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GLAMOURIZAÇÃO DO CRIME.

REPERCUSSÃO MIDIÁTICA E INFLUÊNCIA


JURÍDICA.

Arthur Augusto de Lima Queiroz1


Resumo: Análise crítica de crimes que chocaram o país tendo em vista sua
repercussão nos meios de comunicação e sua relevância e influência jurídica,
ao considerar a maneira em que se relaciona o judiciário com o clamor público,
sendo que na maioria das vezes, princípios constitucionais são deixados de
lado enquanto o jurista apenas confirma o que a própria sociedade já pré-
julgou. O judiciário não é imune a comoção geral, portanto ele acaba que por
obrigação, editando leis em conjunto com o legislativo, a fim de atenuarem os
ânimos da sociedade consternada com o que vêem nos meios de comunicação
social.

Palavras Chave: 1 Glamourização do Crime, 2 Mídia e Poder Judicário, 3


Crimes famosos, 4 Isabella Nardoni, 5 Suzane Richthofen, 6 Eloá Pimentel, 7
Daniela Perez.

GLAMORIZATION OF CRIME. MEDIA IMPACT AND LEGAL INFLUENCE.

Abstract: Critical analysis of crime that shocked the country in view of its
repercussions in the media and its relevance and influence legal, considering
the way in which the judiciary relates to public outcry, and in most cases, the
constitutional principles are left as the only lawyer confirms that society itself
has pre-judged. The judiciary is not immune to general commotion, so it turns
out that an obligation, publishing laws in conjunction with the legislature in order
to dampen the spirits of society appalled by what they see in the media.

Keywords: 1 glamorization of Crime, 2 Media and Power Judicário, 3 Famous


Crimes, 4 Isabella Nardoni, 5 Suzane von Richthofen, 6 Eloah Pimentel, 7
Daniela Perez.

1 INTRODUÇÃO

O século XX foi marcado pela intensa e rápida expansão dos meios


de comunicação escrita, falada, televisada, virtual dentre outras.
Colocaram-se não tão somente nos aspectos culturais e
econômicos, mas hoje são formadores de opinião político-social e por que não
dizer também jurídica, prestando um grande serviço de evolução humanístico-

1
Bacharel em Direito pela Universidade Salgado de Oliveira, Goiânia. Professor do Curso de
Gestão Pública no Instituto Aphonsiano de Ensino Superior – Iaesup, Trindade – Goiás.

Aphonline.:Trindade – GO,v.1,n.1,p.197-206,jan./jun.2011
social. Foram importantes em ocasiões sociais como no Aparteid na África do
Sul, na queda do muro de Berlim, na eleição do presidente americano Barac
Obama e no Brasil na redemocratização do país com o impeachment de
Fernando Collor.
Vale-se advertir, que esta certa “liberdade” de expressão foi
conquistada de maneira árdua, adentrando-se ás barreiras da censura que
sofreu a imprensa brasileira na época da ditadura.
O problema principal se coloca na probabilidade de os órgãos da
mídia exercer algum tipo de influência durante o trâmite do processo judicial,
sobretudo os de natureza criminal. A mídia exerce papel fundamental na
consciência individual dos cidadãos, nessa análise, a priori, nos eventuais
“jurados” e por outro lado nos “atores do processo”, figuras como juiz,
promotor, advogados, réu, delegado de polícia, peritos, testemunhas etc.
A história brasileira está repleta de julgamentos que se tornaram
inesquecíveis pela importância e influência que tiveram no Direito brasileiro,
como:
• Caso da Mala, Maria Fea, 1928;
• Caso do bandido da luz vermelha, 1976;
• Caso Doca Street, 1976;
• Massacre do Carandiru, 1992
• Chacina da Candelária, 1993;
• Caso Pc Farias, 1996;
• Maníaco do Parque, 1998;
• Caso Carlinhos e Wilma Martins, 1986-2002;
• Caso Sílvia Calabrezi, 2008;
• O maníaco de Luziânia, 2010

Outros, não chegaram a interferir diretamente no panorama político,


mas também serão lembrados por muito tempo graças à repercussão que
tiveram na mídia e na opinião pública. Já um terceiro grupo desses julgamentos
históricos permaneceria no anonimato, não fosse o trabalho incansável de
pesquisadores e jornalistas. Independente do contexto, dezenas de processos

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deixaram os tribunais e chegaram às livrarias e até mesmo ao cinema ou
seriados de TV.
Vida, comoção geral e sensacionalismo. A mídia aproveita da dor
das famílias para fazer notícia, em conseqüência a sociedade acaba
consternada ao conviver com verdadeiros reality shows em que os
protagonistas são pessoas comuns, atores da vida real que acabaram sendo
celebrizados. O tema é bastante controverso, ainda mais em alta com
julgamentos famosos como o do casal Nardonni ocorrido no mês de março de
2010, após dois anos do crime que gerou a maior repercussão da história
jurídica dos país.
Será importante focalizar também a relação entre o judiciário e o
clamor público, sendo que na maioria das vezes, princípios constitucionais são
deixados de lado enquanto o jurista apenas confirma o que a própria sociedade
já pré-julgou.
Salienta-se que se por um lado a glamourização do crime é criticada,
o contrário, ou seja, tornar incógnito o crime por qualquer que seja, acabaria
gerando um fenômeno ainda pior, o da falta de humanismo e de compaixão
pela dor alheia.

2 A MÍDIA E O PROCESSO

O termo mídia significa meio, no sentido comum de instrumento


mediador e elemento intermediário.
É notoriamente reconhecida a crescente influência que os órgãos da
mídia exercem na vida quotidiana. Essa situação, reconhecida por todos, é
fruto de uma construção e solidificação progressiva através dos anos.
O problema central que se coloca é a possibilidade concreta de os
órgãos da mídia exercerem algum tipo de influência durante o trâmite de um
processo judicial, sobretudo os de natureza criminal. A mera possibilidade
influência do meio midiático sobre a consciência individual dos cidadãos, como
parte integrante do “povo”, e, nesta condição, potenciais participantes de um
eventual processo judicial, como jurados, testemunhas etc., constitui uma parte
inicial do problema. A outra parte de maior relevância refere-se á influência nas
figuras centrais do processo, tais como juiz, jurado, promotor, delegado, réu
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advogados, defensores entre outros. A atualidade demonstra a complexidade e
relevância do tema, sobretudo a título ilustrativo que foram citados nos
capítulos anteriores.
Tal análise não se limita ao Poder Judiciário, mas se entende a
própria sociedade que tem diversas instituições que a cercam. Neste contexto,
sociedade é entendida como entidade civil e organizada politicamente, não
como apenas o conjunto de indivíduos que a compõe.
Geralmente nos casos “famosos” a mídia de certa forma extrapola
suas funções e acaba assumindo tarefas que não lhe dizem respeito, uma vez
que são legitimamente reservadas a outras instituições.
Segundo Sylvia Moretzsohn, “o reconhecimento do papel político do
jornalismo, porém, obviamente não lhe confere o direito de substituir outras
instituições. Apesar disso há temas que acabam sendo “hierarquizados” de
acordo com sua importância e prioridade; para outros, não é permitido afirmar
que a imprensa vem procurando exercer funções que ultrapassam de longe o
seu dever fundamental, assumindo freqüentemente tarefas que caberiam à
polícia ou à justiça.” 2
Ocorre que tal invasão busca legitimar a imprensa junto à opinião
pública que ela mesma ajuda a formar, com a vantagem de estar atuando nos
bastidores, portanto, à distância entre o aparelho judiciário e o homem comum.
Por outro lado, é mister reconhecer que, “tanto o direito como a
justiça depende, em alguma medida, da representação que eles tem os
indivíduos a sociedade” (Rodrigues, out-dez 1997, p. 559). Com isso, em um só
momento a mídia se legitima frente à sociedade e enfraquece a imagem que a
mesma tem do Poder Judiciário, tal enfraquecimento é conseqüentemente
revertido em proveito dela mesma por meio da chamada “audiência” 3.
Sintoma evidente da proeminência da mídia frente à sociedade e
demais instituições do país é observado da sua relação com o judiciário,
quando o medo de represálias toma conta da vida jurisdicional e leva o juiz a
se desculpar com as atitudes de cautela, necessidade de estudos e tantos

2
MORETZSHON, Sylvia. A ética jornalística no mundo ao avesso. Discursos Sediciosos:
Crime, Direito e Sociedade, Rio de Janeiro: Freitas Bastos: Instituto Carioca de Criminologia,
ano 4, números 7 e 8, pp 261-266
3
Neste sentido, a palavra “audiência” caracteriza a forma que os meios de comunicação
utilizam para calcular sua efetividade na relação com os telespectadores, geralmente é
verificada pelo Ibope.
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outros para não afrontar a fúria midiática. Ao mesmo tempo são poucos os que
enfrentam esta poderosa máquina, único setor da economia genuinamente
nacional, que em explícita manipulação, conseguiu a proibição constitucional
de estrangeiros como proprietários de jornais, radiodifusão e canais de
televisão (artigo 222, da CF/88).
Há muito tempo já se sabe que as famílias proprietárias dos meios
de comunicação são as verdadeiras donas do poder, chamado de Globo &
Cia., intervindo diretamente na estrutura dos poderes menores como o
judiciário, uma das razões porque a verdadeira compleição desse ‘poder’ não
pode ser conhecida pelo grande público e não faz parte da capacitação
elementar dos trabalhadores liberais.
Neste cenário, quando os meios de comunicação analisam um caso,
quase sempre limitam a se informar os fatos, reproduzindo a dialética do poder,
claro que como notórias pitadas de sensacionalismo para render índice ainda
maior de vendagem ou exposição. Verifica-se que os meios de comunicação só
cumprem o papel de informar, e mal, distorcendo os fatos ou omitindo dados
importantes, sempre na premissa de que é isto que o destinatário quer. “Em
realidade, massacra o leitor/telespectador com notícias selecionadas a partir do
crivo de seus redatores, repetido-as tantas vezes até sua absorção
generalizada ou como estratégia para ocupar espaço de outras informações.” 4
No livro Mídia e Poder Judiciário, Fábio Martins de Andrade cita uma
proposta legislativa que objetiva reduzir os efeitos negativos da influência dos
órgãos da mídia no processo penal brasileiro:
“Art. 499-A. O juiz, de ofício ou a requerimento, deverá suspender o
processo, sempre que entenda necessário para promover um
julgamento efetivametne influenciado em sua livre convicção.
§1º. Consistem influências externas ao processo aquelas oriundas
da divulgação excessiva de noticias, em qualquer uma de suas
possíveis formas, através dos diversos órgãos da mídia, e capazes
de inquinar a necessária imparcialidade inerente ao órgão
jurisdicional, quando da prolação de seu julgamento.
§2º. É vedada a utilização de material, em qualquer um de seus
diversos tipos, produzido e/ou reproduzindo por qualquer órgão da
mídia, nas peças que instruem o processo.

4
Maccalóz, O Poder Judiciário, os Meios de Comunicação e Opinião Pública, pp. 183-184.
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§3º. A suspensão do processo, motivada por este artigo, perdurará
enquanto permanecer o estado de influenciabilidade do órgão
jurisdicional responsável pelo julgamento do processo. Quando
cessado o referido estado de influenciabilidade, o juiz deverá, por
despacho, determinar o prosseguimento no andamento do processo.
§4º. A suspensão do processo a que se refere este artigo não
suspende o curso do prazo prescricional.”
(ANDRADE, Fábio Martins de. Mídia e Poder Judiciário. A
influência dos Órgãos da Mídia no Processo Penal Brasileiro. Rio de
Janeiro: Lúmen Júris, 2007, p. 363)

É evidente que, a mídia pode e deve desempenhar um importante


papel no desenvolvimento de uma democracia plena e saudável. Todavia, não
se pode esquecer que os corriqueiros abusos, excessos e irresponsabilidades
que circundam a atividade jornalística diariamente, conduzida pela sanha
sensacionalista de expor ao máximo estes tipos de notícias, parte da elite
dirigente da corporação jornalística que se curva ao objetivo empresarial da
obtenção máxima de lucros, enquanto deveria se preocupar com o serviço
público que deveria prestar à população.
Desta maneira, a mídia presta um enorme desserviço à comunidade,
seja impingindo-lhe a sensação (muitas vezes absurdamente exagerada) de
medo, pânico e insegurança, seja destacando superficialmente algumas
mazelas do Poder Judiciário como causa do aumento da criminalidade, ao
divulgar aspectos que entabulam a morosidade e impunidade em razão das
decisões criticadas sem qualquer tipo de fundamento jurídico.
Tratando-se especialmente da relação existente entre a Mídia e o
Poder Judiciário, cada uma influencia na outra em certa medida. Exemplos de
influência do Poder Judiciário na mídia são verificáveis quando o primeiro
aplica a lei, bem como tem sua atividade relatada pela segunda quando os
casos tramitam em segredo de justiça e quando os profissionais da corporação
jurídica servem de fontes dos profissionais da corporação jornalística na
prestação de informações e dados que irão se tornar notícias.
O relato transverso ocorre na medida em que a mídia divulga a
imagem do Poder Judiciário junto à sociedade influindo na representação social
que se tem desta instituição, quando as noticias divulgadas pela mídia

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provocam alterações na conduta dos atores do processo, inclusive
desgastando a imagem deles pela superexposição.
Assim como existe a influência da mídia no Poder Judiciário, a
abordagem apresentada neste estudo demonstrou também que a mídia pode
influenciar a sociedade no que concerne a fatos relevantes no aspecto jurídico,
tais como verifica-se os chamados “crimes famosos”. A história jurídica
brasileira está entrelaçada ao estrelismo da mídia. Um fenômeno caracterizado
como a “Glamourização do crime”, ou seja, torna sofisticado, torna assunto
importante o que seria algo banal.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A crítica principal se situa no método de abordagem e de divulgação


dos fatos ocorridos, sempre confeccionados e maquiados um alto teor de
parcialidade, sensacionalismo, interesse econômico ou divulgacional, sem
nenhum teor jurídico e sem compromisso com a verdade e transparência dos
fatos.
Assim, tendo a mídia repassado uma imagem para os
telespectadores, os mesmos a digerirão, criando também um sentimento
semelhante ao que lhes foi impregnado, contudo, é potencializado pelo
sentimento que é exteriorizado pelo chamado “ideal de justiça”.
Foram-se “Izabellas”, “Eloás” e “Danielas”, vítimas de maníacos, ou
não, mas que se torna uma árdua tarefa a desmistificação e desconstrução de
uma imagem de assassinos-frios que foi repassada.
O passo seguinte é a construção social e simbólica de um ciclo
vicioso entre realidade-criminalidade-mídia. Através da seleção de alguns tipos
de crimes (mais apelativos ou violentos), a mídia constrói a imagem
sensacionalista da criminalidade, seja pela preferência pela versão acusatória,
seja pela associação entre violência e criminalidade com pobreza e
desmistificada pelos crimes da classe A citados, seja ainda, pela construção do
estereótipo de delinqüente. Em qualquer dos casos, tais notícias reforçam a
idéia de que, “nós” (bons) somos diferentes dos “outros” (maus), além de
obviamente, de esconder, ocultar e silenciar sobre outros assuntos mais sérios

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e de interesse nacional que são sistematicamente esquecidos ou ignorados
porque não chegam a ser divulgados.
Restando a coletividade consternada, o judiciário se situa de
maneira acuada entre mídia e sociedade, que espera do meio mais legalístico
uma posição idêntica a que é ditada. Assim sendo, o magistrado como figura
central acaba tendo que por obrigação consentir e apoiar de certa forma um
sentimento de comoção social, sem levar em consideração as provas, os
meios, as investigações legais, quase que como por atemorização e medo da
repercussão que isto geraria.
O confronto estabelecido entre a sociedade e o acusado-culpado é
terrível, comparado até em se jogar carne em um cardume de piranhas, não
sairá intacto de forma alguma. A sociedade quer, a mídia oferece e o judiciário
consente, destarte, nada mais se pode fazer.
Em tese, a crítica atroz a imprensa é semelhante a que a mesma faz
do suposto culpado. O que deve-se repassar é que a imprensa não necessita
de fazer o que sempre vem acontecendo, investigar, processar, punir e
executar a pena, eis que essas são funções exclusivas do judiciário, de tal
modo deixando sem oportunidade de resgatar seu nome ou sua honra, sua
dignidade, privacidade e respeito.
Rege o direito os tão ponderados princípios da presunção da
inocência e da ampla defesa, impera a imprensa pelo sensacionalismo e fúria
de notícias, rege a sociedade pelo que foi passado pela imprensa, por último,
em razão cíclica, acaba o judiciário em um retrocesso de onde se menos
esperava, da própria sociedade.

4 REFERÊNCIAS

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da Mídia no Processo Penal Brasileiro. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2007.

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