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Fisioterapia respiratória no pré e pós operatório de cirurgia de revascularização do

miocárdio.

RESENHA 1:
Doenças cardíacas por serem principais entre as causas de morte, usam da
cirurgia de revascularização do miocárdio pois tem um bom prognostico quanto a
expectativa e qualidade de vida do paciente. No entanto, o procedimento invasivo pode
ter complicações pulmonares no pós-operatório tanto por razoes relacionadas a cirurgia
como paradas cardíacas, circulação extracorpórea; como por razões emocionais devido
ao tempo de internação. Para prevenção destas complicações, a fisioterapia respiratória
entra usando técnicas que melhoram a mecânica respiratória, sendo cada vez mais
requisitada no pós-operatório.
A fisioterapia ao traçar a conduta de tratamento, realiza uma avaliação no
paciente para saber presença de risco de complicações assim como o que se fazer para
evolução do paciente. estudos mostraram com dados a necessidade de intervenção
fisioterápica no pós-operatório de cirurgia cardíaca, e Leguisamo et al. (2013) e
Garbossa et al. Relataram a eficácia da fisioterapia tanto no pré-operatório, como no
pós operatório com a diminuição de complicações pulmonares, com por treinamento
muscular inspiratório, dito por Feltrim et al.
No pós-operatório, a fisioterapia previne atelectasias, derrame pleural e
pneumonia por meio da aceleração da recuperação de função pulmonar com manobras,
padrões ventilatórios, e incentivadores respiratórios com eficácia comprovada por
estudos publicados recentemente por estudos com grupos controle e de tratamento
que analisaram por meio de variáveis como saturação de oxigênio, e capacidade
funcional dos pacientes por meio de teste de caminhada de 6 minutos.
Concluindo, após evidencias na literatura confirmarem a importância da
fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do
miocárdio, reforça-se a importância da atuação do fisioterapeuta na prevenção de
possíveis complicações com o uso de manobras como por exemplo de higiene brônquica
e reexpansão pulmonar, e a existência da necessidade de mais estudos sobre a temática
do artigo são necessárias para tentar padronizar os procedimentos.
RESENHA 2:

O objetivo do estudo foi expressar a importância da fisioterapia respiratória no


pré e pós-operatório de cirurgia cardíaca (revascularização), já que foi visto que o pós-
operatório de cirurgia cardíaca com complicações é influenciado por fatores
relacionados ao procedimento como anestesia e ventilação mecânica, como também
fatores emocionais como estresse e depressão. Diversos autores expressaram a
necessidade da fisioterapia no pré e pós-operatório com dados percentuais sobre a
necessidade da fisioterapia, da eficácia da fisioterapia com treinamento muscular
inspiratória na redução de complicações como atelectasia.
Condutas como o uso de manobras fisioterápicas, incentivadores respiratórios e
padrões ventilatórios como CPAP e EPAP são seguros para serem usados durante todo
o período de pós-operatório para prevenção de problemas como derrame pleural e
pneumonia, porém não sem avaliação de qual o melhor recurso a ser utilizado na
conduta do paciente. A eficácia desses recursos no pós-operatório de cirurgia cardíaca
foi comprovada por ensaios clínicos de autoria de Renault et al., Romanini et al., Nery
et al. e demais autores que foram citados no artigo, analisaram variáveis como saturação
de oxigênio, capacidade vital forcada, volume expiratório, frequência respiratória, etc.
dos pacientes de RM (revascularização do miocadio).
Por fim, após analisado os dados positivos sobre a fisioterapia estar presente no
pré e pós-operatório de cirurgia cardíaca como a revascularização do miocárdio, o
fisioterapeuta é de suma importância na prevenção de complicações pulmonares e
diminuição do tempo de recuperação da capacidade pulmonar. Além disso, cita-se a
necessidade de mais estudos focados nesta área para padronizar os procedimentos a
serem feitos na conduta.