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Candomblé: partículas da história de resistência de uma religião em Londrina

Jamile Carla Baptista (Ciências Sociais – UEL.)


Fabio Lanza (coautor)
jamile_baptista@hotmail.com
Prof. Dr. Fabio Lanza (Ciências Sociais UEL - orientador)
GT 01: “SOCIEDADE, CULTURA E RELIGIOSIDADES"

Resumo
O artigo em questão propõe analisar brevemente a história do Candomblé no Brasil e
também explanar sobre a história dessa religião em Londrina que está localizado no
estado do Paraná. Em particular o Candomblé nessa cidade expressa várias
similaridades com Candomblé do estado de São Paulo, o presente artigo mostra algumas
pistas que nos levam a entender o porquê dessa assimilação. Outro ponto para constar
sobre Candomblé em Londrina é o fato dele ser divido em 3 gerações de casas de Santo,
a primeira com nomes como Pai João considerado um dos primeiros a cultuar os orixás
na cidade, posteriormente a segunda geração é composta por Yá Mukumby, mãe
Cincochê entre outros que são fundamentais para formulação e estruturação da religião
em Londrina, e por fim a terceira geração é composta por mães de santos que são filhas
das casas da segunda geração. Sendo assim podemos analisar a partir das gerações do
Candomblé na cidade compõem um cenário único para compreender o essa religião
como prova de resistência e afirmação da identidade negra.

Palavras Chaves: Candomblé; Londrina; História.

O presente artigo visa traçar um panorama superficial das relações das religiões
de matriz africana, mais precisamente o Candomblé e sua presença na cidade de
Londrina. Contando com uma analise que faz um resgate histórico da formação da
religião em questão no Brasil, e posteriormente elencando personagens que compõem o
cenário complexo e com personagens resistentes dessa religião no norte pioneiro do
Paraná.
Em uma analise superficial sobre as questões das religiões de origem africana no
Brasil podemos identificar dois segmentos importantes: o Candomblé e a Umbanda, o
último surgiu em meados do século XIX tendo como premissa ser uma religião
brasileira, a Umbanda mescla vários fragmentos de religiões até então conhecidas, digo
isso pois, podemos detectar nessa religião fragmentos do catolicismo, do espiritismo de
Alan Kardec e fragmentos dos cultos dos povos animistas de África. Sendo assim
podemos encontrar em uma casa de Umbanda varias referencias aos santos do
catolicismo em seus templos, como também podemos identificar entidades de origem
africana em seus ritos, como por exemplo a saudação a Exús e a outros Orixás do
panteão das religiões de origem africanas. Por fim podemos elencar pontos comuns
entre a Umbanda e o Kardecismo são eles: o fato de acreditar em outras vidas e no fato
de acreditar que a partir da mediunidade o ser pode receber um entidade e se comunicar
com os demais.
Após explanar sobre a Umbanda devemos nos atentar ao fato do Candomblé,
pois é o objeto de estudo deste artigo em questões, partirmos dos pontos gerais e depois
suas particularidades com a cidade de Londrina. Segundo o pesquisador Reginaldo
Prandi o Candomblé teve sua constatação mais evidente após as ultimas levas de negros
oriundos de África que eram traficados para o Brasil com a finalidade de trabalhar nas
cidades e ocupações urbanas do século XIX (PRANDI, 1996). Sendo assim houve uma
maior aproximação entres os negros já enraizados no Brasil e essa aproximação
proporcionou a sistematização do culto a suas divindades. Dessa forma, podemos
identificar as regiões de África que deram as maiores influências ao Candomblé no
Brasil, segundo Anatal Rosenfeld no livro Negro, Macumba e Futebol, é valioso
ressaltar que o Candomblé é uma religião brasileira com fragmentos encontrados no
continente africano:
Entretanto é possível comprovar no Brasil as influências de duas
linhas principais de religiões africanas: a dos negros bantos, que se
originam das partes sul e leste de África (Angola, Congo e
Moçambique); e as religiões dos negros provenientes de territórios
africanos do oeste especialmente da Nigéria, cuja a influência aparece
no Nordeste brasileiro. (ROSENFELD,1993).
A partir da analise da obra de Kabenguele Munanga, houve uma separação de
pessoas oriundas da mesma região da África quando chegaram ao Brasil. O autor afirma
que os senhores de engenho considerava o fato de que se deixassem os negros da
mesma região unidos eles poderiam se organizar mais facilmente. Desse modo podemos
considerar que na sua formação o Candomblé recebeu elementos de vários pontos do
continente Africano. Em analise de campo que realizei em algumas cerimônias de
Candomblé em Londrina – Paraná consegui identificar traços da cultura indígena
existente nessa religião, digo isso ao fato do culto aos caboclos nas cerimônias de
Candomblé, personagem que remete a cultura indígena do norte do Brasil. Sendo assim
podemos afirmar que o Candomblé teve mescla de elementos religiosos e culturais de
vários pontos de África e de várias localidades brasileiras, frisando o caráter da cultura
popular brasileira.
Após explicar alguns pontos da formação do Candomblé podemos destacar três
vertentes dessa religião, são elas o Candomblé de Ketu, Candomblé de Angola e
Candomblé de Jejê. Essas três vertentes são as nações que caracterizam uma
determinada casa de Candomblé. (PRANDI, 1996). Vinculada à determinada nação a
casa segue os preceitos e rituais a partir de sua ligação cultural e religiosa com essa
nação, porém é relevante salientar que essas instituições religiosas também podem
sofrer com influencias de outras nações, devemos destacar a oralidade na composição
dessa religião, digo isso porque as religiões de matriz africana são diferentes das
religiões cristãs que seguem a bíblia e outros escritos sagrados, a grande premissa dessa
religião em si, é seguir a oralidade.
A oralidade é um termo designado para expressar a transmissão do
conhecimento a partir da fala, a oralidade dentro das sociedades africanas tem um papel
singular e único, pois é a partir da oralidade que se transmite os signos que foram
vividos pelos ancestrais e que tem utilidade no modo de encarar a situação do presente,
elementos esses que na maioria das vezes são transmitidos pelos anciões da
comunidade.
Na passagem a seguir podemos identificar como se da à questão da oralidade e
transmissão da premissa de resistência do Candomblé:
“... sobre a transmissão oral dentro do Candomblé é possível perceber que não
se trata apenas de um sistema religioso politeísta de origem africana. Trata-se de
uma forma de resistência que atuou historicamente no Brasil há mais de quatro
séculos e que sobreviveu, com seu legado, mesmo não sendo permitido (no
período colonial ou imperial) ou sofrendo perseguição pelas policias ou elites
políticas durante o período republicano, a partir do século XIX” (LANZA [et
al.] – 2010)

O candomblé utiliza a oralidade para transmitir os seus dogmas, e ritos no


processo de iniciação e perpetuação da religião desde o período da escravatura. Por ser
uma religião oriunda dos negros, podemos identificar que o Candomblé sofreu vários
tipos perseguições para que não se fosse professado sua fé, ou seja, seus cultos sempre
foram perseguidos e negados pelo Estado brasileiro1. Do passado podemos citar as
perseguições de Getulio Vargas no Estado Novo, como um dos atos mais fortes que o
Estado brasileiro se colocou contra o povo de santo. Dentre as perversidades do Estado
na época de Vargas para com o povo de santo foram inúmeras invasões de cerimônias
de Candomblé, também houve prisões dos zeladores dos terreiros. Atualmente esses
fatos ainda são corriqueiros na vida do povo de santo hoje no Brasil. O Estado brasileiro
é co-autor ou até mesmo autor desse genocídio religioso em relação as religiões de
matriz africana. E também valido ressaltar que outras religiões cristas além do
catolicismo compactuam com essa questão, vide exemplo que Vagner Gonçalves da
Silva cita em seu livro:
O livro Orixás, Caboclos & Guias – Deuses ou Demônios? É outra publicação
que vem sendo questionada na Justiça. Na Bahia, a Procuradoria Estadual
enviou à Procuradoria da República um pedido para retirar de circulação o livro
considerando seu caráter ofensivo às religiões afro-brasileiras.(Silva, 2007)
Devemos elencar que esse livro citado acima foi escrito pelo Pastor da Igreja
Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, e seu conteúdo é considerado extremamente
ofensivo aos praticantes dos cultos de matriz africana, pois nele todo e qualquer tipo de
entidade é assimilado ao demônio, sendo assim, a figura do negro também é vinculada a
esse tipo de afirmação.
Após esse breve histórico de vida e resistência do Candomblé no Brasil, gostaria
de apresentar os seguintes dados apresentados pelo IBGE 2010, 0,45% da população se
auto declara como adeptos de religiões afro-brasileiras, ou seja, essa parcela da
população comporta os adeptos de Umbanda, Candomblé, Quimbanda e demais
religiões que cultuam a presença das entidades de África. Fato notório em ressaltar que
no SENSO de 2000 as religiões de matriz africana nem eram consideradas categorias a
serem expressas pelos dados do IBGE, mediante ao crescimento e demandas fizeram
que surgissem dentro dos parâmetros do IBGE essa nova classificação.
Mediante a esses dados e depois de algumas reflexões traçarei um paralelo entre
a história do Candomblé no Brasil e mostrar como essa religião de resistência negra
veio compor o cenário de Londrina.

1
Segundo justificativa eram cultos aos demônios e por partilhar de um Estado que se diz
laico mais com fortes influencias cristãs, o Brasil perseguiu e persegue até hoje os
praticantes Candomblé.
O Candomblé em Londrina.
As falarmos de religiões de matriz africana em Londrina, devemos nos tentar
que ela deriva; a Umbanda e Candomblé. Irei explanar de maneira bem simples a
importância que a Umbanda tem para caracterizar o cenário do Candomblé em
Londrina. A grande maioria, segundo pesquisa de Sérgio Aldofo realizada em 1997
indica que os zeladores de casas de santo na cidade, primeiramente foram praticantes da
Umbanda, em passagem do livro YáMukumby: vida de Vilma Santos de Oliveira,
podemos identificar como isso é fato notório e comum aos zeladores de Londrina:

Ela me levava, freqüentei, fazia tratamento lá no centro, tudo, e daí eu comecei


a freqüentar a religião. Na verdade não era o Candomblé, era Umbanda, e
depois a partir daí, eu me identifiquei. Eu conheci também, mais tarde, um
pouquinho do Candomblé, aí já tinha mais noção, eu identifiquei mesmo.
(LANZA [et al.] – 2010)

Após entendermos a ligação dos zeladores do Candomblé londrina com a


Umbanda, devemos tentar entender como se deu a formação da cidade de Londrina, e
entender principalmente o seu contexto histórico. Os pontos aqui levantados a seguir
correspondem a uma analise de pesquisa feita em alguns textos e dados coletados até os
anos 2000. Sendo assim essa primeira explanação nasce do estudo de alguns textos
sobre o tema, esses textos me permitem analisar um primeiro cenário até os anos 2000.
Segundo o pesquisador Sergio Adolfo, o candomblé em Londrina pode ser encontrado
como estrutura religiosa em meados dos anos de 1950, porém como é notório ressaltar
Londrina tem “sua formação” enquanto cidade em 1934. A Companhia de Terras do
Norte do Paraná em meados dos anos trinta promovia o loteamento de terras no norte do
Paraná aonde futuramente se localizaria Londrina. Para efetivar os lotes, a Companhias
de Terra do Norte do Paraná faziam uma grande propaganda de que aqui era uma terra
próspera que daria condições para todos os que se aventurassem, sendo assim conseguiam mão
de obra barata, e para exemplificar quem compunha a essa escala no trabalho na maioria
das vezes eram os negros.
No que tange a religiosidade e a população negra é necessário entender que nem
todo negro é candomblecista. Porém com o passar do tempo notamos que as primeiras
casas de candomblé em Londrina surgiram em 1950, porém como explica Adolfo
(1997), os cultos aos orixás eram processados desde muito anos antes:
O Candomblé parece ter presença segura em Londrina, como atividade
organizada, desde a década de 50, sendo provável, no entanto, que
pessoas ligadas a esta atividade religiosa a praticavam, de maneira
informal, já desde muitos anos antes. (Aldofo, 1997)

É constatável que os terreiros de Candomblé existentes na cidade estão


localizados nas áreas periféricas das regiões urbanas em questão. Em um levantamento
é notório o fato que esses espaços de cultos estão localizados a margem da cidade,
sendo assim, devemos salientar a questão do preconceito racial, de classe em relação à
implantação das casas, preconceito associado ao imaginário popular cristão e branco
que produziu um processo de marginalização dos cultos aos orixás e seus lugares de
profissão da fé.
Ao voltar meus olhos para os estudos existentes sobre o Candomblé de Londrina
até 2000, posso afirmar da seguinte maneira, existem até os final do século passado 3
gerações de casas de santo2 em Londrina. A primeira geração caracteriza pela existência
de duas casas de santo, que segundo as pesquisas do Sergio Adolfo (1997) são as casas
de Pai João que praticava o cultuo aos Orixás nas duas vertentes das religiões de matriz
africana, ou seja, ele realizava culto no Candomblé e na Umbanda, a casa de Pai João se
localizava onde hoje é o Jardim Tókio. A outra casa é a de Mãe Jacinta, a informação é
que seu terreiro é onde se localiza na Zona Leste de Londrina, mas especifico na Vila
Fraternidade.
Em um segundo momento, que podemos nomear de segunda geraçãoapresenta-
se com as seguintes personalidades: Mãe Ciconchê, Koifá, YáMukumby e Tata
Meluango. Mãe Ciconchê pode ser considerada uma das primeiras expoentes dessa
segunda geração de casa de santos de Londrina, instalou sua casa em meados de 1977, é
valido ressaltar a presença de Mãe Ciconchê, pois ela inaugura uma formula de casa de
santo que será quase um padrão no decorrer dos anos seguintes, ou seja, ela oriunda de
São Paulo, trás de lá suas influências de processar a fé, fato esse que será notado em
quase todas as outras casas de santo, a presença forte de processar o Candomblé aos
modelos de São Paulo, posteriormente faremos uma discussão maior sobre o tema.
YáMukumby também se encaixa nos modelos de Mãe Ciconchê, seu pai de
Santo Oyá Doessibelé, é oriundo do interior de São Paulo podemos conferir no livro Yá

2
Fazer uma explicação de casa de santo
Mukumby: a vida de Vilma Santos de Oliveira percebemos que sua feitura de santo se
deu em Jacarezinho, cidade da divisa entre São Paulo e Paraná.
Por fim Tatá Meluango que juntamente com sua companheira fundaram a casa
de Santo da nação Angola com a linhagem da família Viva Deus. Tatá Meluango e sua
companheira Mãe LóiaKatu, são pessoas fundamentais para entender a questão do
Candomblé em Londrina, pois dão origem a linhagem de casas de família Viva Deus
que são contabilizadas em grande números na cidade, são filhas dessa casas segundo
Sergio Adolfo (1997):
O Viva-Deus de Londrina, foi fundado por Tata Meluango, feito no Santo ainda
menino, na sua terra natal, Alagoas, Depois de viver anos na Bahia, onde
conheceu sua primeira esposa, MametoMulunda, filha de Santo de Tata
Feliciano, do Viva Deus de Salvador, veio para São Paulo, onde junto com ela
fundou o Viva Deus de São Paulo, em 1971. Quando eles se separam, Tata
Meluango veio para Londrina e aqui, com sua segunda esposa, LóiaKatu,
fundou o Viva Deus de Londrina, em 1986. São filhas diretas dessa casa, as
roças de Mãe KaiáSuté, KaiáUnde, Mãe Ominitá e Pai Matambelê. (Adolfo,
1997)
Outro expoente dessa segunda geração é Koifá que vem para quebrar essa
dinastia de casas de Candomblé de Angola, sendo assim pai Koifá de Logunedé é o
precursor das casas Ketu em Londrina. E que segundo o mesmo, tem ligações diretas
com a casa de Mãe Menina do Gantois.
A terceira geração das mães de santo de Londrina, são compostas por nomes
como: Lufanha, Balessi, Oiá-Baramim, Zazi, Oju-Omin, Ominitá, KaiáSuté, KaiáAndê.
As considerações finais deste artigo posso apenas concluir sobre as duas
primeiras gerações que compõem a questão histórica do Candomblé em Londrina, pois
ainda estou com primeiras aproximações com as casas da terceira geração, as
informações que compõem esse artigo servem pra contar como se deu a formação
histórica do Candomblé em Londrina e qual a sua importância hoje no cenário de luta e
afirmação da cultura e da religião oriundas de África. Esses nomes até então citados
aqui da primeira e segunda geração são marcos históricos na questão da resistência de
sua religião e de sua cultura e são geradoras de novas casas de Candomblé, e fato esse
que influencia diretamente no aumento aos adeptos dos que se declaram
candomblecistas como explicita os dados do IBGE que revelam que 0,45% da
população já se declara como adeptos das religiões de matriz africana, quebrando assim
um paradigma hegemônico, cristão, ocidental.

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