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MODULO 26

“Ao longo da historia da educação no Brasil, artes e cultura popular passaram


um longo período sendo mal vistas na proposta de educação formal no país.”
(JOANA ABREU 2011, p.07).
“(...). Vale frisar que é muito diferente trazer para dentro da academia os
saberes do povo na voz dos acadêmicos ou trazer esse saber na voz dos
mestres desses afazeres.” (Joana Abreu 2011, p.08).
“(...). Vale resaltar que ainda que se manifestem de formas muito variadas, a
cultura popular e a arte populares trazem princípios e características comuns
que se repetem em manifestações culturais distintas.” (JOANA ABREU 2011,
p.09).
“(...). A arte foi sinônimo de produção erudita por muitos anos e, atualmente,
em grande medida, ainda é.” (JOANA ABREU 2011, p.13).
“(...). Cada conceito carrega em si não só a fluidez e dinâmica dos elementos
em constante transformação, mas também a complexidade de cada sujeito
que, ao buscar cercá-lo, imprime a ele novas facetas.” (JOANA ABREU 2011,
p.15).
“(...), o antropólogo Roque Laraia (2004) propõe um conceito de cultura,
definindo-a como modo de vida de um povo ou nação, constituindo e
expressando o seu modo de sentir, pensar e agir; como dimensão fundamental
para a presença sustentável da humanidade no planeta, como direito de
cidadania, como expressão simbólica.” (JOANA ABREU 2011, p.16).
“(...). Proferir as perguntas acima significa começa a refletir sobre a
complexidade da ideia de popular, perceber que essa ideia tem muitas facetas
e que depende muito de onde se vê.” (Joana Abreu 2011, p.21).
“(...). Utilizar inconscientemente o termo folclore é diferenciar, mesmo que sem
a intenção, o saber do povo daquilo que é se entender por cultura.” (JOANA
ABREU 2011, p.22)”.
“(...), nossas instituições escolares, que já nasceram como espaço de
aculturação dos índios que aqui viviam, continuam a nos ensinar, de maneira
subliminar, que nossa herança europeia e, posteriormente, africanas e
indígenas. Assim, cultura popular é besteira, perda de temmpo.” (JOANA
ABREU 2011, p.24).
“Talvez se possa imaginar que para Mário de Andrade, em suas viagens para o
norte e nordeste do país, conhecendo, registrando e interagindo criativamente
com manifestações como Bumba meu boi, o côco e o batuque de umbigada,
dar voz a sujeitos como o cantador de côco Chico Antônio tenha sido muito
mais que uma consciência de missão, mas o resultado de encontros e trocas
que o modificaram como sujeito de uma cultura mestiça.” (JOANA ABREU
2011, p.27).
“(...). No período que vai de 2003 a 2010, duas gestões no Ministério da Cultura
e lançando diversos programas direcionados a esse segmento da população.”
(JOANA ABREU 2011, p.29).
“A pesquisadora Ester Marques fala da cultura erudita considerando que esta “
é criada, supervisionada por uma elite cultural que opera no interior de alguma
tradição estética, literária ou cientifica” e que “ a produção cultural erudita é
submetida à aplicação sistemática de padrões críticos independentes do seu
consumidor.” (JOANA ABREU 2011, p.31).
“ Poderíamos então dizer que atualmente a cultura de massas é
necessariamente um cultura midiática, ligada ao rádio, à televisão, ao
computador, à internet e às novas redes sociais que incluem sites de
socialização na internet, tais como o orkut, o facebook, o twitter e outros.
(JOANA ABREU 2011, p.32).
“Por isso, é importante entender que cada um desses sistemas tem seu
universo, mas que esse universo está sempre em troca e fricção com alguma
região do outro sistema, em cruzamento incessantes.” (JOANA ABREU 2011,
p.32).
“Atualmente, já encontramos parte dessas manifestações tradicionais com
versões que se aproximam mais do espetáculo do que do ritual. Muitas vezes,
esse tipo de adaptação é feito para suprir a demanda de apresentação pública,
principalmente nas regiões turísticas do Brasil.” (JOANA ABREU 2011, p.37).
“Após a criação da Secretaria da identidade e da diversidade cultural, e da
cidadania cultural, ações como dois Seminários de Políticas Publicas para
culturas populares, lançamentos de Prêmios de reconhecimento para mestres
e grupos de cultura popular, valorização dos ensinamentos do saber oral, (...),
contribuíram para que a voz dos fazedores dessa cultura fosse ganhando um
espaço muito diferente na cena das políticas públicas.” (JOANA ABREU 2011,
p.42).
“Nessa cadeia, aquele que conhece um pouco mais, que aprende com aquele
que conhece mais ainda e assim por diante. A experiência é que está em jogo
no processo de transmissão. A partilha do saber construído na pratica.”
(JOANA ABREU 2011, p.45).
“O fato é que a festa é um dos meios de comunicação favorito do povo
brasileiro e, alem disso, está diretamente ligada ao universo da culturas
populares.” (JOANA ABREU 2011, p.53).
“(...), o boi tem sua faceta profana de celebração, que inclui grande quantidade
de bebidas alcoólicas, ritmos e danças como fortes traços indígenas e
africanos.” (JOANA ABREU 2011, p.56).
“O maracatu de Baque ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura
popular brasileira, afrodescendente e de cunho religioso. (...). Como a maioria
das manifestações populares do país, é uma mistura de culturas ameríndias,
africanas e europeias.” (JOANA ABREU 2011, p.58).
“No maracatu Rural,, a parte musical conta com um conjunto de metais
(clarinete, saxofone, trombone, corneta ou pistom), alem da percussão,
formada normalmente por tarol ou caixa.” (JOANA ABREU 2011, p.58).
“(...). O samba de Roda pode ser realizado em associação com o calendário
festivo- caso das festas da Boa Morte, em agosto, e de São Cosme e Damião.”
(JOANA ABREU 2011, p.60).
“É de forte influencia africana, mas a influência portuguesa aparece na
presença da viola e do pandeiro. Acompanhado por atabaques, ganzá, reco-
reco, viola e violão, o solista entoa cantigas, seguido em coro pelo grupo a
dançar.” (JOANA ABREU 2011, p.60).
“O Tambor de Crioula é forma de expressão de matriz afrobrasileira que
envolve dança circular, canto e percussão de tambores. (...). Costa que, em
seus primórdios, as brincadeiras de Bumba meu boi e do tambor de crioula
eram praticas interligadas. Ainda hoje não há matança de boi, sem uma roda
de tambor de crioula em seu encerramento.” (JOANA ABREU 2011, p.61).
“A Brincadeira popular, como dito anteriormente, propicia a experiência
integrada de trabalho de corpo e voz, entre outras coisas.” (JOANA ABREU
2011, p.77).

MODULO 28
“Educar em teatro é uma experiência pedagógica e artistica, didática e criativa,
amorosa e desafiadora, mas há nela uma porção muito subjetiva, que só pode
ser contada por cada sujeito envolvido.” (JOANA ABREU 2011, p.09).
“O ambiente da escola formal se insere em uma comunidade. Essa
comunidade é constituída, em grande parte, por famílias que confiam seus
filhos à instituição escolar.” (JOANA ABREU 2011, p.12).
“(...). Propor uma pedagogia que inclua a formação de qualidade de
espectadores pela revisão da consciência dos próprios educadores como
espectadores dessa linguagem artística e de todas as outras, já que a
educação do olhar não se faz direcionada somente a uma linguagem.” (JOANA
ABREU 2011, p.13).
“(...). O professor que está com a carga incompleta pode, então, ser da área de
geografia, biologia, educação física ou qualquer outra e acaba escalando para
dar as aulas de teatro, já que em muitos casos a disciplina é considerada
somente um momento de recreação, em que alguém deve ficar tomando conta
dos estudantes.” (JOANA ABREU 2011, p.14).
“Alem de estabelecer vínculos pedagógicos com a direção / coordenação da
escola e com equipe de professores, o professor de teatro terá melhores
resultados se conseguir estabelecer comunicação também com os PIS dos
estudantes.” (JOANA ABREU 2011, p.15).
“Ou seja, o trabalho de educação no e para o teatro que o professor propõe na
escola será eficiente à medida que for inclusivo, abrangendo, dentro de suas
possibilidades, uma parte mais ampla da comunidade escolar.” (JOANA
ABREU 2011, p.15).
“ (...). O desafios propostos às crianças da educação destinados ao ensino
Fundamental, que por sua vez, irão diferir dos que precisam ser propostos para
o ensino médio.” (JOANA ABREU 2011, p.17).
“(...). Para falar, não basta ter boca, é necessário ter um desejo para
comunicar, pois todo o desejo pede, busca comunicação com o outro.” (JOANA
ABREU 2011, p.19).
“Para construir um educador capaz de comunicar-se com profundidade na área
de teatro, é indispensável que haja opções de qualidade no que tange à
formação docente.” (JOANA ABREU 2011, p.20).
“Cada educador deve, após considerar o contexto em que está inserido, optar
por caminhos que lhe pareçam mais efetivos para desempenhar o papel de
mediador e facilitador.” (JOANA ABREU 2011, p.23).
“Quando falamos de metodologia, portanto, não estamos falando de um
caminho a ser adotado sem questionamento, mas daquele caminho que é
construído refletindo sobre os passos dados.” (JOANA ABREU 2011, p.33).
“Para debater e trazer exemplos e sugestões práticas para a elaboração e
execução de projetos educacionais em teatro, refletiremos detalhadamente
sobre três etapas do projeto: o planejamento, a execução e a avaliação.”
(JOANA ABREU 2011, p.53).
“Quando um educador planeja uma atividade, deve considerar cada detalhe,
incluindo a forma de introduzir a atividade, o material necessário, a forma de
desenvolvê-la e a maneira de finalizar e de avaliar os resultados.” (JOANA
ABREU 2011, p.54).
“É importante ainda que, ao propor cada atividade de um planejamento, o
mediador pense em como será o enunciado da proposta. O que dizemos a
nossos alunos e alunas como orientações para a realização de uma atividade é
determinante para o resultado.” (JOANA ABREU 2011, p.63).
“ A condução das atividades deve ser realizadas sempre considerando que os
educandos são sujeitos ativos e participativos e que devem ser incluídas
oportunidades de troca de conhecimento, sugestões, participação.” (JOANA
ABREU 2011, p.64).
“Para que a avaliação aconteça com eficácia e que haja dados suficientes para
avaliar, é interessante que as estratégias e os critérios já estejam planejados
antes da aplicação da atividade. Durante a execução, podem surgir novos
critérios avaliativos, sendo importante que o educador não fique com o olhar
condicionado pelos critérios desenhados antes...” (JOANA ABREU 2011, p.66).