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HEBREUS

Contexto
 Autor e data indeterminado. Alguns atribuem a Paulo, Barnabé, Lucas, Apolo...
 Propósito: Mostrar aos hebreus a glória transcendente da era cristã em
comparação com a do Antigo Testamento. Esses hebreus estavam tendendo a
voltar para o judaísmo, ou dando muita importância aos ritos cerimoniais.
Devido à perseguição, muitos corriam risco de apostasia.
 As onze exortações presentes no livro:
1. Temamos, 4:1
2. Procuremos, 4:11
3. Cheguemo-nos, pois, com confiança do trono da graça, 4:16
4. Prossigamos, 6:1
5. Cheguemo-nos, 10:22
6. Guardemos firme, 10:23
7. Consideremo-nos uns aos outros, 10:24
8. Deixemos todo embaraço e corramos com perseverança, 12:1
9. Sirvamos a Deus agradavelmente, 12:28
10. Saiamos, 13:13
11. Ofereçamos sempre sacrifícios de louvor,13:15

 A carta pode ser dividida em duas grandes partes:

a) parte I - Doutrinária - Cap. 1-10,é o KERIGMA, ou seja, fala da preeminência de


Cristo, sua excelência e senhorio, enfim, tudo que diz respeito à sua Pessoa.

b) parte II - Prática - Cap. 11-13, é a DIDAQUE, isto é, os ensinamentos para uma boa e
coerente conduta perante o Senhor.

Sinopse
KERIGMA - Seção1. A preeminência de Cristo (cap. 1; cap. 2:1-15)

Seção 2. A preeminência do sacerdócio de Cristo (cap. 2:16-17 ao cap.


10:1-18)

DIDAQUÊ- Ensino e exortações práticas. Cap. 10:19-21;

Exortações, cap. 10:22 em diante até cap. 13


Didaquê
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Última página do Didaquê.

Didaquê (português brasileiro) ou Didaqué (português europeu) (Διδαχń, "ensino",


"doutrina", "instrução" em grego clássico), Instrução dos Doze
Apóstolos (do grego Didache kyriou dia ton dodeka apostolon ethesin)
ou Doutrina dos Doze Apóstolos é um escrito do século I que trata
do catecismo cristão. É constituído de dezesseis capítulos, e apesar de ser uma
obra pequena, é de grande valor histórico e teológico. O título lembra a
referência de «E perseveravam na doutrina dos apóstolos ...» (Atos 2:42).

Índice
[esconder]

 1Data e autenticidade
 2Conteúdo
 3Referências
 4Ver também
 5Ligações externas

Data e autenticidade
Estudiosos estimam que são escritos anteriores a destruição do templo
de Jerusalém, entre os anos 60 e 70 d.C. Outros estimam que foi escrito entre
os anos 70 e 90 d.C., contudo são coesos quanto a origem sendo
na Judéia ou Síria. Segundo Willy Rordorf, a Didaquê é uma "compilação
anônima de diversas fontes derivadas da tradição viva, de comunidades
eclesiais bem definidas", portanto a questão da datação equivale à questão das
datas das tradições ali registradas, que indubitavelmente remontariam ao
século I d. C., derrubando as teses de datação tardia (séc. II)[1].

Quanto à sua autenticidade, é de senso comum que o mesmo não tenha sido
escrito pelos doze apóstolos, ainda que o título do escrito lhes faça menção.
Contudo, estudiosos acreditam na compilação de fontes orais tendo recebido
os ensinamentos que resultaram na elaboração do texto. Também é senso
comum que tenha sido escrito por mais de uma pessoa.

O texto foi mencionado por escritores antigos, inclusive por Eusébio de


Cesareia que viveu no século III, em seu livro "História Eclesiástica"[2], mas a
descoberta desse manuscrito, na íntegra, em grego, num códice do século XI (
ano 1056 ) ocorreu somente em 1873 num mosteiro em Constantinopla, o
chamado Codex Hierosolymitanus.

É considerado apócrifo por Eusébio, Atanásio (c. 367) e Rufino (c. 380).

Conteúdo
Nos escritos da Didaquê, além da catequese e liturgia cristã, o evangelho de
Jesus é recomendado. A Didaquê também cita a oração do “Pai Nosso” como
sendo “ensinada pelo Senhor” e finda com a afirmação em consonância com o
livro Apocalipse, do Novo Testamento, de que Jesus voltará:

“ ... conforme foi dito: "O Senhor virá e todos os santos estarão com ele".
Então o mundo assistirá o Senhor chegando sobre as nuvens do céu." ”
— Vários, Didaquê[3].

Nos escritos da Didaquê também são reforçados o batismo no nome


do Pai, Filho e Espírito Santo[4], sendo argumento para os que aceitam
o dogma da Trindade, contrapondo-se a defesa dos não trinitários de que não
existiam escritos cristãos do primeiro século que defendessem o batismo no
nome de Jesus.
A respeito de Jesus, ainda sobre o batismo, diz:

“ ”
Que ninguém coma nem beba da Eucaristia sem antes ter sido batizado em
nome do Senhor, pois sobre isso o Senhor [Jesus] disse: "Não dêem as
coisas santas aos cães"
— Vários, Didaquê[5].

Tais escritos também sustentam argumentos de que existiam escritos do


primeiro século apoiando a defesa da tese teológica de que Jesus é Deus.

Sobre questões polêmicas como o batismo, adverte para o batismo em


imersão; sendo admitido por aspersão na inexistência de água corrente. A
Didaquê também acentua a disposição ao jejum por parte do candidato ao
batismo e daquele que o vai batizar por cerca de três dias antes do batismo.

Nos escritos da Didaquê há uma similaridade quando se referencia ora ao Pai


como o Senhor[6], ora a Jesus como o Senhor[7], o que é aceito por alguns
como a interposição entre as duas pessoas. Também fazendo a distinção de
pessoa chamando Jesus de servo do Pai[8].

A Didaquê faz registro da celebração da eucaristia:

“ Reuni-vos no dia do Senhor, para romperdes o pão e dardes graças...



— Vários, Didaquê[9].

A Didaquê cita diretamente ou faz menção indireta a diversos livros do novo


testamento: Mateus, Lucas, I Epístola aos Coríntios, Hebreus, I Epístola de
Pedro, Atos dos Apóstolos, Romanos, Efésios, Carta aos Tessalonicenses e
Apocalipse.

Referências
1. RORDORF, W. "Didaché". In: DI BERARDINO, A.. Dicionário patrístico e de
antiguidades cristãs. Tradução de Cristina Andrade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. pp.
404, 405.
2. História Eclesiástica (em inglês). [S.l.: s.n.] Texto "volume 3.25" ignorado
(ajuda); |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
3. "Didache, capítulo 16, verso 16, em inglês.
4. "Didache, capítulo 7, versos 1-3, em inglês.
5. "Didache, capítulo 9, verso 12, em inglês.
6. "Didache, capítulo 10, em inglês.
7. "Didache, capítulo 16, em inglês.
8. "Didache, capítulo 9, em inglês.
9. "Didache, capítulo 14, verso 1
PORÇÕES SELETAS

. O sofrimento, é uma preparação para o sacerdócio, 2:9-18

. O descanso da fé, 4:1-11

. A maturidade espiritual, 5:12-6:2

. o capitulo da fé. Ou a galeria dos heróis, cap. 11

. O capítulo do "atletismo espiritual" e da carreira cristã. O sofrimento, a correção e a


disciplina como preparação para a vitória, 12:1-13

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A palavra MELHOR sugere uma corrente (Thompson 37745, pg. 1342)

. Melhor revelação, 1:1-4

. melhor esperança, 7:19

. Melhor sacerdócio, 7:20-28

. Melhor aliança, 8:6

. Melhores promessas, At 8:6

. Melhores sacrifícios, 9:23

. Melhores possessões, 10:34

. Melhor pátria, 11:16

. Melhor ressurreição, 11:35

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CAPÍTULO 1

. Curiosamente o verso 1 é o único que cita Deus numa forma direta:

"Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos
profetas"...

os demais versículos se referem a Deus com relação a Cristo:

- v. 2 ...nos falou oelo Filho..

v. 9 ...Deus, o teu Deus, te (JESUS)ungiu...

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Neste capítulo 1 uma demonstração do que Jesus Cristo é:

- herdeiro de todas as coisas e criador do Universo (2)

-resplendr da glória de Deus, a exata expresssão do Pai, sustentador de todas as coisas e


purificador dospecados, (3)

. consumador (verdadeiro significado da palavra assentou-se)(3)

. superior aos anjos e aquele cujo nome é mais excelente que o dos anjos(4)

. ungido (9)

.DOS ANJOS

Deles fala-se pouco, mas não sempouca imortancia

. com relaça´a

DEUS (1)

JESUS (2-13)

ANJOS (5,6,1314)

IGREJA (14)

(A doutrina dos anjos, Ryrie pg. 1287

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Hebreus , capit. 2

palavra-chave: CRISTO HOMEM - CRISTO VITORIOSO SOBRE A MORTE - CRISTO


RECONCILIADOR (PROPICIAÇÃO)