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Trabalho de Física II

Materiais e conduções elétricas

INTRODUÇÃO

Neste trabalho falaremos dos materiais quanto sua condução elétrica. Das diversas formas
que conhecemos em nosso dia-a-dia a respeito de condução de eletricidade, talvez não
saibamos nada diante da abrangência deste tema, ou não da forma como será aqui
apresentado.

Do ponto de vista da condutividade elétrica, os materiais podem ser divididos em quatro


tipos básicos: condutores, dielétricos, semicondutores e supercondutores. Desses, os mais
conhecidos são os dois primeiros. Cada material possui suas características próprias, com
isso passaremos a entender melhor todo o processo de eletrização entre substâncias
portadoras essencialmente de carga elétrica, os elétrons e os prótons. Esta abordagem pode
ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética.
Podemos fazer outra simplificação, considerando apenas as cargas estacionárias.
Eletrostática é a área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias
ou quase estacionárias.

Os materiais comuns são constituídos por átomos, os quais são constituídos de núcleo e
eletrosfera. No núcleo encontram-se os prótons e os nêutrons, enquanto que na eletrosfera
encontram-se os elétrons, distribuídos em diversas camadas ou níveis. O número de elétrons
varia de material para material. Com isto existe uma variação no número de elétrons da
última camada (camada de valência). Para que um átomo esteja estável é necessário que a
primeira camada possua dois elétrons e a última oito, para este ficar em condição estável,
como um gás nobre. Isto se consegue na natureza, muitas vezes através de doação e recepção
de elétrons, ou através do compartilhamento de elétrons entre dois átomos de dois materiais,
covalência.

1. DEFINIÇÃO DE CADA MATERIAL

1.1 Condutores
Um condutor é qualquer meio em que se propaga a corrente elétrica. A explicação pra essa
propagação de corrente é devida a perda de elétron com grande facilidade na última órbita
eletrônica, em razão da grande distância entre essa última camada e o núcleo, os elétrons
ficam fracamente ligados com o núcleo, podendo, dessa forma, abandonar o átomo em
virtude das forças que ocorrem no interior dos átomos. Esses elétrons recebem o nome de
“elétrons livres”, e são encontrados em alguns tipos de átomos, especialmente os que
compõem os metais (ferro, ouro, platina, cobre, prata e outros).

No interior dos metais os elétrons livres vagueiam por entre os átomos, em todos os sentidos.
Mas os átomos que perdem elétrons também os readquirem com facilidade dos átomos
vizinhos, para voltar a perdê-los momentos depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons
livres, os metais são usados para fabricar os fios de cabos e aparelhos elétricos, pois são bons
condutores do fluxo de elétrons livres.

Materiais condutores

A circulação de uma corrente elétrica é notada em materiais sólidos e nos líquidos, e, sob
condições favoráveis, também nos gasosos. Sob o ponto de vista prático, a maior parte dos
materiais condutores são sólidos, e dentro desse grupo, com destaque especial, os metálicos.
No grupo dos líquidos, vale mencionar os metais em estados de fusão, eletrólitos e o caso
particular do mercúrio, único metal que, à temperatura ambiente, se encontra no estado
líquido. O mercúrio solidifica-se apenas a – 39 ºC. Quanto aos gasosos, estes adquirem
características condutoras sob a ação de campos muito intensos, quando então se podem
ionizar. É o caso das descargas através de meios gasosos, como na abertura arco com a
formação de um meio condutor conhecido por plasma, e tanto, normalmente, os gases,
mesmo os de origem metálica, não podem ser utilizados nem considerados como condutores.

1.2 Dielétricos

Embora os materiais condutores não possam armazenar energia em seu interior, os materiais
dielétricos, podem. Isso é possível porque ao se aplicar um campo elétrico externo em um
dielétrico não ocorre a movimentação de cargas livres, mas um deslocamento nas posições
relativas das cargas negativas (elétrons) e positivas (prótons), dando origem às cargas
polarizadas. Esse armazenamento de energia potencial ocorre contra as forças moleculares
e atômicas normais do átomo.
O mecanismo real de deslocamento varia conforme o tipo de dielétrico. Alguns tipos de
dielétricos são constituídos por moléculas ditas polarizadas (por exemplo, a água), que
possuem um deslocamento permanente entre os centros geométricos das cargas positiva e
negativa. Cada par de cargas age como um dipolo; um conjunto formado por uma carga
positiva e uma carga negativa, separadas por uma distância d. Normalmente esses dipolos
estão orientados e dispostos aleatoriamente no interior do material. Quando um campo
elétrico externo é aplicado, eles se alinham em sua direção.

Matériais Dielétricos

São materiais ou substâncias que possuem alta resistência ao fluxo da corrente elétrica.Nas
substâncias dielétricas (isolantes) os elétrons estão fortemente ligados ao núcleode seus
átomos. Mas, o que acontece quando umdielétrico é colocado num campo elétrico?

Nesta circunstância aparece sobre os elétrons do isolante uma força tal que poderá ou não
arrancá-los de seus átomos. Se o valor do campo for pouco elevado, os elétrons não serão
arrancados de seus átomos e a substância permanece dielétrica. Aumentando a intensidade
do campo, os elétrons do isolante se transformam em elétrons livres, pois são arrancados de
seus átomos; ai a substância passa a ser condutora de eletricidade. O maior valor do campo
que um dielétrico suporta sem torna-se condutor é chamado rigidez dielétrica. A rigidez
dielétrica varia de material para material. A do ar em condições normais, por exemplo, é de
aproximadamente 3. 106 N/C, situação em que ele se comporta como isolante. Acima desse
valor, o ar passa a conduzir eletricidade.

Este, para desempenhar corretamente a sua função, é escolhido através de certos requisitos,
tais como:

• Elevada resistência elétrica, para garantir o isolamento entre a peça e o eléctrodo;

• Elevado poder refrigerante, pois este deve arrefecer a peça e o eléctrodo, visto que o
aquecimento excessivo pode originar fissuração;

• Viscosidade estável, pois deve evacuar as partículas da zona de corte com eficácia;

• Não tóxico, para não libertar substâncias tóxicas quando exposto a temperaturas elevadas;

• Filtrabilidade, para manter as partículas em suspensão, facilitando a filtragem posterior;


• Elevado calor latente, pois deve ser resistente às temperaturas elevadas e à oxidação,
evitando a degradação;

• Não corrosivo, para não corroer os componentes constituintes da máquina;

• Transparência, para facilitar a visualização da zona de trabalho.

Estrutura de um material semicondutor


1.3 Semicondutores

Os materiais semicondutores são materiais, os quais possuem uma resistência situada entre
a dos materiais condutores e isolantes. Os principais materiais semicondutores utilizados na
eletrônica são o Germânio (Ge) e o Silício (Si), sendo este último o mais utilizado.
Recentemente está sendo investindo em pesquisas com materiais semicondutores para
aplicação na eletrônica fabricado a partir do carbono, pesquisas estas que já obtiveram
sucesso. Nos materiais semicondutores, a camada de valência possui 4 elétrons, como o
material tende a possuir oito elétrons na camada de valência, e o elemento semicondutor só
possui quatro, este acomoda os seus átomos, simetricamente entre si, constituindo uma
estrutura cristalina, através de ligações covalentes.
Devido a tendência de transformar-se em uma
estrutura simétrica, um material semicondutor
quase não possui elétrons livres. Para se utilizar
efetivamente os materiais semicondutores, são
introduzidos elementos adicionais, nas estruturas
cristalinas denominadas “impurezas”, através de
processos de injeção ou difusão. Estas impurezas
são elementos cujos átomos possuem três ou cinco
elétrons na camada de valência. Estas são
introduzidas dentro do material semicondutor em pequenas quantidades. A tendência de
formar uma estrutura simétrica faz com que os átomos de “impurezas” se acomodem de tal
maneira que produzam elétrons livres, portanto que podem ser deslocados com facilidade (o
quinto elétron de cada átomo da impureza). Ou a falta de elétrons no caso da adição de
elementos com três elétrons na última camada. Nos condutores, um aumento na temperatura
ocasiona um aumento da resistência oferecida a passagem da corrente elétrica. Já nos
semicondutores, acontece o contrário, um aumento da temperatura ocasiona uma redução da
resistência oferecida a passagem da corrente elétrica, devido a maior repulsão causada na
união dos mesmos.

1.4 Supercondutores

São materiais que se esfriam a temperaturas


extremamente baixas, para conduzir corrente sem
resistência nem perdas, funcionando também
como um diamagnético perfeito abaixo de uma
temperatura crítica. Esta propriedade foi
descoberta em 1911 pelo físico neerlandês Heike
Kamerlingh Onnes, quando observou que a
resistência elétrica do mercúrio desaparecia
quando resfriado a 4K (-452°F,- 269.15°C). O
mercúrio não é o único material supercondutor,
mesmo a baixas temperaturas. A supercondutividade foi descoberta em muitos outros metais,
abaixo de 10 K, como o alumínio, o chumbo, o estrôncio, o zinco e o cádmio, etc. Em 1981
foram descobertos compostos orgânicos que são supercondutores a baixas temperaturas,
para não falar (ainda) da descoberta em 1986 de uma nova classe de materiais
supercondutores a "altas" temperaturas: Os materiais cerâmicos, que como a porcelana,
normalmente são isolantes.

O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula, quando resfriado


abaixo de certa temperatura crítica, Tc, e diamagnetismo perfeito, ou seja, exclusão do
campo magnético de seu interior. Esta última característica é denominada efeito Meissner.

Observação:

Consideremos um supercondutor.
Acima da temperatura crítica o metal
(não magnético) comporta-se comoo
vácuo e as linhas de força do campo
magnético atravessam-no sem sofrerem
alterações, figura da esquerda. Abaixo
da temperatura crítica o campo magnético é expelido do interior do supercondutor, figura
da direita. O processo é reversível: se aquecermos o supercondutor acima da temperatura
crítica, as linhas de força magnéticas voltam atravessar o metal.

A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes


fatores: a aplicação de campo externo, a elevação da temperatura na região experimental e,
por fim, a aplicação de correntes de transporte, Jtr. Curiosamente acima de Tc (estado
normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. Material como cobre, prata
e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade.

2. DIFERENÇA ATÔMICA ENTRE CONDUTORES E DIELÉTRICOS

Numa linguagem bastante simples, podemos dizer que um dielétrico é diferente de um


condutor porque este tem elétrons livres, que se encarregam de conduzir a eletricidade.
Assim, quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico,
ela permanece no local em que foi colocada. Ao contrário, quando esta carga é colocada num
condutor, ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Bem,
como os nomes sugerem, um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade,
enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade, ou melhor, um dielétrico quase não conduz
a eletricidade. Há circunstâncias em que ele também conduz.
1. APLICAÇÕES

A aplicabilidade do material depende de uma série de fatores característicos deste.

Ex.:

2.1 Condutores: São usados na transmissão e distribuição de energia elétrica. São muito
usados também em equipamentos elétricos e em bimotores.

O cobre, o alumínio, algumas ligas especiais, dentre outros, são materiais condutores. O
cobre em geral utilizado em cabos de potência, de baixa ou média tensão, controle,
instrumentação, sinalização, informática e telefonia. Suas principais características é a
combinação de bom desempenho elétrico, mecânico, compatibilidade com os dielétricos e
relativa abundância na natureza, viabilizando custos. Deve-se ainda considerar, em relação
ao cobre as múltiplas possibilidades construtivas, quais sejam: graus de flexibilidade
(encordoamento), resistência a tração (têmpera), possibilidade de revestimentos metálicos
(estanho, prata, etc.). Estas possibilidades permitem as mais variadas aplicações em
condutores elétricos.

O alumínio, pela combinação de elevada condutividade e baixa densidade, tem extensa


aplicação em circuitos aéreos, reduzindo sobremaneira as estruturas de sustentação
(particularmente em linhas de transmissão). A pequena resistência à tração é contornada,
quando necessário, pela adoção do condutor de alumínio com alma de aço (CAA ou ACSR),
ou de ligas de alumínio. Os condutores de alumínio (CA) encontram ainda aplicações como
substitutos do cobre em cabos de potência, nas situações em que o peso do cabo seja
relevante, em que o diâmetro externo não seja fator determinante, ou ainda quando o
ambiente externo (em geral, pela presença de agentes químicos) impeça o uso do cobre.

Ligas especiais, em geral, são utilizadas em aplicações específicas, como por exemplo em
cabos de extensão de termopares (Cromel, Alumel, Ferro Constantan, Níquel Cromo, etc.).

2.2 Dielétricos: O uso de um dielétrico em um capacitor apresenta uma série de vantagens.


A mais simples destas é que as placas condutoras podem ser colocadas muito próximas sem
o risco de elas entrarem em contato. Além disto, qualquer substância submetida a um campo
elétrico muito alto pode se ionizar e se tornar um condutor. Os dielétricos são mais resistentes
à ionização que o ar, deste modo um capacitor contendo um dielétrico pode ser submetido a
uma tensão mais elevada. Camadas de dielétricos são comumente incorporadas ao
capacitores para melhorar sua performance com relação aos capacitores que contém apenas
ar ou vácuo entre suas placas. O termo dielétrico pode se referir tanto a esta aplicação quanto
à isolação utilizada em cabos de potência.

Temos aplicações também de alguns dielétricos básicos que podem ser sólidos, líquidos ou
gasosos. Os dielétricos sólidos são provavelmente o tipo mais utilizado na engenharia
elétrica pois muitos sólidos são bons isolantes. Alguns exemplos incluem a porcelana, vidro
e plásticos. Ar e hexafluorido sulfúrico são dois dielétricos gasosos comumente utilizados.

3.3 Semicondutores: São importantes na fabricação de componentes eletrônicos tais como


diodos, transistores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica,
microprocessadores, e nanocircuitos usados em nanotecnologia. Portanto atualmente, o
elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus
componentes. Além disso, tem sido implementada novas tecnologias em indústrias, usando
os semicondutores como base em geradores pulsados de alta tensão. O desenvolvimento
continuado pela indústria, de novos semicondutores para aplicações em tração e em fontes
comutadas de alta freqüência criou uma família de dispositivos que combinam características
únicas de comutação. Estes dispositivos semicondutores produzidos atualmente, estão mais
próximos do interruptor ideal. A utilização de semicondutores com características mais
próximas do interruptor ideal é crítico para o bom desempenho em muitas aplicações dos
geradores pulsados de alta tensão. Atualmente há disponíveis semicondutores com tempos
de comutação reduzida e que com um mínimo de potência de comando são capazes de, com
elevado rendimento, comutar potências elevadas mesmo a freqüências elevadas.

3.4 Supercondutores: As aplicações são várias, como construção de bobinas com fios
supercondutores, que possibilitam gerar campos magnéticos intensos, os quais seriam
impraticáveis se fossem utilizados fios comuns, como exemplo, fios de cobre. Essas bobinas
podem ser usadas na construção de Maglev, trens que levitam; aparelhos de ressonância
magnética nuclear, que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente
é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e, por fim, sensores
SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), que permitem realizar medidas
magnéticas extremamente sensíveis. É interessante citar também, a aplicação dos
supercondutores no ramo da Física: Óptica Quântica. As cavidades que são usadas para gerar
estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras, pois é necessária
uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora,
o que é possível pela falta de resistência do material. E ainda, a descoberta de novos
supercondutores. O trabalho do físico Paul Chu desencadeou novas descobertas e outros
físicos chegaram a mais de 100 supercondutores, de temperaturas críticas até maiores do que
as dos melhores supercondutores convencionais. Os novos materiais levaram o meio
acadêmico a uma questão: os supercondutores podem seguir os passos de seus "primos"
semicondutores e mudar a vida humana para melhor? Hoje em dia, não só cientistas, mas
também as indústrias sabem que a resposta é afirmativa. Tanto que a supercondutividade
pode tornar quase perfeitos os sistemas de armazenamento de alta energia e permitir a
construção de computadores ultra-rápidos e ultra-compactos. Os estudiosos ainda
vislumbram outras aplicações, tais como geração, transmissão e armazenagem eficientes de
eletricidade, detecção de sinais eletromagnéticos pequenos demais para serem percebidos
por métodos convencionais e desenvolvimento de tecnologia na área de telecomunicações,
a ponto de tornar mais rápida a telefonia celular e os aparelhos mais compactos.
4. CONCLUSÃO

O tema proposto acima, nos trouxe um entendimento mais amplo do que seria condutores
elétricos. Vimos que no contexto do eletromagnetismo, que são classificados em:
condutores, dielétricos, semicondutores e supercondutores. Além das suas características
dentro de cada conceito, suas aplicabilidades, entre outros.

A condutividade elétrica depende sim de alguns fatores relacionadas a cada condutor,


selecionamos os materiais ou substâncias utilizadas com maior freqüência para exemplificar,
e ajudar numa maior compreensão.

Concluímos então, que esses materiais estão mais presentes do que pensávamos, eles estão
a nossa volta, principalmente no meio industrial, onde as novas tecnologias têm sido
aplicadas para facilitar ou melhorar a prestação de serviços. Têm gerado cada vez mais,
empregos e novas pesquisas para o aperfeiçoamento de idéias. E sabemos então, que ainda
há muito mais a ser descoberto a respeito das tecnologias que vem sido implementada no
meio industrial.

5. REFERÊNCIAS

1.https://www.google.com.br/

2.http://www.yahoo.com.br/

3.http://www.mundovestibular.com.br/categories/Bolsas-de-Estudos/

4.http://jansencoutinho.blogspot.com/2008/06/supercondutividade.html

5.http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=110&idSubSecao=&i
dTexto=49

6.http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo3/modulo3/topico2.php

7.http://www.portalimpacto.com.br/docs/01RennanVestF4Aula04CampoEletrico1.pd
f