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TALITA LEITE SAMPAIO

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA NA


FORMAÇÃO DO ALUNO

FORTALEZA-CE

2012
2

TALITA LEITE SAMPAIO

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA NA


FORMAÇÃO DO ALUNO

Monografia apresentada como requisito


parcial para a obtenção do título de
graduado em pedagogia da Faculdade
Cearense, sob a orientação da Professora
Luiza Simões.

FORTALEZA-CE

2012
3

S192i Sampaio, Talita Leite.


A importância da relação família e escola na formação do
aluno / Talita Leite Sampaio. – 2012.
54 f. ; Il.

Orientador: Prof. Ms. Luiza Lúlia Feitosa Simões.


Trabalho de conclusão de Curso (graduação) – Faculdade
Cearense, Curso de Pedagogia, 2012.

1. Educação. 2. Aluno – formação. 3. Família e escola. I.


Simões, Luíza Lúlia Feitosa. II. Título

CDU 37.018.26

Bibliotecária Maria Albaniza de Oliveira CR-3/867


4

TALITA LEITE SAMPAIO

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA NA


FORMAÇÃO DO ALUNO

Monografia apresentada como requisito parcial para a obtenção do título de graduado


em pedagogia da Faculdade Cearense, sob a orientação da Professora Luiza Simões.

Monografia aprovada em 10/01/2013.

BANCA EXAMINADORA

______________________________________________________

Prof. Ms. Luiza Lúlia Feitosa Simões

______________________________________________________

Prof. Ms. Jefferson Falcão Sales

_____________________________________________________

Prof. Esp. Francisco Nazareno Matos Ribeiro


5

AGRADECIMENTO

A Deus por ter me dado forças e iluminando meu caminho para que pudesse
concluir mais uma etapa da minha vida;
Ao meu pai, por todo amor e dedicação que sempre teve comigo, homem pelo
qual tenho maior orgulho de chamar de pai, meu eterno agradecimento pelos momentos
em que esteve ao meu lado, me apoiando e me fazendo acreditar que nada é impossível,
pessoa que sigo como exemplo, pai dedicado, amigo, batalhador, que abriu mão de
muitas coisas para me proporcionar a realização deste trabalho;
A minha mãe, por ser tão dedicada e amiga, por ser a pessoa que mais me apóia
e acredita na minha capacidade, meu agradecimento pelas horas em que ficou ao meu
lado não me deixando desistir e me mostrando que sou capaz de chegar onde desejo,
sem dúvida foi quem me deu o maior incentivo para conseguir concluir esse trabalho;
A minha irmã pelo carinho e atenção que sempre teve comigo;
Ao meu namorado Rafael pela sua paciência;
Aos amigos que fiz durante o curso, pela verdadeira amizade que construímos
em particular aqueles que estavam sempre ao meu lado (Ranyere, Patrícia, Janaina,
Juliana, Ivanice, Lívia, Grazi) por todos os momentos que passamos durante esses
quatro anos meu especial agradecimento, sem vocês essa trajetória não seria tão
prazerosa;
A minha orientadora, professora Luiza Simões, pelo ensinamento e dedicação
dispensados no auxilio à concretização dessa monografia;
A todos os professores do curso de Pedagogia, pela paciência, dedicação e
ensinamentos disponibilizados nas aulas, cada um de forma especial contribuiu para a
conclusão desse trabalho e consequentemente para minha formação profissional;
Por fim, gostaria de agradecer aos meus amigos e familiares, pelo carinho e pela
compreensão nos momentos em que a dedicação aos estudos foi exclusiva, a todos que
contribuíram direta ou indiretamente para que esse trabalho fosse realizado meu eterno
AGRADECIMENTO.
6

Dedico este trabalho aos meus pais, por


todo o amor e dedicação para comigo,
por terem sido a peça fundamental para
que eu tenha me tornado a pessoa que
hoje sou.
A minha família pelo carinho e apoio
dispensados em todos os momentos que
precisei. Amo Vocês!
7

“O que eu faço, é uma gota no meio de


um oceano. Mas sem ela, o oceano será
menor.”
Madre Teresa de Calcutá
8

RESUMO

O objetivo desta pesquisa foi analisar a importância da relação família e escola para a
formação do aluno. Como objetivos específicos pretendeu-se conceituar a família e seu
papel na sociedade; verificar o papel dos pais na educação dos alunos; realizar uma
pesquisa de campo em uma escola a fim de verificar a participação dos pais em suas
atividades. O estudo busca saber qual a importância da participação da família na
formação do aluno. Para tanto foi realizada uma pesquisa de campo na Escolinha Sonho
Meu, situada no bairro da Barra do Ceará, em Fortaleza. Os participantes do estudo
foram uma professora e oito mães de alunos. A coleta de dados foi realizada por meio
de entrevista e questionários. A base teórica foi composta por autores tais como Paulo
Freire, Moacir Gadotti, Vitor Paro, Pedro Demo e José Carlos Libâneo. Na análise de
dados identificou-se que a Escolinha Sonho Meu possui uma gestão democrática e
participativa, satisfatória tantos aos professores como aos pais e alunos.

Palavras-chave: Participação. Família. Escola.


9

ABSTRACT

The objective of this research was to analyze the importance of the relation family and
school for the formation of the pupil. As objective specific it was intended to appraise
the family and its paper in the society; to verify the paper of the parents in the education
of the pupils; to carry through a research of field in a school in order to verify the
participation of the parents in its activities. The study it searchs to know which the
importance of the participation of the family in the formation of the pupil. For in such a
way a research of field in the Escolinha was carried through Dream Mine, situated in the
quarter of the Bar of the Ceará, in $fortaleza. The participants of the study had been a
teacher and eight mothers of pupils. The collection of data was carried through by
means of interview and questionnaires. The theoretical base was composed for authors
such as Pablo Freire, Moacir Gadotti, Vitor Paro, Peter Demo and Jose Carlos Libâneo.
In the analysis of data it was identified that the Escolinha Dream Mine possesss a
democratic and participativa, satisfactory management as much to the professors as to
the parents and pupils.

Word-key: Participation. Family. School.


10

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 10

2. A FAMÍLIA COMO INSTITUIÇÃO 12


2.1 A FORMAÇÃO DA INSTITUIÇÃO FAMILIAR 12
2.2 AS TRANSFORMAÇÕES DA FAMÍLIA HOJE 14

3 PARCERIA – FAMÍLIA E ESCOLA 16


3.1 O ESPAÇO ESCOLAR 16
3.2 A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA 18
3.3 A PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NO CONTEXTO ESCOLAR 19

4 METODOLOGIA 21
4.1 TIPO DE ESTUDO 21
4.2 CENÁRIO 22
4.3 PARTICIPANTES DO ESTUDO 22
4.4 COLETA DE DADOS 23
4.5 ANÁLISE DE DADOS 23
4.6 PROCEDIMENTOS ÉTICOS 24
4.7 RISCOS E BENEFÍCIOS DA PESQUISA 24

5 RESULTADOS E DISCUSSÃO DOS DADOS 26

CONSIDERAÇÕES FINAIS 38
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 40
APÊNDICES 42
11

1 INTRODUÇÃO

A família é uma instituição que vem suportando intensas modificações e


conotações, a depender da constituição social e do contexto histórico.
Um núcleo familiar bem estruturado pode ser uma forte influencia no processo
de aperfeiçoamento da criança seja na vida pessoal, profissional ou escolar. Na escola a
família é importante no processo de educação, sua presença ajuda a esclarecer,
modificar e estudar, o processo de adaptação social e cultural.
Ressalta-se que até pouco tempo a trás os familiares eram excluídos do processo
e atualmente a família tem sido valorizada na escola, pois esta vem se tornando cada vez
mais um ambiente interativo sendo primordial que exista uma articulação entre escola,
família e aluno, fazendo-se entender que a escola não é uma instituição isolada.
Tal ligação envolve a divisão do trabalho da educação de vários sujeitos.
Considerando também que o ser humano aprende todos os dias durante toda vida, a
família tem um papel essencial, determinando desde cedo à aprendizagem dos filhos e
decisões futuras.
Ao perceber no meu ambiente de trabalho as relações entre família e escola
emergiu a necessidade de pesquisar sobre o assunto.
Considera-se que o tema seja relevante por ser atual, sendo alvo de constantes
debates, além de ser um assunto importante para o currículo das faculdades de
pedagogia para que se formem profissionais conhecedores da ética que devem seguir.
Por meio do exposto, formulou-se a seguinte questão da atividade investigativa:
Qual a importância da participação da família na formação do aluno?
Para responder a esta pergunta será realizada uma pesquisa de campo na
Escolinha Sonho Meu, situada no bairro da Barra do Ceará, em Fortaleza.
Neste contexto, o objetivo desta pesquisa é analisar a importância da relação
família e escola para a formação do aluno. Como objetivos específicos pretende-se
conceituar a família e seu papel na sociedade; verificar o papel dos pais na educação dos
alunos; realizar uma pesquisa de campo em uma escola a fim de verificar a participação
dos pais em suas atividades.
12

Para um melhor entendimento este estudo estruturou-se da seguinte forma: A


introdução considerada o primeiro capítulo descreveu o conteúdo do estudo. No
segundo capítulo será discutido o tema família como instituição, a formação da
instituição familiar; e as transformações da família hoje. No terceiro capítulo
debateremos sobre a parceria escola e família; o espaço escolar; a importância da
relação família e escola; e a participação dos pais no contexto escolar. O último capítulo
traz o estudo de caso na Escolinha Sonho Meu, a metodologia, a caracterização da
instituição, o tipo de coleta de dados e análise dos resultados. Por fim tem-se as
considerações finais verificando se os objetivos propostos foram alcançados. A base
teórica é composta por autores tais como Paulo Freire, Moacir Gadotti, Vitor Paro,
Pedro Demo e José Carlos Libâneo.
13

2 A FAMÍLIA COMO INSTITUIÇÃO

2.1 A FORMAÇÃO DA INSTITUIÇÃO FAMILIAR

A mais importante instituição da sociedade é a família, devendo ser


considerada como a estrutura da sociedade e como a preparação das gerações seguintes,
constituindo hoje como um espaço importante no que se refere às relações sociais, pois
faz com que as pessoas vejam o mundo com os olhos da verdade, passa também a ser
um horizonte para o futuro do sujeito.
A palavra “família” deriva do latim famulus, cujo significado é servo ou
escravo. Osório (1996, p. 24) define família como:

- A família é uma instituição cujas origens remontam aos ancestrais da


espécie humana e confundem-se com a própria trajetória da evolução.
- A organização familiar não é exclusiva do homem, vamos encontrá-las em
outras espécies animais quer entre os vertebrados, como também, entre os
invertebrados.
- Assim como na espécie humana, também entre os animais se encontram
distintas formas de organização familiar. Há famílias nas quais após o
acasalamento a prole fica aos cuidados de um só dos genitores, geralmente a
fêmea; mas também poderá ser o macho quem se encarrega dos cuidados
com os descendentes, como em certas espécies de peixe.

Corrobora-se com Osório ao entender que a família é uma instituição que vem
se transformando ao longo dos tempos tanto culturalmente, como em aspectos sociais e
econômicos.
Segundo Áries (1978, p. 222) “A família transformou-se profundamente na
medida em que modificou suas relações internas com a criança”.
No século XV, as crianças viviam com outras famílias, como aprendizes e o
hábito de entregar as crianças às famílias estranhas era comum, sendo a principal
obrigação da criança servir ao seu mestre. Toda a educação se fazia através da
aprendizagem, e dava-se a essa noção um sentido muito amplo; não havia lugar para a
escola nessa transmissão de conhecimentos, feita através da aprendizagem direta, de
uma geração para outra. Nessas condições, a criança, desde muito cedo, escapava à sua
própria família, mesmo que voltasse a ela mais tarde, depois de adulto. (ARIÉS, 1978).
14

Ariés (1978, p. 273) relata que no período da Idade Média não havia
intimidade familiar, até o século XVII: “[...] as pessoas viviam misturadas umas com as
outras, senhores e criados, crianças e adultos, em casas permanentemente abertas às
indiscrições dos visitantes [...].”
Ariés (1978) esclarece também, que as crianças, na idade dos sete anos, eram
mergulhadas na sociedade e ingressavam na grande comunidade dos homens, sua
educação era garantida pela aprendizagem junto aos adultos e ministrada por uma outra
família; “não havia lugar para a escola nessa transmissão através da aprendizagem direta
de uma geração a outra” (p. 229), e o ensino era voltado para a experiência prática.
De acordo com Ariés (1978, p. 225), com o passar do tempo “[...] a família
transformou-se profundamente na medida em que modificou suas relações internas com
as crianças” e começou a estabelecer atenções, laços com as crianças, e também a se
preocupar com sua educação.
No que se refere à educação do indivíduo, a família desempenha um papel
importante, pois é por meio dela que o aluno recebe motivação e é o seu primeiro grupo
de influência social e cultural, na qual recebe valores éticos e humanitários. (PRADO,
1981).

... a família também é responsável pela aprendizagem da criança, já que os


pais são os primeiros ensinantes e as atitudes destes frente às emergências de
autoria, se repetidas constantemente, irão determinar a modalidade de
aprendizagem dos filhos. (FERNANDES, 2001, p.42).

Cabe à família criar um elo com a escola para que possa está mais presente na
vida de seu filho, garantindo, portanto, envolvimento e comprometimento.
15

2.2 AS TRANSFORMAÇÕES DA FAMÍLIA HOJE

A sociedade moderna caracteriza-se por grandes mudanças nos campos da


economia, da política e da cultura, afetando significativamente todos os aspectos da
existência pessoal e social. Essas mudanças reproduzem fortemente na vida familiar. A
família é a grande referência para os que fazem parte dela, pois é dela que o indivíduo
recebe educação, assistência, proteção e toda estrutura para o seu desenvolvimento. A
mesma ajuda o indivíduo construir sua própria personalidade para que assim consiga
inserir-se na sociedade e atingir seus objetivos.
Para Ariés (1978, p. 274):

A família moderna retirou da vida comum não apenas as crianças, mas


grande parte do tempo e da preocupação dos adultos. A mesma correspondeu
a uma necessidade de intimidade, e também de identidade: agora os membros
da família se unem pelo sentimento, o costume e o gênero de vida.

Atualmente a família está estruturada totalmente diferente do antigo padrão


familiar de pai, mãe e filhos. O que se observa é que este padrão se transformou e
surgiram outras formações como casais vindos de outros relacionamentos,
homossexuais, avós e netos, dentre outras. Rigonatti (2003, p. 42) explica:

O século XX foi cenário de grandes transformações na estrutura da família.


Ainda hoje, porém, observamos algumas marcas deixadas pelas suas origens.
Da família romana, por exemplo, temos a autoridade do chefe da família,
onde a submissão da esposa e dos filhos ao pai confere ao homem o papel de
chefe. Da família medieval perpetua-se o caráter sacramental do casamento
originado no século XVI. Da cultura portuguesa, temos a solidariedade, o
sentimento de sensível ligação afetiva, abnegação e desprendimento.

O fato é que o século XX abriu espaço para transformações que repercutiram na


instituição familiar como o aumento de divórcio e maior inserção da mulher no mercado
de trabalho que na maioria das vezes chefiam sozinha a casa e seus filhos sem a
presença do pai.
Desta forma, o conceito de família foi ampliado sendo considerado pelo art. 227,
parágrafo 5º do Código Civil brasileiro de 11 de janeiro de 2003 qualquer união estável
16

entre pessoas que se gostem e se respeitem. Para Genofre (1997, p. 40): “[...] o traço
dominante da evolução da família é sua tendência a se tornar um grupo cada vez menos
organizado e hierarquizado e que cada vez mais se funda na afeição mútua”.
Independente da formação familiar busca ainda os membros uma relação monogâmica,
baseada no respeito.
17

3 PARCERIA – FAMÍLIA E ESCOLA

3.1 O ESPAÇO ESCOLAR

De acordo com Piaget (apud KRAMER, 2000, p. 29) “o desenvolvimento resulta


de combinações entre o que o organismo traz e as circunstâncias oferecidas pelo meio
[...] e os esquemas de assimilação vão se modificando progressivamente, considerando
estágios de desenvolvimento”, desta forma, é correto afirma que de fato o ambiente
escolar no que concerne ao espaço físico possui relação com a aprendizagem.
No ambiente escolar o aluno passa parte de sua vida não somente recebendo
conhecimentos teóricos, mas se sociabilizando com as demais pessoas que estão
presentes nesse ambiente. Deste modo, o espaço escolar deve ser organizado de forma
que atenda todas as necessidades do aluno, sejam elas sociais, cognitivas ou motoras.
Ressalta-e que a infraestrutura da escola deve sempre considerar o tipo de
atividade que será executada na mesma, haja vista que de acordo com os Parâmetros
Curriculares Nacionais (1999, p. 40) o “Estado tem o dever de garantir padrões mínimos
de qualidade de ensino definido como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de
insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem".
A escola se constitui em um dos principais meios que a criança se socializa,
assim, exerce uma função primordial, trata-se do espaço onde a criança irá interagir com
outros adquirindo conhecimentos e sentimentos. (LIMA, 1989 apud ELALI, 2003)
Pol e Morales (1991 apud ELALI, 2003) destacam que a infraestrutura e o
partido estético do espaço físico escolar devem refletir o modelo de homem, as
tendências pedagógicas vigentes e a própria sociedade, podendo-se dizer, assim, que o
embasamento de cada pedagogia delimita qualidades físico-ambientais indispensáveis
aos locais que a recebam.
É possível considerar o ambiente escolar como um espaço gerador de
curiosidade, de aprendizagem. Freinet (1932 apud ELALI, 2003) ampliou o conceito de
aula, afirmando que esta ultrapassa as paredes da escola, promover trabalhos em grupos
e incentivar à prática de produzir material didático como atividade discente, evidenciava
18

a relevância de maiores espaços, de maiores mesas de trabalho e uso de equipamentos


atualizados para reprodução de texto.
Oliveira (1998 apud ELALI, 2003 p. 25) elucida que:

O projeto de escola seja ela qual for, é elaborado prevendo espaços para
trabalhos com determinados métodos e os métodos não duram para sempre.
Ficam obsoletos e exige reciclagem, o que nem sempre acontece, com a
mesma velocidade, com o espaço construído. Daí a importância de pensar
edifícios que levem em conta a mutabilidade, tão natural nas coisas humanas.

Acredita-se que o processo de ensino e aprendizagem possui relação direta com


a infraestrutura do ambiente escolar, uma vez que é um espaço de vivência do aluno,
sendo, portanto, essencial existir uma harmonia entre infraestrutura e pedagógico.
Prescott (1987 apud ELALI, 2003) em relação aos efeitos do ambiente escolar
cita que estes são mediados pela política institucional, e que os modelos que limitem a
criança em demasia, inibindo ou modelando seus comportamentos espontâneos de
forma excessiva, demonstram com facilidade não lidar com as exigências do processo
de desenvolvimento da criança.
Para Elali (2003) o espaço escolar exerce grande importância no
desenvolvimento da aprendizagem, uma vez que é nele que acontecem as relações entre
pessoas e ambiente, sendo, desta forma, essencial a preocupação com a definição dos
ambientes que contribuem para a formação da identidade e das competências
desenvolvidas individualmente.
Moura (2006) elucida que as escolas oferecem aos seus alunos apenas espaço
físico, sem observar se tal espaço se adéqua ao tipo de atividade a ser exercida e ao local
em que foi instalado, com isso, limita a função social da escola.
Diante do exposto, deve-se atentar para a necessidade diária do aluno de
permanecer durante um bom período de seu tempo na escola, portanto, o local deve
oferecer conforto ao mesmo, proporcionando um ambiente que possa promover uma
melhor qualidade de ensino, aprendizagem e convívio social.
19

3.2 A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA

A escola consiste em um lugar de inúmeras e diversificadas práticas, as quais


estão em permanente movimento em seu cotidiano, seja para seu êxito seja para seu
fracasso. Dentro destas diversas práticas está a gestão, esta que no contexto histórico
tem funcionado mais para controlar do que para estimular os novos conhecimentos.
A relação família e escola, traz à comunidade escolar um compromisso mais
efetivo, onde são expostas a necessidade de gerir a escola com base nas representações
de os segmentos dela, exigindo do mesmo compromisso com a participação de todos,
construindo, assim, uma escola participativa.
De acordo com Spósito (2001) para que de fato ocorra a gestão participativa
deve-se contar com toda a comunidade escolar, esta que envolve docentes, alunos, pais,
moradores, movimentos populares e sindicais, devendo haver práticas administrativas
compartilhadas.
No âmbito do sistema público de ensino, as dificuldades permeias as tentativas
de aproximação com a escola, que na maioria das vezes evidencia o fracasso. Para
Spósito (2001) a natureza dos problemas encontrados e a superação deles não se
limitam a troca ou propostas de canais adequados, visando a gestão participativa com
capacidade de envolver de forma efetiva professores, alunos e pais.
Ressalta-se que a presença dos pais e familiares dos usuários das escolas não
trata-se de algo recente, há muito tempo busca-se estímulos no âmbito de vária
concepções pedagógicas, obedecendo à orientações políticas extremamente
conservadoras (SPÓSITO, 2001).
É preciso lembrar que as proposta de aproximação da escola com a população
que a rodeia que pouco se alteraram ao longo do tempo, apesar de aparecessem
revestidas de explicações mais modernas como ideias de carência cultural, e a
necessidade de melhorar o nível cultural da família carente. A defesa da participação
popular no âmbito escolar exige as explicitações clara de outros pressupostos por parte
daqueles que o defendem, tais como: o caráter público, e o caráter dessa participação. É
também necessário agrupar as praticas representativas com práticas de democracia
direta, no sentido da ampliação do espaço de discussão e decisão.
20

Nesse contexto, a criação de canais institucionais com capacidade de viabilizar


essa participação democrática são de suma importância. Aos pais e moradores que
integram a comunidade escolar cabe apenas a colaboração na representação de
pequenos serviços, a contribuição financeira ou a responsabilidade de assumir penas
disciplinares compartilhados com professores e direção, considerando que atividade
educativa torna-se tarefa cada vez mais complexa.

3.3 A PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NO CONTEXTO ESCOLAR

A família tem uma forte influencia no processo de aperfeiçoamento da criança


dentro da sociedade, pois é com ela que ocorre os primeiros contatos da criança. Os
genitores têm uma sobrecarga adicional em vários aspectos de sua dinâmica individual e
familiar, especialmente no que tange aos aspectos psicológicos, sociais, financeiros, e às
atividades de cuidado da criança (SHAPIRO; BLACHER; LOPEZ, 1998).
A educação que a criança recebe é primordial para a sua formação de
personalidade, sendo a família essencial nesse processo de adaptação social e cultural,
não se limitando a participação ao vínculo estabelecido entre pais e filhos e sim por
meio de uma interação escolar que proporcionarão aos filhos que os pais colaboram na
formação das crianças como indivíduos. (WEBER, 2007).
O autor propõe quatro padrões de interação entre pais e filhos:

O estilo autoritário, o estilo permissivo, o estilo negligente, e o estilo


participativo. O estilo autoritário se caracteriza por pais altamente exigentes,
impõem regras e limites rígidos e inflexíveis, com o objetivo de conseguirem
obediência e controle. Os negligentes são aqueles que permitem tudo a seus
filhos, mas não possuem papel de educadores, estabelecem poucos limites e
oferece pouco afeto e com seus filhos desenvolvem baixo desempenho, e
uma maior probabilidade de depressão, pessimismo, baixa auto-estima e
estresse. Por fim, o estilo mais adequado que é o participativo, que se
caracteriza por pais com alto nível de exigência, porém, estão sempre
acessíveis para conversas e trocas. Este estilo de pais impõe bastantes limites,
contudo, compensam com muito afeto. (WEBER, 2007, p. 21).
21

Observa-se que no padrão de pais autoritários em geral as crianças se tornam


submissas, mas com baixa auto-estima, causando casos de ansiedade, depressão e
estresse. Quando os pais são permissivos, as crianças tendem a ser anti-sociais e
apresentar desenvolvimento atrasado. Por último quando os pais são participativos, os
filhos são crianças com boa auto-estima, sabem respeitar os outros e se sentem amados
e valorizados.
Desta forma, entende-se que a participação dos pais no contexto escolar
influencia na construção do comportamento da criança, facilitando a resolução dos
conflitos gerados pelos impulsos dos jovens em direção ao prazer imediato.
22

4 METODOLOGIA

Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o


objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados
do estudo como também na forma de fazê-lo, pretendendo assim dar algumas
explicações com o intuito de responder o problema de pesquisa.

4.1 TIPO DE ESTUDO

A pesquisa realizada acerca da relação família e escola na Escolinha Sonho Meu


respaldou-se pela utilização de pesquisa bibliográfica e um estudo de caso na escola
acima citada.
O estudo de caso trata de questões do tipo “como” e “por que”. Assim Yin
(2001, p. 29) elucida que “para o estudo de caso, [...] faz-se uma questão do tipo
”como” e “por que” sobre um conjunto contemporâneo de acontecimentos sobre o qual
o pesquisador tem pouco ou nenhum controle”, ou seja, é abordado um acontecimento
atual, mesmo não tendo conhecimento sobre o mesmo.

A pesquisa do tipo estudo de caso caracteriza-se principalmente pelo estudo


concentrado de um único caso. Este estudo é preferido pelos pesquisadores
que desejam aprofundar seu conhecimento a respeito de determinado caso
específico. (YIN, 2001, p. 84).

Assim, através da metodologia citada chegou-se à resposta do problema


levantado nesta monografia, bem como ao alcance dos objetivos traçados na mesma.
23

4.2 CENÁRIO

A Escolinha Sonho Meu foi fundada em 1996, atendendo a Educação Infantil e o


Ensino Fundamental. A proposta da Escola tem sido, desde então, oferecer um espaço
educacional acolhedor, buscando a formação integral de crianças. Nesta Escola os
alunos são estimulados a criar, refletir, produzir e construir saberes, tornando-se
conscientes da sua importância na construção da sociedade.
Tem como missão proporcionar às crianças um ambiente prazeroso onde eles
possam desenvolver suas potencialidades, relacionando-se com outro e com o meio
ambiente.
Sua proposta pedagógica é baseada na construção do conhecimento, buscando
sempre a inter-relação entre os indivíduos e destes com o meio ambiente. Estimulamos
a aprendizagem compartilhada, valorizando o dia-a-dia das crianças e de suas famílias,
buscando saberes anteriores e proporcionando a sistematização desses saberes.
A escolinha Sonho Meu está localizada na Rua Dom Lustosa, 06 – Barra do
Ceará - Fortaleza/CE. Atualmente trabalha com 350 crianças do infantil III ao 5º ano.

4.3 PARTICIPANTES DO ESTUDO

Vergara (2004) explica que população amostral ou amostra é uma parte do


universo (população) escolhida segundo algum critério de representatividade, para
tanto, existe dois tipos de amostra a probabilística, baseada em procedimentos
estatísticos (subdivididos em aleatória simples, estratificada e a por conglomerado) e a
não probabilística destacam-se as selecionadas por acessibilidade e por tipicidade.

Para esta pesquisa participaram 08 mães de alunos da Escolinha Sonho Meu e


uma professora do 4º ano.
24

4.4 COLETA DE DADOS

A coleta de dados foi feita com base em um questionário contendo 10 questões,


aplicadas à oito mães de estudantes da escola e uma entrevista aplicada à uma
professora do 4º ano.
Boyd e Wetfall (1964) classificam o questionário pelos métodos de comunicação
usados: entrevista pessoal, por telefone ou pelo correio. O questionário é um conjunto
de perguntas, que a pessoa lê e responde sem a presença de um entrevistador. Ele pode
ser entregue pessoalmente, via correio, fax, Internet, etc.
Por sua vez Gressler (2004. p.164) define entrevista como:

Uma técnica de pesquisa que visa obter informações de interesse a uma


investigação, onde o pesquisador formula perguntas orientadas, com um
objetivo definido, frente a frente com o respondente e dentro de uma
interação social.

Após o retorno dos questionários e da entrevista, antes de sua análise, houve a


verificação dos dados. Segundo Mattar (1996), verificação consiste em analisar se o
texto é compreensível, e se o respondente seguiu de forma correta as instruções de
preenchimento, e se existe coerência nas respostas.
Após a verificação dos dados, estes foram contabilizados questão por questão
para o desenvolvimento da análise dos resultados.

4.5 ANÁLISE DE DADOS

Os trechos escritos e comentários feitos foram agrupados de modo a evidenciar


categorias de análise. A definição destas categorias de análise permitiu que os dados
pudessem ser confrontados. Este confronto possibilitou evidenciar a identificação dos
pressupostos da pesquisa; objetivar a percepção dos entrevistados; e expor, de modo
claro, sua linha de investigação, tornando-a mais isenta de interpretações
25

eminentemente subjetivas. Os resultados obtidos foram apresentados em gráficos ou


tabelas.

4.6 PROCEDIMENTOS ÉTICOS

Este estudo, ainda que não seja uma experiência de laboratório, envolve seres
humanos, e por isso exige uma atenção especial com relação às questões éticas, de
acordo com as normas da resolução 196/96 para pesquisa com seres humanos. Neste
sentido, é de fundamental importância deixar claro nesta monografia que:
a) Os participantes só serão considerados como pesquisados quando assinarem
o termo de consentimento de que aceitam participar da Pesquisa, sem qualquer ato de
coerção para isto;
b) O Termo de Consentimento visa esclarecer os participantes sobre a
relevância cientifica e social da pesquisa; quais os objetivos, qual sua duração; quais as
responsabilidades dos pesquisadores; quais os riscos possíveis e; quais os benefícios
sociais esperados, objetivando obter o seu livre consentimento em participar como
pesquisado;
c) Os sujeitos da pesquisa não serão identificados por nomes oficiais, assim
como suas informações serão mantidas em inteiro sigilo, considerando que seus
depoimentos só tem sentido como parte do conjunto global das informações;
Os sujeitos direta e/ou indiretamente envolvidos no processo de pesquisa e, as
demais pessoas interessadas neste estudo, poderão ter acesso aos seus documentos
conclusivos, que deverão ser encaminhados à Coordenação da Instituição de Ensino.

4.7 RISCOS E BENEFÍCIOS DA PESQUISA

Se forem seguidas as orientações da coleta de dados e da resolução 196/96 não


haverá riscos para os participantes.
26

No que se refere aos benefícios da pesquisa tem-se a possibilidade de verificar o


grau de participação das mães de alunos na Escolinha Sonho Meu contribuindo assim
para estudos posteriores.
27

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO DOS DADOS

 Entrevista com a professora

Em entrevista realizada com uma professora da Escolinha Sonho Meu foi


indagado há quanto tempo ela atua como professora nesta escola. Foi respondido que há
três anos.
Quando, a saber, se a escola cria ambientes favoráveis a participação da família,
a entrevistada respondeu: “sim, que a Escolinha Sonho Meu é uma grande incentivadora
dessa participação e proporciona sim um ambiente propício para que isto aconteça.”
Explica Barroso (2005) que a criação de um clima favorável propicia a
motivação dos participantes, a facilitação das intervenções, rompendo eventuais
bloqueios e conflitos.
Indagou-se também qual dos agentes da educação possuem maior envolvimento
com a família.
Afirmou a professora que: “É a diretoria, por ser capaz de transmitir à família
toda a situação do aluno, que foi avaliado previamente pela professora. Este agente
também pode retirar dúvidas e receber críticas ou elogios, e assim repassá-las a
professora.” Para Silva (2012) cabe aos diretores desenvolver ações que vise uma
implementação mais efetiva do envolvimento da família.
A professora também destacou a sua visão sobre a importância da parceria na
relação escola e família da seguinte forma:

Não há como o aluno desenvolver-se bem, se não haver esta parceria. Em


todos os momentos o aluno precisa ser acompanhado tanto pela escola,
quanto pela família. Se não houver esta ponte, em algum momento o aluno
sofrerá um déficit de aprendizagem.

Sobre esta parceria Sanders e Epstein (1998, p. 17) enfatizam: “é necessário


planejar e programar ações que assegurem as parcerias entre estes dois ambientes,
visando a busca de objetivos comuns e de soluções para os desafios enfrentados pela
sociedade e pela comunidade escolar.”
28

Perguntou-se à entrevista como os professores promovem a participação da


família na escola. Segundo ela ocorre com “a realização de reuniões, rodas de conversas
e durante as reuniões bimestrais para entrega de resultados.” E ainda destaca que
“sempre que possível a escola cria situações que proporcionam a interação entre a
escola e a família.”
Sobre a promoção da participação dos pais, aduz Paro (1997, p.30):

A escola deve utilizar todas as oportunidades de contato com os pais, para


passar informações relevantes sobre seus objetivos, recursos, problemas e
também sobre as questões pedagógicas. Só assim, a família irá se sentir
comprometido com a melhoria da qualidade escolar e com o
desenvolvimento de seu filho como ser humano.

Expõe a professora seu ponto de vista quanto ao acesso e permanência da família


na escola alegando que:

A presença da família na vida escolar do aluno deve ser constante, mas na


escola em si, ela deve ser de uma forma que não intervenha no modo de
trabalhar da professora em sala de aula, pois é importante que cada uma das
partes saiba desempenhar seu papel adequadamente.

Sobre as palavras da professora entrevistada, é importante destacar as palavras


de Silva(2012, p. 41):

Muitos gestores e docentes, embora no discurso reclamem da falta de


participação dos pais na vida escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a
isso o baixo desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando
algum membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou
questiona alguma rotina da escola.

Por fim, a última pergunta busca saber qual a relação estabelecida entre escola e
a família, e como esta ocorre.
Enfatiza a professora: “ocorre de maneira natural, em rodas de conversas,
durante os eventos escolares e etc. Ressaltando que a escola está sempre aberta para
receber os pais, para tratar qualquer assunto priorizando sempre o trato com
aprendizado do aluno, assim também, como a professora está sempre disponível para a
família do aluno.”
29

Polônia & Dessen (2005, p. 14) relatam que:

As pesquisas têm demonstrado que alguns pais estão constantemente


preocupados e envolvidos com as atividades escolares dos filhos e que
dirigem a sua atenção à avaliação do aproveitamento escolar, isto
independente do nível socioeconômico ou escolaridade.

A seguir, serão analisados os questionários realizados com as mães dos alunos.

 Questionário aplicado às mães de alunos

1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

TEMPO QUE O FILHO ESTUDA NA ESCOLA

13%

MENOS DE 1 ANO
1 ANO
25%
MAIS DE 1 ANO
62%

A primeira pergunta procurou saber a quanto tempo os filhos das mães


entrevistadas estudavam na escola em estudo. De acordo com o gráfico que a maioria
dos alunos estuda há mais de um ano (62%) o que se deduz que esta está sendo
satisfatória. Dois alunos (25%) estudam há um ano e apenas um aluno (13%) estuda há
menos de um ano.
A permanência do aluno em uma escola depende vários fatores, dentre eles o
que aponta Cesário (2011, p. 2): "Os pais devem procurar uma escola que tenha boa
estrutura física, proposta pedagógica inovadora, profissionais preparados e que seja um
ambiente acolhedor e seguro para os alunos.”
30

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

SATIFAÇÃO QUANTO A ORGANIZAÇÃO DA


ESCOLA

0%

SIM
NÃO
EM PARTES

100%

O gráfico aponta que unanimemente todas as mães entrevistadas (100%) se


sentem satisfeitas com a organização da escola. O que mostra que a escola procura
realizar divisão de setores corretamente e assim consegue manter um padrão satisfatório
no seu ambiente.
Explica Marques, (2002, p. 14) que:

Quando há aproximação, as consequências são bastante satisfatórias. Os pais


sentem-se valorizados e tornam-se aliados dos professores, os quais, por sua
vez, passam a executar formas de acompanhamento e auxílio sistemático aos
alunos, permitindo que eles desenvolvam mais seu potencial.
31

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

INCENTIVO A PARTICIPAÇÃO ESCOLAR

13%
0%

SIM
NÃO
EM PARTES

87%

No que se refere ao incentivo da escola em que as mães participem de atividades


no espaço escolar, a maioria, 87% disse que sim, que são motivadas a participar das
atividades no ambiente escolar. Apenas uma entrevistada disse que em partes.
Esta questão é importante, como aponta Weber (2007) ao afirmar que a
educação que a criança recebe é primordial para a sua formação de personalidade, sendo
a família essencial nesse processo de adaptação social e cultural, não se limitando a
participação ao vínculo estabelecido entre pais e filhos e sim por meio de uma interação
escolar que proporcionarão aos filhos que os pais colaboram na formação das crianças
como indivíduos.
32

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

CONSIDERAÇÃO SOBRE OPINIÃO DOS PAIS

25%

SIM
NÃO
0%
EM PARTES

75%

Na visão de 75% das mães entrevistadas a sua opinião é considerada pelos


gestores escolar, duas mães, o que corresponde a 25% disseram que sua opinião é
ouvida em partes.
Para Silva (2012) a opinião dos pais deve ser considerada em qualquer ação que
venha a ser desenvolvida, pois somente dessa forma se chegará a uma boa fórmula para
a relação escola-família.
33

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

RELAÇÃO PAIS, ALUNOS E PROFESSORES

0%

SIM
NÃO
EM PARTES

100%

Nesta questão as mães foram indagadas se há uma boa relação entre professores,
pais e alunos. De acordo com o gráfico, todas as mães (100%) responderam que sim, o
que vem de encontro com as palavras de Spósito (2001) ao dizer que a relação família e
escola, traz à comunidade escolar um compromisso mais efetivo, onde são expostas a
necessidade de gerir a escola com base nas representações de os segmentos dela,
exigindo do mesmo compromisso com a participação de todos, construindo, assim, uma
escola participativa.
34

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

REUNIÃO PAIS/RESPONSÁVEIS

0%

SIM
NÃO
EM PARTES

100%

De acordo com o gráfico todas as mães (100%) entrevistadas afirmaram que as


reuniões ocorrem com antecedência, com indicação correta quanto ao local, hora e
assunto a ser tratado. Silva (2012, p. 29) diz que: "A reunião para falar mal dos
estudantes e compartilhar somente problemas não serve para nada. Os encontros devem
mostrar as intenções educativas da escola e a evolução da aprendizagem e discutir
estratégias conjuntas para melhorá-la",
35

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

RESPOSTA QUANTO AS QUESTÕES COLOCADAS


PELOS PAIS/RESPONSÁVEIS

0%

SIM
NÃO
EM PARTES

100%

Mais uma vez a escola se mostra participativa, na qual todas as mães


entrevistadas afirmaram que sempre que expõe uma questão, a escola as responde com
eficiência. Silva (2012, p. 29) contribui mais uma vez ao expor que: “Quando se sentem
integradas, [os pais] passam a participar com entusiasmo das reuniões e se tornam
parceiras no desafio de melhorar o desempenho dos filhos.”
36

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

INFORMAÇÃO SOBRE PROGRESSO DO ALUNO

0%

SIM
NÃO
EM PARTES

100%

No que concerne ao feedback sobre o progresso e dificuldade dos alunos todas as


mães afirmaram que sim, que ao informadas periodicamente. Importante destacar as
palavras de Spósito (2001) quanto à necessidade de agrupar as práticas representativas
com práticas de democracia direta, no sentido da ampliação do espaço de discussão e
decisão.
37

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

13%
0%

SIM
NÃO
EM PARTES

87%

Sobre esta questão, 87% das entrevistadas afirmaram que consideram adequados
e articulados os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos desenvolvidos pela
Escolinha sonho Meu. Apenas uma entrevistada, que corresponde a 13% declarou que
consideram tais critérios e instrumentos adequados em partes.
Silva (2012, p. 23) aduz que:

Ferramentas tradicionais, como murais, bilhetes, diário dos alunos e demais


comunicados impressos, são instrumentos que servem para informar sobre o
funcionamento da escola, prestar contas, convocar reuniões e compartilhar os
projetos em andamento.

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos?

Transcreve-se abaixo o que as mães consideram que ainda alta para estarem
mais satisfeitas quanto a escola:

“O meu filho continuar estudando até o 9º ano, pois a mesma só tem até o ensino
fundamental 1 (5º ano)” (MÃE A).
38

“Estou satisfeita com tudo! O que falta é aumentar mais séries, pois fico triste
em ter que tirá-los, por conta da série que não tem!” (MÃE B).

“Para mim está tudo bem, estou bem satisfeita” (MÃE C).

“Quanto a mim tudo se encontra bem, gosto de direção, professores, amigos da


minha Rafaela.” (MÃE D).

“Não tenho do que falar da escola quero sim fazer parceria com a mesma, quero
somar e que a escola dê a minha filha uma boa base de ensino, como esta acontecendo.
Só tenho a agradecer essa equipe. Obrigada!” (MÃE E).

“Estou satisfeita, primeiro porque eu sou funcionaria da escola, gosto muito


daqui, tenho uma boa relação, estou sempre acompanhando o desenvolvimento da
minha filha.” (MÃE F).

“Estou satisfeita, me relaciono bem com a escola e os demais funcionários. E o


ensino é bastante satisfatório.” (MÃE G).

“Bem, a minha relação com a escola é só quando têm reuniões escolares. Mas
mesmo assim gosto da escola, dos projetos em si trabalhados para o desenvolvimento
do meu filho. E sempre que vou, solicito informações na escola sobre meu filho.” (MÃE
H).

Observa-se que todas as mães demonstraram não faltar nada para se sentirem
satisfeitas com a escola, e que a maioria sente por não puder dar continuidade aos
estudos dos filhos na mesma devido às séries, pois só tem até o ensino fundamental I.
Conforme aponta Fevorini e Lamônaco (2009, p. 15): “[a] abertura [da escola] e
disponibilidade para receber críticas e, com elas, aprimorar sua prática é, na visão
desses pais, fundamental para reforçar a confiança e estabelecer um bom
relacionamento entre família e escola.”
39

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste trabalho, foi abordado o processo de integração família e escola em vista


as práticas pedagógicas tradicionais que muito deixam a desejar e são apontados como
causa para o fracasso escolar. Não restam dúvidas que um ato integrativo permite aos
alunos um melhor desenvolvimento educacional.
Porém para que isso ocorra são necessários incentivos, propostas construtivas e
inovadoras para que venha ocorrer um processo integrativo entre professor, família e
aluno com êxito ajudando a ampliar o universo deles.
A relação família e escola é uma contribuição indispensável, é uma garantia e
uma prática concreta de uma construção emancipadora da existência das pessoas e da
humanidade. Representa a interação entre os diversos segmentos da comunidade escolar
visando o melhor aprendizado e a formação de cidadãos conscientes de seus deveres e
direitos.
Essa interação é de fundamental importância já que provoca o envolvimento e
comprometimento dos pais com as causas escolares e com o progresso dos alunos. Ao
buscar a participação dos pais e comunidade escolar, a fim de serem concretizados
princípios da verdadeira gestão participativa, visando também a qualidade no ensino e o
sucesso escolar tão almejados na sociedade atual.
Hoje é importante repensar a prática pedagógica diante das novas perspectivas
da educação. A epistemologia do conhecimento nesta visão é a de que o individuo, ao
nascer, é tabula rasa e nada tem em termos de conhecimento, tudo o que o indivíduo
adquire no intelecto o faz através dos sentidos. E frente a cada novo conhecimento, o
aluno nada sabe e o professor vai ensinar, o aluno aprende somente se o professor
ensina e vai armazenando conhecimentos.
Porém pelas políticas educacionais de democratização/descentralização da
gestão escolar, por si só não serem capazes de garantir que as relações escolares se
democratizem, sem a sua existência a democracia nas escolas e no sistema escolar não
tem possibilidade de acontecer. Acredita-se ser fundamental a utilização de políticas
descentralizadas da gestão escolar, baseando-se em uma perspectiva cidadã da
democracia, buscando-se a construção de uma gestão participativa.
40

A gestão da educação e da escola pública faz parte desta política educacional.


Para a sociedade e os especialistas da educação, a democracia da escola e na escola é
um caminho para reconstruir a escola pública de ótima qualidade.
Portanto, verifica-se que a relação família e escola é fundamental nos
movimentos sociais, para se atingir o caminho da democracia nas escolas. Dessa prática
resultam atitudes de busca, de descoberta do novo e de coragem para criar o novo e não
apenas imitar o passado, dela surgirá o sujeito criativo, autônomo e competente o
suficiente para construir sua própria história.
Na análise de dados identificou-se que a Escolinha Sonho Meu possui uma
gestão democrática e participativa, satisfatória tantos aos professores como aos pais e
alunos.
41

REFERÊNCIAS

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Guanabara, 1978.

BARROSO, João. Para o desenvolvimento de uma cultura de participação na


escola. Cadernos de Organização e Gestão Curricular. Editora: Instituto de Inovação
Educacional. 2005.

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Nacionais: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação, 1999.

ELALI, G. V. M. A. O ambiente da escola: uma discussão sobre a relação escola-


natureza em educação infantil. 2003. Disponível em:
<http//www.scielo.br/pdf/epsic/v8n2/1904>. Acesso em: outubro/2012.

FERNANDES, Alicia. O saber em jogo. Porto Alegre: Artmed, 2001.

FEVORINI, Luciana Bittencourt; LOMONACO, José Fernando Bitencourt. O


envolvimento da família na educação escolar dos filhos: um estudo exploratório com
pais das camadas médias. Psicol. educ., São Paulo, n. 28, jun. 2009 . Disponível em
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414752009000100005
&lng=pt&nrm=iso>. acessos em jan. 2013.

GENOFRE, R. M. Família: uma leitura jurídica: a família contemporânea em debate.


São Paulo. EDUC/Cortez, 1997.

GRESSLER, Lori Alice. Entrevista. In: ______ Introdução à pesquisa: projetos e


relatórios. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. p.164-169.

KRAMER, Sônia. Com a pré-escola nas mãos. São Paulo: Ática, 2000.

MARQUES, R. O envolvimento das famílias no processo educativo. Resultado de


um estudo em cinco países. 2002.

MOURA, T. R. S. O conforto ambiental em edifícios escolares: da análise ao projeto.


116 f. 2006. Trabalho Final de Graduação. Universidade Estadual Paulista, Bauru.

OSÓRIO, Luiz Carlos. Família hoje. 1ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas,1996.

PARO, Vitor Henrique. Qualidade do ensino: a contribuição dos pais. 1997.

POLONIA, A C. e DESSEN, M. A Em busca de uma compreensão das relações


família e escola. Psicologia escolar e educacional, v. 9, n. 2, pp. 303 - 312. 2005.

PRADO, Danda. O que é família. 1 ed. São Paulo: Brasiliense, (Coleção Primeiros
Passos). 1981.
42

RIGONATTI, S.P. et tal. Temas em psiquiatria forense e psicologia jurídica. São


Paulo: Vetor Editora Psico-Pedagógica, 2003.

SILVA, Elaine Cristina Reis. Perspectivas do professor com relação à integração da


família do educando ao ambiente escolar. Para entender a história... Ano 3, Vol.
fev., Série 14/02, 2012.

SHAPIRO, J.; BLACHER, J. & LOPEZ, S. R. Maternal reactions to children with


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SPÓSITO, M. P. Educação, gestão democrática e participação popular. In:


BASTOS, João Baptista (org). Gestão democrática. Rio de Janeiro: DP&A: SEPE,
2001.

WEBER, Lídia. Eduque com carinho: equilíbrio entre amor e limites. Curitiba: Juruá,
2007.
43

APÊNDICES
44

ENTREVISTA COM A PROFESSORA

1 - Há quanto tempo encontra-se atuando como professora desta escola?

2 – Para você, a escola cria ou fortalece ambientes que favoreçam a participação


da família no ambiente escolar?

3 - Qual dos agentes da Educação possuem maior envolvimento com a família?

4 - Na sua visão qual a importância da parceria na relação escola e família?

5 - Como os professores promovem a participação da família na escola?

6 - Qual o seu ponto de vista em relação ao acesso, e a permanência da família na


escola?

7 - Qual é a relação estabelecida entre escola e a família, e como ocorre?


45

QUESTIONÁRIO APLICADO ÀS MÃES DE ALUNOS

1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

( ) menos de 1 ano ( ) 1 ano ( ) acima de 1 ano

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos?

______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
46

ENTREVISTA COM A PROFESSORA RESPONDIDO

Professora: Lizandra Matos

1 - Há quanto tempo encontra-se atuando como professora desta escola?


Há 3 anos

2 – Para você, a escola cria ou fortalece ambientes que favoreçam a participação


da família no ambiente escolar?
Sim. A escola é uma grande incentivadora dessa participação e proporciona sim
um ambiente propício para que isto aconteça.

3 - Qual dos agentes da Educação possuem maior envolvimento com a família?


A Diretoria. Ela é capaz de transmitir à família toda a situação do aluno, que foi
avaliado previamente pela professora. Este agente também pode retirar dúvidas e
receber críticas ou elogios, e assim repassá-las a professora.
4 - Na sua visão qual a importância da parceria na relação escola e família?
Não há como o aluno desenvolver-se bem, se não haver esta parceria. Em todos os
momentos o aluno precisa ser acompanhado tanto pela escola, quanto pela família.
Se não houver esta ponte, em algum momento o aluno sofrerá um déficit de
aprendizagem.
5 - Como os professores promovem a participação da família na escola?
Realizando reuniões, rodas de conversas e durante as reuniões bimestrais para
entrega de resultados. Sempre que possível a escola cria situações que
proporcionam a interação entre a escola e a família.
6 - Qual o seu ponto de vista em relação ao acesso, e a permanência da família na
escola?
A presença da família na vida escolar do aluno deve ser constante, mas na escola
em si, ela deve ser de uma forma que não intervenha no modo de trabalhar da
professora em sala de aula, pois é importante que cada uma das partes saiba
desempenhar seu papel adequadamente.

7 - Qual é a relação estabelecida entre escola e a família, e como ocorre?


47

Ocorre de maneira natural, em rodas de conversas, durante os eventos escolares e


etc. Ressaltando que a escola está sempre aberta para receber os pais, para tratar
qualquer assunto priorizando sempre o trato com aprendizado do aluno, assim
também, como a professora está sempre disponível para a família do aluno.
48

Questionário respondido - Mãe A


49

Questionário respondido - Mãe B


50

Questionário respondido - Mãe C


51

Questionário respondido - Mãe D


52

Questionário respondido - Mãe E

QUESTIONÁRIO APLICADO AS MÃES DOS ALUNOS


Maria Luziane de Souza Silva
1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

( ) menos de 1 ano ( x ) 1 ano ( ) acima de 1 ano

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

(x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos? Não tenho do que falar da escola quero sim fazer parceria com a mesma,
quero somar e que a escola dê a minha filha uma boa base de ensino, como esta
acontecendo. Só tenho a agradecer essa equipe. Obrigada!
53

Questionário respondido - Mãe F

QUESTIONÁRIO APLICADO AS MÃES DOS ALUNOS


Maria Rita Mendes
1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

( ) menos de 1 ano ( ) 1 ano ( x ) acima de 1 ano

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

(x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos? Estou satisfeita, primeiro porque eu sou funcionaria da escola, gosto
muito daqui, tenho uma boa relação, estou sempre acompanhando o desenvolvimento da
minha filha.
54

Questionário respondido - Mãe G

QUESTIONÁRIO APLICADO AS MÃES DOS ALUNOS


Maria Natalia
1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

( ) menos de 1 ano ( ) 1 ano ( x ) acima de 1 ano

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

(x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos?
Estou satisfeita, me relaciono bem com a escola e os demais funcionários. E o ensino é
bastante satisfatório.
55

Questionário respondido - Mãe H

QUESTIONÁRIO APLICADO AS MÃES DOS ALUNOS


Maria Neuzivan

1 - Há quanto tempo seu filho (a) estuda nesta escola?

( ) menos de 1 ano ( x ) 1 ano ( ) acima de 1 ano

2 - Se sente satisfeita em relação à organização da escola?

(x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

3 - A senhora é incentivada a participar das atividades escolares?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

4 - As suas opiniões são sempre consideradas pelo corpo docente da escola?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

5 – Há uma boa relação entre professores, pais e alunos?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

6 - As reuniões com pais/responsáveis alunos são feitas com a antecedência


adequada, com a indicação clara do assunto a tratar, hora e local de atendimento?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

7 - A escola preocupa-se em responder sempre às questões colocadas pela senhora?

( x ) Sim ( ) Não ( ) Em partes

8 – É informada periodicamente, sobre os progressos e dificuldades do(s) seu(s)


filho(s)?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

9 - Considera os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e


articulados com o ensino que é desenvolvido na escola?

( x) Sim ( ) Não ( ) Em partes

10 - No seu entender, o que falta para estar mais satisfeita com a relação escola,
pais e alunos? Bem, a minha relação com a escola é só quando têm reuniões escolares. Mas
mesmo assim gosto da escola, dos projetos em si trabalhados para o desenvolvimento do meu
filho. E sempre que vou, solicito informações na escola sobre meu filho.

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