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MATEMÁTICA (NÍVEL MÉDIO) - PETROBRAS 2012

Aula 00: Funções do 1º e 2º Grau


Prof. Marcos Luciano e Fernando Martinez
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AULA 00: FUNÇÕES DO 1º e 2º GRAU

SUMÁRIO PÁGINA
1. Apresentação 1
2. Cronograma 3
3. Equação do 1º Grau 4
4. Sistemas de Equações do 1º Grau 8
5. Função do 1º Grau 26
6. Equação do 2º Grau 39
7. Função do 2º Grau 50
8. Lista das Questões Comentadas 65
9. Gabarito 79

1. Apresentação

Olá, caro aluno!

Somos:

Prof. Marcos Luciano: Sou formado em Matemática pela UCSAL-BA. Trabalho como professor de
matemática, raciocínio lógico, matemática financeira e estatística. Ministro aulas nos principais
cursos preparatórios de Salvador-BA. Sou colaborador do blog: EXATAMENTE COMENTADAS. Meu
contato: marcosluciano@estrategiaconcursos.com.br

Prof. Fernando Martinez: Sou formado em matemática pela USP-SP. Trabalho como professor de
matemática, raciocínio lógico, matemática financeira e estatística. Ministro aulas nos principais
cursos preparatórios de Salvador-BA. Sou colaborador do blog: EXATAMENTE COMENTADAS. Meu
contato: fernandomartinez@estrategiaconcursos.com.br

Seja bem-vindo ao nosso curso de questões comentadas para o concurso da PETROBRAS! Nosso
objetivo é comentar de forma minuciosa muitas e muitas questões da Fundação CESGRANRIO. Com
esta aula demonstrativa, pretendemos lhe preparar em dois assuntos (Funções do 1º e 2º Grau) que
figuram em seu edital. Pretendemos também lhe mostrar nosso estilo de trabalho.

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Na resolução das questões, sempre fazemos um rápido apanhado teórico. Com isso, é possível
acompanhar o curso mesmo sem ter feito um curso teórico anteriormente. As questões são
comentadas em detalhes, sempre passo a passo. Leia esta aula demonstrativa e veja como
trabalhamos.

Com esse curso, pretendemos suprir a enorme carência de materiais especializados na Fundação
CESGRANRIO. Há muito livros voltados para a ESAF, CESPE, FCC etc.. Mas com relação à
CESGRANRIO, realmente há uma carência enorme. Nosso objetivo é suprir essa carência.
Pretendemos comentar as principais questões dessa banca. Pretendemos comentar pelo menos 70%
das questões da CESGRANRIO dos últimos 4 anos. Certamente, no final do curso, você será um perito
nessa banca!

Quanto algum tópico apresentar poucas questões, utilizaremos questões de outras bancas. Nesta
aula, por exemplo, por causa do pequeno número de questões de Função do 2º grau, tivemos de
utilizar questões de outras bancas. Isso ocorrerá sempre que necessário.

Um forte abraço, bons estudos e até a próxima aula.

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2. Cronograma

Aula Data Conteúdo

Aula 0 30/03 Funções do 1º e 2º Graus.


Progressões Aritméticas, Geométricas e Noções de Matemática
Aula 1 06/04
Financeira.
Aula 2 13/04 Funções Exponenciais, Logarítmicas e Conjuntos.

Aula 3 20/04 Análise Combinatória, Probabilidade e Estatística Básica.


Matrizes, Determinantes, Sistemas Lineares, Geometria e Trigono-
Aula 4 27/04
metria.

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3. Equação do 1º Grau

1. (Engenharia/Petroquímica Suape/CESGRANRIO/2011) Uma professora recebeu uma caixa de


lápis para distribuir igualmente aos seus alunos. Se a professora desse 4 lápis a cada aluno,
sobrariam 17 lápis. Entretanto, se iniciasse a distribuição dando 5 lápis a cada um, os dois últimos
alunos nada ganhariam. O número de lápis da caixa é

(A) 100
(B) 115
(C) 125
(D) 145
(E) 160

COMENTÁRIO:

A questão apresenta duas situações sobre a distribuição de lápis ( ) por um número de alunos ( ) de
uma rua. A partir das informações dadas, podemos escrever a seguinte relação envolvendo a
distribuição de lápis pelos alunos:

Número de lápis é igual ao número de lápis por cada aluno mais a quantidades de lápis que sobram
(restam) ou menos a quantidade de lápis que faltam.

Ou seja,

A primeira situação diz que cada aluno irá receber 4 lápis e ainda sobrariam 17 lápis. Escrevendo
matematicamente:

Já a segunda situação afirma que cada aluno receberá 5 lápis e que os dois últimos alunos nada
ganhariam (ou seja, não receberiam lápis). Ora, se dois alunos não recebem cada um, seus 5 lápis, é
por que está faltando. Que quantidade está faltando? Observe que como são dois alunos e cada um
receberia 5 lápis, logo faltam: Na forma matemática,

Igualando as equações:

Para determinar a quantidade de lápis, vamos substituir o valor de em uma das equações
(vamos utilizar a igualdade 1),

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Alternativa: C.

2. (Administrador/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) A missão brasileira no Haiti


recebeu certa quantidade de cestas básicas para ser distribuída entre as casas de uma rua. Se cada
casa receber 3 cestas básicas, sobrarão 70 cestas para serem distribuídas; mas, para que cada casa
possa receber 5 cestas básicas, serão necessárias mais 40 cestas. O número de casas da rua e a
quantidade de cestas básicas que a missão brasileira recebeu são, respectivamente,

(A) 50 e 290.
(B) 55 e 235.
(C) 55 e 290.
(D) 60 e 250.
(E) 65 e 235.

COMENTÁRIO:

A questão apresenta duas situações sobre a distribuição de cestas básicas ( ) por um número de
casas ( ) de uma rua. A partir das informações extraídas, podemos escrever a seguinte relação
envolvendo a distribuição das cestas básicas pelas casas:

Número de cestas básicas é igual à quantidade de cestas por cada casa mais a quantidades de cestas
que sobram (restam) ou menos a quantidade de cestas que faltam.

Ou seja,

A primeira situação diz que cada casa receberá 3 cestas (ou seja, 3 cestas por cada casa) e ainda
sobrarão 70 cestas. Escrevendo na linguagem matemática:

A segunda situação afirma que cada casa receberá 5 cestas (ou seja, 5 cestas por cada casa) e seriam
necessárias 40 cestas (ou seja, para que cada casa receba 5 cestas, seriam precisas mais 40 cestas,
logo nessa situação estão faltando 40 cestas). Na forma matemática,

Igualando as equações:

Logo o número de casas é igual a 55.

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A questão quer saber o número de cestas básicas. Substituindo o valor , em qualquer uma das
igualdades (vamos utilizar a ),

Assim o número de cestas básicas é igual a 235.

Alternativa: B.

3. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Quando um consumidor


paga R$ 100,00 de conta de luz, esse valor é dividido em três partes, como mostra a tabela abaixo.

A parte correspondente a encargos e tributos, em reais, é

(A) 25,00
(B) 27,50
(C) 30,00
(D) 32,50
(E) 35,00

COMENTÁRIO:

Como a conta é dividida em três partes e o total é igual a 100 reais, podemos escrever:

Alternativa: D.

4. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Em uma rua retilínea há, na mesma


calçada, uma farmácia, uma padaria e uma agência bancária, nessa ordem. Sabe-se que a distância
entre a farmácia e a agência bancária é de 380 m e que a distância entre a farmácia e a padaria
corresponde a 2/3 da distância entre a padaria e a agência bancária. Qual é, em metros, a distância
entre a farmácia e a padaria?

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(A) 124
(B) 152
(C) 172
(D) 198
(E) 228

COMENTÁRIO:

A questão afirma que:

 na mesma calçada de uma rua existe uma farmácia, uma padaria e uma agência bancária,
nessa ordem;
 a distância entre a farmácia e a agência bancária é de 380 m
 a distância entre a farmácia e a padaria corresponde a 2/3 da distância entre a padaria e a
agência bancária

Indicando a distância entre a padaria e a agência bancária por ( ), podemos escrever o seguinte
gráfico:

FARMÁCIA PADARIA AGÊNCIA BANCÁRIA

Olhando para o desenho acima, podemos escrever a equação abaixo:

Logo a distância entre a farmácia e a padaria é:

Alternativa: B.

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4. Sistemas de Equações do 1º Grau

5. (Engenharia/BNDES/CESGRANRIO/2011) Sérgio, Julia e Marcelo estão juntos, nessa ordem, em


uma fila. Sérgio diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o triplo do número de pessoas
que está à minha frente.” Marcelo diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o dobro do
número de pessoas que está à minha frente.” O número de pessoas dessa fila é

(A) 16
(B) 18
(C) 20
(D) 25
(E) 28

Comentário:

Temos três informações. A seguir, trabalharemos cada uma delas.

1ª Informação: Sérgio, Julia e Marcelo estão juntos em uma fila.

Não sabemos ao certo a posição em que eles se encontram. Não sabemos quantas pessoas estão na
frente deles, tampouco quantas estão atrás. Seja x o número de pessoas que estão na frente deles.
Seja y o número de pessoas que estão atrás deles. Esquematicamente:

2ª Informação: Sérgio diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o triplo do número de
pessoas que está à minha frente.”

Olhemos para Sérgio. Atrás dele há Julia, Marcelo e mais pessoas, ou seja, atrás dele há pes-
soas. Na frente dele, há pessoas. Como o número de pessoas que está atrás dele (y + 2) é o triplo
do número que está à sua frente ( ), temos:

3ª Informação: Marcelo diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o dobro do número de
pessoas que está à minha frente.”

Olhemos para Marcelo. Atrás dele há pessoas. Na frente dele, há Julia, Sérgio e mais x pessoas, ou
seja, na frente dele há pessoas. Como o número de pessoas que está atrás dele ( ) é o dobro
do número de pessoas que está à sua frente ( ), temos:

Encontramos duas equações com duas incógnitas. Elas formam um sistema de equações do 1º grau.

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Para resolver um sistema de equações do 1º grau, há principalmente dois métodos. Em ambos os


métodos, o objetivo é combinar as duas equações de modo a ter uma equação com apenas uma
incógnita. O método da substituição consiste escolher uma das equações, isolar uma das variáveis e
substituir na outra equação, eliminando uma das variáveis. O método da adição consiste em somar
as equações, com o propósito de eliminar uma das variáveis. No método da adição, na maioria das
vezes, é necessário multiplicar uma das equações (às vezes, as duas) por uma constante, de modo
que a soma resulte na eliminação de uma das variáveis.

No nosso sistema, a segunda equação possui a variável isolada ( ). Por esse motivo, é
mais conveniente utilizar o método da substituição. A primeira equação é:

A segunda é:

Substituindo a segunda na primeira, temos:

Para encontrar o valor de , basta escolher uma das equações e nela substituir o valor de . Esco-
lhemos a segunda.

A questão deseja saber o número total de pessoas na fila. Além de Sérgio, Júlia e Marcelo, há mais
pessoas antes deles e mais pessoas depois deles. Portanto:

Alternativa: D.

6. (Técnico em Segurança do Trabalho/CITEPE/CESGRANRIO/2011) No refeitório de uma fábrica, há


exatamente 36 mesas, algumas com 6 cadeiras, e as demais, com 10 cadeiras. Sabendo-se que, ao
todo, há 300 cadeiras nesse refeitório, quantas são as mesas com 10 cadeiras?

(A) 12
(B) 15
(C) 18
(D) 21
(E) 24

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Comentário:

A questão forneceu três informações.

1ª Informação: no refeitório de uma fábrica, há mesas com 6 cadeiras e mesas com 10 cadeiras.

Seja o número de mesas com 6 cadeiras e o número de mesas com 10 cadeiras. Assim,

2ª Informação: o total de mesas é 36.

O total de mesas corresponde à soma do número de mesas de 6 cadeiras ( ) com o número de


mesas de 10 cadeiras ( ). Em linguagem matemática:

3ª Informação: o total de cadeiras é 300.

O total de cadeiras corresponde ao número de cadeiras das mesas de 6 cadeiras somado com o
número de cadeiras das mesas de 10 cadeiras.

O número de mesas de 6 cadeiras é . Como cada uma dessas mesas tem 6 cadeiras, o total de
cadeiras dessas mesas é: .

O número de mesas de 10 cadeiras é . Como cada uma dessas mesas tem 6 cadeiras, o total de
cadeiras dessas mesas é: .

Somando o total de cadeiras das mesas de 6 cadeiras ( ) com o total de cadeiras das mesas de 10
cadeiras ( ), dá o total de cadeiras que é 300. Assim,

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

O objetivo é calcular o total de mesas com 10 cadeiras, isto é, o valor de . Para tanto, somaremos as
equações, cancelando .

Para cancelar a variável , temos de multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica assim:

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Somando as equações, fica:

O total de mesas de 10 cadeiras é 21.

Alternativa: D.

7. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2010) Certa marca de café é comercializada


exclusivamente em embalagens de 250 g ou de 400 g. Se um consumidor dessa marca comprar uma
embalagem de cada, gastará, ao todo, R$ 3,30. Se, em vez disso, esse consumidor comprar o
correspondente a 900 g em embalagens desse café, pagará, ao todo, R$ 4,60. A diferença, em reais,
entre os preços das embalagens de 400 g e de 250 g é

(A) 0,40
(B) 0,50
(C) 0,60
(D) 0,70
(E) 0,80

Comentário:

Repare que novamente temos três informações.

A questão forneceu três informações.

1ª Informação: há dois tipos de embalagem, algumas de 250 g e outras de 400 g.

Seja o preço de uma embalagem de 250 g e o preço de uma embalagem de 400 g. Assim,

2ª Informação: uma embalagem de 250 g mais uma embalagem de 400g totaliza 3,3.

O preço de uma embalagem de 250 g é . O preço de uma embalagem de 400 g é . De acordo com
2ª informação, somando as duas, dá R$ 3,30. Assim,

2ª Informação: 900 g de embalagens totalizam R$ 4,60.

Só existem uma maneira de obter 900 g com embalagens de 250 g e 400 g. Temos de tomar 2
embalagens de 250 g () e 1 embalagem de 400 g (). Como 900 g de embalagem custam R$ 4,60,
temos a seguinte equação:

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Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

O objetivo é calcular a diferença, em reais, entre os preços das embalagens de 400 g e de 250 g. Para
tanto, temos de calcular os valores de cada uma das embalagens, isto é, os valores de e .

Se multiplicarmos a 1ª equação por e a somarmos com a 2ª, cancelamos a variável .


Multiplicando, fica:

Somando as equações, fica:

Agora precisamos calcular o valor de . Para calculá-lo, é só substituir na equação q. Substituindo,


fica:

A questão solicitou a diferença, em reais, entre os preços das embalagens de 400 g e de 250 g. A
embalagem de 400 g ( ) custa R$ 2,00. A embalagem de 250 g ( ) custa R$ 1,30. Fazendo a
diferença, ficamos com R$ 0,70.

Alternativa: D.

8. (Assistente Administrativo/EPE/CESGRANRIO/2010) Uma pousada que dispõe de 60 quartos,


alguns duplos (para duas pessoas) e outros, triplos (para três pessoas), pode acomodar, no máximo,
162 hóspedes. Quantos quartos duplos há nessa pousada?

(A) 18
(B) 22
(C) 28
(D) 36
(E) 42

Comentário:

A questão forneceu três informações.

1ª Informação: uma pousada possui dois tipos de quartos, alguns duplos e outros triplos.

Seja o número de quartos duplos e o número de quartos triplos. Assim,

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2ª Informação: o total de quartos é 60.

O total de quartos corresponde à soma do número de quartos duplos ( ) com o número de quartos
triplos ( ). Em linguagem matemática:

2ª Informação: o máximo de hóspedes que podem acomodados é 162.

O máximo de hóspedes que podem ser acomodados na pousada corresponde à soma do máximo de
hóspedes que podem ser nos quartos duplos com o máximo de hóspedes que podem ser
acomodados nos quartos triplos.

Na pousada, há quartos duplos. Cada um deles acomoda 2 hóspedes, no máximo. Assim, o número
máximo de hóspedes que podem ser acomodados nos quartos duplos é .

Na pousada, há quartos triplos. Cada um deles acomoda 3 hóspedes, no máximo. Assim, o número
máximo de hóspedes que podem ser acomodados nos quartos duplos é .

Somando com , obtemos o máximo de hóspedes que podem ser acomodados na pousada, ou
seja, 162. Assim,

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

O objetivo é calcular o total de quartos duplos, isto é, o valor de . Com isso, somaremos as
equações, cancelando .

Para cancelar a variável , temos de multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica assim:

Somando as equações, fica:

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O total de quartos duplos é 18.

Alternativa: A.

9. (Técnico de Administrador e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) João tem 100 moedas,


umas de 10 centavos, e outras de 25 centavos, perfazendo um total de R$ 20,20. O número de
moedas de 25 centavos que João possui é

(A) 32
(B) 56
(C) 64
(D) 68
(E) 72

Comentário:

Temos três informações.

1ª Informação: há dois tipos de moedas, moedas de 10 centavos e moedas de 25 centavos.

Seja o número de moedas de 10 centavos e o número de moedas de 25 centavos. Assim,

2ª Informação: o total de moedas é 100.

Somando o número de moedas de 10 centavos ( ) com o número de moedas de 25 centavos ( ),


obtemos o total de moedas, que é 100. Assim, ficamos com a seguinte equação:

3ª Informação: o valor total das moedas é R$ 20,20.

O número de moedas de 10 centavos é . Juntando as moedas de 10 centavos, ficamos com um total


de reais.

O número de moedas de 25 centavos é . Juntando as moedas de 25 centavos, ficamos com um total


de reais.

Juntando o dinheiro obtido de ambas as moedas, isto é, com , ficamos com a quantia
total de R$ 20,20. Assim,

Juntando as equações 1 e 2, temos um sistema de equações do 1º grau.

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Nosso objetivo é calcular o total de moedas de 25 centavos, isto é, o valor de . Com isso,
somaremos as equações, cancelando .

Para cancelar a variável , temos de multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica


assim:

Somando as equações, fica:

O total de moedas de 25 centavos é 68.

Alternativa: D.

10. (Técnico de Abastecimento/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) Um navio iniciou


uma viagem com 1.970 pessoas a bordo (tripulantes e passageiros). Ao parar no primeiro porto,
ninguém embarcou no navio e 591 passageiros desembarcaram. Assim, o número de passageiros a
bordo passou a corresponder ao sêxtuplo do número de tripulantes. Quantos tripulantes havia nesse
navio?

(A) 294
(B) 261
(C) 245
(D) 206
(E) 197

Comentário:

Temos três informações:

1ª Informação: há dois tipos de pessoas a bordo, tripulantes e passageiros.

Seja o número de tripulantes e o número de passageiros. Assim,

2ª Informação: o total de pessoas é 1970 menos 561.

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A princípio, haviam 1970 pessoas. No primeiro porto 591 passageiros desembarcaram. Com isso, o
total de pessoas é:

O número total de pessoas (1379) corresponde ao número de tripulantes ( ) mais o número de


passageiros ( ). Assim,

3ª Informação: depois do desembarque, o número de passageiros a bordo passou a corresponder ao


sêxtuplo do número de tripulantes.

Repetindo, depois do desembarque, o número de passageiros ( ) a bordo passou a corresponder ao


sêxtuplo do número de tripulantes ( ). Assim,

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

Para resolver o sistema, a resolução fica mais rápida se utilizarmos o método da substituição.
Substituindo a 2ª equação na primeira, fica:

O número de tripulantes no navio é 197.

Alternativa: E.

11. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Um departamento de


determinada empresa comprou três agendas grandes e 6 pequenas, gastando, ao todo, R$ 129,00.
Se cada agenda grande custou R$ 11,50 a mais que cada agenda pequena, qual era, em reais, o
preço de cada agenda pequena?

(A) 8,50
(B) 9,00
(C) 9,50
(D) 10,00
(E) 10,50

Comentário:

Repare que novamente temos três informações.

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1ª Informação: há dois tipos de agenda, a pequena e a grande.

Seja o preço da agenda pequena e o preço da agenda grande. Assim,

2ª Informação: 3 agendas grandes mais 6 pequenas custaram R$ 129,00.

O preço de 3 agendas grandes é . O preço de 6 agendas pequenas é . Como 3 agendas


grandes mais 6 pequenas custam R$ 129,00, temos a seguinte equação:

2ª Informação: a agenda grande custou R$ 11,50 a mais que cada agenda pequena.

Se a agenda grande custou R$ 11,50 a mais que cada agenda pequena, então a diferença entre o
preço da agenda grande e o preço da agenda pequena é R$ 11,50. Ficamos com a seguinte equação:

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

Nosso objetivo é calcular o preço de cada agenda pequena. Com isso, somaremos as equações,
cancelando , o preço da agenda grande.

Para cancelar a variável , multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica:

Somando as equações, fica:

Assim, o preço da agenda pequena é 10,5.

Alternativa: E.

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12. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Em uma festa comunitária, uma barraca de


tiro ao alvo dá um prêmio ao cliente de R$ 30,00, cada vez que o mesmo acerta a área central do
alvo. Caso contrário, o cliente paga R$ 10,00. Um indivíduo deu 50 tiros e pagou R$ 100,00. Nessas
condições, o número de vezes que ele ERROU o alvo foi

(A) 10
(B) 20
(C) 25
(D) 35
(E) 40

Comentário:

Assim como as questões anteriores de sistemas de equações do primeiro grau, essa também possui
três informações.

1ª Informação: ao atirar no alvo, pode-se acertar ou errar a área central.

Seja o número de acertos e o número de erros. Repetindo:

2ª Informação: um indivíduo deu 50 tiros.

Se somarmos o número de acertos ( ) com o número de erros ( ), temos o total de tiros, que é 50.
Assim,

3ª informação: cada vez que o indivíduo acerta, ele ganha R$ 30,00, cada vez que ele erra, ele perde
R$ 10,00 e, depois dos 50 tiros, o indivíduo teve de pagar R$ 100,00.

Cada vez que o indivíduo acerta, ele ganha R$ 30,00. Como ele acertou tiros, ele ganhou .

Cada vez que o indivíduo erra, ele perde R$ 10,00. Como ele errou tiros, ele perdeu .

Representaremos os ganhos com sinal positivo e perdas com sinal negativo.

No final dos 5º tiros, o indivíduo teve de pagar R$ 100,00. Isso significa que se somarmos tudo o que
ele ganhou ( ) com tudo o que ele perdeu ( ), fica um saldo devedor de 100 reais ( ).
Assim,

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Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau.

Nosso objetivo é calcular o número de erros do indivíduo ( ). Com isso, somaremos as equações,
cancelando o número de acertos ( ).

Para cancelar a variável , multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica:

Somando as equações, fica:

Assim, o número de erros é 40.

Alternativa: E.

13. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Marcos juntou em seu cofre 156 moedas,
algumas de 10 centavos, e as demais de 5 centavos. Se, ao todo, o menino juntou R$ 11,10, quantas
moedas de 5 centavos havia no cofre de Marcos?

(A) 66
(B) 72
(C) 75
(D) 84
(E) 90

Comentário:

Temos três informações.

1ª Informação: Marcos tem dois tipos de moedas, algumas moedas de 10 centavos e outras de 5
centavos.

Seja o número de moedas de 10 centavos e o número de moedas de 5 centavos. Assim,

2ª Informação: Marcos tem um total de 156 moedas.

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Somando o número de moedas de 10 centavos ( ) com o número de moedas de 5 centavos ( ),


obtemos o total de moedas, que é 156. Assim, ficamos com a seguinte equação:

3ª Informação: o valor total das moedas é R$ 11,10.

O número de moedas de 10 centavos é . Juntando as moedas de 10 centavos, ficamos com um total


de reais.

O número de moedas de 5 centavos é . Juntando as moedas de 5 centavos, ficamos com um total


de reais.

Juntando o dinheiro obtido de ambas as moedas, isto é, com , ficamos com a quantia
total de R$ 11,10. Assim,

Juntando as equações 1 e 2, temos um sistema de equações do 1º grau.

Nosso objetivo é calcular o total de moedas de 5 centavos, isto é, o valor de . Com isso, somaremos
as equações, cancelando .

Para cancelar a variável , temos de multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica


assim:

Somando as equações, fica:

O total de moedas de 5 centavos é 90.

Alternativa: E.

14. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Certa empresa fabrica cartuchos para


impressoras nos modelos padrão (com 5 ml de tinta) e econômico (com 12 ml de tinta). A empresa
recebeu uma encomenda de 2.000 cartuchos e calculou que, se não houvesse desperdício, seriam
necessários 18,4 litros de tinta para produzi-los. Quantos cartuchos do modelo econômico foram
encomendados?

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(A) 400
(B) 600
(C) 800
(D) 1.200
(E) 1.500

Comentário:

Temos três informações.

1ª Informação: há dois tipos de cartuchos, o modelo padrão (5 ml) e o modelo econômico (12 ml).

Seja o número de cartuchos do modelo padrão e o número de cartuchos do modelo econômico.


Assim,

2ª Informação: a empresa recebeu uma encomenda de 2000 cartuchos.

Somando o número de cartuchos modelo padrão ( ) com o número de cartuchos modelo econômico
( ), obtemos o total de cartuchos, que é 2000. Assim, ficamos com a seguinte equação:

3ª Informação: a empresa precisa de 18,4 litros de tinta para encher todos os cartuchos.

O modelo padrão comporta 5 ml. O número de cartuchos modelo padrão é . No total, utilizaremos
ml para encher todos eles.

O modelo econômico comporta 12 ml. O número de cartuchos modelo econômico é . No total,


utilizaremos ml para encher todos eles.

Somando o total de tinta utilizado para encher os cartuchos de 5 ml ( ), com o total de tinta
utilizado para encher o cartucho de 12 ml ( ), obtemos o total de tinta gasto, que é 18,4 litros.

Entretanto, para montar a equação precisamos colocar todos os dados na mesma unidade de
medida. Sabemos que 1 litro é igual a 1.000 ml. Desse modo,

Com isso, podemos montar a segunda equação. Fica:

Juntando as equações 1 e 2, temos um sistema de equações do 1º grau.

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Nosso objetivo é calcular o total de cartuchos econômicos. Com isso, somaremos as equações,
cancelando , o total de cartuchos modelo padrão.

Para cancelar a variável , temos de multipliquemos a 1ª equação por . Multiplicando, fica:

Somando as equações, fica:

O total de cartuchos econômicos é 1200.

Alternativa: D.

15. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) A soma das idades de Alberto e de


Gilberto dá 24 anos. A idade de Gilberto corresponde a 5/7 da idade de Alberto. Quantos anos
Alberto tem a mais do que Gilberto?

(A) 8
(B) 7
(C) 6
(D) 5
(E) 4

Comentário:

Temos três informações.

1ª Informação: há duas pessoas, Alberto e Gilberto.

Representaremos a idade de Alberto por e a idade de Gilberto por . Repetindo:

2ª Informação: a soma das idades de Alberto e Gilberto é 24.

Transformando em equação a 2ª informação, temos:

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3ª Informação: a idade de Gilberto corresponde a 5/7 da idade de Alberto.

Transformando em equação a 2ª informação, temos:

Juntando as equações 1 e 2, temos um sistema de equações do 1º grau.

Para resolver o sistema, a resolução fica mais rápida se utilizarmos o método da substituição.
Substituindo a 2ª equação na primeira, fica:

Pela 1ª informação, sabemos que a soma das idades dos dois é 24. Como a idade Alberto é 14, a
idade de Gilberto é 10. A questão quer saber quantos anos Alberto tem a mais do que Gilberto. A
resposta é 4.

Alternativa: E.

16. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2008) No último sábado, o gerente de um


cinema deu R$ 2,00 de desconto no preço de cada ingresso da sessão de 14 h e, assim, houve p
pagantes e renda de x reais. Já na sessão das 16 h, quando foi cobrado o preço normal do ingresso,
houve (p – 80) pagantes e renda de (x – 240) reais. Sabendo que o preço normal do ingresso é R$
10,00, qual foi, em reais, a renda da sessão de 14h?

(A) 2.000,00
(B) 2.240,00
(C) 2.480,00
(D) 2.560,00
(E) 2.800,00

Comentário:

A questão trouxe no enunciado duas informações.

1ª Informação: o gerente de um cinema deu R$ 2,00 de desconto no preço de cada ingresso da


sessão de 14 h e, assim, houve p pagantes e renda de x reais.

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Segundo o enunciado, o preço normal do ingresso é R$ 10,00. Com o desconto de R$ 2,00 na sessão
de 14 h, o preço ficou em R$ 8,00. Na mesma sessão, houve p pagantes e renda de x reais.

A renda (x reais) é calcula, fazendo o produto do preço do ingresso (R$ 8,00) pelo número de
pagantes (p). Assim,

2ª Informação: na sessão das 16 h, quando foi cobrado o preço normal do ingresso, houve (p – 80)
pagantes e renda de (x – 240) reais.

Relacionemos novamente o número de pagantes (p – 80), o preço do ingresso (R$ 10,00) e a renda (x
– 240):

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau. Veja:

Para resolver o sistema, a resolução fica mais rápida se utilizarmos o método da substituição.
Substituindo a 1ª equação na 2ª, fica:

A questão solicitou a renda na sessão de 14 horas. A equação relativa à sessão das 14 horas
corresponde à equação 1. Ao substituir o número de pagantes nela, podemos calcular a renda.
Substituindo, fica:

Alternativa: B.

17. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2008) Considere que, em uma empresa, há


máquinas copiadoras do tipo A e do tipo B, nas seguintes condições:

 3 máquinas do tipo A, funcionando conjuntamente com 2 máquinas do tipo B, produzem


13.920 cópias, ao todo, em meia hora;
 todas as máquinas do tipo A funcionam sob um mesmo regime constante;
 todas as máquinas do tipo B funcionam sob um mesmo regime constante, 40% maior do que
o regime das máquinas do tipo A.

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O número de cópias por minuto, nessa empresa, que uma máquina do tipo B faz a mais do que uma
máquina do tipo A é

(A) 38
(B) 36
(C) 34
(D) 32
(E) 30

Comentário:

A questão afirmou que todas as máquinas trabalham em regime constante, ou seja, o rendimento
não varia. Tendo em vista esta informação, trabalhemos as demais.

1ª Informação: 3 máquinas do tipo A, funcionando conjuntamente com 2 máquinas do tipo B,


produzem 13.920 cópias, ao todo, em meia hora.

Representaremos as máquinas do tipo A por A e as máquinas do tipo por B.

A 1ª informação diz que 3 máquinas do tipo A, funcionando conjuntamente com 2 máquinas do tipo
B, produzem 13.920 cópias, ao todo, em meia hora. Transformando essa informação em equação,
fica:

2ª Informação: as máquinas do tipo B funcionam em regime 40% maior do que o regime das
máquinas do tipo A.

Transformando a informação acima em equação, fica:

Juntando as equações 1 e 2, ficamos com um sistema de equações do 1º grau. Veja:

Para resolver o sistema, a resolução fica mais rápida se utilizarmos o método da substituição.
Substituindo a 2ª equação na 1ª, fica:

Para determinar o número de cópias da máquina B, é só substituir A na segunda equação.


Substituindo, fica:

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A questão solicitou o número de cópias por minuto, nessa empresa, que uma máquina do tipo B faz
a mais do que uma máquina do tipo A.

É importante notar que os valores que encontramos são referentes ao período de 30 minutos (1ª
informação). Desse modo, temos de fazer a diferença e depois dividir o resultado por 30.

Alternativa: D.

5. Função do 1º Grau

18. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2010) A figura abaixo ilustra o gráfico da função


que associa o volume de gás consumido pelos domicílios de um município ao valor pago por esse
consumo.

O valor pago, em reais, por cada metro cúbico consumido, é de

(A) 7,00
(B) 5,60
(C) 5,00
(D) 4,20
(E) 4,00

Comentário:

Analisando o gráfico, é possível notar que quem consumir 2 metros cúbicos deve pagar 14 reais e
quem consumir 7 metros cúbicos deve pagar 35 reais.

Um erro bastante comum é raciocinar da seguinte maneira: se quem consome 2 metros cúbicos
deve pagar 14 reais, então o preço por cada metro cúbico é 14/2 = 7 reais. Fazendo o mesmo

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raciocínio errôneo, mas utilizando o outro ponto (a outra informação), fica: se quem consome 7
metros cúbicos deve pagar 35 reais, então o preço por cada metro cúbico é 35/7 = 5 reais.

Repare que primeiro obtivemos 7 reais e depois 5 reais por cada metro cúbico. Ambos os valores
estão errados. Eles estão errados porque neles está embutida uma taxa fixa, que nada tem haver
com o preço de cada metro cúbico.

Olhe para o gráfico. Mesmo sem haver consumo, paga-se uma taxa fixa. Essa taxa fixa que torna o
raciocínio que fizemos a pouco errôneo. Devemos calcular o preço do metro cúbico consumido, sem
essa taxa fixa.

Como o gráfico é reta, ele pode ser representado por uma função do 1º grau. Genericamente, uma
função do 1º grau é dada por:

No eixo , temos o valor pago em reais. Ao invés de utilizar a variável , utilizaremos . No eixo ,
temos o número de metro cúbico consumidos. Ao invés de utilizar a variável , utilizaremos . Com
isso, a função do 1º grau fica:

Na função acima, fica claro que o valor ( ) que se deve pagar pelo consumo de gás depende do
número de metros cúbicos consumidos ( ). Se não houver consumo de gás ( ), ainda assim
paga-se um valor. Veja:

Vimos que o valor que se paga quando não consumo de gás corresponde a taxa fixa. Desse modo, o
valor da taxa fixa é .

A constante corresponde justamente ao preço pago por cada metro cúbico consumido. Repare que
na função a constante está multiplicando . Quando nós multiplicamos (preço por cada metro
cúbico consumido) por (número de metros cúbico consumidos) e somamos o resultado com
(taxa fixa), temos o valor que se deve pagar pelo consumo de metros cúbicos de gás.

A questão solicitou o valor de cada metro cúbico, ou seja, o valor de . Dados dois pontos
que pertencem à função, a constante , chamada de coeficiente angular, pode
ser calculada, utilizando a seguinte fórmula:

Repare que, no gráfico, podemos identificar dois pontos pertencentes à função:

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O primeiro ponto será chamado de e o segundo, de . Não tem problema nenhum


inverter. Dá o mesmo resultado.

De acordo com o que estabelecemos, fica:

Substituindo na fórmula do coeficiente angular, fica:

O preço de cada metro cúbico de gás é R$ 4,20.

Alternativa: D.

19. (Técnico de Abastecimento/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) O consumo de


energia elétrica no Brasil nunca foi tão alto. O gráfico abaixo apresenta o pico de consumo, medido
sempre na primeira quinta-feira de fevereiro de cada ano, nos últimos três anos.

Se o aumento linear observado de 2008 para 2009 se mantivesse de 2009 para 2010, o pico de
consumo de energia na primeira quinta-feira de fevereiro seria x megawatts menor do que
efetivamente foi. Conclui-se que x é igual a

(A) 1.538
(B) 3.076
(C) 5.629
(D) 7.401
(E) 8.939

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Comentário:

Analisando o gráfico, o consumo na primeira quinta-feira de fevereiro de 2008 foi 60177 e o


consumo na primeira quinta-feira de fevereiro de 2009 foi 61715. Desse modo, o aumento de 2008
para 2009 foi:

O consumo na primeira quinta-feira de 2009 foi 61725. Se mantivermos o aumento de 2008 a 2009
no período de 2009 para 2010, então, em 2010, fica:

Repare que o valor de 2010 que acabamos de obter é menor que o valor mostrado pelo gráfico. No
gráfico, o valor de 2010 é 70654.

A questão definiu como x a diferença entre o consumo real em 2010 e consumo obtido, mantendo-
se o mesmo aumento de 2008 a 2009. Desse modo,

Alternativa: D.

20. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/ CESGRANRIO/2010) “O


Brasil é o país onde mais caem raios no mundo. Na última década, a cada três dias, em média, uma
pessoa foi fulminada por um raio”. Revista Veja, 10 fev. 2010. Seja f(x) uma função polinomial que
represente o número de pessoas fulminadas por um raio no Brasil ao longo da última década, onde x
representa o número de dias. Considerando as informações apresentadas na reportagem acima,
conclui-se que

(A) f(x) = 3x
(B) f(x) = x + 3
(C) f(x) = x − 3
(D) f(x) = x/3
(E) f(x) = (3 – x)/3

Comentário:

A questão trouxe a seguinte informação: “na última década, a cada três dias, em média, uma pessoa
foi fulminada por um raio”. Além disso, a questão definiu:

Para encontrar a função que relaciona o número de pessoas fulminadas ( ) ao número de raios
( ), construamos uma tabela.

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A cada três dias, em média, uma pessoa é fulminada. Na data zero ( ), nenhuma pessoa foi
fulminada ( ). Colocando os dados na tabela, fica:

0
0

Passados três dias, uma pessoa, em média, é fulminada.

0 3
0 1

Passados seis dias, uma pessoa, em média, é fulminada.

0 3 6
0 1 2

Passados nove dias, uma pessoa, em média, é fulminada.

0 3 6 9
0 1 2 3

Com esses valores, é possível perceber que o número de pessoas fulminadas ( ) é sempre um
terço do número de dias ( ), em média. Assim,

Alternativa: D.

21. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) A função geradora do gráfico abaixo é do tipo


y = mx + n. Então, o valor de m3 + n é

(A) 2
(B) 3

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(C) 5
(D) 8
(E) 13

Comentário:

A questão afirmou que a função geradora do gráfico abaixo é do tipo y = mx + n. Repare que as
constantes m e n são os coeficientes angular e linear, respectivamente.

O ponto do eixo y pelo qual a reta passa corresponde ao coeficiente linear n. Olhe para o gráfico. O
ponto no qual a reta corta o eixo y não foi especificado. Desse modo, teremos de calculá-lo. Mas
antes calculemos o coeficiente angular m.

Dados dois pontos que pertencem à função, a constante , chamada de


coeficiente angular, pode ser calculada, utilizando a seguinte fórmula:

Repare que, no gráfico, podemos identificar dois pontos pertencentes à função:

O primeiro ponto será chamado de e o segundo, de . Não tem problema nenhum


inverter. Dá o mesmo resultado.

De acordo com o que estabelecemos, fica:

Substituindo na fórmula do coeficiente angular, fica:

Substituindo o valor de m na função, fica:

Para calcular o valor de n (coeficiente linear), basta substituir um ponto na função. Tomemos o
ponto , com coordenadas e . Substituindo na função, fica:

Encontramos os valores de m e de n.

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A questão solicitou o valor de . Substituindo os valores, fica:

Alternativa: B.

22. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL/CESGRANRIO/2010) O


gráfico abaixo apresenta a capacidade de processamento de oleaginosas de uma máquina extratora
de óleos vegetais, em função do tempo t.

Em quanto tempo essa máquina processa 800 kg de oleaginosas?

(A) 6 horas e 20 minutos


(B) 6 horas e 30 minutos
(C) 6 horas e 40 minutos
(D) 7 horas e 20 minutos
(E) 7 horas e 40 minutos

COMENTÁRIO:

O gráfico indica uma função do 1º grau em que a capacidade de processamento de oleaginosas em


kg ( ) está em função do tempo (t em horas). Genericamente, podemos representar essa função
do 1º grau como:

Repare que a reta passa pela origem, e dessa forma o valor de b é igual a zero. Assim, a função pode
ser escrita como:

Observe que a função passa pelos pontos (1, 120) e (3, 360). Substituindo um deles na função,
encontramos o valor de a.

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Substituindo o ponto (1; 120), em que t = 1 e C(t) = 120, temos,

Assim, a função do 1º pode ser escrita como,

Como a questão deseja saber o tempo t para que sejam processados 800 kg de oleaginosas (C(t) =
800), temos que,

Alternativa: C.

23. (Técnico em Informações Aeronáuticas/DECEA/CESGRANRIO/2009) O gráfico abaixo apresenta


a quantidade Q de água que jorra do chuveiro da casa de Maria, em função do tempo t.

Ao tomar banho, Maria deixa o chuveiro aberto por 12 minutos. Para que o consumo de água em
cada banho passasse a ser de 128 litros, Maria teria que manter o chuveiro fechado por x minutos,
enquanto se ensaboa. Conclui-se que x é igual a

(A) 4
(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8

COMENTÁRIO:

O gráfico indica a quantidade Q de água que jorra do chuveiro da casa de Maria, em função do
tempo t. Pelo fato de ser uma reta, temos uma função do 1º grau,

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Repare que a reta passa pela origem, e dessa forma o valor de b é igual a zero. Assim, a função pode
ser escrita como,

Observe que a função passa pelo ponto (5; 80). Substituindo na função, determinamos o valor de a.
Logo,

Logo a função é da forma:

Como, ao tomar banho, Maria deixa o chuveiro aberto por 12 minutos, a quantidade de água
utilizada é igual a:

Para que o consumo de água passe a ser de 128 litros Maria tem reduzir seu consumo em 192 – 128
= 64 litros.

A questão solicitou o tempo necessário para que Maria mantenha o chuveiro fechado, enquanto se
ensaboa (e garanta o consumo de 128 litros). Para tato, vimos que ela deve reduzir a quantidade de
água em 64 litros. Calculando, utilizando a função, fica:

Alternativa: A.

24. (Supervisor Têxtil/CITEPE/CESGRANRIO/2009) O gráfico abaixo apresenta o custo de produção,


em reais, de certo tipo de tecido, em função da quantidade produzida, em metros.

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Se cada metro de tecido for vendido por R$ 5,10, o lucro na venda de 10.000 metros, em reais, será
de

(A) 15.400,00
(B) 16.200,00
(C) 17.500,00
(D) 18.600,00
(E) 19.000,00

COMENTÁRIO:

O gráfico indica o custo de produção pela quantidade produzida em metros. Vemos que se trata de
uma função do 1º grau, logo pode ser escrita da seguinte forma:

Onde q representa a quantidade em metros e C(q) representa o consumo em reais.

Repare que o gráfico corta o eixo y (vertical) no valor 3.600. O ponto em que a reta corta o eixo
vertical corresponde a b (coeficiente linear) da função do 1º grau. Logo,

Vemos também que a reta passa pelos pontos:

Com esses pontos podemos calcular o valor de a. Calculando o valor de a (coeficiente angular), pela
seguinte fórmula, fica:

Estabeleçamos:

Substituindo na fórmula do coeficiente angular, fica:

Assim a função pode ser escrita com,

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Para determinar o lucro com a venda de 10.000 metros, vamos calcular o custo de produção desses
10.000 metros,

Agora vamos determinar o valor da venda. Segundo o enunciado, cada metro do tecido será vendido
por R$ 5,10. Logo,

Assim, o lucro na venda de 10.000 metros é:

Alternativa: A

25. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) Seja f uma função real de variável


real dada por f(x) = 8 – 3x. Analise as afirmações a seguir.

I. O coeficiente angular de f é 8.
II. O gráfico de f é uma reta que corta o eixo vertical no ponto (0,5).
III. Para acréscimos de 1 unidade no valor de x, o valor de f diminui 3 unidades.

Está(ão) correta(s) APENAS

(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) I e III.

COMENTÁRIO:

A questão informou a função do 1º grau,

Em seguida, fez algumas afirmativas sobre a função dada. Vamos analisar cada uma das afirmativas.

Afirmativa I: “O coeficiente angular de f é 8.”

A função , tem como valor para o coeficiente angular o valor -3.

Afirmativa errada.

Afirmativa II: “O gráfico de f é uma reta que corta o eixo vertical no ponto (0,5).”

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O gráfico de uma função do 1º grau corta o eixo vertical no ponto (0; b). Para essa função, o valor de
b é igual a 8. Assim, a reta corta o eixo vertical no ponto (0; 8).

Afirmativa errada.

Afirmativa III: “Para acréscimos de 1 unidade no valor de x, o valor de f diminui 3 unidades.”

Aumentando o valor de x em uma unidade, temos que o valor de f:

Repare que os valore de f estão sendo reduzidos em 3 unidades. Ou seja, para cada aumento de uma
unidade em x, o valor da função reduz de 3 unidades, que é justamente o valor do coeficiente
angular.

Afirmativa correta.

Alternativa: C.

26. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2008) O Programa de


Fazendas Marinhas da Ilha Grande oferece treinamento para o cultivo de moluscos no litoral sul do
Rio de Janeiro. Os gráficos abaixo apresentam o custo da semente e o preço de venda, depois do
cultivo, de vieiras, um molusco dotado de grande valor comercial.

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Um fazendeiro investiu U$50.000,00 na montagem de uma fazenda marinha, mais U$9.000,00 em


sementes de vieira. Se todas as vieiras cultivadas forem vendidas, todos os custos serão cobertos e o
fazendeiro lucrará, em dólares,

(A) 40.250,00
(B) 82.250,00
(C) 97.500,00
(D) 128.500,00
(E) 137.500,00

COMENTÁRIO:

O primeiro gráfico representa o custo (C(s)) em função da quantidade de sementes (s). Como o
gráfico é uma reta (função do 1º grau), que passa pela origem, podemos escrever a seguinte
representação:

Observe que a função que passa pelo ponto (100, 80). Substituindo na função, determinamos o valor
de a.

Logo a função é da forma:

Como o fazendeiro teve um custo de U$9.000,00, ( ele comprou:

O segundo gráfico traz o preço (P(s)) em função do número de sementes cultivadas. Como o gráfico
é uma reta (função do 1º grau) que passa pela origem, podemos escrever a seguinte representação:

Observe que a função passa pelo ponto (10; 12,50). Substituindo na função, determinamos o valor
de a.

Logo a função é da forma:

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O fazendeiro comprou 150.000 sementes. Caso todas sejam cultivadas, ele conseguirá um preço de:

Lembrando que o fazendeiro teve os custos, de U$50.000,00 na montagem de uma fazenda marinha,
mais U$9.000,00 em sementes de vieira, totalizando U$59.000,00 o lucro que ele obteve foi de:

Alternativa: D

6. Equação do 2º Grau

27. (Técnico Químico/LIQUIGÁS/PETROBRAS/CESGRANRIO/2011) O carro de José rende 5


quilômetros por litro de combustível a mais quando usado na estrada do que quando usado na
cidade. Em uma pequena viagem, José percorreu 40 km na cidade e 90 km na estrada, gastando um
total de 10 litros de combustível. Quantos quilômetros por litro de combustível o carro de José rende
na estrada?

(A) 15
(B) 13
(C) 10
(D) 9
(E) 4

Comentário:

Seja a quantidade de quilômetros por litro que o carro de José rende na cidade. A questão
informou que o carro de José rende 5 quilômetros por litro de combustível a mais quando usado na
estrada do que quando usado na cidade. Desse modo, a quantidade de quilômetros por litro que o
carro de José rende na estrada é . Resumindo, fica:

De acordo com o enunciado, em uma pequena viagem, José percorreu 40 km na cidade e 90 km na


estrada, gastando um total de 10 litros de combustível.

José percorreu 40 km na cidade. O carro dele gasta km/l na cidade. Desse modo, ele gastou:

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José percorreu 90 km na estrada. O carro dele gasta km/l na estrada. Desse modo, ele gastou:

O total de combustível gasto na viagem corresponde ao total gasto na cidade mais o total gasto na
estrada, que, segundo o enunciado, vale 10. Assim,

Aplicando a distributiva em ambos os lados da igualdade, fica:

Dividindo todos os termos por 10, fica:

Na equação acima,

Calculando o delta.

Substituindo o valor do delta na fórmula de Bháscara, temos:

Para finalizar, calculemos x’ e x’’. Veja:

Como x corresponde à quantidade de quilômetros por litro que o carro de José rende na cidade, não
faz sentido x assumir um valor negativo. Desse modo,

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A questão solicitou a quantidade de quilômetros por litro que o carro de José rende na cidade. No
início da resolução definimos essa quantidade como . Desse modo,

Alternativa: A.

28. (Técnico de Administrador e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) O valor máximo da


função de variável real f(x) = 4(1 + x)(6 − x) é

(A) 44
(B) 46
(C) 48
(D) 49
(E) 50

Comentário:

A questão solicitou o valor máximo da função f(x) = 4(1 + x)(6 − x). Certo. Mas o que é o valor máxi-
mo de uma função? É o maior valor que a função f(x) = y pode assumir. E essa função dada possui
alguma característica importante? Positivo. Temos na verdade uma função do 2º grau que está escri-
ta na forma fatorada e que possui a seguinte expressão:

onde a ∊ ℝ* e e são as raízes da função.

Devemos lembrar também que qualquer função do 2º grau pode ser representada da seguinte for-
ma:

onde: a ∊ ℝ* , b e c ∊ ℝ.

Mais uma coisa: como calcular o valor máximo de uma função do 2º grau? O valor máximo de uma
função do 2º grau é fornecido pelo valor do y do vértice ( ), quando o valor de a é negativo (a < 0),
ou seja, quando a parábola que representa a função do 2º grau possui concavidade (abertura) para
baixo. Detalhe: quando o valor de a é positivo (a > 0) a função possui valor mínimo e a parábola que
representa a função do 2º grau possui concavidade (abertura) para cima. A fórmula do y do vértice é
dado por:

onde: .

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Assim para calcular o valor máximo da função fornecida na questão vamos precisar dos valores da a,
b e c. E, dessa forma, precisamos sair da forma fatorada,

e escrever a função na forma:

Pronto! Vamos aos cálculos. Aplicando a distributiva na função f(x) = 4(1 + x)(6 − x), obtemos:

Assim observamos que: .

Aplicando a fórmula do , para calcular o valor máximo da função, temos:

Alternativa: D

29. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) Para que a equação do 2º grau 2x2 –


12x + k = 0 tenha duas raízes reais iguais, o valor de k deve ser

(A) 0
(B) 9
(C) 18
(D) 24
(E) 36

Comentário:

A questão forneceu uma equação do 2º grau:

Em seguida, solicitou o valor de k para que a equação dada possua duas raízes reais e iguais. Certo,
mas qual é a condição para que uma equação do 2º grau possua duas raízes reais e iguais? Vamos
lembrar!

Para uma equação do 2º grau do tipo: , sendo a, b, c os coeficientes da equa-

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ção, com e ∊ ℝ, podemos afirmar que se

> 0  existem duas raízes reais e distintas;


= 0  existem duas raízes reais e iguais;
< 0  não existe raiz real.

Assim vemos que para uma equação do 2º grau possuir duas raízes reais e iguais, que o DELTA ( )
tem que ser igual a zero. Não podemos esquecer que:

Dessa forma podemos resolver a questão. Observando a equação dada, temos que:

Agora obedecendo à condição pedida na questão vamos calcular o da equação e igualar a


zero. Vamos lá:

Igualando a zero:

Alternativa: C.

30. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Na tabela abaixo, têm-


se duas equações quadráticas de incógnitas x, E1 e E2.

Se a maior raiz de E1 é igual à menor raiz de E2, a maior raiz de E2 é

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(A) 4
(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8

COMENTÁRIO:

A questão apresenta duas equações do 2º grau E1 e E2, e solicita que seja determinada a maior raiz
de E2, sabendo-se que a maior raiz de E1 é igual à menor raiz de E2.

Assim, vamos calcular o valor das raízes de E1.

Como,

Os valores dos coeficientes de E1,

Cálculo do (delta),

Calculando as raízes:

Assim, a maior raiz de E1 é . E pelo informado no enunciado essa será a menor raiz de E2, cuja
equação é:

Repare que de E2 conhecemos uma de suas raízes ( ) e os coeficientes . Como


o coeficiente c tem haver com a fórmula do produto das raízes, para determinar a outra raiz de E2
vamos utilizar o produto das raízes. Logo,

Assim a maior raiz de E2 é igual a 4.

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Alternativa: A.

31. (EBDA CETRO 2006) O valor de m para que a soma das raízes da equação de segundo grau
mx2 – 7x + 10 = 0 seja igual a 7 é:
(A) - 7
(B) - 2
(C) 1
(D) - 1
(E) 7

COMENTÁRIO:

A questão nos forneceu a equação do 2º grau:

e informa que “a soma das raízes da equação de segundo grau ” é “igual a 7”


e pede o valor de m para essa soma seja igual a 7.

A partir dos dados da questão vemos que o assunto da mesma envolve as Relações entre os Coefici-
entes e Raízes. Mas quais são essas Relações? Para uma Equação do 2º Grau como existem somente
duas raízes, teremos somente duas relações: a SOMA e o PRODUTO das Raízes. As relações são as
seguintes:

Para uma equação do 2º da forma , sendo a, b, c os coeficientes da equação,


com e ∊ ℝ, temos as seguintes:
Relações entre os coeficientes e as raízes de uma Equação do 2º Grau:

Pronto!

Vamos agora resolver a questão. Já sabemos que a soma das raízes é igual a 7, logo

Precisamos agora dos coeficientes e da equação do 2º grau fornecida. Observando a equação


vemos que:

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Substituindo os valores de e , na encontraremos o valor de m. Assim:

Alternativa: C.

32. (EBDA CETRO 2006) Na equação de segundo grau 5x2 – 10x + 2m – 4 = 0, a soma das raízes é i-
gual ao produto das mesmas, nessas condições, o valor de m é igual a:

(A) -2
(B) -1
(C) 5
(D) 7
(E) 2

COMENTÁRIO:

A questão nos informou uma equação do 2º grau:

Em seguida, nos pede o valor de para que “a soma das raízes é igual ao produto das mesmas”.

Como já sabemos que:

Para uma equação do 2º da forma , sendo a, b, c os coeficientes da equação,


com e ∊ ℝ, temos as seguintes:
Relações entre os coeficientes e as raízes de uma Equação do 2º Grau:

Vamos resolver a questão!

Obedecendo a condição da questão (a soma das raízes é igual ao produto das mesmas), assim:

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Logo para determinarmos o valor , precisamos dos valores dos coeficientes e que serão obti-
dos a partir da equação dada. Assim:

Substituindo os valores de e , na encontraremos os valor de .


Assim:

Alternativa: D.

33. (PROMINP CESGRANRIO 2010) Sejam x1 e x2 as raízes reais da equação x2 + bx + c = 0. Para que
x1 = 2x2, é necessário que c seja igual a

b
(A)

b
(B) 3

(C) b

b
(D)

b
(E) 3

COMENTÁRIO:

A questão nos informa a equação do 2º grau:

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cujas raízes são e . Afirma também uma relação entre essas raízes, que é expressa pela seguinte
igualdade:

Observe que a pergunta da questão é sobre o valor do coeficiente e que as respostas contidas nas
afirmativas estão escritas em função do valor do coeficiente (muito importante esse detalhe). E
essas constatações nos levam a que conclusão? Podemos concluir que essas constatações nos levam
a utilizar as Relações entre os coeficientes e as raízes de uma Equação do 2º Grau. Vamos lembrar
que:

Para uma equação do 2º da forma , sendo a, b, c os coeficientes da equação,


com e ∊ ℝ, temos as seguintes:
Relações entre os coeficientes e as raízes de uma Equação do 2º Grau:

Assim, vamos determinar os coeficientes da equação fornecida na questão e produzir os cálculos.


Logo:

Pronto!

Vamos começar trabalhando com a Soma das Raízes juntamente com a ( ),


obtemos:

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Trabalhando com a o Produto das Raízes juntamente com as , obteremos o valor


do coeficiente . Observe:

substituindo a :

substituindo :

substituindo a :

Alternativa: A.

34. (Técnico em Arquivo/ELETRONUCLEAR/CESGRANRIO/2010) Ao resolver corretamente a


equação x2 + bx + 18 = 0 na variável x, onde b representa um coeficiente real, Pedrinho observou que
as duas raízes eram positivas e que uma delas era igual ao dobro da outra. Então, o coeficiente b é
igual a

(A) –9
(B) –6
(C) +3
(D) +6
(E) +9

COMENTÁRIO:

Sobre a equação do segundo grau:

É informado que:

 b representa um coeficiente real;

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 as suas duas raízes são positivas;


 uma das raízes era igual ao dobro da outra.

Destacando os coeficientes da equação,

Indicando as raízes por , e utilizando a informação que uma raiz é o dobro da outra, temos:

Pela relação do produto das raízes,

Como as raízes são positivas, o valor de é igual a 3. E assim o valor de é:

Para determinar o valor de b, iremos utilizar a fórmula da soma das raízes,

Alternativa: A.

7. Função do 2º Grau

35. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Uma loja de eletrodomésticos possui 1.600


unidades de liquidificadores em estoque. Uma recente pesquisa de mercado apontou que seriam
vendidas 800 unidades a um preço de R$300,00, e que cada diminuição de R$ 5,00, no valor do
produto, resultaria em 20 novas vendas. Qual valor de venda, em reais, permite que a receita seja
máxima?

(A) 230,00
(B) 240,00
(C) 250,00
(D) 270,00
(E) 280,00

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Comentário:

A questão solicitou o valor do preço que torna a receita máxima. A palavra “máxima” lembra função
quadrática (2º grau). O gráfico de uma função quadrática é uma curva chamada parábola, cujo
vértice é o ponto mínimo ou máximo da função.

Do enunciado, sabemos que se o preço do eletrodoméstico for R$ 300,00, então serão vendidas 800
unidades. Por outro lado, se o preço sofrer uma diminuição de R$ 5,00 (custando, por exemplo, R$
295,00), o número de vendas aumentará em 20 unidades (sendo, portanto, 820). Pelo exposto, o
número de unidades vendidas (u) está em função do preço (p). E a relação entre “u” e “p” é dada por
uma função afim (1º grau). Assim, u = a p + b, onde “a” e “b” são números reais. Note que “u” e “p”
estão fazendo o papel de “y” e “x”, respectivamente.

Para encontrar os valores de “a” e “b”, precisamos de dois pontos. Das informações acima, temos os
pontos: (300, 800) e (295, 820). Substituindo os pontos na função u = a.p + b, obtemos:

Temos um sistema de equações do 1º grau.

Multiplicaremos a segunda equação por – 1 e a somaremos com a primeira.

Para encontrar o valor de “b”, substituiremos “a” na primeira equação.

Portanto:

A receita (r) é dada pelo produto do preço (p) pelo número de unidades vendidas (u = – 4.p + 2000 ).
Assim:

Note que a função “r” é uma função quadrática, com a = – 4, b = 2000 e c = 0. Como a < 0, o gráfico
de r é uma parábola com concavidade voltada para baixo, e seu vértice, portanto, é ponto máximo.
Como a questão solicitou o PREÇO para que a receita seja máxima, devemos calcular a coordenada
“x” do vértice, já que o preço (p) faz o papel do “x”.

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Alternativa: C.

36. (Administrador/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2008) Seja f uma função de IR em IR


cuja lei é f(x) = A.x2 + B.x + C. Sabendo-se que f(0) = 12, f(3) = 0 e f(– 1) = 8, o valor de A + B + C é

(A) 14
(B) 13
(C) 12
(D) 10
(E) 8

Comentário:

A questão nos informou uma função do 2º grau, de IR em IR cuja lei é a seguinte:

e além disso nos informa também o valor numérico de três valores que a função assume, que são os
seguintes:

Mas, o que significa, por exemplo, o valor ? Vamos explicar: a igualdade sig-
nifica dizer que o valor gera na função dada o valor 8. Como assim? Em toda função com duas
variáveis, por exemplo e , podemos escrever que , ou seja, que a variável é calcula-
da através do valor da variável quando este é substituído na lei da função. Assim podemos afir-
mar que a igualdade significa dizer que quando a função assume o valor
(ou seja, ). Assim, vamos partir para resolução da questão.

Dessa forma, observando os valores fornecidos:

e a lei da expressão,

Vamos observar os valores fornecidos e substituir na lei da função. Assim:

1º RELAÇÃO:

çã

substituindo na lei da função os valores , temos que:

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2º RELAÇÃO:

çã

substituindo na lei da função os valores , temos que:

3º RELAÇÃO:

çã

substituindo na lei da função os valores , temos que:

Observando as igualdades obtidas, vemos que pela já temos o valor de . Anali-


sando as outras igualdades ( e ), ambas envolvem os valores de e .
Como precisamos desses valores vamos resolver o Sistema de Equações que envolvem esses valores.
Logo,

Somando as equações, temos que:

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Substituindo o valor de em qualquer uma das igualdades, vamos escolher a


(valores menores). Logo,

Pronto!

Dessa forma como já sabemos os valores de , e ( , ) podemos calcular o


valor da soma pedida na questão que foi . Logo,

Alternativa: C.

37. (TÉCNICO DE EXOLORAÇÃO DE PETRÓLEO JÚNIOR GEÓDESIA CESGRANRIO 2010) Na função


f (x) = −x2 + 3x − 1, a imagem de − 1 é

(A) −5
(B) −3
(C) 0
(D) +1
(E) +3

COMENTÁRIO:

A questão fornece a função do 2º grau:

E pede o valor da imagem de -1.

Para isso, o valor -1 é um valor x, ou seja, x = -1 produzirá uma imagem (uma valor) na função f (x).
Assim, substituindo -1 na função:

Alternativa: A.

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38. (TRF/FCC) Suponha que o custo, em reais, de produção de x unidades de certo artigo seja
calculado pela expressão C(x) = – x2 + 24x + 2. Se cada artigo for vendido por R$ 4,00, quantas
unidades deverão ser vendidas para que se obtenha um lucro de R$ 19,00?

a) 18.
b) 21.
c) 25.
d) 28.
e) 30.

COMENTÁRIO:

A questão informa que o custo para produção de x unidades de certo artigo é dado pela seguinte
expressão:

Se cada artigo é vendido por R$ 4,00, podemos escrever que o preço de venda de um artigo é:

Em seguida a questão deseja saber quantas unidades devem ser vendidas para que se obtenha um
lucro de R$ 19,00, ou seja,

Lembrando que:

Observe que só temos o valor do preço de venda de um só artigo. Assim, o preço de venda de x
unidades é dado pelo produto do preço unitário (4) pela quantidade de unidades (x). Ou seja,

Dessa forma, substituindo igualdade 1,

Como,

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Cálculo do (delta),

Calculando as raízes:

Como x representa o número de unidades do artigo, não pode ser negativo. Logo o valor de x é igual
a 21.

Alternativa: A.

39. (UF/AM) Sabe-se que -1 e 5 são raízes de uma função quadrática. Se o ponto (-2, -7) pertence ao
gráfico dessa função, então o seu valor máximo é:

a) -1
b) 9
c) -7
d) 9,25
e) -9

COMENTÁRIO:

Sobre uma função quadrática sabemos que:

 suas raízes são -1 e 5;


 o ponto (-2, -7) pertence ao gráfico da função.

Como já sabemos os valores das raízes da função, , vamos substitur na forma fato-
rada:

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Substituindo as coordenadas do ponto conhecido pelo qual a função passa, ,


na temos:

Agora que sabemos o valor de ( ), ao substituir na , encontraremos a lei da


função do 2º grau. Ou seja:

O valor máximo de uma função do 2º grau é fornecido pelo valor do y do vértice ( ), quando o valor
de a é negativo (a < 0), ou seja, quando a parábola que representa a função do 2º grau possui conca-
vidade (abertura) para baixo. A fórmula do y do vértice é dada por:

Pronto! Utilizando a fórmula do com base na função:

em que:

Iremos determinar o valor da altura máxima.

Assim o valor máximo da função é igual a 9.

Alternativa: B.

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40. (UFSCar/SP) A parábola determinada pela função f: IR em IR tal que f(x) = ax 2 + bx + c, com a ≠ 0,
tem o vértice de coordenadas (4,2). Se o ponto de coordenadas (2,0) pertence ao gráfico dessa
função, então o produto a·b·c é igual a:

a) -12
b) -6
c) 0
d) 6
e) 12

COMENTÁRIO:

Sobre a função do 2º grau:

Sabe-se que:

O ponto (2,0) pertence ao gráfico da função. Logo, substituindo na função,

O vértice possui as seguintes coordenadas:

Pela fórmula do x do vértice ( ):

Substituindo na ,

Utilizando a fórmula do y do vértice ( )

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Como , temos que .

Determinando os valores de b e c,

Dessa forma o produto a·b·c, é:

Alternativa: E.

41. (TRT ES FCC) O gráfico seguinte permite o cálculo do número de pessoas atendidas a cada hora,
ao longo das 8 horas de expediente de uma Repartição Pública.

De acordo com o gráfico, estima-se que na 6ª hora do expediente o número de pessoas atendidas
seja

(A) 30.
(B) 32.
(C) 36.
(D) 38.
(E) 40.

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COMENTÁRIO:

A questão informou o gráfico da uma função (uma parábola que representa a uma função do 2º
grau) e tal gráfico indica o número de pessoas atendidas a cada hora, ao longo das 8 horas de ex-
pediente, ou seja, o número de pessoas ( ) em função do tempo em horas ( ). A questão deseja
saber o número pessoas atendidas na 6ª hora ( de expediente.

Para resolvermos a questão precisaremos antes determinar a lei que expressa a função indicada no
gráfico. Para isso devemos observar bem o gráfico extraindo suas características mais importantes.
Vamos lá!

1º CARACTERÍSTICA:

O gráfico representa uma parábola que é o gráfico indicativo de uma função do 2º grau. Toda função
do 2º grau possui uma forma geral de escrita, para sua lei. Assim, podemos afirmar que o gráfico
acima pode ser escrito segundo uma função do 2º grau que possui a seguinte forma:

2º CARACTERÍSTICA:

O gráfico da função corta o eixo em doispontos: no ponto ) onde


e no ponto
. Certo, mas o que isso nos diz? Os pontos
onde uma função corta o eixo Ox, indicam as Raízes da função. Logo, para a função do 2º da questão
as Raízes são: , ou seja,

3º CARACTERÍSTICA:

Observamos também que a função passa pelo ponto ou seja quando


. Dessa forma temos um ponto pelo
qual a função passa.

Pronto!

De posse dessas características, vamos partir para os cálculos.

Reunindo os dados, vemos que temos as seguintes informações extraídas do gráfico:

 temos uma função do 2º grau cuja lei é da forma: ;

 temos as raízes da função cujos valores são: ;

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 temos um ponto pelo qual o gráfico da função passa: .

Agora cabe uma pergunta: a partir desses dados como resolver a questão? Primeiro precisamos ob-
servar que para responder o que a questão pede será necessário descobrir a lei da função do 2º
grau, ou seja, determinar os valores de . E de que forma faremos isso? Uma forma bastante
interessante e rápida é usar a FORMA FATORADA DA FUNÇÃO DO 2º GRAU. Vamos observar,
Toda função do 2º grau é da forma:

pode ser escrita da seguinte maneira:


Assim, a partir dos dados que possuímos, vamos resolver a questão com o uso da forma fatorada de
uma função do 2º grau.

1º passo:

Como já sabemos os valores das raízes da função, , vamos substitur na forma fato-
rada:

2º passo:

Substituindo as coordenadas do ponto conhecido pelo qual a função passa, ,


na temos:

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3º passo:

Agora que sabemos o valor de ( ), ao substituir na , encontraremos a lei da


função do 2º grau. Ou seja:

Agora que sabemos a lei da função, podemos responder o que a questão pede. A questão quer saber
a estimativa de pessoas atendidas ( , na 6º hora de atendimento ( ). Para isso, basta substituir
o valor de na lei da função. Logo:

Assim, na 6º hora de atendimento, são atendidas 36 pessoas.

Alternativa: C.

42. (PROFESSOR DE MATEMÉTICA SEE SP FCC 2011) O arco de parábola representado pela função
4 4
h t = t + 3 t, onde h representa a altura em metros e t o tempo em segundos, descreve a trajetó-
ria de um grilo ao saltar. Assim, podemos concluir que a altura máxima atingida pelo grilo, em me-
tros, é

(A) 0,50
(B) 0,75
(C) 1,00
(D) 1,25
(E) 1,50

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COMENTÁRIO:

A questão informa que um grilo ao saltar descreve um arco de parábola que é representado pela
função:

Onde h representa a altura em metros e t o tempo em segundos.


E a partir dessas informações é pedido para ser determinada a altura máxima atingida pelo grilo, em
metros. Vamos aos cálculos!

Como é pedido o altura máxima e temos uma função do 2º grau, vamos lembrar como calcular o
valor máximo de uma função do 2º grau:

O valor máximo de uma função do 2º grau é fornecido pelo valor do y do vértice ( ), quando o valor
de a é negativo (a < 0), ou seja, quando a parábola que representa a função do 2º grau possui conca-
vidade (abertura) para baixo. Detalhe: quando o valor de a é positivo (a > 0) a função possui valor
mínimo e a parábola que representa a função do 2º grau possui concavidade (abertura) para cima. A
fórmula do y do vértice é dada por:

Pronto! Utilizando a fórmula do com base na função:

em que:

Iremos determinar o valor da altura máxima.

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Alternativa: C.

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8. Lista de Questões Comentadas

1. (Engenharia/Petroquímica Suape/CESGRANRIO/2011) Uma professora recebeu uma caixa de


lápis para distribuir igualmente aos seus alunos. Se a professora desse 4 lápis a cada aluno,
sobrariam 17 lápis. Entretanto, se iniciasse a distribuição dando 5 lápis a cada um, os dois últimos
alunos nada ganhariam. O número de lápis da caixa é

(A) 100
(B) 115
(C) 125
(D) 145
(E) 160

2. (Administrador/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) A missão brasileira no Haiti


recebeu certa quantidade de cestas básicas para ser distribuída entre as casas de uma rua. Se cada
casa receber 3 cestas básicas, sobrarão 70 cestas para serem distribuídas; mas, para que cada casa
possa receber 5 cestas básicas, serão necessárias mais 40 cestas. O número de casas da rua e a
quantidade de cestas básicas que a missão brasileira recebeu são, respectivamente,

(A) 50 e 290.
(B) 55 e 235.
(C) 55 e 290.
(D) 60 e 250.
(E) 65 e 235.

3. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Quando um consumidor


paga R$ 100,00 de conta de luz, esse valor é dividido em três partes, como mostra a tabela abaixo.

A parte correspondente a encargos e tributos, em reais, é

(A) 25,00
(B) 27,50
(C) 30,00
(D) 32,50
(E) 35,00

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4. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Em uma rua retilínea há, na mesma


calçada, uma farmácia, uma padaria e uma agência bancária, nessa ordem. Sabe-se que a distância
entre a farmácia e a agência bancária é de 380 m e que a distância entre a farmácia e a padaria
corresponde a 2/3 da distância entre a padaria e a agência bancária. Qual é, em metros, a distância
entre a farmácia e a padaria?

(A) 124
(B) 152
(C) 172
(D) 198
(E) 228

5. (Engenharia/BNDES/CESGRANRIO/2011) Sérgio, Julia e Marcelo estão juntos, nessa ordem, em


uma fila. Sérgio diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o triplo do número de pessoas
que está à minha frente.” Marcelo diz: “O número de pessoas que está atrás de mim é o dobro do
número de pessoas que está à minha frente.” O número de pessoas dessa fila é

(A) 16
(B) 18
(C) 20
(D) 25
(E) 28

6. (Técnico em Segurança do Trabalho/CITEPE/CESGRANRIO/2011) No refeitório de uma fábrica, há


exatamente 36 mesas, algumas com 6 cadeiras, e as demais, com 10 cadeiras. Sabendo-se que, ao
todo, há 300 cadeiras nesse refeitório, quantas são as mesas com 10 cadeiras?

(A) 12
(B) 15
(C) 18
(D) 21
(E) 24

7. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2010) Certa marca de café é comercializada


exclusivamente em embalagens de 250 g ou de 400 g. Se um consumidor dessa marca comprar uma
embalagem de cada, gastará, ao todo, R$ 3,30. Se, em vez disso, esse consumidor comprar o
correspondente a 900 g em embalagens desse café, pagará, ao todo, R$ 4,60. A diferença, em reais,
entre os preços das embalagens de 400 g e de 250 g é

(A) 0,40
(B) 0,50
(C) 0,60
(D) 0,70
(E) 0,80

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8. (Assistente Administrativo/EPE/CESGRANRIO/2010) Uma pousada que dispõe de 60 quartos,


alguns duplos (para duas pessoas) e outros, triplos (para três pessoas), pode acomodar, no máximo,
162 hóspedes. Quantos quartos duplos há nessa pousada?

(A) 18
(B) 22
(C) 28
(D) 36
(E) 42

9. (Técnico de Administrador e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) João tem 100 moedas,


umas de 10 centavos, e outras de 25 centavos, perfazendo um total de R$ 20,20. O número de
moedas de 25 centavos que João possui é

(A) 32
(B) 56
(C) 64
(D) 68
(E) 72

10. (Técnico de Abastecimento/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) Um navio iniciou


uma viagem com 1.970 pessoas a bordo (tripulantes e passageiros). Ao parar no primeiro porto,
ninguém embarcou no navio e 591 passageiros desembarcaram. Assim, o número de passageiros a
bordo passou a corresponder ao sêxtuplo do número de tripulantes. Quantos tripulantes havia nesse
navio?

(A) 294
(B) 261
(C) 245
(D) 206
(E) 197

11. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Um departamento de


determinada empresa comprou três agendas grandes e 6 pequenas, gastando, ao todo, R$ 129,00.
Se cada agenda grande custou R$ 11,50 a mais que cada agenda pequena, qual era, em reais, o
preço de cada agenda pequena?

(A) 8,50
(B) 9,00
(C) 9,50
(D) 10,00
(E) 10,50

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12. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Em uma festa comunitária, uma barraca de


tiro ao alvo dá um prêmio ao cliente de R$ 30,00, cada vez que o mesmo acerta a área central do
alvo. Caso contrário, o cliente paga R$ 10,00. Um indivíduo deu 50 tiros e pagou R$ 100,00. Nessas
condições, o número de vezes que ele ERROU o alvo foi

(A) 10
(B) 20
(C) 25
(D) 35
(E) 40

13. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Marcos juntou em seu cofre 156 moedas,
algumas de 10 centavos, e as demais de 5 centavos. Se, ao todo, o menino juntou R$ 11,10, quantas
moedas de 5 centavos havia no cofre de Marcos?

(A) 66
(B) 72
(C) 75
(D) 84
(E) 90

14. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2010) Certa empresa fabrica cartuchos para


impressoras nos modelos padrão (com 5 ml de tinta) e econômico (com 12 ml de tinta). A empresa
recebeu uma encomenda de 2.000 cartuchos e calculou que, se não houvesse desperdício, seriam
necessários 18,4 litros de tinta para produzi-los. Quantos cartuchos do modelo econômico foram
encomendados?

(A) 400
(B) 600
(C) 800
(D) 1.200
(E) 1.500

15. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) A soma das idades de Alberto e de


Gilberto dá 24 anos. A idade de Gilberto corresponde a 5/7 da idade de Alberto. Quantos anos
Alberto tem a mais do que Gilberto?

(A) 8
(B) 7
(C) 6
(D) 5
(E) 4

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16. (Nível Médio/Grupo C/PROMINP/CESGRANRIO/2008) No último sábado, o gerente de um


cinema deu R$ 2,00 de desconto no preço de cada ingresso da sessão de 14 h e, assim, houve p
pagantes e renda de x reais. Já na sessão das 16 h, quando foi cobrado o preço normal do ingresso,
houve (p – 80) pagantes e renda de (x – 240) reais. Sabendo que o preço normal do ingresso é R$
10,00, qual foi, em reais, a renda da sessão de 14h?

(A) 2.000,00
(B) 2.240,00
(C) 2.480,00
(D) 2.560,00
(E) 2.800,00

17. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2008) Considere que, em uma empresa, há


máquinas copiadoras do tipo A e do tipo B, nas seguintes condições:

 3 máquinas do tipo A, funcionando conjuntamente com 2 máquinas do tipo B, produzem


13.920 cópias, ao todo, em meia hora;
 todas as máquinas do tipo A funcionam sob um mesmo regime constante;
 todas as máquinas do tipo B funcionam sob um mesmo regime constante, 40% maior do que
o regime das máquinas do tipo A.

O número de cópias por minuto, nessa empresa, que uma máquina do tipo B faz a mais do que uma
máquina do tipo A é

(A) 38
(B) 36
(C) 34
(D) 32
(E) 30

18. (Técnico Administrativo/BNDES/CESGRANRIO/2010) A figura abaixo ilustra o gráfico da função


que associa o volume de gás consumido pelos domicílios de um município ao valor pago por esse
consumo.

O valor pago, em reais, por cada metro cúbico consumido, é de

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(A) 7,00
(B) 5,60
(C) 5,00
(D) 4,20
(E) 4,00

19. (Técnico de Abastecimento/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2010) O consumo de


energia elétrica no Brasil nunca foi tão alto. O gráfico abaixo apresenta o pico de consumo, medido
sempre na primeira quinta-feira de fevereiro de cada ano, nos últimos três anos.

Se o aumento linear observado de 2008 para 2009 se mantivesse de 2009 para 2010, o pico de
consumo de energia na primeira quinta-feira de fevereiro seria x megawatts menor do que
efetivamente foi. Conclui-se que x é igual a

(A) 1.538
(B) 3.076
(C) 5.629
(D) 7.401
(E) 8.939

20. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/ CESGRANRIO/2010) “O


Brasil é o país onde mais caem raios no mundo. Na última década, a cada três dias, em média, uma
pessoa foi fulminada por um raio”. Revista Veja, 10 fev. 2010. Seja f(x) uma função polinomial que
represente o número de pessoas fulminadas por um raio no Brasil ao longo da última década, onde x
representa o número de dias. Considerando as informações apresentadas na reportagem acima,
conclui-se que

(A) f(x) = 3x
(B) f(x) = x + 3
(C) f(x) = x − 3
(D) f(x) = x/3
(E) f(x) = (3 – x)/3

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21. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) A função geradora do gráfico abaixo é do tipo


y = mx + n. Então, o valor de m3 + n é

(A) 2
(B) 3
(C) 5
(D) 8
(E) 13

22. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL/CESGRANRIO/2010) O


gráfico abaixo apresenta a capacidade de processamento de oleaginosas de uma máquina extratora
de óleos vegetais, em função do tempo t.

Em quanto tempo essa máquina processa 800 kg de oleaginosas?

(A) 6 horas e 20 minutos


(B) 6 horas e 30 minutos
(C) 6 horas e 40 minutos
(D) 7 horas e 20 minutos
(E) 7 horas e 40 minutos

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23. (Técnico em Informações Aeronáuticas/DECEA/CESGRANRIO/2009) O gráfico abaixo apresenta


a quantidade Q de água que jorra do chuveiro da casa de Maria, em função do tempo t.

Ao tomar banho, Maria deixa o chuveiro aberto por 12 minutos. Para que o consumo de água em
cada banho passasse a ser de 128 litros, Maria teria que manter o chuveiro fechado por x minutos,
enquanto se ensaboa. Conclui-se que x é igual a

(A) 4
(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8

24. (Supervisor Têxtil/CITEPE/CESGRANRIO/2009) O gráfico abaixo apresenta o custo de produção,


em reais, de certo tipo de tecido, em função da quantidade produzida, em metros.

Se cada metro de tecido for vendido por R$ 5,10, o lucro na venda de 10.000 metros, em reais, será
de

(A) 15.400,00
(B) 16.200,00
(C) 17.500,00
(D) 18.600,00
(E) 19.000,00

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25. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) Seja f uma função real de variável


real dada por f(x) = 8 – 3x. Analise as afirmações a seguir.

I. O coeficiente angular de f é 8.
II. O gráfico de f é uma reta que corta o eixo vertical no ponto (0,5).
III. Para acréscimos de 1 unidade no valor de x, o valor de f diminui 3 unidades.

Está(ão) correta(s) APENAS

(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) I e III.

26. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2008) O Programa de


Fazendas Marinhas da Ilha Grande oferece treinamento para o cultivo de moluscos no litoral sul do
Rio de Janeiro. Os gráficos abaixo apresentam o custo da semente e o preço de venda, depois do
cultivo, de vieiras, um molusco dotado de grande valor comercial.

Um fazendeiro investiu U$50.000,00 na montagem de uma fazenda marinha, mais U$9.000,00 em


sementes de vieira. Se todas as vieiras cultivadas forem vendidas, todos os custos serão cobertos e o
fazendeiro lucrará, em dólares,

(A) 40.250,00
(B) 82.250,00
(C) 97.500,00
(D) 128.500,00
(E) 137.500,00

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27. (Técnico Químico/LIQUIGÁS/PETROBRAS/CESGRANRIO/2011) O carro de José rende 5


quilômetros por litro de combustível a mais quando usado na estrada do que quando usado na
cidade. Em uma pequena viagem, José percorreu 40 km na cidade e 90 km na estrada, gastando um
total de 10 litros de combustível. Quantos quilômetros por litro de combustível o carro de José rende
na estrada?

(A) 15
(B) 13
(C) 10
(D) 9
(E) 4

28. (Técnico de Administrador e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) O valor máximo da


função de variável real f(x) = 4(1 + x)(6 − x) é

(A) 44
(B) 46
(C) 48
(D) 49
(E) 50

29. (Técnico de Estabilidade/PETROBRAS/CESGRANRIO/2009) Para que a equação do 2º grau 2x2 –


12x + k = 0 tenha duas raízes reais iguais, o valor de k deve ser

(A) 0
(B) 9
(C) 18
(D) 24
(E) 36

30. (Técnico de Administração e Controle/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Na tabela abaixo, têm-


se duas equações quadráticas de incógnitas x, E1 e E2.

Se a maior raiz de E1 é igual à menor raiz de E2, a maior raiz de E2 é

(A) 4
(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8

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31. (EBDA/CETRO/2006) O valor de m para que a soma das raízes da equação de segundo grau
mx2 – 7x + 10 = 0 seja igual a 7 é:
(A) - 7
(B) - 2
(C) 1
(D) - 1
(E) 7

32. (EBDA/CETRO/2006) Na equação de segundo grau 5x2 – 10x + 2m – 4 = 0, a soma das raízes é
igual ao produto das mesmas, nessas condições, o valor de m é igual a:

(A) -2
(B) -1
(C) 5
(D) 7
(E) 2

33. (PROMINP/CESGRANRIO/2010) Sejam x1 e x2 as raízes reais da equação x2 + bx + c = 0. Para que


x1 = 2x2, é necessário que c seja igual a

b
(A)

b
(B) 3

(C) b

b
(D)

b
(E) 3

34. (Técnico em Arquivo/ELETRONUCLEAR/CESGRANRIO/2010) Ao resolver corretamente a


equação x2 + bx + 18 = 0 na variável x, onde b representa um coeficiente real, Pedrinho observou que
as duas raízes eram positivas e que uma delas era igual ao dobro da outra. Então, o coeficiente b é
igual a

(A) –9
(B) –6
(C) +3
(D) +6
(E) +9

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35. (Administrador/PETROBRAS/CESGRANRIO/2010) Uma loja de eletrodomésticos possui 1.600


unidades de liquidificadores em estoque. Uma recente pesquisa de mercado apontou que seriam
vendidas 800 unidades a um preço de R$300,00, e que cada diminuição de R$ 5,00, no valor do
produto, resultaria em 20 novas vendas. Qual valor de venda, em reais, permite que a receita seja
máxima?

(A) 230,00
(B) 240,00
(C) 250,00
(D) 270,00
(E) 280,00

36. (Administrador/PETROBRAS DISTRIBUIDORA/CESGRANRIO/2008) Seja f uma função de IR em IR


cuja lei é f(x) = A.x2 + B.x + C. Sabendo-se que f(0) = 12, f(3) = 0 e f(– 1) = 8, o valor de A + B + C é

(A) 14
(B) 13
(C) 12
(D) 10
(E) 8

37. (TÉCNICO DE EXOLORAÇÃO DE PETRÓLEO JÚNIOR GEÓDESIA CESGRANRIO 2010) Na função


f (x) = −x2 + 3x − 1, a imagem de − 1 é

(A) −5
(B) −3
(C) 0
(D) +1
(E) +3

38. (TRF/FCC) Suponha que o custo, em reais, de produção de x unidades de certo artigo seja
calculado pela expressão C(x) = – x2 + 24x + 2. Se cada artigo for vendido por R$ 4,00, quantas
unidades deverão ser vendidas para que se obtenha um lucro de R$ 19,00?

a) 18.
b) 21.
c) 25.
d) 28.
e) 30.

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39. (UF/AM) Sabe-se que -1 e 5 são raízes de uma função quadrática. Se o ponto (-2, -7) pertence ao
gráfico dessa função, então o seu valor máximo é:

a) -1
b) 9
c) -7
d) 9,25
e) -9

40. (UFSCar/SP) A parábola determinada pela função f: IR em IR tal que f(x) = ax2 + bx + c, com a ≠ 0,
tem o vértice de coordenadas (4,2). Se o ponto de coordenadas (2,0) pertence ao gráfico dessa
função, então o produto a·b·c é igual a:

a) -12
b) -6
c) 0
d) 6
e) 12

41. (TRT ES FCC) O gráfico seguinte permite o cálculo do número de pessoas atendidas a cada hora,
ao longo das 8 horas de expediente de uma Repartição Pública.

De acordo com o gráfico, estima-se que na 6ª hora do expediente o número de pessoas atendidas
seja

(A) 30.
(B) 32.
(C) 36.
(D) 38.
(E) 40.

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42. (PROFESSOR DE MATEMÉTICA SEE SP FCC 2011) O arco de parábola representado pela função
4 4
h t = t + 3 t, onde h representa a altura em metros e t o tempo em segundos, descreve a trajetó-
ria de um grilo ao saltar. Assim, podemos concluir que a altura máxima atingida pelo grilo, em me-
tros, é

(A) 0,50
(B) 0,75
(C) 1,00
(D) 1,25
(E) 1,50

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9 Gabarito

1-C 2-B 3-D 4-B 5-D 6-D 7-D 8-A 9-D 10 - E


11 - E 12 - E 13 - E 14 - D 15 - E 16 - B 17 - D 18 - D 19 - D 20 - D
21 - B 22 - C 23 - A 24 - A 25 - C 26 - D 27 - A 28 - D 29 - C 30 - A
31 - C 32 - D 33 - A 34 - A 35 - C 36 - C 37 - A 38 - A 39 - B 40 - E
41 - C 42 - C

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