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AMOSTRA DA OBRA

Hugo Goes

Manual de Direito
Previdenciário
teoria e questões
7ª edição

Atualizado de acordo com a Emenda Constitucional 72,


de 2 de abril de 2013.
Nota sobre o autor

Hugo Medeiros de Goes é auditor-fiscal da Receita Federal do


Brasil. Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernam-
buco e em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, pós-graduado em Direito Tributário pela UNI-
SUL, leciona Direito Previdenciário em cursos de pós-graduação
e em cursos preparatórios para concursos públicos.

À minha esposa, Rosana, com amor, simplesmente


por existir em minha vida.
Aos meus filhos, Joaquim e Leon, motivo de imenso
amor, alegria e felicidade.
Aos meus pais, Joaquim Goes (in memoriam) e
Maria Marta (in memoriam), que, apesar de todas as
dificuldades enfrentadas, plantaram a semente.

III Amostra da obra


Sumário

Apresentação  XXVII
Siglas e abreviaturas  XXIX

Capítulo 1 – Seguridade Social  1


1 Origem e evolução legislativa da Previdência Social no Brasil  1
1.1 Lei Eloy Chaves e as Caixas de Aposentadorias e Pensões  1
1.2 Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs)  3
1.3 FUNRURAL  4
1.4 Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)  4
1.5 Novos benefícios previdenciários  5
1.6 Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS)  5
1.7 Instituto Nacional do Seguro Social – INSS  6
1.8 Ministério da Previdência Social  6
1.9 Leis básicas da Previdência Social  6
1.10 Arrecadação e fiscalização das contribuições previdenciárias  7
1.11 A Previdência Social nas Constituições Federais  8
1.12 Superintendência Nacional de Previdência Complementar –
PREVIC  12
1.13 Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público
Federal – FUNPRESP  13
2 Conceituação  14
2.1 Saúde  15
2.2 Assistência Social  15
2.3 Previdência Social  16
2.3.1 Regime Geral de Previdência Social  16
2.3.2 Regimes Próprios de Previdência Social dos servidores
públicos e militares  16
2.3.3 Previdência Complementar  21

V Amostra da obra
Manual de Direito Previdenciário Sumário

3 Princípios constitucionais da Seguridade Social  24 5.1.4 Publicidade das resoluções  45


3.1 Universalidade da cobertura e do atendimento (CF, art. 194, 5.1.5 Reuniões do CNPS  45
parágrafo único, I)  25 5.1.6 Estabilidade no emprego dos representantes dos
3.2 Uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços entre as trabalhadores  46
populações urbanas e rurais (CF, art. 194, parágrafo único, II)  25 5.2 Conselhos de Previdência Social – CPS  46
3.3 Seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e 5.2.1 Composição  47
serviços (CF, art. 194, parágrafo único, III)  26 5.3 Conselho de Recursos da Previdência Social – CRPS  47
3.4 Irredutibilidade do valor dos benefícios (CF, art. 194, parágrafo 5.3.1 Composição do CRPS  48
único, IV)  26 5.3.2 Juntas de Recursos  49
3.5 Equidade na forma de participação no custeio (CF, art. 194, 5.3.3 Câmaras de Julgamento  49
­parágrafo único, V)  30 5.3.4 Conselho Pleno  49
3.6 Diversidade da base de financiamento (CF, art. 194, parágrafo 5.3.5 Gratificação dos membros do CRPS  50
único, VI)  31 Exercícios de Fixação  50
3.7 Caráter democrático e descentralizado da administração – g­ estão
quadripartite (CF, art. 194, parágrafo único, VII)  34 Capítulo 2 – Legislação Previdenciária  63
3.8 Preexistência do custeio em relação ao benefício ou serviço (CF,
art. 195, §5º)  34 1 Lei e legislação  63
3.9 Anterioridade nonagesimal (CF, art. 195, §6º)  35 2 Fontes  63
3.10 Solidariedade (CF, art. 3º, I, e caput do art. 195)  36 3 Autonomia  67
4 Dispositivos constitucionais referentes à Previdência Social  37 4 Aplicação  67
4.1 Caráter contributivo  37 5 Vigência  70
4.2 Filiação obrigatória  37 6 Hierarquia  71
4.3 Equilíbrio financeiro e atuarial  38 7 Interpretação  73
4.4 Garantia do benefício mínimo  38 8 Integração  73
4.5 Atualização monetária dos salários de contribuição  39 8.1 Analogia  74
4.6 Preservação do valor real dos benefícios  39 8.2 Princípios gerais da Seguridade Social  74
4.7 Contagem recíproca do tempo de contribuição  40 8.3 Princípios gerais do Direito  74
4.8 Proibição de critérios diferenciados para concessão de 8.4 Equidade  74
aposentadoria  41 Exercícios de Fixação  75
4.9 Sistema especial de inclusão previdenciária  42
4.10 Previdência Complementar facultativa  43 Capítulo 3 – Regime Geral de Previdência Social  77
5 Organização da Seguridade Social  43 1 Introdução  77
5.1 Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS  43 2 Beneficiários do Regime Geral de Previdência Social  77
5.1.1 Composição do CNPS  44 2.1 Segurados obrigatórios  79
5.1.2 Competência do CNPS  44 2.1.1 Segurado empregado  80
5.1.3 Competência dos órgãos governamentais  45 2.1.2 Segurado empregado doméstico  92

Hugo Goes VI VII Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

2.1.3 Segurado trabalhador avulso  95 Capítulo 4 – Manutenção e perda das qualidades de segurado e de
2.1.4 Segurado especial  97 dependente  159
2.1.4.1 Regime de economia familiar  98 1 Manutenção da qualidade de segurado  159
2.1.4.2 Local da residência do segurado especial  99 2 Direitos preservados durante o período de graça  162
2.1.4.3 Produtor rural  99 3 Perda da qualidade de segurado  163
2.1.4.4 Pescador artesanal  101 3.1 Efeitos da perda da qualidade de segurado  164
2.1.4.5 Cônjuge, companheiro e filho maior de 16 anos de 4 Contribuinte individual em débito com a Previdência  165
idade  102 5 Perda da qualidade de dependente  168
2.1.4.6 Não descaracterização da condição de segurado Exercícios de Fixação  171
especial  103
2.1.4.7 Membro do grupo familiar que possui outra fonte Capítulo 5 – Prestações do Regime Geral de Previdência Social  175
de rendimento  104
2.1.4.8 Data da exclusão do segurado especial  106 1 Conceitos introdutórios  177
2.1.4.9 Comprovação da atividade rural  107 1.1 Carência  177
2.1.5 Segurado contribuinte individual  108 1.1.1 Contagem do período de carência  178
2.1.6 Situações específicas  125 1.1.2 Contagem da carência para o segurado especial  180
2.1.6.1 Dirigente sindical  125 1.1.3 Benefícios sujeitos à carência  182
2.1.6.2 Aposentado que volta a trabalhar  126 1.1.4 Perda da qualidade de segurado  183
1.1.5 Regra de transição  184
2.1.6.3 Trabalhador que exerce mais de uma atividade  126
1.2 Salário de Benefício (SB)  186
2.1.6.4 Enquadramento realizado pela fiscalização  127
1.2.1 Cálculo do salário de benefício  186
2.2 Segurado facultativo  127
1.2.2 Cálculo do salário de benefício para segurados filiados ao
2.3 Dependentes  129
RGPS até 28/11/99  190
2.3.1 Cônjuge  130
1.2.3 Salário de benefício do segurado que contribuir em razão
2.3.2 Companheira e companheiro  131 de atividades concomitantes  192
2.3.3 Companheiros homossexuais  133 1.2.4 Fator previdenciário  194
2.3.4 Filhos  134 1.3 Limites da renda mensal do benefício  196
2.3.5 Equiparados a filhos  136 1.3.1 Reajustamento do teto do RGPS  198
2.3.6 Os pais  137 1.3.2 Revisão do teto do RGPS nas Emendas Constitucionais
2.3.7 Irmãos  138 20/1998 e 41/2003  198
3 Filiação do segurado  138 1.4 Reajustamento do valor do benefício  199
4 Inscrição do segurado  139 1.5 Data de pagamento dos benefícios  202
5 Inscrição do dependente  140 1.6 Acidente do trabalho  203
5.1 Comprovação do vínculo e da dependência econômica  140 1.6.1 Hipóteses equiparadas a acidente do trabalho  204
6 Trabalhadores excluídos do RGPS  142 1.6.2 Nexo técnico epidemiológico  205
Exercícios de Fixação  143 1.6.3 Comunicação do Acidente de Trabalho – CAT  206

Hugo Goes VIII IX Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

1.6.4 Dia do acidente  207 2.3.12 Data de início do benefício  244


1.6.5 Estabilidade no emprego  207 2.3.13 Cessação do benefício  245
2 Benefícios do RGPS  207 2.4 Aposentadoria especial  246
2.1 Aposentadoria por invalidez  208 2.4.1 Comprovação da exposição  248
2.1.1 Verificação da incapacidade  208 2.4.2 Agentes nocivos  249
2.1.2 Doença preexistente  209 2.4.3 Conversão de tempo entre atividades especiais  251
2.1.3 Beneficiários  210 2.4.4 Conversão de tempo especial para comum  253
2.1.4 Carência  210 2.4.5 Impossibilidade de conversão de tempo comum para
2.1.5 Renda mensal inicial  211 especial  256
2.1.6 Data de início da aposentadoria por invalidez  214 2.4.6 Beneficiários  257
2.1.7 Cessação do benefício  214 2.4.7 Carência  257
2.1.8 Situação trabalhista do empregado  215 2.4.8 Renda mensal inicial  257
2.2 Aposentadoria por idade  217 2.4.9 Aposentado que permanece em atividade ou que a ela
2.2.1 Perda da qualidade de segurado  219 retorna  257
2.2.2 Aposentado que permanece em atividade ou que a ela 2.4.10 Data de início do benefício  258
retorna  220 2.4.11 Cessação do benefício  259
2.2.3 Aposentadoria compulsória  220 2.4.12 Previsão constitucional  259
2.2.4 Beneficiários  221 2.5 Auxílio-doença  261
2.2.5 Carência  221 2.5.1 Requerimento  261
2.2.6 Renda mensal inicial  222 2.5.2 Verificação da incapacidade  261
2.2.7 Data de início do benefício  223 2.5.3 Doença preexistente  262
2.2.8 Cessação do benefício  224 2.5.4 Segurado que exerce mais de uma atividade  262
2.3 Aposentadoria por tempo de contribuição  226 2.5.5 Beneficiários  262
2.3.1 Aposentadoria do professor  226 2.5.6 Carência  263
2.3.2 Beneficiários  227 2.5.7 Renda mensal inicial  263
2.3.3 Carência  228 2.5.8 Data de início do benefício  264
2.3.4 Renda mensal inicial  229 2.5.9 Cessação do benefício  266
2.3.5 Aposentadoria proporcional  229 2.5.10 Prazo para recuperação da capacidade  267
2.3.6 Direito adquirido  231 2.5.11 Contagem do período de auxílio-doença como tempo de
2.3.7 Tempo de contribuição  231 contribuição  267
2.3.8 Prova do tempo de contribuição  237 2.5.12 Situação trabalhista do empregado  268
2.3.9 Contagem recíproca de tempo de contribuição  242 2.6 Auxílio-acidente  269
2.3.10 Período de atividade do contribuinte individual alcançado 2.6.1 Situações que dão direito ao auxílio-acidente  270
pela decadência  243 2.6.2 Situações que não dão direito ao auxílio-acidente  273
2.3.11 Aposentado que permanece em atividade ou que a ela 2.6.3 Perda da audição  273
retorna  244 2.6.4 Beneficiários  274

Hugo Goes X XI Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

2.6.5 Acumulação  275 2.10 Auxílio-reclusão  312


2.6.6 Carência  276 2.10.1 Beneficiários  314
2.6.7 Renda mensal inicial  276 2.10.2 Carência  315
2.6.8 Data de início do benefício  277 2.10.3 Requerimento do benefício  315
2.6.9 Cessação do benefício  278 2.10.4 Conversão em pensão por morte  315
2.7 Salário-família  279 2.10.5 Renda mensal inicial  316
2.7.1 Beneficiários  279 2.10.6 Data de início do benefício  317
2.7.2 Carência  281 2.10.7 Período de duração  317
2.7.3 Renda mensal do benefício  281 2.10.8 Suspensão do benefício  317
2.7.4 Pagamento do salário-família  283 2.10.9 Cessação do pagamento da cota individual  317
2.7.5 Data de início do benefício  284 2.10.10 Cessação do benefício  318
2.7.6 Suspensão do benefício  284 2.11 Abono anual  319
2.7.7 Cessação do benefício  285 2.11.1 Forma de cálculo  319
2.8 Salário-maternidade  286 2.11.2 Quando é pago  320
2.8.1 Parto  287 3 Serviços do RGPS  321
2.8.2 Aborto não criminoso  287 3.1 Habilitação e reabilitação profissional  321
2.8.3 Adoção de criança  288 3.1.1 Beneficiários  321
2.8.4 Beneficiárias  289 3.1.2 Carência  321
2.8.5 Situação da desempregada  289 3.1.3 Processo de habilitação e reabilitação profissional  321
2.8.6 Carência  289 3.1.3.1 Fornecimento de equipamentos  322
2.8.7 Renda mensal do benefício  290 3.1.3.2 Programação profissional  322
2.8.8 Pagamento do salário-maternidade  292 3.1.3.3 Conclusão do processo  323
2.8.9 Incidência de contribuição previdenciária  293 3.1.4 Obrigação das empresas  323
2.8.10 Requerimento do benefício  294 3.2 Serviço social  324
2.8.11 Acumulação  294 3.2.1 Beneficiários  324
2.8.12 Período de duração  294 3.2.2 Carência  324
2.8.13 Programa Empresa Cidadã  296 3.2.3 Regras gerais  325
2.8.14 Cessação do benefício  296 4 Acumulação de benefícios  325
2.9 Pensão por morte  298 5 Valores que podem ser descontados dos benefícios  327
2.9.1 Morte presumida  299 6 Recebimento de benefício por meio de procuração  329
2.9.2 Beneficiários  300 7 Benefício devido a beneficiário civilmente incapaz  330
2.9.3 Óbito ocorrido após a perda da qualidade de segurado  304 8 Desaposentação  331
2.9.4 Carência  306
Exercícios de Fixação  333
2.9.5 Renda mensal inicial  306
2.9.6 Cessação do pagamento da cota individual  309
2.9.7 Cessação do benefício  310

Hugo Goes XII XIII Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

Capítulo 6 – Empresa e empregador doméstico: conceito 2.3.2.7 Desoneração da folha de pagamento  409
previdenciário  357 2.3.2.8 Empresas que prestam serviços de TI e TIC  413
1 Empresa  357 2.3.2.9 Contribuição da associação desportiva que
1.1 Equiparados a empresa  358 mantém equipe de futebol profissional  416
2 Empregador doméstico  359 2.3.2.10 Contribuição da agroindústria  417
Exercícios de Fixação  360 2.3.2.11 Contribuição do produtor rural pessoa jurídica  418
2.3.2.12 Contribuição do empregador rural pessoa física  419
Capítulo 7 – Financiamento da Seguridade Social  363 2.3.2.13 Contribuição da empresa optante pelo Simples
Nacional  420
1 Contribuição da União  365
2.3.2.14 Contribuição patronal do microempreendedor
2 Receitas das contribuições sociais  365
individual  421
2.1 Natureza jurídica das contribuições sociais  366
2.3.2.15 Entidade beneficente de assistência social que
2.2 Competência para instituição das contribuições sociais  369 atenda às exigências estabelecidas em lei  422
2.3 Contribuições sociais previdenciárias  370 2.3.2.16 Resumo das contribuições previdenciárias
2.3.1 Contribuição previdenciária do segurado  370 patronais  423
2.3.1.1 Contribuição do empregado, empregado doméstico 2.3.2.17 Contribuição da empresa para outras entidades e
e trabalhador avulso  370 fundos (terceiros)  427
2.3.1.2 Contribuição do trabalhador rural contratado por 2.3.3 Contribuição previdenciária do empregador doméstico  428
produtor rural pessoa física por pequeno prazo  374 2.3.3.1 Dedução da contribuição previdenciária do
2.3.1.3 Contribuição do contribuinte individual  375 empregador doméstico no imposto de renda  429
2.3.1.4 Contribuição do segurado especial  385 2.3.3.2 Seguro contra acidentes de trabalho para o
2.3.1.5 Contribuição do segurado facultativo  390 empregado doméstico  430
2.3.1.6 Arrecadação e recolhimento das contribuições dos 2.3.4 Contribuição previdenciária decorrente de ação
segurados  392 trabalhista  430
2.3.2 Contribuição previdenciária da empresa  393 2.4 Contribuições sociais não previdenciárias  433
2.3.2.1 Contribuição da empresa sobre a remuneração de 2.4.1 COFINS  433
empregados e trabalhadores avulsos  394 2.4.2 CSLL  434
2.3.2.2 Contribuição da empresa sobre a remuneração de 2.4.3 PIS/PASEP  434
contribuintes individuais  396 2.4.4 PIS/PASEP-Importação e COFINS-Importação  435
2.3.2.3 Contribuição da empresa sobre serviços prestados 2.4.5 Contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos  436
por cooperados por intermédio de cooperativas de 3 Receitas de outras fontes  436
trabalho  399 4 Salário de contribuição  438
2.3.2.4 Contribuição da empresa para o RAT 4.1 Conceito de salário de contribuição  439
(antigo SAT)  401
4.2 Parcelas integrantes e não integrantes do salário de
2.3.2.5 Contribuição adicional ao RAT para o custeio da contribuição  440
aposentadoria especial  406
4.2.1 Parcelas integrantes do salário de contribuição  441
2.3.2.6 Instituições financeiras  408

Hugo Goes XIV XV Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

4.2.2 Parcelas não integrantes do salário de contribuição  459 Capítulo 9 – Obrigações acessórias  527
4.3 Proporcionalidade  480 1 GFIP  529
5 Obrigações da empresa e demais contribuintes  480 2 Folha de pagamento  530
5.1 Obrigações da empresa  480 3 Contabilidade  531
5.2 Obrigação dos demais contribuintes  482 4 Matrícula da empresa  533
6 Prazo de recolhimento  483 5 Matrícula de obra de construção civil  534
7 Recolhimento fora do prazo: juros e multa  484 6 Matrícula do produtor rural pessoa física e do segurado especial  534
7.1 Juros de mora  485 7 Obrigações acessórias específicas  535
7.2 Multa de mora  485 7.1 Dos municípios  535
7.3 Multas de lançamento de ofício  487 7.2 Das instituições financeiras  535
7.3.1 Agravamento da multa de ofício  487 7.3 Dos cartórios de registro civil e de pessoas naturais  536
7.3.2 Redução da multa de ofício  488 7.4 Órgãos públicos, autarquias, fundações e empresas públicas  536
Exercícios de Fixação  489 8 Prazo de arquivamento de documentos  536
Exercícios de Fixação  537
Capítulo 8 – Retenção e responsabilidade solidária  507
1 Retenção de 11%  507 Capítulo 10 – Competência para arrecadar, fiscalizar e cobrar  541
1.1 Procedimento da retenção  508 1 Competência da Secretaria da Receita Federal do Brasil  541
1.2 Hipóteses de incidência da retenção  509 2 Competência do INSS  541
1.3 Empresa optante pelo Simples Nacional  511 3 Exame da contabilidade  541
1.4 Cooperativa de trabalho  512 Exercícios de Fixação  543
1.5 Empresas beneficiadas pela desoneração da folha de pagamento  512
1.6 Jurisprudência a respeito da retenção de 11%  512 Capítulo 11 – Constituição do crédito previdenciário  545
2 Responsabilidade solidária  515
1 Lançamento por homologação  545
2.1 Responsabilidade solidária na construção civil  516
2 Confissão de dívida tributária  547
2.1.1 A responsabilidade solidária na construção civil será
2.1 GFIP  547
elidida  517
2.2 Empresas que integram grupo econômico  518 2.2 Lançamento de débito confessado  549
2.3 Produtores rurais integrantes de consórcio simplificado  519 3 Lançamento de ofício  549
2.4 Operador portuário e OGMO  519 3.1 Auto de Infração  550
2.5 Administradores públicos  519 3.2 Notificação de Lançamento  551
2.6 Ato praticado sem apresentação da CND  520 Exercícios de Fixação  552
2.7 Situações nas quais não há responsabilidade solidária  520
Capítulo 12 – Parcelamento  555
3 Responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito
privado  520 1 Condições para formalização do parcelamento  555
Exercícios de Fixação  522 2 Prestações mensais acrescidas de juros  555

Hugo Goes XVI XVII Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

3 Contribuições que não podem ser objeto de parcelamento  556 3.3 Acidente do trabalho  588
4 Reparcelamento  556 3.4 Anulação de ato administrativo relativo à concessão de
5 Rescisão do parcelamento  556 benefício  588
6 Parcelamentos concedidos a Estados, Distrito Federal ou municípios  557 Exercícios de Fixação  590
Exercícios de Fixação  557
Capítulo 15 – Isenção de contribuições  593
Capítulo 13 – Compensação, restituição e reembolso  561 1 Isenção ou imunidade?  593
1 Compensação  561 2 Exigências estabelecidas em lei  594
1.1 Compensação de valores referentes à retenção de contribuições 3 Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social  598
previdenciárias na cessão de mão de obra e na empreitada  562 3.1 Certificação de entidade de saúde  598
1.2 Impossibilidade de compensação de créditos relativos às 3.2 Certificação de entidade de educação  599
contribuições previdenciárias com débitos de outros tributos 3.3 Certificação de entidade de assistência social  600
federais  562 3.4 Competência para concessão da certificação  601
1.3 Compensação de ofício  563 3.5 Cancelamento da certificação  601
2 Restituição  564 4 Requisitos para a concessão da isenção  602
2.1 Restituição de valores referentes à retenção de contribuições 5 Contribuições isentas  603
previdenciárias na cessão de mão de obra e na empreitada  565
6 Suspensão do direito à isenção  604
2.2 Restituição de contribuições para terceiros (SESC, SESI, SENAI,
Exercícios de Fixação  604
SENAC, SEBRAE etc.)  566
3 Acréscimo de juros  566
Capítulo 16 – Prova de inexistência de débito  607
4 Reembolso  567
5 Discussão administrativa  567 1 Competência para a emissão  607
Exercícios de Fixação  568 2 Exigência da CND ou da CPD-EN  607
2.1 Da empresa  608
Capítulo 14 – Decadência e prescrição  571 2.2 Do proprietário de obra de construção civil  609
2.3 Do incorporador  611
1 Distinção entre decadência e prescrição  571
2.4 Do produtor rural pessoa física e do segurado especial  612
2 Decadência e prescrição no custeio previdenciário  571
2.5 Na contratação de operações de crédito com instituições
2.1 Decadência em relação às contribuições previdenciárias  572
financeiras  612
2.2 Período de atividade do contribuinte individual alcançado pela
3 Prazo de validade  613
decadência  579
4 Verificação da autenticidade  613
2.3 Prescrição em relação às contribuições previdenciárias  579
5 Indicação da finalidade  613
2.4 Prescrição na restituição e compensação de contribuições  583
6 Possibilidades de emissão da CND e da CPD-EN  614
3 Decadência e prescrição em matéria de benefícios  584
6.1 A CND somente será expedida nas seguintes situações  614
3.1 Decadência  585
6.2 A CPD-EN será expedida quando houver débito em nome do
3.2 Prescrição  587
sujeito passivo  614

Hugo Goes XVIII XIX Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

6.3 Falta de apresentação de GFIP  615 1.3 Falta de comunicação de acidente de trabalho  651
6.4 Divergência entre os valores declarados na GFIP e os efetivamente 1.4 Infrações relacionadas à GPS  654
recolhidos  616 1.5 Instituições financeiras  654
7 Estados, Distrito Federal e municípios  617 1.6 Órgão gestor de mão de obra  655
8 Ato praticado sem apresentação da CND  618 1.7 Demais infrações  656
Exercícios de Fixação  618 2 Circunstâncias agravantes da penalidade  656
3 Gradação das multas  656
Capítulo 17 – Crimes contra a Previdência Social  621 4 Auto de Infração – AI  657
1 Apropriação indébita previdenciária  621 Exercícios de Fixação  658
1.1 Conduta típica  622
1.2 Desnecessidade do ânimo de apropriação para a configuração do Capítulo 19 – Recursos das decisões administrativas  661
delito  625 1 Processo relativo ao custeio previdenciário  661
1.3 Bem jurídico tutelado  626 1.1 Competência para julgar o processo  661
1.4 Sujeitos ativo e passivo  626 1.2 Impugnação  662
1.5 Pena  627 1.3 Recurso dirigido ao Conselho Administrativo de Recursos
1.6 Extinção da punibilidade  628 Fiscais  663
1.7 Ação penal  631 1.3.1 Recurso voluntário  664
1.8 Aplicação do princípio da insignificância  633 1.3.2 Recurso de ofício  664
2 Sonegação de contribuição previdenciária  635 1.4 Recurso dirigido à Câmara Superior de Recursos Fiscais  665
2.1 Conduta típica  635 1.5 Esquema gráfico do processo administrativo fiscal  665
2.2 Pena  635 2 Processo relativo aos benefícios previdenciários  666
2.3 Extinção da punibilidade  636 2.1 Instâncias recursais  666
2.4 Ação penal  637 2.2 Efeito dos recursos  667
2.5 Bem jurídico tutelado e sujeitos ativo e passivo  638 3 Renúncia à instância administrativa  667
3 Falsificação de documento público  638 Exercícios de Fixação  667
4 Outros crimes  639
5 Regras gerais  640 Capítulo 20 – Dívida ativa: inscrição e execução judicial  671
6 Restrições  640 1 Inscrição  671
7 Apreensão de documentos  641 2 Prerrogativas do crédito previdenciário  671
Exercícios de Fixação  642 3 Requisitos da Lei de Execução Fiscal  672
4 Protesto de título  673
Capítulo 18 – Infrações à legislação previdenciária  647 5 Indicação de bens à penhora  673
1 Valores das multas  647 6 Leilão judicial de bens penhorados  673
1.1 Infrações relacionadas à GFIP  650 7 Parcelamento do valor da arrematação  674
1.2 Falta de inscrição de segurado  651 8 Adjudicação do bem penhorado  675

Hugo Goes XX XXI Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

9 Concordância com valores divergentes  675 8 Reajustamento dos benefícios  714


Exercícios de Fixação  676 9 Limite máximo dos benefícios do RPPS  715
10 Possibilidade de aplicação de teto equivalente ao do RGPS  716
Capítulo 21 – Estrutura do INSS  679 11 Abono de permanência  718
1 Estrutura organizacional  679 12 Um único RPPS por ente federativo  720
2 Direção e nomeação  680 Exercícios de Fixação  721
Exercícios de Fixação  681
Capítulo 23 – Previdência dos militares das Forças Armadas  725
Capítulo 22 – Regime Próprio de Previdência Social  683 1 Introdução  725
1 Beneficiários do RPPS  684 2 Transferência para a inatividade remunerada  726
2 Custeio do RPPS  686 2.1 Reserva remunerada  726
2.1 Contribuição dos servidores ativos  686 2.1.1 A pedido  727
2.2 Contribuição de aposentados e pensionistas  689 2.1.2 Ex officio  727
2.3 Contribuição do ente federativo  691 2.2 Reforma  730
3 Aposentadorias do RPPS  692 2.2.1 A pedido  730
3.1 Cálculo dos proventos de aposentadoria  693 2.2.2 Ex officio  730
3.2 Aposentadoria compulsória  694 2.3 Renda mensal dos proventos da inatividade  731
3.3 Aposentadoria por invalidez  694 3 Pensão militar  732
3.4 Aposentadoria voluntária por idade e tempo de contribuição  695 3.1 Contribuintes obrigatórios da pensão militar  732
3.5 Aposentadoria voluntária por idade  696 3.2 Contribuição para a pensão militar  733
3.6 Aposentadoria do professor  697 3.3 Beneficiários da pensão militar  733
3.7 Aposentadoria especial  698 3.4 Valor da pensão militar  734
3.8 Aposentadoria especial de servidor público policial  700 3.5 Rateio da pensão militar  735
4 Regras de transição para concessão de aposentadoria  701 3.6 Data do início da pensão militar  735
4.1 Servidores ingressos até 16/12/1998  701 3.7 Pensão militar para filhas maiores de 21 anos e capazes  736
4.1.1 Regra do art. 3º da EC 47/2005  702 4 Reajustamento dos benefícios com base na paridade entre ativos e
inativos  736
4.1.2 Regra do art. 2º da EC 41/2003  703
4.2 Servidores ingressos até 31/12/2003  705 5 Dos limites dos proventos  736
4.2.1 Regra do art. 6º da EC 41/2003  705 6 Contribuição para a assistência médico-hospitalar e social do militar  737
4.2.2 Regra do art. 6º-A da EC 41/2003  706 Exercícios de Fixação  737
4.3 Direito de opção pela regra mais vantajosa  706
Capítulo 24 – Previdência Complementar  739
4.4 Quadro resumo das aposentadorias voluntárias  707
5 Pensão por morte do RPPS  709 1 Previdência complementar privada  739
6 Benefício especial para os servidores federais que aderirem à Funpresp  711 1.1 Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPC  741
7 Outros benefícios  713 1.1.1 Entidades fechadas criadas por patrocinador  742

Hugo Goes XXII XXIII Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Sumário

1.1.2 Entidades fechadas criadas por instituidor  742 3 Princípios  766


1.1.3 Órgãos regulador e fiscalizador  743 4 Diretrizes  766
1.1.4 Estrutura mínima para o funcionamento  743 5 Organização e gestão  767
1.1.5 Custeio das entidades fechadas  744 5.1 Competência da União  769
1.1.5.1 Regimes financeiros  744 5.2 Competência dos estados  769
1.1.5.2 Contribuições normais e extraordinárias  745 5.3 Competência do Distrito Federal e dos municípios  770
1.1.5.3 Resultado superavitário  745 5.4 Instâncias deliberativas  770
1.1.5.4 Resultado deficitário  746 5.4.1 Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS)  771
1.1.5.5 Demonstrações contábeis e avaliações atuariais  746 5.4.2 Competência do CNAS  772
1.2 Entidades Abertas de Previdência Complementar – EAPC  747 6 Benefícios e serviços  773
1.3 Beneficiários dos planos de previdência complementar  748 6.1 Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS)  773
1.4 Planos de benefícios  749 6.2 Benefícios eventuais  778
1.4.1 Planos de benefícios de entidades fechadas  750 6.3 Programas de assistência social  778
1.4.1.1 Benefício proporcional diferido – Vesting  750 6.4 Projetos de enfrentamento da pobreza  779
1.4.1.2 Portabilidade  751 6.5 Serviços  779
1.4.1.3 Resgate  752 Exercícios de Fixação  780
1.4.1.4 Autopatrocínio  753
1.4.2 Planos de benefícios de entidades abertas  753 Capítulo 26 – Saúde  783
1.4.2.1 Planos individuais  754 1 Introdução  783
1.4.2.2 Planos coletivos  754 2 Princípios e diretrizes  784
1.4.2.3 Resgate e portabilidade nas entidades abertas  755 3 Sistema Único de Saúde (SUS)  785
2 Previdência Complementar Pública  755 3.1 Objetivos e atribuições do SUS  785
2.1 Fixação do teto do RGPS para aposentadorias e pensões do 3.2 Organização, direção e gestão  788
RPPS  757
4 Serviços privados de saúde  788
2.2 Instituição do regime  758
4.1 Participação complementar da iniciativa privada no SUS  789
2.3 Forma de constituição da entidade  758
5 Aplicação de recursos em ações e serviços públicos de saúde  789
2.4 Modalidade dos planos de benefícios  759
Exercícios de Fixação  791
2.5 Base de cálculo da contribuição do participante  759
2.6 Contribuição do patrocinador  760 Capítulo 27 – Competência para julgamento das ações previdenciárias  795
2.7 Funpresp  760
1 Benefícios previdenciários comuns  795
Exercícios de Fixação  762
1.1 Reconhecimento de união estável  796
Capítulo 25 – Assistência Social  765 1.2 Juizados Especiais Federais  797
1.3 Desnecessidade de prévio requerimento administrativo como
1 Conceito  765 condição da ação previdenciária  798
2 Objetivos  765 2 Benefícios acidentários  799

Hugo Goes XXIV XXV Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário

3 Benefício de prestação continuada da assistência social 


4 Ação de execução fiscal 
802
803 Apresentação
5 Execução de contribuições previdenciárias na Justiça do Trabalho  804
6 Mandado de Segurança  806
7 Ação Civil Pública  807
8 Benefícios da Previdência Complementar  807
Exercícios de Fixação  808 A presente obra contempla o custeio da Seguridade Social e as presta-
ções (benefícios e serviços) da Previdência Social. O seu escopo principal é o
Capítulo 28 – Súmulas Previdenciárias  811 estudo do Regime Geral de Previdência Social, mas também inclui aspectos
1 Súmulas do Supremo Tribunal Federal  811 dos Regimes Próprios de Previdência Social, Previdência Complementar,
Súmulas Vinculantes  811 Assistência Social e Saúde.
Súmulas Comuns  811 Escrita em linguagem bastante simplificada, a obra tem finalidade essen-
2 Súmulas do Superior Tribunal de Justiça  813 cialmente didática. Destina-se, principalmente, à preparação para concursos
3 Súmulas da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais públicos, contemplando todo o assunto relativo ao Direito Previdenciário
Federais  815 cobrado pelas instituições organizadoras. Ao fim de cada capítulo, constam
Exercícios de Fixação  819 exercícios propostos pelo autor e questões de provas de vários concursos, pro-
porcionando ao leitor a aferição do seu aprendizado e possibilitando uma com-
Gabarito dos exercícios  822 paração entre o texto estudado e o raciocínio das instituições organizadoras.
As linhas mestras da obra são os textos constitucionais e legais, a
Referências bibliográficas  823 jurisprudência do STF e do STJ e a tendência das instituições organizadoras.
Nos temas controversos, é sempre apontado o entendimento mais seguro a
ser seguido em prova de concurso. Sem se perder em lucubrações e extensas
discussões doutrinárias, este manual busca, a um só tempo, a completude e a
concisão, fornecendo ao candidato a cargo público informação rápida, segura
e direcionada.
Primamos por uma rigorosa atualização da matéria, ponto particular-
mente crítico neste ramo do Direito, tendo em vista a profusão de normas
previdenciárias, de todos os níveis e fontes, diuturnamente produzidas.
Esperamos que o presente trabalho possa, de alguma forma, contribuir
com o sucesso de seus leitores.

Bons estudos.
Hugo Medeiros de Goes

Hugo Goes XXVI XXVII Amostra da obra


Siglas e abreviaturas

ADC – Ação Declaratória de Constitucionalidade


ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias
ADIn – Ação Direta de Inconstitucionalidade
AI – Auto de Infração
CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
CEI – Cadastro Específico do INSS
CF – Constituição Federal
CND – Certidão Negativa de Débito
CNIS – Cadastro Nacional de Informações Sociais
CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
CNPS – Conselho Nacional da Previdência Social
COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
CP – Código Penal
CPD-EN – Certidão Positiva de Débito com Efeitos de Negativa
CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira
CRPS – Conselho de Recursos da Previdência Social
CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
EAPC – Entidade Aberta de Previdência Complementar
EC – Emenda Constitucional
EFPC – Entidade Fechada de Previdência Complementar
FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador
FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional
GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social

XXIX Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário

GPS – Guia da Previdência Social Capítulo 1


IN – Instrução Normativa
INSS – Instituto Nacional do Seguro Social Seguridade Social
IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
IRPJ – Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas
LC – Lei Complementar
LDC – Lançamento de Débito Confessado
MPS – Ministério da Previdência Social
1 Origem e evolução legislativa da Previdência Social no Brasil
NFLD – Notificação Fiscal de Lançamento de Débito
OGMO – Órgão Gestor de Mão de obra No Brasil, as primeiras formas de proteção social deram-se através
PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador das Santas Casas de Misericórdia, sendo a de Santos a mais antiga, fundada
em 1543. Também merecem registro a criação do Montepio para a Guarda
PIS/PASEP – Contribuição para os Programas de Integração Social e de For- Pessoal de D. João VI (1808) e do Montepio Geral dos Servidores do Estado
mação do Patrimônio do Servidor Público – ­Mongeral (1835).
PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário Todavia, considera-se como marco inicial da Previdência Social brasileira
RAT – Riscos Ambientais do Trabalho a Lei Eloy Chaves (1923).
RE – Recurso Extraordinário
REsp – Recurso Especial 1.1 Lei Eloy Chaves e as Caixas de Aposentadorias e Pensões
RFB – Secretaria da Receita Federal do Brasil
A doutrina majoritária considera como marco inicial da Previdência
RGPS – Regime Geral de Previdência Social
Social brasileira a Lei Eloy Chaves (Decreto Legislativo 4.682, de 24/01/1923).
RPPS – Regime Próprio de Previdência Social Esta Lei instituiu as Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAP’s) para os ferro-
RPS – Regulamento da Previdência Social viários. Assegurava, para esses trabalhadores, os benefícios de aposentadoria
por invalidez, aposentadoria ordinária (equivalente à atual aposentadoria por
SELIC – Sistema Especial de Liquidação e Custódia
tempo de contribuição), pensão por morte e assistência médica. Os beneficiá-
STF – Supremo Tribunal Federal rios eram os empregados e diaristas que executavam serviços de caráter per-
STJ – Superior Tribunal de Justiça manente nas empresas de estrada de ferro existentes no país. Os regimes das
SUS – Sistema Único de Saúde CAP’s eram organizados por empresa. Na década de 20, do século passado, as
CAPs ganharam popularidade e proliferaram-se, chegando ao número de 183
TST – Tribunal Superior do Trabalho (cento e oitenta e três). A primeira empresa a criar uma caixa de aposentadoria
e pensões foi a Great Western do Brasil.
Atualmente, comemora-se o aniversário da Previdência Social Brasileira
no dia 24 de janeiro, em alusão à Lei Eloy Chaves (que é de 24 de janeiro de 1923).

Hugo Goes XXX 1 Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Seguridade Social

Antes da Lei Eloy Chaves, já havia o Decreto Legislativo 3.724, de 1919, Em 1930, por meio do Decreto 19.497, foram instituídas as CAPs para
sobre o seguro obrigatório de acidente do trabalho. Já havia também algumas leis os empregados nos serviços de força, luz e bondes.
concedendo aposentadorias para algumas categorias de trabalhadores (professo- A administração das CAPs ficava a cargo dos empregadores. O Estado,
res, empregados dos Correios, servidores públicos etc.). Assim, embora a doutrina mediante lei, apenas estabelecia as regras de funcionamento. A administração
considere a Lei Eloy Chaves como marco inicial da previdência brasileira, não é estatal da previdência social somente passou a ocorrer a partir do surgimento
correto afirmar que ela seja o primeiro diploma legal sobre Previdência Social. dos Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs).
A Lei Eloy Chaves ficou conhecida como marco inicial da Previdência
Social Brasileira devido ao desenvolvimento e à estrutura que a previdência
passou a ter depois do seu advento. 1.2 Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs)
É comum, em provas de concursos, aparecerem algumas questões acerca
Até 1930, como visto, a tendência era os regimes previdenciários se orga-
da Lei Eloy Chaves. Na resolução dessas questões, o candidato deve ter cuidado:
nizarem por empresa, por meio das CAPs. Na década seguinte, no entanto,
se a questão afirmar que antes dessa lei não existia nenhuma legislação em
houve a unificação das CAPs em Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs).
matéria previdenciária no Brasil, deve-se considerar a questão como ERRADA.
Nesse sentido, confira duas questões de provas de concursos: Os IAPs eram autarquias de nível nacional, centralizadas no governo
federal, organizadas em torno de categorias profissionais.
01. (Promotor de Justiça/MPE/ES/Cespe/UnB/2010) Antes do Decreto Legislativo Enquanto as CAPs eram organizadas por empresas, os IAPs eram orga-
4.682, de 24/1/1923, conhecido como Lei Eloy Chaves, não existia nenhuma nizados por categorias profissionais. Os IAPs abrangiam classes de trabalha-
legislação em matéria previdenciária no Brasil. Por esse motivo, o dia 24 de
dores no âmbito nacional.
janeiro é considerado oficialmente o dia da previdência social.
A partir de 1933, dentre outros, surgiriam os seguintes institutos:
02. (Procurador do Estado de Alagoas/Cespe/UnB/2009) A doutrina majoritária • 1933 – IAPM – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos
considera como marco inicial da previdência social brasileira a publicação do (criado pelo Decreto 22.872/33);
Decreto Legislativo 4.682/1923, mais conhecido como Lei Eloy Chaves, que
criou as caixas de aposentadoria e pensões nas empresas de estradas de ferro • 1934 – IAPC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciá-
existentes, sistema mantido e administrado pelo Estado, sendo certo que, rios (criado pelo Decreto 24.273/34);
antes da referida norma, não havia no Brasil diploma legislativo instituidor • 1934 – IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários
de aposentadorias e pensões. (criado pelo Decreto 24.615/34);
• 1936 – IAPI – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários
A instituição organizadora considerou as duas questões acima como
(Lei 367/36);
ERRADAS, pelo mesmo motivo: embora considerada como marco inicial da
previdência brasileira, a Lei Eloy Chaves não foi o primeiro diploma legal sobre • 1938 – IPASE – Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do
Previdência Social no Brasil. Estado (Decreto-Lei 288/38);
• 1938 – IAPETEC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empre-
Em 1926, o Decreto Legislativo 5.109 estendeu os benefícios da Lei Eloy
gados em Transportes e Cargas (Decreto-Lei 651/38);
Chaves aos empregados portuários e marítimos.
• 1939 – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Operários Estivado-
Em 1928, por força do Decreto 5.485, os trabalhadores das empresas de
res (Decreto-Lei 1.355/39);
serviços telegráficos e radiotelegráficos foram abrangidos pelo regime da Lei
Eloy Chaves. • 1945 – Por força do Decreto-Lei 7.720, de 9 de julho de 1945, o ins-
tituto dos estivadores foi incorporado ao IAPETEC, que passou a

Hugo Goes 2 3 Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Seguridade Social

se chamar Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Estivadores e 1.5 Novos benefícios previdenciários
Transportes de Cargas.
• 1953 – Por força do Decreto 34.586/53, foram unificadas todas as Em 1963, a Lei 4.266 instituiu o salário-família.
CAP’s de empresa ferroviárias e serviços públicos, surgidas a partir Em 1972, a Lei 5.859 incluiu os empregados domésticos como segurados
da Lei Eloy Chaves, dando origem ao Instituto dos Trabalhadores de obrigatórios da Previdência Social.
Ferrovias e Serviços Públicos (IAPFESP). Em 1974, a Lei 6.136 incluiu o salário-maternidade entre os benefícios
Vale registrar que, ao final dos anos 50, quase a totalidade da classe previdenciários e a Lei 6.179 criou o amparo previdenciário para as pessoas
trabalhadora (com vínculo empregatício) já estava filiada a um plano de Pre- com idade superior a 70 anos ou inválidos, no valor de meio salário mínimo.
vidência Social (ou seja, filiada a um dentre os vários IAPs). Em 1975, a Lei 6.226 estabeleceu a contagem recíproca do tempo de
Em 1954, o Decreto 35.448 aprovou o Regulamento Geral dos Institu- serviço em relação ao serviço público federal e na atividade privada, para
tos de Aposentadorias e Pensões, uniformizando todos os princípios gerais efeito de aposentadoria.
aplicáveis a todos os IAPs.
1.6 Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS)
1.3 FUNRURAL
Em 1977, por meio da Lei 6.439, foi instituído o Sistema Nacional de
Em 1963, tem início a proteção social na área rural: a Lei 4.214/63 criou Previdência e Assistência Social (SINPAS), tendo como objetivo a integração
o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL). das atividades da previdência social, da assistência médica e da assistência
social. O SINPAS agregava as seguintes entidades:
Em 1971, a Lei Complementar 11 instituiu o Programa de Assistência
ao Trabalhador Rural (PRORURAL). Por meio desse programa, o trabalhador • INPS – Instituto Nacional de Previdência Social, que tratava da con-
rural tinha direito à aposentadoria por velhice, invalidez, pensão e auxílio- cessão e manutenção dos benefícios;
-funeral, todos no valor de meio salário mínimo. Não havia contribuição por • IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência
parte do trabalhador. O FUNRURAL passou a ser uma autarquia, tendo a Social, que cuidava da arrecadação, da fiscalização e da cobrança das
responsabilidade de administrar o PRORURAL. contribuições previdenciárias;
• INAMPS – Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência
Social, que prestava assistência médica;
1.4 Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)
• LBA – Fundação Legião Brasileira de Assistência, que prestava assis-
Em 1º de janeiro de 1967, com o surgimento do Instituto Nacional de tência social à população carente;
Previdência Social (INPS), foram unificados os Institutos de Aposentadorias • FUNABEM – Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor, que exe-
e Pensões (IAPs). cutava a política voltada para o bem-estar do menor;
O INPS foi criado pelo Decreto-Lei 72/66. Este decreto-lei é de 21/11/1966, • DATAPREV – Empresa de Processamento de Dados da Previdência
mas só entrou em vigor no primeiro dia do segundo mês seguinte ao de sua Social, que cuida do processamento de dados da previdência Social;
publicação, ou seja, no dia 01/01/1967. • CEME – Central de Medicamentos, que distribuía medicamentos,
gratuitamente ou a baixo custo.

Hugo Goes 4 5 Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Seguridade Social

A Lei 8.689, de 27/07/1993, extinguiu o INAMPS; posteriormente, a LBA, Em 1979, o Decreto 83.080 aprova o Regulamento dos Benefícios da Pre-
a FUNABEM e a CEME também foram extintas; a DATAPREV continua em vidência Social (RBPS) e o Decreto 83.081 aprova o Regulamento de Custeio
atividade, sendo empresa pública vinculada ao Ministério da Previdência Social. da Previdência Social (RCPS).
Em 1984, por meio do Decreto 89.312, foi aprovada nova Consolidação
1.7 Instituto Nacional do Seguro Social – INSS das Leis da Previdência Social (CLPS).

A Lei 8.029, de 12/04/1990, criou o Instituto Nacional do Seguro Social Em 24/07/1991, entraram em vigor as duas leis básicas da Seguridade
– INSS, autarquia federal vinculada ao então Ministério do Trabalho e Previ- Social (que, nos dias atuais, ainda continuam vigorando): a Lei 8.212, que
dência Social, mediante a fusão do IAPAS com o INPS. institui o plano de custeio da Seguridade Social e a Lei 8.213, que dispõe
sobre os planos de benefícios da previdência social. As duas leis foram regu-
lamentadas pelos Decretos 356/91 (custeio) e 357/91 (benefícios), ambos de
1.8 Ministério da Previdência Social 07/12/1991.
Os Decretos 611 e 612, ambos de 21/07/1992, substituíram os Decretos
Em 1971, foi criado o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS); 357/91 e 356/91, respectivamente.
pela primeira vez, a Previdência Social Brasileira adquiria status de Ministério.
Os Decretos 2.172 e 2.173, ambos de 05/03/1997, substituíram os Decretos
Em 1974, foi criado o Ministério da Previdência e Assistência Social 611/92 e 612/92, respectivamente.
(MPAS), desvinculado do Ministério do Trabalho.
O Decreto 3.048, de 06/05/1999 (que, nos dias atuais, ainda vigora),
A Lei 10.683, de 28/5/2003, reorganizou os Ministérios; o Ministério da aprova o Regulamento da Previdência Social, revogando os Decretos 2.172/97
Previdência e Assistência Social (MPAS) passou a ser denominado Ministério e 2.173/97.
da Previdência Social (MPS). Atualmente, a assistência social está vinculada
ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
1.10 Arrecadação e fiscalização das contribuições previdenciárias

1.9 Leis básicas da Previdência Social Inicialmente, a arrecadação e fiscalização das contribuições previdenciá-
rias era uma atribuição do IAPAS. Como vimos alhures, houve uma fusão do
Em 1954, o Decreto 35.448 aprovou o Regulamento Geral dos Institu- IAPAS com o INPS, dando origem ao INSS. A partir desse momento, as con-
tos de Aposentadorias e Pensões, uniformizando todos os princípios gerais tribuições previdenciárias passaram a ser arrecadadas e fiscalizadas pelo INSS.
aplicáveis a todos os IAPs.
A Lei 11.098, de 13/01/2005, atribui ao Ministério da Previdência Social
Em 1960, a Lei 3.807, Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), padro- competências relativas à arrecadação, fiscalização, lançamento e normatiza-
nizou o sistema assistencial e criou novos benefícios como o auxílio-natalidade, ção de receitas previdenciárias e autoriza a criação da Secretaria da Receita
auxílio-funeral e auxílio-reclusão. Este diploma não unificou os IAPs então Previdenciária no âmbito do referido Ministério.
existentes, mas criou normas uniformes para o amparo a segurados e depen-
A Lei 11.457, de 16/03/2007, extinguiu a Secretaria da Receita Previ-
dentes dos vários Institutos existentes.
denciária. Esta Lei entrou em vigor no dia 02/05/2007. A partir desta data, as
Em 1976, por meio do Decreto 77.077, foi aprovada a Consolidação das contribuições previdenciárias passaram a ser arrecadadas e fiscalizadas pela
Leis da Previdência Social (CLPS). A CLPS tinha a função de agregar, em um Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).
mesmo corpo normativo, todas as leis previdenciárias existentes; era algo
semelhante a um Código Previdenciário.

Hugo Goes 6 7 Amostra da obra


Manual de Direito Previdenciário Seguridade Social

1.11 A Previdência Social nas Constituições Federais contribuição da União, do empregador e do empregado, em favor da materni-
dade e contra as consequências da doença, da velhice, da invalidez e da morte.
A primeira Constituição a trazer a expressão aposentadoria foi a de Nesse sentido, confira o seguinte dispositivo da Constituição de 1946:
1891, que instituiu a aposentadoria para os funcionários públicos em caso de
invalidez, custeada integralmente pelo Estado. O art. 75 da Constituição de Art. 157. A legislação do trabalho e a da previdência social
1891 determinava o seguinte: obedecerão nos seguintes preceitos, além de outros que
visem a melhoria da condição dos trabalhadores:
Art. 75. A aposentadoria só poderá ser dada aos fun- (...)
cionários públicos em caso de invalidez no serviço da XIV – assistência sanitária, inclusive hospitalar e médica
Nação. preventiva, ao trabalhador e à gestante;
XV – assistência aos desempregados;
A Constituição de 1934 foi a primeira a estabelecer, em texto constitu-
XVI – previdência, mediante contribuição da União, do
cional, a forma tripartite de custeio, determinado a “instituição de previdência,
empregador e do empregado, em favor da maternidade e
mediante contribuição igual da União, do empregador e do empregado, a favor contra as consequências da doença, da velhice, da inva-
da velhice, da invalidez, da maternidade e nos casos de acidentes de trabalho lidez e da morte;
ou de morte” (art. 121, §1º, h). Essa foi também a primeira Constituição a uti- XVII – obrigatoriedade da instituição do seguro pelo
lizar a expressão previdência. Aqui, não se usou o termo Previdência Social, empregador contra os acidentes do trabalho.
mas apenas previdência.
A Constituição de 1937 teve por particularidade a utilização da expres- Em 1965, a Emenda Constitucional 11 acrescentou à Constituição de
são seguro social. Essa Constituição previu a instituição de seguros de velhice, 1946 o princípio da preexistência do custeio em relação ao benefício ou serviço,
de invalidez, de vida e para os casos de acidentes do trabalho. Nesse sentido, segundo o qual nenhuma prestação de serviço de caráter assistencial ou de
confira o seguinte dispositivo da Constituição de 1937: benefício compreendido na previdência social poderá ser criada, majorada ou
estendida sem a correspondente fonte de custeio total. Esse importante princípio
Art. 137. A legislação do trabalho observará, além de da Seguridade Social foi repetido pelas Constituições posteriores.
outros, os seguintes preceitos: A Constituição de 1967 acrescentou como riscos sociais a doença e o
(...) desemprego. Previu a criação do seguro-desemprego. Confira alguns disposi-
l) assistência médica e higiênica ao trabalhador e à ges- tivos da Constituição de 1967 relacionados à Previdência Social:
tante, assegurado a esta, sem prejuízo do salário, um
período de repouso antes e depois do parto; Art. 158. A Constituição assegura aos trabalhadores os
m) a instituição de seguros de velhice, de invalidez, de seguintes direitos, além de outros que, nos termos da lei,
vida e para os casos de acidentes do trabalho; visem à melhoria, de sua condição social:
n) as associações de trabalhadores têm o dever de prestar (...)
aos seus associados auxílio ou assistência, no referente às II – salário-família aos dependentes do trabalhador;
práticas administrativas ou judiciais relativas aos segu-
(...)
ros de acidentes do trabalho e aos seguros sociais.
XI – descanso remunerado da gestante, antes e depois do
parto, sem prejuízo do emprego e do salário;
A Constituição de 1946 foi a primeira a utilizar a expressão Previdência
Social em seu texto. Essa Constituição estabeleceu uma previdência, mediante (...)

Hugo Goes 8 9 Amostra da obra


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Manual de Direito Previdenciário
AMOSTRA DA OBRA
XVI – previdência social, mediante contribuição da
União, do empregador e do empregado, para seguro-
-desemprego, proteção da maternidade e, nos casos de
doença, velhice, invalidez e morte;
XVII – seguro obrigatório pelo empregador contra aci-
dentes do trabalho;
(...) Esta obra trata do custeio da Seguridade Social e dos be-
XX – aposentadoria para a mulher, aos trinta anos de nefícios e serviços da Previdência Social. Por meio de teo-
trabalho, com salário integral; ria consistente e questões ao fim de cada capítulo, o livro
(...) apresenta todo o conteúdo cobrado em provas de Direito
§1º Nenhuma prestação de serviço de caráter assistencial Previdenciário pelas principais instituições organizadoras.
ou de benefício compreendido na previdência social será
criada, majorada ou estendida, sem a correspondente Auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil e professor de
fonte de custeio total. Legislação Previdenciária experiente, o autor aborda a
§2º A parte da União no custeio dos encargos a que se refere matéria de forma didática e em linguagem clara, tendo em
o nº XVI deste artigo será atendida mediante dotação orça-
vista que a obra se destina essencialmente a concursandos
mentária, ou com o produto de contribuições de previdên-
cia arrecadadas, com caráter geral, na forma da lei. das mais diversas áreas de formação.

Em 1981, a Emenda Constitucional 18, que alterou a CF/1967, concedeu


aposentadoria privilegiada para o professor e para a professora após 30 e 25
anos de serviço, respectivamente.
Em 5/10/1988, foi promulgada a atual Constituição Federal. Como
novidade, a Constituição de 1988 destina um capítulo inteiro (artigos 194 a
204) para tratar da Seguridade Social, entendida como o gênero do qual são
espécies a previdência social, a assistência social e a saúde. As contribuições
sociais passaram a custear as ações do Estado nestas três áreas, e não mais
somente no campo da Previdência Social. A primeira Constituição Brasileira
a adotar a expressão Seguridade Social foi a de 1988.
A Emenda Constitucional 20, de 15 de dezembro de 1988, estabeleceu
profundas mudanças na previdência social, dentre as quais podemos citar as
seguintes:
• Salário-família e auxílio-reclusão passaram a ser devidos somente
aos beneficiários de baixa renda;
• Estabeleceu novas regras para as aposentadorias dos servidores públicos;
• Determinou que a lei não poderá estabelecer qualquer forma de con-
tagem de tempo de contribuição fictício;

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