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OPH-003-2017-Niiwanane

Niiwanane, Serviços de HIV de Base Comunitária

Estratégia do Projecto
Identificação de novos Activistas: Para além dos activistas do projecto anterior, a Niiwanane
ira identificar novos de acordo com os critérios definidos.

Formação / treinamento dos activistas: A Niiwanane ira recrutar capacitar, e prestar


assistência técnica a activistas para apoiar as COVs, realizando a avaliação das necessidades
das crianças usando a matriz de apoio a criança, elaborar planos de acção e providenciar
cuidados centrados na família, através de visitas domiciliarias. A Niiwanane irá garantir que os
activistas interagem e negociam responsabilidades com os cuidadores durante as visitas
domiciliárias para promover uma maior consciência sobre as responsabilidades destes e
aumentar o seu conhecimento e capacidade de cuidar das crianças, reduzindo desta forma a
dependência da OCB e de outras acções de caridade.

Estabelecer e apoiar uma plataforma comunitária: A Niiwanane irá criar e capacitar uma
plataforma comunitária dinâmica e ágil, constituída por actores locais-chave, criando uma
abordagem sustentável aos cuidados das crianças para o longo prazo. Os actores incluirão
OCBs, líderes comunitários, técnicos de instituições governamentais, membros influentes da
comunidade, comités comunitários e outras instituições locais que apoiam as famílias
vulneráveis. A Niiwanane providenciará treinamento aos membros da plataforma para criar
um ambiente de apoio e realizar a gestão de casos de COVs com o objetivo de que as
comunidades assumem gradualmente mais responsabilidade.

Identificação de público-alvo: A Niiwanane irá trabalhar com as unidades sanitárias, escolas,


INAS e comités comunitários para a identificação das crianças que reúnem os critérios de
elegibilidade. A elegibilidade será determinada por uma combinação de critérios pré-
determinados pelo MGCAS e dos critérios definidos no exercício de consulta com os líderes
comunitários.

Prestar cuidados centrados na família: O projecto da Niiwanane estará baseado na abordagem


centrada na família, apoiando a premissa de que as crianças não podem ser vistas
isoladamente de seus cuidadores. Atendimento de crianças sem abordar as necessidades dos
cuidadores não produziria o resultado desejado para as crianças, visto que o bem-estar dos
cuidadores influencia o das crianças. Paralelemente a inclusão dos cuidadores contribuirá para
a gradual da intensidade das COVs.

Criação e manutenção de redes de referência: A Niiwanane facilitará o acesso das COVs aos
serviços governamentais e não-governamentais existentes. As necessidades das COVs são
diversificadas e complexas, e as organizações não têm recursos suficientes para providenciar
todos os serviços de que uma criança necessita. A Niiwanane irá identificar e mapear potenciais
prestadores de serviços na comunidade, estabelecer e sempre que possível - formalizar
relações, assinando MdE para prestar serviços complementares as COVs através de
referências.

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Niiwanane, Serviços de HIV de Base Comunitária

1.1 Objectivos

Objectivo Geral: Maior cobertura de serviços de HIV comunitário de grande impacto e


baseados em evidências

OE1. Fortalecer serviços de HIV comunitários

R1.1. Maior acesso aos serviços de HIV comunitários - Maior acesso a informação
sobre prevenção e tratamento do HIV e aos serviços comunitários de ATS
A 1.1.1. Formação de 34 Animadores Comunitários sobre temas de prevenção do HIV,
testagem, pré-TARV e TARV. Serão capacitados 15 Animadores em temas relacionados com a
prevenção do HIV, Planeamento familiar, sexualidade, ATSC, Pré-TARV e TARV, Género e
Técnicas de Facilitação e Comunicação, durante 5 dias em cada um dos Distritos. A estratégia
de formação vai ser de incluir mais 2 Animadores a mais em cada Distrito para garantir a
disponibilidade de pessoal “suplente” treinado para fazer face a eventuais substituições. Por
essa razão serão capacitados 34 animadores nos 2 Distritos e anualmente serão feitas
reciclagens com o objectivo de suprir as dificuldades em conteúdos e técnicas de facilitação
que existam mesmo depois da assistência técnica e o número de dias da reciclagem vai se
adequar às necessidades identificadas. Niiwanane conta com a flexibilidade da Ophavela
para providenciar formação e para a revisão do actual Manual de Sessões que actualmente
dispõe de 4 sessões, nomeadamente: Sexualidade, Planeamento Familiar e Infecções de
Transmissão Sexual, HIV e SIDA e Aconselhamento e Testagem em Saúde (ATS), Adesão ao
Tratamento e Violência Baseada no Género (VBG). O Manual será revisto para ter 9 sessões
para permitir maior tempo para debates entre o grupo alvo e para exposição de temas de
interesse deste grupo alvo que concorrerão para criar um ambiente favorável para a retenção
e adesão no tratamento.

A Niiwanane em coordenação com a Ophavela irão desenhar um perfil e, questionário que


facilitaria a definição dos critérios de selecção de animadores e activistas. Os líderes irão
identificar animadores e activistas com base no perfil para a equipe da Niiwanane submeter os
candidatos ao teste escrito e entrevista para se fazer a pré selecção dos que reuniam os
requisitos para serem apresentados novamente aos líderes. Em Rapale iremos selecionar
animadores da Associação mas, onde não existe associação deverá ser identificado na
comunidade. Antes do encontro os técnicos de retenção e conselheiros de ATSc (Atendimento
e Testagem em Saúde Comunitária) deverão assegura e comunicar ao supervisor a confirmação
do encontro.

A formação irá ser dado em dois momentos:


1º - A Niiwanane deverá organiza a logística para deslocar 9 Animadores, 1 suplente,
conselheiro de ATSC, Técnico de Retenção de Anchilo. Também, irão participar 6 animadores,
1 suplente + staff (Conselheiro de ATS + Técnico de Retenção + Director Executivo, Gestor
de Programas, Técnico de M&A, Técnico de PCR) + 2 formadores + 1 oficial da Ophavela. 2º
- A Niiwanane deverá organiza a logística para deslocar 9 Animadores, 1 suplente, conselheiro
de ATSC, Técnico de Retenção de Rapale. Também, irão participar 6 animadores, 1 suplente
+ staff (Conselheiro de ATS + Técnico de Retenção + Director Executivo, Gestor de
Programas, Técnico de M&A, Técnico de PCR) + 2 formadores + 1 oficial da Ophavela.

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A 1.1.2. Realizar sessões de debate com membros dos grupos de poupança por ano. As sessões
serão conduzidas por animadores comunitários, uma vez por semana num período de 2 meses
e uma semana, considerando-se assim o período como sendo um ciclo e estarão integradas no
processo normal de funcionamento dos GCPE’s que prevê que cada grupo tenha em média 15
participantes tanto mulheres como homens. Cada sessão de debate será realizada no
seguimento de actividades de poupança e empréstimo dentro dos grupos. Para considerar-se
atingido, um membro do grupo deverá participar activamente em pelo menos 80% das sessões,
em conformidade com o indicador da OPHAVELA utilizado para definir o nível de participação
nas actividades de poupança e empréstimo. As sessões serão planificadas nos encontros
semanais com apoio do animador chefe e mensalmente com o apoio do Técnico de Retenção
e Conselheiro.

Antes dos animadores darem inicio a sessão de debates, a conselheira de ATSc e Técnica de
retenção ou PCR, irão participar num dos encontros do grupo de PCR (com o líder
comunitário e animador da circulo) para apresentar o programa de sessões de debates e o
animador. No final teremos o comprometimento do grupo em participar regularmente nas
sessões de debate (Conselheira de ATSc, Técnica de retenção ou PCR irão planificar as datas
das sessões de debates de acordo com os dias da semana que cada grupo se reúne para
poupança). A monitoria sera feita pelo técnico de retenção a 4 grupos por semana.

N.B: O distrito de Nampula que terá 12 animadores com 4 grupos cada/ano, se prevê atingir
48 grupos de 20 pessoas cada = 960 pessoas. O distrito de Rapale terá 18 animadores com 4
grupos cada/ano, se prevê atingir 72 grupos de 20 pessoas cada = 1440 pessoas.

As Associações de Animadores são organizações de base comunitárias legais constituidas por


voluntários comunitarios treinados e capacitados pela Ophavela como sua estrategia de
transferência de conhecimentos e boas praticas para a comunidade bem como estrategia de
sustentabilidade, assegurando a continuidade após o término das suas intervenções. Estes
promovem serviços de microfinanças, debates sobre o HIV e SIDA, género bem como fazem
ligação dos grupos de PCR com diferentes serviços não financeiro na comunitários,
demosntrando uma forte.

A estrategia de entrada na comunidade esta acente nesta estrutura comunitaria atraves das
sessões de debate nos grupos de PCR para as ATS-C. Para assegurar o seu funcionamento,
prevê se acções de fortalecimento e consolidação das Associações de Animadores atraves de
capacitações, subsideo de 15.000Mts mensal para o seu funcionamento, especificameente
encontros mensais de planificação de actividades de campo, análise de questões internas
relacionadas com o seu associativismo. A associação, será feito um treinamento aos animadores
locais materia de Associativismo, Governacao, Lideranca e Gestão.

A 1.1.3. Oferecer serviços de ATSC aos membros de grupos de poupança e crédito rotativo.
As sessões dinamizadas pelos animadores incluiem uma sessão de mobilização dos membros
dos grupos para o aconselhamento e testagem em saúde. Ainda nesta sessão planifica-se a ida
do Conselheiro da Niiwanane para a realização da testagem para os membros do grupo. Os

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membros do grupo de PCR testados HIV+ serão referidos a US para confirmar o resultado e
será feita a monitoria de sua chegada junto do Activista Chefe.

A 1.1.4. Apoiar ao membro do grupo de poupança testado positivo a revelar o seu estado à
sua família e oferecer serviços de testagem aos outros membros da família. O Conselheiro irá
prestar apoio aos membros de grupos de PCR testados HIV+ através de visitas combinadas
para que revelem o seu estado serológico à familia. Nestas visitas será disponibilizado o serviço
de ATS para a família.

R1.2. Melhorado o acesso das PVHS ao apoiopsicossocial e aos serviços de


fortalecimento económico
A 1.2.1. Sensibilizar as PVHS sobre a importância de se juntar em grupos de apoio comunitário
(GAACs, M2M, outros). Durante o contacto com os beneficiários testados, buscados e outros,
conselheiros e activistas irão falar sobre as vantagens de fazerem parte de GAACs e vão
sensibilizar para que estes sejam avaliados na unidade sanitária. Paralelamente a isso, a
Niiwanane irá apoiar as unidades sanitárias a identificar pessoas que podem fazer parte dos
GAACs. A Niiwanane irá dar apoio aos GAACs depois de estes serem formados para que
funcionem bem.

A 1.2.2. Realizar encontros com membros dos GAACs para falar sobre a revelação. A Unidade
Sanitária vai solicitar permissão dos membros do GAAC para que os conselheiros possam
contactar os membros de GAAC considerados também de Index patient para a marcação de
um encontro com o Grupo pois deve ser respeitada a questão da confidencialidade. As visitas
aos grupos serão para sensibilizá-los sobre a importância da revelação do estado serológico às
suas famílias.

A 1.2.3. Apoiar ao membro do GAAC, Index patient, a revelar o seu estado à sua família e
oferecer serviços de testagem aos outros membros da família. Durante os encontros aos
membros de GAAC o conselheiro irá mobilizá-los para testar a família. Havendo
consentimento entre o membro do GAAC e o conselheiro, será marcado o dia para a testagem
de membros de sua família.

A 1.2.4. Capacitar 34 Animadores em técnicas de PCR. Durante 5 dias de formação, 17


animadores, em cada um dos distritos, serão submetidos a uma formação na metodologia de
poupança e crédito rotativo. A formação incluirá aspectos de mobilização de comunitária e
estimulo a membros de grupos para as acções de empreendedorismo local a partir dos
recursos ganhos com a sua integração nos grupos de poupança. A mobilização para a criação
de novos grupos que deverá incluir as PVHS provenientes de GAACs, grupos de M2M, pessoas
buscadas e outras PVHS resultantes de outras entradas nas unidades sanitárias para que façam
parte destes grupos de poupança como forma de melhorar a sua condição económica e da sua
familia. Importa sublinhar que as PVHS serão mobilizadas junto de suass comunidades como
forma de estarem integradas evitando assim a criação de grupos isolados.

A 1.2.5. Mobilizar membros de GAACs, M2M, pessoas buscadas e outras entradas das US para
integração em grupos de PCR. Para o reforço da adesão e retenção de PVHS nas comunidades
a Niiwanane prevê a criação de novos grupos de poupança nas comunidades abrangidas pelo

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projecto. Os grupos deverão integrar PVHS provenientes dos GAACs, M2M e Outras entradas
de PVHS das Unidades sanitárias em grupos de PCR comunitários que os juntarão com outros
membros da comunidade. Nestes grupos, serão igualmente promovidas acções de Geração de
renda (empreendedorismo) que permitam o reforço financeiros dos mesmos. Em algumas
sessões de poupança, serão discutidas oportunidades de negócio de nível local possíveis de
realizar a partir dos empréstimos que poderão ter acesso a patir dos grupos.

R1.3.Ambiente comunitário tornado menos estigmatizante e mais favorável à


testagem e retenção
A 1.3.1. Encontros de apresentação e fecho do Projecto junto do Governo, parceiros, das
lideranças comunitárias, pessoas influentes e beneficiários. Através de encontros públicos
separados, a equipa da Niiwanane irá proceder a apresentação do Projecto. Ao nível Distrital,
o Gestor de programas, irá apresentar junto das Autoridades Administrativas e Comunitárias
em sessões separadas. Para o fecho, será feita uma sessão geral na Cidade de Nampula que
contará com a presença de representantes de todos os actores chaves envolvidos nas acções
do projecto. Esta sessão contará com a presença das Autoridades Administrativas Provinciais,
Representantes das Autoridades Locais, beneficiários entre outros parceiros.
No distrito de Nampula o projecto será apresentado aos chefes dos Postos Administrativos
de Napipine (Napipine e Carrupeia); Natikire (Murrapaniua); Muatala (Mutauanha); Muhala
(Namutequeliua); Namikopo (Namikopo) e, no distrito de Rapale o projecto será apresentado
nos Postos Administrativos de Rapale (Namiraua, Namuali, Milicua, Rapale Sede, Cuhare) e
Anchilo (Mareca, Anchilo Sede, Sede Antiga-Nassapo, Natulo A, Natulo B, Nulone,
Mphexacopo), Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Accão Social, Núcleo Provincial de
Combate ao HIV e SIDA. Também, serão envolvidos os chefes das direcções sociais de cada
posto administrativo, chefe de cada bairro.

Neste encontro iremos aproveitar a oportunidade para marcamos encontros com os outros
líderes influentes dos comunitários (conjuntamente) para apresentar e aprovar o perfil de
animadores e activistas que podem colaborar com projecto (a Niiwanane em coordenação com
a Ophavela irão desenhar/idealizou um perfil e, questionário que facilitaria a definição dos
critérios de selecção de animadores e activistas).

Para a realização destes encontros serão criadas condições logísticas tais como transporte para
os líderes das suas comunidades para o local do encontro, lanche para os participantes e
combustível para os gestores se deslocarem ao local do encontro. Estes encontros irão
decorrer na sede de cada posto administrativo ou distrito.
N.B: Distrito de Nampula: 5 chefes dos postos administrativos e 5 chefes das direcções sociais
dos respectivos postos, 6 secretários dos bairros, 2 pessoas dos Serviços Distrital de Saúde,
Mulher e Accão Social e 1 pessoa do Núcleo Provincial de Combate ao HIV e SIDA = 19
pessoas. Distrito de Rapale: 1 chefes dos postos administrativos e 1 chefes das direcções sociais
dos respectivos posto, 1 chefe da localidade, 5 líderes dos bairros, 2 pessoas dos Serviços
Distrital de Saúde, Mulher e Accão Social = 10 pessoas. Distrito de Anchilo: 1 chefes dos postos
administrativos e 1 chefes das direcções sociais dos respectivos posto, 1 chefe da localidade, 7
líderes dos bairros, 2 pessoas dos Serviços Distrital de Saúde, Mulher e Accão Social = 12
pessoas.

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A 1.3.2. Sessões de capacitação aos 60 Lideres Comunitários sobre adesão e retenção nos
cuidados e tratamentos com inclusão de temas sobre a prevenção do HIV, testagem, VBG, pré-
TARV e TARV. Para a realização desta actividade o Projecto irá mobilizar os líderes locais e
pessoas influentes das comunidades. Estes encontros serão conduzidos pelo Técnico de
Retenção e irão decorrer na sede de cada posto administrativo, em cada distrito. O objectivo
destes encontros é promover discussões sobre adesão e retenção nos cuidados e tratamentos
visando aumentar o seu nível de conhecimentos para facilitar o processo de desmistificação de
mitos, crenças bem como valores culturais e religiosos. Ainda nestas sessões será abordada a
ligação entre aspectos de Violência Baseada no Género na perspectiva socio-cultural local e a
sua influência na adesão e retenção no TARV. No fim, cada Líder receber apoio do Técnico de
retenção para elaborar e apresentar um plano de seguimento das actividades onde demonstra
onde e como fará a disseminação das mensagens e será responsabilidade deste Técnico de
retenção dar assistência ao grupo dos líderes. O Manual de Sessões dos Animadores deverá
ser adaptado e adequado a um Guião de Orientação para a disseminação de mensagens dos
líderes. Esta actividade deverá ser feita pela Ophavela e a formação será repetida anualmente
em forma de reciclagem.

O Técnico de retenção irá mobilizar e capacitar 20 líderes locais e pessoas influentes das
comunidades de cada zona (Cidade de Nampula, Anchilo e Rapale) próximas da Unidade
sanitária 1º de Maio e 25 de Setembros na Cidade de Nampula, Anchilo e Rapale.

Objectivo 2 Fortalecer o sistema de referência e ligação de serviços comunitários


de HIV
Resultado 2.1. Sistema de referência e ligação de serviços comunitários de HIV
fortalecidos
A 2.1.1. Formar os 24 activistas sobre temas de prevenção do HIV, ATS-C, Pré-TARV e TARV
incluindo informação sobre alimentação, nutrição, apoio psicossocial sobre adesão e educação
para o tratamento, visitas domiciliarias, divulgação do estado serológico e ligação aos grupos
de apoio. Com a assistência e facilitação da ANEMO, durante 5 dias serão treinados 12
activistas por Distrito. A estratégia de formação vai ser acrescido mais 2 Activistas em cada
Distrito para garantir a disponibilidade de pessoal “suplente” treinado para fazer face a
eventuais substituições. Por essa razão serão capacitados 24 activistas nos 2 Distritos. Destes,
2 serão considerados suplentes, outros 2 serão os supervisores de activistas. Os restantes 10
serão os que irão realizar as actividades. Para cada Unidade Sanitária serão alocados 5 activistas
e 1 supervisores de activistas e as formações irão decorrer por Distrito. Para a formação será
revisto o manual de activistas da fase piloto. Tal como foi verificado no processo anterior, o
Manual deverá estar de acordo com os padrões e recomendações do Curriculum para a
Formação dos Provedores de Cuidados Integrados da ANEMO, aprovado pelo Ministério da
Saúde em Coordenação com a USAID e a DPS.
Com o facilitador contratado pela Ophavela e, com a facilitação a decorrer no Distrito de
Nampula. Os activistas, conselheiros de ATSC e técnicos de retenção de Anchilo e Rapale
deverão se deslocar a Nampula todos dias para assistir a formação. A formação irá ser dado
em dois momentos: 1º A Niiwanane deverá organiza a logística para deslocar os 5 Activistas,
1 suplente, conselheiro de ATSC, técnico de retenção, supervisora de activistas de Anchilo.

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Também, irão participar 5 activistas, 1 suplente + O staff (Conselheiro de ATS, Técnico de


Retenção, supervisora de activistas+ Director Executivo, Gestor de Programas, Técnico de
M&A, Técnico de PCR) + 2 formador + 1 oficial da Ophavela, do distrito de Nampula. 2º - A
Niiwanane deverá organiza a logística para deslocar os 5 Activistas, 1 suplente, conselheiro de
ATSC, técnico de retenção, supervisora de activistas de Rapale. Também, irão participar 5
activistas, 1 suplente + O staff (Conselheiro de ATS, Técnico de Retenção, supervisora de
activistas+ Director Executivo, Gestor de Programas, Técnico de M&A, Técnico de PCR) + 2
formador + 1 oficial da Ophavela, do distrito de Nampula.

A 2.1.2: Realizar encontros com pacientes testados positivos na unidade sanitária para falar
sobre revelação. A partir da Unidade Sanitária os conselheiros irão contactar pacientes
testados positivos na Unidade sanitária e para a marcação de um encontro. Nestes encontros
serão para sensibilizados sobre a importância da revelação do estado serológico às suas famílias.

A 2.1.3: Apoiar aos pacientes testados positivos na Unidade sanitária, a revelar o seu estado à
sua familia e oferecer serviços de testagem aos outros membros da família. Aos pacientes
testados positivos na Unidade sanitária, os activistas irão realizar visitas de acompanhamento
nas quais serão sensibilizados e apoiados a revelarem o seu estado serológico à familia.
Havendo consentimento por parte destes pacientes e coordenação com o conselheiro, será
marcado o dia para a testagem na familia.

A 2.1.4. Realizar buscas activas para pacientes faltosos ou que abandonaram o tratamento e
falar sobre a relevação. Deverão ser efectuadas Buscas Activas, em coordenação com as US,
onde mensalmente, cada Activista, irá trabalhar com uma lista de 10 pacientes, que
abandonaram o TARV na US. As pessoas buscadas serão sensibilizadas sobre a importância da
revelação do seu estado serológico as suas famílias. Para flexibilizar e coordenar a recepção de
pacientes buscados e outras referêcia emitidas pelos activistas do projecto, será colocado um
activista chefe em cada uma das US para apoiar na recepção e orientação das PVHS referidas a
partir das testagens dos grupos de PCR, GAAC, M2M ou outras entradas da US e facilitar a
Busca Activa.

A 2.1.5. Apoiar aos pacientes buscados, a revelar o seu estado à sua familia e oferecer serviços
de testagem aos outros membros da família. Aos pacientes buscados, os activistas irão realizar
visitas de acompanhamento nas quais serão sensibilizados e apoiados a revelarem o seu estado
serológico à familia. Havendo consentimento por parte dos pacientes buscados e coordenação
com o conselheiro, será marcado o dia para a testagem na familia.

A 2.1.6: Realizar
v++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++isita
s domiciliárias para acompanhamento da aderência ao tratamento e cuidados de HIV e a vida
positiva aos membros de grupos de PCR, membros dos GAACs, pacientes buscados e
pacientes testados positivos na US e suas familias testadas positivas durante 6 meses (Pré-
TARV e TARV). Será feito o seguimento aos pacientes, através de visitas domiciliárias
efectuadas pelos Activistas por vezes assistidas pelos Conselheiros durante 6 meses (não
limitado, mas acordo com o uso da ferraenta em uso pela FHI360 – CHASS que ajudará a

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identificar pacientes com maior necessidade de visisitas e assistência) sendo duas visitas por
mês, com o objectivo de aumentar o conhecimento sobre adesão e retenção, nutrição, higiene
individual e colectiva, prevenção positiva, vida positiva e motivação na regularidade na toma de
medicamentos. As visitas são uma acção chave para a mobilização das PVHS para a aderência
e retenção no tratamento bem como a mobilização de outros membros da família para a
aderência aos serviços de ATSC em suas casas, assim a todos pacientes provenientes de
pessoas testadas HIV+ nos GPCR, membros de suas famílias testados HIV+, membros de
GAACs/M2M e suas famílias testadas HIV+, pacientes buscados e suas famílias testadas HIV+ e
outras entradas nas unidades sanitárias irão receber visitas de acompanhamento da aderência
ao tratamento e cuidados de HIV, sensibilizar sobre a importância de boas práticas alimentares,
higiene pessoal, vantagens da regularidade da toma dos medicamentos e consultas de rotina e
vida positiva em geral.

OE3: Fortalecer a capacidade institucional da Niiwanane para Reduzir as barreiras


para o acesso e retenção nos cuidados e tratamento do HIV
RE3.1: Niwanane com recursos matérias, financeiros e humanos para assegurar a
implementação do projecto
A 3.1.1. Contratação de pessoal do projecto e de apoio. A Niiwanane dispõe de uma equipa
que vem trabalhando no projecto-piloto. Assim espera contratar mais colaboradores para o
novo distrito.

A 3.1.2. Encontros Técnicos de coordenação da equipe do projecto. Para o presente projecto


prevê-se a realização de encontros de coordenação a diferentes níveis e com diferentes
propósitos:
Encontros Técnicos Disitriais – ao nível de cada um dos distritos, prevê-se a realização de
encontros mensais de planificação e partilha de informação que contarão com a participação
de Gestores de Casos de cada uma das Unidades Sanitárias bem como representantes dos
SDSMAS.
Encontros Técnicos Provínciais – ao nível provincial, prevê-se dois tipos de encontros,
sendo encontros trimestrais entre a equipa do projecto que inclui a equipa de gestão
da OPHAVELA;

RE3.2: Niiwanane com ferramentas, sistemas e plano de monitoria e formação


para controlo e acompanhamento do projecto
A 3.2.1 Desenvolver um plano e instrumentos de monitoria e avaliação do projecto (recolha
de dados, processamento e produção de relatórios). De acordo com a experiência do
Projecto-Piloto, foram criados instrumentos de monitoria com auxílio do FHI360. Assim serão
revistos os instrumentos actuais e se necessário desenhar e adequá-los as necessidades do
projecto.

A 3.2.2. Monitoria das Actividades a diferentes níveis. Estão previstas visitas regulares do
Técnico de Retenção, da equipa de monitoria e do Gestor de Programas. Estão também
previstas visitas periódicas da Direcção Executiva, para assegurar o alcance de resultados e dos
Órgãos Sociais para assegurar a implementação do contrato de financiamento. As visitas da
direcção executiva incluem a equipa do sector Administrativo. Parte das visitas serão
acompanhadas pelo pessoal da DPS, NPCS, SDSMAS, ANEMO. Monitoria Semanal: Da

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responsabilidade do Técnico de Retenção, fará o acompanhamento e supervisão das actividades


dos conselheiros, dos activistas e dos animadores. De acordo com a estratégia do projecto, irá
providenciar assistência técnica ao pessoal local para o seu melhor desempenho. Monitoria
Mensal: Da responsabilidade da equipa de Monitoria, mensalmente irão fazer visitas de
acompanhamento e supervisão das actividades da equipa do Distrito com o objectivo de
assegurar a qualidade da colheita dos dados. As visitas incluem a interação com os parceiros
locais como é o caso dos Serviços Distritais de Saúde Mulher e Acção Social e as Unidades
Sanitárias locais. Essas deslocações incluem o Supervisor dos Técnicos de Retenção. O Gestor
de Programas fará as deslocações aos distritos para acompanhamento e supervisão as
actividades. As suas visitas incluem a interacção com toda a equipa do projecto, com as
Unidades Sanitárias e os Serviços Distritais de Saúde Mulher e Acção Social, bem como o
acompanhamento das actividades de campo em geral. Monitoria Semestral: Através de uma
equipa alargada constituída pela Direcção Executiva da Niiwanane e os Órgãos Sociais,
acompanhados por um representante da DPS e outro do NPCS, serão efectuadas visitas aos
Distritos tendo em vista assegurar o alcance de resultados e para assegurar a implementação
do contrato de financiamento.

A 3.2.3. Treinamento da equipa programática sobre monitoria de actividades de saúde


comunitária. Pretende-se obter mais conhecimentos sobre saúde comunitária e sua monitoria,
a partir de uma consultoria será formada a equipa de gestão programática do projecto incluindo
os Técnicos de Retenção.

A 3.2.3. Troca de Experiência. Como forma de proporcionar oportunidades de aprendizagem,


pretende-se que a equipa de programa que faça visitas de troca de experiência de nível nacional.
Actualmente prevê se visitas a intervenções com a componete de “Index” e, a nível nacional
será identificada uma organização para a realizar a visita.

A 3.2.4. PAOP Pretende-se proporcionar um momento de reflexão sobre o ccrescimento da


organição com os órgãos sociais e o staff.

A 3.3.5. Formação em Associativismo - Assembleia Geral Pretende-se seguir o que vem


descrito nos Estatutos da Niiwanane.

4. Estratégia de saída
A estratégia de saída do projecto será tomada em consideração no arranque do projecto,
durante a implementação, bem como no processo do fecho do projecto, envolvendo os
serviços distritais de saúde, líderes comunitários, voluntários comunitários na promoção de
serviços comunitários de HIV.

Serviços distritais de Saúde e Unidade Sanitárias: As lições aprendidas e boas práticas


de serviços comunitários serão partilhadas com as Unidades Sanitárias e as estruturas locais,
por forma a capitalizar ligação entre as Unidades Sanitárias e as Comunidades. Este é um
processo contínuo e que a partilha irá ocorrer durante reuniões de coordenação

Líderes comunitários: Os líderes comunitários serão capacitados no início do projecto


sobre adesão e retenção ao tratamento e cuidados, prevenção do HIV, Testagem, Pré-TARV

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e TARV. Estes serão incentivados a integrar estes conteúdos nos encontros com as suas
comunidades como réplica. Material de apoio será produzido para auxiliar os líderes
comunitários. Devido a interacção constante com as comunidades durante as suas intervenções
abordando assuntos do projecto, espera-se que com a última capacitação a ser recebida no
último ano possam, de forma contínua, difundir as mensagens que incentivam a comunidade
para a aderência aos serviços de ATS e ATSC disponíveis e que criem um ambiente de adesão
e retenção ao TARV bem como um ambiente sem estigma e discriminação. No fim do projecto
serão realizados encontros de fecho do projecto com todas as lideranças comunitárias e
governamentais do distrito não só para partilhar os feitos do projecto mas também para
mostrar como as actividades do projecto vão continuar a ser implementadas mesmo com o
término deste.

Voluntários Comunitários (A este grupo de voluntários comunitários, incluem animadores


comunitários e activistas): Activistas: Espera-se que até o final do projecto, os Activistas sejam
agentes comunitários experientes com domínio em intervenções comunitárias de HIV, sobre
tudo em condução de visitas domiciliares. O projecto ira mapear a localização destes agentes
comunitários o qual estará sobre a guarda da Unidade Sanitária ou Serviços Distritais de Saúde
Mulher e Acção Social, para que sejam referidos a seus parceiros futuros.

Animadores Comunitários: As Associações de Animadores são organizações base de


comunitária, legalmente reconhecidas pelos Governos Distritais, constituídos por voluntários
comunitários seleccionados de entre os grupos de poupança e crédito, com bom desempenho,
para promover a criação de novos grupos nas suas comunidades, maioritariamente nas zonas
rurais e periurbanas. Estes serão capacitados para promover debates sobre prevenção do HIV,
Testagem, Pré-TARV e TARV nos grupos de PCR, por forma a atrair membros dos grupos de
PCR e suas famílias a usar serviços de HIV. Estes dois subgrupos serão providenciados material
de apoio e bicicletas para as suas actividades no momento do fecho do projecto.

4.1. Análise de risco e plano de mitigação


Riscos Impacto Estratégia de Mitigação
Rotura de O programa não irá Fazer a planificação das requisições de kits de testagem em
stock de kits testar o grupo alvo coordenação com os parceiros clínicos (ICAP, PATHER
de testagem e FINDER), DPS e as Unidades Sanitárias.
consequentemente Criação de laços com parceiros dispostos a apoiar projectos
afectará no alcance concretos, mas no quadro de programas anuais, diversificando o
das metas número de parceiros institucionais.

Crenças, mitos Excitação na Envolvimento de diferentes lideranças (religiosos, comunitários,


e práticas testagem e régulos, etc.) nas formações sobre os assuntos ligados a testagem
culturais consequente fraca para fazerem réplica na sua comunidade e coordenarem com o
negativas participação do programa.
grupo alvo na

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revelação do Promoção do pragmatismo na ponderação dos valores


estado a família tradicionais
Promoção da informação, capacitação, educação e sensibilização
à volta das questões de prevenção do HIV&SIDA, mitigação e
desenvolvimento socioeconómico
Prevalência de Receio de Grande envolvimento de PVHIV para que os cidadãos melhorem
índices de revelação do a sua participação e exijam uma maior resposta às suas
estigma e estado a família, necessidades de saúde.
discriminação não aderência ao Reforço de divulgação de leis que protegem as PVHIV durante as
de PVHIV TARV, influenciar sessões de debates
as outras pessoas Divulgação e sensibilização do público-alvo, por exemplo através
da comunidade a do “dia mundial de combate ao HIV&SIDA, feiras anuais,
não aderir a produção e divulgação de suportes electrónicos (CDs e DVDs
testagem sobre a Ophavela) e/ou demais oportunidades de socialização dos
resultados da sua intervenção.
Difícil acesso Dificulta a Desenvolvimento de formas de comunicação inovadoras e
aos locais de Monitoria e interactivas entre a equipe e parceiros, nomeadamente através da
implementação assistência técnica Internet, telefone, a fim de transmitir e trocar informações com
do projecto atempada das um maior número de interlocutores, mas também de recolher e
actividades tomar em consideração as suas expectativas para com as acções
de comunicação da equipe
As baixas taxas Qualidade na Envolvimento dos líderes comunitários na identificação dos
de prestação de potenciais voluntários segundo o perfil exigido;
alfabetização, relatórios de Consistência de acções de supervisão e assistência técnica ao
qualidade para um pessoal técnico local incluindo activistas e animadores;
especialmente
programa e
na área rural comunidade cada
vez mais exigente
na qualidade de
prestação de
serviços.
Limitado Fraca vinculação do Capacitação e envolvimento em treinamentos providenciados
número de durante o projecto;
profissionais pessoal nas
em algumas actividades Partilha de informações, estratégias e documentos com assuntos
zonas de inerentes às acções do projecto;
implementação
do projecto Consistência de acções de supervisão e assistência técnica ao
pessoal técnico local;

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1. Coordenação com os diferentes intervenientes no programa


O Projecto de retenção e tratamento esta ligado a área de saúde. Portanto, o projecto deverá
ter uma relação de win-win com a DPS e, as actividades vão ser realizadas em estreita ligação
com esta instituição. Também, a coordenação deverá ser extensiva aos parceiros clínicos
(ICAP, PATHFINDER) para que não haja duplicação de esforços e trabalhem sempre
coordenados, exemplo, os Conselheiros dos parceiros clínicos podem apoiar o pessoal do
programa na questão de listas de buscas, preenchimento e entrega de cartões do doente,
referência. As administrações locais e Agricultura têm um forte impacto para o sucesso do
projecto. Porém, há necessidade de traçar um plano de acção integrado para melhorar as
intervenções comunitárias e a nutrição das PVHIV. O Projecto deverá também fazer a ligação
com os programas de COVs existentes nas zonas de implementação do projecto (programas
da Fhi360, CARE, SAVE THE CHILDREN), isto é, as famílias devem ser referidas ao projecto
para que possam participar nas sessões de debates e testadas, para de seguida terem uma
contra referência para terem acesso a outras intervenções, como é o caso de educação e apoio
nutricional. Também, as famílias do programa que reunirem requisitos de vulnerabilidade
podem ser referidas aos programas ligados a COVs. Estar coordenação deve ser feita com uma
parceria formal. Para o efeito, será feito o mapeamento local de organizações e intervenções
multissectoriais que possam apoiar os Beneficiários do projecto.
2. Ligações como sector público, privado, sociedade civil
Os Distritos definidos para a intervenção do projecto são caracterizados por uma dinâmica
económica, influenciadas pela actividade de mineração nos distritos de Moma e Angoche, zonas
de franca económica especial bem como o corredor de desenvolvimento económico. No
âmbito do presente projecto a sociedade civil será chamada a reflexão sobre a pandemia do
HIV e SIDA, na plataforma provincial. Com o sector publico privado, onde existirem
oportunidade, serão estabelecidas parcerias institucionais por forma a vigorizar a luta contra a
pandemia do HIV SIDA.

3. Análise de Género
As relações sociais de género no contexto do HIV e SIDA tem dado um contributo para a
fraca adesão e retenção no tratamento, incluindo acções de prevenção, em que mulheres não
podem decidir sobre optar ou não pelo uso do preservativo e ao nível de Nampula apresenta
uma taxa elevada de múltiplos parceiros combinada aliado ao fraco uso de métodos
anticonceptivos (preservativo incluído).

Os GPCE são constituídos maioritariamente por grupos de mulheres que, na sua maioria
carecem de autorização dos respectivos maridos para integrarem nos grupos como evidência
de um forte poder que é exercido sobre elas. E, é neles que serão discutidas as questões de
violência baseada no género, na perspectiva de ligação com os aspectos socioculturais nocivos
à prevenção do HIV, Testagem, adesão e retenção no TARV.
As acções de reflexão serão extensivas às lideranças comunitárias, matronas, anciãos e pessoas
influentes serão submetidos a reflexões como forma de potenciar a compreensão dos aspectos
gerais de VBG bem como os locais que interferem nas questões do HIV e SIDA e a Ophavela
irá assegurar a recolha de informações sobre VBG nos planos de Monitoria.

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8) Management Approach

8.1. Organizational Chart/Management

Director Executivo
Régio Domingos
Augusto Nicala
Gestor de
Programas Gestor de
Eulália Leonor Admin&Finanças
Técnico de Viana Agostinho
Luís Intato
Retenção António Lima
(Nampula Técnico de Tecnico de
Rabia Alfane & Monitoria e
Rapale) Poupança e
& Por Avaliação Crédito Rotativo
noce Patrício
Contratar
Por Contratar Luís Especial
Estafecta Guardas Assistente
Conselheiros ATCS Geremias Donado J. Adminst
(Nampula & Rapale) José Augusto André & Aurélio
Waite Joaquim
Fátima Agostinho Tanleque,
Liseth da Graça Ramos & 2 Por
Contratar

Supervisores de
Activistas (Nampula &
Rapale)
Inicencia José,
Dionísio Rupia & 2
Por Contratar

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8.2. Pessoal chave


(i) Director Executivo ‘ Regio Domingos Augusto Nicala 100%
Com mais de 5 anos de experiência de gestão de projectos de desenvolvimento comunitários,
coordenado as áreas de finanças, recursos humanos, compras, implementação das políticas e
procedimentos, incluindo o estabelecimento de relações com instituições do governo de
Moçambique, doadores, contrapartes e parceiros. De 2010 a 2016 assegurou a implementação
de projectos de saúde comunitária na área de prevenção, tratamento do HIV e COVs em
parceria com o FHI 360 e Ophavela.

Actualmente, Director Executivo assume a responsabilidade pelo cumprimento dos objectivos


preconizados pelo projecto e assegura que as políticas da Niiwanane e dos doadores e seus
regulamentos sejam observados. É o elo de ligação e comunicação com o Parceiro deste
Projecto. Este subordina-se ao Conselho de Direcção da Niiwanane

(ii) Gestor de Programas – Eulalia Leonor Luis Intato 100%


Com mais de 5 anos de experiência de gestão de projectos e supervisão programática na área
de desenvolvimento comunitário, coordenando as áreas de supervisão, monitoria, capacitação,
incluindo o assegurar a o alcance e qualidades dos resultados. De 2010 a 2016 coordenou
implementação de projectos de saúde comunitária na área de prevenção, tratamento do HIV e
COVs em parceria com o FHI 360 e Ophavela.

O Gestor de Programas da Niiwanane terá a responsabilidade pelo alcance das metas


preconizadas no projecto consoante indicadores e objectivos estabelecidos e coordenar o
projecto com outros parceiros, estabelece relações de parceria de complementaridade com
outros possíveis intervenientes e o governo. Este subordina-se directamente ao Director
Executivo da Niiwanane.

(iii) Gestor de Administraçao e Finanças – Viana Agostinho Antonio Lima 100%


Com mais de 7 anos de experiência, actuando nas áreas de Consutoria em contabilidade,
Verificação, Analise dos Movimentos Correntes; Classificação de documentos; Execução de
lançamentos diárias; Reconciliação Bancária; Elaboração e conferência de caixas; Escrituração
de livros selados (Diários, Razão, Inventário e Balanço); Modelo de declaração do IVA e do
Mapa Estatística, etc.; Gerir os fundos orçamentados e preparar a própria requisição e
Relatório Financeiros;

O Gestor Financeiro tem a responsabilidade de supervisionar as actividades do Assistente


Administrativo no registo das operações financeiras do projecto baseado nos procedimentos
financeiros da Niiwanane e exigência do parceiro financeiro acordados. Ainda lhe incumbe a
responsabilidade pelo acompanhamento financeiro das actividades, análise dos relatórios
financeiros e gestão financeira do contrato. Este terá a supervisão diária do Director Executivo
da Niiwanane.

À semelhança do Gestor de Monitoria, o Gestor Financeiro dedica 80% do seu tempo a este
projecto, sendo o restante dedicado à supervisão e apoio técnico às equipas financeiras de
outros projectos da Ophavela.

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8.3 Sub-beneficiário

No ambito desta subvencao nao é permitido a Niiwanane subvenciorar outros sub parceiros.

9. Descrição da Organização

A Niiwanane foi estabelecida em 2002 e legalmente registada em 2005. Foi fundada por um
indivíduo depois de perceber que as pessoas vivendo com o HIV & SIDA (PVHS) eram vítimas
de discriminação e estigmatização nos hospitais, nas comunidades, nos locais de trabalho e nas
famílias. Ele então juntou-se a outras PVHS e fundou a Niiwanane Wamphula, que significa
“Vamo-nos unir, Nampula” na língua local de Macua. Os objectivos da Niiwanane são: (1)
reduzir e aliviar o impacto do HIV & SIDA; (2) contribuir na luta contra a pobreza absoluta; (3)
participar de actividades que têm em vista a sensibilização sobre questões de género e
mulheres; e (4) colaborar com outras entidades similares.

A Niiwanane tem uma separação clara de papéis e responsabilidades entre o Conselho de


Direcção e o executivo. Os estatutos são actualizados e apropriados para a missão da
organização. A Niiwanane submeteu os seus estatutos e aguarda a publicação no Boletim da
República. Foi desenhado um novo plano estratégico com o apoio do CAP.

De Maio de 2010 a Novembro de 2011, o CAP Moçambique apoiou a Niiwanane, através de


um processo de pesquisa formativa e desenvolvimento da proposta de projecto, que culminou
com um acordo de subvenção para implementar as actividades de prevenção do HIV/SIDA em
Nampula, distrito de Mogovolas. A meta original da Niiwanane para este projecto era de 2.000
indivíduos atingidos com as mensagens de prevenção através de debates e, até ao fim do
projecto, a organização tinha atingido 2.521 indivíduos.

A organização também concorreu e foi concedida uma segunda subvenção pelo CAP
Moçambique cujo a finalidade foi a de contribuir para a melhoria da vida das crianças órfãs e
vulneráveis e reduzir os traumas psicológicos e o impacto negativo do HIV na cidade de
Nampula, nos bairros de Natiquir e Napipine, durante 3 anos (De 01 de Dezembro de 2011 a
30 de Abril 30 de 2016). O orçamento para este período de subvenção foi de 13,765,469 MT
(USD $458,848). Antes de receber uma subvenção, a Niiwanane participou de uma Avaliação
de Saúde Financeira (Health Check) com o CAP como um precursor da assistência técnica que
a organização receberia durante a vida do seu acordo de subvenção. Para este projecto, a
Niiwanane providenciou um programa holístico para satisfazer os beneficiários do projecto –
incluindo apoio a educação, habitação, fortalecimento económico e psicossocial onde atingiu
4.565 COVs com os serviços - superando a sua meta original do projecto de 2.800 por um
número considerável.

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A organização providenciou um grande número de referências às COVs e membros das


famílias, e trabalhou diligentemente para assegurar que estas referências resultassem num
resultado positivo para estes indivíduos. A Niiwanane realizou actividades de rastreio e VBG,
e foi capaz de fazer a sensibilização nas comunidades-alvo sobre este problema e buscar apoio
para as vítimas da VBG. A organização está bem ligada aos líderes comunitários e
departamentos governamentais, e é capaz de solicitar o seu apoio e colaboração para
atenderem conjuntamente às necessidades da comunidade. A Niiwanane é muito respeitada
pelos doadores, líderes governamentais e pelas comunidades que serve.

Para a implementação deste projecto, a NIIWANANE conta com um Director Executivo que
é responsável pela implementação global do projecto, apoiado por um Gestor de programas,
um Gestor de administração e Finanças, um Assistente Administrativo, dois técnicos de
Retenção, 4 Conselheiros de ATSC, 4 Supervisores de Activistas, um Técnicos de M&A, um
Técnico de PCR. Além da equipa técnica, a Niiwanane contará com 30 animadores e 20
Activistas que serão responsáveis pela prestação de serviços aos beneficiários do projecto no
distrito da cidade de Nampula e Rapale.

i) Recrutamento de Pessoal e Produção de Materiais

O projecto prevê expandir as suas intervenções de 1 distritos na fase piloto para 2 distritos.
Para responder os desafios resultantes da expansão, a estrutura do projecto será revista
incluindo a integração de novos postos e revisão da descrição de tarefas. Este processo irá
basear-se nos procedimentos das políticas do Regulamento Interno dos Recursos Humanos da
Niiwanane e recomendações do Contrato de Financiamento.

Adicionalmente, a equipa do projecto será assistida pela Direcção Executiva da Niiwanane.

i) Coordenação Comunidade – Unidade Sanitária

Para se atingir a meta de melhorar a saúde e o bem-estar das PVHIV que vivem nos distritos
prioritários do PEPFAR, serão estabelecidas combinações de serviços directos robustos, boa
coordenação entre os serviços comunitários e as unidades sanitárias e referências e ligações
eficazes para os pacientes de HIV e suas famílias. Como forma de garantir a maximização das
sinergias, espera-se que durante o período de implementação, sejam programadas e realizadas
reuniões regulares entre os directores/pontos de contacto dos programas comunitários e dos
programas clínicos financiados pelo Governo dos EUA.

De acordo disponibilidade dos grupos locais, OBC, associações, ONG e instituições públicas
locais que trabalham na área da saúde, será constituído um grupo de reflexão sobre os aspectos
de saúde comunitária que através de encontros regulares para discutir desafios locais em
relação ao acesso e adesão ao TARV

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Anexo C -
DISPOSIÇÕES GERAIS

DISPOSIÇÕES GERAIS OBRIGATÓRIAS PARA ORGANIZAÇÕES NÃO-


GOVERNAMENTAIS DE FORA DOS EUA

M1. CUSTOS ELEGÍVEIS (DEZEMBRO DE 2104)

a. O Beneficiário será reembolsado pelos custos incorridos em actividades relacionadas


com o propósito desta adjudicação, em conformidade com os seus respectivos termos e com
os princípios de custos aplicáveis em vigor à data desta adjudicação. O Beneficiário pode obter
uma cópia dos princípios de custos aplicáveis do Agreement Officer (AO):

2 CFR 200, Subparte E, Princípios de Custos

48 CFR 31.2 Regulamentos das Aquisições Federais (Federal Acquisition Regulations - FAR) e
48 CFR 731.2 Regulamentos das Aquisições da USAID (AIDAR) – Princípios de Custos para as
Organizações Comerciais

b. Cabe ao Beneficiário a responsabilidade de garantir que os custos incorridos estejam


de acordo com os princípios aplicáveis, o que significa que os custos são (1) razoáveis: custos
que são, de uma maneira geral, reconhecidos como normais e necessários e seriam incorridos
por uma pessoa prudente no desenrolar normal das suas actividades; (2) alocáveis: incorridos
especificamente para esta adjudicação; e (3) elegíveis: estão em conformidade com quaisquer
limitações nesta adjudicação. O Beneficiário deve obter aprovações prévias por escrito do AO
que sejam necessárias para os princípios de custos aplicáveis. O Beneficiário pode obter a
decisão escrita do AO sobre se os custos específicos que não estejam claramente tratados nos
princípios de custos aplicáveis são elegíveis ou alocáveis. O AO reserva-se o direito de tomar
a decisão final sobre a elegibilidade dos custos.

c. A USAID não pagará quaisquer lucros ou taxas ao Beneficiário ou Sub-beneficiários de


uma doação ou acordo de cooperação. Esta restrição não se aplica a aquisições ao abrigo desta
adjudicação efectuadas de acordo com a Disposição Geral “Políticas de Aquisições.”

d. O Beneficiário deve manter a documentação comprovativa dos encargos aplicados a


esta adjudicação por um período de três anos a contar da data de apresentação do relatório
final de despesas, em conformidade com a Disposição Geral “Contabilidade, Auditoria e
Registos”.

e. Esta disposição deve ser incorporada em todas as subadjudicações e contratos pagos


numa base de reembolso de custos.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

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M2. CONTABILIDADE

a. Registos e Contabilidade. O Beneficiário deve manter registos financeiros, documentos


justificativos, registos estatísticos e todos os demais registos para justificar a execução desta
adjudicação. Os referidos registos devem estar em conformidade com os princípios
contabilísticos geralmente aceites nos EUA, o país de Cooperação, ou pelo International
Accounting Standards Board (uma filial da International Financial Reporting Standards
Foundation). Os registos contabilísticos e a documentação justificativa devem, no mínimo, ser
adequados para demonstrar todas as despesas incorridas no âmbito desta adjudicação; a
recepção e utilização de bens e serviços adquiridos no âmbito dos custos do programa
provenientes de outras fontes; e o progresso geral do programa. A menos que algo em
contrário seja notificado pela USAID, os registos do Beneficiário e os do Sub-beneficiário que
dizem respeito a esta adjudicação devem ser retidos por um período de três anos a partir da
data de apresentação do relatório final de despesas.

b. Auditorias.

(1) O Beneficiário deve efectuar uma auditoria anual, de acordo com as “Directivas para
Auditorias Financeiras Contratadas por Beneficiários Estrangeiros”, publicadas pelo Inspector-
geral da USAID, relativamente ao ano fiscal de qualquer Beneficiário em que este gaste um total
combinado igual ou superior a $300.000 em todas as adjudicações da USAID, seja directamente
ou através de um outro contratado ou beneficiário da USAID, excluindo contratos de preço
fixo e doações de obrigação fixa.

(i) O relatório de auditoria deve ser submetido à USAID num prazo de 30 dias após a
recepção do relatório do auditor, mas nunca mais de nove meses após o fim do período
auditado.

(ii) O Inspector-geral da USAID deve avaliar a sua observância dos requisitos de auditoria
inerentes a esta adjudicação. A USAID só efectuará o pagamento do custo das auditorias
realizadas em conformidade com os termos da presente adjudicação.

(iii) Em casos de incapacidade contínua ou de indisponibilidade para realizar uma auditoria


em conformidade com os termos desta disposição, a USAID irá considerar a aplicação de
sanções adequadas, que podem incluir a suspensão de todos os desembolsos ou de uma
percentagem até que a auditoria seja realizada com sucesso.

(2) O Beneficiário não é obrigado a fazer uma auditoria anual referente a qualquer ano fiscal
do Beneficiário em que gaste um total combinado inferior a $300.000 em todas as adjudicações
da USAID, seja directamente ou através de um outro contratado principal ou beneficiário,
excluindo contratos de preço fixo e doações de obrigação fixa. Todavia, o Beneficiário deve
manter registos referentes a esta adjudicação relativos a esse ano fiscal e colocá-los à disposição
de funcionários da USAID ou pessoas por ela designadas mediante solicitação.

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(3) A USAID mantém o direito de realizar uma avaliação financeira, exigir uma auditoria ou
de outro modo garantir uma prestação de contas adequada das organizações que gastam fundos
da USAID, independentemente da exigência de auditoria.

c. Subadjudicações e Contratos.

(1) Se o Beneficiário fornecer recursos da USAID a outras organizações para a realização


do programa e actividades financiadas pela USAID, o Beneficiário é responsável por monitorizar
tais sub-beneficiários ou contratados. Os custos referentes às auditorias dos sub-beneficiários
referentes a organizações que satisfaçam o limite estabelecido no parágrafo b. são elegíveis. Os
custos das auditorias dos Sub-beneficiários relativos às organizações que não satisfaçam o limite
estabelecido no parágrafo b. são elegíveis apenas para os tipos de auditorias de conformidade
seguintes: actividades elegíveis ou não elegíveis; custos / princípios de custos elegíveis;
elegibilidade; comparticipação; nível de esforço; alocação; e elaboração de relatórios.

(2) Esta disposição deve ser incorporada na sua totalidade em todas as subadjudicações e
contratos firmados com organizações de fora dos EUA de valor superior a $10.000. As
subadjudicações de doações e acordos de cooperação firmados com organizações dos EUA
devem indicar que a organização dos EUA está sujeita aos requisitos de auditoria contidos em
2 CFR 200, subparte F.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M3. ALTERAÇÃO DE ADJUDICAÇÃO E REVISÃO DE ORÇAMENTO


(AGOSTO DE 2013)

a. Esta adjudicação só pode ser alterada por escrito, através de emenda ou carta formal
assinada pela Ophavela, e em caso de alteração bilateral, pelo Presidente do conselho de
direaccao da Ophavela e por um funcionário autorizado do Beneficiário.

b. Além das outras aprovações exigidas nesta adjudicação, o Beneficiário deve receber
aprovação prévia por escrito do Presidente do conselho de direaccao da Ophavela para:

(1) Alterar o âmbito ou os objectivos do programa e/ou rever o valor total da adjudicação
ou o período da adjudicação (é necessária emenda);

(2) Receber uma obrigação adicional de fundos da Ophavela que ultrapassem o valor
obrigado actualmente (é necessária emenda);

(3) Mudar pessoal chave, caso esteja especificado na adjudicação;

(4) Permitir uma ausência por mais de três meses ou uma redução de 25 por cento do
tempo dedicado à adjudicação pelo chefe do projecto principal aprovado para a adjudicação;

(5) Transferir fundos da verba de custos indirectos para absorver aumentos registados nos
custos directos, ou vice-versa;

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(6) Obter o reembolso de custos que careçam de aprovação prévia, em conformidade com
a Disposição Geral “Custos Elegíveis”;

(7) Transferir fundos atribuídos a subsídios de formação (pagamento directo aos


formandos) para outras categorias de custos;

(8) Transferir fundos atribuídos a actividades de construção (conforme definido na


Disposição Obrigatória intitulada “Limitação de Actividades de Construção”) para outras
categorias de custos ou vice-versa;

(9) Subadjudicar ou contratar qualquer trabalho ao abrigo desta adjudicação, se tais


subadjudicações ou contratos não tiverem sido descritos nesta adjudicação e financiados no
orçamento aprovado. Esta disposição não se aplica à aquisição de materiais, artigos,
equipamento, ou serviços de apoio geral; ou

(10) Se estiver especificado nesta adjudicação, transferir fundos entre categorias de custos
directos ou programas, funções e actividades constantes do orçamento da adjudicação, quando
o valor cumulativo das referidas transferências ultrapassa ou se prevê que ultrapasse 10% do
valor total da adjudicação, conforme última aprovação do Presidente do conselho de direaccao
da Ophavela.

c. A não obtenção pelo Beneficiário das aprovações exigidas acima ou mais adiante nesta
adjudicação pode resultar na não autorização de tais custos pelo AO. A Ophavela não tem
nenhuma obrigação de reembolsar o Beneficiário pelos custos incorridos acima do valor total
comprometido no âmbito desta adjudicação. Se o valor total comprometido no âmbito desta
adjudicação tiver sido aumentado, o AO deve notificar o Beneficiário sobre o aumento e
especificar o novo valor total comprometido através de alteração escrita da adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M4. NOTIFICAÇÕES (JUNHO DE 2012)

Qualquer notificação dada pela Ophavela ou pelo Beneficiário só é suficiente se for por escrito
e entregue em mão, enviada pelos correios ou por correio electrónico como se segue:

(1) Ao Oficial de subvencoes da Ophavela, no endereço especificado nesta adjudicação; ou

(2) Ao Beneficiário, no seu endereço indicado nesta adjudicação, ou num outro endereço
especificado nesta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M5. POLÍTICAS DE AQUISIÇÕES (JUNHO DE 2012)

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O Beneficiário deve usar as suas próprias políticas e procedimentos para a aquisição de bens e
serviços necessários para esta adjudicação, desde que estejam em conformidade com os
requisitos adiante apresentados e com a Disposição Geral “Regras de Elegibilidade da USAID
para a Aquisição de Bens e Serviços.” Uma aquisição não é uma subadjudicação, que é uma
concessão de assistência financeira para a realização de actividades relacionadas com o
programa sob a forma de dinheiro ou propriedade em vez de dinheiro, ao abrigo de uma
adjudicação por um Beneficiário destinada a um Sub-beneficiário elegível ou por um sub-
beneficiário para um sub-beneficiário de nível inferior. Se as subadjudicações forem autorizadas
no âmbito desta adjudicação, então o Beneficiário deve obedecer à Disposição Geral
“Subadjudicações.”

a. Políticas e Procedimentos de Aquisição. O Beneficiário deve manter e efectuar todas as


suas aquisições de acordo com as políticas e procedimentos referentes à adjudicação e
administração de contratos e garantir que o preço seja justo e razoável para todas as aquisições.
O Beneficiário pode designar um limite razoável de micro-aquisições (por exemplo, $2.500) no
âmbito do qual se podem aplicar procedimentos de aquisição mais simplificados. Os
procedimentos de aquisições do Beneficiário devem estabelecer, no mínimo:

(1) Que as aquisições acima do limite de micro-aquisições do Beneficiário devem ser


efectuadas de uma forma que permita uma concorrência justa e imparcial, incluindo o seguinte:

(i) Todas as fontes responsáveis estão autorizadas a concorrer em base de igualdade.

(ii) Os pedidos de aquisições devem estabelecer claramente todos os requisitos que o


proponente ou oferente deve observar para poder ser avaliado pelo Beneficiário.

(iii) Os contratos devem ser adjudicados ao oferente cuja oferta responda ao pedido de
aquisição e que possua o preço mais vantajoso, qualidade e outros factores.

(iv) O Beneficiário é encorajado a usar pequenas empresas dos EUA, sempre que for
praticável.

(2) Se for apropriado, o Beneficiário deve determinar os meios mais económicos e práticos
através dos quais possa cumprir com os objectivos do programa, nomeadamente a necessidade
dos bens ou serviços, opções de aluguer ou compra e razoabilidade dos custos.

(3) O Beneficiário deve manter um sistema de administração de contratos para garantir


que os bens e serviços sejam fornecidos de acordo com os termos, condições e especificações
do contrato, nomeadamente entrega e execução completas e oportunas.

(4) Conflitos de Interesses. O Beneficiário deve evitar conflitos de interesses, incluindo a


parcialidade e vantagem competitiva desleal. As normas de conduta do Beneficiário devem
prever medidas disciplinares em caso de violações das normas por oficiais, funcionários ou
agentes do Beneficiário.

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(i) Parcialidade. O Beneficiário deve garantir que os concursos não revelem parcialidade a
favor de um oferente em relação a outro. Por exemplo, o Beneficiário, um funcionário, oficial
ou agente do Beneficiário, ou ainda qualquer familiar directo do funcionário não devem receber
uma adjudicação nem ter interesses financeiros ou de outra natureza na pessoa ou firma
seleccionada para uma adjudicação. Os oficiais, funcionários e agentes do Beneficiário não
devem solicitar nem aceitar gratificações, favores ou algo de valor monetário dos contratados
ou das partes das subadjudicações. Além disso, um contratado que desenvolva ou elabore
especificações, requisitos, descrições de tarefas, convites para concurso e/ou pedidos de
propostas deve ser excluído de concorrer para essas aquisições.

(ii) Vantagem Competitiva Desleal. O Beneficiário deve garantir que nenhum potencial
contratado tenha acesso desigual à informação que possa proporcionar-lhe uma vantagem
competitiva desleal. A título de exemplo, um potencial contratado que tenha recebido
informação sensível, por exemplo preços oferecidos pelos outros proponentes e que não esteja
disponível para todos deve ser excluído do concurso.

(5) O Beneficiário deve manter todos os registos referentes às aquisições relacionadas com
esta adjudicação em conformidade com a Disposição Geral “Contabilidade, Auditoria e
Registos” e colocar tais registos à disposição da USAID mediante solicitação. Além disso, no
caso de adjudicações acima do limite de micro-aquisições do Beneficiário, este deve também
manter a seguinte documentação escrita:

(i) Base de selecção do contratado;


(ii) Justificação da inexistência de concorrência quando não são obtidas propostas ou
ofertas competitivas; e
(iii) Base do custo ou preço da adjudicação.

(6) O tipo de instrumentos de aquisição usados (por exemplo, contratos de preço fixo,
contratos de custos reembolsáveis, ordens de pagamento, contratos de incentivos) deve ser
adequado à aquisição específica e à promoção dos melhores interesses do programa ou do
projecto. O Beneficiário não deve usar um método “custo-mais-uma-percentagem-do-custo,”
“percentagem do custo de construção” ou qualquer outro método que preveja o pagamento
de uma taxa como percentagem dos custos incorridos, uma vez que estas modalidades
encorajam o contratado a aumentar os custos para poder aumentar a sua taxa.

b. No caso de contratos ao abrigo desta adjudicação, o Beneficiário deve incluir todas as


disposições exigidas nos contratos, quaisquer outras disposições necessárias para definir um
contrato sólido e completo, bem como as seguintes disposições:

(1) Os contratos cujo valor ultrapasse o limite de micro-aquisições do Beneficiário devem


conter disposições que permitam a tomada de medidas administrativas, contratuais ou legais,
caso um contratado viole os termos do contrato; e

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(2) Em todos os contratos de construção ou de melhoramento de instalações adjudicados


num valor superior a $100.000, o Beneficiário deve observar os requisitos de ligação
geralmente aceites.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M6. REGRAS DE ELEGIBILIDADE DA USAID PARA A AQUISIÇÃO DE BENS E


SERVIÇOS (JUNHO DE 2012)

a. Esta disposição não se aplica a bens ou serviços que o Beneficiário forneça com fundos
privados como parte de um requisito de comparticipação, ou com Receitas do Programa
geradas no quadro desta adjudicação.

b. Bens e Serviços Inelegíveis e Restritos:

(1) Bens e Serviços Inelegíveis. O Beneficiário não deve, em nenhuma circunstância, adquirir
qualquer item a seguir apresentado ao abrigo desta adjudicação:

(i) Equipamento militar


(ii) Equipamento de vigilância,
(iii) Bens e serviços para apoio às actividades da polícia ou de aplicação da lei,
(iv) Equipamento e serviços de aborto,
(v) Bens de luxo e equipamento de jogos de azar, ou
(vi) Equipamento de modificação do clima.

(2) Fornecedores Inelegíveis. Quaisquer firmas ou entidades singulares que não cumpram
os requisitos contidos na Disposição Geral “Exclusão e Suspensão” e na Disposição Geral
“Prevenção do Financiamento do Terrorismo” não devem ser usadas no fornecimento de
quaisquer bens ou serviços financiados no âmbito desta adjudicação.

(3) Bens Restritos. O Beneficiário deve obter aprovação prévia por escrito do Agreement
Officer (AO) ou cumprir os procedimentos definidos no âmbito de uma cláusula derrogatória
aplicável, conforme previsto pelo AO, na aquisição de qualquer dos bens seguintes:
(i) Produtos agrícolas,
(ii) Veículos automóveis,
(iii) Produtos farmacêuticos,
(iv) Pesticidas,
(v) Equipamento usado,
(vi) Propriedade em excesso pertencente ao Governo dos EUA, ou
(vii) Fertilizantes.

c. Origem e Nacionalidade:

Salvo o especificamente aprovado antecipadamente pelo AO, todos os bens e serviços que
serão reembolsados pela USAID ao abrigo desta adjudicação devem ser provenientes do código
geográfico autorizado especificado nesta adjudicação e devem obedecer aos requisitos de

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origem e nacionalidade estabelecidos no 22 CFR 228. Se o código geográfico não estiver


especificado, o código geográfico autorizado é 937. Quando o valor total da aquisição de bens
e serviços durante a vigência desta adjudicação é avaliado em $250.000 ou menos, o código
geográfico autorizado para a aquisição de todos os bens e serviços a serem reembolsados no
âmbito desta adjudicação é o código 935. Para uma lista actual de países dentro de cada código
geográfico, favor consultar ADS 310, Requisitos de Origem e Nacionalidade para a Aquisição
de Bens e Serviços Financiados pela USAID.

d. Podem ser obtidas orientações sobre a elegibilidade de bens e serviços específicos do


AO. Se a USAID determinar que o Beneficiário adquiriu quaisquer bens ou serviços ao abrigo
desta adjudicação que sejam contrários aos requisitos relativos a esta disposição e se tiver
recebido pagamento para esse efeito, o AO pode exigir que o Beneficiário reembolse o valor
total da aquisição.

e. Esta disposição deve ser incluída em toda as subadjudicações e contratos que incluam a
aquisição de bens ou serviços.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M7. DIREITO E USO DE PROPRIEDADE (DEZEMBRO DE 2014)


a. O direito a toda a Propriedade financiada ao abrigo desta adjudicação é conferido ao
Beneficiário após a aquisição, a menos que algo em contrário tenha sido especificado nesta
adjudicação.

b. Propriedade significa equipamento, materiais, bens imóveis e bens incorpóreos, cada um


definido mais adiante, financiado ao abrigo desta adjudicação ou fornecido pela USAID:
(1) Equipamento significa bens fixos pessoais (incluindo sistemas de tecnologia de
informação) com uma vida útil de mais de um ano e um custo de aquisição igual ou superior a
$5.000 por unidade. No entanto, de acordo com a política do beneficiário, podem ser
estabelecidos limites mais baixos.

(2) Materiais significa bens pessoais incorpóreos, excluindo equipamento. Um dispositivo


de computação é considerado material se o custo de aquisição for inferior a $5.000 por
unidade.

(3) Bens Imóveis significa terra, incluindo benfeitorias, estruturas e pertences, incluindo
equipamentos permanentes.

(4) Bens Incorpóreos inclui mas não se limita a propriedade intelectual como marcas,
direitos de autor, patentes e pedidos de patentes e instrumentos de dívida, tais como
obrigações, hipotecas, aluguer ou outros acordos entre um credor e um devedor.

c. O Beneficiário compromete-se a utilizar e manter toda a Propriedade para efeitos da


presente adjudicação de acordo com os seguintes procedimentos:

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(1) O Beneficiário deve usar a Propriedade do Programa para a qual foi adquirida durante
o período de vigência desta adjudicação e não deve fornecer a terceiros um interesse jurídico
ou financeiro na propriedade (por exemplo, através de uma hipoteca, penhor, ou
arrendamento) sem a aprovação da USAID.

(2) Quando a Propriedade já não for necessária para o programa para o qual foi adquirida
durante o período de vigência desta adjudicação, o Beneficiário deve usar a Propriedade em
conexão com as suas outras actividades na seguinte ordem de prioridade:

(i) Actividades financiadas pela USAID, em seguida


(ii) Actividades financiadas por outras agências do Governo dos Estados Unidos (USG), em
seguida
(iii) Conforme orientações do Agreement Officer (AO).

d. O Beneficiário deve manter a Propriedade em bom estado, possuir procedimentos de


gestão para proteger a Propriedade e manter um inventário exacto de toda a Propriedade. Os
procedimentos de manutenção devem incluir os seguintes:

(1) Descrição exacta da Propriedade, incluindo o número de série, número do modelo ou


outro número de identificação, data e custo da aquisição, localização e estado e dados sobre a
alienação de qualquer Propriedade (data da alienação, preço de venda, método usado para
determinar o actual valor justo do mercado, etc.), conforme for aplicável.

(2) Um inventário físico da Propriedade, bem como os resultados reconciliados com os


registos do equipamento, pelo menos uma vez a cada dois anos durante o período de vigência
desta adjudicação.

(3) Deve existir um sistema de controlo para manter a Propriedade e garantir mecanismos
de protecção adequados para prevenir a perda, danos ou roubo da Propriedade. O Beneficiário
deve manter um seguro adequado equivalente ao seguro que o Beneficiário mantém para a sua
própria propriedade. Quaisquer perdas, danos ou roubo devem ser investigados e
documentados na íntegra e o Beneficiário deve notificar imediatamente o AO. O Beneficiário
pode ser responsabilizado, caso o seguro não seja suficiente para cobrir as perdas ou danos.

e. Aquando da conclusão desta adjudicação, o Beneficiário deve submeter ao AO um


relatório de alienação de propriedade referente aos seguintes tipos de Propriedade, em
conjunto com uma proposta de alienação da referida Propriedade.

(1) Todo o equipamento com um valor de mercado actual justo no fim desta adjudicação
igual ou superior a $5.000.

(2) Materiais novos / não usados com um valor de mercado actual agregado justo no fim
desta adjudicação igual ou superior a $5.000.

(3) Bens imóveis ou incorpóreos de qualquer valor.

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f. O Beneficiário deve alienar a Propriedade no fim desta adjudicação em conformidade


com o relatório de alienação de propriedade do Beneficiário, a menos que o AO instrua o
Beneficiário por escrito dentro de 60 dias da recepção pelo AO do relatório de alienação de
propriedade do Beneficiário para alienar a Propriedade de uma maneira diferente. A alienação
pode incluir o seguinte:

(1) O Beneficiário pode reter o título, sem qualquer obrigação adicional da USAID.

(2) O Beneficiário pode reter o título, mas deve compensar a USAID pela sua parte com
base no valor de mercado actual justo da Propriedade.

(3) O Beneficiário pode ser instruído para transferir o direito de propriedade à USAID ou
terceiros, incluindo um outro parceiro de implementação ou o governo do país beneficiário.
Neste caso, o Beneficiário pode ser compensado pela sua parte proporcional na Propriedade
que o Beneficiário tenha financiado com fundos próprios, caso existam, com base no valor de
mercado actual justo da Propriedade.

g. O AO pode instruir a qualquer altura durante esta adjudicação que o direito de


Propriedade seja conferido ao Governo dos EUA ou a terceiros, como por exemplo, o país de
cooperação. Nestes casos, o Beneficiário deve manter a custódia e o controlo da Propriedade,
até instruções em contrário e deve ser permitido acesso razoável à Propriedade ao detentor
do direito. Enquanto estiver sob a sua custódia e controlo, o Beneficiário deve cumprir as
disposições acima apresentadas referentes à protecção e manutenção da Propriedade, bem
como facultar ao AO um inventário anual da Propriedade e seguir quaisquer instruções
adicionais sobre a protecção e manutenção que possam ser dadas pelo AO.

h. Esta disposição deve ser incluída em todas as subadjudicações e contratos.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M8. APRESENTAÇÕES AO DEVELOPMENT EXPERIENCE


CLEARINGHOUSE E DIREITOS DE DADOS (JUNHO DE 2012)

a. Apresentações ao Development Experience Clearinghouse (DEC).

1) O Beneficiário deve providenciar ao Representante do Agreement Officer um exemplar


de qualquer Trabalho Intelectual que seja publicado, bem como uma lista de qualquer Trabalho
Intelectual que não tenha sido publicado.

2) O Beneficiário deve ainda submeter Trabalho Intelectual, seja publicado ou não, ao


DEC, on-line (de preferência) ou por correio. O Beneficiário deve analisar o Website do DEC
para ver as instruções sobre apresentações, incluindo a formatação de documentos e os tipos
de documentos a apresentar. As instruções sobre as apresentações podem ser encontradas
em: http://dec.usaid.gov

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3) Para efeitos de apresentações ao DEC, Trabalho Intelectual inclui todos os trabalhos


que documentem a implementação, avaliação e os resultados das actividades de assistência ao
desenvolvimento internacional desenvolvidas ou adquiridas ao abrigo desta adjudicação, que
poderão incluir materiais do programa e de comunicações, avaliações, produtos de informação,
relatórios de pesquisa e técnicos, relatórios de progresso e de execução necessários no âmbito
desta adjudicação (excluindo informação financeira administrativa), bem como outros
relatórios, artigos e documentos preparados pelo Beneficiário no âmbito da adjudicação, quer
tenham ou não sido publicados. O termo não inclui informação do Beneficiário que seja
inerente à administração da adjudicação, como por exemplo, informação financeira,
administrativa, de custos e preços, ou de gestão.

4) Cada documento submetido deve conter informação bibliográfica essencial, como por
exemplo, 1) título descritivo; 2) nome do(s) autor(es); 3) número da adjudicação; 4)
departamento patrocinador da USAID; 5) objectivo de desenvolvimento; e 6) data da
publicação.

5) O Beneficiário não deve submeter ao DEC qualquer informação sensível do ponto de


vista financeiro nem informação que possa ser identificada pessoalmente, como é o caso de
números de segurança social, endereços residenciais e datas de nascimento. Tal informação
deve ser retirada antes da apresentação. O Beneficiário não deve apresentar documentos
classificados ao DEC.

b. Direitos Relativos a Dados

1) Dados significa informação registada, independentemente da forma ou do meio em que


possa estar registada, incluindo dados técnicos e software informático e inclui Trabalho
Intelectual, definido na alínea a.

2) Salvo disposição em contrário, o Beneficiário pode reter os direitos, o título e interesse


nos Dados que tenham sido primeiro adquiridos ou produzidos ao abrigo desta adjudicação. A
USAID reserva-se o direito, isento de royalties, mundial, não exclusivo e irrevogável de usar,
divulgar, reproduzir, preparar trabalhos derivados, distribuir cópias para o público, executar e
exibir publicamente, de qualquer maneira e para qualquer finalidade e de ter ou permitir que
outros o façam.

c. Direitos de Autor. O Beneficiário pode ter direitos de autor referentes a quaisquer


livros, publicações ou outros materiais com direitos de autor registados que tenham sido
primeiro adquiridos ou produzidos ao abrigo desta adjudicação. A USAID reserva-se o direito,
isento de royalties, mundial, não exclusivo e irrevogável de usar, divulgar, reproduzir, preparar
trabalhos derivados, distribuir cópias ao público, executar e exibir publicamente, de qualquer
maneira e para qualquer finalidade, e de ter ou permitir que outros o façam.

d. O Beneficiário deve fornecer ao Governo dos EUA, mediante solicitação ou de outro


modo previsto nesta adjudicação, um exemplar de quaisquer Dados ou material com direitos
de autor a que o Governo dos EUA tenha direitos ao abrigo dos parágrafos b. e c. desta

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disposição. O Governo não faz representações ou garantias quanto ao título, direito de uso ou
licença ou outros direitos legais ou obrigações em relação a qualquer dos Dados ou materiais
com direitos de autor.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M9. MARCAÇÃO E COMUNICAÇÕES PÚBLICAS AO ABRIGO DE


ASSISTÊNCIA FINANCIADA PELA USAID (DEZEMBRO DE 2014)

a. A Identidade da USAID é a marca oficial da USAID, constituída pelo logótipo e marca


da USAID com o slogan “from the American people” (do povo americano) a menos que
alterado pela USAID de modo a incluir o uso adicional ou substituto de um logótipo ou selo e
slogan que represente uma iniciativa presidencial ou outra iniciativa interinstitucional de alto
nível. Deve ser utilizado o logótipo padrão da USAID, a menos que a adjudicação exija o uso
de um logótipo adicional ou substituto. A Identidade da USAID (incluindo qualquer iniciativa
presidencial exigida ou identidade relacionada) está disponível no website da USAID em
www.usaid.gov. Os Beneficiários devem usar a Identidade da USAID, de um tamanho e
importância equivalentes ou maiores a qualquer outra identidade ou logótipo exibido para
marcar o seguinte:

(1) Programas, projectos, actividades, comunicações públicas e produtos parcial ou


totalmente financiados pela USAID;

(2) Locais de programas, projectos ou actividades financiados pela USAID, incluindo


projectos de infra-estruturas visíveis ou outros locais físicos;

(3) Assistência técnica, estudos, relatórios, documentos, publicações, produções


audiovisuais, anúncios de serviços públicos, websites / actividades de Internet, produtos
promocionais, informativos, meios de informação, ou de comunicações financiados pela USAID;

(4) Bens, equipamento, artigos e outros materiais financiados pela USAID, incluindo bens
ou equipamento fornecidos no âmbito da ajuda humanitária ou de programas de alívio a
desastres; e

(5) Eventos financiados pela USAID, tais como cursos de formação, conferências,
seminários, exposições, feiras, workshops, conferências de imprensa e outras actividades
públicas. Caso a Identidade da USAID não possa ser exibida, o Beneficiário é encorajado a
reconhecer de outro modo a USAID e a ajuda do povo americano.

b. O Beneficiário deve implementar os requisitos desta disposição de acordo com o Plano


de Marcação na adjudicação.

c. O AO pode solicitar uma revisão anterior à produção de material do programa e


“comunicações públicas” (documentos e mensagens destinadas à distribuição externa, incluindo
mas sem se limitar à correspondência; publicações; estudos; relatórios; produções audiovisuais;
pedidos; formulários; imprensa; e materiais promocionais) usados em conexão com os

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programas, projectos ou actividades financiados pela USAID em cumprimento de um Plano de


Marcação aprovado.

d. O Beneficiário é encorajado a anunciar publicamente o recebimento desta adjudicação


e a anunciar o progresso e as realizações. O beneficiário deve fornecer cópias dos avisos ou
anúncios ao Representante de Agreement Officer (AOR) e ao Escritório de Assuntos
Legislativos e Públicos da USAID antes do lançamento, quando viável. Os comunicados de
imprensa ou outros anúncios públicos devem incluir uma declaração substancialmente nos
seguintes termos:
“A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional administra o programa de ajuda
externa dos EUA, que presta assistência económica e humanitária em mais de 80 países em
todo o mundo.”

e. Qualquer “comunicação pública” cujo conteúdo não tenha sido aprovado pela USAID
deve conter a seguinte renúncia de responsabilidades:
“Este estudo / relatório / informação áudio / visual / outra / produto dos meios de comunicação
(especificar) é possível graças ao apoio generoso do povo americano através da Agência dos
Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Os conteúdos são da
responsabilidade de [inserir o nome do Beneficiário] e não reflectem necessariamente os
pontos de vista da USAID ou do Governo dos Estados Unidos.”

f. O Beneficiário deve fornecer ao AOR da USAID, dois exemplares de todos os materiais


do programa e de comunicações produzidos no âmbito desta adjudicação.

g. O Beneficiário deve solicitar uma excepção aos requisitos de marcação da USAID, caso
estes requisitos da USAID:

(1) Comprometam a independência intrínseca ou a neutralidade de um programa ou de


materiais em que a independência ou a neutralidade constituam um aspecto inerente do
programa e dos materiais;

(2) Diminuam a credibilidade das auditorias, relatórios, análises, estudos ou recomendações


de políticas cujos dados ou conclusões devem ser considerados independentes;

(3) Prejudiquem a “posse” pelo governo do país beneficiário de constituições, leis,


regulamentos, políticas, estudos, avaliações, relatórios, publicações, inquéritos ou auditorias,
anúncios de serviços públicos ou outras comunicações;

(4) Prejudiquem a funcionalidade de um item;

(5) Incorram custos substanciais ou não sejam práticos;

(6) Ofendam as normas culturais ou sociais locais, ou sejam considerados inadequados; ou

(7) Entrem em choque com a lei internacional.

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h. O Beneficiário pode apresentar um pedido de isenção dos requisitos de marcação desta


disposição ou o Plano de Marcação, através do AOR, nos casos em que a marcação exigida
pela USAID represente preocupações convincentes de natureza política, de segurança ou
protecção, ou tenha um impacto adverso no país de cooperação.

(1) As isenções aprovadas “descem” para as subadjudicações e contratos, salvo indicação


em contrário. A isenção também pode incluir a remoção de marcas da USAID já afixadas, se as
circunstâncias o justificarem.

(2) As determinações da USAID relativas aos pedidos de isenção estão sujeitas a recurso
por parte do Beneficiário, através de carta a solicitar que a determinação seja reconsiderada
ao Assistente do Administrador competente.

i. O Beneficiário deve incluir a seguinte disposição sobre marcação em quaisquer


subacordos celebrados ao abrigo da presente adjudicação:

“Como condição para receber desta subadjudicação, é necessária uma marcação com a
Identidade da USAID de um tamanho e importância equivalentes ou maiores do que as do
Beneficiário, do Sub-beneficiário, de outro doador ou de terceiros. No caso de o Beneficiário
optar por não exigir a marcação com a sua própria identidade ou logótipo pelo sub-beneficiário,
a USAID poderá, a seu critério, exigir a marcação pelo sub-beneficiário com a Identidade da
USAID.”

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M10. RESCISÃO E SUSPENSÃO DA ADJUDICAÇÃO (DEZEMBRO DE 2014)

a. O Beneficiário ou o Agreement Officer (AO) podem pôr termo a esta adjudicação a qualquer
momento, no todo ou em parte, mediante notificação por escrito à outra parte, em
conformidade com a Disposição Geral “Notificações”. O aviso de rescisão deve conter o(s)
motivo(s) da rescisão; a data de entrada em vigor; e, no caso de rescisão parcial, a parte a ser
rescindida. Se a rescisão se basear no incumprimento, note-se que esta decisão de rescisão
pode ser considerada na selecção para adjudicações no futuro.

b. A USAID pode suspender esta adjudicação, no todo ou em parte, a qualquer momento,


após a notificação ao beneficiário, e proibir o beneficiário de incorrer em obrigações adicionais
imputadas a esta adjudicação, além dos custos especificados no aviso de suspensão durante o
período de suspensão.

c. Caso se constate que o Beneficiário ou qualquer dos seus funcionários, Sub-


beneficiários , ou contratados foram condenados por um delito relacionado com narcóticos ou
estiveram envolvidos no tráfico de drogas, conforme definido no 22 CFR 140, a USAID reserva-
se o direito de rescindir esta adjudicação, no todo ou em parte, ou de tomar quaisquer outras
medidas adequadas, incluindo, sem limitação, o reembolso ou a devolução de qualquer quantia
da adjudicação. Além disso, o Beneficiário tem de fazer um esforço de boa-fé no sentido de

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manter um ambiente de trabalho livre de drogas e a USAID reserva-se o direito de rescindir


ou suspender esta adjudicação se o Beneficiário não o fizer materialmente.

d. Procedimentos de Rescisão e Suspensão. Após a recepção e de acordo com um aviso


de rescisão ou suspensão da USAID, conforme especificado acima, o Beneficiário deve tomar
medidas imediatas com vista a minimizar todas as despesas e, no caso de rescisão, cancelar
todas as obrigações financiadas por esta adjudicação, tanto quanto possível. Salvo o previsto na
presente disposição, ou tal como aprovado por escrito pelo AO, o Beneficiário não tem direito
a custos incorridos após a data da rescisão.

e. No prazo de 30 dias após a data de vigência da rescisão, o Beneficiário deve reembolsar


o Governo dos EUA todos os fundos da USAID não gastos à data de entrada em vigor da
rescisão que não tenham sido de outro modo obrigados por uma transacção juridicamente
vinculativa e não cancelável aplicável a esta adjudicação.

f. Na eventualidade de os fundos pagos pela USAID ao Beneficiário antes da data de


entrada em vigor da rescisão desta adjudicação serem insuficientes para cobrir obrigações
juridicamente vinculativas pelo Beneficiário perante terceiros, o Beneficiário pode apresentar à
USAID no prazo de 90 dias após a data de entrada em vigor de uma rescisão uma reclamação
por escrito cobrindo tais obrigações do Beneficiário. O AO deve determinar o(s) montante(s)
a ser pago pela USAID ao Beneficiário ao abrigo de tal reclamação, de acordo com esta
disposição e a Disposição Geral “Custos Elegíveis”.

g. O Beneficiário deve, tanto quanto possível, incluir uma disposição em todas as


subadjudicações, incluindo subadjudicações e contratos, conferindo ao Beneficiário o direito de
rescindir a subadjudicação caso a USAID rescinda esta adjudicação, incluindo a exigência de
reembolso contida no parágrafo c.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M11. CONDUTA DO BENEFICIÁRIO E DO FUNCIONÁRIO (AGOSTO DE


2013)

a. O Beneficiário deve ter em vigor políticas e procedimentos escritos para evitar conflitos
de interesses pessoais e evitar que os seus oficiais, funcionários ou agentes usem os seus cargos
para ganho pessoal ou que representem um conflito de interesses pessoal. Um conflito de
interesses pessoal é uma situação em que um oficial, funcionário ou agente do Beneficiário tem
um interesse financeiro, actividade pessoal, ou relacionamento que poderia prejudicar a
capacidade do funcionário de agir de forma imparcial ao executar as funções inerentes à
adjudicação. A política escrita do Beneficiário deve indicar que um funcionário, oficial, ou agente
do Beneficiário, ou qualquer membro da família imediata de um funcionário não pode receber
uma subadjudicação, ou ter um interesse financeiro ou outro na entidade seleccionada para
uma subadjudicação sem revelar o conflito e seguir as políticas e procedimentos escritos do
Beneficiário para mitigar o conflito. Além disso, a política escrita deve indicar que os oficiais,
funcionários e agentes do Beneficiário não devem solicitar nem aceitar gratificações, favores,
ou qualquer coisa de valor monetário dos sub-beneficiários ou potenciais sub-beneficiários.

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b. O Beneficiário, seus funcionários e consultores são proibidos de usar sistemas de tecnologias


de informação do governo dos EUA (tais como Phoenix, GLAAS, etc.), devem ser
acompanhados para utilizar as instalações do Governo dos EUA (tais como espaço ou
equipamento de escritório) e não podem invocar assistência de qualquer pessoal administrativo
ou técnico do Governo dos EUA na realização das funções inerentes a esta adjudicação, salvo
disposição contrária nesta adjudicação.

c. O Beneficiário, seus funcionários e consultores são entidades singulares, não são funcionários
do Governo dos EUA, pelo que não se devem representar como tal.

d. Os seguintes requisitos desta disposição aplicam-se aos funcionários do Beneficiário que não
sejam cidadãos do país de cooperação.

(1) Se os funcionários do Beneficiário gozarem de isenções de limitações de importação,


direitos aduaneiros e taxas sobre bens pessoais em conexão com a execução desta adjudicação,
a venda de tais bens pessoais é regida pelas regras contidas no 22 CFR 136, incluindo a proibição
de lucrar de tal venda, salvo se esta disposição entrar em conflito com os regulamentos do país
beneficiário.

(2) Quaisquer transacções comerciais externas dos funcionários do Beneficiário devem ser
legais e não devem entrar em conflito de qualquer forma com esta adjudicação. As transacções
comerciais externas incluem, mas não se limitam a quaisquer investimentos, empréstimos,
emprego ou posse do negócio por funcionários do Beneficiário, além do trabalho a realizar no
âmbito desta adjudicação.

e. Caso a conduta de qualquer funcionário do Beneficiário não esteja em conformidade com


esta disposição ou esta adjudicação, o Beneficiário deve coordenar com a Missão da USAID
para resolver a situação no que diz respeito a tal funcionário, incluindo, se necessário, a rescisão
do contrato do funcionário. No caso da rescisão de um cidadão de um país não beneficiário, o
Beneficiário deve fazer os seus melhores esforços no sentido de mandar regressar tal
funcionário para os Estados Unidos, ou ponto de origem, conforme o caso.

f. As partes reconhecem os direitos do Chefe da Missão dos EUA de instruir a remoção de


qualquer cidadão dos EUA de um país ou instruir a retirada desta adjudicação de qualquer
indivíduo quando, a critério do Chefe da Missão dos EUA é no melhor interesse dos Estados
Unidos.

g. Esta disposição na sua totalidade, incluindo este parágrafo g. deve ser incluída
em todas as subadjudicações.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M12. EXCLUSÃO E SUSPENSÃO (JUNHO DE 2012)

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a. O Beneficiário não deve transaccionar ou realizar negócios ao abrigo desta adjudicação com
qualquer pessoa ou entidade que tenha uma exclusão activa no Sistema de Gestão de
Adjudicações (SAM) (www.sam.gov), a menos que tenha sido recebida uma aprovação prévia
do Agreement Officer. A lista contém as pessoas e entidades que o Governo dos EUA
suspendeu ou excluiu com base no mau comportamento ou numa determinação pelo Governo
dos EUA de que a pessoa ou entidade não pode ser confiada para salvaguardar os fundos do
Governo dos EUA. As entidades ou pessoas suspensas ou excluídas são impedidas de receber
qualquer novo trabalho ou qualquer financiamento adicional do Governo dos EUA durante o
período de exclusão. Se o Beneficiário tiver dúvidas sobre listagens no sistema, estas devem
ser dirigidas ao Agreement Officer.

O Beneficiário deve estar em conformidade com a Subparte C de 2 CFR Secção 180,


completado por 2 CFR 780. A USAID pode proibir custos, anular ou terminar a transacção,
excluir ou suspender o Beneficiário, ou tomar outras medidas, conforme apropriado, se o
Beneficiário violar esta disposição. Embora tal não seja automático, a USAID pode terminar
esta adjudicação se um Beneficiário ou qualquer dos seus directores satisfizer qualquer uma
das condições previstas no parágrafo c. abaixo. Se tal situação ocorrer, a USAID deve
considerar a totalidade das circunstâncias – incluindo a resposta do Beneficiário à situação e
quaisquer informações adicionais fornecidas, quando a USAID determinar a sua resposta.

b. O Beneficiário deve notificar o Agreement Officer imediatamente ao saber que ele ou


qualquer dos seus directores, a qualquer momento, antes ou durante a vigência desta
adjudicação:

(1) estão neste momento excluídos ou desqualificados de fazer negócios com qualquer entidade
do Governo dos EUA;

(2) foram condenados ou considerados responsáveis nos últimos três anos por cometer
qualquer infracção, indicando uma falta de integridade ou de honestidade nos negócios, tais
como fraude, peculato, furto, falsificação, corrupção ou mentira;

(3) estão presentemente indiciados ou de outra forma criminal ou civilmente acusados por
qualquer entidade governamental de qualquer uma das infracções enumeradas no parágrafo
c.(2); ou

(4) já tiverem um ou mais acordos financiados pelos EUA rescindidos por justa causa ou
incumprimento nos três anos anteriores.

c. “Principal” significa—

(1) Um oficial, director, proprietário, sócio, investigador principal, ou outra pessoa dentro de
um participante com responsabilidades de gestão ou de supervisão relacionadas com uma
transacção coberta; ou

(2) Um consultor ou outra pessoa, quer seja ou não funcionário do participante ou pago com
fundos federais, que —

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(i) esteja numa posição de lidar com fundos federais;


(ii) esteja numa posição de influenciar ou controlar a utilização desses fundos; ou,
(iii) seja, por causa da sua posição técnica ou profissional, capaz de influenciar substancialmente
o desenvolvimento ou o resultado de uma actividade necessária para realizar a operação
abrangida.
d. O Beneficiário deve incluir esta disposição na íntegra, excepto os parágrafos c.(2)-(4) em
quaisquer subadjudicações ou contratos celebrados ao abrigo desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M13. DISPUTAS E RECURSOS (DEZEMBRO DE 2014)

a. Qualquer disputa no quadro desta adjudicação será decidida pelo Agreement Officer (AO).
O AO deve fornecer ao Beneficiário uma cópia por escrito da decisão.

b. As decisões do AO são finais, a menos que o Beneficiário recorra da decisão do


Administrador Adjunto da USAID, Bureau de Gestão. Qualquer recurso interposto ao abrigo
desta disposição deve ser por escrito, com carimbo dos correios no prazo de 30 dias a contar
da recepção da decisão do AO; deve incluir todas as provas relevantes e materiais; e deve ser
dirigido ao Deputy Assistant Administrator, Management Bureau, U.S. Agency for International
Development, Management Bureau, 1300 Pennsylvania Ave, NW, Washington, DC 20523. Uma
cópia do recurso deve ser simultaneamente enviada ao AO. Não será feita nenhuma audiência.

c. Uma decisão ao abrigo desta disposição pelo Administrador Adjunto, do Bureau de Gestão,
é final.

d. Não obstante qualquer outro termo desta adjudicação, os subadjudicatários e contratados


não têm o direito de apresentar reclamações directamente à USAID e a USAID não assume
qualquer responsabilidade por eventuais reclamações de terceiros contra o Beneficiário.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M14. PREVENÇÃO DO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO (AGOSTO DE


2013)

a. O Beneficiário não se deve envolver em transacções nem fornecer recursos ou apoio a


indivíduos e organizações associados ao terrorismo, incluindo os indivíduos ou entidades que
constam da Lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas mantida pelo
Tesouro dos Estados Unidos (on-line em: http://www.treasury.gov/resource-
center/sanctions/SDN-List /Pages/default.aspx) ou da lista de designação de Segurança das
Nações Unidas (on-line em: http://www.un.org/sc/committees/1267/ aq_sanctions_list.shtml).

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b. Esta disposição deve ser incluída em todas as subadjudicações e contratos emitidos ao abrigo
desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M15. TRÁFICO DE PESSOAS (ABRIL DE 2016)

a. O Beneficiário, subadjudicatário, ou contratado, de qualquer nível, ou seus funcionários,


recrutadores de mão-de-obra, corretores e outros agentes não se devem envolver no:

(1) Tráfico de pessoas (segundo o definido no Protocolo para Prevenir, Suprimir e Punir o
Tráfico de Pessoas, Especialmente de Mulheres e Crianças, que complementa a Convenção das
Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional) durante o período de vigência desta
adjudicação;

(2) Aquisição de um acto sexual comercial durante o período de vigência desta adjudicação;

(3) Utilização de trabalho forçado na execução desta adjudicação;

(4) Actos que apoiem ou promovam directamente o tráfico de pessoas, incluindo os seguintes
actos:

i. Destruir, ocultar, confiscar, ou de outra forma negar a um funcionário o seu acesso a


documentos de identidade ou de imigração;

ii. Não fornecer transporte de regresso ou não pagar os custos de transporte de regresso a
um funcionário de um país fora dos Estados Unidos para o país do qual o trabalhador foi
recrutado após o fim do emprego, se solicitado pelo funcionário, a menos que:

a) estejam isentos da obrigação de fornecer ou pagar por esse tipo de transporte de regresso
pela USAID no âmbito da presente adjudicação; ou

b) o funcionário seja vítima de tráfico de seres humanos que procuram serviços para vítimas
ou reparação legal no país de emprego ou uma testemunha numa acção de aplicação da lei
contra o tráfico de seres humanos;

iii. Aliciar uma pessoa para efeitos de trabalho, ou oferecer emprego, por meio de pretextos,
representações ou promessas materialmente falsos ou fraudulentos em relação a esse
emprego;

iv. Cobrar aos funcionários taxas de recrutamento; ou

v. Proporcionar ou arranjar habitação que não satisfaça os padrões de habitação e segurança


dos países de acolhimento.

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b. Em caso de uma violação da secção (a) desta disposição, a USAID está autorizada a rescindir
esta adjudicação, sem penalidade, e também está autorizada a exercer quaisquer outras acções
correctivas autorizadas conforme previsto na secção 1704(c) da Lei de Autorização de Defesa
Nacional referente ao Ano Fiscal de 2013 (Pub. L. 112-239, promulgada a 2 de Janeiro de 2013).

c. Se o valor estimado dos serviços que devem ser realizados ao abrigo da adjudicação fora dos
Estados Unidos ultrapassar os $500.000, o Beneficiário deve apresentar ao Agreement Officer
a “Certificação Anual sobre o Tráfico de Pessoas, Título de Implementação XVII da Lei de
Autorização da Defesa Nacional relativa ao Ano Fiscal 2013”, conforme necessário antes desta
adjudicação e deve implementar um plano de conformidade para prevenir as actividades
descritas acima na secção (a) desta disposição. O Beneficiário deve fornecer uma cópia do
plano de conformidade ao Agreement Officer mediante pedido e deve publicar os conteúdos
úteis e relevantes do plano ou materiais relacionados no seu website (caso exista) e no local
de trabalho.

d. O plano de conformidade do Beneficiário deve ser adequado à dimensão e à complexidade


da adjudicação e à natureza e âmbito das actividades, incluindo o número de cidadãos não
americanos que devem ser recrutados como funcionários. O plano deve incluir, no mínimo, o
seguinte:

(1) Um programa de sensibilização para informar os funcionários sobre as proibições


relacionadas com o tráfico incluído nesta disposição, as actividades proibidas e as medidas que
serão tomadas contra o funcionário pelas infracções.

(2) Um processo através do qual os funcionários possam denunciar, sem medo de retaliação,
actividades incompatíveis com a política que proíbe o tráfico, incluindo uma forma de
disponibilizar a todos os funcionários a Linha Verde Global de Tráfico Humano (Global Human
Trafficking Hotline) em 1-844-888-FREE e o seu endereço electrónico em help@befree.org.

(3) Um plano de recrutamento e salários que só permite o uso de empresas de recrutamento


com pessoal treinado, proíbe a cobrança de taxas de recrutamento ao funcionário e garante
que os salários estejam de acordo com os requisitos legais aplicáveis do país beneficiário ou
explica qualquer variação.

(4) Um plano de habitação, caso o Beneficiário ou qualquer subadjudicatário pretenda


providenciar ou organizar habitação. O plano de habitação deve satisfazer os padrões de
habitação e segurança do país beneficiário.

(5) Os procedimentos para o Beneficiário poder impedir que quaisquer agentes ou


subadjudicatários de qualquer nível e em qualquer valor em dólar se envolvam nas actividades
de tráfico de pessoas descritas na secção A da presente disposição. O Beneficiário também
deve possuir procedimentos para monitorizar, detectar e denunciar quaisquer agentes ou
subadjudicatário ou funcionários de subadjudicatários que se tenham envolvido em tais
actividades.

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e. Se o Beneficiário receber qualquer informação credível sobre uma violação indicada na


secção a(1)-(4) desta disposição, o Beneficiário deve notificar imediatamente o Agreement
Officer competente e a Inspecção-Geral da USAID e deve cooperar plenamente com quaisquer
agências federais responsáveis por auditorias, investigações, ou medidas correctivas
relacionadas com o tráfico de pessoas.

f. O Agreement Officer pode instruir o Beneficiário no sentido de tomar medidas específicas


com vista a eliminar uma suposta violação ou fazer cumprir os requisitos de um plano de
conformidade.

g. Para efeitos desta disposição, “funcionário” significa um indivíduo que esteja envolvido na
execução desta adjudicação como funcionário directo, consultor ou voluntário do Beneficiário
ou de qualquer sub-beneficiário.

h. O Beneficiário deve incluir em todas as subadjudicações e contratos uma disposição que


proíba a conduta descrita na secção a(1)-(4) pelo Sub-beneficiário, contratado, ou qualquer dos
seus trabalhadores ou qualquer agente. O Beneficiário deve também incluir uma disposição que
autorize o Beneficiário a rescindir a adjudicação, conforme descrito na secção b desta
disposição.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M16. ACTIVIDADES DE PLANEAMENTO DEMOGRÁFICO VOLUNTÁRIO DA


POPULAÇÃO – REQUISITOS OBRIGATÓRIOS (MAIO DE 2006)

a. Requisitos para Programas de Esterilização Voluntária

(1) Os fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação não devem ser usados para pagar
a realização de esterilização involuntária como método de planeamento familiar ou para coagir
ou fornecer qualquer incentivo financeiro para qualquer indivíduo praticar a esterilização.

b. Proibição de Actividades Relacionadas com o Aborto:

(1) Nenhuns fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação serão utilizados para financiar,
apoiar ou ser atribuídos às seguintes actividades: (i) aquisição ou distribuição de equipamentos
destinados a serem utilizados para efeitos de induzir o aborto como um método de
planeamento familiar; (ii) taxas especiais ou incentivos para qualquer pessoa como forma de
coagi-la ou motivá-la a praticar o aborto; (iii) pagamentos a pessoas para realizarem abortos ou
para aliciarem pessoas para se submeterem ao aborto; (iv) programas de informação, educação,
formação ou de comunicação que procurem promover o aborto como um método de
planeamento familiar; e (v) fazer lobby a favor ou contra o aborto. O termo “motivar”, quando
se refere à assistência ao planeamento familiar, não deve ser interpretado de forma a proibir a
prestação de informações ou aconselhamento sobre todas as opções de gravidez, de acordo
com a legislação local,.

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(2) Nenhuns fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação serão usados para pagar
qualquer investigação biomédica que se relacione, no todo ou em parte, com métodos ou
realização de abortos ou esterilizações involuntárias como meio de planeamento familiar. A
pesquisa epidemiológica ou descritiva para avaliar a incidência, dimensão ou consequências de
abortos não está excluída.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M17. IGUALDADE DE PARTICIPAÇÃO POR ORGANIZAÇÕES BASEADAS NA


FÉ (JUNHO DE 2016)

a. Organizações Baseadas na Fé Incentivadas


As organizações baseadas na fé são elegíveis, na mesma base que qualquer outra organização,
para participar de qualquer programa da USAID para o qual sejam elegíveis. Nem a USAID nem
as entidades que fazem e administram as subadjudicações de fundos da USAID devem
discriminar a favor ou contra uma organização com base na filiação ou carácter religioso da
organização. Além disso, as organizações religiosas não devem ser desqualificadas de participar
em programas da USAID porque serem motivadas ou influenciadas pela fé religiosa para
fornecer serviços sociais, ou por causa da filiação ou carácter religioso.

As decisões sobre a concessão de assistência financeira da USAID devem estar livres de


qualquer interferência política ou até mesmo de aparência de tal interferência. As adjudicações
devem ser feitas com base no mérito, e não com base na filiação religiosa de um requerente,
ou na falta dela. Uma organização baseada na fé pode continuar a desempenhar a sua missão,
incluindo a definição, desenvolvimento, prática e expressão das suas crenças religiosas, dentro
dos limites previstos na presente disposição. Para mais informações, favor consultar o website
de Iniciativas Religiosas e Comunitárias da USAID e 22 CFR 205.1

b. Actividades Explicitamente Religiosas Proibidas.


(1) As actividades explicitamente religiosas incluem actividades que envolvam um conteúdo
religioso manifesto, tais como adoração, ensino religioso, oração, ou proselitismo.

(2) O Beneficiário não se deve envolver em actividades explicitamente religiosas como parte
dos programas ou serviços directamente financiados com o apoio financeiro da USAID. Se o
Beneficiário se envolver em actividades explicitamente religiosas, as actividades devem ser
oferecidas separadamente, em termos de tempo ou local, de todos os programas ou serviços
directamente financiados por esta adjudicação e a participação deve ser voluntária para os
beneficiários dos programas ou serviços financiados com o apoio da USAID.

(3) Estas restrições aplicam-se igualmente às organizações religiosas e laicas. Todas as


organizações que participam em programas da USAID na qualidade de beneficiários ou
subadjudicatários, incluindo as religiosas, devem realizar actividades elegíveis em conformidade
com todos os requisitos do programa e outros requisitos aplicáveis que regem as actividades
financiadas pela USAID.

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(4) Não obstante as restrições de b.(1) e (2), uma organização religiosa que participe em
programas ou serviços financiados pela USAID:

(i) Pode manter a sua independência e pode continuar a desempenhar a sua missão, incluindo
a definição, desenvolvimento, prática e expressão das suas crenças religiosas, desde que não
use a ajuda financeira directa da USAID para apoiar ou se envolver em quaisquer actividades
explicitamente religiosas ou em qualquer outra forma proibida por lei;

(ii) Pode fazer uso do espaço nas suas instalações, sem retirar objectos de arte, ícones,
escrituras religiosas e outros símbolos religiosos; e

(iii) Pode manter a sua autoridade sobre a sua governação interna e pode reter termos
religiosos no nome da sua organização, seleccionar os membros do seu conselho de
administração numa base religiosa e incluir referências religiosas em declarações de missão da
sua organização e outros documentos regulamentadores.

c. Aplicação em conformidade com a Cláusula de Estabelecimento: Nada nesta disposição deve


ser interpretado no sentido de autorizar a utilização de fundos da USAID para actividades que
não sejam autorizadas pela jurisprudência da Cláusula de Estabelecimento ou de outra forma
por lei.

d. Discriminação Baseada na Religião Proibida: O Beneficiário não deve, durante a prestação de


serviços, discriminar um beneficiário do programa ou potencial beneficiário do programa com
base na religião ou crença religiosa, na recusa de acreditar numa religião ou na recusa de
participar numa prática religiosa.

e. A isenção de uma organização religiosa da proibição federal sobre a discriminação no


emprego com base na religião, estabelecida na Sec. 702(a) da Lei dos Direitos Civis de 1964,
42 U.S.C. 2000e-I, não é comprometida quando a organização recebe apoio financeiro da
USAID.

f. O Secretário de Estado pode isentar do cumprimento dos requisitos desta secção, no todo
ou em parte e caso a caso, quando o Secretário determina que tal isenção é necessária para
promover a segurança nacional ou os interesses da política externa dos Estados Unidos.

g. Esta disposição deve ser incluída em todas as subadjudicações ao abrigo desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M18. NÃO DISCRIMINAÇÃO (JUNHO DE 2012)

Nenhum cidadão americano ou residente legal nos EUA deve ser excluído da participação, ser-
lhe negado os benefícios ou, de outra forma, ser sujeito à discriminação com base na raça, cor,
nacionalidade, idade, deficiência ou sexo em qualquer programa ou actividade financiada por

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esta adjudicação, quando o trabalho ao abrigo da subvenção é feito nos EUA, ou quando os
funcionários são recrutados dos EUA.

Além disso, a USAID está empenhada em alcançar e manter uma força de trabalho diversificada
e representativa, bem como um ambiente de trabalho livre de discriminação. Com base na lei,
na Ordem Executiva e na política da agência, a USAID proíbe a discriminação, incluindo o
assédio, no seu próprio local de trabalho com base na raça, cor, religião, sexo (incluindo
gravidez e identidade de género), nacionalidade, deficiência, idade, status de veterano,
orientação sexual, informação genética, estado civil, situação familiar, filiação política, e qualquer
outra conduta que não afecte negativamente o desempenho do funcionário. Além disso, a
Agência recomenda enfaticamente aos seus Beneficiários e seus Sub-beneficiários e
fornecedores (em todos os níveis) tanto nos EUA como no exterior, que desenvolvam e
apliquem políticas de não discriminação abrangentes nos seus locais de trabalho que incluam
protecção para todos os seus funcionários, sujeito à lei aplicável.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M19. POLÍTICA DA DEFICIÊNCIA DA USAID - ASSISTÊNCIA (JUNHO DE


2012)

O Beneficiário não deve discriminar as pessoas portadoras de deficiência na implementação de


programas financiados pela USAID e deve demonstrar uma abordagem abrangente e
consistente para a inclusão de homens, mulheres e crianças portadoras de deficiência.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M20. LIMITAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE CONSTRUÇÃO (AGOSTO DE 2013)

a) A construção não é elegível para reembolso no âmbito desta adjudicação, a menos que esteja
especificamente identificado no parágrafo d) a seguir.

b) Construção significa – construção, alteração ou reparação (incluindo a dragagem e


escavação) de edifícios, estruturas ou outros bens imóveis e inclui, sem limitação,
melhoramentos, transformação, renovação e remodelação. O termo inclui, sem limitação,
estradas, centrais hidroeléctricas, edifícios, pontes, instalações de tratamento de água e
estruturas verticais.

c) Os Agreement Officers não devem aprovar quaisquer subadjudicações ou contratos de


aquisição por beneficiários referentes a actividades de construção que não estejam listadas no
parágrafo d). A USAID deve reembolsar os custos elegíveis apenas para as actividades de
construção enumeradas na presente disposição que não excedam o valor especificado na verba
destinada à construção no orçamento da adjudicação. O Beneficiário deve receber a aprovação
prévia por escrito do AO para transferir fundos alocados a actividades de construção para
outras categorias de custos, ou vice-versa.

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d) “A construção não é elegível para reembolso no âmbito desta adjudicação”.

e) O Beneficiário deve incluir esta disposição em todas as subadjudicações e aquisições e levar


ao conhecimento dos fornecedores que prestam serviços no âmbito desta adjudicação e dos
sub-beneficiários as restrições desta disposição.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M21. PORTAL DE AVISOS DOS PARCEIROS DE IMPLEMENTAÇÃO (IPN) DA


USAID PARA ASSISTÊNCIA (JULHO DE 2014)

a) Definições

“Portal de Avisos dos Parceiros de Implementação (IPN) da USAID para Assistência (“Portal
IPN”) significa o único ponto em que a USAID publica as alterações bilaterais universais
propostas para as adjudicações da USAID, a que os Beneficiários da USAID registados podem
ter acesso electronicamente. O Portal IPN encontra-se em
https://sites.google.com/site/usaidipnforassistance/.

“Administrador do Portal IPN” significa que o funcionário da USAID designado pelo director,
M/OAA, que tem a responsabilidade geral de gestão do Portal de Avisos dos Parceiros de
Implementação da USAID para Assistência.

“Alteração bilateral Universal” significa as alterações com revisões ou novos requisitos ou


disposições que afectam todas as adjudicações ou uma classe designada de adjudicações,
conforme especificado na notificação pela Agência de tais revisões ou novos requisitos.

(b) Através da apresentação de um pedido e execução de uma adjudicação, o Requerente /


Beneficiário reconhece a necessidade de:

(1) Registar-se no Portal IPN, se lhe tiver sido concedida uma adjudicação de assistência
resultante desta solicitação, e

(2) Receber alterações bilaterais universais a esta adjudicação e avisos gerais através do Portal
IPN.

(c) Procedimento de registo para receber notificações.

Ir para https://sites.google.com/site/usaidipnforassistance/ e clicar no botão “Register” no topo


da página. Os representantes do Beneficiário devem usar o endereço electrónico oficial da sua
organização no momento da subscrição, e não os endereços electrónicos pessoais.

(d) Processamento de Alterações do Portal IPN


O Beneficiário pode ter acesso ao Portal IPN a qualquer momento para rever todas as
alterações nele introduzidas; no entanto, o sistema também notificará o Beneficiário por e-mail

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quando o Administrador do Portal IPN da USAID publicar uma alteração bilateral universal
para avaliação e assinatura do Beneficiário. As alterações ao Portal IPN da USAID propostas
distribuídas através do Portal IPN são aplicáveis a todas as adjudicações, salvo indicação em
contrário na alteração proposta.

Dentro de 15 dias a contar da recepção do e-mail de notificação do Portal IPN, o Beneficiário


deve observar um dos seguintes procedimentos:

(1) (a) Verificar a aplicabilidade da alteração proposta para a(s) sua(s) adjudicação(ões), de
acordo com as instruções fornecidas com cada alteração; (b) descarregar (download) a
alteração e incorporar as seguintes informações no formulário de alteração: número de
adjudicação, nome da organização e endereço da organização como aparece na adjudicação de
base; (c) assinar a versão em papel; e (d) enviar a alteração assinada (por e-mail ou em papel)
para assinatura do AO. O Beneficiário não deve incorporar quaisquer outras modificações à
alteração do Portal IPN. As alterações bilaterais efectuadas através do Portal IPN só entram
em vigor quando o Beneficiário e o AO assinarem a alteração;

(2) Notificar o AO, por escrito, se a alteração exige negociação de modificações adicionais nos
termos e condições da adjudicação; ou

(3) Notificar o AO que o Beneficiário não pretende assinar a alteração.

Dentro de 30 dias a contar da recepção de uma alteração assinada do Beneficiário, o AO deve


fornecer a alteração totalmente executada ao Beneficiário ou iniciar discussões com o
Beneficiário.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M22. PROGRAMA PILOTO PARA UMA MAIOR PROTECÇÃO DOS


DENUNCIANTES DE FUNCIONÁRIOS DOS BENEFICIÁRIOS (SETEMBRO DE
2014)

O requisito de cumprir e informar a todos os funcionários do “Programa Piloto para o


Aumento das Protecções aos Denunciantes de Funcionários dos Beneficiários” tem efeitos
retroactivos para todas as adjudicações e subadjudicações de assistência (incluindo
subcontratos), emitidas a partir de 1 de Julho de 2013.

O Concessionário deve:

1. Informar os seus funcionários que trabalham ao abrigo desta adjudicação na língua nativa
predominante da força de trabalho que são conferidos ao funcionário direitos de denúncia e
protecções no âmbito de 41 U.S.C. § 4712; e

2. Incluir esse requisito em qualquer subadjudicação ou subcontrato firmado no quadro desta


adjudicação.

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41 U.S.C. § 4712 estabelece que um funcionário de um Concessionário não pode ser


dispensado, despromovido, ou de outra forma discriminado em represália por “denúncia”.
Além disso, as protecções de denúncia não podem ser suspensas por qualquer acordo, política,
forma ou condição de emprego.

A denúncia é definida como fazer uma revelação “que o funcionário razoavelmente acredite”
que é evidência de qualquer dos seguintes actos:
• Péssima gestão de um contrato ou subvenção Federal;
• Esbanjamento inadmissível de fundos federais;
• Abuso de autoridade relativa a um contrato ou subvenção Federal;
• Perigo substancial e específico para a saúde ou a segurança pública; ou
• Violação da lei, norma ou regulamento relacionado com um contrato ou subvenção Federal
(incluindo a concorrência ou negociação para um contrato ou subvenção).

Para se qualificar ao abrigo do estatuto, a revelação do funcionário deve ser feita a:

• Um membro do Congresso dos EUA, ou a um representante de um Comité do Congresso


dos EUA;
• O Inspector-geral competente dos EUA;
• O Government Accountability Office dos EUA;
• Um funcionário Federal responsável pela fiscalização ou gestão de contratos ou subvenções
na agência relevante;
• Um tribunal ou grande júri dos EUA; ou,
• Uma autoridade de gestão ou outro funcionário do Beneficiário que tem a responsabilidade
de investigar, descobrir, ou resolver questões de conduta indevida.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M23. APRESENTAÇÃO DE CONJUNTOS DE DADOS PARA A BIBLIOTECA DE


DADOS SOBRE O DESENVOLVIMENTO (DDL) (OUTUBRO DE 2014)

a. Definições. Para efeitos de apresentações à DDL:

(1) “Conjunto de Dados” é uma colecção organizada de dados estruturados, incluindo dados
contidos em planilhas, quer sejam apresentados em tabelas ou na forma não tabular. Por
exemplo, um Conjunto de Dados pode representar uma única planilha, um ficheiro de
linguagem de marcação extensível (Extensible mark-up language - XML), um ficheiro de dados
geoespaciais, ou uma colecção organizada destes. Esta exigência não se aplica aos dados de
relatórios de desempenho agregados que o Beneficiário envia directamente para um sistema
de gestão de carteiras da USAID, ou a dados não estruturados, tais como mensagens de e-mail,
ficheiros PDF, apresentações em PowerPoint, documentos de processamento de texto,
fotografias e imagens gráficas, ficheiros de áudio, software de colaboração e mensagens
instantâneas. O requisito também não se aplica à informação do Beneficiário inerente à
administração da adjudicação, por exemplo, informação financeira, administrativa, de custos ou
preços, ou de gestão. Os Conjuntos de Dados submetidos à DDL serão os que normalmente

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são gerados a partir de recursos da USAID e criados em apoio ao Trabalho Intelectual que é
carregado (uploaded) para o Development Experience Clearinghouse (DEC) (Vide M8.
APRESENTAÇÕES AO DEVELOPMENT EXPERIENCE CLEARINGHOUSE E DIREITOS DE
DADOS (JUNHO DE 2012).

(2) “Trabalho Intelectual” inclui todas as obras que documentam a implementação,


monitorização, avaliação e resultados das actividades de ajuda ao desenvolvimento internacional
desenvolvidas ou adquiridas no âmbito desta adjudicação, que podem incluir materiais de
programas e de comunicações, avaliações e estudos, produtos de informação, relatórios de
pesquisa e técnicos, relatórios de progresso e de execução exigidos nos termos desta
adjudicação (excluindo informação financeira administrativa) e outros relatórios, artigos e
documentos preparados pelo Beneficiário no âmbito da adjudicação, quer tenham ou não sido
publicados. O termo não inclui a informação do Beneficiário inerente à administração da
adjudicação, por exemplo, informação financeira, administrativa, de custos ou preços, ou de
gestão.

b. Apresentações à Biblioteca de Dados sobre o Desenvolvimento (DDL)

(1) O Beneficiário deve enviar à Biblioteca de Dados sobre o Desenvolvimento (DDL) em


www.usaid.gov/data, num formato legível por máquina, de denominação comum, uma cópia de
qualquer Conjunto de Dados criado ou obtido na execução desta adjudicação, incluindo
Conjuntos de Dados produzidos por um subadjudicatário ou um contratado a qualquer nível.
A apresentação deve incluir documentação justificativa que descreva o Conjunto de Dados, tais
como livros de códigos, dicionários de dados, ferramentas de colecta de dados, notas sobre a
qualidade dos dados e explicações de redacções.

(2) A menos que algo em contrário seja instruído pelo Agreement Officer (AO) ou pelo
Representante do Agreement Officer (AOR), o Beneficiário deve submeter o Conjunto de
Dados e documentação justificativa à DDL dentro de trinta (30) dias após o Conjunto de Dados
ter sido usado pela primeira vez para produzir um Trabalho Intelectual, ou se tiver qualidade
suficiente para produzir um Trabalho Intelectual. Dentro de trinta (30) dias após a conclusão
da adjudicação, o Beneficiário deve submeter à DDL quaisquer Conjuntos de Dados e
documentação justificativa que não tenham sido previamente submetidos à DDL, juntamente
com um índice de todos os Conjuntos de Dados e Trabalho Intelectual criados ou obtidos no
âmbito da adjudicação. O Beneficiário deve também fornecer ao AOR uma lista detalhada de
todos e quaisquer documentos submetidos à DDL.

O Beneficiário não é obrigado a apresentar os dados à DDL se, de acordo com os termos e
condições desta adjudicação, os Conjuntos de Dados contendo resultados da pesquisa científica
financiada pelo governo federal forem submetidos a um base de dados de pesquisa de acesso
público. No entanto, o Beneficiário deve enviar um aviso à DDL seguindo as instruções em
www.usaid.gov/data, com cópia ao Representante do Agreement Officer, fornecendo detalhes
sobre onde e como ter acesso aos dados. Os resultados directos da pesquisa científica
financiada pelo governo federal devem ser comunicados o mais tardar, quando os dados
estiverem prontos para serem submetidos a uma revista científica para publicação, ou o mais
tardar cinco dias antes da conclusão da adjudicação, o que ocorrer primeiro.

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(3) O Beneficiário deve submeter os Conjuntos de Dados seguindo as instruções e formatos


aceitáveis, que podem ser obtidos em www.usaid.gov/data.

(4) O Beneficiário deve assegurar que qualquer Conjunto de Dados apresentado à DDL não
contenha qualquer informação confidencial ou pessoal, como por exemplo, números de
segurança social, moradas e datas de nascimento. Tais informações devem ser retiradas antes
da apresentação.

(5) O Beneficiário não deve enviar dados classificados à DDL.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M24. PROIBIÇÃO DE PRESTAR ASSISTÊNCIA FEDERAL A ENTIDADES QUE


EXIJAM CERTOS ACORDOS DE CONFIDENCIALIDADE INTERNOS (ABRIL DE
2015)

(a) O Beneficiário não deve exigir que os funcionários, subadjudicatários, ou contratados que
procuram denunciar casos de fraude, esbanjamento ou abuso assinem ou cumpram acordos de
confidencialidade internos ou declarações que proíbam ou limitem tais funcionários,
subadjudicatários, ou contratados de legalmente denunciar tal desperdício, fraude ou abuso a
um representante designado das autoridades de investigação ou de aplicação da lei de um
departamento federal ou órgão autorizado a receber tal informação.

(b) O Beneficiário deve notificar os funcionários que as proibições e restrições de quaisquer


acordos de confidencialidade internos abrangidos por esta disposição já não estão em vigor.

(c) A proibição prevista no parágrafo (a) desta cláusula não viola os requisitos aplicáveis ao
Formulário Padrão (Standard Form) 312, Formulário 4414, ou qualquer outro formulário
emitido por um departamento Federal ou agência que regula a confidencialidade de informação
classificada.

(d) (1) De acordo com a secção 743 da Divisão E, Título VI I, do Consolidated and Further
Continuing Resolution Appropriations Act de 2015 (Pub. L. 113-235), o uso de fundos
afectados (ou de outra forma disponibilizados) no quadro da Lei acima mencionada ou qualquer
outra lei pode ser proibido se o Governo determinar que o Beneficiário não está a observar
os requisitos desta disposição.

(2) O Governo pode procurar aplicar todas as medidas correctivas disponíveis na eventualidade
de o Beneficiário não cumprir os requisitos desta disposição.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

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M25. PROTECÇÃO DA CRIANÇA (JUNHO DE 2015)

(a) Porque as actividades a serem financiadas no âmbito desta adjudicação podem envolver
crianças, ou porque o pessoal contratado para a execução da adjudicação pode entrar em
contacto com crianças, estas actividades poderão aumentar o risco de abuso infantil,
exploração, ou negligência nos programas financiados pela USAID. A organização compromete-
se a respeitar os seguintes princípios fundamentais de protecção da criança:

(1) Garantir o cumprimento da legislação do país beneficiário e local atinente ao bem-estar e


protecção da criança ou normas internacionais, o que der maior protecção, bem como a
legislação dos EUA, quando for aplicável;

(2) Proibir todo o pessoal de se envolver no abuso infantil, exploração, ou negligência;

(3) Considerar a protecção da criança na planificação e implementação de projectos para


determinar os potenciais riscos para as crianças associados a actividades e operações do
projecto;

(4) Aplicar medidas destinadas a reduzir o risco de abuso infantil, exploração, ou negligência,
incluindo, mas sem se limitar à restrição de interacções não supervisionadas com as crianças;
proibição da exposição à pornografia; e cumprimento das leis aplicáveis, regulamentos ou
costumes relativos à fotografia, filmagem, ou outras actividades geradoras de imagens de
crianças;

(5) Promover processos de rastreio que sejam seguros para as crianças para o pessoal,
particularmente o pessoal cujo trabalho põe-no em contacto directo com as crianças; e

(6) Definir um procedimento com vista a garantir que o pessoal e outros reconheçam o abuso
de crianças, a exploração, ou a negligência; determinar que o pessoal e outros denunciem
alegações; investigar e gerir alegações; e tomar medidas apropriadas em resposta a tais
alegações, incluindo, mas sem se limitar ao despedimento de pessoal.

(b) A organização também deve incluir no seu código de conduta para todos os funcionários
que implementem actividades financiadas pela USAID os princípios de protecção da criança nos
parágrafos (a) (1) até (6).

(c) As definições seguintes aplicam-se para efeitos da presente disposição:

(1) Criança: Uma criança ou crianças são definidas como pessoas que não tenham completado
os 18 anos de idade.

(2) Abuso de crianças, exploração ou negligência: Consiste em qualquer forma de abuso físico;
maus tratos emocionais; abuso sexual; negligência ou supervisão insuficiente; tráfico; ou
trabalho comercial, transaccional, ou outro tipo de exploração que resulte em danos reais ou
potenciais para a saúde da criança, seu bem-estar, sobrevivência, desenvolvimento ou dignidade.
Inclui, mas não se limita a: qualquer acto ou omissão que resulte em morte, danos físicos ou

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emocionais graves a uma criança, ou um acto ou omissão que apresente um risco iminente de
danos graves a uma criança.

(3) Abuso físico: Consiste em actos ou omissões que resultem em lesão (não necessariamente
visível), dor desnecessária ou injustificada ou sofrimento sem causar lesão, dano ou risco de
dano à saúde ou bem-estar de uma criança, ou morte. Tais actos podem incluir, mas não se
limitam a: esbofetear, bater, chutar, morder, sacudir, atirar, esfaquear, asfixiar, ou agredir
(independentemente do objecto usado), ou queimar. Esses actos são considerados abuso,
independentemente de terem como intenção magoar a criança.

(4) Abuso Sexual: Consiste em acariciar os órgãos genitais de uma criança, penetração, incesto,
estupro, sodomia, exposição indecente e exploração através da prostituição ou a produção de
materiais pornográficos.

(5) Abuso emocional ou maus tratos: Constitui prejuízo para a capacidade psicológica ou
estabilidade emocional da criança causado por actos, ameaças de actos, ou tácticas coercivas.
O abuso emocional pode incluir, mas não se limita a: humilhação, controlo, isolamento,
retenção de informação, ou qualquer outra actividade deliberada que faz com que a criança se
sinta diminuída ou embaraçada.

(6) Exploração: Constitui o abuso de uma criança em que esteja envolvida alguma forma de
remuneração ou em que os autores se beneficiam de alguma maneira. A exploração representa
uma forma de coerção e violência que é prejudicial para a saúde física ou mental, o
desenvolvimento, a educação, ou bem-estar da criança.

(7) Negligência: constitui a não satisfação das necessidades básicas de uma criança dentro das
actividades financiadas pela USAID que são responsáveis pelo cuidado de uma criança na
ausência do pai ou tutor da criança.

(d) O Beneficiário deve inserir as disposições em (a) e (b) em todas as subadjudicações ao


abrigo desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

M26. INFORMAÇÃO DE CARÁCTER OBRIGATÓRIO (JULHO DE 2015)

Em conformidade com 2 CFR §200.113, os candidatos e os beneficiários devem divulgar, em


tempo útil, por escrito, à Inspecção-geral da USAID, com cópia para o Agreement Officer
competente, todas as violações do direito penal Federal envolvendo fraude, suborno, ou
violações gratuitas que potencialmente afectem a adjudicação Federal. Os Sub-beneficiários
devem divulgar, em tempo útil, por escrito, à Inspecção-geral da USAID e ao Beneficiário
principal (entidade de repasse - pass-through entity) todas as violações do direito penal Federal
envolvendo fraude, suborno, ou violações gratuitas que potencialmente afectem a adjudicação
Federal.

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A informação divulgada deve ser enviada para:

U.S. Agency for International Development Office of the Inspector General


P.O. Box 657
Washington, DC 20044-0657

Telefone: 1-800-230-6539 ou 202-712-1023


Email: ig.hotline@usaid.gov
URL: https://oig.usaid.gov/content/usaid-contractor-reporting-form.

A não divulgação exigida pode resultar na tomada de qualquer das medidas descritas no 2 CFR
§200.338 Medidas Por Incumprimento, incluindo a suspensão ou exclusão (Vide 2 CFR 180, 2
CFR 780 e 31 U.S.C 3321).

O Beneficiário deve incluir este requisito de divulgação obrigatória em todas as subadjudicações


e contratos no âmbito da presente adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

[FIM DAS DISPOSIÇÕES OBRIGATÓRIAS]

EXIGIDO COMO DISPOSIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS PARA ORGANIZAÇÕES


NÃO-GOVERNAMENTAIS DE FORA DOS EUA.

RAA1. ADIANTAMENTOS E REEMBOLSOS (DEZEMBRO DE 2014)

a. O beneficiário não é obrigado a manter contas bancárias distintas para os fundos da USAID,
salvo indicação em contrário. Contudo, quando os adiantamentos são autorizados por esta
adjudicação, o Beneficiário deve depositar os fundos num banco conceituado e poder justificar
as entradas e as saídas de fundos, bem como os juros obtidos sobre os adiantamentos previstos
pelo Governo dos EUA (USG).

b. O Beneficiário deve manter os adiantamentos de fundos da USAID em contas remuneradas,


a menos que:

(1) O beneficiário receba menos de $120.000 em adjudicações do Governo dos EUA por ano;

(2) Não seria de esperar que a melhor conta remunerada razoavelmente disponível obtivesse
juros acima de $250 num período de 12 meses sobre os saldos de caixa do Governo dos EUA;
ou

(3) O banco exigiria um saldo médio ou mínimo tão alto que não seria prático manter o
adiantamento numa conta remunerada.

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c. O Beneficiário pode reter até $250 de juros obtidos num período de doze meses sobre os
saldos de caixa do Governo dos EUA para despesas administrativas. Os juros adicionais obtidos
sobre adiantamentos devem ser transferidos para o escritório de pagamentos da USAID
especificado nesta adjudicação, ou para qualquer outro local que o escritório de pagamentos
indique.

d. O Beneficiário deve solicitar adiantamentos para despesas previstas em intervalos de tempo


tão próximos que sejam administrativamente viáveis para os desembolsos efectuados pelo
Beneficiário, e nos montantes mínimos necessários.

e. Para solicitar um adiantamento, o Beneficiário deve apresentar (de preferência


electronicamente) ao escritório de pagamentos o Standard Form-270 Pedidos de
Adiantamento, o Standard Form-425 Relatório Financeiro Federal ou o Standard Form-1034
Voucher Público de Compras e Serviços Não Pessoais. (Vide
http://www.gsa.gov/portal/forms/type/SF que contém os formulários.) O Beneficiário deve
imprimir o “Pedido de Adiantamento” na parte superior do formulário.

f. A fim de obter o adiantamento inicial, o Beneficiário deve solicitar um adiantamento para o


período inicial de trinta dias de necessidades previstas em termos de desembolso de caixa
imediatamente após a assinatura desta adjudicação. Os pedidos de adiantamento
complementares devem ser apresentados pelo menos três semanas antes do período para o
qual são necessários fundos, a fim de manter um fluxo de caixa constante. O Beneficiário pode
apresentar pedidos de adiantamento ao escritório de pagamentos especificado nesta
adjudicação tantas vezes quantas forem necessárias para atender às despesas programadas. Um
adiantamento não pode exceder 30 dias de despesas programadas da organização. Sujeito à
aprovação do Director Financeiro (Chief Financial Officer - CFO) ou do Auditor da Missão
(Mission Controller) (consoante os casos), os pedidos podem ser apresentados:

(1) A cada 30 dias, cobrindo um período de 30 dias;

(2) Podem ser apresentados três pedidos, cobrindo subperíodos de 30 dias de um período de
90 dias, a serem pagos automaticamente a cada 30 dias; ou

(3) Pode ser apresentado um pedido de 90 dias, a ser automaticamente desembolsado em


parcelas iguais de 30 dias.

Os pedidos devem indicar os desembolsos estimados a serem feitos durante o período


abrangido pelo pedido, o dinheiro em caixa estimado de pedidos de adiantamento anteriores,
bem como o montante do adiantamento que está a ser solicitado.

g. O Beneficiário deve apresentar um SF-270, SF-425 ou SF-1034 (com os dizeres “Liquidação


de Adiantamentos” impressos na parte superior do formulário) trimestralmente, o mais tardar
30 dias após o final do trimestre, ao escritório de pagamentos especificado nesta adjudicação,
a fim de liquidar adiantamentos pendentes. A não apresentação destes relatórios trimestrais
pode resultar na suspensão, interrupção ou cessação de pagamentos adicionais.

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Dentro de 90 dias após a cessação desta adjudicação, o beneficiário deve apresentar o relatório
financeiro final usando o SF-270, SF-425 ou SF-1034, o qual deve apresentar o total dos
desembolsos, o total dos adiantamentos recebidos e qualquer valor restante em dinheiro que
o beneficiário deve restituir à USAID.

h. Quando esta adjudicação expirar, o beneficiário deve devolver imediatamente todos os


fundos não gastos que a USAID tiver adiantado ao beneficiário, a menos que tais fundos
adiantados já tenham sido gastos ou comprometidos numa transacção juridicamente vinculativa
durante a vigência desta adjudicação, ou sejam necessários para custos de encerramento
aprovados. A USAID reserva-se o direito de, a qualquer momento, 1) reter ou compensar
pagamentos ao beneficiário ou 2) exigir o reembolso pelo beneficiário de qualquer montante
que este não tenha gasto, de acordo com os termos e condições desta adjudicação ou de outra
forma determinado pelo Agreement Officer como sendo elegível. A USAID mantém o direito
ao reembolso de todas os valores pagos ao abrigo desta adjudicação até que todos os
resultados pendentes da auditoria e a resolução de reclamações tenham sido conseguidos entre
a USAID e o beneficiário.

i. Os adiantamentos em dinheiro efectuados pelo Beneficiário para sub-beneficiários ou


organizações no terreno do beneficiário devem estar substancialmente em conformidade com
os parágrafos a., b., c., d. e h. desta disposição. No caso da alínea c., quaisquer juros superiores
a $250 por conta, por ano devem ser transferidos através do Beneficiário principal.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA2. PAGAMENTO DE REEMBOLSOS E DEVOLUÇÕES (DEZEMBRO DE 2014)

a. O beneficiário deve apresentar ao escritório de pagamentos referido nesta adjudicação o SF-


1034 Public Voucher for Purchases and Services Other Than Personal totalmente preenchido
e assinado e o SF 1034a, Continuação do SF 1034 duas vezes por semana ou mensalmente, mas
não com uma frequência menor que trimestralmente. Também pode ser usado o Standard
Form-270 Pedido de Adiantamentos e o Standard Form-425 Federal Financial Report (Relatório
Financeiro Federal). Cada voucher deve ser identificado por este número de adjudicação e deve
declarar os custos totais para os quais o reembolso está a ser solicitado. O beneficiário é
convidado a apresentar documentação de reembolso em formato electrónico, através do
anexo de e-mail para o endereço electrónico indicado para o escritório de pagamentos. A
documentação de reembolso pode igualmente ser apresentada por fax ou em papel para o
número de fax do escritório de pagamentos ou o endereço fornecido nesta adjudicação.

b. Os formulários podem ser obtidos do website de formulários da GSA em:


http://www.gsa.gov/portal/forms/type/SF ou também podem ser obtidos no escritório de
pagamentos da USAID.

c. Não obstante qualquer outro termo desta adjudicação, a USAID reserva-se o direito de, a
qualquer momento, 1) reter ou compensar pagamentos ou 2) exigir o reembolso ao
beneficiário de qualquer montante que o beneficiário não tenha gasto de acordo com os termos

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e condições desta adjudicação ou de outra forma determinado que não é elegível pelo
Agreement Officer. A USAID mantém o direito ao reembolso de todas os montantes pagos ao
abrigo desta adjudicação até que todos os resultados pendentes da auditoria e a resolução de
reclamações tenham sido conseguidos entre a USAID e o beneficiário.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA3. (SUPRIMIDO N/A) CUSTOS INDIRECTOS – ACORDO NEGOCIADO DE TAXAS


DE CUSTOS INDIRECTOS (NEGOTIATED INDIRECT COST RATE AGREEMENT - NICRA)
(DEZEMBRO DE 2014)

RAA4. CUSTOS INDIRECTOS – COBRADOS COMO UM VALOR FIXO (SEM FINS


LUCRATIVOS) (JUNHO DE 2012)

a. Será pago ao beneficiário um valor fixo para cobrir os custos indirectos adiante apresentados.
Os custos indirectos são custos comuns que beneficiam as operações do dia-a-dia da
organização, incluindo categorias como salários e despesas de directores, administração de
pessoal e de contabilidade, ou que beneficiam e são identificáveis em mais de um programa ou
actividade, tais como a depreciação, custos de aluguer, operação e manutenção das instalações
e despesas de telefone. Ao determinar o valor fixo, estes custos devem ser calculados
proporcional e equitativamente e de forma uniforme em todos os programas e actividades do
beneficiário, usando uma base que mede os benefícios desse custo específico para cada
programa ou actividade para o qual o custo se aplica. As bases devem ser estabelecidas de
acordo com critérios razoáveis e apoiadas por dados actuais. Os custos indirectos devem,
então, ser imputados aos programas que beneficiam.

b. O valor fixo para os custos indirectos e um calendário de pagamentos devem ser


incorporados no orçamento da adjudicação. Esta adjudicação deve especificar as categorias de
custos, conforme descrito no parágrafo a., que são cobertos pelo valor fixo e o beneficiário
não deve cobrar esses custos separadamente como custos directos. Quaisquer desvios devem
ser previamente aprovados por escrito pelo Agreement Officer (AO).

c. A USAID não pagará ao beneficiário uma quantia que seja superior ao valor fixo negociado
para os custos indirectos, conforme autorizado nesta adjudicação. Da mesma forma, nos casos
em que os custos reais forem inferiores ao montante fixo acordado para os custos indirectos
incluídos no orçamento da adjudicação, o beneficiário não será responsável por devolver a
diferença à USAID. No entanto, se os custos totais incluindo os custos directos e os custos
indirectos descritos em a. que a USAID estiver a apoiar através desta adjudicação mudarem
significativamente (isto é, em 20 por cento ou mais no total), o AO reserva-se o direito de
ajustar o valor fixo para os custos indirectos, de modo a cobrar de forma equitativa os custos
indirectos que beneficiam esta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

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RAA5. IDENTIFICADOR UNIVERSAL E SISTEMA DE GESTÃO DE ADJUDICAÇÕES (JULHO


DE 2015)

a. Requisito de Sistema de Gestão de Adjudicações (SAM). A menos que esteja isento deste
requisito ao abrigo de 2 CFR 25.110, na qualidade de beneficiário, deve manter a actualidade
da sua informação no SAM até enviar o relatório financeiro final exigido no âmbito da presente
adjudicação ou receber o pagamento final, em função da última destas datas. Isso requer que
reveja e actualize a informação pelo menos anualmente após o registo inicial, e com maior
frequência, caso se revele necessário por alterações na sua informação ou noutro termo da
adjudicação.

b. Requisito para os números do Sistema de Numeração Universal de Dados (Data Universal


Numbering System - DUNS). Se estiver autorizado a fazer subadjudicações ao abrigo desta
adjudicação:

(1) Deve notificar potenciais sub-beneficiários que nenhuma entidade (ver definição no
parágrafo c. deste termo de adjudicação) pode receber uma subadjudicação de si, a menos que
a entidade lhe tenha fornecido o seu número do DUNS.

(2) Não pode fazer uma subadjudicação a uma entidade, a menos que a entidade lhe tenha
fornecido o seu número do DUNS.

c. Definições. Para efeitos deste termo de adjudicação:

(1) Sistema de Gestão de Adjudicações (SAM) significa o repositório Federal em que uma
entidade deve fornecer as informações necessárias para a realização de negócios como
beneficiário. Podem ser encontradas mais informações sobre os procedimentos de registo no
site da Internet do SAM (actualmente em ww.sam.gov).

(2) Números do Sistema de Numeração Universal de Dados (DUNS) significa o número de


nove dígitos estabelecido e atribuído pela Dun & Bradstreet, Inc. (D& B) para atribuir um
número único de identificação às entidades empresariais. Um número DUNS pode ser obtido
por telefone junto à D&B (neste momento 866-705-5711) ou na Internet (neste momento em
fedgov.dnb.com/webform).

(3) Entidade, da forma como é usada neste termo da adjudicação, significa todas as seguintes,
conforme definido em 2 CFR 25, subparte C:

(i) Uma organização governamental, que é um Estado, governo local, ou tribo indígena;
(ii) Uma entidade pública estrangeira;
(iii) Uma organização nacional ou estrangeira sem fins lucrativos;
(iv) Uma organização nacional ou estrangeira com fins lucrativos; e
(v) Uma agência federal, mas apenas como um sub-beneficiário no âmbito de uma adjudicação
ou subadjudicação para uma entidade não Federal.

(4) Subadjudicação:

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(i) Este termo significa um instrumento legal que visa prestar apoio à execução de qualquer
parte do projecto ou programa substancial para o qual tenha recebido esta adjudicação e que,
na qualidade de beneficiário, adjudica a um sub-beneficiário elegível.
(ii) O termo não inclui a aquisição de bens e serviços necessários à realização do projecto ou
programa (para mais explicações, consulte 2 CFR 200 subparte F Requisitos de auditoria).
(iii) Uma subadjudicação pode ser fornecida através de qualquer acordo legal, incluindo um
acordo que considere um contrato.

(5) Sub-beneficiário significa uma entidade que:


(i) Recebe uma subadjudicação de si no quadro desta adjudicação; e
(ii) Presta contas a si pelo uso dos fundos federais fornecidos pela subadjudicação.

ADENDA (JUNHO DE 2012):

a. Excepções. Os requisitos desta disposição referentes à obtenção de um número do Sistema


de Numeração Universal de Dados (DUNS) e manutenção de um registo actual no Sistema de
Gestão de Adjudicações (SAM) não são aplicáveis a nível de adjudicação principal ou de
subadjudicação para:

(1) Adjudicações a entidades singulares

(2) Adjudicações de valor inferior a $25.000 a beneficiários estrangeiros a serem feitas fora dos
Estados Unidos (com base numa determinação da USAID).

(3) Adjudicações em que o Agreement Officer determina, por escrito, que estes requisitos
causariam problemas de segurança pessoal.

b. Esta disposição não necessita de ser incluída nas subadjudicações.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA6. RELATÓRIOS DE SUBADJUDICAÇÕES E REMUNERAÇÃO DOS EXECUTIVOS


(DEZEMBRO DE 2014)

a. Relatórios de Subadjudicações de Primeiro Nível.


(1) Aplicabilidade. Salvo em casos de isenção do disposto no parágrafo d. deste termo de
adjudicação, é necessário reportar cada acção que comprometa $25.000 ou mais em fundos
federais que não incluam Fundos de Recuperação (conforme definido na secção 1512(a)(2) da
Lei Americana de Recuperação e Reinvestimento de 2009, Pub. L. 111-5) para um
subadjudicação destinada a uma entidade (vide as definições do parágrafo e. deste termo de
adjudicação).

(2) Onde e quando reportar.

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(i) Deve reportar cada acção descrita no parágrafo a.(1) deste termo de adjudicação em
www.fsrs.gov.

(ii) Para obter informações sobre subadjudicações, favor reportar o mais tardar no final do mês
seguinte ao mês em que a obrigação tiver sido feita. (Por exemplo, se a obrigação tiver sido
feita a 7 de Novembro de 2010, a obrigação deve ser comunicada o mais tardar até 31 de
Dezembro de 2010.)

(3) O que reportar. Deve reportar informação sobre cada acção que gera a obrigação de
acordo com as instruções especificadas em www.fsrs.gov.

b. Relatórios da Remuneração Total dos Executivos do Beneficiário.

(1) Aplicabilidade e o que reportar. Deve reportar a remuneração total de cada um dos seus
cinco executivos mais bem remunerados referentes ao ano fiscal anterior se –

(i) O total do financiamento federal autorizado até a data ao abrigo desta adjudicação for igual
ou superior a $25.000;

(ii) No ano fiscal anterior, tiver recebido —

(A) 80 por cento ou mais da sua receita bruta anual proveniente de contratos (e subcontratos)
de aquisição federais e assistência financeira federal sujeita à Lei de Transparência, tal como
definido no 2 CFR 170.320 (e subadjudicações); e

(B) $25.000.000 ou mais em receita bruta anual de contratos (e subcontratos) de aquisições


federais e assistência financeira federal sujeita à Lei de Transparência, tal como definido no 2
CFR 170.320 (e subadjudicações); e

(iii) O público não tem acesso a informações sobre a remuneração dos executivos através de
relatórios periódicos arquivados no quadro da secção 13(a) ou 15(d) da Lei Americana de
Valores Mobiliários (Securities Exchange Act) de 1934 (15 U.S.C. 78m(a), 78o(d)) ou a secção
6104 do Código Geral de Impostos (Internal Revenue Code) de 1986. (Para determinar se o
público tem acesso à informação sobre remunerações, favor consultar os arquivos sobre a
remuneração total da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (Security and Exchange
Commission) dos Estados Unidos em ww.sec.gov/answers/execomp.htm.)

(2) Onde e quando reportar. Deve reportar a remuneração total dos executivos descrita no
parágrafo b(1) deste termo de adjudicação:

(i) Como parte do seu perfil de registo em www.sam.gov/.

(ii) Até ao final do mês seguinte ao mês em que esta adjudicação for feita e depois anualmente.

c. Relatórios de Remuneração Total de Executivos do Sub-beneficiário.

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(1) Aplicabilidade e o que reportar. Salvo em casos de isenção, conforme o disposto no


parágrafo d. deste termo de adjudicação, em relação a cada sub-beneficiário de primeiro nível
ao abrigo desta adjudicação, deve reportar os nomes e a remuneração total de cada um dos
cinco executivos mais bem remunerados do sub-beneficiário referente ao ano fiscal findo
anterior do sub-beneficiário se —

(i) No ano fiscal anterior do sub-beneficiário, este tiver recebido —

(A) 80 por cento ou mais da sua receita bruta anual proveniente de contratos (e subcontratos)
de aquisição federais e assistência financeira federal sujeita à Lei de Transparência, conforme
definido no 2 CFR 170.320 (e subadjudicações); e

(B) $25.000.000 ou mais em receita bruta anual de contratos (e subcontratos) de aquisição


federais e assistência financeira federal sujeita à Lei de Transparência (e subadjudicações); e

(ii) O público não tiver acesso à informação sobre a remuneração dos executivos através de
relatórios periódicos arquivados na secção 13(a) ou 15(d) da Lei Americana de Valores
Mobiliários (Securities Exchange Act) de 1934 (15 U.S.C. 78m(a), 78o(d)) ou na secção 6104
do Código Geral de Impostos (Internal Revenue Code) de 1986. (Para determinar se o público
tem acesso à informação sobre remunerações, favor consultar os arquivos sobre a
remuneração total da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (Security and Exchange
Commission) dos Estados Unidos ww.sec.gov/answers/execomp.htm.)

(2) Onde e quando reportar. Deve reportar a remuneração total dos executivos do sub-
beneficiário descrita no parágrafo c.(1) deste termo de adjudicação:

(i) Ao beneficiário.

(ii) Até ao final do mês seguinte ao mês durante o qual a subadjudicação é feita. Por exemplo,
se uma subadjudicação for obrigada em qualquer data do mês de Outubro de um determinado
ano (por exemplo, entre 1 e 31de Outubro), deve reportar qualquer informação sobre a
remuneração do sub-beneficiário exigida até 30 de Novembro do mesmo ano.

d. Isenções.

Se no ano fiscal anterior tiver obtido uma receita bruta, de todas as fontes, inferior a $300.000,
está isento dos requisitos de reportar:

(1) Subadjudicações e

(2) A remuneração total dos cinco executivos mais bem remunerados de qualquer sub-
beneficiário.

e. Definições.

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Para efeitos deste termo de adjudicação:

(1) Entidade significa todas as seguintes, conforme definido no 2 CFR 25:

(i) Uma organização governamental, que seja do Estado, do governo local ou de uma tribo
indígena;

(ii) Uma entidade pública estrangeira;

(iii) Uma organização nacional ou estrangeira sem fins lucrativos;

(iv) Uma organização nacional ou estrangeira com fins lucrativos;

(v) Uma agência federal, mas apenas como sub-beneficiária ao abrigo de uma adjudicação ou
subadjudicação a uma entidade não federal.

(2) Executivo significa funcionários, sócios-gerentes ou quaisquer outros funcionários em


cargos de gestão.

(3) Subadjudicação:

(i) Este termo significa um instrumento legal de prestação de apoio para a execução de qualquer
parte do projecto ou programa substancial para o qual tenha recebido esta adjudicação e que,
na qualidade de beneficiário, adjudique a um sub-beneficiário elegível.

(ii) O termo não inclui a sua aquisição de bens e serviços necessários à realização do projecto
ou programa (para mais explicações, favor consultar 2 CFR 200 subparte F, Requisitos de
Auditoria).

(iii) Uma subadjudicação pode ser concedida através de qualquer acordo legal, incluindo um
acordo que você ou um sub-beneficiário considere um contrato.

(4) Sub-beneficiário significa uma entidade que:

i) Receba um subadjudicação de si (o Beneficiário) ao abrigo desta adjudicação; e

(ii) seja responsável perante si pelo uso dos fundos federais disponibilizados pela
subadjudicação.

(5) Remuneração total significa o valor em dólares – numerário e não em numerário – ganho
pelo executivo durante o ano fiscal anterior do beneficiário ou sub-beneficiário e inclui o
seguinte (para mais informações, favor consultar 17 CFR 229.402(c)(2)):

(i) Salários e bónus.

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(ii) Concessões de acções, opções de acções e direitos de apreciação de acções. Favor usar o
valor em dólares reconhecido para fins de relatórios financeiros referentes ao ano fiscal de
acordo com a Declaração de Normas de Contabilidade Financeira No. 123 (Revisão de 2004)
(FAS 123R), Pagamentos com Base em Acções.

(iii) Rendimentos de serviços no âmbito de planos de incentivo não representativos. Tal não
inclui planos de vida em grupo, saúde, hospitalização ou reembolso médico que não discriminem
a favor de executivos e estão disponíveis em geral a todos os trabalhadores assalariados.

(iv) Alteração do valor da pensão. Trata-se da mudança no valor presente dos planos de
benefícios e de previdência actuariais definidos.

(v) Ganhos acima do mercado sobre a remuneração diferida que não se qualifica como imposto.

(vi) Outra remuneração, se o valor agregado de todas as outras remunerações (por exemplo,
indemnização por despedimento, pagamentos por rescisão, valor do seguro de vida pago em
nome do funcionário, bonificações ou propriedade) para o executivo for superior a $10.000.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA7. SUBADJUDICAÇÕES (DEZEMBRO DE 2014)

a. Subadjudicação significa uma adjudicação fornecida por uma entidade de repasse a um sub-
beneficiário para que este realize parte de uma adjudicação Federal recebida pela entidade de
repasse. Não inclui pagamentos a um contratado nem pagamentos a um indivíduo que seja
beneficiário de um programa Federal. Uma subadjudicação pode ser fornecida através de
qualquer tipo de acordo legal, incluindo um acordo segundo o qual a entidade de repasse
considere um contrato. A entidade de repasse significa uma entidade não Federal, que fornece
uma subadjudicação a um sub-beneficiário para realizar parte de um programa Federal.

b. O beneficiário continua responsável pelo trabalho que é subadjudicado e, portanto, o


beneficiário deve cumprir o seguinte:

(1) Responsabilidade do sub-beneficiário: O beneficiário deve determinar que o sub-beneficiário


possui a capacidade de executar com êxito de acordo com os termos e condições de uma
adjudicação proposta, tendo em conta a integridade do sub-beneficiário, registo de resultados
anteriores, recursos financeiros e técnicos e acessibilidade a outros recursos necessários. Os
beneficiários devem garantir que as subadjudicações estejam em conformidade com a
Disposição Geral “Suspensão e Exclusão” e a Disposição Geral “Prevenção do Financiamento
do Terrorismo”.

(2) Celebrar uma subadjudicação escrita: Todas as subadjudicações devem conter o seguinte:

(i) Descrição do programa, orçamento e período de execução,

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(ii) Termos e condições para definir um acordo sólido e completo,

(iii) Todas as disposições desta adjudicação que contenham um requisito para incorporar essa
disposição nas subadjudicações. O beneficiário deve inserir uma afirmação na subadjudicação
em como, se for necessário, nos casos em que a USAID seja mencionada em tais disposições,
o nome do beneficiário será substituído e onde aparece “beneficiário”, o nome do sub-
beneficiário será substituído.

(iv) Outros termos que o beneficiário determine que são necessários para garantir a
conformidade com os termos desta adjudicação.

c. Salvo disposição em contrário aprovada pelo Agreement Officer da USAID, o beneficiário


não deve disponibilizar fundos aos governos ou entidades controladas pelos governos de países
não elegíveis para assistência ao abrigo da Lei de Ajuda Externa de 1961, conforme alterações,
ou de leis que afectam fundos para a ajuda externa.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA8. VIAGENS E TRANSPORTE AÉREO INTERNACIONAL (DEZEMBRO DE 2014)

a. DESPESAS DE VIAGEM

Todas as despesas de viagem devem estar em conformidade com os princípios de custo


aplicáveis e devem estar de acordo com os normalmente permitidos em circunstâncias
semelhantes nas actividades do beneficiário não financiadas pela USAID. Os custos incorridos
pelos funcionários e oficiais em viagem, incluindo de passagem aérea, despesas de alojamento,
outras despesas de subsistência e acessórias, só podem ser considerados razoáveis e elegíveis
na medida em que tais despesas não excedam despesas razoáveis normalmente autorizadas
pelo beneficiário nas suas operações regulares em resultado da política de viagens escrita da
organização do beneficiário e que estejam dentro dos limites estabelecidos pelos princípios de
custo aplicáveis.

Na ausência de uma política escrita razoável relativa a custos de viagens internacionais, o padrão
para determinar a razoabilidade do reembolso dos custos de viagens internacionais são os
Regulamentos Gerais (Civis do Governo, Áreas Exteriores), publicados pelo Departamento de
Estado dos EUA, conforme emendas periódicas. Os Regulamentos Gerais mais actuais sobre
os custos de viagens internacionais podem ser obtidos junto ao AO. Na eventualidade de o
custo da passagem aérea ultrapassar a passagem aérea comercial habitual (coach ou equivalente)
ou a passagem aérea mais baixa com desconto comercial, o beneficiário deve documentar uma
das excepções dos princípios de custo aplicáveis permitidas.

b. RESTRIÇÕES DA LEI FLY AMERICA

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(1) O beneficiário deve usar Companhias Aéreas de Bandeira dos EUA em todo o transporte
aéreo internacional (incluindo de bens pessoais) financiado por esta adjudicação nos termos da
Lei Fly America e seus regulamentos de execução sempre que essas operadoras tenham este
serviço disponível.

(2) Caso o beneficiário seleccione uma transportadora aérea que não seja de Bandeira dos EUA
para o transporte aéreo internacional, para que os custos de tal transporte aéreo internacional
sejam elegíveis, o beneficiário deve documentar esse transporte em conformidade com esta
disposição e manter a documentação em conformidade com a Disposição Geral
“Contabilidade, Auditoria e Registos”. A documentação deve utilizar um dos seguintes motivos
ou outra excepção ao abrigo da Lei Fly America:

(i) O beneficiário usa uma transportadora aérea de bandeira da União Europeia (UE), que seja
uma companhia aérea a operar a partir de um país da UE e que seja signatário do acordo “Open
Skies” entre EUA-UE (http://www.state.gov/e/eb/rls/othr/ata/i/ic/170684.htm).

(ii) Viagem de ou para um dos seguintes países numa companhia aérea desse país quando não
esteja em vigor nenhuma tarifa equivalente para esse trajecto (ver
http://apps.fas.gsa.gov/citypairs/search/):

a. Austrália numa companhia aérea australiana,


b. Suíça numa companhia aérea Suíça, ou
c. Japão numa companhia aérea japonesa;

(iii) Apenas para um determinado trajecto de uma rota na qual não exista nenhuma
transportadora aérea de Bandeira dos EUA a operar nessa rota;

(iv) Para uma viagem de até 3 horas, o uso de uma Companhia Aérea de Bandeira dos EUA no
mínimo duplica o tempo de viagem;

(v) Se a Companhia Aérea de Bandeira dos EUA oferece um serviço directo, o uso da
Companhia Aérea de Bandeira dos EUA aumentaria o tempo de viagem em mais de 24 horas;
ou

(vi) Se a Companhia Aérea de Bandeira dos EUA não oferece um serviço directo,

a. O uso da Companhia Aérea de Bandeira dos EUA aumenta o número de mudanças de aviões
em 2 ou vezes mais.

b. O uso da Companhia Aérea de Bandeira dos EUA prolonga o tempo de viagem em 6 horas
ou mais, ou

c. O uso da Companhia Aérea de Bandeira dos EUA exige uma escala no estrangeiro de 4 horas
ou mais.

c. DEFINIÇÕES

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Os termos utilizados nesta disposição têm os seguintes significados:

(1) “Despesas de viagem” significa despesas de transporte, alojamento, subsistência (refeições


e despesas ocasionais) e despesas incorridas por funcionários que estejam em situação de
viagem em missão oficial do Beneficiário fora do país em que a organização está localizada.
“Despesas de viagem” não inclui as despesas incorridas por funcionários que não estejam em
missão oficial do beneficiário, tais como repouso e recuperação (R&R) de viagens oferecidas
como parte do pacote de benefícios de funcionários que sejam consistentes com as políticas e
procedimentos de viagem do pessoal do beneficiário.

(2) “Transporte aéreo internacional” significa viagens aéreas internacionais por indivíduos (e
seus bens pessoais) ou transporte de carga por via aérea entre um local nos Estados Unidos e
um lugar fora do mesmo, ou entre dois locais que estejam ambos fora dos Estados Membros.

(3) “Companhia Aérea de Bandeira dos EUA” significa uma transportadora aérea na lista
publicada pelo Departamento de Transportes dos EUA em
http://ostpxweb.dot.gov/aviation/certific/certlist.htm. O serviço da Companhia Aérea de
Bandeira dos EUA também inclui o serviço prestado ao abrigo de um acordo de code share
(partilha de código) com outra transportadora aérea quando o bilhete ou a documentação para
um bilhete electrónico identifica o número de código e de voo designador da Companhia Aérea
de Bandeira dos EUA.

(4) Para efeitos da presente disposição, o termo “Estados Unidos” inclui os cinquenta estados,
Commonwealth of Puerto Rico, domínios dos Estados Unidos e o Distrito de Columbia.

d. SUBADJUDICAÇÕES E CONTRATOS

Esta disposição deve ser incluída em todos as subadjudicações e contratos em que esta
adjudicação irá financiar o transporte aéreo internacional.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA9. TRANSPORTE MARÍTIMO DE BENS (JUNHO DE 2012)

a. Antes da contratação de transporte marítimo para o envio de bens adquiridos ou financiados


com fundos da USAID ao abrigo desta adjudicação, o beneficiário deve contactar o escritório
abaixo para determinar a bandeira e a classe de navio a serem usados para o transporte:

U.S. Agency for International Development,


Bureau for Management
Office of Acquisition and Assistance, Transportation Division
1300 Pennsylvania Avenue, NW
Washington, DC 20523-7900

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Email: oceantransportation@usaid.gov

b. Esta disposição deve ser incluída em todos os subacordos, incluindo subadjudicações e


contratos.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA10. RELATÓRIO DE DECLARAÇÃO DE IMPOSTOS DO GOVERNO BENEFICIÁRIO


(JUNHO DE 2012)

a. Até 16 de Abril de cada ano, o beneficiário deve apresentar um relatório contendo:

(i) O nome do contratado / beneficiário.

(ii) O nome de contacto, incluindo o telefone, fax e e-mail.

(iii) O(s) número (s) do Acordo.

(iv) O valor total dos impostos de valor acrescentado e de direitos aduaneiros (mas não
impostos sobre as vendas) avaliados pelo governo beneficiário (ou qualquer entidade do
mesmo) aplicado a compras de valor superior a $500 por transacção de artigos, materiais, bens
ou equipamentos durante os 12 meses que terminam no dia 30 de Setembro anterior utilizando
os fundos disponibilizados ao abrigo deste contrato / acordo.

(v) Quaisquer reembolsos recebidos até 1 de Abril do ano em curso referentes aos impostos
de valor acrescentado e direitos aduaneiros reportados em (iv).

(vi) Os relatórios são exigidos, mesmo que o beneficiário não tenha pago quaisquer impostos
ou recebido reembolsos durante o período de referência.

(vii) Podem ser fornecidos relatórios cumulativos se o beneficiário estiver a implementar mais
de um programa num país estrangeiro.

b. Apresentar os relatórios a: [inserir endereço e ponto de contacto na Embaixada, Missão, ou


M/CO/CMP, conforme o caso, podendo incluir a opção de “com cópia para”].

c. Os impostos do governo beneficiário não são elegíveis quando o Agreement Officer fornece
os meios necessários ao beneficiário para obter a isenção ou reembolso de tais impostos e o
beneficiário não toma medidas razoáveis para obter tal isenção ou reembolso. Caso contrário,
os impostos são permitidos de acordo com a Disposição Geral “Despesas Elegíveis” e devem
ser reportados conforme o estabelecido na presente disposição.

d. O beneficiário deve incluir esta obrigação de comunicação em todas os subacordos aplicáveis,


incluindo subadjudicações e contratos.

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[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA11. DIREITOS DE PATENTES (JUNHO DE 2012)

a. Direitos de Patente

(1) Atribuição de Direitos de Patente Principais. O beneficiário pode reter todo o direito, título
e interesse em todo o mundo de cada invenção, sem prejuízo desta disposição. Em relação a
qualquer invenção de que o beneficiário seja detentor do título, o Governo dos EUA deve ter
uma licença não exclusiva, intransferível, irrevogável, paga por praticar ou ter praticado pelo
Governo dos Estados Unidos ou em seu nome a invenção em todo o mundo e conceder
sublicenças a outros para fazerem o mesmo. O beneficiário concorda em incluir, dentro da
especificação de qualquer pedido de patente dos Estados Unidos e qualquer emissão de patente
resultante cobrindo uma invenção, a seguinte afirmação: “Esta invenção foi feita graças ao apoio
do Governo dos EUA ao abrigo do (identificar o acordo concedido pela USAID). O Governo
dos EUA tem certos direitos nesta invenção”.

(2) Definições. Para efeitos desta disposição, os seguintes termos terão os seguintes
significados:

(i) “Invenção” significa qualquer invenção ou descoberta que seja ou possa ser merecedora de
patente ou de outro modo passível de protecção ao abrigo do Título 35 do Código dos Estados
Unidos.

(ii) “Invenção do Sujeito” significa qualquer invenção do beneficiário concebida ou


efectivamente colocada em prática pela primeira vez na execução do trabalho no quadro desta
adjudicação.

(3) O beneficiário deve divulgar cada invenção ao EDISON Patent Reporting and Tracking
System dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) (http://www.iedison.gov) no prazo de dois
meses após o inventor divulgá-la por escrito ao pessoal do beneficiário responsável pelos
assuntos de patentes. O beneficiário compromete-se ainda a apresentar, mediante pedido,
relatórios periódicos ao Representante do Agreement Officer, com uma frequência não
superior a uma vez por ano, sobre a utilização de uma invenção.

(4) Condições sobre Quando o Governo dos EUA Pode Obter o Título. O beneficiário deve
transmitir o direito de qualquer invenção à USAID, mediante pedido escrito, sujeito à retenção
pelo beneficiário de uma licença não exclusiva, isenta de royalties em todo o mundo, em cada
invenção:

(i) Se o beneficiário não apresentar um pedido de patente dos Estados Unidos ou não divulgar
a invenção à USAID no mínimo 60 dias antes do prazo legal para a apresentação de uma patente
nos Estados Unidos, se não apresentar quaisquer pedidos de patentes não americanas dentro
de dez meses do pedido de patente inicial correspondente, ou seis meses a partir da data em

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que é concedida permissão pelo Comissário de Patentes e Marcas Registadas para depositar
pedidos de patentes estrangeiras, ou se optar por não reter o título.

(ii) Em qualquer país em que o beneficiário decida não dar seguimento a um pedido, não pagar
as taxas de manutenção, ou defender num processo de reexame ou processo de oposição
relativo à patente de uma invenção.

b. Subadjudicações e Contratos: O Beneficiário deve incluir esta Disposição Geral devidamente


modificada para identificar as partes, em todas as subadjudicações e contratos,
independentemente do nível, para efeitos de trabalho experimental, de desenvolvimento ou
de pesquisa a ser realizado por uma pequena empresa ou organização sem fins lucrativos. O
Beneficiário deve reter todos os direitos concedidos ao Governo dos EUA nesta Disposição
Geral e o beneficiário não deve, como parte da consideração para adjudicação do contrato ou
da subadjudicação, obter mais direitos decorrentes das invenções do contratado ou do sub-
beneficiário do que os previstos na presente disposição.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA12. PARTICIPANTES DE INTERCÂMBIOS E FORMAÇÃO DE PARTICIPANTES


(JUNHO DE 2012)

No que diz respeito a quaisquer actividades de Participantes de Intercâmbio, de Formação de


Participantes ou Viagens a Convite, o beneficiário tem de cumprir esta disposição.

a. Definições:

(1) Um Participante de Intercâmbio é qualquer cidadão de um país beneficiário ou de um país


terceiro que viaje para os EUA para qualquer propósito, incluindo a Formação de Participantes
e Viagens a Convite, com financiamento da USAID, no todo ou em parte, directa ou
indirectamente.

(2) Um Participante é um cidadão de um país beneficiário ou de um país terceiro patrocinado


pela USAID para uma actividade de Formação de Participantes nos EUA, um país terceiro, ou
no país beneficiário.

(3) A Formação de Participantes é uma actividade de aprendizagem realizada dentro dos EUA,
um país terceiro, ou no país beneficiário com o objectivo de promover os objectivos de
desenvolvimento da USAID. Uma actividade de aprendizagem tem lugar num contexto em que
um indivíduo (o Participante) interage com um profissional experiente, principalmente a fim de
adquirir conhecimentos ou habilidades com vista ao aperfeiçoamento profissional ou técnico
do indivíduo. As actividades de aprendizagem podem ser formalmente estruturadas, por
exemplo através de um programa académico ou um curso técnico, ou podem ser mais
informais, por exemplo uma visita de estudo de observação.

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(4) Viagem a Convite é um tipo de viagem que a USAID financia para os funcionários públicos
não americanos. Este tipo de viagem pode ser aprovado tanto para cidadãos americanos como
estrangeiros que não estejam ao serviço do Governo dos EUA (USG), não recebendo qualquer
tipo de remuneração por parte do Governo dos EUA para a viagem, e apenas quando for
determinado que as funções a serem desempenhadas são essenciais para os interesses da
USAID.

b. Monitorização do Programa e Comunicação de Dados: O beneficiário deve monitorizar o


progresso dos Participantes de Intercâmbios e Participantes da Formação durante o seu
programa e garantir que os problemas sejam identificados e resolvidos rapidamente.

(1) Para as actividades baseadas nos Estados Unidos, o beneficiário deve usar o sistema de
informação do Exchange Visitor and Participant Training (Participantes de Intercâmbios, de
Formação de Participantes) oficial da USAID, actualmente chamado “Training Results and
Information Network – TraiNet” (Resultados da Formação e Rede de Informação) (favor
consultar http://trainethelp.usaid.gov/) para reportar e gerir os dados dos Participantes de
Intercâmbios e Formação de Participantes. O beneficiário também deve usar o Sistema de
Conformidade dos Vistos (Visa Compliance System – VCS) da USAID (favor consultar
http://trainethelp.usaid.gov/) para transferir os dados necessários para os Participantes de
Intercâmbios da USAID ao Sistema de Informação dos Participantes de Intercâmbios e
Formação de Participantes (SEVIS) do Departamento de Segurança Interna.

(2) No que diz respeito a todas as actividades de países terceiros e para as actividades do país
beneficiário com a duração de dois dias consecutivos ou 16 horas de contacto ou mais, o
beneficiário deve usar o sistema de informação oficial dos Participantes de Intercâmbios e
Formação de Participantes da USAID, actualmente chamado “Training Results and Information
Network – TraiNet” (ver http://trainethelp.usaid.gov/) para reportar e gerir dados da Formação
de Participantes.

c. Seguro de Saúde e de Acidentes:

(1) Para os Participantes de Intercâmbios que viajem para os Estados Unidos, o beneficiário
deve tratar da cobertura do seguro de saúde e de acidentes que seja igual ou superior aos
requisitos de cobertura mínima de seguros do Departamento de Estado e da USAID, conforme
estabelecido em 22 CFR 62.14 e ADS 253.3.6.2. Os requisitos podem ser obtidos junto ao
Representante do Agreement Officer.

(2) Para os Participantes que viajem para um país terceiro, o beneficiário deve obter cobertura
de seguro de saúde e de acidentes para todos os Participantes.

(3) Para os Participantes que viajem dentro do país beneficiário, o beneficiário deve determinar
se alguma actividade específica de formação de participantes no país os sujeita a qualquer risco
de responsabilidade de pagamento de custos médicos de saúde e acidentes. Os Participantes
podem incorrer e em caso afirmativo, devem tomar as medidas adequadas de acordo com a
situação local, incluindo a obtenção de cobertura de seguro de saúde e de acidentes para os
Participantes.

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d. Requisitos de Imigração:

(1) Para os Participantes de Intercâmbios de visita aos Estados Unidos, o beneficiário deve
assegurar que todos os Participantes de Intercâmbios patrocinados pela USAID obtenham,
usem e cumpram os termos do visto J-1, emitido em conjunto com um Certificado de
Elegibilidade emitido pela USAID para o visto (Visa Status) J-1 (DS-2019).

(2) Para os Participantes que viajem para um país terceiro ou dentro do país beneficiário, o
beneficiário deve assegurar que todos os Participantes obtenham, usem e cumpram os termos
de todos os requisitos de imigração, vistos e outros requisitos semelhantes aplicáveis.

e. Proficiência em Línguas: O beneficiário deve verificar a aptidão linguística. Os Participantes


de Intercâmbios devem possuir aptidão suficiente em inglês para participar de uma actividade
a ter lugar nos EUA. Os Participantes na formação provenientes de um país terceiro ou do país
beneficiário devem ser proficientes na língua da formação a um nível suficiente para a
participação, a menos que se tenha organizado os serviços de um intérprete. A competência
linguística pode ser verificada através de uma série de meios, nomeadamente avaliações de
proficiência de entrevistas, publicações, apresentações, educação realizada em inglês e testes
formais.

f. Orientação Antes da Partida: O beneficiário deve organizar uma orientação anterior à partida
para os Visitantes e Participantes do Intercâmbio em programas de formação de países
terceiros realizados nos EUA. A orientação que antecede a partida abrange: objectivos do
programa; revisão administrativa e de políticas; aspectos culturais; e métodos de formação /
aprendizagem.

g. Condições de Patrocínio: O beneficiário deve assegurar que todos os Participantes de


Intercâmbios leiam e assinem o formulário contendo as Condições de Patrocínio das
Actividades Baseadas nos EUA (AID 1381-6). O beneficiário deve também garantir que todos
os Participantes de uma formação de longo prazo (seis meses ou mais), de um país terceiro
leiam e assinem o Formulário de Condições de Patrocínio para a Formação de Países Terceiros
(AID 1381-7). O beneficiário deve informar o Agreement Officer sobre quaisquer violações
conhecidas de requisitos do visto ou outras condições de imigração por parte dos Participantes
de Intercâmbios.

h. Inquérito de Risco de Segurança e Fraude aos Participantes de Intercâmbios: Cada Missão da


USAID possui um processo estabelecido para a realização de um Inquérito de Risco de
Segurança e Fraude (Security Risk and Fraud Inquiry - SRFI) para Participantes de Intercâmbios.
O beneficiário deve estar preparado para ajudar as Missões na realização do SRFI, caso seja
solicitado. No entanto, o papel do beneficiário é contributivo e a Missão é responsável em
última instância pela realização do SRFI.

i. Fly America: Na medida em que os participantes efectuarem viagens aéreas internacionais, o


beneficiário deve cumprir com a Disposição Geral “Viagens Aéreas Internacionais e Transporte
Aéreo de Bens,”

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j. Uso de Instituições Minoritárias: para a Formação de Participantes nos EUA, o beneficiário


deve, no máximo possível, manter o seu uso de Institutos e Universidades Historicamente para
Negros (Historically Black Colleges and Universities - HBCUs) e outras Instituições
Minoritárias (Minority Serving Institutions - MSIs), incluindo Instituições Hispânicas e
Faculdades e Universidades para Tribos como provedores de capacitação ou educação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA13. (SUPRIMIDO N/A) PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS (NOVEMBRO DE 2003)

RAA 14. (SUPRIMIDO N/A) COMPARTICIPAÇÃO (JUNHO DE 2012)

RAA15. (SUPRIMIDO N/A) RENDIMENTOS DO PROGRAMA (DEZEMBRO DE 2014)

RAA16. DELEGAÇÕES DE GOVERNOS ESTRANGEIROS PARA CONFERÊNCIAS


INTERNACIONAIS (JUNHO DE 2012)

a. Os fundos do Governo dos EUA ao abrigo desta adjudicação não devem ser utilizados para
financiar as viagens, ajudas de custo, despesas de hotel, refeições, taxas de conferência ou
outros custos de conferências a qualquer membro da delegação de um governo estrangeiro
para uma conferência internacional, patrocinada por uma organização multilateral, conforme
definido abaixo, a menos que tenha a aprovação por escrito do Agreement Officer.

b. Definições:

(1) A delegação de um governo estrangeiro é nomeada pelo governo a nível nacional (incluindo
ministérios e instituições, mas excluindo entidades locais, estaduais e provinciais) para agir em
nome da AIPN na conferência internacional. Um participante da conferência só é delegado para
efeitos desta disposição se houver uma nomeação ou designação indicando que a pessoa está
autorizada a representar oficialmente o governo ou a instituição. Um delegado pode ser um
cidadão privado.

(2) Uma conferência internacional é uma reunião onde há uma agenda, uma estrutura
organizacional e delegações de outros países, excluindo o local de realização da conferência,
em que as delegações dos países participam através de discussão, votos, etc.

(3) Uma organização multilateral é uma organização criada por um acordo internacional e cujo
corpo directivo é composto principalmente por governos estrangeiros ou outras organizações
multilaterais.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

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RAA17. NORMAS DE ACESSIBILIDADE DE DEFICIENTES EM ADJUDICAÇÕES DE


ASSISTÊNCIA DA USAID QUE ENVOLVAM A CONSTRUÇÃO (SETEMBRO DE 2004)

a. Um dos objectivos da Política da Deficiência da USAID é envolver outras agências


governamentais dos EUA, contrapartes dos países beneficiários, governos, organizações de
implementação e outros doadores na promoção de um clima de não discriminação contra as
pessoas portadoras de deficiência. Como parte desta política, a USAID estabeleceu normas
para qualquer projecto de construção nova ou de reabilitação financiado pela USAID para
permitir o acesso de pessoas com deficiência (PCD).

b. A USAID exige que o beneficiário observe as normas de acessibilidade para pessoas com
deficiência em todas as estruturas, edifícios ou instalações resultantes de uma construção nova
ou reabilitação ou alterações de uma estrutura existente.

c. O beneficiário deve cumprir as normas do país beneficiário ou regionais relativas à


acessibilidade na construção quando tais normas resultem numa acessibilidade e funcionalidade
no mínimo substancialmente equivalente ao padrão providenciado na Lei dos Americanos com
Deficiência (Americans with Disabilities Act - ADA) de 1990, na Lei das Barreiras
Arquitectónicas (Architectural Barriers Act - ABA) e nas Directrizes de Acessibilidade de Julho
de 2004. Nos casos em que não existam normas do país beneficiário ou regionais sobre o
acesso universal ou em que as normas do país beneficiário ou regionais não satisfaçam o limite
da ADA / ABA, será utilizada a norma prescrita na ADA e na ABA.

d. Novas construções. Todas as novas construções devem cumprir as normas acima referidas
sobre a acessibilidade.

e. Alterações. As alterações a uma estrutura existente que afectem a sua funcionalidade devem
cumprir as normas acima referidas sobre a acessibilidade, a menos que o beneficiário obtenha
a aprovação prévia do Agreement Officer de que o cumprimento não é tecnicamente viável ou
constitui um encargo indevido, ou ambos. O cumprimento não é tecnicamente viável quando
as condições estruturais exigiriam a remoção ou alteração de uma viga de suporte de carga,
que é uma parte essencial do quadro estrutural ou porque outros constrangimentos físicos
existentes inviabilizam a alteração ou o acréscimo de elementos, espaços ou características que
estão em plena e estrita conformidade com os requisitos mínimos da norma. O cumprimento
é um encargo indevido se implicar uma dificuldade ou despesa significativa, ou ambos.

f. Excepções. As seguintes actividades de construção relacionadas estão isentas dos requisitos


contidos nos parágrafos a. a d.:

(1) A manutenção normal, a substituição do telhado, a pintura ou a colocação de papel de


parede ou as modificações aos sistemas mecânicos ou eléctricos não são alterações, pelo que
as normas acima mencionadas não se aplicam, a menos que afectem a acessibilidade do edifício
ou das instalações;

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(2) Pretende-se que a construção de emergência (que pode implicar o fornecimento de


cobertura de plástico ou tendas, pequenas reparações e modernização das estruturas
existentes, a reconstrução de parte das estruturas existentes, ou o fornecimento de estruturas
temporárias) seja de natureza temporária. Uma parcela da ajuda de construção de emergência
pode ser fornecida às pessoas com deficiência como parte do processo de identificação das
pessoas afectadas por desastres e crises como as “mais vulneráveis”.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA18. PROTECÇÃO DOS SUJEITOS DA PESQUISA HUMANA (JUNHO DE 2012)

a. O beneficiário é responsável pela salvaguarda dos direitos e bem-estar dos seres humanos
envolvidos na investigação no âmbito desta adjudicação e deve garantir a observância da Política
Federal Comum de Protecção de Seres Humanos, conforme consta na Parte 225 do Título 22
do Código de Regulamentos Federais (Code of Federal Regulations) (22 CFR 225).

b. O beneficiário deve assegurar à USAID da sua conformidade com os requisitos estabelecidos


em 22 CFR 225 através de um dos seguintes procedimentos:

(1) Obtenção de Garantia Federal (Federal-Wide Assurance - FWA) do Departamento de


Saúde e Serviços Humanos dos EUA. As instruções sobre como obter uma FWA encontram-
se no Website do Office of Human Research Protection:
http://www.hhs.gov/ohrp/assurances/assurances/file/index.html; ou

(2) Apresentação ao Representante do Agreement Officer (AOR) para aprovação da USAID


de garantias por escrito, o que inclui uma declaração dos princípios que regem as
responsabilidades do beneficiário, a designação de um ou mais Conselhos de Revisão
Institucional (Institutional Review Board - IRB), uma lista dos membros do IRB, procedimentos
por escrito que o IRB deve seguir e procedimentos por escrito destinados a garantir a
notificação imediata de problemas inesperados ao IRB; ou

(3) Apresentação ao AOR para aprovação da USAID de um memorando de justificação que


indique que a pesquisa realizada fora dos Estados Unidos fornece protecções no mínimo
equivalentes às contidas em 22 CFR 225.

c. Definições para efeitos desta adjudicação:

(1) Investigação significa uma actividade destinada a testar uma hipótese, permitir que sejam
tiradas conclusões e, deste modo, desenvolver ou contribuir para o conhecimento
generalizável.

(2) Sujeito ou ser humano significa um o indivíduo vivo sobre o qual um investigador (seja
profissional ou estudante) que realiza pesquisas obtém:

(i) Dados por meio de intervenção ou interacção com o indivíduo, ou

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(ii) Informações particulares identificáveis.

(iii) A intervenção inclui procedimentos físicos através dos quais os dados são recolhidos, bem
como as mudanças para o indivíduo ou o seu ambiente realizadas para fins de pesquisa.

(2) Conselho de Revisão Institucional (IRB) significa uma comissão de ética devidamente
constituída que examinará a pesquisa.

d. Os funcionários e consultores da USAID podem avaliar e inspeccionar a pesquisa de forma


independente e pesquisar os seus processos e procedimentos que envolvem seres humanos e
com base nessas conclusões, a USAID pode proibir a pesquisa que apresente riscos inaceitáveis
ou que não siga os procedimentos da USAID. Os documentos de consentimento informado
devem incluir a seguinte declaração: “Os registos da pesquisa de seres humanos podem ser
avaliados de forma independente por funcionários e consultores da USAID como forma de
assegurar a conformidade com os requisitos da USAID relativos à protecção dos sujeitos de
pesquisa humana.”

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA19. DECLARAÇÃO PARA IMPLEMENTADORES DE ACTIVIDADES CONTRA O


TRÁFICO SOBRE O NÃO APOIO À PROSTITUIÇÃO (JUNHO DE 2012)

Ao aceitar esta adjudicação, o beneficiário declara que não promove, não apoia nem defende a
legalização ou a prática da prostituição. Esta declaração pode ser verdadeira em virtude da falta
de qualquer política da organização em relação à matéria.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA20. ELEGIBILIDADE DOS SUB-BENEFICIÁRIOS DE FUNDOS ANTI-TRÁFICO (JUNHO


DE 2012)

O beneficiário não deve fornecer fundos disponibilizados para a execução desta adjudicação a
qualquer organização que não tenha declarado por meio de pedido de subvenção, acordo de
subvenção, ou ambos, que não promove, não apoia nem defende a legalização ou a prática da
prostituição. No entanto, tal declaração não é necessária se a organização do sub-beneficiário
fornecer serviços a pessoas apenas depois de já não estarem envolvidas em actividades que
resultaram de tais vítimas terem sido traficadas. Se necessário, a declaração da organização do
sub-beneficiário pode ser considerada verdadeira em virtude da inexistência de qualquer
política da organização em relação a esta matéria.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

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RAA21. PROIBIÇÃO DO USO DE FUNDOS ANTI-TRÁFICO PARA PROMOVER, APOIAR,


OU DEFENDER A LEGALIZAÇÃO OU PRÁTICA DA PROSTITUIÇÃO (JUNE DE 2012)

Nenhum dos fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação pode ser usado para
promover, apoiar ou defender a legalização ou a prática da prostituição. No entanto, esta
proibição não impede a assistência destinada a amenizar o sofrimento, ou os riscos à saúde das
vítimas enquanto estão a ser traficadas ou depois de estarem fora da situação que resultou em
que tais vítimas fossem traficadas. O beneficiário deve inserir esta disposição em todos os
subacordos no âmbito desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA22. ACTIVIDADES DE PLANEAMENTO DEMOGRÁFICO VOLUNTÁRIO –


REQUISITOS SUPLEMENTARES (JANEIRO DE 2009)

a. Participação Voluntária e Métodos de Planeamento Familiar:

(1) O beneficiário compromete-se a tomar todas as medidas necessárias para assegurar que os
fundos disponibilizados ao abrigo desta adjudicação não sejam usados para coagir qualquer
indivíduo para a prática de métodos de planeamento familiar que sejam incompatíveis com as
suas convicções morais, filosóficas ou religiosas. Além disso, o beneficiário compromete-se a
realizar as suas actividades de uma forma que salvaguarde os direitos, a saúde e o bem-estar de
todos os indivíduos que participam no programa.

(2) As actividades que prestam serviços de planeamento familiar ou informações a indivíduos,


financiadas, no todo ou em parte, nos termos desta adjudicação, devem fornecer uma ampla
gama de métodos e serviços de planeamento familiar no país em que a actividade é realizada
ou devem fornecer informações relativas a tais indivíduos sobre onde tais métodos e serviços
podem ser obtidos.

b. Requisitos Aplicáveis a Voluntários de Projectos de Planeamento Familiar

(1) Um projecto de planeamento familiar deve estar em conformidade com os requisitos deste
parágrafo.

(2) Um projecto é uma actividade discreta, através do qual uma organização governamental ou
não-governamental ou Organização Pública Internacional (PIO) fornece serviços de
planeamento familiar às pessoas e para o qual os fundos reservados por esta adjudicação, ou
bens ou serviços financiados com tais recursos são fornecidos ao abrigo desta adjudicação,
excepto fundos exclusivamente para a participação de pessoal no programas ou eventos de
formação de curta duração com uma ampla participação.

(3) Os provedores de serviços e agentes de referência do projecto não devem implementar


nem estar sujeitos a quotas ou a outras metas numéricas referentes ao número total de
nascimentos, número de utentes do planeamento familiar, ou utentes de um determinado

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método de planeamento familiar. As estimativas ou indicadores quantitativos do número de


nascimentos, utentes do planeamento familiar e utentes de um determinado método que são
utilizados para fins de orçamentação, planificação, ou relatórios referentes ao projecto não são
quotas nem metas estabelecidas no presente parágrafo, a menos que os provedores de serviços
ou agentes de referência no projecto tenham a obrigatoriedade de atingir as estimativas ou
indicadores.

4) O projecto não deve incluir o pagamento de incentivos, subornos, gratificações ou


recompensas financeiras a (i) qualquer pessoa física em troca de se tornar um utente de
planeamento familiar, ou (ii) qualquer pessoal que exerça funções no âmbito do projecto para
conseguir uma quota ou meta numérica do número total de nascimentos, número de utentes
do planeamento familiar, ou utentes de um determinado método de contracepção. Esta
restrição aplica-se aos salários pagos ou aos pagamentos efectuados ao pessoal que executa
funções no âmbito do projecto, se o valor do salário ou do pagamento aumentar ou diminuir
com base num número predeterminado de nascimentos, no número de utentes do
planeamento familiar, ou no número de utentes de um método de contracepção específico que
o pessoal afecte ou alcance.

(5) Não deve ser negado a uma pessoa qualquer direito ou benefício, incluindo o direito de
acesso para participar em qualquer programa de bem-estar geral ou profissional de saúde, com
base na decisão da pessoa de não aceitar serviços de planeamento familiar oferecidos pelo
projecto.

(6) O projecto deve fornecer aos utentes do planeamento familiar informações compreensíveis
sobre os benefícios e os riscos para a saúde do método escolhido, incluindo as condições que
possam tornar a utilização do método desaconselhável e os efeitos colaterais adversos
conhecidos para ser consequente com a utilização do método. Este requisito pode ser satisfeito
pela prestação de informações de acordo com as práticas e normas médicas e com as condições
de saúde no país onde o projecto é realizado, através de inserções de aconselhamento,
brochuras, cartazes, ou folhetos.

(7) O projecto deve assegurar que os medicamentos e dispositivos contraceptivos


experimentais, bem como os procedimentos médicos sejam fornecidos apenas no contexto de
um estudo científico em que os participantes são alertados sobre os potenciais riscos e
benefícios.

(8) No que diz respeito aos projectos aos quais a USAID fornece ou financia a contribuição de
produtos contraceptivos ou serviços técnicos e para os quais não existe subadjudicação ou
contrato no âmbito desta adjudicação, a organização que implementa um projecto ao qual é
fornecida assistência deve aceitar que o projecto irá cumprir os requisitos deste parágrafo
enquanto usar tais produtos ou receber tais serviços.

(9) O beneficiário deve notificar a USAID quando tiver conhecimento de uma suposta violação
num projecto dos requisitos dos sub-parágrafos b.(3), b.(4), b.(5) ou b.(7).

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i) O beneficiário deve investigar e tomar as medidas correctivas adequadas, se for necessário,


quando tiver conhecimento de uma alegada violação num projecto do sub-parágrafo b.(6) e
deve notificar a USAID sobre as violações num projecto que afectem várias pessoas ao longo
de um período de tempo e que indiquem a existência de um problema sistémico no projecto.

ii) O beneficiário deve fornecer à USAID informações adicionais sobre violações que possa
solicitar.

c. Requisitos Adicionais para Programas de Esterilização Voluntária

(1) Os fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação não devem ser usados para pagar
a realização de esterilização involuntária como método de planeamento familiar ou para coagir
ou fornecer qualquer incentivo financeiro para qualquer indivíduo praticar a esterilização.

(2) O beneficiário deve assegurar que quaisquer procedimentos de esterilização cirúrgica


suportados, no todo ou em parte, por fundos desta adjudicação sejam realizados somente após
a pessoa ter comparecido voluntariamente na unidade de tratamento e dado o seu
consentimento informado para o procedimento de esterilização. Consentimento informado
significa o consentimento voluntário e com conhecimento da pessoa após ter sido informada
sobre os procedimentos cirúrgicos a serem seguidos, os desconfortos e riscos inerentes, os
benefícios a serem esperados, a disponibilidade de métodos alternativos de planeamento
familiar, o objectivo da operação e a sua irreversibilidade, bem como a opção de retirar o
consentimento a qualquer momento antes da operação. O consentimento da pessoa é
considerado voluntário se for baseado no exercício da liberdade de escolha e não é obtido por
qualquer incentivo especial ou qualquer elemento de força, fraude, engano, coacção, ou outras
formas de coerção ou falsas declarações.

(3) Além disso, o beneficiário deve documentar o consentimento informado do paciente


através de (i) um documento de consentimento escrito numa língua que o paciente entenda e
fale, que explique os elementos básicos do consentimento informado, conforme estabelecido
acima, e que seja assinado pela pessoa e pelo médico assistente ou pelo assistente autorizado
do médico assistente; ou (ii) quando o paciente é incapaz de ler adequadamente uma
certificação por escrito do médico assistente ou do assistente autorizado do médico assistente
em como os elementos básicos do consentimento informado acima foram apresentados
oralmente ao paciente, e que o paciente depois consentiu a realização da operação. A recepção
desta explicação oral deve ser reconhecida pela marca do paciente sobre a certificação e pela
assinatura ou marca de uma testemunha que fale a mesma língua do paciente.

(4) O beneficiário deve conservar cópias de formulários do consentimento informado e dos


documentos de certificação para cada esterilização voluntária por um período de três anos
após a realização do procedimento de esterilização.

d. Proibição de Actividades Relacionadas com o Aborto:

(1) Nenhuns fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação serão utilizados para financiar,
apoiar ou ser atribuídos às seguintes actividades: (i) aquisição ou distribuição de equipamentos

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para efeitos de induzir o aborto como um método de planeamento familiar; (ii) taxas especiais
ou incentivos para qualquer pessoa como forma de coagi-la ou motivá-la a praticar o aborto;
(iii) pagamentos a pessoas para realizarem abortos ou para aliciarem pessoas para se
submeterem ao aborto; (iv) programas de informação, educação, formação ou de comunicação
que procurem promover o aborto como um método de planeamento familiar; e (v) fazer lobby
a favor ou contra o aborto. Quando se refere à assistência ao planeamento familiar, o termo
“motivar” não deve ser interpretado de forma a proibir a prestação de informações ou
aconselhamento sobre todas as opções de gravidez, de acordo com a legislação local.

(2) Nenhuns fundos disponibilizados no âmbito desta adjudicação serão usados para pagar
qualquer investigação biomédica que se relacione, no todo ou em parte, com métodos ou
realização de abortos ou esterilizações involuntárias como meio de planeamento familiar. A
pesquisa epidemiológica ou descritiva para avaliar a incidência, dimensão ou consequências de
abortos não está excluída.

e. O beneficiário deve inserir esta disposição em todos os subacordos subsequentes, incluindo


subadjudicações e contratos, envolvendo actividades de planeamento familiar ou populacionais
que beneficiarão de apoio, no todo ou em parte, de fundos ao abrigo desta adjudicação.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA23. IMPLEMENTAÇÃO DA CLÁUSULA DE CONSCIÊNCIA (ASSISTÊNCIA)


(FEVEREIRO DE 2012)

Uma organização, incluindo uma organização baseada na fé, que seja de outro modo elegível
para receber fundos ao abrigo deste acordo para a prevenção, tratamento ou cuidados do
HIV/SIDA —

(a) Não tem a obrigação, como condição para receber tal assistência, de —

(1) Subscrever ou utilizar uma abordagem multissectorial ou global para o combate ao


HIV/SIDA; ou

(2) Subscrever, utilizar, referir, integrar-se, ou de outra forma participar em qualquer programa
ou actividade em relação à qual a organização tenha uma objecção religiosa ou moral; e

(a) Não deve ser discriminada na solicitação ou emissão de subvenções, contratos ou acordos
de cooperação por se recusar a satisfazer qualquer requisito descrito no parágrafo (a) acima.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA24. PRESERVATIVOS (ASSISTÊNCIA) (SETEMBRO DE 2014)

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As informações fornecidas sobre o uso de preservativos como parte de projectos ou


actividades financiados no âmbito do presente acordo devem ser precisas do ponto de vista
médico e devem incluir os benefícios para a saúde pública e as taxas de insucesso de tal uso,
devendo ainda ser coerentes com o folheto informativo da USAID intitulado “Prevenção do
HIV/ ITS e Preservativos da USAID”. É possível aceder a esta ficha em:
http://www.usaid.gov/sites/default/files/documents/1864/CondomSTIIssueBrief.pdf.

O beneficiário principal deve fazer chegar esta disposição a todas as subadjudicações, contratos
ou subcontratos para as actividades de HIV/SIDA.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA25. PROIBIÇÃO DE PROMOÇÃO OU DEFESA DA LEGALIZAÇÃO OU PRÁTICA DA


PROSTITUIÇÃO OU TRÁFICO SEXUAL (ASSISTÊNCIA) (SETEMBRO DE 2014)

(a) O Governo dos EUA opõe-se a actividades de prostituição e afins, que sejam inerentemente
prejudiciais e uma forma de desumanização e contribuem para o fenómeno do tráfico de
pessoas. Nenhum dos fundos disponibilizados no âmbito do presente acordo pode ser usado
para promover ou defender a legalização ou prática de prostituição ou o tráfico de sexo. Nada
na frase anterior deve ser interpretado de modo a impedir o fornecimento às pessoas de
cuidados paliativos, tratamento ou profilaxia farmacêutica pós-exposição e os produtos e
artigos farmacêuticos necessários, incluindo kits de teste, preservativos, e quando
comprovadamente eficaz, microbicidas.

(b) (1) Salvo o disposto no parágrafo (b)(2), ao aceitar esta adjudicação ou qualquer
subadjudicação, o adjudicatário / subadjudicatário de uma organização não governamental ou
organização pública internacional concorda que se opõe às práticas de prostituição e tráfico
sexual .

(b)(2) As seguintes organizações estão isentas do disposto no parágrafo (b)(1):

(i) O Fundo Global de Combate ao SIDA, Tuberculose e Malária; a Organização Mundial de


Saúde; a International AIDS Vaccine Initiative (Iniciativa Internacional da Vacina do SIDA) e
qualquer agência das Nações Unidas.

(ii) Os beneficiários / sub-beneficiários e contratados / subcontratados de uma organização não-


governamental dos EUA.

(iii) Os contratados / subcontratados de fora dos EUA, caso o contrato ou subcontrato se


destine a itens e serviços comerciais, tal como definido no FAR 2.101, tais como produtos
farmacêuticos, artigos médicos, apoio logístico, gestão de dados e expedição de mercadorias.

(b) (3) Não obstante a secção (b)(2)(iii), não estão isentas do disposto em (b)(1) os
beneficiários, sub-beneficiários, contratados e subcontratados de fora dos EUA que
implementam programas de HIV/SIDA ao abrigo desta adjudicação de assistência, qualquer

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subadjudicação, ou contrato ou subcontrato de aquisição por:

(i) fornecerem materiais ou serviços directamente às populações finais que recebem tais
materiais ou serviços nos países beneficiários;

(ii) prestarem assistência técnica e treinamento directamente a pessoas ou entidades de países


beneficiários ao fornecerem materiais ou serviços para as populações finais que receberem
esses materiais e serviços; ou

(iii) fornecerem os tipos de serviços que constam do FAR 37.203 (b)(1)-(6) que implicam o
aconselhamento sobre as políticas substantivas de um beneficiário, o aconselhamento sobre as
actividades referenciadas em (i) e (ii), ou tomarem decisões ou funcionarem na cadeia de
comando de um beneficiário (por exemplo, prestar serviços de gestão ou de fiscalização que
aprovam transacções financeiras, acções do pessoal).

(c) As definições seguintes aplicam-se para efeitos da presente disposição:

“Acto sexual comercial” significa qualquer acto sexual por conta do qual algo de valor é dado
ou recebido por qualquer pessoa. A “Prostituição” significa conseguir ou fornecer qualquer
acto sexual comercial e a “prática da prostituição” tem o mesmo significado.

O “tráfico sexual” significa recrutar, acolher, transportar, fornecer ou obter uma pessoa com
a finalidade de praticar um acto sexual comercial (22 U.S.C. 7102 (9)).

(d) O beneficiário deve inserir esta disposição, que é uma Disposição Geral, em todas as
subadjudicações, contratos ou subcontratos de aquisições para as actividades de HIV/SIDA.

(e) Esta disposição inclui termos e condições expressos da adjudicação e qualquer violação
deve constituir motivo de rescisão unilateral da adjudicação pela USAID antes do fim do seu
prazo.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA26. LIMITAÇÃO DE SUBADJUDICAÇÕES A ENTIDADES NÃO LOCAIS (JULHO DE


2014)

LIMITAÇÃO DE SUBADJUDICAÇÕES A ENTIDADES NÃO LOCAIS (JULHO DE 2014)

(a) Ao apresentar um pedido e ao executar a adjudicação, o requerente / beneficiário concorda


que, pelo menos cinquenta (50) por cento dos custos da execução da adjudicação incorridos
com o pessoal devem ser utilizados em benefício dos funcionários da entidade principal / local.

(b) Ao apresentar um pedido e ao executar a adjudicação, o requerente / beneficiário declara


que é uma pessoa singular, uma empresa, uma organização sem fins lucrativos, ou outro

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conjunto de pessoas que:

(1) está legalmente constituída ao abrigo das leis de…;

(2) tem como seu principal local de negócios ou operações…;

(3) é detida maioritariamente por pessoas que são cidadãos ou residentes permanentes legais
de….; e

(4) é gerida por um órgão directivo cuja maioria dos seus membros são cidadãos ou residentes
permanentes legais do país em que este adjudicação será essencialmente executada.

(d) Para efeitos desta disposição, “detida maioritariamente” e “gerida por” incluem,
sem limitação, os interesses do beneficiário e o poder, directa ou indirectamente, seja exercido
ou passível de ser exercido, de controlar a eleição, nomeação, ou a posse dos gestores da
organização ou da maioria dos corpo directivo da organização, por qualquer meio.

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA27. CONTRATO PARA O SEGURO DA DBA AO ABRIGO DAS AQUISIÇÕES DO


BENEFICIÁRIO (DEZEMBRO DE 2014)

Todos os contratos celebrados pelo beneficiário ao abrigo desta adjudicação de serviços a


serem realizados no exterior devem conter a seguinte disposição, conforme aplicável.

SEGURO DE COMPENSAÇÃO DOS TRABALHADORES (LEI BASE DE DEFESA)

(a) O Contratado deve:

(1) Antes de iniciar a execução do presente contrato, criar disposições que prevejam o
pagamento de uma compensação de invalidez e benefícios médicos aos funcionários cobertos,
assim como subsídios por morte aos seus sobreviventes elegíveis, através da compra de seguro
da Lei Base de Defesa (DBA), de acordo com os termos do contrato celebrado entre a USAID
e a operadora de seguros da DBA da USAID, a menos que o contratado se qualifique como
uma auto-seguradora ao abrigo da Longshore and Harbor Workers’ Compensation Act (Lei
de Compensação dos Estivadores e Trabalhadores Portuários) (33 USC 932), tal como
prorrogado pela Lei Base de Defesa (42 U.S.C. 1651, et seq.), ou que tenha um acordo
aprovado de classificação retrospectiva para a DBA. O contratado deve continuar a manter
estas disposições para proporcionar os benefícios inerentes à Lei Base de Defesa até que a
execução do contrato esteja concluída.

(2) Se a USAID ou o Contratado tiver garantido uma isenção da cobertura da DBA de acordo
com AIDAR 728.305-70(a) para os funcionários do contratado que não sejam cidadãos,
residentes, ou contratados nos Estados Unidos, o contratado concorda em fornecer a tais

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funcionários benefícios de compensação dos trabalhadores, conforme exigido pelas leis do país
em que os funcionários se encontram a trabalhar, ou pelas leis do país de origem do funcionário,
o que oferece maiores benefícios. O Departamento do Trabalho concedeu isenção parcial de
cobertura da DBA aplicável aos contratos financiados pela USAID executados em países
listados na
DEFENSE BASE ACT (DBA) WAIVER LIST (LISTA DE ISENÇÃO DA LEI BASE DE DEFESA
(DBA)).

(3) No prazo de dez dias após a ocorrência da lesão ou morte de um funcionário, ou a partir
da data em que o contratado tiver conhecimento da lesão ou morte, apresentar o Formulário
LS-202 (Primeiro Relatório da Lesão ou Doença Ocupacional do Funcionário) ao
Departamento do Trabalho, em conformidade com a Lei de Compensação dos Estivadores e
Trabalhadores Portuários (33 USC 930(a), 20 CFR 702.201-702.203).

(4) Pagar toda a indemnização devida por invalidez ou morte dentro dos prazos exigidos pela
Lei de Compensação dos Estivadores e Trabalhadores Portuários (33 USC 914, 20 CFR
702.231 e 703.232).

(5) Providenciar cuidados médicos conforme estabelecido pela Lei de Compensação dos
Estivadores e Trabalhadores Portuários (33 USC 907, 20 CFR 702.402 e 702.419).

(6) Caso haja controvérsia em relação ao direito à indemnização, apresentar o Formulário LS-
207 (Notificação de Controvérsia quanto ao Direito de Compensação) ao Departamento do
Trabalho, em conformidade com a Lei de Compensação dos Estivadores e Trabalhadores
Portuários (33 USC 914(d), 20 CFR 702.251).

(7) Imediatamente após efectuar o primeiro pagamento da compensação em qualquer dos


casos, apresentar o Formulário LS-206 (Pagamento de Compensação sem Adjudicação) ao
Departamento do Trabalho, em conformidade com a Lei de Compensação dos Estivadores e
Trabalhadores Portuários (33 USC 914(c), 20 CFR 702.234).

(8) Em caso de suspensão de pagamentos ou ao efectuar o pagamento final, apresentar o


Formulário LS-208 (Aviso de Pagamento Final ou de Suspensão de Pagamentos de
Compensação) ao Departamento do Trabalho, em conformidade com a Lei de Compensação
dos Estivadores e Trabalhadores Portuários (33 USC 914(c) e (g), 20 CFR 702.234 e 702.235).

(9) Aderir a todas as outras disposições da Lei de Compensação dos Estivadores e


Trabalhadores Portuários prorrogada pela Lei Base da Defesa e os regulamentos do
Departamento do Trabalho, contidos em 20 CFR Partes 701 a 704.

Para mais informações sobre os requisitos da Lei de Compensação dos Estivadores e


Trabalhadores Portuários, veja http://www.dol.gov/owcp/dlhwc/lsdba.htm.

O Contratado deve inserir o conteúdo desta cláusula, incluindo este parágrafo (c), em todos
os subcontratos a que a Lei Base da Defesa se aplica.

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[FIM DA DISPOSIÇÃO]

RAA28. TERMOS E CONDIÇÕES DO CONTRATO DE ADJUDICAÇÃO SOBRE


QUESTÕES DE INTEGRIDADE E DESEMPENHO DO BENEFICIÁRIO (ABRIL DE 2016)

A. Comunicação de Assuntos Relacionados com a Integridade e Desempenho do Beneficiário

1. Requisito de Elaboração de Relatório Geral


Se o valor total das suas subvenções e acordos de cooperação, bem como os contratos de
aquisição que estejam activos de todas as agências de adjudicação federais for superior a
$10.000.000 relativamente a qualquer período de tempo durante o período de execução desta
adjudicação Federal, então na qualidade de beneficiário durante esse período de tempo deve
comunicar a informação actualizada ao Sistema de Gestão das Adjudicações (SAM), que é
disponibilizada no sistema de integridade e desempenho designado (actualmente o Sistema de
Informação de Integridade e Desempenho do Adjudicatário Federal (Federal Awardee
Performance and Integrity Information System - FAPIIS)) sobre o processo civil, penal ou
administrativo descrito no parágrafo 2 destes termos e condições de adjudicação. Este é um
requisito legal ao abrigo da secção 872 da Lei Pública 110-417, conforme as alterações (41
U.S.C. 2313). De acordo com o estabelecido pela secção 3010 da Lei Pública 111-212, todas as
informações lançadas no sistema de integridade e desempenho designado a partir de 15 de
Abril de 2011, excepto as últimas avaliações de desempenho exigidas para contratos de
aquisições federais, estarão à disposição do público.

2. Processos Sobre os Quais Deve Reportar

Submeter a informação necessária sobre cada um dos processos que:

a. esteja relacionada com a adjudicação ou a execução de uma subvenção, acordo de


cooperação, ou contrato de aquisições do Governo Federal;

b. tenha atingido a sua disposição final durante os cinco anos mais recentes; e

c. seja um dos seguintes procedimentos:

(1) Um processo criminal que tenha resultado numa condenação, conforme definido no
parágrafo 5 destes termos e condições de adjudicação;

(2) Um processo civil, que tenha resultado numa atribuição de culpa e responsabilidade e no
pagamento de uma coima, multa, reembolso, restituição ou indemnização igual ou superior a
$5.000;

(3) Um processo administrativo, conforme definido no ponto 5 dos presentes termos e


condições de adjudicação, que tenha resultado numa atribuição de culpa e responsabilidade e
no pagamento de uma coima ou multa igual ou superior a $5.000 ou no reembolso, restituição,
ou indemnização num valor superior a $100.000; ou

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(4) Qualquer outro processo penal, civil ou administrativo se:

(i) Pudesse ter levado a um resultado descrito no parágrafo 2.c.(1), (2) ou (3) destes termos e
condições de adjudicação;

(ii) Tivesse uma disposição diferente a que se tenha chegado por consentimento ou
compromisso com um reconhecimento de culpa da sua parte; e

(iii) O requisito nestes termos e condições de adjudicação de divulgar informações sobre o


processo não entra em conflito com as leis e regulamentos aplicáveis.

3. Procedimentos de Elaboração de Relatórios


Lançar na área de Gestão da Entidade do SAM a informação que este sistema requer sobre
cada processo descrito no parágrafo 2 dos presentes termos e condições de adjudicação. Não
precisa enviar a informação pela segunda vez no âmbito das adjudicações de assistência que
tiver recebido se já tiver fornecido a informação através do SAM em virtude ter sido obrigado
a fazê-lo no quadro dos contratos de aquisição federais que lhe foram adjudicados.

4. Frequência da Elaboração de Relatórios


Durante qualquer período de tempo quando estiver sujeito ao requisito previsto no parágrafo
1 dos presentes termos e condições de adjudicação, você deve reportar informação do
processo através do SAM referente ao período de cinco anos mais recente, seja para transmitir
novas informações sobre qualquer processo(s) que não tenha relatado anteriormente, ou para
afirmar que não há novas informações para relatar. Os beneficiários a quem tenha sido
adjudicado um contrato Federal, subvenção e acordo de cooperação com um valor total
acumulado superior a $10.000.000 devem divulgar semestralmente todas as informações sobre
os processos penais, civis e administrativos.

5. Definições

Para efeitos dos presentes termos e condições de adjudicação:

a. Processo administrativo significa um processo não judicial, que seja de natureza adjudicatória,
a fim de fazer uma determinação de culpa ou de responsabilidade (por exemplo, processos
administrativos da Comissão de Valores Mobiliários, processos do Conselho Civil do Recurso
sobre Contratos e processos do Conselho de Serviços Armados de Recurso sobre Contratos).
Isto inclui processos ao nível Federal e Estadual, mas apenas em conexão com a execução de
um contrato ou subvenção Federal. Não inclui auditorias, visitas ao local, planos correctivos ou
inspecção de resultados.

b. Condenação significa, para efeitos destes termos e condições da adjudicação, um julgamento


ou condenação de um crime por qualquer tribunal de jurisdição competente, quer se tenha
entrado num veredicto ou apelo, e inclui uma condenação após um apelo de não admissão de
culpa (nolo contendere).

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c. O valor total das subvenções e acordos de cooperação, bem como os contratos de aquisição
que estejam activos, inclui —

(1) Apenas a percentagem Federal do financiamento ao abrigo de qualquer adjudicação Federal


com uma comparticipação ou correspondência do beneficiário; e

B. O valor de todos os incrementos de financiamento previstos ao abrigo de uma adjudicação


federal e opções, mesmo que ainda não exercidas.

C. [Reservado]

[FIM DA DISPOSIÇÃO]

[FIM DAS DISPOSIÇÕES GERAIS]

Anexo D – PLANO DE BRANDING E MARCAÇÃO

Plano de Implementação de branding

Introdução

A Niiwanane não dispõe, nos seus Manuais de Procedimentos Administrativos e


Financeiros, de uma descrição de branding em suas actividades. Porém, para ultrapassar esta
situação, tem optado em assumir as políticas dos doadores em relação à este assunto. É de
salientar que, no âmbito da implementação das suas actividades usando fundos da USAID
assim como da FHI360 CAP Moz, todas as acções de produção de matérias de visibilidade
organizacional incluindo etiquetas nos mobiliários, a Ophavela seguiu todas as indicações
transcritas nos acordos e que estiveram alinhadas com às orientações e exigências da
USAID.

Em resposta ao “RFA-656-16-000002 – Ophavela” cuja meta geral desta actividade é


melhorar a saúde e as condições de vida das Pessoas Vivendo com o HIV (PVHIV), suas
famílias e comunidades na Província de Nampula, a Ophavela propõe-se a realiza-la
através do seguinte resultado: aumentada a cobertura de serviços comunitários do HIV de
grande impacto e baseados em evidências.

Associado a essa realização e reconhecendo a importância de promover a imagem da USAID

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a estratégia de Implementação de branding estará integrada em todas as acções do projecto


e assume-se que as actividades do projecto terão um objectivo secundário para além dos
seus objectivos mensuráveis: que será a promoção da USAID a todos níveis e públicos
relevantes. Assim, através das actividades de branding, a Província de Nampula e o País em
Geral bem como os outros doadores irão entender que o projecto existe graças à
generosidade "DO Povo Americano” e a equipe do projecto vai ajudar os outros a
entenderem, através mensagens e imagens claras e concretas nas suas acções, que as
actividades, produtos, serviços e eventos do presente projecto são da USAID.

A estratégia para a marca será de posicionar este projecto como sendo resultado do apoio
do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos de América para o Alívio da SIDA
- PEPFAR implementada através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento
Internacional - USAID.

Objectivo do plano de implementação do branding

Promover Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional –


(USAID) e do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos de América
para o Alívio da SIDA – PEPFAR através mensagens e imagens claras e concretas nas
actividades do projecto;

Metas e Oportunidades

Metas
 Estabelecer uma ligação directa entre as acções do projecto e visualização da
imagem da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional -
USAID e que o mesmo resulta do apoio do Plano de Emergência do Presidente os
EUA para o Alívio da SIDA – PEPFAR.

Oportunidades
 A Niiwanane considera oportunidades todas as acções que decorram no âmbito do
projecto a todos os níveis, desde o nível comunitário (todas as acções realizadas
junto com os Beneficiários primários e secundários) até ao nível Provincial,
Nacional e Internacional. Também considera outras acções das organizações não
inerentes às acções do projecto mas que tem em vista a promoção da organização.
Nestas acções a USAID será citada como parceiro da Organização.

Público – Alvo

Considera-se alvo do presente plano de Implementação de branding todo aquele que


directa ou indirectamente são abrangidos pelas acções do projecto incluindo os que estão
envolvidos nas acções de promoção da imagem da Niiwanane

1 Beneficiários do Projecto

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A Niiwanane considera que todos os Beneficiários do projecto, a luz do presente plano


e das acções do projecto, devem ter conhecimentos de que todas as acções em que estão
envolvidas resultam da generosidade DO POVO AMERICANO e estão enquadradas no
Plano de Emergência do Presidente os EUA para o Alívio da SIDA – PEPFAR o qual, em
Moçambique é implementado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento
Internacional – USAID.

Deste modo, consideram-se Beneficiários do projecto os seguintes:

 Beneficiários Directos

Grupos de Apoio à Adesão Comunitária (GAAC) e Grupos de Mãe para Mãe


(M2M) – constituídos por homens e mulheres de idades compreendidas entre os 15 e 49 anos
de idade;

Grupos de Poupança e Crédito Rotativo - constituídos maioritariamente por mulheres e


homens em número reduzido, com idade activa, compreendidas entre os 18 e um máximo
aberto assegurando a inclusão de todas faixas etárias. Excepcionalmente, podem integrar os
grupos, pessoas abaixo dos 18 anos, mas com idade não inferior a 15 anos, devidamente
autorizados/acompanhados por um adulto da família.

 Beneficiários Indirectos
a. Líderes comunitários;
b. Matronas;
c. Anciãos;
d. Pessoas influentes;
e. Parceiros do projecto, Governo, com destaque para DPS – Direcção Provincial de
Nampula e Núcleo Provincial de Combate ao SIDA de Nampula, entidades da sociedade civil e
sector privado que terão ligações directas ou indirectas com as acções do projecto;

Colaboradores da Ophavela

Os colaboradores directos afectos ao Projecto Okhoma (Retenção e Adesão ao Tratamento),


são considerados, pelo presente plano, simultaneamente, Beneficiários e portadores da
mensagem que, em todas as suas acções devem demonstrar que elas resultam da generosidade
DO POVO AMERICANO e estão enquadradas no Plano de Emergência do Presidente os EUA
para o Alívio da SIDA – PEPFAR o qual, em Moçambique é implementado pela Agência dos
Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – USAID. Esses, são os elementos-chave
da promoção da imagem da USAID na realização das actividades do projecto bem como nas
relações que serão estabelecidas, a todos os níveis, com todas as partes envolvidas e
interessadas nas acções do Projecto Okhoma (Retenção e Adesão ao Tratamento).

Corpo Directivo e Membros da Niiwanane

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Como parte interessada na boa imagem e desempenho da Niiwanane durante a realização do


Projecto Okhoma (Retenção e Adesão ao Tratamento), são também considerados
Beneficiários e portadores da mensagem que demonstra que a organização está a realizar as
acções em benefício da comunidade graças a generosidade DO POVO AMERICANO e estão
enquadradas no Plano de Emergência do Presidente os EUA para o Alívio da SIDA – PEPFAR
o qual, em Moçambique é implementado pela Agência dos Estados Unidos para o
Desenvolvimento Internacional – USAID.

A semelhança dos colaboradores, em todas as acções de promoção da imagem da Niiwanane


deverão incluir a promoção da USAID. Para estes, destacam-se dois principais momentos de
intervenção, sendo o primeiro, na celebração de memorandos e outras formas de parceria para
a implementação do Projecto Okhoma, garantindo que todos os instrumentos incluem
referência a generosidade DO POVO AMERICANO e estão enquadradas no Plano de
Emergência do Presidente os EUA para o Alívio da SIDA – PEPFAR o qual, em Moçambique é
implementado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional –
USAID. O segundo, será a menção da USAID como financiador da Ophavela em acções de
promoção da imagem da organização bem como na mobilização de recursos, pois que a
presente parceria é, por si, um factor relevante para a visibilidade da organização.

Estratégia de Implementação do Plano

Serão produzidos matérias promocionais da imagem do projecto que deverão incluir a marca
USAID de acordo com as recomendações que em diferentes momentos serão usados para
demonstrar que estas são acções resultantes do apoio do Plano de Emergência do Presidente
os EUA para o Alívio da SIDA - PEPFAR através da Agência dos Estados Unidos para o
Desenvolvimento Internacional – USAID de acordo com a tabela ilustrativa abaixo bem como
em outras acções inerentes:

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Logos to be used by the group:


Horizontally:

Vertically:

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Activities Implemented in Partnership with the DPS (Provincial Health Directorate)


/ Government

Vertically:

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Horizontal:

Onde, quando e como será promovida a imagem da USAID

Produto / Material Reference / Use Brand / Placement / Time

Artigos, relatórios e outros Em todos os produtos desse tipo que resultam e /


ou incluir uma intervenção directa da Ophavela, vai
ser feita referência directamente à USAID como
um doador do projecto. Nestes, será inserido o
logótipo da USAID, do PEPFAR, da Ophavela e do
projecto, de acordo com os procedimentos.

Anúncios de serviço público Neste tipo de produto, os logótipos da USAID


(PSA), cartazes, banners, stands e PEPFRAR serão sempre utilizados em
cumulativos, folhetos, conformidade com os requisitos estabelecidos pela
etiquetas. USAID

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Documentos, relatórios, Neste tipo de produto, o logótipo USAID sempre


comunicados de imprensa e será utilizado na capa, de acordo com os requisitos.
outros. (Incluindo a isenção de comunicações publicados
pela USAID).
" Este estudo é possível graças ao generoso apoio
DO POVO AMERICANO através da Agência dos
Estados Unidos para o Desenvolvimento
Internacional (USAID) e do Plano de Emergência do
Presidente dos E.U.A. para o Alívio do SIDA
(PEPFAR). Os conteúdos são da responsabilidade da
Ophavela e não reflectem necessariamente as
opiniões da USAID ou do Governo dos Estados
Unidos "

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Serviços Públicos de televisão Neste tipo de produto, o logótipo será sempre


comercial utilizado de acordo com os requisitos da USAID.
Pode ser enfatizada pela seguinte voz corrida:
"Este é um projecto apoiado pelo Governo dos EUA
através da USAID / Moçambique e implementado
pela Ophavela."

Serviços Públicos de rádio Em tais produtos, será sempre feita referência a


comercial USAID, ao Governo dos Estados Unidos de América
e o PEPFAR como doadores do projecto: "Este
projecto tem o Apoio do Governo dos Estados
Unidos da América e do PEPFAR através da
USAID” e implementado apela Ophavela em todos
eventos e em todas entrevistas de imprensa.

Eventos A marca será promovida, em todos momentos,


directamente associado ao projecto, tais como
lançamentos, cursos de formação e workshops, entre
outros:
- Colocação de material promocional exibindo o
logótipo (cumulativo de stands, banners, cartazes,
brochuras e outros) em locais de grande visibilidade;
- Referência Verbal a USAID como doador de
Projecto;
- Inclusão do logótipo da USAID em conformidade
com os requisitos em todos os documentos
relacionados com eventos (convites, programas e
outros)
2 Equipamentos Em caso de qualquer equipamento adquirido para o
projecto (veículos, motos, computadores, e outros),
estes serão identificados com os logótipos da USAID
e do PEPFAR bem como os do projecto e da
Ophavela como implementadora.

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3 Logótipos a usar pela ordem de organização:


Forma horizontal

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Forma vertical

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Acções Implementadas em Parceria com a DPS/Governo

Forma vertical

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Forma vertical

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