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11/25/2014

Redes Metropolitanas e de Longa Distância


Referências bibliográficas:
- Andrew S. Tanenbaum, David Wetherall. Redes de Computadores, Ed. Pearson,
5ª Edição, 2011.
- James Edwards, Richard Bramante. Networking Self-Teaching Guide: OSI,
Redes Metropolitanas e de Longa Distância TCP/IP, LANs, MANs, WANs, Implementation, Management, and Maintenance,
Wiley Publishing, 2009.
- Hossein Bidgoli - Handbook of Computer Networks: LANs, MANs, WANs, The
Internet, and Global, Cellular, and Wireless Networks – Vol. 2, John Wiley &
Sons, Inc, 2008
- Natalia Olifer, Victor Olifer. Computer Networks – Principles, Technologies and
Protocols for Network Design, Wiley Publishing, 2006.
- Artigos e white papers.

LAN, MAN, WAN MANs


LAN é uma rede particular que abrange uma
área geográfica limitada referente a uma • O termo rede de área metropolitana
residência ou um prédio e é usada para carece de uma definição mais precisa
interligar computadores pessoais e outros uma vez que abrange redes de
dispositivos eletrônicos. diferentes cenários Edwards,
Ex.: Ethernet, Wi-Fi. Bramante

MANs e WANs são redes que interligam LANs • Comum nas diversas definições: as
em áreas geográficas mais amplas. MANs redes cobrem áreas maiores que a
abrangem áreas equivalentes a cidades e área de uma rede local (LAN)
WANs podem ser globais.
Ex.: TV por assinatura a cabo, Wi-Max • Desenvolvimento de dispositivos
(MAN) e redes celulares (WAN). para redes de fibra ótica facilitou o
As tecnologias utilizadas por cada tipo de rede estão relacionadas com a área de crescimento de MANs públicas e
cobertura da rede, o que leva à existência de padrões para cada uma que privadas porque permitiu o aumento
Bidgoli
viabilizem a interconexão das redes. do alcance das redes

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MANs - topologias MANs - Interconexão de LANs


Edwards,
Bramante
• Tecnologia Fiber Distributed Data Interface (FDDI),
embora seja tecnologia de LANs, pode ser
usada para interconectar partes de uma
MAN, assim como interconectar LANs
geograficamente distantes
• Distância máxima do anel: 100 km
• Taxa de comunicação: até 100 Mbps
• Número máximo de estações por anel: 500
• Requer um repetidor a cada 2 km

Bidgoli

Olifer TB
FDDI MANs
• Redes de TV por cabo disponíveis em muitas cidades que possibilitam
acesso à Internet

Pilha de protocolos

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Bidgoli Teleco
MANs – Tecnologias T1/E1 e SONET/SDH
• Diversas tecnologias de comunicação tem sido usadas para
implementar MANs: SONET/SDH, ATM, DWDM, WiMAX.

• SONET (Synchronous Optical Network) / SDH (Synchronous Digital


Hierarchy)
o Utilizadas para multiplexação TDM com altas taxas de bits, tendo a fibra
óptica como meio físico preferencial de transmissão. o Padrões SONET e SDH especificam o método de multiplexação de fluxos de
o Possui ainda interfaces elétricas que permitem o uso de outros meios dados T1/E1 dentro de quadros STS-1/STM-1
físicos de transmissão, tais como enlaces de rádios digitais e sistemas o Originalmente projetados para transportar tráfego de circuitos comutados,
ópticos de visada direta, que utilizam feixes de luz infravermelha. não foi aprimorado para tráfego de dados
o Foram as primeiras tecnologias usadas para MANs e foram desenvolvidas
originalmente como tecnologia de transporte óptico para fornecer circuitos
de capacidade mais alta que os circuitos digitais T1/E1.
o Fornece uma esquema de multiplexação para combinar fluxos de dados em
sinais com taxas múltiplas de 51,85/155,52 Mbps

Teleco Teleco
SONET SDH

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GTA - UFRJ GTA


MANs – Tecnologias MANs – Tecnologias
• DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) • DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing)
o Wavelength Division Multiplexing (WDM) é a tecnologia que usa múltiplos
lasers para transmitir muitos comprimentos de onda de luz
simultaneamente, multiplexando os sinais em uma única fibra ótica.

o Cada sinal transporta informações independentemente em diferentes


comprimentos de onda, que são combinados e transportado através da
mesma fibra, utilizando a largura de banda da fibra de uma maneira mais o Cada sinal pode ser referente diferentes fontes de dados (texto, voz, vídeo,
completa. etc.) e viaja dentro da seu próprio comprimento de onda, mas todos os
sinais chegam ao mesmo tempo.

o A diferença entre WDM e DWDM é fundamentalmente que o DWDM faz o


espaçamento dos comprimentos de onda mais próximo que o WDM faz, e
portanto tem uma maior capacidade total.

GTA Bidgoli
MANs – Tecnologias MANs – Tecnologias
• DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) • ATM (Asynchronous Transfer Mode)
o Como SONET e SDH foram projetados para transportar tráfego
o Enquanto em sistemas WDM clássicos a capacidade de transmissão em comutado por circuitos, não é otimizado para transportar tráfego de
geral apenas dobra, em sistemas DWDM ela é aumentada por um fator de dados
4, 16, 32 ,64, 128 dependendo da configuração. o ITU-T especificou que o ATM deveria ser usado para transportar
pacotes de dados
o Sistemas DWDM podem suportar mais de 150 lambdas, cada um o ATM fornece um mecanismo para particionar dados dos pacotes em
carregando 10 Gbps, o que significa mais de 1 Terabit/s na transmissão de
células de 53 bytes contendo um cabeçalho de 5 bytes e payload de
dados sobre uma linha ótica.
48 bytes
o Segmentação e encapsulamento dos dados em células ATM são
o Sistemas DWDM aumentam a complexidade das redes e introduzem novos
desafios para testes e equipamentos de medida.
especificados na camada AAL, a camada de adaptação ATM (ATM
adaption layer – AAL)

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Bidgoli MEF
MANs – Tecnologias MANs – Tecnologias
• WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access) • Metro Ethernet
o Fórum quem promove o desenvolvimento do IEEE 802.16, padrão de o Tecnologia que vem sendo fornecida por provedores de serviços de
rede metropolitana sem fio de alta velocidade que prevê uso de telecomunicações para implementar MANs de alta velocidade
faixas licenciadas e não-licenciadas do espectro de radio-frequências
o A facilidade de uso vem do fato de permitir que equipamentos de rede e
o 10-66 GHz e 2-11 GHz hosts se conectem à rede usando suas
o Equipamentos certificados para operação em 3,5 GHz interfaces Ethernet largamente disponíveis
(10 Mbps, 100 Mbps, 1 Gbps ou 10 Gbps)
o Suporta topologias ponto-a-ponto, ponto-multiponto e mesh

o Uma das versões prevê mobilidade para dispositivos e é uma das Permite que assinantes aumentem sua
WAN? o
tecnologias competidoras na quarta geração de celulares (4G) largura de banda disponível em incrementos
o Instituto europeu (European Telecommunications Standards de 1 Mbps
Institute - ETSI) tem padrões análogos HIPERMAN e HIPERACCESS
o Equipamento do cliente (Customer
que vêm sendo compatibilizados com padrão do IEEE Equipment – CE) é conectado à rede
o www.wimaxforum.org na User Network Interface (UNI)

MEF MEF
MANs – Metro Ethernet MANs – Metro Ethernet
o Serviços podem ser suportados através de uma grande variedade de tecnologias • Metro Ethernet
de transporte (SONET, DWDM, ...), mas para o usuário a conexão é Ethernet
o Tipos de serviços: Separate UNI
Hosted
Ports CE Application
Linha Privada Ethernet CE
UNIs
or Branch
Direct Fiber Ethernet
Ethernet Office
Ethernet Carrier Ethernet Network
Ethernet over ISP
Packet Wireless G.8032
Ethernet Ring COAX CE POP
MSO/ Cable Internet

Point-to-Point CE
Direct Fiber UNI
Bonded Copper
IEEE 802.3z, ae,
G.8031, etc. Carrier 1
Ethernet
Ethernet
SONET/ SDH
UNI
TDM

PON Fiber
WDM LAN Privada Ethernet UNI
Ethernet
Carrier 2 Fiber CE

DS3/E3 CE
Bonded T1/E1
CE
Ethernet UNI
Ethernet
Ethernet
Multipoint-to-Multipoint
UNI ENNI Ethernet Ethernet

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MEF
MANs – Metro Ethernet Redes de Longa Distância
Referências bibliográficas:
o O sucesso dos serviços Metro Ethernet levou a considerar fornecer serviços
a nível global de interconexão de provedores de serviços de comunicações: - Natalia Olifer, Victor Olifer. Computer Networks – Principles, Technologies and
Carrier Ethernet WAN? Protocols for Network Design, Wiley Publishing, 2006.
- Gabriel Torres. Redes de Computadores, 2ª edição, Novaterra, 2014.
o Certificação de produtos é fornecida pelo Metro Ethernet Forum - Lindeberg Barros de Sousa. Projetos e Implementação de Redes, 3ª edição,
Érica, 2013.
o www.metroethernetforum.org - James Edwards, Richard Bramante. Networking Self-Teaching Guide: OSI,
TCP/IP, LANs, MANs, WANs, Implementation, Management, and Maintenance,
Wiley Publishing, 2009.
- Hossein Bidgoli - Handbook of Computer Networks: LANs, MANs, WANs, The
Internet, and Global, Cellular, and Wireless Networks – Vol. 2, John Wiley &
Sons, Inc, 2008.

www.rnp.br
WANs WANs
• Infraestrutura que interliga os pontos de uma rede de longa distância:
• Abrangem área geográfica de país, continente
backbone
• Semelhantes a grandes LANs onde, porém, hosts têm um proprietário e
• Primeiro backbone do Brasil: rede RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa)
sub-redes têm outro (provedores de serviços de rede, empresas de
telecomunicações) • A RNP provê um serviço de rede de alto desempenho para suporte a
atividades em educação e pesquisa.
• Roteadores podem interligar
• Está presente em todas as unidades da federação através de 27 Pontos de
redes de tecnologias diferentes:
Presença, que formam a espinha dorsal da rede acadêmica nacional, a rede
redes locais Ethernet e linhas
Ipê.
de transmissão de longa
• Trata-se de uma infraestrutura de rede óptica à qual mais de 900 locais nas
distância SONET (fibra ótica)
capitais e no interior estão conectados e por onde trocam grande volume de
• Tecnologias sem fio: redes de dados e informações em âmbito global.
comunicação via satélite e
• As organizações que compõem a RNP são as principais instituições de
redes de telefonia celular educação superior e produção de conhecimento e inovação do Brasil,
abrangendo principalmente universidades, institutos e unidades de pesquisa
federais e estaduais, hospitais de ensino e museus.

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www.rnp.br www.rnp.br
RNP – rede Ipê Acesso à RNP em MG
• Inaugurada em 2005, a rede Ipê
foi a primeira rede óptica
nacional acadêmica a entrar em
operação na América Latina.
• Seu backbone foi projetado para
garantir a velocidade necessária
para:
- tráfego de internet de
aplicações básicas (navegação
web, correio eletrônico e
transferência de arquivos)
- tráfego de serviços, aplicações
avançadas e projetos científicos
- experimentação de novas
tecnologias, serviços e
aplicações.

WANs

• Redes de longa distância podem ser baseadas em circuitos


virtuais ou baseadas em IP

o Redes baseadas em circuitos virtuais: redes de comutação de Redes de longa distância baseadas
pacotes X.25, Frame-Relay e ATM
em circuitos virtuais
o Redes baseadas em IP: redes de comutação de pacotes cujas
diferenças entre elas estão nas tecnologias abaixo da camada
de rede (IP)

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X.25 X.25

• Foi desenvolvido no início da era das redes de computadores pelo • A taxa de comunicação típica é de 64 kbps (adequada para a
CCITT (atual ITU-T), praticamente simultaneamente com o projeto transmissão de baixo tráfego gerado por terminais das redes nas
ARPANET que originou a Internet décadas de 70 e 80)

• Usa circuitos virtuais e é orientado a conexão, garantindo • Foi usado na conexão de redes ou computadores individuais através de
transmissão confiável de dados o que foi de fundamental linhas telefônicas analógicas dedicadas (LP – Linha Privada) e também
importância no contexto dos anos 70 e 80 em que muitos enlaces de na conexão de caixas eletrônicos às redes dos bancos
comunicação eram enlaces analógicos que não podiam garantir
automaticamente a transmissão confiável de dados digitais
• Apesar de ser uma tecnologia considerada obsoleta, seu estudo é
interessante para comparação com arquiteturas mais modernas como o
• Num canal analógico sujeito a alto índice de ruído a confirmação de Frame-Relay e o ATM
dados recebidos gerou a capacidade de recuperar pacotes de dados
com erros ou perdidos e tornou a tecnologia extremamente popular

X.25 X.25
Pilha de protocolos de 3 camadas
• Trabalha com 2 conceitos de equipamentos: DTE (Data Terminal
Equipment) e DCE (Data Circuit Terminating Equipment)

• DTE: normalmente um
computador individual

• DCE: modem, roteador ou switch

• A conexão dos computadores aos modems é feita com através de um


cabo X.21

• A conexão do DCE à rede da operadora é feita através de uma linha


telefônica privada dedicada (LP)

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X.25 X.25
• Protocolos orientados a conexão na camada de enlace e na camada Nível de Pacotes
de pacote para controle dos fluxos de dados e correção de erros • Estabelecimento (e encerramento) de chamada entre DTE origem
e DTE destino através de circuitos virtuais
• Redundância nas funções dos protocolos para garantir transmissão
confiável de dados em enlaces não confiáveis • Roteamento dos pacotes na rede

• Transmissão dos dados com controle de fluxo


• Protocolos da camada de pacote X.25 suportam apenas operação junto • Protocolo X.25
com os protocolos X.25 da camada de enlace
• Payload com 64 a 4096 bytes (128 bytes é o tamanho mais

• Um ponto fraco de redes X.25 é o atraso causado pelo funcionamento comum)


deste protocolo uma vez que cada DCE armazena os dados recebidos
(requer buffers grandes nos DCEs) para depois enviá-los para o destino
(store-and-forward) ao invés de simplesmente comutar a origem com o
destino

X.25 X.25

Nível de Enlace (Link) Nível Físico


• Encapsula pacotes em quadros • Interface síncrona X.21

• Garante entrega de quadros entre dispositivos adjacentes

• Confirmação de recebimento (pode ser transmitida junto com • DTE utiliza pinos T e C para
quadro de dados) transmitir dados para o DCE
• Detecção de erros através de checksum

• Retransmissões de quadros em caso de erros • DCE utiliza pinos R e I para


• Controle de fluxo: janelas de 8 ou 128 pacotes transmitir dados para o DTE
• Protocolo LAP-B (Link Access Procedure – Balanced)
• Pinos contendo sinal de clock
para temporização de bits e
quadros

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Frame-Relay Frame-Relay

• Com o surgimento de enlaces digitais de alta velocidade e confiáveis • Operação em enlaces de comunicação mais confiáveis permitiu
nos anos 80 diversas funções fornecidas pelo X.25 para proporcionar simplificação das funções dos protocolos
transferência confiável de dados tornaram-se redundantes
• Eliminou funções desnecessárias relacionadas com transmissão
• Frame-Relay foi desenvolvido para operar neste novo cenário e é confiável de dados que foram delegadas para os protocolos as camadas
tecnologia mais apropriada para a transmissão de tráfego em rajadas, superiores (TCP, por exemplo)
típico de redes de computadores
• Simplificação dos protocolos das camadas inferiores e diminuição da
• FR desempenha o mesmo papel em WANs que a Ethernet desempenha redundância das suas funções possibilitaram garantir uma largura de
nas LANs: implementa um conjunto mínimo de funções necessárias banda maior e menores atrasos de pacotes (taxas até 2 Mbps)
para entrega confiável dos pacotes ao destinatário
• Atua nas camadas 1 e 2 dos modelos OSI e TCP/IP

Frame-Relay Frame-Relay – pilha de protocolos


Control Data Control
Data
• Uma das vantagens em relação ao X.25 é que, depois do (signaling) (signaling)

estabelecimento do circuito virtual, os pacotes são transmitidos usando


Higher-layer
apenas os protocolos da camada de enlace → redução do overhead nos Q.933
protocols
Q.933
pacotes de dados das LANs que são transmitidos (IP, IPX, SNA)
LAP-F control
Q.922
LAP-D LAP-D
• Frequentemente classificado como tecnologia de camada de enlace de Q.921 LAP-F core LAP-F core Q.921
Q.922 Q.922
dados onde o foco é na transmissão dos dados
Physical layer Physical layer

Terminal Network
• Circuitos virtuais do frame-Relay podem ser usados para transmitir
dados de diferentes protocolos Ex.: IP sobre Frame-Relay
Protocolos do plano de controle executam operações relacionadas com
estabelecimento das conexões virtuais
• Fornece mecanismos de garantia de QoS tais como reserva de largura Protocolos do plano de dados transmitem os quadros usando os circuitos virtuais
de banda média e de máximo tamanho de rajada estabelecidos

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Frame-Relay – pilha de protocolos Frame-Relay – circuitos virtuais


Control Data Control
Data
(signaling) (signaling) A tecnologia Frame Relay é baseada no uso de circuito virtual que consiste
em circuito de dados virtual bidirecional configurado entre 2 portas
Higher-layer
Q.933
protocols
Q.933 quaisquer da rede e funcionando como um circuito dedicado.
(IP, IPX, SNA)
LAP-F control
Q.922
LAP-D LAP-D Existem 2 tipos de circuitos virtuais, conforme descrito a seguir:
Q.921 LAP-F core LAP-F core Q.921
Q.922 Q.922 • Permanent Virtual Circuit (PVC): configurado pelo operador na rede
através do sistema de Gerência de Rede, como sendo uma conexão
Physical layer Physical layer
permanente entre 2 pontos
Terminal Network

LAP-F (Link Access Procedure for Frame Relay) – delimitação de quadros, • Switched Virtual Circuit (SVC): disponibilizado na rede de forma
multiplexação e demultiplexação de circuitos virtuais, verificação de tamanhos automática, sem intervenção do operador, como um circuito virtual sob
mínimo e máximo de quadros, ... demanda
LAP-D (Link Access Procedure for D-Channel) – usado para sinalização com
transmissão confiável

Frame-Relay – DLCI Frame-Relay – DLCI


DLCI (Data Link Connection Identifier) DLCI (Data Link Connection Identifier)
• Número de identificação de uma conexão • Número de identificação de uma conexão

• Cada conexão em cada roteador possui um DLCI • Cada conexão em cada roteador possui um DLCI

• DLCI está presente no cabeçalho do quadro em 10 bits identificando o • DLCI está presente no cabeçalho do quadro em 10 bits identificando o
PVC ligado à interface serial que leva o quadro ao destino PVC ligado à interface serial que leva o quadro ao destino

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Redes de Longa Distância ATM


Referências bibliográficas:
• Tecnologia mais recente que X.25 e Frame-Relay
- Natalia Olifer, Victor Olifer. Computer Networks – Principles, Technologies and
Protocols for Network Design, Wiley Publishing, 2006. • Fornece um conjunto versátil e integrado de serviços de transporte e foi
- Gabriel Torres. Redes de Computadores, 2ª edição, Novaterra, 2014. desenvolvido para transportar todo tipo de tráfego: dados, voz, vídeo, ...
- Lindeberg Barros de Sousa. Projetos e Implementação de Redes, 3ª edição,
Érica, 2013. • Os quadros (células) têm tamanho reduzido possibilitando minimizar os
- James Edwards, Richard Bramante. Networking Self-Teaching Guide: OSI, atrasos em tráfego de tempo real
TCP/IP, LANs, MANs, WANs, Implementation, Management, and Maintenance,
Wiley Publishing, 2009. • Possibilita agregar circuitos virtuais separados para aumentar a
- Hossein Bidgoli - Handbook of Computer Networks: LANs, MANs, WANs, The capacidade
Internet, and Global, Cellular, and Wireless Networks – Vol. 2, John Wiley &
• Alta qualidade das redes ATM, porém, torna a tecnologia sofisticada e
Sons, Inc, 2008.
cara
- Carlos Roberto dos Santos - Redes Frame Relay e ATM, Inatel (notas de aula).

ATM ATM

Em contraste com o frame-relay que inicialmente tinha como objetivo


somente transmitir o tráfego elástico de computadores, o ATM foi • Utilizado nos backbones das maiores operadoras de telecomunicações
desenvolvido para fornecer:
- sistema de transporte único para transmissão simultânea de tráfego • Uma de suas vantagens acabou impedindo que se tornasse a tecnologia
de dados, voz e vídeo com garantia de QoS para cada tipo de tráfego predominante: o fato de poder ser usado diretamente pelos protocolos
da camada de aplicação, sem necessitar de IP/TCP/UDP, requeria que
- taxas de transmissão variando de dezenas de Mbps a muitos Gbps toda a rede fosse tecnologicamente homogênea (ATM) o que contradiz
com garantia de largura de banda para aplicações críticas a abordagem de interconexão de redes de tecnologias diferentes

- possibilidade de usar a infraestrutura existente de enlaces físicos e


• Como o IP tornou-se o protocolo dominante de camada de rede para
protocolos (PDH, SDH, LAN de alta velocidade)
interconexão de redes, o ATM tornou-se apenas uma das tecnologias
- interação com protocolos existentes de LAN e WAN (IP, SNA, Ethernet, utilizadas pelas operadoras
ISDN)

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ATM ATM

• Quadros ATM são denominados células e são de tamanho fixo igual a 53 • Apenas escolha de células de dados de comprimento pequeno e fixo
bytes (cabeçalho com 5 bytes e payload com 48 bytes) não resolve o problema de combinar diferentes tipos de tráfego numa
mesma rede
• Pacotes menores de bytes são mais apropriados para a transmissão de
tráfego sensível a atrasos, entretanto, geram uma grande carga nos • Para garantir tipos diferentes de tráfegos (identificados por classes de
switches ATM quando as taxas de comunicação são altas (para tráfego) o ATM implementa o fornecimento de largura de banda e QoS
comparar, quadros Ethernet têm 1500 bytes) sob demanda, característica presente no Frame-Relay

• Uma célula ATM transporta geralmente 48 amostras de voz coletadas • Não há confirmação de recebimento de pacotes (meio físico geralmente
com um intervalo de 125 µs, o que significa que a primeira amostra é enlace óptico) , confiabilidade na transmissão precisa ser garantida
deve esperar aproximadamente 6 ms antes que a célula seja enviada pelas camadas superiores
para a rede → tempo próximo ao limite depois do qual a qualidade de
transmissão da voz se degrada

ATM – classes de tráfego ATM – categorias de serviços


Categorias de serviços prestados pela camada ATM:
Para cada classe de tráfego um conjunto de parâmetros precisa ser
especificado - CBR (Constant Bit Rate) – serviços para tráfego CBR (aplicações
síncronas, voz)
- Peak cell rate (PCR) – taxa de pico de transmissão de dados células por - rtVBR (real-time Variable Bit Rate) – serviço para tráfego VBR que
- Sustained cell rate (SCR) – taxa média de transmissão de dados segundo requer taxa média de dados constante e sincronização entre
- Minimum cell rate (MCR) – taxa mínima de transmissão de dados transmissor e receptor
- Maximum burst size (MBS) – tamanho máximo da rajada de dados # de células
- nrtVBR (non real-time Variable Bit Rate) – serviço para tráfego VBR
que requer taxa média de dados constante, mas não requer
- Cell loss ratio (CLR) – proporção de células perdidas sincronização entre transmissor e receptor
- ABR (Available Bit Rate) – serviço para tráfego VBR que requer taxa
- Cell transfer delay (CTD) – atraso de transmissão da célula segundos mínima de dados constante, mas não requer sincronização entre
- Cell delay variation (CDV) – variação do atraso
transmissor e receptor (garante transporte confiável para tráfego em
rajadas)
Valores individuais de parâmetros podem ser especificados para cada
direção de transmissão de dados - UBR (Unspecified Bit Rate) – serviço de melhor esforço

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ATM – pilha de protocolos ATM – pilha de protocolos


Plano do Usuário: Transporta informação do usuário Célula Célula
Plano de Controle: Sinalização, operação e manutenção Usuário Usuário

Camadas
AAL AAL
Plano de
Controle ATM ATM ATM ATM
Plano do
Usuário PHY PHY PHY PHY
Camadas Camadas
Camadas Superiores Superiores Superiores REDE ATM
Camada AAL Camada de Camada de
Adaptação Adaptação

Camada ATM Camada ATM

Camada Física Camada Física


REDE ATM

ATM – pilha de protocolos ATM – modelo de referência


• Não há correspondência direta entre camadas da pilha de protocolos Camada de Adaptação ATM (AAL – ATM Adaption Layer)
ATM e os modelos OSI ou TCP/IP, mas a pilha de protocolos ATM
• É a camada intermediária entre os protocolos de nível mais alto a serem
corresponde às camadas mais baixas daqueles modelos
utilizados e a camada de transporte de células e está presente apenas nos nós
finais.
Higher-layer

FTP, HTTP FTP, HTTP


protocols

TCP, UDP TCP, UDP


• É subdividida em duas subcamadas:
IP, Ethernet IP, Ethernet
- subcamada de convergência (CS – Convergence Sublayer): responsável por
AAL1/5 AAL1/5 sincronização entre o transmissor e o receptor, controle e recuperação de
ATM protocols

ATM ATM ATM ATM erros de bits (esta camada varia conforme o nível de QoS contratado)
Physical Physical Physical Physical - subcamada de segmentação e remontagem (SAR – Segmentation And
End node Switch Switch End node Reassembling): responsável por encapsular os dados recebidos dos protocolos
de nível mais alto em um pacote específico e dividir os pacotes em blocos de
48 bytes a serem transferidos para a camada inferior (independe do nível de
QoS contratado e função inversa é realizada no receptor)

• Protocolos: AAL1, AAL2, AAL3/4, AAL5 (depende da classe de tráfego).

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ATM – modelo de referência ATM – modelo de referência


Camada ATM Camada ATM

• Esta camada encapsula os blocos de 48 bytes recebidos da camada AAL e • Comutação das células conforme o endereço de destino.
encapsula em células ATM de 53 bytes.
• Funções relacionadas com a observação do tráfego contratado, marcação e
• Existem 2 tipos de células ATM: descarte de células que violam o contrato em caso de congestionamento na
- UNI (User to Network Interface): usada para transporte de dados entre um rede, controle de fluxo de células de acordo com o contrato para melhorar
computador e um switch ATM; desempenho da rede.
- NNI (Network to Network Interface): usada para transporte de dados entre 2
switches ATM. • Protocolo: ATM.

• Cabeçalho de 40 bits inclui campos de endereçamento (24), identificação de


tipo de dado transportado (3), controle de fluxo (4), identificação de prioridade
de descarte (2) e checksum do cabeçalho (8).

ATM – modelo de referência ATM - endereçamento


Camada Física • Cada circuito virtual é identificado por um número de 24 bits
- 8 bits: identificador de caminho virtual (VPI – Virtual Path Identifier) e
• O ATM não define padrão de camada física permitindo usar padrões existentes - 16 bits: identificador de canal virtual (VCI – Virtual Channel Identifier)
tais como PDH, SDH, SONET.

• É subdividida em duas subcamadas:


- subcamada TC (Transmission Convergence): mapeia as células ATM no
GFC VPI
formato dos quadros da rede de transmissão (SDH, SONET, PDH, etc) VPI VCI
- subcamada PM (Physical Medium) : temporização os bits do frame de acordo VCI
VC VCI PTI CLP
com o relógio de transmissão, conversão eletro-ótica e transmissão pelo meio VP
HEC
VC
físico Meio Físico Payload

VP VC

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WANs baseadas em IP
• Crescimento significativo do uso da Internet fez com que praticamente toda
rede de longa distância fosse capaz de transmitir tráfego IP

• Quase todas WANs contemporâneas são redes IP, a diferença entre elas
geralmente está nas tecnologias utilizadas abaixo da camada IP (camada de
Redes de longa distância baseadas em IP rede) o que vai depender do porte da rede

WANs baseadas em IP WANs puramente IP


• Em redes mais simples não há rede de transporte, abaixo da camada IP poderia • Não existem outras redes de comutação de pacotes abaixo da camada IP
ser usada uma rede ATM ou Frame-Relay (como ATM ou Frame-Relay)
• Os switches deste rede são conectados diretamente usando cabos ou enlaces • Roteadores IP são interconectados diretamente através de linhas privadas
sem fio (físicas ou conexões PDH/SDH/DWDM)

• Tráfego sensível a atraso pode ser transmitido nestas redes se a rede opera
com pouca carga ou se a camada IP fornece QoS usando mecanismos IntServ
ou DiffServ

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WANs puramente IP Redes de Longa Distância


• Para que roteadores IP usem enlaces digitais em redes deste tipo é necessário
Referências bibliográficas:
que protocolos específicos de camada de enlace de dados estejam
funcionando nestes enlaces - Natalia Olifer, Victor Olifer. Computer Networks – Principles, Technologies and
Protocols for Network Design, Wiley Publishing, 2006.
• Diversos protocolos de camada de enlace de dados foram desenvolvidos para - Gabriel Torres. Redes de Computadores, 2ª edição, Novaterra, 2014.
conexões WAN ponto-a-ponto incluindo funções tais como: - Lindeberg Barros de Sousa. Projetos e Implementação de Redes, 3ª edição,
- gerenciamento do fluxo de dados Érica, 2013.
- autenticação para dispositivos remotos
- James Edwards, Richard Bramante. Networking Self-Teaching Guide: OSI,
- coordenação dos parâmetros para a troca de dados nas camadas física e de
TCP/IP, LANs, MANs, WANs, Implementation, Management, and Maintenance,
enlace de dados (exemplo: tamanho máximo do campo de dados - MTU)
Wiley Publishing, 2009.
• Protocolos ponto-a-ponto mais comuns: - Hossein Bidgoli - Handbook of Computer Networks: LANs, MANs, WANs, The
High-Level Data Link Control (HDLC) Internet, and Global, Cellular, and Wireless Networks – Vol. 2, John Wiley &
Point-to-Point Protocol (PPP) – que é executado em backbones e redes de Sons, Inc, 2008.
acesso - Carlos Roberto dos Santos - Redes Frame Relay e ATM, Inatel (notas de aula).
PPPoE – PPP over Ethernet
PPPoA – PPP over ATM
Obs.: dicas em http://www.abusar.org.br/velox/ppp.html

WANs puramente IP
• Para que roteadores IP usem enlaces digitais em redes de longa distância são
necessários protocolos específicos de camada de enlace

• Diversos protocolos de camada de enlace de dados foram desenvolvidos para


conexões WAN ponto-a-ponto incluindo funções tais como:
- gerenciamento do fluxo de dados
- autenticação para dispositivos remotos
Protocolos de camada de enlace em
- coordenação dos parâmetros para a troca de dados nas camadas física e de WANs ponto a ponto
enlace de dados (exemplo: tamanho máximo do campo de dados - MTU)

• Protocolos ponto-a-ponto mais comuns:


High-Level Data Link Control (HDLC)
Point-to-Point Protocol (PPP) – que é executado em backbones e redes de
acesso
PPPoE – PPP over Ethernet
PPPoA – PPP over ATM
Obs.: dicas em http://www.abusar.org.br/velox/ppp.html

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Protocolos ponto-a-ponto - HDLC Protocolos ponto-a-ponto - HDLC

• É uma família de protocolos que implementam a camada de enlace de • Provê comunicação full-duplex
dados para diferentes redes, entre as quais:
- Redes X.25 – LAP-B • Realiza controle de fluxo ajustando o tamanho da janela de acordo com
- Redes Frame-Relay – LAP-F capacidade do receptor

• É um protocolo complexo com diversos modos diferentes de operação


suportando conexões ponto-a-ponto e ponto-multiponto • Implementa verificação de erros usando CRC-16 e retransmissão de
quadros através de algoritmo GoBack-N

• Usado para transmissão síncrona de pacotes de dados entre nós


• Cisco tem uma versão proprietária do HDLC cujo quadro apresenta um
campo adicional para indicar o tipo de protocolo de camada 3 que o
• Requer clock e sincronismo fornecido pela camada física para transmitir quadro está transportando
e receber os quadros

Protocolos ponto-a-ponto - PPP Protocolos ponto-a-ponto - PPP

• PPP (point-to-point protocol) é um protocolo desenvolvido para permitir • É o padrão para a Internet e também representa uma família de protocolos,
acesso autenticado e transmissão de pacotes de diversos protocolos, entre os quais: Link Control Protocol (LPC), Network Control Protocol (NCP) e
originalmente em conexões de ponto a ponto (como uma conexão Password Authentication Protocol (PAP)
serial). • A interface com o meio físico realizada pelo LCP que configura e testa a
conexão (dispositivos trocam vários parâmetros tais como qualidade da linha,
• Utilizado tanto em conexões síncronas (linhas privadas ou canais tamanho do pacote de dados, modo de autenticação e protocolos de camada
dedicados) quando em conexões assíncronas (linhas discadas) de rede encapsulados), além de realizar a compressão dos dados para otimizar
a transmissão e detectar erros na transmissão
• É utilizado nas conexões discadas à internet: o PPP encapsula os
protocolos TCP/IP • A autenticação da conexão é feita pelos protocolos PAP ou CHAP – Challenge
Handshake Authentication Protocol (no PAP as senhas são enviadas sem
• Suporta vários protocolos de camada de rede criptografia enquanto no CHAP é utilizada uma chave do padrão MD5)

• A interface com a camada de rede feita pelo protocolo NCP para iniciar a
transmissão dos pacotes

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Protocolos ponto-a-ponto - PPP Protocolos ponto-a-ponto - PPP

• PPPoA (point-to-point protocol over AAL5 - ou over ATM) é uma • A Oi adota os dois sistemas PPP que são geralmente utilizados em ADSL
adaptação do PPP para funcionar em redes ATM (ADSL)
• A diferença principal entre o PPPoE e o PPPoA está no fato de que o
• PPPoE (point-to-point protocol over Ethernet) é uma adaptação do PPP PPPoA só pode ser terminado num dispositivo de rede ATM enquanto
para funcionar em redes Ethernet o PPPoE num Ethernet

• Pelo fato da rede Ethernet não ser ponto a ponto, o cabeçalho PPPoE • Nossas placas de rede são Ethernet e a maioria dos modems, no lado do
inclui informações sobre o remetente e destinatário, desperdiçando usuário, só suportam Ethernet, não há como terminar a conexão PPPoA
mais banda (≈2% a mais) que o PPPoA no micro, a conexão deve ser terminada do modem, o IP ficará, então,
no modem e este deverá operar no modo roteado

Obs.: http://www.abusar.org.br/velox/ppp.html

Protocolos ponto-a-ponto - PPP


• Existem, entretanto, alguns modems que permitem que o endereço IP
fique diretamente no micro mesmo com o PPPoA lançando mão, para
isto, de alguns recursos especiais

• No modo PPPoE, a conexão pode ser terminada tanto no modem como IP sobre ATM ou Frame-Relay
no micro, dependendo do suporte a modo roteado PPPoE no modem

Obs.: http://www.abusar.org.br/velox/ppp.html

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IP sobre ATM ou Frame-Relay IP sobre ATM

• Numa rede IP sobre ATM ou Frame-Relay a rede ATM ou Frame-Relay opera


entre a camada de enlace de dados e a camada IP

• Como as taxas de comunicação do Frame-Relay raramente superam 2 Mbps e


níveis de atraso e de variação do atraso (jitter) não são incluídos na lista de
parâmetros de QoS suportados pelo Frame-Relay, o ATM é mais
frequentemente usado como camada intermediária nos backbones

• Numa rede IP sobre ATM a rede ATM é transparente para os roteadores IP


porque eles não precisam conhecer nada sobre as conexões físicas entre as
portas dos switches ATM A tabela mapeando
endereço IP dos vizinhos e
• Depois que os circuitos virtuais são estabelecidos, os roteadores os usam como números de circuitos
se fossem enlaces físicos para enviar dados para a porta do próximo roteador virtuais ATM deve ser
configurada manualmente
nos roteadores

MPLS (Multiprotocol Label Switching)


• Surgiu no final dos anos 90 como uma resposta do mundo IP às demais
tecnologias de redes WAN, especialmente o ATM

• Permite integrar redes IP a redes ATM aproveitando suas características


de QoS
MPLS

• Objetivo: alta velocidade de encaminhamento de datagramas IP usando


rótulos de comprimento fixo (ao invés de endereços IP)
Consulta rápida usando identificador de comprimento fixo ao invés prefixo de
endereço de tamanho variável
Utiliza a abordagem de circuitos virtuais
Datagrama IP mantem endereço IP

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MPLS MPLS

• Comutação Multiprotocolo por Rótulo porque ele poderia ser aplicado • Vantagem do MPLS em relação às redes IP puras: possibilita a utilização
com qualquer protocolo de rede da Camada 3, embora quase todo o de switches no roteamento, principalmente em backbones de redes IP,
interesse seja usar o MPLS com tráfego IP sem ter que lidar com a complexidade do mapeamento do IP no ATM

• Ele é referido por documentos do IETF como sendo uma camada • Pacotes são encaminhados para as interfaces de saída baseados
intermediária entre as camadas 2 e 3, fazendo com que estas se somente nos rótulos (endereços IP não são analisados)
“encaixem” melhor (camada 2,5)
Cabeçalho Cabeçalho Cabeçalho Restante do quadro da
• É um protocolo e arquitetura de rede pública IP compartilhada que PPP ou Ethernet MPLS IP camada de enlace
oferece QoS e a criação de circuitos virtuais IP (VPN) ao longo de um
backbone de rede IP

• O objetivo de uma rede MPLS não é o de se conectar diretamente a Rótulo CoS S TTL
sistemas finais, ela é uma rede de trânsito que transporta pacotes entre 20 3 1 8
pontos de entrada e saída

MPLS MPLS

• Tabela MPLS de repasse é distinta da tabela IP de repasse

• Endereços IP são mapeados com rótulos simples e de comprimento fixo

• O mapeamento é feito apenas uma vez no nó da borda da rede MPLS, a


partir daí o encaminhamento dos pacotes é feito utilizando-se a
informação contida no rótulo inserido no cabeçalho do pacote

• Rótulo é trocado em cada switch, comutação é feita por hardware

• Redes MPLS podem rotear tanto pacotes como células sem alteração na
maneira como os caminhos são calculados

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MPLS – Tabela de repasse MPLS – Roteamento


in out out
label label dest interface • Decisões de roteamento no MPLS podem diferir das decisões usadas no
10 A 0 in out out IP: endereços fonte e destino são usados para rotear fluxos diferentes
label label dest interface
12 D 0 para um mesmo destino
8 A 1 10 6 A 1
12 9 D 0
R6
R6
0 0 D
D
1 1 R4 R3
R4 R3 R5
R5
0 0 A
A
in outR1 out
R2
R2
label label dest interface
in out out Roteamento IP: percurso para destino é determinado
label label dest interface 6 - A 0 somente pelo endereço de destino Roteador IP
8 6 A 0

MPLS – Roteamento MPLS – Formato do quadro

• Decisões de roteamento no MPLS podem diferir das decisões usadas no Cabeçalho Cabeçalho Cabeçalho Restante do quadro da
IP: endereços fonte e destino são usados para rotear fluxos diferentes PPP ou Ethernet MPLS IP camada de enlace
para um mesmo destino
Roteador de entrada R4 pode usar diferentes
rotas MPLS para A baseado no endereço fonte,
por exemplo Rótulo CoS S TTL
R6
D 20 3 1 8
R4 R3 • Rótulo: 20 bits
R5
• Classe de Serviço (CoS) ou Exp: 3 bits (campo ToS do cabeçalho IP)
A
R2 • Indicador da base da pilha (S): 1 bit (permite a criação de uma pilha
hierárquica de rótulos permitindo que haja uma diferenciação entre
Roteamento IP: percurso para destino é determinado tipos de fluxos de dados)
somente pelo endereço destino Roteador IP
Roteamento IP: percurso para destino pode ser baseado Roteador IP e • TTL (Time to Live): 8 bits (importado do cabeçalho IP)
no endereço fonte e no endereço destino MPLS

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MPLS MPLS

• Os pacotes IP são encapsulados com os rótulos pelo primeiro • Finalmente, quando os pacotes com o rótulo MPLS deixam a rede,
dispositivo MPLS quando eles entram na rede, roteador de ingresso ou outro roteador (roteador de egresso) da extremidade (edge) da rede
LER (Label Edge Router) MPLS remove os rótulos devolvendo o pacote IP original.
• O LER analisa o conteúdo do cabeçalho IP e seleciona um rótulo
apropriado com o qual encapsula o pacote
• Em todos os nós subseqüentes
denominados Roteadores
Comutadores de Rótulo
(Label Switched Routers – LSRs)
dentro da rede, o rótulo MPLS é
usado para tomar a decisão de
encaminhamento do pacote

MPLS - Funcionamento MPLS

• O MPLS é uma forma de construir uma VPN sobre uma rede IP (que
pode até ser a INTERNET

• Uma vez que os pacotes recebam os rótulos, somente serão abertos no


seu destino, conferindo às redes MPLS maior segurança que uma rede
IP comum

• O MPLS também permite tratar tipos de tráfego de maneira diferente,


afinal cada aplicação tem sua necessidade específica

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MPLS - Funcionamento

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