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INFLUÊNCIA DA ESTÉTICA NA AUTOESTIMA E BEM ESTAR DO SER


HUMANO
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Ana Paula Barbosa , Jéssica Wolff , Thauane N. Gois .

1 Acadêmico do curso de Tecnologia em Estética e Cosmética da Universidade Tuiuti do


Paraná (Curitiba, PR);
2 Acadêmico do curso de Tecnologia em Estética e Cosmética da Universidade Tuiuti do
Paraná (Curitiba, PR);
3 Acadêmico do curso de Tecnologia em Estética e Cosmética da Universidade Tuiuti do
Paraná (Curitiba, PR);
2 Tecnóloga em Estética e Cosmética.Prof.ª. Adjunta do Curso de Tecnologia em Estética e
Cosmética da Universidade Tuiuti do Paraná.

Endereço para correspondência: Ana Paula Barbosa, anapaula.19@hotmail.com, Jéssica


Wolff. Jessy_wolff@hotmail.com , Thauane N. Gois, thau_gois@hotmail.com .

RESUMO

A busca pela beleza, pela aceitação no meio social, e pela elevação da


autoestima, vem aumentando a cada dia. Cada vez mais isso tem se tornado
responsabilidade do profissional de estética. O objetivo desse trabalho foi verificar
através de uma pesquisa, a forma em que os profissionais da estética podem atuar na
sociedade, promovendo a auto aceitação, fazendo com que cada indivíduo atendido
tenha bem estar físico emocional e social. Foi entregue a cada um que participou um
panfleto para incentivá-los a se aceitar do jeito que é, pois cada indivíduo tem sua
beleza própria. Os resultados obtidos na pesquisa foram que grande parte da
população entrevistada se consideram bonitas, porém mais de 50% das pessoas
acham que não se encaixam nos padrões de beleza atuais e todas tem alguma queixa
sobre sua aparência, e somente a minoria faria algum tipo de cirurgia estética.

Palavras-chave: Autoestima, bem estar, padrões de beleza.


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INTRODUÇÃO
Entende-se autoestima como uma forma de o ser humano se auto
aceitar, ela é formada através de relacionamentos pessoais que se tem desde
a infância, até a fase adulta, ela define a percepção que uma pessoa tem de si
mesma, ou seja, o quanto ela se gosta. Ela esta ligada diretamente a
autoconfiança e reflete a forma como a sociedade vê e aceita cada indivíduo.
Alguns chegam a se sacrificar com dietas extraordinárias e absurdas para obter
o corpo desejado (GUENTHER, 1997).
Percebe- se que a preocupação com o corpo vem crescendo a cada dia,
cuidar-se é indispensável à saúde, bem estar e a felicidade, não importando a
idade. Desde muito cedo o ser humano é incentivado a se cuidar desde a
alimentação, cuidados com exposições ao sol, até cuidados básicos como
higiene. Alguns optam por fazer academia, outros investem em cosméticos
para face, corpo ou cabelo, há também tem os que recorrem a procedimentos
estéticos ou cirurgias plásticas para corrigir imperfeições, tudo em busca de um
corpo perfeito. O corpo é uma forma de expressão, tanto de emoções quanto
de sentimentos (CASTRO, 2003).
O objetivo desse trabalho é promover a auto aceitação independente do
que a sociedade tem imposto como padrão de beleza, o que tem se tornado
cada vez mais rigoroso. Muitas vezes a busca pela aparência ideal tem
causado danos a saúde mental do indivíduo, pois ela interfere nas condições
afetivas, psicológicas e sociais, assim como no bem estar e na qualidade de
vida. Pretende-se ressaltar as qualidades e limitações de cada individuo e
destacar que isso os torna único, pois não haveria graça se todos fossem
iguais.
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Autoestima
Autoestima é um sentimento, que é desenvolvido durante a vida,
ninguém nasce com uma definição de autoestima, ela é gerada dentro de nós a
partir dos elogios, carinho, atenção e ate mesmo de repreensão e críticas que
recebemos dos lugares onde passamos meio familiar, escolar, social entre
outros (GUILHARDI, 2002).
Pessoas que tem baixa autoestima geralmente são carentes. Isso pode
acontecer por traumas gerados na infância, onde os pais ou responsáveis dão
pouca atenção às crianças e essas se sentem ignoradas, abandonadas e até
desprotegidas. O ser humano precisa da presença de pessoas que lhes
afirmem e a falta disso coloca- os em condições de fragilidade. Com o passar
dos anos essas pessoas podem esquivar-se dos relacionamentos interpessoais
e não demonstrar sentimentos pelo outro (SILVA & MARINHO, 2002).
A melhora da autoestima é um dos principais motivos que tem levado as
pessoas a se submeter a tratamentos estéticos. Entende-se autoestima, como
um bem estar, felicidade e uma avaliação positiva de si. São sensações
subjetivas, relacionadas à psicologia, o que faz com que a medicina considere
o resultado da intervenção, como reparação psicológica. Mas quando
pensamos nos motivos da baixa autoestima, podemos ver que é a comparação
entre o corpo que temos e o corpo idealizado (padrão) é o que leva a essa
decepção da autoimagem (CAPONI, 2007).
A vaidade é definida como alegria de se sentir superior aos outros, e é
frequentemente relacionada a exageros com os cuidados corporais, em busca
de beleza. Temos então vaidade como a preocupação exagerada com a
beleza, e a autoestima como um autoconceito (seja ele positivo ou negativo). A
vaidade é o que impulsiona o consumo de cosméticos e a realização de
tratamentos, porém, pode desenvolver distúrbios alimentares, depressão e
dependência de produtos ou tratamentos (STREHLAU, V. L, 2014).
Bem estar
Muitos estudos tem abordado o tema bem estar com as mais diversas
nomeações, como por exemplo: felicidade, satisfação, estado de espirito e
afeto positivo. Pode se dizer também que bem estar é uma avaliação positiva
que cada individua faz da sua vida. Definir bem estar é difícil, pois o conceito
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apresenta influência de muitas variáveis como: idade, gênero, nível


socioeconômico e cultura. Mas de modo geral uma pessoa com sentimento de
bem estar apresenta, satisfação com a vida, presença de afeto positivo e
relativa ausência de afeto negativo (GIACOMONI).
Na atualidade o bem estar físico e mental é visto como fator
determinante para a melhora da autoestima e esse bem estar pode ser
encontrado em tratamentos estéticos e terapias relaxantes (BORBA E
THIEVES).
Padrões de Beleza
O corpo feminino é representado como algo que deva ser belo, magro,
passar a impressão de status e poder, exercer atração e ser saudável. Só que
com tantas exigências, o ser saudável vem sendo deixado de lado, e pesquisas
apontam que o peso desejado pelas mulheres, é abaixo do considerado normal
pela OMS. (SACCHI, CAMARGO E BERTOLDO)
Na idade média o corpo feminino tinha associação ao diabólico, mudar a
aparência com maquiagem era visto como pecado, por enganar os homens, os
quais deveriam comanda-las para que não se tornassem pecadoras. Já nos
dias de hoje, o corpo é cultuado, gerando até danos a saúde das pessoas. A
valorização excessiva da estética na sociedade tem feito vítimas também os
homens, que estão cada vez mais vaidosos, e acabam sofrendo de transtornos
de anorexia e vigorexia. Essa ultima leva a pratica incessante de atividades
físicas, com o objetivo de ficar cada vez mais musculosos, e associados a isso
vemos também o consumo de anabolizantes e suplementos alimentares
(CAPRISTANO, 2008).
Durante a vida as pessoas aprendem a avaliar seus corpos através da
interação com o ambiente, assim construímos nossa autoimagem. Mas em
diversas ocasiões somos pressionados a nos encaixar no corpo ideal da nossa
cultura. Esse ideal muitas vezes vem dos meios de comunicação, que desperta
desejos exibindo corpos atraentes e padronizados. Pessoas que se veem fora
desse padrão, lançam-se em busca da aparência idealizada, que em muitos
casos exige disciplina rigorosa e ate mesmo dolorosa (RUSSO).
Com passar dos anos o ser humano tem se interessado pelas coisas e
pessoas belas, e hoje vemos que a mídia tem focado muito isso, colocando
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fotos de pessoas aparentemente “perfeitas’’em outdoors, nas revistas, na TV e


também na internet. E isso vem contribuindo para estabelecer padrões de
beleza tanto para mulheres quanto para os homens, que nem sempre é
alcançado pelo ser humano (FREITAS, LIMA, COSTA, FILHO, 2010).
O corpo tem se tornado atração nos meios sociais, e algumas pessoas
acabam vendo ele como um objeto. O corpo bem cuidado pode garantir uma
boa aceitação, e aqueles que não alcançam o padrão de beleza estabelecido
acabam sendo desprezados e com menos oportunidades (KNOPP, 2008).
Mercado da Estética
Atualmente tem sido valido em nome da beleza, as pessoas recorrerem
a todo tipo de tratamento em busca do corpo perfeito. Esquecendo-se muitas
vezes dos valores reais, acreditando que beleza seja virtude assim como a
bondade. As consequências vão desde doenças psicológicas, até a própria
morte. Não se pode confundir a autoimagem com o sucesso ou recompensa
por ser belo. A saúde e a qualidade de vida não podem ser deixadas de lado,
quando estamos em busca do “corpo perfeito” (SHIMIDTT, A.; OLIVEIRA, C).
O Brasil é o vice-campeão em cirurgias plásticas no mundo, perde
apenas para os Estados Unidos, é possível perceber que existe uma grande
busca pela aparência perfeita. Segundo dados da Sociedade Brasileira de
Cirurgia Plástica, em 2004 foram realizadas 617 mil cirurgias, 60% delas para
fins estéticos. As mulheres receberam 70% das intervenções. Os adolescentes
correspondem os 15% da clientela, o que demonstra o sofrimento precoce
diante da pressão pelo padrão de beleza estabelecido pela sociedade (DINIZ,
2006).
É preciso respeitar as imperfeições e limitações de cada um, pois a não
aceitação disso, pode levar um individuo a se sentir inferior a ponto de se
mutilar ou até se suicidar para acabar com o sentimento de rejeição. Com o
passar dos anos o corpo se modifica, aparecem as rugas e o que sobra é a
beleza interior, aquilo que cada um é realmente. Não existe só a parte física,
existe um mundo dentro de cada um, onde se encontra caráter e
personalidade. Todos nos vamos envelhecer e o que permanecera é a
essência que existe em cada um (VEIGA,2006).
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METODOLOGIA
Será realizada uma pesquisa com 150pessoas adultas (entre 20 e 50
anos) para saber como cada um se vê e que serviços consomem ou deseja
consumir na área da estética. Será perguntado também a respeito da renda e
do gasto mensal em produtos e serviços de beleza.
Essa pesquisa será feita na faculdade, e nas ruas. Será entregue uma
folha com varias questões, e no final entregaremos um folder de
conscientização, explicando que o padrão de beleza exercido pela sociedade
não pode influenciar a forma de viver, e que cada um deve procurar aquilo
querealmente é necessário para viver de forma saudável e que lhe traga bem
estar.

Questionário.

1)Você se vê como uma pessoa bonita?


( )sim ( )não

2) Qual sua característica física que menos te agrada?

( )cabelo ( )peso ( )pele ( )formato de corpo ( )rosto ( )nenhum

3) Você acredita estar encaixado (a) nos padrões de beleza atuais?

( )sim ( )não

4) Realiza algum procedimento estético? Quais?

5) Qual seu gasto mensal em procedimentos e produtos estéticos?

( )R$50,00 á R$100,00
( )R$100,00 á R$300,00
( )mais de R$300,00
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6) Você se submeteria a alguma cirurgia estética? Qual (is)?

7)Qual sua renda mensal?

( ) R$ 15.000,00 ou mais
( ) De R$ 7.000,00 à R$ 15.000,00
( ) De R$ 3.000,00 à R$ 7.000,00
( ) R$ 3.000,00 ou menos

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Existem varias definições de belo, mas segundo o que diz o dicionário


Aurélio, o belo é o que tem formas perfeitas e proporções harmônicas. É
agradável, elevado e sublime (SUENAGA; LISBOA, 2012). Já a autoimagem é
o poder de perceber suas potencialidades, sentimentos e ideias, é conhecer-se
enquanto indivíduo. Então quando uma pessoa é segura para se identificar
bela, reconhecendo suas qualidades, podemos dizer que ela tem uma
autoimagem positiva (MOSQUERA; STOBAÜS, 2006).
Por tanto os resultados da pesquisa foram de que 90% dos
entrevistados estão com a autoimagem positiva, sentindo-se pessoas belas.
Gráfico 1-Você se vê como uma pessoa bonita?

sim não
10%

90%

Fonte: Dados da pesquisa


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Mas no segundo gráfico 100% dos entrevistados se mostram incomodados


com alguma característica física. Contrariando os dados do primeiro gráfico.
Gráfico 2-Qual sua característica física que menos te agrada?

cabelo pele rosto peso/forma do corpo

21%

51% 18%

10%

Fonte: Dados da pesquisa

Na sociedade contemporânea o corpo vem sendo cultuado,


transformando-se assim num objeto de consumo, a indústria da moda,
cosméticos, academias de ginástica e clinicas de estética, se integram com os
meios de comunicação para impor ao consumidor imagens padronizadas de
ideais de beleza (SUENAGA; LISBOA, 2012).
No gráfico dois nota-se que o corpo é a maior causa de desagrado com
a aparência, confirmando que as pessoas sentem essa preocupação em estar
de acordo com os padrões impostos pela sociedade. No gráfico três temos
umequilíbrio das respostas, pois 51% acredita estar encaixado nesses padrões
e 49% acha que não esta dentro do que esta sendo imposto atualmente.
Gráfico 3-Você acredita estar encaixado nos atuais padrões de
beleza?

sim não

49%
51%

Fonte: Dados da pesquisa


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Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha (2009), no Brasil


são realizadas cerca de 629.000 cirurgias plásticas por ano, sendo as mais
comuns: aumento de mama e lipoaspiração. A necessidade de se encaixar nos
padrões de beleza, de eliminar algo que esta fora do que é dito belo, tem
alimentado este mercado, a vontade de sentir-se parte do grupo é tão intensa
que tem levado as pessoas a pagarem valores altos pelas cirurgias estéticas
(FERRAZ; SERRALTA, 2007).
Na pesquisa pode-se notar que as cirurgias mais desejadas pelos
entrevistados são justamente as duas mais procuradas no Brasil a
lipoaspiração e a colocação de prótese de silicone para aumentar a mama.
Gráfico 4-Você se submeteria a alguma cirurgia estética?

NÃO Rinoplastia
Prótese de Silicone Liopoaspiração
Outras

Fonte: Dados da pesquisa

Além das cirurgias plásticas as pessoas também recorrem a


procedimentos estéticos, esse mercado tem apresentado grande crescimento.
Segundo o SEBRAE(2016)a indústria brasileira de cosméticos já é a terceira
maior no ranking mundial, e este crescimento se deve ao acesso das classes
‘’D’’ e ‘’E’’ aos produtos do setor, a classe ‘’C’’ comprando produtos e serviços
de maior valor, participação crescente da mulher no mercado de trabalho,
utilização de tecnologias de ponta que aumentam a produtividade das
indústrias e reduzem os preços.
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Gráfico 5-Realiza algum procedimento estético?

não procedimentos capilares eletroterapias limpeza de pele outros

4%
1%
6%
4%

85%

Fonte: Dados da pesquisa

Gráfico 6- Qual seu gasto mensal em Gráfico 7- Renda mensal produtos e


procedimentos estéticos?

R$15000,00 ou mais
R$50,00 À R$100,00 R$7000,00 à R$15000,00
R$100,00 À R$300,00 R$7000,00 à R$3000,00
Mais de R$300,00 R$3000,00 ou menos
5% 3% 6%

27%
24%

68% 67%

Fonte: Dados da pesquisa Fonte: Dados da pesquisa

A maior parte do publico entrevistado tem renda abaixo de 3000,00 reais


e consome em media 50,00 reais á 100,00 reais mensais em produtos e
serviços estéticos, outros 27% gastam em torno de 300,00 reais mensais.

CONCLUSÃO
A expectativa de uma melhora na autoestima é o que tem levado as
pessoas a buscarem tratamentos estéticos. Quando pensamos na autoestima
como um conjunto de sensações em relação a si mesmo, a intervenção da
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estética pode ate ter um caráter de reparação psicológica, já que o individuo vai
tratar aquilo que lhe incomodava em sua aparência, melhorando sua
autoimagem, fazendo com que sua auto estima fique positiva.
Por outro lado quando o mercado da estética se integra a mídia e aos
meios de comunicação, impõe-se um ideal de beleza, estereotipado e
padronizado, e este é o padrão de beleza que faz com que muitas pessoas
sintam-se pressionadasa atingir as exigências impostas por este mercado,
fazendo-as consumirem cada vez mais produtos e serviços do setor.
O Brasil é o segundo colocado em cirurgias plásticas no mundo, e a
indústria brasileira de cosméticos já é a terceira no ranking mundial.
O profissional da estética tem a responsabilidade de proporcionar uma
elevação da autoestima de cada paciente, mas é de extrema importância que
estejam preparados para alertar os riscos dos excessos.
Na pesquisa percebe-se que a maioria tem uma autoimagem positiva,
sentindo-se bonitos, mas há uma minoria que precisa de elevação da
autoestima. Outro dado constatado na pesquisa é que 51% dos entrevistados
mostram-se incomodados com seu peso ou formato de corpo. Isto confirma
que os padrões de beleza exercem significativamente uma pressão na
população.
Por fim realizamos uma conscientização para termos um impactado
positivo em cada um dos entrevistados (figura 1), fazendo-os perceber que
cada um é dono de uma beleza única.

Figura 1-Folder de conscientização.


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Referências
BORBA, Thamila J.;THIEVES, Fabiana M. Uma reflexão sobre a influência da
estética na auto estima,-automotivação e bem estar do ser humano. Balneário
Camboriú, SC.
CASTRO, A. L. de. Culto ao corpo e sociedade: mídia, estilos de vida e cultura
de consumo. São Paulo: Annablume: Fapesp, 2003.
CAPRISTANO, C, B. Ditadura da beleza. Fortaleza, CE. 2008.
DATAFOLHA. Cirurgia plástica no Brasil.2009
DINIZ, T. Novo conceito de beleza abandona perfeição e prioriza saúde.
Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4102.shtml>.
Acessado em: 19/05/2016.
FREITAS, C, M, S, M; LIMA, R, B, T; COSTA, A, S; FILHO, A, L. O padrão de
beleza corporal sobre o corpo feminino mediante o IMC.São Paulo.SP.2010
GIACOMONI, Claudia Hofheinz. Bem-estar subjetivo: em busca da qualidade
de vida. Florianópolis, SC.2002.
GUENTHER, Z. C. Educando o ser humano: uma abordagem da psicologia
humanista. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1997.
GUILHARDI, H. JOSÉ. Autoestima, autoconfiança e responsabilidade. Santo
André, SP, 2002.
KNOPP, Glauco. A influência da mídia e da indústria da beleza na cultura de
corpolatria e na moral da aparência na sociedade contemporânea. Salvador,
BA. 2008
MOSQUERA,J.; STOBAÜS,C;. Auto-imagem, auto-estima e auto-realização:
qualidade de vida na universidade. Porto Alegre, RS.2006
MOSQUERA,J.; STOBAÜS,C. Auto-imagem, auto-estima e auto-realização na
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POLI NETO, P.; CAPONI, S.N.C. A medicalização da beleza. Florianópolis,
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RUSSO, Renata. Imagem corporal: construção através da cultura do
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SEBRAE. Vale a pena montar um salão de beleza?. Disponível em:
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salao-de-beleza,efb8d62b2b886410VgnVCM1000003b74010aRCRD>. Acesso
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Percepção da imagem corporal e representações sociais do corpo. Brasília,
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SILVA, A. ISIDRO, MARINHO, G. ISIDRO. Autoestima e relações afetivas.
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SHIMIDTT, A.; OLIVEIRA, C, O mercado da beleza e suas consequências.
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STREHLAU, V, L. A vaidade impulsiona o consumo de cosméticos e de
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SCHULTHEISZ, S. V. Thais; APRILE, R. Maria . Autoestima, conceitos
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SUENAGA,C.;LISBOA,D. Conceito, beleza e contemporaneidade: fragmentos
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VEIGA, A, P. A institucionalização da beleza no universo feminino. Rio de
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