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Aula 01

Máquinas de Indução Trifásicas


ENE093 - Conversão Eletromecânica de Energia II

Marcelo Aroca Tomim

Universidade Federal de Juiz de Fora


Departamento de Energia Elétrica

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Características Construtivas

Rotor Tipo Gaiola de Esquilo

1 Carcaça
2 Núcleo de chapas
3 Núcleo de chapas
4 Tampa
5 Ventilador
6 Tampa Defletora
7 Eixo
8 Enrolamento
Trifásico
9 Caixa de Ligação
10 Terminais
11 Rolamentos
12 Barras e Anéis de
Curto

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Características Construtivas

Rotor Tipo Gaiola de Esquilo

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Características Construtivas

Rotor Tipo Gaiola de Esquilo

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Características Construtivas

Rotor Tipo Bobinado

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Características Construtivas

Rotor Tipo Bobinado

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Princípio de Funcionamento

Máquina de Indução Primitiva

Campo magnético girante gerado no


estator que incide no lado da bobina

B = BM cos (θs − θr )
BM ωs
Considerações:
θs
Campo é considerado distribuido
ωr
senoidalmente ao longo do entreferro.
θr Posição do campo girante do estator θs
medida com relação a uma referência
0o
parada (0◦ )
Rotor gira com velocidade constante ωr
no sentido anti-horário.
Posição do rotor θr medida com relação
a uma referência parada (0◦ )

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Princípio de Funcionamento

Tensão Induzida na Máquina de Indução


Tensão induzida no rotor no lado (N
espiras)
e = N v B l
Velocidade linear relativa v
~M
B ωs
v = vs − vr = (ωs − ωr ) r
θs
~ Logo,
B ωr
e = N r l BM (ωs − ωr ) cos (θs − θr )

~v θr
Por simetria eind = 2 e , resultando:
0 o
eind = λmax (ωs − ωr ) cos (θs − θr )

Onde A = 2 r l, fluxo máximo


φmax = A BM e fluxo enlaçado máximo
λmax = N φmax
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Princípio de Funcionamento

Tensão Induzida na Máquina de Indução

ESCORREGAMENTO
4 ωs − ωr
s=
ωs

velocidade angular relativa entre campo girante do estator (ωs ) e rotor


(ωr ), normalizada com relação a ωs

Tensão induzida no rotor em função do escorregamento

eind = s ωs λmax cos (θs − θr )

Considerando que θs = ωs t e θr = ωr t

eind = s ωs λmax cos (sωs t)

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Princípio de Funcionamento

Tensão Induzida na Máquina de Indução


Tensão Induzida na máquina de indução primitiva:

eind = s ωs λmax cos (sωs t)

s = 0 Não há movimento relativo entre campo girante e rotor, logo


eind = 0
0 < s < 1 Campo girante mais rápido que o rotor. Tanto magnitude
como frequência de eind variam com o escorregamento.
Quanto maior o escorregamento, maiores as amplitude e
frequência.
s = 1 Rotor bloqueado (parado).
eind = ωs λmax cos (ωs t)

Definindo o valor de pico da tensão induzida no rotor como


4
E2p = ωs λmax
eind = e2 = s E2p cos (sωs t)

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução


Quando há caminho para circulação de
corrente i2 no rotor, forças serão
induzidas e cada lado da bobina.

F~ ~M
B ωs F = N B i2 l

Por simetria, o torque induzido


θs τind = 2 r F , resultando:
~
B ωr
i2 τind = 2 r l N B i2 cos (sωs t)
θr Ou seja,

0o τind = λmax i2 cos (sωs t)

Onde A = 2 r l, fluxo máximo


φmax = A BM e fluxo enlaçado máximo
λmax = N φmax
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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução


Como a tensão induzida varia senoidalmente, a corrente i2 também.
Em regime permanente, e2 pode ser representado por um fasor,
definido para a frequência sωs

Impedância do rotor Z 2 :
sE2p  q
E 2 = √ ∠0◦ = sE2 ∠0◦  Z2 = R2 2 + (sX2 )2

2 

  
Z 2 = Z2 ∠ϕ sX2
i2 (t) R2 ϕ = arctan


 R2

X2 = ωs L2

e2 (t) L2
Corrente no rotor I 2 :

E2 E2 ∠−ϕ
I2 = = r  = I2 ∠−ϕ
Z2 R2
2
2
s + X2

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução

No domínio
√ do tempo, a corrente no rotor i2 (t) é dada por
(I2p = 2 I2 ):
i2 (t) = I2p cos (sωs t − ϕ)
Como o torque induzido é dado pela expressão abaixo:

τind = λmax i2 cos (sωs t)

Substituindo i2 (t) na expressão de τind , temos:

λmax I2p h i
τind = cos ϕ + cos (2 sωs t − ϕ)
2

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução

Considerando um enrolamento trifásico também no rotor:


Tensões Induzidas

eaa0 = sE2p cos (sωs t)


BM ωs
ebb0 = sE2p cos (sωs t − 120◦ )
b c0 θs
ecc 0 = sE2p cos (sωs t + 120◦ )
0 a ωr
a
c b0 θr Correntes no rotor
0o iaa0 = I2p cos (sωs t − ϕ)
ibb0 = I2p cos (sωs t − ϕ − 120◦ )
icc 0 = I2p cos (sωs t − ϕ + 120◦ )

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução

Considerando um enrolamento trifásico também no rotor:


Torques no rotor

λmax I2p h i
τaa0 = cos ϕ + cos (2sωs t − ϕ)
2
BM ωs λmax I2p h i
τbb0 = cos ϕ + cos (2sωs t − ϕ − 120◦ )
b c 0
θs 2
λmax I2p h i
a0 a ωr τcc 0 = cos ϕ + cos (2sωs t − ϕ + 120◦ )
2
c 0
b θr
Torque total no rotor:
0o
τ3φ = τaa0 + τbb0 + τcc 0

3
τ3φ = λmax I2p cos ϕ
2

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução

Lembrando que:

E2p = ωs λmax
E2p
E2 = √
2
I2p
I2 = √
2

Podemos reescrever τ3φ como:

3 E2 I2 cos ϕ P2
τ3φ = =
ωs ωs

onde P2 é a potência ativa transferida ao rotor.

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Princípio de Funcionamento

Torque Induzido na Máquina de Indução

Conclusões:

s > 0 ⇒ ωs > ωr Torque a favor do movimento do rotor. Logo, a máquina


de indução opera como MOTOR.
P OTÊNCIA FLUI DO ESTATOR PARA O ROTOR .

s < 0 ⇒ ωr > ωs Torque contra o movimento do rotor (velocidade relativa


inverte sinal). Logo, a máquina de indução opera como
GERADOR.
P OTÊNCIA FLUI DO ROTOR PARA O ESTATOR .

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