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Centro Universit ário do Sul de Minas

Universitário
GEAT - GEAD
CURSO DE BACHAREL EM ENGENHARIA CIVIL

Estrada do Rio do Rastro, Lauro Muller/SC

Estudos de Traçados de Rodovias

luana.dariva@unis.edu.br
Introdução

• Estudos de traçados
– A delimitação dos locais convenientes para a passagem da rodovia, a
partir da obtenção de informações básicas a respeito da geomorfologia
da região;
– A caracterização geométrica desses locais de forma a permitir o
desenvolvimento do projeto pretendido.

• RECONHECIMENTO
Estudos de traçado
•EXPLORAÇÃO
Estudos de traçado - RECONHECIMENTO

• Reconhecimento → é a etapa dos estudo de traçado que tem por


objetivo a escolha da diretriz que permita o lançamento do melhor
traçado, que resulte viável, técnica e economicamente.

• ORIGEM
Projeto de rodovia
• DESTINO

• Traçado → é a linha que constitui o projeto

geométrico da rodovia em planta e em perfil;


• Diretriz → é um itinerário, compreendendo uma
Reconhecimento
ampla faixa de terreno, ao longo (e ao largo) da
qual se presume que possa ser lançado o traçado
da rodovia.
Estudos de traçado - RECONHECIMENTO

• Pontos obrigados de condição → são os pontos a


serem obrigatoriamente atingidos ou evitados pelo traçado
por razões de ordem social, econômica ou estratégica;
Pontos
• Pontos Obrigados de passagem → são os pontos a
Obrigados
serem obrigatoriamente atingidos ou evitados pelo traçado
por razão de ordem técnica, face à ocorrência de condições
topográficas, geotécnicas e hidrológicas.

RECONHECIMENTO → ESTUDOS TOPOLÓGICOS

• Classificação orográfica da região;


Estudos • Uso do solo;
topológicos
• Acidentes geográficos, rios, lagoas, quedas d’água;
• Tipos de solos, ocorrências de materiais, cobertura vegetal
Estudos de traçado - EXPLORAÇÃO

• Exploração → é a etapa dos estudo de traçado que tem por objetivo


o levantamento detalhado da diretriz, visando à obtenção de uma
planta planialtimétrica da faixa de terreno que constitui essa diretriz,
em escala adequada, com precisão topográfica.

Planta planialtimétrica → Projeto geométrico da rodovia

Procedimento clássico → as equipes de topografia implantam uma


linha poligonal ao longo da faixa de terreno, cujos vértices são
materializados por piquetes cravados no terreno.

Poligonal básica → servirá como linha de referência, sobre a qual se


apoiará todo o levantamento planialtimétrico da faixa de terreno.
Estudos de traçado - EXPLORAÇÃO

• Comprimento dos alinhamentos


• Ângulos nos vértices
• Azimute → 1°alinhamento
• Estaqueamento → a partir da vértice de origem, pontos a
Poligonal
básica cada 20,0 m de distância.
• Cotas das estacas e dos vértices → referidas a uma da
dada RN (referência de nível), nivelamento e contra-
nivelamento da linha.
• Levantamento das Seções transversais em cada estaca →
medindo-se as distâncias e cotas (ou diferença de nível) de
pontos de terreno em relação à estaca.

√ Levantamentos → Desenho, em escala apropriada (papel milimitrado,


escala 1:100), das seções transversais do terreno, determinando-se
graficamente as posições dos pontos das seções que correspondem a
cotas inteiras.
Estudos de traçado - EXPLORAÇÃO
• Para fins de projeto geométrico, as escalas convencionalmente
utilizadas para as plantas planialtimétricas são:
– 1 : 2.000, nos casos de projetos em zonas rurais;
– 1 : 1.000, nos casos de projetos em áreas urbanas (que necessitam de
maior precisão gráfica, devido às interferências com propriedades e
imóveis);
– 1 : 500 ou 1 : 250, em casos especiais, que requerem maior precisão,
tais como projetos de interseções ou outros dispositivos.

São representadas com curvas de nível de metro


em metro, ou excepcionalmente, com curvas de
Plantas nível a cada meio metro, nos casos de terreno
Planialtimétricas
planos ou de projetos que requeiram maior precisão
em função das características de ocupação das
áreas lindeiras.
Cálculo da Poligonal

• PRECISÃO TOPOGRÁFICA
Poligonal
básica • Comprimento dos alinhamentos
• Ângulos nos vértices
• Azimute → 1°alinhamento

• o cálculo de azimutes dos alinhamentos;


Cálculos
básicos •o cálculo de coordenadas dos vértices da
poligonal.
Cálculo da Poligonal – Cálculo de Azimutes

Determinação • Ângulos topográficos;


de ângulos • Ângulos de deflexão.

Ângulo de deflexão em um vértice → é a medida do quanto se está


desviando quando se passa do alinhamento anterior para o seguinte nesse
vértice → Deflexão à direita ou deflexão à esquerda.

Ângulos internos e deflexões em poligonais orientadas.


Cálculo da Poligonal – Cálculo de Azimutes

Az1-2 = Az0-1 + I1
Az2-3 = Az1-2 – I2

Regra geral: “numa poligonal orientada, o Azimute de um alinhamento é


sempre igual ao Azimute do alinhamento anterior, mais (ou menos) a deflexão:
mais, quando se trata de uma deflexão à direita, e menos quando se trata de
uma deflexão à esquerda”.
Cálculo da Poligonal – Cálculo de Coordenadas

Se uma poligonal orientada for referida a um sistema de eixos cartesianos cujo


eixo das ordenadas coincida com a orientação norte (N) e cujo eixo das
abcissas coincida com a orientação leste (E), pode-se determinar
analiticamente as coordenadas cartesianas de quaisquer pontos da poligonal,
desde que se conheçam as coordenadas de um ponto da poligonal, os
comprimentos ao longo dos alinhamentos, e os Azimutes desses
alinhamentos.

XB = XA + LAB . sen (AzA-B)


YB = YA + LAB . cos (AzA-B)
Cálculo da Poligonal – Cálculo de Coordenadas

Regra geral: “numa poligonal orientada, as coordenadas absolutas de


um vértice são iguais às coordenadas absolutas do vértice anterior
mais (ou menos) as respectivas coordenadas relativas”.

Em projeto geométrico, as coordenadas absolutas são usualmente


expressas em metros, com precisão topográfica, relacionadas a um
sistema reticulado plano, referenciado à projeção conforme Universal
Transversa de Mercator (UTM).
Definição dos traçados

• Entidades tridimensionais contínuas;


Definição dos
traçados • Possuem mudanças de direção fluentes e
gradativas;

• PROJETO EM PLANTA
Elementos •PROJETO EM PERFIL
Geométricos • ELEMENTOS DE SEÇÃO TRANVERSAL

• ESFORÇOS DINÂMICOS afetam:


Usuários em
• Fluidez do tráfego;
movimento
• Condições de segurança;
• Qualidade do projeto.
• FLUÊNCIA ÓTICA
• DINÂMICA DE MOVIMENTO
Definição dos traçados

Recomendações das
Normas do DNER
Defeitos dos traçados

Pista sem dobra ótica

Pista com dobra ótica


Defeitos dos traçados

Dobras e defeitos óticos

Mergulho em tangente
Defeitos dos traçados

Mergulho em curva

Abaulamentos (tobogã)
Veículo de projeto

Uma rodovia é projetada e construída, em princípio, visando possibilitar o seu


uso, de forma segura e eficiente, por qualquer tipo de veículo automotor que
seja autorizado a circular em vias públicas, obedecendo às disposições legais
vigentes.

• DIMENSÕES:
• Largura máxima: 2,60 m;
• Altura máxima: 4,40 m;
CONTRAN • Comprimento total:
• Veículos simples: 14,0 m;
• Veículos articulados: 18,15 m;
• Veículos com reboque: 19,80 m.
CARGAS MÁXIMAS RODOVIÁRIAS

Limites Legais
Resoluç
Resolução CONTRAN 12/98

• eixo simples 6t
roda simples

• eixo simples 10 t
roda dupla
6t 10 t 17 t
• eixo tandem 17 t
duplo

• eixo tandem 25,5 t


triplo

• peso bruto 45 t 6t 10 t 25,5 t


total - PBT

alvaro
CARGAS RODOVIÁRIAS

Resoluç
Resolução CONTRAN Nº
Nº 258
Limites Legais (Dez 2007)
Resoluç
Resolução CONTRAN 12/98 • tolerância de 5% no PBT/PBTC e por eixo
• multa por excesso de peso por eixo
• além da multa, remanejamento ou transbordo

• eixo simples 6t 6.300 kg


roda simples

• eixo simples 10 t 10.500 kg


roda dupla

• eixo tandem 17 t
duplo
17.850 kg

• eixo tandem 25,5 t


triplo
26.775 kg

• peso bruto 45 t 47.250 kg


total - PBT

alvaro
CATEGORIAS DE VEÍCULOS (DNIT)

2S1 3Q4

2S2 2C2

2S3 2C3

3C2
3S1
2C

3C3
3S2
3C

3S3 3C4
4C

2C 3T4
3D4

3CB 3T6

4CB 3T6
alvaro
Dimensões e pesos máx

14 m 14 m

PBT 16 t 2C 3C
PBT 23 t

6t 10 t 6t 17 t

18,15 m 18,15 m

PBTC 33 t
PBTC 41,5 t

6t 10 t 25,5 t 6t 10 t 17 t

alvaro
Dimensões e pesos máx

18,15 m

PBTC 45 t

6t 17 t 25,5 t

24 m

3D4
PBTC 57 t

6t 17 t 17 t 17 t

30 m

PBTC 74 t

6t 17 t 17 t 17 t 17 t

alvaro
Classificação da frota de carga
Veículo tipo
Veículo tipo
Veículo tipo
Veículo tipo
Parece um cordão sem ponta, pelo chão desenrolado,
Rasgando tudo o que encontra: a terra, de lado a lado ... Tianmen Mountain Road, China
Estrada de sul a norte, eu que passo penso e peço
Notícias de toda sorte: de dias que eu não alcanço
De noites que eu desconheço, de amor, de vida ou de morte ...

“A ESTRADA E O VIOLEIRO”, de Sidney Miller (1967), na magistral interpretação de Nara Leão.