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SUCESSÃO ELEITORAL

Deputado pergunta se ex-mulher de


prefeito pode se candidatar
28 de setembro de 2007, 0h00 Imprimir Enviar 0 0 0

O deputado federal Ademir Camilo (PDT-MG) protocolou uma Consulta no


Tribunal Superior Eleitoral perguntando sobre a possibilidade da ex-mulher
de um prefeito já reeleito se candidatar.

No documento, o deputado sugere a seguinte situação: “Ex-cônjuge de


prefeito reeleito, cuja separação judicial transitou em julgado no primeiro
mandato e antes de o prefeito se reeleger, mas durante o segundo mandato
ainda não ocorreu a conversão em divórcio.”

Nesta situação, Camilo pergunta: “pode a ex-esposa do prefeito ser candidata


à prefeitura nas próximas eleições?”. Questiona ainda, “se ocorrer a
conversão da separação em divórcio, durante o segundo mandato, será ela
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elegível ou não?”.

Em maio, o TSE decidiu que ainda que ocorra o divórcio durante o mandato, Linkedin RSS Feed
mulher de chefe do Executivo não pode se candidatar às eleições no
território onde governa o marido. Com este entendimento, o ministro
Gerardo Grossi, do TSE, que cassou o diploma da vereadora Dagmar de
Lourdes Barbosa (PSB), de Itaúna (MG).

A vereadora foi casada com o ex-prefeito de Itaúna. Mas eles se divorciaram


durante o segundo mandato dele, de 2001 a 2004. O suplente de Dagmar,
Edno José de Oliveira (PPS), recorreu à Justiça para que o mandato dela fosse
cassado e ele assumisse o cargo.

De acordo com o artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal: “São


inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes
consangüíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do presidente da
República, de governador de estado ou território, do Distrito Federal, de
prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao
pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição”.

Na decisão, o ministro citou resposta à Consulta 1.006, em que ficou decidido


que “é inelegível, no território de jurisdição do titular, para concorrer ao
cargo de prefeito municipal, ex-cônjuge de prefeito reeleito, visto que em
algum momento do mandato existiu o vínculo conjugal”.

CCTTA
A 11..442255

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Revista CCoon
nssuullttoorr JJuurrííddiiccoo, 28 de setembro de 2007, 0h00

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