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A Escola Contingencial ou Teoria

da Contingência
Teoria da Contingência

Origens:

O que é Contingência?

 Incerteza, eventualidade. Algo que pode ocorrer


ou não a depender das circunstâncias.
 Evento ou situação que pode ocorrer no futuro,
especialmente algo que pode causar problemas: plano
de contingência (= a um plano feito para de forma a
resolver um problema que pode acontecer)
 Adjetivo: dependente de algo que é incerto ou que
acontecerá no futuro;
Teoria da Contingência

Origens

 A TC enfatiza que não há nada de absoluto nas


organizações ou na teoria administrativa
 Existe uma relação funcional entre as condições
do ambiente e as técnicas administrativas
utilizadas para o alcance eficaz dos objetivos
organizacionais
 Variáveis ambientais são variáveis
independentes e as técnicas administrativas são
variáveis dependentes
 Contudo, não existe uma causalidade direta entre
as variáveis, mas sim uma relação funcional “se-
então”
Teoria da Contingência

Origens

1. Pesquisa de Chandler: estratégia e estrutura


Processo histórico
 Acumulação de Recursos
 Racionalização do uso dos recursos
 Continuação do crescimento (P&D)
 Racionalização do uso dos recursos em expansão

Resultado: a estratégia define a estrutura


organizacional – diferentes ambientes leva as empresas a
adotar novas estratégias e as novas estratégias exigem
diferentes estruturas organizacionais.
Teoria da Contingência
2. Pesquisa de Burns e Stalker - Organização

Características Sistemas Mecânicos Sistemas Orgânicos


Estrutura Org. Burocrática, permanente, Flexível, mutável,
rígida e definitiva adaptativa e transitória
Autoridade Baseada na hierarquia e no Baseada no conhecimento
comando e na consulta
Desenho de Definitivo – cargos estáveis Provisório – cargos
cargos tarefas e definidos – especialistas mutáveis e indefinidos
Processo Centralizado na cúpula da Decisões descentralizadas
decisório organização ad hoc
Comunicação Quase sempre vertical Quase sempre horizontal
Confiabilidade Regras e regulamentos Pessoas e comunicações
em: formalizados por escrito informais entre as pessoas
Princípios Princípios gerais da Teoria Aspectos democráticos da
predominantes Clássica, Burocracia Teoria RH e DO
Ambiente Estável e permanente Instável e dinâmico
Teoria da Contingência
3. Pesquisa de Lawrence e Lorsch – Ambiente

a. Conceito de diferenciação e integração


i. Diferenciação: Org. dividida em subsistemas (departamentos)
especializados para (e reage apenas a) um ambiente específico
ii. Integração: processo gerado pelas pressões ambientais que de
forma a buscar um esforço coordenado entre os vários departamentos

b. Conceito de integração e diferenciação requerida

c. Teoria da Contingência
i. A organização tem natureza sistêmica – é um sistema aberto
ii. Características organizacionais apresentam interação entre si e
com o meio ambiente
iii. Variáveis independentes e dependentes
Teoria da Contingência

4. Pesquisa de Woodward – Tecnologia

a. Classificação das organizações: Produção Unitária ou


Oficina; Produção em Massa ou Mecanizada; Produção em
Processo ou Automatizada
b. Conclusões
i. O desenho organizacional é afetado pela tecnologia
utilizada pela instituição
ii. Há uma forte correlação entre estrutura organizacional e
previsibilidade das técnicas de produção
iii. Empresas com operações estáveis necessitam de
estruturas diferentes das organizações com tecnologia
mutável
iv. Sempre há o predomínio de alguma função da empresa
Teoria da Contingência

Ambiente

 Mapeamento ambiental - atividade realizada por


pessoas, de forma a compreender os aspectos possíveis da
organizacional que levam a uma redução do quadro de
incertezas da organização
 Seleção ambiental - escolha de uma ou mais partes do
todo estudado
 Percepção ambiental – compreensão subjetiva de seu
ambiente. Um mesmo ambiente pode ser compreendido de
forma diferente por duas ou mais organizações
 Consonância e Dissonância – confirmação ou não dos
pressupostos assumidos pela organização
Desdobramento do ambiente – Geral e de Tarefas
Teoria da Contingência

Ambiente Geral

 Condições Tecnológicas
 Condições Legais
 Condições Políticas
 Condições Econômicas
 Condições Demográficas
 Condições Ecológicas
 Condições Culturais

Estabelecimento do domínio da organização –


resultante da estratégia por ela concebida
Teoria da Contingência

Ambiente de Tarefa ou Operacional

 Fornecedores de Entradas
 Clientes ou usuários
 Concorrentes
 Entidades Reguladoras

Quais elementos do ambiente que são ou podem ser


oportunidades ou ameaças para a organização? Quais os
clientes (reais ou potenciais)? Quais os fornecedores? Quais os
concorrentes? Quais os elementos organizadores?

Tipologias de ambientes
 Quanto à estrutura: Homogêneo ou Heterogêneo
 Quanto à dinâmica: estável ou instável
Teoria da Contingência
Tecnologia

É uma segunda variável independente


Definição
“é algo que se desenvolve nas organizações por meio de conhecimentos
acumulados e desenvolvidos sobre o significado e a execução de tarefas
(know-how) e pelas manifestações físicas constituindo um complexo de
técnicas usadas na transformação de insumos recebidos pela empresa
em resultados, isto é, em produtos ou serviços.”

Pode ser uma variável:


 ambiental – quando faz parte do processo de modernização ou
ampliação da cadeia produtiva
 Organizacional – quando já está incorporada ao sistema
interno da empresa
Teoria da Contingência

Tecnologia

Tipologia de Thompson
 Tecnologia de elos em seqüência – interdependência
serial das tarefas necessárias para completar o produto
(linha de montagem fordista)
 Tecnologia mediadora – proporciona o ligação entre um
ou mais atores por meio de seus recursos tecnológicos
 Tecnologia Intensiva – representa a convergência de
várias habilidades e especializações sobre um único cliente
Teoria da Contingência
Produto

Tecnologia Concreto Abstrato

• Pouca possibilidade de • Flexibilidade para mudanças


mudanças no limite da tecnologia
• Estratégia voltada para a • Estratégia para a busca de
Fixa colocação do produto no aceitação de novos produtos
mercado pelo mercado
• Ênfase na área • Ênfase na promoção e
mercadológica da empresa propaganda
• Receio de ter o produto • Receio de não obter o
rejeitado pelo mercado suporte ambiental necessário
• Mudanças nos produtos • Adaptabilidade ao meio
pela adaptação ou mudança ambiente e flexibilidade da
tecnológica tecnologia
Flexível • estratégia voltada para a • Estratégia para obtenção de
inovação e a criação de consenso externo (produtos) e
novos produtos ou serviços interno (produção)
• Ênfase na área de Pesquisa • Ênfase nas áreas de P&D,
e Desenvolvimento (P&D) mercadológica e RH
Teoria da Contingência

Tecnologia

Impactos da tecnologia
 A tecnologia determina a estrutura e o
comportamento organizacional
 A racionalidade técnica torna-se um sinônimo de
eficiência
 A tecnologia faz com que os administradores
melhorem cada vez mais a eficácia dentro dos limites
do critério normativo de produzir eficiência
Teoria da Contingência

As Organizações e seus Níveis

 Nível Institucional ou Estratégico


 Nível Intermediário
 Nível Operacional

Ambiente do
Sistema ou Estratégico
externo
Intermediário
Entrada Saída
do Opera- do
ambiente cional ambiente

Outras forças
ambientais
Teoria da Contingência

As Organizações e seus Níveis

Adhocracia
 Alvin Toffler em “o choque do futuro”: A sociedade do
futuro será extremamente dinâmica e mutável
 Organizações orgânicas, inovadoras, temporárias e
antiburocráticas
 Ambiente de constante mudança onde as orgs. passarão
por mudanças constantes: de estrutura, de cargos e
contínuo deslocamento de responsabilidades
 Estruturas devem ser flexíveis e mutáveis, para qualquer
tipo de adaptação. Utilização de forças-tarefa e organização
de pessoal por projeto.
 Adocracia = estrutura flexível capaz de amoldar-se
contínua e rapidamente às condições ambientais em
mutação.
Teoria da Contingência

As Organizações e seus Níveis

Adhocracia – Características

 Equipes temporárias e multidisciplinares


 Autoridade totalmente descentralizada
 Atribuições e responsabilidades são fluidas e
mutáveis
 Poucas regras e procedimentos – liberdade de
trabalho
Teoria da Contingência

O homem complexo

Novo Conceito de homem

Econômico => Social => Complexo

 Ser Transacional
 Comportamento dirigido para objetivos
 Sistemas individuais não são estáticos
Teoria da Contingência

Apreciação Crítica

1. Relativismo em Administração
2. Bipolaridade contínua
3. Ênfase no Ambiente
4. Ênfase na Tecnologia
5. Compatibilidade entre sistemas abertos e
fechados
6. Caráter eclético e integrativo
Para Onde Vai a Teoria
Geral da Administração?
(Em Busca da Competitividade)
A Era da Informação: Mudança e Incerteza

• A influência da TI.

• Os desafios da Era da Informação:

1. Conhecimento.
2. Digitalização.
3. Virtualização.
4. Molecularização.
5. Integração: redes interligadas.
6. Desintermediação.
7. Convergência.
8. Inovação.
9. Produ-consumo.
10. Imediatismo.
11. Globalização.
12. Discordância.
As soluções emergentes
Melhoria contínua:

1. Promover o aprimoramento contínuo.

2. Enfatizar o cliente.

3. Reconhecer o problema abertamente.

4. Promover a discussão aberta e franca.

5. Criar e incentivar equipes de trabalho.

6. Gerenciar projetos por intermédio de equipes multifuncionais.

7. Incentivar o relacionamento entre as pessoas.

8. Desenvolver a autodisciplina.

9. Comunicar e informar a todas as pessoas.

10. Treinar intensivamente e capacitar todas as pessoas.


As soluções emergentes

Qualidade Total:

1. Escolha uma área de melhoria.

2. Defina a equipe de trabalho que tratará da


melhoria.

3. Identifique os benchmarks.

4. Analise o método atual.

5. Faça um estudo piloto da melhoria.

6. Implemente as melhorias.
As soluções emergentes

Reengenharia: Reengenharia:

1. Fundamental. 1. De departamentos para equipes de processos focadas no cliente.

2. Radical. 2. Downsizing: achatamento e enxugamento.

3. Drástica. 3. De tarefas para equipes multifuncionais.

4. Processos. 4. De regras e regulamentos para autonomia das pessoas.

5. De treinamento específico para educação integral das pessoas.

6. De avaliação do passado para metas futuras.

7. De subordinação para foco no cliente – interno ou externo.

8. De gerentes controladores para líderes impulsionadores.

9. De gerentes com habilidades técnicas para habilidades interpessoais.


As soluções emergentes

Benchmarking:

1. Conhecer as operações e avaliar seus pontos fortes e fracos.

2. Localizar e conhecer os concorrentes líderes no mercado.

3. Incorporar o melhor adotando os pontos fortes dos concorrentes.

Estágios do Benchmarking:

1. Selecionar processos a avaliar.


2. Identificar o melhor concorrente.
Planejar 3. Identificar os benchmarks.
4. Organizar a equipe de avaliação.
5. Escolher a metodologia de colheita de dados.
6. Agendar visitas ao concorrente.
7. Utilizar uma metodologia de colheita de dados.
8. Comparar a organização com seus concorrentes.
Analisar 9. Catalogar as informações e criar um centro de competência.
10. Compreender os processos e as medidas de desempenho.
Desenvolver 11. Estabelecer objetivos ou padrões do novo nível de desempenho.
12. Desenvolver planos de ação para atingir as metas.
Melhorar 13. Implementar ações específicas e integrá-las nos processos da organização.
14. Monitorar os resultados e os melhoramentos.
Revisar 15. Revisar continuamente os benchmarks.
As soluções emergentes

Equipes de Alto Desempenho:

1. Participação.

2. Responsabilidade.

3. Clareza.

4. Interação.

5. Flexibilidade.

6. Foco.

7. Criatividade.

8. Velocidade.
As soluções emergentes

Operações e Projetos:

1. São desempenhados por pessoas.

2. São limitados por recursos escassos e restritos.

3. São planejados, executados e controlados.

Gestão de Projetos:

1. Os projetos são únicos.

2. Os projetos são de natureza temporária e têm início e fim.

3. Os projetos estarão concluídos quando as metas forem alcançadas.

4. Um projeto bem-sucedido é aquele que atende ou excede as


expectativas dos stakeholders.
A nova lógica das organizações

1. Cadeias de comando mais curtas.

2. Menos unidade de comando.

3. Amplitudes de controle mais amplas.

4. Mais participação e empowerment.

5. Staff como consultor e não como executor.

6. Ênfase nas equipes de trabalho.

7. A organização como um sistema de unidades de negócio interdependentes.

8. Infoestrutura.

9. Abrandamento dos controles externos às pessoas.

10. Foco no negócio básico e essencial (core business).

11. Consolidação da economia do conhecimento.


Idalberto Chiavenato
O que está acontecendo?

Gestão do Conhecimento: Capital Intelectual:

• Conhecimento é um ativo intangível.


• Conhecimento é a informação estruturada
que tem valor para a organização.
• Não ocupa espaço.
• Conhecimento conduz a novas formas de
• É a base do Capital Intelectual.
trabalho e de comunicação, a novas
estruturas, tecnologias e a novas
• O Capital Intelectual tem mais valor
formas de interação.
que o Capital Financeiro na Era da
Informação.
• Onde está o conhecimento?
• O Capital Intelectual é formado por:
• Recursos são estáticos e inertes.
• Nossos clientes.
• Conhecimento é criado e modificado
• Nossa organização.
pelas pessoas e obtido pela interação
• Nossas pessoas.
social.
• As organizações bem-sucedidas usam
• As organizações bem-sucedidas sabe
indicadores (como eficiência, renovação,
motivas as pessoas a aprender e
crescimento) para gerir e monitorar
aplicar seus conhecimentos.
seus ativos intangíveis.
• A organização de conhecimento se
baseia na gestão do conhecimento (GC).
O capital intelectual, segundo Sveiby

Estrutura Externa
Relações com clientes e fornecedores, Capital
marcas, reputação e imagem.
Externo
Dependem de como a organização
Capital resolve e oferece soluções para os
problemas dos clientes.
Intelectual

Estrutura Interna
Conceitos, modelos, sistemas Capital
administrativos e informacionais. Interno
Ativos São criados pelas pessoas e
utilizados pela organização.
Intangíveis

e Invisíveis Competências Individuais

Habilidades das pessoas em agir em Capital


determinadas situações. Humano
Educação, experiências, valores e
habilidades sociais.
A organização baseada no conhecimento

Item: Paradigma da Era Industrial Paradigma da Era da Informação

Pessoas Recursos geradores de custos Ativos geradores de receitas

Fonte do poder gerencial Nível hierárquico na organização Nível de conhecimentos

Luta de poder Operários versus capitalistas Trabalhadores do conhec. x gerentes

Responsabilidade gerencial Supervisionar os subordinados Apoiar os colegas

Informação Instrumento de controle Ferramenta para comunicação

Produção Processar recursos para criar Converter conhecimento em ativos


produtos tangíveis intangíveis

Fluxo de informação Por meio da hierarquia Por meio de redes colegiadas

Gargalos da produção Capital financeiro e habilidades humanas Tempo e conhecimento

Fluxo de produção Seqüencial e ordenado Caótico e direcionado por idéias

Relações com clientes Unidirecionais através do mercado Interativas por redes de pessoas

Conhecimento Uma ferramenta ou recursos O foco do negócio

Propósito do aprendizado Aplicação de novas ferramentas Criação de novos ativos

Valor de mercado Decorrente de ativos tangíveis Decorrente de ativos intangíveis


O que está acontecendo?

Organizações de Aprendizagem:

• O conhecimento não pode ficar ao sabor


do acaso. Nem das oportunidades.
As cinco disciplinas:
• O aprendizado deve ser feito nas (Senge)
atividades do dia-a-dia para associar
o que se aprende ao que se faz.
1. Domínio pessoal.
• O aprendizado deve ser organizado e
contínuo, envolvendo todos os membros 2. Modelos mentais.
da organização e não apenas alguns deles.
3. Visão compartilhada.
• As organizações estão se transformando
em centros de aprendizagem. 4. Aprendizagem de equipes.

• A aprendizagem organizacional ocorre: 5. Pensamento sistêmico.

 Quando a organização alcança o que


pretende. Seu plano de ação torna-se
real.

 Quando a defasagem entre o ideal e


o real é identificada e corrigida.
Ética e Responsabilidade Social

Práticas Éticas:

1. Aumento da produtividade.

2. Melhoria da saúde organizacional.


Responsabilidade Social Corporativa:
3. Minimização da regulamentação do governo.
1. A RS emerge do poder social.

2. A organização deve operar em duas vias.

3. Custos e benefícios devem ser calculados.

3. Escola de Configuração: 4. Custos sociais repassados ao consumidor.

1. Configuração – estabilidade. 5. Como cidadãs, devem atuar fora de suas


áreas normais de operação.
2. Transformação – transformação e mudança.

Ciclo vital: estabilidade – crise – renovação.


Figura 19.10. Níveis de sensibilidade social das
organizações

Abordagem de sensibilidade social:

Ambiente Satisfazer obrigações legais e sociais atuais


Organizacional e previstas para tendências que afetam
indiretamente a empresa.

Abordagem de responsabilidade social:

Satisfazer obrigações legais e sociais atuais


Comunidade e que afetam diretamente a empresa.

Abordagem de obrigação legal e social:

Atender somente às obrigações sociais


previstas pela legislação em vigor.
Organização
Apreciação Crítica das Novas
Abordagens

1. O caráter provocativo da Administração.

2. O caráter universal da Administração.

3. Os novos parâmetros da Administração.

• Emergência das organizações enxutas e flexíveis.


• Advento e consolidação da sociedade do conhecimento.
• Redução do prazo de validade do conhecimento.
• Empregabilidade ou ocupabilidade para a vida toda.
• Todas as pessoas serão administradoras da sua atividade.
• Agregar valor aos negócios atuais e inovar.

4. O conceito de auto-organização.

1. Organizações auto-organizantes.
2. Organizações autopoiéticas.
3. Organizações dissipativas.
Apreciação Crítica das Novas
Abordagens

5. As características das organizações:


1. Flexível e de livre fluxo.
2. Não-hierárquica.
3. Baseada em participação.
4. Criativa e empreendedora.
5. Baseada em redes.
6. Impulsionada por metas corporativas.
7. Utiliza tecnologia como um recurso-chave.

6. O surgimento de comunidades virtuais.

7. As competências das pessoas.


1. Aprender a aprender
2. Comunicação e colaboração.
3. Raciocínio criativo e solução de problemas.
4. Conhecimento tecnológico.
5. Conhecimento de negócios globais.
6. Liderança.
7. Auto-gerenciamento da carreira.
8. Profundo realinhamento e atualização de conceitos.

9. Profundo impacto da TI.

10. Simplificar e descomplicar para enfrentar a complexidade.


Os paradigmas das novas organizações

Modelo do Século XX Aspectos Protótipo do Século XXI

Divisão do trabalho e Organização Rede de parcerias com


cadeia escalar de hierarquia valor agregado

Desenvolver a maneira atual Missão Criar mudanças com


de fazer negócios valor agregado

Domésticos ou regionais Mercados Globais

Custo Vantagem Tempo


Competitiva
Ferramenta para Ferramenta para
Tecnologia
desenvolver a mente desenvolver colaboração

Cargos funcionais e Processo de Equipes interfuncionais


separados Trabalho de trabalho

Força de
Homogênea e padronizada Heterogênea e diversificada
Trabalho

Autocrática Liderança Inspiradora e renovadora

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