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TORTORA • FUNKE • CASE

Microbiologia
B.E Pruitt & Jane J. Stein

Anatomia Funcional das Células


Procariontes

plinionaves@yahoo.com.br
Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings
Principais diferenças entres as células
Morfologia

• Tamanho médio: 0,2 -1,0 µm  2 - 8 µm


• Formas básicas:
Bacilos
Cocos Espirais
Formas não usuais
• A maioria é monomórfica
• Algumas são pleomórficas
Arranjos

• Pares:
diplococos,
diplobacilos

• Cacho:
estafilococos

• Cadeias:
estreptococos,
estreptobacilos
Célula Procarionte
Estruturas celulares

• Organelas

• Básicas – essenciais, são responsáveis por funções


vitais

• Acessórias – aumentam o poder de VIRULÊNCIA


Cápsula
• Estrutura acessória
• Externa a parede
celular
• Aumenta a adesão
em determinados
substratos
• Dificulta a fagocitose
– torna a bactéria
mais resistente ao
sistema imune

Figure 4.6a, b
CÁPSULA - Glicocálice
Antígeno K

-Polímero gelatinoso situado externamente à parede celular: Cápsula / Camada Viscosa


-Formado de polissacarídeo, polipeptídeo ou ambos

PSE (EPS) – Polissacarídeo extracelular

Coloração negativa com tinta Nanquim (corante ácido)

Streptococcus pneumoniae
Glicocálice
- Funções:

Fator de virulência – Streptococcus pneumoniae

Resistência a fagocitose – Klebsiela pneumoniae

Resistência a dessecação – estrutura hidratada

Proteção contra bacteriófagos

Estrutura de adesão – Streptococcus mutans:


Colonizador primário da placa dental
Produtor exímio de Polissacarídeo Extracelular (Dextrana)
Bactéria acidófila
Placa dentária
Biofilme
PLACA DENTÁRIA
Flagelo

• Confere motilidade
• Constituído por
cadeias de flagelina
• Ancorado na parede
celular – corpo basal
• Movimento giratório –
gancho
• Critério taxonômico –
classificação
bacteriana

Figure 4.8
Figure 4.8
Arranjos flagelares

Figure 4.7
• Rotação do flagelo
• Movimento a favor ou contra um estímulo (taxia)
• Identificação antigênica de bactérias patogênicas
por proteínas flagelares (E. coli O157:H7)
TAXIA

Movimento direcionado por um sinal químico (quimiotaxia) ou físico


(fototaxia)
Filamentos Axiais
• Endoflagelo
• Presentes em
espiroquetas
• Preso nas
extremidades da
célula
• A sua rotação
causa o
movimento
celular

Figure 4.10a
FLAGELOS E CÍLIOS EM EUCARIONTES

São formados por tubulina


Envoltos pela membrana citoplasmática
Apresentam movimento ondulante Epitélio ciliado
traquéia
Movimento ondulante

Euglena sp.

Paramecium sp.
Fímbrias
• Aumentam a adesão
e a superfície de
absorção
• Alguns são ocos – pili
• O pili permite a
transferência de DNA
de uma bactéria para
outra.

Figure 4.11
FÍMBRIAS

Apêndices filamentosos curtos envolvidos na adesão bacteriana


encontrados em Gram-negativos

Formadas pela proteína pilina

Apresentam na extremidade proteínas envolvidas no


reconhecimento de receptores celulares: adesinas

E. coli E. coli
Parede celular
Peptideoglicana
Polímero de disacarídeos
N-acetilglicosamina (NAG) & ácido N-acetilmurâmico (NAM)
Ligados por polipeptídeos

Figure 4.6a, b
PC Gram-positiva

• Camada espessa de
peptidoglicano (80-
90% do peso seco da
PC)
• Ácidos teicóicos
• Em bactérias álcool
ácido resistentes,
contém ácido micólico
- micobactérias
Parede das bactérias Gram-Positivas
• Ácidos teicóicos:
• Projeções ancoradas na membrana celular e na
parede (peptidioglicano)
• Podem regular o movimento de cátions
• Os polissacarídeos fornecem variações antigênicas

Figure 4.13b
PC Gram-negativa
• Camada fina de peptidioglicano
(10-20% do peso seco da PC)
• Membrana externa
• Menos resistente a trações mecânicas

Endotoxina
Parede das bactérias Gram-Negativas

• Membrana Externa
• Lipopolissacarídeos (LPS), lipoproteínas e
fosfolipideos.
• Espaço periplasmático – entre a membrana externa
e a plasmática.
• Proteção contra fagocitose, complemento e
antibióticos.
• Polissacarídeo O - antígeno, E. coli O157:H7.
• Lipídeo A parte tóxica - endotoxina.
• Porinas (proteínas canais)
Coloração de Gram

• Hans Christian Gram (1884) –


coloração diferencial
• Bactérias G+ - ROXAS
• Bactérias G- - ROSAS
Mecanismo da Coloração de Gram
Membrana Citoplasmática
• Bicamada
fosfolipídica
• Proteínas
periféricas
• Proteínas
integrais
• Proteínas
transmembrana

Figure 4.14a
Membrana Citoplasmática
• Permeabilidade seletiva
– permite a entrada e a
saída de moléculas
• Possui enzimas para a
produção de ATP
• Nas bactérias
fotossintetizantes,
contém pigmentos
fotossintéticos em
dobras denominadas
cromatóforos ou
tilacóides

Figure 4.14b
Citoplasma
• Substância dentro da célula

Figure 4.6a, b
Nucleóide
• Área nuclear

Figure 4.6a, b
Plasmídeos

• Material genético extracromossomal


• Carreiam genes de resistência e de virulência
(produção de toxinas)
Ribossomos
• Síntese de proteínas

Figure 4.6a, b
Inclusões citoplasmáticas

• Reserva de nutrientes e de energia


Esporos
• Estruturas de resistência à dessecação, calor e
agentes químicos
• Também são denominados endósporos
• Formadas pelo processo de esporulação em bactérias
dos gêneros Bacillus, Clostridium e outras
• Germinação é o processo de retorno ao estado
vegetativo
ESPORULAÇÃO

ESPOROS
BACTERIANOS

Forma de resistência de
bactérias Gram-positivas

São estruturas altamente


desidratadas resistentes
ao calor, agentes químicos
e radiação

Não são estruturas de


reprodução
ESPOROS DE FUNGOS

Menos resistentes do que os bacterianos

Apresentam menor longevidade do que os bacterianos

Servem a reprodução do fungo

Grande produção por organismo

ESPORO

ESPORANGIÓFORO

Penicillium sp.
Aspergillus sp.
CÉLULAS EUCARIÓTICAS

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Capítulo 4
Páginas 126-135