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CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM

GESTÃO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO REGIS PACHECO

Disciplina: Intervenção Social ProSub/M2


Docente: Idelfonso

Comunidade Ribeirinha

As populações ribeirinhas, são povos que vivem nas beiras dos rios e geralmente são
extremamente pobres e sofrem com as poluições dos rios (esgoto) e com os
assoreamentos e a erosão. A comunidade ribeirinha da Amazônia vivem em casas de
palafitas,a sobrevivência da população ribeirinha desempenhadas, são o artesanato e a
agricultura, sabendo que a maioria das culturas e criações de animais são
complementares à alimentação como caça, pesca e algum extrativismo vegetal como o
açaí que se tornou uma das principais fontes de renda.

Na amazônica é sempre um ato de heroísmo e de aventura a sobrevivência diante dos


imprevisões do nível de elevação das águas, que em certos anos provocam as “grandes
cheias” e as “grandes secas”, os ribeirinhos permanecem atentos e sob grande
expectativa durante os meses da enchente, além da comunidade ser uma imensa fábrica
de votos, a população sofre com a falta de saneamento básico e pouco ou nenhuma
acesso a cuidados médicos.
Em algumas comunidades já possuem um sistema de distribuição de água, mas não o
tratamento, e a população consomem a água que lhe chega, diretamente da torneira em
outras mais afastadas consomem a água diretamente dos rios, e lotam o (USSF) unidade
de saúde social fluvial que já não comporta o atendimento total da região.
Outra problemática enfrentada pela população é o descarte irregular dos resíduos do açaí
por não ter uma coleta adequada, acabam lotado as calçadas e margens dos rios, estima-
se que só na região tenha mais de 10 mil casas de extração da poupa do açaí, que
produz em média 200 kg de caroço num total de 2 toneladas por dia se somado a outras
regiões chega a quase 16 toneladas de caroço.

E as principais vitimas de tudo isso são as crianças, que convivem perto do lixo e bebem
das águas não tratadas e sofrem de cólera, leptospirose, parasitose, diarreia, dores
estomacais e hepatite causada também pela dispensação de resíduos de cobre por
algumas usinas.

Foi então que um jovem de 19 anos Edvan Nascimento Pereira, cursante o terceiro ano
do ensino médio, teve e excelente ideia do aproveitamento do caroço do açaí na
produção de um carvão ativado capaz de reduzir a quase zero, a quantidade de
coliformes fecais encontrado na água. No inicio de sua pesquisa Edvan encontrou muita
dificuldade na pesquisa do seu projeto, já que o carvão ativado fabricado nas grandes
industrias tem um custo muito elevado, mas como todo gênio empreendedor e passando
por cima das adversidades Edivam conseguiu, criou o primeiro proto tico do filtro a base
de carvão ativado do caroço do açaí, é elaborado a partir do processo de torrificar o
caroço a quase 400° com Hidróxido de sódio (Solda Caustica) e depois montar o filtro
também utilizando garrafas PET que mais tarde o levaria a ganhar o prêmio de Jovem
cientista das mãos da então presidente da republica Dilma Rousseff.





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