Вы находитесь на странице: 1из 1

Nome: Augusto César Pereira Coutinho

Matrícula: 16/0113334

Fichamento: Canalização, comunicação, expressão (20/04/2017)

De início, o autor estabelece algumas das principais funções do partido, estas


que dão nome ao capítulo aqui em análise: expressão, canalização e a comunicação.
E, também, que estas categorias se relacionam. Além disso, o que diferencia essas
três categorias, entre outras coisas, é o nível de abstração que cada uma faz uso
enquanto conceito. Com isso em mente, Sartori vai discorrer durante quase todo o
capítulo acerca das definições de partido político e de suas possíveis limitações (p.
78).

É feita uma comparação entre sistema partidário e partido de Estado e que


ambas as formas, por assim dizer, têm uma função canalizadora, no sentido de ter
canais de comunicação. E, para definir, comunicação, entre os partidos, se dá em
fluxo bidirecional entre entes políticos tanto de cima quanto de baixo. É, ainda, notada
a dificuldade da separação dos conceitos de comunicação e expressão (p. 79).

Um das definições de partida é estabelecido quando o autor diz que um


sistema partidário vai ser definido como "um sistema de livre" (p. 80) onde a expressão
tem uma função central. Por outro lado, o partido de Estado é um sistema de
canalização monopolista onde, ao contrário do sistema de partidos, a repressão tem
uma função central (p. 80).

O autor vai mobilizar vários conceitos de vários outros autores para tentar
trazer à tona um possível conceito mínimo de partidos políticos: entre eles, o Edmund
Burke, Schattschneider e Schumpeter. Focarei-me nos dois últimos. Schattschneider
vai relacionar a organização com o poder, o primeiro como meio de se chegar ao
segundo. Por outro lado, Schumpeter vai dizer que o partido é um grupo que briga
pelo poder político (p. 81).

Mais à frente, é discorrido sobre o que poderia vir a ser uma definição de algo.
É dito que definição seria dar significado a alguma coisa e o autor vai trazer uma série
de problemas ao se atribuir significado a algo. Há uma grande discussão feita pelo
autor, no que se refere à ontologia, por assim dizer, da definição de algo. Em resumo,
a definição, dar significado a algo de maneira eficaz seria conseguir objetivar aquele
objeto de maneira simples, evitando coisas desnecessárias (p. 82).

Faz-se, ainda, uma espécie de tipologia de como os partidos veem sendo


analisados pelos mais diversos autores. Sartori vai argumentar que existem,
basicamente, quatro termos que podemos encaixar, por assim dizer, uma análise:
atores, ações, consequências e o campo. O autor vai trazer mais algumas categorias:
função e estrutura, por exemplo (p. 83).