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PROJETO O NEGRO NO BRASIL

INTRODUÇÃO

Esse trabalho tenta traçar um panorama da história do negro no Brasil considerando-o


como ator político tanto no tempo da liberdade, na condição de escravo, ou posteriormente,
após 1888 como cidadão. Busca-se dar visibilidade a temas, processos e personagens
históricos frequentemente silenciados nos livros de história e na memória coletiva do país.
Em geral, os livros de história do Brasil reforçam a presença dos negros apenas no período da
escravidão e na condição de escravos, ainda que valorizem sua busca pela resistência e pela
rebeldia. Então buscará realizar uma série de quatro aulas abordando essa temática.

JUSTIFICATIVA

A importância da temática já é um peso para sua escolha, uma vez vista a situação dos
negros e afrodescendentes no Brasil. Outro fato muito importante é a comemoração do dia da
Consciência negra, que já se aproximava na agenda escolar da instituição

OBJETIVOS GERAIS

Conscientizar os alunos da importância da questão negra no Brasil, tal como também


sobre o racismo e a marginalização social do negro na sociedade brasileira.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

*Obter dos alunos maior criticidade sobre o assunto abordado, desviando-os da


perpetuação de interpretações errôneas
*Promover aulas dinâmicas e diferenciadas para os estudantes do EJA
*Estimular a socialização e participação dos estudantes durante as atividades
propostas

METODOLOGIA

Foram utilizados vídeos e imagens sobre a temática para o melhor aproveitamento das
aulas. Foram realizadas aulas expositivas com slides sobre o assunto e também organizado
debates para abordagem juntamente com os alunos.

DESENVOLVIMENTO
O projeto foi realizado com os alunos de EJA (Educação de Jovens e Adultos). Ao
todo foram realizadas quatro aulas sendo a última um debate

AULA I
Nesta aula abordamos sobre o continente Africano, tais como suas características
geográficas e culturais e suas importância para a construção da identidade brasileira. Também
foi abordado as sociedades africanas e seus diversos modos de vida antes do contato
europeu. Os alunos também aprenderam sobre os regimes políticos e de organização das
civilizações africanas.

AULA II
Nesta segunda aula foi discutido sobre o tráfico no atlântico e suas consequências,
como também, o papel central dos europeus e algumas elites africanas nesse processo. Foi
mostrado como os africanos eram capturados e transportados até o Brasil e feitos escravos
nas plantações de cana e outras atividades econômicas da colônia. Também foi distinguido o
regime de escravidão na África, América e Europa.

AULA III
A resistência negra durante o submetimento à escravização foi o assunto principal
desta aula: as fugas, revoltas e a formação de quilombos. Foi enfatizado o duro trabalho do
negro nas minas, plantações de café e a exclusão do negro até mesmo após a promulgação da
Lei Áurea em 1888. A contribuição da cultura africana na construção da sociedade brasileira,
seja na língua, cultura e demografia

AULA IV
Foi organizado um debate e discutido diversos assuntos, como a busca de direitos
igualitários dos movimentos negros na segunda metade do séc. XX, o racismo, a
desigualdade e o preconceito ainda existente. Muitos dos alunos participaram desta aula e se
mostraram conscientes do problema.

CONCLUSÃO

O trabalho conseguiu alcançar alguns êxitos, como o de trazer uma aula diferente para
os alunos do EJA e também na realização de atividades para o dia da consciência negra.
Alguns alunos demonstraram desinteresse e outros não sabiam muito a respeito, mas alguns
estudantes se mostraram atenciosos e conscientes sobre o problema. Na última aula houve
uma maior participação de todos e muitos ficaram à vontade para exporem suas opiniões. É
indiscutível o aprendizado dos alunos durante às aulas, mesmo que de sua maneira própria de
aprender.

REFERÊNCIAS

DANTAS, Carolina Vianna; MATTOS, Hebe; ABREU, Martha. O negro no Brasil:


Trajetórias em dez aulas de história. 1 ed. Rio deJaneiro: Objetiva, 2012. 166 p.
SOUZA, Marina De Mello E. África e Brasil africano. 1 ed. São Paulo: Ática, 2014.
168 p.