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CONCEITO

Condução Econômica é o conjunto de técnicas e procedimentos


que permitem ao condutor de um veículo aproveitar o máximo
do equipamento com o mínimo de consumo de combustível e
causando o mínimo de desgaste no conjunto.
OBJETIVO
• Reduzir o consumo de combustível;
• Reduzir os custos de manutenção e quebras do veículo;
• Aumentar a vida útil econômica dos veículos;
• Melhorar os hábitos de condução e operação de cada veículo;
O QUE É CONDUÇÃO ECONÔMICA.
• Quando falamos em Condução Econômica, estamos envolvendo todos os
aspectos que envolvem o deslocamento com um veículo.
• São vários pontos a serem abordados, desde o abastecimento até a atitude
positiva dos motoristas.
• Diesel, pneus, sistema de freio, manutenção geral, horas de veículo parado,
todos esses itens são importantes na Condução Econômica, mas por
facilidade e rapidez de se contabilizar, o diesel é considerado o principal
vilão nessa cadeia.
PRIMEIRO PASSO DA DIREÇÃO ECONÔMICA
Entendendo que o diesel tem um peso maior com
relação ao consumo geral do veículo, precisamos
entender como é possível diminuir seu o consumo.
As atitudes que serão descritas a seguir, visam
diminuir o consumo do diesel e ,por consequência,
auxiliam na maior vida útil de outros componentes.
CONTA GIROS (RPM)
CONTA GIROS
• Partindo do princípio de que o diesel tem maior peso na condução
econômica, é preciso conhecer o conta giros, que nada mais é que uma
ferramenta eficaz na hora de iniciar a condução econômica.
• O conta giros está divido em 5 faixas diferentes que serão descritas a seguir.
• MARCHA LENTA
• FAIXA DE TORQUE
• FAIXA DE POTÊNCIA
• FAIXA DE ALTO GIRO/ FREIO A MOTOR
• ZONA DE PERIGO
MARCHA LENTA
• A primeira faixa é o de Marcha Lenta, que será visualizada quando
o veículo está parado com o motor em funcionamento.
• Em marcha lenta o motor fica entre 500 a 800 rpm, porém, mesmo
sendo baixo o giro, dependendo do porte do motor, o consumo
pode variar de 2 a 4 litros por hora,
• Se fizermos um calculo rápido, supondo que seu motor consome 3
litros por hora, significaria que a cada 10 minutos em marcha
lenta, o consumo seria de 500 ml de diesel, isso multiplicado a 10
horas trabalhados por dia, seu consumo diário em marcha lenta
será de 5 litros, vezes 26 dias trabalhados ao mês, o consumo
mensal é de 130 litros, somente em marcha lenta.
FAIXA DE TORQUE
• Torque é o resultado de uma força aplicada em um braço de alavanca,
acoplado a um eixo provocando sua rotação.
• Nos motores a combustão de quatro tempos, é no terceiro tempo que
ocorre a queima do combustível. Essa explosão na câmara, faz aumentar
a pressão no interior do cilindro gerando uma força na cabeça do pistão,
empurrando-o para baixo.
• Esse deslocamento do pistão faz com que a biela aplique TORQUE no
virabrequim.
• Resumindo, é nessa faixa que o motor tem mais força, dai a importância
de sempre trabalhar observando essa faixa.
• Sua unidade de media é Newton/Metro (Nm)
FAIXA DE TORQUE (RPM)
EM BAIXAS ROTAÇÕES O
MOTOR FORNECE MAIS
TORQUE , PORÉM , MENOS
POTÊNCIA

MENOR CONSUMO
POTÊNCIA
• A DEFINIÇÃO DE POTÊNCIA É: todo trabalho realizado por um corpo em um
determinado período de tempo.
• A faixa de potência se inicia após o término da faixa de torque, isto é, a faixa
verde do conta giros.
• Nos veículos atuais,esta faixa vem na cor amarela, indicado a amplitude total
da potência, porém, quanto maior a potência, menor será a força do motor,
implicando em um consumo maior de combustível.
• Devemos observar que a utilização desta faixa, irá aumentar o consumo,
sendo assim, é desaconselhável sua utilização.
• Somente em casos extremos entraremos nessa faixa, como exemplo,
ultrapassagens, ou ganho de velocidade.
FAIXA DE POTÊNCIA (RPM)
EM ALTAS ROTAÇÕES, O
CONTA GIROS SAI DA FAIXA DE
TORQUE INDICANDO QUE O
MOTOR ESTÁ ENTREGANDO
MUITA POTÊNCIA

ALTO CONSUMO
FAIXA DE ALTO GIRO/FREIO A MOTOR
• Essa faixa fica localizada após o término da faixa de potência (amarela),
iniciando a faixa de sobre giro (vermelha).
• Em alguns modelos, podemos ver essa faixa na cor cinza se destacando das
outras.
• Devemos saber que essa faixa deve ser atingida sempre em desaceleração,
pois só assim conseguiremos a eficiência máxima do freio a motor.
• Utilizando essa faixa em desaceleração conseguimos, ao mesmo tempo,
alta economia com alta eficiência do freio a motor.
FAIXA DE ALTO GIRO (RPM)
ZONA DE PERIGO/ALTO GIRO

• Essa faixa é representada na cor vermelha do conta giros e jamais deve


ser atingida, na aceleração ou desaceleração.
• O grande perigo de se atingir essa faixa é o sobre giro do motor, que ,em
muita das vezes, causa danos ao motor,
• Em caso de desaceleração na utilização do freio motor, atingindo essa
faixa, faça o uso do freio serviço (pedal) para diminuir a rotação e sair
dessa faixa.
ZONA DE PERIGO (RPM)
CONTA GIROS

• Resumidamente o conta giros deve ser utilizado diariamente por todos os


condutores, pois ele sim nos mostra em que faixa estamos trabalhando,
fazendo que nossa economia aumente,
• Deve se deixar os vícios para traz. Aqueles que faziam a troca de marchas
acompanhando o ruído do motor, devem ficar atentos ao painel, pois os
motores mais modernos tem seu torque máximo em rotações mais
baixas, mostrando que barulho de motor não indica eficiência e economia,
SEGUNDO PASSO DA DIREÇÃO ECONÔMICA
Outro item que deve ser observado na direção econômica e se
torna mais um vilão do consumo, é a Resistência ao Rolamento.
Que nada mais é que a resistência gerada pelo contato dos pneus
com o solo, que tendem frear o veículo naturalmente.
Os fatores que mais influenciam na resistência ao rolamento são:
• Pressão dos pneus
• Peso do veículo
• Estado das vias.
Um veículo andando com pneus abaixo da pressão recomendada,
pode ter seu consumo acrescido em 5 a 7 %.
Outro tipo de resistência que devemos observar, é a Resistência
Aerodinâmica, que é originada nas forças que o ar exerce no
veiculo e na carga.
Os fatores que mais influenciam nesse tipo de resistência, são a
velocidade do veículo, tipo de implemento utilizado e
acomodação de carga em implementos abertos.
Para minimizar a ação negativa da aerodinâmica devemos
aplicar alguns cuidados com relação ao nosso equipamento,
• Primeiro passo é usar defletores que podem diminuir essa
ação.
• Segundo é, em caso de implemento aberto, deixar lonas bem
amarradas e manter a carga sem brechas, pois lonas soltas
aumentam o consumo de 7 a 10 %.
• Outra dica é evitar a frequente mudança de velocidade,
procure uma constante.
TERCEIRO PASSO É ENTENDER A GRAVIDADE E A
INÉRCIA
A partir do momento em que o motorista entende onde essa forças
atuam, ele consegue com a previsibilidade usar essas forças ao seu
favor.
GRAVIDADE é a força exercida sobre todos os corpos que estão
próximos a superfície da terra, e onde podemos observar a ação da
gravidade, são nos aclives onde essa força contrária tem sua maior
influência observando os fatores:
• Inclinação da subida, peso e velocidade do veículo.
Por isso é importante buscarmos rotas alternativas, com menos
aclives, ou com aclives que tenham maior inclinação, porém, mais
curtos.
Essas ações trazem economia.
INÉRCIA é a tendência que os corpos apresentam para resistirem as mudanças
de movimento em que se encontram.
• Quando estamos em uma velocidade constante, a inércia se torna nula, mas
toda vez que alteramos a velocidade, tanto para aumentar como para diminuir,
temos que vencer essa força.
• Por isso é muito importante a manutenção da velocidade, pois a variação nos
obriga a gastar energia, tanto para frear como para retomar a velocidade,
• Use a inércia (embalo) ao seu favor, pois um veículo carregado percorre muito
mais metros sem a necessidade de acelerar.
QUARTO PASSO É DIRIGIR COM PREVISIBILDADE.
A grande vantagem de conduzir com Previsibilidade, é que além da direção
economia, estamos praticando a direção defensiva.
E tudo começa no nosso planejamento de viagem, observando as rotas e
horários que vamos conduzir.
Alguns itens devem ser observados na previsibilidade:
• Trânsito a sua frente: devemos observar não apenas o veículo
imediatamente a nossa frente, mais sim observar veículos mais adiante,
estar atento a paradas bruscas, pois essas atitudes diminuem frenagens
ou acelerações desnecessárias.
• Trânsito na traseira de seu veículo devem sempre ser observados,
porém, não devemos nos deixar influenciar com motoristas que querem
nos ultrapassar e podem nos forçar a sair do estilo de condução mais
econômica.
• Ter atenção maior em aclives e declives.
• Em aclives, devemos antecipar nosso comportamento no início da subida,
quais as ações a serem tomadas com relação a velocidade e marcha
adequada.
• Nos declives, devemos ter atenção sobre a marcha e a rotação que são
melhores para a descida, observar a atuação do freio motor e prever a
utilização da inércia.
• Ter a consciência da distância de condução, que me permite transitar sem a
necessidade de acelerar ou frear repetidas vezes.
• Atenção às frenagens que podem ser realizadas pelos sistemas auxiliares,
como o freio motor, poupando freio serviço e combustível,
• Evitar congestionamentos, buscando rotas alternativas, observando
horários específicos.
• Buscar vias com melhores condições, pois diminuem o tempo de viagem.
• Ter um estilo de condução mais gentil.
QUINTO PASSO É TRAFEGAR SEMPRE COM O VEÍCULO ENGRENADO

• A alguns anos atrás, muitos motoristas aplicavam a “técnica "da banguela, que era a
ação de desengrenar o veículo em descidas para reduzir o consumo, porém, além de
ser um prática ilegal, colocando em risco a vida do motorista e de outros usuários da
via. Na atual configuração de motorização dos caminhões, essa prática torna o
veículo menos econômico, pois ao desengrenar entramos em marcha lenta, e como
falamos no início, a marcha lenta consome combustível, porém, entrar em sistema
de redução com o veículo engrenado, além que se poupar o freio serviço, temos o
consumo zero de combustível,
• Pois quando o motor entra em redução, ele através de alguns parâmetros ativa o
cut-off que nada mais é que o corte total da injeção de combustível, enviando as
câmaras de combustão somente ar.Assim o consumo é ZERO.
SEXTO PASSO É A ATENÇÃO NAS TROCAS DE MARCHA
• Temos que ter em mente que, a cada troca de marcha eu tenho falta de
tração, pois o veículo esta desengrenado.
• Analisando desta forma, sabemos que temos perca de tração por
aproximadamente 2 segundos a cada troca.
• Se tivermos em um aclive, teremos o agravante que é a gravidade, que faz
com que, além da perca de tração, tenremos a diminuição da velocidade
de subida, prejudicando ainda mais minha condução econômica,
• Por isso é importante driblar essa ação, praticando a troca de marchas de
forma alternada, isto é, pulando marchas.
• Essa ação aumenta minha velocidade média, diminui o tempo com falta
de tração e prolonga a vida útil dos componentes de transmissão.
SÉTIMO PASSO - Hábitos na Condução
• Apesar de ser a última a ser citada, é a mais importante, pois todas as
outras dicas dependem deste ítem.
• Hábitos seguros e saudáveis, além de auxiliarem na economia geral,
também nos ajudam em muito na segurança.
• A utilização de hábitos relacionados a direção defensiva, nos ajuda a
diminuir o stress, a fadiga ao volante e, consequentemente nos traz
resultados imediatos na economia.
RESULTADO
MOTORISTA SEM ESTRESSE ( + SAÚDE )

DIMINUIÇÃO DO CONSUMO AUMENTO DA SEGURANÇA


DE COMBUSTÍVEL NO TRÂNSITO

REDUÇÃO DO IMPACTO OTIMIZAÇÃO DA PERFORMANCE


AMBIENTAL DE TRANSPORTE

DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS


DE DESGASTE DE TEMPO PARADO
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