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PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE

SAÚDE OCUPACIONAL P.C.M.S.O.

DINARTS SISTEMAS CONTRA INCENDIOS


LTDA

Médico Responsável PCMSO:


DR. JADER LUIS BARLEM DA SILVA - CRM: 27933

(51)3225-6799

Data PCMSO: 13/03/2018


Índice
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA .......................................................................................................................................3
IDENTIFICAÇÃO Medico Coordenador ..............................................................................................................................3
INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................................................4
Setor: ADMINISTRATIVO/OPERACIONAL ................................................................................................................. 16
Função: ENGENHEIRO ............................................................................................................................................... 16
CONCLUSÃO ...................................................................................................................................................................... 17
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IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: DINARTS SISTEMAS CONTRA INCENDIOS LTDA


CNPJ: 28.508.603/0001-18
Email: dinartejr@hotmail.com
Endereço: R GENERAL NETO, 381
Bairro: CENTRO Município: RIO GRANDE RS
Estado: RS Cep: 96.200-010
Contato: DINART Telefone: (53) 98445-0351
Horário de trabalho: De segunda a sexta: Das 8:00 as 18:00 hs.
Nº de Funcionários: 1
CNAE: 4322-3/03
Atividade: Instalacoes de sistema de prevencao contra incendio
Grau de Risco: 3

IDENTIFICAÇÃO Medico Coordenador

Nome: DR. JADER LUIS BARLEM DA SILVA


Titulação: Médico do Trabalho
Crm: 27933
Contato: (51)3225-6799

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INTRODUÇÃO
As alterações da NR-7 pela portaria número 08, de 08 de maio de 1996, da Secretaria da
Saúde e Segurança do Trabalho, do Ministério do Trabalho, estabeleceram a elaboração e
implantação do PCMSO, para todas as empresas e instituições que admitem trabalhadores como
empregados.
O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base nos riscos à saúde dos
trabalhadores, especialmente os identificados nas avaliações do Programa de Prevenção de
Riscos Ambientais (PPRA) e nas avaliações previstas nas demais NRs.
O PCMSO deverá ter uma visão administrativa no sentido de que a saúde e a segurança no
trabalho sejam parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa e uma
visão técnica de ações específicas das áreas de Recursos Humanos, Saúde Ocupacional,
Segurança do Trabalho e Conservação do Meio Ambiente, e terá validade de 01 (um) ano.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A CONFECÇÃO DO PROGRAMA


PCMSO confeccionado conforme informações obtidas no PPRA confeccionado em: Janeiro de
2018, Por Dinarte Avila de Oliveira Junior, Engenheiros Civil e Engenheiro de Segurança do
Trabalho, REGISTRO/CREA RS 120025.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EMPRESA

CUMPRIMENTO A LEI 8.213/91


De acordo com a Lei 8.213/91, Art. 93, A empresa com 100 (cem) ou mais empregados, como
forma de incentivo a não discriminação em nossa sociedade, está obrigada a preencher de
2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) de seus cargos com beneficiários reabilitados ou
pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:
• I –de 100 até 200 empregados = 2%,
• II- de 201 até 500 empregados = 3%,
• III – de 501 até1.000empregados = 4%,
• IV – de 1.001 em diante = 5%.
§ 1º A dispensa de trabalhador reabilitado ou de deficiente habilitado ao final de contrato por prazo
determinado de mais de 90 (noventa) dias, e a imotivada, no contrato por prazo indeterminado, só
poderá ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante.

CIPA
A Cipa será composta de representantes do empregador e dos empregados,de acordo com o
dimensionamento previsto no Quadro I da NR5, ressalvadas as alterações disciplinadas em atos
normativos para setores econômicos específicos. Redação dada pela Portaria n°8, de 23-2-
1999.DOU de 24-2-1999.Retificação em12-7-1999.

SESMT
O dimensionamento do SESMT, vincula-se á gradação do risco da atividade principal e ao número
total de empregados do estabelecimento constantes dos Quadros I e II anexos, observadas as
exceções previstas na NR4.Redação dada pela Portaria n°33, de 27-10-1983.DOU de 31-10-1983.

OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL
A partir da obtenção de dados e fatos identificados na empresa, através de inspeção no local, bem
como do conhecimento dos agentes de riscos ambientais e das condições de trabalho, serão
determinadas metas e meios para que seja promovida a saúde de todos os funcionários da
empresa buscando medidas de prevenção, diagnóstico e rastreamento precoce dos agravos
à saúde relacionados ao trabalho, inclusive os de natureza sub-clínica, além de constatações
de casos de doenças profissionais ou danos à saúde dos trabalhadores já instalados.

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Promover e preservar a saúde do funcionário, organizando e implantando ações em diferentes


níveis, que façam frente aos agravos de saúde potencialmente provocados pela atividade laboral
e/ou modo de vida.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Reconhecer e monitorar riscos nos postos de trabalho;
• Prevenir doenças ocupacionais;
• Estabelecer diagnósticos precoces e tratamento diferenciado das patologias ocupacionais
ou não;
• Atender o AT (Acidente de Trabalho) desde o encaminhamento da CAT (Comunicação de
Acidente do Trabalho) até reabilitação;

ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

DIRETORES E GERENTES DA EMPRESA


A Empresa deverá cumprir integralmente a Norma Regulamentadora Nº 7 (NR-7), cumprindo
todas as determinações legais em Saúde e Segurança do Trabalho, bem como, fornecer os meios
necessários para a elaboração e implantação deste programa.
Deverá custear todos os procedimentos necessários do PCMSO e zelar pela sua eficácia.
Deverá preocupar-se em atuar preventivamente nos agravos à saúde do trabalhador
relacionados ou não com o trabalho e com a satisfação coletiva.
A empresa deverá apresentar um levantamento de riscos atualizado anualmente (PPRA) e o
PCMSO.

MÉDICO COORDENADOR
O PCMSO da Empresa DINARTS SISTEMAS CONTRA INCENDIOS LTDA, tem como coordenador
o Dr. Jader Luis Barlem da Silva, Médico do Trabalho, CREMERS 27933 e RQE: 26094.
Cabe ao Médico Coordenador, de acordo com os riscos ambientais, realizar exames médicos
ocupacionais deste PCMSO, indicar médicos familiarizados com o ambiente e indicar quais
exames complementares para diagnóstico deverão ser feitos.
A ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA se responsabilizará pelo prontuário
clínico individual, mantido por no mínimo 20 anos após o desligamento do trabalhador.
Também será de responsabilidade da ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA
a indicação da emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), quando necessário
o afastamento do trabalhador da exposição ao risco ou do trabalho.
A emissão do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), onde deverá constar à identificação
do funcionário, a função e risco a que está exposto, emitido em três (03) vias, a primeira será
enviada para a empresa, a segunda entregue ao funcionário e a terceira arquivada em prontuário
médico.
Elaborar o Relatório Anual, o qual deve discriminar por setores da empresa o número, a
natureza dos exames médicos realizados, incluindo avaliações clínicas, exames complementares e
a estatística de resultados anormais. Este relatório será apresentado e discutido na CIPA, quando
existente na empresa.

MÉDICO EXAMINADOR
Manter o médico coordenador informado das alterações de saúde detectadas durante os exames
médicos ocupacionais, tendo em vista o tipo de atividade desenvolvida pelo empregado
examinado e o risco ocupacional inerente à função.
Em caso de suspensão do atendimento à empresa, firmar a Declaração de Isenção de
Responsabilidade Técnica em conjunto com o coordenador, interrompendo, assim a
responsabilidade sobre os empregados da mesma.
Caso detectar, durante o exame ocupacional, que o funcionário é portador de doença profissional

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ou não profissional em atividade, registrar o fato no prontuário médico, com o conhecimento do


examinado, encaminhando o mesmo a CAT ou à Previdência Social para tratamento. Comunicar à
empresa e ao coordenador da atitude tomada.
Participar ativamente em todas as etapas de operacionalização do PCMSO, contribuindo com
seu acompanhamento e aprimoramento.

EMPREGADOS
• Colabora na descrição de suas atividades e das condições em que são desenvolvidas,
auxiliando no controle de possíveis doenças;
• Realizar os treinamentos nas funções em que são exigidos;
• Participar das capacitações orientadas pelo SESMT e pessoas qualificadas contratadas
pela empresa;
• Reportar quaisquer situações de risco à chefia imediata e/ou aos Técnicos de Segurança;
• Não faltar com a verdade sobre, nem descuidar da saúde, principalmente se trabalhar em
áreas de maior risco como: espaço confinado, altura, direção e outros;
• Colaborar com a limpeza e organização da empresa;
• Usar SEMPRE os EPIs indicados.

AÇÕES DE SAÚDE

AÇÕES PRIMÁRIAS
Visam à promoção da saúde, estabelecendo programas de prevenção e educação
continuadas de alta efetividade, cujo desenvolvimento requer a participação multiprofissional
(coordenação, médico examinador e outros especialistas que se fizerem necessários).

AÇÕES SECUNDÁRIAS
Objetiva possibilitar, por meio de exames médicos, a lotação de funcionários em atividades
adequadas à sua capacidade física e mental, bem como instruí-los com as noções fundamentais
de saúde ocupacional e normas de segurança, visando ao bem-estar da coletividade e ao
atendimento da legislação no que tange à periodicidade dos exames clínicos (admissionais,
periódicos, demissionais, por mudança de função e retorno ao trabalho) e outras
particularidades dos mesmos.

AÇÕES TERCIÁRIAS
Envolvem basicamente tudo que se refere à recuperação da saúde. Em casos de acidente do
trabalho, a CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) é preenchida pela empresa, em 06 (seis)
vias, devendo posteriormente ser encaminhada á ATIVA para preenchimento da parte médica.
Uma cópia do Relatório Anual do PCMSO deverá ficar anexo ao livro da CIPA para ciência e
discussão do programa de saúde dos empregados.

ASO

ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL


O ASO é emitido em três vias, que devem ser assinadas pelo funcionário, o qual recebe a
segunda via; sendo que a primeira via fica em poder da empresa, arquivada no local de trabalho, à
disposição da fiscalização do trabalho e a terceira via fica no prontuário médico do empregado.

IMPORTANTE:
Para empresas com Grau de Risco 01 e 02 o ASO tem validade de 135 dias. Ou seja, se o
funcionário foi admitido/fez periódico, e EM MENOS de 135 dias vai ser demitido, poderá sê-
lo com o mesmo ASO.
Para empresas com Grau de Risco 03 e 04 o ASO tem validade de 90 dias. Ou seja, se o

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funcionário foi admitido/fez Periódico, e EM MENOS de 90 dias vai ser demitido, poderá sê-
lo com o mesmo ASO.

O ASO DEVE CONTER NO MÍNIMO


• Nome completo do trabalhador, o número de seu registro, de sua identidade e sua
função;
• Os riscos ocupacionais específicos existentes, ou, na ausência deles, na atividade do
empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e
Saúde no Trabalho - SSST;
• Indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os
exames complementares e a data em que foram realizados;
• Nome do médico coordenador com respectivo número de inscrição no Conselho Regional
de Medicina - CRM;
• Definiçãode apto ou inapto para a função específica que o trabalhador irá exercer estiver
exercendo ou exerceu;
• Datae assinatura do médico encarregado do exame médico e carimbo contendo seu
número de inscrição no Conselho Regional de Medicina - CRM;
• Deveconter expressa permissão para trabalho em altura, caso seja necessário.

NR-7 - PCMSO

7.3 DAS RESPONSABILIDADES


7.4 DO DESENVOLVIMENTO DO PCMSO:

Deverá conter no aso: o nome do médico examinador, encarregado pelo médico coordenador do
pcmso, para realização dos exames previstos no item 7.4.1 da NR-7, bem como, seu carimbo com
o número de inscrição no conselho regional de medicina, sua assinatura, data e, forma de contato,
conforme item 7.4.4.3 , sub itens f e g da NR-7.

EXAME MÉDICO ADMISSIONAL


O Exame Médico Admissional deverá ser realizado antes que o trabalhador assuma suas
atividades, realizando além do exame clínico propriamente dito também, se necessário, os
exames complementares, determinados pelo médico do trabalho.
É fundamental o estabelecimento de parâmetros básicos que deverão conduzir o Exame Médico
Admissional. De acordo com as diversas funções desenvolvidas na empresa determinam-se
exigências mínimas aos candidatos.

EXAME MÉDICO PERIÓDICO


De caráter eminentemente preventivo, o Exame Médico Periódico visa reconhecer os desvios de
saúde da coletividade, antes do aparecimento de manifestações clínicas, permitindo a correção
precoce de determinadas anormalidades despercebidas e/ou desconhecidas do funcionário.

Constituem-se de:

• Exame Clinico;
• Exames Complementares (se necessário);
• Emissão do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) em 03 (três) vias, a 1a será enviada
para a empresa, a 2a entregue ao funcionário e a 3ª fica arquivada em prontuário médico.

EXAME MÉDICO DE RETORNO AO TRABALHO


O Exame Médico de Retorno ao Trabalho deverá ser feito, obrigatoriamente, no primeiro dia
da volta ao trabalho do funcionário ausente por um período igual ou superior a 30
(trinta) dias, por motivos de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não ou parto.

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EXAME MÉDICO DE RETORNO AO TRABALHO POR MOTIVO DE DOENÇA OU


ACIDENTE, DE NATUREZA OCUPACIONAL OU NÃO:
O funcionário deverá trazer a CAM (Comunicação de Alta Médica) ou a CREM
(Comunicação de Resultado de Exame Médico).

Deverá ser submetido a exame físico e:

a) Se estiver apto será emitido o ASO;


b) Se estiver inapto será orientado a retornar ao INSS com preenchimento do PR (Pedido
de Reconsideração).

EXAME MÉDICO DE RETORNO AO TRABALHO APÓS LICENÇA MATERNIDADE:


A funcionária deverá ser submetida a exame físico e posterior emissão do ASO.

EXAME MÉDICO DE MUDANÇA DE FUNÇÃO


O Exame Médico de Mudança de Função deverá, obrigatoriamente, ser realizado antes da data
de mudança de função. Entende-se por mudança de função toda e qualquer alteração de
atividade, posto de trabalho ou setor que implique na exposição do trabalhador a risco
diferente daquele a que ele estava exposto antes da mudança de função.
Deverão ser realizados os exames complementares específicos para a função que o
funcionário irá desempenhar.

EXAME MÉDICO DEMISSIONAL


Este exame deverá ser realizado, obrigatoriamente, até a data da homologação, desde que o
último exame médico ocupacional tenha sido realizado há mais de 135 (cento e trinta e cinco)
dias para empresas de Grau de Risco 1 e 2 ou há mais de 90 (noventa) dias para empresas de
Grau de Risco 3 e 4.

Os exames descritos constituem-se de:

• Exame Clínico;
• Exames Complementares (se necessário);
• Emissão do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) em 03 (três) vias, a 1a será enviada
para a empresa, a 2a entregue ao funcionário e a 3ª fica arquivada em prontuário médico.

ORIENTAÇÕES GERAIS
Paralelamente às orientações da ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA, a
empresa criará normas individuais, para cada posto de trabalho, onde descreverá as seguintes
necessidades:

• Noçõesde primeiros socorros;


• Proteçãocontra incêndio;
• Ordeme limpeza;
• Manuseioe transporte de pesos;
• Usode equipamento de segurança;

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS


O setor de Segurança do Trabalho da Empresa contratante deve conhecedor os riscos
geradores de acidentes do trabalho determinados pelo processo produtivo e devem informar os
mesmos a cada empresa prestadora de serviço, mesmo que estes serviços sejam
temporários.

OBSERVAÇÕES

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Os exames médicos admissionais, periódicos, demissionais, de retorno ao trabalho e para


mudança de função deverão ser encaminhados para a Sede da ATIVA MEDICINA E
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA.
Os funcionários deverão estar munidos da carteira de identidade e da guia de autorização de
exames a serem realizados.
ACIDENTES DE TRABALHO
Quando o funcionário for encaminhado ao serviço de pronto socorro (HPS, Porto Alegre), ou
GHC (Cristo Redentor - se for o caso), o ideal é mandar junto com ele a CAT, para ser preenchida
no local de 1º atendimento médico. Mais precisamente, se ficar claro que o afastamento será de
mais de 15 (quinze) dias.
Em menos tempo que isso, os documentos podem ser preenchidos pelo Técnico de
Segurança da empresa, Chefe do RH ou pelo nosso serviço, quando a empresa dispuser de
contrato nesse sentido.
Quando a empresa estiver situada fora de Porto Alegre ou da Grande Porto Alegre, o funcionário
deve ser encaminhado ao serviço de Pronto Atendimento mais próximo seguindo as mesmas
orientações.

COMO ENCONTRAR OS HOSPITAIS

3 - Locais de atendimento

3.1 – HOSPITAIS:

HOSPITAL SÃO CAMILO


Rua. Castro Aves, 948 – Esteio/RS
Fone: (51) 2126.8303

HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS


Rua. Santos Ferreira, 1864 – Canoas/RS
Fone: (51) 2102.1000

HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO DE CANOAS (QUEIMADOS)


Rua. Caçapava, 100 – Matias Velho – Canoas/RS
Fone: (51) 3415.4500

HOSPITAL DA ULBRA
Av. Farroupilha, 8001 – Canoas/RS
Fone: (51) 3464.9600

HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO DE PORTO ALEGRE (QUEIMADOS)


Av. Oswaldo Aranha, esquina Venâncio Aires
Fone: (51) 3289.7999

HOSPITAL ERNESTO DORNELLES


Av. Ipiranga, 1801 – Porto Alegre
Fone: (51) 3217.2002

INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DO RS
Av. Princesa Izabel, 395 – Porto Alegre
Fone: (51) 3230.3600

HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS


Rua. Pinheiro Machado,331 – Sapucaia do Sul

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Fone: (51) 3451.1515

HOSPITAL CENTENÁRIO
Rua. Teodomiro P. Fonseca, 799 – São Leopoldo
Fone: (51) 3590.1111

HOSPITAL DOM JOÃO BECKER- Gravatai


Av. Dr. José Loureiro da Silva,1561
Fone:(51) 3043-1515

PROGRAMAS PARA A EMPRESA EM 2018/2019


Com base no conhecimento dos riscos à saúde da população em geral e dos funcionários,
sugiro a elaboração e cumprimento dos seguintes Programas:

PREVENÇÃO DE DOENÇAS OCUPACIONAIS


Este programa tem caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde
relacionados ao trabalho, inclusive de natureza sub-clínica, além da constatação da existência
de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos empregados.
Será utilizado o instrumental clínico epidemiológico, pois além da abordagem clínica
individual do trabalhador-paciente, as informações geradas serão tratadas no coletivo, ou seja,
com uma abordagem dos grupos homogêneos em relação aos riscos detectados na análise do
ambiente de trabalho, usando-se os instrumentos da epidemiologia.
Caso algo seja detectado, através dessa analise coletiva, será realizada investigações específicas
visando proteger a saúde dos empregados.

ERGONOMIA
Segundo a NR-17, a ergonomia visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das
condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a
proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficientes.
LER/DORT- os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho podem acometer
principalmente os trabalhadores expostos a ambientes de trabalho onde existem riscos
ergonômicos sem as devidas correções preventivas.
Todos os casos de empregados com queixas de dores e/ou doenças osteomusculares serão
conduzidos da seguinte forma:

a) O empregado será submetido à investigação, se necessário com exames


complementares, e avaliações especializadas para a definição do diagnóstico correto. Após o
diagnóstico, o mesmo será tratado e acompanhado pelo seu médico assistente;

b) Caso necessário, o empregado deverá ser afastado do seu posto de trabalho;

c) Se existe consistência entre o diagnóstico, os riscos ocupacionais, e as atividades


desenvolvidas pelo profissional, a empresa deverá emitir a CAT (comunicação de acidente de
trabalho);

d) Havendo a necessidade de afastamento superior há 15 dias, o funcionário deverá ser


encaminhado com a CAT para a perícia médica da previdência social;

e) A área da segurança do trabalho da empresa será informada para que as medidas


preventivas nos postos de trabalho sejam aplicadas para evitar que outros trabalhadores adoeçam
pelo mesmo motivo.

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EXPOSIÇÃO A AGENTES QUÍMICOS


Todos os empregados expostos à agentes químicos constantes no Quadro I e II da NR 07 ou
outros produtos que poderão causar danos à saúde quando a exposição ultrapassar os
limites de tolerância deverão ser monitorados de acordo com os indicadores biológicos descrito
nesta norma. As condições de amostragem, métodos de execução e critérios de interpretação
devem seguir as orientações constantes nos quadros I e II da NR 7, conforme anexos I e II desse
documento.

CONDIÇÕES DE AMOSTRAGEM
FJ Final do último dia de jornada de trabalho (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana);
FS Final do último dia de jornada da semana;
FS+ Início da última jornada da semana;
PP+ Pré e pós a 4a jornada de trabalho da semana;
PU Primeira urina da manhã;
NC Momento de amostragem “não crítico”: pode ser feita em qualquer dia e horário, desde que o
trabalhador esteja em trabalho contínuo nas últimas 4 (quatro) semanas sem afastamento maior
que 4 (quatro) dias;
T-1 Recomenda-se iniciar a monitorização após 1 (um) mês de exposição;
T-6 Recomenda-se iniciar a monitorização após 6 (seis) meses de exposição;
T-12 Recomenda-se iniciar a monitorização após 12 (doze) meses de exposição;
0-1 Pode-se fazer a diferença entre pré e pós-jornada.

Sendo constatada através da avaliação clínica do empregado e/ou dos exames complementares
realizados, qualquer sintomatologia ou sinal clínico, deverá o empregado ser afastado do local de
trabalho, ou do risco, até que esteja normalizado o indicador biológico de exposição e as
medidas de controle nos ambientes de trabalho tenham sido adotadas.
Havendo indícios e ou confirmação que as alterações clinicas/laboratoriais apresentam nexo
com a atividade do empregado, a medicina ocupacional deverá:

a) Solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho - CAT;

b) Indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do trabalho;

c) Solicitar avaliação especializada, caso tenha indicação de diagnóstico e acompanhamento;

d) Encaminhar, se necessário o empregado à Previdência Social;

e) Orientar a empresa quanto à necessidade de adoção de medidas de controle no


ambiente de trabalho.

PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído)


É o nome dado à deficiência auditiva decorrente da exposição por tempo prolongado a
níveis de pressão sonora elevados. Quando decorrente da atividade laborativa, a PAIR se
integra às chamadas perdas auditivas ocupacionais.
A PAIR apresenta como características gerais:
Todos os empregados expostos à NPS acima de 80 dB(A) devem realizar a audiometria de
acordo com a periodicidade estabelecida neste PCMSO. Os exames audiométricos deverão
seguir as diretrizes estabelecidas nas diretrizes e parâmetros mínimos estabelecidas na NR
07.
Os testes audiométricos alterados seguirão os critérios do anexo I da portaria n.º 19 de 09/04/98,
com acompanhamento seqüencial.
Para os empregados com alterações audiométricas sugestivas de PAIR serão tomadas as
seguintes condutas:

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a) Afastar da exposição;

b) Encaminhar para avaliação e diagnóstico diferencial com otorrinolaringologista;

c) Nos casos confirmados de PAIR, solicitar para a empresa a emissão da CAT


(Comunicação de Acidente do Trabalho);

d) Informar a área da Segurança do Trabalho da empresa para avaliação dos equipamento


de proteção coletiva – EPC e orientação quanto ao uso correto dos equipamento de
proteção individual – EPIs;

e) Incluir o empregado no PCA – Programa de Conservação Auditiva e orientar quanto as medidas


de prevenção.

CALOR
Os fatores ambientais que a afetam a saúde do trabalhador quando exposto ao calor excessivo em
sua área de trabalho, são: temperatura, umidade, calor radiante e a velocidade do ar. As
características pessoais são talvez o fator que mais pesa durante a exposição ao calor. Podemos
considerar as seguintes: a idade, o peso, o estado físico, as condições orgânicas e a aclimatação
ao calor.

Há, entretanto, várias maneiras que um trabalhador pode adotar para atenuar os riscos
provenientes de sua exposição ao calor, como por exemplo, circular em lugar mais fresco, reduzir
seu ritmo ou sua carga de trabalho, afrouxar suas roupas ou, até mesmo livrar-se das roupas mais
pesadas.

Transtornos causados pelo calor:

1. Esgotamento: Resulta da perda de líquido por meio da transpiração. O trabalhador é dominado


pela debilidade, fadiga extrema, náusea, dor de cabeça e desfalecimento.
2. Cãibra: O organismo não repõe a perda de sais de seu organismo, pode causar terríveis dores
musculares.
3. Desmaio: O trabalhador tem dificuldade de aclimatação em ambientes de temperatura elevado.
Movimentar-se ao invés de ficar parado reduz a possibilidade de sofrer desmaio.
4. Urticária: É uma reação alérgica provocada quando o suor não pode ser eliminado da superfície
da pele por meio da evaporação.
Prevenção:
1. Instalação de mecanismos técnicos de controle: utilização de ventilação do ambiente, exaustão e
refrigeração mecânica.
2. Ingestão abundante de água: ingerir até um quarto de litro de água por hora por trabalhador.
3. Períodos de descanso: Realizados em períodos mais prolongados e em ambientes bem
ventilados.
4. Aclimatação ao calor: Por meio de curtos períodos de exposição para em seguida, o trabalhador
ser submetido por períodos mais longos
5. Instrução aos trabalhadores: Ingerir líquidos e sais perdidos durante a transpiração. Conhecer os
sintomas da desidratação, esgotamento, desmaio, cãibras e insolação.

Limites de tolerância para exposição ao calor- NR-15 - Anexo N° 3 quadro N° 1

atividade leve atividade moderada atividade pesada


Trabalho contínuo até 30 até 26,7 até 25,0

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45 min trabalho 30,1 a 30,6 26,8 a 28,0 25,1 a 25,9


15 min descanso

30 min trabalho 30,7 a 31,4 28,1 a 29,4 26,0 a 27,9


30 min descanso

15 min trabalho 31,5 a 32,2 29,5 a 31,1 28,0 a 30,0


45 min descanso

Não trabalhar sem acima de 32,2 acima de 31,1 acima de 30,0


medidas de controle

ORIENTAÇÕES DE USO DO PROTETOR SOLAR EM TRABALHADORES :


Os trabalhadores expostos à luz solar devem utilizar um filtro de proteção com fator (FPS) maior
que 30, o que lhes confere alta proteção. O produto deve ser aplicado 15 à 30 minutos antes da
exposição, e o mesmo deve ser reaplicado à cada 2 horas , pelo menos. Os horários de exposição
mais críticos situam-se entre às 10 horas da manhã e às 16 horas da tarde. É aconselhável
consultar com um dermatologista anualmente.

VIBRAÇÕES
A vibração consiste em movimento inerente aos corpos dotados de massa e elasticidade. O corpo
humano possui características de inércia e elasticidade que lhe conferem valores de freqüência
natural distintos, relativos a cada uma de suas partes.
A exposição ocupacional à vibração é bastante freqüente e seus efeitos à saúde humana são
consideráveis sendo necessários, portanto,avaliação e controle.
As orientações a se seguir com relação a este risco estão estabelecidas pela portaria 1.297 de 13
de agosto de 2014 do MTE, nos anexos I e II das NR’s 09 e 15.
Existem as vibrações de corpo inteiro (VCI) que são específicas para as atividades de transporte
tais como caminhão, trator, empilhadeira, ônibus, trem entre outros.
As vibrações de extremidades, como mãos e braços (VMB) ocorrem nos trabalhos com
ferramentas manuais como martelete pneumático, operador de lixadeira, operador de moto serra
entre outros.
As vibrações podem desencadear perturbações neurológicas, musculares, vasculares, e
osteomusculares.

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO BÁSICA


Vacina antitetânica: Conforme orientação em calendário vacinal do Ministério da Saúde,
realizar a cada 10 anos por toda a vida, nos postos de saúde.
Consideramos esta atividade preventiva de grande importância, baseado nos riscos
existentes.
O tétano é uma doença provocada pela contaminação de ferimentos na pele, por escoriações,
cortes, queimaduras. A vacina antitetânica, protegerá o trabalhador pelo período de cinco a
dez anos contra o tétano.
O Técnico(a) de Segurança da empresa fica responsável pelo encaminhamento para atualização
dos reforços dessa vacina. Na falta desse, o chefe de equipe ou RH.
Pela Constituição Federal de 1988, todo o funcionário tem direito ao atendimento no posto de
saúde mais próximo de seu posto de trabalho, desde que, leve sua carteira de
trabalho/crachá da empresa e identidade à recepção.
A imunidade contra o tétano, pode ser comprovada com a carteira de vacinação levada no exame
admissional, poupando tempo e evitando que sejam feitas vacinas desnecessariamente.

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ANUALMENTE NO MÊS DE MAIO - RECOMENDADO:


Da mesma forma temos a indicação das vacinas anti – gripais (as gripes sazonais causam
alto índice de absenteísmo/faltas nas empresas anualmente, compensando mais custear o valor
da dose de vacina a arcar com as despesas pela queda da produtividade do funcionário.

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS

COMO PROJETO DE PALESTRAS / ATENDIMENTO INTEGRAL AOS FUNCIONÁRIOS


COMO SE SEGUE:

PROGRAMA DE PRIMEIROS SOCORROS


Treinamento para a rotina diária no lar e no trabalho.
PROGRAMA DE MANUSEIO E TRANSPORTE DE PESO
Informações básicas para a proteção de músculos e articulações evitando danos a
estas estruturas e sugestões de alternativas.

• Patologias de coluna
• Tabagismo
• Obesidade. Sugestão de palestra com nutricionista.
• Alcoolismo
• Diabetes
• Hipertensão Arterial
• Incentivo a prevenção de doenças da próstata
• Incentivo a prevenção de cânceres de mama e colo do útero

DST/AIDS, HEPATITES, etc.. Podemos ministrar temas de acordo com o interesse da empresa.

PEQUENOS ACIDENTES NOS LOCAIS DE TRABALHO, SUGERE-SE CAIXA DE PRIMEIROS


SOCORROS COM:

• ABSORVENTES HIGIÊNICOS
• ATADURAS
• BOLSA DE GEL QUENTE/FRIA
• GAZE ESTERELIZADA
• LUVAS DO TIPO CIRÚRGICAS DESCARTÁVEIS
• ROLO DE MICROPORE E BAND-AID
• SORO FISIOLÓGICO
• TESOURA DE PONTA ROMBA
• TERMÔMETRO

RECOMENDA-SE AOS FUNCIONÁRIOS DE ESCRITÓRIO A VACINAÇÃO ANTITETANICA


PELO RISCO DE FERIMENTOS PÉRFUROCORTANTES.

RELATÓRIO ANUAL
De acordo com a NR7 item 7.4.6.4., deverá ser emitido um relatório anual sobre as atividades da
empresa, que deverá conter os seguintes dados:

• Setor na empresa;
• Natureza do exame;
• Número anual de exames realizados;
• Número de resultado anormais;
• Porcentagem de resultados anormais pelo total anual de exames;
• Número de exames para o ano seguinte.

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Esse relatório será elaborado pelo médico responsável pela coordenação do PCMSO, com base
nos exames médicos realizados durante o ano vigente do PCMSO.
O relatório anual deverá ser apresentado e discutido na CIPA (Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes, de acordo com o grau de risco), se a empresa tiver necessidade da mesma. A cópia do
relatório anual deverá ser anexada no livro de atas da Comissão.

PRAZO E VALIDADE
A nova redação da NR-7, da Portaria 3214/78, entrou em vigor em 30.12.94, estabelecendo
a obrigatoriedade da elaboração e implantação do Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO.
O PCMSO deverá ser reavaliado a cada 12 (doze) meses, a partir de sua implantação e em prazo
menor sempre que alguma mudança ocorrer nos processos de trabalho na empresa.
A empresa deverá fazer a apropriação intelectual desse documento no prazo de 30 (trinta)
dias a contar de seu recebimento. A partir disso, qualquer correção,ou adendo, que implique no
aumento de mais de 01 (uma) página será negociado como um novo PCMSO/PPRA.
Exceto se comprovado erro de nossa equipe durante a confecção dos mesmos.

CONCLUSÃO
Este Programa de Controle Médico Ocupacional – PCMSO, baseia-se nos dados coletados no
último levantamento de dados realizado para subsidiar o Programa de Levantamento de Riscos
Ambientais – PPRA. O PCMSO possui embasamento legal na Norma Regulamentadora nº. 7
(NR7), instituída pela Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabelece a
necessidade da elaboração, e implantação do programa por todas as empresas que possuem
empregados, e determina (minimamente) sua revisão anual, ou conforme o exposto no item 14.
Este documento deverá ser conservado na empresa, à disposição da fiscalização.

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Setor ADMINISTRATIVO/OPERACIONAL 102406326


Função ENGENHEIRO 102406360
Ergonômico:POSTURA INADEQUADA
Físico: RUIDO, POEIRAS

Demissional
Periódico

Idad.Max
Pós.Adm

Troc.Fun

Idad.Min
Retorno
Admis
Exame Descrição do Exame
51010372 AUDIOMETRIA OCUPACIONAL X 6MpA Exa Ano X X 18 99
29020077 ESPIROMETRIA X Exa Ano X X 18 99
00010014 EXAME CLINICO X 6MpA Exa Ano X X X 18 99
32050054 RX TORAX OIT X Exa BI X X 18 99

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ORIENTAÇÕES PARA FAZER OS EXAMES

ORIENTAÇÕES GERAIS
(Todos os exames solicitados e listados abaixo têm como objetivo evitar que o funcionário
trabalhe doente e seja acometido de mal súbito quando estiver executando tarefas).

ACUIDADE VISUAL: 01 ano de validade. Trazer óculos, se usar.

AUDIOMETRIA : FUNCIONÁRIO DEVE ESTAR 14 HORAS DE REPOUSO AUDITIVO (SEM


Ipod, etc.).

AVALIAÇÃO PSICOSSOCIAL: Para atender a NR-33 e/ou NR-35.

ECG (Eletrocardiograma): 01 ano de validade.

EEG (Eletroencefalograma): 03 anos de validade, NÃO vir de cabelos molhados.

EQU (Exame comum de urina): Não deve ser feito com sangramento menstrual. Deve-se evitar
fazer 03 dias antes e 03 dias depois de terminar o ciclo.
Orientar o funcionário (a) a fazer uma boa higiene pela manhã antes da coleta, e urinar um
pouco para limpar o canal da urina.

RX TORAX: 02 anos de validade

ESPIROMETRIA: 01 ano de validade.


FUNCIONÁRIO DEVE SER ORIENTADO A FAZER A MANOBRA DE SOPRAR
CORRETAMENTE (COLABORAR COM O TESTE) E FICAR, NO MÍNIMO 1 HORA SEM
FUMAR ANTES DO EXAME.
Não deve estar resfriado no dia do exame.

HEMOGRAMA: É aconselhável caminhar ou subir escadas durante uns 10/15 minutos antes da
coleta.

GLICEMIA DE JEJUM: MÍNIMO 8 horas de jejum.

COLESTEROL TOTAL, TRIGLICERÍDIOS E HDL, GGT: MÍNIMO 12 horas de jejum.

ECG/ESTEIRA: Vir com roupa adequada, de preferência tênis e abrigo.

PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGUINTES EXAMES ALTERADOS:

Acuidade visual: Em caso de alterações os empregados serão encaminhados para avaliação


oftalmológica. Possíveis correções serão analisadas individualmente de acordo com a
gravidade. Serão utilizados óculos de proteção de sobrepor.

Eletrocardiograma: Alterações no ECG e hipertensão de difícil controle serão contra-indicados


para trabalhos em espaço confinado, altura, movimentação de cargas ou pessoas e
eletricidade;

Eletroencefalograma: No caso de EEG alterados e relato de uso de anticonvulsivante serão


contra-indicados para trabalhos em espaço confinado, altura, movimentação de cargas ou
pessoas e eletricidade;

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Exames radiológicos de pulmão e espirometrias: Os exames alterados serão encaminhados


ao pneumologista, que realizará investigação adicional se necessário, concluindo-se pela
aptidão ou não. Caso há evidências das alterações ser de origem ocupacional, o empregado
deverá ser afastado da exposição.

Exame clínico: No exame clínico será dada atenção especial a alterações e limitações
funcionais que contra-indiquem trabalhos com riscos ergonômicos. Ex.: Lombalgias, escoliose,
atrofias musculares, varizes extensas, etc.
Os casos de obesidade (IMC acima de 30), uso de psicotrópicos, dependência química,
distúrbios mentais, síndrome do pânico, distúrbios de equilíbrio, diabetes e hipertensão arterial
descontroladas serão contra-indicados para trabalhos em: Espaço confinado, altura,
movimentação de cargas ou pessoas e eletricidade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
EQUIPE TÉCNICA

IDENTIFICAÇÃO E CREDENCIAIS DO MÉDICO COORDENADOR DO PCMSO


Dr. Jader Luis Barlem da Silva.
Médico do Trabalho Coordenador de PCMSO
ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA.
FORMAÇÃO ACADÊMICA

Curso: MEDICINA – CREMERS: 27.933

Ano: DEZEMBRO/2003

Universidade: FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG

Especialização: PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO – IAHCS - MEC.


Total: Dois Anos. Início: MAIO/2006; Término: DEZ/2007.

TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MEDICINA DO TRABALHO – ANAMT/2013. RQE


26.094
SÓCIO ANAMT e SOGAMT desde 2006.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
• Patologia do trabalho, 1ª edição, René Mendes, editora Actínia.
• Direito do trabalho, 17ª edição, Délio Maranhão, ed. Fund. Get. Varg.
• Segurança e Medicina do Trabalho, ed. Atlas (NRS).
• Doenças Relacionadas ao Trabalho, Série A. Normas e manuais Técnicos; n.114,
Brasília/DF 2001.
• Implicações Legais na Emissão do PPP e do LTCAT, 1ª ed., Antônio Carlos
Vendrame, ed. LTr 2005
• Doenças Ocupacionais, 1ª ed., Vicente Pedro Marano, ed. LTr 2003.
• Medicina do trabalho, 5ª edição, Vicente P. Marano, editora LTr.
• Perícias Médicas – Teoria e Prática, Emilio Bicalho Epiphanio e José Ricardo de Paula
Xavier Vilela,
editora Guanabara Koogan 2012.
Agentes Químicos na Higiene Ocupacional, 2ª edição, Antônio Carlos Vendrame,
editora Vida e Consciência.
www.mte.gov.br
www.mtb.gov.br
www.anamt.org.br

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www.sogamt.org.br
www.previdenciasocial.gov.br
http://downloads.labsynth.com.br/FISPQ/rv2012/FISPQf
http://portal.anvisa.gov.br/
http://ltc.nutes.ufrj.br/toxicologia/mXII.piret
http://www.manualmerck.net
http://www.weber.com.br/
http://sites.ffclrp.usp.br/cipa/fispq/Benzeno.pdf
www.laboratórioltoxilab.com.br

EQUIPE MÉDICA ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA:

Eu, Dr Jader Luis Barlem da Silva, CREMERS: 27933 RQE: 26094, médico do trabalho
coordenador do PCMSO das empresas que possuem plano de Medicina do Trabalho (NR7)
com a ATIVA MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA, autorizo os seguintes
médicos a atuarem como médicos examinadores nos funcionários destas empresas, sendo que
todos são médicos do trabalho ou possuem familiarização com a área. Estes profissionais
desempenharão suas atividades laborais nos ambulatórios da Ativa Ltda.

MÉDICO DO TRABALHO E COORDENADOR DO PCMSO:


DR JADER LUIS BARLEM DA SILVA CREMERS: 27933 RQE: 26094

MÉDICO DO TRABALHO
DR. AUREL SANTOS MOTTA CREMERS: 14994
DR. ROBERTO HOCEVAR CREMERS: 13661
DRA. LIANA GUEDES DA SILVA CREMERS: 30636
DR. MAURO CURI CREMERS: 5354
DRA. VIRGINIA SILVEIRA FEDRIZZI CREMERS: 9007
DR. PEDRO FARIAS MARTINS CREMERS: 28780
DR. JOSE ANTONIO LUCAS CREMERS: 12830

MÉDICOS EXAMINADORES
DRA. NAPOLYANNA IZIDORO S. ALMEIDA CREMERS: 43275
DR. ALEXANDRE MAZZOCATO CREMERS: 42993
DRA. BIANCA NEVES DE AQUINO DA SILVA CREMERS: 37926
DRA. LETICIA S. H. LAI CREMERS: 32350
DR. RICARDO LODEIRO CREMERS: 18066
DRA. ANGELA TORNATORE CREMERS: 39743
DRA. LUCIANA PLASSE LIMA CREMERS: 33256
DR. DANIEL RESZEL COELHO CREMERS: 39541
DR. DANIEL L. SASSONE CREMERS: 39681
DR. JOAO FRANCISCO DE O. GONZALES CREMERS: 44547
DR. NATHAN HERMENEGILDO LISBOA CREMERS: 44509
DRA. JULIANA BORGES DE MORAES CREMERS: 36903
DRA. INGRID C. DA SILVEIRA CREMERS: 44381
DR. ANDRE RICARDO JAKIMIU CREMRES: 44174
DRA. MANOELA BIASUS BOSSLE CREMERS: 44624
DRA. AMANDA SOUSA BERNANRDES CREMERS: 42995
DR. TIAGO BARTH BERTOTTO CREMERS: 44528
DR. VITOR DEVES CREMERS: 44499
DRA. GIORGIA L. PELLINI CREMERS: 44594
DRA. JORDANA WASTOWSKI WALTER CREMERS: 44489
DRA. JULIA DAUERNHEIMER MACHADO CREMRES: 44702

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DRA. CAROLINE ALMIRON LOPES CREMERS: 43922

FONOAUDIÓLOGA:
TAIS DUTRA CRF 8877
CAROLINA LEITE CRF 7617
VANESSA DA SILVA ROSA CRF 9355

TÉCNICA DE ENFERMAGEM:
NEUSA RAQUEL CORREIA DUTRA COREN 21332
ROBERTA VIANA CAMPOS COREN 539761
MARIA IDALINA LEAL COREN 191004
ELAINE DA SILVA LAGUE COREN 201092
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO:
MARCIELLE GONÇALVES DE ABREU REG. MTE Nº 0015834
KAMILA DA LUZ DIAS REG. MTE N° 0015046
WAIRA MARQUES REG. MTE N° 0021570

RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVA:
CAMILA KRUTZMANN

RESPONSÁVEL PELO PCMSO

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