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r Ap T Tu r o 1

El muestreo y la transformada
de Fourier discreta

7.1 INTRODUCCIÓN Y OBJETIVOS


C o m o se indicó en el capítulo 6, en la aplicación del procesamiento de señales reales en sistemas reales
m u c h a s veces n o se tiene una descripción matemática de las señales. E s necesario medirlas y analizarlas
p a r a descubrir sus características. Si se d e s c o n o c e la señal, el p r o c e s o de análisis se inicia c o n la
adquisición d e la m i s m a . Adquisición significa m e d i r y registrar la señal en u n p e r i o d o , lo cual p o d r í a
h a c e r s e c o n u n a g r a b a d o r a de cinta u otro dispositivo de registro, a u n q u e p o r m u c h o la técnica m á s
c o m ú n de adquisición d e señales actual es el m u e s t r e o . C o m o se p r e s e n t ó p o r p r i m e r a vez en el capí-
tulo 2, maestrear u n a señal es el p r o c e s o de adquirir sus valores sólo en p u n t o s discretos en el tiem-
po. L a principal r a z ó n p a r a h a c e r l o d e esta m a n e r a es q u e la m a y o r í a del p r o c e s a m i e n t o y análisis de
señales en la actualidad se realiza m e d i a n t e c o m p u t a d o r a s digitales. U n a c o m p u t a d o r a digital requiere
q u e t o d a la información esté en la f o r m a d e n ú m e r o s . P o r lo tanto, las m u e s t r a s se a d q u i e r e n y a l m a -
c e n a n c o m o tales. P u e s t o q u e la m e m o r i a y c a p a c i d a d de a l m a c e n a m i e n t o en m a s a de u n a c o m p u -
tadora son finitas, sólo p u e d e m a n e j a r u n n ú m e r o d e t e r m i n a d o de n ú m e r o s . E n c o n s e c u e n c i a , si se v a
a utilizar u n a c o m p u t a d o r a digital p a r a analizar u n a señal, ésta sólo se p u e d e m u e s t r e a r d u r a n t e u n
t i e m p o finito. L a p r e g u n t a q u e se p l a n t e a en este capítulo es, ¿ h a s t a q u é g r a d o las m u e s t r a s d e s c r i b e n
con e x a c t i t u d la señal de la cual se t o m a n ? Se v e r á q u e la i n f o r m a c i ó n se pierde, y en q u é g r a d o ,
durante el m u e s t r e o , lo cual d e p e n d e d e la m a n e r a en q u e se t o m a n las m u e s t r a s . Se d e s c u b r i r á q u e
dadas ciertas circunstancias toda, o p r á c t i c a m e n t e toda, la información d e la señal p u e d e a l m a c e n a r s e
en u n n ú m e r o finito de m u e s t r a s .

El p r o c e s a m i e n t o de señales (muestreadas) en T D es m á s importante c a d a día. C o m o las operacio-


nes realizadas con señales en T D se efectúan m e d i a n t e c o m p u t a d o r a s q u e o p e r a n c o n b a s e en n ú m e r o s
a l m a c e n a d o s c o m o dígitos, u n t é r m i n o q u e se h a h e c h o c o m ú n es el de procesamiento de señales digi-
tales ( P S D ) . M u c h a s operaciones con filtros analógicos ahora utilizan filtros digitales q u e o p e r a n ba-
sados en muestras d e u n a señal, en vez de la señal en T C original. L o s m o d e r n o s sistemas de telefonía
celular utilizan P S D p a r a mejorar la calidad de voz, separar canales y c o n m u t a r usuarios entre celdas.
Los sistemas de c o m u n i c a c i ó n telefónica de larga distancia utilizan el P S D p a r a hacer m á s e n c i e n t e el
e m p l e o de largas líneas troncales y enlaces de m i c r o o n d a s . E n los aparatos de televisión se u s a el P S D
para mejorar la calidad de la i m a g e n . L a visión robótica se b a s a en señales de c á m a r a s q u e digitalizan
(muestrean) u n a i m a g e n y l u e g o la analizan con técnicas de c o m p u t a c i ó n p a r a r e c o n o c e r rasgos. L o s
m o d e r n o s sistemas de control en a u t o m ó v i l e s , plantas m a n u f a c t u r e r a s e i n s t r u m e n t a c i ó n científica
suelen c o n t e n e r procesadores q u e analizan señales y t o m a n decisiones m e d i a n t e el P S D .

OBTF.TTVOS n F I , rAPTTUT.O

1. Entender cómo se muestrean las señales


2. Determinar cómo debe muestrearse una señal en TC y en qué grado las muestras describen a la señal
3. Aprender cómo reconstruir una señal en TC a partir de sus muestras
4. Aplicar a las señales en TD todos los conceptos del muestreo desarrollados para las señales en TC
5. Aprender cómo usar la transformada de Fourier discreta y ver la forma
en que se relaciona con otros métodos de Fourier
6. Aprender cómo el algoritmo de la transformada de Fourier rápida incre-
menta la velocidad de cómputo de la transformada de Fourier discreta

7.2 MÉTODOS DE MUESTREO


El muestreo de señales eléctricas, u s u a l m e n t e voltajes, se efecttía de m a n e r a
c(í)
m á s c o m ú n con dos dispositivos, el de muestreo y retención (M/R) y el
• Tiempo de apertura
convertidor analógico-digital ( C A D ) . A veces estos dispositivos se acoplan
en conjunto en un m ó d u l o electrónico. L a excitación del M / R es el voltaje
analógico en su entrada, y c u a n d o se le agrega u n reloj, reproduce ese volta-
j e a la salida c o m o respuesta y lo retiene hasta q u e se vuelve a activar el reloj
pai-a adquirir otro voltaje (figura 7.1). E n la figura, c(í) es la señal del reloj.
L a adquisición de la señal del voltaje de entrada del M / R ocurre durante el
tiempo de apertura, que es el ancho de un pulso de reloj. D u r a n t e el pulso de
reloj la señal del voltaje de salida se m u e v e con m u c h a rapidez desde su val-
or anterior para seguir la excitación. Al final del pulso de reloj la señal del

J
voltaje de salida se mantiene en u n valor fijo hasta que ocurre el siguiente pul-
so de reloj.
U n C A D acepta u n a excitación de voltaje o corriente analógicas en
su e n t r a d a y la convierte e n u n conjunto de bits binarios (un código) c o -
m o respuesta. L a respuesta del C A D p u e d e estar en serie o en paralelo. Si
GURA 7.1 la respuesta es en serie, p r o d u c e sobre una terminal de salida u n solo volta-
íeración de un dispositivo de muestreo y retención.
j e o corriente de respuesta que es u n a s e c u e n c i a en el t i e m p o de voltajes
altos y bajos q u e r e p r e s e n t a n los u n o s y los ceros del conjunto de bits b i n a -
rios. Si el C A D ü e n e u n a r e s p u e s t a en p a r a l e l o , hay u n voltaje o corriente de r e s p u e s t a p o r bit y c a d a
u n o de éstos aparece en forma s i m u l t á n e a en u n a terminal de salida del C A D c o m o u n voltaje o c o -
rriente alto o bajo q u e r e p r e s e n t a a un u n o o u n cero en el conjunto de bits binarios (figura 7.2). Casi
s i e m p r e un C A D es p r e c e d i d o p o r un M / R p a r a m a n t e n e r constante su excitación d u r a n t e el t i e m p o
de c o n v e r s i ó n .
L a excitación del C A D es u n a señal en T C , y la respuesta es u n a señal en T D . D i c h a r e s p u e s t a n o
sólo es de t i e m p o discreto sino q u e t a m b i é n está c u a n t i z a d a y codificada. El n ú m e r o de bits binarios
p r o d u c i d o s p o r un C A D es finito. E n c o n s e c u e n c i a , el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos q u e p u e d e
p r o d u c i r t a m b i é n lo es. Si el n ú m e r o de bits que p r o d u c e el C A D es n, el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits
ú n i c o s que p u e d e p r o d u c i r es 2". L a cuantización es el efecto de convertir u n c o n t i n u m de valores de
excitación (infinito) en u n n ú m e r o finito de valores de respuesta. P u e s t o q u e la r e s p u e s t a tiene u n error
d e b i d o a la cuantización, se dice q u e la señal tiene ruido y éste recibe el n o m b r e de r u i d o de cuanti-
zación. Si el n ú m e r o de bits q u e se u s a p a r a representar la r e s p u e s t a es suficientemente g r a n d e , el rui-
d o de c u a n t i z a c i ó n es a m e n u d o d e s p r e c i a b l e en c o m p a r a c i ó n con otras fuentes de ruido. D e s p u é s de
la c u a n t i z a c i ó n , el C A D codifica t a m b i é n la señal. L a codificación es la c o n v e r s i ó n de u n voltaje
a n a l ó g i c o en u n patrón de bits binarios. D e m o d o q u e la excitación de u n C A D es u n voltaje analógi-
co ( T C ) , y la r e s p u e s t a c o r r e s p o n d e a u n a s e c u e n c i a de n ú m e r o s binarios o c ó d i g o s . L a relación entre
la excitación y la r e s p u e s t a de u n C A D c u y o intervalo de voltaje de señal de entrada es - VQ < v^^^ (r)
< -t-Vp se ilustra en la figura 7.3 para un C A D de 3 bits. (Un C A D de 3 bits rara v e z se usa en reali-
dad, p e r o ilustra bastante bien el efecto de c u a n t i z a c i ó n p o r q u e el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos
es p e q u e ñ o y el r u i d o de c u a n t i z a c i ó n es grande.) L o s efectos de la c u a n t i z a c i ó n se o b s e r v a n con faci-
lidad en u n a senoide c u a n t i z a d a m e d i a n t e 3 bits (figura 7.4). C u a n d o la señal se c u a n t i z a a 8 bits, el
error de c u a n t i z a c i ó n es m u c h o m á s p e q u e ñ o (figura 7.5).
L o o p u e s t o de una c o n v e r s i ó n analógica-digital es e v i d e n t e m e n t e la c o n v e r s i ó n digital-analógi-
ca, y el dispositivo q u e efectúa lo anterior recibe el n o m b r e de c o n v e r t i d o r digital-analógico ( C D A ) .
U n C D A acepta p a t r o n e s de bits binarios c o m o excitación y p r o d u c e un voltaje a n a l ó g i c o c o m o
respuesta. Puesto q u e el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos que acepta es finito, la señal de r e s p u e s t a
del C D A es u n voltaje a n a l ó g i c o c u a n t í z a d o . L a relación entre la excitación y la r e s p u e s t a p a r a un
C D A se p r e s e n t a en la figura 7.6.
E n el material que sigue, no se considerarán los efectos de la cuantización. El m o d e l o p a r a analizar
los efectos del m u e s t r e o será el del m u e s t r e a d o r ideal en el sentido de q u e el ruido de cuantización de
la señal de respuesta es cero.
juunm
CAD 7.2 Métodos de
en serie muestreo

ji_n_nnnn_n
CAD _n r-u—in Código de respuesta
en paralelo

011 -
010 -
F I G U R A 7.2 001 •
Operación del CAD en serie y en paralelo. _ Voltaje de
000-
excitación
111 •
lio-
Senoide original 101 •
Aproximación cuantizada a 3 bits 100 •

-Vn

F I G U R A 7.3
Relación excitación-respuesta del CAD.

Voltaje de
F I G U R A 7.4 respuesta
Senoide cuantizada hasta tres bits.

- Código de
Cuantización a 8 bits
excitación

— ——— o o o o

F I G U R A 7.5 F I G U R A 7.6
Senoide cuantizada a 8 bits. Relación excitación-respuesta del CAD.

E n el capítulo 6 se p r e s e n t ó la i d e a d e m u e s t r e a r u n a señal m u l t i p l i c a n d o u n tren de pulsos p o r la


señal y se le l l a m ó modulación de amplitud de pulsos ( M A P ) . Se aplicará a h o r a esa teoría al p r o c e s o
de m u e s t r e a r u n a señal con un M / R . C o n s i d e r e u n a señal m u e s t r e a d a x^(0 igual a la señal x(f) q u e se
está m u e s t r e a n d o d u r a n t e el t i e m p o de apertura de u n M / R y cero en c u a l q u i e r otro c a s o . S e a vv el
t i e m p o de apertura del M / R y sea el t i e m p o entre las m u e s t r a s . E n ese caso, de a c u e r d o con el capí-
tulo 6,

, t\ 1 í t (7.1)
p ( r ) = rect I — * — comb —

t \ 1
Xpit) = x ( í ) p ( í ) = x ( í ) rect — * — comb — (7.2)
Ts

Xpif) = wf, ¿ sinc(u;^/,) X ( / - kf,). (7.3)


A'——ce
410 1 X ( / ) |
1
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta

fm fm

Kif)\

M
Función sinc

fs fm fm fs

F I G U R A 7.7
Magnitudes de las TFTC de las señales original y maestreada.

L a T F T C de x^it), X^if), es u n conjunto de réplicas de la T F T C de la señal original x(í) r e p e t i d a p e -


riódicamente a m ú l t i p l o s e n t e r o s de la tasa de m u e s t r e o y m u l t i p l i c a d a t a m b i é n p o r el valor de la
función sinc c u y o a n c h o se d e t e r m i n a p o r m e d i o del t i e m p o de apertura w del M / R (figura 7.7).
C u a n t o m á s corto sea el t i e m p o de apertura del M / R , tanto m á s a n c h a resulta la función sinc. U n
M / R ideal tendría u n t i e m p o d e apertura d e c e r o a fin de adquirir la señal de m a n e r a i n s t a n t á n e a y
p e r m i t i r u n m u e s t r e o m u y r á p i d o . C u a n d o el t i e m p o de apertura t i e n d e a cero, a u n a tasa d e m u e s t r e o
c o n s t a n t e , la T F T C de x^(f) tiende a c e r o p o r q u e la p o t e n c i a de la señal M A P se a p r o x i m a a ese m i s -
m o valor. Si se m o d i f i c a a h o r a el p r o c e s o de m u e s t r e o p a r a c o m p e n s a r ese efecto h a c i e n d o q u e el área
de c a d a p u l s o de m u e s t r e o sea u n o en lugar de la altura, se o b t i e n e

1 í t\ l í t
p ( í ) = — rect - * — comb — (7.4)

y, al d e t e r m i n a r la T F T C de x^(í),

oo

Xp(/) = fsJ2 sinc(u-í:/,) X ( / - kf,). (7.5)


k=—cc

C u a n d o el t i e m p o de apertura w t i e n d e a cero, la función sinc se v u e l v e infinitamente a n c h a y se


obtiene

lím X ; , ( / ) = X 5 ( / ) = f s T X{f - kf,). (7.6)


w-<-0 ¿ = — 00

D e s d e l u e g o , en ese m i s m o límite,

l í m — rect ( ) = 8(í), (7.7)

1 / t
lím p ( í ) = — c o m b — = fs comb(/jf). (7.8)

lím Xp{t) = X8(f) = x ( f ) / , c o m b ( / s í ) - (7.9)


D e ese m o d o p(í) se v u e l v e u n a s e c u e n c i a p e r i ó d i c a d e pulsos unitarios, e s p a c i a d o s p o r Multiplicador
en el t i e m p o . E s t e límite del m u e s t r e a d o r ideal r e p r e s e n t a lo q u e se d e n o m i n a x(0 ^ xs(0
muestreo por impulsos o algunas veces modulación por impulsos (figura 7.8). A l utilizar
este m o d e l o es p o s i b l e explorar la relación entre u n a señal y m u e s t r a s t o m a d a s de ella
y descubrir q u é tan r á p i d o se d e b e m u e s t r e a r p a r a preservar la información en la señal. Acombe//)

7.3 REPRESENTACIÓN DE UNA SEÑAL EN


TIEMPO CONTINUO MEDIANTE MUESTRAS
F I G U R A 7.8
Un modulador de impulsos que produce
CONCEPTOS CUALITATIVOS una señal muestreada por impulsos.
Si se van a utilizar muestras de una señal en T C , en vez de la propia señal, la cuestión m á s
importante y fundamental que debe resolverse es c ó m o muestrearla de m a n e r a que se
retenga su información. Si la señal en T C puede reconstruirse exactamente a partir de muestras, entonces
éstas contienen toda la información que hay en la señal. D e b e decidirse qué tan rápido muestrear la señal
en T C y q u é tan largo debe ser el muestreo. C o m o u n a introducción a la pregunta implicada en la decisión
relativa a c ó m o muestrear u n a señal, considere la señal x(í) en T C (figura 7.9a).
S u p o n g a q u e esta señal se m u e s t r e a a la tasa ilustrada en la figura 1.9b) Tal vez, la m a y o r í a de la
gente diga de m a n e r a intuitiva q u e h a y suficientes m u e s t r a s en este caso para describir la señal de
m o d o a d e c u a d o dibujando u n a c u r v a u n i f o r m e a lo largo d e los p u n t o s . P a r e c e ser q u e se p i e r d e p o c a
i n f o r m a c i ó n en el m u e s t r e o p o r q u e en apariencia se p o d r í a reconstruir la señal a partir de las m u e s -
tras. ¿ Q u é ocurre c o n la tasa de m u e s t r e o en la figura 7.9c)? ¿ L a tasa de m u e s t r e o es a d e c u a d a ? ¿ Q u é
p a s a c o n la tasa en la figura 1.9dl L a m a y o r í a de las p e r s o n a s
quizá coincidiría en q u e la tasa de m u e s t r e o en la figura 1.9d)
x(r)
es i n a d e c u a d a . L a r a z ó n intuitiva para afirmarlo es q u e u n a
curva u n i f o r m e dibujada de m a n e r a natural m e d i a n t e el tíltimo
conjunto m u e s t r e a d o n o sería m u y similar a la c u r v a original.
a)
Si b i e n la ú l t i m a tasa de m u e s t r e o resultó i n a d e c u a d a p a r a esta
señal, quizá sea la mejor p a r a otra (figura 7.10). P a r e c e a d e -
x[n]
c u a d o para la señal de la figura 7.10 p o r q u e es m u c h o m á s u n i -
forme y de variación m á s lenta.
D e m o d o q u e hay u n a tasa m í n i m a a la cual es posible
tomar las muestras para retener la información en la señal y
depende de qué tan rápido varíe dicha señal con el tiempo. E s t o x[n]
es, d e p e n d e del contenido de frecuencia de la señal. Se tiene u n a
idea inmitiva en cuanto a q u é tanto es suficientemente rápido,
pero sería deseable decidir de m a n e r a exacta y concreta con base
en algún tipo de justificación matemática. L a pregunta de qué
tan rápido deben tomarse las muestras para describir u n a señal x[n]

fue respondida de m a n e r a definitiva p o r Claude S h a n n o n con su


ahora famoso teorema de m u e s t r e o .
Para mostrar el resultado de Shannon es necesario construir d) —f—* '—n

primero un marco de referencia matemático preciso de notación


y téciúca para describir el proceso de muestreo y después mostrar F I G U R A 7.9
sus capacidades y límites. Se ha llegado a este punto con m u y a) Una señal en TC, y b) &d) señales en TD formadas muestrean-
buenas técnicas de anáhsis para señales en T C y T D . Es tiempo do la señal en TC a diferentes velocidades.
de aplicarlas ahora al proceso de muestreo.

TEOREMA DE MUESTREO DE SHANNON

Hasta a h o r a se h a n c o n s i d e r a d o d e m a n e r a separada las señales


en T C y T D . Se d e m o s t r ó en el capítulo 5 q u e si se m u e s t r e a
u n a señal x(f) en T C p a r a formar u n a señal x[n] en T D , existe
u n a e q u i v a l e n c i a d e i n f o r m a c i ó n entre x[n] y u n a señal Xg(í) en
T C q u e consiste sólo en i m p u l s o s c u y a s intensidades son
iguales q u e los valores de x [ « ] . Claude Elwood Shannon 411
412
CAPÍTULO 7
x[n]
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
1:1:

F I G U R A 7.10
Una señal en TD formada al muestrear una señal que varía lentamente.

xW

\ I
I

W I 1 /
T i

Equivalencia de información

i i
/I

T7

F I G U R A 7.11
Equivalencia de información entre una señal en TD formada
muestreando una señal en TC y una señal de impulsos formada
mediante el muestreo por impulsos de una señal en TC.

xs(0= £ x[«]8(r-«rj = x(í)/, comb(/,r), (7.10)

donde/. = es la tasa de m u e s t r e o (figura 7 . 1 1 ) . E s t o se o b s e r v a en la r e l a c i ó n entre la T F T D de


x[«], X ( F ) , y la T F T C de Xg(í),

X8(/) = XTFTD ( y ).
(7.11)
^ Js
E s t a e q u i v a l e n c i a d e i n f o r m a c i ó n es i m p o r t a n t e p o r q u e si p u e d e d e m o s t r a r s e q u e x[n] n o sólo c o n -
tiene t o d a la i n f o r m a c i ó n e n Xg(r) sino t a m b i é n en x(r), e n t o n c e s se c o n c l u y e q u e será p o s i b l e (al
m e n o s e n principio) r e c o n s t r u i r x ( 0 a partir de sus m u e s t r a s .
E n la siguiente e x p l o r a c i ó n del m u e s t r e o se u s a r á u n a señal en T C c o m o e j e m p l o de c o m p a r a c i ó n
de los m é t o d o s y c o n c e p t o s , u n a función sinc,

x ( r ) = A sinc — . (7.12)

P a r a e m p e z a r se d e t e r m i n a la T F T C de la señal.

XTFTC(/) = Au;rect(u;/). (7.13)


7.3 Representación
de una señal en
tiempo continuo
mediante muestras

IXTFTCÍ/)!

Aw

f F I G U R A 7.12
1 Ejemplo de señal en TC y la magnimd de su T I T C .
2w

[En e s t a f o r m u l a c i ó n la T F T C d e x(í) se d e n o t a r á p o r m e d i o d e X^^pj.^, ( / ) y la T F T D d e x[n] m e d i a n -


te Xjppjj ( F) p a r a evitar confusión entre las d o s funciones. Cada u n a de ellas es de u n a variable inde-
pendiente continua distinta pues ambas se usan y la t r a n s f o r m a c i ó n / — > / F se emplea para relacionar u n a
con otra. L a T F T C de Xg(f) se denotará simplemente mediante f) pues no h a y u n a T F T D c o n la cual
pueda confundirse.] L a señal en T C y la magnitud de su T F T C se ilustran en la figura 7.12. U n a razón p o r
la cual se eligió esta señal c o m o ejemplo es q u e su T F T C es cero para frecuencias / > 1/2vv. Esto la ha-
ce u n a señal de b a n d a limitada.
A continuación se m u e s t r e a x(f) p o r impulsos c o n un t i e m p o entre muestras para producir la señal
enTD

x[n] = x{nTs) — A sinc (7.14)

y la señal d e i m p u l s o s en T C de i n f o r m a c i ó n e q u i v a l e n t e

X8(r) = A sinc ( f s comb(/jí) = A V sinc f — ) 8(f - nT^). (7.15)

P u e s t o q u e x [ « ] e s , en general, u n a señal e n T D n o periódica, el m é t o d o d e F o u r i e r a p r o p i a d o p a r a


analizarla es la T F T D , q u e es

X T F T D ( - P ' ) = Awfs rect(Fu)/,) * comb(F). (7.16)

L a señal en T D y su T F T D se ilustran e n la figura 7 . 1 3 p a r a d o s tasas d e m u e s t r e o diferentes.


C u a n d o se c o m p a r a n la T F T C de la señal en T C y la T F T D d e l a señal e n T D f o r m a d a s m e d i a n t e
m u e s t r e o , existen a l g u n a s similitudes e v i d e n t e s . P a r a esta señal de e j e m p l o , la T F T C es u n a función
r e c t á n g u l o y la T F T D es u n a r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a de las funciones r e c t á n g u l o . L a T F T C es

X T F T C ( / ) = Aw rect(w/). (7.17)

y la T F T D es

X T F T D ( ^ ) = Awfs rect(Fio/) * comb(í') (7.18)

X T F T D T ( F ) = AwfsY, rect((F - k)wfs). (7.19)


k=~oo
414 x[«] x[n]

CAPÍTULO 7
A* A7r
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta

i'

IXTFTDÍ^)!

|4A
2A

- 2 - 1 J_ 1 2 - 2 - 1 i 1
4

F I G U R A 7.13
Ejemplo de una señal en TD y la magnitud de su TFTD, para dos tasas de
muestreo diferentes.

Si se t o m a de la sumatoria en (7.19) el rectángulo con k = O, Awf^ rect {Fwf^), y se efectúa el c a m b i o de


variable F -^f/L, se obtiene la transformación funcional

Awfs Tect{Fwfs) Awfs rect(w/). (7.20)

Si d e s p u é s se multiplica este resultado p o r T^, se obtiene

T ; [Awfs r e c t ( F w / , ) ] = Aw r e c t ( « ; / ) = X T F T C ( / ) - (7.21)

Así, p o r lo m e n o s a partir de este e j e m p l o , p a r e c e q u e u n a f o r m a de recuperar la señal en T C a partir


d e la señal en T D f o r m a d a p o r m u e s t r e o es seguir los siguientes c i n c o p a s o s :

1. D e t e r m i n a r la T F T D de la señal en T D .
2 Aislar la función ^ = O del p a s o 1.
3. Efectuar el c a m b i o de variable F flf^ en el resultado del p a s o 2.
4. Multiplicar el resultado del p a s o 3 p o r T^.
5. D e t e r m i n a r la T F T C inversa del resultado del p a s o 4.

E n las ilustraciones p r e v i a s , el t i e m p o entre m u e s t r a s s i e m p r e fue m e n o r q u e w. ¿ Q u é sucede


si T es m a y o r q u e wl E n ese c a s o en la e x p r e s i ó n

XTFTD(F) = Awf, '•ect((F -k)wf,) (7.22)


k=-<yo

la función r e c t á n g u l o se traslapa en la sumatoria T F T D y la f o r m a de X^j-pj.^ y a n o es obvia c u a n d o se


o b s e r v a X^^^ (figura 7.14). C u a n d o esto s u c e d e y a no es posible, al considerar s i m p l e m e n t e la T F T D ,
extraer la T F T C d e la señal en T C original y a partir d e ahí reconstruirla.
E n este p u n t o la e q u i v a l e n c i a de i n f o r m a c i ó n entre [n] y Xg(f) se v u e l v e m u y útil. I m a g i n e q u e se
f o r m a Xg(í) al m u e s t r e a r p o r i m p u l s o s x(r) c o m o se indica m e d i a n t e

X5(í) = ¿ x [ « ] 8 ( / - nT,) = x(f)/. comb(/,f). (7.23)


x[n] X8(0 xgíf) 415
7.3 Representación
de una señal en
<1 tiempo continuo
^5 4 mediante muestras

\|' TJT—*- n

|X8(/)I |X8(/)|

2A

4
-2 -1 11 2
4
~2/, - / /, 2/,

F I G U R A 7.14 F I G U R A 7.15
Una señal submuestreada y su TFTD, Ejemplo de señal muestreada por impulsos y la magnimd de su
TFTC, para dos tasas de muestreo diferentes.

E n t o n c e s , p u e s t o q u e Xg(í) es u n a función e n T C , es p o s i b l e d e t e r m i n a r su T F T C ,
oc

X 8 ( / ) = X T F T C ( / ) * comb(r,/) = fsYl XTFTC(/ - kf^). (7.24)


k=-oo

d o n d e / = 1/7^. P a r a la señal d e e j e m p l o ,

XTFTC(/) = Aw rectCw/). (7.25)

P o r l o tanto,

X8(/) = / ^ rect(u;(/ - fe/J), (7.26)


í:=—co

y esto e s l o m i s m o q u e

XTFTD(F)|f^^/^, - Awfs ¿ r e c t (J^^ - wf^^

(7.27)
OC

= Awfs J2 rect((/-fc/,)i(;)

(figura 7.15).
Si O < < w, e n el i n t e r v a l o d e frecuencia - (/j /2) < / < fJ2, Xj^^^ (f) y X g ( / ) s o n idénticas
salvo p o r u n factor d e e s c a l a m i e n t o / . P o r lo tanto, si Xg(Ose filtrara m e d i a n t e u n filtro pasabajas c u y a
frecuencia d e corte está e n a l g u n a parte entre 1/2 w y / - ( 1 / 2 ^ ) y c u y a g a n a n c i a es T^, la salida d e l
filtro s e n a e x a c t a m e n t e la m i s m a q u e la señal original x(r), p e r o sólo si O < 7^ < w (figura 7.16).
Si T s w, l o s r e c t á n g u l o s e n

X8(/) = / . ^ rect(u.(/ - kf^)) (7.28)


k = - x
|XB(/)I p i , „
/ pasabajas ideal
se traslapan y e n este c a s o n o es p o s i b l e r e c u p e r a r la señal original filtrándola c o n u n fil-
tro pasabajas ideal.
1
Este análisis se hizo para u n a señal de ejemplo, u n a función sinc. A h o r a p u e d e n gene-
-/
ralizarse los resultados. L a función sinc es de b a n d a limitada porque m á s allá d e cierta fre-
cuencia m á x i m a su T F T C es cero. L a razón p o r la q u e fue factible recuperar la información F I G U R A 7.16
se debió a q u e c u a n d o se muestrea p o r impulsos u n a versión d e la señal c o n u n tiempo entre Recuperación de la señal en TC
muestras O < T^< w, la forma d e la T F T C de la señal muestreada por impulsos y la T F T C original utilizando un filtro pasabajas
de la señal original resultaban idénticas e n el intervalo d e frecuencia -(fJ2) <f< fJ2. ideal.
416 |X(/)| |X8(/)|

CAPÍTULO 7
Af
El muestreo y la
transformada de ...
Fourier discreta
1
fs fin m fs

F I G U R A 7.17 F I G U R A 7.18
Magnitud del espectro de amplitud de una señal de Magnitud del espectro de amplitud de una señal
banda limitada. estrictamente de banda limitada que se ha muestreado
por impulsos a cuatro veces su frecuencia más alta.

L o anterior ocurrió d e b i d o a que las réplicas de la T F T C de la señal original q u e aparece en la T F T C


de la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s n o se traslapan. Dichas réplicas reciben el n o m b r e de alias. Si la
señal en T C original n o es de banda limitada, los alias se traslaparán y n o se podrá recuperar la señal ori-
ginal a partir de las muestras con un nitro pasabajas ideal. El requerimiento O < T^< w equivale a/^ >
1/vv = , donde/^^ es la frecuencia m á s alta presente en la señal original. Por lo tanto, para ser capaces
de recuperar una señal en T C a partir de muestras tomadas de ella, la tasa de muestreo debe ser m á s de
dos veces m a y o r que la frecuencia m á s alta presente en la señal.
E s t a d e s c r i p c i ó n de los efectos del m u e s t r e o se formuló en t é r m i n o s del m u e s t r e o p o r i m p u l s o s y
la T F T C de la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s . Se realizó u n a r g u m e n t o a n á l o g o antes en t é r m i n o s del
m u e s t r e o de la señal en T C p a r a formar u n a señal en T D y l u e g o m a n i p u l a r la T F T D de esa señal. L o s
dos m é t o d o s p a r a el análisis de los efectos del m u e s t r e o p r o d u c e n la m i s m a conclusión.
S u p o n g a q u e la m a g n i t u d de la T F T C , i X ( / ) ¡ , de u n a señal x(f) en T C de b a n d a h i n i t a d a es c o m o
se ilustra en la figura 7.17. E n t o n c e s se m u e s t r e a p o r i m p u l s o s x(r) para formar X g ( , ' ) . L a m a n e r a en
q u e se v e r á X g ( / ) d e p e n d e r á de las relaciones e n t r e y / ^ , , . S e a / ^ = 4 / ^ . E n e s e c a s o ! X g ( / ) | se verá
c o m o se ilustra en la figura 7.18. Estas versiones d e s p l a z a d a s del e s p e c t r o original q u e se p r e s e n t a n
en m ú l t i p l o s enteros de la tasa de m u e s t r e o se d e n o m i n a n alias p o r q u e se o b s e r v a n similares al e s p e c -
tro original p e r o aparecen en u n lugar diferente. (En el uso m á s c o m ú n de la p a l a b r a alias, los crimi-
nales los utilizan c u a n d o a p a r e c e n t a m b i é n en diferentes lugares.) O b s e r v e q u e en este c a s o sería fácil
(en principio) r e c u p e r a r la señal original a partir de la m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s m e d i a n t e el simple fil-
trado de esta ú l t i m a con u n filtro pasabajas de g a n a n c i a unitaria ideal c u y a frecuencia de corte se
e n c u e n t r a entre/^^ y / 5 ~ f,n y d i v i d i e n d o d e s p u é s el r e s u l t a d o entre
Considere ahora q u e / ^ = 2/^^,. Las porciones distintas de cero de los alias ahora apenas se tocan (figu-
ra 7.19), y el filtro pasabajas ideal aún podría recuperar la señal original de la señal en T D si su frecuen-
cia de corte se fijara en e x a c t a m e n t e / ^ [y si n o hubiera impulso en X(/) en e x a c t a m e n t e / ^ ] . Si la tasa de
muestreo tuviera cualquier valor inferior a 2/,^, los ahas se traslaparían y ningún filtro recuperaría la señal
original de manera directa a partir de la señal muestreada por impulsos. (En la jerga de la teoría de
muestreo, si se traslapan los alias, se afirma que la señal muestreada por impulsos tiene ahas. Esto p u e d e
evitarse prefiltrando u n a señal con u n filtro analógico antialias que r e s ü i n g e el ancho de b a n d a de la señal
a m e n o s de la mitad de la tasa de muestreo antes de que dicho muestreo ocurra.)
A h o r a p u e d e e n u n c i a r s e la forma m á s c o m ú n del t e o r e m a de m u e s t r e o de S h a i m o n .

Si una señal se muestrea para todo tiempo a una tasa mayor que el doble de la frecuencia más
alta a ia cual su T F T C es distinta de cero, entonces puede reconstruirse exactamente a partir de
las muestras.

|X5(/)I L a frecuencia m á s alta presente en una s e ñ a l / ^ se conoce c o m o la frecuencia


de Nyquist. L a tasa m í n i m a a la cual es posible muestrear u n a señal y seguir
reconstruyéndola a partir de sus muestras se conoce c o m o la tasa de Nyquist,
íWvV y siempre es 2/^^. (Harry Nyquist de los laboratorios Bell fue pionero en el
anáhsis de señales y sistemas.) Tanto la tasa c o m o la frecuencia describen algo
fm fs que ocurre periódicamente. E n este texto, la palabm frecuencia se referirá a las
frecuencias presentes en una señal, y la palabra tasa se referirá a la forma en
F I G U R A 7.19
que u n a señal se muestrea. U n a señal que se muestrea a una tasa m a y o r que la
Magnitud del espectro de amplitud de una señal de
de Nyquist se dice que está sobremuestreada, y a una tasa m e n o r que la de
banda estrictamente limitada que se ha muestreado
por impulsos al doble de su frecuencia más alta. Nyquist se afirma que está submuestreada.
ALIAS DE FRECUENCIA

El f e n ó m e n o de f o r m a c i ó n de alias n o es un c o n c e p t o m a t e m á t i c o
Lento
exótico q u e esté fuera de la e x p e r i e n c i a de las p e r s o n a s ordinarias.
Casi cualquiera ha o b s e r v a d o la f o r m a c i ó n de alias, p e r o quizá sin
saber c ó m o llamarlas. U n e j e m p l o m u y c o m ú n de la f o r m a c i ó n de
alias o c u r r e m i e n t r a s u s t e d m i r a la televisión. S u p o n g a q u e ve u n a
película de v a q u e r o s en la televisión y que hay u n a i m a g e n de un car-
retón tirado p o r caballos con ruedas q u e tienen r a y o s . Si las ruedas
del carretón giran p o c o a p o c o c a d a vez m á s rápido, se a l c a n z a un
p u n t o en el cual p a r e c e que las ruedas dejan de girar h a c i a adelante
y e m p i e z a n a h a c e r l o hacia atrás aun c u a n d o el carretón evidente-
m e n t e se esté m o v i e n d o h a c i a adelante. Si se i n c r e m e n t a r a aún m á s
la v e l o c i d a d de rotación, las r u e d a s a la larga parecerían detenerse y
luego girarían de n u e v o h a c i a adelante. E l anterior es un e j e m p l o del
f e n ó m e n o de f o r m a c i ó n de alias.
A u n q u e no es claro para el ojo h u m a n o , la i m a g e n sobre la pantalla
de televisión destella 30 veces por segundo (en Estados Unidos). Esto
es, la i m a g e n se muestrea a una tasa de 30 Hz. L a figura 7.20 muestra
las posiciones de u n a rueda de rayos en cuatro instantes de muestreo Rápido
correspondientes a diferentes velocidades rotacionales, e m p e z a n d o con
la m á s baja en la parte superior y avanzando hacia la velocidad rota-
/ = 0 t = t = IT, t= 37,
cional m á s alta en la parte inferior. (Se ha agregado un p e q u e ñ o punto
de índice en la rueda para que usted observe la rotación verdadera de la F I G U R A 7.20
misma, en oposición a la rotación aparente.) Posiciones angulares de la rueda de un vagón a cuatro
Esta rueda tiene ocho rayos, por lo que mediante la rotación de un tiempos de muestreo.
octavo de revolución completa la rueda se ve exactamente igual a
c o m o estaba en la posición inicial. Por lo tanto, la imagen de la rueda
tiene un periodo angular de TT/4 rad, o 4 5 ° , el espaciamiento angular
entre rayos. Si la velocidad rotacional de la rueda es / g revoluciones
por segundo (Hz) la frecuencia fundamental de la imagen es 8/Q Hz.
L a i m a g e n se repite exactamente ocho veces en una rotación c o m p l e -
ta de la rueda. E n la fila de la parte superior la rueda rota de m a n e r a
lenta, y en la segunda, tercera y cuarta imágenes de la fila superior los
rayos han girado 5°, 10° y 15° en la dirección de las manecillas del
reloj. El ojo y el c e r e b r o del o b s e r v a d o r interpretan la sucesión de
i m á g e n e s c o m o u n a indicación de q u e la r u e d a gira en el sentido
de las m a n e c i l l a s del reloj en virtud de la p r o g r e s i ó n de ángulos en
los instantes de m u e s t r e o . E n este c a s o la r u e d a parece estar (y está)
g i r a n d o a u n a frecuencia rotacional d e la i m a g e n de — (5/r^) gra-
dos/s. E n la s e g u n d a fila, los ángulos de rotación son 0°, 2 0 ° , 4 0 ° y
60° en la dirección de las manecillas del reloj. L a r u e d a sigue apare-
c i e n d o (correctamente) c o m o si girara en dirección de las m a n e c i l l a s
del reloj, pero ahora a u n a frecuencia rotacional de —(20/7^) gra-
Harry Nyquist,
dos/s. E n la tercera fila, la r u e d a gira en dirección de las m a n e c i l l a s 7 / 2 / 1 8 8 9 ^ / 4 1976
22.5° entre m u e s t r a s . A h o r a e m p i e z a la a m b i g ü e d a d c a u s a d a p o r el
m u e s t r e o . Si el p u n t o de índice no estuviera ahí, sería i m p o s i b l e

d e t e r m i n a r si la r u e d a gira a u n a frecuencia rotacional de —(22.5°/rp o +{22.5°IT^) d e b i d o a q u e las


m u e s t r a s de la i m a g e n son idénticas para a m b o s casos. Es i m p o s i b l e , al ver s i m p l e m e n t e las i m á g e n e s
de la m u e s t r a , d e t e r m i n a r si la rotación va en el sentido de las m a n e c i l l a s o en el sentido contrario. E n
la cuarta fila la r u e d a gira 4 0 ° en la dirección de las m a n e c i l l a s del reloj entre m u e s t r a s . A h o r a (igno-
r a n d o el p u n t o del índice) la rueda a p a r e c e definitivamente r o t a n d o a +(5/T^) grados/s en vez d e la
frecuencia rotacional real de —(40/7^) grados/s. L a p e r c e p c i ó n del c e r e b r o h u m a n o c o r r e s p o n d e r í a a
q u e la r u e d a gira 5° en sentido contrario al de las m a n e c i l l a s del reloj entre m u e s t r a s en vez d e 4 0 ° en
la dirección de las m a n e c i l l a s . E n la fila inferior la r u e d a gira en el sentido de las m a n e c i l l a s del reloj
4 5 ° entre m u e s t r a s . E n este c a s o la r u e d a p a r e c e m a n t e n e r s e fija aun c u a n d o gira en la dirección de
las m a n e c i l l a s del reloj. Su v e l o c i d a d angular p a r e c e ser cero d e b i d o a q u e se m u e s t r e a a u n a tasa
e x a c t a m e n t e igual a la frecuencia fundamental de la i m a g e n .
418 EJEMPLO 7.1
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
Determine la frecuencia y la tasa de Nyquist para cada una de las siguientes señales.
transformada de
Fourier discreta a) x(f) = 25 eos (500-17 í)
b) x(0 = 15 rect (^)
c) x(í) = 10 sinc (5í)
d) x(0 = 2 sinc (5 000/0 sen (500 000 TTÍ)

Solución

d) X ( / ) = y [ 8 ( / - 250) + 8 ( / + 250)] (7.29)

La frecuencia más alta (y única) presente en esta señal es 250 Hz. La frecuencia de Nyquist es 250 Hz y la tasa
de Nyquist corresponde a 500 Hz.

X ( / ) = 30 s i n c ( 2 / ) (7.30)

Puesto que la función sinc nunca se hace cero y se mantiene ahí a una frecuencia finita, la frecuencia más alta en
la señal es infinita y la frecuencia y la tasa de Nyquist también son infinitas. La función rectángulo no es de ban-
da limitada.

c) X ( / ) = 2 rect ( | (7.31)

La frecuencia más alta presente en x(í) es el valor d e / a l cual la función rect tiene su nansición discontinua de uno
a c e r o , / = 2.5 Hz. Por consiguiente, la frecuencia de Nyquist es 2.5 Hz y la tasa de Nyquist corresponde a 5 Hz.

1
(7.32)
d) X(/) =
2 500
rect
5 000/
I * - [ 8 ( / + 250 kHz) - 8 ( / - 250 kHz)]
2

} / -H 250 kHz / - 250 kHz


X(/) = rect — rect (7.33)
5 000 5 000 5 000
La frecuencia más alta en x(í) ocurre a

/ = 252.5 kHz. (7.34)

Por lo tanto, la frecuencia de Nyquist es 252.5 kHz y la tasa de Nyquist corresponde a 505 kHz.

EJEMPLO 7.2

Suponga que se sabe que una señal que se obtendrá mediante un sistema de adquisición de datos tiene un espec-
tro de amplitud que es plano más allá de 100 kHz y que decae repentinamente ahí hasta cero. Suponga además
que la tasa más alta a la cual el sistema de adquisición de datos puede muestrear la señal es igual a 60 kHz. Diseñe
un filtro pasabajas RC antialias que reducirá el espectro de la amplitud de la señal a 30 kHz hasta menos de 1 por
ciento de su valor a frecuencias muy bajas de manera que la formación de alias se minimizará.

• Solución
La función de transferencia del filtro pasabajas RC de ganancia unitaria está dada por

1
H(/) = - (735)
jl'ufRC + 1

La magnitud al cuadrado de la función de transferencia está dada por

1
|H(/)|^ = (736)
{l-nfRCY- + 1
Se fija la constante de tiempo RC de manera que a 30 kHz la magnitud al cuadra-
¡HdB(/)l
do de H(/) sea (0.01)2. g^f^ gg
30 000

1
H(30 000) |- = = (0.01)1 (7.37)
(2iT X 30 000 X RCY + 1

AI despejar RC,

RC = 0.0005305. (7.38)

La frecuencia de corte (la de —3 dB) de este filtro pasabajas RC es 300 Hz, que es
100 veces inferior que la frecuencia de Nyquist de 30 kHz (figura 7.21). Dicha fre-
cuencia debe fijarse en este valor bajo para cumplir con la especificación mediante
F I G U R A 7.21
un filtro de un polo porque su función de transferencia decae de manera muy lenta
Diagrama de Bode de la respuesta en frecuencia del
con la frecuencia. Por esta razón la mayoría de los filtros antialias se diseñan con
filtro pasabajas RC antialias.
atenuaciones progresivas mucho más rápidas.

SEÑALES D E TIEMPO LIMITADO Y D E BANDA LIMITADA

R e c u e r d e q u e el e n u n c i a d o m a t e m á t i c o original d e la f o r m a e n q u e u n a señal se m u e s t r e a p o r i m p u l -
sos es

X8(0 = £ x(«r,)8(í-nr,). (7.39)

P u e s t o q u e la s u m a t o r i a es de « = — ^ a -l-oo, e n general, se necesita u n n ú m e r o infinito de m u e s t r a s


para describir c o n exactitud x(í). El t e o r e m a d e m u e s t r e o d e S h a n n o n se b a s a e n m u e s t r e a r d e esta
m a n e r a . A s í , a u n q u e ha sido e n c o n t r a d a la tasa d e m u e s t r e o m í n i m a , y tal v e z sea finita, es necesario
(en general) seguir t o m a n d o infinitas m u e s t r a s p a r a reconstruir d e manera exacta la señal original a
partir d e sus m u e s t r a s , incluso si es d e b a n d a limitada y se m u e s t r e a a u n a tasa m a y o r q u e el doble d e
la frecuencia m á s alta. D e n t r o de p o c o se regresará al p r o b l e m a d e la n e c e s i d a d de m u e s t r a s infinitas.
Es tentador pensar q u e si u n a señal es d e tiempo limitado (que tiene valores distintos d e cero sólo
en u n p e r i o d o finito), entonces sólo sería posible muestrearla en ese tiempo, sabiendo q u e todas las
d e m á s muestras son cero y q u e se tiene toda la información en la señal. El p r o b l e m a c o n e s a idea es q u e
ninguna señal limitada e n tiempo p u e d e también ser limitada en b a n d a y, en consecuencia, n i n g u n a tasa
de muestreo finita resulta adecuada.
El h e c h o d e q u e n o sea posible q u e u n a señal sea tanto limitada en t i e m p o c o m o limitada en b a n -
da es u n a ley fundamental del análisis d e Fourier. L a validez d e esta ley se d e m u e s t r a m e d i a n t e el si-
guiente a r g u m e n t o . S e a u n a señal x(f) q u e n o tiene valores distintos de cero fuera del intervalo d e
tiempo íj < f < Sea su T F T C igual a X ( / ) . Suponga p o r ahora que x(í) es también de banda hmitada,
esto es, q u e la magnitud X ( / ) es cero para f r e c u e n c i a s / m a y o r e s en magnitud q u e / ^ donde / ^ es finita.
Si x(r) está limitada e n t i e m p o en el intervalo d e tiempo f, < í < t^, e n t o n c e s e s posible multiplicarla
p o r u n a función r e c t á n g u l o c u y a p o r c i ó n distinta d e cero a b a r q u e este m i s m o intervalo d e tiempo sin
c a m b i a r la señal. E s t o e s .

x ( í ) — x ( f ) rect (7.40)
Ai

d o n d e t^ = (íj + )/2 y ^t = t^ = t^ (figura 7.22).


A l d e t e r m i n a r la T F T C e n a m b o s lados d e (7.40),

X
X(/) = X ( / ) * A i sinc(A?/)e-^'2'"^'». (7.41) 419
Esta última ecuación indica q u e X(/) no se ve afectada al convolucionarse con u n a función sinc. Puesto
q u e (A//") tiene u n a extensión infinita, si se convoluciona con una X ( / ) q u e tiene u n a extensión finita,
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
c o m o se supuso, la convolución de las dos tendrá u n a extensión infinita. E n consecuencia, ninguna X ( /
transformada de ) que tenga una extensión finita satisface la última ecuación. L o anterior viola la hipótesis original, por
Fourier discreta tanto p r u e b a de ese m o d o que si u n a señal es limdtada en tiempo no p u e d e ser limitada en banda. L o in-
verso, que una señal limitada en b a n d a no p u e d a ser limitada en tiempo, se de-
muestra mediante un argumento similar. Es posible que u n a señal sea ilimitada
tanto en tiempo c o m o en frecuencia, p e r o no es factible que sea limitada tanto en
t i e m p o c o m o en frecuencia.

MUESTREO DE SEÑALES PASABANDA

El t e o r e m a de m u e s t r e o de S h a n n o n , c o m o se e n u n c i ó antes, se b a s ó en u n a
idea simple: si se m u e s t r e a suficientemente rápido, los alias no se traslapan y
es posible r e c u p e r a r la señal original. Se e n c o n t r ó q u e si se m u e s t r e a m á s rápi-
F I G U R A 7.22
do q u e el doble de la frecuencia m á s alta en la señal es factible recuperarla a
Función de tiempo limitado y un rectángulo
limitado al mismo tiempo. partir de m u e s t r a s . E s t o es válido para todas las señales, a u n q u e en algunas
p u e d e reducirse la tasa de m u e s t r e o m í n i m a .
A l formular el a r g u m e n t o de q u e d e b e m u e s t r e a r s e a u n a tasa m a y o r q u e
el doble de la frecuencia m á s alta en la señal, se s u p o n e de m a n e r a implícita q u e si se m u e s t r e a con
cualquier valor m á s lento los alias se traslaparán. E n los espectros q u e se utilizaron antes para ilustrar
las ideas, los alias se traslaparon. Sin e m b a r g o , eso no es cierto p a r a todas las señales. P o r ejemplo,
s e a u n a señal en T C q u e tiene un espectro p a s a b a n d a q u e es distinto de cero sólo p a r a / , < j /1 < ¡2-
E n t o n c e s el a n c h o de b a n d a de la señal es / , - / j (figura 7.23). Si se m u e s t r e a la señal c o n / ^ < 2 / 2
se obtendrían los alias ilustrados en la figura 7.24. Estos a h a s n o se traslapan. P o r lo tanto, d e b e ser
posible, con el tipo correcto de p r o c e s a m i e n t o de señales, recuperar la señal a partir de las m u e s t r a s . E n
este caso el tipo correcto de p r o c e s a m i e n t o de señales sería filtrar la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s con
u n filtro p a s a b a n d a ideal que sólo abarque el i n t e r v a l o < ¡/j < / 2 . E n el e n u n c i a d o anterior del teo-
r e m a d e m u e s t r e o se tenía q u e c o n o c e r la frecuencia m á s alta en la señal para saber q u é tan r á p i d o
m u e s t r e a r y c ó m o filtrar la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s para recuperar la original. E n este enuncia-
do m á s general del teorema de muestreo se necesita conocer la b a n d a de frecuencias q u e ocupa la señal y
utihzar un filtro ideal que abarque esa b a n d a para recuperarla.
L a elección d e la tasa de m u e s t r e o en la figura 7.24 fue fortuita. Se p u d o h a b e r elegido u n a tasa
diferente en la cual se traslaparan los alias. E s t o p o d r í a h a b e r ocurrido incluso con u n a tasa de m u e s -
treo un p o c o m á s alta. Si se m u e s t r e a a u n a tasa superior al d o b l e de la frecuencia m á s alta, e n t o n c e s
n o h a y f o r m a de que los alias se traslapen. L a fórmula general para la tasa de m u e s t r e o m í n i m a posi-
ble sobre la cual es factible recuperar la señal p a s a b a n d a a partir de m u e s t r a s es

2/2 (7.42)
E n t e r o m á s g r a n d e que n o e x c e d a / j / í / , — / , )

O b s e r v e q u e s i / j = O, esto se r e d u c e al t e o r e m a de m u e s t r e o de S h a n n o n c o m o se e n u n c i ó antes. E n
el c a s o especial en el q u e / 2 ~ "^^A ~ / i ^ ' d o n d e m es un entero, la fórmula se v u e l v e

1h
f,> — = lUi - fi) (7.43)
m

|X5(/)I

1X(/)1

-/2
•V •

-/l
A-

n -fl -fl

F I G U R A 7.24
F I G U R A 7.23 El espectro de una señal pasabanda muestreada por
Un espectro de señal pasabanda. impulsos.
la cual indica q u e la tasa de m u e s t r e o m í n i m a absoluta e n la situación m á s favorable es el doble del
a n c h o de b a n d a de la señal, n o la frecuencia m á s alta. Sin e m b a r g o , es necesario tener c u i d a d o . A l g u -
7.3 Representación
nas tasas de m u e s t r e o q u e s o n m á s altas p e r o atín m e n o r e s q u e el doble d e la frecuencia m á s alta p r o - de una señal en
vocarán q u e los alias se traslapen. tiempo continuo
E n situaciones de diseño de ingeniería m á s reales, la solución práctica es elegir u n a tasa de mediante muestras
m u e s t r e o q u e sea m a y o r al d o b l e de la frecuencia m á s alta e n la señal y, c o m o se verá dentro de p o c o ,
esa tasa suele estar m u y p o r arriba de la tasa de N y q u i s t p a r a simplificar la r e c o n s t r u c c i ó n de la señal.

INTERPOLACIÓN

¿ C ó m o p o d r í a reconstruirse e x a c t a m e n t e u n a señal a partir d e sus m u e s t r a s , s u p o n i e n d o q u e se h a


m u e s t r e a d o de m a n e r a a p r o p i a d a ? L a descripción del p r o c e s o de r e c o n s t r u c c i ó n e n el d o m i n i o de la
frecuencia consistió e n filtrar la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s c o n u n filtro pasabajas ideal q u e cor-
ta arriba def^ y debajo d e / — /^^ y tiene u n a g a n a n c i a d e T^. (figura 7.25).
S e a / ^ la frecuencia de corte del filtro. E n ese c a s o

X(f) = T, rect
J _
X8(/) fm < /. < (/ - /,„). (7.44)
2fc

¿Cuál es la operación equivalente en el d o m i n i o del t i e m p o ? T o m a n d o la transformada inversa.

x ( í ) = 2 / , r , s i n c ( 2 / , r ) * x^{t) = 2 ^ sinc(2/,í) * X8(r)


(7.45)
Js
y como

X8(í) = J2 x(«7:.)S(í - nTs), (7.46)

es posible afirmar q u e

x(0 = 2 ^ J2 xinTs) smc(2f,{t-nTs)). (7.47)


f ^

El p r o c e s o de r e c o n s t r u c c i ó n consiste en r e e m p l a z a r cada m u e s -
tra p o r u n a función sinc, centrada en el t i e m p o de la m u e s t r a y e s -
í f- \
calada 2 =~ veces el valor de la m u e s t r a y s u m a n d o d e s p u é s |Xs(/)l
Filtro pasabajas ideal
todas la funciones creadas de esa m a n e r a . El p r o c e s o de hallar los
valores d e la señal entre m u e s t r a s se d e n o m i n a interpolación.
S u p o n g a q u e la señal se m u e s t r e a e x a c t a m e n t e a la tasa de
N y q u i s t / = 2 4 . A h o r a el r e q u e r i m i e n t o / , , < /^ < / - / „ n o
p u e d e satisfacerse p u e s t o q u e / , , = / ~ / „ . E n estas c o n d i c i o n e s ,
A;
debe permitirse q u e la frecuencia de corte del filtro y la frecuen-
cia m á x i m a en la señal sean iguales. E s t o funcionará s i e m p r e y
c u a n d o el espectro de la señal n o t e n g a u n i m p u l s o en/,^. (Si h a y
un i m p u l s o en/^,, éste se verá e x p u e s t o a la f o r m a c i ó n de alias en F I G U R A 7.25
el p r o c e s o de m u e s t r e o . ) E n t o n c e s el p r o c e s o de interpolación se Rechazo de alias con un filtro pasabajas ideal.
describe m e d i a n t e la expresión m á s simple

t — nTs
t(í) = ^ x ( « r j ) sinc (7.48)
Ts

A h o r a la interpolación consiste en multiplicar c a d a función sinc


por su c o r r e s p o n d i e n t e valor de m u e s t r e o y e n sumar- d e s p u é s
todas las funciones sinc escaladas y d e s p l a z a d a s c o m o se ilustra
en la figura 7.26.
Este m é t o d o de interpolación reconstruye la señal en forma F I G U R A 7.26
exacta, pero se fundamenta en u n a suposición q u e n u n c a se justifi- Proceso de interpolación de una señal muestreada a su tasa de
ca en la práctica: la disponibilidad de una cantidad infinita de m u é s - Nyquist.
tras. E l valor interpolado en cualquier punto es la s u m a d e las contribuciones d e u n a cantidad infinita d e
funciones sinc ponderadas. Sin embargo, puesto q u e en la práctica n o es posible adquirir u n a cantidad
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
infinita de muestras, es necesario reconstruir la señal d e manera aproximada utilizando u n n ú m e r o finito
transformada de de ellas. Existen m u c h a s técnicas que es posible utihzar, y la selección d e u n a d e ellas en cualquier
Fourier discreta simación depende d e la exactitud de la reconstrucción q u e se requiere y d e q u é tan sobremuestreada esté
la señal.
Quizá la idea de reconstrucción aproximada m á s simple corresponda
x(í) a dejar q u e la reconstrucción sea siempre el valor d e la muestra m á s re-
ciente (figura 7.27). Ésta es u n a técnica simple porque las muestras, en la
forma de códigos numéricos, pueden ser la excitación d e un C D A que se
maneja mediante un reloj para producir u n a nueva señal d e respuesta c o n
cada pulso del reloj. L a señal producida mediante esta técnica tiene u n a
^ ' forma d e escalera q u e sigue (y retrasa) la señal original. Este tipo d e re-
construcción de señal puede modelarse (excepto p o r efectos d e cuantiza-
ción) haciendo pasar la señal muestreada p o r impulsos a ttavés d e u n
sistema d e n o m i n a d o retenedor de orden cero cuya respuesta al impulso es
F I G U R A 7.27
Reconstrucción de la señal retenida de orden cero.
1 O< í < (7.49)
h(/) = = rect
O en otro caso

(figura 7.28). E s posible c o m p a r a r este sistema d e r e c o n s t r u c c i ó n c o n u n filtro d e r e c o n s t r u c c i ó n


pasabajas ideal o b s e r v a n d o la función d e transferencia del r e t e n e d o r d e o r d e n c e r o .

H(/) = sinc(r,/)e--'"^^^ (7.50)

(figura 7.29).

h(í) U n filtro d e r e c o n s t r u c c i ó n ideal incluiría el a n c h o d e b a n d a d e la señal sin distorsión


y excluiría a t o d o s l o s alias. E l r e t e n e d o r d e o r d e n cero n o tiene u n a n c h o d e b a n d a a b s o -
luto c o m o el filtro d e r e c o n s t r u c c i ó n ideal p o r q u e la m a g n i t u d d e su función d e transferen-
cia n o es cero p a r a todas las frecuencias m á s allá d e a l g u n a frecuencia finita. E n v e z d e e s o
su función d e transferencia tiene u n p u n t o n u l o e n el centro d e c a d a alias y p o r lo general
d i s m i n u y e c o n la frecuencia. L a s figuras 7 . 3 0 a 7 . 3 2 ilustran u n espectro d e la señal origi-
nal d e s p u é s d e q u e se h a m u e s t r e a d o p o r i m p u l s o s , y los efectos d e la r e t e n c i ó n d e o r d e n
F I G U R A 7.28 cero e n la r e c o n s t r u c c i ó n d e la señal original a partir de las m u e s t r a s .
Respuesta al impulso de un retene- E l r e t e n e d o r d e o r d e n cero r e d u c e el efecto de los alias, p e r o n o los e ü m i n a p o r c o m -
dor de orden cero. pletó; a d e m á s , n o tiene u n a parte superior p e r f e c t a m e n t e p l a n a a bajas frecuencias c o m o el
filtro d e r e c o n s t r u c c i ó n ideal, d e m o d o q u e introduce cierta distorsión. U n a f o r m a p o p u l a r
de reducir a ú n m á s los efectos de los ahas consiste en seguir la retención de orden cero c o n un
filtro pasabajas práctico q u e suavice los escalones provocados p o r el retenedor
de orden cero. Éste (7.49), causa d e m a n e r a inevitable un retraso c o n respecto a
|H(/)| la señal original p o r q u e es causal.
Otra idea d e reconstrucción natural es interpolar entre m u e s t r a s c o n
líneas rectas (figura 7.33). É s t a es e v i d e n t e m e n t e u n a a p r o x i m a c i ó n m e j o r a
la señal original, a u n q u e es u n p o c o m á s difícil d e p o n e r en práctica. C o m o
se dibuja e n la figura 7 . 3 3 , el valor d e la señal interpolada e n cualquier tiem-
p o d e p e n d e del valor d e la m u e s t r a p r e v i a y del valor d e la siguiente. L o ante-
rior n o p u e d e efectuarse e n t i e m p o real p o r q u e n o se c o n o c e el valor d e la
siguiente muestra. N o obstante, si existe la disposición p a r a retrasar la señal
reconstruida p o r u n t i e m p o d e m u e s t r e o T^, es posible h a c e r q u e el p r o c e s o
de reconstrucción ocurra e n t i e m p o real y la señal r e c o n s t r u i d a aparecería
c o m o e n la figura 7 . 3 4 .
Esta interpolación p u e d e llevarse a c a b o siguiendo el r e t e n e d o r d e o r d e n
cero (7.49), m e d i a n t e u n r e t e n e d o r d e o r d e n cero idéntica. L o anterior signi-
F I G U R A 7.29 fica q u e la r e s p u e s t a al i m p u l s o d e u n filtro d e reconstrucción d e señales d e
Función de transferencia de una retención de tal tipo sería la c o n v o l u c i ó n d e la r e s p u e s t a al i m p u l s o del r e t e n e d o r d e o r d e n
orden cero. cero c o n s i g o m i s m a .
Señal original Función de transferencia del retenedor de orden cero

|X(/)| |H(/)! 7.3 Representación


de una señal en
tiempo continuo
mediante muestras

Señal muestreada
Señal reconstruida
|X,(/)|
1X,(/)H(/)|

fs

nCURA 7.30 F I G U R A 7.31


Los espectros de magnitud de la señal original y Magnitud de la función de transferencia de un
ie una versión muestreada por impulsos. retenedor de orden cero y el espectro de magnitud
de la señal muestreada reconstruida utilizando el
retenedor de orden cero.

Original Original

Reconstruida

f l G U R A 7.32
F I G U R A 7.33
Comparación entre la señal original y la
Reconstrucción de señal mediante una
•áal reconstruida en el ancho de banda de la señal
interpolación de línea recta.
« g i n a l en donde se muestra el efecto de la parte
«perior redondeada de la función de transferencia
i éd retenedor de orden cero.

x(í)

.7.34 F I G U R A 7.35
ucción de señal de línea recta retrasada por Respuesta al impulso de un retenedor de primer
r 'áempo de muestreo. orden.

.'í-(r,/2)_ t-{TJ2)\
h ( r ) = rect ( | * rect = tri (7.51)

fenra 7.35). Este tipo de filtro se denomina un retenedor de primer orden. Su función de transferencia es

H ( / ) = Ts sinc2(^,/)e-^•2"•^^^ (7.52)
E s t a función de transferencia es similar a la del r e t e n e d o r de o r d e n cero p e r o atenúa m á s los alias
p o r q u e su m a g n i t u d d i s m i n u y e m á s r á p i d o con el a u m e n t o de la frecuencia.
CAPÍTULO 7
El muestreo y la Si dos retenedores de orden cero son mejor que u n o , ¿tres son mejor que d o s ? L a respuesta es p o r
transformada de lo general afirmativa si sólo se considera la uniformidad de la reconstrucción y se p a s a p o r alto cual-
Fourier discreta quier otro criterio c o m o la complejidad del sistema, el costo o el retraso. Cualquier retenedor d e o r d e n
e n é s i m o c o n v o l u c i o n a d o con u n retenedor de orden cero crea u n o de orden {n + 1-ésimo que uniforma
m á s la señal p e r o q u e al m i s m o t i e m p o retrasa m á s la señal reconstruida. L a aceptación del retraso en
la reconstrucción de la señal para obtener una reconstrucción m á s uniforme es un c o m p r o m i s o de diseño
inherente y surge del m i s m o concepto que se aplica al diseño de los filtros casi ideales, en que cuanto m á s
se tiende al filtro ideal, m á s t i e m p o debe esperarse para obtener la respuesta.
U n e j e m p l o m u y familiar del u s o del m u e s t r e o y la reconstrucción de señales es la r e p r o d u c c i ó n
de un disco c o m p a c t o de audio ( C D ) . U n C D a l m a c e n a m u e s t r a s de una señal musical q u e se h a n
t o m a d o a u n a tasa de 44.1 k H z . L a m i t a d de dicha tasa de m u e s t r e o es 22.05 k H z . L a r e s p u e s t a en fre-
c u e n c i a del o í d o h u m a n o se t o m a de m a n e r a c o n v e n i e n t e para q u e se e x p a n d a d e s d e a p r o x i m a d a m e n t e
20 H z hasta 20 k H z c o n a l g u n a variabilidad en ese intervalo. Así, la v e l o c i d a d de m u e s t r e o es un p o c o
m a y o r q u e el d o b l e de la frecuencia m á s alta q u e p u e d e detectar el o í d o h u m a n o .

MUESTREO DE UNA SENOIDE

E l p u n t o central del análisis de Fourier es q u e cualquier señal p u e d e d e s c o m p o n e r s e en senoides (rea-


les o complejas). P o r lo tanto, se e x p l o r a r á el m u e s t r e o c o n s i d e r a n d o algunas senoides reales m u e s -
treadas p o r arriba, p o r abajo y a la tasa de Nyquist. E n c a d a e j e m p l o ocurre u n a m u e s t r a en el t i e m p o
f = 0. E s t o fija u n a relación de fase definida entre u n a señal m a t e m á t i c a descrita e x a c t a m e n t e y la for-
m a en q u e se muestrea. (Esto es arbitrario, p e r o s i e m p r e debe haber u n a referencia del tiempo de
m u e s t r e o , y c u a n d o se obtiene un m u e s t r e o p a r a t i e m p o s finitos, la p r i m e r a m u e s t r a estará s i e m p r e en
el t i e m p o ? = O, a m e n o s que se establezca de otra m a n e r a . )

Caso 1 U n coseno muestreado a una tasa que es cuatro veces su frecuencia o al doble de su tasa de
Nyquist (figura 7.36). Es claro en este caso que los valores de la muestra y el conocimiento de que la
señal se muestrea lo suficientemente rápido resultan adecuados para describir de m a n e r a única esta
senoide. N i n g u n a otra senoide de esta o cualquier otra frecuencia por debajo de la mitad de la velocidad
de muestreo podría pasar exactamente a través de todas las muestras en el intervalo de tiempo c o m p l e -
to < « < -l-x. D e hecho, ninguna otra señal de ningún tipo que sea limitada en b a n d a y esté por
debajo de la mitad de la velocidad de m u e s t r e o pasaría exactamente a través de todas las muestras.
1 Caso 2 U n coseno m u e s t r e a d o al doble de su frecuencia o en su tasa de Nyquist (figura 7.37). ¿Este
muestreo es adecuado para determinar en forma única la señal? N o . Considere la señal senoidal en la fi-
gura 7.38, que es de la m i s m a frecuencia y pasa exactamente por las m i s m a s muestras. Éste es un caso
especial que ilustra la sutileza m e n c i o n a d a antes en el teorema del muestreo. Para tener la certeza de re-
construir en forma exacta cualquier señal general a partir de sus muestras, la tasa de muestreo debe ser
mayor, n u n c a igual, que la tasa de Nyquist. E n ejemplos anteriores eso no importaba p o r q u e la potencia
de señal en la frecuencia de Nyquist era cero (sin impulso en el espectro de a m p l i m d correspondiente).
Si hay u n a senoide en u n a señal, exactamente en su límite de banda, el muestreo debe exceder la tasa de
Nyquist para la reconstrucción exacta, en general. Observe que no hay a m b i g ü e d a d con respecto a la fre-
cuencia de la señal. Sin e m b a r g o , sí se presenta en cuanto a la amplitud y la fase, c o m o se ilusü-a en las
figuras. Si se hubiera aplicado el procedimiento de la interpolación de la función sinc a las muestras de
la figura 7.38 hubiera resultado el coseno de la figura 7.37 que se muestreo a sus valores m á x i m o s .

x[«] x[«l
x(í) x(í)
1 1V 1í / y \ \ '
1 ; \ ' \
^ '1 \
; \ ' \ \ 1
\
\
1
1
1
I ¿ \ 1 \ \ 1 \ '
> /
\ 1 \
T t ^ \ 1 \ \
\ 1 \ \ /

!\
/

Vi
( 1 \
\ / 1 \ 1 \ / \
1 \ 1 \ 1 \ 1
\ / \ /
1 \ 1 \

F I G U R A 7.36 F I G U R A 7.37
Coseno muestreado al doble de su tasa de Nyquist. Coseno muestreado a su tasa de Nyquist.
7.3 Representación
de una señal en
/1 1 /\
tiempo continuo
mediante muestras

I \i

F I G U R A 7.38
Senoide con las mismas muestras como un
coseno muestreado a su tasa de Nyquist.

Cualquier senoide a cierta frecuencia p u e d e expresarse c o m o la s u m a de u n c o s e n o n o desplazados


cierta amplitud a la m i s m a frecuencia. L a s amplitudes del seno y el coseno n o recorridos d e p e n d e n d e
rase d e la s e n o i d e original.

A cosil-nfot + 0 ) = A cos(2'n-/oí) c o s ( e ) - A sen(2'TT/of) s e n ( e ) (7.53)

A c o s ( 2 7 T / o r + Q) = A c o s ( e ) c o s ( 2 T r / o í ) + [-A s e n ( e ) ] sen(2'TTjíií)

A, A,
(7.54)

A C O S ( 2 I T / O ? + 6 ) = A c C o s ( 2 T r / o í ) + A^ s e n ( 2 i T / o í ) (7.55)

Coando u n a s e n o i d e se m u e s t r e a e x a c t a m e n t e a la tasa d e N y q u i s t , la i n t e r p o l a c i ó n d e la función sinc


j r o d u c e s i e m p r e la p a r t e c o s e n o y d i s m i n u y e la p a r t e seno, u n efecto d e alias. L a p a r t e c o s e n o d e u n a
i«aioide g e n e r a l a m e n u d o r e c i b e el n o m b r e d e p a r t e en fase, y la p a r t e s e n o m u c h a s v e c e s se c o n o c e
r.?mo la p a r t e en cuadratura. L a e l i m i n a c i ó n de la p a r t e en c u a d r a t u r a d e u n a s e n o i d e p u e d e v e r s e sin
j í ñ c u l t a d e s e n el d o m i n i o del t i e m p o m u e s t r e a n d o u n a función seno n o d e s p l a z a d a a la tasa d e N y -
inist. Todas las m u e s t r a s son c e r o (figura 7.39).
Si se agregara u n a función seno de cualquier a m p h t u d a esta frecuencia (la mitad de la tasa d e m u e s -
T e o ) a cualquier señal y luego se muestreara d e n u e v o , las muestras serían iguales, c o m o si la función
« a o no estuviera a h í p o r q u e su valor es e x a c t a m e n t e igual a c e -
T. en cada t i e m p o d e m u e s t r e o (figura 7.40). P o r lo tanto, la par- X[í7] = x(nr,)
s de cuadratura, o el seno, de u n a señal q u e está e x a c t a m e n t e a
a mitad d e la tasa de m u e s t r e o n o se presenta c u a n d o se m u e s - 2- x(f)
1 _
l e a la señal.
1
Cmo 3 U n a senoide muestreada a u n a tasa u n p o c o m a y o r 1
ase la de Nyquist (figura 7.41). E n este caso, c o m o la tasa d e ~2 -
UBestreo es m a y o r q u e la tasa d e Nyquist, n o todas las muestras
A senCirn)
i r e n en cruces por cero y existe suficiente información en las
stras para reconstruir la señal. Sólo hay u n a senoide c u y a
ÍBOiencia es m e n o r q u e la mitad de la tasa d e muestreo; d e a m -
1 fase y frecuencia únicas; y q u e pasa de m a n e r a exacta a
wés d e todas estas muestras.

x[n] + A sen(-n-«)
x[«l
x(f)
I
l\
I \

I -T—^
\
\ /
/ h V ^ / V V H' \/
F I G U R A 7.40
nCURA 7.39 Efecto sobre las muestras de la adición de un seno a la mitad de la
> muestreado a su tasa de Nyquist. tasa de muestreo.
426 x[n]

CAPÍTULO 7 x(í)
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
• './;

¡./V

F I G U R A 7.41 F I G U R A 7.42
Seno muestreado a un poco más de su tasa Dos senoides de frecuencia diferentes que tienen los mis-
de Nyquist. mos valores de muestra.

Caso 4 D o s s e n o i d e s d e frecuencias diferentes m u e s t r e a d a s a la m i s m a tasa c o n los m i s m o s v a l o r e s


de m u e s t r a (figura 7.42). E n este c a s o , la s e n o i d e d e frecuencia inferior se s o b r e m u e s t r e a y la s e n o i d e
d e frecuencia superior se s u b m u e s t r e a . E s t o ilustra la a m b i g ü e d a d c a u s a d a al submuestrear. Si sólo se
tuviera a c c e s o a m u e s t r a s d e la s e n o i d e d e frecuencia m á s alta, es m u y p r o b a b l e q u e se interpretarían
c o m o si p r o v i n i e r a n d e la s e n o i d e d e frecuencia m á s baja.
R e c u e r d e q u e el e s p e c t r o d e u n a señal m u e s t r e a d a es el e s p e c t r o d e la señal original, sólo q u e
m u l t i p l i c a d o p o r la tasa d e m u e s t r e o y r e p e t i d o a m ú l t i p l o s e n t e r o s d e la t a s a d e m u e s t r e o . Si é s e es
el c a s o , y u n a s e n o i d e

xi(í) = ACOS(2'IT/OÍ + e) (7.56)

se m u e s t r e a a u n a v e l o c i d a d / . , las muesü:as serán i g u a l e s q u e las d e otra s e n o i d e

X2(í) = A COS(2TT(/O + kf,)t + 9). (7.57)

d o n d e k es cualquier entero (incluso u n o negativo). E s t o se demuestira c o n m a y o r facilidad e x p a n d i e n d o


el a r g u m e n t o de X2(í),

X2(r) = A cos(2TT/or + 2Tx{kf,)t + 0). (7.58)

L a s m u e s t r a s o c u r r e n e n los t i e m p o s nT^, d o n d e n es u n e n t e r o . P o r lo tanto, los v a l o r e s d e la m u e s -


tra e n é s i m a d e las dos s e n o i d e s s o n

xiinTs) = A cos(27i fonTs + 6) y


(7.59)
X2{nTs) = A cosilTTfonTs + 2'u{kf,)nT, + 9)

y, p u e s t o q u e f^T^ = 1, la s e g u n d a e c u a c i ó n se simplifica e n

XjinT,) - A C O S ( 2 ' I T / O « 7 ; -|- Ikrrn + 9). (7.60)

E n ese c a s o , p u e s t o q u e kn es el p r o d u c t o d e e n t e r o s y, e n c o n s e c u e n c i a , t a m b i é n es u n e n t e r o , y p u e s t o
q u e a g r e g a r u n m ú l t i p l o e n t e r o d e 2'IT al a r g u m e n t o d e u n a s e n o i d e n o c a m b i a su valor,

X 2 ( n r , ) = A c o s ( 2 T T / o n 7 ; + Ikfin -H 9 ) = A cos(27rfonT, + Q) = XiinT,). (7.61)

7.4 MUESTREO DE SEÑALES EN TIEMPO DISCRETO


E n las s e c c i o n e s 7.1 a 7.3 t o d a s las señales q u e se m u e s t r e a r o n eran e n T C . E s p o s i b l e t a m b i é n m u e s -
trear señales e n T D . Al igual q u e en el m u e s t r e o d e señales e n T C , el p r i n c i p a l interés e n el m u e s t r e o
d e señales e n T D es saber si la i n f o r m a c i ó n se p r e s e r v a . H a y d o s m e c a n i s m o s c o m p l e m e n t a r i o s q u e
se utilizan en el p r o c e s a m i e n t o de señales e n T D para c a m b i a r la tasa d e m u e s t r e o d e u n a señal: diezmo
e interpolación. E l p r i m e r o es u n p r o c e s o e n el q u e se r e d u c e el n ú m e r o d e m u e s t r a s , y e n el s e g u n d o
se i n c r e m e n t a el n ú m e r o d e las m i s m a s . C o n s i d e r e p r i m e r o el d i e z m o .
Se m u e s t r e a p o r i m p u l s o s u n a señal en T C m u l t i p l i c á n d o l a p o r u n tren d e i m p u l s o s en T C , u n a
función c o m b en T C . D e m a n e r a análoga, es p o s i b l e m u e s t r e a r u n a señal en T D al multiplicarla p o r
7.4 Muestreo de
u n tren d e i m p u l s o s en T D , u n a función c o m b en T D . C o n s i d e r e q u e la señal en T D q u e se v a a señales en tiempo
m u e s t r e a r es x [ n ] . E n t o n c e s la señal m u e s t r e a d a sería discreto

Xs[n] = x[n] c o m b i v . [ « ] , (7.62)

d o n d e A^^ es el t i e m p o discreto entre m u e s t r a s y la tasa de m u e s t r e o en T D es = l/N^ (figura 7.43).


L a T F T D de la señal m u e s t r e a d a es

XsiF) = X{F)®comh{N,F) = X(F)®comb ( — (7.63)

(figura 7.44).
E s evidente la similitud entre el muestreo en T D y en T C . E n a m b o s casos, si los alias n o se trasla-
pan, la señal original p u e d e recuperarse a partir de las muestras y hay u n a tasa de m u e s t r e o m í n i m a pa-
ra recuperar las señales. L a tasa de muestreo debe satisfacer la desigualdad F^ > 2F^, d o n d e F^^ es la
frecuencia en T D p o r arriba d e la cual la T F T D d e la señal en T D original es cero (en el periodo funda-
mental b a s e , ! FI < j ) . E s t o es, para f < ! F I < 1 - F,,^ la T F T D de la señal original es cero. U n a se-
ñal en T D que satisface este requerimiento está limitada en b a n d a en el sentido en t i e m p o discreto.
D e igual m o d o q u e c o n el m u e s t r e o en T C , si u n a señal se m u e s t r e a de m a n e r a a p r o p i a d a , es p o s i -
ble reconstruirla a partir de las m u e s t r a s utilizando interpolación. El p r o c e s o de r e c u p e r a r la señal
original se describe e n el d o m i n i o de la frecuencia en T D c o m o u n a o p e r a c i ó n d e n i t r a d o pasabajas,

1
X(F) =X,(F) — rect * comb(F) (7.64)
F, 2F,

donde F^ es la frecuencia d e corte en T D del filtro pasabajas ideal en T D . L a o p e r a c i ó n e q u i v a l e n t e


en el d o m i n i o en T D es u n a c o n v o l u c i ó n en T D ,

2F
x[n] = Xs[n] * — - sinc(2Fcn). (7.65)
Fe

x[nl

comb4[nl

x,[n]

A A A A AJS-J\ AJK
-1 1

nCURA 7.43 F I G U R A 7.44


Un ejemplo de muestreo en TD. TFTD de una señal en TD y una versión muestrea-
da de ella.
E n la aplicación práctica del m u e s t r e o de señales en T D , n o tiene m u c h o sentido retener todos
esos valores cero entre los p u n t o s de m u e s t r e o d e b i d o a q u e ya se sabe q u e son cero. E n c o n s e c u e n -
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
cia, es c o m ú n crear u n a n u e v a señal [«] q u e sólo tiene valores distintos de cero de la señal x^ [n]
transformada de en T D para múltiplos enteros del intervalo de m u e s t r e o N^. E l p r o c e s o de formar esta n u e v a señal re-
Fourier discreta cibe el n o m b r e de diezmo. El d i e z m o se discutió en forma b r e v e en el capítulo 2. L a s relaciones entre
las señales están dadas p o r

X r f [ n ] = XsINsH] = xlNsti]. (7.66)

Esta operación es u n e s c a l a m i e n t o en el t i e m p o en T D que, para A'^j > 1, c a u s a la c o m p r e s i ó n d e t i e m -


p o en T D , y el efecto c o r r e s p o n d i e n t e en el d o m i n i o de la frecuencia en T D es la e x p a n s i ó n d e fre-
c u e n c i a en T D . L a T F T D de x^ [n] es
oo oo

X,(F)= Yl J2 ^.ÁNsn]e-^'-"' (7.67)

E s posible realizar un c a m b i o de variable m - N^n, lo q u e p r o d u c e


oo

m=—oc (7.68)
m=múltiplo entero
de ;V,

Ahora, aprovechando el h e c h o de que todos los valores adicionales de x^[n\ entre los valores permitidos,
m - múltiplo entero de N^, son cero, pueden incluirse los ceros en la sumatoria, con lo q u e se obtiene

(7.69)

D e m a n e r a q u e la T F T D de la señal con d i e z m o es u n a versión e s c a l a d a en frecuencia en T D de la


T F T D de la señal m u e s t r e a d a (figura 7.45). O b s e r v e con c u i d a d o q u e la T F T D de la señal con diez-
m o no es u n a versión escalada en frecuencia en T D de la T F T D d e la señal original, sino m á s b i e n u n a
versión e s c a l a d a en frecuencia en T D de la señal original m u e s t r e a d a en T D ,

í F \
(7.70)

A l g u n a s veces se utiliza el t é r m i n o muestreo reducido en lugar de d i e z m o . E l t é r m i n o p r o v i e n e


de la idea de q u e la señal en T D se produjo m u e s t r e a n d o u n a señal en T C . Si esta ú l t i m a fue sobre-
m u e s t r e a d a en cierto factor, entonces la señal en T D p u e d e d i e z m a r s e e m p l e a n d o el m i s m o factor sin
p e r d e r información acerca de la señal en T C original, lo que r e d u c e de esa m a n e r a la tasa de m u e s t r e o
efectivo o de m u e s t r e o r e d u c i d o .

x[n]

1X,(F)|

AF,-
A A A A J ^ A A A A
-1 F.

Xj[nl
F I G U R A 7.45
ix/f)|
Comparación de los efectos en
el dominio en TD y en el
dominio de la frecuencia en 1 '
TD del muestreo y el diezmo. -1 F. 1
L o o p u e s t o del d i e z m o es la interpolación o muestreo incrementado. E l p r o c e s o es s i m p l e m e n t e 429
: inverso del d i e z m o . L o s p r i m e r o s ceros adicionales se u b i c a n entre m u e s t r a s , y luego la señal crea- , ,
^ ^ TA Muestreo de
de ese m o d o se filtra m e d i a n t e un filtro pasabajas en T D ideal. Sea x[«] la señal en T D original y señales en tiempo
. nsidere q u e la señal creada al a g r e g a r A^^ ^ 1 ceros entre m u e s t r a s es x^[n]. E n t o n c e s discreto

n
— es u n entero
x,[«] =

O en otro caso

Esta e x p a n s i ó n de x[n] en T D p a r a formar x^[n] es el o p u e s t o exacto de la c o m p r e s i ó n de x^[n] en T D


para formar x^[n] en d i e z m o , p o r lo q u e d e b e esperarse q u e el efecto en el d o m i n i o de la frecuencia
en T D sea t a m b i é n el o p u e s t o , u n a e x p a n s i ó n en T D p o r u n factor de A^^ crea u n a c o m p r e s i ó n de fre-
cuencia en T D p o r el m i s m o factor

Xs{F) = X{NsF) (7.71)

Ifigura 7.46).
L a señal x^,[n] p u e d e hacerse pasar por un filtro pasabajas para interpolar entre los valores distintos
de cero. Si se recurre a un filtro pasabajas de ganancia unitaria ideal con una función de transferencia

H ( F ) = rect(AfjF) * c o m b ( F ) , (7.72)

i e obtiene u n a señal interpolada,

X,(F) = X,(F)[rect(Aí,F) * comb(F)], (7.73)

|X(F)i

A,

-1

x.LnJ |X.(F)|

F I G U R A 7.46

-mí
Efectos en los dominios en
TD y de la frecuencia
-1 en TD, al insertar A^^ - 1
ceros entre muestras.

|X(F)|

A,

-1

x,[n] |X,(F)|

-1 1 1
ií1 '
-1 ± 1
F I G U R A 7.47
X;W
Comparación de los
efectos de la expansión
y la interpolación en
el dominio en TD y en el

J_I_ TTTT!TTT>.^^,..., A dominio de la frecuencia


en TD.
430 y la e q u i v a l e n t e en el d o m i n i o en T D es

CAPÍTULO 7
1 / n
El muestreo y la
transformada de
x,[m] = x j « ] * — smc y—
Fourier discreta
(figura 7.47). O b s e r v e q u e la interpolación m e d i a n t e el filtro pasabajas ideal de g a n a n c i a unitaria in-
troduce u n factor de g a n a n c i a de l/N^, lo q u e r e d u c e la a m p l i t u d de la señal interpolada x¡[n] c o n res-
p e c t o a la señal original x[n]. E s t o p u e d e c o m p e n s a r s e si se utiliza u n filtro pasabajas ideal con u n a
g a n a n c i a de A'^^,

H ( F ) = Ns r e c t ( A f , F ) * c o m b ( F ) , (7.75)

en vez de u n a g a n a n c i a unitaria.

E.IEMPLO 7 . 3

Maestree la señal DBLPS

x{t) = 5 sen(2 OOOiií) cos(20 OOOirí) (7.76)

r a 80 kHz en u n periodo fundamental para formar una señal \[n] en TD, tomando cada cuarta muestra de x[n]
para formar x^[n], y diezme x^[n] para formar x¿n]. Despue's realice un muestreo incrementado en x^[n] por un
factor de ocho para formar x-[n].

• Solución
Vea las figuras 7.48 y 7.49.

h
|X(f)|

4 5
4 +

11 L i l i Ii
•lII
1 , ,

f •1 1
f 1
-1
lx,(f)|

4 f
J L
r
T r 96

Xrfl"] |X/F)|

11
TT 96

-5 +
-1

F I G U R A 7.48
Señales en TD original, muestreada y diezmada y sus TFTD.
7.5 Señales periódi-
cas de banda limitada

F I G U R A 7.49
Señales en TD original, con muestreo incrementado y filtradas por pasabajas en TD.

7.5 SEÑALES PERIÓDICAS DE BANDA LIMITADA


E n la sección 7.3 se v i o cuáles eran los r e q u e r i m i e n t o s p a r a m u e s t r e a r d e
m a n e r a a d e c u a d a u n a señal. T a m b i é n se a p r e n d i ó q u e , en general, p a r a la
reconstrucción perfecta de la señal se requiere u n a c a n t i d a d infinita de
muestras. P u e s t o q u e u n a c o m p u t a d o r a tiene u n a c a p a c i d a d de a l m a c e n a -
m i e n t o finita, es i m p o r t a n t e investigar m é t o d o s de análisis de señales en
T D utilizando u n ntimero finito de m u e s t r a s .
U n tipo de señal q u e es p o s i b l e describir m e d i a n t e un ntimero finito de
muestras es una p e r i ó d i c a de b a n d a limitada. El c o n o c i m i e n t o de lo que su-
cede en u n p e r i o d o es suficiente p a r a describir t o d o s los d e m á s , y u n p e r i o -
d o es de longitud finita (figura 7.50). E n c o n s e c u e n c i a , un n ú m e r o finito de
muestras p a r a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o fundamental de u n a señal p e r i ó d i c a
de b a n d a limitada t o m a d a s a u n a tasa superior a la de N y q u i s t constituye
una descripción c o m p l e t a de la señal.
C o n s i d e r e q u e u n a señal en T D f o r m a d a al m u e s t r e a r u n a señal p e r i ó -
dica x(í) de b a n d a limitada p o r arriba de su tasa de N y q u i s t es u n a señal

X[7J]

F I G U R A 7.50
Señal en TC periódica de F I G U R A 7.51

n
ílíL..iliL...í
n n
banda limitada y una señal
en TD formada al
Señal en TC periódica de banda limitada, y
una señal en TD y una señal de impulsos en TC
muestrearla ocho veces por creada al muestrearla por arriba de su tasa de
n = N,o Nyquist.
periodo fundamental.
|X(/)1

CAPÍTULO 7 0.16
El muestreo y la
transformada de TFTC
Fourier discreta

— 1 - ^ /
-390 390
|X(F)¡
TFTD
0.16

i_t Li
-3

\Mf)\
TFTC
20.8
F I G U R A 7.52
Magnitudes de las transformadas de
Fourier de las tres señales en el
dominio del tiempo de la figura t tlllltllllt tlllltllllt tllll lllll tlllltllllt tlllltllllt t
7.51. -390 390

x[n] p e r i ó d i c a e n T D , y q u e u n a versión m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s de x(f) m u e s t r e a d a a la m i s m a tasa


sea XgíO (figura 7.51). E n la figura 7.51 sólo se muestra un periodo de muestras para subrayar q u e dicho
p e r i o d o es suficiente para describir de m a n e r a c o m p l e t a a la señal periódica de b a n d a limitada. M e -
diante las relaciones de Fourier deducidas en el capítulo 5 se d e t e r m i n a n las transformadas de Fourier
a p r o p i a d a s d e estas señales (figura 7.52).
L a T F T C de x(f) consta sólo de impulsos porque es periódica y consiste en un ntimero finito de im-
pulsos debido a q u e es de b a n d a limitada. A s í que u n ntimero finito de niímeros caracteriza p o r completo
a la señal en los dominios tanto del tiempo c o m o de la frecuencia. Si se multiplican las intensidades del
impulso en X ( / ) por la tasa de muestreo/^, se obtienen las intensidades del impulso en el m i s m o interva-
lo de frecuencias de Xg(/).

EJEMPLO 7 . 4

Determine la función armónica de la SFTC para la señal x(í) = 4 + 2 eos (20TTÍ) - 3 sen(40Trí) muestreando a
una tasa mayor que la de Nyquist para exactamente un periodo fundamental y determine la función armónica de
la SFTD de las muestras.

• Solución
Hay exactamente tres frecuencias presentes en la señal: O, 10 y 20 Hz. Por lo tanto, la frecuencia más alta pre-
sente en la señal es 20 Hz y la tasa de Nyquist es 40 Hz. La frecuencia fundamental es el máximo común divisor
de 10 y 20 Hz, que corresponde a 10 Hz. Así que se debe muestrear durante \^s. Si se fuera a muestrear la tasa
de Nyquist por exactamente un periodo fundamental, se obtendrían cuatro muestras, si se fuera a muestrear de
manera exacta un periodo fundamental por arriba de la velocidad de Nyquist, deben tomarse cinco o más mues-
tras en un periodo fundamental. Para mantener simple el cálculo se muestreara ocho veces en el periodo funda-
mental. Esto es una tasa de muestreo de 80 Hz. Entonces, si se empieza el muestreo en el tiempo í = O, las
muestras son

{ x [ 0 ] , x [ l ] , . . . , x [ 7 ] ) = 6, 1 -h V2, 4, 7 - V2, 2, 1 - V2, 4, 7 + V2 (7.77)

Al utilizar la fórmula para encontrar la función armónica de la SFTD de una función en TD,

XSFTD[^] = ~ E ^We-''^'"'
(7.78)
se obtiene 433
7.5 Señales periódi-
>[0],Xs [l],....Xs .[7]} = 4, 1, i | , O, O, O , 1 (7.79) cas de banda limitada

Éste es un periodo fundamental de la función armónica X^pj-j-, [le] de la SFTD de la función x[n] en TD. AI de-
terminar la función armónica SFTC de x(f) = 4 + 2 cos(20"7Tf) — 3 sen(407Tr) de manera directa recurriendo a

[k] = — í x(í)e-''^<*''»" dt (7.80)


To Jto

se obtiene
3 3
(Xs .[-4],Xsftd[-3], ...,Xsftd[4]) = 0 . 0 . - j - , 1,4, 1, j - , 0 , O (7.81)
•^2 2

En los dos resultados, los valores {X[0], {X[l], {X[2],{X[3], {X[4]) son iguales, y aprovechando el hecho de
que Xgp^p [K] es periódica con periodo fundamental 8, { X [ - 4 ] , X [ - 3 ] , X [ - 2 ] , X [ ~ 1]} son también iguales.
Ahora se violará el teorema del muestreo tomando muestras a la tasa de Nyquist. En este caso hay cuatro
muestras,

{x[0],x[I],x[2],x[3]) = {6,4,2,4} (7.82)

y la función armónica de la SFTD es

{X[0],X[1],X[2],X[3]} = {4,1,0,1}. (7.83)

La función armónica de la SFTC es


3 3
{X[-2].X(-1],...,XÍ2]} = - / - . 1.4. 1, j - (7.84)

Faltan los valores j , s de la función armónica de la SFTD. Éstos son los coeficientes de la función seno a 40 Hz.
Lo anterior es una demostración de que cuando se muestrea una función seno exactamente a la tasa de Nyquist,
no es posible verla en las muestras porque éstas se toman de manera exacta en los cruces por cero.

E l lector atento q u i z á h a b r á n o t a d o q u e la d e s c r i p c i ó n de u n a señal b a s a d a en m u e s t r a s en el d o -


m i n i o del tiempo a partir de u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l c o n s t a de un conjunto finito de n ú m e r o s x[n],
^ n < + A^Q, q u e c o n t i e n e n A^Q n ú m e r o s reales i n d e p e n d i e n t e s y q u e la c o r r e s p o n d i e n t e d e s c r i p -
ción de la función a r m ó n i c a de la S F T D de la señal en el d o m i n i o de la frecuencia i n c l u y e u n conjun-
to finito de n ú m e r o s X [ ^ ] , /TQ < A- < + N^, q u e c o n t i e n e A'Q n ú m e r o s c o m p l e j o s y, p o r lo tanto, 2Nq
n ú m e r o s reales (dos n ú m e r o s reales p a r a c a d a n ú m e r o c o m p l e j o , las partes real e i m a g i n a r i a ) . Así, pa-
recería q u e la descripción en el dominio del tiempo es más eficiente q u e en el d o m i n i o de la frecuencia
pues se lleva a cabo con u n a m e n o r cantidad de números reales. Sin embargo, ¿ c ó m o es posible q u e su-
ceda esto c u a n d o el conjunto X[k], k^^ k < + Nq, se calcula directamente del conjunto x[«], n
< «Q + Nq, sin ninguna información adicional? U n a inspección más cuidadosa de la relación entre los dos
conjuntos de n ú m e r o s revelará que esta diferencia aparente es u n a ilusión.
C o n s i d e r e p r i m e r o el coeficiente X [ 0 ] . Este se calcula m e d i a n t e la f ó r m u l a de la función a r m ó n i -
ca de la S F T D c o m o

(7.85)
n = {Nn)

C o m o t o d a s las x [ n ] son reales, X [ 0 ] d e b e ser real p u e s es s i m p l e m e n t e el p r o m e d i o de t o d a s las x [ n ] .


Hay dos casos p o r c o n s i d e r a r a c o n t i n u a c i ó n : A^Q par y A^Q impar.

Caso 1 par. P o r s i m p l i c i d a d y sin p é r d i d a de g e n e r a l i d a d , en

ko+No-1
1
X[^] = — J2 -j-!r(kn/No) _
y X n e
-j-nikn/Na) (7.86)
^ 0 ,M«„)
434 sea = ~-{NqI2). Entonces

CAPÍTULO 7
No
El muestreo y la X[/:o] = X (7.87)
transformada de n=(/Vo)
Fourier discreta

y se garantiza q u e X [ ^ Q ] es real. Todos los valores d e la función a r m ó n i c a d e la S F T D e n u n p e r i o d o ,


aparte d e X [ 0 ] y X[-{N^J2)], ocurren e n pares X [ ^ ] y X[~k]. L u e g o r e c u e r d e q u e p a r a cualquier real
x[n], X[fc] = X * [ - f c ] . Esto es, u n a v e z q u e se c o n o c e X[k] t a m b i é n se c o n o c e X [ - ^ ] . D e tal m o d o , aun-
q u e c a d a X [ ^ ] c o n t i e n e d o s ntímeros reales, y c a d a X [ - ^ ] t a m b i é n , X [ - ^ ] n o agrega n i n g u n a informa-
ción p u e s y a se sabe q u e X[k] = X*[-k\. Esto es, X [ - ^ ] n o es independiente de X[k]. A s í q u e ahora se
tienen, c o m o números independientes, X [ 0 ] , X [ - (N^2)] para k positiva. Todas las X[fe] desde k = 1 hasta
{Nq¡2)] - 1 p r o d u c e n u n total de 2{{N^2) - í) = Nq - 2 n ú m e r o s reales independientes. S e suman los
dos coeficientes reales garantizados X [ 0 ] y X[-{N^2)], y finalmente se tiene u n total d e Nq n ú m e r o s rea-
les independientes e n la descripción del domirúo de la frecuencia de esta señal.

Caso 2 Nq impar. P o r simplicidad, y sin p é r d i d a d e g e n e r a l i d a d , c o n s i d e r e k^^ = ~((-^o ^y^)-


E n este c a s o , s i m p l e m e n t e se tiene X [ 0 ] m á s {Nq - l)/2 pares conjugados complejos X [ ^ ] y X[-k].
Ya se h a visto q u e X[k] = X * [ - ^ ] . D e m o d o q u e t e n e m o s el n ú m e r o real X [ 0 ] y d o s n ú m e r o s reales
i n d e p e n d i e n t e s p o r p a r c o n j u g a d o c o m p l e j o o A'Q - 1 n ú m e r o s r e a l e s i n d e p e n d i e n t e s p a r a u n total d e
Nq n ú m e r o s r e a l e s i n d e p e n d i e n t e s .
E l c o n t e n i d o d e la i n f o r m a c i ó n en la f o r m a de n ú m e r o s reales i n d e p e n d i e n t e s se c o n s e r v a en el
p r o c e s o d e c o n v e r t i r d e l d o m i n i o d e l t i e m p o al d e la frecuencia.

7.6 LA TRANSFORMADA DE FOURIER DISCRETA Y SU


RELACIÓN CON OTROS MÉTODOS DE FOURIER
L a t é c n i c a d e análisis d e F o u r i e r q u e se u s a m á s c o m ú n m e n t e en el m u n d o es la l l a m a d a t r a n s f o r m a -
d a r á p i d a deT^ourier q u e es u n a l g o r i t m o eficieftte-^)aFa calcular la t r a n s f o r m a d a d e F o u r i e r discreta
( T F D ) , q u e es casi idéntica a la S F T D . L a s ú n i c a s diferencias r e a l e s s o n u n factor d e e s c a l a y la s u -
p o s i c i ó n d e q u e la p r i m e r a m u e s t r a d e la señal e n T C ocurre en el t i e m p o ? = 0. L a S F T D d e u n c o n -
j u n t o d e m u e s t r a s \[n] = x(nT^), O ^ n < N^, a partir de la señal x(f) en T C se define m e d i a n t e el p a r
de transformadas

X[k] ^ ^ " " ^ x[n]e-^'-^"''''^'> (7.88)


k=0 11=0

d o n d e x [ n ] = x(nT^). L a función a r m ó n i c a X [ ^ ] de la S F T D es p e r i ó d i c a c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l A^^,


y, e n g e n e r a l , la r e p r e s e n t a c i ó n X[n] E T . » ' X[k]e'^'"('^'^F> e s sólo v á l i d a p a r a O ^ n < Np Si x[n] es
p e r i ó d i c a c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l N^y Np= N^, e n t o n c e s la r e p r e s e n t a c i ó n x[n] 2"'.^' X[k]e'^'"<'''^'^F>
es v á l i d a p a r a t o d a n.
L a T F D d e e s e m i s m o c o n j u n t o d e m u e s t r a s se define m e d i a n t e el p a r d e t r a s f o r m a d a s

1 Nf-I
t:fv
Nr-l

X n
[n] = —
=
E ^W'^'"' X[k] = E x[«]<
-jlTiink/NF) (7.89)
k=0 n=0

D e m o d o q u e la relación entre la función a r m ó n i c a d e la S F T D y la T F D e s

XTFDÍ^] = NfXsFTDÍk]. (7.90)

U n a de las aplicaciones prácticas m á s importantes de la T F D es su u s o c o m o u n a aproximación d e la


T F T C . E n el d e s a r r o l l o de la relación e n t r e la T F T C y la T F D q u e sigue, todas las e t a p a s d e p r o c e s a -
m i e n t o d e s d e la función e n T C original h a s t a la T F D se ilustrarán m e d i a n t e u n a señal d e e j e m p l o .
C o n s i d e r e u n a señal x(f) en T C q u e se m u e s t r e a y q u e el n ú m e r o total d e m u e s t r a s q u e se t o m a n
es

Nf = Tpfs, (7.91)
d o n d e Tp es el t i e m p o d e m u e s t r e o total y / es la frecuencia d e m u e s t r e o . E n t o n c e s el t i e m p o entre 435
m u e s t r a s es T d o n d e
7.6 La transformada
de Fourier discreta y
(7.92) su relación con otros
métodos de Fourier

L a señal original del e j e m p l o tanto en el d o m i n i o del t i e m p o c o m o en el d e la frecuencia se m u e s t r a


en la figura 7 . 5 3 .
El p r i m e r p a s o del p r o c e s o e n la c o n v e r s i ó n d e la T F T C en la T F D consiste en m u e s t r e a r la señal
x(í) en T C p a r a formar u n a señal x^[n] en T D .

Xs[n] = x{nTs). (7.93)


Señal aleatoria en TC
L a contraparte en el d o m i n i o d e la frecuencia d e la función e n T D es su
x(f)
T F T D . Si se e m p l e a n las r e l a c i o n e s entre los m é t o d o s d e F o u r i e r q u e se I
o b t u v i e r o n e n el capítulo 5, es p o s i b l e escribir la T F T D d e x^[n], X^( F), \--
en t é r m i n o s d e la T F T C d e x(f), X ( / ) . É s t a es

X,(F) = / . X ( / , F ) * comb(F) = / , £ X ( / , ( F - «)), (7.94)

u n a versión e s c a l a d a e n frecuencia y r e p e t i d a p e r i ó d i c a m e n t e d e X(/) (fi-


gura 7.54).
0.381

Fase de X ( / )

F I G U R A 7.53
Señal en TC original y su TFTC.

Señal en TD formada muestreando la señal en T C


Señal en TD con ventana

4
Xmvl"]
A
tt63
tTTt, ..tttTTtt...^ 'MT.i tlU^ , „
tnT...tttttttt.,
-1 + 63
-1 +
|X,(F)|

-2
V A"°l A

mmm
Fase de X / f )
Fase de X „ , ( F )
I
-2
i
— TT \

nOURA 7.54 F I G U R A 7.55


Señal original, muestreada en el tiempo para formar Señal original muestreada en el tiempo y con ventana para
una señal en TD, y la TFD de la señal en TD. formar una señal en TD, y la TFTD de esa señal en TD.
A c o n t i n u a c i ó n d e b e limitarse el n t i m e r o de m u e s t r a s a aquellas q u e o c u r r e n e n el t i e m p o de
m u e s t r e o A^^ e n T D total. C o n s i d e r e que el t i e m p o de la p r i m e r a m u e s t r a es n = 0. (Ésta es la suposi-
CAPÍTULO 7
El muestreo y la c i ó n que se h a c e p o r regla e n la T F D . P o d r í a n utilizarse otras referencias de t i e m p o , p e r o el efecto de
transformada de u n a referencia d e t i e m p o diferente es s ó l o u n d e s p l a z a m i e n t o d e fase q u e varía l i n e a l m e n t e c o n la fre-
Fourier discreta cuencia.) E s t o p u e d e llevarse a c a b o m u l t i p l i c a n d o x^.[«] p o r u n a función de ventana,

1 O <n < Nf
w[n] = (7.95)
O otro c a s o

c o m o se ilustra e n la figura 7 . 5 5 . E s t a función de v e n t a n a tiene e x a c t a m e n t e A^^ valores distintos de


cero, el p r i m e r o de los cuales o c u r r e en u n t i e m p o discreto n = 0. L l á m e s e a la señal e n T D m u e s t r e a -
da y v e n t a n e a d a x^^^^.[n]. E n t o n c e s

Xj[n] O < n < Nf


x,„v[n] = w[«]x^[«] = (7.96)
O otro c a s o

El proceso de hmitar una señal a u n intervalo fmito Np- en tiempo discreto recibe el n o m b r e de ven-
taneo, porque sólo se considera una parte de la señal muestreada que p u e d e ser vista a través de una
ventana en T D de longiUid finita. L a función de ventana no necesita ser un rectángulo. A m e n u d o se uti-
lizan en la práctica otras formas de ventana para minimizar un efecto llamado fuga (que se describirá des-
pués) en el dominio de la frecuencia. L a T F T D de x^^ [n] es la convolución periódica de la T F T D de la
señal x[n] en T D y la T F T D de la función de ventana w [ n ] ,

X„,v(F) = W(F)®X,(F). (7.97)

L a T F T D de la función de v e n t a n a es

(7.98)
«=o

W(F) =
I - e-P--^ sen(TTF)

(7.99)

o, e x p r e s a d a c o m o u n a función de Dirichlet,

W ( F ) = ¿.-/•"^(^''-i'Aff d r c K f , A ' f ) . (7.100)

Entonces

X „ , , ( F ) = e-'^^-'^'-'^Nf d r c K F , Nf) ® fs Y. ^^fs^^ " ^^'^^^^

o, e m p l e a n d o el h e c h o de q u e u n a c o n v o l u c i ó n p e r i ó d i c a c o n u n a señal p e r i ó d i c a es e q u i v a l e n t e a u n a
c o n v o l u c i ó n n o p e r i ó d i c a c o n u n p e r i o d o f u n d amen t al de la señal periódica,

X , „ . , ( f ) = / , [ í ? - ^ ' " ^ ' ' ^ ^ - " A f f d r c l ( f , Nf)] * X(fsF). (7.102)

D e m o d o q u e el efecto e n el d o m i n i o d e la frecuencia en T D del v e n t a n e o en ü e m p o discreto es q u e


la t r a n s f o r m a d a de F o u r i e r de la señal m u e s t r e a d a en el t i e m p o se ha c o n v o l u c i o n a d o de m a n e r a p e -
riódica c o n

W ( f ) = e'^'^^^^'-^^Nf drcl(F, Nf) (7.103)

(figura 7.56).
L a c o n v o l u c i ó n t e n d e r á a dispersar X^{F) e n el d o m i n i o
de la frecuencia e n T D , lo cual p r o v o c a q u e la p o t e n c i a de TFTD de la ventana, w[«]
X^(F) a c u a l q u i e r frecuencia se fugue h a c i a frecuencias a d y a - !w(f)|
centes e n X^.^ (F). D e a h í es de d o n d e p r o v i e n e el t é r m i n o fu-
ga. El u s o de u n a función de v e n t a n a diferente c u y a T F T D esté 32--
m á s c o n f i n a d a en el d o m i n i o de la frecuencia en T D , m i n i m i -
za (pero n u n c a p u e d e e l i m i n a r p o r c o m p l e t o ) la fuga. C o m o
p u e d e v e r s e en la figura 7.56, c u a n d o a u m e n t a el n i i m e r o de
, . iVp =

m u e s t r a s A^^, el a n c h o del l ó b u l o principal de c a d a p e r i o d o


fundamental de esta función d i s m i n u y e , lo cual r e d u c e la fu-
ga. D e m o d o q u e otra f o r m a de r e d u c i r la fuga es u s a r un c o n -
junto de muestras más grande.
E n este p u n t o del p r o c e s o se tiene u n a secuencia finita de
= 16
n ú m e r o s de la señal en T D , a u n q u e la T F T D de la señal venta-
n e a d a es u n a función periódica e n la frecuencia F en T D conti-
n u a y, p o r lo tanto, no es a p r o p i a d a p a r a su a l m a c e n a m i e n t o y
¡W(F)|
m a n i p u l a c i ó n e n c o m p u t a d o r a . El h e c h o de q u e la función en
el d o m i n i o en T D se h a y a vuelto de t i e m p o limitado m e d i a n t e 32
el p r o c e s o de v e n t a n e o y el h e c h o de q u e la función en el d o -
m i n i o de la frecuencia en T D sea periódica p e r m i t e m u e s t r e a r Aff = 32
e n el d o m i n i o d e la frecuencia en T D p a r a u n p e r i o d o funda-
mental c o n el fin de describir de forma c o m p l e t a la función en
el d o m i n i o de la frecuencia en T D . Resulta natural en este p u n -
F I G U R A 7.56
to p r e g u n t a r c ó m o d e b e m u e s t r e a r s e u n a función en el d o m i n i o
Magnitud de la TFTD de la función de ventana rectangular,
de la frecuencia p a r a reconstruirla a partir de sus m u e s t r a s . L a w[n] = jo, O £ í! < Njr, para tres diferentes anchos de ventana,
respuesta es casi idéntica a la del m u e s t r e o de señales en el d o - ll, en otro caso
minio del t i e m p o salvo p o r q u e el tiempo y la frecuencia h a n in-
t e r c a m b i a d o p a p e l e s . L a única diferencia es que las funciones
en el d o m i n i o de la frecuencia son u n p o c o m á s generales pues suelen ser complejas y n o p u r a m e n t e
reales c o m o las señales en el d o m i n i o del t i e m p o usuales. L a s relaciones entre los d o m i n i o s del tiem-
p o y la frecuencia son casi idénticas d e b i d o a la dualidad de las transformadas de Fourier directa e in-
versa.
E n el capítulo 5 se e n c o n t r ó q u e el m u e s t r e o en el d o m i n i o de la frecuencia en T D c o r r e s p o n d e a
la repetición p e r i ó d i c a en el d o m i n i o en T D a través de la relación.

k \
X„[^] = -Ax (7.104)
Nf \NfJ

d o n d e x^[«] es u n a función p e r i ó d i c a en el d o m i n i o en T D f o r m a d a m e d i a n t e la repetición p e r i ó d i c a


de u n a función x [ n ] , a p e r i ó d i c a en el d o m i n i o en T D X^[¿-], es la función a r m ó n i c a de la S F T D de
X p [ n ] , y Np- es el p e r i o d o f u n d a m e n t a l de la r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a (figura 7.57).
P o r lo tanto, si se f o r m a u n a r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a de x^,^,[«],

oo
(7.105)

c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l A'^, su función a r m ó n i c a de la S F T D es

1 / k
k es un entero (7.106)

o, a partir de (7.102),

X,,„[^] = A ,-;TTF(/Vf-l)
Nf d r c l ( F , Nf) *X(/,F) (7.107)

E l efecto de la ú l t i m a o p e r a c i ó n , m u e s t r e o en el d o m i n i o de la frecuencia en T D , a l g u n a s veces reci-


be el n o m b r e de cercado. El efecto, e n el d o m i n i o en T D , consiste e n repetir de m a n e r a p e r i ó d i c a la
Señal en TD repetida
Señal en TD, \ln] periódicamente, Xp[n]
CAPÍTULO 7
El muestreo y la x[n] x„[«]
transformada de
Fourier discreta 1 -- 1 +

64 64

|X(Í-)|

0.5--

-2 -32 32
Fase de X(F) Fase de XJk]

íí
-32
F I G U R A 7.57
La equivalencia de muestrear en el dominio de la
-2 32
frecuencia y la repetición periódica en el dominio
del tiempo.

función en T D v e n t a n e a d a , c o n u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l de Np (figura 7.58). P u e s t o q u e su l o n g i t u d


distinta de c e r o es e x a c t a m e n t e A^^ ésta es u n a r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a de x^.j^,[n] c o n u n p e r i o d o funda-
m e n t a l igual a su longitud, p o r lo q u e las réplicas miíltiplos de x^.^^.[n] n o se traslapan sino q u e sólo se
tocan. P o r lo tanto, x^^Jn] p u e d e r e c u p e r a r s e de x_^^.^[n] al aislar s i m p l e m e n t e u n p e r i o d o f u n d a m e n -
tal de X^J^,j[M] e n el i n t e r v a l o en T D O n < Np .

El r e s u l t a d o .

A
Nf
Nf drcl(F, N f ) * X ( / , f )
F^klNe (7.108)

es la función a r m ó n i c a d e la S F T D de u n a e x t e n s i ó n p e r i ó d i c a de la señal e n T D f o r m a d a al m u e s t r e a r
la señal e n T C original d u r a n t e u n t i e m p o finito. P u e s t o q u e la T F D es igual q u e la función a r m ó n i c a
de la S F T D salvo p o r el factor de e s c a l a de A^^, la e x p r e s i ó n e q u i v a l e n t e en t é r m i n o s d e la T F D es

-j-ñF(NF-l)
Xíh..,,TDF[^] = A/FXs„,,,SFTD[^] = / « [e TVf d r c K F , NF)*Xif,F)
F^k/Np'

(7.109)
L a T F D d e m u e s t r a s de u n a señal e n T C p u e d e utilizarse p a r a a p r o x i m a r la T F T C de la señal. L a
T F T C de u n a señal x(í) es

X(/)= j x{t)e-'^^f'dt. (7.110)


— ce

C u a n d o se aplica esto a señales q u e son c a u s a l e s , se o b t i e n e

oo

X(/) = j x(t)e'J^^^'dt. (7.111)


Señal en TD ventaneada y muestreada en frecuencia 439
7.6 La transformada
t de Fourier discreta y
1 — su relación con otros
métodos de Fourier
TTTT.^.*ttTTTT*^TTTT.^.*ftTTTTt^TTTT.^.»ttTTTTt^TnT.^.«ttTTTTy
* •«* t""'«
63
-1 +

2.9154 •

TlLTttttft*IIT •TtttttT* » T t M t t t »lll TII»TtftttT»IIT


-32 32
Fase de X „ , , M

F I G U R A 7.58
* * Señal original, muestreada en el tiempo con ventana y
Win repetida periódicamente, para formar una señal en TD
periódica y la función armónica de la SFTD de esa señal.

= s posible escribir esta integral e n la f o r m a

(7.112)
X(/) = ¿ í xit)e-^'--f'dt.

7". es suficientemente p e q u e ñ o , la variación d e x(r) e n el intervalo d e tiempo nl^ < t < (n + \)T^
- pequeña y la T F T C p u e d e a p r o x i m a r s e m e d i a n t e

(« + 1)7",
ce n (7.113)
dt
= ^x(«r,) / e-^^-f

(7.114)
\ / ) = ^x(«r,)
n=0 i'T, 11=0 J2^f

X(/) = ' ' TMnTs)e-^'-f"^' = Tse-^-f^' sinc(r,/) Yx{nTs)e-^'-f"'s (7.115)


n=0

(figura 7.59).

/I =O n = NF

F I G U R A 7.59
Una señal en TC e intervalos mtíltiples
sobre los cuales la integral de TFTC
puede evaluarse.
Si x(f) es u n a señal de energía, entonces m á s allá d e cierto t i e m p o su t a m a ñ o d e b e volverse des-
preciable y es posible sustituir el intervalo infinito de n en la sumatoria c o n un intervalo finito O ^ n
CAPÍTULO 7
El muestreo y la < Np ,lo q u e p r o d u c e
transformada de
Fourier discreta
X(/) = T,e-^^-f^' sinc(r,/) ^ x(nT,)e-^^^-f"^'. (7.116)
n=0

Si se calcula la T F T C sólo p a r a múltiplos enteros d e / ^ / N ^ ,

(7.117)

NfJ \ N f J

L a s u m a t o r i a en (7.118) es la T F D de x[n] = x{nT^). P o r lo tanto,

k
XTFDÍ-fe]. (7.119)
Xikfp) = r,e-^<"'--/'^^' sinc
Nf

P a r a los n ú m e r o s k d e a r m ó n i c a , p a r a los cuales k <K Np,

XikfF) = r.XTFDÍ^]. (7.120)

A s í que si se sobremuestrea mediante u n factor grande y se muestrea u n gran n ú m e r o de veces, la apro-


ximación en (7.120) se vuelve exacta p a r a frecuencias m u y p o r abajo de la mitad d e la tasa d e muestreo.
A c o n t i n u a c i ó n se c o n s i d e r a r á u n c a s o especial d e la aplicación de la T F D . S u p o n g a q u e la señal
original x(í) es limitada e n b a n d a c o n frecuencia m á x i m a y periódica c o n p e r i o d o fundamental
y q u e se m u e s t r e a A^^ veces a u n a tasa m a y o r que la N y q u i s t p a r a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o f u n d a m e n -
tal (figura 7.60). Si la señal se m u e s t r e a r a a e x a c t a m e n t e la tasa d e N y q u i s t p a r a u n p e r i o d o funda-
m e n t a l , el n ú m e r o de m u e s t r a s sería el entero p a r N^ = ^f^Jf^ (debido a q u e la frecuencia m á s a l t a / , ,
en u n a señal periódica d e b e ser u n múltiplo entero d e la frecuencia f u n d a m e n t a l / Q ) . P o r lo tanto, el
n ú m e r o d e m u e s t r a s d e b e ser u n entero Np> N^y f^ = Np / Q . P u e s t o q u e la señal es periódica, tiene
u n a r e p r e s e n t a c i ó n de la S F T C

(7.121)
x(r) = Y Xs^icW^^'^f'^
q=-oc

y debido a q u e es de b a n d a limitada,

(7.122)
XsFTDÍ?] = 0 \q\> = —
Jo 2

...llt ,.t„llr, ,.t,ttli,


F I G U R A 7.60
lll1 1 1*'Iji 1 ni 1 1 1 1 1''
Una señal periódica de banda limitada y una señal en TD
formada muestreándola por arriba de su tasa de Nyquist.
y, p o r lo t a n t o .
]V„/2 441
(7.123) 7.6 La transformada
q=~(N„/2) de Fourier discreta y
su relación con otros
R e l a c i o n a n d o la T F T C c o n la función a r m ó n i c a de la S F T C , métodos de Fourier

'Vo/2

X ( / ) = Y XSFTD[?]8(/- ^/o) (7.124)


q=-(No/2)

(figura 7.61). (Se utiliza el índice q en lugar de k p o r q u e e s t e ú l t i m o será la variable i n d e p e n d i e n t e e n


la función a r m ó n i c a de la S F T D de la señal \,„[k] m u e s t r e a d a e n el t i e m p o , v e n t a n e a d a y m u e s t r e a -
d a e n la frecuencia e n T D . )
L a f o r m a en el d o m i n i o de la frecuencia de la T D de X^,^,^[ír] es

NfdTcUF, NF)*X(fsF) (7.125)


F-^klNf'

d o n d e d e b e e n t e n d e r s e q u e X^pp[/r] es la T F D de las m u e s t r a s , n o la función a r m ó n i c a de la S F T D de


las m i s m a s . S u s t i t u y e n d o e n X ( f ) = E^'l'li.Vij/j) Xj^j.^ [q\W ~ IÍq) Y e f e c t u a n d o el c a m b i o de v a r i a b l e
f^f^F c o m o se indica e n (7.125),

XTFDÍ^]
No/2
-j-ñFiNf-l)
Np d r c K F , Nf) * J2 XsFTc[?]8(/.f - qfo)
q=-(No/2) -I F^k/Nf (7.126)

A l r e a c o m o d a r y utilizar la p r o p i e d a d de e s c a l a m i e n t o del i m p u l s o ,

XTFDÍ^]
^0/2
,-JTTFiNf~1)
NpdidiF, Nf) *b[ F - q — (7.127)
E XsFTCÍ?]
U=-(/Vo/2)
Js /

U s a n d o A^^ = f/f^ y al efectuar la c o n v o l u c i ó n i n d i c a d a ,

XTFDÍ^]
^0/2 ,
-J7T{F-(q/NF))(NF~l)
J2 XsFTc[?] e-^"'^
Nf drcl [F - —.Nf (7.128)
Nf /
Lq=-(No/2) ^ F^k/Nf

!x(/)|

ix,(/)l

F I G U R A 7.61
Las TFTC de la señal original y la señal muestreada
^ por impulsos.
IXsFTcWl

SFTC

F I G U R A 7.62
k Relación entre la función armónica de la SFTC de una señal
periódica de banda limitada y la TFTD de muestras de un
TFD periodo fundamental de esa señal.

A l realizar el c a m b i o d e v a r i a b l e F - ^ k/N^ c o m o se señala en (7.128),

V í /k - a
(7.129)
T XsFTc[?] . - ^ • - « ^ - ^ V A ' . ) ( A ' . - i ) ^ , ^ drcl

L a función d e D i r i c h l e t drcl(í, AO es c e r o c u a n d o t es u n m ú l t i p l o e n t e r o d e l/N, a m e n o s q u e t s e a u n a


e n t e r o . C u a n t o t es u n e n t e r o , la función d e D i r i c h l e t es + 1 o - 1 . E n (7.129) p u e s t o q u e ky qson en-
teros, k - q t a m b i é n es u n e n t e r o . P o r lo tanto, la función d e Dirichlet drcl ({k - q)/Np Np) es c e r o
p a r a t o d o v a l o r d e (k — q)INp s a l v o c u a n d o éste es u n e n t e r o . C u a n d o {k — q)INp es un entero, el va-
l o r d e e - M « r - « ) / A ' f ( A ' f - i ) xA^^drcl((fc - q)l Np, Np) es A^^.
P u e s t o q u e la s u m a t o r i a c o n r e s p e c t o a ^ e n (7.129) es p a r a el intervalo -{N^ /2) < ^ < A'Q / 2
p a r a v a l o r e s d e k en el intervalo - ( A / g /2) < ^ < A^Q / 2 , {k - q)Np = m, sólo p u e d e satisfacerse p a r a
m = O, lo q u e significa q u e k = q. En c o n s e c u e n c i a ,

X T D F Í ^ ] = A^fXsFTDÍ^] -{No/2) < k < No/2. (7.130)

Para otros valores de k la relación es igual, excepto en q u e el múltiplo entero de A'^ d e b e agregarse a q.
Esto es, Xj^lk] es u n a repetición periódica de NpX^pj.f^[k] c o n p e r i o d o fundamental A^^ y

X T F D [ ^ ] = A^fXsFTCÍ^] * c o m b / V J A : ] (7.131)

(figura 7 . 6 2 ) .
E n p a l a b r a s , si u n a señal x(í) es p e r i ó d i c a , d e b a n d a l i m i t a d a y se m u e s t r e a A^^ v e c e s a u n a tasa
m a y o r q u e su tasa de N y q u i s t , e x a c t a m e n t e p a r a u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l , la T F D d e e s e c o n j u n t o d e
m u e s t r a s es Np m u l t i p l i c a d a p o r u n a r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a d e la función a r m ó n i c a X^pp^lA:] d e la S F T C
d e la señal original x(f) c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l A^^. D e m o d o q u e e n el c a s o especial d e señales p e -
riódicas d e b a n d a limitada m u e s t r e a d a s p o r arriba d e la tasa d e N y q u i s t p a r a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o
f u n d a m e n t a l , la T F D d e las m u e s t r a s p u e d e c o n v e r t i r s e e x a c t a m e n t e e n la S F T C (y, p o r lo tanto, e n l a
T F T C ) de la señal original.
A continuación se presenta u n p r o g r a m a en M A T L A B para calcular la S F T C d e u n a señal c o n b a s e
e n m u e s t r a s d e ella d a d a la s u p o s i c i ó n d e q u e se m u e s t r e a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l u n n ú -
m e r o e n t e r o d e v e c e s a u n a tasa m a y o r q u e l a d e N y q u i s t .

Función para calcular una aproximación a l a serie de Fourier de tiempo continuo


(SFTC) X[k] de una señal x(t) basada en un conjunto de datos de entrada x(n*Ts),
n = O a NF -1
los números de armónica k, donde NF e s el número t o t a l de muestras. El vector
que se produce es un vector de l a s X[k] y l a entrada de l a s k para l a función.
Si no se proporciona un vector de entrada k, l a s k que se producen estarán en e l
intervalo -NF/2 < k < NF/2.

El cálculo se efectúa con base en l a suposición de que el conjunto de datos


x(n*Ts) proviene de un periodo de l a señal periódica x ( t ) y que el muestreo se
efectúa de acuerdo con e l teorema del muestreo.
% Con b a s e en esas suposiciones, cualesquiera componentes de l a
% SFTC en números de armónica en o a r r i b a de NF/2 tendrá amplitud
7.7 Ejemplos del uso
% cero y ese valor se producirá para cualquier k o por a r r i b a de de la transformada de
% NF/2 en valor absoluto. Fourier discreta
% t y X deben s e r vectores columna de números reales y deben
% tener l a misma longitud.
% [X,k] = CTFS{x,t,k)
function [X,k] = CTFS(x,t,k)
NF = length(x) ;

% Se calcula el intervalo de muestreo, la frecuencia de muestreo


% y l a frecuencia fundamental de x ( t ) .
Ts = t(2) - t ( l ) ; fs = 1/Ts ; fF = fs/NF ;
% Si el vector k no es l a entrada, se genera uno para cubrir de
menos NF/2 a NF/2.
if nargin < 3, k = [-NF/2:NF/2]' ; end

% Se calcula un periodo de l a SFTC.


Xper = DTFS(x) ; kvec = [0:NF-1]' ;

% Si l a primera muestra no está en el tiempo t = O, l a fase


% desplaza a l a SFTC de manera correspondiente.
Xper = Xper.*exp(-j*2*pi*(kvec*fF)*t(1)) ;

% Se calcula la SFTC en l o s valores del vector de entrada


k suponiendo aquí que esto se r e p i t e de manera periódica como l a
% SFTD.

X = Xper(mod{k,NF)+1) ;

% Se fijan l o s valores de l a s amplitudes de l a s armónicas de l a

% SFTC en cero para l a s k fuera del intervalo de -NF/2 a NF/2.

X(find(abs(k)>=NF/2)) = O ;

7.7 EJEMPLOS DEL USO DE LA TRANSFORMADA


DE FOURIER DISCRETA
L o s s i g u i e n t e s e j e m p l o s i l u s t r a r á n a l g u n a s d e las c a r a c t e r í s t i c a s y l i m i t a c i o n e s d e la T F D c o m o u n a
h e r r a m i e n t a d e a n á l i s i s de Fourier.

Jíji:.MPi.o 7.5

La señal periódica de banda limitada

x ( 0 = 1 + cos(8irT) + sen(4'TrO (7.132)

se muestrea a la tasa de Nyquist (figura 7.63). Encuentre los valores de la muestra para un periodo fundamental
y determine la TFD de los valores de la muestra. Encuentre la función armónica de la SFTC de la señal.

2.1249

F I G U R A 7.63
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola a su tasa en Nyquist para un periodo
fundamental.
• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por consiguiente, las muestras deben tomarse a 8 Hz. El pe-
CAPÍTULO 7 riodo fundamental de la señal es 0.5 s. Por lo tanto, se requieren cuatro muestras. Suponiendo que la primera
El muestreo y la
muestra se toma en el tiempo t = O, las muestras son
transformada de
Fourier discreta
{ x [ 0 ] , x [ l ] , x [ 2 ] , x [ 3 ] } = {2, 1 , 2 , - 1 ) . (7.133)
De acuerdo con la definición,

(7.134)
;,=0

3
XTFD[0] = ^ x [ n ] = 4,
n=0

XTFD[1] = E ^[n]e-"^""^ = 2 - j - 2 - j = -j2, (7.135)


;i=0

3
(7.136)

XTFD[2] = E = 2 - 1 + 2 - H = 4,
(7.137)

XTFD[3] = E = 2 + j - 2 + j = j2.
En consecuencia, la T F D es

{X[0],X[I],X[2],X[3]}TFD = {4,-72,4,72} (7.138)

La T F T C de la señal original es

X ( / ) = 8 ( / ) + - [ 8 ( / - 4) + 8 ( / + 4)] + ^ [ 8 ( / + 2) - 8 ( / - 2)] (7.139)

o, al ordenar los impulsos con base en la frecuencia creciente,

X ( / ) = U(f + 4) + ^ 8 ( / + 2) + 8 ( / ) - ^ 8 ( / - 2) + ^ 8 ( / - 4) (7.140)

la cual es de la forma.
No/2

Xif)= J2 XsFTc[í:]8(/-n/o), (7.141)

donde Xgpj.^, [=] es la función armónica de la S F T C / Q = \/Tq y es el periodo fundamental de la señal. De tal
modo, la función armónica de la S F T C de la señal periódica de banda limitada a partir de la cual se toman las
muestras (para un periodo fundamental) es

(7.142)
{ X [ - 2 ] , X [ - l ] , X [ 0 ] . X { l ] , X [ 2 ] } s F T C = \ \'+^2' ^'~2' \

Si se dividen los resultados de la T F D entre el número de puntos, 4, se obtiene

(7.143)
^{X[0],X[1],XÍ2],X[3]}TFD =
• 2 2

Utilizando la periodicidad de la TFD, se ve que se obtienen los valores correctos para X[—1], X[0] y X [ l ] , pero
no para X[2] y X [ - 2 ] . Están equivocados por un factor de dos debido a la formación de alias. No se muestreo
por arriba de la tasa de Nyquist; se hizo a esa misma tasa. ^

E n el e j e m p l o 7.5 la señal se m u e s t r e o de m a n e r a e x a c t a a la tasa d e N y q u i s t d u r a n t e u n p e r i o d o


f u n d a m e n t a l . ¿ Q u é h a b r í a o c u r r i d o si el m u e s t r e o se h u b i e s e e f e c t u a d o a d o s v e c e s la tasa d e N y q u i s t
p a r a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l o a la tasa de N y q u i s t p a r a dos p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s ?

E,IEMPLO 7.6

La señal periódica de banda limitada

x(f) = 1 -H cosíSiTf) -I- sen(4TT/) (7.144)


se muestrea al doble de la tasa de Nyquist (figura 7.64). Determine los valores de
las muestras para un periodo fundamental y encuentre la TFD de los valores de las
muestras. Obtenga también la función armónica de la SFTC de la señal. 2.1249

• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por lo tanto, las muestras de-
ben tomarse a 16 Hz. El periodo fundamental de la señal es 0.5 s. Por consiguien-
te se requieren ocho muestras. Suponiendo que la primera muestra se toma en el
tiempo f = O, las muestras son xln]

i
1 1 1 1 --
{x[0],...,x[7]} = 2, 1 -I- 1, 1 + , 2, 1 -
V2
I T T , .
(7.145)
V la TFD de esas muestras es
1 '
{X[0],...,X[7]}TDF = { 8 , - y 4 , 4 , 0 , 0 , 0 , 4 , 7 4 } . (7.146) F I G U R A 7.64
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola al doble de su tasa de Nyquist para un
periodo fundamental.
La función armónica de la SFTC de la señal original es la misma que antes,

1 i y 1
¡X[-2],X[-l],X[0],X[l],X[2]}sFTC - F - , I, - (7.147)
2 2 2 2

y al dividir el resultado de la TFD entre 8,

Í{X[0],...,X[7]}Dpr = L - 4 - . 0 . 0 . 0 . i + ^ (7.148)
' 2 2 2 2

Utilizando la periodicidad de la TFD se observa que estos resultados concuerdan. En este caso, se muestreo dos
\'eces más rápido que en el ejemplo 7.5. Lo que se obmvo en el problema fue información acerca de frecuencias
más altas que las que podrían haber estado presentes en la señal y ninguna formación de alias debido a que se mues-
treo por encima de la tasa de Nyquist. Desde luego, puesto que se usó la misma señal, no se presentó ninguna fre-
cuencia más alta y todas las X[k], {X[3], X[4], X[5]}^p^, adicionales fueron iguales a cero.

EjEAíPrx) 7.7

La señal periódica de banda limitada

x(t) = 1 + cos(8-ñr) + sen(4iTí) (7.149)

se muestrea a la tasa de Nyquist (figura 7.65). Determine los valores de la muestra para dos periodos fundamen-
tales, encuentre la TFD de los valores de las muestras y compare con la TFC de la señal. Obtenga también la fun-
ción armónica de la SFTC de la señal.

• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por lo tanto, las muestras deben tomarse a 8 Hz. El periodo
fundamental de la señal es 0.5 s. Por lo tanto, se requieren ocho muestras. Si se supone que la primera muestra
se toma en el tiempo t = O, las muestras son

{x[0], . . . , x [ 7 ] } = {2, 1,2, - 1 , 2 , 1,2, -1¡ (7.150)

V" la TFD de dichas muestras es

{X[0],...,X[7]}TFD = { 8 , 0 , - j 4 , 0 , 8 , 0 , j 4 , 0 ¡ . (7.151)
m

CAPÍTULO 7
2.1218
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta

F I G U R A 7.65
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola a su tasa de Nyquist para dos periodos
fundamentales.

La función armónica de la SFTC de la señal original sigue siendo la misma,

{X[-2],X[-l].X[0],X[l],X[2]}sFTc = (7.152)
2 2 2 2

Al comparar la función armónica de la SFTC y la TFD,

1, O, 1, 0 , + ^ ,0
(7.153)
AX[0],...,X[7]}TFD =

La fundamental de la SFTC corresponde a la segunda armónica de la TFD debido a que se muestreo para
dos periodos fundamentales. En consecuencia, los resultados corresponden correctamente, de nuevo excepto pa-
ra la armónica más alta que está errada debido a la formación de alias. Como en el ejemplo 7.5 se muestreo a
la tasa de Nyquist y no por encima de ella. Como en el ejemplo 7.6 se obtuvo información adicional acerca de
la señal. Al muestrear al doble, fue posible reconocer frecuencias dos veces más bajas (periodos fundamentales
dos veces más grandes) que los que podrían haberse presentado en la señal. Eso hizo que la frecuencia distinta
de cero más baja en la TFD fuera la mitad de lo que era antes. Además, puesto que X^j-p^}/:] ocurre en múltiplos
enteros de la frecuencia distinta de cero más baja, la gráfica completa en el dominio de la frecuencia tiene el do-
ble de la resolución que tenía en los ejemplos 7.5 y 7.6. La tasa de muestreo es igual que en el ejemplo 7.5; por
lo tanto, la frecuencia más alta que puede encontrarse es la misma que en el ejemplo 7.5 y la mitad de la del
ejemplo 7.6.

EJEMPLO 7.8

Muestree la señal

r - 2
x(í) = 5 sen(Trí) rect (7.154)

empezando en el tiempo / = O,
fl) 16 veces a 4 Hz
b) 32 veces a 4 Hz
c) 64 veces a 4 Hz
d) 32 veces a 8 Hz
e) 64 veces a 8 Hz

En cada caso determine la TFD de las muestras y grafíque las comparaciones de la señal y sus muestras en el do-
minio del tiempo, y las comparaciones de la magnitud de la TFTC de la señal y la magnitud del producto de la
TFD de las muestras y el intervalo de muestreo 7"^.

• Solución
La TFTC de x(r) es

„-j4Tr(/ + (l/2)) _ „-J4IT(/~{1/2)) (7.155)


X ( / ) = jlO
^ + 2
Np = 16, / , = 4

x(í) y x[n] 7.7 Ejemplos del uso


de la transformada de

Iv /í
Fourier discreta
5 -

t o nT,.

1/ ^
1 '

|X(/)|y7-,|XM|

JO'

F I G U R A 7.66
fokf,
Señal muestreada 16 veces a 4 Hz.

a) La señal que se muestrea 16 veces a 4 Hz se muestra en la figura 7.66. La TFD se repite de manera perió-
dica con periodo fundamental iV^ = 16 o, en términos de la frecuencia, con periodo fundamental = Np-fp,
pero en el intervalo de frecuencia — (/^/2) < / < / ^ / 2 la TFD (multiplicada por el intervalo de muestreo T^)
parece aproximarse a muestras de la TFTC a mííltíplos enteros de la frecuencia fundamental fp = f^lNp de
la TFD. La resolución de la TFD no es muy buena. Puesto que todas las muestras excepto dos en el interva-
lo de frecuencia — (/./2) <f<fjl ocurren en ceros de la TFTC, si sólo se considera el resultado de la TFD
sin conocer la TFTC, se concluiría que la TFTC tuvo dos impulsos a frecuencias positivas y negativas igua-
les y que, en consecuencia, la señal original era una senoide. Recuerde que la TFD se aplica exactamente a
señales periódicas y el conjunto de muestras que se utiliza aquí proviene de manera exacta de dos periodos
fundamentales de una senoide. Ante la falta de otra información, la conclusión lógica para las muestras es
que el patrón de éstas se repite de manera periódica y que la señal es consecuentemente una senoide, en vez
de la señal real que es la versión de tiempo limitado de una senoide. Al tomar más muestras se resolvería es-
te problema.
h) La señal que se muestrea 32 veces a 4 Hz se ilustra en la figura 7.67. En este caso se tomaron dos veces más
muestras que en la parte a). Todas las muestras adicionales fueron cero. Este tipo de extensión del muestreo
de una señal con ceros adicionales se conoce como relleno de ceros. La inclusión de ceros adicionales du-
plica el tiempo total de muestreo y la resolución de la T I D . Ahora se cuenta con valores de la TFD que caen
entre cruces por cero de la TFTC, y es posible empezar a ver,
al considerar sólo la TFD, que la señal original no es simple-
mente una senoide. La concordancia entre la TFD y la TFTC
Np = 32, / , = 4
parece muy buena a bajas frecuencias, pero observe que en
las cercanas a la mitad de la tasa de muestreo, la concordan- x(r)> X[«]

1
cia entre la TFD y la TFTC no es tan apropiada. Esta dife-
5-
rencia se observa con mayor facilidad en una gráfica de
magnitud logarítmica (figura 7.68). La diferencia la provoca

h
la formación de alias. La señal original no es de banda limi-
1
1
tonT,
tada por lo que los alias se traslapan y, en este caso, eso pro- - 2

voca un error importante cerca de la mitad de la tasa de


-5 -
muestreo.
c) La señal que se muestrea 64 veces a 4 Hz se presenta en la |X(/)| y 7-JXMl
figura 7.69. En este caso el número de muestras volvió a du-
lO'
plicarse. Esto duplica nuevamente la resolución de la T I D
pero no ayuda con el problema de la formación de alias. Una
tasa de muestreo más alta reduciría errores debidos a la for-
mación de alias.
d) La señal que se muestrea 32 veces a 8 Hz se ilustra en la fi-
•f^kfp
gura 7.70. Aquí la tasa de muestreo se duplica y el número
de muestras es igual que en la parte b). De nuevo, como en
la parte a) la TFD parece indicar que la señal era una senoi-
de pura porque se muestrearon exactamente dos ciclos de F I G U R A 7.67
una senoide. Si ahora se incrementa el número de muestras Señal muestreada 32 veces a 4 Hz.

A
lx(/)ldByrJxwidB

i
CAPÍTULO 7
20 '
El muestreo y la

m
transformada de -4í
fokfp
Fourier discreta

FIGURA 7.68
Gráfica de magnitud logarítmica; señal muestreada 32
veces a 4 Hz.
Mi -50

= 64, = 4

|X(/)lyr,lXM¡

FIGURA 7.69 ..Jr.tfr.ifr.<tWMVftfTO


Señal muestreada 64 veces a 4 Hz. -4

Ne = 32, / , =

tonT,

|X(/)|yr,lX[i:l|

lOlii

FIGURA7.70
Señal muestreada 32 veces a 8 Hz.
I
a esta tasa de muestreo, se obtendrá una mejor resolución en el dominio de la frecuencia y se tendrá un error
de formación de alias reducido.
e) La señal que se muestrea 64 veces a 8 Hz se presenta en la figura 7.71. Los errores de formación de alias
se reducen y la resolución en el dominio de la frecuencia es lo suficientemente buena para ver que la señal
no es una senoide (figura 7.72).
Nf = 64, / , = 8 449
x(í) y x[n] 7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
Fourier discreta

]—>- t o nT,

!x(/)|yr,jxM|

10

liSMMM F I G U R A 7.71
Señal muestreada 64 veces a 8 Hz.

íx(/)Ly7'.|xwldB

20 A - - A

• /o

F I G U R A 7.72
Gráfica de magnitud logarítmica; señal
-50 muestreada 64 veces a 8 Hz.

Este ejemplo refuerza el principio general establecido antes con respecto a que el muestreo más largo mejo-
ra la resolución en el dominio de la frecuencia y el muestreo a una velocidad más alta reduce errores debidos a
la formación de alias. De modo que una buena regla general al usar la TFD para aproximar la TFTC es muestrear
lo más rápido posible el mayor tiempo posible. En el límite teórico en el que se muestrea infinitamente rápido
durante un tiempo infinito, se preserva toda la información en la TFTC en la TFD. Esta última se aproxima a la
TFTC en ese límite. Desde luego, en cualquier situación práctica existen límites impuestos por los muestreadores
reales. Éstos sólo pueden muestrear a una tasa finita, y las memorias de las computadoras reales sólo almacenan un
número finito de valores de datos.

L o s e j e m p l o s 7.5 a 7.8 a n a l i z a r o n m u e s t r a s de funciones m a t e m á t i c a s c o n o c i d a s p a r a p r e s e n t a r


algunas características de la T F D . El e j e m p l o 7.9 es m á s realista e n c u a n t o a q u e la señal n o es u n a
función m a t e m á t i c a c o n o c i d a .

Suponga que se toman 16 muestras de una señal a intervalos de 1 ms y que las muestras son las que se granean
en la figura 7.73 (con la suposición usual de que la primera muestra ocurre en el tiempo t = 0). La razón para to-
mar las muestras es obtener información acerca de la señal. ¿Qué se conoce hasta ahora? Se saben los valores de
la señal en 16 puntos. Si se van a obtener más conclusiones es necesario tener más información o efectuar algu-
nas suposiciones.

• Solución
^.Qué pasó antes de la primera muestra y después de la última? ¿Qué sería razonable suponer? Podría suponerse
que la señal varía de manera similar fuera de este intervalo de muestras. Dicha variación podría tomar muchas for-
mas diferentes. De modo que la suposición no es matemáticamente precisa. Una forma posible sería la señal de la
figura 7.74a). Podría confirmarse que la señal es cero fuera de este intervalo de muestras (figura 1 .lAb). Sin embar-
go, si ése es el caso, se sabe que no es posible muestrear de manera adecuada porque una señal que está limitada
en el tiempo no está limitada en banda. La suposición usual es que el conjunto
de muestras que se toman es razonablemente representativa de la señal total. (Si
esto no es cierto, el análisis no será muy significativo.) Esto es, se supone que
1.3356 — la señal fuera de este intervalo de tiempo es similar a la señal dentro de él. Pa-
ra hacer precisa dicha suposición, se considerará que la señal antes y después
15 de las muestras es lo más similar posible a la señal durante el muestreo. Se su-
JJL
T pone que si se muestrea un poco más, se repetirá el conjunto de muestras obte-
nido, una y otra vez (figura 7.74c). Esto es muy probable que no sea del todo
cierto. Sin embargo, ¿habría una mejor suposición? Si el conjunto de muestras
-1.496 +
que se toma es característico, entonces la suposición de que la señal mantiene
el mismo comportamiento una y otra vez es lo mejor que puede considerarse.
Mediante esa suposición es posible afirmar que las muestras se toman de un
F I G U R A 7.73
periodo fundamental de una señal periódica. Se supone que si se mantiene el
Una señal en TD formada al muestrear una señal en TC
muestreo, se repetirían las muestras una y otra vez.
desconocida durante un tiempo finito.
La siguiente pregunta lógica es, ¿qué sucede entre las muestras? De nue-
vo, en realidad no se sabe. A continuación se presentan algunas ilustraciones
de cómo podría haberse observado la señal que se muestreo (figura 7.75). En cada una de las tres señales de la fi-
gura, los valores de la muestra son los mismos, pero las señales son diferentes. A menos que se sepa algo más, cual-
quiera podría ser la señal real muestreada. No obstante, si la señal se muestreo de manera apropiada de acuerdo
con el teorema del muestreo de Shannon (a una tasa a más del doble que su máxima frecuencia), sólo una de es-
tas señales candidatas sería la muestreada, la última en la figura 7.75. De tal modo, ahora se han reducido a una
sola las señales posibles a partir de las cuales podrían provenir las muestras: una señal periódica de banda limita-
da que pasa a través de los puntos. Después de esto sería posible tomar el conjunto original de muestras y a partir
de él realizar la mejor estimación (con base en las suposiciones) de la señal en TC de la cual proviene. Esta es la
manera exacta en la cual se creó la señal en TC de la figura 7.75c).
En lugar de tratar de reconstruir la señal original a partir de sus muestras, es más común utilizar la TFD pa-
ra analizar el contenido de frecuencia en las señales. Se sabe cómo determinar la función armónica de la SFTC
utilizando la TFD. ¿Cuál es la relación entre la función armónica de la SFTC y la TFTC de la señal original? Se
demostró antes que
iVo/2

X(/)= E XsFTcW8(/-¿/o). (7.156)


t=-(A'o/2)

x[n]
f
2 —

-32
1 tII-.TTTI?. 1t .Tt Tvííl. ,
1| f
-2 +

a)

x[ n]

2-

IT .Tt ,„ , i .
-32 48

~2 -

xln]

2 - -

F I G U R A 7.74
Tres posibles extensiones de las muestras originales.
7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
Fourier discreta

F I G U R A 7.75
Tres señales, todas tienen los valores de muestreo originales.

Esto es, la TFTC para la supuesta señal periódica de banda limitada es un conjunto finito de impulsos espaciados
mediante la frecuencia fundamental/q. Mediante la relación entre la función armónica de la SFTC y la TFD que
se obtuvieron antes para señales periódicas de banda limitada.

Nf/2
A < , < A (7.157)
X(/) = — J2 XTFD[^]8(/-¿/O)
k=-(NFl2)
2 " " 2

" Nf' Nf
X(/) = •^TFD H f -
2

Nf
M / - ( - í ^ + i)/o + •

Nf
+ ^TFD[0]8(/) + -.- + XT - 1 f - / o
J \ \ 2 /

+ z™ [ f ] 8 ( / - f / o ) (7.158)
(Observe que siempre son cero los componentes de la función armónica de la SFTC en los mímeros de armónica
—(Npl2) y Npll si la señal se muestrea de manera apropiada a más del doble de la frecuencia de Nyquist porque en
CAPÍTULO 7
ese caso no hay potencia de señal a la mitad de la tasa de muestreo. Cuando se incrementa la tasa de muestreo, más
El muestreo y la
y más de ios componentes cercanos a la mitad de la tasa de muestreo también serán cero.
transformada de
Fourier discreta

EJEMPLO 7 . 1 0

Muestree una función senoidal y determine la TFD de las muestras y la función armónica de la SFTC de la repe-
tición periódica.

• Solución
Esta descripción del problema, al igual que muchos problemas reales de ingeniena, se define en forma ambigua.
Se deben realizar selecciones razonables en cuanto a las tasas y tiempos de muestreo de manera que los resulta-
dos sean útiles. Considere que la señal en TC es un coseno de amplitud unitaria, que el periodo fundamental es
igual a 10 ms, que el tiempo total de muestreo es de 20 ms y que se toman 32 muestras en ese tiempo. El cose-
no se describe por medio de

X ( 0 = COS(200'7Tf) (7.159)

y su TFTC es

X ( / ) = - [ § ( / - 1 0 0 ) - F 8 ( / + 100)]. (7.160)

Puesto que la frecuencia del coseno es 100 Hz y la tasa de muestreo es 1.6 kHz, la señal en definitiva estará so-
bremuestreada y no se presentarán alias. Los resultados se ilustran en la figura 7.76.
En este caso la señal es de banda limitada y periódica y el muestreo se efectúa para un número entero de pe-
riodos fundamentales. Por consiguiente, debe esperarse una correspondencia exacta entre la TFTC de la señal en
TC y la TFD de las muestras. La TFTC de la senoide original tiene dos impulsos, uno en -K/q y el otro en - / g ,
donde/q es la frecuencia del coseno. Para una senoide de amplitud unitaria como ésta, cada una de las intensida-
des de los impulsos sena igual a , . La frecuencia del coseno es 100 Hz. La resolución en el dominio de la fre-
cuencia de la TFD es el recíproco del tiempo de muestreo total, o 50 Hz. En consecuencia, la TFD tendrá valores
distintos de cero sólo en la segunda armónica de 50 Hz, como es el caso. Cuando el resultado de la TFD se divi-
de entre el número de muestras A'^, los impulsos de
números de armónica discretos en la TFD tienen la
= 32, / j = 1 600 misma intensidad que los impulsos de frecuencia
x(í) y x[n] continua en la TFTC de la senoide en TC.
Para la señal no periódica de energía del ejem-
plo 7.8, la TFD se escaló multiplicando por el inter-
valo de muestreo y la TFD de las muestras se
aproximó a las muestras de la TFTC de la señal en TC
r o nT^ (s) que se muestreo. Para esta señal periódica, el esca-
-0.01 lamiento de la TFD se efectuó dividiéndola entre el
número de muestras N^. ¿Por qué estos factores son
diferentes? M m e r o , reconozca que como la TFTC
de una señal periódica consta sólo de impulsos, no
!X[A-1| es posible muestrearla en ningún sentido. De tal
modo, la TFD de una señal periódica debe escalar-
se para producir las intensidades de los impulsos,
0.5 no sus amplitudes, que son indefinidas. En el caso
de señales de energía no periódicas, la TFTC es
una función de frecuencia continua sin impulsos.
En este caso es necesaria una correspondencia en-
tre las intensidades de los impulsos de la TFD y las
muestras de la TFTC. Una manera de ver la corres-
•4-^- (Hz) pondencia es observar que la TFTC es una fun-
-1 600 1 600 ción de densidad espectral y, por lo tanto, tiene las
unidades de la transformada de la señal dividida
F I G U R A 7.76 entre la frecuencia. Por ejemplo, si la señal en TC
Un coseno muestreado para dos periodos fundamentales y la magnitud de su TFD, tiene unidades de volts, su TFTC tiene unidades de
dividida entre el número de muestras TV. volts por hertz. La TFD se calcula formando varias
combinaciones lineales de muestras de la función en TC; por lo tanto, sus unidades serían las mismas que las
de la señal, en este caso, volts. Para convertir eso en una aproximación de la TFTC es necesario dividir por cier-
ta frecuencia para obtener las unidades correctas. Sin embargo, ¿a qué frecuencia? Si se iguala la amplitud en 7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
cada intervalo de resolución de la TFD a la densidad espectral de la amplitud de la TFTC, el factor de división
Fourier discreta
apropiado es el ancho de banda de la resolución de la TFD, que esfJNp. Así es que si se toma el factor divisor
para funciones periódicas A'^ y se multiplica povfJNp para formar un nuevo factor de división correspondien-
te a señales de energía no periódicas f^, el efecto es el mismo que multiplicar por el intervalo de muestreo de-
bido a que/^. = l/T^.

E,TEMPLO 7 . 1 1

Muestree una senoide para un niimero no entero de periodos fundamentales y observe el efecto sobre la TFD.

• Solución
Considere que la senoide es un coseno cuyo periodo fundamental es 6 6 | m s y muestréelo 32 veces en 100 ms. Los
resultados se ilustran en la figura 7.77.
El coseno en TC original tiene una TFTC con exactamente dos impulsos en -I-15 y —15 Hz. Sin embargo,
la TFD tiene componentes distintos de cero en cada armónica de su frecuencia fundamental que es igual a 10 Hz
pues el tiempo de muestreo total c o i T e s p o n d e a 100 ms. Puesto que 15 Hz no es un múltiplo entero de 10 Hz, no
existe un componente de frecuencia resuelto en la TFD a exactamente la frecuencia del coseno. No obstante, los
dos componentes más intensos se ubican en 10 y 20 Hz, valores que se ubican en el mismo intervalo que la fre-
cuencia real de 15 Hz del coseno. En consecuencia, es posible afirmar que la TFD intenta reproducir la naturale-
za de la señal de la cual provienen las muestras lo mejor que puede dada la pobre elección de muestreo. Esta
dispersión de la potencia de la señal a partir de la ubicación exacta hacia localizaciones adyacentes es u n ejem-
plo de fuga. Esto es, la potencia a 15 Hz se ha fugado a las componentes a 10, 20, 30 Hz, etc., ya que la señal
original no se muestreo para un número entero de periodos fundamentales. Este problema se resolvena mues-
treando para un número entero de periodos fundamentales. Sin embargo, es posible reducirlo de manera conside-
rable al muestrear durante un tiempo mucho más largo, incluso aunque no sea un múltiplo entero del periodo
rundamental del coseno, debido a que con un tiempo de muestreo más largo, la resolución en el dominio de la
frecuencia se vuelve mejor y el grueso de la potencia de la señal puede situarse de manera más próxima a la fre-
cuencia real de 15 Hz. La figura 7.78 muestra los resultados de muestrear sobre seis y medio periodos fundamen-
tales con todos los demás parámetros iguales. En estas condiciones, aun cuando todavía no hay un componente
resuelto a la frecuencia de la señal en TC, 15 Hz, debido al mayor número de puntos y a la consecuente resolu-
ción más alta de la TFD, hay componentes mucho más cercanos a 15 Hz que en el caso anterior y la fuga se dis-
persa con menor amplitud.

Np = 32, = 320

]—*- t o nljís)
-0.066667'

Np

0.36307T +

F I G U R A 7.77
Un coseno muestreado para uno y medio
• kfp (Hz)
-320 320
periodos fundamentales y la magnitud de su
TFD dividida entre el número de muestras N,-
454 Np = 138,./; = 320

CAPÍTULO 7
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
-0.066667 0.43333
1 t o nT^

FIGURA 7.78
U n c o s e n o m u e s t r e a d o s o b r e seis y m e d i o
p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s y la m a g n i t u d d e
su T F D , d i v i d i d a entre el n i í m e r o d e
muestras N^. -320

7.8 LA TRANSFORMADA DE FOURIER RÁPIDA


L a T F D directa se define p o r m e d i o de

(7.161)
n=0

U n a f o r m a directa de calcular la T F D s e n a m e d i a n t e el siguiente a l g o r i t m o (escrito en M A T L A B ) q u e


p o n e e n p r á c t i c a de m a n e r a directa las o p e r a c i o n e s indicadas en (7.161).

%(Se adquieren los datos de entrada en el arreglo "x", con "NF"


elementos.)

% Se asignan valores i n i c i a l e s al arreglo de la TD p a r a un vector


% columna de ceros.
%
X=zeros(NF,l) ;
%
% Se calculan las Xn en un doble lazo anidado "for".
%
for n=0:NF-1
for k=0:NF-l
X(n+1)=X(n+1)+x(k+1)*exp(-j *2*pi*n*k/NF) ;
end
end

(En realidad n o d e b e escribirse este p r o g r a m a en M A T L A B p o r q u e la T F D ya está i n c o r p o r a d a c o m o


u n a función intrínseca l l a m a d a f f t . )
El c á l c u l o de u n a T F D m e d i a n t e este a l g o r i t m o r e q u i e r e o p e r a c i o n e s de multiplicación-adi-
ción c o m p l e j a s . P o r lo tanto, el n ú m e r o de cálculos a u m e n t a en función del c u a d r a d o del n ú m e r o de
e l e m e n t o s en el v e c t o r d e e n t r a d a q u e se está t r a n s f o r m a n d o . E n 1965 C o o l e y y T u k e y p o p u l a r i z a r o n
un a l g o r i t m o q u e es m u c h o m á s eficiente e n c u a n t o al tiempo d e c ó m p u t o p a r a g r a n d e s arreglos d e
7.8 La transformada
e n t r a d a c u y a l o n g i t u d es u n a p o t e n c i a e n t e r a d e 2. E s t e a l g o r i t m o p a r a calcular la T F D r e c i b e el n o m -
de Fourier rápida
bre de transformada de Fourier rápida (TFR).
L a o p e r a c i ó n del a l g o r i t m o T F R p u e d e ilusttarse m e d i a n t e un e j e m p l o , c a l c u l a n d o la T F D d e u n
conjunto d e c u a t r o m u e s t i a s d e d a t o s u t i l i z a n d o el a l g o r i t m o . D e s i g n e el c o n j u n t o d e m u e s t r a s d e u n a
señal c o m o la señal x ^ l n ] en T D de m a n e r a q u e el c o n j u n t o d e datos d e e n t r a d a p a r a el a l g o r i t m o es
Q[0], XQ[1], XQ[2], XQ[3] }. L a f ó r m u l a d e la T F D c a l c u l a é s t a d e a c u e r d o c o n
NF-I

X[k] = E ^Me'-i
-jl-nikn/NF) (7.162)
n=0
Es c o n v e n i e n t e u s a r la n o t a c i ó n

(7.163)

P a r a este caso d e c u a t r o p u n t o s de d a t o s , es p o s i b l e escribir la T F D e n f o r m a d e m a t r i z c o m o

^ 0 -
X[0]" •xo[0]
X[l] ^2 xo[l]
iy4
(7.164)
X[2] xo[2]
X[3] V(/3 14/9 xo[3]

Efectuar la multiphcación usual de matrices directa requeriría A^^ multiplicaciones complejas y A'(A'^ - 1)
adiciones complejas. P u e d e reescribirse (7.164) en la forma.

"X[0]" 1 1 1 1 xo[0]'
X[l] 1 Xo[l]
(7.165)
X[2] 1 W2 xo[2]
X[3] 1 1^2 ^yl xo[3]

debido a q u e W" = d o n d e m es u n e n t e r o . El siguiente p a s o n o es tan o b v i o . E s p o s i b l e fac-


torizar la m a t r i z e n el p r o d u c t o d e d o s m a t r i c e s .

"X[0]" 1 1^0 O O '1 o o • •xo[0]


X[2] 1 O O 0 1 o xo[l]
(7.166)
X[l] o o 1 1 o w2 o xo[2]
X[3] o o 1 o 1 o xo[3]

L a p r u e b a d e esta factorización n o se p r e s e n t a r á aquí, pero es p o s i b l e e n c o n t r a r l a e n B r i g h a m ( 1 9 7 4 ) .


N o t e q u e el o r d e n del r e s u l t a d o d e la T F D se h a m o d i f i c a d o . L o s e l e m e n t o s " 1 " y " 2 " h a n i n t e r c a m -
biado p o s i c i o n e s en el v e c t o r del l a d o i z q u i e r d o . E s suficiente p a r a los p r o p ó s i t o s q u e a q u í se b u s c a n
verificar q u e esta factorización es correcta m u l t i p l i c a n d o las m a t r i c e s . S e invita a q u e el lector lo ha-
ga. C u a n d o se m u l t i p l i c a n las m a t r i c e s , los r e n g l o n e s " 1 " y " 2 " t a m b i é n se i n t e r c a m b i a r á n h a c i e n d o
q u e la e c u a c i ó n m a t r i c i a l sea e q u i v a l e n t e a la v e r s i ó n original en (7.165).
D e s p u é s de esto se c a l c u l a el n ú m e r o de m u l t i p l i c a c i o n e s y a d i c i o n e s q u e se r e q u i e r e n . P r i m e r o
se identifica el r e s u l t a d o d e m u l t i p l i c a r la s e g u n d a matriz c u a d r a d a p o r el c o n j u n t o d e datos d e entra-
da c o m o

xi[0] 1 0 W/0 0 " 'xo[0]


xi[l] 0 1 0 xo[l] (7.167)
xi[2] 1 0 0 xo[2]
xi[3] 0 1 0 iy2 xo[3]

El p r i m e r e l e m e n t o es

xi[0] = x o [ 0 ] - f - W ° x o [ 2 ] . (7.168)

Este cálculo requiere u n a multiplicación y u n a adición. ( A u n q u e es uno, se dejará esto c o m o u n a m u l -


tiplicación para llegar a una conclusión general.) D e m a n e r a similar x j l ] requiere u n a multiplicación y
1 x,[0] 1
xo[0] Xo[0]
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta \ / 1
Xo[l] Xo[2]
X|[l]

/\ xi[2] 1
Xo[2] Xo[l]

Xo[3] Xo[3]
x,[3]

F I G U R A 7.79
Gráfica del flujo de señales para una TFR de cuatro
puntos.

u n a adición. Sin embargo, Xj[2] requiere sólo una adición debido a que W ° = - y el producto W°XQ[2]
y a se h a obtenido en el cálculo del primer elemento y puede, en consecuencia, sólo almacenarse hasta q u e
se necesite y luego restarse en vez de sumarse. D e m a n e r a similar, Xj[3] sólo requiere u n a adición m á s .
Hasta ahora se tienen dos multiplicaciones y cuatro sumas. A p e l a n d o a condiciones de simetrías similares
en la segunda multiplicación de matrices se encuentra q u e se requieren dos multiplicaciones y cuatro su-
m a s m á s . Así, en total, se necesitan cuatro multiplicaciones y ocho adiciones. C o m p a r e eso con las 16 m u l -
tipUcaciones y las 12 adiciones requeridas en el cálculo de la T F D directa en (7.164). Puesto que,
computacionalmente, las multiplicaciones requieren por lo general m u c h o m á s tiempo de c ó m p u t o q u e las
adiciones, el algoritmo de la T F R para cuatro puntos es alrededor de cuatro veces m á s rápido q u e la T F D
directa. El vector que resulta de este tipo de cálculo es codificado en relación con el vector original, pero
la operación de decodificación es bastante rápida e n cuanto al tiempo de c ó m p u t o , por lo q u e n o afecta e n
realidad el cociente de velocidades.
Es instructivo observar el proceso de cálculo de la T F R en u n a forma grá-
fica de flujo de señales. El algoritmo de la T F R de cuatro puntos se muestra
r figura 7.79. Esta gráfica de ñ u j o de señales ilustra c ó m o se efectúan los
r . ^ ^ B cálculos utilizando la factorización de matrices para u n a T F R de cuatro puntos.
L a figura 7.80 es la gráfica del flujo de señales para u n a T F R de 16 puntos.
Al contar el n ú m e r o de m u l t i p l i c a c i o n e s p a r a c a d a l o n g i t u d de vector
dato q u e es u n a p o t e n c i a e n t e r a de 2, es p o s i b l e d e t e r m i n a r de m a n e r a i n d u c -
tiva u n a fórmula para el n ú m e r o total de m u l t i p l i c a c i o n e s q u e se r e q u i e r e n y
c o m p a r a r l o c o n el n ú m e r o r e q u e r i d o p a r a la T F D directa. El n ú m e r o de m u l -
tiplicaciones p a r a u n a T F R de l o n g i t u d A'^ = 2^, d o n d e p es u n entero, es
James W. Cooley A'p/2. P o r c o n s i g u i e n t e , el c o c i e n t e de v e l o c i d a d e s p a r a la T F R e n o p o s i c i ó n
a la T F D directa es a p r o x i m a d a m e n t e

2N
(7.169)
Np/2

c o m o se tabula en la tabla 7 . 1 .
Estos factores de m e j o r a m i e n t o de la v e l o c i d a d n o se aplican si p no es
u n entero. T^or esta r a z ó n , e n \ a p í á t \ i c a \?i toUMíid tos íaíifev'i d a l a T E Q
reales se efectúan c o n la T F R u t i l i z a n d o l o n g i t u d e s de vectores d e datos que
son u n a p o t e n c i a entera de 2. ( E n M A T L A B si el vector de e n t r a d a es u n a p o -
tencia entera de l o n g i t u d igual a 2, el a l g o r i t m o q u e se u s a e n la función f f t
es el q u e a c a b a de e x p l i c a r s e . Si su l o n g i t u d n o es u n a p o t e n c i a entera de 2.
la T F D se sigue c a l c u l a n d o , p e r o se afecta la v e l o c i d a d d e b i d o a q u e se recu-
John Wilder Tukey rre a u n a l g o r i t m o m e n o s eficiente.)
XoíO] X[0]

r\ X w ° \ ')
7.9 Resumen de

x°x^
X[8] puntos importantes

xo[2]
X A \ / í

X[4]
X
\ \ \ \ / ./
^\^ X'X/^
XX'"
Xo[3]
^X[12]
Xo[4]

XO[5]
/ / X x / X XX \. /X»X> ,X[2]

X[10]
Xo[6] \ \ X X X )/ / XVy /
o

^X[6]
XO[7]
X XX Xw° ,1/» X[14]
Xo[8]
4
Xo[9]
/ X X X X X/ ^""^xX sT* \
^ j ^ x / ^
1
X[l]

\ \ \^ \ \ X x ^ x c
Xo[10] / / x x x ^ X[9]

Xo[ll] x \ \ xX"X \»x^ X' _X[5]

Xo[12] X W ' X X XX'' X[13]

Xo[13] /// X W ' X XX X ' ^ ^ \ <X^' _X[3]

/
^

x x x < r Xv"
1X
Xo[14] X[ll]

XO[15] 7 ~\¿'X^ ^X[7]

X[15]

F I G U R A 7.80
Gráfica del flujo de señales para una TFR de 16 puntos.

TABLA 7.1
Cociente de velocidades entre la TFR y la TFD directa
en función del número de puntos.

Cociente de
N velocidades T F R / T F D
2 4 4.00
3 8 5.33
4 16 8.00
5 32 12.80
6 64 21.33
7 128 36.57
8 256 64.00
9 512 113.78
10 1 024 204.80
11 2 048 372.36
12 4 096 682.67
13 8 192 1 260.31
14 16 384 2 340.57
15 32 768 4 369.07
16 65 536 8 192.00

7.9 RESUMEN DE PUNTOS IMPORTANTES


1. U n a señal m u e s t r e a d a tiene u n e s p e c t r o de F o u r i e r q u e es u n a versión r e p e t i d a de m a n e r a p e r i ó -
dica del e s p e c t r o de la señal m u e s t r e a d a . C a d a r e p e t i c i ó n r e c i b e el n o m b r e de alias.
2. Si los alias e n el e s p e c t r o de la señal m u e s t r e a d a n o se traslapan, la señal original p u e d e r e c u p e -
rarse de las m u e s t r a s .
3. Si la señal se m u e s t r e a a u n a tasa m a y o r q u e el d o b l e de la frecuencia m á s alta, los alias n o se
traslaparán.
A. U n a señal n o p u e d e ser a la v e z de t i e m p o l i m i t a d o y de b a n d a limitada.
I 458
CAPÍTULO 7
5. E n el c a s o de señales p a s a b a n d a la tasa de m u e s t r e o m í n i m a absoluta n e c e s a r i a p a r a r e c u p e r a r la
señal original es el d o b l e del a n c h o de b a n d a .

El muestreo y la 6. L a función de interpolación ideal es la función sinc, p e r o c o m o es n o causal, en la práctica d e b e n


transformada de utilizarse otros m é t o d o s .
Fourier discreta 7. L a s señales e n t i e m p o discreto p u e d e n m u e s t r e a r s e casi de la m i s m a m a n e r a q u e las señales de
t i e m p o c o n t i n u o , y las c o n s e c u e n c i a s son a n á l o g a s .
8. E s p o s i b l e describir p o r c o m p l e t o u n a señal p e r i ó d i c a de b a n d a l i m i t a d a m e d i a n t e u n conjunto fi-
nito de m í m e r o s .
9. L a transformada de Fourier discreta (TFD) es casi exactamente la m i s m a que la S F T D , c o n el factor
de escala c o m o única diferencia real.
10. L a T F T C de u n a señal e n T C y la T F D de m u e s t r a s de ella se r e l a c i o n a n a través de las o p e r a c i o -
nes d e m u e s t r e o en el t i e m p o , v e n t a n e o y m u e s t r e o e n frecuencia.
11. E s p o s i b l e utilizar la T F D p a r a a p r o x i m a r la T F T C o la S F T C , y c o n f o r m e se i n c r e m e n t a la tasa
de m u e s t r e o y / o el n ú m e r o de m u e s t r a s , la a p r o x i m a c i ó n se v u e l v e mejor.
12. L a transformada de Fourier rápida ( T F R ) es u n algoritmo m u y eficiente p a r a calcular la T F D q u e
a p r o v e c h a las simetrías que se presentan c u a n d o el n ú m e r o de puntos es u n a p o t e n c i a entera de 2.

EJERCICIOS CON RESPUESTAS


1. M u e s t r e e la señal

x ( í ) =3 10 s i n c ( 5 0 0 í )

m u l t i p l i c á n d o l a p o r el tren de pulsos

p ( f ) = rect(10'*r) * 1 0 0 0 c o m b ( l OOOí)

p a r a formar la señal x^(?). Dibuje la m a g n i t u d de la T F T C , X^if), de x^it).

Respuesta:

!X(/)|

innillllllllllm n JLJl
- 2 0 000 20 000

2. Sea

x ( f ) = 10 s i n c ( 5 0 0 r )

c o m o en el ejercicio 1 y forme u n a señal.

x„(t) = [1 OOOx(r) c o m b ( l OOOf)] * rect(lO'^í).

Dibuje la m a g n i t u d d e la T F T C , X^{f), d e xjf) y c o m p á r e l a c o n el r e s u l t a d o del ejercicio 1.


3. a) D a d a u n a señal e n T C

x ( í ) = tri(lOOf),

f o r m e u n a señal x[«] e n T D m u e s t r e a n d o x(f) a u n a tasa d e / ^ = 8 0 0 y f o r m e u n a señal de im-


p u l s o X g ( í ) e n T C de i n f o r m a c i ó n e q u i v a l e n t e m u l t i p l i c a n d o x(f) p o r u n a s e c u e n c i a p e r i ó d i c a
d e i m p u l s o s unitarios c u y a frecuencia f u n d amen t al es la m i s m a / Q = / j = 8 0 0 . Dibuje la m a g -
nitud de la T F T D d e x[n] y la T F T C de Xg(í).

b) C a m b i e la tasa de m u e s t r e o a/^ = 5 0 0 0 y repita la parte a).


Ejercicios con
fs = 800 fs = 5 000 respuestas
|Xs(/)| |X5</)i

-1600 1 600 - 1 0 000 10 000


|X(F)| |X(f)i

-2 —t-
-2

4. a) D a d a u n a señal en T C de b a n d a l i m i t a d a

x ( r ) = sinc y - ) c o s ( 2 T T f ) ,

forme u n a señal x[n] en T D m u e s t r e a n d o x(í) a u n a t a s a / ^ = 4 y f o r m e u n a señal d e i m p u l -


so Xg(f) en T C de i n f o r m a c i ó n e q u i v a l e n t e m u l t i p l i c a n d o Xg(í) p o r u n a s e c u e n c i a p e r i ó d i c a
de i m p u l s o s unitarios c u y a frecuencia f u n d a m e n t a l es la m i s m a , / Q = / j = 4. D i b u j e la m a g -
nitud de la T F T D de x[n] y la T F T C de Xg(í).
b) C a m b i e la tasa de m u e s t r e o a / = 2 y repita la parte a).

Respuestas:

fs = *
|Xs(/)! |X5(/)I

|X(F)| iX(F)|

si

-2

D e t e r m i n e las tasas d e N y q u i s t p a r a las siguientes s e ñ a l e s .


a) x(f) = sinc ( 2 0 0
b) x(í) = 4 sinc2 (lOOí)
c) x(í) = 8 sen ( 5 0 T T Í )
d) x(f) = 4 sen (SOiTf) + 3 eos (VOTTÍ)
e) x(í) = rect ( 3 0 0 0
f) x(í) = 1 0 sen ( 4 0 I T 0 eos ( 3 0 0 - I T O

Eespuestas:

3?!}. 340, 7 0 , 50, infinito, 20


é. Dibuje las siguientes señales limitadas en t i e m p o y e n c u e n t r e y grafique la m a g n i t u d de sus
T F T C y c o n f i r m e q u e n o s o n de b a n d a limitada.

a) x ( 0 = 5 rect ^^^^j
b) x(0=10tri(50
c) x(í) = rect(f)[l + eos (l-nt)]
CAPÍTULO 7 d) x ( 0 = r e c t ( í ) [ l + e o s (l-nt)] eos ( l ó i r í )
El muestreo y la
transformada de Respuestas:
Fourier discreta

x| (t)l

-1
-2H-'
-0.4
|X(/)|

1-

-12 12

7. D i b u j e las m a g n i t u d e s de las siguientes T F T C d e señales d e b a n d a limitada, y e n c u e n t r e y gra-


fíque sus T F T C inversas y c o n f i r m e q u e n o son d e tiempo l i m i t a d o .
a) X(f) = Ka{f)e-i^f
b) X ( / ) = tri(100/)6''*^-^
c) X(/) = 8 ( / - 4 ) + 8 ( / - 4 )
d) X ( / ) = j [ 8 ( / + 4) - 8 ( / - 4)] * r e c t ( 8 / )

Respuestas:

|X(/)| 1X(/)|

l4
|X(/)|

f
-0.02
0.02 -4
4 -1
|x«)i

\- „
400 400
-0.25 -0.005-

8. M u e s t r e e la señal en T C

x(?) = s e n ( 2 T T r )

a u n a tasa d e m u e s t r e o / ^ . D e s p u é s , m e d i a n t e M A T L A B , dibuje la interpolación e n t r e m u e s t r a s


en el intervalo de t i e m p o — 1 < í < 1 u t i l i z a n d o la a p r o x i m a c i ó n

f ^

x(r) = 2fYl sinc(2/,(f - nT,))


c o n las siguientes c o m b i n a c i o n e s d e / ,Ly N. 461
a) f^ = 4,f. = 2,N=l b) /, = 4,/, = 2,iV=2 Ejercicios con
c) / , = 8,/^ = 4 , T V = 4 d) f^ = S,f^ = 2,N=4 respuestas

e) / , = 16,/, = 8,7V=S f) / , = 1 6 , / , = 8 , A f = 16

Respuestas:

x(í) X(I)
4 4

x(í) x(t) x(í)

4 4 4

-1

9. P a r a cada señal y tasa de m u e s t r e o especificada, grafique la señal original y u n a interpolación


entre m u e s t r a s de la m i s m a utilizando un r e t e n e d o r de o r d e n cero, p a r a el intervalo de t i e m p o
- 1 < f < 1. (En este caso la función s t a i r s de M A T L A B p o d r í a ser útil.)
a) x(r) = sen(2iT í), /, = 8 b) x(í) = sen(2TT í), fi = 3 2
c) x(í) = rect(í), /^=8 d) x(f) = tri(í), /, = 8

Respuestas:

x(f) x(0 x(r)


4

10. Para cada señal en el ejercicio 9, haga pasar a la señal interpolada con el retenedor de orden cero por
un filtro pasabajas de u n solo polo cuya frecuencia de - 3 dB sea u n cuarto de la tasa de muestreo.

Respuestas:

x(í) x(f) x(f)


1

A,
1- 4

/ 1 -1
1
-1- 5

II. Repita el ejercicio 9 p e r o u s e u n r e t e n e d o r de p r i m e r o r d e n en lugar de retención de o r d e n cero.

Kespuestas:

X{r)

L5 -1
462 12. M u e s t r e e las d o s señales

CAPÍTULO 7
El muestreo y la xi(í) = e' X 2 ( í ) = e ' + senCS-TTí)
transformada de
Fourier discreta e n el intervalo - 3 < í < 3 a 8 H z y d e m u e s t r e q u e los v a l o r e s de la m u e s t r a son los m i s m o s .
13. P a r a c a d a p a r d e las siguientes señales, m u e s t r e e a la tasa especificada y d e t e r m i n e la T F T D de
las señales m u e s t r e a d a s . E n c a d a c a s o , e x p l i q u e , e x a m i n a n d o las T F T D de a m b a s , p o r q u é son
iguales las m u e s t r a s .
a) x(0 = 4COS(16TTÍ) y x(f) = 4 eos (76IT r), = 30
h) x(í) = 6 sinc (80 y x(r) = 6 sinc (8í), eos (4007: f) f^ = 100
c) x(0 = 9 eos (14iT i) y x(í) = 9 eos (9877/), / , = 5 6

Respuestas:

/25 / 8 \
75 rect —F ) *comb(F), 2 comb F .comb|F + - ^ j
V 30/

( 1
c o m b \F + comb F + -

14. P a r a c a d a senoide, d e t e r m i n e las otras dos c u y a s frecuencias son m á s cercanas a la frecuencia de


la s e n o i d e dada, y las cuales, c u a n d o se m a e s t r e a n a la tasa especificada, tienen e x a c t a m e n t e las
mismas muestras.

d) x ( 0 = 4cos(87Tí), / , = 20 V) x(r) = 4sen(8TTr), / , = 20


c) x ( 0 = 2sen(-207Tí), i = 50 d) x(r) = 2 C O S ( - 2 0 T T Í ) , = 50
IT
e) x ( f ) = 5 c o s ( 30iTí + - ), / . = 50

Respuestas:

-2sen(-80TTr) y 2 sen(-120'rr0,
/
5 e o s I 130TTÍ + - y 5 eos -7077. +
4
4sen(487Tf) y - 4 sen(3277r), 2cos(80TTf) y 2cos(-1207Tf),
4COS(48TTÍ) y 4cos(32TTr)

15. P a r a c a d a señal e n T D , dibuje la señal original y la señal m u e s t r e a d a en el intervalo de m u e s -


treo especificado.

/27rn
a) x [ « ] — seni A^j = 4
V 24
V) x[«] = rectgín], A^j = 2
/ 2 ' n n \ / iTin
A^. = 2
c) X[K] = C O S ( ^ — j c o s ( ^ —

/ 9 \"
d) x[n] = — u[«], = 6
\ 10/
xln]

4
1-- x[n]

-24 24
-n —f
-24
lUTUTTtmti—- I ,
-20 20 40
^1 'Hi*
-1 +
Xjíl]
x,[n]

4 1 4 .

-24 24

-24

— T r .
-20 20 40

16. P a r a c a d a señal del ejercicio 15, dibuje la m a g n i t u d de la T F T D de la señal original y de la se-


ñal m u e s t r e a d a .

Respuestas:

|X{F)| iX(;íl)| |X(F)i 1X(F)|

0.25m4- to4 0.5* 20-

-1 -2-77 2lT -1 1
|X/F)[ Ix/jíi)! |X/F)| iX/F)i

0.25 i .ol O.5I 20-

1I1
tt # tt *

-1
VAAAAAÁAAAAAy
-2TT -1
ÍM -1
f*F

17. P a r a c a d a señal en T D , dibuje la señal original y la señal d i e z m a d a para el intervalo de m u e s -


treo especificado. Dibuje t a m b i é n las m a g n i t u d e s de las T F T D de a m b a s señales.

/2'IT«\
a) x W = t n ( ^ ^ , yv, = 2 b) x [ « ] = ( 0 . 9 5 ) " s e n ! — j u [ « ] , iV, = 2

/ 2'nn
c) x[n] — eos )' = 7

Respuestas:

x[«] ÍX(F)Í x[«] |X(F)|

4 4. lOOl

1•••
-5
ll ii
ll [l. .tITt. M . ..
f W '^0

Al
•F -1 +
-20 20 -1
464 .(F)| iX/F)l

4 100 i

40

-20 -1 -1

xln] |X(F)|
0.5^

-20 20

|X¿(f)l
0.5^

-20

-'1 -1

18. E n c a d a señal del ejercicio 17 inserte el n ú m e r o especificado de ceros entre m u e s t r a s , aplique


u n filtro e n T D pasabajas a las señales con la frecuencia de corte especificada y grafique la se-
ñal resultante y la m a g n i t u d de su T F T D .
a) Inserte 1 cero entre los p u n t o s . L a frecuencia de corte es F^, = 0 . 1 .
b) Inserte 4 ceros entre los p u n t o s . L a frecuencia de corte es F^ = 0.2.
c) Inserte 4 ceros entre los p u n t o s . L a frecuencia de corte es F^ = 0.02.

Respuestas:

0.4,. 0.-4

tilLlÍT...,. .t.. tTlT..TTt


-5
-20
-0.5 +

|x,(í-)l

200-

lil iiU iJJ F


-1 2lT
Cero,

19. M u e s t r e e las siguientes señales x(f) e n T C p a r a f o r m a r señales x[n] en T D . M u e s t r e e a la tasa


de N y q u i s t y l u e g o a la siguiente superior p a r a la cual el n ú m e r o de m u e s t r a s p o r ciclo es u n
entero. Grafique las señales en T C y en T D y las m a g n i t u d e s de las T F T C de las señales en T C
y las T F T D de las señales en T D .

a) x(r) = 2sen(30iTr)-F 5cos(18iTí)

b) x(r) = 6 sen(6TT0 cos(247Tf)


|X(/)|

3- 3^
x(f) x(f)

s i
1.25 -0.25, 0.25
t t t t, 4—'
1 ! '
-0.25' -15 15
-8 + -8 +
|XNy,(F)| IXNyqíí')!

.1.51 3 ^
XNyql"!

-8
I, ,1 I, ,1
8

1 1
-H-f

1' '1 -1

|X„(f)| |x,,(f)l
3 4
X||l"] X|,[/ll

-1 T
-5 +

20. P a r a c a d a u n a d e las siguientes señales d e t e r m i n e la función a r m ó n i c a de la S F T D p a r a u n p e -


r i o d o f u n d a m e n t a l y d e m u e s t r e q u e X[Nq/2] es real.

a) x[n] = r e c t 2 [ « ] * C O M B N Í H ]
b) x[n] = r e c t 2 [ « + 1] * c o m b i 2 [ « ]

/14TÍ7¡\
c) x[n] = c o s ^ eos—j
, 12Tr«\
a) x[n] = e o s I I eos
14 / V 14

Respuestas:

1
- ( c o m b i6[k + c o m b ^^Ik -6] + c o m b i6[^ + 6] + c o m b lelk +

1 sen(5(fc7T/12))^^,.(^,^,)
12 sen(yt'TT/12)

^ ( c o m b i 4 [ Á : -7] + c o m b u í / : -5] + c o m b ^ í / t -f- 5 ] -f- c o m b u í A ' + l])e^''^^''''^\

1 sen(5(;t'iT/12))
I2 sen(ytTT/12)

21. Inicie c o n u n a señal


x ( 0 = 8cos(30TTr)

y m u e s t r e e , v e n t a n e e y repítala d e m a n e r a p e r i ó d i c a u t i l i z a n d o u n a tasa de m u e s t r e o d e = 60 y un
i n c h o d e v e n t a n a d e A^^ = 3 2 . P a r a c a d a señal en el p r o c e s o , dibtíjela j u n t o c o n su t r a n s f o r m a d a , y a
>¿a la T F T C o la T F T D .
!x(/)|
4 4
x(í)

-15 15
Fase de X ( / )
-16
-0.3
17-
i-^
—\ 15
-15 —TT -

lx/f)l
4^ ,

1
FasedeX,(F)
-16

11

22 Algunas veces se utilizan otras formas de ventana distintas a un rectángulo. M e d i a n t e M A T L A B


encuentre y dibuje las m a g n i m d e s de las T F D de las siguientes funciones de ventana, con - 32.
a) Von H a n n o H a n n i n g

1
1 - eos O < n <
W[M] = - N -\J1

b) Bartlett

2n
O< n <
N - 1
w[n] =
2n N - l
2 - < n < N
N - l
c) Hamming
217?!
O <n < N
w [n] = 0 . 5 4 - 0.46 eos
Af - 1

d) Blackman
2TTn O <n < N
Win] = 0 . 4 2 - 0.5 eos ( j ^ — - ^ ) + 0.08 eos

Respuestas:

|xmi •
IXfflI x[«]

16 4
I 16 ,

A 32
31 -32
31 -32 i
IXffll
¡XMl

164 i4 4

31 -32 32
31 -32 32
23. M u e s t r e e las siguientes señales a las tasas especificadas p a r a los t i e m p o s especificados y dibu- 467
j e las m a g n i t u d e s d e las T F D e n función del n ú m e r o d e a r m ó n i c a e n el intervalo
Ejercicios con
-Npll<k<{Npl2) - 1. respuestas

a) x(f) = COS(2TTÍ), /. = 2,Nf = 16


b) X(í) = C0S(2lTí), fs = 8,Nf = 16
c) x(í) = COS(2TTÍ), fs = 16, NF == 2 5 6
d) x ( 0 = cos(3TTf), f = 2,NF = 16

e) x(t) = COS(3TTO, fs = ?,,NF = 16

f) x ( í ) — cos(3Trr), f = 16, NF == 2 5 6

Respuestas:

1X1*11 xln]
|XWi

i 4
4

' 7'

|XW| |X[<rl|

256Í 256-t

-128 127 -128 127

|xw| x[„]
|xw|

4 i 4 4

24. M u e s t r e e las siguientes señales a las tasas y en los tiempos especificados y dibuje las m a g n i t u d e s
y fases d e las T F D e n función del n ú m e r o d e a r m ó n i c a e n el intervalo —{N12) < k < {N — 1) / 2.

d) x ( r ) = tri(f - 1), f =2,NF= 16 b) x ( í ) = tri(r - 1), / , = %,NF = 16


c) x ( í ) = tri(í - 1), fs = 16, NF = 2 5 6
d) x ( í ) = t r i ( í ) + tri(í - 4 ) , / , = 2, ATf = 8
e) x(í) = t r i ( í ) + in{t - 4), / , = S,NF= 32
f) x ( 0 = tri(í) + tri(í - 4 ) , f = 6 4 , Nf = 256

Respuestas:

/, = 8,ÍVf-=16 / , = 1 6 , ^ ^ = 256
IXMI IXMI |XM|

1
4

- ^ k -+^k
-128 "T27 *
Fase de Xffl Fase de X M Fase de X[/t]

I," Ii, *k
'1 —X -
-128' 127

1
f, = &.Nf = 32 / , = 64,A'f- = 256
IX[t]l iXWi Fase de X[*]

2 -,

'—U
4 r 15 128
1l 127
Fase de Xlk] Fase de Xlt] Fased

.4 X -

-16 15 128 127


—A - —X -

25. Muestree cada una de las señales e n T C , x(í), A^^ veces a la t a s a c r e a n d o la señal x[n] e n T D .
Dibuje x(f) e n función d e t y x[n] e n función d e nT^ para el intervalo d e t i e m p o O < í < N^T^.
Determine la X[k] de la T F D de las A^^- muestras. D e s p u é s dibuje la magnitud y fase d e X(f) e n
función d e / y d e Tpí[k] en función de k A / p a r a el intervalo de frecuencias -{fJ2) <f<fJ2,
d o n d e Af = f^/Np~ Grafique T^X[k] c o m o u n a función e n T C continua utilizando el c o m a n d o
p l o t de MATLAB.

a) x ( í ) = 5 rect(2(í - 2)), / , = 1 6 , Np = 6 4
'f - 2 0 \
b) x(t) = 3 sinc , f, = 1,NF = 40
5 ;
c) x ( f ) = 2 r e c t ( í - 2) sen(8TT?), / , = 3 2 , NF = 128
t - 2 \ . í t - 6 \
d) x ( f ) ^ 10 tn I — I - tri , = 8,NF = 64
2 j V 2 y j

e) x ( r ) = 5 cos(2Tr/) cos(16TTf), / , = 6 4 , Np = 128

Respuestas:
|x(ni 1X(/)1
1.25 j X(0 2.5J
X(0
54
5+

w Fase de X(J)

4
Fase de X{/)

IrAWl
2.5 . X,(/IR,)
54
1 • '
41 54

11,111.1111 Fase de r,XJ*]

rfrn
|X(/)I

l
X(R)

-0.5 0.5
i1
II
Fase de X(/)
4
1
|R,X,ral
l-5KIS^
+
3|

-0.5
Fase de T,X¿k]
0.5
11 .
|'iii'"'t|l iir 'ii'i'
1 0.5
II
469
Ejercicios con
respuestas

26. M u e s t r e e c a d a señal en T C , x(í), A'^^ veces a u n a tasa d e / . , c r e a n d o la señal x[«] en T D . Dibuje


x(í) en función de t y x[n] en función de nT^ para el intervalo de t i e m p o O < í < N^-T^. Deter-
m i n e la X[k] de la T F D de las m u e s t r a s . Grafique d e s p u é s la m a g n i t u d y fase de X(f) en
función d e / y de X[Ic]/Np en función de k A / p a r a el intervalo de frecuencias -(f^ 12) <f<
fJ2, d o n d e A / =fJNp. Dibuje X[kyNp c o m o u n a función de i m p u l s o s en T C utilizando el c o -
m a n d o s t e t t i d e M A T L A B p a r a representar los i m p u l s o s .

a) x ( 0 = 4COS(200TTÍ), / = 8 0 0 , A^f = 32
b) x(í) = 6 rect(2f) * c o m b ( í ) , / = 16, Nf = 128
c) x(í) = 6 sinc(4r) * comb(r), / = 16, Nf = 128
d) x(f) = 5cos(2TT?)cos(16'r7r), / = 6 4 , TV/r = 128

Respuestas:

IXCOI |X(/)|
1.5 '

1 1 » 1 1 '
8 400 400
Fase c e X ( / ) Fase c e X ( / )

i • • • • • • • i k -4 +
í' —. h*-
-8
8 -400 400
— IT -
]/WfI

Al
1-5. IWfl
x,(«r,)

4
-8
, ll ll ,8
4 |

400
1 *
400

I
Fase de Fase de X,lA-]/iVf.
:o.04
rrpryrrnonTTr - ir

11

11
1 1 '
-8
i' 400
— IT -
400
|X(/)| |X(/)|

x(/) 3- 1.25
x(f)

54
1 i í H
-32
Fase de X ( / ) Fase de X ( / )

-5+' 1 .
1
-32 32
— IT -

|X,W/Wf]

34 1.25,1 +

M
-32 ' 32
Fase de XJ,kyNf - «r^ Fase de X^ikVNp

4 f 1! ^1
FÍFI
-+*kf/NF
-32 32

EJERCICIOS SIN RESPUESTAS


27. M e d i a n t e M A T L A B (o u n a iierramienta de c o m p u t a d o r a m a t e m á t i c a equivalente) dibuje la señal

x(í) = 3cos(20'n-í) - 2sen(30TTr)

p a r a el intervalo d e t i e m p o d e O < í < 4 0 0 m s . D i b u j e t a m b i é n la señal e n T D f o r m a d a al m u e s -


trear esta función e n los siguientes intervalos de m u e s t r e o :

= lio ^
b) 7; = i s
d) t; = i s

C o n b a s e e n lo q u e o b s e r v e , ¿ q u é p u e d e decir acerca d e q u é tan r á p i d o esta señal d e b e m u e s -


trearse p a r a r e c o n s t r u i r l a a partir d e las m u e s t r a s ?
28. U n a señal xit) = 20 cos(l OOO-n-r) se m u e s t r e a p o r i m p u l s o s a u n a tasa d e m u e s t r e o d e 2 k H z . D i -
buje d o s p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s d e la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s Xg(í). ( C o n s i d e r e q u e la
m u e s t r a e s t á e n el t i e m p o t = 0.) D e s p u é s dibuje c u a t r o p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s , c e n t r a d o s e n O
H z , d e la X g ( / ) d e la T F T C d e la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s Xg(f). C a m b i e la tasa d e m u e s -
treo a 5 0 0 H z y repita.
29. U n a señal x(í) = 10 rect(í/4) se m u e s t r e a por i m p u l s o s a u n a tasa d e m u e s t r e o d e 2 H z . Dibuje
la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s Xg(f) e n el intervalo - 4 < ? < 4 . D e s p u é s grafique tres p e r i o -
d o s f u n d a m e n t a l e s , c e n t r a d o s e n / = : O d e la X g ( / ) d e la T F T C d e la señal m u e s t r e a d a p o r im-
pulsos Xg(í). C a m b i e la tasa d e m u e s t r e o a } H z y repita.
30 U n a señal x(r) = 4 sinc(lOf) se m u e s t r e a p o r i m p u l s o s a u n a tasa de m u e s t r e o d e 2 0 H z . Grafi-
q u e la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s Xg(?) p a r a el i n t e r v a l o - 0 . 5 < f < 0 . 5 . D e s p u é s dibuje tres
p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s , c e n t r a d o s e n / = O, d e la X g ( / ) d e la T F T C d e la señal m u e s t r e a d a p o r
impulsos Xg(í). C a m b i e la tasa d e m u e s t r e o a 4 H z y repita.
31. U n a señal x[«] e n T D se f o r m a m u e s t r e a n d o u n a señal x{t) = 2 0 COSÍSTTÍ) e n T C a u n a tasa de
m u e s t r e o d e 2 0 H z . Grafique x[«] p a r a 10 p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s e n función del t i e m p o discre-
to. D e s p u é s h a g a lo m i s m o p a r a frecuencias de m u e s t r e o d e 8 y 6 H z .
32. S e f o r m a u n a señal x[n] e n T D m u e s t r e a n d o u n a señal x(t) = - 4 sen(200'TTí) e n T C a u n a tasa de
m u e s t r e o d e 4 0 0 H z . G r a ñ q u e x [ « ] p a r a 10 p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s e n función d e t i e m p o dis-
creto. D e s p u é s realice lo m i s m o para frecuencias d e m u e s t r e o d e 2 0 0 y 6 0 H z .
33. D e t e r m i n e las tasas d e N y q u i s t p a r a las siguientes señales. 471
a) x(0 = 15 r e c t ( 3 0 0 í ) cos(10'*iTr) b) x ( í ) = 7 s i n c ( 4 0 f ) cos(150TTf) Ejercicios sin
respuestas
c) x ( f ) = 1 5 [ r e c t ( 5 0 0 r ) * 100 c o m b ( l O O í ) ] COSÍIO^^TTÍ)
d) x(f) ^ 4[sinc(500r) * c o m b ( 2 0 0 r ) ]
e) x(í) = - 2 [ s i n c ( 5 0 0 f ) * comb(200r)]cos(10'*'iTf)

34. S o b r e u n a gráfica dibuje la señal en T D f o r m a d a al m u e s t r e a r las siguientes tres funciones e n


T C a u n a tasa d e m u e s t r e o d e 30 H z .

a) xi(r) = 4sen(207Tí) b) X2(/) = 4sen(80'7Tr)


c) x2Ít) = - 4 sen(40'n-f)

35. G r a f i q u e la señal x[«] en T D f o r m a d a al m u e s t r e a r la señal e n T C

x(í) = 8rect(3f)

al d o b l e de la tasa d e N y q u i s t y la p r o p i a x(r). L u e g o e n la m i s m a gráfica dibuje al m e n o s otras


d o s s e n o i d e s e n T C q u e p r o d u c i r í a n e x a c t a m e n t e las m i s m a s m u e s t r a s si se m u e s t r e a r a n a los
mismos tiempos.
36. D i b u j e la m a g n i t u d de la T F T C d e

x ( ? ) = 25 sinc^ (-
V6.
S e requeriría u n a c a n t i d a d infinita d e m u e s t r a s p a r a reconstruir de m a n e r a e x a c t a x(t). Si se e s -
tableciera un c o m p r o m i s o en el cual el m u e s t r e o se efectuara sobre el m í n i m o t i e m p o p o s i b l e
q u e p u d i e r a c o n t e n e r 99 por ciento d e la e n e r g í a de esta f o r m a d e o n d a , ¿ c u á n t a s m u e s t r a s se re-
querirían"
37. D i b u j e la m a g n i t u d d e la T F T C d e

x(r) = 8rect(3r)

E s t a señal n o es d e b a n d a limitada, d e m o d o q u e n o p u e d e m u e s t r e a r s e d e m a n e r a a d e c u a d a p a -
ra construir e n f o r m a e x a c t a la señal a partir de las m u e s t r a s . C o m o u n c o m p r o m i s o p r á c t i c o ,
s u p o n g a q u e u n a n c h o de b a n d a q u e c o n t i e n e 9 9 p o r c i e n t o de la e n e r g í a d e x(f) es lo suficien-
t e m e n t e g r a n d e p a r a reconstruir en f o r m a práctica x(r) a partir de sus m u e s t r a s . ¿ C u á l es la tasa
d e m u e s t r e o m í n i m a r e q u e r i d a en este c a s o ?
38. U n a señal x(f) es p e r i ó d i c a y u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l d e la m i s m a se d e s c r i b e m e d i a n t e

3t O < f < 5.5


x(0 = O 5.5 < r < 8

E n c u e n t r e las m u e s t r a s d e esta señal p a r a u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l m u e s t r e a d a s a u n a tasa d e


1 H z ( e m p e z a n d o en el t i e m p o ? = 0). Grafique d e s p u é s , sobre la m i s m a escala, d o s p e r i o d o s
f u n d a m e n t a l e s d e la señal original y dos p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s d e u n a señal p e r i ó d i c a q u e es
d e b a n d a l i m i t a d a a 0.5 H z o m e n o s y la cual tendría estas m i s m a s m u e s t r a s .
39. ¿ C u á n t o s valores d e m u e s t r a se r e q u i e r e n p a r a p r o d u c i r suficiente i n f o r m a c i ó n q u e d e s c r i b a d e
m a n e r a e x a c t a las siguientes señales p e r i ó d i c a s d e b a n d a l i m i t a d a ?

a) x(r) = 8 - I - 3 cos(8'iT/) + 9 sen(4iTr)


b) x ( í ) = 8 -f 3 0 0 8 ( 7 1 7 0 + 9 sen(4'TTí)

4t. M u e s t r e e la señal e n T C

x ( í ) = 15 sinc(5í) * - comb ( - sen(32'n-í)


2 V2
p a r a formar la señal x[n] en T D . M u e s t r e e a la tasa de N y q u i s t y l u e g o a la siguiente tasa m á s
alta p a r a la cual el n ú m e r o de muestras p o r ciclo es un entero. Dibuje las señales en T C y en T D
CAPÍTULO 7
El muestreo y la y la m a g n i t u d de la T F T C de la señal en T C y la T F T D de la señal en T D .
transformada de 41. Sin usar u n a c o m p u t a d o r a , e n c u e n t r e la T F D directa de la siguiente s e c u e n c i a d e datos y deter-
Fourier discreta m i n e d e s p u é s la T F D inversa de esa s e c u e n c i a y verifique que obtiene de n u e v o la s e c u e n c i a ori-
ginal
{3,4, 1, - 2 } .

42. V u e l v a a realizar el ejemplo 7 . 5 p e r o esta vez utilice

x(f) = 1 + s e n ( 8 i T 0 -|- C O S ( 4 I T ?

c o m o la señal que se d e b e muestrear. E x p l i q u e cualquier d i s c r e p a n c i a q u e se presente.


43. M u e s t r e e la señal periódica d e b a n d a limitada x(f) = 1 5 COSÍSOOTTÍ) + 4 0 sen(200TTf) a exacta-
m e n t e su tasa d e N y q u i s t p a r a u n p e r i o d o fundamental e x a c t o de x(í). D e t e r m i n e la T F D de esas
m u e s t r a s . A partir de la T F D e n c u e n t r e la función a r m ó n i c a de la S F T C . Dibuje la representa-
ción de la S F T C de la señal q u e resulta y c o m p á r e l a con x(f). E x p l i q u e cualquier diferencia. R e -
pita p a r a una tasa de m u e s t r e o del d o b l e de la tasa de N y q u i s t .
44. Dibuje la señal periódica de b a n d a limitada x(í) = 8 cos(50iTr) - 1 2 sen(80TT0 a e x a c t a m e n t e su
tasa d e N y q u i s t p a r a u n p e r i o d o fundamental e x a c t o de x(í). D e t e r m i n e la T F D de esas m u e s -
tras. A partir de la T F D e n c u e n t r e la función a r m ó n i c a de la S F T C . Dibuje la r e p r e s e n t a c i ó n de
la S F T C de la señal q u e resulte y c o m p á r e l a c o n x ( 0 . E x p l i q u e cualquier diferencia. R e p i t a pa-
ra u n a tasa de m u e s t r e o del d o b l e de la tasa de N y q u i s t .
45. Mediante MATLAB,
a) G e n e r e u n a secuencia p s e u d o a l e a t o r i a de 2 5 6 p u n t o s datos en u n vector x , utilizando la fun-
ción r a n d n q u e está i n c o r p o r a d a en M A T L A B .
b) E n c u e n t r e la T F D de esa s e c u e n c i a de datos y p ó n g a l a en el vector X.
c) Iguale el vector X l p f a X.
d) I g u a l e a c e r o t o d o s los valores en X l p f e x c e p t o el p r i m e r o y los ú l t i m o s o c h o p u n t o s .
e) T o m e la parte real de la T F D i n v e r s a de X l p f y p ó n g a l a en u n vector x l p f .
/ ) G e n e r e u n conjunto de 2 5 6 t i e m p o s de m u e s t r e o t , que e m p i e c e con O y estén u n i f o r m e m e n -
te separados por 1 .
g) Grafique x y x l p f en función de t sobre la m i s m a escala y c o m p a r e .
¿ Q u é tipo de efecto tiene esta o p e r a c i ó n sobre el conjunto de datos? ¿ P o r q u é el arreglo de sa-
h d a recibe el n o m b r e x l p f ?
46. M u e s t r e e la señal x(í) = rect(í) a tres frecuencias diferentes: 8 , 1 6 y 3 2 H z p o r 2 s. Dibuje la
m a g n i t u d de la T F D en c a d a caso. ¿ C u á l de estas frecuencias de m u e s t r e o p r o d u c e u n a gráfica
de m a g n i t u d q u e se ve m u y similar a la m a g n i t u d de la T F T C de x(f)?
47. M u e s t r e e la señal x(f) = r e c t ( 0 a 8 H z p a r a tres t i e m p o s totales diferentes: 2 , 4 y 8 s. Dibuje la
m a g n i t u d de la T F D en c a d a caso. ¿ C u á l de estas frecuencias de m u e s t r e o p r o d u c e u n a gráfica
de m a g n i t u d q u e se ve m u y similar a la m a g n i t u d de la T F T C de x(í)?
48. M u e s t r e e la señal x(í) = cos(7rf) a tres diferentes frecuencias: 2 , 4 y 8 H z p o r 5 s. Dibuje la m a g -
nitud de la T F D en c a d a c a s o . ¿ C u á l de estas frecuencias de m u e s t r e o p r o d u c e la gráfica de
m a g n i t u d q u e se o b s e r v a m á s similar a la m a g n i t u d de la T F T C de x(r)?
49. M u e s t r e e la señal x(í) = cosCirr) a 8 H z para tres t i e m p o s totales diferentes: 5 , 9 y 1 3 s. Dibuje
la m a g n i t u d de la T F D en c a d a c a s o . ¿ C u á l de estos t i e m p o s de m u e s t r e o totales p r o d u c e una
gráfica de m a g n i t u d similar a la m a g n i t u d de la T F T C de x(í)?