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Imoral Contra o DEVER Legal Conforme o DEVER (intenção egoísta) ACÇÃO para ter um verdadeiro
Imoral
Contra o DEVER
Legal
Conforme o DEVER
(intenção egoísta)
ACÇÃO
para
ter
um
verdadeiro
valor
MORAL
Por DEVER
moral
a
acção
tem
de
ser
executada
POR
DEVER e

não apenas conforme o dever

A importância da

O

VALOR

MORAL

de

uma

acção

reside

na

A importância da O VALOR MORAL de uma acção reside na MOTIVAÇÃO “”Uma acção cumprida alcançado,

MOTIVAÇÃO

“”Uma acção cumprida

alcançado, mas da

“”Uma acção cumprida alcançado, mas da INTENÇÃO (esta não é apenas um desejo, mas envolve os

INTENÇÃO

(esta não é apenas um desejo,

mas envolve os meios e o esforço para se realizar

e é considerada sem o fim visado)

As consequências da acção estão (muitas vezes) fora do controlo

do indivíduo (só é razoável ser-se moralmente responsável pelas

do indivíduo (só é razoável ser-se moralmente responsável pelas coisas sobre as quais se tem poder:

coisas sobre as quais se tem poder: DEVER PODER)

pelas coisas sobre as quais se tem poder: DEVER PODER) Podemos reconhecer onde está o DEVER

Podemos reconhecer onde está

o DEVER (condição da boa

vontade) perguntando-nos se

podemos querer que a nossa

MÁXIMA se converta numa LEI

universal

querer que a nossa MÁXIMA se converta numa LEI universal POR DEVER tira o seu valor

POR DEVER tira o

seu valor moral não do fim que por ela deverá ser

tira o seu valor moral não do fim que por ela deverá ser MÁXIMA que a

MÁXIMA que a

determina”

do fim que por ela deverá ser MÁXIMA que a determina” Princípio subjectivo do querer ou

Princípio subjectivo do querer ou da

VONTADE. A MÁXIMA contém a regra

prática que determina o sujeito da

acção. A acção só é MORAL se a

determina o sujeito da acção. A acção só é MORAL se a LEI MÁXIMA for universalizável
LEI
LEI

MÁXIMA for universalizável

princípio objectivo do querer, válida para

todos os seres racionais. A LEI assume a

forma

de

um

IMPERATIVO

CATEGÓRICO

Mandamento submetido a condições. A acção não é válida em si mesma, não é um fim em si própria, mas um MEIO que visa um fim.

não é um fim em si própria, mas um MEIO que visa um fim. IMPERATIVO Mandamento

IMPERATIVO

fim em si própria, mas um MEIO que visa um fim. IMPERATIVO Mandamento ético HIPOTÉTICO Grande

Mandamento ético

mas um MEIO que visa um fim. IMPERATIVO Mandamento ético HIPOTÉTICO Grande parte da nossa acção
HIPOTÉTICO
HIPOTÉTICO

Grande parte da nossa acção é guiada por estes imperativos que nos dizem o que fazer “desde que…”…são possíveis porque temos desejo . Depende imperativos que nos dizem o que fazer “desde que…”…são possíveis porque temos desejo. Depende

da

VONTADE.

possíveis porque temos desejo . Depende da VONTADE. Faculdade de agir em conformidade com a representação

Faculdade de agir em conformidade com a representação de certas leis ( a vontade é absolutamente boa quando não há contradição entre a MÁXIMA e a LEI)

Imperativo da moralidade. É incondicional, a priori e universalizável. É a forma que assume a LEI MORAL

CATEGÓRICO

É a forma que assume a LEI MORAL CATEGÓRICO depende de desejos específicos. Trata- se de

depende de desejos

específicos. Trata-se de fazer “y” sem mais. São

possíveis porque temos razão.

Obrigação

que

não

Quando pensamos numa acção a realizar, temos de perguntar:

1) que regras estaremos a seguir se realizarmos essa acção ( MÁXIMA) 2) se estaremos dispostos a que todos sigam essas regras em todas as situações (LEI)

A conformidade com a LEI constitui o princípio de uma

BOA VONTADE

((vontade de agir POR DEVER)

de uma BOA VONTADE ( (vontade de agir POR DEVER) A única coisa que pode ser

A única coisa que pode ser considerada boa sem restrição ( as outras inteligência, coragem, etc não são absolutamente boas porque dependem do uso que delas façamos)

quando agimos moralmente somos guiados pela razão; as leis morais são universais e impessoais; o
quando agimos moralmente somos guiados pela razão; as leis morais são universais e impessoais; o

quando agimos moralmente somos guiados pela razão;

as leis morais são universais e impessoais;

o valor moralpela razão; as leis morais são universais e impessoais; consequências; deriva da máxima da acção e

consequências;

deriva da máxima da acção

e

não das

suas

consequências; deriva da máxima da acção e não das suas é a razão e não o

é a razão e não o desejo o que determina o que está certo e o que

está errado;

o que determina o que está certo e o que está errado; a máxima é universalizável.

a máxima é universalizável.

certo e o que está errado; a máxima é universalizável. Apesar dos problemas que apresenta o

Apesar dos problemas que apresenta o IMPERATIVO CATEGÓRICO, há certo e o que está errado; a máxima é universalizável. alguns aspectos fundamentais subjacentes: um juízo

alguns aspectos fundamentais subjacentes:

CATEGÓRICO, há alguns aspectos fundamentais subjacentes: um juízo moral tem se apoiar em BOAS RAZÕES; se

um juízo moral tem se apoiar em BOAS RAZÕES; se devemos fazer “y”

ou “x”, tem de existir uma BOA RAZÃO pela qual tal DEVE ser feito;

aquilo que se aceita como uma BOA RAZÃO num caso tem de sertem de existir uma BOA RAZÃO pela qual tal DEVE ser feito; aceite em outros; se

aceite

em

outros;

se

as

razões

morais

são

válidas,

então

são

vinculativas para todos.

morais são válidas, então são vinculativas para todos. há restrições racionais ao que podemos fazer –

restrições racionais ao que podemos fazer podemos querer fazer

uma coisa, mas reconhecemos que NÃO podemos fazê-la de forma

consistente e, assim, se violamos uma regra, temos de estar dispostos a

ver isso aceito por todos numa situação idêntica.

Todavia…a ver isso aceito por todos numa situação idêntica. As regras morais absolutas dificultam a resolução

isso aceito por todos numa situação idêntica. Todavia… As regras morais absolutas dificultam a resolução de

As regras morais absolutas dificultam a resolução de casos de

conflito (quando A e B são ambos errados)

Não há lugar para a emoção, simpatia, piedadede casos de conflito (quando A e B são ambos errados) Não é dada atenção às

Não é dada atenção às consequências da acção (há idiotas bemerrados) Não há lugar para a emoção, simpatia, piedade intencionados!), embora Kant considere condenáveis alguns

intencionados!), embora Kant considere condenáveis alguns actos de

pura incompetência)

É uma ética algo “vazia” que pouco ajuda na tomada de decisãoconsidere condenáveis alguns actos de pura incompetência) efectiva ( consequência do carácter universalizável da

efectiva ( consequência do carácter universalizável da norma)