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Uma Igreja em Família

TEMPLO CENTRAL
Quadra 12 – área especial 04 Sobradinho-DF
CEP: 73010-120 – Fone/Fax (61) 3387-8141
Presidente: Pr. Lourival Dias Neto
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
“Promovendo o Crescimento Cristão”
Superintendente: Pr. Eliomar Oliveira

PLANO GERAL DE AULAS – EBD/ADS

III - TRIMESTRE 2010


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"Entendes tu o que lês? Como poderei entender, se alguém me não ensinar?” At. 8.30,31 b
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SUPERINTENDÊNCIA

Estamos no terceiro trimestre de 2010, o tempo não pára...


E nosso tema, RELACIONAMENTO CRISTÃO, nos conclama a repensar nossos conceitos e quebrarmos
antigos paradigmas.

Insistimos em afirmar que este Plano de Aula não tem a pretensão de ser uma proposta final. Trata-se
apenas de um auxílio! Fique a vontade para incluir novos textos, figuras, animações, etc. Se entender a
necessidade para sua sala de aula, por favor, pode excluir ou alterar, tanto a formatação quanto os textos
aqui apresentados. (só não pode fugir do conteúdo da revista, que é à base desta apresentação).

Mais uma vez antecipamos os nossos sinceros agradecimentos a todos os colaboradores voluntários, que
em obediência ao chamado do Senhor, juntam-se a nós, na Escola Bíblica Dominical - EBD/ADS, onde
entendemos que: “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com
alegria, trazendo consigo os seus molhos”. Salmos 126:6. Muito Importante!!! Peça ao Espírito Santo para
fazer a diferença em sua aula! Deixe Deus te usar, pessoa amadíssima.
Deus nos abençoe e capacite a cada dia mais.
Equipe EBD/ADS.

Comentarista

Temos vivido em um mundo em que cada vez menos favorece as relações sociais e vínculos uns com outros.
A globalização, a tecnologia e os conceitos da pós-modernidade tem alterado comportamentos na
sociedade e afastado as pessoas umas das outras. Hábitos antigos como conversa nas portas das casas no
fim da tarde nas calçadas tem desaparecido. De um modo geral hoje as pessoas não se cumprimentam
mais.

As pessoas estão cada dia mais distantes. A sociedade tem se transformado numa sociedade de ilhas, cada
indivíduo isolado no seu canto, com vínculos quebrados pela desconfiança, mágoa, rancor e ressentimentos.
Neste conceito de vida pós-moderna, influenciados pelo consumismo, amarmos mais as coisas e usarmos as
pessoas. Pouco se partilha. Observamos uma nova sociedade surgindo: a dos condomínios, da internet e da
correria. E assim, pouco a pouco, estamos perdendo a essência de comunidade.

Portanto temos que lutar contra essa onda que está tentado também entrar no cenário evangélico. Ao
analisarmos a Palavra de Deus notamos que os relacionamentos brotam na Santíssima Trindade: “Façamos
o homem a nossa imagem e semelhança” (Gn 1.26). É bom e agradável que os irmãos vivam em união ( Sl
133). Neste trimestre estudaremos diversos tipos de relacionamentos e orientações espirituais para
estabelecermos um relacionamento saudável com Deus, o próximo e a sociedade em geral. Bons estudos!

Pr. Toni Ébert de Paula


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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 01 – 04 DE JULHO DE 2010 – SUPERINTENDENTE – EBD/ADS - PR. ELIOMAR OLIVEIRA


TEMA: Deus, Criador dos Relacionamentos
TEXTO: Gn. 1.26-28; 2.7,18
OBJETIVOS: Ressaltar que os relacionamentos brotam na Trindade; Saber que Deus se utilizou de diversos meios para falar com o
homem, sendo Jesus sua maior expressão; e, Demonstrar que Deus precisa ocupar o centro de nossos relacionamentos.

ATIVIDADE INICIAL: Sugerimos como dinâmica, para iniciar a aula, que o professor peça aos alunos que
saiam de seus lugares, se apresentem e cumprimentem os colegas de sala, especialmente aqueles que
ainda não sabem o nome.

INTRODUÇÃO: Veremos, ao estudarmos esta lição, que Deus, o único Deus, onipotente, onipresente e
onisciente, criador de todas as coisas, e, em especial, do ser humano, o criou para louvor de sua glória, e
com ele se relaciona de forma direta.

Num relacionamento, as partes vão revelando sua intimidade, suas fraquezas, sonhos, atributos, caráter,
etc, aos pouco, ou seja, é preciso tempo. Conforme um ditado popular, “queres conhecer uma pessoa?
Come com ela um quilo de sal”, não se come um quilo de sal de uma só vez, será necessário passar vários
dias juntos. Assim, é necessário investir tempo juntos, e o tempo é um fator importante no
relacionamento. Quando Adão e Eva pecaram, na primeira vez que Deus os procurou, tiveram medo e se
esconderam de Deus. Mas Deus teve a iniciativa de procurar o pecador para com ele conversar e promoveu
diversos meio de restabelecer a comunhão, sem com isso sentir-se diminuído na sua deidade. Quanto
maior for nossa comunhão com Deus, melhor nos conheceremos, e por nos conhecermos melhor, melhor
compreenderemos nosso próximo, e maior será nossa disposição de perdoar e amar.

Vejamos que as palavras em destaque, acima, são fundamentais num relacionamento.

ESBOÇO DA LIÇÃO: I- DEUS JAMAIS FOI UM SER SOLITÁRIO E INDIVIDUAL- Na sua essência Deus é trino,
nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

1.1 - Viver com Deus é a melhor prerrogativa do ser humano. Sl. 84:10 - Porque vale mais UM DIA nos teus
átrios do que, em outra parte, mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas
dos ímpios. 1.2 - Adão e Eva deleitavam-se em ouvir a voz do Altíssimo. Quão maravilhoso é ouvirmos
a voz de Deus! Gn. 3:8 - E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela VIRAÇÃO DO
DIA; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.

1.2 - Deus viu que não era bom o homem viver sozinho. O Deus trino não iria deixar o homem sem ter com
que se relacionar. Por isso: Gn. 2:18 - E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-
lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.

II - O DEUS DA BÍBLIA É UM DEUS RELACIONAL. Deus fala, ouve e anda com o homem, feito à sua imagem e
semelhança. Gn. 5:24 - E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.

2.1- O Deus da Bíblia é um Deus que ouve e fala. Is.59:1 - EIS que a mão do SENHOR não está encolhida,
para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir. Hb. 1:1 - HAVENDO Deus
antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes
últimos dias pelo Filho, Por sonhos e visões; Gn.20.6; Escreveu em tábuas de pedra, Ex. 31.18; Usou
animais, Nm. 22.28; Pelos Profetas, Ez. 31.1; De forma audível, Lc. 3.21,22; Por e em Cristo, Jo. 1.14; Pelo
Espírito Santo, At. 8.25.
2.2- A revelação geral de Deus no mundo. Porque a criação revela a Deus. Rm. 1:20 - Porque as suas coisas
invisíveis, desde a CRIAÇÃO do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e
claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;

2.3-Deus se revela por meio de seus mensageiros e da Bíblia. Deus se revelou de forma especial através da
bíblia e de Cristo. Mt. 22:29 - Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as
ESCRITURAS, nem o poder de Deus.

III - DEUS É O CENTRO DOS RELACIONAMENTOS. Só Deus pode capacitar o homem a ter um relacionamento
santo, amoroso e edificante com o próximo.

3.1- A vida sem a presença de Deus é vazia. Não há bem algum no homem sem Deus, sua vida é vazia de
valores divinos. Rm. 7:18 - Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita BEM ALGUM; e
com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

3.2- Deus deve estar no centro de nossas vidas. Precisamos ser cheios de Deus. Gl. 2:20 - Já estou
crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas CRISTO VIVE EM MIM; e a vida que agora vivo na carne,
vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.

3.3- Jesus, a expressão maior da reconciliação do homem. 2 Co. 5:19 - Isto é, Deus estava em Cristo
reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da
reconciliação.

IV - OS BENEFÍCIOS DO RELACIONAMENTO COM DEUS. O homem que tem um relacionamento íntimo com
Deus vive em santidade, amor, justiça e bondade.

4.1 - Deus nos faz descansar. Andando com Deus estamos seguros e sempre venceremos.

Êx. 33:15 - Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui

4.2 - Deus nos protege em meios aos perigos. Nem o vale de sombra e de morte pode deter o Cristão
(Salmo 91).

4.3 - Deus promove salvação aos que nEle crêem. Rm.10:11 - Porque a Escritura diz: TODO AQUELE QUE
NELE CRER não será confundido. .

CONCLUSÃO: A sociedade da pós-modernidade tem vivido de forma individualista, e com isso o egoísmo
tem desencadeado uma competição ambiciosa, avarenta, destruindo toda e qualquer possibilidade de
relacionamento sadio e amoroso entre as pessoas, o que é totalmente reprovado por Deus. Portanto, cada
cristão cheio do Espírito Santo de Deus não pode seguir o curso deste mundo, mas, sim, viver em
conformidade com a palavra de Deus. Este é o grande desafio que cada cristão tem que vencer para ter um
bom relacionamento com o próximo e com Deus.

RECURSOS SUGERIDOS: Papel em branco, caneta ou lápis, ou; Quadro negro e Giz, ou; Quadro branco e
pincel, ou; Data-show.

BIBLIOGRAFIA:

Bíblia Sagrada - Plenitude

Revista da Escola Bíblica Dominical – Epístola aos Gálatas

Dicionário da Bíblia de Almeida

Comentário Bíblico Atos – Antigo Testamento.


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PLANEJAMENTO – LIÇÃO Nº 02 – 11 DE JULHO DE 2010 - CO-LÍDER – UMPV – INDIARA LUCA


TEMA: A benção de ter os verdadeiros amigos
TEXTO: “Em todo tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão”. Pv 17.17 .
OBJETIVOS: Apontar a importância de um amigo na caminhada cristã; Esclarecer que a verdadeira amizade afasta a solidão; e,
Ensinar que uma amizade pode ser fundamental no processo de milagre.

INTRODUÇÃO: Ninguém duvida que o ser humano seja um “ser social”, o que significa que ele precisa de companhias,
basta ser um ser humano para saber o quão importante são essas relações. A bíblia ratifica esta idéia, através de
vários versículos. Estes versículos são o tema da nossa aula.
Amizades bíblicas: Referencial de amizade na bíblia - Jonatas e Davi: Amizade padrão: 1) Nasceu espontânea e
voluntariamente; 2) Pemaneceu nas perseguições; 3) Continuou depois da morte. A amizade que nasceu entre Jônatas
e Davi tornou-se proverbial. 1 Samuel 18: 1 -5. Versículo 1 – a alma de Jônatas se ligou a Davi.

O Novo Testamento diz que somos vinculados uns aos outros (Cl 2.19). Portanto eu preciso ser ligado e vinculado a
alguém. Faz parte da igreja ajuda a desenvolver “músculos espirituais”. O isolamento produz a falácia. É fácil nos
enganarmos pensando sermos maduros quando não há ninguém para nos contestar. A verdadeira maturidade se
manifesta nos relacionamentos. (Versículo 3 – a) Fizeram aliança. Aquele povo entendia a natureza de uma aliança.
Eram homens que viviam numa sociedade que entendia o significado da aliança. Entendiam como estabelecer uma
aliança; entendiam o que significava quebrar uma aliança; conheciam as regras e os regulamentos, as disciplinas e as
penalidades que acompanhavam uma aliança.

b) Jônatas o amava com a própria alma. Versículo 4 – Despojou-se da capa que vestia e deu a Davi. Saul fez Davi
escudeiro (I Samuel 16. 21); Jônatas proporcionou-lhe as armas. Estas, por sua vez, simbolizavam: a capa, proteção; a
armadura, a segurança; a espada, eficiência; o arco, poder; o cinto, amizade. (comentários bíblia Shedd). A amizade
entre Jonatas e Davi era tão forte, que para nós, enquanto seres humanos “modernos” e desacostumados com
amizades tão profundas nos colocamos a questionar: que tipo de amizade era esta? Parece-me muito difícil entender
quão profundo foram esses laços, da mesma forma que é difícil compreender quão profundo pode ser o amor de Deus
nas pessoas e quão difícil é fazê-lo refletir nas amizades.

Quando Davi e Jônatas se encontraram pela primeira vez, eles viviam num contexto de aliança. Ambos entendiam
bem a natureza da aliança de Deus com Israel. Conheciam a história dos tratamentos e disciplinas que Israel recebeu
de Deus nesta aliança. Creio que nós temos a desvantagem de não compreendermos a natureza de uma aliança. E
esta falha está relacionada com o sentimentalismo mole e insípido que normalmente caracteriza a introdução na fé
cristã. Temos uma iluminação delicada, música suave do órgão, e o convite: “Venha a Cristo e ele se tornará seu
amigão!” No princípio não era assim! Jesus reuniu os seus discípulos e instituiu a ceia do Senhor no contexto
sangüinolento da celebração da páscoa. Ele o fez à sombra da sua própria cruz que se lhe aproximava. Quando Davi e
Jônatas fizeram aliança entre si, eles não estavam fazendo algumas promessas sentimentais. Não estavam trocando
anéis de amizade.

Conclusão: Questionem-se: Que tipos de amizades temos hoje? Quais são os laços e alianças que fazemos? Apenas
sentimentais a ponto de qualquer discussão ser o suficiente para destruí-los? Devemos refletir, o que é fazer parte do
corpo de Cristo? O que significa o meu irmão pra mim? Leitura CL. 3: 11- 17. Quando Cristo é tudo em todos: 1) As
divisões desaparecem (v 11); 2) as mais apreciadas qualidades aparecem (v 12); 3) a compreensão e o perdão têm
êxito (13); 4) o amor une a todos (v 14); 5) a paz e a gratidão dominam o coração (v 15); 6) a vida se torna
exemplar aos outros (v 16); 7) Deus é plenamente glorificado (v 7). (comentários bíblia Shedd).

Fontes: http://www.scribd.com/doc/12783449/Alianca-Davi-e-Jonatas
Bíblia comentada Shedd.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 03 – 18 DE JULHO DE 2010 – EV. JOSÉ ALVES DE CARVALHO


TEMA: O relacionamento dos pais, filhos e a Palavra de Deus
TEXTO: Js 24.15
OBJETIVOS: Demonstrar os deveres de pais e filhos na família; Orientar os alunos a cultivarem bons hábitos familiares; e, Explicar
que negligenciar a família é negligenciar a palavra de Deus.

INTRODUÇÃO: Por ser a família o primeiro lugar onde nos relacionamos, a qualidade dessa interação nos
influencia para o resto da vida. O objetivo desta lição é ajudar na construção de relacionamentos saudáveis
entre pais & filhos de acordo com os padrões bíblicos.

DESENVOLVIMENTO: 1. OS DEVERES DOS PAIS - A paternidade é uma dádiva de Deus, pois os pais têm a
oportunidade de honrá-lo por meio da criação dos filhos. Eles pertencem a Deus e o papel principal dos
pais é o de conduzi-los ao caminho da salvação com toda modéstia, por meio de determinadas atitudes.

Exercer autoridade – O homem, por natureza, não gosta de autoridade. Mas Deus nos ensina a respeitar as
autoridades (Rm 13.2-3) e que treinemos nossos filhos a fazerem o mesmo (Ef. 6.1-4). Como você reage às
diferentes formas de autoridade diante de seus filhos? Quando um aviso diz “não pise a grama”, você o
ignora? Quando você recebe um aviso de advertência da escola, você critica o professor diante de seu
filho? A forma como os adultos reagem à autoridade estabelece o padrão que os filhos seguirão. Quando o
apóstolo Paulo escreveu a carta aos Efésios, estava em vigor o no Império Romano o regime do páter
potestas. O pai tinha o direito absoluto sobre os filhos: podia casá-los, divorciá-los, escravizá-los, vendê-los,
rejeitá-los, prendê-los e até matá-los. Paulo exorta os pais a não exercerem esse tipo de autoridade, mas a
contê-la (Ef 6.4). A paternidade é derivada de Deus (“Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, do qual
recebe o nome toda a família nos céus e na terra - Ef 3.14-15; 4.6). Os pais humanos devem cuidar dos seus
filhos como Deus Pai cuida da sua família. O respeito permeia todas as formas com que Ele nos trata. Mas
cuidado: Autoridade em demasia conduz à centralização do poder (autoritarismo), enquanto que uma
autoridade insuficiente conduz à injustiça e ao caos social.

Cuidado Espiritual - O principal foco da paternidade cristã é definir Deus primeiramente aos próprios filhos.
A santidade deles é mais importante do que sua felicidade ou a escola na qual vão estudar. Na paternidade
temos a oportunidade de demonstrar aos nossos filhos o amor, a misericórdia e a justiça de Deus. Jó
entendeu este princípio (Jó 1.5). A lição de Noé também deve ser destacada (Hb 11.7). Cuidado Material -
Esta lição já foi tão assimilada pela nossa cultura ocidental, que o princípio foi incorporado em lei. Não
pagamento de pensão alimentícia é cadeia na certa. Aos pais cumpre esta responsabilidade (2 Co 12.14).
Cuidado Emocional - Segundo Haim Ginott, escritor do livro Between Parent & Child [Entre pai e filho], uma
das maiores responsabilidades dos pais é escutar os filhos. Escutar não só o que eles dizem com palavras,
como também os sentimentos por trás das palavras. Muitos pais bem intencionados ignoram os medos e
preocupações dos filhos. As afirmações de compreensão devem preceder os conselhos. A comunicação
entre pais e filhos deve sempre preservar o amor próprio.

2. OS DEVERES DOS FILHOS - Nos dias atuais toda instituição e autoridade têm sido questionadas e
repudiadas. Princípios, valores e padrões morais de obediência estão cada vez mais esquecidos. No
entanto, a Bíblia reitera alguns comportamentos que precisam ser cultivados pelos filhos. Honrar os pais -
Honrar pai e mãe é mais do que obedecer é também devotar amor, respeito e cuidado pelos pais. Isso pode
ocorrer de forma espontânea ou por obrigação, como fez o irmão mais velho do filho pródigo (dever). A
obrigação não anula a honra, mas anula a santidade da honra e o plano de Deus para a mesma. Há filhos
que desonram os pais ao deixar de cuidar deles na velhice. Outros só lhes trazem flores quando morrem.
Ouvir os pais – “filho meu, ouve a instrução de teu pai...” Ouvir os pais significa dar crédito ao que está
sendo dito. Filhos que não sabem ouvir demonstram falta de sabedoria. Muitos costumam dizer “Ah, pai,
isso foi no seu tempo...”. Respeitar os pais – Jesus deu grande exemplo de respeito aos pais (Lc. 2.51). Pais
nunca devem permitir que seus filhos zombem de sua posição como tutor, por meio de pensamentos,
palavras e atitudes impulsivas. Quando zombam dos pais, os filhos estão zombando de Deus. As
conseqüências para aqueles que não honram e desrespeitam os pais são danosas (Ex 21.15, 21.17, Pv
30.17).

3. A FAMÍLIA DEVE CULTIVAR BONS HÁBITOS – O instrumental moderno de comunicação, tais como as
redes sociais, a internet e a TV, associado ao ritmo frenético de trabalho a que estão expostos os pais de
família, tem tomado o lugar que antes havia para a conversa gostosa entre pais e filhos. Eis alguns
instrumentos de contra-ataque: Diálogo no lar – Pais devem destacar um espaço diário na agenda para um
bom bate-papo com a família. Imagine uma mesa redonda com 19 filhos, Suzana Wesley que o diga. O culto
doméstico – Trata-se de um investimento inestimável para a transmissão dos valores espirituais aos filhos
(Dt 6.1-7). A leitura bíblica com espaço para perguntas, troca de experiências diárias é capaz de promover o
aprimoramento das relações entre pais e filhos. Compartilhar refeições e projetos – Alguns momentos são
mais propícios para a comunicação, tais como o das refeições à mesa. Pais que não conseguem almoçar
com a família todos dias precisa cultivar este hábito à noite ou nos fins de semana. Sua importância está na
oportunidade de darem graças à Deus em família, reforçar os vínculos afetivos e construir uma identidade
peculiar.

4. ORIENTAÇÕES BÍBLICAS PARA EDIFICAÇÃO DOS PAIS E FILHOS - A Bíblia estabelece padrões específicos
para o relacionamento pais & filhos tanto no VT quanto no NT. Destacamos aqui algumas orientações para
o sucesso da família: Investir tempo para os filhos – faça uma conta: excluindo o tempo destinado ao sono
(8 horas em média), com quem o seu filho tem passado a maior parte do tempo? Considerando uma
semana de 168 horas, como fica essa conta? Para cultivar um bom relacionamento é necessário investir
tempo. Tempo para ouvir, observar, ensinar, brincar, elogiar, disciplinar....Tempo vale mais que muito
dinheiro investido. Não viver de aparências – Deus conhece a essência dos relacionamentos e exige que
sejam feitos ajustes caso sejam necessários (Is.38.1). Devemos ser sinceros com nosso núcleo familiar.
Reconhecer erros e avançar faz parte da caminhada. Não inverter os valores.- Quando a família tem uma
identidade estabelecida em Cristo, os valores “de fora” não conseguem influenciá-la. A estrutura familiar
cristã deve ser interdependente, ou seja, cada membro é dependente uns dos outros, levando à lealdade
de um para com o outro e para com os valores fundamentais da família. Pais, fujam das paternidades
extremas (autoritária e permissiva) e vejam como estão comunicando valores aos filhos.

CONCLUSÃO: Somente há relacionamento sadio entre pais e filhos quando este observa a estrutura
definida por Deus, constituída por direitos e deveres para ambas as partes. Além disso, o amor deve ser o
primeiro e maior vínculo que une este primeiro ambiente de interação dos filhos. Que Deus nos ajude nesta
tarefa de construir lares cheios do amor de Deus.

BIBLIOGRAFIA: Revista da EBD – Relacionamento Cristão 3T2010, Artigo Respeito entre pais e filhos Pr.
Hernandes Dias Lopes, Inteligência Emocional e a arte de educar nossos filhos, John Gottman com Joan
Declaire, Educação de filhos à maneira de Deus - alcançando o mundo uma família de cada vez –
Universidade da Família

Sugestão de DINÂMICA: Estrutura familiar independente e interdependente

Peça para um grupo de alunos formarem um círculo onde cada um está olhando em direção ao outro.
Depois, peça a este mesmo grupo que fique em círculo, mas olhando para fora do centro. Pergunte a eles
perceberam com as duas estruturas, o que difere uma da outra.
Interdependente: cada membro é mutuamente dependente do outro. Estrutura mais favorável para enviar e receber os valores familiares, que são
comunicados pela mãe e pelo pai. Quando os problemas surgem, a questão é confrontada e cada membro busca restaurar o todo. Cultiva o senso
de pertencer, o que leva a uma lealdade uns para com os outros e para com a família. Fornece satisfação, proteção e segurança. Independente:
significa ficar livre da influência, das orientações e do controle do outro. Representa ficar desagregado, alienado ou não ter compromissos uns com
os outros. Cada um fica envolvido em seu pequeno mundo, fazendo as coisas de maneira solitária. Como resultado, os filhos se voltam para seus
amigos, mais por negligência do que por escolha.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 04 – 25 DE JULHO DE 2010 – DCA. PROFESSORA ELZA ROCHA – CONG. FILADÉLFIA
TEMA: Sogra e Nora desfrutando do amor de Deus
TEXTO: Rt 1:3 a 5 / 6: 8 e 14
OBJETIVOS: Esclarecer que sogra e nora precisam ser antes de tudo mulheres virtuosas; Mostrar a participação, dever e importância que
cada uma tem na família; e, Demonstrar as grandes recompensas divinas na vida de Rute por acompanhar sua sogra.

INTRODUÇÃO: É possível sogra e nora ter uma convivência pacífica? Sim. Observando a palavra de Deus

RECURSOS: Quadro, fichas, cartazes.

ATIVIDADE INICIAL: Dividir a classe em dois grupos. Um representando a nora e outro representando a sogra.
Distribuir com os grupos fichas com as palavras/frases chaves que deverão ser colocadas no local adequado e
serem discutidas ao longo da aula. Ex. de fichas que podem ser utilizadas.
Atividades
Adversidade Formas de criação Fidelidade Rivalidade
Testemunho Referencial Sensatez Atrito
Mediadora Sabedoria Participação Desrespeito
Preferência “Céu” Abrir mão Rixas
Virtuosa “Inferno” Abandono Convivência pacífica
Escolhas Canal de benção

DESENVOLVIMENTO: Á medida que o grupo lê a ficha e coloca no lugar que julga ser adequado, o professor
conduz a discussão de acordo com os tópicos da revista ou como achar conveniente. A cada ficha colocada, o
assunto é debatido com os alunos, fazendo sempre um paralelo entre Noemi e Rute, com o relacionamento de
sogra e nora atual. Preencher o quadro final com resultados com uma palavra indicada.

1. - Visão panorâmica do dilema de Noemi: 1.1- Fome na Terra (Como intervir?); 1.2 - Perda da família do Noemi
(Na crise com Cristo); e, 1.3 - Retorno de Noemi junto com Rute a Belém – (Testemunho da sogra,
convencimento da nora).

2. Papel da sobra na família: 2.1 - Exercitando a sabedoria de Deus na família(nova filha – sogra deve abençoar);
2.2 - Aconselhando os filhos (orientar, sendo neutra); e, 2.3 - Participando de forma saudável na criação dos
filhos ( avó não cria, ajuda na criação).

3. O papel da nora na família: 3.1 – Uma mulher virtuosa (digna de confiança, fiel, colaboradora, e ajudadora do
marido); 3.2 - Cuidar bem da casa (habilidades, valores morais e espirituais); e, 3.3 - Não faça da sua sogra
uma corrente (respeito, filho será sempre filho).

4. As recompensas de Deus na vida de Rute: 4.1 – Deus começa a honrar Rute (nora e sogra que se
respeitam – famílias equilibradas); 4.2 - Rute casa-se com Boaz (a benção vem após o respeito); e, 4.3 -
Rute faz parte da linhagem de Jesus. - Deus conhece o coração. - Escolhas certas: conveniência pacífica

CONCLUSÃO: O segredo para ser uma boa sogra e uma boa nora é ser canal de benção.

Terminar a aula com um pirulito pregado no versículo de Filipenses 4.9.


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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 05 de 01 DE AGOSTO DE 2010 - EV. FÁBIO GOMES – PROFESSOR UMPV


TEMA: A Igreja, seu poder e dimensão relacional
TEXTO: Mt 16.13-16, 18
OBJETIVOS: Demonstrar aos alunos o conceito essencial de Igreja, símbolos e poder; Mostrar a Igreja como organismo vivo e não
um ajuntamento qualquer de pessoas; e, Apontar que cada membro é importante para o Corpo de Cristo.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS: Minha proposta de planejamento não perpassa os tópicos da lição ponto por ponto, mas
extrai alguns temas importantes que se relacionam com o tema da revista e da lição do dia. Escolhi avançar para o
tópico da Igreja e sua dimensão relacional (“relacionamento na Igreja”) ao invés de começar por todo o histórico da
formação e propósitos da Igreja, visto que esses conceitos já foram estudados no trimestre passado. Espero ajudá-los
com esta proposta de aula, enriquecendo o vosso entendimento a cerca desse tema.

INTRODUÇÃO: Aprender a relacionar-se com pessoas é uma tarefa imprescindível para qualquer ser humano. Essa
necessidade torna-se muito maior quando o relacionamento é dentro do Corpo de Cristo, em que vivemos para servir
uns aos outros. Devemos considerar, em nossos relacionamentos, que toda e qualquer pessoa tem traços peculiares,
diferentes dos nossos, e por isso precisam ser tratadas segunda as suas características. A Igreja é um lugar de
diversidade; lugar onde se reúnem pessoas das mais diversas classes sociais e formação cultural. Precisamos entender
que dentro dessa diversidade pode e deve prevalecer um relacionamento de unidade (Ef 4.16; Fp 2.1-7).

DESENVOLVIMENTO ALTERNATIVO DO TEMA: RELACIONAMENTOS NA IGREJA

1 – O COMPORTAMENTO HUMANO – TEMPERAMENTO, PERSONALIDADE E CARÁTER: Sabemos que cada um atua


de forma diferente em determinadas situações. Contudo, se não há essa compreensão de que cada um é diferente,
surgem discussões das mais variadas. Iniciaremos o estudo falando sobre o comportamento humano que se resume
em:
 Temperamento: é a combinação de características que herdamos de nossos pais. São os estados de humor e as
reações emocionais de uma pessoa, ou seja, é o modo de ser. Ninguém sabe onde reside o temperamento, alguns
acham que seja em algum lugar da mente ou do centro emocional ligada ao coração.
 Personalidade: é formado por dois aspectos básicos: 1º) Hereditários: por aquilo que o bebê recebe de herança
genética de seus pais (estatura, cor dos olhos, da pele, temperamento, reflexos musculares etc.) e 2º) Ambientais:
são experiências vividas que irão dar suporte e contribuir para a formação da personalidade (cultura, hábitos
familiares, crenças, grupos sociais, escola, responsabilidade, moral e ética, etc.).
 Caráter: influenciado pelo temperamento e personalidade, é o conjunto das qualidades boas ou más de um
indivíduo que lhe determina a conduta – como a pessoa age.
Com essas definições vamos enfatizar o temperamento que influencia tudo aquilo que fazemos (hábitos do sono,
hábitos de estudar, estilo de alimentação, até a maneira de como nos relacionamos com as pessoas).

2 – COMO LIDAR COM AS DIFERENÇAS? Com tanta diversidade que existe entre os seres humanos – gostos pessoais,
opiniões, educação, cultura, temperamentos, entre tanto outro – você deve estar se perguntando: Como podemos
relacionar-nos bem com as pessoas, principalmente dentro da Igreja, com tantas diferenças? Será que isso é realmente
possível? (Veja I Co. 12.12, 19 e 20, 22-25). Para que tudo ocorra bem existem algumas coisas que podemos fazer para
aprender a lidar com as diferenças. São elas: 1. Conhecer as pessoas que estão à nossa volta. 2. Saber respeitar os
limites de cada um. 3. Fazer um autoexame do que precisa ser mudado (I Co. 11.28). Como disse um escritor literário
russo: "Todos pensam em mudar a humanidade e ninguém pensa em mudar-se a si mesmo” (Leon Tolstói).
Muitas vezes nos esquecemos do real sentido de Jesus ao vir a este mundo, que foi fazer com que a nossa velha
natureza pecaminosa morresse com Ele, para que a nova natureza de Cristo nos revestisse (Veja Rm. 6.6; Gl. 2.20; II
Co. 5.17; Ef. 4.22-24).

3 – COMO MANTER O BOM RELACIONAMENTO COM OS IRMÃOS? Muitas vezes ouvimos alguém falar: “parece que
aquele fulano não vai com a minha cara”, ou “acho que aquele irmão não gosta de mim”. Afinal é possível irmãos
tornarem-se inimigos dentro da Igreja? Infelizmente isso pode ocorrer. Mas, como sempre, a Bíblia nos traz ricos
ensinamentos acerca de como devemos nos relacionar com nossos irmãos, até mesmo nos momentos das
dificuldades. Seguem alguns pontos fundamentais para mantermos um bom relacionamento entre irmãos: 1. Falar a
verdade (Veja Ef. 4.25-27; Mt. 18.15-17); 2. Não falar mal do outros (Veja Ef. 4.29). A palavra torpe significa:
desonesto, sem pudor, infame, vil, repugnante, obsceno (Dicionário Aurélio); 3. Suportar uns aos outros (Veja Cl. 3.13;
Rm. 12.18); 4. Perdoar (Veja Col. 3.13b; Mt. 6.14-15; Mt. 18.21-22); 5. Amar uns aos outros (Veja Col. 3.14; Pv. 10.12; I
Pe. 4.8; Rm. 13.8-10; Rm. 12.9-10; Jo 13.34-35; I Jo. 2.11; I Jo. 3.10); 6. Ter Igualdade (Veja Rm. 12.16; Tg. 2.1-4); 7.
Honrar (Veja Rm. 12.10b; Fp. 2.3). A palavra honrar significa estimar, respeitar, reconhecer; 8. Tolerar os fracos na fé
(Veja Rm. 14.1-6 e 17).
O Reino de Deus não depende das nossas diferenças em comidas, bebidas, o que cremos ou o que somos, mas sim da
justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Quem serve a Cristo respeitando as diferenças, agrada a Deus sendo aprovado
por todos. Não devemos deixar que as nossas diferenças causem divisão e queda dos nossos irmãos. Não vamos
destruir toda obra que Deus fez em nossas vidas e na vida do irmão por causa das diferenças!

4 – COMUNHÃO NA IGREJA: Por que Jesus fundou sua igreja? Será que foi apenas para que cumpríssemos escalas em
dias de reuniões? Igreja significa: gr. ekklésía, assembleia por convocação, assembleia dos guerreiros, assembleia de
fiéis, lugar de reunião, ajuntamento de cristãos, comunhão cristã. A igreja foi fundada com o objetivo de ter
comunhão uns com os outros e com Deus. Quando falamos em comunhão podemos abordar em dois aspectos:
1. Na participação comum de ideias e crenças, ou seja, quando dois ou mais pessoas participam dos mesmos
objetivos, fazendo com que se tornem reais, através de seus esforços de comum acordo e fé. No Dicionário Houaiss
diz que essa comunhão “é a ação de fazer alguma coisa em comum. Sintonia de sentimentos, de modo de pensar, agir
ou sentir, identificação, união, ligação”.
2. Cooperar e compartilhar o que tem. No Novo Testamento a comunhão cristã é expressa no termo (gr. koinonia),
que significa cooperação entre todos os cristãos, é o espírito de compartilhar gratuitamente o que tem (tanto de bens
materiais, como espirituais).
Com esses pontos de vistas acerca da comunhão, principalmente na igreja, podemos ver que a temos deixado em
último plano. Muitas vezes não abençoamos nossos irmãos, não compartilhamos os momentos que eles têm vivido,
tanto de vitórias como de lutas e tristezas (Veja Rm. 12.13 e 15), por causa de muitas tarefas e falta de tempo. A
comunhão não é apenas marcar encontros, fazer festas com amigos ou dar um aperto de mão nos dias de cultos, mas
é também participar das necessidades do próximo, pois a comunhão é feita de conhecer um ao outro, amar e
respeitar. Quando colocamos todos os afazeres como prioridade, esquecendo-nos da comunhão, a igreja perde muito
o seu sentido (Veja Lc. 10.38-42), pois não temos comunhão com nosso próximo e se for assim, quem irá dizer que
tem comunhão com Deus? Como diz em I João 4.20b: “Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar
a Deus, a quem não viu?”.

CONCLUSÃO: COMO VOCÊ TEM TRATADO SEU IRMÃO? Essa pergunta certamente seria respondida de formas
diferentes se fosse perguntada para cada um, pois isso depende de como você enxerga o seu irmão. Será que
realmente você o vê como membro da sua família ou como um colega de trabalho? Será que mesmo com as
diferenças e as falhas de um incomodando o outro, você consegue entender e lutar do mesmo lado? Todas essas
respostas vão depender muito de como você enxerga a sua igreja, pois se você a vê como a “casa do seu pai”
certamente você não a vê como uma “empresa” e sim como um lar, independente de como seja o seu irmão. Mas não
adianta falar: “eu estou na casa do meu pai” se a sua ação é colocar tudo em primeiro lugar, menos a comunhão.
Entender o que se passa com ele, ajudar, aprender a conviver com as diferenças não é uma tarefa simples, mas é uma
prioridade extrema que devemos ter em nossas vidas. Quantas pessoas faltaram nesta última reunião na sua igreja?
Quantos desapareceram? O que você tem feito mediante a isso? “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo
como a ti mesmo” é muito mais que palavras, exigem muita atitude.

RECURSOS SUGERIDOS: Papel em branco, caneta ou lápis, ou; Quadro negro e Giz, ou; Quadro branco e pincel, ou;
Data-show.

BIBLIOGRAFIA:
 Bíblia Sagrada – Almeida Século 21;
 Apostila: “Construindo Relacionamentos” – Crash Church Underground Ministry. In:
http://www.crashchurch.com/imagens/relaciona_parte01_aluno.pdf;
 Revista da Escola Bíblica Dominical. 3º Trimestre de 2010. Lição 5. Editora Betel.
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“Promovendo o Crescimento Cristão”
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 06 de 08 DE AGOSTO DE 2010 – PR. ACLÊNIO NUNES BATISTA – DIR. CONG. ROSA DE SAROM
TEMA: Jesus, o pastor por excelência. O relacionamento do Pastor, Obreiros, a Igreja e sua Família.
TEXTO: Jo 10.1-16
OBJETIVOS: Apresentar as atribuições de um pastor e suas características e exigências bíblicas; Demonstrar que os obreiros
precisam ser colaboradores fiéis do pastor e da Igreja; e, Ensinar à Igreja sobre o cuida-do espiritual e material ao pastor.

INTRODUÇÃO: Nesse texto encontramos a parábola do bom pastor que é uma resposta de Cristo à
liderança religiosa dos judeus que o condenavam pela cura de um cego de nascença em um dia de sábado.
O pano de fundo é a festa da dedicação (durante oito dias os judeus comemoravam a rededicação do
templo a Jeová (evento acontecido no ano 164 a.C quando Judas Macabeu reconquistou Jerusalém e
rededicou a Deus o templo que tinha sido profanado por Antíoco Epifânes IV, I Macabeus 4.36-59). Por esta
ocasião era lido o capítulo 34 de Ezequiel e Jesus aproveitando a oportunidade contou essa parábola como
forma de condenar os fariseus pelas suas posturas como opressores do povo usurpando-se da função
pastoral.

DESENVOLVIMENTO: 1- Jesus inicia a parábola no verso 1º afirmando que aquele que não entra pela porta
no curral das ovelhas é ladrão e salteador.

1.1 - De que curral Jesus está falando? R- Precisamos entender que Jesus está falando por meio de uma
parábola e para a nação judaica, sendo assim, o curral se referia àquela nação. Podemos alegorizar o curral
em nosso contexto como representando a igreja universal de Cristo na terra ou o próprio Reino de Deus na
Terra.

1.2- A quem Jesus está se referindo como ladrão e salteador? R- Há duas maneiras de se responder a essa
pergunta: 1ª avaliando o texto antecedente ou o contexto da narrativa de Cristo. Fica claro que Jesus está
se referindo a todas aquelas pessoas que haviam se declarado messias antes dEle e à liderança religiosa
judaica de então que se identificavam como pastores de Israel; no entanto a única coisa que faziam era
explorar e extorquir o povo. O cego, por exemplo, estava completamente abandonado, sob a acusação de
ser um pecador e merecedor da cegueira como castigo. 2ª verificando os versículos 08, 10a, 12 e 13. Esses
versos deixam claro quem são, como agem e o que desejam os ladrões e salteadores. R1- no verso 08 Jesus
afirma que todos os que vieram antes dEle eram ladrões e salteadores. O mestre está se referindo a todos
aqueles que se apresentaram como messias e não foram poucos; bem como à liderança religiosa que
queria usurpar a função de pastores da nação judaica. R2- na parte inicial do versículo 10 Jesus apresenta
os objetivos do ladrão a quem ele se referia e eram três: a) Roubar b) matar c) destruir.

Obs. 1 No antigo oriente ao cair da tarde os pastores traziam suas ovelhas para os apriscos construídos de
pedras e ali depositavam suas ovelhas deixando-as na responsabilidade do porteiro, o qual só abria a porta
pela manhã com o retorno do pastor. Era comum os ladrões tentarem roubar as ovelhas na calada da noite
e quando faziam utilizavam outra forma de entrar no aprisco que não a porta. Jesus compara os falsos
líderes, falsos messias com essa gente que só sabia Roubar matar e destruir. 1.2.1- nos versos 12 e 13 Jesus
se dirige ao ladrão como mercenário e apresenta o principal defeito dele, você é capaz de responder qual é.
R- Seu principal defeito é não cuidar das ovelhas. Na diversidade ele abandona o rebanho e foge deixando-
o à vontade do lobo devorador. O profeta Ezequiel diz que todos aqueles que não cuidam das ovelhas são
mercenários (Ez. 34.1-10).

1.2.2 Existem nos dias atuais ladrões e salteadores? Se existe quem seriam eles? Porque as ovelhas o
desprezam? R- No versículo 5 Jesus afirma que as ovelhas fogem desse tipo de pastor e não o seguem, pois
não reconhecem a sua voz; o profeta Ezequiel descreve seis de suas características Ez. 34.2-4: (a) são
pastores de si mesmos b) comem a gordura c) usam a lã d) se alimentam do cevado e) não cuidam (da
fraca, da doente, da quebrada, da desgarrada nem da perdida) f) tratam com rigor e dureza;
1.2.2.1 Responda você. Existem pastores nos dias atuais com essas características? Obs. 2 - Respondendo a
essa pergunta atenderemos os dois primeiros tópicos da lição. 1º) O comentarista explana nesse tópico as
atribuições sacerdotais ou pastorais. Se ele estiver sendo sacerdote – verdadeiro representante do povo
diante de Deus; profeta – verdadeiro representante de Deus diante do povo e pastor – exercendo o
cuidado do povo, financeira, administrativa e espiritualmente ele não poderá ser chamado de mercenário,
ladrão ou salteador. 2º) Esse tópico fala da relação dos obreiros com o pastor- nessa relação deve haver
cumplicidade e os obreiros devem ser bons colaboradores, participativos e submissos, inclusive para
impedir que o mercenário continue extorquindo e oprimindo o povo.

2- Nos versos 2-4 Jesus afirma que o pastor entra pela porta no curral das ovelhas; o porteiro abre-lhe a
porta; ele chama as ovelhas pelo nome; elas reconhecem a sua voz e, finalmente, ele as tira para fora e elas
o seguem. 2.1 - Você seria capaz de explicar essa passagem? Quem é a porta do curral das ovelhas e quais
as garantias para quem entra no aprisco? Quem é esse pastor e quais as suas credenciais? Quem é o
porteiro? Quem são as ovelhas? Porque as ovelhas reconhecem a voz do pastor e o seguem? R1 - Os versos
07 e 09 respondem que a porta do aprisco é Jesus como representante do reino de Deus e mostra as
garantias para quem está dentro do aprisco (que já vimos é a igreja universal de Cristo ou o próprio reino
de Deus. São elas: a) segurança – salvar-se-á, fala de segurança de salvação (cf. vv. 28-29); b) liberdade -
entrará e sairá, fala de liberdade na presença de Cristo; c) provisão – achará pastagem, fala do alimento
espiritual. R2 - Os versos 2, 3b, 4a, 11, 14a e 15 respondem quem é o pastor e mostra as suas credenciais
para assumir essa função, vejamos; 1- Jesus além de porta de entrada no reino de Deus é o próprio pastor
do rebanho (vv. 11a, 14a). 2- suas credenciais são: a) Ele entra pela porta (v. 2); b) Ele dá a própria vida
pelas ovelhas (vv. 11b, 15c); c) Ele conhece as suas ovelhas (v. 3b); d) Ele cuida das ovelhas (v. 4a) e) Ele
sustenta as ovelhas (v. 10b). R3 - Sobre o porteiro, o texto não responde claramente quem é que assume
esta função, mas no contexto do evangelho joanino é possível afirmar, respeitando outras correntes
teológicas, que essa função é exercida pelo Espírito Santo, que é quem convence a ovelha a seguir o Senhor
Jesus (Jo 16.8). R4 - sobre as ovelhas a primeira coisa que precisamos saber é que não era possível
identificá-las todas porque elas não estavam todas naquele aprisco, como continua sendo impossível
identificá-las (v. 16), mas é possível definir algumas peculiaridades dessas ovelhas: 1ª ouvem a voz do
pastor (v. 3b); 2ª conhecem a voz do pastor (v. 4c); e, 3ª seguem o pastor (v. 4b). R5 - As ovelhas
reconhecem a voz do pastor e o seguem por algumas razões: 1ª o pastor sustenta ou dá garantias de vida
às suas ovelhas (v. 10b) e 2ª o pastor dá a própria vida em defesa de suas ovelhas (v. 11b e 15c).
Obs. 3 – finalizando esse entendimento os tópicos três e quatro da lição estarão respondidos.

3º) Nesse tópico o comentarista fala do relacionamento da igreja com a família do pastor – Um pastor que
as ovelhas entendem a sua linguagem e ouvem a sua voz, jamais ele ou a sua família será desprezada.
Literalmente falando o pastor sobrevive é do lucro da ovelha; num sentido espiritual não é diferente. Se o
pastor é querido sua família também o será. 4º) Aqui o comentarista descreve a relação pastor e igreja –
como vimos acima essa relação tem que ser de confiança. Se o pastor não conquistar, a ovelha jamais o
seguirá. Sua voz se tornará como a voz de um mercenário. O pastor tem que abrir mão de tudo para ter o
cuidado das ovelhas.

CONCLUSÃO: O ladrão do contexto de Jesus não é o diabo embora saibamos que ele exerce esse papel
plenamente não era a ele que Jesus se referia, mas aos falsos líderes que surgira antes dele, muitos dos
quais ainda estavam na ativa a enganar e oprimir o povo. Esses são os enganadores dos quais devemos
fugir; é claro que não podemos desprezar o diabo, mesmo porque ele está por aí cumprindo bem essa
função. Mas os pastores precisam saber bem o significado dessa palavra e colocá-la em prática de forma a
conquistar as suas ovelhas e cumprir o que Jesus ensinou nesse texto. Assim profetizou Jeremias: “e vos
darei pastores segundo o meu coração” (Jr 3.15).

BIBLIOGRAFIA: Revista da EBD; Bíblia sagrada (ARA e ARC); Bíblia de Jerusalém; Comentário bíblico Popular novo
testamento. William Mcdonald. Como ler o Evangelho de João – José Bertolini. Editora Paulus. João, Introdução e
comentário. F.F. Bruce.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO: 07 – 15 DE AGOSTO DE 2010 – DCA. CÉLIA ROSANI GUILARDI


TEMA: O Cristão e o Relacionamento Profissional
TEXTO: Ef 6.5-9
OBJETIVOS: Conscientizar de que o trabalho é um projeto de Deus e não uma conseqüência do pecado; ensinar que a ética é uma
qualidade indispensável para o cristão; e, Orientar que uma conduta cristã inconsistente faz a Palavra de Deus ser desprezada.

CONTEXTO: Uma alta porcentagem da população do Império Romano consistia em escravos. A legislação
romana dizia que os escravos eram apenas bens móveis sem direitos, aos quais o seu senhor podia tratar
como quisesse. Os apóstolos não se consideravam reformadores sociais. Mas anunciavam os verdadeiros
princípios (como o da absoluta igualdade espiritual entre senhores e escravos), O Cristianismo provocou
não uma revolução política, social e econômica, mas uma revolução moral e espiritual. A mudança com o
avanço socioeconômico e social aboliu a relação senhor - escravo e introduziu as relações comerciais e
trabalhistas surgindo à nova relação patrão e empregado.

EMPREGO EMPREGADO EMPREGADOR

INTRODUÇÃO II. DEVER DOS EMPREGADOS – V. 5-8 III. DEVER DOS PATRÕES – V. 9

1. Quando Deus estabeleceu Adão 1. Os empregados devem ser • As obrigações não estão apenas do
no Jardim do Éden, deu tarefas a respeitosos – v. 5 • “Obedecer com lado dos empregados. Os patrões
serem desenvolvidas, ou seja deu a tremor e temor” não significa um também têm deveres.
ele um trabalho. (Gn 1.28-30- Êx terror servil; mas antes o espírito de Principalmente os cristãos. Isso era
34.21) solicitude de quem possui o absolutamente revolucionário nos
verdadeiro sentido de dias de Paulo.
2. O cristão e o princípio do responsabilidade. É o cuidado de não
trabalho. deixar nenhum dever sem ser 1. O princípio da igualdade diante de
cumprido. Paulo não aconselha os Deus – v. 9ª • “Vós, senhores, de
a) Deus criou o trabalho servos a se rebelarem, mas serem igual modo, procedei com eles”. Se
naturalmente criou o homem para cristãos onde estão. O cristianismo você patrão espera receber respeito,
trabalhar.(Gn 2.8-15) não é um escape das circunstâncias, demonstre respeito; se espera
mas sua transformação. receber serviço, preste serviço. É
O homem nasceu para trabalhar (Jo
2. Os empregados devem ser uma aplicação da regra áurea:
5.7)
íntegros (ética/honestidade) – v. 5 • “Assim como quereis que os homens
b) O trabalho é uma oferta a Deus; “sincero de coração” refere-se a vos façam, fazei vós também a eles”
fazer o trabalho com realismo, sem (Lc 6:31). Paulo não admite nenhuma
c) O trabalho gera satisfação duplicidade e sem fingimento. É agir superioridade privilegiada nos
pessoal. com integridade e sinceridade, sem patrões, como se eles mesmos
hipocrisia ou segundas intenções. pudessem deixar de mostrar a
A Bíblia faz menção de vários tipos Fazer um bom trabalho é a vontade própria cortesia que desejam
de trabalho para as mais diversas de Deus. Não existe dicotomia entre receber. • O patrão deve entender
vocações e habilidades: o secular e o sagrado. Quando você é que apesar de ser patrão, ele não
um bom funcionário, isso redunda deixa de ser servo de Deus. Deus é o
Musical: (1 Cr 6.31-48) em glória ao nome de Cristo. seu juiz. Ele vai prestar conta. Se o
Esta é uma liturgia que agrada a patrão espera o melhor do seu
Agrícola: (Ex 22)
Deus. O empregado precisa ser empregado, deve fazer também o
Artístico: (Ec 35) honesto. Honrar a sua empresa. melhor para ele. O patrão não pode
3. Os empregados devem ser explorar os seus empregados. Os
Remunerado: (1 Rs 5.1-6) coerentes espiritualmente – v. 5 • problemas do trabalho ficariam
“Como ao Senhor” significa que o resolvidos se tanto empregado como
*ex. de trabalhadores. empregado deve encarar a patrão observasse a Palavra de Deus.
obediência ao seu patrão como uma
Cornélio - Centurião da Corte (Atos
10:1) Noé - Lavrador (Gênesis 9:20) espécie de serviço prestado ao 2. Não se deve ameaçar os
Obede-Edom - Porteiro (I Crônicas próprio Senhor Jesus. Esta é a empregados – v. 9b • No tempo de
15:24) Benaia - Guarda (I Crônicas essência da submissão da esposa ao Paulo os escravos viviam debaixo de
11:24-25) José - Carpinteiro (Mateus marido, dos filhos aos pais e dos um clima de medo a ameaças. O
13:55) José - Governador (Gênesis empregados aos patrões. Eles devem patrão crente precisa abandonar
42:6) Dorcas - Costureira (Atos 9:39) obedecer porque são servos de essa prática de ameaçar os seus
Naamã - Comandante do Exército (II Cristo. Eles devem ser leais aos seus empregados. Os empregados devem
Reis 5:1) menina escrava (II Reis 5:2) patrões por causa do compromisso ser tratados com bondade, respeito
Padeiro (Gênesis 40:16) Oficial do que têm com o senhorio de Cristo. e nunca com violência ou
Rei (João 4:46) Carcereiro (Atos • Um empregado crente, mas infiel, que humilhação. • A autoridade dos
16:27), Raquel era pastora de faz corpo mole, que trai o seu patrão, a maridos, pais e patrões é uma
ovelhas,Bala e Zelfa eram damas de sua empresa, que não dá o melhor de si, oportunidade para servir e cuidar e
está traindo o próprio Senhor Jesus. A
compania,e tinha tambem os não para oprimir. Humilhar, oprimir,
convicção do trabalhador crente é que
eunucos,que tomavam conta dos ameaçar um empregado por ele ser
cada trabalho que realiza deve ser
haréns,os levitas eram sacerdotes e suficientemente bom como para mais fraco é um grave pecado aos
Demétrios era ouríve, vários outros: apresentá-lo ao Senhor. É uma liturgia ao olhos de Deus.
Otniel -Juiz, Salomão- Rei, Pedro – Senhor. O crente deve trafegar da • Um patrão pode esmagar o
pescador, Hulda-profetiza, Elias- empresa para o templo com a mesma empregado pagando-lhe um salário
professor de profetas, Esdras- devoção. O problema do trabalho e da de fome ou retendo
escriba, Lídia-vendedora, Arão- relação patrão x empregado mais do que fraudulentamente o seu salário –
sacerdote, Ester-rainha, Asaffe- um problema econômico, é um problema Tiago 5:1-6.
espiritual, isto é, o crente saber lidar com
músico, Neemias-copeiro, Lucas-
as relações.
médica, Abel-pastor, Débora –juiza, 3. Tanto patrões como empregados
4. Os empregados não precisam ser
Raquel-pastora, Mateus-coletor de vigiados – Eles têm respeito próprio têm o mesmo Senhor no céu – 9c •
impostos, Sifra-parteira, Potifar- (trabalhar com justiça e boa conduta) – v. Os patrões crentes são responsáveis
capitão da guarda, Caim-lavrador, 6 • Paulo combate aqui o pecado da diante de Deus pelo modo como
Esaú-caçador, Paulo- fazedor de preguiça. Eles não precisam ser vigiados tratam os seus empregados. Eles não
tendas, Amós-vaqueiro, Bezalel- para fazer o seu melhor. O propósito são superiores nem melhores aos
Artesão, deles não é bajular o patrão. Eles têm olhos de Deus. Tanto eles como seus
dignidade e respeito próprio. O empregados ajoelham-se diante do
empregado honesto não trabalha apenas
mesmo Senhor que não faz acepção
quando o patrão está olhando. Eles
de pessoas. Deus não demonstra
sabem que Jesus está olhando e é a Jesus
que querem agradar. Eles não se parcialidade ou favoritismo. • Muitos
satisfazem com trabalho mal feito. homens que governaram foram
5. Os empregados servem aos seus servos antes de serem líderes: José,
patrões como estando servindo a Cristo Moisés, Josué, Davi, Neemias. Antes
(caráter de Cristo e Palavra de Deus) – v. de você se tornar um líder precisa
7 • Paulo combate aqui o pecado da aprender a ser servo. Jesus diz que
desonestidade. O empregado crente aquele que quiser ser grande entre
considera-se escravo de Cristo e por isso
vós, seja servo de todos (Mt 20:27).
tudo o que faz, o faz com toda a sua alma
O patrão que se esquece que tem
e alegremente. Seu coração e alma estão
no seu serviço. Ele sabe que o Senhor é um Senhor no céu fracassa em ser
também o seu juiz. um bom patrão sobre a terra.
6. Incentivo à obediência (desfrutar das
recompensas) – v. 8 • A expressão
“Sabendo que...” tem força causal e
estimula a realização do desempenho fiel
do escravo. Todo o bem que você fizer
voltará a você (Ef 6:8). Deus é o
galardoador. Também todo o mal que
você fizer, voltará a você (Cl 3:25). O que
você semear isso você vai colher (Gl 6:7).
Nós devemos servir em última instância a
Cristo e não aos homens. Nós iremos
receber a nossa recompensa de Cristo e
não dos homens.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO 08 – 22.08.2010 - PR. JOÃO SENA – PROFESSOR CLASSE HERÓIS DA FÉ


TEMA: O Cristão e a Prática do Amor Fraternal
TEXTO: At 2.42 – 46 e 1Co13.1,2
OBJETIVOS: Apresentar aos alunos os três termos no grego para o amor na Bíblia; Conscientizar que o amor é uma espécie de distintivo do servo de
Deus; e, Incentivá-los a lutarem con-tra todo o espírito de contenda, arrogância, falsidade entre os irmãos.

INTRODUÇÃO: - 6 min. - O amor não procura defeitos, pois prioriza sempre as qualidades. O amor cristão é o livre desejo de servir
o próximo. Muitos dizem que são cristãos, mas não querem andar como Jesus andou (1Jo 2.6). “Qualquer que ama é nascido de
Deus e conhece a Deus”. Aquele que não ama não conhece a Deus porque Deus é amor” (1Jo 4.7 e 8). “Vós sereis meus amigos se
fizerdes o que vos mando”. (Jo 15.12-13). 1 – Conhecendo os termos de amor no grego (12 minutos: a) Ágape- Amor que sempre se
refere ao relacionamento de Deus para o homem (Jo 3.16; 13.1. É o amor mais elevado (Rm 5.8). É o amor capaz de amar o próprio
inimigo (Mt 5.44). Imagine um atleta se esforçando ao máximo para conquistar a vitória. Assim devemos fazer, com toda
intensidade (ektene) para manter a união entre os irmãos. Lc 10.27 – O amor ágape não é só entre os que amamos, mas também
para os inimigos, adversários e desafetos. Só assim haverá uma sociedade mais justa. Quando nos colocamos como servos há mais
justiça. Pois, no cristianismo o servo tem a vitória no mundo espiritual. Mt 5.43-48. b) Phileo – É o amor fraternal. Altruísta,
comunitário, interessado no bem estar dos outros, contrário ao egoísmo. Terno afeto de coração. Está nas palavras filantropia
(amor ao próximo) e filosofia (apreço ao conhecimento). Relacionar com pessoas flexíveis e compreensíveis é fácil. Mas o amor
cristão verdadeiro tudo crê, tudo espera, tudo suporta e é sem dúvida sofredor (1Co 13.7). Mahatma Ghandi falou para o pastor da
Igreja que não o deixou entrar no templo por discriminação racial: “Gosto do seu Cristo, mas não gosto dos seus cristãos... Eles são
tão diferentes do seu Cristo”. Mt 5.38-42. c) Storge - amor relacionado à família (Rm 12.10. d) Eros – É o “amor” paixão, erótico,
sensual, sexual.

2- O amor fraternal na Igreja primitiva - 12 min. -Porque Deus amou o mundo de tal maneira. (Jo 3.16). Amor cristão nada tem a
ver com prazer ou paixão. Cristianismo “Amar é dar e servir”. Lc 7.47. Assim como Jesus nos amou, Ele espera que amemos não
somente os que nos amam, mas até os que nos perseguem (Rm 12.20-21). Mt 5 21-26. 38-48. a) na Igreja de Jerusalém (Igreja
primitiva) (At 2.42) Ficamos, no entanto, perturbados por sabermos que essa é a Igreja como ela deveria ser: Igreja vigorosa e
flexível, pois naqueles dias ela ainda não havia se tornada gorda e sem fôlego, por causa da prosperidade, ou paralisada pelo
excesso de organização. Aquelas pessoas não praticavam 'atos de fé" -- elas criam; não recitavam oração elas oravam de verdade.
Não faziam palestras sobre medicina psicossomática, mas simplesmente curavam os enfermos. A Igreja, para merecer o título de
cristã, precisa ter essa descrição em mente, não para repetir as formas adotadas pelos cristãos apostólicos, porque estas são
irrepetíveis, mas para viver os princípios que moveram as vidas desses nossos pais. Igreja que sou, preciso tomar esta
extraordinária síntese de uma história de fé como um convite a mim mesmo. Por isto, quero tomar este relato como a resposta a
uma velha e necessária pergunta: o que é ser cristão? R1. Ser cristão é ser salvo por Jesus Cristo. Na experiência da comunidade
dos primeiros cristãos, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. (At 2.47). R2. Ser cristão é viver entre o
temor e a graça. Entre os primeiros cristãos, havia abundante graça (At 4.33) e temor (At 2.43a). Mesmo os de fora viam que a
graça de Deus estava sobre aqueles cristãos, graça que se evidenciava porque tinham temor a Deus. Não temos como experimentar
a graça sem que temamos a Deus. R3. Ser cristão é perseverar na doutrina dos apóstolos. Os cristãos apostólicos perseveravam na
doutrina dos apóstolos (At 2.42). No seu diálogo com o mundo, o cristianismo sempre corre o risco de perder suas afirmações
essenciais. Nós precisamos correr este risco. Os primeiros cristãos não estavam imunes diante dos rolos compressores interno do
judaísmo e externo do paganismo romano. Cada época tem riscos próprios a correr. Internamente, o cristianismo se sente
ameaçado pelo desejo de elaborar respostas próprias para enfrentar as perguntas do seu tempo. Como resultado, acaba se
curvando a visões que nada têm a ver com a doutrina bíblica, incorporando interpretações alheias à sua tradição. Está alguém
sofrendo? Certamente, ele está sendo castigado pelo pecado de algum ancestral seu; tudo será resolvido se Deus quebrar a
maldição hereditária que o atinge... Externamente, o cristianismo se sente premido pela necessidade de ser aceito. Não é
politicamente correto afirmar que há um só Salvador, um judeu nascido há mais de 2000 anos, e que Deus só pavimentou um
caminho de acesso a Ele. A solução é o desvio do relativismo, fundamentado na idéia da universalidade da Graça, que é para todos.
O cristianismo é uma experiência de fé tão legítima quanto as outras; importa a intenção dos fiéis... O cristianismo só tem uma
saída: firmar-se na doutrina dos apóstolos, beber dela, viver dela. Perseverando nela, os cristãos não vão negociar o essencial, nem
vão aceitar o fácil, porque a sua doutrina, a sua moral e a sua esperança são bíblicas. Os cristãos estarão sempre abertos à
tolerância, tolerância máxima, e ao diálogo, diálogo incondicional, mas mantendo o essencial de sua fé, conforme a síntese de
Richard Baxter (século 17): no essencial, unidade / no não-essencial, liberdade, / em tudo, caridade. R4. Ser cristão é ter prazer na
comunhão. R5. Ser cristão é persistir na oração. R6 – Ser Cristão é dar seu testemunho à sociedade. R7- Ser cristão é ser servo.

b) Na Igreja de Filipos e de Tessalônica – Filipos fez donativos a Paulo (Fp 4.1-4) e Tessalônica era uma igreja Instruída por Deus (1
Ts 4.9,10). Tessalônica entendeu a doutrina cristã do amor fraternal ensinada por Jesus e divulgada por meio de seus apóstolos (Jo
15.12). 1 - O QUE É A IGREJA CRISTÃ: 1 - É o povo de Deus reunido; 2 – Um povo peregrino que não pertence à terra; 3 – É o
templo de Deus e do Espírito Santo; 4 – É o corpo de Cristo; 5 – É a noiva de Cristo; 6 – É uma comunhão; 7 – É um ministério. 8 –
Um exército contra o mal, na batalha espiritual; 9 – A coluna e do fundamento da verdade; 10 – Possuidora da esperança; 11 – É
visível e invisível; 12 – Que ama e perdoa, submissa à Cristo, com oração, que tem disciplina, arrependimento, Batismo e Santa
Ceia. 2 – O QUE A IGREJA CRISTÃ NÃO É: 1 - Organização financeira; 2 – Clube; 3- Modelo de arquitetura; 4- Lugar de mentira,
inveja, orgulho, arrogância, ciúme e ódio. 3- O MANDAMENTO BÍBLICO DO AMOR - 12 min: Que ama não se comporta com
leviandade (1 Co 13.4). A Igreja precisa ser o coração do mundo. a) Faz da Igreja um exemplo para o mundo – Liderados pelos
apóstolos, os primeiros cristãos davam com grande poder (...) testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia
abundante graça. (4.33). O verbo traduzido como dar, aqui, significa, melhor, dar algo em pagamento de uma dívida. Sabem por
que os primeiros cristãos davam testemunho com poder? Porque eles se consideravam devedores a Cristo, devedores pela
salvação que receberam de graça e pela Graça. Eles se consideravam devedores aos seus contemporâneos, porque não tinham
como falar daquilo que acontecera com eles; seriam egoístas demais se retivessem a Graça que os alcançou; seu prazer é que esta
Graça alcançasse os outros. Os primeiros cristãos alvoroçaram o mundo, isto é, colocaram de cabeça-pra-baixo o mundo, pelo
poder do testemunho. Quem não dá testemunho de Cristo não é um cristão completo. Assim como olhavam para os cristãos em
Antioquia (At 11.26), olham para a igreja atual. Não somos exemplos para o mundo se não evangelizamos. Não evangelizamos
porque estamos acomodados.

b) É algo bom e suave viver em união – A unidade fraternal no salmo 133 é de um destaque muito especial na Palavra de Deus, pois
fala da união entre irmãos. Os resultados são: unção, bênção e vida para sempre. É maravilhoso vermos os irmãos unidos
lealmente, compartilhando o amor de Deus. Infelizmente, há igrejas sofrendo os problemas que a igreja de Corinto sofreu, como
facções, dissensões, partidarismo, culto à personalidade, frouxidão na disciplina e imoralidades. Temos visto irmãos e ministérios
que se julgam melhores ou até superiores, esquecendo-se de que as semelhanças que nos unem são maiores que as diferenças,
que tentam separar-nos. c) Traz santificação e comunhão - O escritor, na carta aos Hebreus 12.14, deixa princípios de vida cristã:
“segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Significa que antes sermos espirituais e de irmos para
o céu, temos que conviver forma pacífica e fraternal com os irmãos. Com toda a razão, John Wesley afirmava que o cristianismo é
essencialmente uma religião comunitária, social. A força para a vida tem sua origem na comunhão com as pessoas da Trindade,
mas o desenvolvimento vem da comunidade. Experimente ser um cristão solitário... e você vai fracassar. Comunhão é parte mais
difícil do cristianismo. Cristianismo não rima com eu-mismo.

Os cristãos apostólicos experimentaram aquilo que pode ser adequadamente chamado de comunismo do amor, comunismo
voluntário, não obrigatório, como entre os essênios de Qumran, no século 1, ou entre os bolshevistas, no século 20. Eles viviam o
comunismo a partir da prática de partir o pão coletivamente; eles tinham prazer de estarem juntos, porque juntos cresciam na
doutrina dos apóstolos. Esta experiência de comunhão levou-os a prática radical de venderem seus próprios bens quando houvesse
necessidade. A pergunta, que ao longo do cristianismo se fez, é se precisamos fazer como os primeiros, como José Barnabé:
Queremos ser cristãos? A resposta é sim, quanto ao princípio da solidariedade, que deve ser mesmo radical; dar apenas o que
sobra não exige nada de quem dá. A resposta é não quanto à forma de se praticar este princípio. Cada época encontra a sua.
Naquela época, eles se reuniam diariamente nas casas uns dos outros; era outra a estrutura social e econômica... Importa, em
todos os tempos, o esforço para se viver na comunidade, porque fora dela não há cristianismo completo. 4 - Exercitando o amor
fraternal. 12 min. - O amor em 1 Co 13 pode ser resumido com as seguinte frase: “O amor é a virtude que nos torna semelhantes a
Deus”. Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o... (1Jo 4.7,8). A ética cristã está apoiada em um sólido fundamento “Uma
vida de serviço aos outros”. Jesus lavou os pés dos discípulos, para que pudéssemos fazer o mesmo (Jo 13.14-15). 4.1 –
HUMILDADE: a) Servir é dedicar-se ao próximo – Jesus lavou os pés até do seu traidor. Servir é um chamado para sair de dentro de
si mesmo e dos seus problemas, e se dedicar aos outros. Jo 13 12-17. Mt 20.28. Jo 12.26. b) Servir é dedicar-se como bom
despenseiro - Cada um dos cristãos recebeu um dom, o que de saída, deixa todos num mesmo nível, e torna todos igualmente
importantes uns para com os outros. O Espírito Santo equipou a igreja com diversidade de dons para edificação do próprio corpo
de Cristo. Mesmo que alguns pareçam ser mais fracos, mas são necessários, pois, fazem parte do corpo de Cristo (1Co 12.22). E
assim, todos têm uma só função, o bem do próximo. Ter um dom é ter um depósito “de graça”, que deve extravasar, porque graça
é para ser doada. c) Servir é dom supremo – Todos nós somos despenseiro, do grego “oikonomoi”, refere-se ao que era
encarregado de atender as necessidades de todos. O Cristão na casa de Deus têm necessidades da graça, e todos são chamados a
suprir essa necessidade mutuamente. Servir é o dom supremo. 1Co 13.13. Lc 22.26. 4.2 – SINCERIDADE - Ser sincero sem
machucar. Exortar para animar, convencer, aconselhar e induzir. Rm 12.8. 4.3 – ARDENTEMENTE – Na primeira epístola de Pedro
(1.22) “...para o amor fraternal, não fingido, amai-vos ardentemente uns aos outros, com coração puro”; Deus, na sua presciência,
sabia que o amor esfriaria; por isso deixou a orientação de amarmos ardentemente uns aos outros.

CONCLUSÃO: 6 min. - Na Igreja de Jesus Cristo não há diversidade de classes, pois a sociedade Cristã é sem classes. “Nisto não há judeu, nem grego; não há
servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos sois um em Cristo Jesus (Gl 3.28). Entenda irmãos: a) Não há judeu, para não se fazerem maiores
(como tentaram) por serem filhos da promessa de Deus a Abraão. b) Não há grego, para não se fazerem maiores por ter mais cultura; c) não há servos para
não serem inferiorizados por serem escravos; d) nem livres, por terem maior poder financeiro; e) nem macho nem fêmea, para que o homem não prevaleça
sobre a mulher conforme o próprio judeu e as outras nações faziam. Devemos eliminar todos resquícios de prepotência e espírito de julgamento, respeitando
e valorizando os outros, mesmo naquilo que é diferente de nós. O amor deve predominar e culminar no serviço de Deus. •Portanto, dai a cada um o que
deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. Romanos 13:7. •E os que reputamos serem menos
honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. 1 Coríntios 12:23. – Devemos honrar o carpinteiro,
lá no fundo da igreja, aquele que está no último banco. •Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que
trabalham na palavra e na doutrina; 1 Timóteo 5:17. Tem que governar bem – veja a prerrogativa. •Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não
buscando a honra que vem só de Deus? João 5:44. Cristo explica que a melhor glória é a glória vinda de Deus e não a dos homens. •Porque os que em nós são mais
nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; 1 Coríntios 12:24. Muito simples, quem tem honra,
não precisa mais de honra, pois não necessidade. Agora, quem não tem a honra, Deus a concederá, conforme a necessidade. Mateus 23.1-12. •1-ENTÃO falou Jesus à multidão, e aos
seus discípulos, •2-Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. •3-Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque
dizem e não fazem; •4-Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los; •5-E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem
largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, •6-E amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas, •7-E as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens; Rabi, Rabi. •8-Vós, porém, não
queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. •9-E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus. •10-Nem vos chameis mestres, porque
um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. •11-O maior dentre vós será vosso servo. •12-E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.
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“Promovendo o Crescimento Cristão”
Superintendente: Pr. Eliomar Oliveira

PLANEJAMENTO - LIÇÃO 09 – 29.08.2010 - PR. IRAN CAMPOS – PROFESSOR CLASSE MINISTROS


TEMA: Jesus, seu Ministério e Vida Social
TEXTO: Jo 7:1-10
OBJETIVOS: Demonstrar aos alunos que Jesus esteve com pecadores sem, contudo, contaminar-se com seus maus exemplos;
Esclarecer que Jesus desenvolveu seu ministério participando de reuniões sociais da época; e, Apontar que Jesus transpôs todas as
barreiras para alcançar os indignos, com propósito de salvá-los.

-) Em João 7:1 está escrito: “depois disto”. Pergunta-se: depois de que? R – Os teólogos se dividem quanto
o assunto, formando dois entendimentos: a) depois dos episódios ocorridos no capítulo 6 (multiplicação
dos pães; a caminhada de Jesus sobre as águas; a declaração feita por Jesus, de que Ele é o pão da vida); b)
alguns teólogos dizem que o capítulo 7 deveria estar depois do capítulo 5.

-) Ainda no versículo 1 do capítulo 7 de João, está escrito que Jesus não ia para a Judéia porque os judeus
queriam matá-lo. Os habitantes da Galiléia também não eram judeus? R – Sim. Algumas traduções
referem-se aos habitantes da Judéia, e não aos judeus.

-) Por que os judeus queriam matar a Jesus? R – Porque Jesus havia curado um paralítico de Betesda e havia
se revelado como filho de Deus. Confira-se João 5:15, 16 e 18; 7:19, 25, 21 a 24.

-) Explique a idéia que Jesus quis transmitir em João 7:21 a 23.R – A Nova Versão Internacional apresenta o
texto da seguinte forma: “Jesus lhes disse: ‘Fiz um milagre, e vocês todos estão admirados. No entanto,
porque Moisés lhes deu a circuncisão (embora, na verdade, ela não tenha vindo de Moisés, mas dos
patriarcas), vocês circuncidam no sábado. Ora, se um menino pode ser circuncidado no sábado para que a
Lei de Moisés não seja quebrada, por que vocês ficam cheios de ira contra mim por ter curado
completamente um homem no sábado?’”. Percebe-se que a mensagem de Jesus era a seguinte: se era
possível cortar uma parte do corpo do homem no sábado, porque não seria possível curar todo um homem
no sábado?

-) Explique o que Jesus quis dizer no verso 24 de João 7. R – Que seus julgadores não poderiam ser
tendenciosos e incoerentes. Deveriam julgar de forma justa, mesmo que fosse para beneficiar a Jesus,
muito embora quisessem matá-lo. APLICAÇÃO: Esclarecer que nós muitas das vezes fazemos do mesmo
jeito; quando queremos prejudicar alguém, somos incoerentes e injustos em nossas avaliações.

-) Segundo João 7:2, estava perto a festa dos tabernáculos. Que festa é essa? R – Festa que ocorria no mês
de Tisri (setembro/outubro nossos), durante 7 dias mais 1(na verdade eram oito dias, consideranto-se a
santa convocação, que acontecia após a festa). Também chamada de festa das tendas. Nessa festa as
pessoas dormiam em tendas, construídas, geralmente, de galhos e folhas e postas no quintal ou sobre o
telhado plano das casas. Nessa festa comemorava-se a provisão de Deus para com Israel no deserto, após
sua libertação do Egito. APLICAÇÃO: Não podemos, nunca, nos esquecer de que Deus é o nosso provedor.

-) João 7:3 refere-se aos irmãos de Jesus. Eles são irmãos carnais de Jesus ou são seus irmãos espirituais ou
são seus primos? Quais os nomes deles? R – São irmãos carnais. De acordo com a doutrina católica, onde a
Bíblia diz irmãos de Jesus, deve ser lido primos de Jesus; para os católicos, Maria, mãe de Jesus, deu à luz
somente a Ele; essa doutrina não faz sentido, pois a Bíblia refere-se por diversas vezes aos irmãos de Jesus,
dando a entender que são, realmente, irmãos carnais do Mestre; confira-se: a) João 7:3; Mateus 12:46;
Mateus 13:55 e 56 e João 2:12. Eles são: Tiago, José, Simão e Judas, bem como algumas irmãs.

OBS. Também não eram irmãos espirituais, pois, segundo João 7:5, eles não criam em Jesus.
-) João 7:3 e 4 relata que os irmãos de Jesus incentivaram o Mestre a revelar-se na festa dos tabernáculos.
Eles queriam mesmo que Jesus se revelasse, ou possuíam outra intenção? R1 – Não, a intensão deles não
era a de que Jesus se revelasse, pois, na verdade, eles não criam em Jesus como Messias, conforme se lê
em João 7:5. R2 – Alguns dizem que os irmãos de Jesus queriam que Ele se revelasse como libertador de
Israel. Outros afirmam que os irmãos Dele queriam que Ele se revelasse como Messias. Parece que
nenhuma dessas respostas são corretas, pois, segundo o verso 5 do capítulo 7 de João, os irmãos de Jesus
não criam nele. Para mim, o contexto indica que a intensão dos irmãos de Jesus era expô-lo à morte, pois,
certamente, eles sabiam que os habitantes da judéia queriam matá-Lo; além do que, no verso 5 se diz que
eles não criam Nele; sendo assim, pode-se concluir somente por intensões maléficas dos irmãos do Mestre.

-) Em João 7: 6 e 8 Jesus diz que ainda não era chegado o seu tempo. A que tempo Jesus se refere? R – Os
teólogos dividem-se: a) Alguns entendem que se refere ao dia de sua morte, pois, tempo, nesse texto, é a
tradução de kairos, que, segundo eles, refere-se à crucificação de Jesus.

OBS. Esse é mais um elemento do contexto que demonstra a pretensão dos irmãos de Jesus de expô-lo à
morte. O próprio Mestre sabia dessa pretensão. b) Outros entendem que se refere à vontade de Deus.
Jesus estaria dizendo que Deus ainda não lhe havia mandado subir para a festa.

OBS. Para essa segunda linha teológica, Jesus, ao falar, no verso 6, que o tempo de seus irmão sempre
estava pronto, estaria dizendo que seus irmãos não teriam nenhum vínculo diretivo com Deus (eles não
esperavam a manifestação da vontade de Deus para fazerem nada).

APLICAÇÃO: Em muitas situações precisamos esperar a direção de Deus para mudarmos de atividades. -)
De acordo com João 7:7, por que o mundo aborrecia a Jesus? R – Porque o Mestre testificava que as obras
do mundo eram más.

APLICAÇÃO: Embora não devamos ser antipáticos, precisamos deixar claro que o nosso posicionamento
quanto a todos os temas do mundo são os mesmos da Palavra de Deus.

Em Jo. 7:10 está escrito que Jesus subiu à festa dos tabernáculos.
O escritor da revista citou essa referência no tópico 1 da lição, certamente para demonstrar que Jesus
possuía vida social.

Outros textos onde se vê que Jesus possuía vida social:

Jesus nas bodas de Caná: Jo. 2:1 e 2; Jesus e a família de Lázaro: Jo 10:38-42; Jesus e o leproso: Mt. 8:1 a 4; Jesus e Zaqueu: Lc. 19:1 a10;

Jesus e a mulher samaritana: João 4:1 a 26;

JESUS E SEUS DISCÍPULOS:

Chamou-os: Marcos 3:13; Designou-os: Mc 16:15; Orientou-os: João 15; Repreendeu-os: Mt. 16:23;

Amou-os e orou por eles: João 17.


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PLANEJAMENTO - LIÇÃO 10 – 05.09.2010 - DCA. PROF. GILVANETE NASCIMENTO - CLASSE MULHER VIRTUOSA/MELHOR IDADE
TEMA: O Cristão e o Relacionamento com a Melhor Idade
TEXTO: Josué 14. 9-11
OBJETIVOS: Ressaltar a velhice como um período na vida importante como qualquer outro; Mostrar os personagens bíbli-cos que
na velhice serviram a Deus; e, Ensinar a Igreja a tratar os anciãos com honra, respeito e amor.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Ressaltar que o envelhecer não significa somente perda de forças, funções ou
vitalidade; Ensinar que envelhecer corretamente e com sabedoria constitui verdadeira arte; Mostrar
personagens bíblicos que na velhice serviram a Deus; e, Sensibilizar a igreja que o idoso existe e precisa ser
tratado com honra e respeito.

INTRODUÇAO: Mesmo que muitos o vejam como algo horrível, sinônimo de diminuição de forças, funções
ou vitalidade, o envelhecer também se trata de processo de enriquecimento biológico pela descoberta de
novas qualidades ou pelo aperfeiçoamento de outras já existentes, como os das qualidades superiores da
mente (compreensão, discernimento, razão). Se, por um lado, os idosos ficam limitados em poder aprender
coisas novas que dependem de algumas capacidades, por outro, eles tem acesso a outras virtudes. Ganha-
se em sabedoria, capacidade para solucionar problemas da vida prática, especialização profissional.
Adquire-se ainda a capacidade de aconselhamento e muitas outras possibilidades desafiam a figura do
idoso.

1 - A VELHICE NA PERSPECTIVA BÍBLICA: O respeito do povo judeu pelos idosos fica evidente em seu
principal livro: a Bíblia. No livro de Eclesiastes, podemos ler conselhos não apenas sobre a atenção com
idosos, mas também referencias aos cuidados necessários a pacientes demenciados: “Meu filho, ajuda a
velhice do teu pai, não o desgostes durante sua vida. Se seu espírito desfalecer, sê indulgente, não o
desprezes porque te sentes fortes, pois tua caridade para com teu pai não será esquecido” (Eclesiastes
3.14,15) ou máximas sobre a velhice como as seguintes: “Como acharás na velhice aquilo que não tiveres
acumulado na juventude? Quão belo é para o velho saber julgar e para o ancião saber aconselhar! Quão
belo é a sabedoria nas pessoas de idade avançada. A experiência consumada é a glória dos anciãos”
(Eclesiastes 25.5-8 ). O Sinédrio, órgão máximo do povo hebreu, era composto por 70 “anciãos do povo”. A
civilização judaica concebia os idosos como os eleitos e os arautos de Deus, atribuindo-lhes idades
fabulosas, vendo na velhice, portanto, a recompensa máxima das virtudes. “Se observardes os preceitos
que vos tenho dito”, declara Deus em Deuteronômio, “vossos dias e os dias de vossos filhos na terra
prometida pelo Eterno a vossos pais serão tão numerosas quanto os dias do céu sobre a terra”.

No livro de provérbios também está presente o tema “velhice” “o temor do Eterno aumenta os dias, mas
serão abreviados os dias dos maus. Os cabelos brancos são como uma coroa de honra, é no caminho da
justiça que se pode encontrá-la”. Abençoada por Deus a velhice impõem obediência e respeito, conforme
prescreve... “Levantar-te-á diante dos cabelos brancos e honrarás a pessoa do velho”. A Bíblia convida a
honrar o ancião: “Filho, ampara teu pai na velhice e não o deixes em nenhum dia de sua vida. Mesmo se a
inteligência lhe for faltando, sê indulgente com ele e não ultraje nunca durante a tua vida, enquanto estás
na plenitude do vigor”. (Eclesiastes 3 12,13).

2 - O IDOSO E OS DRAMAS DA VELHICE: Calebe, filho de Jefoné, um dos espias enviados por Moisés,
exemplo de vida abundante permitida por Deus, aos 85 anos, quando recebeu sua herança, Hebrom, por
promessa do alto, assim se expressou: “Eu que hoje tenho 85 anos, me sinto tão forte como no dia em que
Moisés me enviou; qual a minha força, então era, tal é agora a minha força, para a guerra, e para sair, e
para entrar” (Josué 14.10-11). Se estimulado, o idoso, mesmo com idade avançada, pode realizar tarefas
que vão fazê-lo se sentir importante perante a sociedade. É importante envelhecer com uma vida social
ativa e trabalhando. E há também o processo de auto descoberta, de readaptação da vida nesse período.
Muitas pessoas se descobrem pintores ou compositores só depois de uma certa idade. A pior coisa para o
idoso é se isolar, não ter oportunidade de compartilhar impressões, pensamentos e sentimentos. O idoso é
muito sensível ao isolamento afetivo. A atenção à alimentação diminui com o isolamento, o que favorece o
surgimento de doenças. Às vezes os cuidados com higienização também acabam negligenciados, por
irresponsabilidade de quem cuida deles. Isso também cria uma probabilidade maior de adoecer.

3 - CELEBRANDO A DEUS NA MELHOR IDADE: “Com largura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha
salvação.” (Salmo 91.16). Esse versículo aplica-se com propriedade a Simeão, um homem de Jerusalém,
reto e piedoso, que aguardava a consolação de Israel. Teria recebido uma revelação direta que não fecharia
os olhos antes de ver o Messias pessoalmente. Quando a apresentação de Jesus estava em vias de ser
realizada, foi guiado pelo Espírito Santo ao templo. Ao ver Jesus proferiu o cântico que atualmente é
conhecido com Nuc Dematis. “Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra”; “Pois
meus olhos já viram a tua salvação, a qual tu preparaste ante a face de todos os povos; luz para revelação
aos gentios, e para a glória do teu povo Israel” (Lucas 2.29.32). Um dos maiores pintores de todos os
tempos, Rembrandt (1606 - 1669) foi um mestre do universo pictórico e mostrou um mundo infinito para
se ver e imaginar. Aos 25 anos pintou a cena bíblica de Simeão, com diversos detalhes: gente apinhada ao
redor, templo imponente de Jerusalém e luz sobre Simeão e o menino. Em 1669, já velho, pinta novamente
esta cena bíblica, concentrando-se no essencial. Elimina todos os excessos e mostra apenas o esplendor
divino no rosto de Simeão e na figura do menino Jesus. A luz brota da pintura, não é artificial.

“Simeão viu a glória de Deus, tendo dado o testemunho sobre Cristo, desaparece silenciosamente, teme
pela sua vida prolongada por objetivo divino e definido”. Cada um de nós na terceira idade, pode ser
apenas a imagem de Deus ou fazer a opção de tornar a si mesmo um vaso de benção repleto da glória do
Senhor. Através da vida obtém-se isso, de fé em fé, de luta em luta. Mesmo que você esteja sozinho, sua
boca pode se encher de riso, sua língua de cânticos e exclamar: “Sim, grandes coisas fez o Senhor por nós, e
por isso estamos alegres” Salmo 126.3.

4 - A IGREJA E O SEU RELACIONAMENTO COM A MELHOR IDADE: O velho é aquilo que escolheu ser, o que
a sociedade fez com que ele se tornasse. A uma vida de trabalho alienada, sem prazer, uma carga em que o
indivíduo não encontra a mínima realização pessoal, corresponde obrigatoriamente uma velhice deprimida,
um indivíduo sem identidade a espera da morte. O gosto pela atividade criadora, a única que satisfaz ao ser
humano, seja no campo que for, da cozinha a arte, da política a religião, dificilmente pode ser despertada
pelos esforços dos psicólogos, dos centros de convivência. A experiência deles comprova, entretanto, que
muitos idosos conseguem, se tiverem a coragem de reavaliar suas vidas, extrair desse trabalho a energia e
se recuperarem da sociedade que o manteve subjugados.

As igrejas precisam despertar para esta porta aberta. A igreja deve oferecer um ministério completo para
as pessoas mais experientes, que tem uma rica bagagem para compartilhar, que pode oferecer uma
profunda fonte de sabedoria, que dispõem de mais tempo para dedicar à causa de Deus, mas que ao
mesmo tempo possuem necessidades singulares. Não podemos negligenciar os idosos em nosso meio. Eles
são uma bênção e oferecem um desafio e também uma oportunidade para a igreja cumprir a sua missão
divina.

CONCLUSÃO: Os idosos devem ser semelhantes a fontes de águas cristalinas, onde amigos, filhos, netos,
bisnetos, venham beber e desfrutar de experiências, perseverança, bondade, palavra de fé e compreensão,
amor sincero e apoio. Eles podem ser estimulados a ser exemplos para outros idosos de hoje e do amanhã
e mentores para os jovens. Quem chegou a etapa da idade avançada, pode ser a cor que irá contemplar o
arco-íris, a nota que contribui para aprontar a melodia, uma fruta cintilante que todos desejam colher. “Na
velhice ainda darão frutos, serão viçosos e florescentes” (Salmo 92.4). “As mulheres idosas (...) que sejam
mestras do bem” (Tt.2.3b).

BIBLIOGRAFIA: Revista EBD, Bíblia de Estudo - Aplicação Pessoal, Ao Encontro dos Amanhãs – Samuel
Rodrigues de Souza; e, Revista Visão Missionária, Revista Raio de Luz.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO 11 – 12.09.2010 - PR. SEVERO SILVA – DIRIGENTE CONG. BETHANIA


TEMA: O cristão e os diversos tipos de relacionamento
TEXTO: Mt. 25: 15-19
OBJETIVOS: Demonstrar ao aluno os diver-sos tipos de relacionamento que a Igreja precisa desenvolver; Mostrar que
protestantismo não tem nada a ver com anar-quismo; e, Deixar claro que precisamos negociar os talentos que Deus nos deu.

Problematização: Um jovem assembleiano não gosta de se relacionar com outros jovens evangélicos que
não pertençam à mesma denominação. Foi-lhe ensinado que isso é estabelecer um jugo desigual. Na sua
comunidade, não consegue sair do ostracismo. Vive solitário no meio de uma multidão relativa. O jovem se
sente talentoso- ninguém lhe dá oportunidade. Está se sentindo deslocado. Ninguém lhe abre a porta na
comunicação. Mais um detalhe: Tem gente de fora dessa comunidade que já está de olho no jovem
talentoso. Será que ele resistirá ao “ataque”? O que fazer, então?

 Comentem o fato sob a ótica do cristão e os diversos tipos de relacionamentos: - Que sugestão lhe
daria? - A porta da saída seria uma solução?

INTRODUÇÃO: Creio ser este um tema onde nossas cabeças devam esquentar um pouco. Imagine o que é
desenvolver uma espiritualidade capaz de promover transformação social, cultural, ideológica e prática.
Muito a propósito, estamos entrando no período de campanha eleitoral. Estamos preparados para
enfrentar um debate sério no que diz respeito a esta questão? Quantos de nós têm a política como algo
demoníaco ou coisa que o valha? E quanto ao mercado de trabalho? Será que toda e qualquer profissão é
digna? É possível separar o cidadão de suas crenças, de sua fé?

- No que diz respeito o meio ambiente, como é que estamos nos relacionando? Vejo muito hipocrisia.
Pessoas que defendem de boca, mas quando precisam se livrar de um lixo qualquer, apenas fecha os olhos
e o libera em via pública. Como estamos tratando da água? A questão dos dejetos humanos e residenciais.
Os dejetos químicos. Pilhas e baterias, por exemplo. Falam-se muito, mas não há programas que facilitem o
descarte do lixo eletrônico. Não há campanhas de governo orientando efetivamente o que fazer com os
lixos maiores. Quantas lixeiras há em sua rua?

- Relacionando com os novos convertidos e com os não evangélicos. Muito se fala pouco se faz. O processo
de enturmamento é muito lento e discriminatório. Que programas há para se tratar com as prostitutas e
congêneres? A igreja se sente muito bem quando pessoas bem aquinhoadas lhe procuram. Todos os
trabalhos que são desenvolvidos são bons, porém pouco. - Evangelizar é uma questão de decisão. -
Evangelizar é uma questão de organização. At 2.37. - Evangelizar é uma questão de disposição.

- O cristão e os enfermos: Visitar os enfermos. Acompanhar os enfermos. Favorecer os enfermos e os


portadores de necessidades especiais. Respeitar os idosos e as crianças – Som muito alto é problema. Não
existe som bom quando os usuários não respeitam limites auditivos.

- Devemos ser doadores de sangue e de órgãos (?) - Como tratamos com os diferentes? Eles são
responsáveis pelas suas deficiências? - Como devemos nos comportar diante dos movimentos sociais?
Greves trabalhistas. Campanhas de ajuda em calamidades, etc. O cristão não é anarquista. Existe uma
forma de governo definida pela sociedade. Participamos das eleições – livremente. A igreja deve orientar
voto?
CONCLUSÃO: Mesmo não concordando com alguns políticos ou políticas, creio que ainda há esperança.
Não devemos ficar inertes. Esperar que Deus aja, é muito cômodo. Deus age através de nossos “braços”, de
nossa mente. O cristão não é um alienado. O reino de Deus está próximo, mas não está em nós o quanto.

BIBLIOGRAFIA: Revista EBD; SITES eletrônicos.

ANEXOS: - O que significa estado laico/- O que significa anarquismo.

DEFINIÇÃO: Anarquismo pode ser definido como uma doutrina (conjunto de princípios políticos, sociais e
culturais) que defende o fim de qualquer forma de autoridade e dominação (política, econômica, social e
religiosa). Em resumo, os anarquistas defendem uma sociedade baseada na liberdade total, porém
responsável. O anarquismo é contrário a existência de governo, polícia, casamento, escola tradicional e
qualquer tipo de instituição que envolva relação de autoridade. Defendem também o fim do sistema
capitalista, da propriedade privada e do Estado. Os anarquistas defendem uma sociedade baseada na
liberdade dos indivíduos, solidariedade (apoio mútuo), coexistência harmoniosa, propriedade coletiva,
autodisciplina, responsabilidade (individual e coletiva) e forma de governo baseada na autogestão. O
movimento anarquista surgiu na metade do século XIX. Podemos dizer que um dos principais idealizadores
do anarquismo foi o teórico Pierre-Joseph Proudhon, que escreveu a obra "Que é a propriedade?" (1840).
Fonte: WWW.suapesquisa.com.

DEFINIÇÃO: Ideologia é um conjunto de idéias ou pensamentos de uma pessoa ou de um grupo de


indivíduos. A ideologia pode estar ligada a ações políticas, econômicas e sociais. O termo ideologia foi
usado de forma marcante pelo filósofo Antoine Destutt de Tracy. O conceito de ideologia foi muito
trabalhado pelo filósofo alemão Karl Marx, que ligava a ideologia aos sistemas teóricos (políticos, morais e
sociais) criados pela classe social dominante. De acordo com Marx, a ideologia da classe dominante tinha
como objetivo manter os mais ricos no controle da sociedade. No século XX, várias ideologias se
destacaram: - Ideologia fascista: implantada na Itália e Alemanha, principalmente, nas décadas de 1930 e
1940. Possuía um caráter autoritário, expansionista e militarista. - Ideologia comunista: implantada na
Rússia e outros países (principalmente do leste europeu), após a Revolução Russa (1917). Visava à
implantação de um sistema de igualdade social. - Ideologia democrática: surgiu em Atenas, na Grécia
Antiga, e possui como ideal a participação dos cidadãos na vida política. - Ideologia capitalista: surgiu na
Europa durante o Renascimento Comercial e Urbano (século XV). Ligada ao desenvolvimento da burguesia,
visa o lucro e o acumulo de riquezas. - Ideologia conservadora: idéias ligadas à manutenção dos valores
morais e sociais da sociedade. - Ideologia anarquista: defende a liberdade e a eliminação do estado e das
formas de controle de poder. - Ideologia nacionalista: exaltação e valorização da cultura do próprio país.
Fonte: WWW.suapesquisa.com.

Laico significa “Leigo” em latim (Laicu), e em grego significa aquele que não é “crente ou religioso” (laïkos). Laico significa a
separação do Divino do não Divino. Na Idade Média, era comum os julgamentos serem baseados no que Deus supostamente
falava, isso abria “brechas” para julgamentos parciais, em que um réu era condenado sem nenhuma prova contra ele, apenas pela
suposta “palavra” de Deus, que era ouvida “apenas” por sacerdotes. Após o Iluminismo, os Estados Religiosos, foram perdendo a
força, abrindo espaço para os Estados Laicos, que baseam suas decisões de acordo com a Razão. Atualmente, o Brasil é um estado
Laico, ou seja, julga seus habitantes apenas pela lei e pela razão, tentando assim alcançar o máximo de justiça. Resumindo, Um País
laico é aquele que não sofre influência de entidades religiosas, e torna o Estado neutro em assuntos religiosos. Exemplos de países
não laicos, são os países muçulmanos, como o Irã dentre outros, em que existe uma grande interferência de entidades religiosas
dentro dos governos. •1 ano atrás - 33% 2 Votos – Melhor Resposta. • A palavra laico significa uma atitude crítica e separadora da
interferência da religião organizada na vida pública das sociedades contemporâneas. Que siga os ditames da sua
consciência (quer no caso em que se acredite que seja divinamente inspirada, quer pela razão, intuição, estética ou
qualquer processo pessoal), ao invés de seguir, ou obedecer cegamente às regras, hierarquias e autoridades morais ou
eclesiásticas de uma religião organizada. Politicamente, poderíamos dividir os países em duas categorias, os laicos e
não laicos, nos países politicamente laicos a religião não interfere na política. Países não laicos são teocráticos (forma
de governo onde o povo é controlado por um sacerdote ou líder religioso que governa, supostamente, segundo o
desejo de uma divindade), e a religião tem papel ativo na política e até mesmo constituição. Essa visão política está
relacionada a laicidade e laicismo (doutrina filosófica que defende e promove a separação do Estado das igrejas e
comunidades religiosas, assim como a neutralidade do Estado em matéria religiosa. Não deve ser confundida com o
ateísmo de Estado) e o secularismo (Política de separação entre religião e Estado, a partir da idéia de que os
sacerdotes e as instituições religiosas não devem ter poder político nem influenciar nas leis). 1 ano atrás Fonte: GOOGLE.
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PLANEJAMENTO - LIÇÃO 12 – 19.09.2010 – DCA. PROFESSORA ELZA ROCHA – CONG. FILADÉLFIA


TEMA: O cristão e o relacionamento conjugal
TEXTO: Gn. 2:18-24, Ef 5.31 e Hb 13.4
OBJETIVOS: Ensinar que o casamento é uma instituição divina; Alertar os casais sobre os ma-les que prejudicam o casamen-to; e, Mostrar
algumas atitudes e características para um casa-mento vitorioso.

INTRODUÇÃO: Na presente lição será estudada a respeito do casamento como sendo uma instituição divina e o que
deve ser feito para realizá-lo e usufruí-lo com sucesso. RECURSOS: cartaz/ água / antiácido (sonrisal) / óleo.
ATIVIDADE INICIAL: Levar para a sala dois copos com água, óleo e antiácido. Pedir que digam a importância de cada
um. Colocar em um copo o antiácido e no outro o óleo. Questionar: O que surgiu? Para que serve o novo elemento?
Os elementos perderam suas identidades primárias? Que conclusões podemos tirar? DESENVOLVIMENTO: 1 - Como
se começa um relacionamento saudável? (orando, saber se amam de verdade, diálogo: regras, filhos, ajustes, gostos,
defeitos? Qualidades? Etc..). Quais os benefícios do casamento? 1.1 – A benção da comunhão: companheirismo:
osso dos meus ossos, carne da minha carne. (Gn. 2; 23/24 ). 1.2 – A benção da comparação: Ef. 5: 25,31: marido amar
a esposa como Cristo amou a Igreja. (OBS: marido não poupar esforços para cultivar esse amor.). 1.3 - as bênçãos da
integração e do crescimento: (Ec. 4: 12) 1º plano – une duas famílias. 2º plano: promove crescimento: filhos (famílias
aperfeiçoadas).

2-QUAIS SÃO OS MALES DA ATUALIDADE NOS CASAMENTOS? 2.1 – Uso descontrolado da internet. (longas horas,
encontros eróticos, pornografias. Gl. 5: 19). OBS: diálogo, oração, meditação e jejum substituídos? OBS: internet;
usando ou sendo usado? 2.2 – Irresponsabilidade e hábitos antigos: Quatro problemas entre maridos e esposas: 1-
religião: ministério X trabalho; 2- sexo: Eros (vida de solteiro= casado?); 3- dinheiro: má administração (cartões,
crediários, cheque especial (domínio próprio), estabelecer prioridades. 4- filhos: responsabilidade dos dois.

3-ATITUDES QUE DEVEM SER CULTIVADA PELOS CASAIS: 3.1 – amor (I Co. 13) Cl. 3. 18 a 21 = regra de conduta
familiar: MARIDOS: amar, honrar, proteger, cuidar, providenciar tudo o que o reino de Deus oferece p/ esposa e
filhos. ESPOSAS: cuidar do marido com amor, carinho, cuidado, orações, aconselhamentos, estar sempre por perto.
3.2 – Confiança, fidelidade e verdade: buscar a sinceridade (sim/sim/não/não). Fugir do individualismo (dois se
tornam um). 3.3 – O respeito e a submissão: relembrando a atitude da rainha Vasti (recusa), pode se deduzir que ela
agiu por ignorância, loucura ou revolta? O que ela queria ou como ela queria ser tratada? SUBMISSÃO: se refere ao respeito
que se deve ter pelo marido, ao dever da esposa em colocar o marido como prioridade em sua vida, acima da prioridade p/ co os filhos, pais e
amigas. Ao dever da esposa em seguir a orientação do marido naquelas coisas que não venham ferir os princípios bíblicos (é imprescindível diálogo
e considerações).

4-CARACTERÍSTICAS DO CASAMENTO VITORIOSO: - Qual deve ser a primeira providência da vitória de um casal?
Convidar Jesus para as bodas antes de quaisquer preparativos. 4.1- Não viver de aparência: em público: beijos e
abraços, em casa: tapas e brigas?? 4.2 – Relacionamento de palavras e atos: deve haver equilíbrio entre palavras e
atos (nunca faltar o diálogo). 4.3 – Mais elogio, menos críticas: tendência de ver apenas os defeitos. Tempo gera
desgaste: pais e filhos, patrão e empregados, pastor e Igreja. RECURSOS DADOS POR DEUS: 1- Palavra, 2- Espírito; 3-
oração; esses recursos dão: a) entendimento; b- esperança; c- mudança; d- prática.

CONCLUSÃO: Deus instituiu o casamento e tem o maior interesse em mantê-lo, por isso, quando Jesus é convidado e
entra na festa, surge novo vinho e as adversidades são vencidas. BIBLIOGRAFIA: - Bíblias: Revista e Corrigida; Revista e
Atualizada; Bíblia na Linguagem de Hoje e Edições Paulinas; - Revista da EBD; pesquisa na internet.

CURIOSIDADES: PESQUISA ENTRE CASAIS CRISTÃOS “Casamento é como uma longa viagem em um pequeno barco a remo: se um passageiro começa a
balançar o barco, o outro terá que estabilizá-lo, caso contrário, os dois afundarão juntos.” David Reuben. Para refletir: Ec. 4. 12.

NECESSIDADES DO HOMEM NECESSIDADES DA MULHER

1- Satisfação sexual - 2- Carinho / Amor - 3- Admiração / Aprovação 1- Liderança espiritual - 2- Compromisso com a família - 3- Conversa

4- Compromisso com a família - 5- Conversa 4- Carinho/ Amor - 5- Segurança financeira


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PLANEJAMENTO - LIÇÃO Nº 13 – 26 DE SETEMBRO DE 2010 – DCª PROFESSORA SOLANGE SANTANA


TEMA: Curando ressentimento e mágoas através do perdão.
TEXTO: Mt.18.23-27
OBJETIVOS: Mostrar aos alunos que Deus é a fonte do perdão; Ensinar que o perdão não é um sentimento, mas uma decisão; e,
esclarecer os prejuízos emocionais e espirituais causados pela falta de perdão.

INTRODUÇÃO: Se quisermos viver em comunhão com Deus, temos que perdoar sempre. De nada vale os
nossos atos de misericórdia, orações e jejuns, nossa fé, nosso louvor, nossos dízimos, se não estivermos em
paz com os outros. – (Heb 12.14-15) - (Mc 11.25-26).

COMENTÁRIO 01: Eu perdôo fulano, mas ele que fique lá no lugar dele e eu no meu; eu perdôo fulano, mas
não quero conversa com ele, não participo do seu grupo, não me sentarei perto dela. “Olha o exemplo de
Jesus: (Lc 23.34) –” “-Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”.

Comentário 02: A Bíblia nos mostra que fomos perdoados por Deus mesmo sendo pecadores e que então
também podemos perdoar qualquer um que nos ofenda. O perdão é um ato de misericórdia. –(Rm 5.8) –
Deus enviando seu próprio filho nós mostrou tamanha sua misericórdia e amor para conosco, sendo nós
ainda pecadores. Deus tem nos dado o seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que
usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende.

Em Mt 18.21 – Jesus nós mostra que não há limites para perdoar o irmão.

Façamos essa pergunta: -O que acontece com aquele que não perdoa?

- Deus também não perdoa (Mt 18.35) – Parábola do credor incompassivo.

 O caminho do perdão é necessário se quisermos seguir a Cristo.

 O perdão é um ato de amor para com o próximo.

A palavra de Deus em (Ef 4.32) nos diz: - Antes sede uns para com outros benignos e misericordiosos,
perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vós perdoou em Cristo.

Comentário: Deus liberta a pessoa perdoada da divida do seu pecado, isto é, cessa de imputar à culpa
desse pecado a pessoa perdoada, mas Deus requer arrependimento, o perdão de Deus assim como o seu
amor e sua graça é imerecido, ilimitado e infinito, mas não é incondicional. Sempre que Deus oferece
perdão Ele o faz sob a condição de ARREPENDIMENTO, Deus deixa bem claro que mesmo quando ocorre o
perdão verdadeiro, algumas conseqüências podem permanecer. Ex: Deus perdoou o povo no deserto, mas
não permitiu que entrassem na terra prometida.

O arrependimento está ligado ao perdão. (Mc16. 16).

Comentário 02 – O perdão deve ser igual ao que Cristo nós agraciou. (Cl 3.13-14). Jesus Cristo fora traído e
mesmo diante de grande injustiça nos ensinou que devemos abrir mão de nossos sentimentos e dar lugar a
misericórdia e o amor.

Quando perdoamos estamos vivenciando o ato de Jesus em nos perdoar de nossos pecados.
Um princípio do perdão: Perdoar é enxergar o ofensor como vítima. (Lc 23.34) – Jesus demonstrou que
apesar do mal que estavam cometendo. Ele os via como vítimas.

Comentário 03: Perdoar é sinal da presença de Deus em nossas vidas – (Cl 3.11-114).

Perdoar é amar o ofensor. É abrir mão dos seus direitos próprios contra o ofensor, e transferir esses
direitos para Deus.

Em (Atos 7.60) Estevão nos dá uma lição de humildade e misericórdia para como próximo, ele clama a Deus
para que não imputasse esse pecado sobre eles.

Pergunta:

Fazemos algo por merecer o perdão de Deus? – Não. Então o nosso ofensor também não precisa fazer por
merecer. (Ef 4.32).

Comentário 04 – Quem leva vantagem quando não perdoamos – (IICor2. 10-11). Satanás age na falta de
perdão, por isso não devemos deixar de perdoar. Ele passa a ter autoridade na vida daquele que decide
alimentar a ferida do ressentimento.

A falta do perdão produz dano maior em quem está ferido do naquele que feriu.

Os servos de Deus no Antigo Testamento conheciam o valor do perdão. (Gn 50.17-17)

O perdão traz restauração. Quando perdoamos deixamos Deus limpar nossas almas e nos conduzir por
novos caminhos.

A falta de perdão provoca um verdadeiro esgotamento espiritual.

CONCLUSÃO: Deus com sua infinita misericórdia olhou para nós e não poupou Seu Único Filho, para que eu
e você, mesmo não sendo merecedores fossemos salvos e libertos de toda a imundícia do pecado para que
através desse maravilhoso e grandioso gesto nós tivéssemos a mesma humildade de reconhecer que o
nosso próximo apesar de ter errado merece perdão, não porque somos bons, mas porque Deus não olhou
para nossa bondade e muito menos para nossa maldade e apenas nos perdoou. Amém.

BIBLIOGRAFIA:- Revista Escola Bíblica Dominical; - A Bíblia em Esboços; - Dicionário Bíblico; - Bíblia de
Estudo Pentecostal; -WWW.portaldaf.org; - WWW.orvalho.com.