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Ficha de revisão 2

Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Calcule o limite das sucessões cujo termo geral se indica, identificando as indeterminações
encontradas.
n3 3  n2
1.1. un  1.2. un 
4n  2 2n  1

n  4 16n 2  3n  2
1.3. un  1.4. un 
2n 3  5 2  9n 2

n2  2
1.5. un  1.6. un  1  n  3  n
3n  1
3n 1 4n
1.7. un  n 1.8. un  n 1
5 3

 1
u1  5
2. Considere a sucessão  un  definida por un   e a sucessão  vn  tal que
u  un  2 , n 
 n 1 7
vn  6un  2 .

1
2.1. Mostre que  vn  é uma progressão geométrica de razão .
7

1 n 2  71n  1
2.2. Mostre que para todo o n se tem vn  4  7 e un  .
3
2.3. Determine lim un .

 x3  1
 2 se x  1
3. Considere a função f definida por f  x    x  3x  2 e a sucessão  un  definida
1 se x  1
 x

 n  2 !  n  1!
por un  .
 n  2 !
Determine lim f  un  .

4. Calcule os seguintes limites.


Ficha de revisão 2 – Domínio 2 – Página 1
Ficha de revisão 2

3x  1 2 x 2  x3 3x  8
4.1. lim 4.2. lim 3 4.3. lim
x  6 x  2 x  4 x  x  2 x 
x2  3
3x  8 4 x2  8x x3  8
4.4. lim 4.5. lim 4.6. lim
x 0 x 3  3 x 2 x 2 4  x 2
x 
x2  3

4.7. lim
x 1
x2  1
1 x
4.8. lim
x 3
x3
x 9
2
4.9. lim
x 
 2  x2  x 

5. Determine o valor de k de modo que a função f real de variável real definida por

 4 x 2  16
 se x  2
f  x   x  2 seja contínua em x  2 .
 x  k se x  2

 x2  7 x  6
 se x  1

6. Considere a função g real de variável real definida por: g  x    2 x  2
 5 x  5 se x  1

 x 2  3x  2
Estude a continuidade da função g .

7. Determine a expressão da função derivada de cada uma das funções definidas pelas seguintes
expressões.
7.1. f  x    3x  2   4 x  3 7.2. g  x    4x 1 3  x 

4  x2
7.3. j  x  7.4. h  x   4 x  5
3  2x
2
7.5. s  x   3x x 7.6. t  x   2 3 x 
x3

8. Determine os intervalos de monotonia de cada uma das funções e identifique os extremos


relativos e absolutos, caso existam.
8.1. f  x   2 x2  3x  2 em 8.2. g  x    x3  3x em

2 x
8.3. h  x   3x  em \ 0 8.4. j  x   em 

x4
0
x

Ficha de revisão 2 – Domínio 2 – Página 2


Miniteste 2.1.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Utilize o teorema das sucessões enquadradas para calcular o limite de cada uma das sucessões
cujo termo geral se indica.
 π
cos  n 
1.1. un   5
3n  2
sin  n 
1.2. vn 
n2  1

2. Calcule cada um dos limites.

 3  8n 
n

2.1. lim  
 16n 
4n 2
2.2. lim
n 2  cos n

4n  2  6n cos  n 
2

3. Mostre que a sucessão de termo geral un  n2 n 1


 tende para 6 2 .
6 5 n

Miniteste 2.1. – Domínio 2 – Página 1


Questão-aula 2.1.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
Considere a sucessão  un  definida por un  n4  cos  n  .

Sejam p e q proposições tais que:

p : A sucessão  un  é convergente.

q : lim un não existe.

Qual das proposições seguintes é falsa?


(A) p  q
(B) p  q
(C) pq
(D) pq

Item de construção

Considere as sucessões  un  e  vn  tais que lim un   e vn  n 2  2un , para n  12 .

Indique, justificando, qual é o limite de:


1. vn

1
2.
vn

 vn 
2
3.

Questão-aula 2.1. – Domínio 2 – Página 1


Miniteste 2.2.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Calcule cada um dos seguintes limites.


1.1. lim   x3  sin x 
x 

3
1.2. lim
x  sin x  1
π
2

2
1.3. lim
x
π cos x
2

 2π 
1.4. lim x sin  
x 0
 x 

9x2  3
2. Considere a função f , de domínio \ 3 , definida por f  x   x.
x3
2.1. Calcule lim f  x  e lim f  x  .
x  x 

2.2. Sabe-se que uma função h é tal que x  


, f  x  h  x .

Indique o valor de lim h  x  .


x 

Miniteste 2.2. – Domínio 2 – Página 1


Questão-aula 2.2.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
x4
Considere a função f definida em \ k por f  x   .
xk

Sabe-se que uma função g é tal que:

x  \ k , g  x   f  x 

e que uma função h é tal que x  \ k , h  x   f  x  .

Qual das afirmações é necessariamente verdadeira?

(A) lim g  x    e lim h  x   


x  k x  k

(B) lim g  x   lim h  x   


x  k x  k

(C) lim g  x   lim h  x   


x  k x  k

(D) lim g  x   lim h  x   0


x  k x  k

Item de construção

Utilize o teorema de comparação de funções para calcular os seguintes limites.


 1 1
1. lim  2  cos 

x 0 x x

 1  1 
2. lim   sin  
x 2
x2  x  2 

Questão-aula 2.2. – Domínio 2 – Página 1


Miniteste 2.3.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Considere a função polinomial, de domínio , definida por f  x    x3  2x2  5 .

Prove que a equação f  x   π tem, pelo menos, uma solução no intervalo 1, 1 .


2. Seja f a função, de domínio , definida por:

 4  x2
 se 0  x  2
f  x   x  2
2 8 x se x  2

2.1. Estude a função f quanto à continuidade.

2.2. Mostre que x  1, 3 : f  x   16 .

Nota: Em eventuais cálculos intermédios, sempre que proceder a arredondamentos,


conserve três casas decimais.

Miniteste 2.3. – Domínio 2 – Página 1


Questão-aula 2.3.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 12.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção

Seja f uma função de domínio , contínua no intervalo  1, 3 .

Tem-se que f  1  2 e f  3  5 .

Em qual das opções seguintes está definida uma função g , de domínio , para a qual o Teorema

de Bolzano-Cauchy garante a existência de pelo menos um zero no intervalo 1, 3 ?

(A) g  x   3x  f  x 

(B) g  x   x  f  x 

(C) g  x    x  f  x 

(D) g  x   x2  f  x 

Item de construção

Considere a função g , definida em , por:

2  cos x se x  0
g  x  
sin  2 x   1 se x  0
1. Estude a continuidade da função g .

 π
2. Mostre que x  2 , 4 : g  x   g     0 .
 3
Nota: Em eventuais cálculos intermédios, sempre que proceder a arredondamentos,
conserve no mínimo, duas casas decimais.

Questão-aula 2.3. – Domínio 2 – Página 1


Proposta de resoluções

3n 1   
Ficha de revisão 2 Págs. 12 e 13 1.7. lim un  lim    → indeterminação
5n   
n3 
1.1. lim un  lim    → indeterminação 3n 1 3n  3 3n 3
n
4n  2    lim  lim  3lim  3lim   
5
n n n
5 5 5 3
0  1
 3 3
n 1  
5
1
n3  n n 1 0 1  3 0  0
lim  lim  lim  
4n  2  2
4
2 40 4 4n   
n 4   1.8. lim un  lim    → indeterminação
 n n 3n 1   
3  n2    n
1.2. lim un  lim    → indeterminação 4n 4n 1 4n 1 4
2n  1    lim n 1
 lim n  lim n  lim   
3 3 3 3 3 3  3  4 1
3 
3
n  n 3
n 1
3n       
2
lim  lim  n   lim n  3
2n  1  1
2
1
n 2  
 n n u 2 6un  12
vn  1 6un 1  2
6 n 2 2
0      2.1.    7 
 7 
    vn 6un  2 6un  2 6un  2
20 2
6un  12  14
n  4   
1.3. lim un  lim 3    → indeterminação 7 6un  2 1
2n  5      
6un  2 7  6un  2  7
 4 4
n  1   1  vn 1
n  4  n  n Como é constante para todo o n  ,  vn  é uma
lim 3  lim  lim  vn
2n  5  5
2n 2 
5
n  2n 2   1
 n n progressão geométrica de razão .
1  0 1 7
  0 1
  0  2.2. v n  v1  r n 1 , onde v1  5u1  3  5   3  1  3  4 e
5
16n2  3n  2   
1.4. lim un  lim    → indeterminação 1
2  9n2  r  , pelo que:
7
16n 2  3n  2 16n 2  3n  2 n 1
lim  lim  1
2  9n 2
2  9n 2 vn  4     4  71 n
7
 3 2 3 2 Por outro lado, vn  6un  2 , ou seja:
n 2 16   2  16   2
 lim  n n 
 lim n n  vn  2
 2  2 vn  6un  2  un 
n2   2  9   2 9 6
 n  n
Como vn  4  71 n :
16  0  0
4  71 n  2 2  2  7  1 2  71 n  1
16 4 1 n
  
09 9 3 un   
6 6 3
n2  2    1 n
1.5. lim un  lim    → indeterminação Portanto, para todo o n  , vn  4  7 e
3n  1   
2  71 n  1
 2 2 un  .
n 2 1  2  n 1 2 3
n2  2  n  n
lim  lim  lim  2  71 n  1  2  71 n 1 
3n  1 3n  1 3n  1 2.3. lim un  lim  lim   
3  3 3
2 2
n 1 1 2 7 1 2 7 1
 lim  71 n    lim  n    
1 0 1 2 1 2
 
2
 lim n  lim n  
 1 1 3 0 3 3 3 3  7  3 3  3
n3   3
 n n 2 1 1
 0  
1.6.  
lim un  lim 1  n  3  n       → indeterminação
3

3 3
n  2!  n  1!  n  2 n  1!  n  1! 
3. lim un  lim  lim

lim 1  n  3  n    n  2  !  n  2 n  1!

 lim
 1 n  3  n  1 n  3  n   n  1! n  2   1 n 1
n 1  
 1
 lim 
n
1 n  3  n  lim  lim 
 n  2  n  1! n2  2
n 1
     lim 1  n  3  n   
2
1 n 3 n  n
 lim  1
1 n  3  n 1 n  3  n 1
2 2  lim n  1 0 1
 lim  0 2 1 0
1  n  3  n  1
n

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 1


Proposta de resoluções

n 1  1   0
x  4 x  8
 
Por outro lado, lim  lim 1   1 . 4x2  8x  0  4x  8 8
n  1 algortítmo

 n  2 4.5. lim 3  lim  lim 
da divisão x 0 x  3x 2

x 0 x x 2  3x
 x 0 x 2  3x 0
 1  x3  1
lim f  un   lim f 1    xlim f  x   lim 2  4 x2  8x 8 4 x2  8x 8
 n  2  1

x 1 x  3x  2 lim    e lim    
x 0 x  3x
3 2
0 x 0 x  3x
3 2
0
0
   → indeterminação Como os limites laterais são diferentes, não existe
0 4 x2  8x
lim 3 .
Recorrendo à regra de Ruffini: x 0 x  3x 2

–1 x3  8  0 
1 0 0 4.6. lim  
x 2 4  x2
1 1 1 1 0
1 1 1 0 Recorrendo à Regra de Ruffini:

Logo, x3  1   x  1  x 2  x  1 . 1 0 0 –8
2 2 4 8
1 –3 2
1 2 4 0
–2
Logo, x3  8   x  2   x 2  2 x  4  .
1 1
1 –2 0
x3  8  x  2  x2  2 x  4
Logo, x 2  3x  2   x  1 x  2  . lim  lim 
x 2 4  x 2 x 2  2  x  2  x 
x3  1  x  1  x2  x  1
lim  lim   x  2  x2  2 x  4 x 2  2 x  4 12
x 1 x 2  3x  2 x 1  x  1 x  2   lim  lim   3
x 2   x  2  2  x  x 2   2  x  4
x2  x  1 3
 lim   3  
0
x 1 x2 1 x2  1  0  x2  1 1  x se x  1
4.7. lim  lim , pois 1  x  
 
x3  
1 1 x 1 1  x x 1  1  x   
 1  x  x 1
se
  3
3x  1     x x  30  1
 lim  lim x2  1  x  1 x  1  lim x  1  2
4.1. lim
x  6 x  2 x   2  x 
6
2 60 2  lim  lim  
x6   x 1 x  1 x 1 x 1 x 1
 x x
 
0 2
 
x  3 0 x3 x3
 2   lim 2  lim 
x 3   1 4.8. lim 2
4.2. lim
 
2 x 2  x3   
 lim x  
x 3 x  9 x 3
 x  9 x  3 x 3  x2  9 x  3
x  4 x 3  x  2 x   1 2
x3  4  2  3  x3 1
 x   lim  lim 
x x 3  x  3  x  3  x  3 x  3  x  3  x3
2
1 1 1
x 0 1 1    
 lim   6  0 0
x  1 2 400 4
4 2  3
x x  2  x2  x  2  x2  x 
 
  

 
4.9. lim 2 x  x
2
 lim
3x  8  3x  8 3x  8 x  x 
2 x  x 2
4.3. lim  lim  lim 
  x
2
x 
x 3
2 x 
 3 x 
x 1 2
3 2 x 2 2
x 2 1  2  2  x2  x2
 x  x  lim   lim
x 
2  x2  x x 
2  x2  x
 8 8
x3   3 2 2
3x  8  x x   lim  0
 lim  lim  lim x 
2 x  x
2 
x  3 x  3 x  3
x 1 2 x 1 2 1 2 5. A função f é contínua em x  2 se e somente se existe
x x x
30 lim f  x  .
x 2
 3
1 0 lim f  x  existe quando e apenas quando:
x 2

3x  8
 
 3x  8 3x  8 lim f  x   lim f  x   f  2 
4.4. lim  lim  lim  x 2 x 2

x 2 lim f  x   lim   x  k   2  k e f  2   2  k
x  x  x 
2
 3
x 1 2
3
x 1  2 
2
x 2 x 2
 x  x
4  x2  4
0
 
 8 4 x 2  16  0 
x3   3
8 lim f  x   lim  lim 
3x  8  x x  x 2 x 2 x2 x 2 x2
 lim  lim  lim
x  3 x  3 x  3 4  x  2  x  2 
x 1  2 x 1  2  1 2  lim  lim 4  x  2  4  2  2   16
x x x x 2 x2 x 2

30 Portanto, 2  k  16  k  18 .


  3
 1 0

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 2


Proposta de resoluções

6. A função g é contínua em  ,  1 por ser definida por 8.1. f '  x    2 x 2  3x  2  '  4 x  3
uma função racional, contínua em \ 1 e 3
f ' x   0  4x  3  0  x 
 ,  1  \ 1 . 4

A função g é contínua em 1 ,   por ser definida por Intervalos de monotonia

uma função racional, contínua em \ 2 ,  1 e 3


x  
4
1 ,    \ 2 ,  1 .
Sinal de f ' – 0 +
Averiguemos se g é contínua em x  1 .
Variação de f Mín.
0
 
x2  7 x  6  0   3
lim g  x   lim  A função f é estritamente decrescente em   ,  e é
x 1 x 1 2x  2  4

 lim
 x  1 x  6  lim x  6  1  6  5 3 
estritamente crescente em  ,    .
x 1 2  x  1 x 1 2 2 2 4 
0 Extremos
5  x  1
 
5 x  5  0 
lim g  x   2  lim 3
x 1 x  3x  2 x 1  x  1 x  2  f   é mínimo absoluto (e relativo) de f .
4
 lim
5

5
 5 8.2. g '  x     x3  3x  '  3x 2  3
x  2 1  2
x 1

Como lim g  x   lim g  x  , não existe lim g  x  , pelo g '  x   0  3 x 2  3  0  3  x 2  1  0 


x 1 x 1 x 1

que g não é contínua em x  1 .  x 2  1  0  x  1  x  1


Portanto, g é contínua em \ 1 . Intervalos de monotonia

 –1 
f   x    3x  2    4 x  3 
x 1
7.1.
Sinal de g  – 0 + 0 –
  3x  2   4 x  3  3  4 
Variação de g Mín. Máx.
 1 , portanto, f   x   1 .

7.2. g   x    4 x  1 3  x   A função g é estritamente decrescente em  ,  1 e em

  4 x  1  3  x    4x  13  x   1,   e é estritamente crescente em  1 , 1 .


 4  3  x    4 x  1 1  Extremos
g  1 é mínimo relativo de g .
 12  4 x  4 x  1 
 8 x  13 , portanto, g   x   8 x  13 . g 1 é máximo relativo de g .
A função não tem máximos nem mínimos absolutos.
2 
 4  x 2   4  x   3  2 x    4  x   3  2 x 
2 
7.3. j  x        2  2
 3  2x  3  2x 
2
8.3. h  x    3x    3  2
 x x
2 x  3  2 x    4  x 2   2  2 3x 2  2
  h  x   0  3  2  0  0
3  2x 
2
x x2
 3x 2  2  0  x 2  0 
6 x  4 x 2  8  2 x 2
 
3  2x  2 2
2
 x2  x0 x x0
3 3
2 x 2  6 x  8 2 x 2  6 x  8
 , portanto, j  x   . 6 6
3  2x  3  2x  x x0 x
2 2

3 3
 4 x  5
7.4. l  x    
4x  5   4
2 4x  5

2
4x  5
Intervalos de monotonia
 4 x  5
2 1
2 6 6
x   0 
7.5.  
s  x   3x x   3x  x  3x  x  
Sinal de
3 3

1 0 – n.d. – 0 + 0
 3 x  3x h'
2 x
Variação Máx. Mín. Máx.
2 x  2  x 
n.d.
2 
3 3
 1 de h
7.6. t  x    2 3 x  3   2   
 x  3
3 x2 x 
3 2

2 2  3x 2 2 6
  6
  4
33 x2 x 3
3 x 2 x

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 3


Proposta de resoluções

 6 sin   n 
A função h é estritamente crescente em   ,   e em lim 0
 3  n2  1
 6   6  2.1. Para n  , tem-se:
 ,    e é estritamente decrescente em   , 0 e
 3  8n 
n n n
 3   3   3 8n   3 1
lim    lim     lim   
  16n   16n 16n   16n 2 
6
em  0 , . 1 1 1 3 3
 3  0  1 0   0  
n 16n 16 16n 16
Extremos
1 3 1 3 1 1 3 1 11
 6          
h    é máximo relativo de h . 2 16n 2 16 2 2 16n 2 16
 3  n n n
1  3 1   11 
 6       
h   é mínimo relativo de h .  2   16n 2   16 
 3  n n
1  11 
A função não tem máximos nem mínimos absolutos. Como lim    0 e lim    0 e
2  16 
 
 x   x   x  4   x  x  4 
j  x   
n n n
8.4.    1  3 1   11 
 x4  x  4         , então, pelo teorema das
2

 2   16n 2   16 
x4x 4 sucessões enquadradas, tem-se que:
 
 x  4  x  4
2 2
 3  8n 
n n
 3 1
lim     lim   0
4    16n 
j  x   0   4  0   x  4  0  16n 2
2

 x  4
2
4n 2 1 1
2.2. lim   
 x   x  4  n2  cos n n2  cos n  n 2
cos n 
lim lim  2  
 x  , a função j não tem zeros. 4n 2  4n 4n 2 
Intervalos de monotonia 1 1
 
x 0  n2 cos n 1  cos n
lim 2  lim
Sinal de j ' + + 4n 4n 2 4 4n 2
Variação de j Por outro lado,
Mín.
1 cos n 1
n  ,  1  cos n  1   2   2
A função j é estritamente crescente em 
. 4n 4n 2 4n
0
 1   1 
Extremos Como lim   2   0 e lim  2   0 e
j  0  é mínimo absoluto (e relativo) de j .  4 n   4n 
1 cos n 1
   2 , então, pelo teorema das sucessões
4n 2 4n 2 4n
Miniteste 2.1. Pág. 14
1.1. Para n  , enquadradas, lim
cos n
 0 . Portanto:
 π 4n 2
cos  n 
 π 1  5  1 1 1 1
1  cos  n   1     4
 5 3n  2 3n  2 3n  2 1
 lim
cos n 1
0
1
4 4n 2 4 4
 1   1 
Como lim    0 e lim  0 e  4n  2  6n cos 2  n  
 3n  2   3n  2  lim un  lim  n  2 
3.1. n 1 
 π
cos  n  6  5 n 
1  5  1
  4n  42  6n cos 2  n  
3n  2 3n  2 3n  2  lim  n 2 1
 
6  6  5  5
n
n 
Pelo teorema das sucessões enquadradas:
 π  n  4n  42  
cos  n   6   1 
 5 0   cos  n   
n 2

 lim  
lim 6
3n  2  n  2 5 5 
n 1
n 
1.2. Para n  ,  1  sin  n   1  0  sin  n   1 6 6   
  
n
6 
sin  n  1   2 n 
0 
n 1 n 1     16  1 
 
2 2
2

 lim    n
3 cos n 

 1   5 n 
Como lim0  0 e lim  2 0 e 1
 n 1  36     5 
 6 
sin   n  1
0  , então, pelo teorema das sucessões
n 12
n 1
2

enquadradas:

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 4


Proposta de resoluções

n
2
   16  1 cos 2  n 
 lim  
3 Miniteste 2.2. Pág. 16
 lim 
1.1. Para x 
n
5 1 n , tem-se:
36    
6 5 1  sin x  1  1   sin x  1
0  16  1 cos  n  12
cos  n  2  1  x3   x3  sin x  1  x3
  lim   lim 
36  0 
1 n 36 n Como lim 1  x3    e lim  1  x3    e para
x  x 
5
x , 1  x3   x3  sin x  1  x3 . Então, pelo teorema
1 cos  n 
2
cos  n  2


62
 lim
n
 62  lim
n
 das funções enquadradas, lim   x3  sin x    .
x 

 62  0  62 , pois 3 3 3 3


1.2. lim      
n  ,  1  cos  n   1  0  cos 2  n   1 x  sin x  1
π
2
π
sin    1
1  1 0
2
cos2  n  1
0  2 2 2
n n 1.3. lim  
  
x
π cos x π 0
1 cos 2  n  1 2 cos  
Como lim0  0 e lim 0 e 0  , então, pelo 2
n n n
1.4. Para x  \ 0 :
cos 2  n 
teorema das sucessões enquadradas, lim 0.  2π   2π 
n 1  sin    1   x  x sin    x
Portanto, a sucessão  un  tende para 6 . 2  x   x 
Como lim   x   0 e lim x  0 e, para x  ,
x 0 x 0

Questão-aula 2.1. Pág. 15  2π 


 x  x sin    x . Então, pelo teorema das funções
Item de seleção  x 
Para n  :  2π 
enquadradas, lim x sin    0 .
cos  n   1  n 4  cos  n   1  n 4 x 0
 x 
Como lim 1 n4    e  n 4  cos  n   1  n 4 , então, pelo  9 x2  3 
2.1. ▪ lim f  x   lim   x 
teorema de comparação de sucessões, limun   . x  x 
 x  3 
A sucessão  un  é divergente, pois lim un não é um número real,  2 
3
pelo que a proposição p é falsa e, obviamente, a proposição q é  x 9  2  
 x 
também falsa, já que limun   .  lim   x 
x   x3 
 
Por outro lado:  
▪ pqFFV ▪ pq  FF V
 3   3 
▪ pq  VF V ▪ pqVF F  x 9 2   x 9  2 
 lim  x  x   lim  x  x 
Resposta: (D) x   x3  x    3  
   x 1  x  
   
Item de construção
lim  n2  2un   lim  n2   lim2un  
 9  2
3 
  90
  lim n2  2lim un   lim  x  x      
x  
1
3  1 0
      2    
2  
 x 
      3
    
Como lim  n  2un    e para n  12, vn  n2  2un , então,
2 1
 3   3 
pelo teorema de comparação de sucessões, tem-se que  x 9 2  x 9 2 
lim vn   . ▪ lim f  x   lim  x  x   lim  x  x
x  x   x3  x    3  
Consequentemente, lim
1

1
0 e    x 1  x  
vn     
 
lim  vn    lim vn        3
2 2 2
 9 2  90
 lim  x  x       3    
Portanto: x  
1
3  1 0
1. lim vn    
 x 
1
2. lim 0 Portanto, lim f  x    e lim f  x    .
vn x  x 

lim  vn   
2
3.

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 5


Proposta de resoluções

2.2. Se para todo o x  


, f  x   h  x  e lim f  x    , Miniteste 2.3. Pág. 18
x 

então, pelo teorema de comparação de funções, 1. Pretende-se provar que c  1 , 1 : f  c    π .


lim h  x    . A função f é contínua em por se tratar de uma função
x 
polinomial.
Como  1 , 1  , em particular, a função f é contínua
Questão-aula 2.2. Pág. 17
Item de seleção em  1 , 1 . Por outro lado:
4 4
lim f  x   lim
x k f  1    1  2  1  5  1  2  5  2
3 2
   e
x  k  x  k x  k 0
f 1  13  2  12  5  1  2  5  4
x4 k4
lim f  x   lim    
x  k x  k x  k 0 Assim, como f é contínua em  1 , 1 e
Por outro lado: f 1   π  f  1 , pelo Teorema de Bolzano-Cauchy,
▪ se para todo o x  \ k , g  x   f  x  e lim f  x    ,
x  k podemos concluir que c  1 , 1 : f  c    π , isto é, a
então, pelo teorema de comparação de funções,
equação f  x    π tem, pelo menos, uma solução no
lim g  x    .
intervalo 1 , 1 .
x  k 

▪ se para todo o x  \  k  , h  x   f  x  e lim f  x    ,


x  k
2.1. A função f é contínua no intervalo 0 , 2 por ser definida
então, pelo teorema de comparação de funções, lim h  x    .
x  k pelo quociente entre duas funções contínuas: uma função
Assim, lim g  x    e lim h  x    quadrática  y  4  x 2  e uma diferença entre uma função
x  k x  k

Portanto: irracional y  x   e uma função constante  y  2  .


▪ lim g  x   lim h  x         
x  k x  k
A função f é, também, contínua no intervalo 2 ,   por
▪ lim g  x   lim h  x         
x  k x  k
ser definida por uma função afim y  2 8x .  
▪ lim g  x   lim h  x        
x  k x  k Vejamos se f é contínua em x  2 .
     indeterminação
 
0
Resposta: (C)
 
4  x2  0    x  2  x  2  x  2
lim f  x   lim  lim
x 2    
2 2
x 2 x 2 
x 2
x  2
Item de construção
1. Para x  \ 0 , tem-se:   x  2  x  2   x 2   lim   x  2
1 1 1 1
 lim
x2 x2 x  2
 x 2 
1  cos  2  1  2  cos
x x x x    2  2  
2  2  4 2 2  8 2  
 1  1
\ 0 ,
lim  2  1    1    1   e, para x 

x 0 x
 0 lim f  x   f  2  2 8  2  4 8  4 2 2  8 2
x 2
 
1 1
 1  2  cos
1 Como lim f  x   lim f  x   f  2 , existe lim f  x  e,
x 2 x 2 x 2
x2 x x
consequentemente, f é contínua em x  2 .
 1 1
Pelo teorema de comparação de funções lim  2  cos    . Portanto, f é contínua em 
.

x 0 x x

2. Para x  \ 2 : 2.2. A função f é contínua em .
Como 1 , 3  
, podemos concluir que f é contínua no
 1   1 
sin    1   sin    1 intervalo 1 , 3 . Por outro lado, temos:
 x  2   x2


1  1 
 sin  
1
1
f 1 
4  12

3

3 1 2

33 2

 
x2  x2 x2 1  2 1 2 1 2 1 2 12  2
2
  
 1  1
lim   1    1  
33 2
x  2  x  2  0 
1

  3  3 2  7,243 
1  1  1
Para x  \ 2 ,  sin   1 .
x2  x2 x2 f 3  2 8  3  6 8  16,971
Pelo teorema de comparação de funções: Como f é contínua no intervalo 1 , 3 e
 1  1  f  3  16  f 1 pelo Teorema de Bolzano-Cauchy,
lim   sin    
x  2 x  2  x  2 

podemos garantir que x  1 , 3 : f  x   16 .

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 6


Proposta de resoluções

3
Questão-aula 2.3. Pág. 19 x  2 , 4 : g  x   , isto é, que
Item de seleção 2
A função g é contínua em  1 , 3 .  π
x  2 , 4 : g  x   g     0 .
Vejamos em qual das opções g  1  g  3  0 .  3

Se g  x   3x  f  x  :
g  1  3  1  f  1  3   2   1 e
g  3  3  3  f  3  9   5   14
Portanto, g  1  g  3  0 .
Assim , pelo Teorema de Bolzano, e como g é contínua em
 1 , 3 e g  1  g  3  0 , podemos garantir que a função g
tem pelo menos um zero no intervalo 1 , 3 .
Resposta: (A)

Item de construção
1. A função g é contínua no intervalo  , 0 por ser
definida pela diferença entre duas funções contínuas (uma
função constante  y  2  e a função cosseno de x
 y  cos x  ).
A função g é contínua no intervalo 0 ,   por ser
definida pela soma de duas funções contínuas (uma é
composta de uma função afim  y  2 x  com a função
seno de x  y  sin x  e a outra é uma função constante
 y  1 ).
Estudemos a continuidade de g em x  0 .
lim g  x   g  0  2  cos  0   2  1  1
x  0

lim g  x   lim sin  2 x   1  sin  2  0   1 


x  0 x 0

 sin  0   1  0  1  1
Como lim g  x   g  0  lim g  x  , a função g é contínua
x 0 x 0

em x  0 .
Portanto, a função g é contínua em .
 π
2. Pretende-se mostrar que x  2 , 4 : g  x   g     0
 3
 π  π π
g     2  cos    , pois   0
 3  3 3
π 1 3
 2  cos    2  
3 2 2
3
Assim, pretende-se mostrar que x  2 , 4 : g  x   0,
2
3
isto é, que x  2 , 4 : g  x  
.
2
A função g é contínua em  2 , 4 , uma vez que é contínua
em e  2 , 4  . Por outro lado:
g  2   sin  4   1  0, 24
g  4   sin 8  1  1,99
3
e como g é contínua em  2 , 4 e g  2  
 g  4  , pelo
2
Teorema de Bolzano-Cauchy, podemos afirmar que

Propostas de resolução– Domínio 2 – Página 18