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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Fâtâ mÿ Kâæz
“A Sabedoria é a pedra filosofal que transmuta o homem, num deus!”

Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária


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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

“Lë pomÿr moÿr kâæn-æho ÿtal nâx Sâtÿllâx. Yýâx sa’ nvâx pâtræâ.”
(Li lhomier moir Cain-Airro ietaú nas Satiellãs. Lejãs chiao nuãs patraiã).
“Os poderes dos cainitas estão nas Estrelas. Elas são nossa Pátria.”

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Apresentação
Com base na reeducação mágica, é importante frisar que o
conteúdo deste livro está focado na reeleição da cultura cainita pré-
diluviana; mantida intacta e amplamente difundida até os tempos
atuais. (Créditos aos Cavaleiros de Muô). NÃO POSSUEM INFLUÊNCIA OU
CONTATO COM OUTRAS FILOSOFIAS, principalmente as chamadas
neopagãs.
Este importante e exclusivo material está no topo da lista dos
documentos cainitas, recentemente escritos pela primeira vez. Nele
contém: Entendimentos sobre a Comunidade Cainita e sua
Superintendência Governamental Mágica – CUOCC.
Em nível acadêmico, foi confeccionado em prol das
necessidades do Projeto “Ordem na Internet”; difundido pelo
Coordenador Sir William Lafontinne Krtëk (Presidente do GESP-Campinas
e Alto Anfitrião), Sir Clayton Viriclay (Presidente do GESP-SJRP) e Sir
Dominus Delacroix (Presidente do GEDF-Brasília e Cavaleiro da 5°T.:.)

Este livro é uma propriedade intelectual de William Lafontinne


(representante dos documentos publicados em nome da CUOCC do
Brasil) que está sob os Direitos Autorais e possuí Selo de E-book. Sua
venda ou publicação desautorizada poderá acarretar no cumprimento
das leis previamente estabelecidas.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Capitulo 1:

Fâtâ.
(P: Fatã)

P: = Pronúncia*

A Palavra FÂTÂ originou-se do antigo idioma cainita denominado


Alæfÿr (P: Alaifiêr); um anagrama que possui o mesmo significado que a
palavra portuguesa ‘Magia’, formada das quatro palavras que
simbolizam os elementos básicos, a saber: Fogo, Água, Terra e Ar.
Desta forma, Fâtâ significa Magia e, é assim que ela deve ser
conhecida pela comunidade cainita que a compreendem como uma
fortuna complexa de saberes e poderes cujo entendimento vulgar é
defasado.
Fâtâ é subentendida pelos cainitas, como a dita magia-cientifica
cujos preceitos se originaram na primeira cidade cainita, por nome de
Enoque (Primogênito de Caim) e transcende o entendimento básico do
conceito magia que os homens vulgares possuem.
A Frase: “Lë pomÿr moÿr kâæn-æho ÿtal nâx Sâtÿllâx. Yýâx sa’
nvâx pâtræâ.” - (P: Li lhomier moir Cain-Airro ietaú nãs Satiellãs. Lejãs
chiao nuãs patraiã). - “Os poderes dos cainitas estão nas Estrelas. Elas
são nossa Pátria.”. É em suma, a Chave Mestra para iniciarmos a busca
pela profundidade deste conceito base da filosofia cainita.

Ora, sejamos questionadores silenciosos e preparemos nossa


mente antes de continuar a trilhar este árduo caminho de reeducação
que consiste em apagarmos o falso percurso da história espalhado pelo
mundo, infectado pela ignorância e pelo desejo de poder sobre a
massa.
Nem devemos, também, mesclarmos os conhecimentos a seguir
com outras filosofias. Cada qual possui seu caminho e este deve ser
puro... A impureza que cito vem da que chamo “Salada Mística”, onde
um balaio de informações serve apenas para fadigar quem o carrega.

A Fâtâ é o poder de manipularmos nossa mente em prol da


evolução do nosso corpo, Anæmâ (Alma. P: Anaimã) ou Korpo-æzort
(Corpo-Imortal. P: Korlho-Aizort); dando-lhes propriedades e fonte
energética para alcançar a soberania do que chamamos de Alÿm-
hvzânom (Além do Humano. P: Aliêm-Ruzãnom); ou o poder
sobrenatural, vulgarmente conhecido.
Ainda neste contexto, fazendo menção da palavra
“sobrenatural”; faz-se importante ressaltar que, a filosofia cainita não
prega a sobrenaturalidade no mesmo sentido que vulgarmente é
conhecido, nem mesmo usa esse termo. Alÿm-hvzânom (Além do

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Humano. P: Aliêm-Ruzãnom), é uma forma de dizer que alcançamos a


Iluminação. A Estatura perfeita de um homem-deus.
Então, para entendermos melhor o que é Fâtâ, é necessário que
compreendamos, mesmo que ainda superficialmente, as expressões
seguintes:

 Anæmâ (Alma. P: Anaimã) ou Korpo-æzort (Corpo-Imortal. P:


Korlho-Aizort): é um corpo constituído inteiramente de energia a
qual merece nossa máxima atenção e valorização e, está, sem
dúvida alguma, acima da importância do Corpo vulgar (físico).
Diz a lenda cainita que um dos membros da Fraternidade Eterna,
Hrisotil ensinaria os homens a falarem e a se comunicarem com a
voz que Kaltsebdon lhes doou. Hrisotil ensinaria aos homens a
expressar suas emoções e aos animais a entenderem cada um o
seu som e o movimento dos seus corpos; desta forma, até em
silêncio, todos os seres vivos se comunicariam, pois Hrisotil
ensinaria a eles os prazeres de todas as manifestações. Hrisotil
criaria a Anæmâ ou Korpo-æzort do homem capaz de ser o
segundo corpo dos chamados filhos dos deuses. Na Anæmâ
estariam fixados todos os sentimentos dos homens para que eles
pudessem guardá-los como conhecimento. Se os homens não
dessem ouvido ao corpo que Hrisotil lhes doaria, eles retornariam
em outro corpo de barro para continuar aprendendo até que
fossem sábios como os membros da Fraternidade Eterna. O
Senhor das Anæmâx (P: Anaimás), doou uma pequena Anæmâ
para todas as espécies de plantas e para o reino animal,
ensinando-os o sentimento e afeto e, desta forma controlá-los-ia
para que não avançassem sobre os homens. Além dos conceitos
cainitas, Anæmâ é conhecida como Alma e em alguns aspectos
até se assemelha com o conceito de Espírito. Porém, Anæmâ é
uma energia doada e aglomerada pelas próprias leis artesãs
universais, ou seja, naturalmente arquitetada pelo poder máximo
do Supremo Vnæ-Akæmâ.

 Vnæ-Akæmâ (Único-Acima. P: Unai-Akaimã): é a concentração


de leis Universais, também conhecida como Fraternidade Eterna.
Neste centro, atuam-se as leis constituídas para moldar,
manipular, reger e equilibrar o multiverso. Sua justiça é cega e sua
atuação, implacável. Dos Seteitas, Vnæ-Akæmâ é o deus maior,
cuja regência recebe as mesmas qualidades supracitadas.
Desmistificado pela ciência vulgar e amplamente difundido pelas
religiões do mundo, Vnæ-Akæmâ só pode ser entendido se
usarmos os “Olhos das três irmãs”.

 Alÿm-hvzânom (Além do Humano. P: Aliêm-Ruzãnom): è o termo


que define o objetivo de todos os cainitas: Alcançar a

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superioridade e independência do intelecto-mágico. Os


caminhos ficam amplamente fáceis, conforme o cainita passa a
conhecer os “Segredos Guardados atrás das 12 portas”. Um(a)
Angæho(a) só receberá este referido título, quando alcançar o
Alÿm-hvzânom e, a partir daí, lhe serão conferidos mais três novos
degraus que diferem sua posição como Angæho. São eles:
Kænbâ (P: Cainbã), Kæntvra' (P: Cainturiao) e Kæntylântÿ (P:
Caintilantê).

 Kænbâ (Cinza. P: Cainbã): 3° Classe dos Magís, de acordo com o


reconhecimento da Ordem de Merlin e do Conselho do
Sincretismo Universal. Representa a “Purificação das Vestes”; Este
alto grau, determina que o cainita esteja “a caminho da Sâtÿllâ
hÿgænâÿ (Satiellã Riegainae) = Estrela Rainha”.

 Kæntvra' (Cinturão. P: Cainturiao): 2° Classe dos Magís, de acordo


com o reconhecimento da Ordem de Merlin e do Conselho do
Sincretismo Universal. Representa o “Poder Manifesto” e o “Tocar
nos deuses”. Ao cainita a quem este título conferir, cujo este
jamais poderá ser autonomeado; entende-se claramente que
todas as portas podem lhe ser aberta e que a última porta lhe
será escancarada se tão somente quiser avançar;

 Kæntylântÿ (Cintilante. P: Caintilantê): 1° Classe dos Magís, de


acordo com o reconhecimento da Ordem de Merlin e do
Conselho do Sincretismo Universal. Representa o grau máximo a
qual lhe é ofertado a Krown (Coroa. P: croun). Somente um
Kæntylântÿ pode ocupar a cadeira o mascarado monarca da
Ordem dos Cainitas. Esse grau é indicado pelos sete conselheiros
da Magia.

Agora que compreendemos algumas expressões cainitas, na maioria


delas, em Alæfÿr, podemos prosseguir com mais detalhes sobre a Fâtâ.

A Fâtâ é mais complexa do que se imagina a magia vulgar e por


esse motivo não deve ser comparada as citações sobre magias, em
outras filosofias, pois em muito pode assemelhar-se, é confesso, pois a
origem são as mesmas; porém, igualmente podem diferenciar-se e

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causar grande confusão ao entendimento que se espera que todo o


candidato à Ordem dos Cainitas e alunos da EMOC (Escola de Magia e
Ocultismo Caimária), possua.
Enquanto que a magia vulgar trata-se de feitos da natureza que
não se adéquam as leis tradicionais da mesma e/ou outros eventos
inexplicáveis; A Fâtâ possui uma enorme garantia de suas explicações e
não a torna limitada, mas amplamente mais clara e poderosa e
semelhante ao Multiverso, imensa e infinita.
Antes de tentar compreender a Fâtâ o cainita deve “ser um e o
Um”, além de possuir o chamado dentro de si; pois são chaves para
abrirem os olhos e os ouvidos da Anæmâ.
De imediato e, ainda superficialmente, precisamos afirmar que a
Fâtâ é uma qualidade seletiva que não pertence a todo o grupo da
humanidade e está vinculada as Leis Equilibradoras do Universo e como
tal, se faz necessário que um seleto grupo a possua e outro não, para
que tudo que foi construído venha de outrem que foi desfeito. Essa lei
sugere também que, naturalmente, alguns humanos possuem a
propriedade mais avançada no que diz respeito a sua conexão com o
Universo, enquanto outros estão conectados somente a Terra e aos
labores que, por ora, são necessários para a manutenção da mesma;
infelizmente, este último grupo está, maiormente, incumbido a degradá-
la do que mantê-la vívida.
Por mais egoísta que essa afirmação pode parecer é tão real e
nobre quanto não se pode imaginar. A matéria e a antimatéria; o
positivo e o negativo; a vida e a morte; tudo é fruto desta magnífica lei
Universal e imutável. Reconhecemo-la como a Lei do Medo e do Persa.

Um possuidor da Fâtâ é chamado de Cainita, assim como foi


Caim e por sermos seu descendente, somos assim definidos. E por
sermos tais, devemos entender que:

1. Ser CAINITA é termos consciência de que não somos adivinhos,


futurólogos, nem fazedores de milagres, e deixarmos esta
temática aos pseudos magos.

2. Ser CAINITA é, nos momentos mais difíceis do aprendizado de


nossos Frâtÿr e Sórores, estarmos conscientes de que estes
momentos são necessários ao avanço em Luz, Fraternidade e
Equilíbrio. E que somente eles podem, por si mesmos, ultrapassar
estes momentos, sem a nossa interferência.
3. Ser CAINITA é compreendermos a intriga, a maledicência, a
calúnia, a mentira de nossos semelhantes mais atrasados e
ignorantes, e não nos deixarmos envolver com este foco de
pestilência. Mas também não podemos permitir que este foco de
pestilência se alastre impune pelo mundo.

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4. Ser CAINITA é compreendermos, sentindo dentro de nossos


corações, a função e o objetivo de alcançar a propriedade dum
Alÿm-hvzânom.

5. Ser CAINITA é darmos oportunidade a todos àqueles que


demonstram uma real Vontade em seguir o Caminho, sendo ele
nossos descendentes e aos que não forem à merecida instrução
para se tornarem homens melhores e cumpridores de seus
deveres como tais.

6. Ser CAINITA não é julgarmos que a nossa Filosofia é a única


detentora da verdade, tornando-nos fanáticos e nos esquecendo
de que também temos nossos defeitos.

7. Ser CAINITA é sabermos a que Clã pertencemos; para isto


devemos meditar continuamente, vigiar nosso comportamento e
trabalhar.

8. Ser CAINITA é honrar as qualidades que herdamos do nosso Pai;

9. Ser CAINITA não é nos imaginarmos como os únicos e verdadeiros


CAINITAS, mas lembrarmos que milhões de nossos irmãos habitam
na Terra, embaixo e acima dela.

10. Ser CAINITA significa possuir a Fâtâ e transcender as questões que


perturbam a humanidade comum, denominadamente vulgar por
assim se comportarem e por mesclarem os sangues a ponto de
perderem as tradições e o misticismo reforçando a vulgaridade.

Percebam quantos homens da ciência, da política, da sociedade


em geral, foram/são cainitas. Muitas das suas "descobertas" devem à
Ordem, assim como a Fraternidade influencia nas decisões de Estado
através desses homens. Quando escritores, numa suposta ficção,
podem revelar muitos conhecimentos cainitas. Quando músicos
produzem melodias que provocam estados alterados de consciência e
outros efeitos subliminares. Pouco a pouco, vão deixando no mundo
sementes que podem florescer a Fâtâ em todas as Anæmâ
merecedoras. Assim, um homem vulgar poderá se tornar um cainita;
jamais neste ciclo de vida, mas num posterior, quando sua energia
estiver reciclada, devidamente, como o Multiverso previu.

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Mas como pode existir a Fâtâ em um grupo Seleto a qual se


denomina Cainitas e, como esse estado pode ser/estar entre estados
diferentes da humanidade?

R: Convém que o estudante pondere bem a relação entre fogo e


chama; o primeiro está adormecido, invisível em todas as coisas e, por
várias maneiras, é convertido em luz: pelo golpe de uma Yspâmâ
(Espada. P: Iesh-lhamã) na pedra, pela fricção da madeira contra a
madeira, por combinação química, etc. Isto nos dá um indício da
identidade e estado da FÂTÂ, "a quem nenhum homem jamais viu", mas
que é revelado na "A Luz do Mundo", o Filho, que é o mais alto Iniciado
do Período dos Mÿvÿrx (Deuses. P: Meuers). Como o fogo invisível é
revelado na chama, assim também a plenitude dos Mÿvÿrx habita no
Filho e Eles são Um, como o fogo é Um com a chama na qual se
manifesta. Esta é a origem de toda verdadeira adoração ao Sol ou ao
Fogo. Todos veem além do símbolo físico e adoram "Nosso Pai que está
no céu". Os Cainitas Místicos de hoje conservam essa fé no fogo tão
firmemente como sempre; pois sua intrigante relação se assemelha ao
invisível poder doado pela Fraternidade Eterna que habita no Reino
Solar.

O negro universo e sua imensidão, eram o palco de Sâtÿllax dos


mais variados tamanhos. Universos paralelos e galáxias doavam seus
brilhos naturais entre as damas da noite. O sol era chamado de As
Chamas de Micael pelos primeiros povos, pois no centro dele,
habitavam os sublimes e, até então, incorruptíveis seres do fogo. Ele, o
grande sol, a Sâtÿlla mãe, havia pousado no centro daquele universo,
trazendo os Equilibradores e doadores da luz e do fogo. Séculos após
séculos, uma comitiva de Seres em Chamas saia do centro do sol e
como uma grande serpente de fogo viajava pelo universo, doando aos
planetas frios e escuros, a luz e o calor. Alguns destes Seres, versados na
mais alta sabedoria do universo, voltavam para o sol, silenciosamente...
Outros viajavam como Sâtÿllax Flamejantes, rodeando as Chamas de
Micael, e deixando por todo o seu caminho, “A Poeira dos Céus
contendo o Fogo da Vida”. A terra já havia recebido a sua porção e
nela, vida abundante já existia. Os Seres da Primeira Lua doaram-na
água e energia equilibradora, mantendo-a num crescente fértil. As
Inteligências de Vênus se propuseram a separar-se dos auspiciosos Seres
de Marte, transformando a humanidade numa dualidade mística
criadora, ao invés da original e divina criação.
A Terra foi criada como berço de deuses e se tornou um campo
de experiências, e todas as Inteligências dos Altos Céus, estudavam a
forma de que sua evolução permanecesse coexistindo no universo em
questão. Mas, esse perigoso jogo de intervenções das Inteligências,
despertou um sentimento irracional entre eles que, começaram a
discordar entre si. E foi num século, onde os Seres do Sol expulsaram os
Seres de Luz e do Fogo Criador, para Marte e quando as Inteligências

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de Vênus propuseram o fim dos divinos hermafroditos, houve um


protesto da terça parte dos céus que acreditaram que os Senhores da
Luz, estariam limitando a evolução da humanidade. Micael, o grande
general do Sol decretou guerra contra os Viajantes Luminosos do
Universo, que habitavam em Marte, de onde o Fogo Criador havia
partido. Neste episódio, iniciou-se uma intensa batalha, onde, para os
Céus, terminou quando Lux, a Inteligência de Marte, fora enviado ao
centro da Terra. As outras oito escalas planetárias, não interviram; nada
fizeram. E por um bom tempo, apenas os restos odiosos desta guerra
alcançaram a terra, e o objetivo da evolução ficou desfocada. Então,
a guerra que havia terminado nos Céus, iniciou na Terra.

Desde os tempos onde as épocas e os segredos se perderam no


nevoeiro do passado longínquo; apenas uma verdade perdurou nos
milênios de toda a história da humanidade: A Fâtâ sempre esteve
presente.
Os homens sempre se relacionaram com os Angÿr e os chamados
ex-solares (que eram as Inteligências que fizeram parte da fraternidade
criadora, mas que foram contra os preceitos de limitar a humanidade e
sua evolução) e, esta relação era uma guerra intima de ciúmes dos
seres elevados disputando a posição de tutores e mestres. Eles, os
homens, sempre tiveram duvidas a respeito do poder que havia dentro
deles. Aqueles que resolveram ocultar este poder deu a Deuses o mérito
destes resultados sobrenaturais enquanto que alguns desenvolveram
esses poderes e foram julgados por negligenciarem os Deuses e seu
criador.
A guerra dos ciúmes que os Angÿr tinham dos ex-solares e vice-
versa refletiu nos homens que iniciaram uma batalha sangrenta em
nome deste ciúme. Uns lutavam porque acreditavam que só Deuses
poderiam possuir poderes que moldassem a natureza a seu favor,
outros, por sua vez, versados em Fâtâ, sabia que eram como Deuses,
que eram homens Deuses e por isso, foram julgados mal.
Alguns Angÿr acabaram tendo sua índole questionável, porque
não permitiam a evolução de homens a Deuses. Alguns ex-solares, por
sua vez, nem eram tão malignos assim. Outrora, não se podia subjulgar
ou generalizar. Chegou-se a conclusão que nenhum deles era confiável
até que provassem o contrário.
A maldição tornou-se benção e os abençoados tornaram
indignos do poder natural que em todos os homens, habitavam.
O bem e o mal foram criados pelo homem; eles eram seus
próprios monstros e também suas próprias correntes. Diziam ser enviados
pelo Rei do Sol e eram enviados apenas por sua arrogância e
ignorância.
Caim, na sua inocência, esqueceu que o seu poder e o poder
que estava no seu sangue poderia se tornar um titulo para uma nova

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guerra. Os homens ambiciosos e luxuriosos vendiam a qualquer preço


sua Anæmâ (essência onde habitava o poder do homem) a pútridos e
involuídos seres maléficos.
Algumas coisas sempre estiveram conscientes para nós homens:
Nós somos a fonte criadora do poder, da guerra, da paz, da Fâtâ e da
nossa espécie.
Aquele que minimizar o seu poder e se humilhar aos pés de
charlatões espíritos dementes, estarão condenados a sofrer por
sustentarem essa espécie ou por abusar do seu poder.

Fâtâ VS Tecnologia
A magia (Fâtâ) pode se relacionar com a tecnologia
humana (atual e futura)?

O relacionamento entre a Fâtâ e a Tecnologia humana possui um


relacionamento mais profundo do que podíamos imaginar (antes destes
conhecimentos). Em suma, a Fâtâ e a Tecnologia são caminhos
paralelos à evolução.
Quando pensamos nos J-væk (bruxos cainitas) logo imaginamos
um grupo restrito, desprovido de tecnologia (ou aparelhos
tecnológicos), conhecimentos deste estudo humano tradicional e/ou
relacionamento com tal. Pois, a quem pensava desta forma, esteja
certo, hoje, que estava completamente enganado a esse respeito.
Alguns J-væk preferem se afastar de ‘aparelhos tecnológicos’
não por aversão, mas por desnecessidade. Ou seja, possuem
habilidades psíquicas que substituem a necessidade de um aparelho
tecnológico.
Imagine se toda a humanidade pudesse se teletransportar; logo,
não haveria necessidade do empenho dos engenheiros mecânicos. Se
toda a humanidade pudesse se comunicar telepaticamente, os
aparelhos celulares seriam uma tecnologia pré-histórica.
Logo, entendemos que, um determinado grupo necessita da
tecnologia humana, para que suas limitações sejam reduzidas;
enquanto que hábeis J-væk, os quais manipulam bem a Fâtâ; possuem
necessidades bem mais complexas, do que um simples aparelho
celular, uma vez que suas limitações estão numa margem muito além
da tradicional.
Porém, a inteligência desperta conhecimentos e observações
que fazem a humanidade avançar... Quando a tecnologia não fere ou
interfere nas relações naturais do planeta; então, está deve ser

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considerada uma tecnologia suprema e saudável; tanto para os


humanos, quanto para o planeta.
Temos uma má impressão da tecnologia humana, porque, em
sua maioria, ainda destrói mais do que constrói.

A Fâtâ é suave e serena e dá aos homens as propriedades


necessárias de, primeiramente, alcançar uma posição ética favorável,
antes de evoluirmos tecnologicamente. De fato, a Fâtâ é a mãe da
tecnologia que, esta última, nada mais é que uma supridora de
necessidades existentes por ora.
O relacionamento entre “mãe e filha” se dá, quando entendemos
que a ‘magia’ e a tecnologia podem caminhar juntas e
construtivamente. Um aparelho tecnológico que pode ser acionado
mentalmente nada mais é que o fruto desta dita união.
Mas a tecnologia é uma vertente de nossos estudos, avançada
de mais, por ora... Estreitemos nossos estudos no desenvolvimento
espírito-mágico; entendamos, ainda que, esse pequeno ponto, se fez
necessário para que entendamos que a tecnologia não é uma má
ferramenta contra a evolução espírito-humano; mas sim, uma
ferramenta mal utilizada pelos homens, como quase tudo deste
planeta.

Para compreensão, vide DEFESA: O ESCUDO CAINITA, de Albor Krvmer.

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Capitulo 2:

Os Mistérios da Ordem
(Os 12 Princípios Fundamentais)

Primeiro Mistério:
A árvore dos mundos e seus frutos.

De todos os mistérios, este é o fundamental. A Árvore dos Mundos,


não é outro senão a compreensão do nosso lugar no Universo;
correspondente à resposta da inquietante pergunta da humanidade
inerte: De onde viemos?
Antes de responder “Quem somos” ou “Para onde vamos”,
devemos entender primeiro, de “Onde viemos” e então, teremos a
resposta para todas as coisas; pois todas as coisas debaixo do sol é
vaidade, aos que apenas com dois olhos veem o mundo, mas para
aquele que enxerga com o Terceiro olho, este compreende que
vaidade é, tudo aquilo que se faz debaixo do sol, sem que se estenda
para todo o alcance da sua luz.
Ora, quem nós somos, senão os Æhoyr dos deuses? E como tais, os
moderados do Universo.
Estamos vivendo uma experiência que falsamente torna limitada
as potências da Fâtâ, no Reino dos Homens: Rÿgnvm mÿ Fæsÿr. Esse
falso limite nos induz a acreditar que o comodismo é a melhor opção e,
então, gastamos nosso tempo, esperamos ele passar; esperamos o falso
tempo dos homens se rastejar até que nos leve a morte, e finalmente, a
única magia creditada, se torne fato e nos liberte do mundo pesado
em que nos encontramos.
Esse sentimento inconsciente perturba toda a humanidade e
muitas vezes são geradores de maus pensamentos, más ideias, maus
comportamentos e igualmente destruidores.

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Por isso, entender de onde nos viemos, ajuda a compreender o


que está acontecendo ao nosso redor e nos libertarmos desse perigoso
e doentio pensamento.
Se olharmos para a natureza, ao nosso redor, vamos ver impressa
a ela, dicas, vestígios, caminhos que nos levam a compreender de
onde viemos e o que estamos fazendo aqui. Sem pretensão de invadir o
Segredo bem guardado e revelado apenas aos CALADOS; podemos,
por ora, seguramente afirmar que o Segredo repousa nos Frutos de uma
única árvore e que, não é outro, senão o mapa: a árvore é o mapa.

A Lenda da Árvore:

Havia uma negra e pura terra, onde nada gerava nada continha
e nenhum animal havia pisado ou se rastejado. De tempos em tempos,
os Agricultores passavam por ela, mas dela não precisavam e a ela
nada fazia. O filho de um Agricultor, o filho de Haulamm Sazort viu seu
pai, certa vez, e outros Agricultores mais velhos questionando a falta de
Terra para plantar e para criar, conforme sua Vontade. Jaf era o nome
do velho menino que, unido com seus doze amigos; resolveu plantar,
naquela negra terra nua, a fim de mostrar, cada um a seu pai, que
possuíam também, o dom de criar.
Foram lançadas doze sementes, todas, tão próximas uma da
outra, que logo, as sementes uniram-se e, fecundadas, deram origem a
uma nova planta; uma nova árvore. Uma árvore gerada a partir de
doze sementes.
No inicio, quando despontou sua grandiosidade, os treze se
desentenderam. Cada um argumentava o motivo pelo qual sua árvore,
a ele pertencia. Jaf era o dono da Terra, os outros doze, os dono da
semente, por bem, a maioria achou melhor que, na dúvida,
entregassem a bela árvore a Jaf, já que ele seria o único que doara a
terra, a mais importante para que a árvore germinasse.
Mas, nem todos se contentaram com o feito. Houve quem se
retirou e três dos doze, se afastaram para sempre, espreitando a árvore
com o intuito de destruí-la para sempre, os outros nove jovens
Agricultores, se maravilharam com o feito e bem próximos guardavam a
árvore, junto de Jaf.
Longos tempos se passarão, e jamais tosquenejaram; se
mantiveram ali, protegendo sua criação, como a si mesmo. Num certo
tempo, quando as Sâtÿllâx já desenhavam ao redor da árvore, esta,
floresceu e deu, em cada galho, nove frutos, cada um a sua espécie,
todos em sua forma, cada um com sua beleza ímpar e seu sabor
inigualável.
Os galhos da árvore se estenderam na imensidão da terra, antes
nua e negra; agora recheada de luz brilhantes das Sâtÿllâx e com seus
imponentes frutos.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Sobre o topo da árvore, os Agricultores colocaram uma grande


tocha, para iluminar cada fruto e cada fruto podia ser observado ao
longe e assim, protegido. O fogo afugentaria o inimigo que tão de perto
rodeava.
Com o vento de outros cantos distantes a árvore girava solta,
levando todos seus galhos a rodearem em volta da tocha, fazendo
uma dança impar diante dos olhos dos seus agricultores. Nenhuma
planta era tão bela e tão mágica.
Feliz, Jaf deixou que cada um dos nove amigos, tomasse para si, o
seu fruto e todos se mantiveram felizes.

Esta lenda antiga, fala sobre o momento da criação do Reino dos


Reinos e seus nove mundos. A árvore é o Reino dos Reinos e cada fruto,
é o reino de um dos nove Ris e Criadores dos Céus.
A árvore germinou os frutos apenas daqueles que se mantiveram
fiéis à união que os tinham permitido cultivar. São esses nove mundos,
paralelos ao nosso e a explicação de todas as lendas.

Se abrirmos nossos olhos para a compreensão e meditarmos a


respeito, muito poderá entender; muito poderemos compreender a
respeito do nosso berço. O nosso Reino.
A limitada compreensão de que o Reino dos Homens é o único
fruto da árvore chamada Universo; o único fruto que germinou e que
produziu sementes, que somos nós; estamos enganados e nos limitando
a incapacidade olhar a complexidade dos céus, que aqui na terra
reflete.
Tudo que vemos, são apenas sementes de um fruto. Um dos nove
frutos. Somos tão pequenos, se comparados à grandiosa árvore, mas
dentro de nós, guardamos, oculto, os ingredientes para germinarmos e
criarmos outra árvore, igualmente complexa e grandiosa.
Dentro de cada um de nós, digo, cada semente; possuímos os
ingredientes de outros frutos, qualidades de outros reinos, outros
mundos; pois das doze sementes lançadas nas terras de Jaf, nove
germinaram e, unificando-se, nas raízes, deram apenas UM fruto e, por
isso, todos os frutos deste único fruto, são por iguais, descendentes:
Irmãos.

Agora, meus irmãos, limitando a continuidade digna de


CALADOS, reflitam; meditem a respeito. Busquem a resposta para a
pergunta, a seguir, antes de continuar a leitura: De onde vieram essas
compreensões?

Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária


Fâtâ mÿ Kâæz 17
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Por ventura, pode o filho não ouvir a voz de seu pai?


Pode um pai negar a teu filho, uma resposta?

Se a árvore do Mundo é para seus frutos, o sustento e sua forte


base; para o Reino dos Homens, a Ordem dos Cainitas é como igual,
para seus frutos, os filhos de Caim. Os setitas, são as folhas e, como igual,
possui importância, para o sustento dos frutos e para a proteção da
Árvore, mas se as folhas forem demasiadas, os frutos não geram e se as
folhas forem poucas, os frutos estarão desprotegidos. Todos nós temos
funções, nesta árvore, mas só os frutos, podem criar novamente, dando
continuidade a perpétua definição da palavra: “infinito”.
Ora, sejamos humildes em não nos pressentirmos como superiores,
demasiadamente cedo e, prudente em conferir nossa importância para
a perpetuidade, já citada.

Os Angÿr vieram a Terra logo depois de sua criação; e como


moderadores, conforme visto no Gênesis do Sheper; mantiveram
relações com os Homens, para ensiná-los sua importância e doutriná-los,
cada uma em sua espécie, a moderar o Rÿgnvm mÿ Fæsÿr com
prudência e dignidade.
Caim, nosso Patriarca, fora o primeiro a se relacionar com eles,
intimamente, pois era fruto do fruto e como tal, era igualmente
complexo e admirável, como a Árvore Primordial e, havia aqueles que
se achavam ‘donos’ do fruto chamado Caim, e aqueles que
acreditavam também o ser, conforme suas crenças e razões.
Assim, com a lenda da Árvore Primordial, Caim, é original de não
duas sementes, como o natural, unido pelo masculino e o feminino, mas
por outra semente, uma terceira, trazido por Lux, em forma de Centelha
Primordial. Vide passagem do Vale dos Reis:

“Caim era o primeiro nascido, não havia outro, em Éden, que


fosse nascido antes de Caim e todos sabiam que Éden havia pousado
no nascente dos três rios, para trazer para a o Reino dos Homens, o
Guardião, mas os deuses, não encontraram em Adão, Lilith ou mesmo
Eva, a fidelidade para herdar a herança que lhes faltavam. Algo que
mudaria Rÿgnvm mÿ Fæsÿr para todo o sempre. Então, Lux roubou a
Pedra da Fundação que continha a Centelha Primordial, o fogo da vida
e da sabedoria, e trouxe para Adão e Eva e entregou a eles, em forma
de Figo e então, os primeiros do Éden, se entregaram as delícias
daquela fruta envenenada.” (...).
(...) “_ O Figo era a Centelha! Lux dividiu a centelha em duas
partes, uma chamada Lalaki e outra Babae. O figo de Adão continha o
Lalaki e o veneno agitou seu sangue, aquecendo o seu corpo em brasa
e Babae fez com que o perfume do corpo de Eva mudasse e então,

Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária


Fâtâ mÿ Kâæz 18
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

envenenados tiveram-se um ao outro e geraram um filho; diferente de


todos. Logo, seus pais, Adão e Eva, deram o nome à criança de Caim,
que significa: Aquele que foi criado! (...)”.

Em outra parte, vemos a afirmação:

“Caim não se parecia com seus pais, sua pele era diferente, seu
rosto mais refinado e a delicadeza e sutileza daquela criança não
podia ser fruto do ventre de Eva, embora fosse de lá que ele teria saído
como todos nós o fomos. Eva disse a Adão que os Figos que Lux, aquele
que veio das estrelas havia lhes dado, estavam envenenados e que,
dentro do figo estava à criança, sendo assim, Caim seria Filho das
Estrelas. Adão não aceitou o fato de sua mulher acreditar ter gerado
uma criança que não seria dele e questionou a Vnæ-Akæmâ, que,
descobrindo o ladrão da Centelha, expulsou Lux de Solâræ.”.

Essas afirmações, que acontecem outra vez, ao redor de uma


suposta árvore, é a representação exata de que, Lux, estava criando,
assim como os Arquitetos do Universo, os Agricultores, haviam feito:
Lançado sementes, cada um da sua espécie, na terra nua de Jaf.

Não é de se espantar que estejam vendo aqui, uma referência ao


atual termo ciêntifico-vulgar “Inseminação Artificial”. O fruto que Lux
havia trazido para Adão e Eva; supostamente “envenenado”, estava
impregnado com as forças criadores, em outras palavras, uma forma de
concepção a partir de três geradores, ocorreu, sendo dois, naturais,
como Adão e Eva, e o terceiro, a Centelha Primordial que Lux havia
trazido.
Uma ideia um pouco complexa, mas amplamente difundida e as
lendas antiga, já se falavam em outros termos, sobre a influência dos
deuses nas ‘citações’ de Crianças das Estrelas, aqui e acolá; digno do
mesmo nascimento, mais conhecido, Jesus.

E, destas relações intensas com Caim, logo, se manteve, com


cada filho, mas assim como está escrito no Grande Livro que o sangue
de Caim ficaria fraco e distante, depois de muitos tempos terrenos, os
contatos também se minimizaram, pois mesmo os filhos de Caim,
viraram as costas para a Fâtâ, não desacreditados, mas talvez,
influenciados pela ideia da Libertação do Fardo q que alguns, digo os
que mais sobreviveram às guerras dos homens, impuseram para si.
As mensagens tiveram que ser codificadas, de forma a manter
viva a chama equilibradora em cada semente: A Magia.

A Ordem dos Cainitas é fruto deste contexto.

Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária


Fâtâ mÿ Kâæz 19
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

De um amplo modo, que vale ser discutido com seu anfitrião,


para que possa se detalhar, ou mesmo, alcançado pelo seu Mentor
Interno, podemos agora afirmar os seguintes temas:
1. Caim fora o primeiro Criado;
2. Os Angÿr se relacionaram com Caim, pois nele estava a herança
dos Frutos Primordiais e a centelha viva e primordial que
alimentou a nascença de todos os Reis dos Nove mundos;
3. Semelhantes aos deuses, os cainitas possuem a fagulha que os
colocam em conexão com as raízes da Árvore primordial;
4. Todos os cainitas possuem o Chamado e uma intima ligação que
molda as Linhas do Destino a se cruzarem, entrelaçando-se como
verdadeiras raízes que unidas, sustentam a árvore base (Aqui, cito
a Ordem) e os frutos;
5. As mensagens chegam aos cainitas codificadas e a fórmula de
sua tradução, pode estar latente no interior de cada cainita ou
guardada em segredo a espera de sua aquisição;
6. Tudo é aqui, como é acima;
7. Os criadores são inteligências palpáveis, densas, semelhante aos
humanos, mas com superioridade no intelecto e no trato com a
Fâtâ;
8. A semente só alcança as propriedades de se tornar fruto, através
da transmutação. A alquimia antiga de elevação espírito-mágico
é o caminho único;
9. Uma semente pode se tornar folha, mas uma folha não pode se
tornar semente;
10. Um fruto pode gerar, mas o conjunto de folhas só pode adubar a
terra;
11. Os doze reinos são representados no Reino dos Homens, através
das doze tribos primordiais;
12. Os nove mundos possuem benevolências e maleficências. Sete,
dos nove mundos, são benéficos aos homens, três dos nove
mundos, poderiam causar mal a humanidade, pois sua
mortalidade, digo, a mortalidade dos homens, é um veneno
universal;
13. Dos três mundos que podem causar malefícios aos homens, um
está abaixo do nível que vibramos e dois acima, por isso, más
interpretações resultam na confusão. Ou seja, nem todos os Angÿr
que vimos se relacionar com os homens, lhes trouxeram
benefícios.
14. O primeiro segredo é compreender a pergunta “De onde
viemos?”.

Gerados infinitos de energia, são os seres d a terra. Energia


equilibradora, energia criadora e energia destruidora. A saber:

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Fâtâ mÿ Kâæz 20
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

 Energia Criadora: (Homo Fabers) Os cainitas, como


sementes, são energias naturais de criação. Vibram numa
intensidade questionadora e criam por natureza.
 Energia Equilibradora: (Homo Pius) Os Convertidos.
Fundamentados na religiosidade e nas suas propriedades,
impregnam a terra com leis e/ou falsas regras que são
permitidas para equilibrar o Reino dos Homens;
 Energia Destruidora (Homo Vulgatus) Os Vulgos. Capazes de
destruir a própria humanidade vibram numa intensidade
negativa que é capaz de afetar, duas dimensões abaixo e
duas acima.

Sobre as dimensões, compreende-se:

Existem doze dimensões, consideravelmente os doze


mundos. Por muitas culturas são chamadas de diversos nomes,
mas compreenderemos aqui, como são conhecidos pelos
cainitas. Iniciaremos do mais baixo, até o mais elevado:

1. Primo: O primeiro dos reinos, e o mais baixo de todos, fora


doado por Jaf, conforme a lenda da Árvore dos Mundos.
Não possui nada e é conhecido como o limbo dos sonhos.
Um ambiente profundo, negro, escuro em todos os sentidos
da palavra e preocupantemente abismal. Esse é a Terra
Negra e Nua, sobre ele estão erguidos os outros onze
mundos, sua importância é tamanha, que sua forma não se
pode ser desfeita e jamais poderá se cogitar a ideia. Por
isso. De lá, nasce a Lei da Natureza e todas as suas regras e
toda a energia do mundo, eficaz para gerar e criar; (O
Universo)
2. Secundo: O Mundo dos Deformados. A prisão das Mentes.
Não possui forma, cheiro nem sabor. Não há energia e nem
variação de magia. É a prisão eterna das almas não
nascidas. Essas almas não possuem corpo e, podem ser
evocadas para possuir, se assim for intencionado. O portal
para esse mundo só pode ser aberto, oferecendo um corpo
sem alma. As silenciosas almas deformadas são hábeis,
inteligentes e antigas. Na lenda da Árvore dos Mundos, elas
são as minhocas da terra.;
3. Hÿæl (P: Riêail): O Terceiro mundo, conhecido como
submundo. O Mundo dos Mortos. Todas as Anæmâx que
não possuíram propósitos no Reino dos Homens e não
criaram vínculos com a sua superioridade divina são
enviadas para Hÿæl. A morada dos Vulgos, após sua morte.
O Umbral dos Espíritas. Helgardh dos Nórdicos. Inferno dos
Cristãos. Uma importante observação se faz necessária: A
citação de “Inferno” coube aqui apenas como referência,

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Fâtâ mÿ Kâæz 21
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

mas não como definição absoluta. Os bruxos e bruxas


entendem a não existência de um ‘purgatório’, mas se
houvesse uma comparação a se fazer com os nove
mundos, Hÿæl se aproximaria com mais eficácia; (Plutão)
4. Thrânko (Isdrancom): O Mundo Branco. Onde, de acordo
com a lenda estão as raízes da Árvore Primordial. A Terra
onde estão os dragões e os elementais brancos. Pequenos
duendes, semelhantes a miniaturas élficas incumbidos de
manter aprisionados os dragões que, inspiram a destruição
da Árvore dos Mundos. Este é o reino de um dos
Semeadores, cujas sementes não germinaram. Os duendes
deste Reino, não nasceram ali, foram escolhidos e enviados
pelos Reinos Acima para moderar as terras gélidas;
5. Nânæ (Nãnai): A Terra dos Anões. Estão abaixo do Reino
dos Homens e tão próximos que se pode dizer que se
dividem o mesmo terreno, sendo que, estes abrigam o
subsolo da terra. Porém, estão numa dimensão
absolutamente diferente, vibrando em intensidade
diferente, só podem ser acessados pelos conhecedores de
seus portões;
6. Albtraum: Reino dos Elementares Perversos. Se fossemos
comparar a alguma influência atual, diríamos que Albtraum
é o mundo dos espíritos malignos; mas na realidade, não é
outro, se não a dimensão onde vive Elementares Travessos,
criado pelo próprio desvio das mentes humanas, criando
monstros lendários que ganharam vida, conforme a
influência de energia. Gênio criado por magos,
elementares aprisionados para a segurança da
humanidade, e entidades criadas por divindades que
propuseram usá-las como arma contra o descontrole
vulgar. O lar dos seres escuros. (Essa dimensão é Phobos, a
Lua de Tÿnvmâ).
7. Rÿgnvm mÿ Fæsÿr (Reino dos Homens, Terra do Meio, ou
Terra Média): O Plano Físico de duas dimensões. O reino dos
homens. Neste, coexiste, como assumido acima, duas
dimensões: A Elemental Auxiliar e o Físico. Na composição
da dimensão coexistente no reino dos homens, dita como
Elemental Auxiliar, estão todas as ordens naturais e
elementos tangíveis ocultos apenas dos olhos Vulgares, tais
quais duendes, gnomos, e todas as características vivas da
Magizoologia. Na dimensão Humana, está a impura
realidade, moldada pela luz e a falsa compreensão do
tempo-espaço.
8. Tÿnvmâ (Tiênumã): A Tenda. O primeiro nível dimensional
que está acima de nós. Acima, no sentido de elevado; um
grau superior. Os seres que habitam este nível, esta
dimensão, são chamados popularmente de Guias. Os

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Fâtâ mÿ Kâæz 22
Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Cainitas os conhecem como Mentores Celestes, estão tão


próximos da humanidade que muitos bruxos podem viver
intensamente em contato com essa dimensão, inclusive os
Vulgos, mas eles o chamam de Intuição. Em Tÿnvmâ habita
os seres de Ágnis. Os ilimitados seres de fogo, que possuem
a inteligência e a dispersam inquietando os corações
buscadores. É representado pelo planeta Marte. Pela cor
vermelha e pelo fogo. Sobre a citação a Marte, não nos
referimos simbolicamente, mas que Tÿnvmâ está em Marte.
É Marte.
9. Svzzæ Kort: O Reino dos Mensageiros. Aqui habita o Povo
com a Face Resplandecente como Fogo. Os Angÿr.
Diferente do que se entende por dimensão, não é apenas
um plano, mas um verdadeiro mundo, outro planeta, quase
que por definição. Os Vulgos acreditam muito no que pode
se chamar extraterrestre, mas deveríamos rever os
conceitos da palavra e substituí-la por extradimensional.
Algumas dimensões vibram em intensidades aleatórias e,
segundo a teoria dos Reinos, alcançam a vibração física de
outros planetas, por isso, a dimensão pode estar coexistindo
neste mundo, ou em outros mundos, físicos e compostos por
dimensões e realidades paralelas, assim como o nosso.
Conectando-se a esta rede, se multiplicam e se tornam
infinitas. Os nove mundos, são os Frutos Primordiais. Mas
cada fruto germinou sua semente, e assim sucessivamente.
Atualmente, existem milhares de dimensões coexistentes,
mundos e realidades paralelas, originais das sementes, que
podem, em sua maioria, ser a Criação mental. Svzzæ Kort
vibra na direção de Solâræ, e como tal, está em Mercúrio,
o planeta Mensageiro. Na linha orbital de Mercúrio, os
Angÿr podem viajar muito rápidos pelo Primus, visitando
outros mundos e outras dimensões, como mensageiros e
observadores, além de serem escudos de Solâræ.

È muito importante conhecer, antes de continuarmos, a Teoria dos


Reinos Mentais; (uma teoria exclusiva dos cainitas antigos e atuais). Uma
mescla de informações antigas, que comparadas com os temos
científicos da atualidade, podemos chegar a uma conclusão mais
refinada. Vejamos:

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

TEORIA DOS REINOS MENTAIS:

De acordo com nossa filosofia, cito aqui o Sheper; os Mentores


Celestes esclareceram a nossos antepassados a possibilidade de se criar
um Reino numa dimensão crua e nua.
Um conjunto de Criadores vibrando na mesma intensidade e no
mesmo pensamento, um consciente coletivo, pode se criar
elementares, personalidades tangíveis e reinos dimensionais, capazes
de serem acessíveis aos Iniciados na Antiga Tradição.
Então, se entende a ideia de que algumas culturas são
influenciadas a manter viva uma ideia de lugar celeste, como morada
eterna, alimentando assim, a construção da mesma e colocando em
prova a existência de paraísos extradimensionais, sem questionar, pois a
teoria é válida e provável.
De acordo com a Teoria de Egrégoras, da atualidade, pode se
criar um Elemental ou deidade aumentando sua complexidade e
intelecto conforme o número de alimento mental energético que a
este, enviamos. Quanto maior o alimento, tanto em número como em
qualidade, maior o potencial da criação e infinita possibilidades, no que
diz respeito à riqueza de detalhes.
Não podemos deixar de ressaltar que, os planos Físicos são bases
onde originam as vibrações dimensionais, sendo assim, um planeta em
questão, pode ser habitado fisicamente e extradimensionalmente,
sendo o físico, limitado às características da dimensão dual, enquanto
que as outras dimensões produzem suas próprias características, sendo
tão diferentes em propriedades, quanto únicas.
De acordo com a nota de pesquisa popular, é sugerido que:
Na física, as dimensões são parâmetros utilizados para descrever os
fenômenos observados. A física clássica descreve o espaço em três
dimensões. A teoria da relatividade geral propõe
uma geometria quadridimensional conhecida como espaço-tempo e
teorias mais modernas sugerem a existência de dez ou onze dimensões.
Essas ditas teorias modernas, não são tão modernas assim, se
agora, refletirmos sobre a Teoria dos Reinos Mentais que, em suma, são
tão reais e tangíveis quando qualquer outro reino. Para que se tenha
esta noção é preciso entender que, em cada dimensão um corpo em
questão é preciso ser utilizado para que possa qualificar como existente
e tangível.
Por exemplo, o corpo astral é o único que pode ir e vir, por todas
as dimensões, porque é um corpo de energia e a energia, por
definição, está presente em todos os Mundos e dimensões, sendo assim,
considerando também, ser um corpo moldável, ele permite acesso a
todos os Reinos, porque não é mais um corpo limitado às condições
básicas das leis naturais da Física-base.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Para facilitar o entendimento antigo, conforme referido


anteriormente, que apresentaríamos com base nos termos atuais;
consideremos a Teoria dos Reinos Mentais, intimamente ligados a Teoria
das Cordas.
O termo "teoria das cordas" pode referir-se tanto à teoria
bosônica das cordas, com 26 dimensões, como à teoria das
supercordas, descoberta pela adição da supersimetria, com suas 10
dimensões. Atualmente, o termo "teoria das cordas" usualmente refere-
se à variante supersimétrica, enquanto as anteriores são designadas
pelo nome completo “teoria bosônica das cordas”.
A teoria das cordas permite calcular o número de dimensões
espaços-temporais a partir de seus princípios fundamentais. E, quando
se refere a espaços-temporais, então, nós cainitas, estudiosos da Árvore
dos Mundos, inserimos neste contexto, a Teoria dos Reinos Mentias que,
sim, são temporais.
Alguns deuses antigos se preocupavam com o distanciar da
humanidade em crer na existência dos mesmos e, essa preocupação
está associada à criação Mental, ou seja; se um grupo de mentalidades
vibrou e criou energeticamente deuses e seus reinos, desacreditar na
existência deles colocaria um limite em suas vidas e por isso, os
findariam, inevitavelmente.
Dependendo da complexidade destas criações, considerando
que todas as criações mentais ou físicas, com propriedades de vida,
possuem de imediato, os instintos de preservação e sobrevivência e, por
esse motivo, muitas criações se rebelaram contra seus criadores;
causando uma guerra estranhamente perigosa, para ambos os lados.
São cada vez mais frequentes as citações científicas sobre as
aberturas de portais interdimensionais nos últimos tempos,
principalmente no meio científico e acadêmico. E isso se dá,
exatamente pela constante vibratória sobre tais compreensões, no
meio da humanidade que, por sinal, não é menos importante diante da
imensidão do Universo, por serem criadores inquestionáveis. Bem como
outras sementes dos frutos da Árvore dos Mundos.
Os "Portais" são teoricamente concebidos como uma lacuna ou
ruptura entre dois mundos paralelos. Também como um abismo ou
separação que tem o potencial de unir duas esferas diferentes de
energia.
Alguns definem que o Universo possui vórtices ou portais
dimensionais que funcionam como pontes para outras dimensões.
As viagens espaciais do homem em naves mais lentas que a luz é um
fato real.
Cujo princípio de funcionamento envolve lançar uma massa de
reação para trás a fim de fazer a nave ir para frente.
Muitos destes geradores de energia são alimentados com
combustíveis que envolvem grandes volumes de armazenamento.
Difícil mesmo seria na atualidade violar a lei de Newton, e deslocar-se
num espaço sem a reação de um propulsor.

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Isto tornaria as naves muito mais eficientes, fazendo com que se


aproximassem da velocidade da luz.
Existem algumas teorias que admitem a existência de uma
“dimensão” diferente na qual a velocidade da luz pode ser excedida.
Este hiperespaço faria com que a nave viajasse a velocidades que
parecem ser maiores do que a da luz do nosso universo normal e
reentrariam no universo “normal” no seu destino.
Por estarem completamente isoladas umas das outras e do
universo normal, não captariam nada e não poderiam ser captadas até
emergirem.
Talvez uma nave destas características levasse semanas ou meses
para viajar entre as estrelas. Nestas circunstâncias, justificaria as
aparições de objetos não identificados que se materializam num ponto
e tornam-se invisíveis em outros.
Pode haver no espaço sideral “pontos de salto” ou conexões.
Permitindo que “uma astronave tire proveito destes pontos de salto,
movendo-se de um para outro sem ter de cruzar o espaço que existe
entre eles”.
Os pontos de salto têm de ser encontrados e mapeados antes de
poderem ser usados.
“É possível que um ponto de salto leve a todos os outros ou que
cada um deles esteja ligado a apenas alguns outros”.
Um salto errado pode levar a nave ao um ponto desconhecido,
onde ela pode ficar perdida para sempre.
Talvez estes “Portais” de acesso obedeçam a meridianos não
detectados pela ciência atual.
Outras definições fariam com que se estendessem aqui, diversas
explicações para estas aberturas dimensionais, paralelas, seja qual
termo queira empregá-la, mas me referi a estas condições humanas
limitadas, apenas para lembrá-los da incapacidade humana de ouvir a
si mesmo, com um propósito maior de evolução.
São indícios fortíssimos que evidenciam fatos além da
compreensão humana. São citados casos envolvendo a área
do Triângulo das Bermudas, com centenas de desaparecimentos de
barcos, navios, esquadrilhas inteiras. Para onde foram? E porque
sumiram sem deixar vestígios?
Outros fatos ocorridos em várias partes do Reino dos Homens,
onde pessoas, grupos e até verdadeiros exércitos desapareceram
misteriosamente.
Uma “nuvem” que envolvia a área de ocorrência indicava muitas
vezes o prenuncio destes desaparecimentos. Talvez estas condições
meteorológicas estudadas a fundo pela ciência, possam explicar algum
dia os processos que as envolvem.
Mundos paralelos, energias desconhecidas, forças ou “correntes
telúricas”, Contatos com inteligências e outros meios são ativadores
desses “caminhos” ou “aberturas”.

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São reais, pois a historia se encarregou de acumular os fatos,


evidenciando uma linha do tempo que indicam “portas” ou “canais de
acesso”, comparados a um elevador de um grande edifício, onde
cada andar indica um caminho, um espaço ou lugar de destino.
Esse fenômeno misterioso é o responsável pelo desaparecimento
misterioso de pessoas, veículos, aviões, barcos e objetos, sendo alguns
localizados novamente em locais bem distantes de onde
desapareceram, e a maioria nunca mais sendo encontrado.
Falta ainda no curso de nosso tempo atual, os vulgos saberem
qual “botão” apertar, para que esta “porta” se abra, e como regressar
a este ponto de acesso inicial. Enquanto isso, eles ficam a mercê de
poder se deparar com um desses portais onde menos estejam
esperando.

Um dos Portais de Acesso, cujos procedimentos são os mais fáceis


de serem executados é a Meditação.
Conscientemente, um Iniciado, no momento certo, no
alinhamento previsto, e com as conjurações corretas, consegue colocar
sua mente, ligada a mesma frequência que outra dimensão, quando se
conecta mentalmente, pode então, viver como receptor intenso de
mensagens ou mesmo, ter sua consciência transferida para outro Reino.
Muitos homens, aqueles cuja vulgaridade os impedem de
perceber que o corpo físico é apenas a ilusão mais poderosa do
universo; insistem em acreditar que, se não tocar fisicamente, não é
válido como real e, assim, impedem de acessar o que tanto procuram.
Se você, até aqui, prestou devida atenção neste anúncio da
verdade, já não mais questionará cada palavra anterior ou
posteriormente anunciada.

Entendamos:
Na era pré-diluviana, Caim se comunicava mentalmente com
sete seres, para quem, ele, o Primeiro Criado, gerado por Eva, havia
construído um templo piramidal no alto do Castelo da Casa Alta.
Porque esses seres não se comunicavam usando a sonora do
plano físico? A resposta está no que lhe foi anunciado há pouco: Caim
estava conectado mentalmente com esses seres, e seu contato não
estava limitado à física-base do Reino dos Homens, mas estava num
patamar transcendental. Extradimensional.
A influência cristã, pode lhe ajudar a entender o que digo.
As orações, não são nada mais nada menos que conexões
extradimensionais e igualmente ritualísticas. Colocam o orador em
contato com seu Guia extradimensional, seja qual for à entidade que
procura ou que a cultura influência sobre os homens.
Seu guia pode ser um Elemental Temporal (Considerando aqui, a
definição para temporal, conforme visto anteriormente; enquanto se
houver crença e alimentação energética, haverá vida e alimento para

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este ser); ou uma Inteligência extraterrena e igualmente


extradimensional.
Os Anuraëk – Sete seres inteligentes de crânio alongado que
habitava a pirâmide construída no teto do castelo da Casa Alta, na
cidade de Enoque, não são Elementares Temporais. Toda vez que uma
referida entidade, for classificada como Inteligência; antigamente o
termo era “Seres Sábios”, então, subentende-se que são seres criados
pela Lei Matriz, ou seja, pelos deuses mais velhos.
Quando falamos de criações temporais mentais, estamos nos
referindo absolutamente a todas as lendas, que por definição, se
tornam reais.
Se um Criador Mental, inconscientemente imaginou um Deemer
(Duende urbano), logo, ele deu origem a este ser, que conforme o
alimento energético suficiente se tornou denso e livre. Se o criador
imaginou que os Deemers, nascem na sombra úmida dos cogumelos,
então assim acontece e, se a reprodução deles, acontecesse quando
uma borboleta botasse seus ovos no cogumelo, toda vez que este
evento acontece, um Deemer nasce.
No caso dos citados Deemers, eles são Elementais Temporais
Condicionais, ou seja, é necessário que haja ovos de borboleta, sobre
um cogumelo, para que na sombra úmida, nasça um Deemer, se essas
condições deixarem de existir, findar-se-á a vida dos Deemers e estarão
extintos.

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Vamos rever os termos citados e reflita sobre a compreensão:

 Reinos Mentais;
 Criadores ou Conscientes Coletivos;
 Teoria de Egrégoras;
 Bases de vibrações dimensionais;
 Teoria das Cordas;
 Criação de paraísos extradimensionais;
 Portais Dimensionais;
 Física-base;
 Projeção da Consciência;
 Pontos de Salto e/ou Conexões;
 Ativadores de Caminhos ou Aberturas Dimensionais;
 Meditação: Um dos Caminhos de acesso dimensional;
 Oração e Conexão Mental;
 Elementais Temporais;
 Elementais Temporais Condicionais;

Vamos rever um resumo de cada termo acima:

Reinos Mentais: São Mundos criados em dimensões cruas e nuas,


por mentes criadoras. Seu processo complexo exige grande número de
mentalização e excelente qualidade de objetivo.

Criadores ou Conscientes Coletivos: É o aglomerado de


intelectuais que possuem o conhecimento da Criação, dada aos
Iniciados da antiga Tradição. Juntos, são os moderadores Universais;

Teoria de Egrégoras: é como se denomina a força mágica criada


a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da
congregação de duas ou mais pessoas. O termo pode também ser
descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no
plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas
através dos seus padrões vibracionais. (Entenda Plano astral, como
Plano Dimensional);

Bases de vibrações dimensionais: São os Planetas. Em suma, os


planos físicos de onde se originam as energias telúricas. As correntes
telúricas são resultado de causas naturais e tem um padrão complexo.

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Estas correntes tem uma frequência extremamente baixa e propagam-


se em grandes áreas em ou perto da superfície dos Planetas.

Teoria das Cordas: Teoria da ciência dos homens que se


aproximam da veracidade da existência de dimensões extraterrenas e
dimensões coexistentes.

Criação de paraísos extradimensionais: Segundo a teoria da


Egrégora, podem-se criar paraísos extradimensionais que nada mais são
que, a resumida definição de Mundos de Descanso pós-vida física. Sua
realidade pode ser temporal, mas, considerando que, ‘desencarnados’
já vivem neste Mundo Criado mentalmente, não se torna mais
destrutível, mais sim, incorruptível.

Portais Dimensionais: Existem em todos os Planetas Bases e dão


acesso a extradimensões coexistentes ou extraplanetárias; as primeiras
existem dentro do mesmo planeta e, as ultimas, por sua vez, vibram
além do perímetro planetário, podendo alcançar outros planetas, ou
coexistindo numa realidade paralela intangível para a física-base.

Física-base: São as Leis da Dimensão física, limitando a


empregabilidade de propriedades naturais da condição física. Em
outras palavras, as leis da física-base, não se empregam a outras
dimensões. (Não confundir com Base Física)

Base Física: é o ambiente físico, escolhido pelo projetor para


deixar o corpo físico (soma), repousando, enquanto ocorre o fenômeno
da experiência extracorpórea (projeção consciente) para outras
dimensões além da dimensão física ou humana.

Projeção da Consciência: a “saída” da consciência do corpo


humano e uma e manifestação em uma dimensão
extrafísica. O Espiritismo denomina esta dimensão extrafísica
como plano espiritual. A experiência fora do corpo (do inglês out-of-
body experience) pode ser caracterizada também como sendo a
sensação de saída ou escape do corpo físico, sendo possível observar a
si próprio e ao mundo afora de outra perspectiva. Além desta definição
popular, subentende-se que se trata de um Caminho ou Portal
dimensional.

Pontos de Salto e/ou Conexões: São pontos energéticos


presentes em todo o espaço. Concentração de energia que, ao
contato, pode-se transferir para outra dimensão ou realidade paralela,
em condições, a saber: Os pontos de Salto e conexões podem levar a

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

física-base a se representar na base-física, conforme anteriormente


referido.

Ativadores de Caminhos ou Aberturas Dimensionais: Suas


variações são quase infinitas. Ativadores de caminho vão desde
meditações, orações e projeções astrais, até as Aberturas Dimensionais,
que são Portais de concentração de energia que podem levar o
Iniciado a dimensões coexistentes ou extraterrenas. Considerando a
influência cristã, vejamos: Jacó teve a experiência extradimensional no
episódio da Escada dos Anjos, transferindo sua consciência; em
projeção. Por outro lado, Enoque, fora transposto, bem como Elias,
fisicamente, assumindo assim, a descrição mencionada em Pontos de
Salto ou Conexões que podem ser ou, simplesmente transferências de
consciências, como representações físicas em outras dimensões. Neste
último caso, não se trata de realidade paralela, pois a mesma é fruto de
vibrações energéticas mentais, no Planeta Base.

Meditação: Um dos Caminhos de acesso dimensional. Por


definição, trata-se de transferência de consciência. A Consciência para
se entender perfeitamente, é o Foco anímico, ou seja, literalmente a
alma pensante.

Oração e Conexão Mental: Sistemas ritualísticos simples que


podem colocar o praticante, se vibrar na intensidade de outra
inteligência, no mesmo “canal” que a referida. Então, se manter a
vibração, continuar em contato mental, ilimitadamente.

Elementais Temporais: Criações mentais que se findam com a


descrença no mesmo. Exemplo, consideremos o Diabo cristão, um
Elemental complexo, mas temporal; caso haja o fim da crença nessa
entidade, sua forma deixa de existir e suas manifestações findadas.
Porém, devemos lembrar que, determinado tempo, número de
projeções de energia e qualidade das mesmas, numa referida
entidade, qualificada aqui, como Elemental Temporal, pode dar a ela,
o intelecto suficiente para que se proteja da sua “morte final” sendo
melhor em preservar o que, desde o inicio existiu, como instinto de
sobrevivência.

Elementais Temporais Condicionais: Como no exemplo dos


Deemers; os Elementais Temporais Condicionais, por definição,
continuam a existir, enquanto houver condições para tal. Não se trata
mais, do alimento energético, mas da sua forma estipulada
previamente de sobrevivência e/ou nascimento. Os Kozÿnsâæl
(Cobiênshaail): Bruxos Negros; Senhores da Morte. Necromantes; criam
Elementais Temporais Condicionais porque a preservação destes seres é
mais garantida, podendo então, permanecer existente, durante
milênios.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

CONCLUSÃO:

É importante que esses conhecimentos transferidos sejam


alimentados com vossos conhecimentos e meditações, que agora
sabem por que, esta ultima é importante. Fazer prova buscar
testemunhos em si mesmo; é tão importante quanto receber este
segredo que, por definição, deve ser guardado em sigilo.
Porque guardar segredo?
Porque essas informações são importantes para o crescimento e
desenvolvimento espírito-mágico e, porque pode agredir fortemente a
fé da humanidade. Além de garantir que se tornem ingredientes para
criações de Elementares e Realidades Paralelas indesejáveis.
Faça uso deste segredo, aumente o potencial do seu
entendimento, para que esteja apto a acessar o segundo dos doze
segredos Antigos.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Segundo Mistério:
O chamado dos seiscentos.
“(...) escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes,
e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho,
a não ser o Pai; e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e
aquele a quem o Filho o quiser revelar.”.

Eis a Chave para o principio de todas as coisas. Quem poderia


desvendar o Selo? Quem poderia guardar os segredos e, se ele estava
guardado, onde repousaria?

Dê ao homem buscador da mentira, a mentira, e ele irá se


satisfizer; dê o mesmo ao buscador da verdade e, não aceitando,
continuará a buscar.
O Pai que está em segredo, manter-se-a até que, em mérito, se
revele ao Iniciado. Não há homem nenhum na terra, acima dela ou
abaixo dela, capaz de quebrar esta regra.
Esta é a segurança do Maximum Potentia. O alcance não é para
aqueles que querem, mas para os que merecem, e essa definição deve
ser assim, claramente exposta, para que não haja sombra de dúvidas.
Ora, há aqueles que perguntam onde esta a Caimária; há
também os que anseiam folhear o Sheper, não diferente, está o grupo
daqueles que querem tocar em tudo que diz respeito à Ordem dos
Cainitas. Mas, caros ansiosos, essas coisas estão escondidas aos sábios e
inteligentes, das coisas mundanas, e estão reveladas aos pequeninos
que, se desfizeram das paixões vulgares e não o são assim classificados.
Nem a lâmina, molhada com o viscoso sangue quente da jugular,
poderá amedrontar um homem, e fazê-lo decifrar o Real Segredo. Nem
as palavras árduas ou as armas dos homens vulgares. Porque, nem se o
quisesse, não o conseguiria fazê-lo, pois os portões estão lacrados aos
traidores e aos porcos.

Há uma Profecia, uma grande profecia para esta Era que fora
revelada da seguinte forma:

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Um Templo, muito grande e alto, com bancos como de uma


grande Igreja; havia ali, lugares para 1800 pessoas sentadas, e todo o
ambiente estava repleto de pessoas. Homens e mulheres de véus
brancos e pretos; mas o ritualístico evento havia terminado e todos iam
até aquele que presidia e recebiam uma taça, no formado de taça,
em ouro e se retiravam. Porém, quando o Oráculo chegou até aquele
que ministrou o ritualístico e dito evento, ao invés de receber sua taça,
ele receberá uma Carta e nela continha seiscentos nomes. – O Oráculo
questionou: “O que são esses nomes”?” – E aquele que estava na
presidência do evento lhe respondeu: “_Esses são os nomes dos
Escolhidos que irão ouvir o chamado e vir até vós, acolha-os, pois são
escolhidos pelo próprio Pai que está em segredo para fazer parte do
Exercito que reerguerá o império perdido. “A Nova Cidade e seus muros
se erguerão e será construída por estes, homens e mulheres de honra,
cujo dom Antigo está neles e em ti; vá e os ajuntem em um lugar.”.

Desde revelada essa Profecia, denominada “O Chamado dos


Seiscentos”, a Ordem se propôs, a trabalhos árduos, colocar suas
atividades em práticas, visando à missão recebida.
Os Mentores e Oráculos se colocaram a observar ainda mais as
estrelas, as Linhas de Destino e as emanações de energia para que
entendêssemos quando a hora era chegada.
Por séculos e muitas vidas terrenas, o Segredo dos Seiscentos fora
bem guardado, pois em outras épocas, Um Exército de Seiscentos
homens que reivindicariam a magia, não soaria bem perante a política
e a religião imperialista.

Agora, meu amado irmão e ilustríssima irmã, bruxo e bruxa cainita


que mantém imaculada a Tradição Ancestral Cainita denominada
Ordem dos Cainitas: - É chegado o Tempo, eis o Segundo Segredo
revelado.

É verdade que Alcione, o Sol Central das Plêiades, está


eternamente banhada pelo Cinturão de Fótons e por isto é um corpo
celeste em constante Iluminação! É verdade que todas as demais
estrelas que pertencem ao sistema pleiadiano circundam Alcione,
inclusive o Sol que banha o seu planeta, chamado Terra. É verdade
também que o seu Sol, já está mergulhado neste Cinturão de Fótons já
faz uns 3 para 4 anos segundo sua contagem de tempo. É verdade que
o planeta Terra já frequenta o Cinturão de Fótons há alguns anos, mas
inteiramente mergulhado nele a partir do ano de sua contagem de
2012, mais precisamente: 21 de dezembro de 2012. Foi à data da sua
contagem de tempo que coincide com a contagem Maia. Em outras
palavras, seu planeta será cada vez mais submetido a uma aceleração
das partículas e toda a vida nele existente se tornará mais e mais
acelerada em termos de vibração e isto desencadeará uma brutal

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iluminação em massa de tudo o que vive na Terra, inclusive a própria


Terra passará por esta reavaliação energética.
Mas é conferido a nós cainitas, o entendimento baseado no
Pergaminho de Atlit Yam que nos deixa claramente detalhado, os
eventos, até mesmo os menores, que nos apoiaram a executar um
trabalho extremamente unido aos eventos Celestes.
O Propósito de tal observação é considerar a Era de Aquário
iniciada e o rejuste universal, igualmente.
Trata-se da reorganização e o Retorno do Império Mágico à sua
ascensão ilimitada. Mesmo em momentos materialistas e com o massivo
aborto mágico, há entre os homens a crescente iniciação e vinda das
Crianças das Estrelas para a reorganização e o alcance prometido bem
como o cumprimento da promessa do Retorno do Equilíbrio e a
Abertura dos Portões da Nova Enoque.
Desde 1938 iniciou-se o processo de vinda das Crianças das
Estrelas, miscigenadas ao sangue dos homens; em outras palavras,
desde essa data citada, iniciou o nascimento dos Cainitas com alto
nível de Fâtâ e ainda perduram os portões de Órion abertos, enviando
para cá, consciências celestes e moderadores. Tu o és!
A EMOC: Escola de Magia e Ocultismo Caimária foi criada em
2000, dia 13 de Agosto de 2000, com essa finalidade, caríssimos. –
Reeducar, avaliar e filtrar os espécimes qualitativos denominados Homo
Fabers que farão parte deste circulo íntimo chamado de “Os
Seiscentos”.

Ora, ora... Deverás encontrastes simplicidade demasiada na


revelação deste segundo segredo? Há simplicidade é a mais complexa
de todas as coisas, irmãos.

Mas, para suprir vossa curiosidade em entender a importância das


afirmações serem guardadas em segredo, entendamos: A Revelação
do Pergaminho de Atlit Yam e a visão dos Seiscentos da Era de Aquário
foram oferecidas pela RAINHA DOS CÉUS. A Esposa de Jaf.

Sim, a Esposa de Deus!

Nós cainitas, estamos intimamente ligados ao Deus e a Deusa,


ainda de forma mais tradicional e ancestral que o paganismo atual.
Os cainitas sempre esconderam tais informações, porque por milênios, a
Rainha dos Céus, Asherah, fora maculada pelos setitas que idealizaram
uma versão machista da religião e tradições antigas. Miscigenados e
vulgares, sujaram as tradições cainitas, masculinizando e fazendo
monopólio popular de seu deus igualmente materialista.
Muitos acreditam que conhecem todas as coisas, e até se
esbarram na verdade, mas estão com os olhos escamados e não
podem ver.

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Lë pomÿr moÿr Kâæn-æho

Os que a bíblia segue como tradições religiosas implicam em dizer


que os cainitas deveriam ser mortos, caçados, nas fogueiras da
inquisição eterna, pois são maculadores das Sagradas Escrituras.
Vejamos:
Porque jamais popularizaram que Moisés se relacionou
intimamente com cainitas, trabalhou para um Sacerdote Cainita,
aprendeu a dominar a magia que resultou nos feitos épicos do Êxodo?
Nós, cainitas, extraímos nosso nome da crença de que somos
descendentes de Caim, filho de Adão e Eva, e o deus deles era Yahwéh
(Jaf), que é considerado uma divindade da tempestade das
Montanhas do Sinai e o Supremo idealizador da corte celeste
denominada Fraternidade Eterna composta por outros doze deuses.
Não por acaso Moisés viveu ali, havia trabalhado para os cainitas
como pastor, por pelo menos 40 anos. Era um andarilho barbado,
originalmente um general bem barbeado do exército egípcio e
importante membro da corte real até cometer um assassinato e entrar
fugido no deserto do Sinai. Moisés casou com Séfora, que era filha de
Jetro, ou sumo sacerdote e chefe dos cainitas. Moisés e o irmão Aarão
tinham também sido iniciados no sacerdócio dos cainitas e, começado
a cultuar seu deus, Yahwéh (Jaf)- (provavelmente um desvio das
tradições sumério-acadianas e Babilônicas). [Entendemos nesta
passagem que, os cainitas popularizaram o verdadeiro Deus da
Antiguidade com mais ímpeto furor, que os agora, evangelizadores
setitas. Hipócritas!].
E se o mundo soubesse que são os bruxos, mais amigos do tal
Deus de Moisés, que os próprios cristãos? – E se, por ventura, estivesse
claro que a Cabala fora entregue para Abraão, por um Angÿr
chamado Aslah, o mesmo que esteve com Caim em Enoque?
Afirmamos também, para contentamento do nosso espírito
buscador que Aslah era mais poderoso e mantinha mais contato (e
ainda mantém), com os cainitas, do que o próprio Gabriel que é
apenas um mensageiro, enquanto que Aslah é escriba, mensageiro,
conselheiro e Doutrinador das Tradições Ancestrais e esteve na Casa
Alta com s Sete Senhores de Crânio Alongados.
É sabido, pelo gênesis cainita:

Desde os tempos onde as épocas e os segredos se perderam no


nevoeiro do passado longínquo; apenas uma verdade perdurou nos
milênios de toda a história da humanidade: A Fâtâ sempre esteve
presente.
Os homens sempre se relacionaram com Angÿr e os chamados
ex-solares (que eram as Inteligências que fizeram parte da fraternidade
criadora, mas que foram contra os preceitos de limitar a humanidade e
sua evolução) e, esta relação era uma guerra intima de ciúmes dos
seres elevados disputando a posição de tutores e mestres. Eles, os
homens, sempre tiveram duvidas a respeito do poder que havia dentro
deles. Aqueles que resolveram ocultar este poder deu a Deuses o mérito

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destes resultados sobrenaturais enquanto que alguns desenvolveram


esses poderes e foram julgados por negligenciarem os Deuses e seu
criador.
A guerra dos ciúmes que Angÿr tinham dos ex-solares e vice-versa
refletiu nos homens que iniciaram uma batalha sangrenta em nome
deste ciúme. Uns lutavam porque acreditavam que só Deuses poderiam
possuir poderes que moldassem a natureza a seu favor, outros, por sua
vez, versados em Fâtâ, sabia que eram como Deuses, que eram homens
Deuses e por isso, foram julgados mal.
Alguns Angÿr acabaram tendo sua índole questionável, porque
não permitiam a evolução de homens a Deuses. Alguns ex-solares, por
sua vez, nem eram tão malignos assim. Outrora, não se podia subjulgar
ou generalizar. Chegou-se a conclusão que nenhum deles era confiável
até que provassem o contrário.
A maldição tornou-se benção e os abençoados tornaram
indignos do poder natural que em todos os homens, habitavam. O bem
e o mal foram criados pelo homem; eles eram seus próprios monstros e
também suas próprias correntes. Diziam ser enviados por Rei do Sol e
eram enviados apenas por sua arrogância e ignorância.

Estejam livres, meus irmãos e irmãs: O Julgo é para os que não


podem ver, e para os que não podem ouvir. São doutrinados por
homens e por falsos profetas são amedrontados. Nós, que conhecemos
a verdade, somos chamados de traidores, bruxos, hereges; porém,
somos livres. Até nas fogueiras nossos irmãos, os verdadeiros Iniciados,
não sofreram, mas entoaram aos céus, pois bem sabiam quem eram os
deuses e os deuses conheciam suas práticas.

Algumas coisas sempre estiveram conscientes para nós homens:


Nós somos a fonte criadora do poder, da guerra, da paz, da Fâtâ e da
nossa espécie.
Aquele que minimizar o seu poder e se humilhar aos pés de
charlatões espíritos dementes, estarão condenados a sofrer por
sustentarem essa espécie ou por abusar do seu poder. Hipócritas serão,
mas como Abortos, morrerão! – Hüghâ (Pronúncia “riégrrá” é uma
expressão cainita referente a estar enojado.).

Vamos rever a história. Que seja então revelada:

Moisés, após matar um soldado egípcio, se refugiou no deserto e,


encontrando um Oásis, onde vivia uma tribo cainita liderada por Jetro,
fora convidado a jantar com eles em sua Tenda Real. O Sacerdote
cainita tinha uma filha chamada Séfora, pela qual Moisés a amou
instantaneamente e se prontificou há trabalhar quarenta anos para o
cainita e como salário esposar a virgem filha de Jetro, descendente de
Caim.

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Moisés, nesse tempo, foi iniciado nos preceitos da Ancestralidade


cainita que mais tarde, tais habilidades foram amplamente conhecidas
através dos eventos do Êxodo, conjurando as dez pragas sobre o faraó
e todo o reino egípcio.
Tais revelações respondem as inquestionáveis perguntas:
Moisés era um magí?
Porque ele tinha em posse, uma varinha de Oliveira e um cajado,
cujo tal, podia ser transformado numa poderosa e venenosa serpente?
Como Moisés abriu o Mar Vermelho com o toque de uma
varinha?
Quem era o deus que o instruiu numa Sarça Ardente, senão um
poderoso Ang que ele havia conjurado, após instruções de Jetro?

Acredito que, por mais peculiares que sejam vós conheceis as


respostas, amados.

Nos pergaminhos cainitas estão detalhadamente escrito que


apenas seiscentos dos descendentes dos resgatados do Egito e os filhos
de Moisés e Séfora possuíram a Canaã que, Jetro o instruiu, até que a
Profecia estivesse cumprida.

Mas, por quê? Porque os cainitas instruiriam alguém a fazer algo


tão importante e ainda permitir um setita casar-se com uma cainita,
miscigenando o sangue real e as honrarias não serem dos filhos de
Caim, mas de um Deus Setita?
Moisés não era Setita e Jetro sabia disso e, ele fora, assim como
Abraão, moderadores dos intentos da Fraternidade Eterna, no que se
referia à perpetuidade da Fâtâ e dos descendentes de Caim que,
sabiam os deuses, seriam caçados e mortos.
Desde as noras de Noé, Os filhos de Abraão e Ló, até Moisés, a
mescla estava incontrolável. Não se podia dizer que eram hebreus,
apenas por viverem entre estes, tal qual o Pai de Moisés: Quem era ele,
senão um cainita.
O texto do livro do Êxodo apresenta na árvore
genealógica Anrão como sendo o pai de Moisés, neto de Coate e
bisneto de Levi. A mãe de Moisés conforme o texto é Joquebede, sua
tia, pois é irmã de Coate. Moisés era três anos mais novo do que o irmão
Arão, sendo sua irmã Miriã com mais idade.
Moisés viveu entre os anos de 1592 -1472 a.C. Foi profeta israelita,
pertencente a tribo sacerdotal de Levi e o autor da Bíblia Hebraica,
correspondente aos 5 primeiros livros da Bíblia chamados também de
Pentateuco. (Referência ao Pentagrama e os preceitos de magia
cainita, fazendo também, menção aos cinco elementos).
Para o povo Judeu é o mais importante líder religioso. O
cristianismo também da mesma forma o destaca como um dos
patriarcas bíblicos. Sua história e trajetória como grande líder vêm
descritas no Antigo Testamento.

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Moisés foi Iniciado na Fâtâ e hábil magí.


Liderou o Êxodo e permitiu o acesso a Canaã, tal qual a Profecia
para a Nova Enoque, na Era atual de aquário.
A Representação da investigação da Terra de Canaã remonta a
Criação do Reino dos Homens, pelos doze deuses primordiais, sendo
que apenas Calebe e Josué (representando dois, dos deuses e seus
descendentes), são aptos a possuírem a Terra como herança e então
iniciar nela, uma nova Geração.
Os Homens Vulgares acreditam que somente Calebe e Josué
entraram na Terra Prometida; Tolos! Não sabem a verdade que fora
deixada para trás, por eles mesmos. Calebe e Josué entraram em
Canaã cada um com duzentos e noventa e nove homens,
selecionados, levando um total de seiscentos homens. Os Seiscentos
Escolhidos.
A Intenção dos Deuses em todos esses tempos era unir, Cainitas e
Setitas num equilíbrio e no mesmo reino; Canaã era a última tentativa
dos deuses primordiais, inserindo o cainita Calebe e o Setita Josué como
lideres de seus povos, somando os Seiscentos Artífices da nova Ordem
denominada a Ordem de Canaã.
Eis a descendência de Calebe, nosso precursor das Ordens atuais:

1 Crônicas 2
42 Estes foram os filhos de Calebe, irmão de Jerameel:
Messa, o mais velho, que foi o pai de Zife, e seu filho Maressa, pai de
Hebrom.
43 Estes foram os filhos de Hebrom:
Corá, Tapua, Requém e Sema.
44 Sema gerou Raão, pai de Jorqueão. Requém gerou Samai.
45 O filho de Samai foi Maom, e Maom foi o pai de Bete-Zur.
46 A concubina de Calebe, Efá, teve três filhos: Harã, Mosa e Gazez.
Harã gerou Gazez.
47 Estes foram os filhos de Jadai:
Regém, Jotão, Gesã, Pelete, Efá e Saafe.
48 A concubina de Calebe, Maaca, teve dois filhos: Seber e Tiraná.
49 Ela também teve Saafe, pai de Madmana, e Seva, pai de Macbena
e de Gibeá. A filha de Calebe chamava-se Acsa.
50 Calebe teve também estes outros descendentes.
Os filhos de Hur, o filho mais velho de Efrate:
Sobal, fundador de Quiriate-Jearim,
51 Salma, fundador de Belém, e Harefe, fundador de Bete-Gader.
52 Os descendentes de Sobal, fundador de Quiriate-Jearim:
O povo de Haroé, metade dos manaatitas,
53 e os clãs de Quiriate-Jearim: os itritas, os fateus, os sumateus e os
misraeus. Desses descenderam os zoratitas e os estaoleus.
54 Os descendentes de Salma:
O povo de Belém e de Atarote-Bete-Joabe, os netofatitas, metade dos
manaatitas, os zoreus,

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55 e os clãs dos escribas que viviam em Jabez: os tiratitas, os simeatitas e


os sucatitas. Esses foram os queneus, descendentes de Hamate,
antepassado da família de Recabe.

Deste momento nasceu a Ordem dos Filhos de Deus, oriundo de


Josué.

A frase "filhos de Deus" se refere a realeza, explicando que os reis


eram frequentemente considerados como deuses por seus súditos. De
acordo com esta visão, esses reis saíram por seus reinos tomando todas
as mulheres belas e as colocavam em haréns para o seu próprio prazer
pessoal. De acordo com esta abordagem os “filhos de Deus” eram os
nobres, aristocratas e reis. Estes nobres eram déspotas ambiciosos que
cobiçavam poder e riquezas, e desejaram tornar-se “homens de
renome”, ou seja, célebres. Seu erro não foi o casamento misto entre
dois grupos, ou entre dois mundos (Angÿr e homens), ou entre duas
comunidades (descendentes de Sete e de Caim), ou de duas classes
sociais (plebe e realeza) – mas esse pecado foi à poligamia. Era o
mesmo tipo de erro que Lameque, o descendente de Caim, praticava
o vulgar ato da poligamia, particularmente expresso na forma de um
harém, instituição característica das cortes dos déspotas do Antigo
Oriente Médio. Neste tipo de transgressão, os “filhos de Deus” com
frequência violavam a responsabilidade sagrada de suas funções como
guardiães das ordenanças gerais de Jaf para a conduta humana
mágica. Isso não oferece explicação para o tipo de semente que tal
comportamento poderia ter produzido, preferindo, ao contrário,
desconectar o nascimento de gigantes da prática de coletar haréns de
belas mulheres. Uma pequena minoria de estudiosos Judeus defendeu
esse ponto de vista em algum tempo, mas a maioria o rejeitou.

Podemos concluir que todas as criaturas criadas diretamente


pelos Deuses são consideradas seus filhos e os homens vulgares
considerados servos da Fraternidade Eterna no Antigo Testamento.
Todas as passagens o termo "filhos de Deus" está em um contexto
de Angÿr e não de humanos. No hebraico antigo quando se
pronunciava o termo "Bene Elohim" (‫ בן‬bem - ‫’ אלהים‬elohiym) certamente
não seria entendida outra coisa senão 'Angÿr' ou "feitos por Deus", seria
a melhor leitura. E "filhas dos homens" em hebraico ‫ בת‬bath -
‫’ אדם‬adam aw-dawm’ traduzido como "filha do homem Adão" e ainda
a palavra adam significa "vermelho" uma alusão ao barro do qual o
homem Adão foi criado, então uma tradução melhor e compreensível
seria – "feitas (as filhas) pelo homem"

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A esquecida Rainha dos Céus:

A Confusão que temos hoje, como reflexo destes tempos, iniciou-


se exatamente quando a Rainha dos Céus fora maculada pelas
intenções vulgares. Quando se identificou o erro da poligamia entre os
chamados “Filhos de Deus”, a mulher e todo o feminino foram logo,
entendidos como ‘Pecado’ e o motivo do erro dos hipócritas.
Apenas os cainitas cultivaram a ideologia transcendental de
‘louvar’ o masculino e feminino deificado representado por Lux (Aquele
que roubou as Chamas de Miguel, o sol-que-sobe) e Asherah, a Rainha
dos Céus, esposa de Jaf, a Rainha da Lua.

Daí o surgimento da devoção helênica ao Sol e Lua, pouco


conhecida, mas muito utilizada pelos neo-pagãos.
A Deusa e Rainha dos Céus Asherah, foi grandiosamente
maculada e tida como pecado absoluto, porque, entendia-se como
louvor ao feminino e sua beleza, considerando que os hipócritas
pecadores, havia lançados a elas, o motivo de seus erros vulgares.

O Cainita que não reconhecer o Sol e a Lua, não é um cainita. O


Sol é o Reino onde está o Mentor e a Lua o trono da Deusa, Rainha dos
Céus.

Permito a voz, agora, percorrem em suas pesquisas e fazerem jus


de reflexão do anúncio deste Segredo que deve ser mantido pelos
novos Seiscentos desta Era. O Trono Dual deverá ser reerguido. A Rainha
dos Céus não deve permanecer maculada e tão pouco, o Reino do Sol,
nós devemos temer. Juntas são Ordens que nos enviam instruções de
evolução e acesso ao poder.
O Sol é o labor, o trabalho, o dia, o homem, a força, a razão, a
luz;
A Luz é o sonho, a paixão, à noite, a mulher, a sensibilidade, a
emoção e por fim, igualmente a luz.
Só alcançará a iluminação, aquele que mantiver imaculada as
fontes primordiais e suas tradições. Não é a miscigenação do sangue
que nos enfraquece, o sangue físico. Mas a miscigenação de cultura,
de ideais e más interpretações. Não tenham medo de serem bruxos,
estamos mais próximos dos deuses, sendo assim, que sendo homens
vulgares.

Eis o Segredo: A Ordem dos Cainitas reunirá os seiscentos


descendentes de Calebe e fará o “Casamento Celeste do Sol e Lua”,
alcançando o poder único e em dois.
Eis o XY + O + XX.
Eis Asherah + Os Angÿr + Lux.

Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária