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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC IMPEDÂNCIAS E DEFASAGENS ENTRE TENSÃO E CORRENTE [ESTA002-17] Circuitos Elétricos I

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

IMPEDÂNCIAS E DEFASAGENS ENTRE TENSÃO E CORRENTE

[ESTA002-17] Circuitos Elétricos I

Prof. Dr. Harki Tanaka

Isabelle Diniz Orlandi Rafael Pauwels de Macedo

Santo André, 27 de novembro de 2017

RESUMO

Este experimento mede e relaciona as impedâncias complexas e defasagens entre si- nais de tensão e corrente de elementos passivos dentro de circuitos. Utilizando um gerador de sinais, uma protoboard, um osciloscópio e dois multímetros foram montados dois circuitos distintos com resistores, capacitores e indutores. Um circuito puramente capacitivo e outro indutivo. Além dos cálculos das tensões, correntes e indutâncias feitos através dos valores nominais dos componentes, dos valores reais e dos valores obtidos experimentalmente, foi analisada a defasagem entre a tensão e a corrente em ambos os circuitos e através do soft- ware MATLAB foram plotados as figuras de Lissajous, utilizando as equações de onda de tensão e corrente obtidas experimentalmente.

Palavras-Chave: Impedâncias Complexas, Defasagem entre Sinais, Sinais Senoi- dais de Tensão e Corrente

1

SUMÁRIO

1 OBJETIVOS

3

2 METODOLOGIA

 

4

2.1 Materiais Utilizados .

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2.2 Preparação

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4

2.2.1 Circuitos Capacitivos .

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4

2.2.2 Circuitos Indutivos

 

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2.2.3 Figuras de Lissajous

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7

2.3 Montagem Experimental

 

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2.3.1 Circuito Capacitivo

 

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9

2.3.2 Circuito Indutivo

 

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10

3 RESULTADOS

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3.1 Impedância Capacitiva

 

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11

3.1.1 Valores Teóricos .

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11

3.1.2 Valores Experimentais

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3.2 Impedância Indutiva

 

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3.2.1 Valores Teóricos .

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14

3.2.2 Valores Experimentais

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3.3 Figuras de Lissajous

 

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17

3.4 Análise dos dados obtidos

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20

4 CONCLUSÕES

22

BIBLIOGRAFIA

23

 

2

1. OBJETIVOS

Os circuitos elétricos compostos por elementos passivos (R, L e C) possuem um comportamento característico quanto à defasagem de sinais, quando submetidos a formas de

ondas senoidais [5]. A impedância, dada pela relação entre a corrente e a tensão num circuito RL ou RC, equivale a oposição que este circuito exerce à passagem da corrente alternada.

O objetivo geral deste experimento é medir e relacionar as impedâncias complexas e

defasagens entre sinais de tensão e corrente em circuitos passivos, e analisar seu comporta-

mento experimental em relação aos cálculos teóricos.

O objetivo especifico desta prática é a fixação dos conceitos de parâmetros da forma

de sinais senoidais de tensão e corrente, representação dos sinais nas formas fasoriais e as relações entre os sinais de tensão e corrente em componentes passivos de circuitos elétricos.

3

2. METODOLOGIA

2.1 Materiais Utilizados

Para a realização do experimento sobre a defasagem entre sinais de tensão e corrente

foram utilizados os materiais e equipamentos listados na tabela 1. As especificações dos equi-

pamentos digitais foram retirados dos manuais dos fabricantes, disponíveis nas referências: [4]

gerador de sinais, [3] osciloscópio, [1] multímetro digital portátil e [2] multímetro de bancada.

Tabela 1: Materiais e equipamentos utilizados no experimento.

Material/Equipamento

Quantidade

Gerador de Sinais Tektronix AFG 3002

1

Osciloscópio

1

Multímetro digital portátil 01 – ET-2510 Minipa

1

Multímetro digital de bancada – MDM-8045B Minipa

1

Protoboard

1

Resistor de 100

1

Capacitor de 1µF

1

Indutor de 1 mH

1

2.2 Preparação

2.2.1 Circuitos Capacitivos

O capacitor é um componente de circuitos capaz de armazenar energia elétrica de

forma a gerar uma diferença de potencial entre as duas placas metálicas que o compõem [5].

Em regime permanente, um capacitor carregado se comporta como uma chave aberta em

tensão contínua, mas permite a condução de corrente para tensões alternadas. A relação

entre a quantidade de carga armazenada e a tensão gerada pelo capacitor equivale a constante

de proporcionalidade C - chamada de Capacitância, exibida na fórmula 1.

C =

dQ(t)

dV (t) = dQ

dt

dt

dV

= i(t) dV dt

(1)

Isolando a corrente na equação acima, tem-se que:

i C (t) = C dV dt C

4

(2)

De onde se tira que a tensão no capacitor é:

V C (t) =

C i(t)dt

1

(3)

Considerando como referência de fase uma tensão alternada de sinal senoidal do tipo:

V C (t) = V p sin ωt

(4)

onde Vp é a tensão de pico do sinal aplicado. Ao diferenciar a equação obtém-se:

dV

C

dt

=

V p sin ωt

dt

=

V p cos (ωt)

(5)

Igualando as equações 2 e 5 obtemos a relação entre corrente e tensão no capacitor:

i C (t) = ω.C.V p . cos (ωt)

(6)

Como Ip = ω.C.Vp e cos (ωt)=sin (ωt+90 ), a expressão 6 pode ser escrita como:

i C (t) = I p . sin (ωt + 90 )

(7)

Assim, verifica-se que nos terminais de um capacitor, alimentado por uma fonte AC, a

corrente sempre estará adiantada em 90 em relação à tensão [5], dessa forma, a representação

matemática dos sinais no capacitor na forma trigonométrica e fasorial são:

V C (t) =V rms . sin(ωt + 0 )

i C (t) =I rms . sin(ωt + 90 )

2.2.2 Circuitos Indutivos

V C =V rms 0 ◦ i C =I rms 90 ◦
V C =V rms 0 ◦
i C =I rms 90 ◦

(8)

(9)

Um indutor é um componente passivo de circuitos elétricos capaz de armazenar ener-

gia em forma de campo magnético, quando submetido a passagem de corrente [5]. Quando

a corrente que passa pelo indutor está variando, o fluxo magnético gerado pela corrente

também varia, e induz uma tensão nos terminais do indutor [5]. A relação entre a energia

armazenada no campo magnético e a auto-indução de tensão no indutor equivale a constante

de proporcionalidade L - chamada de Indutância.

L = N dφ

di

5

(10)

onde N é o número de espiras da bobina indutora.

No indutor, a tensão auto-induzida é diretamente proporcional à variação de corrente,

sendo L a constante de proporcionalidade [5].

V L (t)

= N dφ dt

= N L.di(t)

N

1

dt

Logo, a tensão induzida no indutor é:

V L (t) = L di(t) dt

(11)

(12)

Da equação 12 é possível obter a expressão da corrente no indutor:

i L (t) =

1

L

V L (t)dt

(13)

Considerando uma entrada de corrente senoidal do tipo:

i L (t) = I p sin (ωt)

(14)

e considerando ainda o ângulo de fase inicial da corrente como nulo, ao diferenciar a equação

tem-se que:

(15)

di L (t)

dt

d(I p cos (ωt))

dt

=

=

I p cos (ωt)

onde Ip é a corrente de pico senoidal.

Igualando as equações 12 e 15:

V L (t) = ω.L.I p . cos (ω.t)

(16)

Como Vp = ωLI e cos (ωt)=sin (ωt + 90 ) a expressão 16 pode ser escrita da forma:

V L (t) = V p sin (ω.t + 90 )

(17)

Verifica-se com a expressão, que em um indutor alimentador por uma fonte alternada,

a corrente estará atrasada em 90 em relação à tensão. Caso seja incluído um ângulo de fase

na expressão senoidal da corrente, as representações matemáticas trigonométricas e fasoriais

6

dos sinais envolvidos serão:

V L (t)

=V rms . sin(ωt ± θ + 90 )

i L (t)

=I rms . sin(ωt + θ)

2.2.3 Figuras de Lissajous

V L =V rms θ + 90 ◦ i L =I rms θ
V L =V rms θ + 90 ◦
i L =I rms θ

(18)

(19)

A composição de dois sinais senoidais nos eixos horizontal e vertical de um oscilos- cópio gera na tela de visualização as chamadas Figuras de Lissajous. A figura é gerada pela composição dos valores de amplitude das duas ondas senoidais a cada instante de tempo. Este método permite a medição de defasagens entre sinais de mesma frequência. Neste caso a figura esperada é uma eclipse, como ilustrada na figura 1.

esperada é uma eclipse, como ilustrada na figura 1. Figura 1: Construção de uma figura de

Figura 1: Construção de uma figura de Lissajous para sinais de mesma frequência.

Caso sejam aplicados os sinais senoidais V H (t) e V V (t), respectivamente, aos eixos horizontal e vertical do osciloscópio, da forma:

V H (t) = V max sin (ω.t + θ)

7

(20)

V V (t) = V max sin (ω.t)

Quando V H (t) = 0, tem se que:

sin (ω.t + θ) = 0

t = θ

ω

(21)

(22)

(23)

Para o sinal senoidal aplicado em V V (t), neste mesmo instante de tempo, a amplitude

tem valor:

logo,

V V (t) =

V max sin ω nπ θ

ω

V V (t)

V max

= sin (θ) = ± sin (θ)

(24)

(25)

Para encontrar o ângulo de defasagem entre os sinais, basta aplicar:

|θ| = arcsin V V (t)

V

max

(26)

O valor de V V (t) pode ser obtido a partir dos pontos onde ocorre a intersecção da

eclipse com o eixo vertical principal da figura de Lissajous. O valor de amplitude V máx é

obtido nos pontos em que a eclipse possui os valores máximos e mínimos com relação ao eixo

vertical.

valores máximos e mínimos com relação ao eixo vertical. Figura 2: Utilização dos paramêtros da figura

Figura 2: Utilização dos paramêtros da figura de Lissajous para obtenção da defasagem entre os sinais.

A expressão 26 pode ser escrita para determinação do ângulo de defasagem a partir

dos parâmetros da figura de Lissajous:

|θ| = arcsin B

A

8

(27)

2.3

Montagem Experimental

2.3.1 Circuito Capacitivo

A fim de analisar o comportamento da fase dos sinais de tensão e corrente em um sistema resistivo-capacitivo, alimentado por uma fonte de sinal alternado, o circuito apre- sentado na figura 3 foi implementado em protoboard, com R = 100, C = 1µF, E = 2,5V e f = 1kHz. Utilizando o multímetro de bancada, os valores reais dos componentes utilizados foram medidos e seus erros instrumentais calculados a partir das definições estimuladas pelo fabricante do aparelho. As medidas tomadas e os respectivos erros estão reportados na seção de Resultados.

erros estão reportados na seção de Resultados. Figura 3: Circuito capacitivo montado experimentalmente.

Figura 3: Circuito capacitivo montado experimentalmente.

Para cada um dos instrumentos de medição do tipo multímetro disponíveis e para o osciloscópio, foram tomados os valores de tensão no resistor, no capacitor e no conjunto de carga: resistor e capacitor em série. Utilizando o osciloscópio, é possível ainda visualizar a defasagem presente entre os sinais senoidais de tensão e corrente utilizando duas pontas de prova conectadas a canais distintos do aparelho. A primeira ponta de prova, deve estar conectada como um voltímetro, no terminal positivo do capacitor, e a segunda ponta de prova como um amperímetro, em série com os componentes, logo após o capacitor. Os cabos de terra das pontas de prova devem estar devidamente aterrados na entrada da fonte. Os valores de tensão obtidos com os multímetros e os sinais de onda visualizados no osciloscópio estão reportados na seção Resultados.

9

2.3.2

Circuito Indutivo

Para analisar o comportamento da fase dos sinais de tensão e corrente em um sistema resistivo-indutivo, alimentado por uma fonte de sinal alternado, o circuito apresentado na figura 4 foi implementado em protoboard, com R = 100, L = 0,8 mH, E = 2,5V e f =

20kHz.

, com R = 100 Ω , L = 0,8 mH, E = 2,5V e f

Figura 4: Circuito indutivo montado experimentalmente.

Foram tomados os valores reais da indutância do indutor L e da resistência do indutor L, com o multímetro portátil. Os valores de tensão no resistor, no indutor e no conjunto de carga: resistor e indutor em série foram medidos e estão apresentados na seção Resultados. Novamente o osciloscópio foi utilizado para visualização da defasagem entre os sinais de tensão e corrente, através da utilização de duas pontas de provas conectadas a canais distintos do aparelho. A primeira ponta de prova é conectada como um voltímetro ao terminal positivo do indutor, e a segunda ponta de prova é conectada logo após o indutor, como um amperímetro.

10

3. RESULTADOS

Antes da montagem dos circuitos no protoboard, os componentes a serem utiliza-

dos foram medidos com o multímetro portátil Minipa ET-2510. Os erros reportados foram

calculados de acordo com as especificações do fabricante [1].

Tabela 2: Valores nominais e medidos dos componentes utilizados no experimento.

Componente

Valor Nominal

Valor Medido

Resistor

100

(98,5 ± 0,9)

Capacitor

1 µ F

(0,975 ± 0,010) µF

Indutor

0,8 mH

(0,798 ± 0,012) mH

Resistência do indutor

-

(6,667 ± 0,088)

3.1 Impedância Capacitiva

3.1.1 Valores Teóricos

Os cálculos das impedâncias correspondentes aos valores nominais dos componentes

resistor e capacitor, dispostos como apresentado no circuito da figura 1 estão apresentados

abaixo:

Z R = R = 100Ω

Z C = jX C = j(ω.C) 1 = j(2πf.C) 1

= j(2π.1kHz.1µF ) 1 = j159, 154Ω

A impedância total no circuito capacitivo é dada por:

Z Tc = Z R + Z C

Z Tc = (100 j159, 154)Ω

=

Z R + Z C Z T c = (100 − j 159 , 154)Ω =

187, 96 57, 85

A partir dos valores teóricos calculados, caso seja aplicada uma tensão alternada de

V p =2,5 V ao circuito, a resposta da corrente será dada pela Lei de Ohm:

i c (t) =

=

V

Z tc

= V rms

θ
θ

Z tc

V p θ √ 2
V
p
θ
2

= =

Z tc

9, 405 57, 85 [mA]

√ 2 = = Z tc 9 , 405 5 7 , 8 5 ◦ [
2,5 √ 2 0 ◦ 187,96 −57, 85 ◦
2,5
2 0 ◦
187,96 −57, 85 ◦

Tendo o valor da corrente, o valor das tensões no resistor e no capacitor, e o valor

da tensão da fonte são dadas por:

11

V C

= Z C .I c (t) = (159,

154 90 )Ω.(9, 405 57, 85 )mA

0 ◦ )Ω . (9 , 405 5 7 , 8 5 ◦ ) mA =
0 ◦ )Ω . (9 , 405 5 7 , 8 5 ◦ ) mA =

=

1, 496 32, 15 [V ]

8 5 ◦ ) mA = 1 , 496 − 32 , 15 ◦ [ V

V R = Z R .I c (t) = (100 0 )Ω.(9, 405 57, 85 )mA

=

◦ )Ω . (9 , 405 5 7 , 8 5 ◦ ) mA = 0

0, 9405 57, 85 [V ]

◦ ) mA = 0 , 9405 5 7 , 8 5 ◦ [ V ]

V =

2,5V ◦ √ 0 ◦ = √ 0 V p 2 2 = 1, 77
2,5V
0 ◦ =
0
V p 2
2
=
1, 77 0 ◦ [V ]

3.1.2 Valores Experimentais

Os cálculos realizados para estimação dos valores a serem obtidos com o experimento

realizado foram feitos de maneira semelhante aos cálculos teóricos, porém, com a utilização

dos valores reais dos componentes medidos e apresentados na tabela 2. Para o circuito

capacitivo, os valores calculados e seus devidos erros são:

Z R =

Z C = jX C = j(ω.C) 1 = j(2πf.C) 1

R = (98, 5 ± 0, 9)Ω

= j(2π.1kHz.(0, 975 ± 0, 010)µF ) 1 = j(163, 236 ± 1, 674)Ω

A impedância total calculada a partir dos valores reais dos componentes no circuito

capacitivo é dada por:

Z Tc = Z R + Z C

Z Tc = ((98, 5 ± 0, 9) j(163, 2 ± 1, 7)Ω

= (190, 6 ± 2, 6)

(58, 9 ± 0, 8)

A partir dos valores reais dos componentes, a aplicação de uma tensão alternada de

Vp=2,25 V ao circuito (valor real medido pelo osciloscópio para a saída da fonte), a resposta

da corrente será dada pela Lei de Ohm:

i c (t) =

V p θ √ V θ = V rms = = 2 Z tc Z
V
p
θ
V
θ
= V rms
= =
2
Z tc
Z tc
Z tc

2,25

2

◦ 0
0
θ = V rms = = 2 Z tc Z tc Z tc 2 , 25

(190,6±2,6) (58, 9 ± 0, 8)

= (8, 34 ± 0, 11)

6) ( − 58 , 9 ± 0 , 8) ◦ = (8 , 34 ±

(58, 9 ± 0, 8) [mA]

Tendo o valor da corrente, o valor das tensões no resistor e no capacitor, e o valor

da tensão da fonte são dadas por:

no capacitor, e o valor da tensão da fonte são dadas por: V C = Z

V C = Z C .I c (t) = [(163, 236 ± 1, 674) 90 )]Ω.[(8, 34 ± 0, 11) (58, 9 ± 0, 8) ]mA

, 11) ( 5 8 , 9 ± 0 , 8 ) ◦ ] mA =

= (1, 36 ± 0, 02)

( − 3 1 , 1 ± 0 , 4 ) ◦ [ V ] (31, 1 ± 0, 4) [V ]

( − 3 1 , 1 ± 0 , 4 ) ◦ [ V ] V

V R = Z R .I c (t) = [(98, 5 ± 0, 9) 0 ]Ω.[(8, 34 ± 0, 11) (58, 9 ± 0, 8) ]mA

= (0, 82 ± 0, 01)

9 ± 0 , 8 ) ◦ ] mA = (0 , 82 ± 0 ,

(58, 9 ± 0, 8) [V ]

12

V =

V 0 ◦ = (2,25±0,01)V p ◦ √ √ 0 2 2 = (1, 59
V
0 ◦ = (2,25±0,01)V
p
0
2
2
= (1, 59 ± 0, 02) 0 ◦ [V ]

A tabela 3 apresenta os valores obtidos com os instrumentos digitais disponíveis em

laboratório para o experimento, tomados no circuito equivalente a figura 3. As medidas foram realizadas como apresentado na Metodologia. Os valores medidos pelo osciloscópio foram obtidos na forma de valor de tensão de pico-a-pico V pp . Desta forma, para converter

o valor lido para a tensão eficaz V rms correspondente, apresentados na tabela, foi utilizada a seguinte relação:

V rms = V pp

2

2

(28)

Tabela 3: Valores de tensão obtidos no circuito capacitivo.

Instrumento

V [V]

V R [V ]

V C [V ]

Osciloscópio (V pp )

4,50

2,21

3,70

Osciloscópio (V rms )

1,59

0,78

1,30

Multímetro de bancada

1,5459 ± 0,024

0,7386 ± 0,0137

1,3110 ± 0,0185

Multímetro portátil

1,538 ± 0,019

0,737 ± 0,012

1,305 ± 0,017

1,538 ± 0,019 0,737 ± 0,012 1,305 ± 0,017 Figura 5: Defasagem entre tensão e corrente

Figura 5: Defasagem entre tensão e corrente no circuito capacitivo.

A figura 5 apresenta as formas de onda da tensão e corrente na carga do circuito

capacitivo, obtidos com a utilização de duas pontas de prova do osciloscópio conectadas

a canais distintos. O sinal senoidal visualizado com maior amplitude (sinal amarelo) está

13

relacionado com a tensão no circuito. O sinal senoidal de menor amplitude (sinal verde)

representa a corrente que circula pelo circuito. Através da imagem, é possível observar a

defasagem entre os sinais medidos, e o valor de defasagem entre os sinais apresentado pelo

próprio instrumento é de θ = (57, 19 ± 0, 02) . Verifica-se então que, a corrente em um

circuito capacitivo, alimentado por uma fonte alternada, está sempre adiantada com relação

a tensão aplicada.

3.2 Impedância Indutiva

3.2.1 Valores Teóricos

Os cálculos das impedâncias correspondentes aos valores nominais dos componentes

resistor e indutor, dispostos como apresentado no circuito da figura 4 estão apresentados

abaixo:

Z R = R = 100Ω

Z L = jX L = j(ω.L) = j(2πf.L)

= j(2π.20kHz.0, 800mH) = j100, 53Ω

A impedância total no circuito indutivo é dada por:

Z Tl = Z R + Z L

Z Tl = (100 + j100, 53)Ω

=

= Z R + Z L Z T l = (100 + j 100 , 53)Ω

141, 79 45, 15

A partir dos valores teóricos calculados, caso seja aplicada uma tensão alternada de

V p =2,5 V ao circuito, a resposta da corrente será dada pela Lei de Ohm:

V

Z tl

θ
θ
V p θ √ 2
V
p
θ
2

= =

Z tl

2,5 √ 2 0 ◦ 141,79 45, 15 ◦
2,5
2 0 ◦
141,79
45, 15 ◦

i l (t) =

=

Tendo o valor da corrente, o valor das tensões no resistor e no capacitor, e o valor

= V rms

Z tl

12, 46 45, 15 [mA]

= V rms Z tl 12 , 46 − 45 , 15 ◦ [ mA ]

da tensão da fonte são dadas por:

V L = Z L .I l (t) = (100, 53 90 )Ω.(12, 46 45, 15 )mA

◦ )Ω . (12 , 46 − 4 5 , 1 5 ◦ ) mA =
◦ )Ω . (12 , 46 − 4 5 , 1 5 ◦ ) mA =

=

1, 25 44, 85 [V ]

, 1 5 ◦ ) mA = 1 , 25 44 , 85 ◦ [ V

V R = Z R .I l (t) = (100 0 )Ω.(12, 46 45, 15 )mA

=

)Ω . (12 , 46 − 4 5 , 1 5 ◦ ) mA = 1

1, 246 45, 15 [V ]

1 5 ◦ ) mA = 1 , 246 − 45 , 15 ◦ [ V

V =

0 ◦ = 2,5V ◦ √ √ 0 V p 2 2 = 1, 77
0 ◦ = 2,5V
0
V p 2
2
=
1, 77 0 ◦ [V ]

14

3.2.2

Valores Experimentais

O mesmo procedimento realizado para obtenção dos valores teóricos foram realizados

com os valores reais medidos e apresentados na tabela 2 para o circuito indutivo. Os cálculos

e erros estão reportados a frente. Note que o cálculo da impedância do indutor envolve a

parte real R, dada pela resistência medida do indutor. Considerar essa resistência interna do

indutor garante que os valores calculados sejam próximos da realidade do experimento físico.

Z R =

Z L = R L + jX L = R L + j(ω.L) = R L + j(2πf.L)

R = (98, 5 ± 0, 9)Ω

= (6, 67±0, 08)+j(2π.20kHz.(0, 798±0, 012)mH) = (6, 67±0, 08)+j(100, 28±

1, 51)

A impedância total calculada a partir dos valores reais dos componentes no circuito

indutivo é dada por:

Z Tl = Z R + Z L

Z Tl = [(98, 5±0, 9)+(6, 67±0, 08)]+j(100, 28±1, 51) = ((105, 17±1, 58)+j(100, 28±

1, 51))Ω

=

= ((105 , 17 ± 1 , 58)+ j (100 , 28 ± 1 , 51))Ω

(145, 32 ± 3, 09) (43, 63 ± 0, 9)

A partir dos valores reais dos componentes, a aplicação de uma tensão alternada de

V p =2,03 V ao circuito (valor real medido pelo osciloscópio para a saída da fonte), a resposta

da corrente será dada pela Lei de Ohm:

V ◦ p θ 2,03 0 √ √ V θ i L (t) = =
V
p
θ
2,03
0
V
θ
i L (t) =
= V rms
= =
2
2
Z tL
Z tL
Z tL
(145,32±3,09)
(43, 63 ± 0, 9) ◦
=
(9, 88 ± 0, 21) (−43, 63 ± 0, 9) ◦ [mA]

Tendo o valor da corrente, o valor das tensões no resistor e no indutor, e o valor da

tensão da fonte são dadas por:

V L = Z L .I L (t) = [(100, 75±1, 94) 86, 20 ± 1, 66 )]Ω.[(9, 88±0, 21) (43, 63 ± 0, 9) ]mA

( − 4 3 , 6 3 ± 0 , 9 ) ◦ ] mA =
( − 4 3 , 6 3 ± 0 , 9 ) ◦ ] mA =

= (0, 99 ± 0, 03)

(42, 57 ± 1 , 20) ◦ [ V ] , 57 ± 1, 20) [V ]

V R = Z R .I L (t) = [(98, 5 ± 0, 9) 0 ± 0 ]Ω.[(9, 88 ± 0, 21) (43, 63 ± 0, 9) ]mA

( − 4 3 , 6 3 ± 0 , 9 ) ◦ ] mA V
( − 4 3 , 6 3 ± 0 , 9 ) ◦ ] mA V

V =

= (0, 97 ± 0, 02) (−43, 63 ± 0, 9) ◦ [V ] V
=
(0, 97 ± 0, 02) (−43, 63 ± 0, 9) ◦ [V ]
V
0 ◦ = (2,03±0,01)V
p
0
2
2
=
(1, 43 ± 0, 01) 0 ◦ [V ]

A tabela 4 apresenta os valores obtidos com os instrumentos digitais disponíveis em

laboratório para o experimento, tomados no circuito equivalente a figura 4. As medidas

foram realizadas como apresentado na Metodologia. Os valores medidos pelo osciloscópio

15

foram obtidos na forma de valor de tensão de pico-a-pico V pp . Novamente, para converter o valor lido para a tensão eficaz V rms correspondente, apresentados na tabela, foi utilizada a relação 28.

Tabela 4: Valores de tensão obtidos no circuito indutivo.

Instrumento

V [V]

V R [V ]

V L [V ]

Osciloscópio (V pp )

4,06

2,77

5,15

Osciloscópio (V rms )

1,43

0,97

1,82

Multímetro de bancada

1,4098 ± 0,0193

0,9417 ± 0,0155

0,9755 ± 0,0158

Multímetro portátil

0,355 ± 0,008

0,235 ± 0,007

0,243 ± 0,007

0,355 ± 0,008 0,235 ± 0,007 0,243 ± 0,007 Figura 6: Defasagem entre tensão e corrente

Figura 6: Defasagem entre tensão e corrente no circuito indutivo.

A figura 6 apresenta as formas de onda da tensão e corrente na carga do circuito indutivo, obtidos com a utilização de duas pontas de prova do osciloscópio conectadas a canais distintos. O sinal senoidal visualizado com maior amplitude (sinal amarelo) está relacionado com a tensão no circuito. O sinal senoidal de menor amplitude (sinal verde) representa a corrente que circula pelo circuito. Através da imagem, é possível observar a defasagem entre os sinais medidos, e o valor de defasagem aproximada entre os sinais pode ser obtido através da medida X apresentada pelo osciloscópio. Para a obtenção do valor de X foram utilizados os cursores verticais do instrumento digital, posicionados nos pontos de pico dos sinais visualizados. Logo, o valor X é equivalente ao intervalo de tempo t entre a ocorrência dos dois picos. O cálculo necessário para encontrar o valor do ângulo de defasagem com respeito ao intervalo t=7,20µs tomado é:

16

θ = t .360 = ∆t.f.360 = (7, 20 ± 0, 25)µs.(20kHz).(360 )

T

θ = (51, 84 ± 1, 77)

Verifica-se a partir da imagem, que a corrente em um circuito indutivo, alimentado por uma fonte alternada, está sempre atrasada com relação a tensão aplicada.

3.3 Figuras de Lissajous

As figuras de Lissajous não foram obtidas diretamente do osciloscópio, como pro- posto para a execução do experimento, por conta da falta de habilidade em lidar com esse instrumento na realização do experimento prático. A fim de entender os conceitos envolvidos na geração das figuras de Lissajous, gráficos correspondentes às figuras foram plotados no software MATLAB, utilizando as equações de forma de onda de tensão e corrente obtidas experimentalmente. No circuito capacitivo, as formas de onda senoidal de tensão e corrente no circuito, medidas experimentalmente, tem a forma:

V C (t) =1, 59 sin (2)

i C (t) =(8, 34.10 3 ) sin (2+ 58, 9 )

Para a obtenção do resultado da figura de Lissajous para este circuito, o valor de V C (t) foi plotado na posição horizontal v H , e o valor da corrente i C (t) na posição vertical v V . O código em MATLAB para obtenção da figura de Lissajous para o circuito capacitivo é dado por:

t

= linspace(0,2*pi);

x

= 1.59*sin((2*pi)*t);

y

= (8.34*10^-3)*sin((2*pi)*t+(57.85*(pi/180)));

figure(1);

subplot(2,2,1), plot(t,x); axis([0 pi/2 -inf inf]); subplot(2,2,4), plot(y,t); axis([-inf inf 0 pi/2]);

subplot(2,2,2), plot(y,x), box on, grid on, axis([-inf inf -inf inf]);

title(’Figura de Lissajous’);

title(’Tensao’);

title(’Corrente’);

Os pontos obtidos na figura de Lissajous, que representam a intersecção entre a elipse formada e o eixo vertical de vV, e os valores de pico do eixo horizontal vV são:

P1 = (4.337, 1.590)

17

P2 = (0, 1.335)

P3 = (-4.678, -1.589)

P4 = (0, 1.320)

A partir da relação apresentada na equação 27, o módulo do ângulo de defasagem

entre os dois sinais plotados é dado por:

|θ| = arcsin

B = arcsin 1, 335 + 1, 320

A

1, 59 + 1, 589

= arcsin

2, 655

179 = 56, 63

3,

1.5

1

0.5

0

-0.5

-1

-1.5

 

Tensão [V]

 

Figura de Lissajous

 
 

1.5

   
 

1

0.5 0 -0.5 P 1 P 2 P 4 P 3

0.5

0

-0.5

P 1 P 2 P 4 P 3
P
1
P
2
P
4
P
3

-1

 
 

-1.5

0

0.5

1

1.5

-5

 

0

 

5

     

×10 -3

 

1.5

1

0.5

0

  1.5 1 0.5 0  
 
 

-5

0

5

Corrente [mA]

×10 -3

Figura 7: Figura de Lissajous para tensão e corrente no circuito capacitivo.

Os gráficos obtidos e a figura de Lissajous equivalentes ao circuito capacitivo estão

apresentados na figura 7.

O mesmo procedimento de análise das figuras de Lissajous foi aplicado ao circuito

18

indutivo. As formas de onda senoidal da tensão e corrente medidas experimentalmente são:

V L (t) =1, 43 sin (40)

i L (t) =(9, 88.10 3 ) sin (4043, 63 )

Para a obtenção da figura de Lissajous para este circuito, o valor V L (t) foi plotado na

posição horizontal v H , e o valor da corrente i L (t) na posição vertical v V . Como a frequência dos sinais no circuito indutivo é alta, o número de intervalos de tempo t calculados pelo software deve ser especificado no programa. O número de intervalos utilizados neste eixo foi de 20000, pois este apresentou condições suficientes para a reconstrução dos sinais senoidais utilizados. Quantidades de intervalos inferiores a este apresentavam uma figura de Lissajous com muita interferência, uma vez que a amostragem dos sinais de tensão e corrente de alta frequência, para intervalos baixos, faz com que a forma de onda apresentada , não corresponda

à

real. O código em MATLAB para obtenção da figura de Lissajous para o circuito indutivo

é

dado por:

t

= linspace(0,2*pi,20000);

x

= 1.43*sin((40*pi)*t);

y

= (9.88*10^-3)*sin((40*pi)*t-(43.63*(pi/180)));

figure(1);

subplot(2,2,1), plot(t,x); axis([0 0.1 -inf inf]); subplot(2,2,4), plot(y,t); axis([-inf inf 0 0.1]);

title(’Corrente’);

subplot(2,2,2), plot(y,x), box on, grid on, axis([-inf inf -inf inf]); title(’Figura de Lissajous’);

title(’Tensão’);

Os gráficos obtidos e a figura de Lissajous equivalentes ao circuito indutivo estão apresentados na figura 8. Os pontos obtidos na figura de Lissajous para o circuito indutivo, que representam

a intersecção entre a elipse formada e o eixo vertical de v V , e os valores de pico do eixo horizontal v V são:

P1 = (7,139, 1.430)

P2 = (0, 0,986)

P3 = (-7,150, -1,431)

P4 = (0, -0,987)

19

A partir da relação apresentada na equação 27, o módulo do ângulo de defasagem

entre os dois sinais plotados é dado por:

|θ| = arcsin

B = arcsin 0, 986 + 0, 987

1, 430 + 1, 431

A

= arcsin

1, 973

2, 861

= 43, 59

1

0.5

0

-0.5

-1

Tensão

Figura de Lissajous

1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3
1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3

1

0.5

0

-0.5

-1

P 4

1 0.5 0 -0.5 -1 P 4 P 3

P 3

0

P 2
P 2
P 2

P 2

0.02

0.04

0.06

0.08

0.1

0.1

0.08

0.06

0.04

0.02

0

-5 0 5 P 1 × 10 - 3

-5

0

5

P

1

×10 -3

-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3
-5 0 5 P 1 × 10 - 3

-5

0

5

Corrente

×10 -3

Figura 8: Figura de Lissajous para tensão e corrente no circuito indutivo.

Para a análise das figuras de Lissajous no osciloscópio devem ser utilizados os cursores

horizontais a fim de encontrar os intervalos de v v (A) e V pp (B)

3.4 Análise dos dados obtidos

Após a obtenção de todas as medidas, dos cálculos para apresentações de erros

experimentais e dos cálculos teóricos dos valores esperados, um resumo dos resultados de

tensões V, V R e V C para o circuito capacitivo analisado estão apresentados na tabela 5.

A partir da tabela verifica-se que todos os resultados medidos pelos instrumentos

se aproximam do valor calculado com as medidas reais dos componentes utilizados. O fato

dos resultados experimentais apresentarem valores abaixo dos calculados está nos efeitos de

perda de energia no circuito físico, efeito joule e possíveis maus contatos entre componentes.

20

Tabela 5: Resumo dos valores obtidos para o circuito capacitivo.

V C [V ]

V R [V ]

V [V]

Valor Nominal

1,496

32, 15

0,941

57, 85

 

1,77

1,77

0

Valor Real

(1,36 ± 0 , 02) ( − 31 , 1 ± 0 , 4) ◦

(1,36±0, 02) (31, 1 ± 0, 4)

(0,82 ± 0 , 01) (58 , 9 ± 0 , 8) ◦

(0,82±0, 01) (58, 9 ± 0, 8)

(1,59 ± 0 , 02) (0 ± 0) ◦

(1,59±0, 02) (0 ± 0)

Osciloscópio

(1,30±0, 01)

 

(0,78±0, 01)

 

(1,59±0, 01)

 

Multi. Bancada

(1,3110±0, 0185)

(0,7386±0, 0137)

 

(1,5459±0, 0240)

 

Multi. Portátil

(1,305±0, 017)

 

(0,737±0, 012)

 

(1,538±0, 019)

 

A tabela 6 apresenta o resumo dos resultados de tensões V, V R e V L para o circuito

indutivo analisado no experimento.

Tabela 6: Resumo dos valores obtidos para o circuito indutivo.

 

V L [V ]

 

V R [V ]

V [V]

 

Valor Nominal

1,25

44, 85

 

1,246

45,