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1.1.

SOM E VIBRAÇÃO

Foram analisados os ruídos sonoros e suas intensidades nas coordenações de


estudo.
Os ruídos sonoros e vibrações atrapalham a produtividade, ambiente de
trabalho deve ser um local tranquilo, sem barulhos excessivos, com espaço
pessoal suficiente entre os funcionários, em suma, um lugar sonoramente
agradável.
No entanto, mais do que esse senso comum, é importante que todos tenham
ciência de que a atitude de cada um interfere nesse ambiente.
A e exposição excessiva a ruídos pode ocasionar até a perda de audição e outros
efeitos, como dores de cabeça. Pensando nisso, é importante lembrar que a voz, o
toque de celular, música alta, tudo isso são ruídos e o que determina o efeito sob cada
pessoa são vários fatores, como o tempo de exposição, a intensidade, as frequências,
dentre outros.

Classificação de decibéis de acordo com a OMS (Organização Mundial de


Saúde)
Até 55 decibéis.
Nível de conforto, segundo a OMS. Equivale a uma rua sem tráfego.
55 a 65 decibéis.
O organismo começa a reagir. Diminui a concentração, a produtividade e dá
dor de cabeça, cansaço e eleva a pressão arterial. Uma conversa a um metro
de distância equivale a 60 decibéis

65 a 70 decibéis.
O organismo começa a agir para se adaptar ao ambiente. É quando as defesas
do corpo são abaladas.

Acima de 70 decibéis.
Nível inicial de desgaste do organismo. Surge estresse, que abre a porta para
problemas como infecções e hipertensão. Equivalente a uma rua de tráfego
pesado

80 a 85 decibéis.
Faixa de tolerância no ambiente de trabalho. A partir disso é preciso ter
equipamentos de segurança e podem surgir problemas auditivos

Acima de 85 decibéis.
Riscos sérios. Numa boate, com 110 decibéis, o máximo de exposição deve
ser 30 minutos
Nos ambientes de estudo, há fluxo diário de pessoas, entre alunos, professores
e funcionários em geral, uns mais intensos e outros menos.
Analise FEPP

A FEPP, está em um ambiente integrado, onde não há isolamento acústico,


onde as coordenações estão dispostas em uma forma radial com o centro
aberto.
A medida encontrada durante o dia e a noite na sala de espera e ao redor da
coordenação foi de 79 Db, não houve diferenciação nas medições nos
ambientes, justamente pelo fato de ser aberta, e o fluxo de pessoas tanto no
horário diurno ou noturno é intenso.
Na sala de professores, foi constatado um número pouco abaixo, mas não
significante, na faixa de 69 Db.
Poderia ser menor a poluição sonora se houvesse algum bloqueio entre a sala
de espera e o ambiente das coordenações.
Obs: Não foi constatado nenhum tipo de vibração durante a pesquisa.

Análise FACOPP

No ambiente da coordenação da FACOPP, os níveis de Db na recepção,


chegou a um nível de 84Db no horário noturno, no qual o fluxo é intenso no
corredor e na coordenação, até pelo fato de ser estreito o ambiente, há
acúmulo de pessoas, no período diurno obteve-se uma medição de 69Db.
Nos ambientes internos, onde se localiza a sala de professores, foi marcado os
62 Db, pelo fato de ter barreira de divisa de ambientes de drywall e ser uma
área bem restrita.
Obs: Não foi constatado nenhum tipo de vibração durante a pesquisa.

Análise Gastronomia

Na coordenação da gastronomia, situado no piso -1, foi medido 64db


constante. A circulação ao redor não é intensa. Ambiente adaptado e de menor
proporção considerando as outras coordenações de estudo.
Obs: Não foi constatado nenhum tipo de vibração durante a pesquisa.
CONSIDERAÇÕES

Pode-se considerar que os níveis de ruído dos ambientes analisados, estão


dentro dos limítrofes estipulados pela norma, de acordo com a OMS.
Como medida preventiva a ser tomada, toma-se em conta a coordenação da
FEPP, onde seria interessante uma barreira na entrada que dê acesso a área
onde se situa as mesas dos coordenadores, assim tornando a área mais
restrita e com menos ruído.