Вы находитесь на странице: 1из 16

Curso Profissional de Técnico de Produção em Metalomecânica

Ano letivo 2017-2018

Tecnologias e Processos – Processos de Fabrico

Calandragem:

1
Índice

Introdução: 3

Tipo de Calandras: 4

Calandras Manuais 4

Calandras Motorizadas 5

Calandras para tubos e perfil 6

Calandras para Chapa 7

Calandra de três rolos sem dispositivo de deformação das abas 8

Calandra de três rolos com dispositivo de deformação das abas 9

Calandra de quatros rolos 10

Descrição da Calandragem 11

Calandragem a frio e a quente 14

Conclusão: 15

Bibliografia: 16

2
Introdução:

A operação de curvamento mecânico das chapas recebe o nome de

calandragem e as máquinas para tal fim chamam-se calandras, as peças calandradas

chamam-se virolas.

Uma calandra é constituída por um conjunto de rolos ou cilindros, com

movimento giratório e pressão regulável, montados numa estrutura metálica em

diversas configurações.

O material a ser curvado é colocado entre rolos que pressionam e giram

através de jogos de engrenagens permitindo aplicar velocidade aos rolos, de acordo

com as dimensões desejadas com o tipo de operação a ser efetuada.

As velocidades e distância entre rolos podem ser ajustadas de forma manual

ou automaticamente controlando assim a espessura.

3
Tipo de Calandras:

Calandras Manuais

As calandras manuais são máquinas, de

conceção muito simples, são essencialmente

constituídas por três rolos horizontais que

operam entre dois montantes laterais. Utilizam-se as calandras manuais quando a

produção é limitada a uma pequena quantidade de peças, de pequenas ou médias

dimensões, extraídas de chapas com espessura de 0,3 a 2,5 m aproximadamente.

Sendo máquinas de potência limitada e de menor precisão, é difícil dar o desejado

curvamento à chapa, na proximidade das abas externas.

4
Calandras Motorizadas

Comparadas com as calandras manuais, as calandras a motor permitem calandrar

chapas com espessura de até 40 m, comprimento de até 60 m e largura de até 20 m.

Nessas calandras, o suporte do rolo superior é destacável, de modo que,

removendo-se a extremidade do cilindro, podem-se tirar as virolas completamente

calandradas.

5
Calandras para tubos e perfil

Apresentam conjuntos de rolos ou cilindros sobrepostos, feitos de aço

temperado, com aproximadamente 200 m de diâmetro. Podem curvar qualquer tipo

de perfil: barras, quadrados, cantoneiras, em T etc.

6
Calandras para Chapa

Têm geralmente 3 ou 4 rolos. As de 3 rolos são as mais usadas na indústria e

nelas os rolos estão dispostos em formação de pirâmide, como mostra a ilustração.

As calandras para chapas com 4 rolos apresentam a vantagem de facilitar o

trabalho de pré-curvamento.

7
Calandra de três rolos sem dispositivo de deformação das abas

Este tipo de calandra apresenta

rolos inferiores, fixos, com igual

diâmetro, mas menores (10 a 50%) que

o superior. Têm maior capacidade, os

rolos são de diâmetros maiores e o

espaçamento dos rolos inferiores também é maior o que traduz numa menor força

de flexão aplicada. Com o ajuste do rolo livre superior, define-se o diâmetro da

calandragem e a força de calandragem suficiente para arrastar por atrito o rolo

superior.

Em calandras geralmente com comprimento acima dos três metros são

utilizados rolos inferiores de suporte para reduzir a deformação.

Neste tipo de calandras torna-se muito difícil calandrar chapa fina de grande

diâmetro por causa do rolo superior não ser motorizado, outro contra é as

extremidades das abas permanecem direitas.

O valor do momento fletor decresce linearmente, desde um valor máximo na

secção “B”, até se anular na secção “A”. A deformação vai evoluindo de totalmente

plástica para elástica, com zonas elasto-plásticas intermédias. Deixa de existir

curvatura a partir da secção em que a deformação é totalmente recuperada pelo

efeito de mola. Esquema de uma calandra de três rolos sem dispositivo de

deformação da aba, momento fletor aplicado numa calandra de três rolos.

8
Calandra de três rolos com dispositivo de deformação das abas

Este tipo de calandra apresenta rolos inferiores simétricos de igual diâmetro

e possuindo movimento vertical inclinado.

A dobragem das abas nunca é total, tendo a zona direita uma dimensão

compreendia entre 0,5 a 2 vezes a espessura da chapa. Existem diferentes tipos de

conceção no essencial, diferentes movimentos dos rolos.

Esquema de calandragem numa calandra de três rolos com deformação das abas

9
Calandra de quatros rolos

Este tipo de calandra apresenta rolos centrais motorizados e os rolos

laterais livres, controlam o raio da calandragem e a dobragem das abas.

O posicionamento da chapa é apertado entre os rolos motorizados facilita

bastante a operação, designadamente o manuseamento da chapa que, em muitos

casos, pode ser feito por um único operador a dobragem das abas efetua-se sem

necessidade de voltar a chapa a calandragem das superfícies cónicas pode efetuar-

se continuamente a calibragem das chapas, por exemplo, após soldadura das

extremidades, é facilitada pela existência dos dois rolos livres, os quais devem

estar ambos atuados neste tipo de operações.

Esquema de calandragem numa calandra de quatro rolos.

10
Descrição da Calandragem

A calandragem é um processo em que se aplica uma força externa sobre a

matéria prima, obrigando-a a tomar a forma e dimensões desejadas por deformação

plástica. O volume e a massa do metal se conservam nestes processos. Tem como

principais vantagens o bom aproveitamento da matéria-prima, rapidez na execução,

possibilidade de melhoria e controle das propriedades mecânicas do material, de

par com a homogeneização da microestrutura.

A chapa a ser calandrada é introduzida na calandra, um sistema de rolos que

pode ser constituído de três ou quatro rolos, paralelos uns aos outros, formando um

triângulo.

11
Os rolos inferiores transmitem a energia necessária à deformação da chapa

através das forças de atrito entre a chapa e os rolos A capacidade de deformação

é limitada pelo trabalho que é possível realizar com as forças de atrito.

O rolo superior, geralmente, com um diâmetro maior que o diâmetro dos rolos

inferiores, é convenientemente posicionado para se obter o raio de curvatura

exterior requerido para a virola.

Além do diâmetro a combinação do ajuste vertical do rolo superior com o

posicionamento dos rolos inferiores influência por um lado o diâmetro de

calandragem desejado. Por outro lado, resultam da força de calandragem, o

comprimento da parte reta da dobra inicial e a espessura calandrada. Quanto maior

a força de calandragem, mais curto é a parte reta da dobra inicial e maior a

espessura da chapa. A força de calandragem e comprimento da parte reta da dobra

inicial são um dos parâmetros mais importantes, na definição do tamanho de uma

calandra. Outro fator muito importante é o diâmetro do rolo superior. Um diâmetro

pequeno permite por um lado a dobra de raios menores, tendo como consequência

natural uma maior possibilidade de flexão do rolo. Intensidade da força aplicada.

12
Por ser um processo de conformação mecânica a peça é submetida a

esforços, e esses esforços podem causar trincas se a conformação não for aplicada,

já que a calandragem faz com que a peça sofra compressão em alguns pontos, e

tensão em outros.

Admitindo que as reações nos rolos inferiores são verticais (aproximação),

pode-se considerar que a distribuição do momento fletor é triangular, com o valor

máximo na zona média do entre rolos.

13
Calandragem a frio e a quente

Na calandragem a quente calandra tem dois ou mais rolos de ferro fundido

com perfuração central para a passagem de água e vapor, ambos para controle de

temperatura. A alimentação é feita manualmente com mantas aquecidas à

temperatura da calandra por um rolo.

A calandragem a frio é preferível à calandragem a quente por ser menos

dispendiosa e problemática. Mas para calandragem a frio, deve ter-se em atenção a

deformação máxima que a chapa sofre, que varia na casa dos 5% para aços de baixa

liga ou por volta dos 3% para aços ferríticos temperados e revenidos.

A calandragem a quente deverá ser usada quando a capacidade de

calandragem da máquina for insuficiente realizar o trabalho a frio ou for

ultrapassada em resultado do encruamento do material. Não se conseguir produzir

peças sem que ocorra fissuração.

Os tratamentos térmicos necessários à calandragem a frio tornam a


calandragem a quente mais económica, uma vez que tem de haver um prévio
aquecimento da chapa em fornos apropriados a uma temperatura de 400º C ou até
mais.

14
Conclusão:

Em suma, neste trabalho que me foi proposto pela disciplina de TPM em


relação as calandragens, este superou os meus objetivos pois aprendi mais.

Eu pensava que calandragem era só um processo para curvar a matéria


prima, mas tem muitos mais objetivos ate alcançarmos o objetivo final.

15
Bibliografia:

http://www.semac.com.br/catalogos/hauesler-calandra-de-3-rolos-hdr.pdf

http://pt.scribd.com/doc/52339271/1/Calandras-de-tres-Cilindros

http://www.calende.com.br/m-calandras.htm

http://www.nei.com.br/lista/Calandras.aspxp

http://pt.wikipedia.org/wiki/Calandragem

16