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1.

ARQUITETOS VERSUS ENGENHEIROS NO SÉCULO XIX


1.1 Primeiras contribuições da Engenharia e da Arquitetura no século
XIX
2. Exposições Universais: A vitrine da indústria
3. REVIVALISMO (OU HISTORICISMO)
3.1 Arquitetura Neogótica
3.2 Arquitetura Neoclássica
4. ARQUITETURA ECLÉTICA
5. SURGIMENTO DO URBANISMO
5.1 CONCEITOS DE URBANISMO
6. SURGIMENTO DOS UTOPISTAS
7. URBANISTAS DO SÉCULO XIX
7.1 George Haussmann: Paris/França – 1853 a 1870
7.2 Ildefonso Cerdá: Barcelona/Espanha – 1855
7.3 Arturo Soria y Mata: Madri/Espanha – 1883
7.4 Tony Garnier: Lyon/França – 1901
7.5 Ebenezer Howard: Letchworth (1903) e Welwyn (1919)/Inglaterra.
8. Jardins e Parques Urbanos: Franceses e Ingleses
8.1 França
8.2 Jardins Ingleses

BENEVOLO, Leonardo. Historia da Cidade. São Paulo: Perspectiva, 2007, 4° edição.

5. SURGIMENTO DO URBANISMO

As cidades do século XIX sofriam vários problemas urbanos devido a mudança


nas cidades com a chamada revolução industrial. Quando uma grande
quantidade populacional migrava do campo para a cidade buscando trabalho.
Com isso as pessoas que pertenciam à classe operária viviam em péssimas
condições de vida, principalmente de higiene, habitando em lugares insalubres
e muitas delas sem ter onde morar. A partir daí ocorreu uma grande discussão
em diversos âmbitos procurando buscar soluções para os chamados
“problemas urbanos”. Com as condições precárias de vida nas cidades
ocorrem, num primeiro momento algumas intervenções isoladas procurando
soluções aos problemas derivados dos fluxos migratórios do campo para a
cidade e da aglomeração nos grandes centros. Já em um segundo momento
ocorreu à necessidade de criação de uma cidade moderna, ao mesmo tempo
em que há revalorização do modo de vida suburbano e do campo.

5.1 CONCEITOS DE URBANISMO

Pela influencia do racionalismo ocorriam ideias direcionadas para o futuro e


baseada na ideia de progresso, mas ainda nostálgico com relação à cidade
existente antes da revolução industrial. Para a solução de problemas urbanos
usaram a ciência e a técnica, pensando em um modelo aberto com espaços
verdes, por exemplo, e a preocupação com a questão habitacional.

Surgem então os conceitos de urbanismo e seus derivados:

 Urbanismo: termo utilizado para a técnica de planejamento urbano ou


como ciência de estudo do fenômeno urbano e proposição de soluções;
 Urbanização: processo de transformação de um ambiente
predominantemente rural em urbano;
 Planejamento urbano: processo de elaboração de medidas e/ou
modelos que buscam direcionar o processo de urbanização. Papel
também dos planos diretores e regionais;

O conceito atual de Urbanismo:

“O urbanismo é o estudo das relações entre determinada sociedade e o espaço


que a abriga, bem como das formas de sua organização e intervenção sobre
elas com determinado objetivo”.
(GONÇALVES JR. et. al., 2006, p. 15-16)

Ou seja, a essência do urbanismo está nas relações entre o espaço e a


sociedade que nele vive.
6. SURGIMENTO DOS UTOPISTAS

Utopista é considerado um sujeito que propõe, para eliminar a pobreza e


enfrentar os problemas sociais e políticos que afligem a sociedade, soluções
imaginadas e consideradas dificilmente realizáveis.

As mudanças econômicas provocadas pela Revolução Industrial impulsionaram


o surgimento de uma nova classe social, o “proletariado industrial” composto
pelos camponeses presos nas cidades e explorados de forma terrível.
Enquanto a burguesia comercial e industrial prosperava e enriquecia, a miséria,
as doenças e o brutal e desumano regime de trabalho eram o destino do
proletariado. Esta situação tornou-se insuportável e despertou protestos,
resistência e ações revolucionárias.

Utopistas como Robert Owen, Charles Fourier e Etienne Cabet influenciaram o


pensamento e as ações políticas da época, pelas quais são considerados os
precursores “clássicos” que pregaram mudanças na organização social e nas
relações entre os homens, mais justas e respeitando a dignidade humana,
buscando uma nova estrutura social, a criação de uma nova sociedade.

Um exemplo de cidade utópica, seria New Harmony, de Owen (experiência


fracassa, onde perde todo o capital empregado), e Falanstério (um edifício
monumental no qual as pessoas viveriam de forma comunitária) de Fourier
(Familistério - uma redução do modelo fourierista - de Godin), ou a Icária de
Cabet que se transformaram em símbolos desse momento, propondo à
alteração da estrutura física, para abrigar a sociedade sã, a sociedade de
iguais, que seus autores haviam imaginado. Os três proclamavam para a luta
contra as tendências perversas da acumulação de riquezas desenfreada, por
um lado, e o empobrecimento, a exploração e degradação dos trabalhadores,
propondo uma ordem social, na qual todos trabalham.
7. URBANISTAS DO SÉCULO XIX

7.1 George Haussmann: Paris/França – 1853 a 1870

Haussmann influenciou várias cidades na França, nas colônias francesas e na


Europa tais como Torino, Viena, Bruxelas. A imagem a seguir mostra as ruas
da antiga Paris ainda intactas:

(Figura 15. Planta de Paris em 1853, antes dos trabalhos de Haussmann.


Fonte: Livro História da Cidade, Leonardo Benévolo, pg. 589)

O principal objetivo da reforma urbana idealizada por Haussmann para Paris é


simplesmente o de liberar o tecido urbano para facilitar manobras militares.
Além de melhorar a circulação no interior da cidade, conectando os diversos
bairros; eliminar a insalubridade e a degradação dos bairros, através da
ventilação, do acesso à luz e da arborização; revalorizar e ré enquadrar os
monumentos, unindo-os através de eixos viários e criando efeitos de
perspectiva. Um dos principais pontos da reforma de Haussmann é a reforma
da "Ìlle de La Cité" em área militar. Para atingir esse objetivo, todas as
edificações existentes são demolidas. Para ele, “a arquitetura é um problema
administrativo” e só deve visar os interesses de Napoleão, interesses esses, de
cunho estritamente militares. A partir daí, é produzido um urbanismo totalmente
racionalista visando apenas à técnica e desconsiderando o aspecto histórico.
Foram eliminados bairros degradados e a cidade é retalhada por vias que
surgem de pontos específicos, que são praças ou cruzamentos importantes. As
ruas são arborizadas e recebem sistema de iluminação.

Londres, a antiga cidade medieval, com traçado orgânico e ruas estreitas, é


cortada por grandes eixos e contornada por um anel viário. São criados vários
bulevares, um novo elemento urbano, o Carrefour (rotatória) e são abertos
parques e jardins públicos.

(Esquema de trabalhos de Haussmann em Paris-


Fonte: Livro História da Cidade, Leonardo Benévolo pg.592 )

(Planta de Paris em 1873. Fonte: Livro História da Cidade,Leonardo Benévolo, pg. 593.)

A ocupação do território é baseada no quarteirão, resultante do traçado viário,


que gerou quarteirões com formas poligonais irregulares e triangulares. São
definidas leis de ocupação: cada lote é perpendicular à rua; os edifícios
passam a ter leis de padronização para as fachadas; as tipologias urbanas são
pré-definidas, as galerias passam a ter função comercial e são definidas áreas
especiais para as estações ferroviárias.
Em relação aos lotes: procurava-se evitar lotes que apresentassem fachada
para duas vias ou lotes com testadas muito extensas.

A pré-definição dos tipos arquitetônicos a serem utilizados e padronização de


ornamentos, proporções das aberturas, materiais e revestimentos: o edifício
não é autônomo e deve construir uma paisagem urbana junto com os outros
imóveis. Já no interior dos quarteirões é utilizado como complemento das
atividades desenvolvidas nas edificações dos lotes (jardins, áreas de apoio à
comércios e pequenas indústrias) e como galerias comerciais.

O pensamento de Haussmann influenciou outras propostas, um exemplo disso


foi que bulevares, avenidas e a Grande Avenida, foram usadas por E. Howard.
Mas com outros pensamentos foram surgindo, só as ideais do urbanismo
haussmanniano, avenidas, parques e jardins já não eram suficientes. Num
aspecto, ao menos, Paris de Haussmann acrescenta uma dimensão nova aos
projetos nos anos de 1830. O modelo urbano que ele propõe funciona,
realmente, em escalas bem diferente.

7.2 Ildefonso Cerdá: Barcelona/Espanha – 1855

Tinha o objetivo de aumentar a área total da cidade, permitindo sua expansão


além dos limites da antiga muralha, e fornecer uma alternativa mais ordenada
de ruas e quadras em comparação à confusa trama da do centro histórico de
Barcelona. Então ele propõe um traçado que envolve o núcleo antigo de
Barcelona, mantendo-o praticamente intacto.

Segundo ele as esquinas dos prédios são chanfradas nos cruzamentos,


permitindo melhor visibilidade e criação de pequenas praças com comércio e
lazer; distribui parques, indústria, comércio e residências de forma equilibrada;
as avenidas principais formam estruturas que coordenam a expansão das
quadras. A cidade funciona em torno do duplo conceito: movimento e repouso
e a quadra e o sistema viário é de extrema importância viário na estrutura da
cidade. A rua deve fornecer redes de infraestrutura, permitir o transporte e
possibilitar a melhor aeração e iluminação das casas; o sistema de transportes
é elemento fundamental para funcionamento da cidade e o plano deve
possibilitar a extensão ilimitada da cidade, mantendo a união entre a cidade
antiga e a nova zona de extensão.

Os dois traçados urbanísticos básicos na época, a quadrícula e o radial (neste


caso o segundo subordinado ao primeiro) e eles eram sintetizados em um
grande retângulo de sessenta por vinte módulos, localizado no espaço livre
deixado entre a cidade medieval amuralhada e os povoados vizinhos e cortado
por duas diagonais.

A casa é o ponto de partida do raciocínio de Cerdà. As habitações planejadas


por Cerdà tinham como características: a privacidade do indivíduo no lar, com
condições dignas de vida, o higienismo (sol, vento, ar, luz natural), que
deveriam estar presentes nas habitações e o custo, adaptação do
empreendimento para a classe operária.
(Plano para Barcelona, 1859. Ilha-tipo. Fonte: TARRAGÓ CID, Salvador).

(Plano para Barcelona, 1859. Seção viária definida com o critério da independência
entre os meios de locomoção. Fonte: TARRAGÓ CID, Salvador).

O plano previa quadra com ocupação perimetral em dois ou no máximo três


lados. Os edifícios não ultrapassariam mais do que dois terços da superfície do
quarteirão. Os espaços internos resultantes se abririam para a cidade
oferecendo equipamentos públicos e generosas áreas arborizadas. O
importante é enfatizar que neste momento a quadra passa de uma condição de
residual para se tornar suporte de uma composição urbana que a tem como
espaço da cidade. O perímetro da quadra deixa de ser o limite do espaço
público.
Do desejo original de Cerdà permaneceu apenas o traçado viário, que é o
elemento mais visível e conhecido de sua obra. As quadras foram
maciçamente ocupadas no perímetro junto ao alinhamento da calçada
retomando um caráter que a reaproximou da quadra tradicional. Originalmente
as quadras foram concebidas em média com 67.000m³ de área construída por
quadra.

7.3 Arturo Soria y Mata: Madri/Espanha – 1883

Soria propunha uma alternativa radical, ou seja, uma faixa de largura limitada,
percorrida, contudo por um ou mais ferrovias ao longo de seu eixo, e de
comprimento indefinido. Ao contrário dos outros utopistas, abandonava a
configuração “circular” e adotava o formato linear como mecanismo para a
resolução de problemas como especulação imobiliária, congestionamentos e
marginalização da população. Sua cidade ideal eliminava a distinção entre
centro e periferia já que se caracterizava em um único e contínuo cinturão
urbano, paralelo às linhas de transporte, para ligar os centros históricos mais
antigos (“cidades-ponto”), ou seja, uma “cidade-rua” – que deveria possuir uma
largura média de 500 m – e que podia ser prolongada indefinidamente.

Defendeu os seguintes princípios urbanísticos:

- do problema da locomoção derivam-se todos os demais da urbanização;

- a forma das cidades é o resultado fatal da estrutura da sociedade que as


ocupa;

- onde não vive uma árvore não pode viver um ser humano.

Construção da Cidade Linear (1882), próximo ao centro de Madrid hoje


bairro Ciudad Lineal, na periferia de Madrid;

A cidade linear está ligada em muitos aspectos à questão do transporte e da


crescente importância do sistema viário no planejamento da cidade,
principalmente ao longo do século XX.

7.4 Tony Garnier: Lyon/França – 1901

Promoveu a ideia de cidade industrial em 1901, projetado para a cidade de


Lyon, na França, como Trabalho de Conclusão de Curso.

Parte do seu projeto foi posteriormente realizado em Lyon, onde construiu


hospitais, estábulos, estádios e um bairro residencial. A proposta de Garnier
previa claramente a separação das diferentes funções da cidade: trabalho,
habitação, tráfego e recreação. Ele alocava cada uma dessas funções num
espaço próprio, de modo que uma futura expansão de qualquer uma delas não
implicasse a alteração das outras.

A cidade-industrial, de Tony Garnier, apresentava estrutura baseada em


traçados, eixos e quadrículas, tendo organizações físicas e funcionais
diferenciadas, como o zoneamento funcional, que fragmentava a cidade em
áreas distintas. Alem do zoneamento funcional e o emprego dos materiais
modernos, o modelo tinha preocupações sanitárias e paisagísticas. A proposta
exibia características lineares em planta, em que se distinguia pelo espaço
verde, que separava a zona residencial da comercial pela distribuição ordenada
de atividades, o que setorizava a cidade em áreas distintas e ainda por seu
sistema de transportes, que caracterizava os eixos de ligação por meio de
avenidas.

Os bairros residenciais são formados por pequenas casas isoladas, de aspecto


modesto, linhadas numa malha uniforme de ruas. Garnier nunca pensa no
edifício como num objeto isolado, mas tem sempre em mente que o objetivo de
toda intervenção é a cidade e que o edifício só tem sentido como contribuição a
vida da cidade.

As suas principais características eram:

 A maioria das cidades seriam criadas em razão da indústria, pois era


em torno dela que a cidade se estruturava;
 Preocupação com a salubridade;
 Áreas verdes entre as casas: trânsito de pedestre fora das ruas;
 Traçado da cidade em linhas retas;
 Localização dos estabelecimentos públicos no centro da cidade;
 Escolas distribuídas pela cidade; há escolas profissionalizantes;
 Isolamento do hospital, mas com vista para áreas verdes;
 As fábricas ficam concentradas e rodeadas por avenidas
arborizadas.
Na realidade, ele diferenciou do outros utopistas franceses porque teve a
oportunidade de aplicar seus conceitos arquitetônicos a grande cidade de Lyon,
e entre 1904 e 1914 construiu uma serie de edifícios públicos exemplares e de
bairros residenciais, enquadrados num plano unitário. Esta experiência permitiu
a Garnier verificar suas ideias em contato com as exigências concretas de uma
cidade moderna. A obra construída confirma os preceitos teóricos e é neste
resultado, nesta ponte lançada entre a teoria e a pratica, que consiste sua
contribuição ao movimento moderno.

7.5 Ebenezer Howard: Letchworth (1903) e Welwyn (1919)/Inglaterra.

Formado em Direito, viveu de 1850-1928 na Inglaterra. A visão utópica de


Howard foi uma tentativa de resolver os problemas de insalubridade, pobreza e
poluição nas cidades por meio de desenho de novas cidades que tivessem
uma estreita relação com o campo. Ele apostava nesse casamento cidade-
campo como forma de assegurar uma combinação perfeita com todas as
vantagens de uma vida urbana cheia de oportunidades e entretenimento
juntamente com a beleza e os prazeres do campo;

“... cidade e campo devem estar casados, e dessa feliz união nascerá uma
nova esperança, uma nova vida, uma nova civilização”.

A cidade jardim é um modelo de cidade concebido por ele consistindo em


uma comunidade autônoma cercada por um cinturão verde num meio-termo
entre campo e cidade. A ideia era aproveitar as vantagens do campo
eliminando as desvantagens da grande cidade, mas nem sempre pode ser um
sinônimo de eco cidade.

O plano de implantação urbana de Letchworth foi executado pelos arquitetos


Raymond Unwin (1863-1940) e Barry Parker (1867-1947). Eles dão
continuidade á ideias de Howard de criar unidades de vizinhança com 5.0
habitantes, dotados de infraestrutura de atendimento diário e programam
quatro delas para Letchworth.
Em Letchworth os arquitetos têm como objetivo o desenho informal das ruas;
as casas formando blocos isolados entre si, recuadas do alinhamento do
terreno, com jardins fronteiriços; os passeios com grama, arbustos e arvores; A
melhoria das condições na moradia e no ambiente de vida do operário sempre
foi uma das preocupações básicas nas propostas de Howard continuando a ser
um objeto principal para a companhia da primeira Cidade-Jardim. As indústrias
construíram elas mesmas, as suas instalações e eram responsáveis pela
fixação de novos moradores da cidade, justificando a concretização da idéia
básica da Cidade-Jardim – a de possibilitar a atividade industrial e melhores
moradias aos seus operários.

(LECHWORTH - 50 km de Londres – 1903 primeira cidade Jardim.

Fonte: w.letchworthgc.com)

O modelo proposto, chamado de Cidade-jardim, deveria ser construído


numa área que compreenderia, no total, 2400 hectares, sendo 400
hectares destinados à cidade propriamente dita e o restante às áreas
agrícolas. O esquema feito para a cidade assume uma estrutura radial,
sendo composto por 6 bulevares de 36 metros de largura que cruzam
desde o centro até a periferia, dividindo-a em 6 partes iguais. No centro,
seria prevista uma área de aproximadamente 2,2 ha, com um belo jardim,
sendo que na sua região periférica estariam dispostos os edifícios públicos
e culturais (teatro, biblioteca, museu, galeria de arte) e o hospital. O
restante desse espaço central destinar-se-ia a um parque público de 56 ha
com grande áreas de recreação e fácil acesso.

Esquema da Cidade-Jardim – Howard- Fonte:


http://urbanidades.arq.br/2008/10/ebenezer-howard-e-a-cidade-jardim/)

Em 1919: terreno a 15 Km de Letchworth, onde instalaria Welwyn, a segunda


cidade-jardim.

A cidade-jardim era dividida em seis bulevares, com 36 metros de largura,


dividindo a cidade em seis partes;

A maioria das casas são construídas com a frente para as avenidas ou ao


longo dos bulevares e das vias que convergem para o centro;

Centro: espaço de dois hectares para o jardim, onde ficam em volta os


edifícios públicos, com terrenos espaçados, com a câmara, sala de concerto e
leitura, teatro, biblioteca, museu, galeria de arte etc.
O restante do espaço: parque público com 58 hectares e com o Palácio de
Cristal, que serve como abrigo para dias chuvosos, venda de produtos, jardim
de inverno e um conjunto de exposição permanente;

No anel exterior localizam as manufaturas, lojas, mercados, deposito de


carvão, de madeira etc, e uma estrada circular que se comunica com a linha de
trem;

População de 30.000 pessoas na cidade e 2.000 na área agrícola quando


atingisse a sua capacidade de suporte, novas cidades deveriam ser formadas
em torno da cidade central de 58.000 habitantes, interligadas por ferrovias e
rodovias.

Diagrama de Howard. Planejamento (a cidade não podia ser desenhada até ser
selecionado o local) [LUCEY, Norman]

Diagrama de Howard. Distrito e Centro (a cidade dividida em 6 setores

Diagrama de Howard. Constelação de cidades [LUCEY, Norman]