre g á ndos e con cu e rpo y al m a a l os
e j e rcicios ; l a inm ov il idad de s u m ano de re ch a h ací a q u e l os dib u j os de s u s e x pe rie ncias fu e ran dis e ñ ados con s u
torpe m ano iz q u ie rda. E ra difí cil s oportar conte m pl arl o e n s u g ran e s fu e rz o por s u pe rar l os inconv e nie nte s
g e ne rados por s u e nfe rm e dad cas i incapacitante .
Me l l am ó profu ndam e nte l a ate nció n, e n l a te rce ra v e z q u e nos re u nim os , e l v e rl o l l e g ar con m á s de s pl ante —s i
e s q u e s e pu e de l l am ar as í — y oí rl o de cir con e m oció n: "¡Mira, tom a m i m ano de re ch a, e s tá cal ie nte y l a pu e do
m ov e r! " F u e ron l os prim e ros s ig nos q u e h ab l ab an de u na pos ib l e m e j orí a. A cau s a de m is s e m inarios de b í v iaj ar
fu e ra de C h il e y l o de j é con tare as du rante tre s s e m anas .
A l re g re s ar, e s pe rab a v e rl o l l e g ar com o l a ú l tim a v e z , con m á s de s pl ante y e ntu s ias m ado por s u s av ance s .
P e ro l a s orpre s a fu e m á s l e j os al v e r ace rcars e a u n j ov e n b u e nm oz o, m u y b ie n pl antado, h ab l ando cl aro con
pl e no dom inio de s u cu e rpo y s u s facu l tade s . N o te ní a nada q u e v e r con e l s e r q u e h ab í a conocido e s e prim e r dí a
de s u l l e g ada. Las e x pe rie ncias q u e h ab í a v iv ido, l a dis cipl ina q u e s e im pu s o para s e g u ir e l m é todo, y l a inte rac-
ció n con form as de v ida s u pe rior q u e l e e ns e ñ aron y g u iaron e n s u re cu pe ració n, j u nto a s u inq u e b rantab l e fe
h icie ron e l m il ag ro: l a cu ració n de finitiv a.
A l cab o de u n añ o s u pe de é l . H ab í a v iaj ado a E u ropa para v iv ir con s u h e rm ano; al l á s e h iz o l os e x á m e ne s de
rig or, l os q u e indicaron q u e nu nca h ab í a te nido s ida. D e nada v al ió e l s ab e r q u e e n e s e m is m o paí s s e iniciaron
l os tratam ie ntos cu ando l os e x á m e ne s dictam inaron e l m al , al e ncontrars e v is itando a s u fam il ia, ni l a confirm a-
ció n e n C h il e de l diag nó s tico a s u re g re s o. E n e l pre s e nte e s tá s ano, de finitiv am e nte s ano. T al com o é l l o dij e ra al
l l e g ar: m i propó s ito e s de m os trar q u e e l s ida pu e de s e r v e ncido, ¡yo l o v oy a h ace r! A s í ocu rrió . S u orde n cre ativ a
h ab í a s ido l anz ada con l a fu e rz a de l s e ntim ie nto m á s profu ndo y s u ce rte z a de l o inv is ib l e ab rió l a pu e rta para
cam b iar u n re s u l tado, tam b ié n, de s de l o inv is ib l e , al apl icar e l m é todo.

A C A D A U N O L O S U Y O
Me nos im pactante q u e l a s anació n de R afae l , pe ro no por e l l o m e nos im portante , re s u l tó l a e x pe rie ncia de Marí a,
q u ie n l l e g ó a l as s e s ione s adv irtie ndo q u e e l l a no podrí a pe rm ane ce r q u ie ta e n s u as ie nto, de b ido a u n dol or
cong é nito e n s u pie rna de re ch a. A l s e g u ndo dí a de s u s e x pe rie ncias s e ace rcó a contarm e q u e s e s e ntí a m u y
e x trañ a, pu e s de s de e l dí a ante rior e l dol or h ab í a de s apare cido y no s ab í a l o q u e e ra v iv ir s in é l . C on e l tie m po s e
acos tu m b ró y cam b ió s u v ida. ¿Q u é e v e ntos cre ativ os fu e ron m odificados de s de e s os cam pos de cre ació n
s u pe rior? N o l o pode m os s ab e r, l o im portante e s e l cam b io cu á ntico q u e s e ope ró e n e s e s e r, de j ando h u e l l as de
arm oní a y u na m e j or cal idad de v ida.
S in e m b arg o, s ab e m os q u e e s m u ch o m á s l o q u e pu e de aconte ce rl e a u na pe rs ona q u e pone e n prá ctica l a
re cu pe ració n de s u h e re ncia apl icando l as l e ye s u niv e rs al e s , no h e ch as por e l h om b re , a trav é s de l a au tom ae s trí a
y l a cone x ió n al orde n s u pe rior. T odo com ie nz a a e ntrar e n u n arre g l o pe rfe cto, de s de l a pe rs ona q u e e nq u is tan-
do e l dol or de l a rab ia para no de frau dar l a fam a de b u e n cará cte r g e ne ró nó du l os cance ros os q u e s anaron e n e l
m om e nto q u e s u cam b io cu á ntico pas ó por l im piar e s e as pe cto cre ativ o para re forz ar l a v e rdade ra arm oní a,
h as ta e s a m adre , cu yas h ij as ag rade ce n l a form a com o e l l a pas ó por e l cam b io de l a m u e rte , s in dol or y con
al e g rí a, de s pu é s de v iv ir u n cá nce r te rm inal . E l l as -m adre e h ij as - l l e g aron al cu rs o cu ando ya l a m am á e s tab a e n
u na e tapa av anz ada y s u frie nte . S u de cis ió n de partir h ab í a s ido tom ada, de todas form as , s e g ú n m e inform aron
s u s fam il iare s .

L A C A V E R N A M Á G IC A
E n e x pe rie ncias m á s re cie nte s , e ncontram os u n cas o q u e re v e l a l a pote ncia cre ativ a q u e de s ata l a cone x ió n con
proce s os s u pe riore s para infl u ir y g e ne rar re s u l tados e x itos os e n e l á re a de l a s al u d. E n e s ta oportu nidad, s e trató
de l a ayu da q u e u n padre dio a s u h ij a s al v á ndol e s u v ida.
S ab rina com e nz ó a s e ntirs e m al al re g re s o de u nas v acacione s e n e l cam po; te ní a l os tí picos s í ntom as de l re s frí o y
no q u is o darl e m á s im portancia. P e ro l os m al e s tare s fu e ron inte ns ificá ndos e a tal pu nto q u e de b ie ron re cu rrir a
u n ce ntro as is te ncial . E l diag nó s tico fu e cate g ó rico y de s piadado: h a s ido contag iada por e l v iru s de l "h anta". S e
s ab í a q u e no h ab í a cu ra para e s te fl ag e l o y l a pre ocu pació n cu ndió e n l a fam il ia.
S u padre , q u ie n h ab í a practicado e s ta té cnica h ací a ya u nos añ os , con re s u l tados de s anació n, e ntre otros , de cide
inte ntar e s ta v e z con l a fas e de l a cav e rna, e n s u pote ncia cu rativ a y h ace e l e j e rcicio re s pe ctiv o, l u e g o de
re g re s ar a cas a, e s a noch e , m ie ntras , e n l a cl í nica, s u h ij a s e de b atí a e ntre l a v ida y l a m u e rte .
U na v e z re s tab l e cidas l as re de s de cone x ió n, e iniciado e l v iaj e s e ns orial , dio l a orde n cre ativ a de ing re s ar a l a
cav e rna. S e v e l l e v ando e n b raz os a S ab rina; u na v e z e n e l inte rior e ncu e ntra a u nos s e re s , q u e é l re conoce com o
Mae s tros , q u ie ne s l e s ol icitan q u e de pos ite a s u h ij a e n u na e s pe cie de cam il l a il u m inada.
A nte s u s orpre s a l a v e de s apare ce r e n l u z , j u nto con l os Mae s tros . Lu e g o de u n tie m po, re apare ce n con S ab rina
q u ie n ya s e h a re s tab l e cido, al tie m po q u e l e indican re g re s ar, pu e s ah ora todo e s tará b ie n. A l dí a s ig u ie nte , m u y
te m prano v a a l a cl í nica a v e r a s u h ij a. A nte e l as om b ro de l os m é dicos , é s ta e s tab a fu e ra de pe l ig ro j u s tam e nte
de s de e s a noch e e n q u e , s in e x pl icació n, s al ió de l e s tado de g rav e dad e x tre m o e n q u e s e e ncontrab a s in q u e
h u b ie ra u na raz ó n apare nte para e l l o.
 


" S I M E D E J A S PA R T IR , S A N A R E M O S A M B O S "
N o h ay fó rm u l as ni v aticinios , todo de pe nde de cada u no, de e s e m ode l o ú nico e irre e m pl az ab l e q u e s om os e n
nu e s tro s e r -e ne r g í a, nu e s tra e x acta dim e ns ió n de v ida. D e nu e s tro contacto corre cto con l a s ab idu rí a cre ativ a
s u pe rior o div ina. S e acab an l as fronte ras , l as s e paracione s , e s a "m al l a" (aparie ncia) dol oros a q u e nu e s tro
l im itado pode r h a cre ado, ne g á ndos e l a al e g rí a de l a inm ane ncia m á s al l á de l tie m po y e l e s pacio.
La s ab idu rí a ch am á nica de l os pu e b l os ab orí g e ne s andinos conoce e l s ig nificado de l a cru z cu adrada con u na
pre cis ió n a toda pru e b a. P e rte ne ce a s u cos m og oní a, pe ro m á s al l á de todo e s o, l a cons ide ran com o l a e x acta
re pre s e ntació n de l s e r m anife s tado e n u n ins tante de l infinito q u e e s , re pre s e ntado ab s tractam e nte e n e l pu nto
ce ntral de l a cru z , no e x pre s ado e n e l pl ano fí s ico. E s u na com paració n v á l ida q u e re v e l a l a e x is te ncia de u na
v e rdad e s e ncial s u b yace nte e n todo rito o e x pe rie ncia m í s tica.
La poca intim idad q u e g e ne rab a e l am pl io e s pacio de l a s al a de confe re ncias de l a U niv e rs idad donde im partí e l
S e m inario al g u nos añ os atrá s , h ací a difí cil q u e nos conocié ram os m á s profu ndam e nte , al u m nos y profe s ora, y
e ntre e l l os m is m os . E l l o, u nido al h e ch o de q u e e s ta cl as e e ra dictada u na v e z por s e m ana, e n u n pe rí odo de
m e s e s , ag randab a l a b re ch a de u na com u nicació n m á s e fe ctiv a.
P or e l l o re s u l tó m á s im pactante e l h e ch o q u e s e die ran dos e x pe rie ncias s im il are s , s in cone x ió n de inform ació n o
inte rcam b io, e ntre dos protag onis tas q u e ocu pab an s itios opu e s tos e n e l re cinto. A l final iz ar u no de l os principa-
l e s e j e rcicios de e s ta té cnica, v i v e nir de am b os e x tre m os de l a s al a a dos m u j e re s q u ie ne s conv e rg ie ron e n m i
e s critorio, para com e ntar e m ocionadas s u s re s pe ctiv as v iv e ncias .
La prim e ra e n h ab l ar fu e u na s e ñ ora de u nos 40 añ os , q u ie n contó h ab e r pe rdido h ací a u nos die z m e s e s a s u h ij o
de 14 añ os , y q u e a partir de e s e m om e nto s ó l o u n tratam ie nto con drog as antide pre s iv as l a m ante ní a activ a. P or
s u parte , l a otra m u j e r, de u nos 70 añ os , s e apre s u ró a afirm ar, no s in as om b ro por l o q u e acab ab a de oí r, q u e
e l l a h ab í a pe rdido a s u e s pos o h ací a u n tie m po, y q u e tam b ié n e s tab a e n tratam ie nto con drog as antide pre s iv as .
C ontinu ó s u re l ato l a prim e ra m u j e r, s e ñ al ando q u e cu ando e s tab a e n l a parte cru cial de l e j e rcicio, v al e de cir, e n
e l inte rior de l a cav e rna (e l pu nto de infinito) , apare ció u na l u z de l a cu al e m e rg ió s u h ij o com o u n s e r l u m inos o,
m ante nie ndo s u as pe cto, pe ro infinitam e nte m á s h e rm os o, y re pre s e ntando u nos 18 a 20 añ os .
A nte s de q u e pu die ra s e g u ir con s u h is toria, l a otra s e ñ ora inte rru m pió e m ocionada para de cir q u e e l l a tam b ié n
h ab í a e ncontrado a s u m arido, e n s itu acione s s im il are s , corrob orando e l h e ch o de q u e s u aparie ncia e ra l a de u n
j ov e n de u nos 18 añ os , con m u ch a l u z y b e l l í s im o, a l a v e z q u e m ante ní a e l s e l l o de re conocim ie nto e n l o fí s ico
com o s u e s pos o.
Lo m á s re l e v ante de e s te par de cas os e s e l h e ch o q u e am b os s e re s s e apare ce n e n u na re al idad q u e no pu do s e r
pl anificada de ante m ano, e n form a im pre v is ta, cau s ando u n im pacto e m ocional profu ndo. C om o re s u l tado de
e s os e ncu e ntros , am b as m u j e re s fu e ron ig u al m e nte acog idas por s u s s e re s q u e ridos , q u ie ne s con g ran am or y
s ab ias pal ab ras l e s m os traron e l l u g ar al q u e pe rte ne cí an ah ora, q u e de h e ch o e ra e x traordinariam e nte b e l l o y
l u m inos o, indicá ndol e s q u e no de b í an s u frir por e l l os , pu e s s u dol or l os m ante ní a ape g ados a e s ta re al idad fí s ica,
im pidié ndol e s v iv ir l a pl e nitu d q u e l e s e s pe rab a y a l a q u e e l l as podrí an l l e g ar m á s ade l ante .
Le s e ntre g aron u na inform ació n s orpre nde nte q u e , s e g ú n am b as as e g u ran, no te ní an ide a, pu e s j am á s s e h ab í an
s iq u ie ra pre g u ntado s ob re l as inv e s tig acione s q u e s e h an h e ch o e n torno a l os q u e parte n o pas an por l a
e x pe rie ncia de m u e rte cl í nica. P or s e parado m anifie s tan s e r fe rv ie nte s cató l icas y h ab e r e s tado v iv ie ndo e l du e l o
tal com o s u e x pe rie ncia re l ig ios a l e s indicab a.
A l a s e m ana s ig u ie nte m e e s pe rab an a l a e ntrada de l a s al a. Las e x pe rie ncias com u ne s l as h ab í an ace rcado y s e
v e í a v e nir u na am is tad m á s ce rcana. C on e ntu s ias m o m e com u nicaron q u e a partir de e s e dí a no ne ce s itaron m á s
pas til l as antide pre s iv as y q u e s u s m é dicos re s pe ctiv os h ab í an q u e dado as om b rados ante s u re pe ntina re cu pe ra-
ció n. H as ta q u e l as de j é de v e r, tre s m e s e s de s pu é s , s u actitu d s e m antu v o inal te rab l e y l a al e g rí a v ol v ió a s u s
ros tros . "S ab e m os q u e e s tu v im os con e l l os , e s u na re al idad m á s inte ns a q u e é s ta, e s u na e x pe rie ncia tras ce nde ntal
q u e s ó l o pu e de s e r v iv ida, no e x pl icada", m e dij e ron.
C ada S e m inario m e de para nov e dade s , s ie m pre e x traordinarias . La v arie dad de e x pe rie ncias as í com o l os
ob j e tiv os cre ativ os con l os q u e s e e nfre ntan l os e j e rcicios de activ ació n h an ido ab rie ndo e l ab anico infinito de
pos ib il idade s de re s u l tados . E s tos v an de s de cam b ios de v ida, re cu pe ració n de pote ncias y ce rte z as , arre g l o de
s itu acione s financie ras , h as ta re ndir e x am e n de g rado con dis tinció n m á x im a s in h ab e r podido pre pararl o con
ante l ació n por im pe dim e ntos de ú l tim a h ora.

C A M B IA T U D IB U J O , C A M B IA T U V ID A
T am b ié n h e podido com prob ar có m o l os as pe ctos cre ativ os de l s e r m odifican b e né ficam e nte l os m is m os
e j e rcicios , aj u s tá ndol os a s u s ne ce s idade s por iniciativ a pe rs onal . U n e j e m pl o de e s to s e v iv ió cu ando u no de l os
participante s de cidió cam b iar l as re g l as de l j u e g o de s u v ida, a trav é s de l m apa de ru ta. E l l o no e s tab a conte m -
pl ado e n e l Mé todo. A l conoce r e l é x ito de s u e x pe rim e nto, otros cas os l e s ig u ie ron.
R u th h ab í a participado e n l as s e s ione s u nos m e s e s ante s cu ando s e pre s e ntó de im prov is o e n u no de m is
s e m inarios para com u nicarm e q u e q u e rí a dar te s tim onio de có m o l a prá ctica de l m apa de ru ta h ab í a cam b iado
l as s itu acione s e n e l pl ano fí s ico, e n form a tan drá s tica com o b e né fica.




P os e e dore s de u na e m pre s a fam il iar de pe ndie nte de u na m á q u ina indu s trial de proce de ncia e x tranj e ra, s u
s u s te nto financie ro s e condicionab a al corre cto fu ncionam ie nto de dich o e q u ipo. D e u n dí a a otro e s ta m á q u ina
s e de s com pu s o, ante l o cu al de inm e diato l l am aron al paí s de orig e n para q u e e nv iaran a u n té cnico e s pe cial iz a-
do, ya q u e aú n corrí a l a g arantí a, y e n C h il e no e x is tí an e s pe cial is tas .
P ara s u de ce pció n, l e s com u nican q u e no h ab í a pe rs onal dis ponib l e h as ta u n par de m e s e s , l o q u e s ig nificab a
parar l a fá b rica y de ah í e l pas o s ig u ie nte e ra l a q u ie b ra. P rim e ro v ino l a ang u s tia, e l b u s car s ol u cione s h u m anas ;
e s fu e rz os v anos y pre ocu pacione s inv adie ron e l h og ar de R u th .
E ntonce s de cide h ace r u n e x pe rim e nto con e l m apa de ru ta: cam b iar l a re al idad, cre ando u na b atal l a con e l
prob l e m a, q u e e l l a v e com o u n re s u l tado cre ativ o. E s pe cifica l a dificu l tad, l a col oca de trá s de l os drag one s y
com ie nz a a re du cirl a h as ta q u e cons ide ra q u e e s tie m po de arroj arl a b aj o e l pu e nte . E s ta tare a de m ora u n par de
dí as ; l a te rm ina e n l a m añ ana de l dí a q u e de b e ir a e s pe rar a u n parie nte q u e re g re s a de E u ropa, e n u n v u e l o de
tarde .
Y a de re g re s o a s u cas a, com e ntando l os incide nte s de l v u e l o, e l v iaj e ro l e cu e nta de s u e ncu e ntro con u n
norte am e ricano q u e h ab í a s u b ido e n B ras il y q u e , pe s e a l o de s ocu pado q u e v e ní a e l av ió n, s e s e ntó a s u l ado,
e ntab l á ndos e u n am ab l e diá l og o. A l l l e g ar a S antiag o l e pas ó u na tarj e ta con s u nom b re y u n te l é fono e n P u nta
A re nas , ciu dad a l a q u e s e dirig í a a pas ar u na s e m ana, por e fe cto de s u trab aj o. A l m irar l a tarj e ta s e dan cu e nta
de q u e e ra u n té cnico e s pe cial is ta e n l a m á q u ina q u e s e e ncontrab a de s com pu e s ta; tom an contacto te l e fó nico y é l
ace pta re v is arl a. A l cab o de u na s e m ana e l prob l e m a e s tab a re s u e l to. "Y o s é q u e no fu e cas u al idad; h e com prob a-
do e x pe rie ncial m e nte e s e orde n m arav il l os o q u e s e m u e v e de s de l o inv is ib l e , cam b iando l os re s u l tados e n e l
pl ano fí s ico. E s l a ce rte z a de u na v iv e ncia m á s re al q u e e s ta m is m a v ida", te rm ina dicie ndo. E s e te s tim onio s irv ió
para q u e otros s ig u ie ran s u e j e m pl o y nu e v os re s u l tados tu v ie ron l u g ar.

D E V U E L T A A C A S A
E n e l trans cu rs o de l as m ú l tipl e s e x pe rie ncias , al g u nos com ie nz an a cre ar pintu ras irradiante s , pintore s ya
cons ag rados m odifican s u s te m á ticas , y profanos q u e j am á s s e h ab í an atre v ido a dib u j ar l l e g an a participar e n
g rande s e x pos icione s . A pare ce n cu e ntos b e l l os y profu ndos , poe s í as irradiante s , core og rafí as m á g icas , m ú s ica
cu rativ a, e tc. E l ab anico s e ab re cada v e z m á s am pl io. T odo de pe nde de l as propias de cis ione s cre ativ as .
P e ro l as e x pe rie ncias q u e m e pare ce n m á s im portante s s on aq u e l l as q u e pe rm ite n e l contacto con form as de v ida
s u pe rior, a l as q u e re conoce n o de s cu b re n por prim e ra v e z , s ab ie ndo q u e cada v e z q u e ne ce s ite n e s e contacto
pu e de n v ol v e r com o l os v ie j os am ig os de s ie m pre , q u e e s cu ch ará n g u iará n y e ns e ñ ará n para u n m e j or y m á s
rá pido apre ndiz aj e cre ativ o. Los m ayore s cam b ios de v ida s e produ ce n e ntre e s os cas os , re s u l tando e n l a g ran
m ayorí a v e rdade ros m il ag ros .
La cons tante de todas e s tas e x pe rie ncias e s l a au to-m ae s trí a. N o h ay apoyos ni g u í as e x te rnos al s e r, s ol o s e e s tá
fre nte a s u infinito s u pe rior, cada v e z m á s ce rca, cada v e z m á s confiado, s in e rror, s in du das , s in m ie do, dando
pas o cada dí a con m á s fu e rz a al pode r de l A MOR . D e e s e am or s up e r i or q ue s e as p i r a d e s d e e l v í ncul o e ne r g é t i co
y s e e x p and e d e s d e e l s ol d e l ce nt r o car d í aco, conv i r t i e nd o al s e r e n e l h i j o p r ó d i g o com e nz and o s u r e g r e s o
d e f i ni t i v o a l a cas a d e l P ad r e . E s e l d í nam o car g ad o, e l e v ad o e n s u v ol t aj e p ar a cum p l i r s u m i s i ó n cr e ad or a.
Mu ch as v e ce s s e m e h a inv itado a q u e de m os tre m os cie ntí ficam e nte l os cam b ios q u e s e produ ce n a niv e l
ce re b ral , para dar u n apoyo m ayor a l a té cnica, pe ro nu nca h e ace ptado. La raz ó n e s q u e no e s ne ce s ario pu e s s u
é x ito s e b as a e n s u s re s u l tados . P e ro, por s ob re todo, porq u e e s te e s u n m é todo q u e s e s u s te nta a s í m is m o, m á s
al l á de l a com prob ació n de nu e s tra re al idad frag m e ntada a u n b aj o porce ntaj e de inform ació n, q u e ob l ig arí a a
e ncas il l ar l os cam b ios cu á nticos e n l a e s tre ch a re al idad de l o q u e conoce m os , l im itá ndol os .
E s te e s u n m é todo q u e v ie ne de l os cam pos cre ativ os s u pe riore s de l 10 0 % de l a capacidad ce re b ral , q u e s ie m pre
h a e s tado al al cance de l h om b re de dis tintas form as , adaptado al g rado de pre paració n de l s e r. C onv ie ne pone rs e
a dis pos ició n de e s as cl av e s s u pe riore s , s in e s tre ch e ce s inte rpre tativ as de e x pl icacione s parcial e s , para re cib ir l o
j u s to y ne ce s ario, de m odo q u e nu e s tras e x pe rie ncias de v ida s e ide ntifiq u e n al P l an U niv e rs al , arm ó nicam e nte , y
col ab ore m os de s de nu e s tra propia e x pe rie ncia al aj u s te de l pl ane ta, a l os proce s os có s m icos , s in trau m a ni
s u frim ie nto; por e l contrario, re cu pe rando l a h e re ncia q u e e s nu e s tra, para v iv ir, com o e n l os cu e ntos de h adas ,
con A MOR , e n F E LI C I D A D y P A R A S I E MP R E , e n l a re al idad s u pe rior q u e nos corre s ponde . T e rm inar con l a e te rna
nos tal g ia de l h om b re pe re g rinando por e s te pl ane ta. D ios no s e e x pl ica, D ios s e e x pe rie ncia.

E L L E C T O R S E IN T E G R A C O N O C IE N D O L A S C L A V E S
¿ PO R Q U É C O N T A C T A M O S S Ó L O PE R F E C C IÓ N Y A R M O N Í A ?
E l cí rcu l o e ne rg é tico q u e s e pone e n activ idad com o cons e cu e ncia de u na Le y u niv e rs al —l a de l u s o de l os rayos
có s m icos e n s u m á s al ta v ib ració n, com o s on l os col ore s l u m inos os de l arcoí ris —, m ode l a nu e s tro propio patró n
v ib ratorio e n cone x ió n a e s a m is m a fre cu e ncia, im pidie ndo, por l o tanto, toda otra cone x ió n o inte rfe re ncia. E s to
s e g e ne ra al pone r e n m anife s tació n u na orde n cre ativ a cu ya inte nció n e s ace ptar e s a s intoniz ació n. A h ora, s i e s e
patró n e ne rg é tico s e activ a v incu l á ndos e cons cie nte m e nte a l a F u e nte G e né rica, e l prog ram a s e com pl e ta (v e r
g rá fico N º 2) .



E l pode r de cal ificació n de l a e ne rg í a u niv e rs al q u e pos e e e l s e r h u m ano pu e de s e r de s cal ificativ o cu ando fij a s u
ate nció n e n l o de s tru ctiv o o dis cordante , au n cu ando pie ns e q u e e s s ó l o para pode r e l im inarl o. C on e l l o e ntra e n
u n proce s o de s intoniz ació n e n b aj a fre cu e ncia (l a de l e l e m e nto dis cordante ) y cae b aj o e l principio de cau s a y
e fe cto, q u e dando atrapado e n l a ru e da e ne rg é tica q u e l o com pone , l im itando s u capacidad de acie rto cre ativ o.
N u e s tro m ode l o e ne rg é tico u niv e rs al , com pre ndido nu e s tro v e h í cu l o fí s ico y nu e s tros cu e rpos s u til e s , e té rico,
e m ocional y m e ntal , pu e de fu ncionar de acu e rdo con l a fre cu e ncia q u e e l ij am os apl icar: l a h um ana o i m p e r f e ct a,
o l a e ne r g í a d i v i na.
P ara l a prim e ra, b as ta con s e g u ir l os e s q u e m as tradicional e s de : a u na cau s a s u e fe cto y, l u e g o, a l a e nfe rm e dad,
e l re m e dio. P e ro, para l a s e g u nda, l a pu e rta s ó l o e s tá ab ie rta al orde nar nu e s tros circu itos , s intoniz á ndol os
ade cu adam e nte .
N ue s t r a p ot e nci a act i v ad or a s e r e m i t e a cuat r o g r and e s cond i ci onant e s cr e at i v as :
* S e nt i m i e nt o *
* C al i f i caci ó n *
* Vi s ual i z aci ó n *
* A cci ó n *
A q u í nos de te ndre m os a pre cis ar al g u nas cos as . N u e s tro cu e rpo e m ocional e s nu e s tra re s e rv a de pode r. C u ando
e m itim os s e ntim ie ntos fu e rte s , s i e l l os s on dis cordante s s e m anife s tará n con col ore s tu rb ios , opacos , os cu ros
(ne g ros , roj os , g ris e s , café s , y v e rde s o az u l e s os cu ros , e tc.) indicando b aj as fre cu e ncias . E q u iv al e a l os tonos q u e
e m ite n l os ob j e tos e n u na h ab itació n e n pe nu m b ra. S i s on arm onios os , e m itire m os e ne rg í as con tonal idade s
pas te l , l u m inos as , (com o l as de l arcoí ris , o de l os col ore s e l e ctró nicos ) , s e ñ al ando fre cu e ncias e l e v adas . C om pa-
rab l e a l os col ore s radiante s e m itidos por l os m is m os e l e m e ntos a l a l u z de l s ol al m e dio dí a.
La g l á ndu l a pine al (o ce ntro pine al ) no pu e de s e r pote nciada de finitiv am e nte , h acie ndo s al tar e l s e l l o de l a
m e m oria ance s tral , s i no s e h a activ ado ante s nu e s tro p r og r am a or i g i nal de l a re d de e ne rg í a arm ó nica. Y e l l o e s
difí cil de cons e g u ir partie ndo de l a v ol u ntad cre ativ a h u m ana, pu e s s e ne ce s ita de l arg o al ie nto y pe rs e v e rancia,
com o ocu rre con l os yog u is e n e l Orie nte o de l s acrificio y l a dis cipl ina de v ocional , com o s u ce de con l os s antos
de Occide nte .
P e ro, s i ace ptam os trans form arnos e n "C opa" o "C á l iz ", para re cib ir e l g ob ie rno arm ó nico de l pode r cre ativ o
pe rfe cto de l P adre , de l a F u e nte G e né rica, por m e dio de s e ns ació n, pe rce pció n o v is ió n, e ntonce s no s ó l o s e
pote ncia l a pine al s ino q u e toda u na re d de e v e ntos "m il ag ros os " m e j ora nu e s tras cre acione s de v ida. E s te e fe cto
e s s ie m pre cre cie nte y e s tá de s tinado a pe rm ane ce r e n e l m om e nto e n q u e s u pote nciació n al canz a u na fu e rz a
v iv a s u ficie nte para de tonarl o. ¿P or q u é no inte ntarl o?
P ode m os acce de r de l as s om b ras a l a l u z . O s im pl e m e nte de j ar q u e l a l u z nos inv ada con s u pode r cre ativ o
ins tantá ne o y s in s om b ra. E s nu e s tra e l e cció n cre ativ a.
T e rm inada e s ta acl aració n, continu e m os con l o ante rior.
E ntram os , e ntonce s , a dirig ir cons cie nte m e nte nu e s tro s e ntim ie nto h acia aq u e l l o q u e q u e ram os l og rar. E v ide n-
te m e nte , v am os a de s e ar pe rfe cció n. Lu e g o, pone m os e n m ov im ie nto nu e s tro pode r de cal ificació n q u e e s
s im u l tá ne o y cons e cu e nte con e l s e ntim ie nto e m itido; e n e s te cas o h ay u n b u e n u s o de nu e s tra e ne rg í a. S i nu e s tro
s e ntim ie nto cre ativ o fu e ra dis cordante , de b aj a fre cu e ncia, nu e s tro pode r de cal ificació n s e rí a ne g ativ o, tradu -
cié ndos e e n u n m al u s o de nu e s tra e ne rg í a. D e e s tas dos condicione s de pe nde l o q u e v e ndrá e n m anife s tació n.
P e ns e m os q u e e l ig ió m anife s tar u na cu al idad. ¿P odrí a s e r l a b e l l e z a, por e j e m pl o? B ie n, ah ora q u e darí a v is u al i-
z arl a y e l l o ocu rre e n form a s im u l tá ne a con l as dos condicionante s cre ativ as ante riore s .
¿Le pare ce raro? R e cu e rde q u e e n e l capí tu l o "A pre ndie ndo a v iv ir con arte " m e ncioné u n e j e m pl o de acto
cre ativ o s im pl e y cotidiano donde q u e da m á s q u e cl aro l a s im pl e z a de e s ta m anife s tació n v is u al ins tantá ne a y s in
e s fu e rz o.
P or ú l tim o, de s e ncade nam os l a re al iz ació n a trav é s de l a acció n. E s ta pu e de s e r a trav é s de l a pal ab ra o de l g e s to,
cu ando s e trata de pl as m arl o e n e l pl ano fí s ico, para l o cu al s e ne ce s ita de l re corrido e s pacio-tie m po a trav é s de l
e s fu e rz o, de l de s pl az am ie nto, de l a re l ació n e ntre nu e s tras capacidade s y l as dificu l tade s q u e e x is te n e n e l pl ano
de ns ificado de l a m ate ria. O b ie n, de l s il e ncio cre ativ o q u e orde na de s de e l s e r-e ne rg í a, al s e r e ne rg í a, s in
ne ce s idad de l l e v arl o a m anife s tació n fí s ica, produ cie ndo e l re s u l tado e n form a ins tantá ne a pu e s no e ntra de ntro
de l as l e ye s q u e rig e n e s te s is te m a de m u ndo. P or e l contrario, e s tá e n l a ate m poral idad de l a m anife s tació n
cre ativ a s u pe rior q u e e s inm ane nte .
A partir de e s to te ne m os u na cre ació n e n m arch a... s ie m pre q u e s u s e nt i m i e nt o im pre s o te ng a l a i nt e ns i d ad
re q u e rida para pl as m arl a.
A h ora, cu ando e s ta cre ació n tie ne e l propó s ito de cone ctars e a u n ce ntro e ne rg é tico m ayor, com o e s l a F u e nte
G e né rica o A rq u e tipo U N O, de b e s e r condu cida a trav é s de l s e ntim ie nto de l A MOR .
E s te s e g e ne ra au tom á ticam e nte por l a ab s orció n de e s te fl u ido prov e nie nte de l a e ne rg í a P adre , e n u n proce s o de
inte racció n.
Mie ntras ins piram os ab s orb e m os e s te fl u ido q u e e s e l pode r cre ativ o m ayor de l u niv e rs o y l l e nam os nu e s tro
ce ntro cardí aco q u e s e e x pande com o u n s ol , copá ndos e con e s ta al ta fre cu e ncia inu ndá ndonos prim e ro a



nos otros para s e g u ir s u e x pans ió n il im itadam e nte , con ig u al inte ns idad, pu e s no e s tá l im itada a nu e s tro control
parcial . E s l a ú nica form a de cre ar e n pe rfe cció n y arm oní a.
R e s pe cto a l o q u e podrí a s e r u na cal ificació n ne g ativ a re s pal dada por u n fu e rte im pu l s o e m ocional , h ab rí a q u e
adv e rtir s ob re pos ib l e s de s e ncade nam ie ntos de v e rdade ros catacl is m os v ib ratorios , q u e incide n prim e ro e n q u ie n
l os e m ite , l u e g o e n e l ob j e tiv o, s i e s te h a s intoniz ado a trav é s de s u propio cam po e m ocional con e s as fre cu e ncias .
S i e l cam po e ne rg é tico de l pos ib l e re ce ptor e s de al ta y arm ó nica v ib ració n, h ace l as v e ce s de u n e s pe j o re fl e j ando
l a cre ació n, y e s de v u e l ta a s u orig e n con l a m is m a inte ns idad con q u e fu e e m itida. E n e s te cas o, e l e m is or s u fre
u na dob l e cons e cu e ncia: l a g e ne rada e n s í m is m o y l a q u e l l e g a de v u e l ta. T ris te m ane ra de apre nde r a cre ar
corre ctam e nte .
Q u ie n h a activ ado s u circu ito corre cto de cone x ió n con l a F u e nte g e ne ra e s e cam po l u m í nico de al ta fre cu e ncia
q u e re ch az a toda e ne rg í a de s cal ificada a s u cam po de orig e n. A l m is m o tie m po e l e v a todo acto cre ativ o cons tru c-
tiv o q u e s e e ncu e ntre e n s u e ntorno.
A l s intoniz ar nu e s tros circu itos con l os patrone s e ne rg é ticos de l os col ore s de l arcoí ris , no h e m os h e ch o otra cos a
q u e v incu l arnos a l a re d de pe rfe cció n de l P adre , cu yos patrone s v ib ratorios tie ne n l as tonal idade s e ne rg é ticas
m e ncionadas . P or otra parte , no h ay q u e ol v idar q u e l as e ne rg í as dis cordante s , com o ya h ab í am os v is to, e m ite n
col ore s tu rb ios y v iol e ntos q u e fá cil m e nte pu e de n de s e m b ocar e n e l ne g ro q u e indica b l oq u e os e ne rg é ticos ,
l l e g ando incl u s o a m anife s tar au s e ncia de fre cu e ncia.
H e aq u í l a cl av e fu ndam e ntal q u e as e g u ra e l é x ito por m e dio de nu e s tra cone x ió n con l a fu e nte de m á x im o
pode r q u e pu e de e l e v ar nu e s tro e q u ipo a s u v ol taj e ade cu ado, g ob e rnando l a e ne rg í a e n arm oní a y pe rfe cció n.
E s ta fu e nte g e né rica l a h e m os ol v idado h ace e one s de tie m po a cau s a de l a s ob e rb ia h u m ana q u e h a b u s cado
cre ar s u propio u niv e rs o de s pre ndido de s u fu e nte orig inal . P ara dars e cu e nta de e l l o, b as ta con m irar a nu e s tro
al re de dor: cu á ntos m onu m e ntos , cu á ntos h om e naj e s , cu á ntas conde coracione s a pe rs onaj e s il u s tre s , í dol os
m u s ical e s , artis tas , cie ntí ficos , e tc.; cu á nta adm iració n a l o q u e pu e de n re al iz ar al g u nos h om b re s ... ¿Y dó nde e s tá
e l h om e naj e y l a g ratitu d a l a F u e nte q u e l o pe rm itió y l e dio l as facu l tade s para pl as m ar S u cre ació n e n e s te
pl ano a cada u no de e l l os , y a todo?
R e fl e x ione s ob re e s to.
Y a e s t i e m p o d e cr uz ar e l p ue nt e ... con l as d e b i d as p r e cauci one s .
E s te j u e g o e s s u yo
P odrí a pe ns ars e q u e ace ptar e l conte nido de l as e x pe rie ncias re l atadas e s u n acto de fe . Y tal v e z l o s e a, s ie m pre
q u e s u com pre ns ió n de fe s e a l a q u e s e pos tu l a e n e s te l ib ro:
L a ce r t e z a d e l o i nv i s i b l e , l a e ne rg í a y s u s e v e ntos q u e m u e v e n al u niv e rs o, a u s te d, a l a T ie rra, q u e no s e v e , pe ro
cu yos re s u l tados s om os . Y e s l o q u e pode m os cam b iar, activ ando corre ctam e nte , de s de "l o inv is ib l e " l as l e ye s de
l a e ne rg í a q u e produ ce n l os cam b ios m ol e cu l are s ... l os m i l ag r os .
A P A R T I R D E A H OR A , E S T E LI B R O R E T OMA S U OB J E T I V O I N I C I A L, Q U E E S E L D E S E R V I S U A LI Z A D O Y
E X P E R I ME N T A D O. E N E L N O H A Y C ON T E N I D O I N T E LE C T U A L.
MI I N V I T A C I Ó N E S A S E G U I R S U LE C T U R A C U MP LI E N D O P A S O A P A S O S U S I N S T R U C C I ON E S H A S T A Q U E E S T E
D OC U ME N T O P A S E A S E R U N E S LA B Ó N D I R E C T O Y A C T U A N T E E N T R E S U MU N D O C R E A T I V O Y E L U N I V E R S O
S U P E R I OR Q U E E S T A D I S T A N T E D E U S T E D S OLO E N C U A N T O A S U OLV I D O.

E N E L PU E N T E : M A PA D E R U T A A V E N T U R A E N E L M U N D O D E L A S H A D A S D IN Á M IC A PR E PA R A T O R IA
F A S E I:
A h ora m i inv itació n e s form al . ¿Q u é l e pare ce s i inte ntam os introdu cirnos j u ntos e n l os pre parativ os de nu e s tro
prim e r v iaj e e n b u s ca de nu e s tra h e re ncia orig inal ?
P ara e l l o e s ne ce s ario q u e trace m os prim e ro u n m apa de ru ta. E s te cons is te , com o l o e s b océ al principio, e n u na
s ing u l ar av e ntu ra q u e de s e m b ocará e n re s u l tados s orpre nde nte s y q u e l e pe rm itirá de s cu b rir e n q u é condició n
e s tá para e m pre nde r l a m arch a, cu á l e s s e rá n l os m e j ore s cam inos y q u é prote ccione s de b e l l e v ar.
Le e ré u n cu e nto de h adas , o e n e s te cas o, u na l e ye nda ru s a. Las l e ye ndas s ie m pre tie ne n, al ig u al q u e l os cu e ntos
tradicional e s , u n tras fondo e s pe cial , m í tico, h is tó rico o iniciá tico. Y é s ta q u e h e e l e g ido e s e s pe cial m e nte
iniciá tica. T ie ne dos inte rpre tacione s , l as q u e l e re v e l aré u na v e z concl u ida l a av e ntu ra.
Le pe diré q u e s e conv ie rta e n e l protag onis ta de e s te cu e nto, q u e s e s u m e rj a e n é l . Y e s to v a e n s e rio. C u idado con
j u g ar a s e r pú b l ico, as u m ie ndo l a actitu d de l e s pe ctador de u na pe l í cu l a o de l e ctor de u na b u e na nov e l a. C l aro,
e s fá cil s al irs e de l pape l protag ó nico cu ando l as cos as s e pone n fe as , ¿v e rdad? N os de cim os "e s s ó l o u na pe l í cu l a o
im ag inació n de l au tor". R e cu e rde s ie m pre l a actitu d de l os niñ os e n s u s j u e g os , e l l os tie ne n u na g ran cl av e de
apre ndiz aj e e x itos o: s on s ie m pre protag onis tas e n l as av e ntu ras de s u s h é roe s .

E J E R C IC IO PR IM E R O
A nte s de com e nz ar, v am os a h ace r l os e j e rcicios pre v ios de re l aj ació n rá pida.
V is ua l iz a rá l a G l á ndul a Pine a l , u b icada e n e l ce ntro de l ce re b ro, com o u na e s fe ra o pe rl a incande s ce nte . Y por
s u s rayos l u m inos os , de aq u e l l os q u e s al e n por s ob re s u cab e z a, cone ctará con rayos arcoí ricos danz ante s ,
v e rtical e s , q u e l o u ne n a l a F u e nte G e né rica o A rq u e tipo U N O, m e diante u na orde n cre ativ a cons cie nte .



A h ora, u nie ndo e s ta prim e ra acció n a l a s ig u ie nte , dé l a orde n o s ie nta com o de e s a e s f e ra inca nde s ce nte
de s cie nde n h a s ta s u ce ntro ca rdí a co dos tona l ida de s : e l ros a y e l a m a ril l o. S ie nta al l í u n s ol e n e x pans ió n, donde
am b os col ore s , al te rnados , irradian infinitam e nte , al ritm o arm ó nico de s u re s piració n.
A l ins pirar s ie nta l a ab s orció n de l fl u ido prov e nie nte de l a e ne rg í a P adre , q u e e s e l pode r cre ativ o m ayor de l
u niv e rs o l l am ado A MOR . S ie nta q u e l o l l e na a trav é s de e s te s ol e n e x pans ió n, y al e x pirar, s ie nta com o irradia e n
ondas concé ntricas , s in e l e cció n ni ob s tru cció n, ab arcando e l pl ane ta e nte ro s i as í q u is ie ra.
Y a h a de tonado dos proce s os de inte racció n con l os proce s os cre ativ os s u pe riore s , m e diante l a activ ació n de l
patró n e l e ctró nico b as e de l prog ram a orig inal de nu e s tro e q u ipo: co n ex ió n con l a F ue nte G e né rica , y sin to n í a
con l a e ne rg í a m a dre o e ne rg í a de l A m or, donde s e re cog e , as im il a y e x pande e l fl u ido de l a cre ació n pe rfe cta
prov e nie nte de l P adre .
E m pie z a a s e ntir l o q u e u s te d e s com o s e r-e ne rg í a , re cu pe rado e n s u v í ncu l o orig inal . ¿V e rdad q u e e s m arav il l o-
s o?
V am os a u nir u na nu e v a orde n cre ativ a a l as ante riore s : s ie nta com o l os ra y os a rcoí ricos p a s a n p or s us b ra z os ,
h a s ta s a l ir p or l a y e m a de l os de dos , e n l a rg os ra y os de col ore s . H a pu e s to
E n m arch a l a re d de tran sf eren cia cre ativ a de s de l os cam pos de cre ació n s u pe rior, a nu e s tra e x pre s ió n cre ativ a
e n e l pl ano fí s ico.
S ellarem o s e s te circu ito de activ ació n de l a re d de e ne rg í a arm ó nica, s intie ndo com o u na e s piral v iol e ta e l é ctrico
l o e nv u e l v e v e rtig inos am e nte de s de l os pie s h as ta fu ndirs e s ob re s u cab e z a con l os col ore s danz ante s de l arco iris .
E s ta ú l tim a orde n de b e s e r re pe tida l as v e ce s q u e s e a ne ce s ario para m ante ne r l a u nidad v ib ratoria de l patró n
e ne rg é tico activ ado.
E n e s tos m om e ntos u s te d e s u n s e r-e ne rg í a l ib re y a rm ónico. La de ns idad h u m ana h a de s apare cido, por l o tanto
tam b ié n l as l im itacione s . ¿Q u é tal s e s ie nte ? ¿N ota l a dife re ncia e ntre l o q u e s ie m pre s e h a m ov ido y l o q u e ah ora
e s?
C ontinu e m os nu e s tra tare a. H ay q u e av anz ar por e l pu e nte . S in s al ir de l e j e rcicio y m ante nie ndo l a s im u l tane i-
dad de s u s activ acione s , v ue l v a a ce ntra rs e e n e l ce ntro p ine a l , re inte ns ificando e l pode r de s u l u z a trav é s de l
s e ntim ie nto de s u ocu rre ncia. D e e s ta m ane ra l a pote ncia.
S ie nta q u e g ira v e rtig inos am e nte h acia u n l ado inte ns ificando l a l u z de e s e h e m is fe rio ce re b ral , para de s pu é s
s e ntir q u e g ira h acia e l otro l ado inte ns ificando l a l u z de l h e m is fe rio corre s pondie nte . H a pu e s to e n s incroniz a-
ció n de coope ració n arm ó nica a am b os h e m is fe rios ce re b ral e s .
S u e s fe ra ce nte l l e ante v a a cam b iar, trans form á ndos e e n u n triá ng u l o l u m inos o. H a cone ctado l a re d e l e ctró nica
p ine a l -p ituita ria y al g o nu e v o s e h a accionado e n e l s e r q u e e s u s te d. S e h a com e nz ado a ab rir e l portal triang u -
l ar q u e da e ntrada a l os "e s pacios m orfog e ne rativ os " o cam pos de cre ació n s u pe rior il im itados , a l os q u e poco a
poco irá acce die ndo. C on e l l o, s u patró n có s m ico s e rá activ ado h as ta al canz ar l os niv e l e s de re cu pe ració n de e s e
m ode l o.
D e u s te d de pe nde rá q u e e l l o ocu rra. O s e a, de cu á nto y có m o l o practiq u e , s ab ie ndo q u e s u e fe cto e s s ie m pre
cre cie nte .
S i u s te d q u ie re , aq u í pu e de de te ne rs e y de j ar e s ta e x pe rie ncia com o atis b o a l a s e ns ació n m arav il l os a de s e r-
e ne rg í a e n l ib e rtad y h ab e r com prob ado q u e e x is te otra arm oní a, otro e s tar, m á s pe rfe cto q u e l o e x pe rim e ntado
e n s u v ida fí s ica. P e ro s i e s tá dis pu e s to a s e g u ir, l e re com ie ndo q u e inicie l a av e ntu ra.
N O S A D E N T R A M O S E N E L PU E N T E
E J E R C IC IO S E G U N D O
E s tá s itu ado ante e s e triá ng u l o de l u z q u e form a e l portal , e n cu yo inte rior s e ab re u n e s pacio infinito. E s e l
e s pacio donde l a m e nte -am or cre adora de l P adre fl u ye pe rm ane nte m e nte . E s e l u niv e rs o de l o no aú n m anife s ta-
do.
H a l l e g ado e l m om e nto de l anz ars e a e s e infinito cre ador q u e l o e s pe ra, s in im pone rs e . ¿S ie nte te m or? E s natu ral .
U s te d no h a s ido e l ú nico. S e h a acos tu m b rado de m as iado tie m po a s u e s tado actu al .
C u ando h a activ ado l a re d orig inal de cone x ió n y s intoní a, nada infe rior a l a pe rfe cció n cre ativ a s u pe rior pu e de
afe ctarl e . E s té s e g u ro de e l l o. C on l a prá ctica, l l e g ará e l m om e nto e n q u e s e dará cu e nta de e s ta v e rdad.
¿E s tá l is to? P u e s , ade l ante . A partir de e s te m om e nto e s s u propia y orig inal e x pe rie ncia l a q u e com ie nz a a v iv ir.
S u m é rj as e e n e l e s pacio com o e l s e r-e ne rg í a q u e e s ah ora y dé j e s e l l e v ar. Lo q u e e ncontrará s e rá l o de s conocido:
form as , m ov im ie ntos , col ore s y e ne rg í as apare ce rá n a s u pas o.
S itu acione s q u e podrá n as om b rarl o por l o e x traordinarias , com o pu e de s e r e l h e ch o de q u e todo l o q u e im ag ine
s e a b orrado para s e r re e m pl az ado por l o q u e m ora e n e s e á m b ito.
E s pos ib l e q u e e n u n principio s ó l o fl ote y s ie nta s e ns acione s dife re nte s , pe ro no de s e s pe re . Lo m á s im portante e n
e s te e j e rcicio e s pe rm ane ce r tranq u il o, s in ans ie dad, s in e s pe rar v e r al g o; s in e x pe ctativ as ni com paracione s . H ay
q u e e s tar ab ie rto y al e rta. C om o u n niñ o e x pl orando e s te u niv e rs o .Los h a ob s e rv ado E l l os ne ce s itan inte g rars e
rá pidam e nte a e s ta re al idad cre ativ a y de b e n apl icar toda s u s ab idu rí a inte rna para adaptars e s in g rande s rie s g os .
S on com o u n te l ó n e n b l anco, re cib ie ndo e n u n pre s e nte pe rm ane nte todas l as nu e v as g rab acione s de s u s
e x pe rie ncias . S i s e cae no raz ona ni anal iz a por q u é ocu rrió e s e pe rcance o e n q u é s e trope z ó , s ó l o e x pe rim e nta
s u dol or, s e cons u e l a y s e rá b as ta e l pró x im o porraz o. S i s e de dicara a anal iz ar s u caí da, e s tu diando l a pie dra



donde trope z ó , v e rí a tantas otras de l ante s u yo com o pos ib l e s rie s g os , q u e s u s te m ore s l o h arí an de s e ch ar l a
pos ib il idad de cam inar cons ide rá ndol o u n pe l ig ro, y por l o tanto de te ndrí a s u av ance de apre ndiz aj e . S e rá l a
e x pe rie ncia ob te nida de e s e e v e nto l a q u e e s tim u l ará s u apre ndiz aj e , al l e v antar e s pontá ne am e nte s u pie cu ando
s ie nta u n e s col l o apare ce r e n s u cam ino.
¿H a v is to cu ando u n niñ o "trata de " s u b irs e a u n s il l ó n? P u e s b ie n, no e s tá tratando, s im pl e m e nte s e e s tá s u b ie ndo
al s il l ó n. S i l e re s u l ta o no, v a a de pe nde r de s u s capacidade s adq u iridas , tal v e z m e diante e x pe rie ncias ante riore s .
S om os nos otros l os adu l tos q u ie ne s ya h e m os adq u irido e l e s q u e m a de l a dificu l tad q u e nos h ace "tratar de ", l o
q u e im pl ica pos ib il idad de fracas o, por l o tanto s e ntim ie nto de du da.
E n re s u m e n, no com para, no anal iz a, v iv e e l pre s e nte , os a y actú a... e x pe rim e nta pe rm ane nte m e nte y s e
com prom e te e n s e ntim ie nto con cada e v e nto q u e ocu rre e n s u v ida para de s e ch arl o e n e l s ig u ie nte .
H ay q u e e s tar ab ie rto y al e rta. ¿R e cu e rda, cu ando niñ o, s u prim e ra e x pe rie ncia fre nte al te l ó n e n b l anco de u n
cine m ie ntras e s pe rab a q u e com e nz ara l a "pe l í cu l a", s in com pre nde r có m o e l l o ocu rrí a?
P u e s b ie n, s u actitu d de b e s e r s im il ar. E l l o facil itará s u e x pe rie ncia.
" D E C IE R T O O S D I G O : E L Q U E N O R E C I B A E L R E I N O D E D IO S C O M O U N N I Ñ O , N O E N T R A R A E N E L " ( L u c a s 1 8 ,1 7 )
La v is u al iz ació n s e l og ra e n cu anto e l s e ntim ie nto ace pta l a re al iz ació n de l h e ch o. P oco a poco l a v is ió n inte rna s e
h ará e x te ns ib l e a l a pe rce pció n e x te rna. N o h ay q u e pre ocu pars e de e l l o e s pe cial m e nte . R e cu e rde s ie m pre q u e l o
im portante e s l a fu e rz a de l s e ntim ie nto e n l a orde n cre ativ a, y e l h e ch o q u e l a v is u al iz ació n e s ins tantá ne a, y s in
e s fu e rz o.
P e rm ane z ca e n e s e e s pacio h as ta q u e s ie nta o apare z can l os prim e ros re s u l tados . Lu e g o, re g re s e a s u u niv e rs o
h ab itu al y proce da a re produ cir e n e l pape l , con tiz as de col ore s o l á pice s -pas te l g ras o, u na im ag e n l o m á s
pare cida pos ib l e a aq u e l l o q u e pe rcib ió . E s te e j e rcicio e s im pre s cindib l e para pl as m ar e n e s ta re al idad l as
e x pe rie ncias e ne rg é ticas s u pe riore s , a fin de q u e com pl e te e n u s te d e l circu ito de inte rre l ació n e infl u e ncia.
T am b ié n e s im portante para q u ie ne s conte m pl e n e s tos col ore s y form as , ya q u e re cib e n l as radiacione s y
fre cu e ncias prov e nie nte s de e s os cam pos de cre ació n s u pe rior, b e ne ficiá ndol os .
S u e l e s u ce de r q u e cu e s te tras pas ar l a b arre ra inte rdim e ns ional , ya s e a porq u e l a ob s tru ye n v e l os o pl anos
os cu ros . S i e s e e s e l cas o, u s e l os col ore s de l arcoí ris com o v e rdade ros rayos l á s e r pe rforando e s as b arre ras por
m e dio de u na orde n cre ativ a e s pe cí fica, h as ta q u e l a l u z de l otro l ado s e m anifie s te .
E s im portante h ace r e s tos e j e rcicios con l u z , s al v o cu ando l o h ag a al irs e a dorm ir. R e com ie ndo e s pe cial m e nte
h ace rl o al g u na v e z , e n pl e no m e diodí a con e l ob j e to de com prob ar l a inte ns idad de l a l u z q u e e m ite e l s e r-
e ne rg í a e n re l ació n a l a m ayor inte ns idad de l a l u z s ol ar e x te rior. E n e s a oportu nidad ab ra l e ntam e nte l os oj os ,
q u e dará s orpre ndido.
A l g u nos e x pe rim e ntadore s de l o q u e l l am an "prá ctica de l te rce r oj o" —u na de l as infinitas capacidade s de l a
pine al — acons e j an e s tim u l ar e s te ce ntro a os cu ras , b as á ndos e e n e l m ayor acce s o a pe rcib ir s u s col ore s , o a q u e
dich a g l á ndu l a s e g re g a s u h orm ona de l a m e l atonina cu ando l a pe rs ona du e rm e , atrib u yé ndol o tam b ié n a u n
am b ie nte care nte de l u z . E l l o, u nido a l a no pre paració n de cone x ió n de l as re de s orig inal e s de al to v ol taj e
condu ce a ince ntiv ar v iv e ncias fe nom é nicas , l o cu al no tie ne u na u til idad re al du rade ra, ade m á s de cons titu ir u n
rie s g o de contacto con e s fe ras infe riore s de m anife s tació n as tral , orig inando a v e ce s e x pe rie ncias de s ag radab l e s .
E n nu e s tro cas o, l as activ acione s de l ce ntro pine al s on de e s pe ctro infinito y s ó l o de al tas fre cu e ncias , incl u ye ndo,
e ntre otras , l a activ ació n de l "te rce r oj o", q u e e s s ó l o u no de l os as pe ctos de e s ta g l á ndu l a y s e conoce com o l a
V is ió n T otal S u pe rior.
B ie n, v ol v am os a l o nu e s tro. U s te d ya tie ne a s u h ab e r u na prim e ra e x pe rie ncia. ¿Q u é tal l e fu e ?
S i tie ne oportu nidad, cu é nte s e l o a al g u ie n q u e com parta con u s te d e s tas e x pe rie ncias . E s im portante re l atar o
com partir e l e v e nto. S i no tie ne con q u ié n h ace rl o, e s crí b al o (ade m á s de e l ab orar s u s dib u j os ) .
Ll e g ó e l m om e nto de acom odars e y, s in ne ce s idad de v ol v e r a h ace r s u e j e rcicio b as e , dis pó ng as e a pe ne trar e n
l os paraj e s m á g icos donde trans cu rrirá n l as av e ntu ras de I V Á N E L C A MP E S I N O Y LOS T R E S D R A G ON E S . E s u na
l e ye nda ru s a m u y e s pe cial . R e cu e rde : u s te d e s e l protag onis ta, pu e de e s cog e r u n pe rs onaj e o s e r e l actor
principal , o l os drag one s , s i q u ie re , ¿có m o s ab e s i no s on tan m al os com o pare ce n? E n re s u m e n, e s l ib re de v iv ir
s u pape l protag ó nico com o l e pl az ca.
C ue nt an q ue h ace m uch os , m uch os añ os , v i v í an e n t i e r r as l e j anas d os anci anos q ue t e ní an t r e s h i j os . E l m e nor s e
l l am ab a I v á n. Vi v í a l a f am i l i a aq ue l l a s i n conoce r l a p e r e z a y t r ab aj ab a d e s ol a s ol . A r ab a y s e m b r ab a e l t r i g o.
C i e r t o d í a, s e cor r i ó p or e l cont or no l a m al a nue v a d e q ue un d r ag ó n m al d i t o s e d i s p oní a a i nv ad i r aq ue l l as
t i e r r as p ar a e x t e r m i nar a t od os s us h ab i t ant e s y ar r as ar con t od as l as ci ud ad e s y p ue b l os . U na g r an p e na i nv ad i ó
a l os anci anos . L os h i j os m ayor e s s e ap r e s ur ar on a cons ol ar l os :
—N o s e af l i j an, q ue r i d os p ad r e s , nos ot r os i r e m os e n b us ca d e l d r ag ó n y p e l e ar e m os h as t a d ar l e m ue r t e . I v á n s e
q ue d ar á con us t e d e s p ar a ayud ar l e s . E l e s m uy j ov e n p ar a e s t as b at al l as .
—D e ni ng ú n m od o —i r r um p i ó I v á n— no v oy a q ue d ar m e e n cas a e s p e r and o v ue s t r o r e g r e s o. Y o t am b i é n v oy a
com b at i r al f am os o d r ag ó n.
L os anci anos com p r e nd i e r on q ue s e r í a i nú t i l i nt e nt ar d i s uad i r l o, as í q ue d i e r on a l os t r e s h i j os s u b e nd i ci ó n.
T om ar on l os h e r m anos p e s ad as e s t acas , s e e ch ar on al h om b r o s e nd os z ur r one s l l e nos d e p an y s al , m ont ar on e n
b ue nos cor ce l e s y s e p us i e r on e n cam i no.



L l e v ab an ya m uch os d í as cab al g and o cuand o s e e ncont r ar on con un anci ano q ue l os s al ud ó am ab l e m e nt e ,


p r e g unt á nd ol e s q ué cam i no l l e v ab an. L os h e r m anos r e p l i car on q ue i b an a com b at i r al d r ag ó n, p ue s e r a
ne ce s ar i o d e f e nd e r l a t i e r r a nat al .
—N ob l e caus a l a v ue s t r a —s e ñ al ó e l v i e j o— p e r o ¿p i e ns an com b at i r con e s as e s t acas ? P ar a l a b at al l a q ue l e s
e s p e r a ne ce s i t ar á n e s p ad as d e f i no ace r o.
— ¿Y d e d ó nd e s acar l as ab ue l o? —p r e g unt ar on l os h e r m anos .
— S i g an d e r e ch o, am i g os , y l l e g ar á n al p i e d e una m ont añ a m uy al t a. S ú b anl a. E n s u ci m a h ay una cue v a m uy
h ond a, cuya e nt r ad a l a ci e r r a una e nor m e p i e d r a. R e m ué v anl a, e nt r e n e n l a cue v a y e n e l l a e ncont r ar á n l as
e s p ad as q ue ne ce s i t an.
L os h e r m anos d i e r on l as g r aci as al cam i nant e y s i g ui e r on al p i e d e l a l e t r a s us i ns t r ucci one s .
U na v e z e ncont r ad as l as ar m as d e nt r o d e l a cue v a, e s cog i e r on t r e s b ue nas e s p ad as y p r os i g ui e r on s u cam i no,
ag r ad e ci d os d e l anci ano q ue t an b ue n cons e j o l e s d i e r a.
T r as m uch os d í as d e cam i no, l l e g ar on a una al d e a. E n s us al r e d e d or e s no s e v e í a un s e r v i v o.
T od o p ar e cí a q ue m ad o y d e s t r ui d o. S ó l o q ue d ab a e n p i e una p e q ue ñ a i s b a*. L os h e r m anos e nt r ar on e n e l l a y
v i e r on t e nd i d a, e n l o al t o d e l h or no* a una anci ana q ue s e q ue j ab a am ar g am e nt e . E l l a l e s cont ó q ue h ab í a s i d o l a
ú ni ca q ue q ue d ó con v i d a, p ue s e l d r ag ó n h ab í a ar r as ad o con e s e l ug ar .
L os h e r m anos l e e x p l i car on q ue e l l os i b an al r í o S or d i na a b at i r s e con e l d r ag ó n e n e l p ue nt e d e l S auco.
—N ob l e caus a l a v ue s t r a —s e ñ al ó l a anci ana, y l os i nv i t ó a p as ar l a noch e e n l a cab añ a.
* I s b a: ch oz a o cab añ a ru s a.
* Los l e ch os de l as cas as cam pe s inas s e arm an s ob re l os h ornos para m ante ne r e l cal or e n l os tie m pos de inv ie rno.
A l d í a s i g ui e nt e s e l e v ant ar on m uy t e m p r ano y r e anud ar on s u cam i no. L l e g ar on p or f i n al r í o S m or od i na, al
p ue nt e d e l S auco. A m b as or i l l as e s t ab an s e m b r ad as d e e s p ad as y ar cos h e ch os p e d az os y p or t od as p ar t e s s e v e í an
h ue s os h um anos .
L os h e r m anos e ncont r ar on una i s b a v ací a y al l í s e cob i j ar on p ar a e s p e r ar at e nt os l os acont e ci m i e nt os .
—E s t am os e n t i e r r a e x t r añ a y d e b e m os and ar al e r t a p ar a oí r l o y v e r l o t od o, h e r m ani t os — acons e j ó I v á n—
m ont e m os l a g uar d i a p or t ur no, p ar a q ue e l m al d i t o d r ag ó n no cr uce e l p ue nt e d e l S auco.
E n l a p r i m e r a noch e m ont ó g uar d i a e l h e r m ano m ayor . R e cor r i ó l a or i l l a y ob s e r v ó e l r í o.
T od o e s t ab a t r anq ui l o, no s e v e í a ni e s cuch ab a nad a. T e r m i nó p or acos t ar s e al p i e d e un s auce y s e s um i ó e n un
p r of und o s ue ñ o.
I v á n yací a e n l a i s b a s i n p od e r conci l i ar e l s ue ñ o. A e s o d e l a m e d i anoch e t om ó s u e s p ad a d e f i no ace r o y s e
e ncam i nó h aci a e l r í o. Vi o q ue s u h e r m ano m ayor d or m í a com o un b e nd i t o y no q ui s o d e s p e r t ar l o. S e ocul t ó
d e b aj o d e l p ue nt e y d e p i e , p r e s t o a t od o, v i g i l ab a i ns om ne .
S ú b i t am e nt e , l as ag uas d e l r í o s e al b or ot ar on y l as á g ui l as d e j ar on oí r s us v oce s e n l as cop as d e l os r ob l e s .
E nt once s un d r ag ó n d e s e i s cab e z as l l e g ó a cab al l o p ar a cr uz ar e l p ue nt e d e l S auco. A l l l e g ar a l a m i t ad , e l
cab al l o d e l d r ag ó n t r op e z ó , e l cue r v o q ue l l e v ab a p os ad o e n e l h om b r o s e e s t r e m e ci ó y e l p e r r o ne g r o q ue l o
s e g uí a m os t r ó l os d i e nt e s . D i j o e l d r ag ó n d e s e i s cab e z as :
— ¿P or q ué h as t r op e z ad o, cab al l o m í o? ¿P or q ué t e h as e s t r e m e ci d o, am i g o cue r v o? ¿P or q ué m ue s t r as l os
d i e nt e s , p e r r o ne g r o? ¿E s q ue s i e nt e s l a p r e s e nci a d e I v á n, e l cam p e s i no? ¡T od av í a no h a naci d o! ¡Y s i h a naci d o
e n f i e r a l i d s e r á v e nci d o!
A l oí r aq ue l l as p al ab r as , I v á n s al i ó p or d e b aj o d e l p ue nt e y d i j o al d r ag ó n m al d i t o:
— ¡N o s e as f anf ar r ó n, m ons t r uo as q ue r os o! S i no conoce s l o q ue un h om b r e v al e , no r e b aj e s s us v i r t ud e s . A nd a,
p r ob e m os nue s t r as f ue r z as y e l q ue v e nz a, q ue s e j act e l ue g o.
A v anz ar on e l uno al e ncue nt r o d e l ot r o e h i ci e r on cr uz ar s us e s p ad as con t ant a f ue r z a q ue l a t i e r r a t e m b l ó
al r e d e d or . E l d r ag ó n no t uv o s ue r t e . D e un s ol o g ol p e I v á n l e ce r ce nó t r e s cab e z as .
—E s p e r a, I v á n —g r i t ó e l m ons t r uo— d am e una t r e g ua.
— ¿U na t r e g ua? A ú n t e q ue d an t r e s cab e z as y yo s ó l o t e ng o una.
D e nue v o av anz ar on e l uno al e ncue nt r o d e l ot r o e h i ci e r on ch ocar s us e s p ad as . I v á n cor t ó al m ons t r uo l as t r e s
cab e z as q ue l e q ue d ab an y L ue g o p ar t i ó s u t r onco e n m i l p e d az os , q ue ar r oj ó al r í o.
E s cond i ó l as s e i s cab e z as d e b aj o d e l p ue nt e , r e g r e s ó a l a i s b a y s e acos t ó a d or m i r un r at o. A l a m añ ana s i g ui e nt e
s e p r e s e nt ó e l h e r m ano m ayor . I v á n l e p r e g unt ó s i h ab í a v i s t o al g o s os p e ch os o, a l o q ue e s t e r e s p ond i ó no h ab e r
v i s t o ni una m os ca, I v á n g uar d ó s i l e nci o.
E s a noch e l e t ocó m ont ar g uar d i a al h e r m ano m e d i ano. D i o unas v ue l t as p or l a or i l l a, m i r ó e n t od as d i r e cci one s y
s e t r anq ui l i z ó . A l p oco t i e m p o s e m e t i ó e nt r e l os ar b us t os q ue d á nd os e d or m i d o.
I v á n no conf i ab a e n q ue s u h e r m ano e s t uv i e r a al e r t a. P or e s o, ce r ca d e l a m e d i anoch e s e l e v ant ó , t om ó s u af i l ad o
ace r o y s e d i r i g i ó h aci a e l r í o. U na v e z al l í , s e ocul t ó b aj o e l p ue nt e d e l S auco p ar a v i g i l ar e l e nt or no.
S ú b i t am e nt e , l as ag uas d e l r í o s e al b or ot ar on, l as á g ui l as d e j ar on oí r s us v oce s e n l as cop as d e l os r ob l e s y un
d r ag ó n con nue v e cab e z as l l e g ó a cab al l o al p ue nt e d e l S auco. A l l l e g ar a l a m i t ad , e l cab al l o d e l d r ag ó n t r op e z ó ,
e l cue r v o p os ad o e n s u h om b r o s e e s t r e m e ci ó y e l p e r r o ne g r o q ue l o s e g uí a m os t r ó l os d i e nt e s . E l m ons t r uo
d e s car g ó l a f us t a e n l os cos t ad os d e l cab al l o, g ol p e ó al cue r v o e n l as p l um as y al p e r r o e n l as or e j as . D i j o e l
d r ag ó n d e nue v e cab e z as :



— ¿P or q ué t e h as t r op e z ad o, cab al l o m í o? ¿P or q ué t e h as e s t r e m e ci d o, am i g o cue r v o? ¿P or q ué m ue s t r as l os
d i e nt e s , p e r r o ne g r o? ¿E s q ue s i e nt e n l a p r e s e nci a d e I v á n, e l cam p e s i no? ¡T od av í a no h a naci d o! ¡Y s i h a naci d o,
e n f i e r a l i d s e r á v e nci d o!
F r e nt e a e s as p al ab r as , s al i ó I v á n p or d e b aj o d e l p ue nt e y d i j o:
— ¡A nt e s d e j act ar t e , m ons t r uo m al d i t o, p r ue b a cum p l i r con t us am e naz as ! ¡Y a v e r e m os q ui é n p ue d e m á s !
B l and i ó I v á n s u e s p ad a d e f i no ace r o y l e ce r ce nó al d r ag ó n s e i s cab e z as . A s u v e z , e l m ons t r uo l e as e s t ó a I v á n un
g ol p e y l o h und i ó h as t a s us r od i l l as e n l a h ú m e d a t i e r r a. I v á n t om ó un p uñ ad o d e ar e na y l o ar r oj ó a l os s e i s oj os
q ue l e q ue d ab an al d r ag ó n. M i e nt r as é s t e s e l os r e s t r e g ab a, l e cor t ó l as t r e s cab e z as r e s t ant e s , d e s cuar t i z á nd ol o.
L ue g o, e ch ó al r í o l os p e d az os y e s cond i ó l as nue v e cab e z as d e b aj o d e l p ue nt e . H e ch o e s t o, r e g r e s ó a l a i s b a. S e
acos t ó , y al p oco r at o d or m í a com o s i nad a h ub i e r a ocur r i d o. A l a m añ ana s i g ui e nt e s e p r e s e nt ó e l h e r m ano
s e g und o.
— ¿N o h as v i s t o nad a s os p e ch os o? —l e p r e g unt ó I v á n.
—N o, p or aq uí no h a p as ad o ni una m os ca, no h a z um b ad o ni un m os q ui t o.
—S i e s as í , q ue r i d os h e r m ani t os —d i j o I v á n— v e ng an conm i g o y l e s m os t r ar é una m os ca y un m os q ui t o.
L l e v ó I v á n a s us h e r m anos al p ue nt e d e l S auco y l e s m os t r ó l as cab e z as d e l os m ons t r uos .
—A h í t i e ne n l as m os cas y m os q ui t os q ue v ue l an p or aq uí d e noch e . ¿P ar a q ué h e m os v e ni d o a l uch ar , h e r m ani -
t os , s i s ó l o s e h an d e d i cad o a d or m i r ?
—N os v e nci ó e l s ue ñ o —conf e s ar on av e r g onz ad os l os h e r m anos .
A l a t e r ce r a noch e l e t ocab a l a g uar d i a a I v á n.
—Voy a s os t e ne r un t e r r i b l e com b at e . N o p e g ue n oj o e n t od a l a noch e , ag ud i ce n e l oí d o y e n cuant o m e oi g an
s i l b ar , s ue l t e n m i cab al l o y acud an s i n d e m or a a s ocor r e r m e .
E ns e g ui d a, I v á n m ar ch ó al r í o y s e p us o a e s p e r ar , ocul t o b aj o e l p ue nt e d e l S auco. A e s o d e l a m e d i anoch e
t e m b l ó l a h ú m e d a t i e r r a, l as ag uas d e l r í o s e al b or ot ar on, aul l ó d e s m and ad o e l v i e nt o y l as á g ui l as d e j ar on oí r s us
v oce s e n l as cop as d e l os r ob l e s .
A p ar e ci ó e n e l p ue nt e , a cab al l o, un d r ag ó n con d oce cab e z as q ue s i l b ab an y d e s p e d í an l l am as p or l a b oca. E l
cab al l o d e l m ons t r uo t e ní a d oce al as , s u p e l o e r a d e b r once y s u col a y s us cr i ne s e r an d e h i e r r o. A p e nas h ub o
p i s ad o l a m i t ad d e l p ue nt e , e l cab al l o d e l d r ag ó n t r op e z ó , e l cue r v o p os ad o e n s u h om b r o s e e s t r e m e ci ó y e l p e r r o
ne g r o q ue l o s e g uí a m os t r ó l os d i e nt e s . E l m ons t r uo d e s car g ó l a f us t a e n l os cos t ad os d e l cab al l o, g ol p e ó al cue r v o
e n l as p l um as y al p e r r o e n l as or e j as .
— ¿P or q ué h as t r op e z ad o, cab al l o m í o? —D i j o e l d r ag ó n — ¿P or q ué t e h as e s t r e m e ci d o, am i g o cue r v o? ¿P or
q ué m ue s t r as l os d i e nt e s , p e r r o ne g r o? ¿E s q ue s i e nt e s l a p r e s e nci a d e I v á n, e l cam p e s i no? ¡T od av í a no h a naci d o!
¡Y s i h a naci d o, e n f i e r a l i d s e r á v e nci d o! A l oí r aq ue l l as p al ab r as , s al i ó I v á n p or d e b aj o d e l p ue nt e y d i j o:
—N o t e ap r e s ur e s e n j act ar t e , m ons t r uo, p or q ue q ui z á s h ab r á s d e av e r g onz ar t e .
— ¡A h , e r e s t ú , I v á n! ¿A q ué h as v e ni d o?
—A v e r t e , v i l e ne m i g o. A m e d i r t u v al e nt í a.
— ¿A m e d i r m i v al e nt í a? C om p ar ad o conm i g o e r e s una m os ca.
—N o h e v e ni d o a cont ar t e cue nt os ni a e s cuch ar l os t uyos . H e v e ni d o a com b at i r a v i d a o m ue r t e . H e v e ni d o a
l i b e r ar d e t i a l as b ue nas g e nt e s .
B l and i ó I v á n s u af i l ad o ace r o y l e ce r ce nó al m ons t r uo t r e s cab e z as . E l d r ag ó n l as l e v ant ó , p as ó p or e l l as s u d e d o
d e f ue g o, s e l o ap l i có a l os cue l l os y al i ns t ant e q ue d ar on f i j as , com o s i nunca h ub i e r an s i d o cor t ad as .
N e g r as l as p as ó nue s t r o b ue n I v á n. E l m ons t r uo l o e ns or d e cí a con s us s i l b i d os , l o ab r as ab a con l as l l am as q ue
d e s p e d í an s us f auce s . P r oye ct ab a s ob r e é l una g r ani z ad a d e ch i s p as y l o h und í a h as t a l as r od i l l as e n l a h ú m e d a
t i e r r a. E l m ons t r uo d i j o b ur l ó n:
— ¿N o q ui e r e s una t r e g ua, I v á n?
— ¿U na t r e g ua? ¡J am á s ! H e v e ni d o a com b at i r a v i d a o m ue r t e .
L anz ó I v á n un s i l b i d o y ar r oj ó s u m anop l a d e r e ch a a l a i s b a e n l a q ue e s p e r ab an s us h e r m anos .
L a m anop l a r om p i ó t od os l os v i d r i os d e l a cas i t a, m as l os h e r m anos s i g ui e r on d ur m i e nd o com o s i t al cos a.
R e uni e nd o s us f ue r z as , s ol t ó I v á n un m and ob l e m á s f ue r t e q ue l os ant e r i or e s y ce r ce nó al m ons t r uo s e i s cab e z as .
E l d r ag ó n l as l e v ant ó , p as ó p or e l l as s u d e d o d e f ue g o, s e l o ap l i có a l os cue l l os y nue v am e nt e t od as q ue d ar on
f i j as e n s u s i t i o. S e ab al anz ó e l d r ag ó n s ob r e I v á n y l o h und i ó h as t a l a ci nt ur a e n l a h ú m e d a t i e r r a.
S e d i o cue nt a I v á n q ue l as cos as t om ab an m uy m al car i z . S e q ui t ó l a m anop l a i z q ui e r d a y l a ar r oj ó cont r a l a i s b a.
L a m anop l a i z q ui e r d a ab r i ó un b oq ue t e e n l a t e ch um b r e , m as l os h e r m anos no oye r on nad a y s i g ui e r on
d ur m i e nd o.
P or t e r ce r a v e z as e s t ó I v á n un m and ob l e al d r ag ó n y l e ce r ce nó nue v e cab e z as . E l m ons t r uo l as l e v ant ó , p as ó p or
e l l as s u d e d o d e f ue g o, s e l as ap l i có a l os cue l l os y d e nue v o q ue d ar on p e g ad as .
L ue g o s e ab al anz ó s ob r e I v á n y l o h und i ó h as t a l os h om b r os e n l a t i e r r a h ú m e d a.
S e q ui t ó I v á n e l g or r o y l o ar r oj ó a l a i s b a. D e l g ol p e , l a cas i t a e s t uv o a p unt o d e v e ni r s e ab aj o.
L os h e r m anos d e s p e r t ar on y oye r on q ue e l cab al l o d e I v á n r e l i nch ab a y p ug nab a p or r om p e r l a cad e na.



C or r i e r on l os h e r m anos a l a cuad r a, s ol t ar on al ani m al y cor r i e r on s i g ui e nd o s u g al op e . E l cab al l o l l e g ó al p ue nt e


y s e p us o a coce ar al d r ag ó n. E l m ons t r uo s i l b ot e ó d e m ane r a e ns or d e ce d or a y e nv ol v i ó al cab al l o e n una nub e d e
ch i s p as .
P e r o, e n t ant o s uce d í a e s t o, I v á n s al i ó d e l a t i e r r a y d e un ce r t e r o m and ob l e l e cor t ó al d r ag ó n e l d e d o d e f ue g o.
L ue g o s e p us o a ce r ce nar l e l as cab e z as y l o d e cap i t ó p or com p l e t o. H i z o t r i z as I v á n e l cue r p o d e l m ons t r uo y e ch ó
l os p e d az os al r í o. L l e g ar on cor r i e nd o l os h e r m anos .
— ¡Vaya d or m i l one s ! —L e s r e p r och ó I v á n— v ue s t r o s ue ñ o cas i m e h a cos t ad o l a cab e z a.
L os h e r m anos l o l l e v ar on a l a i s b a, l o l av ar on, l e d i e r on d e com e r y d e b e b e r y l o m e t i e r on e n l a cam a.
I v á n s e l e v ant ó m uy t e m p r ano, d i s p oni é nd os e a v e s t i r s e y cal z ar s e .
— ¿A d ó nd e v as t an d e m añ ana? — L e p r e g unt ar on l os h e r m anos — d e b e r í as d e s cans ar d e s p ué s d e t an t e r r i b l e
b at al l a.
—N o, p r e f i e r o i r al r í o a b us car m i ci nt ur ó n. L o p e r d í e n e s e l ug ar e l d í a d e aye r .
—N o s e as t ont o —l e acons e j ar on l os h e r m anos — v am os a l a ci ud ad y có m p r at e ah í uno nue v o.
—P r e f i e r o e l q ue h e p e r d i d o— r e s p ond i ó I v á n.
E ncam i nó s us p as os al r í o, p e r o e n v e z d e b us car e l ci nt ur ó n p as ó a l a or i l l a p or e l p ue nt e d e l S auco y, s i n s e r
ad v e r t i d o, s e ace r có al p al aci o d e l os d r ag one s , s e ap r ox i m ó a una v e nt ana y ag uz ó e l oí d o. ¿N o t r am ar í an al l í
al g una f e ch or í a cont r a é l y s us h e r m anos ? M i r ó h aci a e l i nt e r i or y d i v i s ó a l as t r e s m uj e r e s d e l os d r ag one s q ue
conv e r s ab an con l a m ad r e d e l os m ons t r uos : una v i e j a s e r p i e nt e .
L a m uj e r d e l p r i m e r d r ag ó n d i j o:
— ¡H ar é p ag ar a I v á n p or l a m ue r t e d e m i m ar i d o! M e ad e l ant ar é a l os t r e s h e r m anos cuand o e l l os r e g r e s e n a
cas a, cal d e ar é e l ai r e y yo m i s m a m e conv e r t i r é e n p oz o. Q ue r r á n b e b e r y al p r i m e r t r ag o cae r á n m ue r t os .
—B i e n p e ns ad o —d i j o l a v i e j a s e r p i e nt e . L a m uj e r d e l s e g und o d r ag ó n d i j o e nt once s :
—Y o t am b i é n m e ad e l ant ar é a l os h e r m anos y m e conv e r t i r é e n m anz ano. Q ue r r á n r e g al ar s e con l as m anz anas y
al p r i m e r b ocad o r e v e nt ar á n e n m i l p e d az os .
—B i e n p e ns ad o —ap r ob ó l a v i e j a s e r p i e nt e .
—P ue s yo —d i j o l a m uj e r d e l t e r ce r d r ag ó n— ¡h ar é q ue l e s e nt r e un g r an s ue ñ o! M e ad e l ant ar é a e l l os y m e
conv e r t i r é e n un m ul l i d o t ap i z con coj i ne s d e p l um as . L os h e r m anos q ue r r á n d e s cans ar y q ue d ar á n ab r as ad os .
—B i e n p e ns ad o —s e nt e nci ó l a v i e j a s e r p i e nt e — S i v os ot r as no l og r á i s m at ar l os , yo m i s m a m e conv e r t i r é e n un
p ue r co e nor m e , l e s d ar é al cance y l os t r ag ar é a l os t r e s .
C uand o h ub o oí d o t od o e s t o, I v á n r e g r e s ó a l a i s b a.
— ¿H as e ncont r ad o e l ci nt ur ó n? — l e p r e g unt ar on l os h e r m anos
-S í .
— ¿Val í a l a p e na p e r d e r e l t i e m p o b us cá nd ol o?
—S í , h e r m anos , s í q ue v al í a l a p e na.
P or f i n l os h e r m anos e m p r e nd i e r on e l r e g r e s o al h og ar .
C ab al g ab an p or e s t e p as y p r ad os . H ací a un cal or e s p ant os o, i ns op or t ab l e . ¡Q ué s e d t e ní an!
D e p r ont o, l os h e r m anos v i e r on un p oz o e n e l q ue f l ot ab a una j ar r a d e p l at a. D i j e r on a I v á n:
—H ag am os un al t o, h e r m ani t o, b e b am os ag ua f r e s ca y ab r e v e m os l os cab al l os .
— ¡Q ui é n s ab e q ué ag ua e s e s a! —D i j o I v á n— p ue d e q ue e s t é s uci a o i nf e ct ad a.
S e ap e ó I v á n d e l cab al l o, d e s e nv ai nó l a e s p ad a y s e p us o a as e s t ar m and ob l e s al p oz o. A ul l ó , v oci f e r ó e l p oz o con
v oz e s p ant os a... S e e x t e nd i ó e n l a e s t e p a una e s p e s a ni e b l a, e l cal or d e cr e ci ó y l os h e r m anos s i nt i e r on q ue l a s e d
d e j ab a d e t or t ur ar l e s .
—Y a v e n q ué ag ua cont e ní a e s e p oz o, h e r m ani t os —d i j o I v á n.
S i g ui e r on s u cam i no. H ab í an r e cor r i d o ya un b ue n t r e ch o cuand o v i e r on un m anz ano cuaj ad o d e g r and e s y r oj os
f r ut os . S al t ar on d e s us m ont ur as l os h e r m anos y q ui s i e r on cog e r unas m anz anas , p e r o I v á n l e s t om ó l a d e l ant e r a
y l a e m p r e nd i ó a cuch i l l ad as con e l m anz ano. E l á r b ol aul l ó con v oz e s p e l uz nant e ...
— ¿Vi e r on q ué m anz ano e r a é s t e ? S us f r ut os no s on s ab r os os .
M ont ar on l os t r e s e n s us cor ce l e s y r e anud ar on s u cam i no.
C ab al g ar on un d í a t r as ot r o y s e s i nt i e r on m uy cans ad os . D e p r ont o v i e r on, e n m e d i o d e l cam p o, un m ul l i d o
t ap i z y e n é l unos có m od os coj i ne s d e p l um as .
—T e nd á m onos e n e s t e t ap i z . D e s cans e m os un p oco —d i j e r on l os h e r m anos m ayor e s .
—N o, h e r m ani t os , e s e t ap i z l e s s e r á m uy d ur o— l e s r e s p ond i ó I v á n.
— ¡Vaya un m and ó n q ue nos h a s al i d o, e s t o l e p ar e ce m al , l o ot r o t am b i é n! ...
I v á n g uar d ó s i l e nci o, s e q ui t ó e l ci nt ur ó n y l o ar r oj ó s ob r e e l t ap i z . E s t e s e i nf l am ó y q ue d ó conv e r t i d o e n ce ni z a.
—H e ah í l a m ue s t r a d e l o q ue l e s h ab r í a p as ad o —l e s d i j o a s us h e r m anos .
L ue g o s e ace r có al t ap i z y a l os coj i ne s , l os h i z o t r i z as con s u e s p ad a, e s p ar ci ó e n t od as d i r e cci one s l os p e d az os y
d i j o:
— Y a v e n q ue no t e ní an r az ó n p ar a g r uñ i r m e . E l p oz o, e l m anz ano y e l t ap i z e r an l as m uj e r e s d e l os d r ag one s
q ue q ue r í an m at ar nos , p e r o no l o h an l og r ad o: e l l as m i s m as h an p e r d i d o l a v i d a.



S i g ui e r on l os t r e s s u cam i no. N o s e s ab e e l t i e m p o q ue l l e v ar í an cab al g and o cuand o, d e p r ont o, e l ci e l o s e


e ncap ot ó , aul l ó e l v i e nt o y r e t e m b l ó l a t i e r r a: t r as e l l os cor r í a un p ue r co e nor m e q ue ab r i ó h as t a l as or e j as s us
f auce s , d i s p ue s t o a t r ag ar s e a I v á n y a s us h e r m anos . L os m oz os , q ue no e r an t ont os , s acar on cad a uno d e s u
z ur r ó n una ar r ob a d e s al y s e l a e ch ar on al p ue r co a l as f auce s .
S e al e g r ó e l p ue r co, cr e ye nd o q ue t e ní a e nt r e s us d i e nt e s a I v á n y a s us h e r m anos . S e d e t uv o y s e p us o a m as t i car
l a s al , p e r o no t ar d ó e n d ar s e cue nt a d e l e ng añ o y r e anud ó l a p e r s e cuci ó n.
C or r í a e l p ue r co, e r i z ad as l as ce r d as , r e ch i nant e s L os col m i l l os . D e un m om e nt o a ot r o d ar í a al cance a l os
h e r m anos ...
Vi e nd o e l p e l i g r o q ue cor r í an, I v á n or d e nó a s us h e r m anos g al op ar e n d i s t i nt as d i r e cci one s .
U no t om ó p or l a d e r e ch a, ot r o p or l a i z q ui e r d a. I v á n s i g ui ó ad e l ant e . E l p ue r co s e d e t uv o i nd e ci s o, p e ns and o a
cuá l d e b e r í a p e r s e g ui r p r i m e r o, p e r o m i e nt r as m á s p e ns ab a, v ol v i e nd o e l l om o ya a un l ad o, ya al ot r o, I v á n s e
ace r có d e un s al t o, l o l e v ant ó e n v i l o y l o ar r oj ó cont r a e l s ue l o con t od a s u f ue r z a. S e d e s h i z o e l ce r d o, q ue d ó
conv e r t i d o e n p ol v o q ue e l v i e nt o d i s p e r s ó .
D e s d e e nt once s d e s ap ar e ci e r on p ar a s i e m p r e d e aq ue l l as t i e r r as l os d r ag one s y l as s e r p i e nt e s , y e l p ue b l o d e j ó d e
t e m b l ar p or s u v i d a.
I v á n y s us h e r m anos r e g r e s ar on al b og ar p at e r no y v i v i e r on f e l i ce s , d e d i cad os a s e m b r ar t r i g o y ar ar l a t i e r r a.
¡F e l iz final para u na tru cu l e nta h is toria de drag one s !
S u prim e ra av e ntu ra e n e l re ino de l as l e ye ndas tam b ié n h a l l e g ado a s u fin, pe ro l a s u ya, e n s u propio com b ate
con s u s drag one s , e s tá re cié n a pu nto de com e nz ar. V e am os : Le ade l anté q u e e s te cu e nto te ní a otro arg u m e nto,
m á s profu ndo, dirí am os iniciá tico, o m á s b ie n ins pirado de l as octav as de cre ació n s u pe rior e n e l m om e nto e n
q u e e l e s critor s intoniz a con e s as e s fe ras m e diante e l s e ntim ie nto e l e v ado de cre ar ide al m e nte . S e rá a trav é s de
e s ta otra v e rs ió n q u e u s te d com e nz ará a conoce r e n q u é fas e de s u s b atal l as e s tá e n l a v ida y con q u é cu e nta para
g anar... Y s i no, có m o arre g l á rs e l as para v e nce r.
P e ro, prim e ro, re fl e x ionará s ob re cu á l e pis odio o e v e nto de l cu e nto q u e acab a de v iv ir com o protag onis ta l e
im pactó m á s y por q u é . Lu e g o h ará u n b re v e b oce to de é l . N o pre te nda h ace r u na ob ra de arte , s e trata s ó l o de
pl as m ar e l e v e nto e n e l pape l , con col or, e n u n par de m inu tos .
¿Y a te rm inó ? ... B ie n, ah ora u n ú l tim o dib u j o ante s de com e nz ar a contarl e e l "cu e nto" de fondo.
S e trata de h ace r u na cre ació n, u na e s ce na m u y s im pl e , donde inte ractu ará n e n col or, u b icació n y form a l os
e l e m e ntos q u e apare ce rá n e n e l l a, de acu e rdo a l a l is ta q u e l e dictaré .
P ara e l l o, pre pare u na nu e v a h oj a e n b l anco. E n u na e s q u ina s u pe rior donde h ará e l dib u j o, e s crib a l a l is ta de
e s tos e l e m e ntos s in e nu m e rarl os :
- D rag ó n
- E s pada
- S e rpie nte
- P u e nte
- Los dos h e rm anos
- U n e l e m e nto de l as m u j e re s : (P oz o o m anz ano o tapiz . E s coj a u no s ol o)
- La fu e rz a de I v á n
- E l ce rdo (e s optativ o: s i l e im pactó o re ch az ó de b e pone rl o. S i l e fu e indife re nte no l o pong a) .
R e cié n e n e s te m om e nto re v is e s u l is ta y e nu m e re e s tos e l e m e ntos de l u no al och o e n orde n de pre fe re ncia para
u s te d. C om ie nce s u com pos ició n con e l nú m e ro "u no" q u e , ob v iam e nte , ocu pará u n l u g ar m á s de s tacado de ntro
de l a h oj a. S ig a con e l nú m e ro "dos ", arm ando u n cu adro e n orde n de im portancia con l os re s tante s de m odo q u e
e l re s u l tado te ng a u n s e ntido cre ativ o. Q u ie ro de cir, q u e no pare z ca u na l is ta de dib u j os incone x os . ¿E s tá cl aro?
E ntonce s , ade l ante . T ie ne cinco m inu tos .
"P arte de l a cas a pate rna. Los h e rm anos re pre s e ntan s u l ado h u m ano, l a du al idad ató m ica, l o q u e de pe nde de l a
m ate ria, e l e g o infe rior q u e s ie m pre e s tá b ie n dis pu e s to y q u e s ob re e s tim a s u s fu e rz as . I v á n e s e l s e r de s pie rto q u e
todos l l e v am os de ntro, l a v oce cita inte rior a l a q u e nos cu e s ta m u ch o e s cu ch ar y, m á s aú n h ace rl e cas o, nu e s tro
v í ncu l o con l a pe rfe cció n".
"Los tre s parte n a com b atir con u n te rrib l e drag ó n q u e no e s otra cos a q u e l os ' fantas m as pe rs onal e s ' , nu e s tras
propias cre acione s de v ida. C ada av e ntu ra de v ida im pl ica tre s g rande s b atal l as ante s de cru z ar e l pu e nte q u e l o
l l e v ará a iniciar e l cam ino de v u e l ta a cas a. E s tas l ide s s e h ace n m á s difí cil e s a m e dida q u e s e de rrota al ante rior
drag ó n... ' C u anto m á s s e te dé , m á s s e te e x ig irá ' . O ' cu anto m á s te fortal e z cas , m á s l e j os pu e de s ir' .
Los dos h e rm anos v an arm ados con s e ndas e s tacas q u e no v an a s e rv irl e s para nada, pu e s s on h e rram ie ntas
tos cas , ' h u m anas ' . E ntonce s e ncu e ntran a u n cam inante , a u n anciano —apre nde r de l a s ab idu rí a de l q u e v a m á s
ade l ante —, q u ie n l e s indica có m o l og rar l as arm as q u e l e s dará n l a v ictoria: ' s ig an de re ch o y s u b an l a m ontañ a' ...
e s e l e ntre nam ie nto, e l v e nce r l as prim e ras dificu l tade s para ob te ne r l a pre paració n ne ce s aria y l a v ol u ntad de
l og rarl o.
P or fin todo e s tá l is to para l a prim e ra b atal l a q u e de b e rá s os te ne r e l h e rm ano m ayor, o s e a, e l s e r dorm ido, q u ie n
s i actu ara s ol o fracas arí a, pu e s no tie ne al e rta. P e ro, e l s e r de s pie rto e n nos otros v ig il a ins om ne y s e rá é l q u ie n
s os te ndrá l as dos prim e ras b atal l as , m ie ntras e l s e r h u m ano du e rm e e s pe rando e n re al idad q u e nada ocu rra.
 


P e ro, final m e nte , e l s e r de s pie rto de b e adv e rtir s ob re l a ú l tim a b atal l a q u e , por s e r l a m á s difí cil de b e s os te ne rl a
e s te s e r com pl e to. O s e a, l o h u m ano de b e e s tar dis ponib l e a u na l id, de finitiv am e nte , e n conj u nto. D e l o contra-
rio..., l o e s pe ra e l fracas o.
E s te te rce r drag ó n e s e l m á s fie ro, pu e s de te nta e l "de do de fu e g o". P or l o tanto, e l pode r o l a cl av e de s al ida h acia
e l cam ino de finitiv o. La v ictoria s e l og ró , final m e nte , g racias al ú l tim o l l am ado de au x il io h e ch o por I v á n...
Me dite s ob re l as tre s form as dis tintas q u e u s ó para de s pe rtarl os ... (E l prim e r l l am ado tie ne q u e v e r con l a m ano
de re ch a. E s e l ado e s g ob e rnado por e l h e m is fe rio iz q u ie rdo q u e tie ne q u e v e r, e ntre otras capacidade s , con e l
inte l e cto, pe ro s ó l o rom pe l os v idrios ... l o h u m ano s ig u e du rm ie ndo. E l s e g u ndo l l am ado tie ne q u e v e r con l a
m ano iz q u ie rda, g ob e rnada por e l h e m is fe rio de re ch o, l a intu ició n, l a ins piració n, e tc. E n e s te cas o rom pe e l
te ch o. Los h e rm anos de s pie rtan cu ando I v á n l anz a s u g orro (¡! ) , m os trando con e l g e s to al de s tapar s u cab e z a
q u e l a v ictoria com ie nz a al cone ctars e con l a fu e nte , ab rié ndos e a e l l a) .
E l cab al l o e s u na pie z a v ital e n l a col ab oració n para cons e g u ir e l triu nfo. E l re pre s e nta l a l e al tad y e s g racias a s u
acció n q u e e l l a s e produ ce . (E l anim al dom ado —e l e g o infe rior— e x pre s a s u l e al tad h acia e l am o, e l s e r
de s pie rto, l o s u pe rior e n s í ) .
C u ando, por fin, l as tre s b atal l as con l os drag one s h an s ido g anadas , s e e s tá e n condicione s de cru z ar de finitiv a-
m e nte e l pu e nte s in q u e l os g u ardiane s de l u m b ral —com o tam b ié n s e l e s l l am a a l os drag one s — cons titu yan
u na nu e v a am e naz a. P e ro, e ntonce s , tal v e z s e a ne ce s ario e s tar m á s al e rta q u e nu nca... C u ando e l pe l ig ro
e s pe rado e s conocido o cu ando é s te h a pas ado, e l s e r dorm ido, l o h u m ano e n nos otros , b aj a l a g u ardia. Y de
donde m e nos s e e s pe ra, l l e g a l a s orpre s a.
P e ro e l s e r de s pie rto, s ie m pre al e rta, conoce l os rie s g os y s e pre para a afrontarl os . A l cru z ar e l pu e nte y ace rcars e
al cas til l o de l os drag one s e s cu ch a l a conv e rs ació n de s u s m u j e re s y l a m adre , e s a v ie j a s e rpie nte ... (N u e v am e nte
l e re com ie ndo e s tar ate nto a e s te s í m b ol o) . E s e n e s te l u g ar donde s e e nte ra de l pl an para e x te rm inarl os .
J u s to cu ando s e h a e m pre ndido de finitiv am e nte e l re g re s o a l a cas a pate rna, l u e g o de h ab e r v e ncido e n l as
g rande s b atal l as , com ie nz an l as tram pas m á s g rav e s , aq u e l l as q u e de pe nde n s ó l o de q u ie n cam ina. V e am os :
La prim e ra de e l l as tie ne q u e v e r con l as ne ce s idade s h u m anas e s e ncial e s com o s on, e n l o e x te rno, pan, te ch o y
ab rig o. O e n l o inte rno, l o re l ativ o al am or, afe cto, te rnu ra y s u s care ncias . E l l o e s tá re pre s e ntado e n e l poz o. U n
h om b re s in al im e nto s ob re v iv e b as tante tie m po; s in ag u a, s ó l o u n par de dí as . N os e ncontram os as í con q u e
apare ce e l prim e r ob s tá cu l o q u e re pre s e nta al s e r dol ie nte de s u s care ncias y l e im pide av anz ar h acia l a m e ta, por
no pode r s u pe rar e s te e s col l o. E s l a com pas ió n de s í m is m o. A v e ce s indica s ol e dad.
Má s ade l ante apare ce e l m anz ano. E s te re pre s e nta dificu l tade s de av ance por ape g os s e ns orial e s tanto a l as
pe rs onas com o a l as s itu acione s y b ie ne s m ate rial e s , q u e l o re tras an o pu e de n incl u s o de s v iarl o de s u s ob j e tiv os ;
l a fal ta de ce rte z a de l o inv is ib l e (fal ta de fe ) q u e s ie m pre e s tá pre s e nte e n e l s e r h u m ano e n m ayor o m e nor
g rado. T am b ié n pu e de re pre s e ntar, s e g ú n s e a e l cas o, ape g o a l o fe nom é nico: com o e l q u e e n v e z de av anz ar e n
s u prá ctica de av ance inte rno pe rs ig u e s ó l o l os fe nó m e nos o m arav il l as q u e pu e dan rode ar e s e á m b ito: aparicio-
ne s , l u ce s , de s de im á g e ne s q u e l l oran h as ta nav e s e x trate rre s tre s , e ncandil á ndos e con e l l o y b u s cando cons tan-
te m e nte s ó l o s u s m anife s tacione s .
T am b ié n pu e de s ig nificar u n ab ru pto re ch az o a e s as caracte rí s ticas (cu ando apare ce e n e l m apa l a s e rpie nte
rode ando e l m anz ano) , l o q u e e s tab l e ce u n v í ncu l o por e x tre m o de pol aridad. E s ta de finició n s ig nifica q u e l o q u e
h a s ido re ch az ado con j u icio o ate nció n conde natoria, m antie ne u n v í ncu l o e ne rg é tico de b aj a fre cu e ncia com o
s i q u e dara cog ido por u n anz u e l o. A v e ce s , u na fu e rte e x pe rie ncia s e ns orial de cará cte r ne g ativ o pu e de de s atar
s e ntim ie ntos de re ch az o tan g rande s q u e no s e q u ie re s ab e r de e l l o, pe ro b as ta e s e de s e o para q u e dar atado por
ate nció n de fre cu e ncia.
A pare ce com o ú l tim a dificu l tad e l tapiz y s u s coj ine s . E l l o ocu rre cu ando e s tá n m u y cans ados .
E n e l cam ino de l a v ida s e l l e g a a u n pu nto cu ando s e m ira h acia atrá s y s e v e l o q u e s e h a av anz ado.
E ntonce s e l h om b re s e re l aj a y pie ns a: "H e b atal l ado de m as iado, ya e s tá b ie n, ah ora m e toca de s cans ar". Y s e
tie nde e n e l tapiz de l l e targ o o l a pe re z a. C u ando s e e s tá a pu nto de l l e g ar a cas a, e s e l m om e nto e n q u e e s ta
tram pa s u e l e apare ce r. A v e ce s , s e pu e de cae r e n e l l a fatig ado por l as v icis itu de s q u e h a de b ido pas ar. E l rie s g o
e s q u e dar atrapado e n e s e de s cans o s in final , pocos pas os ante s de l l e g ar.
E n l as tre s ins tancias , e l s e r de s pie rto m antie ne e l al e rta pe rm ane nte . Y e s ta v e z g racias a l a ob e die ncia de l o
h u m ano, a s u s re q u e rim ie ntos , l os pe l ig ros s on s orte ados . Y e ntonce s , de finitiv am e nte , l os h e rm anos s e u ne n a
I v á n.
G racias a e l l o v an a l og rar v e nce r al ú l tim o y m á s g rav e pe l ig ro: e l ce rdo, q u e re pre s e nta l a m u e rte .
Los tre s h e rm anos , m ancom u nados y e n form a s im u l tá ne a, s acan de s u s al forj as u n pu ñ ado de s al q u e arroj an al
ce rdo q u e l os pe rs ig u e . Y cons ig u e n dis trae rl o. La s al e s u n s í m b ol o al q u í m ico. E n e s te cas o re pre s e nta l a
trans form ació n por l a u nidad de l h om b re a s u e s e ncia inte rna, a l o div ino. E s e ntonce s cu ando e l "m il ag ro"
com ie nz a y l a m u e rte e s dis traí da.
P e ro no e s todo. E s ta v e z de b e n ob e de ce r l a e s trate g ia propu e s ta por I v á n y cada u no parte e n dire ccione s
dis tintas . E l s e r de s pie rto s e im pone de finitiv am e nte e n e l pl ano fí s ico y de rrota, e n e s te cas o al ce rdo q u e
s im pl e m e nte s e de s h ace , trans form á ndos e e n e l e ne m ig o m á s fá cil de de rrotar. ¿Q u é h ab í a pas ado? Q u e l a




m u e rte no e x is tí a. "E L U LT I MO E N E MI G O Q U E H A Y Q U E V E N C E R E S LA MU E R T E ", D I J O J E S Ú S , MI E N T R A S N OS


E N T R E G A B A LA C LA V E , T A L V E Z LA MÁ S
I MP OR T A N T E . V e nce dore s , l os tre s h e rm anos v ol v ie ron a cas a.
A s í , e s te s e g u ndo arg u m e nto l l e g a a s u fin, e ntre g á ndol e a u s te d l as b as e s para de s cifrar s u m apa de ru ta
cons tru ido por l os dib u j os q u e tie ne ante s í .
P ong a ate nció n al s ig nificado de l os e l e m e ntos e m pl e ados e n s u s e g u ndo b oce to. Y con é l e n m ano re v is e e n q u é
pos ició n e s tá n e n l a h oj a y q u é re l ació n tie ne u no con e l otro. C ons ide re l os tam añ os , e l col or u s ado, e tc.
E S P A D A : H e rram ie ntas de av ance , o capacidad de forj ars e a s í m is m o.
D R A G Ó N : F antas m as pe rs onal e s , cre acione s m e ntal e s y de v ida. G u ardiane s de l u m b ral , re s is te ncias q u e de s e r
v e ncidas pe rm ite n l os g rande s av ance s .
LA F U E R Z A D E I V Á N : E l s e r de s pie rto, s u v í ncu l o con l a pe rfe cció n, con l o div ino. La fu e rz a inte rior.
LOS D OS H E R MA N OS : E l s e r dorm ido, l o h u m ano ne ce s itado, l o q u e de pe nde de l a m ate ria, l a du al idad ató m ica.
LA S E R P I E N T E : l a du da, l a de s confianz a, e l te m or a cae r e n tram pas , o l a ins e g u ridad. C u ando é s ta e s dib u j ada
com o u n cí rcu l o com pl e to, indica e l pos ib l e acce s o a u n conocim ie nto s u pe rior.
E L P U E N T E : E s com u nicació n e ntre dos u niv e rs os : e ntre u no y l os de m á s , o e ntre e l s e r y s u pas ado o s u fu tu ro;
propó s itos y l og ros ; o b ie n e l e nfre ntar s u cam ino de v ida, com u nicacional m e nte .
E LE ME N T OS :
-P oz o: dificu l tade s de av ance por care ncias e s e ncial e s (de s critas e n e l s e g u ndo arg u m e nto) .
-Manz ano: dificu l tade s de av ance por ape g os s e ns orial e s ; fal ta de ce rte z a de l o inv is ib l e .
V í ncu l o por e x tre m o de pol aridad cu ando l a s e rpie nte s e e nros ca e n e l m anz ano.
-T apiz : D ificu l tade s por cans ancio, l e targ o o pe re z a.
E L C E R D O: T rau m a por pé rdidas e s e ncial e s . Mie do a pe rde r al g o o a al g u ie n. A v e ce s pu e de s e r m ie do a l a
m u e rte . S u pre s e ncia indica apre nde r a tom ar de cis ione s s in te m or.
La b atal l a s e de s arrol l a g e ne ral m e nte e n e l ce ntro de l a pá g ina, pe ro de pe nde de l o q u e apare ce a s u iz q u ie rda;
e s o e s l o q u e h a infl u ido e ne rg é ticam e nte e n u s te d, prov e nie nte de s u s propias cre acione s o de l as aj e nas . I ndica
l o q u e tie ne q u e te rm inar o b ie n l a pre paració n con q u e l l e g a a e s te m om e nto.
U s te d e s re pre s e ntado por l a fu e rz a de I v á n, l os h e rm anos , l a e s pada y e l pu e nte . C u ando todo e s tá e n pe rfe cto
orde n (rara v e z s e produ ce ) : La e s pada e s e s g rim ida por l a fu e rz a de I v á n, apu ntando h acia ade l ante o h acia
arrib a, con l os dos h e rm anos a l a re tag u ardia de I v á n, m ie ntras e l pu e nte apare ce cl aram e nte traz ado ya s e a
h oriz ontal (no im porta e l dis e ñ o) o as ce nde nte —l a l e ctu ra e s s ie m pre e n pl ano, no e n pe rs pe ctiv a— s in cae r
h acia e l e x tre m o de re ch o s u yo. T odos e s tos e l e m e ntos de b e n e s tar e n col ore s .
S i h ay e l e m e ntos e n ne g ro, indicará b aj a au toe s tim a cre ativ a (no cre e e n s u capacidad de cam b iar re s u l tados )
cu ando s on l os h e rm anos l os afe ctados . S i e s l a fu e rz a l a q u e h a s ido pintada e n ne g ro, indica e l no u s o de e s a
pote ncia, por no cre e r e n e l l a; g e ne ral m e nte s e as ocia a s u fal ta de ce rte z a de q u e e s capaz de produ cir e l
"m il ag ro".
S i e s l a e s pada l a q u e e s tá e n ne g ro, indica b l oq u e o e n e l u s o de s u s h e rram ie ntas de av ance , produ cido,
g e ne ral m e nte , por m al as e x pe rie ncias e n s u u til iz ació n o porq u e no s on l as ade cu adas , o s im pl e m e nte no h a
s e ntido q u e l e h ayan s e rv ido.
S i e s e l pu e nte e l q u e e s tá ne g ro, m u e s tra b l oq u e o com u nicacional e ntre u s te d y s u s m e tas o s u s s e m e j ante s o
s im pl e m e nte s u s s itu acione s . T am b ié n s e ñ al a no q u e re r m irar h acia ade l ante .
C u ando cu al q u ie ra de e s tos e l e m e ntos , q u e e n s u conj u nto re pre s e ntan e l "e s tar pre parado para g anar", s e
e ncu e ntran de b aj o de l pu e nte , indican q u e e v e ntos ante riore s afe ctaron l o q u e e l e l e m e nto re pre s e nta. P or e l
contrario, s i e s tá n b aj o e l pu e nte : s e rpie nte , poz o, o m anz ano o tapiz s e g ú n s e a l o q u e e l ig ió , y e l ce rdo (s i l o
pu s o) , s on s u s b atal l as cre ativ as g anadas s e g ú n s u s s ig nificados .
Los e l e m e ntos q u e apare ce n a l a de re ch a, re pre s e ntan l o q u e g rav ita e n s u s ob j e tiv os cre ativ os , ob s tá cu l os q u e
h ay q u e v e nce r, apoyos o v í as l ib re s . P or s u parte e l drag ó n s ó l o m u e s tra l a b atal l a, y s e g ú n s u tam añ o l e e s tá
dicie ndo có m o v e u s te d s u s b atal l as de l a v ida: te rrib l e s e ins al v ab l e s o s ó l o com o re s is te ncias q u e s e de b e n
v e nce r para av anz ar m á s .
A h ora v e a q u é e l e m e ntos de l as m u j e re s e s cog ió re pre s e ntar y s aq u e s u s concl u s ione s de acu e rdo a dó nde l os
col ocó y q u é l os rode a.
C om o e j e m pl o de ayu da h e incl u ido e n e s te l ib ro u n e j e m pl o de m apa de ru ta, de s cifrado com o ayu da s u pl e m e n-
taria (fig . 3, A y B ) .
U s te d tie ne ante s í l a s itu ació n e n q u e s e e ncu e ntra e n e s ta fas e de s u v ida. C u á l e s s on s u s com b ate s , cu á l e s s u s
ob s tá cu l os , s u s de b il idade s y s u s fortal e z as . P e ro, no s ó l o e s o, s ino q u e tam b ié n pu e de v e r e n q u é s e e s tá h acie ndo
tram pa —ade m á s de indicar, e n al g u nos cas os , e q u iv ocacione s re s pe cto a l as pe rce pcione s de s í m is m o. E l l o s e
pu e de s ab e r s i e l orde n de pre fe re ncia e n s u l is ta inicial corre s ponde a l os l u g are s y tam añ os pre fe re ncial e s q u e
tie ne n l os e l e m e ntos e n s u com pos ició n. S i concu e rdan todo e s tá b ie n. P e ro, s i no... H ay cos as q u e u s te d no s ab í a
de s í m is m o q u e l e pu e de n s orpre nde r.



A h ora b ie n, u na v e z inte rpre tado e s te "m apa" pe rs onal , m ire s u prim e r dib u j o... ¿Q u é v e ? Lo q u e apare z ca com o
e s ce na s e rá e l m om e nto e n q u e u s te d e s tá e n re l ació n con e l panoram a ante rior ya de s cifrado. E j e m pl o: s i dib u j ó
a I v á n m irando por l a v e ntana de l cas til l o, q u ie re de cir q u e e s tá al e rta a l as pos ib l e s caí das . E s u na b u e na actitu d.
S i h a dib u j ado u n drag ó n con nu e v e cab e z as , u s te d e s tá av anz ando e n s u s b atal l as , l as q u e au nq u e m á s g rande s
l o e ncu e ntran m á s pre parado. H a av anz ado e n s u cam ino cre ativ o. Y s i l e im pre s ionó l a e s ce na de l e ncu e ntro
con e l anciano cam inante , u s te d e s tá e s cu ch ando l a v oz de l a s ab idu rí a y e s ob e die nte a e l l a.
S i l e im pactó l a e s ce na e n q u e I v á n l u ch ab a s ol o m ie ntras l os h e rm anos dorm í an, s e ñ al a q u e u s te d s e s ie nte s ol o
para e nfre ntar l as b atal l as y s e g ú n s e an s u s s e ntim ie ntos al re s pe cto, s e rá l a actitu d con q u e e nfre nta e s a
s itu ació n.
S i l e im pacta l a partida de l a cas a pate rna porq u e q u ie re ir a dar l as b atal l as , e s q u e tie ne concie ncia de s u pas o
por e s ta tie rra para av anz ar y ayu dar; s i parte con tris te z a, s u actitu d e s de "nos tal g ia div ina", nos tal g ia de l a
pe rfe cció n y as í e nfre nta s u s b atal l as . C u idado con s u s e x ig e ncias a l a v ida, o a s í m is m o.
Los e j e m pl os pu e de n s e r m u ch os y tan v ariados com o e s nu e s tra natu ral e z a indiv idu al . S u tare a e s de s cifrar e l
s u yo.
P or fin ya todo e s tá dich o. Lo q u e v ie ne a continu ació n e s s ane ar toda circu ns tancia q u e pu e da e s tar b l oq u e ando
s u av ance h acia l a m e ta, h acia e l re g re s o de finitiv o. Y e l l o s e re s u e l v e fá cil m e nte , s in q u e u s te d te ng a q u e
s om e te rs e a te rapias e s pe cial e s o a titá nicos e s fu e rz os .
B as tará con v ol v e r a dib u j ar con e x actitu d e l m apa de ru ta o s e g ú n b oce to, s al v o e n u n de tal l e q u e s e rá m odifica-
do, y é s te corre s ponde rá al e l e m e nto q u e e s tá m á s m al dis pu e s to o q u e pe rj u diq u e de ntro de u n e s q u e m a de
av ance .
P or e j e m pl o, s i l os h e rm anos e s tá n s e parados de I v á n conv ie ne pone rl os a s u re tag u ardia; s i e s ta fu e rz a de I v á n
no de te nta l a e s pada e m e rg ie ndo de s í , de b e rá incorporá rs e l a. C u al q u ie r apl icació n de ne g ro e n e s as im á g e ne s
de b e s e r cam b iada por col ore s . S i l a s e rpie nte am e naz a a al g u no de e l l os , de b e rá s e r re m ov ida de e s e l u g ar,
col ocá ndol a de b aj o de l pu e nte , as í com o al poz o, m anz ano o tapiz , s e g ú n s e a l o q u e apare z ca. E s tos e l e m e ntos
pu e de n pe rm ane ce r e n ne g ro s i as í h an s ido pintados .
Lo q u e corre s ponde e s q u e todos l os e l e m e ntos q u e l o re pre s e ntan a u s te d (fu e rz a de I v á n, h e rm anos y e s pada)
de b e n e s tar s ob re e l pu e nte e incorporados com o s e h a s e ñ al ado y de b aj o de é l de b e n e s tar l os e l e m e ntos q u e nos
pe rtu rb an o re tardan, incl u ye ndo final m e nte al drag ó n.
C ada m ov im ie nto o cam b io, de b e h ace rs e de a u no por v e z . O s e a, de b e h ace r v arios dib u j os idé nticos donde s ó l o
cam b iará e l s í m b ol o e s cog ido. P u e de n s e r tre s , cinco o die z , l os q u e s e an ne ce s arios , s ó l o s u e j e cu ció n dará e l
nú m e ro de b oce tos q u e de te rm inará n cre ar e l m apa de ru ta pe rfe cto, donde todos l os e l e m e ntos e s tará n e n s u
l u g ar corre cto.
A q u í e s tará e n j u e g o l a inte racció n e ne rg é tica cre ativ a q u e , s in dars e cu e nta u s te d, irá m odificando s u m ode l o
cre ativ o infe rior h acia s u corre cto re s u l tado * R e l e a l as pá g ina 39 . E s tos cam b ios pu e de n h ace rs e todos e n u n dí a
com o a l o l arg o de u na q u ince na, l o im portante e s h ace rl o con e l s e ntim ie nto de q u e re r m odificarl o; h ay q u e dar
l a oportu nidad a q u e l os e s q u e m as h u m anos no b l oq u e e n s u s re s u l tados , al no cre e r e n l a inm e diate z de l a
acció n de l a cre ació n s u pe rior.
H ace u nos m e s e s re cib í u n l l am ado te l e fó nico inte re s ante ; dos s icó l og os cl í nicos q u e h ab í an as is tido a m i
S e m inario tie m po atrá s , m e com u nicab an s u inte ré s e n q u e l os au toriz ara a l l e v ar e s te "te s t", com o e l l os l o
l l am aron, a cons ide ració n de u na com is ió n para propone rl o de ntro de l os te s t s icol ó g icos av anz ados , ya q u e no
s ó l o im pl ica u n au to-diag nó s tico ace rtado, s ino q u e ade m á s , incl u ye u na te rapia e x itos a. T odo e l l o com o
re s u l tado de dos añ os de apl icació n e x pe rim e ntal de l m is m o por parte de e s tos profe s ional e s con l os al u m nos de
l a C á te dra de S icol og í a e n l a U niv e rs idad V iñ a de l Mar.
C on e s te l arg o capí tu l o, q u e b ie n v al í a l a pe na e x te nde rl o para s u m e j or com pre ns ió n, h e m os concl u ido nu e s tro
re corrido por e l pu e nte m á g ico. A q u í nos de te ndre m os , pu e s m i inte nció n al trae rl o h as ta e s te u m b ral fu e
s itu arl o v is u al -m e nte , e n s e ntim ie nto y pe rce pció n, e n l a e x pe rie ncia b as e de l os dis tintos s e nde ros de av ance
h acia l a m e ta final .
D e ah ora e n ade l ante l e m os traré l as dis tintas fas e s q u e h ay q u e re corre r y l e contaré có m o s e e nl az an con l os
m u ndos e x te rnos a trav é s de e j e m pl os q u e l o h ará n com pre nde r m e j or l os al cance s de l o q u e pu e de s e r s u propia
av e ntu ra de re g re s o a cas a.
Lo q u e m á s l e im pactó fu e e l e s fu e rz o de l cab al l o y s u e nfre ntam ie nto al drag ó n para ayu dar a I v á n a v e nce rl o.
(S U A C T I T U D P A R A E N F R E N T A R S U S B A T A LLA S E S D E G R A N LE A LT A D A L S E R D E S P I E R T O Q U E E S ; E S A T OD A
P R U E B A A U N Q U E LA B A T A LLA S E A T A N D I F Í C I L C OMO S E V E ) .
D e s cripció n:
• La fu e rz a de I v á n contie ne l as h e rram ie ntas de av ance y apu ntan h acia e l drag ó n.
• E s tá e n b atal l a con e l drag ó n s ob re e l pu e nte .
• Lo h e rm anos e s tá n u nidos a s u fu e rz a inte rna (l o h u m ano ob e de ce a s u s e r inte rno) .
• La s e rpie nte rode a l a cab e z a de l drag ó n.
• S ob re e l drag ó n apare ce e l m anz ano.
• E l ce rdo g rav ita am e naz ador s ob re l a fu e rz a.



D iag nó s tico o l e ctu ra de l m apa de ru ta (re fe re ncia fig u ra 3B ) :


• T ie ne l a fu e rz a inte rna para e nfre ntar s u b atal l a y l as h e rram ie ntas de av ance incorporadas . T odo tie ne todo
para g anar s u s b atal l as .
• S u b atal l a principal tie ne q u e v e r con e l e nfre ntam ie nto de l trau m a por pé rdidas tras ce nde ntal e s , l o q u e incide
e n e l de b il itam ie nto de l a fu e rz a (l a pre s e ncia de l ce rdo) .
• La s e rpie nte (l a du da, l a ince rtidu m b re ) e s e l re s u l tado de l a pre s e ncia de l ce rdo y e s l a prim e ra b atal l a q u e h ay
q u e v e nce r.
• La pre s e ncia de l m anz ano re pre s e nta u n e s col l o a l a ce rte z a de l o inv is ib l e , l o q u e s ig nifica m ayor dificu l tad
para e nfre ntar e s ta b atal l a.
• E l pu e nte e s tá indicando u na m e ta tras ce nde nte q u e s e de tu v o. La infl u e ncia de e x pe rie ncia ante riore s g e ne ra-
ron e s a oportu nidad, pe ro l o difí cil de l a b atal l a l o ag otaron.
S u g e re ncia de cam b io e n s u s dib u j os :
1e r dib u j o = ach icar e l ce rdo.
2º dib u j o = col ocarl o b aj o e l pu e nte .
3e r dib u j o = e nde re z ar e l pu e nte .
4o dib u j o = l e v antar e l conj u nto (fu e rz a -e s pada -h e rm anos ) s ob re e l pu e nte y col ore ar l o ne g ro.
5° dib u j o = l anz ar l a s e rpie nte b aj o e l pu e nte .
6º dib u j o = ach icar e l m anz ano.
7º dib u j o = b otar e l m anz ano b aj o e l pu e nte .

6 P rofu ndiz ando, e l j u e g o s e h ace s ab io


S E N S A C I ON E S E N V U E LO D I N Á MI C A D E A V A N C E
P R E Á MB U LO
A u nq u e l e pu e da re s u l tar difí cil cre e rl o (ya l o e x pe rim e ntará ) , nu e s tro u niv e rs o fí s ico e s tá com pu e s to por
m irí adas de s e re s -l u z e ncarg ados de col ab orar e n l os re s u l tados q u e s om os y de l a natu ral e z a toda: s e re s de l
ag u a, de l aire , de l a tie rra y de l fu e g o. N os otros , por form ar parte de é l —re pre s e ntando e l niv e l m á s e l e v ado de
e s ta v ida—, tam b ié n e s tam os cons titu idos por e s os e l e m e ntal e s e te rnam e nte actu ante s . E s tos s e re s s irv e n a u n
pl an m ae s tro s u pe rior a todo. P e ro s u s e rv icio incl u ye al h om b re e n cu anto a s u tare a. E l m u ndo ch am á nico l os
l l am a "s e re s de l a natu ral e z a". N os otros l os de nom inare m os "s e re s de l os e l e m e ntos ".
E s e ne rg í a inte l ig e nte o v ida inte l ig e nte , com o todo l o q u e e x is te y q u e l a cie ncia h oy re conoce al de cir q u e no
e x is te e l v ací o com o tal , pu e s , todo e s V I D A .
S u m is ió n orig inal e ra h ace rnos pe rfe ctos e n cu anto a e q u ipos e m anados de u n m ode l o arq u e tí pico pe rfe cto, l o
q u e e l e s pí ritu de nom ina "h ij os de D ios ", pe ro nu e s tra de s ob e die ncia o s e paració n de l a F u e nte U N O l os h a ido
de s tru ye ndo, trans form á ndol os , h as ta h ace rl os m u ch as v e ce s incons cie nte s de s í m is m os y u til iz ados por al g u nos
para fine s e g oí s tas y de pode r. C re aron con e l l o l a im pe rfe cció n q u e v a de s de l a e nfe rm e dad, l a de cre pitu d o
de g e ne ració n ce l u l ar, h as ta l os m ayore s de s as tre s , tanto g e ol ó g icos com o h u m anos .
Mu ch os de e l l os h an adq u irido form as m ons tru os as . Otros , l os m á s re s is te nte s , s e h an re fu g iado e n l a re b e l dí a.
S ó l o u nos pocos , g racias al h om b re de s pie rto, m antie ne n s u s cu al idade s actu ante s e n l a l ab or para l a cu al
e x is te n.
Los cu e ntos para niñ os l os de s crib e n com o h adas , g nom os , s il fos , ondinas , s al am andras , e tc. P e ro, h ay m u ch os
m á s . S u natu ral e z a v ib ratoria e s m u y s e ns ib l e , re accionan e n s u s form as de acu e rdo a l os patrone s m e ntal e s q u e
l e s im prim e l a m e nte de l h om b re .
Los q u e com pone n nu e s tro v e h í cu l o fí s ico no tie ne n nom b re ni as pe cto conocido. A s í com o nos otros s om os u na
ch is pa div ina de u n G ran S ol C e ntral , re cu b ie rta por nu e s tra propia de ns idad v ib ratoria, tam b ié n, de ntro de
nos otros , e l l os form an u n u niv e rs o m e nor, e m anado de u na m is m a F u e nte . S om os u na cons tante u niv e rs al y "as í
com o e s e n l o g rande , e s e n l o pe q u e ñ o".
T anto h acia ade ntro com o h acia fu e ra de nos otros s e e ncu e ntra l o ins ondab l e , e l infinito. La s ab idu rí a ance s tral
ab orig e n andina h ab l a de l a cru z cu adrada com o u n s í m b ol o s ag rado de l orig e n de l a v ida, s e ñ al ando q u e
"nos otros s om os aq u í l a m anife s tació n de u n ins tante e n e l infinito q u e s om os ". Los b orde s de l a cru z re pre s e ntan
e s e ins tante de l pu nto ce ntral inv is ib l e y g e om é trico q u e e s e l s e r, s in ante s ni de s pu é s , s ó l o e te rno e infinito.
E n e s te cal idos copio indiv idu al y ú nico q u e cada u no e s , h ay g al ax ias y s is te m as de u niv e rs os cu ya m á s ce rcana
aprox im ació n v is u al al e x te rior, s e e ncu e ntra e n l as noch e s s in l u na, fre nte a u n cie l o e s tre l l ado. E s tos s is te m as
e s tá n inte rcone ctados , no s ó l o e n cada u no de nos otros , s ino q u e con todo l o m anife s tado, apare nte m e nte e x te rno
o inte rno.
E n e s ta fas e , e j e rcicios diná m icos de e ntre nam ie nto s e ns orial l l e v an al participante a v iaj ar y s e ntir l os u niv e rs os
de cre ació n s u pe rior q u e e s tá n e n nos otros , y cu ya infl u e ncia m u tu a form a nu e s tras "re al idade s ". E s ta v e z ire m os
a l as re al idade s e te rnas q u e nos otros m is m os s om os , incu rs ionando por u m b ral e s q u e re m ov e rá n nu e s tra
com pos ició n ató m ica de ob s tru ccione s m e ntal e s y e m ocional e s , de nu dos e ne rg é ticos l im itante s . E s to s e rá u n
ob j e tiv o com pl e m e ntario, pu e s e l principal s e rá e ntre nar nu e s tros s e ntidos . A s í com o e l de portis ta s e e ntre na



para corre r l os cie n m e tros pl anos con e l fin de l og rar e l triu nfo, as í u s te d s e e ntre nará s e ns orial m e nte para
apre nde r a incu rs ionar e inte ractu ar e n control cons cie nte e n l os cam pos cre ativ os s u pe riore s .
P e ro, h ay otros ob j e tiv os m á s im portante s y tras ce nde ntal e s q u e no s e rá n e ntre g ados aq u í , s ino q u e e n l a m e dida
e n q u e u s te d av ance e n s u s e x pe rie ncias s e l e re v e l ará n pe rs onal m e nte y com pre nde rá l o im portante de e s ta
prá ctica.
* * *
A q u í e l av e ntu re ro de l os "e s pacios m orfog e ne rativ os " re al iz a u n ace l e rado v iaj e por dis tintos am b ie nte s q u e
parte n de l o al to de u na m ontañ a, de noch e y con m u ch o frí o, para s itu ars e e n s e ns acione s , b ru s cam e nte , e n e l
de s ie rto, con cal or y e n pl e no m e diodí a. Lu e g o e l b os q u e , cu yo arom a y s u h u m e dad s on pe rcib idos inte ns am e n-
te .
A pare ce u n cl aro por donde s e e l e v a, s ob re v ol ando e l b os q u e , h as ta l l e g ar al océ ano q u e s e de s l iz a v e rtig inos a-
m e nte b aj o s u s oj os , m ie ntras s u rau do v u e l o l o condu ce h acia l o de s conocido: u n paí s q u e no e x is te e n e l m apa
(o e n l a T ie rra, o ni s iq u ie ra e n e s ta dim e ns ió n) ... u na is l a a l a q u e s e de s cie nde para prob arl a s e ns orial m e nte .
D e s de al l í s e e m pre nde u n v u e l o dife re nte , h acia arrib a, m á s al l á de l a atm ó s fe ra de l a T ie rra, h acia e l e s pacio
para fl otar e n é l . S e acce de a u n pl ane ta de fu e g o para s e ntirl o y v iv e nciarl o; e ns e g u ida a u n pl ane ta de ns o, para
al iv ianarl o, cre ativ am e nte ; para final m e nte , l l e g ar a u n pl ane ta de l u z incande s ce nte .
Má s ade l ante , e n u na s u av e y rá pida v u e l ta a l a T ie rra, s e s u m e rg e e n l as profu ndidade s de l océ ano... Y ah í , u na
l u z q u e v ie ne de l inte rior de u na cav e rna s e ñ al a e l m om e nto de e ntrar a av e rig u ar q u é l a ocas iona, inte ractu ar
con e s a v ida y e nfre ntar al l í u na tare a, l a q u e s u rg irá y de b e rá cu m pl ir. Lu e g o, e l re g re s o: prim e ro e m e rg e r a l a
s u pe rficie , re e m pre nde r e l v u e l o para de s ce nde r e n e l b os q u e , l u e g o al de s ie rto. A tarde ce y e s tá fre s co. P or ú l tim o
l a m ontañ a. A m ane ce , e l s ol e ntib ia… La e x pe rie ncia h a te rm inado.
A s í l e h e e ntre g ado u n panoram a de l de s arrol l o de e s ta s e g u nda fas e , l a m á s im portante , de s pu é s de l e j e rcicio
b as e . C om o prim e r e fe cto s e h a l og rado u na diná m ica e ne rg é tica de trans fe re ncia de inte re s pacios cre ativ os ,
e x pe rie ncias de ate m poral idad, l ib e rtad de acció n, l im pie z as de l cam po e m ocional , e tc.
E s com ú n v ol v e r a l a is l a, al pl ane ta de fu e g o, o al de l u z . P e ro, m á s im portante q u e nada e s re g re s ar a l a cav e rna,
nu e s tro "A g u j e ro de g u s ano"* donde s e com ie nz a l a av e ntu ra s u pe rior, cons cie nte , m á s tras ce nde ntal y prá ctica
q u e e l s e r h u m ano pu e da s oñ ar. E l l a e s nu e s tra e s e ncia, e l pu nto de infinito de l a cru z e s cal onada andina* ,
nu e s tro e s l ab ó n re cu pe rado e n concie ncia.
* A G U J E R O D E G U S A N O: fu e pos tu l ado por E ins te in e n l os añ os s e s e nta. S u nom b re s e de b e a l a h u e l l a q u e de j a
e l g u s ano al atrav e s ar u na m anz ana: u na e s piral m á s anch a e n l os e x tre m os y m á s ang os ta e n e l ce ntro.
P os te riorm e nte fu e inv e s tig ado y de s cu b ie rto por e l as tró nom o C arl S ag an, q u ie n j u nto a u n g ru po de otros
profe s ional e s de e s a á re a, s e ñ al arí an q u e e n e l e s pacio e x is te n e s tos ag u j e ros q u e pe rm ite n q u e u na form a de v ida
pas e a otra a trav é s de e l l os s in col aps ar. E s to s e de b e rí a a q u e e n s u inte rior e x is te u na condició n l u m í nica
e s pe cial q u e prov oca l os cam b ios m ol e cu l are s ne ce s arios para q u e , s in trau m a, u na form a de v ida F , por e j e m pl o,
pu e da acce de r a u na form a de v ida X , trans form á ndos e e n e l l a al apare ce r e n e s e otro e s pacio o dim e ns ió n y
v ice v e rs a: u na v ida X trans form ars e e n v ida F al ing re s ar e n e s te e s pacio.
* C R U Z E S C A LON A D A A N D I N A : e s u na re pre s e ntació n s ag rada de l a cos m ov is ió n andina re l acionada con l a v ida
e n e l pl ane ta, re pre s e ntando al h om b re e x is tie ndo e n e s ta re al idad e n u n ins tante de l infinito q u e e s .
I ns is to e n q u e e s tos e j e rcicios corre s ponde n a u n e ntre nam ie nto s e ns orial cu yos ob j e tiv os m á s profu ndos no s on
re v e l ados e n e s te l ib ro, s ino du rante l os s e m inarios , de b ido a l a inte ns idad de s u conocim ie nto e x pe rie ncial . S in
e m b arg o, para te ne r re s u l tados e x itos os no e s indis pe ns ab l e s ab e rl o, s ó l o practicarl o.
A nte s de e ntrar a e x pl icar nu e s tro pró x im o pas o, l e re l ataré al g u nos h itos v iv idos por "v iaj e ros " q u e v iv e nciaron
otras dim e ns ione s de e x is te ncia al s ob re v ol ar e l "paí s " q u e no e x is te e n l a T ie rra.
J u an fu e s orpre ndido por e l re pe ntino e m e rg e r de u n l u g ar cons titu ido de cris tal e s m u l ticol ore s q u e s e e rg u í an
com o v e rdade ros e dificios q u e no s e tapab an e ntre s í , pe ro s í s e e ntre m e z cl ab an produ cie ndo u n re fu l g ir
s im u l tá ne o de s u s propios col ore s iridis ce nte s . D e ntro de e l l os h ab í a v ida, pe ro no conce b ida com o l a nu e s tra.
E n v arios cas os , l a s orpre s a s e trans form ó e n profu nda e m oció n al l l e g ar e l protag onis ta a l u g are s donde s e re s
trans pare nte s , o s e re s de col ore s , o b e l l os y am ab l e s e nanos , m irab an h acia l o al to, e s pe rá ndol o cas i con
v e ne ració n. A v e ce s trans m ití an te l e pá ticam e nte o a trav é s de fu e rte s s e ns acione s u n s e ntim ie nto de b ie nv e nida,
am or y b ondad. Los am b ie nte s v ariab an, de s de aparie ncias , e s pacios m ó v il e s com o e n cre ació n pe rm ane nte o
l u g are s l l am e ante s con u n ardor ag radab l e y trans form ador.
E n u na ocas ió n s e v io u n e x trañ o l u g ar com pu e s to de dos niv e l e s de e x is te ncia: u no e ra e l re fl e j o de l otro.
Mie ntras e l de arrib a e ra de u n as pe cto pare cido al cris tal y de col or az u l , e l de ab aj o e ra de l u z . A m b os s e
m ov í an al u ní s ono, pe ro no s e inte rpe ne trab an. N o h ab í a v ida e n e l l os , s ino q u e l a v ida e s tab a e n s í m is m os .
Marce l o, u n niñ o de once añ os q u e h iz o l a e x pe rie ncia, v io, as om b rado, u n "paí s " v e rtical .
C u ando s e l e pre g u ntó por de tal l e s dij o q u e no podí a dib u j arl o pu e s no s ab í a có m o h ace rl o. Má s ade l ante
e x cl am arí a: ¡Y a s é ! E ra v ida v e rtical (¡! ) . E s ta e x pe rie ncia produ cirí a e n s u v ida u n cam b io cu á ntico cre ativ o
ú nico ya q u e s ó l o é l te ndrí a e s a pe rce pció n de v ida dife re nte .



E n e s ta fas e , al g u nos participante s e x pe rim e ntan l a l ib e rtad de l "no-tie m po-e s pacio", al h ace r e l v iaj e e n dis tinto
orde n al e nu nciado por q u ie n l o g u í a, o ade l antá ndos e a l as indicacione s , s in conoce r s u s e cu e ncia con ante riori-
dad.
A partir de ah ora e l e s tu diante q u e da e n condicione s de l l e v ar a cab o l a s ig u ie nte v iv e ncia con l a pl e nitu d
re q u e rida, ya q u e corre s ponde rá al otro g ran v iaj e de de s cu b rim ie nto: s u A m é rica inte rna.
E s ta v e z tras pas ará l os u m b ral e s l u m í nicos de acce s o pine al -pitu itaria para e ntrar e n e x pe rie ncias donde re cib irá
l as infl u e ncias e inte raccione s cre ativ as s u pe riore s q u e corre s pondan, l as q u e dirig idas por l a s ab idu rí a div ina
pote nciará n capacidade s , arm oniz ará n re de s e ne rg é ticas y e ntre g ará n v iv e ncias aj u s tadoras .
S al ir por e s e u m b ral e s e ntrar a l os cam pos cre ativ os s u pe riore s , a trav é s de l ce ntro pine al , para re g re s ar con e l
b ag aj e e ne rg é tico y v iv e ncial q u e incide e n l a m e m oria ce l u l ar, re trotraye ndo l a m e m oria g e né tica de l orig e n,
poco a poco, de acu e rdo al proce s o de aj u s te de l e q u ipo q u e e s e l s e r h u m ano.
U s te d s e conv e rtirá e n e l C ol ó n de s u propia A m é rica. P e ro no por l os conce ptos h is tó ricos de e s ta av e ntu ra é pica,
s ino porq u e e m u l ará l os s e ntim ie ntos de C ris tó b al C ol ó n, q u e l e pe rm itie ron re al iz ar con é x ito tam añ a e m pre s a.
E s os m is m os s e ntim ie ntos l e pe rm itirá n s u s propias v ictorias .
E s tos e ran: C e rte z a de l o inv is ib l e . (U na tie rra q u e no v e í a y q u e , s in e m b arg o, e x is tí a) .
R otura de e s q ue m a s im p e ra nte s ("La tie rra pl ana... s i s e av anz a m ar ade ntro s e cae al v ací o" e q u iv al e para
nos otros a "e s ta e s l a re al idad y no l a pode m os cam b iar", e n v e z de s ab e r q u e s ó l o s on re s u l tados q u e pu e de n s e r
m odificados ) . Pe rs e v e ra ncia , p re v e nción e intre p ide z .
¿V am os a l a te rce ra fas e ?

D E S C U B R IE N D O N U E S T R A PR O PIA A M É R IC A
F A S E III
S u s pe ndidos e n e l u m b ral triang u l ar de l a pine al , l os v iaj e ros e s pe ran l a s e ñ al de z arpe . E s tá n l is tos , h an
pre parado s u s v itu al l as cons is te nte s e n u n e l e m e nto e l e g ido por e l l os q u e l e s s e rv irá com o v arita m á g ica q u e
podrá n pone r e n acció n cada v e z q u e s e a ne ce s ario, de s b l oq u e ando o de s ace l e rando e l pas o, para cu m pl ir
e x itos am e nte con e l ob j e tiv o de l a trav e s í a. Y a h an re al iz ado e l e j e rcicio b as e de cone x ió n y de activ ació n de l
ce ntro pine al .
S e h ará n tre s v iaj e s . E l prim e ro de e l l os corre s ponde al de s cu b rim ie nto, e l s e g u ndo a l a e x pl oració n y e l te rce ro a
l a cons tru cció n.
C on e l ob j e to de cu m pl ir con é x ito e s tas m e tas , l os av e ntu re ros de l e s pí ritu h an de b ido b orrar todo conce pto
re s pe cto a l o q u e e s A m é rica: g e og rá fica, pl ane taria, v iv e ncial , e tc. A m é rica e s al g o por de s cu b rir y de l a cu al s e
ig nora todo. S ó l o e x is te com o ide al al cu al s e acce de rá de u n m odo tam b ié n de s conocido. La m ú s ica anu ncia q u e
ya e s tie m po de l anz ars e al e s pacio para iniciar l a trav e s í a. S in nav í os , s in tie m po ni e s pacio, l os "C ol one s "
inte ru niv e rs os h an partido. Mie ntras tanto, l e daré al g u nas indicacione s para cu ando u s te d de cida s e g u ir s ol o
av anz ando por e l pu e nte .
E l fu m ar ante s de cu al q u ie r e j e rcicio de e s te prog ram a nu b l a l a pos ib l e v iv e ncia a l í m ite s e x tre m os e n al g u nos
cas os . Mu ch as v e ce s h a s ido ne ce s ario s u s pe nde r l a e x pe rie ncia. V al e l a pe na pone r ate nció n a e s te re s u l tado,
pu e s e s tá s e ñ al ando no e l dañ o fí s ico q u e e s b ie n conocido de todos , s ino e l g ran im pe dim e nto para l og rar
acce de r a l os "te s oros de l cie l o" y as í s al irs e de l as l im itacione s au tocre adas , de b ido a l a acció n de l a nicotina e n e l
ce re b ro.
E s b u e no s ab e r, tam b ié n, q u e l a re l aj ació n rá pida q u e com pre nde e s te prog ram a de b e h ace rs e s e ntado, con l a
col u m na v e rte b ral de re ch a, s in forz ar l a pos tu ra. P ara e l l o conv ie ne e l e g ir u na s il l a de re s pal do re cto. E l e j e rcicio
cons is te e n s ol tar l os m ú s cu l os de u na s ol a v e z , com o s i s e de j ara atrapar com pl e tam e nte por l a g rav e dad de l a
T ie rra. E l e fe cto produ cido no de b e ir m á s al l á de im pe dir q u e e l v e h í cu l o fí s ico b l oq u e e e l al e rta inte rno de l
participante q u e au to-condu cirá l a e x pe rie ncia. N o e s de ning ú n m odo au toh ipnos is , pu e s s e de b e e s tar m u y
cons cie nte de l m ane j o de l os proce s os cre ativ os . E n e l cas o de re l aj ació n A l fa, s e corre e l rie s g o de pas ar a otros
niv e l e s q u e v an de s de l a pé rdida de condu cció n de l v iaj e h as ta e l ol v ido, y te rm inar s ol am e nte e n u n s u e ñ o
re parador.
N o e s tá de m á s s e ñ al ar q u e e s conv e nie nte h ace r todos l os e j e rcicios e n u n l u g ar tranq u il o, s in inte rru pcione s y
con s u ce l u l ar apag ado.
P or ú l tim o, m e re fe riré a l a m ú s ica q u e pu e de acom pañ ar l os e j e rcicios de l as dis tintas fas e s , para facil itar l as
e x pe rie ncias . P ara e l e j e rcicio b as e e s re com e ndab l e u na m e l odí a aq u ie tante , q u e no s e im pong a.
Lu e g o, cu ando s e trate de l a fas e S e ns acione s e n V u e l o, l a m ú s ica de b e s e r condu ctora, e s de cir, s u e ne rg í a
m e l ó dica apoyar e l v u e l o y s u s v iv e ncias .
P ara l as fas e s de E ncu e ntro con l a F u e rz a A ng é l ica as í com o para E l S il e ncio I nte rno, l a m ú s ica de b e s e r e l e v ado-
ra, m ie ntras q u e para l a de A m é rica I nte rna, é s ta de b e s e r im pu l s adora.
P ara s e l e ccionar l os te m as conv e nie nte s a cada fas e , l a indicació n e s re cu rrir al acce s o a trav é s de l a pine al , tal
com o s e e ns e ñ a e n l a fas e "La Mú s ica s e v e , e l C ol or s e oye ".



E s te Mé todo tie ne s u propia m ú s ica, l a q u e h a s ido ins pirada de e s ta m ane ra, s irv ie ndo a l os propó s itos cre adore s ,
ade cu adam e nte . La m ú s ica incide ntal h a s ido re al iz ada por e l com pos itor ch il e no
A nth ony T h om ps on.

H A D A S , U N IC O R N IO S Y E N IG M A S PO R R E S O L V E R . . .
H a final iz ado l a prim e ra trav e s í a y l os inform e s l l e g an u no a u no, a m e dida q u e l os protag onis tas v an re g re s an-
do. P ó ng as e có m odo, porq u e ya com ie nz an a apare ce r e n s u pantal l a m e ntal al g u nos de l os aconte cim ie ntos
v iv idos .
Lol ix , u na e m pre s aria france s a m u y poco aficionada a l o fantá s tico re g re s a im pre s ionada: P oco de s pu é s de partir
fl otando por u n e s pacio de col or, div is a al g o s im il ar a l a natu ral e z a te rre s tre b añ ada por ag u as trans pare nte s . A l
pos ars e e n e l l u g ar apare ce u n s e r e x trañ o, s e m e j ante a u n l e ó n h u m ano de m irada b ondados a q u e , s in de cir
pal ab ra, l a inv ita a s u b ir a u na b arca, condu cié ndol a a u n l u g ar donde s e e l e v a u na inm e ns a m ontañ a e n form a
de cono. U na m is te rios a pu e rta s e ab re para dar pas o a u n m á g ico l u g ar donde l a e s pe ra u na niñ a de u nos 5
añ os . S ab e q u e de b e tom arl a y h ace rs e re s pons ab l e de e l l a. P e ro no ace pta. E l s e r l a l l e v a de v u e l ta y, trans -
portá ndol a a otro s itio, l e h ace e ntre g a de u n l ib ro b ril l ante q u e , al ab rirl o, al g o q u e e s tab a e s crito s e b orra de
inm e diato para dar pas o a pá g inas e n b l anco, q u e s ab e , de b e l l e nar e l l a. La h is toria continú a con u n s innú m e ro
de de tal l e s b as tante e s pe ctacu l are s , l os q u e te rm inan con s u re g re s o s in h ab e r concre tado ning u na de l as
accione s s ol icitadas por e l am ig o l e ó n. Lo q u e re tie ne con m u ch a e m oció n e s l a re s pu e s ta q u e l e dio e n e l
m om e nto e n q u e l e pre g u ntó q u ié n e ra: "S om os Mae s tros de l U niv e rs o", dij o. Y e x te ndie ndo s u m ano, m u e s tra a
u n conj u nto de s e re s ig u al e s a é l q u e l a conte m pl an de s de u na cie rta dis tancia. Marce l a, b ió l og a, ya no cre í a e n
"cu e ntos de h adas ", pe ro fu e j u s tam e nte e s e m u ndo e l q u e de s cu b rió com o s u A m é rica. E s te re l ato b ie n v al e
com partirl o con u s te d.

E x p e rie ncia 16
Prota g onis ta : M a rce l a
" M e f ui p or e l e s p aci o... f l ot ab a, p e r o no s e nt í a q ue i b a a ni ng una p ar t e . A ni l l os d e col or e s v e ní an a m i e ncue n-
t r o... p l at af or m as r e f ul g e nt e s , s us p e nd i d as y v i v as , s e d i v i s ab an e nt r e m e d i o. D e p r ont o m e s e nt í t r ag ad a p or
e s p i r al e s r os ad as . L ue g o d e s e nt i r l a s ucci ó n a t r av é s d e e l l as , v ol v í a f l ot ar e n e s e e s p aci o.
C r e í q ue no i b a a p as ar nad a, cuand o, d e r e p e nt e , ap ar e ci ó un uni cor ni o al ad o.
S e nt í e l r ui d o d e s us al as , p or e s o l o v i , p ue s e s t ab a d e t r á s d e m í . N o s up e có m o s ub í e n é l y e m p r e nd i m os un
v i aj e v e r t i g i nos o h aci a al g o l um i nos o q ue s e e l e v ab a l e j os , e n una e s p e ci e d e h or i z ont e . E r a una m ont añ a d e
cr i s t al m uy al t a, una e s t al ag m i t a i nt e r m i nab l e . S e l e p od í a r od e ar f á ci l m e nt e y e n f or m a r á p i d a, p e r o e r a
i m p os i b l e s ub i r p or e l l a. E nt once s , m i uni cor ni o s e e ncam i nó p or l a l l anur a q ue s e e x t e nd í a p l ana, i nf i ni t a,
b us cand o al g o.
L l e g am os a or i l l as d e al g o p ar e ci d o a un l ag o, con un az ul t an i m p r e s i onant e q ue nunca h e v i s t o e n e s t a r e al i d ad .
N o h ab í a f or m a d e cr uz ar l o. E n e s e m om e nt o m e acor d é d e m i f l or —e l e m e nt o e s cog i d o com o v i t ual l a— y l a us é
com o v ar i t a m á g i ca, l anz á nd ol a al m e d i o d e l l ag o s i n p e ns ar e n l o q ue p ud i e r a p as ar . S e conv i r t i ó e n un p ue nt e
p or d ond e nos ad e nt r am os e n e l ag ua. N o s e v e í a ot r a or i l l a... C uand o í b am os p or l o q ue s up ong o s e r í a l a m i t ad
d e l t r aye ct o, e l p ue nt e com i e nz a a d e s ap ar e ce r y s e nt í q ue nos h und i r í am os ... M i uni cor ni o no d e s p l e g ab a l as
al as y m e s ob r e v i no ci e r t a ang us t i a.
C uá l no s e r í a m i s or p r e s a al v e r có m o l as ag uas t am b i é n com e nz ab an a d e s v ane ce r s e p ar a d ar p as o al e s p e ct á cu-
l o m á s m ar av i l l os o q ue p ud i e r a s oñ ar : una e s p e ci e d e ci ud ad m ul t i col or , cr i s t al i na, d e f or m as g e om é t r i cas q ue ,
p or s e r al g unas d e e l l as d e s conoci d as , no h e p od i d o r e t e ne r , p e r o q ue t r at ar é d e d i b uj ar l o m á s p ar e ci d o p os i b l e .
L a ci ud ad e s t ab a cons t i t ui d a p or i nf i ni d ad d e ch i s p as l um i nos as q ue s e m ov í an v e r t i g i nos am e nt e . E n r e al i d ad s e
t r at ab a d e h ad as , s e g ú n m e com uni car on t e l e p á t i cam e nt e . P oco a p oco s e f ue r on conv i r t i e nd o e n s e r e s m ar av i -
l l os os . M e d i j e r on q ue m e h ab í an g ui ad o a e s e l ug ar p ue s ne ce s i t ab an ayud a d e l os s e r e s h um anos p ar a s ob r e v i -
v ir .
C ont ar on q ue s u m und o d e b í a p e r m ane ce r e s cond i d o b aj o e s a e s p e ci e d e l ag o, d e b i d o al p e l i g r o q ue cor r í an y
q ue yo p od r í a coop e r ar a s u s al v aci ó n. A l p r e g unt ar l e s có m o p od r í a h ace r l o, m e s e ñ al ar on: " E m p i e z a p or
d i b uj ar nos y cue nt a e s t a e x p e r i e nci a con l a m ayor cant i d ad d e d e t al l e s . E l m und o d e b e v ol v e r a cr e e r e n nos ot r os
y am ar nos " .
E n s e g ui d a m e cont ar on q ue e s e cono m ont añ os o, d e cr i s t al , e r a l uz cond e ns ad a, y q ue ah í h ab í an s i d o e nce r r a-
d os s e r e s p od e r os os q ue h ab í an i nt e nt ad o e s cl av i z ar l os p ar a ap od e r ar s e d e l a T i e r r a. L o h ab í a h e ch o un g r an s e r
q ue l as p r ot e g í a, p e r o, q ue p or no p e r t e ne ce r a nue s t r o m und o, no p od í a i nt e r v e ni r con l os h um anos .
A e s a al t ur a s e nt í a una e m oci ó n i nd e s cr i p t i b l e , com o nunca h ab í a e x p e r i m e nt ad o ant e s . L a p r ue b a e s t á e n q ue e n
cuant o t e r m i nó l a e x p e r i e nci a, ne ce s i t é s al i r al j ar d í n p ar a l l or ar .
D e s p ué s d e p r om e t e r l e s q ue h ar í a l o p os i b l e p or ayud ar l e s m ont é e n e l uni cor ni o y p ar t í v ol and o f á ci l m e nt e . M e
t r aj o d e v ue l t a al e s p aci o ant e r i or y d e al l í r e g r e s é .
Marce l a no dib u j ab a pe ro, a partir de e s e m om e nto, s u s b oce tos col oridos fu e ron b e l l í s im os .



E s im portante s e ñ al ar q u e todo l o q u e l e h e contado s ob re l os s e re s de l os e l e m e ntos e ra total m e nte de s conocido


para l os participante s e n l os cu rs os . S ie m pre te ng o e l cu idado de l im itarm e s ó l o a g u iar l as e x pe rie ncias
inm e diatas y s u s re s u l tados . S ó l o al final iz ar de s v e l o al g u nos pu ntos por cons ide rarl os ne ce s arios , para fortificar
inte ncione s o activ ar accione s b e né ficas .

¿ E S M I D O B L E U N R E Y O S O Y Y O M IS M O E N C U A N T O PE R F E C T O ?
P ara D av id, tam b ié n profe s ional de l á re a cie ntí fica, s u v iaj e tu v o caracte rí s ticas pare cidas , m arcadas por l o
inte ns o y s ing u l ar de s u de s cu b rim ie nto. P or s u s cons e cu e ncias pe rs onal e s , s u e x pe rie ncia tam b ié n m e re ce s e r
conocida.

E X PE R IE N C IA 17
Prota g onis ta : D a v id
" L l e g ué cas i d e i nm e d i at o a un l ug ar e s p e ci al , t ant o p or s u ap ar i e nci a d e p ai s aj e com o p or s us h ab i t ant e s q ue
e r an p ur a l uz y s i n r os t r os . E s t ab an q ui e t os . E r an m uy p ocos l os q ue s e m ov í an o r e al i z ab an act i v i d ad e s , aunq ue
m uy l e nt am e nt e . A l v e r m e , p ud e p e r ci b i r e n e l am b i e nt e s u al e g r í a. E r a com o s i m e e s p e r ar an. A l p os ar m e e n e l
l ug ar , f ui acog i d o d e i nm e d i at o y cond uci d o ant e una e s p e ci e d e al t ar o p i r á m i d e s ob r e l a cual s e e ncont r ab a un
s e r s e m e j ant e a l os d e m á s , e x ce p t o p or s u l uz , q ue e r a m á s i nt e ns a aun y con un t am añ o os t e ns i b l e m e nt e m ayor .
S up us e q ue e r a s u g ob e r nad or o s u r e y. T am b i é n car e cí a d e r os t r o, p e r m ane ci e nd o q ui e t o, s us p e nd i d o e n e l
i nf i ni t o. S e nt í una g r an v e ne r aci ó n p or é l , al i g ual q ue p or e l am b i e nt e q ue al l í h ab í a... P e r ci b í l o q ue p od r í a s e r
e l am or uni v e r s al . L a g e nt e m e cond uj o p or l as e s cal i nat as d e l al t ar y, una v e z e n p r e s e nci a
D e l v e ne r ab l e , m e d e j ar on s ol o, r e t i r á nd os e con g r an r e s p e t o. E n un p r i nci p i o no s up e q ué h ace r , p e r o l ue g o un
i m p ul s o i ncont r ol ab l e m e p r e ci p i t ó a ab r az ar l e . Y cuand o e l l o ocur r i ó , m e f us i oné a é l , v i v i e nd o l a m á s i nd e s -
cr i p t i b l e d e l as e x p e r i e nci as . A p ar t i r d e e s e m om e nt o é r am os uno y, l o m á s e x t r aor d i nar i o, t e ní a r os t r o. A unq ue
no l o v e í a, s ab í a q ue e r a as í . S e nt í , e nt once s , com o una al g ar ab í a i ns onor a. ¿S e p ue d e e nt e nd e r ? E r an l os s e r e s d e
e s e " r e i no" q ue ce l e b r ab an e l acont e ci m i e nt o.
E s d i f í ci l d e ci r l o, p e r o a p ar t i r d e e s e m om e nt o t od o un e v e nt o v i no a m í , com o s i s i e m p r e l o h ub i e s e s ab i d o.
D e s cub r í d e e s t e m od o cuá l e r a l a ayud a q ue e s e p ue b l o ne ce s i t ab a, o, m e j or d i ch o, có m o e l l os nos p od í an ayud ar
a l a v e z . E s t e r e y, o yo m i s m o, m e i nf or m ab a q ue l a act i v i d ad d e e s e l ug ar h ab í a s i d o d e t e ni d a h ace m uch o
t i e m p o, p or q ue h ab í an p e r d i d o s u i d e nt i d ad . Y e l l o i ncl uí a a s u g ob e r nant e . A l f und i r nos p or un s e nt i m i e nt o d e
uni d ad i nd i s ol ub l e , e n e s t e cas o, yo e nt r ab a a cons t i t ui r m i s e r e nt e r o y as í s u act i v i d ad s e t r ad ucí a e n una m ayor
p e r f e cci ó n e n m í m i s m o. T r at o d e e x p l i car l o l o m á s cl ar am e nt e q ue p ue d o p e r o, as í y t od o, no cons i g o t r as m i t i r
l a p r of und i d ad d e e s t a v e r d ad .
P ar a cons t r ui r e s t e nue v o uni v e r s o o, m á s b i e n, p ar a r e cup e r ar l o t ot al m e nt e , cad a s e r h um ano d e b í a i r a e s e
l ug ar y f und i r s e e n am or y uni d ad a s í m i s m o, ad q ui r i e nd o e nt once s e l r os t r o q ue l e p e r t e ne cí a ( q ue , d e p as o,
e r an b e l l í s i m os ) , h as t a q ue t od o f ue r a p ue s t o e n s u l ug ar . N o e nt i e nd o có m o p od r í a r e al i z ar s e e s t o, o q ué p od r í a
h ace r yo p ar a ayud ar ah or a, p e r o l a v e r d ad e s q ue a p ar t i r d e e s t e m om e nt o s i e nt o q ue al g o h a cam b i ad o e n m í .
E s com o s i una g r an f ue r z a s up e r i or s e m e h ub i e r a i nt e g r ad o. M e s i e nt o con una m ayor cap aci d ad d e d ar am or ,
con m uch o í m p e t u y d i r i g i d o p or al g o q ue e s m á s p e r f e ct o q ue yo, s i e nd o yo m i s m o o p ar t e d e é l " .
H u b o otros e pis odios inte re s ante s v iv idos por l os av e ntu re ros , pe ro é s tos h an de j ado g rande s inte rrog ante s
e x is te ncial e s q u e , s u pong o, no h an pas ado inadv e rtidos para u s te d. H u b o al g u nos v iaj e s torm e ntos os , com o l os de
u n "C ol ó n" al q u e l e s al ie ron al pas o, para im pe dirl e continu ar, e norm e s s e rpie nte s v ol adoras a l as q u e de b ió
arroj ar s u "e l e m e nto", e l q u e s e trans form ó e n u n g ran de l fí n q u e l o s acó de l pas o. E s te av e ntu re ro de b ió re pe tir
l a e x pe rie ncia, q u e l u e g o fu e concl u ida con é x ito. Lo cu rios o de e s te cas o e s q u e dí as de s pu é s de h ab e r h e ch o e l
e j e rcicio, cie rtos prob l e m as q u e l e rode ab an de s de h ací a m u ch o tie m po s e v ol atil iz aron com o s i nu nca h u b ie ran
e x is tido.
P ara no cortar e l im pacto de l os re l atos , ni s u s e cu e ncia, a fin de no frag m e ntar e l pu e nte e n q u e u s te d e s tá
s itu ado, h e m e z cl ado e n al g u nos de e s tos e j e m pl os l os tre s v iaj e s q u e h ab í a q u e re al iz ar h as ta com pl e tar e s ta fas e .
P e ro h e q u e rido de j ar com o "b roch e de oro" de e s ta av e ntu ra "am e ricana", dos g rande s e x pe rie ncias q u e no s ó l o
re fl e j an l o tras ce nde nte de e l l as , s ino q u e , ade m á s , cons titu irá n l a b as e de "R e l atos I rradiante s " o cu e ntos de
im pacto e ne rg é tico.
La prim e ra de e l l as , cronol ó g icam e nte , corre s ponde a C e l e s te , u na profe s ional de l á re a de l a s al u d. Y l a s e g u nda
a P aol a, pu b l icis ta.
C om o u s te d b ie n h a v is to, e l panoram a de s de e l pu e nte s e h a v u e l to inte re s ante , au n cu ando s e da cu e nta q u e e n
l a m e dida e n q u e s e av anz a apare ce n cada v e z m á s inte rrog ante s , am pl iá ndos e é s tas e n u n ab anico inte rm inab l e .
N o s e de s e s pe re , v e rá có m o todo com e nz ará a e ncaj ar cu ando l e corre s ponda a u s te d v iv ir l as av e ntu ras .
H e aq u í , e ntonce s , e s te prim e r "re l ato irradiante ". R e cí b al o e n s u coraz ó n, pu e s l e de j ará u n e x traordinario
re g al o.
S e trata de u n e ncu e ntro e n u n re ino az u l , tal cu al e l l a l o de s crib e , donde e s os m is m os s e re s l e h ace n s ab e r s u
h is toria a trav é s de u n g ig ante s co l ib ro de l u z dorada. E s te frag m e nto corre s ponde a s u prim e ra l e ctu ra.



P os te riorm e nte , e l l a re g re s ó otras v e ce s y pu do acce de r a nu e v as inform acione s re l ativ as a e s e m arav il l os o l u g ar


al q u e s e s ie nte m u y inte g rada.

E L R E IN O A Z U L
R e l at o d e C e l e s t e
E n un l ug ar m uy l e j ano y m uy ce r cano a l a v e z , e x i s t e un R e i no A z ul , p r ot e g i d o d e l as i ni q ui d ad e s y d e l m al . L os
q ue m or an e n e s e l ug ar s on " s e r e s d e l uz " . E l l os yace n am and o y ag r ad e ci e nd o al C r e ad or y s e l o m ani f i e s t an
s i e nd o f e l i ce s y ar m ó ni cos .
E n e s t e R e i no no h ay g ob e r nant e s . C ad a i nd i v i d uo e s un r e y. E l l os t i e ne n e n s u i nt e r i or una ch i s p a d i v i na q ue
b as t a v i s ual i z ar p ar a e nt r ar e n cont act o d i r e ct o con D i os .
P or e s o, no ne ce s i t an q ue al g ui e n l os d i r i j a, ya q ue e l s e nd e r o d e s us v i d as e s cl ar o e i l um i nad o.
E l ci e l o e s az ul t r ans p ar e nt e y p os e e d os s ol e s : uno d or ad o, q ue s i nt oni z a con s us r ayos —a t od o e l q ue t oq ue s u
l uz — con l a d i m e ns i ó n d i v i na. A s í , e s t os s e r e s conoce n l a m ar av i l l a d e l a com uni ó n con e l P ad r e y s u b ond ad .
E l ot r o s ol e s r os ad o, y e n s us h ace s l um i nos os e nv ue l v e e l s e nt i m i e nt o d e l A m or .
C on s u e l e v ad a v i b r aci ó n b añ a a e s t os i nd i v i d uos con s u l uz , ot or g á nd ol e s un g oz o d e s l um b r ant e j unt o con una
i nt e ns a p az i nt e r i or .
E s t os s e r e s s e al i m e nt an d e l o q ue ot or g a l a nat ur al e z a. E x i s t e n á r b ol e s con m ar av i l l os os f r ut os y no e s ne ce s ar i o
coci nar l os al i m e nt os , p or q ue D i os l os e nt r e g a e n una m ag ni f i ce nci a i ncr e í b l e .
L a m ú s i ca e s nat ur al , cr e ad a p or l as f ue nt e s d e ag ua, l os t r i nos d e l os p á j ar os , e l cr oar d e l as r anas y l os m i l e s d e
s oni d os q ue p r od uce n l as ch i ch ar r as , l os g r i l l os , e l v i e nt o, l a l l uv i a y t od os l os ani m al e s q ue cl am an f e l i ce s al
P ad r e , e n un ar r ul l o con l os m á s b e l l os acor d e s . A q uí e l am b i e nt e e s m us i cal . T od os l os s e r e s cant an, i ncl us o l as
p i e d r as .
E n e s t e l ug ar h ab i t an, e n ab s ol ut a p az y ar m oní a, t od os l os ani m al e s q ue l os h om b r e s h an conoci d o. N o e x i s t e n
f i e r as . L as av e s s on d e m ú l t i p l e s col or e s y e n s us cant os p ue d e n e nt onar cual q ui e r m e l od í a conoci d a; s ó l o h ay q ue
d e s e ar l o.
E s una d i m e ns i ó n d e A m or d ond e t od os l os s e r e s j ue g an com o ni ñ os , r í e n com o d i os e s , s ue ñ an com o p oe t as . A
v e ce s b ai l an, ot r as cant an. A q uí , l a f ant as í a e s r e al i d ad ya q ue s e m at e r i al i z an l os s ue ñ os y as í p ue d e s ab r az ar a
un h ad a, v ol ar s ob r e una al f om b r a o s ob r e un cab al l o al ad o.
E l d e am b ul ar p ue d e s e r v ol and o o ad ond e l a i m ag i naci ó n t e q ui e r a l l e v ar .
L os h i j os nace n d e l am or , p e r o d e l A m or e s p i r i t ual . L a g r and e z a d e l am or , m ani f e s t ad a al P ad r e , p e r m i t e l a
cr e aci ó n e s p ont á ne a, v i r g i nal . L os h i j os s e d e s e an y s e p r od uce un naci m i e nt o d e L uz y A m or , q ue e s e l f e nó m e -
no m á s m ar av i l l os o q ue e n e s t e l ug ar s e p ue d e cont e m p l ar .
L as r op as s on m uy d i f e r e nt e s unas d e ot r as , ya q ue cad a cual cr e a l o q ue d e s e a.
A s í , v e m os h e r m os os t r aj e s d e r e i nas , d e b ai l ar i nas , d e m ag os , d e od al i s cas , e t c.
P l um as , f l or e s y p e r l as f or m an col l ar e s y v e s t i d os m ar av i l l os os .
L os col or e s s on e l é ct r i cos , a v e ce s i nt e ns os , ot r as t e nue s , p e r o s i e m p r e b r i l l ant e s d e l uz .
E n e s t e l ug ar no e x i s t e n r e l oj e s , p or q ue no e x i s t e e l t i e m p o, ni e l d í a, ni l a noch e , y no h ay e s t aci one s p or q ue no
h ay f r í o ni cal or .
E l cé s p e d e s l a m á s m ul l i d a al f om b r a q ue h om b r e al g uno h aya conoci d o.
L a ar e na e s d e una s uav i d ad d e p l um as y l as p i e d r as y r ocas s on d e cuar z o y am at i s t a, d e á g at as y l ap i s l á z ul i ,
conf or m and o r oq ue ñ os a l a or i l l a d e l as p l ayas o cav e r nas e n l as l ad e r as d e l os ce r r os . L os s ol e s r e f l e j an aq uí s u
l uz . Y cuand o l os r ayos d e l os d os s ol e s s e j unt an, s e f or m an r ocas d e d i am ant e s . E n e s t e l ug ar l as r ocas cant an
m e l od í as r e l i g i os as y s ol e m ne s , p or q ue s on ant e s al a d e t e m p l os d e l uz .
L os t e m p l os d e l uz t i e ne n as p e ct o d e p ag od as or i e nt al e s . S e p r od uce una e l e v aci ó n aé r e a, q ue p e r m i t e l e v i t ar a
d i s t anci as i ncr e í b l e s , m á s al l á d e l as e s t r e l l as . E n ot r as ocas i one s d e e x p ans i ó n e s p i r i t ual , e s t os s e r e s cr e an nub e s
d e e ne r g í a d ond e p e r m ane ce n m e ci d os e t e r nam e nt e , s i as í l o d e s e an.
L os ar om as s on i ncr e í b l e s , f r uct uos os , f l or al e s , a v e ce s i nt e ns os , ot r as s uav e s , j am á s r e car g ad os .
N o h ay e s cue l as , ya q ue e l conoci m i e nt o s e r e ci b e a t r av é s d e l os s ue ñ os . E x i s t e n á ng e l e s e ncar g ad os d e v e r t e r l o
e n l as h ab i t aci one s d ur ant e l os p e r í od os d e d e s cans o e l e g i d o. Y as í , al r e s p i r ar d or m i d os , p e ne t r an e n e l i nt e r i or
d e l se r.
L a s ab i d ur í a e s un at r i b ut o al q ue t od os t i e ne n acce s o y d e acue r d o al col or d e s us aur as e s l a d os i f i caci ó n q ue
r e ci b e n d e l s ab e r .

R e l a to de Pa ol a
Prim e r v ia j e :
E s t ab a f r e nt e al um b r al y s e nt í una f ue r z a m ag né t i ca q ue m e at r aj o h aci a e l e s p aci o. E l v i aj e f ue ab s ol ut am e nt e
s or p r e s i v o y s e m ani f e s t ó r od e ad o d e f ue g os ar t i f i ci al e s d e m ú l t i p l e s col or e s . M i cue r p o e s t ab a t r ans f or m ad o e n
una e s t e l a d e l uz o e ne r g í a b l anca.
E l l ug ar al q ue l l e g ué e r a e l e s p aci o y m i p r i m e r a r e acci ó n f ue v e r l a t i e r r a, e l p l ane t a, y l o cub r í con m i s b r az os
d e l uz . L a s e ns aci ó n e r a d e t e ne r q ue p r ot e g e r l a t i e r r a y cui d ar l a, p or q ue e r a m í a y l a am ab a con t od o e l



cor az ó n. D e p r ont o s e nt í q ue no e s t ab a s ol a. M i r é h aci a m i d e r e ch a y v i a s i e t e h om b r e s v e s t i d os con t ú ni cas d e


d i s t i nt os col or e s . E r an com o d i os e s y e s t ab an m uy e noj ad os . E nt e nd í q ue e r a l a h or a d e l j ui ci o y q ue d e b í a
d e f e nd e r a m i p l ane t a. Vi un e s t r ad o, com o d e t r i b unal . S e nt í q ue e l j ui ci o e r a i nm i ne nt e y d e f i ni t i v o.
S e g und o v i aj e : Vol v í al l ug ar i nm e d i at am e nt e , s i n m ayor e s f ue r z o. A h í e s t ab an t od os l os e l e m e nt os t al com o l os
h ab í a d e j ad o. C om e nz ó e l j ui ci o...
L os d i os e s , uno p or uno, com e nz ar on a l anz ar un t i p o d e d i s co, com o b oom e r ang , h aci a l a t i e r r a. E s t o p r od ucí a
una e s p e ci e d e cor t e e n l a s up e r f i ci e , l o q ue p e r m i t í a un e f e ct o d e " z oom " ( ace r cam i e nt o) al p l ane t a, m os t r and o
e s ce nas d e v i ol e nci a, od i o, b om b as at ó m i cas , d e s t r ucci ó n... E r a com o una l up a g i g ant e q ue p e r m i t í a v e r s i t uaci o-
ne s d e l a v i d a cont e m p or á ne a, t od as r e l aci onad as con d e s t r ucci ó n.
C om o e l e m e nt o d e com p añ í a e n m i v i aj e h ab í a l l e v ad o un l i b r o. E n e s e m om e nt o d e ci d í us ar l o y v i q ue cont e ní a
l a h i s t or i a d e l a h um ani d ad . R e s cat é d e é l cos as h e r m os as y b ue nas q ue h ab í a h e ch o e l h om b r e , p e r o no f ue
s uf i ci e nt e .
S e p r od uj o un m om e nt o d e s i l e nci o q ue yo i nt e r p r e t é com o q ue ya l a d e ci s i ó n e s t ab a t om ad a y e r a i ne v i t ab l e : s e
h ab í a s e nt e nci ad o l a d e s t r ucci ó n d e l a t i e r r a.
M e s ob r e v i no m uch a ang us t i a y s ol e d ad , com e ncé a l l or ar . M e s e nt í s i n r e cur s os , s i n p os i b i l i d ad e s , s i n nad a m á s
q ue h ace r . E s t ab a e nv ue l t a e n e s t e s e nt i m i e nt o cuand o caí e n cue nt a d e q ue s e ace r cab an h aci a e l e s ce nar i o d e l
j ui ci o v ar i os p l ane t as d e col or e s y p e ns é : " E s t os s on p l ane t as d e ot r os h or i z ont e s , cad a uno con s u p r op i o s ol " . E l l o
d e j ó e n e v i d e nci a q ue p r ov e ní an d e ot r a d i m e ns i ó n, l a cual e v i d e nt e m e nt e no f i g ur a e n nue s t r o m ap a e s t e l ar .
E s t os p l ane t as e r an d e v ar i os col or e s , t od os m uy d e f i ni d os , p l anos , s i n m at i ce s , i ncand e s ce nt e s d e l uz y e ne r g í a. E l
p r i m e r o e r a d e col or v i ol e t a* m uy i nt e ns o. S i no m e * R e cue r d e l a e x p e r i e nci a d e Vi ct or i a e n s u " Vi aj e a Ve nus "
( p . 5 0 ) . e q ui v oco, e r a e l m á s g r and e d e t od os y e l p r i m e r o d e una l ar g a f i l a. L os q ue s e g uí an s e g ú n s u or d e n, e r an
r os ad o, am ar i l l o, ce l e s t e . N o r e cue r d o b i e n l os d e m á s at r á s .
L l e g ar on e s t os p l ane t as e n una m i s i ó n d e " s al v aci ó n có s m i ca" y s e d i r i g i e r on a l os s i e t e d i os e s . L e s d i j e r on l o
s i g ui e nt e : " N os ot r os ya p as am os p or e s t o, ¿p or q ué no l e s d an l a op or t uni d ad as í com o nos ot r os t am b i é n l a
t uv i m os ? "
D e s p ué s d e e s t e d i s cur s o, l os d i os e s m ant uv i e r on un p r of und o s i l e nci o. E s t o d e j ó d e m ani f i e s t o s u r e s p ue s t a:
h ab í a una ú l t i m a op or t uni d ad ...
M e s e nt í m uy f e l i z y e t e r nam e nt e ag r ad e ci d a h aci a nue s t r os h e r m anos m ayor e s . E n un g e s t o d e am or , cad a uno
d e e l l os m e d i o a m í un h az d e l uz d e l col or q ue l o d i s t i ng uí a.
M e e m oci oné m uch í s i m o. R om p í e n l l ant o nue v am e nt e .
P as ar on al g unos s e g und os y m e i nv ad i ó un s e nt i m i e nt o d e ang us t i a p or e l h e ch o d e no s ab e r có m o h ace r
e nt e nd e r al m und o q ui é ne s h ab í an s i d o l as p e r s onas q ue nos h ab í an ayud ad o, d e d ó nd e p r ov e ní an y q ué
d e b í am os h ace r p ar a q ue no ocur r i e r a l o m i s m o.
E s t ab a e n e s o cuand o, d e i m p r ov i s o, cam b i ó e l col or d e l ci e l o e n l a t i e r r a: s e p us o v i ol e t a.
Y com e nz ar on a e s t al l ar m i l e s d e t r ue nos y r e l á m p ag os b l ancos s ob r e e s e ci e l o. A s í , f ue r on p as and o p or e l
f i r m am e nt o t od os l os col or e s d e l e s p e ct r o, e nv i ad os p or cad a uno d e l os p l ane t as q ue nos h ab í an ayud ad o.
E n e s e m i nut o v i al m und o. E n t od os l os l ug ar e s e r a l a m i s m a h or a. L o v i r e d ond o, con t od a l a h um ani d ad d e p i e
m i r and o h aci a l o al t o e n un m om e nt o d e r e f l e x i ó n m und i al , e n s i l e nci o, s i n r ui d o.
D i l as g r aci as nue v am e nt e , y m i r é al e s p aci o p ar a v e r l o q ue ah í p as ab a. P ud e ob s e r v ar l a f or m a e n q ue l os d i os e s
s e i b an. C om e nz ar on a d e s i nt e g r ar s e as p e r j á nd os e e n l l uv i a d e g r ani t os d e col or , e n f or m a ci r cul ar , m i m e t i z á n-
d os e p ar a l ue g o p e r d e r s e e n e l e s p aci o.
T e ng o una f r as e q ue l a e s cr i b í t e x t ual . C or r e s p ond e al m e ns aj e q ue d e j ar on m uy cl ar o: " L o q ue t r as ci e nd e ah or a
e s t om ar conci e nci a d e q ue é s t e e s e l com i e nz o d e una nue v a e r a. E s f und am e nt al l a ace p t aci ó n d e l h om b r e com o
e s p í r i t u y no com o m at e r i a.
H ay q ue d e s ap e g ar s e e n f av or d e l a e v ol uci ó n d e l m und o."
Y e s a e s m i A m é r i ca: ya l a d e s cub r í .

H A Y G E S T O S Q U E " M A T A N " . . . Y O T R O S Q U E H A C E N M IL A G R O S
F A S E IV
H a l l e g ado e l m om e nto de pre g u ntars e s i parte de s u s fracas os no s e de b e rá n al de s conocim ie nto de l g e s to j u s to,
e n e l m om e nto j u s to y por e l j u s to m otiv o. T al v e z s i l o h u b ie ra s ab ido, m u ch as s itu acione s dis cordante s o
l im itante s s e h ab rí an e v itado.
P u e s , a partir de ah ora, u s te d podrá m ane j ar e s e as pe cto. Me j or dich o, e n concordancia con e l m ane j o cre ativ o
u niv e rs al , l og rará pone r e n orde n s u s propios im pu l s os cre ativ os a trav é s de l g e s to pe rfe cto, q u e podrá im pone r-
s e de s de s u s niv e l e s inte rnos h acia l a activ idad e x te rior.
E s te e j e rcicio pe rm ite no s ó l o m e j orar s u propia v ida, s ino q u e ade m á s , s i e s core ó g rafo o e s ce nó g rafo, e x trae r de
l os m u ndos de cre ació n div ina l a ade cu ada y j u s ta core og rafí a o e s ce nog rafí a, de acu e rdo a l a te m á tica arg u m e n-
tal propu e s ta. T am b ié n l os e s cu l tore s pu e de n b e ne ficiars e e n l a prá ctica de l a e s cu l tu ra e s pacial .
P e ro, ante s de e ntrar e n m ate ria, l e v oy a contar al g u nas cos as q u e l e acl arará n, u na v e z m á s , e l pu nto donde
q u e re m os l l e g ar.
 


A trav é s de u n par de e j e m pl os v am os a e ntrar e n e l m u ndo de s conocido, iniciá tico, de l as ó rde ne s m il itare s . E l


"pas o de parada", tan apl au dido e n l os de s fil e s , corre s ponde a u na prá ctica dis cipl inaria de s tinada a de s e ncade -
nar u n g ol pe continu o e n l a b as e de l ce re b ro con e l ob j e to de adorm e ce r l a v ol u ntad, facil itando u na m ayor
dis ponib il idad a l as ó rde ne s dadas por l os s u pe riore s o a l os ide al e s incu l cados por cada ins titu ció n m il itar.
A s im is m o, e l g e s to de col ocars e u n b as tó n b aj o l a ax il a, m ie ntras s e pas a re v is ta a l a tropa, de tona e n q u ie n l o
e j e cu ta u na activ ació n e ne rg é tica, au m e ntando e l s e ntim ie nto de "pode r", cre ando a s u al re de dor u n v e rdade ro
cam po m ag né tico q u e e s pe rcib ido por aq u e l l os q u e e s tá n b aj o s u m ando.
A h ora v am os a otro á m b ito. U s te d e s tá e n u na re u nió n e n l a q u e , por l o difí cil de l te m a tratado, e l am b ie nte
com ie nz a a tornars e pe s ado y ag re s iv o. E ntonce s u s te d de cide no continu ar con l a conv e rs ació n. Y dando u n
g ol pe con s u m ano s ob re l a m e s a dice "m e j or no s ig am os h ab l ando, de j é m os l o para otra oportu nidad". S u s
pal ab ras h an s ido corre ctas , e n u n tono ne u tral , pe ro... e s e g ol pe h a de s e ncade nado u na re acció n ne g ativ a e n s u s
inte rl ocu tore s , q u ie ne s l e re s ponde n inade cu adam e nte .
¿Q u é tal , s i e n v e z de l g ol pe de s u m ano u s te d l as h u b ie ra j u ntado y l u e g o l as h u b ie ra apartado s u av e m e nte , e n
g e s to de concil iació n, dicie ndo l as m is m as pal ab ras ante riore s ? ¿N o l e pare ce q u e l a re acció n fre nte a s u
propos ició n h ab rí a s ido dis tinta?
C onoce re m os ah ora u na activ idad de tipo "e s piritu al " donde e l g e s to tie ne u na e norm e im portancia para pode r
cam b iar e l m u ndo y trans form arl o e n u n e dé n.

L A PA N E U R R IT M IA : U N A D A N Z A M Á S A L L Á D E L A T IE R R A
P e te r D e ne v , y m á s tarde Mick ae l A iv anov , fu e ron l os ins tru ctore s de u n m ov im ie nto e s piritu al nacido e n
B u l g aria, de raí ce s b og om il as y cá taras * , cu yo ob j e tiv o ce ntral e ra pre parar al h om b re para u na nu e v a v ida de
am or y pe rfe cció n a trav é s de l a com pre ns ió n de re g l as s im pl e s de l a natu ral e z a y s u cone x ió n con l os principios
có s m icos . S u m ayor fu e rz a re s idí a e n l a e ns e ñ anz a de l a pane u rritm ia odanz a de l ritm o div ino. E n e l l a, e l
h om b re s e conv e rtí a e n u n v e rdade ro "trans form ador" de l as e ne rg í as cos m ote l ú ricas , e l e v á ndol as a trav é s de s u
propia arm oniz ació n.
H oy, s u s g u í as no e x is te n e n e s te m u ndo. A iv anov de j ó e s ta v ida h ace u nos añ os pe ro s u s e ns e ñ anz as s ig u e n
practicá ndos e e n dife re nte s paí s e s , e s pe cial m e nte e n E u ropa. T u v e l a oportu nidad de conoce rl o e n s u re tiro
u b icado e n e l s u r de F rancia. A l l í pu de v e r y e x pe rim e ntar e s a danz a —cu yos m ov im ie ntos l l e v an l a s ab idu rí a de l
g e s to h as ta niv e l e s e x traordinarios — y prob ar pe rs onal m e nte al g u nos de s u s e fe ctos .
Los participante s form an u n am pl io cí rcu l o, e n pare j as ; l as m u j e re s de ntro, l os h om b re s al e x te rior. E n e l ce ntro
s e u b ica e l v iol inis ta q u e im pondrá e l ritm o y l a m e l odí a, tam b ié n pe rfe ctam e nte cre ada para s u e fe cto. U s an
ins tru m e ntos de cu e rdas , pu e s é s tos actú an s ob re l os e l e ctrone s de l cu e rpo h u m ano, e l e v ando de e s e m odo l as
v ib racione s de l os danz ante s .
S ab e n q u e e l s e r h u m ano e s u n s e r m u s ical , q u e v ib ra e n cons onancia o dis onancia s e g ú n s e a e l cas o; q u e e l
u niv e rs o e s u n g ran concie rto có s m ico, pe rfe cto; y q u e u na e s cal inata de pie dra pu e de rom pe rs e e n m il frag m e n-
tos por l a ins is te ncia de u n pe cu l iar s onido m ante nido e n u na fre cu e ncia ade cu ada para e l e fe cto. E s to ú l tim o
cons titu ye u na e x pe rie ncia re al iz ada por tre s s ab ios al e m ane s : H ais s e nb e rg , S ch re ding e r y J ordá n.
C onv ie ne conoce r q u e nu e s tros de dos s on ante nas e m is oras y s u s inte rv al os s on ante nas re ce ptoras . E s de cir, s i
u s te d q u ie re re cib ir, l os de dos de b e n ab rirs e . Y s i q u ie re e ntre g ar, l os de dos * B og om il as : C ong re g acione s m í s ticas
antiq u í s im as de orig e n cris tiano e n B u l g aria.
C ataros : C ong re g acione s de l a m is m a í ndol e ante rior, e x is te nte s e n l a E u ropa m e die v al . D e b e n j u ntars e .
T am b ié n, q u e s u l ado de re ch o e s e m is or, m ie ntras q u e e l iz q u ie rdo e s re ce ptor. Y as í podrí a e ntre g arl e m u ch os
otros datos para q u e e m pie ce a coordinar s u s m ov im ie ntos h acia u na re l ativ a pe rfe cció n inte rna, q u e ne ce s aria-
m e nte s e m anife s tará e n l o e x te rno: Mas e s te l ib ro no pre te nde e s o, s ino pone rl o a u s te d m is m o e n pos ició n de
de s cu b rir s u g e s to pe rfe cto e n cada m om e nto y para cada s itu ació n.
P ara e l l o de b o e x pl icarl e e n q u é cons is te e s ta fas e q u e h a com e nz ado h ace u n rato y cu yos participante s s e
e ncu e ntran ya re l aj ados , activ ados e n s u s e r-e ne rg í a y a pu nto de v e r a trav é s de l triá ng u l o de l a pine al , l o q u e
s e rá s u g e s to pe rfe cto para l a ne ce s idad de l m om e nto.
V am os al de tal l e . A nte u s te d s e e ncu e ntra e l e s pacio infinito, m á s al l á de l portal de l a pine al .
Ob s e rv e s in ans ie dad, s in tie m po... al l í apare ce rá e n al g ú n m om e nto al g o o al g u ie n q u e l e m os trará , e n s u propio
m ov im ie nto, cu á l e s e l g e s to arm oniz ador q u e u s te d de b e u til iz ar e n l os pró x im os dí as .
C onv ie ne pone r ate nció n a é l , para l l e v arl o a l a prá ctica h as ta apre nde rl o, u na v e z final iz ado e l e j e rcicio.
C u ando l o h aya re te nido e n s u m e m oria e x te rna, pu e de re g re s ar a e s te niv e l .
¿C ó m o l e fu e ? Le contaré q u e P atricio, u no de m is al u m nos , te ní a dificu l tad para com pl e tar u na e x pl icació n
cu al q u ie ra, de j ando s ie m pre s u s fras e s s in te rm inar, de b ie ndo acom pañ arl as con u n g e s to de s u m ano de re ch a, e l
q u e tam b ié n q u e dab a a m e dio cam ino. E n s u e x pe rie ncia e n e l e s pacio inte rno v io a u n s e r q u e re al iz ab a u n
s u av e m ov im ie nto as ce nde nte con l o q u e pare cí a s u b raz o de re ch o. A l re pe tir e s te e j e rcicio, tanto s u m ov im ie nto
inte rru m pido com o s u s fras e s a m e dio de cir te ndie ron de inm e diato a re cu pe rar s u arm oní a, l l e v á ndol o a dar s u s
e x pl icacione s e n form a cl ara y tranq u il a.




P ara otros , l os m ov im ie ntos e ntre g ados v ariaron de s de q u ie ne s de b ie ron apre nde r a g irar s ob re s í m is m os —da
q u ie tu d al cam po e m ocional —, o tu v ie ron q u e re te ne r com pl e j os e j e rcicios , h as ta l os q u e re cib ie ron v e rdade ras
danz as m á g icas , cu yas e x pl icacione s corre s pondí an a u na s ab idu rí a m arav il l os a, pre v ie ndo re s u l tados b e ne ficio-
s os para q u ie ne s l as practicaran.
A v e ce s , e s tos m ov im ie ntos s on de s v e l ados por form as e ne rg é ticas de col ore s q u e s e m u e v e n dando l a pau ta q u e
h ay q u e s e g u ir. S i s e tie ne l a h ab il idad para inte rnars e s in e s fu e rz os e n e l e s pacio m orfog e ne rativ o, s e pu e de
practicar e s os m ov im ie ntos j u nto a e s as e ne rg í as . A q u e l l os q u e l o h an h e ch o as í , h an v iv ido l a e x pe rie ncia con
m u ch o m ayor inte ns idad, re v e l á ndos e l e s ade m á s , e l có m o y cu á ndo e j e cu tarl os y cu á l s e rá e l re s u l tado q u e
ob te ndrá n. C om o v e , pas o a pas o, av anz am os por e l pu e nte q u e e n e s tos m om e ntos s e h a conv e rtido e n u n
am pl io e s pacio para danz ar y m ov e rs e e n arm oní a, al com pá s de l a e ne rg í a có s m ica y te l ú rica.
P e ro de b e m os re tornar e l pu e nte a s u form a orig inal , pu e s e ntrare m os a continu ació n a u n "de s afiante " e j e rcicio.
La fas e q u e v iv ire m os l l e v a e l tí tu l o de "C re ació n de u n pe rs onaj e ", para h ace r l am as triv ial , pe ro s u ob j e tiv o e s
intré pido. Y a v e rá por q u é .

C R E A C IÓ N D E " F O R M A S - PE N S A M IE N T O " " S I N O PU E D E S A L IM E N T A R M E D E A M O R ,


N O M E D E S E S A C A R A C T E R Í S T IC A PA R A E X IS T IR "

F A S E V
¿R e cu e rda l a e x pe rie ncia e n q u e l o s u m í e n e l prim e r capí tu l o, donde l e m os tré h as ta dó nde pu e de n l l e g ar l as
cre acione s h u m anas cu ando s e h ab l a o s e com e nta ponie ndo de s tru ctiv am e nte s e ntim ie nto, cal ificació n, y
v is u al iz ació n? E s a cre ació n s e l l am a "form a-pe ns am ie nto" y tam b ié n pu e de s e r, y de b e s e r, u na cre ació n b e né fica
q u e al im e nte nu e s tra atm ó s fe ra pl ane taria contrib u ye ndo a s u av ance y pe rfe cció n. E s te e s e l te m a de nu e s tra
s ig u ie nte fas e .
A nte s , com o acos tu m b ro, l o il u s traré e ntre g á ndol e al g u na inform ació n adicional .
N u e s tro pl ane ta e s tá circu ndado por u na "capa s í q u ica" produ cto de l a fu e rz a de pe ns am ie nto y acció n cre adora
de e s ta h u m anidad. D e b ie ra s e r u na capa trans pare nte y de arm ó nica col oració n, l a q u e podrí a g e ne rar g rande s
b e ne ficios para l a T ie rra e nte ra. P e ro, de s g raciadam e nte , no e s e s a l a re al idad.
H oy, e s ta capa e s de ns a, os cu ra, apl as tante . C ada v e z q u e nu e s tros propios pe ns am ie ntos y accione s s on dis cor-
dante s , coope ram os a e nne g re ce r e s ta ya s inie s tra nu b e . Má s au n, s intoniz am os con e l l a.
T oda s u de s cal ificació n e ne rg é tica nos pe ne tra com o l a m ante q u il l a e n e l pan cal ie nte , prov ocá ndonos m ayor
de s arm oní a, m ayore s prob l e m as y l im itacione s .
N u e s tro pl ane ta e s tá l l e g ando a u n l í m ite ins os te nib l e con l a pre s e ncia de m ayore s de s as tre s , m á s g u e rras , m á s
dol or, m á s au tode s tru cció n. ¿C ó m o e v itarl o?
" D ond e d os o t r e s e s t é n r e uni d os e n m i nom b r e , yo e s t ar é e n m e d i o d e e l l os " (Mate o 18,20 )
E s ta m arav il l os a inv itació n a coordinar nu e s tras m e nte s y s e ntim ie ntos e n u no s ol o con e l propó s ito de orar o
e m itir am or, g ratitu d, al ab anz as o pe rdó n, q u e nos ofre cie ra h ace dos m il añ os e l B ie n A m ado J e s ú s , cons titu ye
u n pode r cu ya profu ndidad re cié n h oy pu e de s e r atis b ada...
" Y o no h ab l o p ar a us t e d e s , h ab l o p ar a l os q ue v e nd r á n" .
Y e s os s om os nos otros . A partir de e s ta v e rdad as u m ire m os l a tare a de q u e nu e s tro de s e o h u m ano s e a l a "v ol u n-
tad div ina", para cre ar "form as - pe ns am ie nto" b e né ficas y trans form adoras , com o e l P adre e s pe ra.
A propó s ito, v oy a contarl e s s ob re u n fam os o e x pe rim e nto re al iz ado por g ru pos de inv e s tig ació n inte re s ados e n e l
com portam ie nto anim al , y cu yos re s u l tados tie ne n q u e v e r, j u s tam e nte , con e l te m a q u e e s tam os tratando.
R e partidos e n l as is l as de u n arch ipié l ag o h ab itab an m onos de u na m is m a e s pe cie , q u e s e al im e ntab an de u n
tu b é rcu l o q u e de s e nte rrab an e ing e rí an j u nto con l a tie rra q u e q u e dab a adh e rida al e x trae rl o.
E n u na de e s as is l as , re pe ntinam e nte , u n m ono com e nz ó a l av ar e s tas papas ante s de com e rl as ; otros m á s l o
im itaron (aprox im adam e nte 10 de 50 0 ) . Los m onos q u e e ran al im e ntados con l os tu b é rcu l os l av ados com e nz a-
ron, a s u v e z , a l av arl os .
Los h ab itante s de l as is l as , ate ntos a e s te cu rios o fe nó m e no, j u nto a inv e s tig adore s , de te ctaron q u e l u e g o q u e 10 0
m onos h icie ron l o m is m o, todos l os m onos q u e h ab itab an e l arch ipié l ag o, s in h ab e r v is to ni v iv ido e s a e x pe rie n-
cia, com e nz aron e n form a s im u l tá ne a a l av ar dich os tu b é rcu l os ante s de s u ing e s tió n.
A e s te re s u l tado s e l e de nom ina E F E C T O D E L MON O 10 0 , y corre s ponde al e fe cto conocido com o MA S A C R I T I C A
(v e r g l os ario) .
¿Q u é fu e l o q u e g e ne ró e s te apre ndiz aj e a dis tancia? ¿P or q u é s e produ j o? S e g ú n l os e x pe rtos , s e al canz ó l a
"m as a crí tica" q u e de s e ncade nó e l e fe cto m u l tipl icador a trav é s de l e s pacio.
¿S u ce de l o m is m o con e l h om b re , cu ando s e e ncu e ntra cone ctado a u na re d de fre cu e ncia q u e l o s intoniz a con
de te rm inadas e ne rg í as de infl u e ncia? Le re com ie ndo re fl e x ionar s ob re e s to.
R e tom e m os ah ora nu e s tros e j e rcicios . V am os a l os h e ch os . A s is te n a e s ta s e s ió n die z pe rs onas , e ntre e l l as l o h e
incl u ido a u s te d. E s ta v e z no h are m os l a re l aj ació n ni l as v is u al iz acione s corre s pondie nte s s ino h as ta e l final ,
cu ando de b am os com pl e tar l a s e g u nda parte de e s ta fas e . N u e s tro ob j e tiv o s e rá todo u n de s afí o: nada m e nos q u e
tratar de ayu dar a s al v ar nu e s tro q u e rido pl ane ta T ie rra.



C om e nz am os con l a cons tru cció n de patrone s b e né ficos y trans form adore s a trav é s de l a cre ació n de u n
"pe rs onaj e " ide al . S e h ará con l a concu rre ncia de todos l os participante s , q u ie ne s opinará n h as ta l l e g ar a u n
cons e ns o.
La m e ta inm e diata e s l og rar u na cre ació n indiv idu al con u na pote ncia com ú n, am pl ificada por e l nú m e ro de
m e nte s -coraz one s y, por s u pu e s to, l a re s e rv a de pode r de l os s e ntim ie ntos inv ol u crada.
S e propone u n m ode l o inicial : D e b e cons ide rars e e l q u e no te ng a l im itacione s fí s icas o propias de l os h u m anos . A
continu ació n, s e l e irá dotando de cu al idade s , pode re s , m is ió n. H ay q u e s e ñ al ar con pre cis ió n y de tal l e todas s u s
caracte rí s ticas , s in de j ar nada al az ar; tam b ié n l os l u g are s donde s e de s e nv u e l v e , donde h ab ita, tam añ o, s e x o
(¿andró g ino? ) , col or, de ns idad, e tc. E n re s u m e n, cre ar u n v e rdade ro "h ol og ram a" m e ntal col e ctiv o de g ran
pote ncia.
H ay q u e tom ar e n cu e nta q u e u na v e z cre ado y l anz ado a trav é s de l portal triang u l ar, no s e pu e de h ace r nada
para corre g irl o, pu e s te ndrá v ida propia. N o h ay ning u na re g l a s ob re l a form a q u e pu e da as u m ir, l l e g ando
incl u s o a im ag inarl o com o e ne rg í a e n m ov im ie nto.
U na v e z concl u ida e s ta prim e ra e tapa —q u e re q u ie re de b as tante tie m po, a v e ce s de dos s e s ione s — s e h ace n l os
e j e rcicios de re l aj ació n y pote nciació n de l a pine al , de acu e rdo con l as v is u al iz acione s e ne rg é ticas arm oniz ante s .
Y u na v e z ab ie rto e l portal triang u l ar, s e proce de a l anz ar e s ta cre ació n h acia e s e e s pacio inte rno, donde l a
cre ació n div ina l e dará nacim ie nto. A partir de e s e m om e nto s e e s pe ra q u e e s te s e r s e a inde pe ndie nte y cu m pl a l o
q u e l e fu e as ig nado.
Mie ntras e s te h ipoté tico g ru po y u s te d trab aj an e n "s u pe rs onaj e ", incl u iré e n e s te capí tu l o tre s e x pe rie ncias
notab l e s re g is tradas e n otros e q u ipos de trab aj o.
U n cas o e n q u e s e notó u na fal ta de cons tru cció n de l pe rs onaj e fu e s ol u cionado por é l m is m o.
A l l anz arl o h acia e l e s pacio s e l e pre g u ntó , u na v e z q u e adq u irió v ida propia, s i h ab í a al g o q u e l e h u b ie ra fal tado
e ntre s u s caracte rí s ticas . E l s e ñ al ó a dos de l os participante s l o m is m o: "U s te de s e l ig ie ron q u e m e al im e ntara de
am or. ¿V an u s te de s a procu rá rm e l o todos l os dí as ? ...
D e s pu é s de e s o, rá pidam e nte s e acordó re pe tir e l contacto para darl e u na nu e v a form a de nu trirl o, pu e s todos
s intie ron q u e s u re s pons ab il idad e ra e norm e ya q u e podí an ol v idar e nv iarl e am or todos l os dí as , con l as
cons e cu e ncias trá g icas q u e e l l o conl l e v arí a.
E n otra ocas ió n, tam b ié n al pre g u ntá rs e l e s u nom b re (e s l o ú nico q u e no s e l e pone , e s pe rando q u e s u "b au tis m o"
s e a e n l os pl anos div inos ) , coincidió e n e l total de l os participante s u na re s pu e s ta s im il ar e n e l s onido: "A l ",
"A l diá n", "A l ia", e tc.
E n u na e x pe rie ncia m á s s orpre nde nte au n, e l nom b re fu e e l m is m o para l as tre s participante s de u n g ru po
s u pl e m e ntario al cu rs o: "Marcos ".
P e ro donde l a re al idad s u pe ró con cre ce s toda e x pe ctativ a, ocu rrió dí as de s pu é s de q u e u n g ru po die ra v ida a
u na form a pe ns am ie nto de caracte rí s ticas b as tante ang é l icas y cu ya m is ió n cons is tí a e n prote g e r a l os s e re s
cons tru ctiv os .
G ab rie l a, u na de l as participante s e n e s ta cre ació n, concu rrió a u na re u nió n aj e na al cu rs o, e ntre cu yos inv itados
s e e ncontrab a u na pe rs ona dotada de l o q u e s e conoce com o "s e g u nda v is ta". A l v e rl a l l e g ar, l e pre g u ntó q u ié n
e ra e l s e r q u e l a acom pañ ab a. A nte e l as om b ro de G ab rie l a, l e de s crib ió con e x actitu d al pe rs onaj e q u e h ab í an
cre ado, incl u ye ndo s u nom b re . H u e l g an l os com e ntarios .
A otra form a-pe ns am ie nto cre ada e n u no de l os cu rs os s e l e dio l a h e rm os a tare a de ayu dar a niñ os y adol e s ce n-
te s de u n b al ne ario ce rcano para al e j arl os de l a drog a. C u á l no s e rí a l a s orpre s a al de s cu b rir u na s e m ana m á s
tarde , e n l as noticias de u n pe rió dico l ocal , q u e u n g ru po de adol e s ce nte s de e s e m is m o l u g ar pidió as is te ncia,
pu e s h ab í an de cidido de j ar l a drog a y re h ab il itars e .
¿C as u al idad o infl u e ncia de l a "form a-pe ns am ie nto"?
T odos e s tos e j e m pl os , m á s q u e e x pl icar l os h e ch os , ab re n inte rrog ante s re s pe cto a l os al cance s q u e pu die ran
te ne r activ idade s com o é s tas , y cu á l s e rí a l a v e l ocidad de cam b io q u e produ cirí a, cons ide rando u na tom a de
concie ncia re s pe cto a l a infl u e ncia q u e l a m e nte h u m ana pu e de e j e rce r e n e l conte x to pl ane tario.
La adv e rte ncia inm e diata s u rg e re s pe cto a l a u til iz ació n de e s ta activ ació n y cre ació n para fine s e g oí s tas o
de s tru ctiv os . E n e s te cam po de acció n, donde s e m u e v e n e ne rg í as pode ros as g e ne radas e n l os m u ndos div inos , l a
l e y q u e g ob ie rna e s l a de "ch oq u e e n re torno". V al e de cir, a u na acció n corre cta, u n re s u l tado s ob re e l e m is or de
ig u al o m ayor inte ns idad a l o proye ctado; a u na acció n dis cordante , u na re s pu e s ta de au tode s tru cció n. P e ro h ay
al g o m á s . N o s e pu e de dar v ida a form as -pe ns am ie nto actu ante s s in h ab e r cone ctado y activ ado l os proce s os
e ne rg é ticos arm oniz adore s con l a F u e nte m is m a: e l P adre .
P or l o tanto, u na cre ació n con fine s aj e nos a l os de É l e s im pos ib l e , y pu die ra g e ne rar u n cortocircu ito v ib ratorio
de g ran inte ns idad cu yas cons e cu e ncias m á s v al e no m e ncionar.
Y ah ora v ol v am os a l o nu e s tro. S u pone m os q u e u s te d ya cre ó s u "pe rs onaj e ", l o h iz o nace r e n e l otro e s pacio, ya
l e pre g u ntó e l nom b re y e s pe ra confiado e n q u e coope rará al P l an D iv ino para l a T ie rra. E ntonce s no re s ta s ino
continu ar... e l pu e nte e s l arg o y e s tá l l e no de tare as , s orpre s as , re nu ncias y s atis faccione s , caí das y l e v antadas ,
pe ro al final s ie m pre e s tá l a l u z q u e l o e s pe ra, cá l ida, am oros a, e te rna...



E L E N C U E N T R O C O N E L Á N G E L PR E F A S E V I - F A S E V II
" L a l uz ... una p od e r os a l uz q ue nad a t i e ne q ue v e r con l a q ue conoce m os , ap ar e ci ó f r e nt e a m í .
S u e ne r g í a e r a t an i nt e ns a q ue m e s e nt í a v i b r ar e nt e r a... l e t e nd í m i s b r az os -e ne r g í a y al g o m uy i m p r e s i onant e
m e e nv ol v i ó com p l e t am e nt e . E r a un am or i nf i ni t o q ue ah or a, cuand o l o r e cue r d o, s i e nt o g anas d e l l or ar " .
R e l atos com o é s te s on com u ne s al final iz ar e l e j e rcicio de e s ta fas e , donde e l e s tu diante s e cone cta con l os pl anos
m á s e l e v ados a l os q u e s e pu e da acce de r, de pe ndie ndo de u n v e h í cu l o fí s ico q u e re s is te h as ta u n cie rto g rado e l
al z a v ib ratoria de otra octav a.
A s í com o l a m ú s ica re parte s u s s onidos m e l ó dicos de octav a e n octav a, de l a m is m a m ane ra nu e s tros patrone s
e ne rg é ticos ob e de ce n a fre cu e ncias rí tm icas as ce nde nte s o de s ce nde nte s , s ig u ie ndo u n m ode l o có s m ico y
m ate m á tico tam b ié n de corre s ponde ncia e n octav as .
C u ando e l e g im os v iv ir l a e x pe rie ncia de contactar con nu e s tro á ng e l , de b e m os pre s u pu e s tar q u e s e e ncu e ntra e n
u na octav a dife re nte a l a nu e s tra y proce de r e n cons e cu e ncia.
P ara e l l o h ay q u e pre parars e e n form a e s pe cial . C om o u s te d e s tá inv itado a conoce r a s u á ng e l , pong a m u ch a
ate nció n a e s tas indicacione s :
1- B orrar todo conce pto h u m ano q u e te ng am os s ob re á ng e l e s . S e de b e e s tar e n b l anco, tanto e n s e ntim ie nto
com o e n pe ns am ie nto.
2- A l h ace r l as v is u al iz acione s e ne rg é ticas de l e j e rcicio b as e , ag re g ar a l as cu atro e s tab l e cidas u na q u inta, q u e
cons is te e n v e rs e de ntro de u n s ol oro. La e s fe ra incande s ce nte de l a g l á ndu l a pine al de b e tam b ié n v e rs e e n l u z
oro, al ig u al q u e e l e s pacio donde s e introdu cirá a v iv ir e l e ncu e ntro. Ll é ne s e de l s e ntim ie nto de g ratitu d.
3- A l e s tar de ntro de l e s pacio s e ntirá q u e s u b e s ie te niv e l e s , h as ta l l e g ar al octav o.
R e al í ce l o l e ntam e nte . S i s ie nte u n cintil l o oprim ié ndol e l a parte s u pe rior de s u cab e z a no s e as u s te , e s norm al .
T am b ié n pu e de s e ntir otros e fe ctos fí s icos . N ada de b e inq u ie tarl e , pu e s e s natu ral al s u b ir s u niv e l v ib ratorio.
4- U na v e z l l e g ado al niv e l corre s pondie nte , pe rm ane z ca a l a e s pe ra, s in ans ie dad.
I nte ns ifiq u e s u s e ntim ie nto de g ratitu d.
5- C u ando apare z ca, no s e im pre s ione , m anté ng as e tranq u il o y proce da a re cib irl o com o corre s ponde .
6- R e cu e rde q u e e n e s a octav a u s te d e s tá com o s e r-e ne rg í a. S u s il e ncio e m ocional y m e ntal s e rá cl av e para
re conoce r l a aparició n com o inde pe ndie nte de s u propia cre ació n. A s í e s tará s e g u ro de q u e e s e fe ctiv am e nte e l
á ng e l q u ie n s e h a m anife s tado.
7- U na v e z e n s u pre s e ncia, ag radé z cal e por e s tar a s u l ado, inv í te l o a pe rm ane ce r con u s te d e n concie ncia.
P u e de pre g u ntarl e s u nom b re , u otra cos a q u e cons ide re v ital para s u de s arrol l o e s piritu al .
8- P or ú l tim o, s ie nta q u e a partir de e s e m om e nto e s tará cons cie nte m e nte v incu l ado a É l .
E s to cre ará u na fil iació n pe rm ane nte , de s pe j ando para s ie m pre s u s e ntim ie nto de s ol e dad para re e m pl az arl o por
S OL-E D A D (l a s ol e dad e s u n produ cto de l as form as pe ns am ie ntos col e ctiv as q u e ce ntran e l e s tar s ol o e n l a
au s e ncia fí s ica o e m ocional ) . Le re com ie ndo, com o prim e ra m e dida, l u e g o de v ol v e r de s u e x pe rie ncia, pl as m ar
e n e l pl ano fí s ico, a trav é s de u n b oce to a col or, l o q u e apare ció ante u s te d, con e l fin de q u e e s a im ag e n —no
im porta com o dib u j e — irradie l a pote ncia de s u u niv e rs o ce l e s tial orig inal e infl u irá e ne rg é ticam e nte e n u s te d y
s u e ntorno, a trav é s de l a conte m pl ació n.
D e b ido a l o s u b l im e de e s ta e x pe rie ncia no de s crib iré ning u na v iv e ncia al re s pe cto. E n u n capí tu l o ante rior m e
re fe rí al cas o de T atiana por s e r e x ce pcional m e nte inte re s ante , ya q u e a partir de e s e m om e nto e l l a re cib e
ins tru cció n dire cta de s u á ng e l , q u ie n l e acons e j a y apoya e n s u s l ab ore s diarias com o profe s ora, e s pos a y m adre
de fam il ia. D e e s ta m ane ra l l e g ó a l og rar cam b ios tras ce nde ntal e s e n s u e x is te ncia, m e j orando s u e ntorno
fam il iar y profe s ional . E n e s te ú l tim o á m b ito h a l og rado l l e v ar ade l ante al g u nas accione s s u g e ridas por s u Á ng e l ,
e n b e ne ficio de l a j u v e ntu d, prov ocado v e rdade ros "m il ag ros ".
Lo q u e no l e dij e fu e q u e ante s de l l e g ar a v iv ir l a e x pe rie ncia de l Á ng e l , l os participante s de l os dis tintos cu rs os
de b ie ron pas ar por u na e s pe cie de pre -fas e —l a s e x ta— donde s e "ate rriz a" b ru tal m e nte e n l o q u e s e de nom ina
"pl ano de l a m ate ria". A q u í de b e n, e ntre todos , b u s car s ol u cione s a al g ú n prob l e m a l ocal o pl ane tario de
e nv e rg adu ra, m e diante l a cre ació n h u m ana. Los re s u l tados v an de s de l as g rande s dis cu s ione s por dife re ncia de
opinió n, h as ta l a im pre s ió n q u e l e s cau s a v e r com o s u "s ol u ció n" l og rada de s pu é s de m u ch o h ab l ar, s e de s h ace
para s e r re e m pl az ada por v e rdade ros e dictos div inos e ntre g ados e n l os "e s pacios m orfog e ne rativ os ". C om o
re com pe ns a a tan l am e ntab l e e x pe rie ncia e s q u e e l Á ng e l v ie ne a s ocorre rl os .

L A M Ú S IC A S E V E , E L C O L O R S E O Y E : A PR E N D IE N D O A PR O T E G E R S E
F A S E V III
E s cu rios o com o l a ig norancia s ob re nu e s tro propio s e r nos pu e de l l e v ar a com e te r e rrore s tan g arrafal e s com o e l
de h u ndirnos e n u na tris te z a q u e no e s nu e s tra, q u e ni s iq u ie ra e x is te h oy, e n u n arre b ato e m ocional de s tru ctiv o
o s im pl e m e nte e n l e targ os q u e de pronto irru m pie ron e n nu e s tras v idas cu ando e s cu ch á b am os u na m e l odí a
g rata.
Las fó rm u l as q u e nos l l e v aron a e s e e s tado s e e ncu e ntran e n dos á re as fu ndam e ntal e s de e x pre s ió n cre ativ a
e ne rg é tica. La prim e ra de e l l as tie ne q u e v e r con l a s intoniz ació n de fre cu e ncias y l a otra con e l pode r de l s onido
com o trans m is or de l os proce s os cre ativ os de u n com pos itor, de pe ndie ndo de s u s s e ntim ie ntos e n e l m om e nto e n



q u e e s crib e s u m ú s ica. R e corde m os q u e cada acto cre ativ o com pre nde s e ntim ie nto, cal ificació n, v is u al iz ació n y
acció n, s ie ndo e l s e ntim ie nto e l e l e m e nto de tonador de l proce s o. Y l a m ú s ica e s u n pode ros o tras m is or e ne rg é ti-
co, q u e no pide pe rm is o para e ntrar y q u e , cu ando v ol u ntariam e nte l e ab rim os l a pu e rta de nu e s tro cam po
e ne rg é tico, pu dié ram os e s tar ab rié ndol o a nu e s tro pe or e ne m ig o e n e l m om e nto, a cau s a de l e ncaj e de fre cu e n-
cias q u e v ol u ntariam e nte e s tam os e fe ctu ando.
S i e l m ú s ico e s tá com ponie ndo b aj o e l s e ntim ie nto de l a m e l ancol í a, s u m e l odí a s e rá m e l ancó l ica e n s u infl u e ncia
e ne rg é tica y e l q u e l a e s cu ch e s intoniz ará con e s a fre cu e ncia al ab rirs e a e l l a. P ara aq u e l l os q u e g u s tan de l a
m ú s ica s e l e cta, tom e e l cas o de Mah l e r y s u s ú l tim as com pos icione s im pre g nadas de s u s e ntim ie nto m e l ancó l ico:
e x ce l e nte s ob ras , pe ro cu anto m á s l as e s cu ch e m á s s e ntirá q u e l o inv ade e s a m is m a s e ns ació n; e l dí a h a cam b ia-
do, e l pais aj e tie ne otra atm ó s fe ra, e n fin.
P or e l contrario, s i irru m pe e n s u e q u ipo de m ú s ica u n "C oncie rto R e v ol u cionario" de C h opin, y u s te d e s tá a
pu nto de s al ir a s u trab aj o, s e ntirá al h é roe q u e b u l l e e n s í , dis pu e s to a e nfre ntar e s e dí a con e l v al or de u n
e j é rcito. R e corde m os q u e e n e s os m om e ntos C h opin v iv í a e n F rancia m ie ntras P ol onia s e e ncontrab a e n confl icto.
A trav é s de e s e concie rto é l im prim í a e n s u m e l odí a s u s s e ntim ie ntos de h e roí s m o y v al e ntí a por s u P ol onia h e rida
a l a q u e no podí a de fe nde r de s de e s e paí s q u e l o cob ij ab a.
U n cas o dig no de m e nció n por s u s e fe ctos e x traordinarios , com prob ados por m é dicos a q u ie ne s l e s corre s pondió
s e r te s tig os de e s tas e x pe rie ncias , e s e l de T ch aik ow s k y y s u ob ra pó s tu m a, l a S e x ta S infoní a inconcl u s a "P até tica",
com pu e s ta cu ando pade cí a de u na ag u da de pre s ió n au tode s tru ctiv a q u e l o l l e v ó a u n de te rioro fí s ico, prov ocá n-
dol e l a m u e rte s in q u e l a cie ncia m é dica pu die ra s iq u ie ra de te rm inar q u é l o h ab í a ocas ionado.
S e h a de s cu b ie rto q u e q u ie ne s tie ne n prope ns ió n al s u icidio g u s tan e s pe cial m e nte de e s ta ob ra, y q u e q u ie ne s l a
e s cu ch an as idu am e nte pu e de n de s arrol l ar e s tos ins tintos au tode s tru ctiv os , l l e g ando incl u s o a ate ntar contra s u
v ida, o s u frir e nfe rm e dade s g rav e s de orig e n de s conocido, q u e s ó l o de s apare ce n cu ando de j an para s ie m pre de
e s cu ch ar e s e te m a.
G e ne ral m e nte s om os nos otros m is m os q u ie ne s e s cog e m os q u é m ú s ica q u e re m os oí r y e s te acto e s tá re l acionado
con nu e s tros propios s e ntim ie ntos q u e s intoniz an con l as fre cu e ncias e x is te nte s e n e s e cam po m e l ó dico, cre adas
por m ú s icos cu ya ide ntificació n e m ocional cal z a e n e l rang o e n q u e s e m ov il iz an l as nu e s tras . A q u í apare ce e l
prim e r factor de e rror de s intoniz ació n q u e h ará q u e no podam os s al ir de l e s tado de b aj as fre cu e ncias e n q u e nos
e ncontram os porq u e s ie m pre te nde m os a cone ctar circu itos s e g ú n nu e s tro rang o v ib ratorio. C om o e j e m pl o
pode m os citar e l cas o e n q u e u na de s il u s ió n am oros a nos l l e v a de inm e diato a re fu g iarnos e n u n A dag io de
A l b inoni s i nos g u s ta l a m ú s ica s e l e cta o e n u n tang o "l l orado" s i nu e s tras pre fe re ncias v an por e s e l ado. P or e l
contrario, u n e s tado de al e g rí a, e ntu s ias m o, nos l l e v ará a s intoniz ar con m e l odí as q u e pos e an e s a m is m a cal idad
de s e ntim ie nto cre ativ o, tanto e n ritm o com o e n ins piració n m e l ó dica. C u ando ace ptam os l o q u e q u e re m os q u e
e ntre e n nu e s tra e s fe ra s e ns orial , m e diante e l pode r de l a ate nció n, s e rá l o q u e nos infl u irá e ne rg é ticam e nte e n
nu e s tros propios circu itos e m ocional e s y de ah í a l a acció n cre ativ a cal ificada o de s cal ificada s e g ú n s e a e l tipo de
ins piració n m u s ical q u e nos infl u irá .

S O M O S S E R E S M U S IC A L E S
N u e s tro pl e x o s ol ar v ib ra com o u n diapas ó n s e g ú n l a m e l odí a q u e nu e s tros s e ntidos pe rcib e n, ya s e an aj e nas o
nu e s tras . Los s onidos s on cl av e s e n nu e s tra e x is te ncia, au nq u e no s ie m pre s e e s té cons cie nte de e l l o. T om e m os
e j e m pl os al az ar: u s te d e s tá cal m ado, tranq u il o, e n u n am b ie nte g rato; s u v oz e s s u av e , arm ó nica, ag radab l e
com o l a s itu ació n q u e e s tá v iv ie ndo, o m á s b ie n com o u s te d h a s ido e s tim u l ado a re accionar. S u v oz h a re s onado
a niv e l de l coraz ó n.
H oras m á s tarde , u s te d s e e ncu e ntra e n s u s al a de cl as e s . S u pong am os q u e e s profe s or. H ace cal or. U s te d e s tá de
cu e l l o y corb ata. H a te nido u n dí a pe s ado, con corre cció n de pru e b as de fin de s e m e s tre , y s u s al u m nos e s tá n tan
indis cipl inados q u e por l a m is m a b u l l a q u e e m ite n u s te d no pu e de h ace rs e oí r... La te ns ió n au m e nta y con e l l a e l
s onido de s u v oz v a s u b ie ndo de tono h as ta de s e m b ocar, v iol e ntam e nte , e n u n v e rdade ro "ch il l ido" q u e s u e na
foné ticam e nte pare cido a "por q u é no s e cal l an ch iq u iiil l os de ...rí iia".
Lu e g o de e s o, natu ral m e nte v ie ne e l s il e ncio. S u s e r m u s ical de s afinó . U s te d e m itió u n s onido a l a al tu ra de s u
ce re b ro, con u na fre cu e ncia dis onante , ag u da, prov ocando u na re s pu e s ta e n e l diapas ó n de l os afe ctados . Y e n
u s te d, u n te rrib l e dol or de cab e z a. ¿S e da cu e nta de l a dife re ncia? P u e s b ie n, h e ah í u n e j e m pl o s im pl e de có m o
m ane j am os e l s onido y có m o nos au toafe ctam os e n nu e s tro propio v e h í cu l o fí s ico, s in h ab e r s ido ag re dido por u n
e s tí m u l o s onoro e x te rno. E l inte rno e s cl av e : cons tru ye o de s tru ye . E l e x te rno ayu da a cons tru ir o de s tru ir.
S e pu e de s e r re s pons ab l e cons ig o m is m o al m ane j ar nu e s tros propios s onidos h acia u na arm oniz ació n, pe ro no
pode m os e s capar de l as e dio s onoro e x te rno, s ob re todo cu ando nos toca e m ocional m e nte , al cone ctarnos con l as
dis tintas fre cu e ncias e m itidas por l as com pos icione s m u s ical e s , cu al e s q u ie ra s e an s u s e s til os y s e rie s tonal e s .
E ntonce s , conv ie ne s intoniz ar con l os e s pacios m orfog e ne rativ os de l a pine al para V E R có m o l os dife re nte s
s onidos m u s ical e s nos infl u ye n e n nu e s tro patró n v ib ratorio, m e diante l a aparició n de e ne rg í as de col ore s
m ov ié ndos e de acu e rdo a l a fre cu e ncia e m itida y con re l ació n a nu e s tro e s tado de re ce pció n e n e s e m om e nto.



S e s ab e por l as e x pe rie ncias v iv idas , q u e u n 80 % de l os re ce ptore s pe rcib e n l as e m is ione s tal com o fu e ron
cre adas por l os s e ntim ie ntos de l m ú s ico e n e s os m om e ntos , y s ó l o u n 20 % l os re cib e dife re nte s , cons ide rando u n
e s tado e s pe cial inte ns o q u e de s v iarí a l os im pu l s os orig inal e s .
A u nq u e a u s te d l e re s u l te a priori difí cil de cre e r, l a m ú s ica s e pu e de v e r y e l col or s e pu e de oí r.
E s ta facu l tad corre s ponde a u na pote nciació n de l a capacidad s e ns orial , e n l a q u e j u e g a u n pape l tras ce nde ntal l a
inte racció n h e m is fé rica ce re b ral , j u nto a l a activ ació n inte rna de l ce ntro pine al .
H ace m á s de 40 añ os , e n E E .U U ., u n re s u l tado m é dico cas u al a raí z de u na ope ració n al ce re b ro, s e ntó l as b as e s
q u e pe rm itie ron afirm ar q u e l a inte racció n de e s tos dos h e m is fe rios pu e de de tonar capacidade s de s conocidas de l
ce re b ro h u m ano.
E s te ins ó l ito e v e nto s e produ j o l u e g o de l a e x tirpació n de u n tu m or. A l re s tab l e ce r l as cone x ione s ne u ronal e s s in
l a pre cis ió n q u e tie ne h oy l a m icrociru g í a, s e com prob ó con s orpre s a, q u e e l pacie nte , al v ol v e r e n s í , v e í a l os
s onidos m u s ical e s y oí a l os col ore s com o s i fu e ra l a cos a m á s natu ral de l m u ndo* . P ara nos otros l a m ú s ica s e oye
y e l col or s e v e . C ab e pre g u ntars e , ¿q u é e s l o norm al ?

L A S IN E S T E S IA
Los cie ntí ficos q u e inv e s tig an l as capacidade s s e ns orial e s de l os s e re s h u m anos , h an dado a conoce r u n incre -
m e nto de l as capacidade s s ine s té s icas de l a pob l ació n pl ane taria e n l os ú l tim os añ os , l l e g ando a de m os trar q u e u n
5% de e l l a, h oy e n dí a, e s s ine s té s ica. P odrí am os pe ns ar q u e l a s itu ació n actu al q u e v iv e e l pl ane ta, afe ctado por
l a inte ns ificació n de l as ondas e l e ctrom ag né ticas q u e v ie ne n a trav é s de l s ol fí s ico, prov ocando l a e l e v ació n de l as
fre cu e ncias e ne rg é ticas , s e rí a l a coayu dadora e n e s te proce s o de pote nciació n.
La s ine s te s ia e s l a re acció n de dos o m á s s e ntidos ante u n s ol o e s tí m u l o. P or e j e m pl o: U na pe rs ona conte m pl a u na
pintu ra v ie ndo s u s col ore s y form as y al m is m o tie m po q u e s ie nte l os arom as de l os col ore s , tam b ié n l os e s cu ch a.
Los s e ntidos no s on tan fí s icos com o cre e m os . P e rte ne ce n a nu e s tro s e r-e ne rg í a. S i no, pre g ú nte s e u s te d, ¿a dó nde
s e fu e e l s e ntido de l a au dició n de l s e r dorm ido q u e ronca y no s e e s cu ch a, m ie ntras l o h ace e l q u e e s tá de s pie rto
a s u l ado? N u e s tros s e ntidos , ope rando e n u n m ayor v ol taj e de nu e s tro e q u ipo, podrí an fu ncionar s im u l tá ne a-
m e nte s i l as condicione s cre ativ as de v ida l o pe rm itie ran, pu e s e s e e s s u condició n orig inal , l a v í a de acce s o
e x pe rie ncial para l a ob te nció n de l a v e rdad g l ob al .
* E l C e r e b r o H um ano, P h yffe r (19 60 ) .
A trav é s de e s te pró x im o e j e rcicio u s te d podrá e x pe rim e ntar e l e fe cto de v e r l a m ú s ica y, por cons ig u ie nte ,
e s cu ch ar e l col or, confirm ando l a e fe ctiv idad de l a pote ncia g e ne rada a trav é s de l a activ ació n corre cta de l
ce ntro pine al .

¿ C Ó M O S E H A C E E L E J E R C IC IO ?
A ctiv e s u ce ntro pine al acorde a l o apre ndido y pe rm ane z ca a e s te l ado de l portal l u m í nico m ie ntras v a e s cu -
ch ando pe q u e ñ os troz os de l as m e l odí as s e l e ccionadas . T ras cada e m is ió n m u s ical , pare , ab ra l os oj os l e ntam e nte ,
y dib u j e e l o l os col ore s , as í com o l a onda con q u e l l e g ó e l te m a. A l final iz ar l a e x pe rie ncia te ndrá ante u s te d u na
de ce na de e s q u e m as dife re nte s , tanto e n col ore s com o e n dis tintas e m is ione s de ondas . E s tu die m os s u s re s u l tados .
Los col ore s opacos , ne g ros , g ris e s , os cu ros no s on v ib racione s de b u e n niv e l . Los col ore s cá l idos : roj o, anaranj ado,
am aril l o incide n e n l a activ ació n e m ocional , s on e ne rg e tiz ante s . S irv e n para s al ir de l os e s tados de pre s iv os , o
tris te s . C om o s on e l e v adore s de l as v ib racione s ató m icas , cu ando s e de j an de e s cu ch ar, e l s e r pu e de v ol v e r a s u
e s tado ante rior. P ara q u e e s to no ocu rra, u na v e z q u e s e h a s al ido de e s a b aj a fre cu e ncia g racias a e s te tipo de
m ú s ica, re e m pl á ce l o de inm e diato por m ú s ica q u e nos dé tonos arcoí ricos , q u e s on arm oniz ante s . E s tos ú l tim os
no s acan de e s tados de pre s iv os fá cil m e nte , por e s o e s conv e nie nte s al ir b ru s cam e nte con m e l odí as cá l idas y l u e g o
cam b iar por e l l os .
La aparició n de l col or az u l de s pie rta a l a pu re z a, l a tranq u il idad, e n cie rtos cas os al m is ticis m o; tam b ié n a l a
nos tal g ia, tris te z a, y a l a de pre s ió n s i e l col or no apare ce cl aro, trans pare nte . N o e s cu ch e m ú s ica az u l s i e s tá e n
u n m om e nto difí cil , pu e s inte ns ifica s u s e ns ib il idad. P or e l contrario, ú s e l a para tranq u il iz ars e de s pu é s de m u ch a
activ idad, s ob re todo m e ntal .
La m ú s ica de col ore s arcoí ricos e s re com e ndada para todo e s tado, pe ro e s pe cial m e nte e n s itu acione s donde l a
ate nció n h a e s tado m u ch o tie m po e n prob l e m as te rre nal e s o de s arm oniz ante s . E l v e rde e n s u tonal idad m á s pu ra,
cl ara, com o e l ne ó n, trans m ite l a fre cu e ncia re g e ne radora, s anadora. E n s u condició n opaca, de ns a, no e s
re com e ndab l e , pu e s ocu l ta b aj as fre cu e ncias q u e inte ractú an con s u pe rs onal idad o e s tado e n e s e m om e nto.
E l am aril l o, al ig u al q u e e l ros a, e s u na fre cu e ncia e l e v adora de l a concie ncia. R e pre s e nta e l atis b o a l a concie ncia
crí s tica. C u anto m á s diá fana y oro e s s u radiació n, m ayor e s e s a pos ib il idad.
T am b ié n e s e ne rg í a s anadora y cone cta a patrone s v ib ratorios q u e facil itan e l de s arrol l o inte rior.
E l col or b l anco, o re s u m e n de l a total idad de l os col ore s , ob e de ce a l a m á s al ta fre cu e ncia v ib ratoria a l a cu al
pu e de acce de r e n l o q u e a e ne rg í as tonal e s s e re fie re y, por l o m is m o, g e ne ra cam pos de prote cció n, pu re z a
m e ntal , e tc.



La v is ió n de l col or v iol e ta e s s ig no de q u e con e s a m ú s ica s e activ a e l proce s o de trans m u tació n e ne rg é tica o


pu rificació n de l s e r y s u e ntorno. E s conv e nie nte e s cu ch ar e s a m ú s ica s intie ndo e l e fe cto q u e produ ce . C u ando e l
tono e s os cu ro, e s s ig no de trans m u tació n a niv e l de b aj as fre cu e ncias , s e ñ al ando u n proce s o difí cil .
P or ú l tim o, e l col or pú rpu ra e l e v a l a fre cu e ncia v ib ratoria de l a s ab idu rí a s u pe rior y cone cta al s e r a l a fre cu e n-
cia de l a "nos tal g ia div ina". E n s u de ns idad de s e ncade na proce s os inte rnos de org u l l o y v anidad, al ig u al q u e
ocu rre con e l v e rde os cu ro.
La m e z cl a de l os col ore s , q u e e s l o norm al , v a e ntre g ando e l cuad r o d e i nf l ue nci a de l a m ú s ica e s cog ida y s u
aná l is is de pe nde rá de s u propia inte rpre tació n re fe re ncial .
A h ora, e n cu anto a l os dife re nte s m ov im ie ntos de onda, e s tos s e ce ntran fu ndam e ntal m e nte e n dos : e l cu rv o u
os cil ante , q u e pu e de incl u ir e l m ov im ie nto ov al y e l e x pl os iv o, y e l q u e b rado o al te rnado. E l prim e ro e s arm ó nico
y condu ce nte s in im pone rs e por l a fu e rz a. E l s e g u ndo e s im pos itiv o y activ ador m e ntal .
N ing u no de l os dos e s ne g ativ o, s al v o cu ando l os col ore s l o indiq u e n.
C u ando al e s cu ch ar u na pie z a m u s ical apare ce n l os col ore s roj o y ne g ro m os trando u na onda de l í ne a q u e b rada,
h u ya de e s e te m a com o s i fu e ra u na s e rpie nte v e ne nos a. E s indicativ o de u na infl u e ncia e ne rg é tica de b aj a
fre cu e ncia con inte ns ificació n de l as e m ocione s . E l ne g ro e s m u y b aj a fre cu e ncia, y e l roj o e s tim u l ador de l a
e m otiv idad, u na com b inació n q u e dice : "A h ora m ando yo (l í ne a q u e b rada) , e s tim u l ando e l cam po e m ocional e n
b aj a fre cu e ncia".
C on e s ta e x pos ició n de l m é todo l o h e de j ado e n condicione s de cons tru ir s u propio am b ie nte re g e ne rador de
acu e rdo a u na te rapia m u s ical , pe ro, por s ob re todo, tie ne h e rram ie ntas de prote cció n contra l as cre acione s
s onoras q u e pu e de n afe ctarl e de s tru ctiv am e nte , o aq u e l l os s onidos q u e no s on l os ade cu ados para de te rm inados
e s tados .
D e e s t e m od o nos e s t am os ace r cand o a l a p e nú l t i m a f as e .
E s t a s e v i ncul a e s t r e ch am e nt e a l a s i g ui e nt e y e s d e g r an i m p or t anci a d e nt r o d e l os ob j e t i v os d e l P r og r am a, p or
cons t i t ui r nue s t r a f or m a occi d e nt al d e p r act i car e l s i l e nci o.
P ar a l os or i e nt al e s , l l e g ar a s i l e nci ar l a m e nt e e s cue s t i ó n d e e nt r ar e n una d i s ci p l i na av al ad a p or s i g l os d e
p r á ct i ca e nt r e g ad a p or s us r i t os s ag r ad os , q ue e ns e ñ an có m o al canz ar e l N i r v ana ( p ar aí s o) a t r av é s d e l og r ar e l
S am ad h i ( i l um i naci ó n) . P ar a e l l o, e s v i t al e nt r ar e n e l g r an g r an s i l e nci o, l a O ct av a m e nt al f ue r a d e nue s t r a
com p r e ns i ó n i nt e l e ct ual . E s v i v e nci a có s m i ca, l i b e r ad or a.

E L S IL E N C IO F A S E IX
P ara nos otros , occide ntal e s , acos tu m b rados a u n trá fag o m e ntal de pe ns am ie nto, ace l e rado por nu e s tro patró n
cu l tu ral q u e nos l l e v a a u na prá ctica inte ns a de l a m e nte para cu m pl ir l os ob j e tiv os q u e nu e s tra condició n
im pone , e l s il e ncio e s cas i u n aconte cim ie nto e x te rno a nos otros . S e h ace e l s il e ncio e n u na apacib l e tarde
cam pe s tre ; s il e ncio re parador. T am b ié n h ay s il e ncios "q u e s e pu e de n cortar con cu ch il l o", ocas ionados por l a
e s pe ra de l de s e ncade nam ie nto de u na acció n de tonada por e l e s tí m u l o de u na pal ab ra prov ocadora. S il e ncio
dis cordante .
P e ro no pe ns e m os e n e l s il e ncio com o u n e s tado de v ací o m e ntal , ni e n l a au s e ncia de ol as m e ntal e s . T am poco l o
re l acione m os con e l "e s cog e r" no pe ns ar m al . E s as s on al g u nas de l as form as de l S I LE N C I O, im pre s cindib l e s para
l og rar av anz ar e n e l pu e nte de cone x ió n al g ran R e ino. R e firá m onos al G R A N S I LE N C I O.
C om o nu e s tra fre cu e ncia m e ntal e s ace l e rada, rá pida, s e rá a partir de e s a m is m a ce l e ridad q u e l l e g are m os a
cal l ar l a m e nte .
E ns ayará g ob e rnar s u pe ns am ie nto, s e l e ccionar l os q u e e ntre n e n s u e s fe ra de re ce pció n, prov e nie nte s de otras
m e nte s . E n re s u m idas cu e ntas , m ae s tre ará s u m e nte e n s u propia diná m ica.
R e cié n e ntonce s tras pas ará e l portal inte rdim e ns ional para ir e n b u s ca de s u "cris tal inte rno", donde m ora s u
E s e ncia.
S u pone m os q u e ya h a activ ado s u s re de s -e ne rg í a con e l e j e rcicio b as e .
- C ó m odam e nte ins tal ado, re l á j e s e y e m pie ce a de s cu b rir l o q u e pie ns a... de j e q u e l os pe ns am ie ntos q u e l e
circu ndan l l e g u e n a u s te d y ob s é rv e l os com o aj e no a e l l os ; s e e ntre m e z cl an l os s u yos y l os e x te rnos ...
- S e l e ccione u n pe ns am ie nto, re có j al o, v é al o com o u na ins tantá ne a fotog rá fica, al im é nte l o con otros pe ns am ie n-
tos de riv ados q u e l l e g an e s pontá ne am e nte . Lu e g o, cu ando l o s ie nta arm ado e n u n cu adro v iv o, l á nce l o h acia
atrá s y al tie m po q u e de s apare ce s ie nta q u e av anz a h acia s u portal inte rdim e ns ional . R e pita e l e j e rcicio con otro
pe ns am ie nto s e l e ccionado y, as í , u nas tre s o cu atro v e ce s .
- A h ora q u e h a l im piado y m ae s tre ado s u e ntorno m e ntal , proce da a "e l ab orar" u n pe ns am ie nto propio...
al im é nte l o, v é al o, condé ns e l o h as ta q u e l o s ie nta com pl e to y arm ado (s ab e cu ando l l e g a a e s e niv e l porq u e e l
cam po e m ocional com ie nz a a com prom e te rs e ) . U na v e z as ido, com prí m al o, com o s i s e ce rrara l a im ag e n h as ta
s e r u na l í ne a v e rtical ... e ns e g u ida, dis m inu ya s u tam añ o h as ta s e r cas i u n pu nto y l á nce l o por e l portal triang u l ar
v ie ndo com o s e pie rde e n u n pu nto e n e l infinito. R e pita u nas tre s v e ce s e s ta prá ctica. Y cu ando s ie nta q u e h a
q u e dado re l ativ am e nte l ib re de l a v orá g ine de pe ns am ie ntos , s ie nta e l s e r -e ne r g í a q u e e s y tras pas e e l u m b ral de
l a pine al e n b u s ca de s u "cris tal inte rno".



- E l apare ce rá e n cu al q u ie r m om e nto, y s e rá ú nico e n s u form a, pu e s e s s u "patró n e ne rg é tico s u pe rior",


indiv idu al . C u ando e s té ante u s te d, pe né tre l o por u no de s u s pris m as de col or, e l q u e intu ya m á s afí n. U na v e z
de ntro, s ie nta y pe rcib a... s e a. E n e s e l u g ar pu e de ocu rrir l o ine s pe rado. S ob re e s o no l e ade l antaré nada. P e ro s í
l e pu e do de cir q u e s ó l o inte rrog ante s e x is te ncial e s tras ce nde nte s pu e de n s e r re s u e l tas e n e s e e s pacio.
- C u ando dé por final iz ada l a e x pe rie ncia, v u e l v a l e ntam e nte fl otando h as ta s itu ars e a e s te l ado de l portal
il u m inado. Y e s pe re ...

E L C O S M O S
A C C E D E R A L A C O M PR E N S IÓ N PL U R ID IM E N S IO N A L F A S E X
A h ora, v u e l v a a s e ntir e l s e r -e ne r g í a q u e e s , l ib e rado de todo pe s o ató m ico, de toda de ns idad dis cordante . S ó l o
e x is te e n s u re al ide ntidad y, a partir de e s te s e ntim ie nto, pre parará s u pró x im o v iaj e .
I rá m á s al l á de l os confine s de s u u niv e rs o y de todo conce pto q u e te ng a s ob re é l . S e rá u n traye cto có s m ico q u e l o
l l e v ará a pe rcib ir l as l e ye s q u e l o g ob ie rnan e n s u s dis tintas dim e ns ione s . ¿E s tá l is to?
E ntonce s , ade l ante .
S e e ncu e ntra ante e l e s pacio infinito y de s de l e j os l l e g a a u s te d u na cinta de s pl e g ada, com o u na h u inch a
trans portadora de e nce ndida l u z m e tá l ica. V ie ne a inv itarl o a q u e s e s u b a e n e l l a para trans portarl o com o
re fe re ncia e s pacial por dis tintos niv e l e s de e x is te ncia. D é j e s e l l e v ar por e l l a, e l pas e o com ie nz a con u na v is ita a l a
V í a Lá cte a.
E s te "pas e o ob l ig ado", no por e s o m e nos m arav il l os o, corre s ponde al "e s l ab ó n" conocido q u e s e rv irá de pu e nte
re fe re ncial al de s pre ndim ie nto pos te rior q u e v e ndrá con l os otros pu ntos de l v iaj e .
R e corra l a V í a Lá cte a, s ié ntal a, pe rcí b al a. ¿Q u é v e ? ... A h ora s al e e n s u cinta trans portadora h acia e l e s pacio
profu ndo... div is a u n cí rcu l o q u e g ira h oriz ontal m e nte com o u n dis co e n u n tornam e s a... l l e g u e h as ta é l y s ú b as e .
E m pie z a a g irar h acia s u de re ch a... ¿Q u é s ie nte ? ... ¿Q u é pe rcib e ? ... ¿Q u é v e ? ... H ag a g irar e l dis co h acia l a
iz q u ie rda y, g irando con é l , e x pe rim e nte s u s re accione s .
S al ie ndo de l cí rcu l o, s e de s l iz a por e l e s pacio y de s cu b re u na e s piral . D irí j as e a e l l a re incorpó re s e a s u m ov im ie n-
to... prim e ro h acia e l ce ntro. Lu e g o h acia l os b orde s . E ns e g u ida, de s cie nda cu ando e l l a de s cie nda y v u e l v a al
pu nto de partida para as ce nde r a e l l a... ¿Q u é h a s e ntido e n l as dis tintas e x pe rie ncias ? ¿Q u é h a v is to o pe rcib ido?
R e té ng al o, al ig u al q u e l as v iv e ncias ante riore s .
A l s al ir de l a e s piral , s u cam ino m ó v il l o l l e v a ru m b o al infinito... ¿Q u é e s e l infinito? ...
S e ns acione s ..., P e rce pcione s ... ¿Q u é v e ?
R e g re s a a l a V í a Lá cte a, pas e e por e l l a... l e j os , e n e l e s pacio, fl ota u n triá ng u l o l u m inos o. V e a de q u é s e trata. A l
al canz arl o s e da cu e nta q u e de ntro de é l s e ab re u n e s pacio infinito y radiante .
S u m é rj as e . H a l l e g ado de v u e l ta.
¿Q u é h a pas ado e n e s te v iaj e ?
C u ando s e incorporó e n e l cí rcu l o e ntró de l a dim e ns ió n e s pacio-tie m po, q u e e s donde pe rte ne ce . A l g irar a l a
de re ch a, g ira con e l s is te m a im pe rante , con l o e s tab l e cido e n e l de v e nir l ó g ico.
E s e l pas ar por l os proce s os tradicional e s de l a h is toria l ine al de l a h u m anidad, por l os proce s os de nacim ie nto,
pl e nitu d, de cade ncia y m u e rte . A l g irar h acia l a iz q u ie rda s e s al e de l o e s tab l e cido. E s l a re b e l dí a q u e pe rm ite l a
ape rtu ra h acia otra conce pció n de l a re al idad, e s l a intre pide z , l a l u ch a, e l ir contra l a corrie nte , l a b ú s q u e da de
l o nu e v o. E s l a h is toria as ce nde nte de l a T ie rra. V e rá h itos q u e l a cons titu ye n.
La e s piral e s pl u ridim e ns ional . A h í pu e de pe rcib ir de s de s u orig e n có s m ico h as ta s u de s ce ns o e n l a m ate ria.
D e s de e l l ib re al b e drí o de l s e r e n l a e l e cció n e te rna de s u s cam inos de v ida, h as ta l a pl u ral idad de m u ndos
im pos ib l e s de pe rcib ir e n l a concie ncia e x te rna. E s e l e te rno m ov im ie nto u niv e rs al e n e x pans ió n.
Y e l infinito e s s u ob j e tiv o có s m ico, pre parado de s de q u e u s te d s e de s pre ndió , com o ch is pa de fu e g o de s de e l
G ran S ol C e ntral . E s l a e te rnidad tal cu al s e pu e de pe rcib ir de s de e l s e r -e ne r g í a l ib re q u e u s te d e ra e n e s e v iaj e .
H an s ido nu m e ros as l as e x pe rie ncias q u e l l e v aron a l os participante s a v iv ir e l "no-tie m po/ e s pacio" al de s crib ir
s u s v iaj e s e n s e cu e ncia al te rada. P or e j e m pl o, pas ando de s de l os e j e rcicios de s il e ncio de pe ns am ie nto a l a e s piral
y l u e g o al cí rcu l o. O de l a e s piral al cris tal inte rno, l u e g o e l infinito, e n u na pe rfe cta cronol og í a de e x pe rie ncias .
T am b ié n s e dio e l ade l antars e a l as indicacione s . C u ando e s tas e ran dadas , e l protag onis ta ya e s tab a e n e l l u g ar o
e n l a v iv e ncia corre s pondie nte , ante s de e s cu ch arl as .
P or ú l tim o, e l "contacto" e ntre dos u m b ral e s , l a V í a Lá cte a e n e l re g re s o y e l triá ng u l o de l u z al cu al u s te d acce de ,
e s e l pu e nte de finitiv am e nte te ndido e ntre dos u niv e rs os : inte rno-có s m ico y có s m ico-e x te rno. A s í h e m os
pl as m ado l a inte racció n de m u ndos , facil itando con e l l o l as m anife s tacione s de cre ació n div ina e n e s te pl ano de
cre ació n h u m ana con e l fin de re cu pe rar e l h il o de l u z q u e nos u nirá de finitiv am e nte a nu e s tra F u e nte orig inal ,
s i l o pe rm itim os , activ am os y s e ntim os .
E l ú l tim o cons e j o: La prá ctica pe rió dica de l e j e rcicio b as e pu e de y de b e l l e v ar al m om e nto e n q u e e l "s e r-e ne rg í a
arm ó nico" q u e e s u s te d —y todos l os q u e conform am os e s ta h u m anidad— s e v u e l v e pe rm ane nte , tornando cada
dí a e n u n l u m inos o m il ag ro.
E s ta prim e ra g ran e tapa de l re corrido por e l P u e nte l e h a pe rm itido e l e ntre nam ie nto ne ce s ario para l l e g ar a
dars e cu e nta q u ié n e s e n re al idad, de dó nde v ie ne y h acia dó nde v a, j u nto con arre g l ar s u s as pe ctos cre ativ os de



v ida. T am b ié n l e h a e ntre g ado im portante s v iv e ncias s u pe riore s , con l o cu al l a du da no tie ne cab ida al e ncam i-
nars e con pas o s e g u ro h acia e l final de l s e nde ro, donde l o e s pe ra e l H OG A R ; am oros o h og ar, b e ndito h og ar, cu ya
nos tal g ia pe rm ane nte de é l l o h a l l e v ado por e one s de tie m po a e rrar e n l a cre ació n h u m ana, b u s cando u n
re m e do, s ie m pre al g o pare cido a l o q u e al g u na v e z conoció .
D e ah í l as de ce pcione s , l os e rrore s , e l s u frim ie nto a cau s a de l v e l o de l a ig norancia q u e fu e s e pará ndol o de l as
e te rnas re al idade s cre ativ as q u e e s pe rab an por u s te d e n e l s e no de l P adre .
La m is ió n e s tá por final iz ar, y con é x ito. D e s de l o m á s profu ndo de l ol v ido l l e v ará de v u e l ta l a e x pe rie ncia. Y con
e l l a, l a trans form ació n de todo l o q u e "h a tocado" e n e l oro al q u í m ico de l a e te rnidad. E s te l ib ro "contie ne l a
cl av e ", practí q u e l a.
R e corde m os nue v a m e nte e l p rincip a l m a nda m ie nto
" A m ar á s al S e ñ or t u D i os con t od o t u cor az ó n, con t od a t u al m a y con t od a t u m e nt e ... y al p r ó j i m o com o a t i
m i s m o" .
D e e s t os d os M and am i e nt os d e p e nd e n l a L e y y l os p r of e t as (Mate o 22,37-39 -40 ) ".
P r i m e r o l a cone x i ó n a l a F ue nt e G e né r i ca, al P ad r e , l ue g o l a e x p ans i ó n d e s u A m or e n U N O p or m e d i o d e l s ol d e
e ne r g í a e n nue s t r o ce nt r o car d í aco. Y , l ue g o, s u e x p ans i ó n... h as t a d ond e q ue r am os l l e v ar l o...

N otas com pl e m e ntarias


L O S C A M B IO S C R E A T IV O S S E PU E D E N M E D IR
T om é contacto con J os é Marí a R e ye s , radie s te s is ta ch il e no, conocido por s u s acie rtos y cu racione s e n tratam ie ntos
de l cá nce r y otras e nfe rm e dade s , cu ando s e incorporó com o al u m no a u no de l os cu rs os .
C on u na g ran facil idad para activ ar l a g l á ndu l a pine al , fu e q u ie n l og ró e s tab l e ce r l as prim e ras m e dicione s
e ne rg é ticas ob te nidas com o re s u l tado de l as al z as v ib ratorias por l os dife re nte s e j e rcicios de l as fas e s .
E s to ocu rrió a raí z de u na e x pe rie ncia pe rs onal , du rante u na prá ctica de l a fas e I I de "S e ns acione s e n v u e l o". Le
im pactó profu ndam e nte por s u s ins tantá ne os re s u l tados s anadore s , incitá ndol o de inm e diato a m e dir e s tos
proce s os a trav é s de u n b ió m e tro, e n l a oportu nidad m á s pró x im a q u e s e pre s e ntara.
E l l a l l e g ó j u nto con l a re ce pció n de de s ag radab l e s noticias pe rs onal e s q u e l e prov ocaron u na fu e rte te ns ió n.
D e cidió , e ntonce s , ir a l a C av e rna de Lu z de l a fas e I I con e l ob j e to de b u s car al iv io, no s in ante s h ab e r m e dido
s u s e ne rg í as e n e s e m om e nto.
A l acce de r a e l l a y e ncontrars e con l a pote ncia l u m í nica q u e m ora ah í , s e l e indica com o tare a b añ ars e e n e s a l u z
para s u b ir s u s e ne rg í as y, de e s e m odo, s anar s u s e r. Lo h iz o. Y l u e g o de s e ntirs e m arav il l os am e nte arm oniz ado,
l ib re de l pe s o ante rior, v ol v ió de inm e diato a m e dir s u s e ne rg í as .
E s tos fu e ron l os datos ob te nidos : A l m e dir s u s e ne rg í as orig inal e s , é s tas e ran de 4.0 0 0 u nidade s de e ne rg í a-l u z .
D e s pu é s de l e j e rcicio, s u b ie ron a 8.0 0 0 u nidade s de e ne rg í a-l u z .

E L A D U L T O M A Y O R , U N A E S PE R A N Z A C R E A T IV A
D e ntro de l P rog ram a de E x te ns ió n de l a U niv e rs idad C ató l ica de C h il e dirig ido al A du l to Mayor, s e incl u yó e s te
cu rs o b aj o e l nom b re " E ncu e ntro con l a au tocre ativ idad a trav é s de l arte ".
Las e x pe rie ncias re cog idas e n e s a oportu nidad fu e ron m u y e s tim u l ante s , por l os e fe ctos produ cidos e n tan corto
tie m po. D e e l l os e x traig o e l s ig u ie nte cas o:

G R A T IT U D
U na m u e s tra de ag rade cim ie nto q u e no pu e do de j ar de com partir por l o q u e pu e de s ig nificar e n l a e x pe rie ncia
de q u ie ne s pie ns an q u e l a v ida de l adu l to m ayor e s tá por te rm inars e .
S in dar b atal l as —tal v e z por no s ab e r có m o h ace rl o— s e ab andonan l os fal s os proce s os cre ativ os de e nv e j e ci-
m ie nto, s u cu m b ie ndo tarde o te m prano a s u s propias cre acione s im pe rfe ctas . S e rá é s te u n e j e m pl o de có m o s e
pu e de n anu l ar l as ob s tru ccione s a l os nu e v os m ode l os de pe rfe cció n cre ativ a q u e pode m os ob te ne r al re conoce r
nu e s tro v í ncu l o y de s cu b rir nu e s tro s e r-e ne rg í a l ib re y arm ó nico.
E ra u na de l as 48 al u m nas de l cu rs o. P rofe s ional j u b il ada, s e g ú n e l l a m is m a m e e x pl icó e n e s a oportu nidad. E n e l
m om e nto no re cordé s u nom b re , pe ro s í s u ros tro am ab l e y s u s dib u j os . Me s orpre ndió g ratam e nte al de cirm e
q u e e s tab a im pactada por l os e fe ctos ob te nidos a trav é s de l os e j e rcicios .
T anto as í , q u e portab a cons ig o u na carta q u e e s pe rab a h ace rm e l l e g ar de al g ú n m odo e s os dí as .
H e aq u í parte de s u conte nido:
" E l cur s o q ue us t e d d i ct ó e n e l C e nt r o d e E x t e ns i ó n s ob r e cr e at i v i d ad y e l A r t e , h an s ur t i d o e n m í e f e ct os b as t ant e s
b e ne f i ci os os . N o s ó l o e n l a cr e at i v i d ad , s i no t am b i é n e n l o q ue s e r e f i e r e a l a t é cni ca, p ue s t o q ue m e j or ó l a
s e g ur i d ad e n m i m ano y m e q ui t ó e s e t ont o m i e d o ant e l a h oj a e n b l anco. S um o a t od o e s t o e l h ace r m e cons ci e n-
t e , m uy cons ci e nt e , d e q ue d e b í a h ab e r l e d e d i cad o m á s t i e m p o a l a cr e aci ó n p i ct ó r i ca y q ue ah or a, d e s p ué s d e
j ub i l ar , d e b í a e x p r e s ar m e con l a p l á s t i ca. M e h a d ad o una g r an f e l i ci d ad , ya no s i e nt o e s a ans i e d ad , e s a ang us t i a
q ue m e e m b ar g ab a e n e l ú l t i m o t i e m p o al t r ab aj ar e n m i p r of e s i ó n. T am b i é n h e t e r m i nad o con e s e " s up e r e g o"
t an cr í t i co y d e s t r uct i v o q ue no s é r e al m e nt e d e d ó nd e s al í a.



Ve o h aci a ad e l ant e s ó l o un cam i no t ot al m e nt e r e ct o y d e s p e j ad o q ue d e b o l l e nar l o con l a p l á s t i ca. L a s e cue nci a


d e m i s d i b uj os i ns p i r ad os e n s u cur s o l os m i r o f r e cue nt e m e nt e y m e p ar e ce n h e ch os p or ot r a p e r s ona. L o q ue v i
e n l a p r i m e r a cl as e e s e l m i s m o á ng e l q ue v i al f i nal d e l cur s o, p e r o con l os col or e s f ue r t e s y d ur os , s i e nd o e l
á ng e l d e l f i nal , cl ar o y l um i nos o.
L e e s cr i b o e s t o p ar a ag r ad e ce r l e e l p od e r d e v e r m á s cl ar o e n m í m i s m a. Q ui e r o q ue s e p a, t am b i é n, q ue m e s i e nt o
p e q ue ñ a al r e cor d ar l as p i nt ur as d e s us al um nos i nd í g e nas d e l N or t e q ue nos m os t r ó e n s u ú l t i m a cl as e " .*
S u al um na ag r ad e ci d a.
C ie rro e s ta nota s ob re l a participació n de l A du l to Mayor e n e s tas av e ntu ras cre ce de ras , incl u ye ndo u na e x pe -
rie ncia q u e re fl e j a b as tante b ie n e l im pacto cre ativ o y trans form ador de l cu rs o s ob re e l participante .
" ...S al í f l ot and o y v e í a s ol am e nt e cor r i e nt e s d e t od as l as t onal i d ad e s d e un b e l l í s i m o col or az ul . A p ar e cí an
t am b i é n cor r i e nt e s d e h e r m os os col or e s v e r d e s . E r an cor r i e nt e s , no e r an col or e s e s t á t i cos . Vol ab a y v ol ab a v i e nd o
s ol am e nt e e s o y f ue un r at o l ar g o.
L ue g o, r e p e nt i nam e nt e ap ar e ce un l i nd o y g r an ar coí r i s d e t onos p as t e l y una g r an l um i nos i d ad d or ad a a l a
d e r e ch a, q ue l o p r od ucí a.
* S e re fie re a u n prog ram a de de s arrol l o de l a s ab idu rí a ance s tral a trav é s de l A rte de l as e tnias de l os A nde s ,
re al iz ado por l a au tora e ntre 19 9 1 y 19 9 3.
S e g uí v ol and o y v i l os s oni d os m us i cal e s p as and o f r e nt e a m í . N o m e p r e g unt e n có m o, p e r o v i l as f or m as y yo
s ab í a q ue e s as e r an f or m as d e l os s oni d os d e l a m ú s i ca. N o e r an not as m us i cal e s .
L ue g o m i r é h aci a ar r i b a, con l a i nt e nci ó n d e as ce nd e r . M e r od e ab a p or t od as p ar t e s e l az ul h e r m os o y al m e d i o v i
un t ub o q ue m e ayud ar í a a s ub i r . P e r o no e r a com p act o, s i no f or m ad o p or cí r cul os concé nt r i cos , d e t r e ch o e n
t r e ch o, m á s cl ar os q ue l a e s t r uct ur a q ue l os s os t e ní a. M e v i s ub i e nd o. M e cos t ab a as ce nd e r l os ú l t i m os m e t r os .
E nt once s , ap ar e ce n s e r e s e n l a b oca d e l t ub o e nv i á nd om e cor d e l e s g r ue s os p or l os cual e s p ud e s ub i r .
M e e ncont r ab a ar r i b a cuand o ap ar e ci e r on t r e s h e r m os as p ue r t as g i g ant e s , d e b e l l í s i m a m ad e r a. L a p ue r t a d e l
m e d i o, q ue e r a l a m á s g r and e , s e ab r i ó ant e m í . E nt r o y m e acog i e r on t r e s s e r e s ang e l i cal e s q ue m e e ncam i nar on
h aci a e l ce nt r o.
R e p e nt i nam e nt e b aj ó d e l as al t ur as una l uz p od e r os a, d or ad a, q ue cayó e n f or m a t r i ang ul ar . Y ar r i b a e n e l
v é r t i ce ap ar e ci ó :
D I O S P A D R E C R E A D O R ...
¡N o p od í a cr e e r q ue as í f ue r a!
E x p e r i m e nt é una ad m i r aci ó n i nd e s cr i p t i b l e . F ue una e x p ans i ó n d e m í s e r , t ant o i nt e r i or com o e x t e r i or . M e s e nt í
i l um i nad a.
E s t oy t an as om b r ad a q ue d e s e ar í a i r m á s al l á . Y t e ng o q ue d e ci r q ue e s a e s m i A m é r i ca. A l l í conf l uye t od o, p ue s
m á s al l á , ar r i b a y a l os l ad os , s ó l o e s t á E L ..."

U N C A S O F U E R A D E S E R IE
E S PE R A R L O IN E S PE R A D O . . .
D e s e o q u e e l s ig u ie nte cas o q u e pre s e nto a continu ació n, al final iz ar nu e s tro l ib ro, l e pe rm ita de j ar s u s e s q u e m as
m e ntal e s h u m anos de l ado, para l anz ars e al ab is m o de l as re al iz acione s s ob re natu ral e s , q u e no s on otra cos a q u e
l a v e rdade ra re al idad de l a cre ació n div ina, e x pre s á ndos e a trav é s de s u s h ij os . E s e l pode r de l a fe , q u e tal com o
h e m os dich o, e s l a ce rte z a de l o inv is ib l e .
E ntre l as pe rs onas q u e as is tie ron a m i cu rs o s e e ncontrab a G l oria, q u ie n s e de dica, a s u v e z , a dictar cu rs os de
C re cim ie nto P e rs onal e n u na ciu dad ce rcana a S antiag o. I nte g rando s u g ru po de al u m nas e s tab a C arm e n,
v is itadora s ocial de l a m u nicipal idad de e s e l u g ar.
G l oria m e pidió au toriz ació n para e ns e ñ ar e l e j e rcicio b as e a trav é s de l cas e te q u e contie ne l as fas e s principal e s ,
a l o cu al acce dí . T odo s u g ru po de trab aj o com e nz ó a practicar l os principios —q u e u s te d m is m o, l e ctor, h a
conocido— l og rando inte re s ante s e x pe rie ncias .
C arm e n q u e dó tan e ntu s ias m ada con l os re s u l tados q u e s ol icitó e l cas e te para g rab arl o y pode r practicar e n
form a particu l ar, l o q u e h iz o du rante u na s e m ana, tre s v e ce s por dí a. A l cab o de e s e tie m po s u ce dió u n h e ch o s in
pre ce de nte s e n s u v ida... y e n l a v ida de l a g ran m ayorí a de nos otros , por no de cir de todos .
E s a tarde l l e g ó de s u trab aj o, m á s cans ada q u e de cos tu m b re , de s pu é s de u na l arg a j ornada y s e dis pu s o a
acos tars e te m prano para de s cans ar. A l inte ntar e nce nde r s u l á m para de noch e , de s cu b rió q u e
l a am pol l e ta e s tab a q u e m ada. A cto s e g u ido l a re tiró con l a inte nció n de re e m pl az arl a. La v e nció e l s u e ñ o y s e
q u e dó profu ndam e nte dorm ida.
D e s pe rtó de m adru g ada, de s v e l ada, por l o q u e de cidió l e e r u n rato; s e e nde re z ó e n l a cam a y e nce ndió l a l u z .
T om ó u n l ib ro y l e yó u nas 18 h oj as , s e g ú n s u e x acto re l ato. Lu e g o, nu e v am e nte s intió de s e os de dorm ir y s e
dis pu s o a apag ar l a l u z . E n e s e ins tante s e dio cu e nta "con h orror" q u e s u l á m para no te ní a am pol l e ta ¡H ab í a
ol v idado re e m pl az arl a! ¿C ó m o, e ntonce s , s e il u m inó l a h ab itació n du rante todo e s e tie m po?
E l l a e s u na pe rs ona prá ctica y e q u il ib rada, de dicada a s u trab aj o s ocial . N o conoce de prá cticas e s oté ricas . S u
l e ctu ra no incl u ye te m as e x traordinarios . P or e l contrario, m á s b ie n te m e a l o q u e no conoce . E s ta e x pe rie ncia l a
 


im pactó de tal m ane ra, q u e l u e g o de re l atarl a, q u is o b orrarl a de s u m e m oria para no te ne r q u e e nfre ntarl a,
s e g ú n e l l a m is m a confe s ó .
¿F u e l a prá ctica m e tó dica de l a activ ació n de l a pine al y s u cone x ió n a l a F u e nte G e né rica l o q u e produ j o e s te
m il ag ro? S ab ios de l Orie nte , g rande s yog u is , s e re s av anz ados e n l os cam inos de l e s pí ritu , s e ñ al an q u e u no de l os
l og ros prim e ros al canz ados por l os m á s av anz ados e s , j u s tam e nte , l a capacidad de al u m b rar u na h ab itació n y
pre cipitar ag u a e n u na copa. S in e m b arg o, tam b ié n e s tá n de acu e rdo e n q u e para l l e g ar a e s o h ay u n l arg o
cam ino q u e re corre r. P e ro... e s factib l e q u e ocu rra.
E ntonce s ..., ¿por q u é no pe ns ar q u e l a e x pe rie ncia de C arm e n s e de b ió a s u dis cipl ina e n practicar l a ob e die ncia
a l a F u e nte G e né rica o E ne rg í a P adre , activ ando l a l l av e m ae s tra de l a pine al q u e pone e n inte racció n am b os
h e m is fe rios ce re b ral e s , pote nciá ndol os ?
P e ro, m á s inte re s ante au n, e s de s cu b rir q u e e l de tonante de l e v e nto fu e l a au s e ncia de b l oq u e os m e ntal e s , de
e s q u e m as tradicional e s h u m anos q u e ace ptan l as l im itacione s de l "e s o e s im pos ib l e "... "cu e s ta m u ch o"... "e s o s ol o
l e ocu rre a l os s antos ", e tc., e tc.. S i C arm e n no h u b ie ra e nce ndido l a l u z re cié n de s pe rtá ndos e , cu ando l a l ó g ica
de l e ntorno aú n no e ntra e n fu ncione s y s e e s tá "e n b l anco", j am á s h ab rí a podido il u m inar l a h ab itació n. F u e l a
ce rte z a de q u e s u l á m para de b í a al u m b rar —e l ol v ido de l a au s e ncia de l a am pol l e ta— l a q u e prov ocó e l
"m il ag ro".
S aq u e u s te d s u s propias concl u s ione s y apre nda de e s te e j e m pl o e x traordinario q u e no tie ne q u e s e r e x pl icado...
s im pl e m e nte s u ce dió .

C U A D R O IR R A D IA N T E : ¿ L A N U E V A E D A D E N E L A R T E ?
- E s te cu adro, q u e corre s ponde a D anie l a, u na j ov e n au tora de 19 añ os . C ons titu ye u na v iv e ncia e n l os e s pacios
m orfog e ne rativ os g raficada e n pas te l s e co. Lo e x traordinario de e s ta pintu ra radica e n l a s ig u ie nte e x pe rie ncia:
F u e ob s e rv ada, al pas ar, por u na m u j e r profe s ional , q u ie n nu nca m á s ol v idó s u im ag e n, pe s e a q u e , com o e l l a
m is m a s e ñ al ara, nu nca re tie ne s u s v is ione s . P e ro, e s o no fu e todo. D í as de s pu é s re l ató :
" I b a e n aut o p or A v e ni d a S ant a M ar í a, ( e n S ant i ag o d e C h i l e ) . Vi e nd o d e r e oj o e l ce r r o S an C r i s t ó b al q ue d é
r e p e nt i nam e nt e i m p act ad a p or un ' f l as h ' v i s ual y s e ns or i al al v e r e l ce r r o d e l cuad r o t r as l ap ad o e n l a i m ag e n d e l
S an C r i s t ó b al , con t ant a i nt e ns i d ad q ue m e t r as m i t i ó l a s e ns aci ó n d e ag ua, al g o v i r g e n i nt e ns o, nue v o, com o s i
f ue r a una nue v a d i m e ns i ó n e m e r g e nt e d e l a nat ur al e z a, m uch o m á s f ue r t e q ue l a e x i s t e nt e . N o m e e s p e r ab a al g o
as í . M e t r ans m i t i ó un as om b r o s i n l í m i t e s , e nor m e f e l i ci d ad ... l a s e nt í a e n l a p i e l . R e conoz co q ue no acos t um b r o a
t e ne r e s t e t i p o d e e x p e r i e nci a, e n g e ne r al s oy m uy ' at e r r i z ad a' " .

C apí tu l o E s pe cial
E J E R C IC IO E X PE R IM E N T A L : L A PR U E B A D E L A F E L A F U E N T E D E L A J U V E N T U D , L E G A D O D IV IN O
S ó l o q u ie n activ a s u " S e r -E ne r g í a A r m ó ni co" , e s de cir, s u v í ncu l o con l a F u e nte o E ne rg í a P adre , podrá participar
e n e s ta tras ce nde ntal e x pe rie ncia q u e l o l l e v ará a com prob ar e n s í m is m o s u h e re ncia div ina m anife s tada e n e s te
pl ano fí s ico. S i u s te d h a s e g u ido pas o a pas o l as indicacione s dadas e n e s te l ib ro y cre yó e n l as v iv e ncias re l atadas
e n l as dis tintas fas e s , e ntonce s e s tá e n condicione s de practicar e s te pró x im o e j e rcicio q u e , s e g ú n s u s re s u l tados ,
l o conv e rtirá n e n protag onis ta de u na pá g ina de l a h is toria de e s ta h u m anidad q u e aú n no s e h a e s crito, y cu yo
conocim ie nto h as ta h oy h a s ido atrib u ido a m il ag ros o a caracte rí s ticas e x ce pcional e s de al g u nos iniciados .
P ara de s pe j ar e l cam ino de e rrore s , h ab rá q u e profu ndiz ar al g u nos as pe ctos re l ativ os al fu ncionam ie nto de l a
pine al , l os q u e h an s ido tratados e n e l cam po cie ntí fico a trav é s de inv e s tig acione s m é dicas e n l os ú l tim os añ os .
F u e ra de l o ya conocido y e x pl icado ace rca de e s ta g l á ndu l a e n capí tu l os ante riore s , h ay caracte rí s ticas de s u
fu ncionam ie nto q u e h an l l am ado l a ate nció n de l os profe s ional e s de dicados a s u e s tu dio, por l a im portancia v ital
q u e te ndrí a no s ó l o e n e l cam po de l a re g e ne ració n ce l u l ar, v al e de cir e l re j u v e ne cim ie nto, s ino tam b ié n s u
incide ncia e n l a pe rfe cta s al u d y l a cu ració n de e nfe rm e dade s tan s e rias com o l as cardiopatí as , cá nce r, A l z h e i-
m e r, y e l S I D A . E s to ú l tim o, al e s tim u l ar e l s is te m a inm u nol ó g ico. E l l o, s in contar s u rol e n l a s u pre s ió n te m poral
de l s is te m a re produ ctiv o, com o s e h a ob s e rv ado e n e l cas o de l os anim al e s . P or s i fu e ra poco, tam b ié n prote g e
contra l a radiació n G am m a* .
D ich os e s tu dios s e b as an e n l a acció n q u e produ ce l a m e l atonina q u e , com o ya h e m os v is to, e s l a h orm ona
s e g re g ada por l a g l á ndu l a pine al , y a l a cu al tam b ié n nos re fe rim os ante riorm e nte . E s ta h orm ona tie ne s u
m á x im a pote ncia al re de dor de l os s e is añ os de e dad. Lu e g o, pas ada l a pu b e rtad, l as ne u ronas q u e com u nican l a
re tina con l a pine al s u fre n de te rioro, con l o cu al l a orde n de produ cció n de e s ta h orm ona s e de b il ita, h as ta
re du cirs e , al re de dor de l os 45 añ os , a s ó l o l a m itad de l a m e l atonina orig inal . P os te riorm e nte , ce rca de l a e dad de
l os 80 , s u produ cció n s e h a m inim iz ado a u n fino h il o e n e l torre nte s ang u í ne o.
Otra caracte rí s tica de e s ta h orm ona e s s u infl u e ncia e n l os as pe ctos cre ativ os , g e ne rada por s u s propie dade s
al u cinó -g e nas . S i e l indiv idu o g e ne ra e n s u m e nte im á g e ne s dis cordante s , é s tas s e rá n m á s * R adiació n G am m a: e s
l a radiació n ne g ativ a. La radiació n conocida com o B e t a no afe cta a l a v ida, s ie ndo incl u s o b e né fica s e g ú n s u u s o,
v iv idas y cl aras , activ ando e x pe rie ncias oní ricas , acce s os a m u ndos paral e l os o al te rados de concie ncia de
cons e cu e ncias ate rradoras . P or e l contrario, l as pos ib il idade s de acce s os a e x pe rie ncias e x traordinarias e n pl anos
de concie ncia s u pe rior s on al tí s im as cu ando l a arm oní a m e ntal h a s ido e l de tonante .




E X PE R IE N C IA S B A J O L A L U PA
E n u n g ab ine te de e x pe rim e ntació n, e n I tal ia, e l inm u nó l og o W al te r P ie ropaol i* inocu l ó a u n g ru po de ratone s
v ie j os niv e l e s j u v e nil e s de m e l atonina. Log ró q u e l os tratados con e s ta h orm ona s ob re pas aran e n m á s de u n te rcio
e l prom e dio de v ida de e s tos roe dore s . A raí z de e s tos re s u l tados , u n nu e v o e x pe rim e nto fu e re al iz ado por s u
e q u ipo. E s ta v e z , s e inte rcam b iaron, v í a m icrociru g í a, l as g l á ndu l as pine al e s de die z ratone s v ie j os con l a de die z
ratone s j ó v e ne s . S u s re s u l tados s e com prob aron e n corto tie m po. Los anim al e s m á s v ie j os re j u v e ne cie ron a oj os
v is tas , m ie ntras q u e l os m á s j ó v e ne s e nv e j e cie ron notoriam e nte , pre s e ntando dificu l tade s m otrice s , pé rdida de
pe l o, cataratas , e tc. Mie ntras e l tim o* * de l os ratone s j ó v e ne s s e h ab í a atrofiado, com o s e com prob ó e n l as
au tops ias , l os roe dore s m á s v ie j os l o h ab í an re s tau rado total m e nte .
E s tos cam b ios s e de b e n, fu ndam e ntal m e nte , a l a caracte rí s tica de l a m e l atonina q u e e s tab il iz a l os radical e s l ib re s ,
re s pons ab l e s de l e nv e j e cim ie nto, y q u e s e e ncu e ntran e n e l ox í g e no q u e re s piram os , al e ntre g arl e s l os e l e ctrone s
de q u e care ce n y q u e prov ocan s u ine s tab il idad. La ox idació n dañ a, e ntre otros , l a parte de l ce re b ro q u e m anda
e l m e ns aj e a l a g l á ndu l a pine al para l a produ cció n de s u h orm ona.
"E l ox í g e no q u e nos e s v ital para l a v ida contie ne m ol é cu l as al tam e nte ine s tab l e s l l am ados "radical e s l ib re s ".
E l l os s on l os q u e e s tá n al tam e nte as ociados con e l proce s o de dañ o de l a m e m b rana ce l u l ar y de l a al te ració n de l
có dig o g e né tico. U na de l as te orí as m á s ace ptab l e s s ob re e l e nv e j e cim ie nto e s , j u s tam e nte , l a de l dañ o acu m u l ado
por e s tas partí cu l as , ade m á s de s e r e n parte , re s pons ab l e s de cas i u na ce nte na de e nfe rm e dade s de g e ne rativ as .
Mie ntras , e n E s tados U nidos , otro e x pe rim e nto tu v o l u g ar. E n l a U niv e rs idad de T e x as e l e q u ipo de l doctor
R u s s e l R e ite r* * * de m os tró q u e l a m e l atonina prote g e contra l a radiació n, al tratar con e s ta h orm ona a ratas
e x pu e s tas a dos is m ortal e s de e l l a. P ara v e r l os e fe ctos e n s e re s h u m anos , s e tom aron m u e s tras de s ang re
irradiá ndos e l as cé l u l as b l ancas . A l ag re g ars e l a m e l atonina s e l og ró pre v e nir e l dañ o e n u n 70 % .
La produ cció n de l a m e l atonina e s tá í ntim am e nte l ig ada al s u e ñ o, v al e de cir, cu ando e l v e h í cu l o fí s ico de s cans a.
P or e s o, e s e n l a noch e cu ando m á s s e activ a. P ara e l l o, actú a com o u n re l oj b iol ó g ico: para activ ar s u produ cció n
indu ce al s u e ñ o, s ie ndo e l ins om nio cau s a de s u dis m inu ció n y, por e nde , de l rie s g o de ace l e ració n ce l u l ar y b aj a
inm u nol ó g ica.
* U l tim as e x pe rie ncias re al iz adas e n e s te cam po pu b l icadas e n l a re v is ta Q ué P as a N ° 1275.
* * T im o: g l á ndu l a q u e produ ce l as cé l u l as T , contra l as infe ccione s . T am b ié n s e atrofia te m pranam e nte .
* * * U l tim as e x pe rie ncias re al iz adas e n e s te cam po pu b l icadas e n l a re v is ta Q ué P as a N º 1275.

E S E N E L IN T E R IO R D O N D E S E G E N E R A L O E X T E R N O
"L o q ue h ag as al m e nor d e m i s h e r m anos m e l o h ace s a m í " (J e s ú s )
T odo l o q u e e l h om b re h ace por ayu dar a s u s h e rm anos e s cons ide rado u n acto cons tru ctiv o, s ob re todo cu ando
no s e tie ne n m á s h e rram ie ntas q u e l as de e s ta h u m anidad y nu e s tra re al idad. E s to pe rm ite e nte nde r l as e x pe ri-
m e ntacione s con anim al e s para b u s car re m e dio a l os m al e s q u e aq u e j an al h om b re de h oy, pe ro no l as j u s tifica.
A l ace rcars e cie ncia y re l ig ió n a u n e nte ndim ie nto y orig e n com ú n, e l h om b re e s tá e n condicione s de com pre n-
de r y practicar e n otras e s fe ras de acció n s u s pote ncial idade s e n b e ne ficio de s í m is m o y s u s cong é ne re s , s in te ne r
q u e re cu rrir a s acrificio de v idas m e nore s e n aras de l a cie ncia. A l v ol v e rs e de ntro de s í , e l s ab io com ie nz a a
v is l u m b rar q u e todo aq u e l l o q u e b u s có afu e ra, aq u e l l o q u e de s cu b rió e n e l e x te rior para apoyars e e n s u de v e nir
e n e s te pl ane ta, e s s ó l o e l re m e do de l o q u e e x is te e n s u inte rior, de l o q u e é l m is m o e s e n pote ncia. Y s ó l o l o
s e para de s u com prob ació n, s u acció n.
A s í com o e l te l é fono dis trae de l a pos ib il idad de de s arrol l ar l a te l e patí a; l a com pu tació n, l a de re cu pe rar l a
m e m oria y b as e de datos de l conocim ie nto g l ob al de l a v ida; y l a com u nicació n v is u al , l a de proye ctar l a cre ació n
de nu e v os m u ndos m e diante l a ce rte z a de s e r h ij os de D ios —con pl e no de re ch o a re cib ir s u h e re ncia y pone rl a
e n prá ctica para e l b e ne ficio re al de e s ta h u m anidad— l a b ú s q u e da de ré pl icas de proce s os natu ral e s com o
panace a —e s e l cas o de l a h orm ona m e l atonina, e ncaps u l ada para s e r ing e rida com o tratam ie nto— s ó l o te ndrá
é x ito l im itado a s u propia condició n te m poral y frag m e ntada.
S in e m b arg o, todas e s tas e x pe rie ncias re cog idas v an a s e rv ir para iniciar u na av e ntu ra inte rior q u e pu e de m u y
b ie n b arre r, a trav é s de s u é x ito total , con toda acció n e x te rior e n e s e m is m o s e ntido.
P or e s o, e s im portante dar a conoce r l as inv e s tig acione s q u e s e h an re al iz ado e n e s te cam po q u e nos inte re s a.
Q U E H A Y E N E L IN T E R IO R D E S I
Las tradicione s e n l as civ il iz acione s antig u as coincide n e n s e ñ al ar u n profu ndo ne x o e ntre e l h om b re y l as
pote ncial idade s div inas . La cá b al a* ; e l Á rb ol S e ph irot* * ; l a cre ació n de l h om b re y s u re l ació n con e l á rb ol de l b ie n
y de l m al y e l á rb ol de l a v ida e n e l paraí s o, s e g ú n l o cons ig na l a B ib l ia; l a re pre s e ntació n de l h om b re e s te l ar de
Le onardo D a V inci; e l Y ing y e l Y ang o e q u il ib rio de l as e ne rg í as o pol aridade s , todas apu ntan a s e ñ al ar cl av e s
q u e , re g u l adas , s e e s tru ctu ran a u n de v e nir có s m ico, cu ya arm oní a de te rm ina l a e ntrada a cre acione s cada v e z
m á s ce rcanas a l a pe rfe cció n de l P adre . C u anto m á s ce rca s e e s tá de e s e ce ntro, m ayor e s l a infl u e ncia cre ativ a e n
m anife s tació n. La radiació n de s u Lu z pare ce s e r de te rm inante e n l as cre acione s de S u s h ij os . P or e l contrario,
cu anto m á s s e al e j an l as cre acione s de l h om b re de e s te orig e n o v í ncu l o de radiació n g e ne rativ a, m á s im pe rfe ctas
s e tornan.



A s í com o l as tradicione s e s piritu al e s de l a h u m anidad m u e s tran e s tos ace rcam ie ntos cl av e s con l as fu e nte s
s u pe riore s para l og rar s u re al iz ació n, l a cie ncia actu al com ie nz a a de s v e l ar e s tos m is m os m is te rios a l a l u z de l a
e x pe rie ncia te rre nal . A trav é s de s u s re s u l tados , cas i s ie m pre e n u n re m e do * H e re ncia J e l a s ab idu rí a e g ipcia,
adoptada por l a tradició n j u dí a.
* * H e re ncia de l a s ab idu rí a orig inal de l pu e b l o de I s rae l .
cre ativ o cu yos al cance s continú an s ie ndo l im itados , ab re u na pu e rta de com u nicació n e ntre tradició n y cie ncia, o
m ate ria y e s pí ritu . A s í , l l e g am os a de s e nrol l ar l a m ade j a, y nos e ncontram os con q u e de ntro de l h om b re e s tá e l
infinito, l a cre ació n pe rm ane nte . D e s de al l í s e pu e de e x trae r l a v e rdad de l a v ida, q u e s in principio ni fin, s e pone
a dis pos ició n para s e r m ol de ada de acu e rdo al g rado de cone x ió n y de arm oní a con l a G ran P re s e ncia D iv ina, l o
q u e s e tradu ce e n m á s v ida, m á s pe rfe cció n, m á s am or y m á s Lu z .
E s to e s l o q u e e s conde nu e s tro inte rior. N ada m e nos q u e l a total idad, l a u nió n a l a pe rfe cció n, l a g ran cre ació n de
l a q u e nos s e para nu e s tra condició n dis cordante , aj e na e ig norante , de l a pe rs onal idad h u m ana. Los conce ptos
l im itados a l a ps e u dorre al idad q u e v e m os no s on otra cos a q u e l a cons e cu e ncia de nu e s tras propias cre acione s ,
pu e s ante s de s e r e n e l pl ano fí s ico de b e n s e r cre ados e n l a m e nte y con e l s e ntim ie nto. Má s au n, e s tas cre acione s
de v ida s e m u e v e n e n l o inv is ib l e , s on e n l o inv is ib l e , e n m ayor o m e nor ace l e ració n ató m ica, s e g ú n l o cu al s e
pl as m an e n re l ació n a s u g rado v ib ratorio y a l as caracte rí s ticas de s u com pos ició n m ol e cu l ar.
N u e s tra v e rdade ra condició n, aú n v e l ada por tab ú e s s om b rí os , e s tá e n cada cé l u l a de nu e s tro cu e rpo, e n cada
te rm inal ne rv ios o, e n cada ne u rona ce re b ral , e n cada g l á ndu l a, ó rg ano, e n l a s ang re , y e n cada l atido de nu e s tro
coraz ó n. P e ro s u u s o no e s de s v e l ado s ino a q u ie n h a cu m pl ido con e l com e tido q u e e l P adre l e die ra al s al ir de
cas a.
E ntonce s , e n l a ob e die ncia, ya de re g re s o, com ie nz a a e ntrar e n l os j ardine s de l a cas a pate rna y v a de s cu b rie ndo
a s u al re de dor toda s u h e re ncia. A cada pas o q u e da e n l os te rre nos de s u P adre , l os e s pl e ndore s de s u s l e g ados l o
e ncandil an y l l e nan de pl e nitu d y fe l icidad. E n cam b io, para aq u e l l os q u e no h an cu m pl ido s u m is ió n, l adrone s
s al drá n a s u e ncu e ntro. Y j u nto con arre b atarl e s l o poco q u e tie ne n, no l os h ará n re conocib l e s al P adre y con e l l o
s u h e re ncia s e de s v ane ce rá ante s de h ab e rl a v is l u m b rado. E s e l rie s g o por parte de l a h u m anidad de l ol v ido de s u
orig e n y de s u h u m il dad ante e l v í ncu l o.
L A H O R A D E L A V E R D A D
La oportu nidad q u e u s te d tie ne ante s í de pote nciar l a g l á ndu l a pine al con ob j e tiv os pre cis os q u e inv ol u cran l os
te m as tratados e n l as inv e s tig acione s m é dicas de s critas , l o s itú an, tanto a u s te d com o a m í m is m a, e n u na tare a
com ú n, cons is te nte e n ab rir u na nu e v a re al idad q u e de rrotará l a cre ació n h u m ana (al m e nos l a nu e s tra) para
re e m pl az arl a por l a pe rfe cta cre ació n de l P adre e n e l h ij o o de l h ij o e n e l P adre . A partir de e ntonce s , l as
pos ib il idade s de v e r u na nu e v a h u m anidad l e v antars e de s u s l im itacione s au tocre adas para e ntrar e n e l g ran
concie rto có s m ico, s e h ab rá n concre tado. E s pe re m os q u e e s ta fe q u e h e inte ntado incu l carl e , con e j e m pl os y
ce rte z as , re al ice e l m il ag ro o, m á s b ie n, v u e l v a natu ral l o "s ob re natu ral ".
D E S C R IPC IÓ N D E L E J E R C IC IO
Mi inv itació n pu ntu al ah ora e s a activ ar l a produ cció n de l a m e l atonina.
A l de tonar e l s e r e ne rg í a arm ó nica, cu yo m é todo ya conoce , h a q u e dado con l a capacidad de accionar s in rie s g os
s u propia b ate rí a e l e ctró nica e n b u s ca de l os contactos ade cu ados q u e pe rm itan l os re s u l tados re q u e ridos .
N u e s tra m e ta e s l a produ cció n de e s ta h orm ona e n form a control ada y natu ral para l os e fe ctos q u e ne ce s itam os y
de acu e rdo a nu e s tras propias ó rde ne s .
R e cu e rde q u e de no s e r u s te d u n niñ o de 6 añ os , l a z ona de s u ce re b ro q u e acos tu m b rab a dar l as ó rde ne s para l a
produ cció n de e s a h orm ona h ab rá ya m e rm ado s u e ficacia.
E n e l m om e nto de activ arl a. Y e l l o ocu rrirá a partir de u na orde n s u pe rior q u e l a trans form ará e n acció n
pe rfe cta. S e produ ce de s de l a F u e nte a l a cu al u s te d ya s e h a inte g rado, y por s u inte rce s ió n pe rs onal .
Y a de b e h ab e r notado q u e l a s e cre ció n de l a m e l atonina s e produ ce cu ando e l v e h í cu l o fí s ico de s cans a. P or l o
tanto, e s u na e s pe cie de re paració n de l m is m o, m ie ntras u s te d dis fru ta de s u s e r re al e n otras e s fe ras de v ida o de
concie ncia. E s e l pe riodo de s u e ñ o o re pos o noctu rno. Lo q u e no q u ie re de cir q u e e s s ó l o e n l a os cu ridad cu ando
s e activ a l a pine al . E l l o e s u n e rror al q u e s e h a l l e g ado por l a re l ació n q u e h ay e ntre s u activ idad g l andu l ar y l a
acció n de dorm ir profu ndam e nte .
E ntonce s , s e h ab rá dado cu e nta de l o im portante q u e e s l a re l aj ació n rá pida y cons cie nte q u e de b e h ace r ante s de
activ ar s u s e r-e ne rg í a arm ó nico o de cone x ió n. ¿V a e nte ndié ndol o b ie n?
A l activ ar y l u e g o pote nciar l a g l á ndu l a pine al , s e h a e s tab l e cido de finitiv am e nte e l v í ncu l o e ne rg é tico: P adre -
Madre -A m or-h ij o-e ne rg é tico, cone ctando al s e r fí s ico, de s de s u s e r inte rno, al v e rdade ro principio cre ador: e l
coraz ó n com o m otor ce ntral de l e nce ndido ce re b ral h acia s u "ch ip"* ce ntral ; s e g e ne ra as í , e n s u e l e v ació n de
v ol taj e l a pe rfe cció n de acció n cre ativ a de l h om b re y tras m u ta l a pote ncia ante rior prov e nie nte de l nú cl e o de
pode r o e ne rg í a b as e re produ ctora (K u ndal inica) , cu yo u s o indis crim inado, por ig norancia, ocas iona l os e rrore s
de g e ne rativ os . A h ora e s conv e nie nte q u e traig a a s u m e m oria e l pá rrafo e n q u e s e de s crib ió l a acció n de l a
m e l atonina com o inh ib idor te m poral de l s is te m a re produ ctiv o. E l l o s e l og ra m e diante s u infl u e ncia e n l a
re du cció n de l a produ cció n de u na h orm ona s e x u al . V aya notando l a re l ació n q u e apare ce y no pie ns e q u e s e
e s tá b l oq u e ando u n as pe cto im portante e n l a re al idad de l h om b re . P e ro pre g ú nte s e s i no e x is tirá u na m e j or



form a de re produ cirs e , o al m e nos s i h ab rá e x is tido ante s , e n e l orig e n. T al v e z e ra a trav é s de l coraz ó n q u e s e


g e ne rab a l a v ida y e l am or, l a s e m il l a g e rm inadora. E n todo cas o, e l e fe cto q u e u s te d l og ra a trav é s de l a
activ ació n de l a pine al e s , s in du da, al tam e nte b e né fico com o l o h ab rá podido com prob ar. Y e s o e s l o m á s
im portante e n e s tos m om e ntos .
E l ox í g e no, tan im portante para l a v ida, tie ne s u s b e m ol e s com o h e m os v is to, y s u s partí cu l as ox idante s cau s an
e s trag os e n nu e s tro v e h í cu l o s u s te ntador, al pu nto q u e s e e ncarg a de l l e v arl o, a v e ce s pas o a pas o, y otras
b ru s cam e nte , a s u de g e ne ració n y m u e rte .
R e l acione ah ora e l m om e nto de l e j e rcicio e n q u e u s te d activ a s u re d de s intoní a con l a e ne rg í a m adre a trav é s de
l a e x pans ió n de s u s ol b icol or e n e l ce ntro cardí aco. ¿R e cu e rda? P u e s b ie n, h e ah í l a cl av e para contrarre s tar e s os
e fe ctos nociv os . S u g l á ndu l a pine al da e l prim e r pas o cu ando, il u m inada com o u na pe rl a incande s ce nte ,
e s tab l e ce e l prim e r v í ncu l o de cone x ió n con e l A rq u e tipo U N O o E ne rg í a P adre , para dar l u g ar a l a e x pans ió n de l
S ol A m or.
Y as í s e v an produ cie ndo l os e nl ace s e ntre l as activ acione s inte rnas y l as e x pe rie ncias e x te rnas .
P e ro aú n no s e h a de s arrol l ado e l e j e rcicio pre cis o q u e v a a de te rm inar e l é x ito de e s ta e m pre s a. Los proce s os
cre ativ os , l a re g e ne ració n ce l u l ar, l a prote cció n inm u nol ó g ica y otros tantos ob j e tiv os s e pondrá n e n m arch a
l u e g o q u e l a activ ació n corre cta acom pañ e al re fu g io e n l as m anos am ante s de nu e s tro ú nico P adre e te rno, a
q u ie n pe rte ne ce e l orig e n prim ig e nio de e s ta h u m anidad.
* "C h ip" ce ntral : s e com para l a cone x ió n a l a F u e nte G e né rica con e l proce s o de l as re de s com pu tacional e s .

PR Á C T IC A
R e com e nda ción: N o inte nte s al tar de l a prá ctica de s crita a l o l arg o de e s te l ib ro, pu e s e s de te rm inante para u n
re s u l tado e x itos o q u e te ng a am pl io dom inio de l a activ ació n y pote nciació n de l a g l á ndu l a pine al , as í com o de l as
e x pe rie ncias de acce s o a m u ndos de cre ació n s u pe rior o e s pacios m orfog e ne rativ os . E l atl e ta no al canz a s u
v ictoria s in ante s h ab e r e ntre nado du ram e nte , ni e l m é dico pu e de e fe ctu ar u na ope ració n q u irú rg ica s in h ab e r
pas ado por s ie te añ os de e s tu dio y u na prá ctica s os te nida y prog re s iv a de s u profe s ió n.
La adq u is ició n de e s tas capacidade s de b e cu m pl ir con l a final idad de "s e rv icio". E s de cir, pone rl as a dis pos ició n
de s u s s e m e j ante s y de s u e ntorno, ya s e a por radiació n de s u e s pe ctro arm ó nico de infl u e ncia cu rativ a o por l a
difu s ió n de e s tas capacidade s m e diante s u e ns e ñ anz a a q u ie ne s l a s ol icite n o ne ce s ite n, e n e l acu e rdo de
ace ptació n de s u v í ncu l o g e né rico s u pe rior.
U s te d ya h a activ ado s u s e r e ne rg í a arm ó nico de acu e rdo al e j e rcicio b as e . S u cu e rpo no m ol e s ta, e s tá re l aj ado y
s ie nte l a activ ació n de s u s re de s de cone x ió n, s intoní a, trans fe re ncia y s e l l ado. H a re cu pe rado e l s e r arm ó nico
q u e e s , v incu l ado a s u F u e nte . La g l á ndu l a pine al e s tá profu s am e nte il u m inada y ya h a apare cido e l u m b ral
l u m í nico. P u e de s e ntir l a pre s ió n fí s ica al re de dor de s u cab e z a y s u s dos h e m is fe rios s e cone ctan por s u l u z a l a
activ ació n de inte racció n, ob e de cie ndo a l as ó rde ne s dadas a trav é s de l a pine al .
-U s te d S I E N T E o V E l a pine al , incande s ce nte , e s tab l e cie ndo s u v í ncu l o con l a F u e nte a trav é s de l os rayos
v e rtical e s de l arcoí ris , al m is m o tie m po q u e b aj an h acia s u ce ntro cardí aco l os rayos oro y ros a para form ar e l s ol
q u e s e e x pande al ritm o arm ó nico de s u re s piració n. E n e s e m om e nto s ie nte com o e s te s ol e n e x pans ió n, por s u
radiació n, ace pta de l aire , de l ox í g e no q u e re s piram os , s ó l o aq u e l l os e l e m e ntos q u e ig u al an s u pe rfe cció n,
dis ol v ie ndo aq u e l e l e m e nto q u e e s infe rior o de s cal ificado para l a v ida. P u e de ag re g ar l a v is ió n de e m is ione s
pu l s ante s de col or az u l -ne ó n dis ol v ie ndo e s as partí cu l as .
A l m is m o tie m po, s ie nta l os col ore s de l arcoí ris pas ando por s u s m anos para prol ong ars e e n rayos l u m inos os , y l a
e s piral v iol e ta s u b ir de s de de b aj o de s u s pie s h as ta fu ndirs e e n l os col ore s danz ante s de l arcoí ris s ob re u s te d. S e
e ncu e ntra e n e s tos m om e ntos e n dis pos ició n de dar u na orde n s u pl e m e ntaria de re g e ne ració n ce l u l ar q u e
com pl e m e ntará e l e j e rcicio de fondo. S u m e a e s to l a v is ió n o s e ns ació n de irrig ació n l u m inos a, com o l l u v ia, de
corpú s cu l os ce nte l l e ante s prov e nie nte s de l ce re b e l o.
D is pong a de l tie m po ne ce s ario para q u e todo e s te conj u nto de e x pe rie ncias s e a inte ns ificado y notoriam e nte
e x pe rim e ntado.
V u e l v a s u ate nció n a l a g l á ndu l a pine al , s in de j ar de s e ntir ning u na de l as ante riore s activ acione s , y proce da a
inte ns ificar s u s e ntim ie nto de am or produ cido por e l fl u ido prov e nie nte de l a F u e nte y ancl ado e n e l coraz ó n.
A cre cié nte l o con e l s e ntim ie nto de g ratitu d, q u e e s m á s fá cil de e x te rioriz ar. C on e s te s e ntim ie nto, v e a o s ie nta
com o s e inte ns ifica l a l u z de l a pine al h as ta e nce g u e ce r.
Y e n e s e m om e nto, al m is m o tie m po q u e v e y s ie nte e l proce s o q u e s e de s e ncade na, de l e l a orde n de s e g re g ar s u
e ne rg í a pote ncial a trav é s de s u h orm ona, l a m e l atonina, l a q u e de inm e diato re corre rá , e n im pu l s os cada v e z
m á s re g u l are s , s u torre nte s ang u í ne o, proce die ndo a re g e ne rar s u s cé l u l as . E s te proce s o de b e pe rm ane ce r h as ta
l og rar u na inte ns idad de activ ació n cu yo pu nto crí tico de e fe ctiv idad s e rá de te ctado por u n s e ntim ie nto de
ce rte z a de s u cu m pl ie ndo ade cu ado. P u e de incre m e ntar s u acció n v is u al iz ando ol e adas de l u z oro inu ndando s u
cu e rpo. S ie nta e n todo m om e nto s u v í ncu l o con l a F u e nte .
E s te m is m o e j e rcicio s irv e para l og rar l a inm u nidad, re e m pl az ando l a orde n por e s ta nu e v a pre cis ió n. A l m is m o
tie m po, e l s e ntim ie nto y l a v is u al iz ació n de b e n corre s ponde r a l a l u z prov e nie nte de l a irrig ació n de s de l a pine al ,
tras m u tando toda im pe rfe cció n a trav é s de u na l u m inos idad az u l ce l e s te . N u e v am e nte e l e j e rcicio de b e continu ar



h as ta s e ntir l a ce rte z a de s u cl í m ax . La l u z v e rde v is u al iz ada o s e ntida con pos te rioridad a l a az u l e s tam b ié n


b e ne ficios a.
Lo m is m o para re g u l ar e l proce s o de l s u e ñ o o para cu al q u ie r otra m anife s tació n re paradora o pre v e ntiv a q u e s e
re q u ie ra. E l tie m po aprox im ado de e s ta prá ctica de pe nde de l a capacidad para de tonar l as activ acione s , h acié n-
dol as de te ctab l e s a trav é s de l as s e ns acione s y/ o v is ione s .
E s conv e nie nte te ne r pre s e nte q u e e l pode r g e ne rador de e s tos cam b ios e s tá e n l a l u z y s u e s pe ctro. P or l o tanto,
l o m á s im portante e s s e ntir l a inte ns idad l u m í nica e n acció n com o l u z ce nte l l ante .
S i de s pu é s de e s ta prá ctica, s ie nte s u e ñ o, du e rm a. Los aj u s te s e ne rg é ticos y l as pote ncias e n j u e g o produ ce n e s ta
re acció n b e né fica de re cu pe ració n ne ce s aria.
E n cas o de e x pe rim e ntar m are os , dis m inu ir e l e j e rcicio h as ta q u e s u s e fe ctos s e an m í nim os . La activ ació n de l a
produ cció n de l a m e l atonina produ ce e s os e fe ctos . S on norm al e s , pe ro, m á s im portante para e l é x ito de l proce s o
e s l a tranq u il idad e m ocional de l e x pe rim e ntador, q u e no de b e atrib u ir e s e e s tado a u na al te ració n de s al u d.
La fre cu e ncia de l a prá ctica de te rm inará s u e fe ctiv idad cre cie nte . R e cu e rde q u e l a pine al , u na v e z activ ada a
trav é s de e s te m é todo, continú a s u acció n, pe ro s u pote nciació n, q u e e s l a de tonadora de l os cam b ios de finitiv os
de b e s e r adie s trada h as ta q u e re cu pe re s u fu nció n orig inal . Má s al l á de l o q u e pie ns a, l a pine al no s ó l o cu m pl e
l as fu ncione s de s critas . D e s de e l ce ntro pine al s u v e rdade ro de s tino e s ab rir l as pu e rtas de l cie l o para e l cam ino
de re g re s o. E l Á ng e l con l a e s pada de fu e g o a l a e ntrada de l P araí s o para proh ib ir s u re ing re s o al h om b re "au to-
e x il iado" por s u de s ob e die ncia, s e trans form a e n e l g u í a l u m inos o q u e , e n h u m il dad, ob e de ce a l a e ne rg í a re ctora
de l P adre .
A D V E R T E N C IA
E l é x ito de e s tas prá cticas de pe nde de l a capacidad de m ante ne r s u s e r -e ne r g í a arm ó nico activ ado e l m ayor
tie m po pos ib l e , pu e s cada s e ntim ie nto o pe ns am ie nto de s tru ctiv o, de s cal ificador, b orra l os e fe ctos al canz ados ,
q u e dando nu e v am e nte a m e rce d de l os ag e nte s de g e ne radore s .
P or e s o, cada v e z q u e e l l o s u ce de , b orre a s u v e z s u propia cre ació n de s tru ctiv a m e diante e l s e ntim ie nto de l
pe rdó n, q u e no e s otra cos a q u e u n l im piador e ne rg é tico de al ta pote ncia. P e rdó ne s e a s í m is m o para te ne r l a
fu e rz a de pe rdonar a l os de m á s . Los e rrore s re conocidos y ol v idados , propios y aj e nos , s on l a catapu l ta para
av anz ar apre ndie ndo.
D e s cu b rirá , por l a prá ctica m e tó dica, com o cada v e z e s m á s fá cil m ante ne r e l e s tado arm ó nico y v incu l ar, s in
te ne r q u e re cu rrir a l a v ol u ntad. Ll e g ará u n m om e nto e n q u e é s te s e rá pe rm ane nte y u s te d e ntrará , a partir de
e ntonce s , e n u n g ran y e te rno pre s e nte l u m inos o com o e l s ol e n pl e no m e diodí a. E s ah í donde e l "m il ag ro" s e
h ace natu ral .
U no de m is am ados Mae s tros m e acons e j ó , com o v í a de é x ito e n m is e m pre s as :
O r g ani z ar , m e t od i z ar y act uar
T oda tare a re q u ie re de e s tas tre s condicione s para s u re al iz ació n e fe ctiv a. C om parto con u s te d e s te cons e j o para
q u e pu e da, de ntro de l a v orá g ine de e s ta v ida, dis pone r e n e q u il ib rio, de l tie m po y de s u v ol u ntad para l og rar l a
v ictoria e n ¡l a Lu z de D ios q u e j am á s fal l a!

G l os ario
C UERPO PI T UI T ARI O:
L a g lá ndula pituitaria está situada detrá s del nivel del oj o y se conoce como elemento receptor del pensamiento. E s conocida,
dentro del á rea de la telepatí a, como " interruptor" , conectando al emitir y desconectando al recibir.
D e acuerdo a la ciencia mé dica, esta g lá ndula q ue conforma el cuerpo pituitario h a sido considerada h asta ah ora como
g lá ndula maestra del cuerpo. P roduce sus propias h ormonas e influencia la producció n de otras en el org anismo.
D I MENSI Ó N ESPAC I O-T I EMPO:
C orresponde a nuestra tercera dimensió n, donde todo se encuentra circunscrito a un devenir espacio-temporal, conforman-
do el pasado, presente y futuro. D onde es necesario el desplaz amiento para ubicarse en distintos lug ares, siendo sus
distancias factor determinante en el tiempo de demora para lleg ar.
E stas limitantes se encuentran solamente en nuestra esfera de acció n. E n niveles superiores de ex presió n de vida ellas no
ex isten.
D I SPERSI Ó N C REAT I V A:
P é rdida del ví nculo consciente con la Fuente G ené rica de energ í a, g enerá ndose con ello el mal o buen manej o de la energ í a,
al faltar el g obierno armó nico permanente q ue eq uilibrarí a en perfecció n la creació n h umana. E llo g enera los modelos de
vida en q ue se mueve la h umanidad actual, los desaj ustes emocionales, fí sicos y mentales.
ESPAC I OS MORF OG ENERAT I V OS:
D onde se g enera la forma. E spacios de creació n superior ilimitada, a los q ue se accede a travé s de la potenciació n de la
g lá ndula pineal, e interacció n lumí nica con el cuerpo pituitario. E ste té rmino corresponde a una denominació n propia del
M é todo C y clopea de activació n interna de la g lá ndula pineal, estructurado como tal en 1992 .
F ORMAS-PENSAMI ENT O:
S on emanaciones desprendidas de la masa sí q uica q ue rodea nuestra atmó sfera h asta los 2 .3 0 0 metros de altura. E stas se h an
constituido de los pensamientos y actos de la h umanidad, plasmá ndose como tales debido al impacto energ é tico ag lutinador
producido por la intensidad de su emisió n. E sta intensidad está en relació n a la fuerz a del sentimiento con q ue h an sido
lanz adas al entorno.



D ich as formas-pensamiento adq uieren vida propia en el momento en q ue conforman una " masa crí tica" q ue se lo permite.
E stas especies de " entidades" creadas por el propio h ombre, los afecta intensificando sus potencias discordantes o armó nicas.
S on má s frecuentes en las g randes condensaciones urbanas, lleg ando a considerarse verdaderas " entidades ciudadanas" .
F UENT E G ENÉ RI C A:
E s el patró n orig inal creativo, desde donde emana toda " vida" , toda energ í a y por lo tanto, detenta su g obierno armó nico.
V inculado a é l no h ay " manej o" de energ í as, ni malos ni buenos usos de ella, sino una correcta utiliz ació n y voluntaria
emisió n creativa, siempre creciente en armoní a y perfecció n. E s la pé rdida de ese ví nculo energ é tico primordial la q ue
provocó en el h ombre la capacidad del " manej o energ é tico creativo imperfecto" , cuy o resultado, entre otros, son la
impermanencia, el error y los procesos autodestructivos. A esta separació n se la conoce como la desobediencia al P adre, el
á ng el caí do, A dá n y E va ex pulsados del P araí so. E s a partir de esos momentos q ue las puertas del cielo se cerraron h asta q ue
el h ombre, conscientemente y por su libre voluntad, devolviera al P adre su calidad de tal y se vinculara como h ij o en la
obediencia.
G LÁ ND ULA PI NEAL:
S e encuentra al centro del cerebro y tiene un tamaño no may or q ue una lentej a ch ica. H asta h ace muy poco tiempo era
considerada por la ciencia mé dica como inú til. S in embarg o, en estos ú ltimos años esa opinió n se h a revertido notablemente,
siendo h oy preocupació n fundamental en la medicina por las innumerables sorpresas q ue puede deparar.
E sta g lá ndula es considerada por la ciencia iniciá tica como la verdadera g lá ndula maestra. E s el trasmisor del pensamiento y
constituy e un terminal positivo. S e le conoce como " T ercer O j o" , aun cuando no es esa su ú nica funció n, ni much o menos.
C orresponde a la puerta de acceso al P araí so, abierta para q uien vuelve su obediencia al P adre, vinculá ndose consciente y
amorosamente a É l.

LEY UNI V ERSAL:


H ay ley es inmutables q ue rig en el C osmos y cuy a comprensió n aú n no nos alcanz a. P ero, insertos en é l, nos corresponden
sus acciones y estamos supeditados a su inex orable influencia. L as ley es q ue nos rig en en nuestra octava fí sica son aq uellas
q ue g obiernan la tridimensionalidad y nuestra forma de vida ató mica, como la ley de la polaridad entre otras. P ero, cuando
se contravienen alg unas de aq uellas g randes ley es, se cae baj o el efecto compensador del eq uilibrio có smico y sus conse-
cuencias deben ser afrontadas h asta q ue los " plaz os" se cumplan o la acertada decisió n creativa permita dispensas.
MASA C RÍ T I C A:
C ondensació n energ é tica suficiente para g enerar un efecto permanente o multiplicador. E sto se log ra cuando se alcanz a un
nú mero necesario de emisores en una misma frecuencia o intenció n creativa. A partir de ese " momentum" , se produce el
evento para el cual se trabaj ó .
MELAT ONI NA:
H ormona q ue seg reg a la g lá ndula pineal. H asta la dé cada de los 6 0 no se h abí a dado importancia a esta h ormona, ni a la
g lá ndula q ue la producí a. Fue en esos años q ue nuevas investig aciones determinaron q ue esa sustancia era fundamental en
la protecció n de los seres vivos contra los efectos nocivos del ox í g eno, pues es un antiox idante natural q ue evita la prolifera-
ció n de radicales libres, responsables del deterioro celular y el envej ecimiento. H oy se le considera clave en procesos
curativos en enfermedades tales como el cá ncer, A lz h eimer, S I D A y del coraz ó n.
L a melatonina se vende h oy en cá psulas, como una panacea de la fuente de la j uventud.
NÚ C LEO D E POD ER O ENERG Í A BASE ( AT Ó MI C A) :
A siento energ é tico de poder correspondiente al á rea sex ual. E n la creació n h umana, esta energ í a g obierna los impulsos
emotivos, sentimentales y mentales, usurpando el verdadero g obierno energ é tico proveniente de la Fuente G ené rica o
E nerg í a P adre. C uando esta ú ltima está presente conscientemente en el h ombre, este nú cleo se pone al servicio de ella, j unto
con la reserva de poder o á rea de las emociones. C on ello se eq uilibran las tres g randes corrientes de energ í a creativa: A mor,
S abidurí a y P oder en perfecto eq uilibrio.
OC T AV A SUPERI OR D E EX I ST ENC I A:
N uestro nivel de ex istencia se conoce como " octava fí sica" , y se encuentra reg ido por ley es universales q ue determinan sus
potencias y limitaciones. T odo el universo se mueve de octava en octava. E j emplos de ello abundan en nuestra propia octava
fí sica: el espectro de colores, la escala musical, las vibraciones electromag né ticas, los siete " ch ak ras" o centros de energ í a en
el cuerpo fí sico, etc. N uestra octava es densa, de vibració n ató mica. P or lo tanto, ex iste baj o la ley de la polaridad, baj o el
control del tiempo y del espacio. E n la octava superior u octava de luz superior, sus ley es son diferentes en su efecto, pues
corresponde a una octava sutil electró nica, fuera del tiempo y espacio nuestros. T oda vida ex istente en esa esfera es una
octava de vibració n superior a la nuestra. S ó lo seres lumí nicos, de un mismo nivel de vibració n moran allí . A travé s de
alg unos ej ercicios de la activació n de la pineal, se accede en conciencia a esos niveles de percepció n y se trae de vuelta,
como ex periencia, crecedoras vivencias. E sta octava superior no tiene nada q ue ver con las esferas astrales q ue conforman
los siete niveles de ex istencia de nuestra propia octava. P or lo tanto no debe confundirse con formas de vida superior a seres
q ue h an desencarnado y h abitan los niveles de nuestra octava, en planos má s sutiles, pero no necesariamente má s elevados.
PAT RÓ N ENERG É T I C O I ND I V I D UAL
C ada h ombre es un ser-energ í a ú nico; detenta su propio patró n energ é tico individual q ue, como un " calidoscopio"
multicolor, forma su modelo particular q ue, aunq ue pueda ser semej ante a otros, j amá s es idé ntico.
E sto h ace q ue, al recuperarse el ser-energ í a armó nico, se recupere la posibilidad de potenciar las caracterí sticas individuales
q ue determinan un á rea de poder e influencia ú nica, permitiendo la participació n cooperadora en la unidad de todos los
calidoscopios vinculados a la Fuente G ené rica.
POD ERES " PSI " :
E s la may or capacidad del h ombre de acceder a un uso má s amplio de sus potencias cerebrales.
L a h umanidad utiliz a só lo un 10 % de ellas. P or lo tanto q ueda un 90 % sin q ue se conoz ca su ex presió n creadora. E x cepcio-
nalmente se puede lleg ar a un uso de un 12 % .



E ntre las facultades " P si" , se encuentran la telepatí a, la telek inesis, la levitació n, la premonició n, el don de ubicuidad, etc.,
espontá neamente activas en alg unas personas, pero no controlables por ellas mismas.
RED D E ENERG Í A ARMÓ NI C A:
E s el estado final del h ombre como eq uilibrio energ é tico de vida. E s su propia densidad creativa q ue lo h a llevado a alej arse
de esta armoní a natural q ue é l es cuando se vincula a su Fuente G ené rica conscientemente, a travé s de mé todos q ue lo
inducen a ello. G eneralmente é stos está n dados dentro de distintas ví as espirituales serias, cuy o may or ex ponente es el
C ristianismo.
RESERV A D E POD ER:
S e encuentra ubicada en el á rea del estó mag o, h asta baj o el diafrag ma. E s el asiento de las emociones q ue alimenta la
capacidad de ex presió n de sentimiento. E s a travé s de esa fuerz a emotiva q ue se destacan los eventos creativos, positivos o
neg ativos, seg ú n cuales sean los elementos detonadores.
E sta reserva de poder se ag ota a travé s de la dispersió n energ é tica creativa del llanto, los g ritos, la ira, y de toda ex presió n
descontrolada. C uando el h ombre se encuentra vinculado a su Fuente G ené rica, esta reserva no se ag ota, por el contrario, se
renueva permanentemente, contribuy endo así al é x ito de realiz aciones creativas de vida may ores y en perfecció n creciente.
SER-ENERG I A:
T odos somos seres-energ í a o seres-luz , provistos de un veh í culo fí sico q ue nos permite la ex istencia en la dualidad ató mica,
pero limitativa. E n el proceso del cambio llamado " muerte" , el h ombre recupera su ser orig inal. E s posible, a travé s de la
activació n de la pineal, recuperar en conciencia y definitivamente, el recuerdo y la vivencia del ser-energ í a libre y
armó nico, siempre q ue se acepte en sentimiento y visualiz ació n el ví nculo a la E nerg í a P adre.
UNI D AD C REAT I V A:
V inculació n consciente a la Fuente G ené rica o energ í a P adre q ue permite el g obierno armó nico del proceso creativo del ser a
travé s de la elevació n de voltaj e de su eq uipo para ser usado y ex presado en may or perfecció n de vida, a modelo y semej anz a
del P adre. L a unidad creativa permite la invisibilidad, insensibilidad e invulnerabilidad a toda creació n energ é tica de inferior
vibració n a la de su g obierno armó nico desde la Fuente.
UNI D AD ENERG Í A-LUZ :
M edida usada por la radiestesia para captar la intensidad vibratoria de la energ í a en su má s alta o baj a frecuencia. E lla se
mide a travé s de un " bió metro" , q ue es un g rá fico conteniendo el có dig o numé rico de medició n.
V EH Í C ULO F Í SI C O:
E l cuerpo h umano permite al ser-energ í a h abitar este universo tridimensional, pudiendo actuar dentro de la condició n
ató mica, de dualidad y polaridad.
C omentarios
E ntre las facultades caracterí sticas del h ombre, una de las má s sorprendentes es la de combinar elementos, ideas y ex presio-
nes formando complej os estables y eq uilibrados q ue transmiten " alg o" q ue pueda ser comprendido por otros.
E sta facultad es ej ercida por todos los seres h umanos en forma permanente, desde la criatura recié n nacida q ue llora para
saludarnos y anunciar q ue se h a incorporado a la sociedad, h asta el adulto q ue puede comunicar su muerte y ex presar sus
deseos para la disposició n de su patrimonio.
A pesar de q ue todas las estructuras de la comunicació n, req uieren del ej ercicio de esta importante facultad q ue podrí amos
llamar C reatividad, es muy poco lo q ue sabemos de su misteriosa forma de proceder y los estudios g eneralmente se detienen
en la descripció n del fenó meno de « crear» y raramente en có mo log rar desarrollarlo.
E ntre las creaciones h umanas h ay una funció n muy importante q ue se usa para desarrollar a las personas y su participació n
en la vida con otros, la E ducació n, q ue se vale de la trasmisió n de conocimientos y el estí mulo de condiciones creativas.
L amentablemente, la tendencia al empirismo positivo, a la valoració n de los obj etos y acciones como " ú tiles" o " convenientes"
en té rminos materiales, deforma la facultad pura de la creatividad desviando los intereses del alumno h acia el cumplimiento
de tareas empí ricas y materiales. A sí se presenta el A rte casi como innecesario, y siendo é sta la forma má s sublime de
ex presar nuestra propia vida. S e supone q ue una educació n en el A rte consiste en conocer y medir el é x ito y notoriedad q ue
pueda alcanz ar el artista cuy as obras se transan como obj etos de comercio y colecció n. N unca se les h a señalado a los niños
q ue todos los seres h umanos somos artistas en nuestras mentes, só lo q ue difieren nuestras capacidades té cnicas para " crear"
obras.
¿ S e podrí a vivir sin ex presarnos artí sticamente, sin enviar ni recibir esos mensaj es misteriosos q ue ex presan nuestra propia
identidad?
L a respuesta es q ue no h acerlo serí a como privarnos del uso de alg uno de nuestros sentidos, y q uedarnos disminuidos frente
a la vida, en la forma q ue le sucede a un cieg o, sordo, a un mudo, a un paralí tico, etc. q ue tienen q ue suplantar las funciones
q ue les falta por otras formas de acció n.
A pesar de la importancia de este tema h ay poco o nada en materia de libros instructivos q ue puedan orientarnos en la tares
de encauz ar y proy ectar la creatividad q ue todos tenemos y q ue en g eneral reprimimos o desech amos.
E l ser h umano, en su dimensió n espiritual, tiene posibilidades insondables q ue é l mismo no conoce, y la forma má s
enriq uecedora de vivir es la de irlo ex plorando y ag reg ando a nuestro q ueh acer diario. L a S icolog í a h a desarrollado en los
ú ltimos cien años interesantes teorí as al respecto, pero é stas só lo sirven para conocer el proceso mental, má s q ue para saber
usarlo.
E ste libro de Fresia C astro, en cambio, es un aporte g eneroso en el cual la autora nos orienta en sondear lo q ue parece
insondable, en có mo encontrar los caminos de nuestro espí ritu y surg e como una publicació n casi ú nica en su g é nero,
destinada a abrir, ampliar y elevar al lector en lo q ue y o llamarí a simplemente vivir en plenitud.
N o es posible resumir o abreviar aq uí todo lo q ue la autora g enerosamente desea compartir con el lector, h ay cosas q ue
deben ser leí das con el mismo esplendor con q ue fueron escritas.
R O B E R T O E S C O B A R
S antiag o, noviembre 1996 .



A cadé mico de la U niversidad de C h ile.


C onocer a Fresia C astro me h a sig nificado iniciar un proceso de apertura de aq uellas compuertas, q ue dentro de la ló g ica
cotidiana, aparece como un sueño imposible. J unto con constatar q ue ex isten variadas y má g icas dimensiones, su presencia e
iluminada percepció n del mundo h a despertado much as conciencias dormidas.
A travé s de una amistad de 12 años, producto de estas ex periencias compartidas, h e tenido el privileg io de conocer sus
aportes en los campos de la escritura y del arte, a travé s de los cuales h a plasmado y entreg ado diversos mensaj es, q ue son
producto de su inspirada y creativa bú sq ueda.
S u ú ltimo aporte es este libro E l cielo está abierto, en el cual da a conocer mú ltiples y variadas ex periencias de aq uella
personas q ue h an sido g uiadas por ella a vivir la ex periencia de acceder a los universos pluridimensionales o dich o por ella:
" S u propó sito es entreg ar el mapa de ruta al h ij o pró dig o q ue ve su aventura terrestre terminada y puede comenz ar a cruz ar
el puente de reg reso a casa..."
U na aventura sin parang ó n para aq uellos q ue la h emos vivido, y tambié n una apuesta importante y trascendental para
aq uellos q ue lean este libro de comenz ar a darse respuestas a esos temas, q ue só lo eran percibidos oní ricamente.
N o h ay dudas de q ue a travé s de este libro usted tendrá una h erramienta q ue vale mil piedras preciosas en su mano, con un
destello tal q ue iluminará muy fuertemente su coraz ó n. E s el cielo q ue se está abriendo para usted.
B E R N A R D IT A M A T U R A N A
P eriodista

í ndice
D ed icatoria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 3
A g rad ecim ien tos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 4
I n trod u cció n . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 6
1. EL C A M B I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 8
L A G R A N O P O R T U N ID A D ...................................................................… … … … … … … … … … . 8
EL A G U A Y L A P I ED R A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 9
EL G R A N C A M B I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 9
U so Y A B U S O D E L A S C O R R I EN T ES EL EC T R O M A G N É T I C A S . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 1 0
L O S P I O N ER O S D E L A S N U EV A S P R O F ES I O N ES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 1 2
L A S C O N EX I O N ES I N T ER D I M EN S I O N A L ES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 1 2
H EC H O S A I M A G EN Y S EM EJ A N Z A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 1 3
EL R O L D E L A G L Á N D U L A P I N EA L U N A J O Y A O C U L T A … … … … … … … … … … … … . . 1 4
A C T I V A C I Ó N D E L A G L Á N D U L A P I N EA L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 1 6
U N A I N V IT A C I Ó N M Á G I C A ..................................................................… … … … … … … … … … . 1 8
2 . ¿ J U G U EM O S A C R U Z A R EL P U EN T E? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … 1 9
EL M A P A D E R U T A P A R A V O L V ER A C A S A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 1 9
3 . M Á S A L L Á D E U N S I M P L E J U EG O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … 2 5
P EQ U EÑ O I N T ER R EI N O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 2 5
R EP A S EM O S A L G O D E L O S A S P EC T O S C R EA T I V O S D EL H O M B R E … … … … … … … … 2 7
EL S EC R ET O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 2 7
A P R EN D I EN D O A V I V I R C O N A R T E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 0
A P R EN D ER A C R EA R C O N S C I EN T EM EN T E . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 3
4. J U G U EM O S EN S ER I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … 3 5
S E T I EN D E EL P U EN T E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 5
I N T R O D U C C I Ó N A L P L A N ...................................................................… … … … … … … … … … .. 3 6
C O M I EN Z A L A A V EN T U R A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 7
L A M A G I A D EL A R T E R U P ES T R E . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 9
R ET O M A N D O EL C A M I N O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 3 9
H A B L A N L O S O T R O S M U N D O S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 40
1 2 1
D I A L O G O EN T R E L A M EN T E H U M A N A Y L A M EN T E S U P ER I O R … … … … … … … … … 42
¿ Q U E M I S T ER I O S C Ó S M I C O S O C U L T A A M É R I C A ? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 45
EL EN C U EN T R O C O N EL Á N G EL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 47
V I A J E A V EN U S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 0
L A P ER L A D E A M É R I C A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 1
C O N EL P A S O D EL T I EM P O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 3
A C A D A U N O L O S U Y O .........................................................................… … … … … … … … … … . 5 4
L A C A V ER N A M Á G I C A … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … 5 5
" S i M E D EJ A S P A R T I R , S A N A R EM O S A M B O S " . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 5
C A M B I A T U D I B U J O , C A M B I A T U V I D A .................................................… … … … … … … … … … . 5 7
D E V U EL T A A C A S A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 7
EL L EC T O R S E I N T EG R A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . 5 8
5 . ES T E J U EG O ES S U Y O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … 61
EN EL P U EN T E: M A P A D E R U T A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 62
N O S A D EN T R A M O S EN EL P U EN T E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 63
6. P R O F U N D I Z A N D O , EL J U EG O S E H A C E S A B I O . . . . . . … … … … … … … … 7 9
S EN S A C I O N ES EN V U EL O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 7 9
D ES C U B R I EN D O N U ES T R A P R O P I A A M É R I C A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 82
H A D A S , U N I C O R N I O S Y EN I G M A S P O R R ES O L V ER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . 83
¿ ES M I D O B L E U N R EY O S O Y Y O M I S M O EN C U A N T O P ER F EC T O ? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
EL R EI N O A Z U L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … . . . 86
H A Y G ES T O S Q U E " M A T A N " . Y O T R O S Q U E H A C EN M I L A G R O S … … … … … … … … … 88



L A P A N EU R R I T M I A : U N A D A N Z A M A S A L L Á D E L A T I ER R A … … … … … … … … … 89
C R EA C I Ó N D E " F O R M A S - P EN S A M I EN T O " . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 90
EL EN C U EN T R O C O N EL Á N G EL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 93
L A M Ú S I C A S E V E, EL C O L O R S E O Y E: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 94
S O M O S S ER ES M U S I C A L ES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 95
L A S I N ES T ES I A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 96
¿ C Ó M O S E H A C E EL EJ ER C I C I O ? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 97
EL S I L EN C I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … 98
EL C O S M O S … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … . 99
7 . N O T A S C O M P L EM EN T A R I A S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … . . 1 0 2
L O S C A M B I O S C R EA T I V O S S E P U ED EN M ED I R . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … . 1 0 2
EL A D U L T O M A Y O R , U N A ES P ER A N Z A C R EA T I V A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … . 1 0 2
U N C A S O F U ER A D E S ER I E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … . 1 0 4
8. C A P I T U L O ES P EC I A L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … 1 0 7
EJ ER C I C I O EX P ER I M EN T A L : L A P R U EB A D E L A F E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … . 1 0 7
1 2 2
EX P ER I EN C I A S B A J O L A L U P A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … … 1 0 8
ES EN EL I N T ER I O R D O N D E S E G EN ER A L O EX T ER N O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 0 9
Q U E H A Y EN EL I N T ER I O R D E S I . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … … 1 0 9
L A H O R A D E L A V ER D A D . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … … 1 1 0
D ES C R I P C I Ó N D EL EJ ER C I C I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … … 1 1 0
P R Á C T I C A ............................................................................................… … … … … … … … … … … … 1 1 2
A D V ER T EN C I A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … … … … 1 1 3
9. G L O S A R I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … . 1 1 4
1 0 . C O M EN T A R I O S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … … … … … … … … … . 1 1 8
N O T A :
S i u s te d s ig u ió f ie lm e n te la s in s tr u c c io n e s d a d a s e n e s te c a p ítu lo y lo s r e s u lta d o s d e s u s e je r c ic io s m e r e c e n s e r
c o n o c i d o s , l e a g r a d e c e r í a e n v i a r s u e x p e r i e n c i a e s c r i t a i n c l u y e n d o s u n o m b r e , d i r e c c i ó n y e -m a i l a : F r e s i a C a s t r o
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