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O uso da timpanometria de alta frequência (HFT) (1000 Hz) na África do Sul


Heena Chania
Apresentado em cumprimento parcial dos requisitos para o grau
Mestre em Audiologia
Departamento de Fonoaudiologia
Faculdade de Ciências Humanas
University of the Witwatersrand
Setembro 2014

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Eu
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Declaração
I, Heena Chania, declarar que este relatório da pesquisa, intitulada "O uso de alta
freqüência
timpanometria (HFT) (1000 Hz) na África do Sul 'é o meu próprio trabalho e que toda a
assistência
obtido foi apenas sob a forma de orientação profissional e de supervisão. Nenhuma
parte deste
pesquisa foi previamente submetidos a qualquer outra instituição de ensino superior ou
de investigação
universidade. Os componentes teóricas de este relatório ter sido referenciado em
conformidade. Eu reivindico
a inteira responsabilidade pelas conclusões deste estudo de pesquisa.
2014/08/09
______________________
__________________
Heena Chania
Encontro

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ii
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Agradecimentos
"Nunca desista do que você realmente quer fazer.
A pessoa com grandes sonhos é mais poderoso do que um com todos os fatos '
Albert Einstein
Gostaria de expressar os meus sinceros agradecimentos aos seguintes indivíduos que
contribuíram para
a conclusão desta dissertação:
Meu supervisor, o Dr. Karin Joubert, e co-orientador, Dhanashree Pillay, para a sua
contínua
supervisão, paciência, apoio e encorajamento ao longo deste estudo, tanto a profissional
e nível pessoal. Obrigado por compartilhar suas habilidades clínicas e de pesquisa e
surpreendentes
conhecimentos comigo. Meu apreço é inexprimível.
Prof. Pedro Fridjhon da Escola de Estatística e Atuária da Universidade de
Witwatersrand, em
o seu tempo, esforço e orientação com a análise estatística dos dados.
Stetson Hfauki de Wits Empresa, DMSA, para a realização de minha análise estatística.
Sra Jordaan, CEO da Rahima Moosa Hospital Materno Infantil e Dr. P. Schembe,
Diretor
Serviços de clínicas de Dr. George Mukhari Hospital, por me conceder permissão para
conduzir minha
estudar no hospital.
Nadene Crowder, Baby Care Manager at Porta da Esperança Infância Missão e Irmã
MC
Lawrette a Madre Teresa para conceder-me a permissão para realizar o meu estudo nas
crianças
casa.
Mr. Greg Penfold para editar o idioma em minha dissertação.
A minha família por me dar a oportunidade de obter meu mestrado na Universidade do
Witwatersrand. Palavras não podem descrever o meu apreço por seu amor
incondicional, emocional
motivação e apoio ao longo deste estudo.
O meu pessoal de investigação, Taahirah Cassim, Muazzama Pilodia e Raeesa Sader
para me ajudar
com coleta de dados. Seu tempo e esforço sem fim é muito apreciada.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Meus amigos e colegas surpreendentes para o seu contínuo apoio e por me mostrar a luz
no
o fim do túnel quando parecia inacessível.
Namita Ramdin por seu apoio e incentivo infinito. Compartilhar esta jornada com você
tem
só tornou mais fácil de realizar o nosso objetivo.
Gina Posner e Yaksha Makan por estar sempre tão orgulhoso de mim, levantando meus
espíritos e dando
me que empurrão extra para dizer 'eu posso fazer isso'.
Para meu criador, obrigado por me dar a força ea coragem de trilhar este caminho da
minha viagem
e por me abençoar com pessoas incríveis na minha vida que estavam com meu a cada
passo do caminho.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Resumo
A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda (HL) em recém-nascidos e
ouvir
lactentes. A correta identificação de OM é fundamental na gestão da mesma. A pesquisa
tem
confirmou que a timpanometria de alta frequência (HFT) deve ser uma parte da
audiência recém-nascido
triagem (NHS) como forma confiável e precisa identifica OM. Embora seja imperativo
que HFT
Equipamento está disponível para fonoaudiólogos que trabalham com recém-nascidos e
lactentes, há uma escassez de
informações sobre o uso de HFT na África do Sul. O objetivo deste estudo foi
determinar o uso de HFT por fonoaudiólogos Sul Africano na prática clínica. Além
disso, a passagem
e referem-se taxas entre HFT e outros testes de triagem usados na identificação de
possíveis
patologia da orelha média em recém-nascidos e lactentes foram determinadas.
A, descritiva, design não-experimental estudo transversal foi usado para descrever o uso
de
HFT na prática clínica. Um total de 113 questionários, completado por fonoaudiólogos
pediátricos,
foram analisados. Os resultados indicam que apenas 50% dos fonoaudiólogos teve
acesso a e incluídos no HFT
a bateria de testes. Estes participantes trabalhou principalmente em hospitais públicos (n
= 25) e privado
prática (n = 23). O resto dos participantes relataram HFT não estar disponível,
principalmente devido à falta
de equipamentos, protocolos clínicos e formação na condução e interpretação de HFT.
Um projeto de pesquisa de correlação foi utilizado para determinar o passe e referem-se
taxas de HFT e outros
testes de triagem usados na identificação de eventual patologia da orelha média. Os
participantes foram
neonatos e lactentes de zero a seis meses de idade cronológica (N
2
= 303 orelhas) (média
idade gestacional = 37 semanas; DP = 4,03). Para os quatro triagem auditiva testa os
mais altos índices de aprovação
foram obtidos utilizando baixo timpanometria frequência (LFT) (orelha direita = 84%;
orelha esquerda = 86%). Dentro
a triagem auditiva de três testes os mais altos índices de aprovação foram obtidos
utilizando LFT (orelha direita = 99%;
orelha esquerda = 93%). No entanto, o acordo de LFT com outros testes de seleção foi
pobre, tanto no
quatro e três testes de triagem auditiva. Os resultados confirmam que HFT e otoscopia
tinha o melhor
acordo em ambos os testes de despistagem quatro (0,7237 e 0,7983) e três auditivos
(0,5062 e
0,6264) em termos de passe e referem taxas bilateralmente.
Os resultados sugerem a necessidade de promover a melhoria da formação em nível de
graduação e
prática clínica na área de audiologia pediátrica, especificamente em relação ao uso de
HFT em
a identificação de possível patologia da orelha média em recém-nascidos e lactentes.
Palavras-chave: timpanometria de alta freqüência, otite média, de prática clínica,
passar, taxa referem-

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v
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Tabela de conteúdos
DECLARATION………………………………………………………………………
…………i
AGRADECIMENTOS .............................................................................. ..ii
ABSTRACT……………………………………………………………………………
………...iv
ÍNDICE ................................................................................. ..v
LISTA DE QUADROS .......................................................................................... ix
LISTA DE FIGURAS .................................................................................... ...... xi
Lista dos apêndices ................................................................................. .xii
LISTA DE SIGLAS ........................................................................ ... xiii
GLOSSARY……………………………………………………………………………
………xiv
CAPÍTULO 1: Orientação ........................................................................... 1
Background………………………………………………………………………………..
1
Capítulo descreve .................................................................................... ..4
CAPÍTULO 2: REVISÃO DA LITERATURA
............................................................... 6
Prevalência de perda auditiva .............................................................................. ....... 6
Otite
Media……………………………………………………………………….......................
..6
Maturacional Alterações do Sistema Orelha Média infantil .............................................
..... 7
Alterações anatômicas ................................................................................. 0,7
Diferenças acústicas .............................................................................. ..8
Identificação de Otite Média .............................................................................. 0,11
Tympanometry……………………………………………..……………………………
……….13
Uso de timpanometria em neonatos e lactentes ................................................ 15
Requisito para atuando High Frequency Timpanometria ................ ..................... .... 18

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vi
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Interpretação do HFT e Validação de Testes ...................................................... ... 20
Triagem Auditiva Neonatal .............................................................................. ..24
População de alto risco e alta fatores de risco para perda auditiva ........................... ....
24
Ouvindo testes de seleção usado na Triagem Auditiva Neonatal .............................. .27
CAPÍTULO 3: METODOLOGIA ..................................................................... 0,32
Pesquisa
Aims…………………………………………………………………………………...32
O principal objectivo 1 ....................................................................................... ..32
O principal objectivo 2 ....................................................................................... ..32
Objectivo principal de 3 ....................................................................................... ..32
Pesquisa
Design………………………………………………………………………………….32
Pesquisa
Phases………………………………………………………………………………….34
Piloto
Studies…………………………………………………………………………………….
..35
Fase de estudo piloto 1: questionário ................................................... ..35
Fase de estudo piloto 2: A triagem auditiva ...................................................... ... 38
A Principal
Study………………………………………………………………………………………
.42
Fase de estudo principal 1: questionário ................................................ ........ 42
Fase principal estudo 2: A triagem auditiva ......................................................... 0,47
Dados
Collection………………………………………………………………………………….
.63
Considerações éticas ........................................................................... ... 63
Pessoal de investigação .............................................................................. ... 64
Procedimentos de coleta de dados ..................................................................... ... 65
Confiabilidade e Validade .................................................................................... ..67
Reliability……………………………………………………………………………….6
7

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Validity………………………………………………………………………………….6
9
Dados
Analysis…………………………………………………………………………………
….70
CAPÍTULO 4: RESULTADOS ................................................................................. 72
Estudo de Fase Principal 1: Questionário .......................................... .. ...... ............ 72.
O principal objectivo 1: Uso de HFT na prática clínica atual ....................................
........ 72
Estudo principal Fase 2: Triagem Auditiva ............................................. ............ .. ......
85.
O principal objectivo 2: Passe e referem-se taxas de testes de rastreio
.......................................... ... 86
Objectivo principal de 3: Acordo do passe e referem taxas entre HFT e outro rastreio
tests………………………………………………………………………………………8
8
CAPÍTULO 5: DISCUSSÃO ........................................................................... ..91
Estudo de Fase Principal 1: Questionário .......................................... .. ...... ............ 91.
O principal objectivo 1: Uso de HFT na prática clínica atual ..........................................
0,91
Estudo principal Fase 2: Triagem Auditiva ............................................. ............ .. ...
..103.
O principal objectivo 2 e 3: Passe e referem-se taxas e acordos de testes de rastreio
.................. 103
CAPÍTULO VI: CONCLUSÃO ..................................................................... 0,116
Visão Geral dos Resultados .......................................................................................
0,116
Fase de estudo principal 1: questionário ................................................... ..116
Fase de estudo principal 2: A triagem auditiva ...................................................... ... 117
Avaliação Crítica do Estudo ........................................................................ ... 118
Pontos fortes do estudo ........................................................................... ... 118
As limitações do estudo ........................................................................ ... 118
Implicações do estudo ................................................................................. 0,120
Recomendações para Pesquisa Futura ............................................................... ... 121

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viii
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
REFERENCES…………………………………………………………………………
……...123
APPENDICES……………………………………………………………………………
……137

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ix
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
LISTA DE QUADROS
Tabela 2.1
A sensibilidade e especificidade dos instrumentos otológicos
Tabela 2.2
A sensibilidade e especificidade de LFT em crianças ao longo de sete meses de idade
Tabela 2.3
A sensibilidade e especificidade de HFT em bebês com menos de seis meses de idade
Tabela 2.4
Os métodos de classificação para timpanogramas (Kei et al., 2003)
Tabela 2.5
Classificação de timpanogramas de alta freqüência (Baldwin, 2006)
Tabela 2.6
Os métodos de classificação para timpanogramas
Tabela 3.1
Fases de investigação
Tabela 3.2
Questionários de pesquisa: Objectivos, instrumentos de medição, os resultados ea
modificações
Tabela 3.3
Perfil demográfico dos participantes para o estudo piloto 2
Tabela 3.4
Triagem Auditiva: Objetivos, instrumentos de medição, os resultados e modificações
Tabela 3.5
Descrição do tamanho total da amostra de questionários (N
1
= 113)
Tabela 3.6
Questionário da pesquisa: critérios de selecção de participantes
Tabela 3.7
Descrição do questionário desenvolvido auto-
Tabela 3.8
A descrição dos lugares
Tabela 3.9
Ouvindo critérios de selecção dos participantes triagem
Tabela 3.10
Número de orelhas teladas (N
2
= 303)
Tabela 3.11
Perfil demográfico dos participantes em cada local
Tabela 3.12
Fatores de alto risco para HL presente nos participantes em cada local (n = 103)
Tabela 3.13
Descrição da audição forma de triagem
Tabela 3.14
Protocolo de triagem auditiva

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x
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Tabela 3.15
Critérios e interpretação de otoscopia
Tabela 3.16
Normas e análise dos timpanogramas LF (Liden, 1969; Jerger, 1970)
Tabela 3.17
Classificação de HF timpanogramas de acordo com áreas de percentis (GSI, 2011)
Tabela 3.18
Descrição dos métodos estatísticos
Tabela 4.1
Timpanometria testes usados em combinação
Tabela 4.2
A aplicação clínica de HFT no contexto clínico
Tabela 4.3
Razões fornecidos pelos participantes a respeito de porque mudanças na maturação
afetam o
propriedades acústicas da orelha do bebê
Tabela 4.4
Descrição dos tamanhos de amostra
Tabela 4.5
Número de orelhas teladas (N
2=
303)
Tabela 4.6
Passe e referem-se taxas de testes de triagem auditiva (HFT, LFT, otoscopia e
EOAPD)
Tabela 4.7
Passe e referem-se taxas de testes de triagem auditiva (HFT, LFT e otoscopia)
Quadro 4.8
Os valores utilizados para interpretação do kappa de Cohen (Fleiss, 1981)
Tabela 4.9
As taxas dos contratos do passe e remetem para todos os testes de triagem auditiva
Tabela 5.1
Desafios experimentado em vários locais de teste

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xi
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
LISTA DE FIGURAS
Figura 4.1
Local de trabalho dos participantes com HFT
Figura 4.2
Razões pelas quais HFT não está incluído na bateria de teste básico pediátrica
Figura 4.3
Faixa etária utilizada para HFT
Figura 4.4
Protocolos clínicos atuais usados
Figura 4.5
Normas utilizadas pelos participantes (com protocolos clínicos disponíveis)
Figura 4.6
Sistemas de classificação utilizados pelos participantes (com protocolos clínicos
disponíveis)
Figura 4.7
O objetivo da timpanometria descrito pelos participantes (N
1
= 113)
Figura 4.8
Descrição do sistema de orelha média de uma criança
Figura 4.9
Descrição das diferenças acústicas entre um ouvido médio adulto e infantil
sistema

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
LISTA DE ANEXOS
Apêndice A consentimento informado para questionário de pesquisa
Apêndice B Carta de apresentação para questionário de pesquisa
Questionário apêndice C Inquérito
Anexo D carta de permissão do Dr. George Mukhari Hospital Acadêmico
Apêndice E consentimento informado para a triagem auditiva
Formulário tela Audiência Apêndice F
Apêndice G Carta de permissão do Rahima Moosa Mãe e Hospital da Criança
Anexo H Consentimento informado de Portas da Missão de Esperança Crianças
Apêndice I
O consentimento informado de Madre Teresa
Anexo J
Certificado de calibração para o GSI Auto Tymp
Certificado de calibração K Apêndice para Madsen AccuScreen
Apêndice L certidão negativa de Ética
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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
LISTA DE ABREVIAÇÕES
AABR
Audiometria de tronco encefálico automático
AOM
A otite média aguda
BC ABR
Condução óssea audiometria de tronco encefálico
CA
Idade corrigida
CHL
A perda auditiva condutiva
COM
Otite média crônica
dB
Decibel
ECV
Volume de canal auditivo
Edhi
Detecção auditiva precoce e intervenção
GA
Idade gestacional
LF
Baixa frequência
LFT
Baixa frequência timpanometria
HF
Alta frequência
HFT
Timpanometria de alta freqüência
HI
Deficiência auditiva
HL
Perda de audição
JCIH
Joint Committee on Infant Hearing
MEE
Efusões do ouvido médio
MFT
Multi timpanometria frequência
NP
Sem pressão
NICU
Unidade de terapia intensiva neonatal
EOA
As emissões otoacústicas
OM
Inflamação na orelha
OME
A otite média com efusão
SNHL
Perda auditiva sensório-neural
STAs
Fonoaudiólogos e fonoaudiólogos
TM
Membrana do tímpano
TPP
Pico de pressão Timpanométrica
TANU
Triagem auditiva neonatal universal

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xiv
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Glossário
Admissão
Isto refere-se a facilidade com que a energia acústica é transmitida no exterior e médio
orelha. A admissão é medida em mmho (Clark, Roeser & Mendrygal, 2007).
Perda auditiva condutiva
Este tipo de HL é um resultado de problemas na orelha externa e média que os impactos
transmissão de som a partir do canal auditivo externo (CAE) para o ouvido interno; no
entanto, existem
não há problemas com o ouvido interno. A perda auditiva condutiva (CHL) apresenta-se
com o osso normal
resultados de condução. Também está associada com a presença de patologias do
ouvido médio, que pode ser
ou tratada clinicamente ou cirurgicamente (Vinson, 2001).
Os resultados falsos negativos
Quando o resultado do teste é negativo, na presença de uma doença, isto resulta em uma
falsa
negativo (Steffens & Krishnan, 2003).
Resultados falso-positivos
Quando o resultado do teste é positivo, na ausência de uma doença, isto resulta em uma
falsa
positivo (Steffens & Krishnan, 2003).
Timpanometria High Frequency
A timpanometria é a medida indireta da conformidade e impedância do
membrana do tímpano (TM) e do sistema do ouvido médio. Timpanometria de alta
frequência (HFT) utiliza
tons de sonda de alta freqüência (como 668 Hz, 800 Hz e 1000Hz). O uso de HFT
mostrou

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xv
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
para ser sensível na identificação de patologias do ouvido médio em recém-nascidos e
bebés, cuja
sistemas de orelha média são massa-dominado (Kei et al., 2003).
Infantil
Este termo é usado para descrever um bebê de um a 12 meses de idade (Aehlert &
Vroman,
2011).
Mass Susceptância
Susceptance Missa é a admissão oferecida por elementos de massa no sistema da orelha
média de
o recém-nascido ou do lactente (Shahnaz, 2007).
Efusão da orelha média
Efusão do ouvido médio (MEE) é o acúmulo de líquido (derrame) no ouvido médio
(Gelfand,
2009). Isto faz com que a cor da membrana timpânica (TM) para alterar e prejudica o
mobilidade do TM, tornando-se rígida, por exemplo (Al-Khatib, 2010).
Neonate
Neonato a termo é usado para descrever um bebê desde o nascimento até um mês de
idade (Aehlert &
Vroman, 2011).
Passe Screening Test Result / Classificação
Isso indica um teste negativo. Isso implica que o indivíduo não se apresentar com um
doença e, portanto, não mais é necessário seguir-se (Meyer, 2000; Spivak, 2007).
População Pediátrica
A população pediátrica é definida como as pessoas com idade entre o nascimento e os
18 anos de
idade (Agência Europeia de Medicamentos, 2007).

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xvi
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Susceptância Peak
Susceptância (B) é o fluxo de energia que está associado com reactância e a
susceptância
timpanogramas; espera-se primeiro antes de entalhar os timpanogramas de condutância.
O
susceptância medido inclui efeitos do volume do canal auditivo, a rigidez da TM como
bem como a rigidez mecânica do sistema do ouvido médio (Stach, 2003; Roberts, 2007;
Moser, 2009).
Compliance Peak
O ponto de mobilidade máxima numa Timpanograma que se refere ao grau de
mobilidade
do sistema do ouvido médio (Departamento de Minnesota de Saúde [MDH], 2009).
Consulte Screening Test Result / Classificação
Isso indica um teste positivo, uma vez que implica o indivíduo faz presente com uma
doença,
Por conseguinte, ainda é necessário seguir-se (tal como os testes de diagnóstico)
(Meyer, 2000; Spivak, 2007).
Teste de Rastreio
É um teste simples realizado em um grande número de pessoas para identificar aqueles
que têm ou
são susceptíveis de desenvolver uma doença particular. No teste de rastreio pode dividir
normal e anormal
indivíduos com total precisão, uma vez que não se destina a dar um diagnóstico (teste
de triagem, nd;
Moore & De Costa, 2005; Gelfand, 2009).
Estática de Imitância Acústica
Isto avalia a facilidade de fluxo de energia acústica através do sistema do ouvido médio.
Dentro
Para determinar esta medida, imitanciometria é estabelecida sob a pressão positiva
(+200
daPa) induzido artificialmente no canal do ouvido. Depois disso, a determinação é feita
com o TM, na sua

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xvii
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
posição compatível com a maioria, o que maximiza a condução através do espaço da
orelha média (Bess &
Humes, 2008).
Resultados Negativos Verdadeiros
Quando o resultado do teste é negativo na ausência de uma doença, isto resulta numa
verdadeira
positivo (Steffens & Krishnan, 2003).
Resultado positivo verdadeiro
Quando o resultado do teste é positivo na presença de uma doença, isto resulta numa
verdadeira
positivo (Steffens & Krishnan, 2003).
Timpanométrica Pressão Peak
Timpanométrica pressão de pico (TPP) é a representação de pressão de ar em daPa em
que
o pico de timpanogramas ocorre (Stach, 2003). Vários factores resultam na alteração da
TPP,
tais como variação da pressão canal auditivo durante timpanometria. Isto está associado
com a variação em
o volume do ouvido médio com o movimento do tímpano (Gerber, 1996).
Timpanogramas
Timpanogramas são representações gráficas da mobilidade de TM como uma função de
mecanicamente variando a pressão do ar num canal auditivo hermeticamente selado
(Clark et al., 2007

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1
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Capítulo um
Orientação
Este capítulo fornece uma orientação para o estudo e inclui o plano de fundo e
justificativa para a realização do estudo. Uma descrição de cada um dos capítulos
também está incluído.
Fundo
Infecções do ouvido médio (otite média, como [OM]) são a causa mais comum de
audiência
perda (HL) durante anos para a primeira infância (deiner, 2010). Devido a esta alta taxa
de prevalência e
associação com diferentes graus de perda auditiva condutiva (CHL), imitanciometria
forma um
componente importante do protocolo do teste de triagem para identificar patologia da
orelha média em recém-nascidos
e bebés (Profissionais de Saúde Conselho da África do Sul [HPCSA], 2007;. Swanepoel
et al,
2007). A timpanometria é um método altamente sensível utilizado para triagem de
patologias do ouvido médio
(Bluestone & Klein, 2007). No entanto, a utilização de frequência baixa timpanometria
(LFT) em
neonatos e lactentes muitas vezes resultam em taxas de falsos positivos mais elevados.
Portanto, recomenda-se que
alta freqüência timpanometria (HFT) faz parte do protocolo de triagem para ajudar a
clarificar
falsos resultados positivos de triagem (Kent, 2004; HPCSA, 2007; Swanepoel et al.,
2007).
As diferenças anatômicas e acústicas entre a de um recém-nascido ou do lactente e um
sistema adulto orelha média implica que os protocolos timpanometria adultos não são
apropriados para o
utilizar em recém-nascidos e bebés (Baldwin, Sutton, cascalho & Low, 2008).
Verificou-se que HFT
é a medida mais confiável na avaliação do sistema da orelha média dominado por massa
de
neonatos e lactentes (Swanepoel et al., 2007).
Embora HFT é prontamente disponível numa série de tympanometers hoje (Petrak,
2002),
o alto custo dos equipamentos HFT muitas vezes impede a sua utilização na prática da
atenção primária (Al-Khatib,
2010). Relatou-se que a falta de equipamento na África do Sul é um dos principais

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2
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
obstáculos para a implementação bem sucedida dos programas de triagem auditiva
neonatal (TAN)
(Theunissen & Swanepoel, 2008).
Protocolos de TAN, defender o uso das emissões otoacústicas (EOAs) e / ou
automatizado
audiometria de tronco encefálico (AABR) medidas (Joint Committee on Infant Hearing
[JCIH],
2007; HPCSA, 2007). Os resultados obtidos a partir desses testes de rastreio podem ser
afetados pela orelha média
patologias resultantes no recém-nascido ou do lactente falha na triagem auditiva (Holte,
Margolis &
Cavanaugh, 1991; Purdy & Williams, 2000; JCIH, 2007). Por conseguinte, é importante
incluir
HFT ao identificar patologias do ouvido médio em pediatria (do nascimento aos seis
meses de idade). HFT
Foi demonstrado que apresentam maior correlação estatisticamente significante com as
EOA ea otoscopia (Purdy
& Williams, 2000; Kent, 2004; HPCSA, 2007; JCIH, 2007; Swanepoel et al., 2007;
Garcia, De
Azevedo & Testa et al., 2009).
Apesar disso, LFT ainda é utilizado em recém-nascidos e lactentes com idade entre o
nascimento e seis
meses. Todavia, foi verificado que a utilização de uma frequência baixa (LF) tom sonda
não é fiável
nessa população devido a sua baixa sensibilidade na identificação de patologias do
ouvido médio (Swanepoel et
al., 2007). Isto pode ser atribuído ao facto de HFT é menos simples de interpretar do
que
LFT (Baldwin, 2006).
Como existem diretrizes clínicas limitados disponíveis para o uso e interpretação de
HFT,
fonoaudiólogos deve ler com atenção os resultados em combinação com outros
resultados audiológicos
(Association [ASHA] de 2004 American Speech-Language-Hearing). Embora muitos
normativo
estudos sobre HFT foram publicados, o uso destas normas tem-se revelado clinicamente
difícil para
médicos (Wilson, 2008). Há uma necessidade de protocolos clínicos padrão e
orientações para a
interpretação de HFT para promover sua ampla aplicação na clínica pediátrica
(Wilson, 2008).

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3
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
A rápida implementação de programas de triagem auditiva neonatal universal (TANU)
foi também exposta uma necessidade de um teste de rastreio de funcionamento fiável do
ouvido médio. Isto irá permitir
para a identificação atempada de patologia da orelha média e para a diferenciação entre
sensório
perda auditiva neural (PASN) e CHL (Van Rooyen, 2006). A correta identificação de
orelha média
estatuto no período neonatal e infância pode direcionar referências oportunas e
adequadas a médico
e pessoal audiológicos. Este, por sua vez levará a uma melhor eficácia de programas de
TAN
(Swanepoel et al., 2007).
Embora a importância de HFT em recém-nascidos e bebés tem sido confirmada, existe
poucas informações disponíveis sobre a prática clínica atual na África do Sul. Como
resultado, este
estudo teve como objetivo abordar as seguintes questões de investigação:
 Como é prontamente disponível em departamentos de audiologia HFT ou práticas na
África do Sul?
 fazer fonoaudiólogos sul-africanas têm protocolos clínicos HFT disponíveis para
fornecer orientação
em corretamente e com precisão identificar patologias do ouvido médio em recém-
nascidos ou crianças?
 São fonoaudiólogos Sul-Africano ciente das aplicações clínicas de HFT e teórica
fundo do sistema de ouvido médio de um recém-nascido ou do lactente de?
 Qual é o grau de concordância entre o passe e referem-se taxas de testes de triagem
auditiva
(HFT, LFT, otoscopia e EOAPD) usado na identificação de possíveis ouvido médio
patologia em recém-nascidos ou crianças?

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4
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Contornos de capítulo
Esta dissertação é composta por seis capítulos, a saber:
Capítulo um
Este capítulo fornece uma introdução ao estudo, uma vez que descreve a justificativa
para, e
importância da realização do estudo. Um esboço para cada capítulo é com isto também
é fornecido.
Capítulo Dois
Este capítulo fornece uma visão ampla do HL, NHS e OM. Ele também fornece
informações sobre mudanças na maturação, imitanciometria e requisitos para a
realização de HFT.
Este capítulo se concentra mais sobre a interpretação do HFT, validação de testes e
audição
testes de rastreio utilizados no NHS.
Capítulo Três
O capítulo metodologia ilustra os objetivos do estudo e do projeto de pesquisa
utilizado e descreve as várias fases de investigação. Ela inclui ainda os resultados do
estudo piloto,
descrição dos principais estudos, bem como os procedimentos de coleta de dados. Além
disso, ele
aborda a confiabilidade, validade e princípios éticos do estudo.
Chapter Four
Neste capítulo são apresentados os resultados obtidos a partir dos dois estudos
principais, a saber, o levantamento
questionários e triagem auditiva. Os resultados são apresentados em relação aos
objectivos da
estude.
Capítulo Cinco
Este capítulo destaca tendências e diferenças nos dados obtidos a partir do inquérito
questionário e triagem auditiva. Isto permite tirar conclusões no que se refere ao
usar de HFT em recém-nascidos e lactentes.

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5
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Capítulo Seis
Este capítulo fornece um resumo dos resultados obtidos para o estudo atual seguido por
uma revisão crítica, implicações do estudo e recomendações para futuras pesquisas.
Referência e apêndices
Esta seção apresenta todas as referências utilizadas para o estudo atual e apêndices, que
fornece informações importantes para a compreensão dos procedimentos de coleta de
dados.
.

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6
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Capítulo Dois
Revisão da literatura
Este capítulo fornece uma visão ampla da perda auditiva. Ele fornece informações sobre
otite
meios de comunicação, mudanças na maturação do bebê ouvido médio sistema,
imitanciometria e requisitos
para a realização de HFT. Este capítulo se concentra mais sobre a interpretação do HFT
e validação de
teste, fatores de alto risco de perda auditiva, e auditiva testes de triagem auditiva
neonatal usados em
rastreio.
Prevalência de perda auditiva
'Impairment (HI) em crianças de audição em todo o mundo constitui um particularmente
grave
obstáculo ao seu desenvolvimento ideal e educação, incluindo a aquisição da linguagem
"(World
Organização Mundial da Saúde [OMS], 2010, p.7). Há um aumento da prevalência da
HL globalmente
(Swanepoel, Delport & Swart, 2004; HPCSA, 2007). Relatórios preliminares na África
do Sul
estimativa de que cerca de 17 bebês nascem com perda auditiva (PA) na África do Sul
todos os dias
(Copley & Friderichs, 2010). HL é a anormalidade nascimento de ocorrência mais
comum, assim, a
identificação e diagnóstico precoce de recém-nascidos e lactentes com HL é vital
(Swanepoel et al.,
2007; Alexiades & Hoffman, 2008).
Inflamação na orelha
Uma das causas mais comuns de HL na população pediátrica é do ouvido médio
infecção (Zand, Routree & Walton, 2003). A otite média (OM) foi reportado como a
maior
freqüentemente ocorre infecção do ouvido médio em recém-nascidos e lactentes (Zand
et al, 2003;. Nacional
Instituto de Surdez e Outros Distúrbios de Comunicação [NIDCD], 2010; Marschark &
Hauser, 2012). OM é definida como a inflamação do ouvido médio, que é
principalmente um resultado de
Trompa de Eustáquio (ET) disfunção (Stach, 2010a). Existem três tipos de OM a saber;
agudo
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7
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
otite média (OMA), otite média com efusão (OME), e otite média com efusão crônica
(COM) (Pichichero, 2013).
A literatura indica que o OM afecta 75% a 95% da população pediátrica (McCabe &
Racanello, 2006). HI-relacionado OM tem uma prevalência de 30,82 para cada 10 000
nascimentos. Tem sido
informou que anualmente 21 000 pessoas morrem devido a complicações da OM (e, g.
mastoidite aguda e
meningite) (Dodson & Peng, 2009;. Monasta et ai, 2012). A prevalência de OM é o
mais alto
durante os dois primeiros anos de vida de uma criança e diminui com a idade (Stach,
2010a).
Maturacional Alterações do Sistema Orelha Média infantil
Alterações anatômicas.
Há muitas diferenças anatômicas entre o adulto sistema de ouvido médio e infantil.
Anatomicamente, o canal auditivo externo (CAE) em recém-nascidos e lactentes são
mais estreitas, mais curto
e reto na orientação, quando comparado a um adulto (Cai, 2010). As EAC aumenta
rapidamente
em diâmetro e comprimento na primeira infância (Keefe & Bulen, 1993). Em bebês, a
parede da EAC
compreende de cartilagem e tecido mole que faz com que a estrutura flexível e
compatível (Anson &
Donaldson, 1981). À medida que a criança amadurece, a parede da cartilagem e do
canal torna-se mais espessa e osso
é formado. Isto resulta numa maior rigidez, rigidez e diminuição da complacência das
estruturas
(Anson e Donaldson, 1981). Na idade adulta os dois terços internos da EAC é ósseo e
do exterior
terceiro é feito de tecido mole (Anson & Donaldson, 1981). Estas mudanças afetam a
impedância
a criança EAC; como de volume do canal aumenta, diminui a impedância (Keefe,
Bulen, Arehart &
Burns, 1993).
Na estrutura da orelha média, a cavidade timpânica de um recém-nascido e da criança é
menor do que
que de uma orelha do adulto (Ikui, Sando, Haginomori & Sudo, 2000). A cavidade do
ouvido médio chegará
tamanho adulto por aproximadamente seis meses de idade (Baldwin, 2006; Keefe &
Bulen, 1993). Dentro

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8
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
desta vez outras estruturas da orelha média, como as articulações ossicular e platina do
estribo
apego à janela oval aperta. Além disso, a fusão dos resultados no anel timpânica
diminuição da resistência (Anson e Donaldson, 1981). Como maturação prossegue,
erosão óssea do
estribo ocorre. Isto resulta na redução da densidade óssea e, assim, uma diminuição
global na massa
(Meyer, Jardine & Deverson, 1997).
Ao nascer, a membrana timpânica (TM) está localizado horizontalmente para a EAC. O
TM
torna-se gradualmente vertical, até atingir a posição de adultos (50 ° a 60 °) em cerca de
3-4
anos de idade (Nadol & Eby, 1986). De acordo com Roush (2001, apud Cai, 2010) é a
TM
também mais espessa e mais vascular, se comparado com a TM de um adulto. Além
disso, de acordo com a
Eavey (1993, apud Cai, 2010) o tecido fetal não absorvido (por exemplo mesenchyme),
permanecendo
fluido amniótico e detritos celulares podem estar presentes no interior da cavidade do
tímpano até cinco meses
após o nascimento. Isto, juntamente com uma TM mais espesso possivelmente contribui
para o sistema de massa ouvido médio
e redução da complacência. Portanto, como a criança amadurece, há uma diminuição
global em massa
e resistência no sistema do ouvido médio (Cai, 2010). Nos primeiros seis a sete meses
de vida,
o sistema do ouvido médio transforma, assim, de uma massa dominado a um sistema
dominado por rigidez
(Baldwin et al, 2008).
Diferenças acústicas.
Como resultado das mudanças na maturação na anatomia da EAC e sistema de orelha
média,
as propriedades acústicas de resposta dentro dessas estruturas também muda
consideravelmente durante o primeiro
dois anos após o nascimento (Lantz, Petrak & Prigge, 2004). O ouvido médio é uma
mecano-acústicos
sistema que consiste em três componentes: rigidez, massa e resistência (Wiley &
STOPPENBACH, 2002).

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9
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Há uma série de elementos dentro da EAC e espaço da orelha média que ditames
rigidez. Estes incluem ligamentos, o TM eo ar fechados no canal auditivo e do ouvido
médio
espaço (Purdy & Williams, 2000). Os elementos de rigidez exercer efeitos em baixas
freqüências e são
relacionada com o volume concentrado de ar na orelha externa e média (Popelka &
Hunter, 2013).
A massa do ouvido médio é afetado pelos pars flaccida da TM, ossículos e da
perilinfa na cóclea (Purdy & Williams, 2000). Estes componentes são responsáveis pela
controlar a transmissão da resposta de alta frequência (HF) do ouvido médio (Cai,
2010).
A resistência é a causa da perda de energia através da dissipação de calor (Lantz et ai.,
204).
A resistência é independente da frequência e determina a dissipação da energia acústica
conhecida
como condutância acústico (Ga) ou resistência acústica (Ra) no sistema de impedância
(Popelka &
Hunter, 2013). A forma da resposta de frequência é controlada pelos elementos
resistivos tais
como as articulações ossicular, o ligamento anular em torno da platina do estribo, e
fluidos cocleares
(Cai, 2010).
A rigidez, massa e resistência em combinação interagem e determinar a impedância ou
oposição ao fluxo de energia do sistema de orelha média e permitir que o som de
sucesso
transmissão para a cóclea (Lantz et ai, 2004;. Wiley & STOPPENBACH, 2002). Estas
propriedades
contribuir para a impedância acústica, total ou admissão acústico total.
Impedância acústica (Za acústicos em ohms) refere-se ao total de oposição ao fluxo
sistema de orelha média para o fluxo de energia acústica (Popelka & Hunter, 2013).
Constitui-se de
a resistência (R) e reatância (X), que por sua vez tem dois componentes reactância ou
seja compatível
e inércia de massa (Palmu, 2001). Admitância acústica (Ya em ohms acústicas) é a
quantidade de
energia acústica que viaja para o sistema do ouvido médio (Popelka & Hunter, 2013).
Constitui
de condutância (G) e susceptância (B), que tem dois componentes e nomeadamente o
cumprimento

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
susceptance massa (Palmu, 2001). Impedância acústica e admissão acústico são
recíprocas
e é descrito como se segue:
Za = 1
Ya
Ya = 1
Za
O susceptância acústico total determinada através de uma soma vectorial da rigidez e
elementos de massa, é usado para identificar se o sistema da orelha média é em massa
ou dominada-rigidez
(Popelka & Hunter, 2013). Um sistema de orelha média dominado por rigidez está
presente quando o total
susceptance acústico (Ba) é positiva entre 0º e 90º fase, enquanto um meio dominado
por massa
sistema de ouvido está presente quando o susceptance acústico total (Ba) é negativa
entre 0º e 90º
fase (Popelka & Hunter, 2013).
No sistema do ouvido médio neonatal e infantil os elementos de massa e resistivas são
elevados e
seu sistema de orelha média pode assim ser descrita como dominada por massa (Holte,
Margolis &
Cavanaugh, 1991; Shahnaz, Miranda & Polka, 2008). Um sistema de orelha média
dominado por massa tem
uma influência sobre a condutância das altas frequências dentro da cóclea (Cai, 2010).
Como a cóclea
é encontrado para ser maduro no momento do nascimento; o sistema de orelha média
em neonatos e lactentes pode ser
responsável pela perda de transferência de energia para dentro da cóclea durante a
condução de som
(Abdala e Keefe, 2006).
Transmissão de energia para o recém-nascido e do ouvido médio infantil é relatada a ser
mais
eficiente na Hz- 4000 gama de 1000 Hz (Holt et al, 1991; Baldwin, 2006). Freqüências
abaixo
500 Hz resultou na diminuição da transmissão de energia para o sistema da orelha
média dos neonatos
e crianças com menos de quatro meses de idade. Este é um resultado de vibrações da
parede do canal auditivo e
ressonância (Baldwin, 2006). Estas diferenças entre o recém-nascido ou infantil e adulta
desaparecer
pela idade de seis meses (Baldwin, 2006).

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Além disso, o comprimento mais curto EAC em recém-nascidos e crianças resulta em
uma maior ressonância
freqüência quando comparados aos adultos (Cai, 2010). Como um resultado do
diâmetro pequeno canal auditivo e
ganho de ressonância parede EAC compatível em recém-nascidos e lactentes, não é
diminuída (Saunders, Doant
E Cohen, 1993). Assim, em neonatos e lactentes a ressonância da EAC ocorre em maior
frequências e exibe um ganho menor do que o observado no MAE adulto (Saunders et
al., 1993).
A pesquisa confirmou esses achados acima. Em um estudo realizado por Meyer et al.
(1997), a frequência ressonante de uma criança foi medido. As medidas repetidas entre
o
idades de duas semanas a seis meses e meio foram feitas. Os resultados revelaram que o
ressonante
freqüência manteve-se abaixo de 550 Hz até que a criança tinha três meses e meio de
idade (Meyer et al.,
1997). Um adulto médio do ouvido médio freqüência de ressonância de 900 Hz
(intervalo 800 Hz e 1200 Hz)
Mediu-se por quatro meses de idade. Este foi apoiado por pesquisa realizada pela Lantz
et al.
(2004) e Silman e Silverman (1991) que relataram que entre três e quatro meses de
idade
frequência de ressonância semelhante aos encontrados no ouvido adulto foram medidos
em recém-nascidos e lactentes.
Isso apóia a teoria de que os infantis alterações de orelha média de um em massa à
rigidez dominado
sistema (Silman e Silverman, 1991;. Meyer et ai, 1997; Baldwin, 2006). Otoscopia e
timpanometria é usado na prática médica e audiológica para avaliar o sistema da orelha
média.
Identificação de OM
O objetivo da triagem de patologias do ouvido médio é identificar indivíduos que
podem ter
a doença, mas no qual, de outro modo ir não identificado (Bluestone & Klein, 2007).
Atual
métodos clínicos utilizados para a identificação de OM em neonatos e lactentes incluem
HFT
timpanometria e otoscopia (Kent, 2004).
Otoscopia é o exame subjetivo que é realizada para inspecionar o canal do ouvido e do
TM para malformações ou qualquer presença e ausência de OM que possa impedir no
neonato ou

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
audição da criança (Kent, 2004; Easterbrooks & Estes, 2007). Otoscopia é também
essencial para determinar se existe alguma obstrução no canal do ouvido, que evitarão a
colocação
de uma sonda para o rastreio imitância acústica, confundindo assim os resultados
timpanométricos
(Kent, 2004).
O exame da EAC e do ouvido médio são normalmente realizados por
otorrinolaringologistas,
médicos generalistas, enfermeiros e fonoaudiólogos, utilizando um otoscópio. Existem
vários tipos de
otoscopes disponíveis ou seja, um otoscópio padrão, um otoscópio pneumático, e um
otomicroscope
vídeo-otoscópio (Wilson, 2008). A sensibilidade e especificidade de alguns dos
otológica
instrumentos disponíveis estão descritos na Tabela 2.1.
Tabela 2.1
Sensibilidade e Especificidade de Otológicos Instruments
Instrumento
Estudos
Sensibilidade
(%)
Especificidade
(%)
Otoscópio Padrão
KC et ai. (2007)
78,7
22,2
Otoscópio pneumático
Lee & Yeo (2004)
38,5
97,2
Shiao & Guo (2005)
77,3
90,5
Harris et al. (2005)
100
84,5
KC et ai. (2007)
33,3
90,4
Otomicroscope
Lee & Yeo (2004)
100
61,5
Otoscópio vídeo
Shiao & Guo (2005)
100
97,8
Pediatras e Fonoaudiólogos geralmente fazem uso de um otoscópio padrão para
identificar o
presença ou ausência de patologias do ouvido médio. Fonoaudiólogos, além realizar a
timpanometria
detectar a presença de patologias do ouvido médio (Kent, 2004; Wilson, 2008). Um
otoscópio padrão
foi encontrada para ter o menor sensibilidade e especificidade (Wilson, 2008). No
entanto, é
relatado para ser uma ferramenta de triagem útil (O'Malley & Haynes, 2010). Otoscopes
pneumáticas
mais frequentemente usado por médicos otorrinolaringologistas para melhorar a
precisão do diagnóstico de OM (Alper, Bluestone,
Casselbrant, Dohar & Mandel, 2004). Estes instrumentos no entanto nem sempre
melhorar

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
precisão do diagnóstico de OME na população pediátrica quando comparado com um
otoscópio padrão
(Al-Khatib, 2010).
Ao executar uma avaliação otoscópica, um pequeno espéculo de ouvido é utilizado e
pavilhão auricular
é suavemente puxado para baixo, a fim de endireitar o canal auditivo horizontais do
neonato ou
infante para obter uma visão clara do canal do ouvido e TM (Cavaliere & Sansoucie,
2013;
Hockenberry, 2012).
O desafio de se efectuar uma avaliação otoscopia, é a dificuldade em visualizar o
TM em recém-nascidos e lactentes. Isto é devido às pequenas meatos externos os quais
são muitas vezes preenchidos por
vernix caseosa, detritos e cerume tornando-se um desafio para identificar pontos de
referência comuns do
sistema ouvido médio (Baldwin, 2006). Vernix é comumente presente nos canais de
orelha de recém-nascidos
e normalmente desaparece ao fim de uma ou duas semanas após o nascimento
(Whitaker, 2001). É relatado que 70%
de bebés de dois a seis meses de idade necessitam cerume remoção, a fim de melhorar a
visualização
da orelha externa e média (Carlson & Carlson, 2003).
Otoscopicamente, um TM normais parece pálido, cinza e translúcido com projeções
visuais
o martelo, processo lateral curto e manubrium. Além disso, um cone reflector de luz é
visível (Mangione, 2008). Na presença de infecção no ouvido a TM pode também ser
encontrado para ser
abaulamento ou retraída. Portanto, é importante que o exame de um tímpano devem
tomar a
vascularização, a mobilidade, a integridade, bem como a posição em consideração
(Chiocca, 2011; Branco,
Duncan & Baumle, 2013).
Timpanometria
A timpanometria é definida como "a medida dinâmica de imitância acústica no exterior
canal auditivo em função da variação da pressão do ar no canal do ouvido "(Fowler &
Shanks, 2002, p.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
175). O cumprimento registros Tympanometer da TM, que oferece informações
quantitativas
em função estrutural e a presença de efusão do ouvido médio (MEE) (Al-Khatib, 2010).
Existem vários tipos de timpanometria atualmente e rotineiramente utilizados na prática
clínica,
ou seja, de baixa frequência timpanometria (LFT) e imitanciometria multi-frequência
(MFT) (Harris,
Hutchinson & Moravec, 2005). Vários tons de sonda IC também têm sido estudados,
como 660Hz,
880 Hz e 1000 Hz. No entanto, 1000Hz tom de sonda é atualmente a maior frequência
disponível
em tympanometers clínicos comerciais e é conhecido como HFT (Wilson, 2008).
O uso de LFT (sonda de 226 Hz) foi validado para uso em adultos. Esta freqüência
tom sonda é especialmente relevante como é abaixo da ressonância adulto normal de
aproximadamente 900
Hz, anulando os efeitos da massa e resistência. O sistema da orelha média de adultos
também é stiffness-
dominado abaixo desta frequência (Lantz et ai., 2004).
HFT (1000Hz tom de sonda) é, contudo, defendeu o uso em recém-nascidos e lactentes
devido
à maior contribuição de massa, maior resistência e menor complacência no ouvido
médio (Purdy
& Williams, 2000; Alaerts, Luts & Wouters, 2007). Este tom de sonda HF permite a
medição de admissão onde susceptância massa é significativa (Purdy & Williams,
2000).
Os componentes de massa são maiores em sondas de HF. Em tons de sonda HF
(1000Hz) o envolvimento de
cada estrutura anatômica é alterada ea admitância acústica medido no ouvido médio
de entrada torna-se mais predomina a massa (Holte et ai, 1991;. Kei et ai, 2003;. Silva.
Novaes, Lewis & Carvallo, 2007).
Timpanometria é utilizado na prática clínica para determinar a presença do ouvido
médio
patologia (Al-Khatib, 2010).

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15
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Uso de timpanometria em neonatos e lactentes.
Timpanometria de baixa frequência. Embora timpanometria é usado para detectar
ouvido médio
patologias, ainda há controvérsia sobre o uso de LFT e HFT nos recém-nascidos e
lactentes. Apesar de a confirmação de que o recém-nascido e do sistema da orelha
média infantil é massa dominado,
LFT ainda é usado nesta população.
A pesquisa realizada por Baldwin (2006) para determinar a sensibilidade e
especificidade de
LFT em recém-nascidos e crianças com menos de cinco meses de idade revelaram baixa
sensibilidade (0,02%) em
identificar corretamente a presença de MEE. Isto foi confirmado por outros estudos que
encontraram
que LFT foram relatados para produzir resultados falsos positivos e falsos negativos
quando realizados em
recém-nascidos ou crianças com menos de sete meses de idade (Meyer et al, 1997;.
Purdy & Williams, 2002;
Macedo de Resende et al., 2012). Postula-se que as diferenças fisiológicas entre o
neonato ou recém-nascido e adulto sistema de transmissão da orelha média pode ser um
fator que contribui para estes
taxas falsos positivos e falsos negativos (Keefe e Levi, 1996; Petrak, 2002).
Meyer et ai. (1997) sugere que LFT são válidos em bebés a partir dos quatro meses de
idade quando
o sistema de ouvido médio alcança uma média freqüência de ressonância da orelha do
adulto e tem transformado a partir de
ao sistema dominado pelos rigidez dominado em massa. O uso de LFT em crianças
mais velhas é suportada
por uma série de estudos descreve a sensibilidade e especificidade de LFT em lactentes
mais velhos
de 7 meses de idade (Tabela 2.2).

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16
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Tabela 2.2
Sensibilidade e Especificidade de LFT em Lactentes mais de sete meses de idade
Estudos
Sensibilidade
(%)
Especificidade
(%)
Shiao & Guo (2005)
89,4
81,8
Lee & Yeo (2004)
87,5
0
Watters, Jones & Freeland (1996, apud Harris, Hutchinson
E Monroe, 2005)
91
79
Palmu, Puhakka, Rahko & Takala (1999, citado por Harris et al.
2005)
94
Mills (1987) e Finitzo, Friel-Patti, Chinn & Brown (1992)
80-90
71-100
Harris et al. (2005)
80
100
KC, Guragain & Sinha (2007)
98,9
14,8
Estudos longitudinais são, porém, obrigados a estabelecer a variabilidade na idade em
que
LFT torna-se válido (Baldwin, 2006; Baldwin et al., 2008).
Timpanometria de alta freqüência. O uso de HFT na população neonatal e infantil tem
sido estudado extensivamente (Keefe e Levi, 1996; Rhodes, Margolis, Hirsch & Napp,
1999;
Margolis, Bass-Ringdahl, Hanks, Holte & Zapala, de 2003; Baldwin, 2006; Alaerts et
al., 2007;
Garcia et al., 2009; Kei & Mazlan, 2012). Há, porém, ainda controvérsia em relação à
idade
gama para a qual é mais adequada HFT (Hoffman et al., 2013).
Tanto o JCIH (JCIH, 2007) e ASHA (ASHA, 2004) recomenda o uso de HFT para
neonatos e lactentes de zero a seis meses de idade. As diretrizes são baseadas em
pesquisa
confirmando a validade dos resultados HFT nesta faixa etária (Keefe e Levi, 1996;.
Rhodes et al,
1999; Baldwin, 2006; Alaerts et al., 2007; Garcia et al., 2009; Kei & Mazlan, 2012).
Dois
Estudos validado o uso de HFT em recém-nascidos (Kei et ai, 2003;.. Margolis et ai,
2003). Contudo,
Nestes estudos, os efeitos da idade não foram avaliados (Alaerts et al., 2007). Baldwin
(2006) encontrado
HFT a ter uma alta sensibilidade na detecção de patologia da orelha média em lactentes
com idade inferior a cinco
meses.

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17
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Um protocolo dependente da idade mais variada é sugerido por Alaerts et al. (2007), no
qual ambos
HFT e LFT são usados. Em recém-nascidos e crianças menores de três meses de idade,
sugere-
HFT que só é realizada. Para crianças entre três e nove meses de idade deve ser HFT
realizada; e nos casos de falha, LFT deve ser levada a cabo como uma confirmação da
patologia (Alaerts
et al., 2007). As sugestões foram feitas porque Alaerts et al. (2007) considerado HFT
ser mais
fiável em recém-nascidos e crianças até à idade de três meses. Este ponto de vista foi
apoiado por
Macedo de Resende et al. (2012). A limitação do Alaerts et ai. (2007) estudo foi que a
presença ou ausência de patologias do ouvido médio não foi confirmado com uma
otoscopia.
Por isso, os resultados não podem ser generalizados para todos os recém-nascidos e
lactentes (nascimento até 36 semanas) como diferente
timpanométricas resultados podem ser obtidos em pessoas com confirmada patologia de
orelha média (Baldwin,
2006). A relevância clínica de HFT até a idade de nove meses, foi apoiada por Hoffman
et
ai. (2013). A idade dos participantes no Hoffman et al. (2013) estudo no entanto não
relataram qualquer
informação sobre a idade dos participantes (tais como a idade gestacional [GA] ou idade
corrigida [CA]) na
tempo de teste.
Baldwin et al. (2008), no entanto recomendado que HFT só deve ser utilizado até seis
CA meses (Baldwin et al., 2008). Suas conclusões foram apoiadas em estudos recentes
(Tabela 2.3).
Tabela 2.3
Sensibilidade e Especificidade do HFT em bebês com menos de seis meses de idade
Estudos
Sensibilidade
(%)
Especificidade
(%)
Baldwin (2006)
99
89
Swanepoel et ai. (2007)
57
95
Garcia et ai. (2009)
11,1-95
41,7-60
HFT é, portanto, a freqüência de escolha em neonatos e lactentes devido a sua alta
sensibilidade na detecção corretamente os componentes da orelha média na primeira
infância (Kent, 2004; HPCSA,

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18
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
2007; Swanepoel et al., 2007). Alguns estudos no entanto relatados diminuição da
sensibilidade de HFT em
esta população (Swanepoel et al., 2007). A diminuição da sensibilidade pode ser
associado com o
presença de MEE em um número de orelhas com presentes, mas diminuiu EOA (Sutton,
Gleadle &
Rowe, 1996; Kei et al., 2003). Isso faz com que uma sobreposição de verdadeiros
resultados positivos HFT e falsa
resultados negativos EOA o que resulta em diminuição da sensibilidade imitanciometria
(Swanepoel et al., 2007).
As possíveis implicações da não realização HFT com neonatos e lactentes do
idade apropriada é que ela pode levar à identificação imprecisa de patologias do ouvido
médio
(Bosaghzadeh, 2011; ASHA, 2004). Patologias do ouvido médio não tratados e
recorrentes podem resultar
em um HL temporária. Isso pode resultar em atraso na fala e desenvolvimento da
linguagem e pobres
desempenho acadêmico (ASHA 2004; Bosaghzadeh, 2011; Marschark & Hauser,
2012).
As descobertas da pesquisa revelaram que HFT é sensível em meio identificar com
precisão
patologias do ouvido em neonatos e lactentes quando comparados com outros tipos de
timpanometria
testes de rastreio (Kent, 2004; HPCSA, 2007; Johnson & Seaton, 2012; Wilson, 2008,
Stach,
2010b). Portanto HFT é recomendado para ser incluída como parte da bateria de testes
pediátrica, tanto
nos programas de TAN e para a prática clínica de diagnóstico (HPCSA, 2007; ASHA,
1997). Isto é
imperativo que embora os médicos que exercem HFT em neonatos e lactentes têm
apropriado
habilidades clínicas em realizar e interpretar HFT.
Requisitos para atuando HFT
Conhecimento e treinamento é necessária ao cumprimento da timpanometria. Pessoal
realizando triagem auditiva geralmente incluem fonoaudiólogos e terapeutas da fala (Al-
Khatib,
2010). Regulamentos de cada estado pode permitir que outras pessoas para realizar a
triagem (Kooper,
2008).
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19
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
De acordo com o HPCSA (2007) HFT é recomendado para ser incluído em NHS em
ordem
para a efetiva implementação de programas de intervenção (EHDI) e detecção auditiva
precoce.
A implementação de um programa de EHDI eficaz também depende de uma equipe
interdisciplinar
abordagem que incluem os seguintes membros da equipe: fonoaudiólogos, pediatras e
ou gerais
practioners, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos, enfermeiros, agentes comunitários,
outro início
profissionais de intervenção e intérpretes onde necessário. Portanto, pode-se supor que
alguns dos membros da equipe mencionados acima podem realizar a timpanometria se
eficiente e
treinamento abrangente é fornecido.
Há informações limitadas com relação a quem especificamente executa timpanometria e
oferece treinamento na África do Sul. Fonoaudiólogos qualificados são profissionais
treinados que geralmente
são pessoal treinado na realização de avaliações auditivas de rotina e especializados
(triagem e
diagnóstico).
É responsabilidade do fonoaudiólogo para garantir uma formação eficiente e supervisão
de apoio
pessoal (ASHA, 1997). Fonoaudiólogos avaliar o estado do ouvido médio através da
realização de
timpanometria (Northern & Downs, 2002). Profissionais ou outras que fonoaudiólogos
pessoal
que estão envolvidos na realização de triagem auditiva, deve ter conhecimento sobre o
seguinte, após
formação: (i) o objetivo da triagem auditiva; (Ii) familiaridade com equipamentos e
audiológica
requisitos para um ambiente de teste adequado; (Iii) como instruir sobre os
procedimentos de triagem;
(Iv) os critérios para passar e falhar na triagem auditiva; (V) como relatar os resultados;
(Vi) Como
para acompanhar com os pais; e (vii) como testar recém-nascidos ou crianças (Kooper,
2008).
Além disso, os médicos devem também ter capacidades clínicas essenciais na
interpretação de
HFT. HFT está sendo implementado em mais NHS e não foi completamente posta em
clínica

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
prática devido às dificuldades de interpretação do timpanograma IC (Alaerts et al.,
2007). Conseqüentemente,
treinamento é importante, especialmente devido à complexidade de subestimar os
fundamentos da HFT.
Interpretação do HFT e Validação de Testes
Esta seção fornece uma visão geral sobre as várias normas e sistemas de classificação
disponível para a interpretação dos timpanogramas IC.
A quantificação das medidas timpanométricas é importante porque isso permite
directrizes adequadas a serem desenvolvidas, a fim de comparar as medidas
timpanométricas obtidos
em vários contextos clínicos (Fowler e Shanks, 2002). Para caracterização mais precisa
de
timpanogramas é importante fazer uso de dados quantitativos e qualitativos. Este
inclui a altura das timpanogramas; Estima volume de ar do ouvido médio; Descrição do
timpanogramas forma perto do pico (timpanogramas inclinação e largura); e
timpanogramas
pico de pressão (TPP) (Fowler e Shanks, 2002; Northern & Downs, 2002).
Vários estudos normativos sobre HFT foram publicados na luz do generalizada
implementação de programas de TAN (Swanepoel et al., 2007). Orientações normativas
ter sido
sugerido por Margolis et ai. (2003) e Kei et al. (2003). Estes estudos têm criado 5
º
95
º
dados de percentil para uma série de parâmetros de teste que podem ser utilizados como
uma aprovação ou reprovação critérios para
HFT (Kei et ai, 2003;.. Margolis et ai, 2003;. Swanepoel et ai, 2007).
Dados normativos descritos por Kei et al. (2003) foram obtidos a partir de recém-
nascidos de termo
que não tinha risco de HL, e com as actuais emissões otoacústicas transientes (EOAT)
que foram
medido com sucesso em 87,9% dos recém-nascidos normais. Kei et al. (2003) também
classificada HF
timpanogramas como descrito na Tabela 2.4.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Tabela 2.4
A classificação de timpanogramas (Kei et al., 2003)
Configuração de timpanogramas
Classificação
Timpanogramas pico
Normal
Timpanogramas planos inclinados
Anormal
Duplo pico
Normal (de acordo com Swanepoel et al., 2007)
Indeterminado
Outros não classificados timpanogramas
Além disso, sugere-se usando o 5
º
percentil para a cauda positivo (+ 200 daPa) pico
critérios de admissão compensados estático como uma aprovação ou reprovação dado
um valor de 0,39 mmho. Contudo,
há incerteza em relação à transferência das normas de um grupo etário para outro e
por conseguinte, apenas pode servir como um guia (Kei et ai, 2003;.. Baldwin, 2006, de
Baldwin et ai, 2008)
Margolis et ai. (2003) obtido dados normativos de um grupo de recém-nascidos a termo
que
foram rastreados com emissões otoacústicas produtos de distorção (EOAPD); um grupo
de recém-nascidos
da unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN); e bem bebês. A 5
º
percentil para estática
ingresso para UTIN e cheia prazo bebês era idêntico, permitindo que um único critério
pass-falhar.
Usando este critério, bem bebês que passaram uma tela DPOAE apresentado com uma
taxa de aprovação de 91%
e apresentados com uma admitância estática mais alta do que aqueles que falhou
(Margolis et al., 2003).
Por isso, recomendou-se que um único valor de corte para o ingresso estática de 0,6
mmho é
útil para recém-nascidos e lactentes até um mês de idade cronológica (Margolis et al.,
2003).
No entanto, a sensibilidade deste critério foi considerado muito baixo. O uso desses
dados pode
resultado em timpanogramas com picos pequenos sendo classificado como anormal
(Baldwin et al., 2008).
De acordo com Baldwin (2006) estes estudos não validaram as suas conclusões sobre
um grupo de
neonatos e lactentes com evidência confiável de patologias do ouvido médio.
Swanepoel et ai. (2007) obtido dados normativos de uma amostra maior de termo
neonatos (do nascimento até um mês de idade) do que Kei et al. (2003) e Margolis et ai.
(2003). O

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
dados normativos obtidos neste estudo demonstram os efeitos importantes de faixa
etária e sexo
em timpanogramas e os fatores que devem ser levados em consideração quando
compilar normas
(Swanepoel et al., 2007). Este não foi encontrado para ser levado em consideração Kei
et al. (2003)
e Margolis et ai. (2003) Os estudos.
Mazlan et ai. (2009) também teve como objetivo estabelecer dados normativos usando o
componente
método de compensação de recém-nascidos a termo e lactentes que não tinham risco
para HL, passados
EOAT e teve individuais timpanogramas do HF pontiagudos resultados. Verificou-se
que estes normativo
valores só poderia fornecer um ponto de partida para a interpretação dos resultados HFT
(Mazlan et al.,
2009).
Marchant et al. (1986) desenvolveram um sistema de classificação de recém-nascidos e
lactentes com menos
cinco meses de idade, onde uma linha de base foi traçada entre as pressões de 300 e -
400 e mmho
susceptance pico foi medida acima da linha de base (Baldwin, 2006). Recomendou-se
que um
susceptância pico de ≤ 0 mmho (ausência de um pico discernível) pode indicar a
presença de
MEE (Baldwin et al., 2008). No entanto, picos a pressões negativos não foram
consideradas
anormal (Hoffman et al., 2013). Baldwin (2006) utilizaram uma adaptação do Marchant
metodologia para interpretar timpanometria admissão em vez de susceptance. Uma
linha vertical foi
desenhada a partir da linha de base para o pico acima ou abaixo da linha base (entre 200
entre
e -400 daPa) e timpanogramas foram classificados como descrito na Tabela 2.5.
Tabela 2.5
Classificação de timpanogramas HF (Baldwin, 2006)
Presença de pico acima ou abaixo da linha de base
Classificações
Timpanogramas acima da linha de base
Pico positivo: Normal
Timpanogramas abaixo da linha de base ou ondulante
em forma
Pico negativo: Abnormal
Indeterminado
Timpanogramas não poderia ser classificada como
picos positivos ou negativos

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Além disso, os picos positivos foram classificados como normais, independentemente
do seu tamanho, daí
picos menores que caíram sob timpanogramas indeterminados fosse reclassificado como
normal.
Por conseguinte, este método foi encontrada para reduzir o número de vestígios
inclassificáveis com o uso de
HFT (Baldwin, 2006). Baldwin et al. (2008) descreve ainda duas formas de classificar
timpanogramas na Tabela 2.6.
Tabela 2.6
Métodos de classificação para timpanogramas
Método
Descrição
A classificação de
timpanogramas por padrões
Timpanogramas LF foram efetivamente classificada por padrão em adultos
com a utilização do sistema de classificação Jerger / Liden. (Liden 1969;
Jerger 1970). No entanto, estes sistemas não têm sido utilmente aplicadas a
a recém-nascidos e lactentes, como este método produz uma taxa elevada de
resultados falso-positivos e numerosos timpanogramas não classificados. Este
leva à demissão de HFT nesta população (Marchant et al., 1986;
Kei et al., 2003; Baldwin, 2006; Cai, 2010). Os timpanogramas LF são
normalmente de um único pico e mais fácil de interpretar. Padrões mais complexos
são obtidos quando o tom de sonda é aumentada resultando em multi-pico
timpanogramas (Lantz et ai., 2004).
A classificação de
timpanogramas por
medida quantitativa
Classificando timpanogramas HF por uma medida quantitativa (pico
susceptância ou cumprimento pico) como descrito por numerosos estudos acima
(Marchant et al, 1986;.. Kei et ai, 2003; Margolis et ai, 2003;. Baldwin,
2006; Swanepoel et al., 2007). Este método tem sido aplicado com utilidade para
neonatos e lactentes com menos de seis meses de idade (Marchant et al., 1986;
Sutton et al., 1996)
Numerosos estudos também descreveram a utilização do modelo de timpanometria
Vanhuyse
formas de interpretar padrões timpanométricos (Alaerts et al., 2007). Este modelo
classifica o
timpanogramas com base no número de picos extremos ou na B (susceptância) e G
(Condutância) timpanogramas e prevê quatro padrões timpanométricos com o tom
sonda de 678 Hz
(Cai, 2010; Bosaghzadeh, 2011). De acordo com Alaerts et ai. (2007) o modelo tem
Vanhuyse
demonstrou ser adequado para identificar timpanogramas 1000 Hz como 99% dos
recém-nascidos e lactentes

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
timpanogramas poderiam ser classificados. No entanto, a interpretação de padrões é
timpanometria
mais complicada utilizando o modelo Vanhuyse em comparação com a entrada visual
simples
métodos de classificação. Por simplesmente olhar para o B e G timpanogramas padrão,
do ouvido médio
a pressão e a mobilidade da TM não são tomadas em consideração e, por conseguinte, o
Vanhuyse
modelo é menos aplicável às avaliações auditivas clínicos (Alaerts et al., 2007).
A interpretação dos HFT foi classificado como um desafio para os clínicos. Fatores
contribuindo para os desafios vivenciados são a falta de dados normativos e
dificuldades
interpretação do timpanograma HF (Margolis et al, 2003;. Baldwin, 2006; Baldwin et
al, 2008;. Cai,
2010; Marchant et al., 1986; Sutton et al., 1996). Não existe um acordo universal sobre
a
interpretação de dados HFT (Kei & Mazlan, 2012). Como resultado, há protocolos
clínicos limitados
disponível para HFT; portanto, a interpretação cuidadosa dos resultados é necessário em
combinação com outros
resultados audiológicos (ASHA, 2004; Kei & Mazlan, 2012).
Triagem Auditiva Neonatal
População de alto risco e alto fator de risco de perda auditiva.
A detecção universal de HL infantil requer a triagem universal de todas as crianças
(Task
Vigor no recém-nascido e Infant Hearing, 1999). Triagem envolve duas abordagens, a
saber,
identificar recém-nascidos e crianças que têm perda auditiva sensório-neural
significativa (PASN), CHL
e, HL neural no momento do nascimento, e para identificar recém-nascidos e crianças
que estão em risco de atraso no início ou
HL progressiva (Stach, 2010a). O desafio com qualquer triagem é identificar todos os
indivíduos
que estão em risco e, com uma precisão semelhante, aqueles que não estão em risco
(Stach, 2010a).
A utilização do registo de alto risco em isolamento (por exemplo, história familiar de
surdez) só é capaz
identificar 50% dos recém-nascidos e com HL congênita durante NHS (Task Force on
Neonatal e
Audição Infantil, 1999). Literatura descobriu que neonatos e lactentes apresentando leve
a

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
moderada HL são facilmente perdida e só pode ser identificado no segundo ano de vida
(Zamani,
Daneshjou, Ameni & Takand, 2004). Foi ainda encontrado que metade do neonatal
população presente com fatores de risco. Portanto, é importante que todos os neonatos e
lactentes obter
uma triagem auditiva após o nascimento ou, pelo menos, nos primeiros três meses de
vida. Em vários países
triagem universal não é possível e, portanto, todos aqueles com fatores de alto risco para
HL deve ser
blindado (Zamani et al., 2004).
Na África do Sul há restrições financeiras e sociais que impedem o sucesso
implementação da TANU. Estes constrangimentos necessitam de ser tratadas de forma a
assegurar que o
objetivos de um programa de TANU sejam alcançados (Audiência Discurso-language-
Sul Africano
Associação [SASLHA], 2011). Uma alternativa consiste em efectuar auditiva neonatal
alvejado
screening (TNHS) (SASHLA, 2011). TNHS é onde grupos de alto risco no neonatal
população são direcionados (Kriek, 2006). Este grupo inclui recém-nascidos em
unidades de terapia intensiva
(UTIs) e outros equipamentos de alta de cuidados. TNHS é mais acessível do que
TANU e, portanto, é mais
provável que o programa vai ser bem sucedido neste país (SASLHA, 2011). Há uma
série
de fatores de alto risco e indicadores de risco associado com congênita, de início tardio
permanente, ou
HL progressiva na infância (JCIH, 2007). Esses incluem:
 preocupações cuidador em relação à fala, linguagem e audição atraso de
desenvolvimento.
 A história familiar de HL permanente infância.
 de terapia intensiva neonatal (UTIN) por mais de 5 dias.
 oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO).
 Ventilação assistida.
 medicações ototóxicas ou diuréticos de alça.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
 Hiperbilirrubinemia que requer de transfusão: Prematuro bebês e recém-nascidos com
baixo peso ao nascer
peso estão em maior risco para os níveis elevados de bilirrubina.
 achados físicos conhecidos associados com uma síndrome por exemplo topete branco.
 Em infecções utero por exemplo, por citomegalovírus (CMV), herpes, rubéola, sífilis
e
toxoplasmose.
 anomalias craniofaciais, por exemplo, fenda palatina
 síndromes associadas a HL ou HL-início tardio por exemplo, síndrome de
Waardenburg
 desordens neurodegenerativas, por exemplo, Frederich ataxia
 infecções pós-natais cultura positiva associados HL por exemplo, bacteriana e viral
meningite.
 trauma crânio Cabeça por exemplo basal ou fratura de osso temporal que requer
hospitalização.
 quimioterapia.
Os fatores de risco mais frequentes são medicamentos ototóxicos (> 70%); nascimento
grave
asfixia (> 50%); ventilação mecânica menos de 5 dias (> 25%); baixo peso ao nascer
(BPN)
(> 20%); preocupações dos pais / médico (> 15%); e ECMO (> 10%) (Cone-Wesson, et
al., 2000;
Hall, 2007). A Declaração de Posição sobre HPCSA EHDI (2007) afirma que as
crianças que também
presente com uma unilateral referem resultar em testes de triagem estão em risco de um
início tardio ou progressiva
HL bilateral.
Na África do Sul, dois fatores adicionais de risco contextuais que podem resultar em
uma aquisição, tardio
aparecimento ou HL progressiva foram incluídos, ou seja, imunodeficiência humana
materna
síndrome (HIV) e malária (HPCSA, 2007). Bebés nascidos de HIV ou adquiridas
síndrome da imunodeficiência (AIDS) mães infectadas estão em alto risco de HL,
devido à sua muito
baixo peso ao nascer e aumento da susceptibilidade em meningite, encefalite viral
aquisição e

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
CMV. No caso da malária, a doença é predominante em muitas áreas de África do Sul e
da
medicamentos utilizados no tratamento da malária é ototóxico (HPCSA, 2007).
Ouvindo testes de seleção usado na Triagem Auditiva Neonatal
A detecção precoce da HL é essencial para a prestação do suporte correto para a audição
neonatos e lactentes com deficiência para facilitar a igualdade de oportunidades na
sociedade (OMS, 2010). EHDI
serviços são essenciais para a identificação de recém-nascidos ou crianças com um HL
antes de um mês de
idade; para obter avaliações de diagnóstico audiológico por três meses de idade, e para
começar
intervenção, que inclui amplificação auditiva e intervenção fonoaudiológica antes dos
seis meses
de idade (Morton e Nance, 2006; WHO 2010).
A causa mais comum de referência no SNS é CHL, a maioria dos quais é secundário
a OM (Boone, Bower, e Martin, 2005; Doyle, Burggraff, Fujikawa, e MacArthur,
1997).
Daí a recomendação HPCSA (2007) e ASHA (1997) para a inclusão de HFT em
NHS protocolo, a fim de auxiliar na identificação mais precisa de OM em recém-
nascidos e bebés
(HPCSA, 2007; Johnson & Seaton, 2012). Os procedimentos actuais utilizados para
identificar recém-nascidos e
lactentes com HL estipulam que as medidas fisiológicas objetivas devem ser utilizados,
nomeadamente EOA
e AABR (HPCSA, 2007; JCIH, 2007). Ambas as medidas são fáceis de realizar, não
invasivo
e registrar a "atividade fisiológica subjacentes às funções auditivas normais" (JCIH,
2007, p. 903).
No entanto, existem diferenças distintas entre estas duas medidas.
EOA são de baixa intensidade sons produzidos dentro do ouvido interno (Coenraad,
2011). Estes
sons são respostas da cóclea que são registrados por um microfone sensível que é
firmemente montada no canal do ouvido (Kemp, 2002; Coenraad, 2011). As respostas
cocleares são
causada pela estimulação auditiva que resulta no movimento das células sensoriais
capilares externas
(Kemp, 2002). As medições das emissões otoacústicas fornecer informações sobre o
estado do periférico

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
sistema auditivo, que inclui a orelha externa, orelha média e cóclea; é frequentemente
usado para
audição tela em recém-nascidos e lactentes e pode parcialmente estimativa sensibilidade
auditiva dentro de um
gama limitada (Kemp, 2002, JCIH, 2007; Coenraad, 2011). Procedimentos de triagem
das emissões otoacústicas por si só são
não capaz de detectar HLs leve ou isoladas perdas região frequência (JCIH, 2007).
Portanto
a sensibilidade e especificidade deste teste de rastreio devem ser considerados para
NHS, uma vez que pode ser
afectada por rastreio de protocolos, a população a ser rastreada, bem como outras
variáveis de teste (Coates
& Gifkins, 2003).
Existem quatro tipos de medições das emissões otoacústicas, a saber; emissões
otoacústicas espontâneas
(EOAE), EOAT, EOAPD e emissões otoacústicas freqüência sustentada (SFOAEs)
(Campbell, 2012). Todos os tipos de EOA presente com um alto grau de sensibilidade a
mudanças na
cóclea (Kemp, 2002). A sensibilidade estimada para EOA mostrou a variar de 80% a
98% (Coates & Gifkins, 2003).
EOAPD e EOAT foram ambos usados para NHS (Campbell, 2012). Na clínica
prática, as EOAT foram utilizados principalmente para NHS. EOAT têm sido usados
clinicamente para uma
período mais longo e mostraram melhor validação quando associada a audiométrico
comportamental
limiares (Campbell, 2012). EOAT são estimulados por cliques transitórios ou rajadas de
tons que
são de curta duração e mais rápido e especificidade de freqüência, portanto, têm
limitado (Campbell,
2012). EOAT também são mais tolerantes ao ruído e movimento de EOAPD
(Cunningham,
2011). A presença de EOAT sugere que a sensibilidade auditiva deve ser 30dB HL ou
melhor
(Kemp, 2002; Campbell, 2012). EOAEPD foram utilizados a um nível baixo estímulo
(por exemplo, 65/55 dB
SPL) como um processo de rastreio. Ele permite uma maior informação de freqüência
específica para ser
gravada uma vez que permite que as frequências mais elevadas do que as EOAT a ser
testado (Kemp, 2002; Campbell,
2012). EOAEPD também pode obter respostas de indivíduos com ligeira a moderada
HL para o qual

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
EOAT estão ausentes. Tem ainda presentes com maior confiabilidade com limiares
audiométricos
(Kemp, 2002 e Campbell, 2012).
OAE rastreamento realizado em neonatos e lactentes pode ser um desafio, uma vez que
não pode ser
possível obter resultados no intervalo de LF (<1000Hz) (American Academy of
Audiology [AAA],
2011). Altos níveis de ruído ambientais têm sido relatados em ambientes hospitalares e
foram encontrados para
afetar as freqüências baixas (250Hz e 500Hz) (Olusanya, Wirz & Luxon, 2008a;
Olusanya,
Wirz & Luxon, 2008b). Os níveis de ruído também têm sido relatados para afectar de
1000 Hz (Gorga et ai,
2000). EOA resultados mais fiáveis têm mostrado a ser obtido em 2000, 3000 e 4000
Hz (Gorga
et ai, 2000). No entanto, não houve nenhum passe apropriado ou referem-se os critérios
para a gama de HF
(> 1000 Hz) (AAA, 2011). Outra limitação é o fato de que as emissões otoacústicas são
incapazes de detectar qualquer
disfunção neural, tais como oitavo nervo ou distúrbios auditivo de tronco cerebral
(JCIH, 2007; Coenraad,
2011).
Em contraste, as medições AABR fornecer informações sobre o sistema auditivo
periférico,
o oitavo nervo e da via auditiva em tronco encefálico (JCIH, 2007). Pode, por
conseguinte, detectar
condições tais como neuropatia auditiva na população pediátrica que são difíceis de
ouvir, mas
presente com EOAs normais (Coates & Gifkins, 2003).
É importante notar que ambos estes teste de rastreio fisiológico não é um verdadeiro
teste de
sensibilidade auditiva. Os resultados destes dois testes de rastreio pode ser afetada por
externo ou médio
disfunção da orelha (JCIH, 2007; Harlor & Bower, 2009). EOA estará ausente, na
presença de
orelha detritos canal, MEE, otosclerose ou descontinuidade ossicular (Kemp, 2002). Isto
resulta na
recém-nascidos ou crianças de falha na triagem auditiva na presença de coclear e / ou
neural normal,
function (JCIH, 2007). EOA são, portanto, muito sensível aos componentes condutores
da orelha média.

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30
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Assim, AABR é a medida preferida no NHS, pois ele pode ser registrado nas primeiras
horas de vida
quando EOA não pode ser obtido (Kemp, 2002).
Também é importante correlacionar os resultados de outros testes de triagem
audiológica com
resultados timpanométricos, a fim de determinar melhor a condição de audição em
recém-nascidos e bebês
(Carmo, de Oliveira Costa & Momensohn-Santos, 2013). HFT também é encontrado
para estar de acordo
com otoscopia e EOA (Koivunen, Uhari, Laitakari, Alho & Luotonen, 2000;
Swanepoel,
Hugo & Louw, 2006; Garcia et al., 2009; Kilic et ai, 2012.; Camboim et al., 2012). HFT
apresenta uma correlação com EOA, tanto na avaliação das orelhas normais e ouvidos
com meio
patologias do ouvido (Camboim et al., 2012). Em comparação com LFT, este tom de
sonda de LF não é encontrado
estar de acordo com EOA e otoscopia (Garica et al, 2009;.. Kilic et al, 2012). LFT
apresenta-se com resultados mais consistentes com EOA na presença de uma orelha
média normal
(Camboim et al., 2012).
No entanto, o rastreio imitanciometria é relatado para ser menos preciso na identificação
da ausência
de uma patologia do ouvido médio, resultando num aumento da percentagem das taxas
de falsos-positivos (Bluestone
& Klein, 2007; Swanepoel et al., 2007). Foram feitos esforços significativos para
reduzir o
número de resultados falsos positivos, produzindo protocolos de rastreio abrangentes.
Contudo,
ainda não há dados definitivos de apoio a validade de medidas de imitância para a
seleção
(Keefe, Zhao, Neely, Gorga & Vohr, 2003; Bluestone & Klein, 2007). Isto leva a mais
de encaminhamento
taxas, despesas aumentaram, reduzida eficácia do programa e aumento da ansiedade
para os pais
(Thornton, Kimm, Kennedy & Cafarelli-Dees, 1993; Mencher & DeVoe, 2001;
Bluestone &
Klein, 2007).

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31
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Apesar disso, é consensual entre os pesquisadores de que a triagem imitanciometria é
fácil
para realizar, não invasivo e fiável (Bluestone & Klein, 2007). Estes fatores favorecem a
utilização de rastreio imitanciometria para identificar patologias do ouvido médio
(Bluestone & Klein, 2007).
Valores normativos e passar objetivo ou deixar critérios são úteis tanto para o neonatal
ou infantil e
população adulta; no entanto existir diferenças entre os vários critérios, bem como com
dúvida
em conta a viabilidade de normas utilizadas com diferentes grupos etários (Baldwin,
2006). Portanto, nenhum
passe específica ou critérios de falhar, ainda não foi estabelecido e avaliações adicionais
são necessárias para
ser realizada na população neonatal e infantil para confirmar patologia da orelha média
(Baldwin,
2006). Os problemas também foram destacados com a utilização destes dados
objectivos (Baldwin et al.,
2008; Wilson, 2008). Problemas podem incluir parâmetros de teste, não normalizados
compensados
contra timpanogramas não compensadas, bem como uma falta de clareza sobre como as
influências de desenvolvimento
a necessidade de normas específicas em geral com base na idade cronológica em
semanas ou meses (Wilson, 2008).
Infelizmente, as dificuldades em estabelecer um "padrão ouro" para determinar a
presença
de fluido do ouvido médio em neonatos e lactentes ter sido um fator claro no
desenvolvimento
timpanometria (Baldwin, 2006, p. 418). O uso da timpanometria pode ser validado por
determinar uma ligação entre os resultados de outros testes de referência da função
auditiva (Baldwin,
2006). Portanto, o presente estudo tem como objetivo verificar o uso de HFT por Sul-
Africano
Fonoaudiólogos na prática clínica, assim como o passe e se referem taxas de HFT em
comparação com outros
teste de rastreio utilizado para a identificação de possíveis patologia do ouvido médio.

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32
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Capítulo Três
Metodologia
Este capítulo descreve os objetivos do estudo; projeto de pesquisa utilizados e elabora
as fases de investigação. Os resultados do estudo piloto, a descrição do estudo, coleta de
dados principal e
procedimentos de análise, bem como confiabilidade e validade são explicados.
Objectivos de investigação
O principal objectivo 1. Para descrever o uso de HFT em audiológica pediátrica atual
clínica
prática na África do Sul.
Sub-objectivos.
 Para determinar a disponibilidade de equipamentos de HFT para triagem e diagnóstico
pediátrico
avaliação audiológica.
 Para determinar a prática clínica atual de HFT em avaliações audiológicas pediátricos.
 Para determinar o conhecimento da aplicação clínica de HFT e teóricos dos
fonoaudiólogos
fundo do sistema da orelha média do lactente.
O principal objectivo 2. Para determinar o passe e se referem as taxas de testes de
rastreio (por exemplo HFT, LFT,
otoscopia e EOAPD) usado na identificação de eventual patologia da orelha média em
recém-nascidos ou
lactentes.
O principal objectivo 3. Para determinar o acordo da passagem e se referem taxas entre
HFT e
outros testes de triagem (LFT, otoscopia, EOAPD) utilizados na identificação de
possíveis ouvido médio
patologia em recém-nascidos ou crianças.
Projetos de Pesquisa
Uma abordagem de pesquisa quantitativo foi utilizado para efeitos deste estudo. A não-
experimental, descritivo, projeto estudo transversal foi usado para descrever o uso de
HFT em

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33
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
prática clínica na África do Sul, enquanto um projeto de pesquisa de correlação foi
utilizado para determinar o
As taxas dos contratos do passe e se referem entre HFT e outros testes de rastreio
utilizado na
identificação de eventual patologia da orelha média em recém-nascidos ou crianças.
Pesquisa não-experimental envolve a recolha sistemática de dados e não faz
exigem que os grupos de controle, randomização de pacientes ou controles estatísticos
(Terry, 2012).
A pesquisa descritiva permite a descrição das variáveis sendo estudadas como elas
existem naturalmente
e é importante em seu próprio direito como fonte de conhecimento essencial (Gravetter
& Foranzo, 2012).
É uma abordagem útil para identificar padrões e relacionamentos nos dados, e não há
manipulação de variáveis (Hauser, 2012).
Um projeto estudo transversal é um procedimento em que o investigador administra um
inquérito
a uma amostra ou toda a população de indivíduos para descrever as atitudes, opiniões,
comportamentos
ou característica da população em um ponto específico no tempo (Creswell, 2012). Ele
fornece
informações num curto período de tempo e por um grande número de participantes para
ser acedida
(Terry, 2012; Cottrell & McKenzie, 2011). Este método de recolha também fornece
uma descrição
de respostas do indivíduo a perguntas, informações sobre uma grande variedade de
diferentes variáveis
e é bastante fácil administração (Gravetter & Foranzo, 2012). Embora este tipo de
método
apresenta desvantagens (por exemplo, limitados ao inferir o nexo de causalidade e é
incapaz de estabelecer
direccionalidade), tendências pode ser estabelecida (Salazar, Crosby & DiClemente,
2006).
Um projeto de pesquisa de correlação é um processo em que o pesquisador "mede o
grau
de associação (ou relação) entre duas ou mais variáveis com o uso de procedimento
estatístico do
análise de correlação "(Bauer & Brazer, 2012, p. 217). A limitação deste projeto de
pesquisa é
sua suscetibilidade à interpretação defeituosa como o pesquisador trabalha com grupos
ou variáveis que
ter sido auto-selecionado (viés de seleção) (Polit & Beck, 2009, p. 161). Esta limitação
foi

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34
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
abordada por determinação da confiabilidade entre avaliadores dos resultados da
timpanometria. Além disso, o
pesquisador discutidos os resultados da triagem com os assistentes de pesquisa antes de
interpretar o
resultados e fornecer feedback aos pais ou responsáveis dos participantes neonatais e
infantis. Isto
além disso, não demonstra o nexo de causalidade entre os grupos ou variáveis medidas
(Stangor,
2011). Isto tem sido reconhecida como uma limitação do presente estudo. Apesar disso,
esta
projeto de pesquisa desde que o pesquisador oportunidade de descrever a passagem e
taxa de referir
acordo entre testes de triagem usados na identificação de eventual patologia da orelha
média em
recém-nascidos ou crianças.
Fases de pesquisa
Este processo de investigação composta por três fases, nomeadamente a fase de
desenvolvimento, piloto
estudo de fase e fase principal do estudo. Estas fases são descritas na Tabela 3.1.
Tabela 3.1
Fases de pesquisa
Fases de pesquisa
Objetivos
Fase de desenvolvimento
Para desenvolver meios que podem ser usados no estudo de medição.
Para identificar e selecionar equipamentos audiológicos apropriado para ser usado
no estudo.
Fase de estudo piloto
Para validar e finalizar a instrumentos de medição, coleta de dados
procedimentos, local e equipamento necessidades.
Fase de estudo principal
Fase 1 questionário:
 Distribuição de questionários.
 A análise dos dados.
Fase 2 triagem auditiva:
 Selecção do local e os participantes.
 Aplicação de todos os instrumentos de medição.
 A análise dos dados.

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35
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
Estudos Pilotos
Um estudo piloto é conduzida antes do estudo principal e segue o design da página
estudar, tanto quanto possível, a fim de assegurar que a pesquisa é viável (Taylor &
Roberts,
2006; Offredy & Vickers, 2010). O estudo piloto melhora o sucesso, a eficácia do
estudo de pesquisa ea validade do instrumento de coleta de dados (Liamputtong &
Ezzy, 2007). Dois piloto
estudos foram realizados no Hospital Acadêmico Dr. George Mukhari, um hospital
terciário de Ga-
Rankuwa.
Estudo-piloto 1: questionário de pesquisa.
Objetivos. Os objetivos deste estudo piloto foram:
 Para determinar a clareza das perguntas.
 Para determinar a facilidade de realização.
 Para determinar que o tempo necessário para a conclusão do questionário.
 Para determinar a facilidade de acesso, envio e recebimento do inquérito
questionários através do site da Survey Monkey (Macaco Survey, nd).
Participantes. amostragem de conveniência foi usado para selecionar os participantes
do estudo piloto. Seis
participantes que preencheram os mesmos critérios de inclusão como para o estudo
principal foram incluídos no piloto
estude. Estes participantes foram duplamente qualificado como fonoaudiólogos e
fonoaudiólogos. Todos
os participantes eram do sexo feminino e trabalhou em hospitais do governo na
província de Gauteng. Todos eles
atualmente praticada como fonoaudiólogos e pediatras tiveram uma média de quatro
anos de experiência neste
campo. Estes participantes não foram incluídos no estudo principal.
Procedimentos. Todos os participantes foram informados da natureza do estudo e
escrita
consentimento informado foi obtido antes da inclusão no estudo (Anexo A). A pesquisa
questionário foi distribuído ou via Survey Monkey ou como cópias impressas. Dois
participantes

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36
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
completaram a pesquisa através do site da Survey Monkey. Na carta de e-mail,
fonoaudiólogos
foram informados de que o consentimento para participar do estudo foi assumida pelo
preenchimento e devolução
o questionário do inquérito (Anexo B). Quatro fonoaudiólogos concluída cópias do
inquérito
questionários.
Resultados e recomendações. Os objetivos, resultados e recomendações do
primeiro estudo-piloto são apresentados na Tabela 3.2.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
37
Tabela 3.2
Questionário: Objectivos, Instrumentos de Medição, Resultados e Modificações
Objetivos
Medida
Resultados
Modificações
Para determinar a clareza
das perguntas
Questionário de pesquisa
(Anexo C)
Havia 12 perguntas que
pareceu ser semelhante e difícil
entender.
Títulos para cada seção necessária
para ser mais claramente definidos.
Questões similares foram agrupadas como
bem como indicado mais claramente para a melhor
compreensão.
Mais opções foram fornecidos quando necessário,
a fim de obter mais específico e fiável
respostas.
Também ficou claro que HFT referiu-se à
uso de 1000Hz única tom de sonda.
Para determinar a facilidade
e tempo gasto no
completando a
questionário
Os participantes cronometrado-se
e forneceram feedback ao
pesquisador.
Demorou cerca de 25 minutos para
completo.
O tempo previsto para a conclusão foi
incluído no folheto informativo.
Para determinar a facilidade de
envio de questionários
bem como de recepção e
acessar dados de pesquisa
através da Survey Monkey
site.
O pesquisador realizou uma
julgamento em usar a Pesquisa
Macaco website.
O feedback foi obtido a partir
participantes que receberam a
questionário via e-mail.
Alguns erros de ortografia foram anotados.
Um número de respostas em branco ''
Também foi observado no
questionários. O pesquisador
encontrei o site do Survey Monkey
muito amigável com uma boa
O serviço de suporte fornecido. Era
fácil de projetar a pesquisa
questionário, bem como enviar e
receber os questionários via
site. Os participantes relataram
receberam o questionário facilmente
através de e-mail; não houve
dificuldade de acesso, completando
e devolver o questionário.
Todos os erros de ortografia foram corrigidos.
Cada questão foi tornada obrigatória em ordem
para diminuir o número de respostas em falta.
Portanto, mais opções foram fornecidos ao
questões aplicáveis e não aplicáveis.

Page 56
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
38
Estudo-piloto 2: A triagem auditiva.
Objetivos. Os objetivos deste estudo piloto foram:
 Para determinar a facilidade de se utilizar a forma de triagem auditiva.
 Para determinar o tempo total estimado necessário para o rastreio de cada um dos
participantes e
fornecendo o cuidador com feedback imediato.
 Para determinar a facilidade de usar o equipamento de rastreio audiológico.
 Para determinar a viabilidade do local para a coleta de dados.
Participantes. amostragem de conveniência foi usado para selecionar os participantes.
Um total de nove
participantes que preencheram os mesmos critérios de seleção participante como para o
estudo principal foram incluídos
Neste estudo piloto. Os participantes do estudo-piloto não foram incluídos no estudo
principal. Estes
os participantes eram ou pacientes internados ou para fora do Dr. George Mukhari
Hospital Acadêmico e
foram recrutados do ambulatório pediátrico (POPD), enfermarias pediátricas eo
Fonoaudiologia e Departamento de Audiologia. Um perfil demográfico dos
participantes selecionados
é apresentada na Tabela 3.3.
Tabela 3.3
Perfil demográfico dos participantes para Estudo Pilot 2
Informação demográfica
Gênero
Significar
Alcance
SD
Gênero
7 Homens
2 fêmeas
O peso ao nascer (gramas)
2.605,56
1250-3990
912,17
Idade atual (em dias)
46,38
28-112
44.55
A idade gestacional (em semanas)
38.25
32-40
2.65
Procedimento. A permissão foi obtida a partir do Chief Executive Officer (CEO) antes
de
a realização do estudo piloto (Anexo D). A triagem auditiva foi realizada no in-
pediátrica
enfermarias e dois ambulatórios (OPDS) no Dr. George Mukhari Acadêmico

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
39
Hospital. O consentimento informado foi obtido de todos os pais e / ou prestadores de
cuidados antes da
testes (Apêndice E).
Resultados e recomendações.
Os objetivos, resultados e recomendações do estudo piloto são apresentados na Tabela
3.4.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
40
Tabela 3.4
Triagem Auditiva: Objectivos, Instrumentos de Medição, Resultados e Modificações
Objetivos
Medição
Instruments
Análise racional
Resultados
Modificações
Determinar
a facilidade de
utilizando o
audição
blindagem
check list.
A triagem auditiva
formulário (Anexo F)
A triagem auditiva
forma foi necessário para
documentação de
histórico do caso, os resultados
obtida a partir da
triagem auditiva e
recomendações.
A triagem auditiva
forma foi fácil
completo.
Notou-se que mais
resultados específicos foram
necessárias para registo
para otoscopic e
Resultados das EOAPD.
Menor gramatical e
erros de alinhamento foram
também evidente na
Formato.
A modificação do formulário de triagem auditiva
foi feita com base nos resultados do piloto
estude.
Inúmeras opções Foram igualmente previstas
possíveis resultados de otoscopia, bem como vário
freqüências testadas para EOAPD.
Todos os erros de gramática e de alinhamento também foram
corrigido.
Determinar
a facilidade de
usando a
audiológica
blindagem
equipamento.
Vários tipos de
equipamento era
incluídos:
 Titan Suíte
(combinação de
um Tympanometer,
DPOAE &
AABR).
 GSI 39 Auto
Tympanometer.
 Madsen
AccuScreen
Handheld OAE
screener.
Importante
determinar o
adequação de
Equipamento para dados
recolha, tais como a
fácil de usar,
e disponibilidade
portabilidade de
equipamento.
O Titan Suite era
não foi encontrado para ser viável
para efeitos da presente
estude. As razões para
isto inclui:
 alta sensibilidade para
e movimento
barulho.
 Aumento de testes
Tempo.
Para o estudo principal a seguinte
equipamentos foram selecionados:
 otoscópio padrão.
 GSI 39 Portátil Auto Tympanometer.
 Madsen AccuScreen handheld OAE
Screener.
Recomendou-se também fazer uso de
o Maico MB11 para realizar testes AABR
(Devido ao tempo e custo-eficácia).
No entanto, a medida foi AABR
excluídos do estudo principal como esta peça
de equipamento não estava prontamente disponível para
o período de tempo necessário

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
41
Objetivos
Medição
Instruments
Análise racional
Resultados
Modificações
Determinar
a viabilidade
do local para a
dados
coleção.
Sites explorado:
 Dr. George
Mukhari
Acadêmico
Hospital.
 Rahima Moosa
Mãe e Filho
Hospital.
 infantis
Homes.
O acesso ao potencial
participantes da pesquisa
e adequação dos
sites como o ruído
níveis e teve espaço
estar determinado.
Os desafios para a maioria
coleta de dados foram
identificados no Dr
George Mukhari
Hospital Acadêmico.
Os desafios
incluídos:
 Os níveis elevados de ruído.
 espaço limitado.
Os locais mais adequados para a coleta de dados
foram Rahima Moosa Mãe e Filho
De hospitais e casas de duas das crianças em
Gauteng.
Determinar
o estimado
triagem total de
Tempo
Cronômetro
Importante para
planejamento para dados
coleção.
Triagem tempo com o
Titan Suíte variaram
entre 30 e 45
minutos e excluídos
comentário sobre o cuidador.
Altos níveis de ruído e
desafios de equipamentos
contribuíram para o momento
necessária para o rastreio.
Outro equipamento usado
diminuiu o rastreio
Tempo
Com a implementação de todas as recomendações,
tempo triagem por participante diminuiu
resultando no aumento do número de
participantes visto por dia.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
42
Estudo principal
Esta seção fornece uma descrição dos participantes, tamanho da amostra, a seleção
participante
critérios, bem como as medidas e equipamentos utilizados em ambas as fases do estudo
principal. Isto é
seguido por uma descrição dos locais, vários procedimentos de coleta de dados e ética
considerações.
Fase de estudo principal 1: questionário de pesquisa.
Amostragem estratégia. A não-probabilística, estratégia de amostragem de
conveniência foi usado para esta
fase do estudo principal. Amostragem não probabilística permite ao pesquisador
selecionar disponível
indivíduos que representam as características do pesquisador pretende estudar
(Chatburn, 2011;
Creswell, 2012). É apropriado para generalização dos resultados para a população do
Sul Africano
Fonoaudiólogos (Creswell, 2012). Ele também é um momento fácil, barato e menos
técnica consumir
(Jackson, 2012).
O tamanho da amostra. O estudo incluiu um total de 113 questionários. Detalhes de
contato de
potenciais participantes foram obtidos a partir das duas associações profissionais na
África do Sul,
ou seja, Associação Sul-Africano para Fonoaudiólogos (SAAA) e Sul Africano Speech-
Idioma Hearing Association (SASLHA) (SAAA, comunicação pessoal, 02 de fevereiro
de 2013;
SASLHA, comunicação pessoal, 08 de fevereiro de 2013). Os questionários foram
distribuídos via
Survey Monkey para os endereços de e-mail obtidos ou como cópias nos Fóruns
provinciais
com a presença de fonoaudiólogos empregadas no sector público. O tamanho total da
amostra foi
descrito na Tabela 3.5.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
43
Tabela 3.5
Descrição do tamanho total da amostra de inquérito questionários (N
1
= 113)
Número de
Questionários
Distribuído
Número
Número
Incluído
no Estudo
Método
Recebido
Incompleta completa
Não cumpria
inclusão
critérios
N
Pesquisa
Macaco
1238
230
57
119
54
98
Cópias impressas
60
19 *
4
15
0
15
Total
1298
249
61
134
54
113
* Baixa taxa de retorno como muitos fonoaudiólogos relataram ter concluído o
inquérito online
A taxa de resposta foi calculada, uma vez que fornece orientação no que diz respeito ao
representatividade dos entrevistados da amostra (Rubin & Babbie, 2013). A taxa de
resposta foi
19,1%, que, segundo Rubin e Babbie (2013) é pobre. No entanto, as diretrizes taxa de
resposta
não têm nenhuma base estatística e tem havido alguns acordos, como o que representa
um aceitável
taxa de resposta (Rubin & Babbie, 2013). A "demonstrado falta de viés de resposta" é
muito mais
importantes do que uma alta taxa de resposta e, portanto, pesquisas com baixas taxas de
resposta pode ter valor
(Maxfield & Babbie, 2009, p 83;. & Rubin Babbie, 2013).
Deve-se reconhecer que, embora foram enviados questionários a todos os
fonoaudiólogos
registrado com SAAA e SASLHA, nem todos estes indivíduos preencheram os critérios
de inclusão. Isto é
portanto, do princípio de que apenas uma pequena percentagem destes fonoaudiólogos
estão actualmente a trabalhar na
área da audiologia pediátrica e, portanto, uma taxa de resposta relativamente boa foi
obtida.
Participante critérios de selecção. Esta secção estabelece os critérios de inclusão e
exclusão
utilizado para os profissionais que completaram o questionário do inquérito (Tabela
3.6).

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
44
Tabela 3.6
Questionário: Critérios de selecção de participantes
Critério de inclusão
Critério de exclusão
Análise racional
Fonoaudiólogos qualificados
De nível médio Audiologia trabalhadores
ou assistentes, fonoaudiólogos,
especialistas em acústica, audiometricians,
pediatras, auricular, e NOSE
garganta (ENT) e especialistas
médicos de clínica geral.
Fonoaudiólogos são os profissionais que
executar imitância acústica
medições, a fim de precisão
identificar um componente condutivo
dentro do sistema do ouvido médio (Wilson,
2008; Clark & Benson, 2008).
Fonoaudiólogos também são os mais propensos
população de fazer uso de HFT em
sua prática clínica atual.
Necessário para ser
Atualmente praticando
e trabalhar com o
população pediátrica.
Fonoaudiólogos atualmente não
trabalhando com o pediatra
população
Para os fins deste estudo,
pediatria é definida como crianças de
nascimento até os seis anos de idade. Audição
triagem das crianças até o
idade de seis anos deve incluir
timpanometria (Cherry & Rubinstein,
2012).
A inscrição do participante:. Audiologists A maioria dos participantes (70%; n = 79)
foram duplamente qualificados como fonoaudiólogos e Fonoaudiólogos (STAs),
enquanto que o resto do
participantes (30%; n = 34) foram qualificadas como apenas fonoaudiólogos. Em média,
os participantes foram
praticando no campo da audiologia durante 6,9 anos (variação: de 3 meses a 34 anos;
SD = 7,32) e
audiologia pediátrica para 6,2 anos (variação: 3 meses a 33,3 anos; DP = 7,06). A
maioria dos participantes
(92%; n = 104) trabalhou com ambos pediatria e adultos, ao passo que o restante (8%; n
= 9) só funcionou
com pediatra. A faixa etária da população mais comum relatado pelos participantes foi o
nascimento até
geriatria (76%; n = 86) e 12 meses para geriatria (12%; n = 14).
A maioria dos participantes residem em SP (59%; n = 67), seguido de Kwa-Zulu Natal
(12%; n = 13), o cabo ocidental (9%; n = 10) e o resto da África do Sul (20%; n = 23).
Isto é

Page 63
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
45
evidente que os participantes são representativas das províncias onde a maioria dos
participantes
foram encontrados para ser registrado com o HPCSA (HPCSA, comunicação pessoal,
02 de maio de 2013).
Medidas. A medida foi auto-desenvolvimento através do exame atual provas com base
no
prática e pesquisa (Anexo C). Perguntas foram projetados para sondar objetivo principal
delas ea sua
sub-objectivos relacionados. Os questionários foram desenvolvidos para obter
informações específicas do contexto como
há outras medidas que exploram o contexto Sul Africano estavam disponíveis. O
questionário
incluía questões abertas e ambos perto de terminar. As perguntas abertas permitiu que
os participantes
gerar respostas dentro de suas experiências (Creswell, 2012). Perguntas fechadas desde
um
"Uma maior uniformidade" e são mais facilmente processados de perguntas abertas
(Babbie, 2010, p.
256). O questionário incluiu um total de 30 perguntas, em cinco seções. Detalhes
relacionados com a
conteúdo do questionário são apresentados na Tabela 3.7.

Página 64
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
46
Tabela 3.7
Descrição da Auto-desenvolvido Questionário
Seção
Tipo de
Perguntas
As informações obtidas
Análise racional
Biográfico
informação
Fechadas
e aberto
terminou
Participante local de trabalho
(Vs. público-privada)
Qualificação
Papel atual
A experiência clínica
A prática clínica, formação e trabalho
experiência pode afetar um participante do
confiança no desempenho e
HFT interpretação para detectar com fiabilidade
patologias do ouvido médio (Burkey, Lippy,
Schuring & Rizer, 1999; Lantz et ai.,
2004).
Equipamento
Fechadas
e aberto
terminou
A disponibilidade ea
inclusão de
timpanometria em
audiológica pediátrica
bateria de testes.
Tipos de timpanometria
testes utilizados.
A disponibilidade, a inclusão
e usar de HFT
equipamento.
População e grupo etário
para o qual é utilizado HFT.
Medidas de imitância acústica são um
da corrente mais importante clínica
métodos de avaliação do ouvido médio
sistema em recém-nascidos e lactentes (Kent,
2004). HFT e LFT são utilizados rotineiramente
na prática clínica (Harris et al., 2005).
Há, porém, muita controvérsia por
que faixa etária da população e LFT
HFT deve ser utilizada (Alaerts et al.,
2007; Baldwin, 2006; Baldwin et al.,
2008; Garcia et al., 2009; Lantz et ai.,
2004; Mazlan et al., 2009; Wilson,
2008).
Atual
clínico
prática
Fechadas
e aberto
terminou
Disponibilidade de clínica
protocolos / directrizes.
Interpretação e
classificação de HFT.
Desafios enfrentados.
Aspectos práticos.
Fonoaudiólogos pediátricos devem ter o
protocolos apropriados para a triagem
recém-nascidos e bebés (Ditty, 2012). O
interpretação e classificação de HFT
é controversa na neonatal e
população infantil e foi encontrado para
ser clinicamente desafiador para os médicos
(Baldwin, 2006; Baldwin et al., 2008;
Cai, 2010).
Conhecimento
Fechadas
e aberto
terminou
Finalidade e clínica
aplicação de imitanciometria
medidas.
Anatômica e
diferenças acústicas.
Mudanças na maturação.
"Fonoaudiólogos deve ter o apropriado
conhecimentos e habilidades necessárias para a
uso de audiência pediátrica atual
métodos e procedimentos de avaliação "
(Lewis, 2000, p. 173).

Página 65
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
47
Fase de estudo principal 2: A triagem auditiva.
Amostragem estratégia. A não-probabilística, estratégia de amostragem de
conveniência foi usado para esta
fase do estudo principal. A permissão foi obtida a partir de todos os locais para realizar
a pesquisa
(Apêndices G-I). Consentimento informado por escrito foi obtido dos pais ou
cuidadores antes
testes (Apêndice E).
Descrição de sites. A triagem auditiva foi realizada em três locais (Tabela 3.8). Estes
locais foram escolhidos especificamente como participantes potenciais foram
prontamente disponíveis dentro do específico
recolha de dados em tempo-frame.
Tabela 3.8
Descrição de Sites
Local
Descrição
Rahima Moosa
Mãe e
Hospital da Criança
Este é um hospital de nível secundário localizado em Coronationville (Joanesburgo).
Mais de 10 000 nascimentos ocorrem anualmente neste hospital, portanto, há uma
muito ocupado, neonatal, prematura e Método Mãe Canguru (MMC) unidade. O
unidade neonatal admite aproximadamente 2 000 bebês a cada ano. Cento e
trinta e oito recém-nascidos e crianças preencheram os critérios de inclusão dos
participantes e
foram incluídos no estudo. Estes participantes foram recrutados a partir do médico
enfermarias, unidade KMC, Audiologia OPD e neonatal ambulatório de seguimento.
Portas da Esperança
Infantil
Missão
Esta organização tem três casas do bebê; duas situado em Glenvista e um em
Berea. Eles fornecem um lar cristão temporária para todos os bebês e crianças
que são abandonados, maltratados e órfãos. Neste local é a norma
procedimentos operacionais que todos os recém-nascidos e bebês recém-admitidos são
submetidos
triagem auditiva. Onze recém-nascidos e lactentes com o bebê para casa Glenvista
preencheram os critérios de inclusão dos participantes e foram incluídos no estudo.
Madre Teresa
Madre Teresa está situado em Yeoville (Joanesburgo) e fornece o cuidado para
crianças abandonadas. Quatro recém-nascidos e lactentes de Madre Teresa que
preencheram o
critérios de inclusão foram incluídos no estudo.
Critérios de selecção dos participantes. Os critérios de inclusão e exclusão são
participante
apresentados na Tabela 3.9.

Page 66
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
48
Tabela 3.9
Ouvindo Critérios de seleção de Triagem de participantes
Critério de inclusão
Critério de exclusão
Análise racional
Os recém-nascidos ou crianças de
(Do nascimento aos seis meses
idade cronológica) com ou
sem quaisquer fatores de alto risco
para HL.
Crianças com mais de seis
meses de idade.
Esta faixa etária é selecionado de acordo com a
as faixas etárias indicadas na literatura para
HFT que deve ser utilizado para (Alaerts
et al., 2007; Baldwin, 2006; Baldwin et
al., 2008; Wilson, 2008). É também HFT
úteis na identificação do ouvido médio
patologias em recém-nascidos e lactentes com
fatores de risco para HL (por exemplo, prematuridade)
(Kilic et al, 2012;.. Do Carmo et al,
2012; Garcia et al., 2009; Hoffman et
al., 2013).
O tamanho da amostra. A triagem auditiva foi realizada em 153 participantes e
pediátricos
303 orelhas ( N
2
). Para três dos participantes só teste unilateral poderia ser realizado devido a
participantes sendo inquieto durante a triagem. É importante observar que nem todos os
testes de rastreio
foram realizados em todos os participantes, devido aos desafios experimentados com o
equipamento (Tabela
3.10)

Página 67
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
49
Tabela 3.10
Número de orelhas blindados (N
2
= 303)
Número de Audiência
Testes de Triagem
Interpretada
Triagem Auditiva
Testes
Orelha
Número de Orelhas
4
Otoscopia
Certo
79
Esquerda
79
A sonda de 226Hz
Certo
79
Esquerda
79
Tom teste de 1000Hz
Certo
79
Esquerda
79
EOAPD
Certo
30
Esquerda
38
3
Otoscopia
Certo
73
Esquerda
73
A sonda de 226Hz
Certo
72
Esquerda
73
Tom teste de 1000Hz
Certo
72
Esquerda
73
. Descrição Participante A maioria dos participantes incluídos eram do sexo masculino
( n = 79; 52%).
Nascimento informações do histórico (por exemplo, o peso de nascimento, IG e fatores
de alto risco) só poderia ser obtida
de 141 participantes como cuidadores não foram capazes de fornecer as informações.
No Mãe
Informações casa de Teresa crianças participantes do peso de nascimento e GA não
estavam disponíveis.
O mínimo neonatos e lactentes foram triados em casa de Madre Teresa crianças. Isto
deveu-se
os recém-nascidos ou crianças sendo muito inquieto, portanto, resultados confiáveis não
poderia ser obtido e foram
excluídos do estudo principal. O perfil demográfico dos participantes selecionados em
cada sites é
apresentada na Tabela 3.11.

Page 68
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
50
Tabela 3.11
Perfil demográfico dos participantes em cada Sit
Local
Participantes
Gênero
Nascimento Peso (em gramas)
GA (em semanas)
Idade cronológica (em
dias)
N
M
F
Significar
Alcance
SD
A média Faixa
SD
Significar
Alcance
SD
Rahima Moosa
Mãe e Filho
Hospital
138
71
67
2.634,88
860-5300 899,95 37,36 25-42
3.99
47,86
2-180
53,47
Madre Teresa
4
3
1
-
-
-
-
-
-
142,5 120-180 28.72
Portas da Esperança
Missão das crianças
11
5
6
2647,14 1400-3500 773,70 34,60 28-40
4.67
87.36
30-180
51,26
Total
153
79
74
2.635,49
860-5300 891,67 37,26 25-42
4.03
53,17
2-180
55.56

Page 69
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
51
A maioria dos participantes testados ( n = 103; 67%) apresentaram fatores de alto risco
para HL.
Os vários factores de risco encontrados em cada local está apresentada na Tabela 3.12.
No Madre Teresa
lar de crianças não havia informações disponíveis quanto a se os participantes
apresentaram com qualquer
fatores de risco elevados para HL.
Tabela 3.12
Fatores de risco elevado para a HL presente em Os participantes em cada local (n =
103)
Local
Fatores de alto risco
N
%
Rahima Moosa Mãe e
Hospital da Criança ( n = 98)
NICU
29
30
Icterícia neonatal
33
34
Prematuridade
56
57
Meningite
1
1
Asfixia ao nascer
2
2
Materna HIV
15
15
Preocupações cuidador
3
3
Anomalias crânio-faciais
2
2
Ventilação mecânica
32
33
Medicamentos ototóxicos
4
4
Syphillis
1
1
Baixo peso ao nascer
24
24
Hiperbilirrubinemia
1
1
Portas da Esperança Infantil
Missão ( n = 5)
Prematuridade
4
80
Materna HIV
3
60
Medicamentos ototóxicos
3
60
Baixo peso ao nascer
1
20
Medidas e equipamentos. Esta secção descreve a forma de triagem auditiva, audição
protocolo de teste de triagem audiológica e equipamentos utilizados.
Ouvindo forma de triagem. O pesquisador desenvolveu uma forma de triagem auditiva
para gravar tudo
dados relevantes como por o objetivo deste estudo (Apêndice F). Esta forma incluiu
quatro seções,
ou seja, a informação demográfica dos neonatos e lactentes, os fatores de risco para o
HL,
resultados audiológicos teste de triagem e recomendações (Nicholas & Martin, 2012).
Mais detalhes
é fornecida na Tabela 3.13.

Página 70
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
52
Tabela 3.13
Descrição da audição Formulário de Apresentação
Seções
Informações
Obteve
Análise racional
Demográfico
informação
Gênero
Peso ao nascer
Peso atual
Age` gestacional
Os bebês que estão presentes prematuro com um número de
fatores de risco que geralmente está associada com o nascimento
peso (Littleton & Engebretson, 2009). BPN (<
2.500 g) e pequena idade gestacional (PIG) são fatores
relacionado à prematuridade e coloca o recém-nascido ou
criança em risco de HI (Littleton & Engebretson, 2009).
Fatores de alto risco
Fornecem informações
Se ou não o
neonatal e infantil é
em risco para HL.
Os factores de alto risco incluíram-se no rastreio
forma ajudar os fonoaudiólogos na identificação de recém-nascidos
e crianças que possam estar em risco de vários tipos de
HL e neuropatia auditiva (JCIH, 2007; HPCSA,
2007).
Audiológica
testes de triagem:
 A otoscopia
 EOAPD
 HFT e LFT
Os resultados obtidos a partir de
estes testes fornecem uma
indicação se os pacientes
pode estar em risco de a
Segue:
 do ouvido médio
patologias.
 CHL.
 SNHL (coclear
envolvimento).
 Auditivo
neuropatia.
Confiabilidade:
Correlação dos resultados.
Estes testes de rastreio são encontrados para ser sensível a
patologias do ouvido médio, resultando em neonatos e
lactentes não o NHS. HFT tem, portanto, igualmente
sido recomendada como um complemento fundamental para NHS
devido a seus meios confiáveis de avaliação de um recém-nascido ou do
sistema de orelha média do lactente (Nicholas & Martin,
2012; Baldwin, 2006). HFT também tem mostrado
apresentar maior correlação estatisticamente significante com EOA
e otoscopia (Garcia et al., 2009).
Recomendações Os pais / cuidadores
pode exigir que o
seguinte, dependendo
sobre os resultados NHS:
 rescreening.
 Mais de diagnóstico
audiológica
avaliação.
 referências possíveis
para ser feita a outros
profissionais (por exemplo,
otorrinolaringologistas,
terapeutas da fala).
 Acompanhamento
compromissos.
Recém-nascidos e lactentes, que não o NHS acordo
com o protocolo do hospital, são obrigados a ser referido
para um rescreening ou por um novo audiológica
ensaio e / ou referidos outros diagnósticos
profissionais, se necessário (Nicolau e Martin,
2012).

Page 71
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
53
Protocolo de triagem auditiva. Protocolos estabelecer um nível de eficiência e oferta
orientação clínica na prestação de cuidados e auxiliar o clínico na avaliação de dados de
forma rápida (Clark &
Benson, 2008). Um protocolo foi desenvolvido especificamente para os fins deste
estudo (Tabela
3,14).

Página 72
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
54
Tabela 3.14
Triagem Auditiva Protocolo de Teste
Testes de Triagem
Medição
Instrumentos / Equipamentos
Análise racional
Ensaio
Condições
Frequências
Provado
Consentimento informado
Anamnese
Formulário de consentimento informado
(Anexo E)
Ouvindo forma de triagem
(Anexo F)
Anamnese é o ponto de partida essencial da
qualquer avaliação audiológica. Ele fornece
informações relevantes no que diz respeito à natureza
do problema auditivo; reflete sobre a
possíveis fatores contribuintes da audiência
desordem e permite que o fonoaudiólogo
determinar as estratégias de ensaios clínicos
(Stach, 2010a).
Cuidador ou
pai para ser
presente para
obter caso
história.
N/D
Otoscópica
exame
Otoscópio
Espéculos
Desinfetante
Otoscopia do canal auditivo, TM
e do ouvido médio é a base para o
identificação e tratamento de otológica
doenças (Postic, 2000).
Calma ou
dormindo
neonato ou
infantil.
Garantir a correcta
posicionamento de
neonato ou
infantil.
N/D
Timpanometria
ensaio
Portátil GSI 39 Auto
Tympanometer
A timpanometria é uma medida objetiva que
determina a mobilidade da TM, ar
pressão do ouvido médio e do volume do
canal auditivo (Cherry & Rubinstein, 2012).
Alterações de orelha média, que são frequentemente
que ocorre em neonatos e lactentes pode ser
detectado por análise simples dos resultados
obtido a partir de timpanometria (Maico
Diagnostics, 2010).
Calma ou
dormindo
neonato ou
infantil.
LFT (226 Hz)
HFT (1000Hz)

Page 73
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
55
Blindagem
Testes
Medição
Instrumentos / Equipamentos
Análise racional
Ensaio
Condições
Frequências
Provado
EOAPD
Madsen AccuScreen
handheld OAE Screener
EOA oferecem uma "eficiente, não-invasivo
indicador objetivo "de coclear apropriado
funcionamento (Kemp, 2002, p. 223). Isso é também
uma medida importante usada para diferencial
diagnóstico, monitorização do tratamento e assistências
na seleção de aparelhos auditivos e cirúrgico
opções (Kemp, 2002). EOAEPD permitem
maior especificidade de freqüência e licenças
frequências mais altas para ser gravador. Também pode
obter respostas para os indivíduos com ligeira a
HL moderada (Kemp, 2002; Campbell, 2012).
Ambiente calmo
e dormir recém-nascido
ou infantil.
Os seguintes
frequências
foram testados:
 1000 Hz
 2000 Hz
 3000Hz
 4000Hz
 5000Hz
 6000Hz
Pai e
cuidador
comentários
Representação gráfica da
a orelha
É importante que todos os pais ou cuidador
saber o que os resultados de triagem auditiva dizer
e que o próximo passo deveria ser. Também é um
boa oportunidade para ajudar os pais ou
cuidadores na compreensão da importância da
o desenvolvimento da linguagem e monitoramento
ouvir (White, 2008).
Infecção
ao controle
Orientações SASLHA
(2011)
Lavar as mãos frequentemente e completa com uma
agente anti-séptico, bem como a utilização de
equipamento descartável é recomendado
reduzir a chance de propagação de infecções.
Pontas de prova e espéculos foram desinfectados com
compressas com álcool e / ou Milton antes de usar.

Page 74
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
56
Testando os parâmetros e normas.
Otoscopia. otoscopia é um exame subjetivo que é realizado para
examinar o canal do ouvido e do TM para malformações, obstruções ou quaisquer sinais
de infecção que
pode impedir, no recém-nascido ou de audição da criança (Easterbrooks & Estes, 2007).
Ao realizar
uma otoscopia, um pequeno espéculo de ouvido é utilizado eo pinas é puxado
suavemente
para baixo, a fim de endireitar o canal auditivo horizontais do recém-nascido ou do
lactente para obter um
visão clara do canal do ouvido e TM (Cavaliere & Sansoucie, 2013; Hockenberry,
2012).
Várias opções foram estipulados no formulário de triagem auditiva (Apêndice F).
Otoscopicamente, um TM normais parece pálido, cinza e translúcido com projeções
visuais do
martelo, processo lateral curto e manubrium. Além disso, um cone triangular reflexo de
luz
é visível, bem como os pars flácida e pars tensa (Mangione, 2008). O TM também pode
ser encontrado
para ser abaulamento ou retraída; portanto, o exame de um tímpano devem tomar a
vascularização,
mobilidade, integridade, bem como a posição em consideração (Chiocca, 2011). Estes
aspectos são
essencial para a identificação de patologias do ouvido médio e disfunção ET (Branco,
Duncan &
Baumle, 2013). No entanto, é importante notar a presença de cerume, vernix e outros
detritos como estes podem parcialmente ou completamente obstruir a visualização da
TM (Carlson &
Carlson, 2003; Chiocca, 2011; Cavaliere & Sansoucie, 2013). Vernix está geralmente
presente na
canais de orelha de recém-nascidos e geralmente desaparece por uma ou duas semanas
após o nascimento (Whitaker,
2001). É relatado que 70% dos lactentes de 2-6 meses de idade exigir a remoção de
cerume
a fim de melhorar a precisão na identificação de possíveis patologias do ouvido médio
(Carlson & Carlson,
2003). Os critérios e interpretação para otoscopia foi apresentado na Tabela
3.15.

Página 75
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
57
Tabela 3.15
Critérios e Interpretação de otoscopia Exame
Critérios otoscópicas
Interpretação dos resultados
TM normal: pálido, cinza, translúcido, cone de luz, visível
projeções do martelo, processo lateral curto, manubrium,
e pars visíveis flaccida e pars tensa.
Normal
Dull TM
Anormal
Red TM
Anormal
Abaulamento TM
Anormal
MT retraída
Anormal
Infecção
Anormal
Vernix
Anormal
Os achados da otoscopia foram correlacionados com resultados timpanométricos como
apresentada na Tabela 3.16.
Timpanometria.
LFT (tom de sonda de 226Hz). Uma descrição, a classificação e as normas utilizadas
para analisar LF
timpanogramas são apresentados na Tabela 3.16.

Página 76
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
58
Tabela 3.16
Normas e Análise do LF timpanogramas (Liden, 1969; Jerger, 1970)
Classificação: Tipos
de timpanogramas
Descrição
Normas
Resultado
Possíveis patologias
UMA
Apresenta-se com um pico discernível,
onde existe uma sistemática
aumentar no ouvido médio
cumprimento devido à diminuição
no ouvido pressão de ar do canal de
200 mmH
2
0 a atmosférica
pressão 0 mmH
2
0 (Maico
Diagnostics, 2010).
ECV: 0,26-0,96
(GSI, 2011)
daPa: 50 a (-150)
(Clark et al, 2007;. Maico
Diagnostics, 2010)
c / z: 0,3 a 1,5
(Maico Diagnostics, 2010)
Normal
No ouvido médio patologia presente
(Harlor & Bower, 2009; Maico
Diagnostics, 2010; GSI, 2011)
B
Apresenta-se com nenhum pico clara sobre
a faixa de pressão de ar de 200
daPa a -400 daPa. Por conseguinte, a
timpanogramas apresenta como um apartamento
line (GSI, 2011).
ECV: 0,26-0,96
(GSI, 2011)
daPa: Sem pressão (NP)
(Clark et al, 2007;. Maico
Diagnostics, 2010)
c / z: NP
(Maico diagnósticos, 2010)
Anormal
MEE
Cerume ocluído
Probe contra canal
Perfuração
Otosclerose
Colesteatoma
(Harlor & Bower, 2009; Maico
Diagnostics, 2010; GSI, 2011)
C
Apresenta-se com uma pressão negativa
pico e pode aparecer como um
"Ponto máximo arredondado",
em vez de um "pico distinto"
(Maico Diagnostics, 2010, p.
14).
ECV: 0,26-0,96
(GSI, 2011).
daPa: superior normal
limites (> -150dapa).
(Maico Diagnostics, 2010)
c / z: 0,3 a 1,5
(Maico Diagnostics, 2010)
Disfunção ET anormal
Pré / Pós-OM
Mudanças de pressão barométrica
(Harlor & Bower, 2009; Maico
Diagnostics, 2010; GSI, 2011)

Página 77
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
59
Classificação: Tipos
de timpanogramas
Descrição
Normas
Resultado
Possíveis patologias
De Anúncios
Apresenta uma alta compliant
sistema ouvido médio (Maico
Diagnostics, 2010).
ECV: 0,26-0,96
(GSI, 2011)
daPa: -50 a (150)
(Maico Diagnostics, 2010)
c / z:> 1.5
(Maico Diagnostics, 2010)
Anormal
Descontinuidade Ossicular
(Harlor & Bower, 2009; Maico
Diagnostics, 2010; GSI, 2011)
Como
Este é um tipo de "superficial" de
timpanograma. Quando o ar
pressão no canal auditivo é
diminuiu o ouvido médio
cumprimento simultâneo
diminui para um valor mínimo
(Maico Diagnostics, 2010, p.
13).
ECV: 0,26-0,96
GSI (2011)
daPa: -50 a (150)
(Maico Diagnostics, 2010)
c / z: <0,3
(Maico Diagnostics, 2010)
Anormal
Stiff sistema ouvido médio
TM cicatrizes
Otosclerose
(Harlor & Bower, 2009; Maico
Diagnostics, 2010; GSI, 2011)
Página 78
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
60
HFT (1000Hz tom de sonda) . Existem inúmeros dados normativos e orientações
disponíveis
para a interpretação de HFT (Marchant et al, 1986;. Sutton et al., 1996, Margolis et al.,
2003;
Kei et al., 2003; Baldwin, 2006; Swanepoel et al., 2007; Mazlan et al.2009). No entanto,
existem
protocolos clínicos limitados disponíveis e nenhum acordo universal para a
interpretação da HFT
(ASHA, 2004; Kei & Mazlan, 2012). Assim, para a finalidade deste estudo
timpanogramas HF
foram classificados e interpretados usando áreas percentuais, tal como descrito na
Tabela 3.16. Estes foram o
orientações estabelecidas no manual do equipamento em
GSI 39
Auto Tympanometer (GSI, 2011). O
pesquisador também foi treinado por um representante bem treinados do fornecedor do
equipamento no uso
deste método de classificação e interpretação dos timpanogramas IC.
A escolha do método de interpretação HFT pode afectar a validade dos resultados.
Devido a
a natureza subjetiva da interpretação (Hoffman et al., 2013), timpanogramas pode ser
inaccurately classificado. No entanto, um número de estudos clínicos indicaram a
eficácia de
uma classificação simples normal ou anormal de HF timpanogramas para recém-
nascidos e crianças com menos
de 6 meses de idade (Baldwin et al., 2008). Este método de interpretação também é
utilizado numa
NHS protocolo internacional (Baldwin et al., 2008). Com este método, uma melhoria
significativa
acordo intra-tester foi relatado (Baldwin et al., 2008). A fim de limitar o subjectivo
interpretação, a tela de resultado HFT no equipamento tem indicadores claros (linhas
pontilhadas) para
delinear a área percentual. Este assistida em mais classificar com precisão e
interpretação do HF
timpanogramas.

Page 79
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
61
Tabela 3.17
Classificação de HF timpanogramas de acordo com percentis Áreas (GSI, 2011).
Reproduzido com permissão.
Normal HF Timpanograma
Anormal HF timpanogramas
A letra do alfabeto indica a 5
º
, 50
º
e
95
º
percentis de valores de admissão no
caudas positivos (200 daPa) e em relação ao pico
a cauda negativa (+400 daPa).
As linhas verticais indicam o 5
º
e 95
º
percentil para TPP.
As linhas pontilhadas são a área em que
timpanogramas normais HF deve ser
gravada.
Indicativo de possível disfunção ET
Indicativo de possível COM

Página 80
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
62
EOAPD. Os parâmetros de teste para o teste de EOAPD foram os seguintes (GN
Otometrics,
2014):
 Método de Avaliação: Ruído estatísticas fase ponderada.
 Estímulo: tom Primária par, f2 / f1 = 1,24.
 As frequências de ensaio: Limite de f2 1, 2,3,4,5 e 6 KHz
 nível de teste: L1 / L2 = 59/50 dB SPL.
 Display: nível EOAPD, o progresso do teste, nível de ruído e DP-Gram
 exibição Resultado: passe geral ou consulte resultado, DP-Gram com EOAPD e do
ruído
nível. O passe e solicite o resultado foi interpretado como normal e anormal
respectivamente, a todos os resultados dos testes de triagem.
 Um resultado pass (unilateral ou bilateral) foi obtido se um mínimo de quatro em
as seis freqüências alcançado um passe.
Interpretação e correlação de resultados da triagem auditiva. Em resumo todos os
resultados
foram interpretados como normal e anormal, a fim de assegurar a uniformidade, e
facilidade de interpretação
correlação dos resultados com outros testes de triagem auditiva.
. Equipamentos audiológicos O seguinte equipamento audiológico foi usada:
 otoscópio e espéculos
 portátil GSI 39 v3 Auto Tympanometer (recentemente calibrado) (Anexo J)
 Madsen AccuScreen handheld OAE Screener (recentemente calibrado) (Anexo K)
 dicas Probe
 agente anti-séptico
 compressas com álcool e Milton
Page 81
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
63
Coleção de dados
Considerações éticas. O pesquisador adotou os princípios éticos como descrito na
Declaração de Helsinque (Associação Médica Mundial [WMA], 2008). Os quatro
principais ética
princípios, a saber, autonomia, beneficência, não maleficência e justiça guiou essa
pesquisa
estudo (Breen, Cordner, Thomson & Pleuckhahn, 2010). Estes quatro pilares éticos não
resistem
em seus próprios, mas são interpretados e aplicados como explicações para as decisões
clínicas usando
estruturas de raciocínio e pensamento desenvolvido por filósofos morais. O seguinte
ético
princípios fossem respeitados neste estudo (Breen et al., 2010):
Ética humana comissão de análise e autorização . Um estudo que requer o
envolvimento
de participantes humanos e acesso a informações confidenciais exige apuramento de
ética
um comitê de ética humana formalmente constituída avaliação (Taylor & Roberts, 2006;
Lewis,
Sheringham, Kalim & Crayford, 2008). Apuramento Ético foi obtido a partir da
Universidade de
Comitê de Ética em Pesquisa Humana da Witwatersrand antes do estudo de
investigação foi
começou (Apêndice L).
A permissão para realizar a pesquisa foi obtido de todos os sites. O consentimento
informado foi
obtido a partir do CEO da Rahima Moosa Hospital Materno Infantil (Apêndice G) e os
dois
lares para crianças (Anexo H & Anexo I).
Confidencialidade . Toda a informação obtida durante o curso deste estudo de
investigação,
incluindo informações pessoais e dados participante pesquisa foi estritamente
confidenciais.
Número de participantes foram atribuídos a todos os participantes. Os dados em bruto
vai ser bloqueado na
escritório do supervisor de pesquisa para assegurar a guarda dos dados brutos e
destruídos após um período de
cinco anos.

Página 82
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
64
Autonomia. A participação no estudo foi voluntária. Os participantes tiveram o direito
de
retirar do estudo a qualquer momento, sem quaisquer consequências negativas. Se eles
decidiram levar
Participaram deste estudo, eles foram informados sobre a natureza e previsíveis
benefícios do estudo. O
os participantes foram informados que o consentimento para participar do estudo foi
assumida se ele / ela
preenchido e devolvido o questionário da pesquisa.
Beneficência. O pesquisador deve agir no melhor interesse do participante (Breen et
al., 2010). Como este estudo envolve seres humanos o pesquisador assegurou que o
respeito, a segurança ea
bem-estar dos participantes tinha precedência sobre todos os outros interesses.
Não-maleficência . Apesar de nenhum dano direto veio aos participantes durante o
estudo, o
pesquisador considerado o tempo envolvido para cada participante a participar do
estudo.
Justiça . Esta incorpora noções de distribuição equitativa e justa dos recursos com base
no
análise das vantagens e desvantagens da decisão (Breen et al., 2010). Justiça foi
assegurado por
aproximando-se dos pais ou cuidadores de todos os potenciais participantes no local do
hospital. Estes
indivíduos, portanto, teve a oportunidade de ter ouvido de seus filhos rastreados. O
inclusão de casas as duas crianças como locais de coleta de dados deu-lhes a
oportunidade
ter que ser rastreados todos os recém-nascidos e lactentes '' audição. Os benefícios e os
riscos do estudo
Assim, foram distribuídos de forma justa e que todos os participantes foram tratados de
forma igual.
Investigação pessoal. Três assistentes de pesquisa assistidas com alguns aspectos dos
dados
coleção. Todos eram do sexo feminino e duplamente qualificados como fonoaudiólogos
e fonoaudiólogos. Ligar
média, eles tinham 3,6 anos de experiência na área de audiologia pediátrica.
Antes da coleta de dados, a finalidade ea natureza do estudo foi explicado à pesquisa
assistentes. Eles foram fornecidos com o protocolo de triagem auditiva (que incluiu
recebendo
consentimento informado), e tiveram a oportunidade de fazer perguntas esclarecedoras.
O treinamento era

Página 83
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
65
desde antes da coleta de dados sobre os seguintes aspectos: (i) a obtenção de
consentimento livre e esclarecido; (Ii)
obtenção caso informação de histórico de cuidadores e, se disponível, arquivos
hospitalares; (Iii)
realização do exame otoscópico; (Iv) fornecer feedback aos cuidadores nos resultados
obtido, e (v) a gravação dos resultados. O protocolo de triagem foi revisada no dia de
dados
coleção, a fim de garantir que os assistentes de pesquisa claramente entendido que era
exigido
eles.
Assistentes de investigação só foram obrigados a registrar as informações obtidas a
partir de cuidadores
e arquivos hospitalares, bem como o que foi visualizado durante a otoscopia. O
pesquisador estava presente em todos os momentos para confirmar os resultados
otoscopia, se for solicitado. Interpretação de
achados otoscópicos, como normal ou anormal, só foi feita pelo pesquisador. A
timpanometria
e triagem DPOAE só foi realizada pela pesquisadora como o pesquisador foi o único
treinados pelos fornecedores dos equipamentos sobre como realizar e interpretar o teste
de triagem
resultados. Triagem resultados e recomendações para cada participante foi discutido
como uma equipe
(investigador e os assistentes) antes de fornecer os pais ou cuidadores, com o
comentários.
A coleta de dados procedimentos. Os procedimentos de coleta de dados durante todas
as fases do
investigação são descritos abaixo:
 depuração ética foi obtido a partir do HREC da Universidade de
Witwatersrand a realização deste estudo (Apêndice L).
 Todos os instrumentos de medição foram desenvolvidos e equipamentos audiológicos
foi contratado
(Anexo C & Apêndice F) (Tabela 3.7 e Tabela 3.13).
 A permissão foi obtida a partir de Dr. George Mukhari Hospital Acadêmico de
conduzir
o estudo piloto (Anexo D).

Página 84
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
66
 Dois estudos-piloto foram realizadas para finalizar os instrumentos de medição e
determinar o equipamento a ser utilizado no estudo.
 Durante a fase principal do estudo os seguintes procedimentos foram seguidos:
Fase de estudo principal 1: questionário de pesquisa.
 Todos os potenciais participantes foram contatados via e-mail com o uso da Pesquisa
Macaco website. Esta comunicação incluía uma carta de apresentação descrevendo o
estudo (Anexo B) e do questionário do inquérito (Anexo C). Supunha-se
que os participantes tinham consentido em participar do estudo através do
preenchimento e
devolver o questionário da pesquisa. Apenas os participantes que voltou a concluídos
questionário e preencheram os critérios de inclusão foram incluídos no estudo.
 Além disso, o pesquisador também distribuiu cópias do questionário do inquérito
aos delegados nos fóruns provinciais Mpumalanga e Gauteng.
 Uma vez que os questionários foram devolvidos os dados brutos foram codificados
de acordo com as definições de dados e verificado por quaisquer erros de captura.
Fase de estudo principal 2: A triagem auditiva.
 A permissão foi obtida a partir de todos os locais para realizar o estudo (Apêndice GI).
Às
Rahima Moosa Hospital Materno Infantil consentimento foi obtido pelo Chefe
Diretor Executivo (CEO) do hospital (Sra S. Jordaan). No Madre Teresa
permissão foi obtida a partir da Casa Mãe, enquanto o gerente de assistência ao bebê
na porta da Missão de Esperança Crianças deu permissão. Equipamentos audiológicos
usado recentemente foi calibrado (Anexo J & Apêndice K).
 consentimento informado escrito foi obtido antes do teste dos pais ou
cuidadores de participantes recrutados em hospitais (Apêndice E). A casa

Página 85
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
67
Mãe de Madre Teresa eo Gerenciador de Cuidados com o bebê na Porta da Esperança
Missão das crianças como os cuidadores designados das crianças em seus centros
consentimento informado por escrito fornecida para inclusão no estudo.
 Um intérprete estava disponível para os cuidadores que não eram proficientes em
Inglês.
 Três assistentes de pesquisa girado e foram treinados pelo pesquisador para ajudar
com
alguns aspectos da recolha de dados.
 Os participantes foram atribuídos números de participantes e estes números foram
registrados
nos formulários de coleta de dados.
 Todos os testes de rastreio de audição (sempre que possível) foram aplicadas durante
esta fase do
estude. Assistentes de pesquisa e obtido o consentimento informado caso história,
realizada
a otoscopia, forneceram feedback aos pais ou cuidadores e
resultados documentados sobre as formas de coleta de dados. Imitanciometria e EOAPD
triagem foi realizada somente pelo investigador.
 Apenas um participante foi exibido pela equipe de pesquisa em um momento assim
eliminando
a possibilidade de dupla entrada de participantes. Uma vez que a triagem auditiva foi
completou os pais ou cuidadores foram fornecidos com resultados imediatos e
recomendações para uma maior gestão (se necessário), explicou.
 Os dados foram capturados em uma planilha excel e avaliação de precisão.
Confiabilidade e Validade
Confiabilidade. A confiabilidade refere-se à consistência ou estabilidade de um
instrumento de medição
(Jackson, 2012). Confiabilidade entre avaliadores foi a estratégia implementada para
garantir a confiabilidade.
Confiabilidade entre avaliadores . confiabilidade entre avaliadores é uma "medida de
consistência" que avalia

Página 86
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
68
o percentual de concordância de observação feita por avaliadores (Jackson, 2012, p. 70).
Inter-Rater
confiabilidade foi determinada por solicitar uma segunda pessoa a avaliar 25% dos
testes de timpanometria
resultados. O segundo avaliador foi um fonoaudiólogo (e conferencista a tempo parcial),
com oito anos de clínica
experiência na área de triagem e audiologia diagnóstica. O segundo avaliador foi
fornecido
com o mínimo de informação sobre os resultados do estudo de pesquisa. Nenhum
resultado analisados
foram fornecidos para o avaliador de modo a diminuir o enviesamento na análise de
resultados timpanometria.
A seguinte fórmula proporcionado um meio para determinar a percentagem de
concordância (Jackson,
2012):
Confiabilidade entre avaliadores =
Número de Acordos
x
100
Número de possíveis acordos
A confiabilidade entre avaliadores foi de 88%. De acordo com Doron, Chan, Tamir,
Lenhardt (2002) um
boa concordância percentual deve ser entre os intervalos de 90-98%. Resultados que o
pesquisador e avaliador discordaram sobre foram revistos e re-analisados por meio de
diretrizes clínicas e
base teórica, a fim de aumentar ainda mais a fiabilidade de interpretar os resultados
como
maior precisão possível. Isto resultou em tanto o avaliador chegar a um acordo e
pesquisador.
Fiabilidade inter-testador. Esta é a consistência das medições quando mais do que um
indivíduo que toma a medida indica concordância da medida tomada pelo
diferentes examinadores (Kaplan, 2006). Confiabilidade inter-testador não foi
documentada, apesar pesquisa
assistentes solicitando confirmação dos achados otoscópicos. Isto é reconhecido como
um
limitação do estudo. No entanto, as correlações dos resultados dos testes de rastreio
foram discutidos como uma
equipe antes de fornecer feedback aos pais ou cuidadores. Isto foi feito para assegurar
que todos
resultados foram interpretados com precisão.

Página 87
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
69
Validade. A validade é a capacidade de um estudo para medir o que afirma (Davis &
Bremmer,
2006). Existem dois tipos de medidas de validade que se relacionam com este estudo,
ou seja, da cara e
validade de conteúdo.
Validade de face . O julgamento de que um instrumento é avaliar o que é suposto, é
baseada principalmente na ligação coerente entre as questões e os objetivos do estudo.
O
estabelecimento desta ligação é conhecida como validade de face (Kumar, 2005). Dois
fonoaudiólogos foram
aproximou-se para determinar a validade de face do questionário e triagem auditiva
Formato. Estes fonoaudiólogos tiveram uma média de oito anos de experiência clínica
no campo da
audiologia pediátrica. O estudo piloto também ajudou no estabelecimento de validade
de face como mais
mudanças foram feitas para os instrumentos de medição depois.
Conteúdo validade. A validade de conteúdo é a exatidão dos procedimentos e
equipamentos para
medir o que eles pretendem medir (Kumar, 2005).
Inquérito por questionário e ouvindo forma de triagem. É igualmente importante que a
perguntas ou itens de cobrir toda a gama do assunto a ser medido (Kumar, 2005). Os
itens de
instrumentos foram avaliados a fim de determinar se eles representam adequadamente
as áreas de conteúdo
eles têm a intenção de medir (Kumar, 2005; Rubin, 2008). Estas medidas foram
validade
aplicável a este estudo, uma vez que avaliou se o questionário e ouvindo forma de
triagem são
medir o que eles deveriam para que o pesquisador de obter dados apropriados para
este estudo. O conteúdo dos instrumentos de medição desenvolvidos foram validados
principalmente através
o estudo piloto. Os resultados obtidos a partir do estudo piloto para determinar se
assistido
informação apropriada estava a ser recuperado para o objectivo do estudo.
Ouvindo testes de rastreio . A calibração do equipamento garante funcionamento
preciso de
equipamento, contribuindo, assim, para a validade dos resultados (Valente, Fernandez
& Monroe, 2011). Tudo

Página 88
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
70
o equipamento utilizado no estudo foi recentemente calibrado. É também necessário
para a corrente e
padrões de calibração relevantes para ser usado para o equipamento audiológica. Isto é
para assegurar que
resultados obtidos em equipamentos diferentes, em diferentes contextos em momentos
diferentes pode ser com precisão
comparação (Wood, 1995). Os padrões de calibração estavam em conformidade com as
previstas pelo
Sul Africano Bureau of Standards (SABS 0154-1; 0154-2), garantindo assim que os
resultados
foram precisos e válidos.
Como EOAPD são afetados por níveis de ruído, os níveis de ruído foram reduzidos ao
mínimo por
a realização da triagem auditiva em uma sala à prova de som, quando disponível
(hospital). No
casas de triagem das crianças foi realizado em uma sala silenciosa e foi feito todos os
esforços para
minimizar os níveis de ruído nas imediações da sala onde a triagem auditiva foi
realizada.
EOAEPD e timpanometria testes de rastreio foram repetidas, a fim de assegurar
replicável
resultados.
Análise de dados
Os dados foram documentados em todos os instrumentos de medição relevantes e
codificada
de acordo com as definições de dados. Todos os dados foram informatizados para
análise estatística com o
Statistical Analysis System software (SAS). Os resultados foram analisados utilizando
uma variedade de
procedimentos estatísticos, como listadas na Tabela 3.18 e apresentados em tabelas e
figuras nos resultados
secção deste relatório.

Página 89
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
71
Tabela 3.18
Descrição dos Métodos Estatísticos
Procedimentos Estatísticos
Métodos Estatísticos
Estatísticas descritivas:
 Medidas do centro
tendência eg média
 Medidas de variabilidade
por exemplo, gama e padrão
desvio ( SD )
 As distribuições de freqüência
A estatística descritiva são técnicas que auxiliam na descrição de um conjunto
de dados (Gravetter & Foranzo, 2012). O objectivo da descritiva
estatísticas é organizar e resumir as informações (Gravetter &
Foranzo, 2012). Significativo, gama e DP foi usado para analisar o
de questionários, a fim de descrever o uso de HFT em
prática clínica atual pediátrica audiológica na África do Sul.
A estatística descritiva permitiu ainda a pesquisadora de olhar para
padrões de freqüência através do uso de tabelas de contingência.
Tabelas de contingência são distribuição de freqüência conjunta de dois ou
mais variáveis. Quando duas variáveis são envolvidas, é conhecido como um
tabela de contingência de duas vias (Powers & Xie, 2008). Dois sentidos
tabelas de contingência foram utilizados para determinar o passe e referem taxas
dos testes de rastreio.
Medidas de acordo:
 kappa de Cohen
Kappa de Cohen é uma medida de acordo que tenta
oportunidade correta (Gravetter & Forzano, 2012). Ele fornece valores
semelhante a um coeficiente de correlação. Os valores da gama de kappa
0-1,00 com maior indicando melhor acordo (Kelly,
2009). Kappa de Cohen foi utilizado para determinar o acordo da
o passe e se referem as taxas dos vários testes de triagem auditiva.

Página 90
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
72
Chapter Four
Resultados
Este capítulo apresenta os resultados em relação aos objetivos do estudo. Este capítulo
primeiro descrever os resultados da primeira fase do estudo principal (questionário) e,
em seguida, o
última fase do estudo principal (triagem auditiva).
Principal Estudo de Fase 1: Questionário
O principal objectivo 1: Uso de HFT na prática clínica atual.
O objetivo deste estudo foi descrever o uso de HFT em audiológica pediátrica atual
prática clínica na África do Sul. Os resultados são apresentados de acordo com a
seguinte sub-
tem como objetivo:
 A disponibilidade de equipamentos HFT nos departamentos de audiologia para o
rastreio ou de diagnóstico
avaliações audiológicas pediátricos.
 A prática clínica atual de HFT em avaliações audiológicas pediátricos.
 conhecimento Fonoaudiólogos 'da aplicação clínica de HFT e fundo teórico de
sistema de orelha média do lactente.
Disponibilidade de equipamentos timpanometria nos departamentos de audiologia
pediátrica ou
práticas. A amostra total incluiu 113 ( N
1
) participantes. Noventa e quatro por cento do
participantes ( n = 106) indicaram que eles têm acesso a um Tympanometer em sua
prática ou
departamento. Destes participantes, apenas cinquenta por cento ( n = 53) teve acesso a
um HFT. Apenas seis
por cento dos participantes ( n = 7) não têm acesso a uma Tympanometer. Eles indicam
que esta
foi devido a uma falta de equipamento (como resultado das limitações orçamentais) e
equipamentos quebrados.
Os participantes também foram obrigados a indicar o seu local de trabalho e foram
autorizados a seleccionar
mais de uma opção. Os participantes (94%; n = 106) que relataram ter acesso a
timpanometria

Página 91
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
73
foram encontrados principalmente em trabalhar no setor público de saúde, tais como
hospitais públicos (49%;
n = 52) e clínicas de cuidados de saúde primários (6%; n = 6). Quarenta por cento dos
participantes ( n = 38) trabalhou em
consultórios particulares e 11% em hospitais privados ( n = 12). O resto dos
participantes trabalharam no
ambiente educacional (6%; n = 6) e universidades ou organizações sem fins lucrativos
(8%; n = 9).
Mais especificamente, os participantes que têm HFT (50%; n = 53) encontram-se a ser
principalmente
trabalhando em hospitais públicos (47%; n = 25) e clínica privada (43%; n = 23).
Figura 4.1 . Local de trabalho dos participantes com HFT.
Os participantes que não usam HFT (53%, n = 60) incluem aqueles que têm acesso a
uma
Tympanometer, mas não têm HFT disponível (88%; n = 53) e aqueles que não têm
acesso a um
Tympanometer resultando em nenhum HFT estar disponível na sua definição clínica
(12%; n = 7). Estes
participantes (53%, n = 60) foram encontrados principalmente em trabalhar no setor de
saúde pública, tais como
hospitais públicos (52%; n = 31) e clínicas de cuidados de saúde primários (12%; n =
7). Vinte por cento
de participantes ( n = 17) trabalhou em consultórios particulares e 10% em hospitais
privados ( n = 6). O resto
dos participantes trabalharam no ambiente educacional (5%; n = 3) e universidades ou
sem fins lucrativos
organizações (7%; n = 4).
9
2
4
47
4
11
43
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90 100
De outros
Escola do governo
Clínica de cuidados de saúde primários
Hospital do governo
Escola particular
Hospital privado
Prática privada
Percentual de participantes
W
ou
k
p
renda
Local de trabalho dos participantes com HFT

Página 92
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
74
Prática clínica atual de HFT na avaliação audiológica pediátrica.
Inclusão de HFT em avaliações audiológicas pediátricos. A maioria dos participantes
(98%, n = 104) que têm acesso a timpanometria teria incluído em sua timpanometria
bateria de testes pediátrica de base. Dois desses participantes (2%; n = 2) não incluiu
timpanometria
em sua bateria de teste básico pediátrica devido a limitações de tempo.
Os participantes (98%; n = 104) foram solicitados para indicar qual tipo de
timpanometria teste
foi conduzido para a população pediátrica em sua prática clínica. Os participantes
podem escolher
mais de uma opção. LFT (78%; n = 81), foi encontrada para ser utilizado pela maioria
dos participantes
seguido por HFT (51%; n = 53). MFT (13%; n = 13) e 667Hz tom sonda (5%; n = 6) foi
o
tipo de timpanometria menos utilizado pelos participantes. Oito por cento dos
participantes ( n = 9) não tinham certeza
como a que tipo de imitanciometria foi utilizada em sua prática clínica, uma vez que não
estavam cientes de
as configurações usadas na sua Tympanometer.
Muitos participantes também relataram o uso de uma combinação de dois ou mais testes
de timpanometria
em sua prática clínica (Tabela 4.1).
Tabela 4.1
Timpanometria testes usados em combinação
LFT e HFT são encontrados para ser usado em combinação por maioria dos
participantes
( n = 45). Estes participantes ( n = 45) são encontrados para ser principalmente
trabalhando em hospitais públicos
( n = 21; 47%) e clínica privada ( n = 21; 47%) e uma menor percentagem em hospitais
privados
Tipo de Timpanometria
Testes
n
%
LFT e HFT
45
85
MFT e HFT
4
8
MFT e 667Hz
1
2
LFT e 667Hz
3
6

Página 93
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
75
( n = 6; 13%), universidades ( n = 5; 11%), escolas privadas ( n = 2; 4%) e escolas
públicas ( n = 2;
4%).
O uso de HFT para recém-nascidos e lactentes com patologias do ouvido médio
definitivos era então
explorado. Cinqüenta por cento de todos os participantes ( n = 53) completou esta seção
sobre como muitas vezes é HFT
incluídos nos seus bateria de testes pediátrica. Destes participantes 68% ( n = 36)
relataram que sempre
incluir HFT. Enquanto 28% ( n = 15) relataram a incluir, por vezes, e HFT maioria
destes
participantes (80% ; n = 12) não forneceram quaisquer razões por que motivo HFT não
é sempre incluído.
Alguns participantes (20%; n = 3) razões previstas, tais como a falta de formação em
condução e
interpretação de HFT; a falta de protocolos clínicos; acreditando que HFT não é
clinicamente relevante;
ou que é caso dependente. Apenas 4% dos participantes com HFT ( n = 2) não relatadas,
incluindo
HFT, mesmo que se encontre disponível no seu ambiente clínico.
A parte restante dos participantes (53%; n = 60) relataram que HFT nunca é incluído no
sua bateria de testes pediátrica para recém-nascidos e lactentes com patologias do
ouvido médio definitivas.
Estes participantes forneceram várias razões por que motivo HFT não está sendo
incluído (Figura 4.2).
A razão mais comum é a falta de sonda de HF, seguido por uma falta de formação em
realização e interpretação de HFT, bem como a falta de protocolos clínicos e orçamental
restrições.

Página 94
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
76
Figura 4.2. Razões pelas quais HFT não está incluído na bateria de teste básico
pediátrica.
A questão sobre a faixa etária para a qual HFT foi utilizado foi respondido por 50% do
participantes ( n = 53). Os participantes foram fornecidos com dez opções e só foram
autorizados a seleccionar
um. Verificou-se que HFT é utilizado em quatro faixas etárias principais, a saber: 0 a 6
meses; 0-9
meses; até 1 ano e até 6 anos de idade (Figura 4.3).
Figura 4.3. A faixa etária HFT foi usado.
23%
43%
23%
11%
Faixa etária para a qual HFT é usado
0 - 6 meses
0 - 9 meses
Até 1 ano
Até 6 anos
85
7
12
13
12
13
3
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Pe
r
c
e
nage
de
Pa
r
t
ic
ip
formigas
Razões
Razões pelas quais HFT não está incluído no pediátrico básico
bateria de teste ( n = 60)
A falta de equipamento
Limitações de tempo
Restrições onerosas / Orçamentários
A falta de formação em
realização de HFT
A falta de formação em
interpretação de HFT
A falta de protocolos clínicos
Caso dependente
Página 95
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
77
A maioria dos participantes (43%; n = 23) relataram o uso de HFT principalmente para
crianças que vão desde o nascimento
com nove meses de idade. Uma porcentagem menor de participantes (23%; n = 12)
utilizou HFT para o nascimento
a seis meses (que é a faixa etária recomendada) de idade.
A disponibilidade de protocolos clínicos para HFT departamentais. Os participantes
(50%; n = 53)
realizando HFT tinha para indicar se protocolos clínicos estavam disponíveis em seu
departamento ou
prática. Destes participantes, a maioria (70%, n = 37) relataram ter protocolos clínicos,
ao passo que 30% ( n = 16) indicou que não há protocolos clínicos estavam disponíveis.
Os participantes sem protocolos clínicos disponíveis para a realização de HFT (n =
16). Estes
participantes forneceram razões pelas quais protocolos clínicos não estão disponíveis.
Razões incluídos:
'Falta de conhecimento sobre aplicação e interpretação do HFT '; 'no processo de
desenvolvimento de um
protocolo '; 'cada fonoaudiólogo utiliza suas próprias normas "; "o número de casos
não são compostas de muitos
neonatos e lactentes desenvolver um protocolo ' ; ' dados a falta de protocolos
disponíveis e normativas que
está disponível não é suficientemente clara para a aplicação prática de HFT '. Muitos
participantes também
relataram que eles eram 'inseguro' por que motivo protocolos clínicos não estavam
disponíveis .
Estes participantes ( n = 16; 30%) também indicaram que normas e sistema de
classificação são
utilizada para a interpretação de HFT. Algumas participantes (31%; n = 5), segundo as
informações utilizar as normas
estipulados nos manuais dos equipamentos, mas a maioria (44%; n = 7) não tinham
certeza sobre qual normas
eles usaram para a interpretação da HFT. A maioria dos participantes (69%; n = 11)
foram igualmente
inseguro quanto ao sistema de classificação que eles usaram para a interpretação da
HFT. Apenas trinta e um
por cento dos participantes ( n = 5) relataram o uso de sistemas de classificações tais
como medidas quantitativas
(Pico susceptance ou cumprimento de pico). Os participantes também foram solicitados
a fornecer uma referência
ou reflexão sobre as normas e sistemas de classificação utilizados. Os participantes
relataram fazer uso de

Página 96
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
78
os manuais do equipamento, artigos de investigação internacionais relevantes e livros
relacionados com
teste da timpanometria. Nem todos os participantes forneceram referências.
Os participantes com protocolos clínicos disponíveis realização HFT (n = 37). Estes
os participantes indicaram o tipo de protocolos clínicos usados (Figura 4.4). Os
participantes foram fornecidas
com quatro opções e foram autorizados a escolher mais de uma opção.
Figura 4.4 . Protocolos clínicos atuais usados.
A maioria dos participantes relataram o uso do Auditiva Neonatal internacional
Programa de Triagem (NHSP) Timpanometria Protocolo v2.0 (51%; n = 19) (. Baldwin
et al, 2008)
e protocolos de auto-desenvolvimento (19%; n = 7). Vinte e quatro por cento dos
participantes ( n = 9) relatou a
também utilizar outros recursos, como protocolos hospitalares; uma combinação de
vários outros protocolos
(Participantes não forneceu mais informações sobre estes protocolos); universidade-
desenvolvido
manuais de instrução; e protocolos da empresa de próteses auditivas.
Os participantes também indicado normas utilizadas para a interpretação de HFT
(Figura 4.5).
Os participantes foram fornecidos com 11 opções e foram capazes de selecionar mais de
uma opção.
14
51
19
24
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Pe
r
c
e
n
Tage
de
Par
tique
ip
um
ts
Protocolos Clínicos
Tipo dos protocolos clínicos disponíveis ( n = 37)
Orientações sobre melhores práticas
Internacional NHSP
Timpanometria Protocolo v2.0
Eu desenvolvi o meu próprio
protocolo "
De outros

Página 97
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
79
Figura 4.5 . Normas utilizadas pelos participantes (com protocolos clínicos
disponíveis).
A maioria dos participantes indicaram que eles usam normas estipuladas no
equipamento
manuais (27%; n = 10) para interpretação. Um grande número também usado reportedly
artigos de revistas
(22%; n = 8), susceptance pico [≤ 0 mmho] (22%; n = 8) para a interpretação e muitos
foram também
Não tenho certeza (22%; n = 8), para as quais foram utilizadas normas para a
interpretação da HFT. Alguns
participantes elaborou sobre o passe ou consulte critérios utilizados (por exemplo, traço
plano sendo indicativo de
resultados anormais, um pico discernível sendo indicativo de resultados normais ou um
cumprimento pico de pelo
menos 0.6mmho que também é indicativo de um funcionamento normal da orelha
média).
27
22
11 11
5
11
22 22
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Pe
r
c
e
n
Tage
de
Par
tique
ip
um
ts
Normas
Normas utilizadas pelos participantes com protocolos clínicos disponíveis ( n = 37)
Manuais do equipamento
Artigos de revistas
Livros didáticos
Critérios de aprovação / falha
ANSI
Admissão estática
Susceptance pico ≤ 0 mmho
Inseguro

Página 98
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
80
Os participantes também indicaram sistemas de classificação utilizados para a
interpretação da HFT
(Figura 4.6).
Figura 4.6. Os sistemas de classificação utilizados pelos participantes (com protocolos
clínicos disponíveis).
A maioria dos participantes (46%; n = 17) fazem uso de sistemas de classificação, tal
como
medidas quantitativas (pico Susceptância ou de cumprimento de pico), enquanto muitos
participantes (35%;
n = 13) não tem certeza sobre qual sistema de classificação é utilizada para a
interpretação de HFT. De outros
sistemas de classificações utilizadas pelos participantes são relatados para ser descrita
em artigos de jornal (11%;
n = 4) e livros (8%; n = 3).
Conhecimento da aplicação clínica de HFT e fundo teórico 'fonoaudiólogos
do sistema da orelha média do lactente. Esta seção foi respondido por todos os
participantes ( N
1
= 113).
Os participantes foram autorizados a selecionar mais de uma opção para todas as
perguntas.
Finalidade da timpanometria. Os participantes foram obrigados a indicar qual é o
propósito de
timpanometria é e as seguintes opções foram fornecidos com quatro opções (Figura
4.7).
46
11
8
8
35
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Pe
r
c
e
n
Tage
de
Par
tique
ip
um
ts
Sistemas de Classificação
Sistemas de classificação utilizados pelos participantes com protocolos clínicos
disponível ( n = 37)
Medida quantitativa (pico
susceptance ou de pico
conformidade)
Artigos de Periódicos
Livros didáticos
Sistema de Jerger / Liden
Inseguro

Página 99
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
81
Figura 4.7. O objectivo da timpanometria descrito pelos participantes ( N
1
= 113).
Todos os participantes ( N
1
= 113) afirmaram que o propósito da timpanometria é avaliar
o funcionamento do sistema do ouvido médio. Além disso, alguns desses participantes (
n = 42; 37%)
ter indicado que a finalidade de timpanometria é também para determinar a natureza do
lesão condutora. Ambas as respostas são uma descrição apropriada, como o que o
propósito de
timpanometria é.
A aplicação clínica de HFT. Os participantes foram obrigados a fornecer informações
com
em conta a aplicação clínica de HFT no seu ambiente clínico. Os participantes
forneceram mais de
uma aplicação clínica (Tabela 4.2).
1
37
3
1
100
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
De outros
Para determinar a natureza do condutor
lesão
Avaliar o estado audiência
Avaliar o funcionamento coclear
Para avaliar o funcionamento do ouvido médio
sistema
Percentual de participantes
Purp
ose
de
T
ym
p
um
om
e
tr
y
Finalidade dos testes de timpanometria

Página 100
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
82
Tabela 4.2
Aplicação Clínica de HFT no contexto clínico
Aplicações Clínicas
%
n
Inseguro
22
25
Para obter resultados fiáveis e precisos de pressão da orelha média e
cumprimento de lactentes com patologias do ouvido médio.
18
20
Usado apenas para a população pediátrica.
9
10
Para avaliar e determinar o estado do ouvido médio ou funcionamento em alto risco
populações.
15
17
Para avaliar efetivamente o estado do ouvido médio ou funcionando e identificar
MEE em bebês nascimento até os seis meses de idade.
15
17
Valioso para triagem auditiva, uma vez que auxilia na identificação, prevenção
e gestão da emergente perda auditiva em recém-nascidos.
5
6
Princípio verificação cruzada para todos os resultados audiológicos.
5
6
Para fazer recomendações, referências e gestão adequada.
4
4
Aplicação clínica mínima no ambiente.
3
3
Completude de diagnóstico.
3
3
Assistências com diagnóstico diferencial.
2
2
De outros
3
3
O conhecimento do sistema da orelha média infantil. Os participantes foram solicitados
a descrever o
sistema de orelha média infantil e os participantes foram fornecidos com sete opções
(Figura 4.8).
Figura 4.8. Descrição do sistema da orelha média de uma criança.
4
27
1
9
11
47
35
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90 100
De outros
Inseguro
Adulto-like
Rigidez dominado
Acusticamente maduro
Estruturalmente imaturos
Mass dominado
Percentual de participantes
De
sc
r
r
ip
ção o
f
O INF
um
t de
M
identidade
d
le
E
ar
S
yste
m
Infant sistema ouvido médio

Página 101
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
83
A maioria dos participantes (81%; n = 92) foram capazes de descrever adequadamente o
sistema de orelha média infantil. No entanto, é de notar que muitos dos participantes
(27%; n = 30) responderam
que eles não tinham certeza sobre o que o sistema da orelha média infantil como deve
ser. Outras respostas
obtido descreveu o sistema infantil ouvido médio a ser "dependente da idade da
criança" ; Ter
' diferenças em conformidade quando comparado aos adultos ' ; 'imaturo estrutura e
função do
ET ' , e 'muito propensos à infecção.
Diferenças acústicas entre um adulto sistema de ouvido médio e infantil. Os
participantes foram
obrigada a indicar as diferenças acústicas entre um adulto sistema de orelha média e
infantil e
foram fornecidos com seis opções (Figura 4.9).
Figura 4.9. Descrição das diferenças acústicas entre um adulto e infantil ouvido médio
sistema.
A maioria dos participantes (63%; n = 71) foram descritas as principais diferenças
entre um sistema ouvido médio adulto para ser ouvido canal impedância, coeficiente de
reflexão e infantil
4
20
8
40
4
63
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
De outros
Inseguro
1000 Hz e 4000 Hz
Ganho de ressonância e frequência ressonante
Não houve diferenças acústicas
Orelha canal impedância, coeficiente de reflexão
respostas e transmissão de energia
Percentual de participantes
CA
OU
stic
al
Dif
f
e
r
e
n
c
e
s
Diferenças acústicas entre a criança eo adulto ouvido médio
sistema

Página 102
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
84
respostas e transmissão de energia, seguido de (40%; n = 45) e o ganho de ressonância
ressonância
freqüência. Muitos participantes (20%; n = 23) também foram encontrados para ser
inseguro quanto ao que o
diferenças são acústicos. Alguns participantes (4%; n = 5), estabelecia outras diferenças
acústicas
(Veja a Tabela 4.3).
Mudanças na maturação. Os participantes foram obrigados a indicar se mudanças na
maturação
que ocorrem no sistema de orelha média do lactente afectar as propriedades acústicas do
ouvido.
Os participantes também foram solicitados a fornecer uma explicação para sua resposta.
No entanto, este era
não fornecidos por todos os participantes. A maioria dos participantes (86%, n = 97)
relataram que a maturação
alterações que ocorrem no sistema de infante ouvido médio e tem um efeito sobre as
propriedades acústicas
da orelha do bebê. Alguns destes dos participantes (34%; n = 32), que forneceu
explicações
Foram descritos na Tabela 4.3.
Tabela 4.3
Razões fornecidos pelos participantes a respeito de porque maturacional mudanças
afetam o Acoustical
Propriedades da orelha do Infante
Razões
%
N
Desenvolvimento de sistema de orelha média do lactente tem lugar como o bebê
cresce, resultando em mudanças estruturais.
33
11
Mudanças acústicos, tais como alterações da complacência tímpano, energia
transmissão e nível de pressão sonora, ocorrer.
15
5
Sistema se movendo para sistema dominado por dominado rigidez-Mass
12
4
As alterações à ressonância natural do sistema infantil ouvido médio ocorre
12
4
Dependente da idade
12
4
Inseguro
12
4
Uma pequena porcentagem de participantes (14%, n = 16) também relataram que as
mudanças maturacionais
que ocorrem ao sistema da orelha média do lactente, não tem um efeito sobre as
propriedades acústicas de
orelha do bebê. Alguns desses participantes (44%; n = 7) fornecida razões para a sua
resposta, tais
como 'imaturidade da orelha interna afetando a acústica'; e 'o desenvolvimento do ET
faz o bebê

Página 103
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
85
menos susceptível a MEE mas não tem nenhum efeito sobre as propriedades acústicas
do ouvido ' e a maioria da
os participantes eram 'inseguro' , portanto, não poderia fornecer qualquer razão para a
sua resposta.
Principal Estudo de Fase 2: Triagem Auditiva
Esta seção descreve os resultados obtidos para o segundo e terceiro objectivo da última
página
fase de estudo. Os objetivos determinar o passe e se referem as taxas dos testes de
rastreio, eo
acordo de taxas de teses na identificação de eventual patologia da orelha média em
recém-nascidos e
lactentes.
Os resultados encontram-se divididos em dois sub-secções, ou seja, os quatro testes de
triagem auditiva e
três testes de triagem auditiva. Isto foi devido ao mau funcionamento do equipamento
da máquina de raios X OAE
o que resultou em dois tamanhos de amostra diferentes para cada seção (Tabela 4.4). O
número de direita
e as orelhas em que a análise estatística foi realizada é apresentada na Tabela 4.4 à
esquerda.
Tabela 4.4
Descrição do Tamanho da Amostra
Número total de participantes
Número de
Triagem Auditiva
Os testes realizados
Tipos de Triagem Auditiva
Os testes realizados
80
4
Otoscopia
LFT (226Hz tom de sonda)
HFT (1000Hz tom de sonda)
DOAEs
73
3
Otoscopia
LFT (226Hz tom de sonda)
HFT (1000Hz tom de sonda)

Página 104
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
86
Tabela 4.5
Número de orelhas blindados (N
2
= 303)
Número de Audiência
Testes de Triagem
Interpretada
Testes de Triagem Auditiva
Orelha
Número de
Participantes
4
HFT (1000Hz tom de sonda)
Certo
79
Esquerda
79
LFT (226Hz tom de sonda)
Certo
79
Esquerda
79
Otoscopia
Certo
79
Esquerda
79
EOAPD
Certo
30
Esquerda
38
3
HFT (1000Hz tom de sonda)
Certo
72
Esquerda
73
LFT (226Hz tom de sonda)
Certo
72
Esquerda
73
Otoscopia
Certo
73
Esquerda
73
Nota:
 taxa Pass: Um resultado negativo indica que nenhum possível patologia da orelha
média tem sido
identificado.
 taxa Consulte: Um resultado positivo indicando que uma possível patologia da orelha
média tem sido
identificado.
O principal objectivo 2: Passe e referem-se taxas de testes de rastreio.
Esta seção descreve os resultados do segundo objectivo principal do estudo principal. A
mesa
abaixo descreve o passe e referem-se as taxas dos diferentes testes de rastreio para os
quatro audição
dimensão da amostra de rastreio.

Página 105
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
87
Tabela 4.6
Passe e Consulte as tarifas de Testes de Triagem Auditiva (HFT, LFT, otoscopia e
EOAPD)
Quatro testes de triagem auditiva
HFT
Orelha
Direito ( n = 79)
Esquerda ( n = 79)
N
%
n
%
Passe
43
54
41
52
Referir
36
46
38
48
LFT
Orelha
Direito ( n = 79)
Esquerda ( n = 79)
N
%
n
%
Passe
67
84
68
86
Referir
13
16
11
14
Otoscopia
Orelha
Direito ( n = 79)
Esquerda ( n = 79)
N
%
n
%
Passe
36
46
35
44
Referir
43
54
44
56
EOAPD
Orelha
Direito ( n = 30)
Esquerdo ( n = 38)
N
%
n
%
Passe
8
27
14
37
Referir
22
28
24
63
LFT obteve as mais altas taxas de aprovação bilateralmente, quando comparado com o
outro triagem
testes. As taxas de passagem foram de 84% ( n = 67) na orelha direita e 86% ( n = 68)
na orelha esquerda. O passe
taxas para HFT foram significativamente menores do que LFT. Passe taxas para HFT na
orelha direita foi de 54%
( n = 43) e 52% ( n = 41) na orelha esquerda. Verificou-se igualmente que a passagem e
referem-se taxas obtidas para
HFT e otoscopia eram relativamente similar. As menores taxas de aprovação foram
obtidos para EOAPD.
Esta taxa de aprovação foi menor quando comparado com HFT e LFT.
A tabela abaixo descreve o passe e se referem as taxas dos vários testes de triagem para
o
três audição tamanho da amostra de triagem

Página 106
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
88
Tabela 4.7
Passe e Consulte as tarifas de Testes de Triagem Auditiva (HFT, LFT e otoscopia)
Da mesma forma que o tamanho da amostra quatro triagem auditiva, os mais altos
índices de aprovação foram obtidos
com LFT bilateralmente (direito 99%, n = 71; 93% à esquerda, n = 68) quando
comparado com o outro rastreio
testes. Taxas de aprovação mais baixos foram obtidos tanto para o HFT e otoscopia.
Além disso, a passagem e
consulte as tarifas para HFT e otoscopia não eram tão semelhantes quanto na amostra
quatro triagem auditiva.
Objectivo principal de 3: Acordo do passe e referem taxas entre HFT e outros
testes de rastreio.
Esta seção descreve os resultados do terceiro objectivo principal do estudo principal. A
medida
de acordo utilizados para a finalidade desta secção é kappa de Cohen e os valores
interpretativas
usados são ilustrados na Tabela 4.8 (Fleiss, 1981).
Teste de Triagem Auditiva três
HFT
Orelha
Direito ( n = 72)
Esquerda ( n = 73)
N
%
n
%
Passe
62
86
61
84
Referir
10
14
12
16
LFT
Orelha
Direito ( n = 72)
Esquerda ( n = 73)
N
%
n
%
Passe
71
99
68
93
Referir
1
1
5
7
Otoscopia
Orelha
Direito ( n = 72)
Esquerda ( n = 73)
N
%
n
%
Passe
55
76
51
70
Referir
17
24
22
30

Página 107
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
89
Quadro 4.8
Os valores utilizados para Interpretação do de Cohen Kappa (Fleiss, 1981)
Valores
Interpretação
<0,40
Pobre acordo
0,40-0,59 acordo Fair
0,60-0,74 Bom acordo
> 0,75
Excelente acordo
A tabela abaixo descreve o acordo do passe e referem taxas entre os vários
testes de triagem auditiva.
Tabela 4.9
Acordo do Passe e Consulte baixas para todos os testes de triagem auditiva
Quatro testes de triagem auditiva
Testes de Triagem
Orelha Direita
Orelha Esquerda
HFT e LFT
0,1656
0,1931
HFT e otoscopia
0,7237 *
0,7983 *
HFT e EOAPD
0,2697
0,2893
LFT e otoscopia
0,1335
0,1812
LFT e EOAPD
0.1667
0,1284
Três testes de triagem auditiva
HFT e LFT
0,1606
0,1534
HFT e otoscopia
0,5062
0,6264 *
LFT e otoscopia
0,0872
0,1534
* Bom ou excelente concordância
É evidente a partir dos resultados obtidos, que foi o mais alto nível de concordância
entre
HFT e otoscopia. No tamanho de quatro audição amostra de triagem uma excelente
concordância (0,7983)
foi encontrada na orelha esquerda, enquanto que uma boa concordância (0,7237) foi
encontrada na orelha direita.
Da mesma forma, uma boa concordância (0,6264) entre HFT otoscopia e foi encontrada
na orelha esquerda do
três audição tamanho da amostra de triagem, enquanto que um acordo justo (0,5062) foi
encontrada na orelha direita.
Foi encontrada uma baixa concordância entre HFT e LFT, bem como a LFT e
otoscopia, tanto no

Página 108
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
90
quatro e três testes de triagem auditiva. O acordo entre EOAPD ea outra triagem
testes no tamanho da amostra quatro triagem auditiva também foi pobre.
Este capítulo destacou os resultados da pesquisa e foram organizados, analisados e
descrito no que se refere aos objectivos do estudo de pesquisa.

Página 109
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
91
Capítulo Cinco
Discussão
Este capítulo relaciona e compara os resultados apresentados no capítulo quatro de
relevante
literatura, a fim de destacar tendências e diferença nos resultados obtidos. A discussão
vai
para permitir tirar conclusões no que se refere à utilização de HFT em recém-nascidos e
lactentes. Este
capítulo irá abordar a primeira fase do estudo principal (questionário), seguido pelo
último
fase do estudo principal (triagem auditiva).
Principal Estudo de Fase 1: Questionário
O principal objectivo 1: Uso de HFT na prática clínica atual.
Disponibilidade de equipamentos timpanometria nos departamentos de audiologia
pediátrica ou
práticas. A maioria dos participantes têm acesso a timpanometria enquanto apenas uma
pequena
percentagem destes participantes relataram ter acesso a HFT. Estes participantes foram
encontrados
se principalmente a ser empregada no setor de saúde pública. Além disso, a maioria dos
participantes
que relataram não usar HFT também foi encontrada principalmente para ser utilizado no
âmbito da saúde pública
sector .
África do Sul consiste tanto o sector de cuidados de saúde públicos e privados (Sul
Africano
Comissão de Direitos, 2009). A distribuição desigual de recursos entre o público e
sector privado de saúde é o maior desafio que o sistema de saúde Sul-Africano está
enfrentando
como resultado da instabilidade financeira (Comissão Sul Africano Direitos, 2009). Isto
parece ser
evidente no estudo atual como a razão para a maioria dos participantes não utilizando
HFT foi
atribuído principalmente a restrições orçamentais. Estas restrições orçamentais
contribuíram para o limitado
disponibilidade de HFT em ambientes clínicos. Al-Khatib (2010) confirma que o HFT é
limitada devido à
o elevado custo do equipamento timpanometria. Isso pode afetar negativamente a
disponibilidade de

Página 110
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
92
serviços no sector dos cuidados de saúde, que por sua vez pode resultar na identificação
tardia da média
patologias do ouvido na população pediátrica.
A maioria da população do Sul Africano confia em serviços prestados pelo público
sector da saúde , em vez de sobre o sector privado de saúde. No entanto, as despesas no
sector privado
sector da saúde é encontrado para superam que no sector da saúde pública, resultando
em um excesso de atendido
sector privado da saúde e setor público de saúde sub-atendidos (Departamento de Saúde
[DoH], nd;
Sul-Africano Comissão de Direitos, 2009). Isso pode apoiar os resultados do estudo
atual como
maioria dos participantes sem acesso a HFT foram encontrados principalmente para
estar no governo
hospitais e clínicas de cuidados primários de saúde, resultando em um setor de saúde
pública atendido-under. Isto
foi relatado para a distribuição desigual e pobre manutenção dos equipamentos a ser um
importante
problema na prestação de serviços desde 1997 (DOH, 1997).
Tem-se observado que os participantes que relataram ter acesso a HFT foram
consideradas
trabalhando principalmente no setor de saúde pública. De acordo com os desafios
enfrentados pelo Sul Africano
sistema de saúde, esperava-se para HFT estar mais disponível dentro do sector privado
da saúde, mas
vez que parece haver uma distribuição relativamente igual de equipamento HFT entre o
privado e
setor de saúde pública para os participantes que têm acesso a HFT. Esta distribuição de
equipamentos em
África do Sul não podem ser generalizados devido ao pequeno tamanho da amostra do
estudo atual.
Devido aos desafios de longa data acima mencionados e instabilidade financeira na
Sistemas de saúde sul-Africano, fonoaudiólogos que trabalham dentro tanto a saúde
pública e privada
cuidar sector são recomendados para ser pró-ativo continuamente por motivador para a
importância de
usando HFT em sua clínica. Isto é de extrema importância, tendo em conta o facto de
que é OM
a causa mais comum de HL e ocorrendo com freqüência patologia da orelha média em
recém-nascidos e
lactentes (Zand et al, 2003;. NIDCD, 2010; Marschark & Hauser, 2012). Uma equipe
multidisciplinar

Página 111
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
93
abordagem é essencial para alcançar a meta da EHDI (Garcia et al, 2009;. Swanepoel,
2006).
Colaboração na prática clínica permite uma melhor qualidade dos cuidados aos doentes,
aos
profissionais para compartilhar conhecimentos e habilidades (Buttaro, Trybulski &
Sandeberg-Cook, 2013).
Portanto fonoaudiólogos deve incentivar o trabalho colaborativo com outros
profissionais (por exemplo,
pediatras e otorrinolaringologistas) para garantir a disponibilidade de equipamentos para
a identificação exata
ou diagnóstico de OM na população neonatal e infantil.
Prática clínica atual de HFT na avaliação audiológica pediátrica .
Inclusão de HFT em uma avaliação audiológica pediátrica . CHL é o mais comum
razão para neonatos e lactentes na falta NHS, daí a inclusão da triagem imitanciometria
no NHS
Recomenda (ASHA, 1997; HPCSA, 2007;. Doyle et ai, 1997).
Os resultados do estudo confirmam a inclusão de timpanometria como clínica
prática pelos participantes. No estudo atual LFT foi o tipo de timpanometria mais
frequentemente usado
seguido de perto por HFT. Postula-se que isto é devido à simplicidade na realização de
LFT, em
Adicionalmente ao facto de que os resultados são mais fáceis de interpretar quando
comparados com os resultados registados usando
HFT (Lantz et ai, 2004;. Baldwin, 2006). A falta de equipamentos ea falta de formação
em
realização e interpretação HFT pode ser atribuída a respeito de porque HFT não está
sendo incluído no
situação clínica dos participantes. Problemas de calibração e limitações do equipamento
(especialmente os mais velhos
equipamentos) também são relatados como motivos para que os médicos utilizam LFT
em vez de HFT (Fowler &
Shanks, 2002). De acordo com Al-Khatib (2010) conhecimento e treinamento é
essencial para operação
equipamentos timpanometria. A discussão acima destaca a necessidade para este, uma
vez que pode resultar em
mais fonoaudiólogos realizando HFT, bem como aumento da confiança na interpretação
e
realização de HFT em neonatos e lactentes.

Página 112
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
94
Muitos participantes supostamente usar uma combinação de duas ou mais testes de
timpanometria em
sua prática clínica. LFT e HFT se encontra a ser usado em combinação pela maioria do
participantes ( n = 45). Esta prática está de acordo com a recomendação feita pela Harris
et al. (2005)
e Alaerts et ai. (2007), que tanto a LFT e HFT deve ser incluído na prática clínica. Este
deve-se ao facto de ambos os testes de rastreio audiológicos sejam considerados
sensíveis em
identificação de patologias de orelha média em neonatos e lactentes. No entanto, é
preciso levar em
consideração que Harris et ai. (2005) sugeriram o uso de HFT em lactentes até nove
meses de
idade, muito mais velha do que as idades relatados no estudo atual. Considerando que,
em Alaerts et al. (2007)
um protocolo de estudo em função da idade (do nascimento até nove meses) é
recomendado, a fim de fornecer um
orientação para o uso de ambos HFT e LFT na prática clínica para recém-nascidos e
lactentes. A era
protocolo dependente corresponde aos resultados do estudo atual. Isso apóia a
uso dos participantes de ambos HFT e LFT na prática clínica e ainda mais, indicando
que o
inclusão de HFT pode ser benéfico na população pediátrica mais velhos.
Assim, a idade da população para a qual HFT foi usada pelos participantes no estudo
atual
Também foi encontrado para ser relevante. Os participantes neste estudo usado
principalmente para as crianças que vão HFT
desde o nascimento até nove meses de idade. HFT foi encontrado para ser relevante
nessa faixa etária por ambos
Alaerts et ai. (2007) e Hoffman et ai. (2013). No entanto, constatou-se que otoscopia
exame não foi realizado em Alaerts et al. (2007) estudo.
Otoscopia é uma técnica subjetiva significativa requerida na identificação
de patologias do ouvido médio (Palmu, 2001). Apesar de seus desafios quando realizada
na
população pediátrica, uma otoscopia garante nenhuma obstrução dentro da EAC que
podem afetar os resultados timpanométricos (Bluestone & Klein, 2007). Anormalidades
da EAC são
comum em recém-nascidos menores de quatro dias de idade e este é geralmente como
um resultado da oclusão vernix

Página 113
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
95
(Doyle et ai, 1997). Assim, os resultados obtidos por Alaerts et al. (2007) não pode ser
generalizada
para todos os recém-nascidos e lactentes até nove meses de idade. Isto pode resultar na
obtenção
diferentes resultados timpanométricos para aqueles com confirmadas patologias do
ouvido médio (Baldwin, 2006).
Portanto, recomenda-se para fonoaudiólogos para usar estes resultados como uma
diretriz.
Numerosos autores relataram também que HFT é mais preciso para a detecção de
patologias da orelha média em lactentes seis meses e mais jovens (Keefe e Levi, 1996;
Rhodes et al.,
1999; ASHA, 2004; Baldwin, 2006; JCIH, 2007; Baldwin et al., 2008; Kei & Mazlan,
2012). Dentro
o estudo atual apenas uma pequena porcentagem de participantes foram encontrados
para usar HFT em lactentes até
seis meses de idade. Além disso, uma minoria dos participantes também foi encontrada
para utilizar para HFT
participantes de até um ano de idade e até seis anos de idade. O uso de HFT neste mais
velhos
população pode resultar na identificação incorrecta e diminuição da precisão no
diagnóstico de
patologias do ouvido médio (Bosaghzadeh, 2011; ASHA, 2004). Misdiagnosis por sua
vez pode resultar em
HL, bem como a fala ea linguagem atraso no desenvolvimento. No entanto, a utilização
de HFT nos antigos
população é suportado por Harris et ai. (2005). Hoffman et ai. (2013) recomenda que o
futuro
pesquisas sejam realizadas em crianças mais velhas, como HFT pode ser adequado no
mais velho pediátrica
população. Por isso, permanece incerto até que HFT idade deve ser utilizada (Hoffman
et al.,
2013). A partir da discussão acima, existe variabilidade na idade em que HFT é
utilizado e, por conseguinte,
tem sido recomendado por Baldwin et ai. (2008) para HFT para ser usado até a idade
corrigida
seis meses.
É difícil comparar com precisão e relacionar as faixas etárias para as quais HFT
aplicável
como nem todos os estudos têm claramente estipulado quando se referem a GA, CA ou
idade cronológica.
Além disso, também tem sido visto como uma limitação do presente estudo para não
incluindo perguntas
em relação ao facto de os participantes referem-se a GA, CA ou idade cronológica
quando estipulando a

Página 114
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
96
faixa etária para a utilização de HFT. Apesar disso, HFT tem mostrado ser aplicável em
prematuros
neonatos e lactentes. A prematuridade é um fator de risco comum para HL (Marlow,
Hunt & Marlow,
2000; Rosenblum, 2014) e estudos de investigação, tais como Garcia et al. (2009), Kilic
et al. (2012), Do
Carmo et al. (2012) e Hoffman et ai. (2013) encontraram HFT para ser útil em recém-
nascidos e lactentes
com fatores de risco para HL. No entanto, os vários fatores de risco presentes nos
participantes não eram
sempre estipulado pelos pesquisadores.
A disponibilidade de protocolos clínicos departamentais para HFT. protocolos clínicos
devem ser
disponível na prática clínica, especialmente quando se trabalha com recém-nascidos e
lactentes. Clínico
protocolos de oferecer um nível de eficiência; orientação clínica e auxiliar o profissional
na avaliação
dados rapidamente (Clark & Benson, 2008; Ditty, 2012).
Apesar dessas recomendações, uma pequena percentagem de participantes no estudo
atual
estão realizando HFT sem protocolos clínicos disponíveis em sua clínica. O
desenvolvimento e implementação de protocolos clínicos são fortemente ligada à
garantia de qualidade,
a continuidade dos cuidados, o desenvolvimento profissional ea satisfação do paciente
(Clark & Benson, 2008).
No entanto, protocolos clínicos e diretrizes claras para HFT são limitados e nenhum foi
universalmente aceitável (ASHA, 2004;. Alaerts et al, 2007; Kei & Mazlan, 2012).
Portanto
os médicos são obrigados a ser cauteloso ao interpretar HFT e avisou que esta deve ser
interpretados à luz de outros resultados audiológicos (ASHA, 2004). Os participantes no
estudo atual
citou a falta de disponibilidade de protocolos e dados normativos pouco claras como
razões para clínica
protocolos de não estar prontamente disponível em sua clínica. Postula-se que a falta de
clara
diretrizes para a interpretação da HFT explica por que os participantes (com e sem
clínica
protocolos) tinham a certeza no que diz respeito às normas e sistemas de classificação
utilizados para o
interpretação de HFT.

Página 115
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
97
A interpretação e classificação de HFT é controversa e clinicamente desafiador
para os profissionais (Marchant et al, 1986;.. Sutton et ai, 1996; Margolis et ai, 2003;.
Baldwin,
2006; Baldwin et al., 2008; Cai, 2010). Os participantes no estudo atual usou vários
sistemas para
classificar resultados HFT. Os sistemas relatadas pelos participantes incluídos na maior
parte quantitativa
medidas como o pico susceptance e conformidade pico. Estas medidas quantitativas têm
foi relatado pelos pesquisadores para ser aplicável a crianças com menos de seis meses
de idade (Marchant et
al., 1986; Sutton et al., 1996).
Os participantes no estudo atual na maioria das vezes feito uso da NHSP internacional
Timpanometria v2.0 para classificar timpanogramas HF Protocol (Baldwin et al., 2008).
O
internacional NHSP Timpanometria Protocolo v2.0 propõe um método de classificação
simples que
resultados em qualquer normais (pico positivo) ou anormais (flat vestígios ou picos
negativos)
timpanogramas que é indicativo de uma patologia do ouvido médio, sendo
respectivamente ausentes ou
presente (Baldwin et al., 2008). Este protocolo também é baseado em pesquisa clínica
que ilustrou
a eficiência de uma classificação simples normal e anormal de HF timpanogramas para
lactentes
menos de seis meses de idade (Baldwin et al., 2008).
Os participantes também foram encontrados para usar susceptance pico de ≤ 0 mmho
interpretar HFT. Este
método foi inventado por Marchant et al. (1986) e tem sido encontrada uma correlação
com otoscopia
exame de MEE e evidência de MEE em myringotomy (Marchant et al., 1986). Contudo,
de acordo com Hoffman et ai. (2013), este método não considerou timpanogramas em
negativo
pressão. Estes tipos de timpanogramas são de importância, pois indica um ouvido médio
anormal
sistema devido à disfunção ET (Harlor & Bower, 2009; Maico Diagnostics, 2010; GSI,
2011).
Os bebês e recém-nascidos são mais propensas a patologias do ouvido médio, devido
aos ETs ser menor e
mais horizontal do que eles estão em adultos. Isso torna difícil para o fluido a escorrer
para fora do ouvido

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
98
(NICD, 2010). Baldwin (2006), adaptado metodologia de Marchant, usando admissão
medições em vez de susceptance interpretar timpanogramas IC. Este método adaptado
permite menos timpanogramas a ser não classificados (Baldwin, 2006). Seria, portanto,
o
método preferido para fonoaudiólogos para usar para a interpretação dos timpanogramas
IC.
Além disso, os participantes com protocolos clínicos usaram seu próprio passe ou
consulte critérios como
dados normativos para a interpretação da HFT. Os participantes elaboraram o passe ou
consulte critérios para
ser descrito como normal (pico discernível) e anormais (traço plano) timpanogramas, à
semelhança do
que estipulado no internacional NHSP Timpanometria Protocolo V 2.0 (Baldwin et al.,
2008).
Não é nenhuma escolha estabelecido de um passe ou consulte critérios e mais pesquisas
são necessárias dentro
este campo para obter dados para melhor interpretar HFT usando este método (Baldwin,
2006). Portanto
mesmo que passar e referem critério foram fornecidos por investigadores, a utilização
destes dados tem
Foi relatado que ser problemática (Baldwin et al, 2008;. Wilson, 2008).
Além disso, os participantes com protocolos clínicos relatados para determinar também
a
observância do pico de, pelo menos, 0,6 mmho como proposto por Margolis et ai.
(2003) para classificar
timpanogramas como normal e anormal. Este protocolo indica uma aprovação ou
reprovação critério de 0,6
mmho para a cauda negativa compensado admissão estática. Demonstrou-se como
sendo útil para
neonatos, do nascimento até um mês de idade cronológica (Margolis et al., 2003). No
entanto, este
critério demonstrou ser problemática, uma vez que apresentaram uma sensibilidade
muito baixa e resultou em
menores timpanogramas HF pontiagudos devem ser interpretados como anormal
(Margolis et al, 2003;. Baldwin
et al., 2008). Margolis et al. (2003) não validou as suas conclusões sobre um grupo de
recém-nascidos e
crianças com evidência confiável de patologia da orelha média e, portanto, isso pode
produzir diferentes
resultados timpanométricos para aqueles com patologias do ouvido médio definitivos
(Baldwin, 2006). Dentro
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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
99
Adicionalmente, de acordo com Swanepoel et al. (2007) o estudo foi realizado em um
pequeno tamanho da amostra,
e o efeito de faixa etária e do género, não foi considerada (Swanepoel et al., 2007).
Em um estudo Sul-Africano, Swanepoel et al. (2007) encontraram maior pico estática
significativa
ingresso para os homens que foram atribuídos à diferença na orelha média e TM
tamanhos para
fêmeas e machos. As diferenças estatisticamente significativas nos valores de admissão
de pico foram também
obtido para neonatos jovens e idosos destacando um aumento geral na admissão com
o aumento da idade. Assim, estas diferenças indicam a consideração de sexo e idade
quando
que estabelecem métodos de interpretação para HFT (Swanepoel et al., 2007). Apesar
de estes
considerações, Swanepoel et al. (2007) e Margolis et ai. (2003) também tem mostrado
alguma
semelhanças nas conclusões e, portanto, seria recomendável para os critérios de
Margolis (Margolis et
al., 2003) para ser utilizado como um guia.
Não muitos participantes no estudo atual fez uso do sistema de Jerger e Liden
apesar deste ser visto como boa prática clínica. O sistema Jerger e Liden foi encontrado
classificar com sucesso timpanogramas LF. Ele não tem no entanto sido aplicado com
sucesso com o
população infantil devido a uma série de timpanogramas sendo não classificados
(Baldwin, 2006; Cai,
2010).
De acordo com Hoffman et ai. (2013) dados normativos ou sistema de classificação
traço de
escolha permanece obscura. Pode ser postulado que os participantes fazem uso de
normas e
sistemas de classificação que eles estão mais familiarizados com e que são fáceis de
usar, apesar de sua
limitações. É também nem sempre claramente indicado na literatura quanto a saber se as
normas ou
métodos de classificação fornecida por investigadores baseiam-se na utilização de
rastreio ou de diagnóstico
Equipamentos HFT.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
100
Mesmo que os participantes relataram ter protocolos clínicos, não existe actualmente
nenhum
acordo universal sobre a interpretação dos dados HFT (Kei & Mazlan, 2012). Por isso,
cuidado
interpretação dos resultados, HFT são necessárias em combinação com outros
resultados audiológicos (ASHA,
2004). Isto destaca ainda mais a necessidade para o desenvolvimento de protocolos
clínicos padronizados
que é dependente da idade e do género. Além disso, foi relatado a partir de estudos
anteriores que HFT
não foi plenamente posto em prática clínica devido às dificuldades na interpretação e
timpanogramas
os sistemas de classificação controverso (Holte et ai, 1991;. Meyer e Jardine, 1997;
Sutton et al.,
1996). Esta foi também evidente na prática clínica atual na África do Sul.
Conhecimento da aplicação clínica de HFT e fundo teórico 'fonoaudiólogos
do sistema da orelha média do lactente. Todos os participantes forneceram respostas
adequadas em relação à
finalidade de timpanometria. Embora várias aplicações clínicas para HFT também
foram fornecidas pela
participantes no estudo atual, a maioria não tinham certeza. Postula-se que é por isso
que apenas 50% de
participantes utilizam HFT no seu ambiente clínico, apesar do facto de a HPCSA (2007)
e Asha
(1997) recomendou a sua utilização no NHS. A aplicação clínica mais comumente
relatada foi
Verificou-se que a obtenção de resultados confiáveis e precisos de pressão da orelha
média e conformidade do
lactentes com patologias do ouvido médio. Alguns participantes também afirmou, mais
especificamente, que é HFT
utilizado para determinar o estado do ouvido médio ou funcionando nas populações de
alto risco ou bebés 'à luz a
seis meses de idade. Notou-se que nem todos os participantes indicaram a faixa etária
para a qual é HFT
usado e esta é de importância como clínicos exigem saber que protocolos adulto
timpanometria
não são aplicáveis à população neonatal e infantil por anatômico e acústico
diferença que existe (Baldwin et al., 2008). A utilização de protocolos de timpanometria
adultos pode resultar
em resultados imprecisos nesta população (Hunter & Margolis, 1992; Keef & Levi,
1996).
No entanto, devido à diferença anatómica e acústico existem alguns controversa

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
101
sugestões observado na literatura no que diz respeito à escolha da freqüência de sonda
de tom em relação ao
idade (Alaerts et al., 2007). Este pode ser o resultado de participantes ser inseguro da
faixa etária para
HFT que é clinicamente aplicável; por conseguinte, a variabilidade em faixas etárias
relatado pelos participantes
que foram discutidos acima.
A discussão acima realça a importância de ter conhecimento no que diz respeito ao
anatomia e fisiologia do sistema ouvido médio neonatal e infantil, bem como a acústica
diferenças, quando comparado com um sistema de orelha média adulto. A maioria dos
participantes foram capazes de
descrever adequadamente o sistema do ouvido médio neonatal ou infantil. No entanto,
muitos participantes também
relataram que não tinham certeza e isso é motivo de preocupação como o conhecimento
das diferenças anatômicas
fornece fatores causais prováveis para testar discrepâncias de resultados no adulto e
neonatal ou infantil
população (Cai, 2010). O recém-nascido e da criança EAC e do ouvido médio são
estruturalmente imaturos
e em massa em vez de dominado pelos rigidez (Baldwin, 2006; Baldwin et al, 2008;.
André, Sanches
& Caravallo, 2012). Outras diferenças anatómicas ocorrer com mudanças de
desenvolvimento que
influencia os timpanogramas (Lantz et al, 2004;.. Baldwin et al, 2008).
Os participantes também foram capazes de identificar adequadamente as diferenças
acústicas entre um
neonato ou adulto sistema de orelha média e infantil, embora muitos também não
tinham certeza quanto a isso. Isto
Notou-se que uma percentagem menor relataram que não havia diferenças acústicas.
Tem
foram descritos por inúmeros autores que as diferenças acústicas ocorrer como resultado
de
mudanças de desenvolvimento que são encontradas apenas para desaparecer por seis
meses de idade (Baldwin, 2006;
Alaerts et al., 2007; Baldwin et al., 2008; Cai, 2010). A maioria dos participantes
descrito
as principais diferenças entre um recém-nascido ou do lactente e sistema de orelha
média adulto como canal auditivo
impedância, as respostas coeficiente de reflexão e transmissão de energia, seguido de
ganho de ressonância
e frequência de ressonância. Estas diferenças acústicas foram relatados anteriormente e
por tanto

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
102
autores recentes (Keefe & Bulen, 1993;. Alaerts et ai, 2007). Não são muitos os
participantes que se refere à
gama de frequência para a qual a transmissão de energia é mais eficiente como um dos
acústico
diferenças entre um recém-nascido ou infantil e adulta sistema de orelha média. Tem
sido relatado que, em
neonatos e lactentes entre 1000 Hz e 4000 Hz de transmissão de energia é melhor
enquanto entre
220 Hz e 660 Hz é visto como o pior (Keefe & Bulen, 1993).
A maioria dos participantes relataram também que alterações de maturação que ocorrem
no neonato
ou sistema de orelha média infantil têm um efeito sobre as propriedades acústicas de
orelhas do bebê.
Isto é confirmado por vários autores (Holte et ai, 1991; Baldwin, 2006; Alaerts et al.,
2007;
Baldwin et al., 2008; Cai, 2010). Também tem sido relatado para tanto mecânicas e
acústicas
propriedades do neonato ou sistema de orelha média dos lactentes para ser afectado
durante o curso de
desenvolvimento pós-natal (Cai, 2010). Este é um resultado das estruturas do ouvido
médio sendo importante
componentes do mecanismo condutora que sofrem alterações significativas durante o
pós-natal
desenvolvimento nos primeiros quatro meses de vida (Holte et al, 1991; Hall, 2000; Cai,
2010).
Uma pequena porcentagem dos participantes relataram que as mudanças maturacionais
que ocorrem a
sistema de orelha média do lactente, não tem um efeito sobre as propriedades acústicas
do infante do
orelha. É importante que os fonoaudiólogos ter conhecimento sobre mudanças na
maturação como isso vai
auxiliar o médico na compreensão do desenvolvimento da sensibilidade auditiva e
acrescenta mais
interpretação significativo de medidas audiológicos em neonatos e lactentes, incluindo
TANU
resultados (Cai, 2010). O uso de HFT (1000Hz tom sonda) é mais aplicável para o uso
de
neonato e crianças, devido à sua grande contribuição em massa, menor complacência da
orelha média e superior
resistência (Purdy & Williams, 2000;. Alaerts et ai, 2007). LFT é utilizado apenas com
sucesso para
avaliar o funcionamento do ouvido médio em crianças com mais de seis meses de idade
devido à acústica e
diferenças anatômicas (Baldwin, 2006; Baldwin et al, 2008).

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
103
É essencial para fonoaudiólogos que trabalham na área de audiologia pediátrica para ter
conhecimento adequado e habilidades necessárias para a identificação de patologias do
ouvido médio em
neonatos e lactentes (Lewis, 2000, p. 173). A discussão acima indica a necessidade de
mais
formação clínica e in-service de ouvir os profissionais de saúde sobre a importância, o
desempenho
e interpretação de HFT. A disponibilidade limitada de protocolos clínicos para HFT na
África do Sul
confirma que fonoaudiólogos estão realizando HFT apesar de ser inseguro do atual best-
prática
diretrizes. Isso destaca a necessidade para o desenvolvimento de diretrizes baseadas em
evidências universais
para a utilização de HFT em recém-nascidos e lactentes.
Principal Estudo de Fase 2: Triagem Auditiva
O principal objectivo 2 e 3: Acordo entre o passe e se referem as taxas de testes de
rastreio.
HFT e LFT. Foi obtido um acordo entre pobres HFT e LFT. Isto pode ser
atribuída a HFT ser altamente sensível na identificação de OM em recém-nascidos e
lactentes.
LFT também é incapaz de detectar mudanças sutis no sistema da orelha média se
comparado a HFT (Harris
et al., 2005; Cai, 2010). Portanto, timpanogramas normais LF podem ser registradas em
recém-nascidos e
lactentes, mesmo na presença de MEE (Hunter & Margolis, 1992; Keef & Levi, 1996).
Isso pode
ser evidente no estudo actual como LFT apresentados com uma elevada taxa de
passagem bilateralmente em ambos amostra
Tamanhos quando comparado com HFT.
No entanto, isso também é encontrado para ser em contraste com dois estudos (Do
Carmo et al, 2012.;
Alaerts et al., 2007). Em Do Carmo et al. (2012) LFT estudo foi encontrado para
apresentar com um menor
percentual (57,55%) e HFT obtida uma percentagem mais elevada (72,64%) do tipo
normal A
timpanogramas em neonatos e lactentes com menos de sete meses de idade. Em Alaerts
et al. (2007)
estudo LFT também foi encontrado para apresentar-se com uma taxa de passagem baixa
(35%) e HFT obtido um passe superior
taxa de (91%) em recém-nascidos com menos de três meses de idade. Além disso, em
crianças entre três

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
104
e nove meses de idade LFT apresentaram com uma taxa de passagem inferior (57%) em
comparação com HFT (70%)
(Alaerts et al., 2007). A população em ambos estes estudos também apresentaram
fatores de risco para
HL como a do presente estudo.
A literatura tem relatado que LFT tem um alto índice de falso positivo e falso negativo
resulta quando realizados em recém-nascidos ou crianças com menos de sete meses de
idade (Meyer et al., 1997;
Purdy & Williams, 2002; Macedo de Resende et al, 2012.; Hoffman et al., 2013). LF
formas timpanométricos obtidos em neonatos e lactentes são diferentes do que as
observadas em idosos
população pediátrica e adultos (Keefe e Levi, 1996;. Meyer et al, 1997). Isto pode ser
atribuído à diferença anatômica e acústico que existe entre a criança e adulto
sistema de transmissão da orelha média (Keefe e Levi, 1996; Petrak, 2002). Portanto,
tem sido LFT
aceito como padrão critério para diferenciar um CHL a partir de uma perda auditiva
sensório-neural em
adultos e mais velhos na população pediátrica. LFT também é conhecido por ter uma
baixa sensibilidade quando
utilizado em recém-nascidos e crianças menores de seis meses de idade (Baldwin, 2006;
Alaerts et al., 2007;
Baldwin et al., 2008).
Embora, de acordo com Do Carmo et al (2012) HFT também podem apresentar falso
negativo
e falsos resultados positivos, embora não tão alto quanto para LFT. Isto pode ser devido
ao aumento
complexidade dos timpanogramas, bem como o aumento da ocorrência de um pico
duplo
timpanogramas em neonatos e lactentes. Como resultado destacando a necessidade de
uma melhor interpretação
de timpanogramas IC (Hoffman et al, 2013;.. Do Carmo et al, 2012). Isto também tem
sido um
fator importante implicado pelos participantes no principal estudo de fase um, indicando
ainda o
necessidade significativa para o desenvolvimento de protocolos clínicos padronizados.
Em contraste com a baixa concordância obtido no estudo atual, (2005) estudo da Harris
et al
encontrou uma forte concordância entre LFT e HFT na identificação da presença e
ausência de

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
105
patologias do ouvido médio. Isto pode ser como um resultado da idade da população
utilizada em Harris et
al. (2005) estudo, como LFT é considerada válida nas populações pediátricas mais
velhas (Alaerts et al.,
2007). Harris et al. (2005) revelou que, embora o uso de LFT foi encontrado para ser
um
preditor bem sucedida da presença ou ausência de fluido no ouvido médio (com uma
sensibilidade de
80% e especificidade de 100%), o tom sonda LF ainda identificados três dos 10 casos
como normal
enquanto eles foram identificados como anormal por resultados HFT. Além disso,
verificou-se que o HF
tons de sonda (667 Hz e 1000 Hz) apresentaram resultados mais consistentes quando
comparados com
a de um tom de sonda LF (226 Hz). Timpanogramas MFT pode mostrar persistência de
mudanças no
massa e rigidez equilíbrio do ouvido médio, que não é estabelecida por LFT (Harris et
al.,
2005). Isso indica que LFT também pode resultar em resultados positivos e negativos
falsos falsos no
mais velhos população pediátrica e não apenas em recém-nascidos e crianças menores
de seis meses de idade.
É também importante observar que o método utilizado para interpretar timpanogramas
pode também ser um
factor que contribui para os resultados do presente estudo para estar em contraste com a
(2005) estudo de Harris et ai.
Como o número de timpanogramas classificados como normais e anormais podem ser
diferentes entre o
estudos. O método de classificação e Jerger Liden foi usada por Harris et ai. (2005) eo
estudo para interpretar timpanogramas LF. Este método de interpretação tem sido eficaz
em
classificando os resultados por padrão na população pediátrica mais velhos e adultos
(Liden 1969; Jerger
1970; Baldwin et al., 2008). Os timpanogramas LF são tipicamente single-repicado e
mais fácil de
interpretar (Baldwin et al., 2008).
O método de interpretação utilizado para timpanogramas IC no estudo atual é diferente
ao utilizado por Harris et ai. (2005). O estudo atual usou o manual do equipamento GSI
(GSI,
2011) para interpretar timpanogramas HF de acordo com a representação gráfica e áreas
de percentis
com base no Margolis et al. (2003) estudo, enquanto que Harris et ai. (2005) fez uso da

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
106
Vanhuyse modelo. O modelo Vanhuyse tem mostrado ser eficaz na classificação HF
timpanogramas mas tem sido relatado por Alaerts et al. (2007), para ser mais complexo
e menos
aplicável a uma avaliação audiológica clínica. Assim, a recomendação de um visual
simples
método de classificação admissão para a interpretação dos timpanogramas HF (Alaerts
et al.,
2007). Este método de classificação visual simples admissão foi encontrado para ter
uma alta prevalência
(91%) de solteiro timpanogramas HF pontiagudos (crianças menores de três meses de
idade) em Alaerts
et al. (2007) estudo. Estes resultados foram encontrados para corresponder com Kei et
al. (2003) e
Margolis et al. (2003) resultados que revelaram uma prevalência de 92% e 91% único -
peaked
HF timpanogramas respectivamente. Estes resultados indicaram ainda mais a eficiência
de um simples
método de classificação admissão visual para a interpretação dos timpanogramas HF,
que foi
o método de escolha utilizado no presente estudo.
No entanto, em de (2006) estudam o número de solteiros timpanogramas pontiagudos
era Baldwin
mostrada a diminuir com a idade. Limitações desses estudos são que eles não tenham
validado sua
conclusões sobre neonatos e lactentes com evidência confiável de confirmados
patologias do ouvido médio
(Baldwin, 2006). Este foi também uma limitação do presente estudo, como a presença
ou ausência de
patologias do ouvido médio não foram confirmadas por um otorrinolaringologista e,
portanto, só o passe e
referem taxas dos diferentes testes de triagem poderia ser descrito. Uma combinação de
otorrinolaringológica
análise e avaliação é sensível a timpanometria e importante na identificação de
OM especialmente na população neonatal e infantil (Garcia et al, 2009;.. Kilic et al,
2012).
Além disso, Hoffman et ai. (2013) afirma que os métodos de classificação de admissão
visuais
são dependentes da experiência examinadores bem como a avaliação subjectiva de um
pico distinto.
Portanto, isso também pode ser um fator causal para os pobres acordo obtido entre o
HFT

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
107
e LFT. No entanto, o método de interpretação utilizado no presente estudo mostrou-se
eficaz em
classificando HF timpanogramas com precisão como uma boa confiabilidade entre
avaliadores foi obtida.
HFT e otoscopia. Uma feira para boa concordância foi obtida entre HFT e otoscopia
no estudo atual. Isto foi mostrado por numerosos estudos (Garcia et ai, 2009;.. Kilic et
ai,
2012). Nesses estudos, a faixa etária dos participantes variou, ainda HFT demonstrou ter
o melhor
correlação com os resultados de otoscopia. Os participantes nestes estudos também
apresentaram semelhante
fatores de risco para HL como participantes no estudo atual. A idade dos participantes
nestes estudos
variou desde o nascimento até quatro meses de idade (Garcia et al., 2009) e duas horas a
nove dias de idade
(Kilic et al., 2012). Isto confirma a validade do uso HFT com neonatos e lactentes à luz
a
seis meses de idade. Ele destaca ainda mais a importância da realização de ambos HFT
e otoscopia para
confirmar a presença ou ausência de patologias do ouvido médio.
No estudo atual, um otoscópio padrão foi usado para realizar o exame otológico como
parte do protocolo de triagem auditiva. No entanto, os estudos descobriram que ele
tenha o mínimo
sensibilidade e especificidade quando comparado a outros instrumentos otológicas, tais
como pneumáticos
otoscópio, otomicroscope e vídeo-otoscópio (Wilson, 2008).
Otoscopia pneumática foi encontrado para ser mais preciso na detecção de MEE (Alper
et al.,
2004; Harris et al., 2005; Al-Khatib, 2010; Finitzo et ai, 1992; Vaughn-Jones & Mills,
1992).
Otoscopia pneumática é usado principalmente pelos otorrinolaringologistas no
diagnóstico da OM, apesar disso,
nem sempre melhorar a precisão do diagnóstico de patologias do ouvido médio no
pediátrico
(. Alper et al, 2004; Al-Khatib, 2010) população. No entanto, com o otoscopia
uso de um otoscópio padrão é o método de rotina utilizado por fonoaudiólogos e na
prática geral
(Palmu, 2001).

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
108
A falta de um diagnóstico confirmado de patologia da orelha média por um
otorrinolaringologista quando
Havia uma possibilidade distinta com base nos resultados otoscopia e HFT
compreendeu a validade do
testes de seleção no estudo atual na identificação de patologias do ouvido médio.
LFT e otoscopia. Um pobre concordância foi encontrada no presente estudo entre
passagem e
consulte as tarifas para LFT e otoscopia. O pobre concordância entre esses testes de
triagem também foi
encontrado em outros estudos (Garcia et al, 2009;.. Kilic et al, 2012). Nestes estudos foi
LFT
realizada em uma idade da população onde é relatado para ser inválido devido a sua
baixa sensibilidade
(Baldwin, 2006; Baldwin et al, 2008;. Wilson, 2008).
Em geral, quando a determinação do acordo para HFT e LFT com otoscopia, deve ser
tomado em consideração que uma otoscopia é uma técnica subjetiva. Um otoscopic
exame é propensa a viés do observador e subjetivo à variabilidade na técnica (Palmu,
2001).
Isso pode ser um factor contributivo para a não obtenção de melhores acordos para HFT
e LFT com
otoscopia. Resultados otoscopia deve ser a timpanometria resultados (Palmu,
2001) como no estudo atual. Assim, validação de competências otoscopia é altamente
recomendado para
profissionais que trabalham com a população pediátrica. Este, porém, requer um tempo
considerável
e recursos (Palmu, 2001).
Além disso, no estudo atual exames de otoscopia foi realizada pelo
pesquisador e os assistentes de pesquisa, que eram todos os fonoaudiólogos. No entanto,
inter-tester
fiabilidade não foi estabelecida a fim de determinar o acordo em medidas tomadas por
dois
diferentes indivíduos. Isso teria aumentado a confiabilidade dos resultados obtidos e
isso tem
foi reconhecida como uma limitação do estudo.
HFT e EOAPD. HFT foi encontrado para apresentar com um mau acordo com EOAPD
em
o tamanho da amostra quatro triagem auditiva como EOAPD obtida significativamente
low pass e referem-

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
109
taxas. Isto é contrário aos resultados de outros estudos (Koivunen et al, 2000;.
Swanepoel et al., 2006;
Garcia et al., 2009; Camboim et al., 2012 & Kilic et al., 2012). Nestes estudos
apresentados HFT
com acordo significativo com EOAs. Em Swanepoel et al. (2006) estudo NHS foi
realizada
em recém-nascidos e lactentes até 12 meses de idade e timpanogramas normais foram
HF
obtido em 87% (resultado pass) das orelhas da amostra, enquanto EOAPD apresentaram
uma alta taxa de aprovação
de 93%. HFT é relatado para correlacionar com EOA em ambas as orelhas normais,
bem como com meio orelhas
patologias do ouvido ( Camboim et al., 2012). Portanto, era esperado HFT e EOAPD
apresentar
com passagem relativamente semelhante e referem-se as taxas e, portanto, acordo no
estudo atual.
Apesar de que HFT tem sido relatada por numerosos estudos para ser altamente
sensíveis na
identificação de patologias do ouvido médio, verificou-se que pode apresentar-se com
HFT diminuiu
sensibilidade e isto pode ser atribuído à presença de MEE num certo número de orelhas
com presente mas
diminuiu EOA (Sutton et al., 1996,. Kei et ai, 2003;. Swanepoel et ai, 2007). Isto leva a
uma
sobreposição dos verdadeiros resultados positivos HFT e falsos resultados negativos
EOA, resultando em diminuição
imitância sensibilidade.
LFT e EOAPD. No LFT estudo atual e EOAPD foram encontrados para ter um pobre
acordo no tamanho da amostra quatro triagem auditiva como EOAPD obtida
significativamente low pass
e referem-se taxas. Esta foi também evidente em um estudo realizado por Kilic et al.
(2012). Estes resultados
pode ser atribuído para pesquisar confirmando que LFT é inválido dentro da faixa etária
do participante
o estudo actual.
Além disso, a Do Carmo et al. (2012) estudo constatou LFT para apresentar com
predomínio de
resultados normais, independentemente do resultado dos resultados das emissões
otoacústicas. Isto indicou diminuiu
sensibilidade de LFT na identificação das patologias de orelha média em recém-
nascidos e lactentes com risco
fatores para HL (Do Carmo et al., 2012). O presente estudo pode apoiar estes resultados
como uma elevada

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
110
taxas de aprovação (resultados normais) foram obtidos por LFT bilateralmente
comparado a outros testes de seleção.
No entanto, LFT tem encontrado para apresentar resultados que são mais consistentes
com EOA no
presença de um ouvido médio normal de funcionamento ( Camboim et al., 2012) . Este
não parece ser
evidente no estudo atual como taxas significativas passa-baixa foram obtidos para
EOAPD bilateralmente.
Além disso, pode haver várias outras razões por que motivo um acordo de pobres era
obtida entre HFT e EOAPD e LFT e EOAPD que são explorados abaixo.
No entanto, deve notar-se que, quando comparando o presente estudo para pesquisa da
literatura,
maioria dos estudos utilizaram EOAT na sua bateria de testes (Koivunen et al, 2000;.
Garcia et
al., 2009; Camboim et al, 2012.; Kilic et al., 2012), enquanto nas EOAPD estudo foram
utilizado. Na prática clínica, as EOAT foram utilizados principalmente para NHS e tem
mostrado
correlação com os limiares audiométricos comportamentais (Campbell, 2012). EOAT
são também mais
Tolerante ao ruído e movimento de EOAPD (Cunningham, 2011).
Além disso, o nível de ruído na gravação é uma variável significativa na validade de
EOA resultados do rastreio. Por conseguinte, os resultados das emissões otoacústicas
válidos e de confiança são dependentes da triagem
ambiente sendo muito tranquilo e livre de vibrações possível (AAA, 2011). Assim, este
pobre
acordo pode ser atribuída aos desafios vividos em vários locais de rastreio ao usar
EOAPD.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
111
Tabela 5.1
Desafios experientes em vários locais de teste
Local
Descrição
Barulho
Rahima Moosa
Mãe e Filho
Hospital
Os participantes foram
exibido em quatro
diferentes configurações.
 Os participantes de
o médico e
enfermarias caesar
foram rastreados
dever dos enfermeiros
quartos e
emergência
quartos.
 Os participantes de
as enfermarias KMC
foram rastreados
qualquer sala KMC
aquilo foi
desocupado.
 Fonoaudiologia
Departamento
 Audiologia
Departamento
Enfermarias de clínica médica:
 A porta do quarto não podia ser fechada totalmente.
 Enfermeiros e médicos iria entrar na sala em um
base regular para obter medicação e hospitalar
registros.
 Ruído do frigorífico onde os medicamentos eram
armazenado para os pacientes.
 rodadas Médicos ala.
 reuniões enfermeiros.
 Monitores do bebê vai ligar e desligar em uma base regular.
 Outros recém-nascidos e bebês durante o choro excessivo em
o ala.
Enfermarias KMC: O ala foi localizado ao lado do
UTIN, onde o ruído contínuo dos monitores do bebê
afectou o ensaio.
Departamento de Fonoaudiologia: Ruído do
crianças na área de espera, bem como terapeuta
dando terapia em seus quartos podia ser ouvido. Ensaio
por vezes realizou-se no departamento devido à
departamento de audiologia sendo ocupada.
Departamento de Audiologia: Ruído dos geradores e
ruído ambiente exterior dos carros afetou a
teste.
Porta da Esperança de
Infantil
Missão
O teste foi realizado
conduzida num
sala de isolamento,
qual era
desocupado no
tempo para o teste.
O quarto de isolamento foi localizado ao lado do jantar
sala onde foram realizadas reuniões nas manhãs e
perto da área de lounge, onde neonatos e lactentes foram
sendo alimentado pelos voluntários.
O choro dos neonatos e lactentes, bem como a
reuniões realizadas aumentou os níveis de ruído que fez
difícil realizar EOAPD.
Madre Teresa
Uma sala separada para
triagem auditiva
não estava disponível.
O teste foi realizado
realizado numa sala
onde o espaço era
disponíveis para configurar
o equipamento.
O dia de testes voluntários chegaram de vários
organizações para passar o tempo e ajudar a
housemothers com os recém-nascidos e lactentes. Este
causou uma perturbação como voluntários entrava
os quartos enquanto os testes para buscar os recém-nascidos e
lactentes.
Voluntários cantando com os recém-nascidos e crianças em
o quarto oposto também pode ser ouvido.

Página 130
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
112
Outros fatores comuns que podem afetar rastreio EOAPD são fatores fisiológicos, tais
como
a sucção, movimento, gritando eo barulho de respiração de recém-nascidos e bebés
(AAA, 2011).
Tudo o que poderia levar a um aumento do número de resultados falsos positivos
(Palmu, 2001). Na
estudo atual, otoscopia e HFT foram realizados pela primeira vez e, portanto, no
momento em que veio a
realização de EOAPD neonatos e lactentes normalmente seria acordado ou inquieto.
Todos estes
desafios resultou em mais vezes triagem. Apesar disso, o investigador tentou obter
sempre
Resultados de neonatos e lactentes que estavam dormindo ou tranqüila.
A selecção ea colocação adequada da ponta da sonda para obter uma acústica ideal
selo pode, em certa medida negar a influência de ruído de fundo (AAA, 2011). Uma
óptima
selo sonda foi assegurado para cada recém-nascido e da criança blindado, no entanto
controlando fundo
e outros ruídos fisiológico como a respiração e chupando o barulho não foi sempre
dentro do
controle do pesquisador.
Todos esses fatores contribuíram para os desafios experimentado com a realização de
EOAPD em
o estudo actual. Foi confirmado que EOA são difíceis de obter em ambientes com
elevado
níveis de ruído ambiente (Olusanya et al, 2008a;.. Olusanya et al, 2008b). Isto pode
resultar em
dificuldade em completar OAE triagem em recém-nascidos e lactentes na escala LF
inferior a 1000 Hz
(AAA, 2011; Gorga et ai, 2000). Resultados fiáveis têm mostrado ser obtido a 2000,
3000 e
4000 Hz (Gorga et ai, 2000). Para o estudo atual, o protocolo padrão EOAPD foi
utilizado (GN
Otometrics, 2014).
As implicações clínicas do screener mau funcionamento EOAPD durante a coleta de
dados
precisa ser considerado. Mau funcionamento do equipamento é um dos riscos em
programas de TAN como este
resultar em resultados de rastreio inválidos (AAA, 2011). É a responsabilidade do
fonoaudiólogo
avaliar os fatores de risco associados com os programas de rastreio e de desenvolver
procedimentos para

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
113
minimizar ou eliminar esses fatores (AAA, 2011). O pesquisador observou que a
EOAPD foi
incapaz de calibrar o ajuste da sonda e proporcionar resultados fiáveis. Assim, o uso das
OEAPD
screener foi interrompido resultando em dois tamanhos de amostra no estudo atual
(Tabela 4.4). O
equipamento foi enviado para reparos e nenhuma outra máquina de raios X EOAPD foi
prontamente disponíveis durante o
período de coleta de dados. É importante que os fonoaudiólogos que passar por
treinamento adequado no uso da
equipamentos, identificando fatores que podem impactar na validade dos resultados, a
manutenção da
equipamentos e repetindo os resultados de triagem para garantir a confiabilidade.
Apesar destes desafios EOA também são muito sensíveis aos componentes condutores
de
audição (Kemp, 2002). EOAPD podem ser afectados pela disfunção ouvido externo ou
médio como não houve resultados
serão gravados se o recém-nascido ou do lactente apresenta com detritos canal auditivo,
MEE, e outros
patologias como a otosclerose ou descontinuidade ossicular (JCIH, 2007; Kemp, 2002).
Contudo,
foi relatado que as emissões otoacústicas podem não ser afectadas por disfunção do
ouvido médio leve (Picanço et
al., 2012). Assim, EOA também não é uma forma adequada para determinar disfunção
da orelha média e
isto pode ser devido a inúmeras razões, tais como má ajuste da sonda, condições de teste
desfavoráveis, como
bem como SNHL (Baldwin, 2006).
AABR é, portanto, recomendado para NHS, pois ele pode ser registrado nas primeiras
horas de
vida, quando EOA não pode ser obtido (Kemp, 2002). AABR é muito mais robusto com
menos falha
como resultado de leves patologias do ouvido médio. No entanto, quando os bebês
apresentam com grave OM, consulte um
resultado pode ser obtido (Taylor & Brooks, 2000; Hall, Smith & Popelka, 2004).
AABR não podia
ser utilizado para a finalidade deste estudo como equipamento não estava disponível
para o investigador com o
período necessário. No entanto, ainda EOAPD apresentou para ser um teste de triagem
muito útil. O
dependência de um "normal ou perto do sistema de funcionamento normal da orelha
média" faz uma EOA
medida funcional para comparação com os resultados timpanometria (Swanepoel et al.,
2007, p.54). Este

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
114
fornece estimativas de sensibilidade e especificidade para HFT quando medições de ar e
BC são ABR
indisponíveis (Swanepoel et al., 2007).
No geral, deve ser levado em consideração que os acordos obtidos entre os pobres
testes de triagem também pode ser atribuído ao fato comum que neonatos e lactentes são
um difícil
para testar população. Bem como qualquer obstrução no EAC (por exemplo, vernix
caseosa, detritos e
cerume) que possam bloquear a ponta da sonda, engrossado TM ou crosta na TM como
seqüela de uma OM
episódio pode produzir resultados timpanométricos de confusão (Palmu, 2001, Baldwin,
2006). Este
evidencia ainda mais a importância da realização de uma otoscopia antes da
timpanometria
screening (Kent, 2004; Bluestone & Klein, 2007; Kooper, 2008).
MEE é um comumente identificados entre recém-nascidos e lactentes (Engel, Mahler,
Anteunis,
Marres & Zielhuis, 2001; Boone et al., 2005). Um estudo recente apontou que OME
pode
contribuir com até 67% das salas de audição de recém-nascidos de falsos positivos
(Boone et al., 2005). HFT
tem sido, portanto, a freqüência de escolha devido a sua alta sensibilidade na
identificação corretamente
componentes da orelha média no início da infância (Baldwin, 2006). Hoffman et ai.
(2013) relatou a
incerteza até que idade HFT é utilizado, bem como o método de interpretação de
escolha (Hoffman
et al., 2013). A variabilidade e incerteza isto foi evidenciado pelos participantes '
respostas nos questionários. Hoffman et ai. (2013) também relataram para ser HFT
superior a LFT em recém-nascidos e lactentes. Isto também foi demonstrado ser
evidente no actual
estudo como HFT foi encontrado para apresentar com total melhores valores de Kappa
que LFT quando comparado com
outros testes de rastreio audiológico.
Comparando os resultados de passe e referem-se taxas e acordos entre os vários testes
de rastreio
para este estudo com estudos anteriores é um desafio, pois não há conclusões que
avaliaram estes elementos sobre HFT usando os mesmos parâmetros de teste, os
métodos de interpretação,

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
115
tamanho da amostra, faixa etária e população participante. No entanto, a discussão
acima tenha
destacou o seguinte:

LFT também podem produzir resultados imprecisos na população pediátrica mais velho.

É necessária mais investigação sobre o uso de HFT na população pediátrica mais velho.

Necessidade de protocolos clínicos padronizados ou orientações para a interpretação da
HFT.

Importância da realização de otoscopia antes da timpanometria e EOAPD.

Importância do ambiente de teste adequado para se obter resultados confiáveis e
precisos.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
116
Capítulo Seis
Conclusão
Este capítulo fornece um resumo dos resultados obtidos para o estudo atual, seguida
por uma revisão crítica e implicações do estudo e termina com recomendações para o
futuro
investigação.
Resumo dos resultados
Fase de estudo principal 1: questionário de pesquisa.
O principal objectivo 1: Uso de HFT na prática clínica atual.
Disponibilidade de equipamentos timpanometria nos departamentos de audiologia
pediátrica ou
práticas. A maioria dos participantes relataram ter acesso a uma Tympanometer em sua
prática ou departamento. No entanto, destes participantes, apenas 50% tinha acesso a
HFT.
Prática clínica atual de HFT na avaliação audiológica pediátrica.
Inclusão de HFT em avaliações audiológicas pediátricos. A maioria dos participantes
que têm acesso a timpanometria teria incluído timpanometria em sua pediátrico básico
bateria de testes. Muitos participantes usaram uma combinação de LFT e HFT. A
maioria do
participantes usando HFT informou a incluir sempre HFT em sua bateria de testes
pediátrica.
Os participantes que relataram nunca incluem HFT em sua bateria de testes pediátrica
disse que isso era
principalmente devido à falta de equipamento. HFT foi encontrado igualmente para ser
usado principalmente para lactentes que variam
desde o nascimento até nove meses de idade.
A disponibilidade de protocolos clínicos para HFT departamentais. A maioria dos
participantes
usando HFT relataram ter protocolos clínicos. A maioria destes participantes relataram
estar
utilizando o protocolo internacional timpanometria PTAN v2.0 (Baldwin et al., 2008)
ou auto-
protocolos desenvolvidos. Muitos participantes também foram encontrados para ser
inseguro quanto a que normas e

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
117
sistemas de classificação são usados para a interpretação da HFT. A maioria dos
participantes
foram também "unsure" a respeito de porque não há protocolos clínicos estavam
disponíveis em seu ambiente clínico bem
como a que normas e sistemas de classificação são utilizados para a interpretação de
HFT.
Conhecimento da aplicação clínica de HFT e fundo teórico de 'fonoaudiólogos
sistema de orelha média do lactente. A maioria dos participantes foram capazes de
indicar apropriadamente o que
o propósito da timpanometria é. A aplicação clínica mais comumente reportados de
HFT foi
estipulado para obter resultados fiáveis e precisos de pressão da orelha média e
conformidade do
lactentes com patologias do ouvido médio. A maioria dos participantes apropriadamente
descrito o
sistema de orelha média do lactente e as diferenças acústicas. No entanto, muitos
participantes também foram
inseguro. A maioria dos participantes também relataram que mudanças na maturação
têm um efeito sobre o
propriedades acústicas da orelha média do lactente.
Fase de estudo principal 2: A triagem auditiva.
O principal objectivo. 2: Passe e referem-se taxas de testes de rastreio Os mais altos
índices de aprovação foram
obtido por LFT bilateralmente, quando comparado com os outros testes de rastreio em
ambos os quatro e três
ouvindo tamanho da amostra de triagem. No tamanho de quatro audição amostra de
triagem as taxas de aprovação para HFT
foi significativamente menor do que LFT. No entanto, o passe e referem-se taxas de
HFT e otoscopia são
relativamente semelhantes. As menores taxas de aprovação foram obtidos para EOAPD
e foram significativamente
menor quando comparado ao HFT e LFT. Em passe o tamanho da amostra de triagem
auditiva três menor
taxas foram obtidos tanto para o HFT e otoscopia. No entanto, o passe e consulte as
tarifas para HFT
e otoscopia não era tão semelhante ao tamanho da amostra quatro triagem auditiva.
Objectivo principal de 3: Acordo do passe e referem taxas entre HFT e outros testes
de seleção.
 Uma feira para boa concordância foi obtida entre HFT e otoscopia.
 Foi obtido um acordo entre pobres HFT e LFT.

Página 136
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
118
 Foi obtido um acordo entre pobres HFT e EOAPD.
 Foi obtido um acordo entre pobres LFT e otoscopia.
 Foi obtido um acordo entre pobres LFT e EOAPD.
No geral HFT e EOAPD, e HFT e otoscopia foram encontrados para se apresentar com
melhor
Kappa resultados quando comparados com LFT e EOAPD e LFT e otoscopia.
Avaliação Crítica do Estudo
Pontos fortes do estudo.
 A validade do questionário do inquérito foi estabelecido antes da coleta de dados foi
encontrado para ter boa rosto- e validade de conteúdo.
 O uso do site Survey Monkey permitido para questionários de pesquisa a ser
distribuída a um grande número de participantes de cada vez. Facilitou também acesso
fácil a
dados.
 boa taxa de resposta foi obtido a partir dos questionários de pesquisa.
 Grande tamanho da amostra foi obtida que foi representante da idade da população
para
HFT que deve ser usado.
 A calibração do equipamento foi confirmada antes do teste.
 Este foi o primeiro estudo que incidiu especificamente sobre o uso de HFT na África
do Sul.
As limitações do estudo.
 Dados em falta foi notada em questionários que foram distribuídos mão. Este
resultou em respostas incompletas e diminuição da dimensão da amostra uma vez que
estes
questionários foram excluídos do estudo principal.

Página 137
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
119
 Embora um estudo piloto foi feito para os questionários de pesquisa, ainda é um
possibilidade de interpretar mal perguntas. Os participantes foram fornecidos com o
os dados de contacto do investigador sobre a carta de apresentação para todas as
perguntas.
 As seguintes perguntas não foram incluídos no questionário do inquérito e este
teria permitido para uma análise mais detalhada dos resultados:
- É a idade dos participantes para que HFT é usado, GA, CA ou cronológica
idade?
- É o Tympanometer (LFT e HFT) disponível em sua clínica definindo uma triagem
ou Tympanometer diagnóstico?
 A sensibilidade e especificidade dos testes de triagem auditiva não pôde ser
estabelecida como um
diagnóstico confirmado da presença ou ausência de patologias do ouvido médio não
eram
feita por um otorrinolaringologista.
 O screener OAE avariam durante o período de coleta de dados, resultando em um
diminuição do tamanho da amostra de participantes com resultados das EOAPD.
 Níveis elevados de ruído foram experimentados em vários locais que afetaram
DPOAE
rastreio. Esta é uma variável significativa na obtenção de DPOAE válido e confiável
resultados. No entanto, o rastreio EOAPD foi repetido e foi feito todos os esforços para
realizar o rastreio em condições favoráveis; para garantir resultados confiáveis e válidos
são
obtida.
 Um medidor de nível de som não foi utilizado para determinar o nível de ruído na
triagem
ambiente. Isto teria permitido o investigador para monitorar o nível de ruído
durante a triagem EOAPD.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
120
 confiabilidade Inter-testador não foi feito para otoscopia; Por conseguinte, o
acordo em medidas tomadas por dois indivíduos diferentes não poderia ser
determinado. Isso teria aumentado a confiabilidade dos resultados obtidos.
 Duração de realizar HFT não foi registrada a fim determinar o aproximada
tempo necessário, bem como os efeitos do tempo sobre a confiabilidade e validade.
 NHS também envolve o uso de um PEATEa (JCIH, 2007; HPCSA, 2007). Este
rastreio
teste não puderam ser incluídos no estudo como equipamento não estava disponível. A
inclusão
da AABR teria acrescentado uma dimensão adicional, pois ele pode ajudar na
distinguindo entre possível SNHL e CHL.
Implicações do estudo
 currículos de graduação deve incluir mais treinamento aprofundado sobre a
importância eo uso de
HFT como isso vai aumentar o nível de confiança dos fonoaudiólogos em realizar HFT.
 Continuar atividades de desenvolvimento profissional deve ser oferecido em uso de
HFT, a fim de
aumentar o conhecimento dos fonoaudiólogos neste domínio e melhorar a sua prática
clínica atual.
 protocolos clínicos para a triagem audiológica e avaliação de neonatos e lactentes
deve
incluir HFT. Esses protocolos devem incluir informações sobre a interpretação do HFT.
 Os fornecedores de equipamentos audiológicos deve assegurar que a formação
adequada, os
audiólogos sobre o equipamento HFT (rastreio ou de diagnóstico) fornecidos, bem
como sobre o
interpretação dos dados normativos específicos para o equipamento.
 É essencial que fonoaudiólogos (tanto no sector dos cuidados de saúde privado e
público) têm acesso
aos equipamentos audiológicos que é relevante para o uso na população pediátrica.
Equipamento
deve ser bem conservados e reparados em tempo útil. O financiamento deve ser
disponibilizado no
setor de saúde pública para a aquisição e manutenção de equipamentos.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
121
Recomendações para Pesquisa Futura
Respostas preliminares e muitas mais perguntas foram levantadas por este estudo que
pode ser
respondidas por realização de pesquisas nas seguintes áreas:
 Para obter dados normativos claros e específicos para HFT que é dependente dentro
da idade
faixa etária de zero a seis meses.
 Para investigar o seguimento resultados de neonatos e lactentes na falta de medidas
NHS
incluindo HFT.
 Para determinar a sensibilidade e especificidade de HFT em recém-nascidos
prematuros e bebés
que se referem NHS.
 O desenvolvimento, a aplicação ea eficácia da nacional, baseados em evidências
diretrizes para HFT.
 Para determinar o uso de HFT na prática clínica atual por otorrinos.
 Para determinar a confiabilidade ea validade de um otoscópio padrão vs. um
pneumático
otoscópio no diagnóstico de patologias do ouvido médio em neonatos e lactentes.
 Investigar as várias acústica do ouvido médio de bebês prematuros em comparação
com
recém-nascidos a termo e lactentes e seus efeitos sobre medidas SNS.
No geral, este estudo conclui que existe espaço para melhorar Sul Africano
fonoaudiólogos '
conhecimento e fundo teórico dentro desta área, assim como o significado de realização
HFT para a idade da população pediátrica correta.

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
122
"Eu tenho andado nessa longa estrada para a liberdade.
Eu tentei não vacilar; Eu tenho feito erros ao longo do caminho. Mas eu tenho
descobriu o segredo que depois de subir uma grande colina, só se considera que
há muitas mais montanhas para escalar. Tomei um momento aqui para descansar,
roubar uma vista da vista gloriosa que me rodeia, para olhar para trás sobre o
distância eu vim. Mas só posso descansar por um momento, para com a liberdade
vêm as responsabilidades e não me atrevo a ficar, para minha longa caminhada
não terminou. "
* Nelson Mandela*

Página 141
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
123
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Página 155
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
137
Apêndice A: O consentimento informado para questionário de pesquisa
Fonoaudiologia
Escola de Desenvolvimento Humano e Comunidade
Faculdade de Ciências Humanas
University of the Witwatersrand
Private Bag 3, WITS de 2050
Tel: (011) 717 4577 Fax: (011) 717 4572
Título do Estudo: O uso e utilidade clínica de alta timpanometria frequência (HFT) no
Sul
África.
Caro Audiologist,
Meu nome é Heena Chania. Eu sou um estudante de mestrado de Audiologia da
Universidade do
Witwatersrand. Como parte dos requisitos para os meus estudos eu sou obrigado a
concluir uma investigação
dissertação. O objetivo deste estudo é determinar a disponibilidade ea utilização de HFT
no Sul
África.
A audição é um elemento crítico no desenvolvimento da fala, linguagem e cognição em
jovens
crianças. A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda auditiva em
crianças pequenas.
O diagnóstico correto da OM é fundamental na gestão deste distúrbio da infância que
ocorre com freqüência.
Uma das medidas de imitância acústica mais importantes usados para confiável e
precisa
diagnosticar OM em crianças pequenas é timpanometria de alta frequência (HFT). O
objectivo deste estudo
é determinar a disponibilidade ea utilização HFT por fonoaudiólogos do Sul Africano.
Quero, portanto,
ainda investigar (i) a disponibilidade de equipamentos HFT e protocolos clínicos em
clínica
prática; (Ii) pareceres sobre habilidades clínicas atuais na classificação e interpretação
de HFT,
e (iii) a consciência da importância de fazer uso de HFT na população pediátrica.
Tenho a honra de convidá-lo a participar deste piloto / estudo principal, a fim de auxiliar
o pesquisador em
melhorar a validade deste estudo de pesquisa. Um inquérito quantitativo, descritivo,
transversal
desenho irá ser empregues para os fins deste estudo. Este estudo requer
aproximadamente 300
Fonoaudiólogos ou terapeuta da fala e fonoaudiólogos para participar, a fim de tornar
precisas
generalização e para se obter uma representação exacta da população. O estudo requer
que você
completar um questionário e devolver o questionário via e-mail. Sua participação será
exigem um máximo de 20 minutos para completar o questionário. O questionário do
inquérito tem
foi desenvolvida pelo pesquisador e consiste em perguntas abertas e fechadas. O
perguntas no questionário da pesquisa estão relacionados com a disponibilidade eo uso
de HFT em sua
ambiente clínico. Este questionário também foi avaliado pela sua confiabilidade e tem
sido
validado por fonoaudiólogos qualificados.
Não há riscos conhecidos associados com a sua participação nesta pesquisa. A
informação
obtido a partir deste estudo será de relevância para trabalhar com o fonoaudiólogo
pediátrica

Página 156
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
138
população. Os resultados irão fornecer evidências da prática clínica na África do Sul,
que pode ser
usado para informar formação do estudante, o desenvolvimento de diretrizes nacionais e
motivação para
equipamento apropriado em todos os sectores de cuidados de saúde. Isto levará a uma
melhor avaliação e
gestão de jovens recém-nascidos com OM e reduzir a ocorrência de perda auditiva. Os
resultados desta
estudo será acessível a todos os profissionais.
A sua participação neste estudo é voluntária. A recusa em participar não implicará
conseqüência ou perda de benefícios aos quais você tem direito. Você pode se retirar do
estudo em
qualquer fase, caso deseje, sem quaisquer consequências negativas. Nenhuma pessoa
será identificável
uma vez que apenas os números de participantes serão utilizados para o relatório de
pesquisa. Todo o esforço será feito para
confidencialidade garantia e todas as informações pessoais só serão revisados pela
equipe de pesquisa
(Pesquisador e supervisor acadêmico). As informações pessoais serão armazenados com
segurança e nenhum outro
as partes terão acesso a este. Esta informação será destruída após um período de cinco
anos.
Agrada completar a lágrima do deslizamento na parte inferior dar autorização por
escrito para participar neste
estudo piloto. Caso necessite de mais informações ou se você gostaria feedback sobre os
resultados,
não hesite em contactar-me em 083 651 995 ou e-mail:
hchania@gmail.com
ou minha pesquisa
supervisor Dr. Karin Joubert em 011 717 4561 ou e-mail:
karin.joubert@wits.co.za
ou minha pesquisa
co-supervisor em 011 717 4581 ou e-mail:
dhanashree.pillay@wits.co.za
. Alternativamente, você pode
entre em contato com o administrador do Comitê de Ética Médica da Universidade do
Witwatersrand, Anisa Keshav em 011 717 1234 ou e-mail:
Anisa.Keshav@wits.ac.za
ou o
presidente, Prof. Cleaton-Jones em 011 717 2301 para informações adicionais.
Sua participação será muito apreciada.
Obrigado pelo seu tempo,
Atenciosamente
Heena Chania
-------------------------------------------------------------
------
Consentimento informado
"O uso e utilidade clínica da timpanometria de alta freqüência na África do Sul '
I, ____________________________________________ (nome do participante), abaixo
assinado,
concordar em participar neste estudo piloto. Fui informado dos objectivos e benefícios
do estudo
bem como os meus direitos como participante.
___________________________________
Encontro: _____________________
(Assinatura do participante)
__________________________________
Encontro: _____________________
(Assinatura Pesquisador)

Página 157
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
139
Apêndice B: Carta de apresentação para questionário de pesquisa
Fonoaudiologia
Escola de Desenvolvimento Humano e Comunidade
Faculdade de Ciências Humanas
University of the Witwatersrand
Private Bag 3, WITS de 2050
Tel: (011) 717 4577 Fax: (011) 717 4572
Título do Estudo: O uso e utilidade clínica de alta timpanometria frequência (HFT) no
Sul
África.
Caro Audiologist,
Bom dia, meu nome é Heena Chania. Eu sou um estudante de mestrado de Audiologia
da Universidade de
Witwatersrand. Como parte dos requisitos para os meus estudos eu sou obrigado a
concluir um
dissertação de pesquisa. O objetivo deste estudo é determinar a disponibilidade eo uso
de alta
timpanometria frequência na África do Sul.
A audição é um elemento crítico no desenvolvimento da fala, linguagem e cognição em
jovens
crianças. A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda auditiva em
crianças pequenas.
O diagnóstico correto da OM é fundamental na gestão deste distúrbio da infância que
ocorre com freqüência.
Uma das medidas de imitância acústica mais importantes usados para confiável e
precisa
diagnosticar OM em crianças pequenas é timpanometria de alta frequência (HFT). O
objectivo deste estudo
é determinar a disponibilidade ea utilização HFT por fonoaudiólogos do Sul Africano.
Por isso, quero investigar (i) a disponibilidade de equipamentos HFT e protocolos
clínicos
na prática clínica; (Ii) pareceres sobre habilidades clínicas atuais de classificação e
interpretação de HFT, e (iii) a consciência da importância de fazer uso de HFT dentro
do
população pediátrica.
Tenho a honra de convidá-lo a participar neste estudo, a fim de auxiliar o pesquisador
na melhoria da
validade deste estudo de pesquisa. A, descritivo, projeto quantitativa estudo transversal
será
utilizado para os fins deste estudo. Este estudo requer aproximadamente 300
fonoaudiólogos ou
fonoaudiólogos e fonoaudiólogos para participar, a fim de fazer generalizações precisas
e
obter uma representação exacta da população. O estudo exige que você completar um
questionário
questionário e devolvê-lo via e-mail / post. O retorno do questionário preenchido
implicará que tiver sido concedida autorização para participar neste estudo. Sua
participação será
exigem um máximo de 25 minutos para completar o questionário. O questionário do
inquérito tem
foi desenvolvida pelo pesquisador e consiste em perguntas abertas e fechadas. As
questões
no questionário da pesquisa estão relacionados com a disponibilidade eo uso de HFT em
sua clínica.
Este questionário também foi avaliado pela sua confiabilidade e foi validado por peritos
qualificados
fonoaudiólogos.
Não há riscos conhecidos associados com a sua participação nesta pesquisa. A
informação
obtido a partir deste estudo será de relevância para fonoaudiólogos que trabalham com o
pediatra

Página 158
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
140
população. Os resultados irão fornecer evidências da prática clínica na África do Sul,
que pode ser
usado para informar formação do estudante, o desenvolvimento de diretrizes nacionais e
motivação para
equipamento apropriado em todos os sectores de cuidados de saúde. Isto levará a uma
melhor avaliação e
gestão de jovens recém-nascidos com OM e reduzir a ocorrência de perda auditiva. Os
resultados desta
estudo será acessível a todos os profissionais.
A sua participação neste estudo é voluntária. A recusa em participar não implicará
conseqüência ou perda de benefícios aos quais você tem direito. Você pode se retirar do
estudo em
qualquer fase, caso deseje, sem quaisquer pessoas consequences.No negativos serão
identificáveis como
apenas os números de participantes serão utilizados para o relatório de pesquisa. Todo o
esforço será feito para
confidencialidade garantia e todas as informações pessoais só serão revisados pela
equipe de pesquisa
(Pesquisador e supervisor acadêmico). As informações pessoais serão armazenados com
segurança e nenhum outro
as partes terão acesso a este. Esta informação será destruída após um período de cinco
anos.
Caso necessite de mais informações ou se você gostaria feedback sobre os resultados,
faça o favor
livre para contactar-me em 083 651 995 ou e-mail: hchania@gmail.com ou o meu
supervisor de pesquisa Dr.
Karin Joubert em 011 717 4561 ou e-mail: karin.joubert@wits.co.za ou minha pesquisa
co-supervisor
em 011 717 4581 ou e-mail: dhanashree.pillay@wits.co.za . Alternativamente, você
pode entrar em contato com o
administrador do Comitê de Ética Médica da Universidade de Witwatersrand, Anisa
Keshav em 011 717 1234 ou e-mail: Anisa.Keshav@wits.ac.za ou o presidente, Prof.
Cleaton-
Jones em 011 717 2301 para informações adicionais.
Sua participação será muito apreciada.
Obrigado pelo seu tempo,
Atenciosamente
Heena Chania

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USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
141
Anexo C: questionário de pesquisa
Número de participantes: _______________________ (para uso em escritórios apenas)
QUESTIONÁRIO
A utilidade clínica e uso da timpanometria de alta frequência (HFT) (1000 Hz) na
África do Sul
Objetivo: O objetivo deste estudo é investigar o uso e utilidade clínica de HFT tanto no
sector público e
setores privados de saúde na África do Sul.
O consentimento informado: Ao preencher e devolver este questionário, fica implícito
que os participantes tenham
ler a carta de informação e compreender os objetivos deste estudo, e, portanto,
concordar com
participar no estudo.
Por favor, responda às perguntas abaixo, assinalando a caixa / s apropriadas e
elaborar nos espaços
fornecida sempre que necessário.
Participante e-mail: _________________________
Seção 1: Informações biográficas
1.1.Qualification

Apenas para uso oficial
uma. Audiologist
1
b. Fonoaudióloga
2
c. Outros (especifique abaixo)
3
UMA
1.2.What é a mais alta qualificação que você obteve?

Apenas para uso oficial
uma. Curso de graduação em Audiologia
1
b. Curso de graduação em Fonoaudiologia
2
c. Mestrado em Audiologia
3
d. Doutorado em Audiologia
4
e. Outros (especifique abaixo)
5
B
1.3. Você está atualmente praticando no campo da audiologia?

Apenas para uso oficial
uma. Sim
1
b. Não
2
1.4. Qual a província você trabalha?

Apenas para uso oficial
uma. Noroeste
1

Página 160
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
142
b. Gauteng
2
c. Estado livre
3
d. Limpopo
4
e. Eastern Cape
5
f. Western Cape
6
g. Kwa-Zulu Natal
7
h. Northern Cape
8
Eu. Mpumalanga
9
1.5. Workplace (Por favor, assinale todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. Private Practice
1
b. Hospital Privado
2
c. Hospital Governo
3
d. Governo / Clínicas de Saúde Primários
4
e. Escolas de Governo
5
f. Escolas Privadas
6
g. Outros (especifique abaixo)
7
C
1.6. Que população você trabalhar?

Apenas para uso oficial
uma. Única Pediatria
1
b. Somente adultos
2
c. Ambos os adultos e pediatria
3
1.7. Por favor, especifique a faixa-etária da população escolhido em 1.6.
Apenas para uso oficial
D
1.8. Por quanto tempo você vem praticando no campo da audiologia?
(Por favor, indicar em anos e meses)
Apenas para uso oficial
E
1.8. Quantos anos de experiência clínica você tem em trabalhar em
audiologia pediátrica? (Por favor, indicar em anos e meses)
Apenas para uso oficial

Página 161
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
143
F
1.9. Que percentagem da sua carga de trabalho atual é composta
de bebês ou crianças pequenas (0-6 anos) com orelha média
patologias?

Apenas para uso oficial
uma. 0-15%
1
b. 16-25%
2
c. 26 - 50%
3
d. 51 - 75%
4
e. 76-100%
5
Secção 2: Equipamento
Esta secção só para ser concluída até fonoaudiólogos e duplamente registrado
fonoaudióloga e
Fonoaudiólogos que trabalham com a população pediátrica
2.1. Você tem acesso a um Tympanometer em sua clínica
definição?

Apenas para uso oficial
uma. Sim
1
b. Não
2
Se "não", por favor especificar por que você não tem um Tympanometer?
G
2.2. Timpanometria é incluído no seu pediátrico básico
bateria de testes audiológicos?

Apenas para uso oficial
R. Sim
1
b. Não
2
Por favor, responda às perguntas aplicáveis 2.3, 2.4 e 2.5 a seguir, com base em sua
seleção para a pergunta 2.2
acima
2.3 Em caso afirmativo, quais os testes timpanometria que você usa para o
população pediátrica na sua prática clínica? (Por favor, assinale
todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. Timpanometria de baixa freqüência (LFT) (sonda de 226 Hz)
1
b. Timpanometria multi-frequência (MFT) (série de varreduras:
250 Hz - 2000 Hz)
2
c. Tom de sonda de 667 Hz
3
d. HFT (1000 Hz tom de sonda)
4
e. Inseguro
5

Página 162
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
144
2.5. Se "não", por favor, indicar a razão pela qual é timpanometria
não ser incluído no seu teste audiológico pediátrico básico
bateria? (Por favor, marque todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. A falta de equipamento
1
b. Limitações de tempo
2
c. Não clinicamente relevante
3
d. Restrições onerosas / Orçamentários
4
e. Falta de treinamento
5
f. Falta de protocolo clínico ou orientações
6
g. Caso dependente
7
h. Outros (especifique abaixo)
8
EU
2.6. Quantas vezes é HFT incluído no seu pediátrico básico
bateria de testes audiológicos para lactentes e crianças jovens com
definitivos patologias do ouvido médio?

Apenas para uso oficial
uma. Sempre
1
b. Às vezes
2
c. Nem
3
Por favor, responda ou pergunta 2.7 ou 2.8 abaixo, com base em sua seleção para a
pergunta 2.2 acima

Página 163
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
145
2.7. Se você executar HFT, especificar qual a percentagem de
o tempo é HFT ser utilizada em tais casos?

Apenas para uso oficial
uma. 0-15%
1
b. 16-25%
2
c. 26-50%
3
d. 51- 75%
4
e. 76- 100%
5
2.8 Se você não realizar HFT, por favor indique o motivo
por HFT não está sendo incluído no seu pediátrico básico
bateria de testes audiológicos? (Por favor, marque todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. A falta de equipamento
1
b. Limitações de tempo
2
c. Não clinicamente relevante
3
d. Restrições onerosas / Orçamentários
4
e. Falta de formação de condução HFT
5
f. A falta de formação em interpretação de HFT
6
g. A falta de protocolos clínicos e diretrizes
7
h. Caso dependente
8
Eu. Outros (especifique abaixo)
9
J
2.9. Como você avaliaria seu nível de confiança em
interpretação HFT numa escala de 1 a 10 (sendo 1 o menos
confiante e 10 sendo o mais confiável)?

Apenas para uso oficial
uma. 1
1
b. 2
2
c. 3
3
d. 4
4
e. 5
5
f. 6
6
g. 7
7
h. 8
8
Eu. 9
9
j. 10
10
Seção 3: prática clínica atual
3.1. Existem protocolos clínicos / orientações disponíveis para
HFT em sua clínica?

Apenas para uso oficial
uma. Sim
1
b. Não
2
Se ' não ', por favor fornecer um motivo
K

Página 164
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
146
3.2. Se "sim", que diretriz clínica / protocolo para HFT é
usado em seu cenário clínico?

Apenas para uso oficial
uma. Orientações sobre melhores práticas (fornecer referência abaixo)
1
b. Novo programa de triagem auditiva nascido (NHSP)
Timpanometria protocolo v2.0
2
d. "Eu desenvolvi o meu próprio protocolo '
4
c. Outros (especifique e fornecer referência abaixo)
3
Por favor, elaborar e / ou fornecer uma referência em seu
selecção:
EU
3.3. Você experimenta desafios na interpretação HFT
resultados?

Apenas para uso oficial
uma. Sim
1
b. Não
2
Se "sim", por favor, indicar os desafios experimentou?
M
3.4. Que normas você usa para interpretar HFT? (Por favor, assinale
todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. Manual do equipamento, por favor, explique
1
b. Jornal artigo, forneça referência
2
c. Textbook, forneça referência
3
d. Passa / Falha critérios (por favor, explicar os critérios)
4
e. ANSI
5
f. Método de compensação de componentes
6
g. Admissão estática
7
h. Susceptance pico ≤ 0 mmho
8
Eu. Inseguro
9
j. «Não aplicável como eu não executar HFT, portanto, não fazer
utilizar quaisquer normas "
10
k. Outros (especifique abaixo)
11
Por favor, elaborar e / ou fornecer uma referência em seu
selecção:
N
3.5. Quais sistemas de classificação ou modelos que você usa para
HFT interpretar? (Por favor, marque todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial

Página 165
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
147
uma. As medidas quantitativas (pico ou pico susceptance
conformidade)
1
b. Jornal artigo, forneça referência
2
c. Textbook, forneça referência
3
d. Beery et al., 1975 sistema de classificação
4
f. ANSI
6
g. Marchant et al. (1986) O sistema de classificação
7
Eu. Sistema de Jerger / Liden
8
j. Vanhuyse Modelo
9
k. Inseguro
10
eu. «Não aplicável como eu não executo HFT '
11
m. Outros (especifique abaixo)
12
Por favor, elaborar e / ou fornecer uma referência em seu
selecção:
O
3.6. Que outros aspectos fazer você levar em consideração
ao realizar HFT? (Por favor, marque todas as caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. Otoscopia
1
b. Movimento de bebê e chorando
2
c. Pontas cônicas
3
d. Obstruções do canal auditivo livre
4
e. Posicionamento das crianças ou a cabeça de criança
5
f. Posicionamento do pinnae
6
g. Resultados de ser repetido
7
h. Valor exato do volume de canal auditivo
8
Eu. «Não aplicável como eu não executo HFT '
9
j. As alterações de pressão
10
k. Outros (especifique abaixo)
11
P
3.7. Quais as precauções que você toma contra infecções cruzadas
ao realizar HFT?

Apenas para uso oficial
uma. Desinfecção e / ou esterilização de pontas de prova entre usos
1
b. Uso de protecção de vinilo / luvas de látex
2
c. A lavagem das mãos depois de cada paciente
3
d. Desinfecção e / ou esterilização de todas as áreas de superfície em contato
com fluidos corporais
4
e. A utilização de toalhetes ou toalhas de papel
5
f. Uso de suprimentos descartáveis adequadas, sempre que possível
6

Página 166
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
148
g. 'Não aplicável, pois eu não executo HFT'
7
h. Outros (especifique abaixo)
8
Q
Secção 4: Conhecimento
4.1. Qual é o propósito da timpanometria? (Assinale todos
caixas apropriadas)

Apenas para uso oficial
uma. Para avaliar o funcionamento do sistema do ouvido médio
1
b. Avaliar o funcionamento coclear
2
c. Avaliar o estado audiência
3
d. Para determinar a natureza da lesão condutora
4
f. Outros (especifique abaixo)
5
R
4.2. Em sua opinião, qual é a aplicação clínica de HFT
em sua clínica?

Apenas para uso oficial
S
4.3. O sistema da orelha média infantil é descrita como (Por favor,
assinale todas as caixas apropriadas):

Apenas para uso oficial
uma. Dominadas em massa
1
b. Estruturalmente imaturos
2
c. Acusticamente maduro
3
d. Dominadas por rigidez
4
e. Adulto-like
5
h. Inseguro
6
Eu. Outros (especifique abaixo)
7
T
4.4. Quais são as diferenças acústicas entre uma criança
e sistema de orelha média adulto? (Por favor, marque todas as medidas adequadas
caixas)

Apenas para uso oficial
uma. Orelha impedância canal, as respostas coeficiente de reflexão e
transmissão de energia.
1
b. Não houve diferenças acústicas
2
c. Ganho de ressonância e frequência ressonante
3
d. 1000 Hz e 4000 Hz
4
g. Inseguro
5
h. Outros (especifique abaixo)
6
VC

Página 167
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
149
4.5. Fazer mudanças na maturação que ocorrem para os bebês '
sistema ouvido médio afectar as propriedades acústicas do
orelha infantil?

Apenas para uso oficial
uma. Sim
1
b. Não
2
Por favor, motivar a sua resposta:
V

Página 168
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
150
Anexo D: Carta de permissão do Dr. George Mukhari Hospital

Página 169
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
151
Apêndice E: O consentimento informado para a triagem auditiva
Fonoaudiologia
Escola de Desenvolvimento Humano e Comunidade
Faculdade de Ciências Humanas
University of the Witwatersrand
Private Bag 3, WITS de 2050
Tel: (011) 717 4577 Fax: (011) 717 4572
Título do Estudo: A utilidade clínica e uso da timpanometria de alta frequência (HFT)
no Sul
África.
Caro Sr / Sra
Meu nome é Heena Chania. Eu sou um estudante de mestrado de Audiologia da
Universidade do
Witwatersrand. Como parte dos requisitos para os meus estudos eu sou obrigado a
concluir uma investigação
dissertação. O objetivo deste estudo é determinar a utilidade clínica, disponibilidade e
utilização de HFT
na África do Sul.
A audição é um elemento crítico no desenvolvimento da fala, linguagem e cognição em
jovens
crianças. A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda auditiva em
crianças pequenas.
O diagnóstico correto da OM é fundamental na gestão deste distúrbio da infância que
ocorre com freqüência.
Uma das medidas de imitância acústica mais importantes usados para confiável e
precisa
diagnosticar OM em crianças pequenas é HFT. O objetivo deste estudo é determinar a
disponibilidade
e usar de HFT por fonoaudiólogos do Sul Africano.
Por isso, quero investigar (i) a utilidade clínica, (ii) a disponibilidade de HFT
equipamentos e protocolos clínicos na prática clínica; (Iii) pareceres sobre atual clínica
habilidades na classificação e interpretação de HFT, e (iii) a sensibilização para a
importância de
fazendo uso de HFT na população pediátrica.
Venho por este meio pedir sua permissão para que o paciente é um dos participantes
deste estudo. Caso permissão
ser concedida a, o pesquisador irá executar os seguintes testes audiológicos para o
paciente saber;
otoscopia, testes timpanométrica e EOA. Os resultados obtidos com estes exames
audiológicos
será fornecido a você no dia.
Não há riscos conhecidos associados com a participação do paciente na pesquisa. O
informações obtidas a partir deste estudo será de relevância para trabalhar com o
fonoaudiólogo
população pediátrica. Os resultados irão fornecer evidências da prática clínica na África
do Sul que
pode ser usado para informar formação do estudante, o desenvolvimento de diretrizes
nacionais e motivação para
equipamento apropriado em todos os sectores de cuidados de saúde. Isto levará a uma
melhor avaliação e
gestão de jovens recém-nascidos com OM e reduzir a ocorrência de perda auditiva. Os
resultados desta
estudo será acessível a todos os profissionais.
Seu e que a participação do paciente no estudo de investigação são voluntárias. A recusa
de
participar envolverá nenhuma conseqüência ou perda de benefícios aos quais você tem
direito. Você pode

Página 170
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
152
retirar do estudo em qualquer fase, caso deseje, sem quaisquer consequências negativas.
Não
pessoas será identificável, como apenas números de participantes; será usada para o
relatório de pesquisa.
Todos os esforços serão feitos para garantir a confidencialidade; informações pessoais
só serão
revisado pela equipe de pesquisa (pesquisador e supervisor acadêmico). Informações
pessoais
ser armazenados de forma segura e não há outras partes terão acesso a ele. Esta
informação será destruída
depois de um período obrigatório de cinco anos.
Agrada completar a lágrima do deslizamento na parte inferior dar autorização por
escrito para participar neste
estudo piloto. Caso necessite de mais informações ou se você gostaria feedback sobre os
resultados,
não hesite em contactar-me em 083 651 995 ou e-mail:
hchania@gmail.com
ou minha pesquisa
supervisor Dr. Karin Joubert em 011 717 4561 ou e-mail:
karin.joubert@wits.co.za
ou minha pesquisa
co-supervisor em 011 717 4581 ou e-mail:
dhanashree.pillay@wits.co.za
. Alternativamente, você pode
entre em contato com o administrador do Comitê de Ética Médica da Universidade do
Witwatersrand, Anisa Keshav em 011 717 1234 ou e-mail:
Anisa.Keshav@wits.ac.za
ou o
presidente, Prof. Cleaton-Jones em 011 717 2301 para informações adicionais.
Sua participação será muito apreciada.
Obrigado pelo seu tempo,
Atenciosamente
Heena Chania
-------------------------------------------------------------
------
Consentimento informado
"O uso e utilidade clínica de alta freqüência timpanometria (HFT) na África do Sul '
I, ____________________________________________ (nome do cuidador), abaixo
assinado,
fornece permissão para Heena Chania para conduzir os testes audiológicos exigidas para
o efeito
desta pesquisa sobre o meu filho. Fui informado dos objectivos e benefícios do estudo.
Todo meu
perguntas foram respondidas, e eu sei que eu posso retirar do estudo a qualquer
momento
sem quaisquer consequências negativas. Também estou ciente de que a
confidencialidade será mantida
ao longo do estudo.
___________________________________
Encontro: _____________________
(Assinatura do participante)
__________________________________
Encontro: _____________________
(Assinatura Pesquisador)

Página 171
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
153
Apêndice F: Audição forma de triagem
Triagem Auditiva
Informações do Paciente
Número de participantes: ________________
Encontro:__________________
__
Data de
Nascimento: _________________
Hospital #:
_______________
Site / Ward
#: _____
Diagnóstico:
_______________
Peso ao Nascer: ____________kg
Atual
Peso (kg
GA: __________
CA: __________
Gênero:
_________________
Fatores de risco
NICU> 48hrs
Preocupações cuidador
Herpes
Trauma na Cabeça
NNJ
(Foto / trans.)
Malária materna
Rubéola
De outros:
Prematuro
Anomalias crânio-faciais
Syphillis
Meningite
Ventilação mecânica
Chemo
Nascimento Asfixia
Medicamentos ototóxicos
ECMO
Trauma na Cabeça
Síndromes associadas
com HL
BPN
Taxoplasmosis
Doenças neurodegenerativas
CMV
Materna HIV
Hiperbilirrubinemia
Avaliação audiológica
Otoscopia
DPOAE de
R
Normal
Embotar
TM
Vermelho
TM
Bojudo
Retraída
R
EU
Comentários
Infecção
Vernix
De outros:
PASS
Referir
PASS
Referir
EU
Normal
Embotar
TM
Vermelho
TM
Bojudo
Retraída
1000Hz
1000Hz
1000Hz
1000Hz
Infecção
Vernix
De outros:
2000Hz
2000Hz
2000Hz
2000Hz
Timpanometria
3000Hz
3000Hz
3000Hz
3000Hz
226 Hz
R
EU
Comentários
4000Hz
4000Hz
4000Hz
4000Hz
EV:
5000Hz
5000Hz
5000Hz
5000Hz
dapa
6000Hz
6000Hz
6000Hz
6000Hz
c / z:
Recomendações
Typ
e:
Nenhum risco adicional: d / c do rastreio
1000Hz
R
EU
Comentários
O teste de diagnóstico
Positivo
Pico: Normal
Positivo
Pico: Normal
Re-screen
Negativo
Pico:
Anormal
Pico negativo:
Anormal
Consulte ENT
De outros:
De outros:
Consulte Paeditrician
Outros (especifique abaixo)

Página 172
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
154
Apêndice G: Carta de permissão do Rahima Moosa Mãe e Hospital da Criança

Página 173
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
155
Anexo H: O consentimento informado do Portas da Missão de Esperança Crianças
Título do Estudo: A utilidade clínica e uso da timpanometria de alta frequência (HFT)
no Sul
África.
Caro Sr / Sra
Encontro: ______________
Bom dia, meu nome é Heena Chania. Eu sou um estudante de mestrado de Audiologia
da Universidade de
Witwatersrand. Como parte dos requisitos para os meus estudos eu sou obrigado a
concluir um
dissertação de pesquisa. O objetivo deste estudo é determinar a utilidade clínica,
disponibilidade e
utilização da timpanometria de alta frequência (HFT) na África do Sul.
A audição é um elemento crítico no desenvolvimento da fala, linguagem e cognição em
jovens
crianças. A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda auditiva em
crianças pequenas.
O diagnóstico correto da OM é fundamental na gestão deste distúrbio da infância que
ocorre com freqüência.
Uma das medidas de imitância acústica mais importantes usados para confiável e
precisa
diagnosticar OM em crianças pequenas é HFT. O objetivo deste estudo é determinar a
clínica
utilidade, a disponibilidade ea utilização de HFT por fonoaudiólogos do Sul Africano.
Quero, portanto, continuar a
investigar (i) A utilidade clínica de HFT; (Ii) a disponibilidade de equipamentos HFT e
clínica
protocolos na prática clínica; (Iii) pareceres sobre habilidades clínicas atuais de
classificação e
a interpretação de HFT, e (iii) a consciência da importância de fazer uso de HFT dentro
a população pediátrica.
Venho por este meio pedir permissão para conduzir este estudo na porta da Missão de
Esperança Crianças. Eu escolhi
para conduzir este estudo em seu site como este estudo de investigação exige uma
grande amostra de lactentes de ser
selecionados para a audição, que vou obter em sua casa. Deve ser concedida a
permissão, o
pesquisador irá executar os seguintes testes de rastreio audiológico em
aproximadamente 100 dentro ou fora
pacientes pediátricos (0 a 6 meses de idade) a saber; otoscopia, testes timpanométrica, e
Emissões Otoacústicas (EOAs). Estes testes de rastreio são uma parte da audiência
pediátrica
protocolo de triagem. Você será fornecido com resultados imediatos e ser informado se
ainda mais
follow-ups são necessários. Não há riscos conhecidos associados com a pesquisa. O
participação neste estudo é voluntária. A recusa do cuidador ou paciente para
participar envolverá nenhuma conseqüência ou perda de benefícios aos quais o
participante tem direito.
O participante pode retirar do estudo em qualquer fase, caso queiram, sem qualquer
consequências.
Nenhuma pessoa será identificada como apenas números de participantes; será usada
para o relatório de pesquisa.
Todos os esforços serão feitos para garantir a confidencialidade; informações pessoais
só serão
revisado pela equipe de pesquisa (pesquisador e supervisor acadêmico). Informações
pessoais
ser armazenados de forma segura e não há outras partes terão acesso a este. Esta
informação será destruída
depois de um período obrigatório de cinco anos.
As informações obtidas a partir deste estudo será de relevância para trabalhar com o
fonoaudiólogo
população pediátrica. Os resultados irão fornecer evidências da prática clínica na África
do Sul que
pode ser usado para informar formação do estudante, o desenvolvimento de diretrizes
nacionais e motivação para
equipamento apropriado em todos os sectores de cuidados de saúde. Isto levará a uma
melhor avaliação e
gestão de jovens recém-nascidos com OM e reduzir a ocorrência de perda auditiva. Os
resultados desta

Página 174
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
156
estudo será acessível a todos os profissionais.
Agrada completar a lágrima do deslizamento na parte inferior dar autorização por
escrito para o pesquisador
realizar este estudo em seu site. Caso necessite de mais informações ou se você gostaria
feedback sobre os resultados, não hesite em contactar-me em 083 651 995 ou e-mail:
hchania@gmail.com ou o meu supervisor de pesquisa Dr. Karin Joubert em 011 717
4561 ou e-mail:
karin.joubert@wits.co.za ou minha pesquisa co-supervisor em 011 717 4581 ou e-mail:
dhanashree.pillay@wits.co.za . Alternativamente, você pode entrar em contato com o
administrador do Médico
Comitê de Ética da Universidade de Witwatersrand, Anisa Keshav em 011 717 1234 ou
e-
mail: Anisa.Keshav@wits.ac.za ou o presidente, Prof. Cleaton-Jones em 011 717 2301
para
investigações adicionais.
Sua aprovação será muito apreciada.
Obrigado pelo seu tempo,
Atenciosamente,
___________________________
Heena Chania
Júnior Speech Therapsit e Audiologist
(012) 521 5917/3371

Página 175
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
157
Apêndice I: O consentimento informado de Madre Teresa
Fonoaudiologia
Escola de Desenvolvimento Humano e Comunidade
Faculdade de Ciências Humanas
University of the Witwatersrand
Private Bag 3, WITS de 2050
Tel: (011) 717 4577 Fax: (011) 717 4572
Título do Estudo:
O uso e utilidade clínica da timpanometria de alta frequência (HFT) na África do Sul.
Caro Sr / Sra
Encontro: ______________
Bom dia, meu nome é Heena Chania. Eu sou um estudante de mestrado de Audiologia
da Universidade de
Witwatersrand. Como parte dos requisitos para os meus estudos eu sou obrigado a
concluir um
dissertação de pesquisa. O objetivo deste estudo é determinar a utilidade clínica,
disponibilidade e
utilização da timpanometria de alta frequência (HFT) na África do Sul.
A audição é um elemento crítico no desenvolvimento da fala, linguagem e cognição em
jovens
crianças. A otite média (OM) é uma das causas mais comuns de perda auditiva em
crianças pequenas.
O diagnóstico correto da OM é fundamental na gestão deste distúrbio da infância que
ocorre com freqüência.
Uma das medidas de imitância acústica mais importantes usados para confiável e
precisa
diagnosticar OM em crianças pequenas é HFT. O objetivo deste estudo é determinar a
clínica
utilidade, a disponibilidade ea utilização de HFT por fonoaudiólogos do Sul Africano.
Por isso, quero investigar (i) A utilidade clínica de HFT; (Ii) a disponibilidade de HFT
equipamentos e protocolos clínicos na prática clínica; (Iii) pareceres sobre atual clínica
habilidades na classificação e interpretação de HFT, e (iii) a sensibilização para a
importância de
fazendo uso de HFT na população pediátrica.
Venho por este meio pedir permissão para realizar este estudo em Madre Teresa. Eu
escolhi para realizar este
estudo em seu site como este estudo de investigação exige uma grande amostra de
lactentes de ser examinado para
ouvir, que eu vou obter em sua casa. Deve ser concedida a permissão, o pesquisador
execute os seguintes testes de rastreio audiológico em aproximadamente 100 dentro ou
fora pediátrica
pacientes (0-6 meses de idade), a saber; otoscopia, testes timpanométrica, e otoacústicas
emissões (de EOA). Estes testes de rastreio são uma parte do protocolo de triagem
auditiva pediátrica.
Você será fornecido com resultados imediatos e ser informado se são necessários mais
follow-ups.
Não há riscos conhecidos associados com a pesquisa. A participação neste estudo é
voluntária. A recusa do cuidador ou o paciente a participar envolverá nenhuma
conseqüência ou perda
de benefícios aos quais o participante tem direito. O participante pode retirar-se do
estudo em
qualquer estágio se quiserem, sem quaisquer consequências.
Nenhuma pessoa será identificada como apenas números de participantes; será usada
para o relatório de pesquisa.

Página 176
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
158
Todos os esforços serão feitos para garantir a confidencialidade; informações pessoais
só serão
revisado pela equipe de pesquisa (pesquisador e supervisor acadêmico). Informações
pessoais
ser armazenados de forma segura e não há outras partes terão acesso a este. Esta
informação será destruída
depois de um período obrigatório de cinco anos.
As informações obtidas a partir deste estudo será de relevância para trabalhar com o
fonoaudiólogo
população pediátrica. Os resultados irão fornecer evidências da prática clínica na África
do Sul que
pode ser usado para informar formação do estudante, o desenvolvimento de diretrizes
nacionais e motivação para
equipamento apropriado em todos os sectores de cuidados de saúde. Isto levará a uma
melhor avaliação e
gestão de jovens recém-nascidos com OM e reduzir a ocorrência de perda auditiva. Os
resultados desta
estudo será acessível a todos os profissionais.
Agrada completar a lágrima do deslizamento na parte inferior dar autorização por
escrito para o pesquisador
realizar este estudo em seu site.
Caso necessite de mais informações ou se você gostaria feedback sobre os resultados,
faça o favor
livre para contactar-me em 083 651 9995 ou e-mail: hchania@gmail.com ou o meu
supervisor de pesquisa Dr.
Karin Joubert em 011 717 4561 ou e-mail: karin.joubert@wits.co.za ou minha pesquisa
co-supervisor
em 011 717 4581 ou e-mail: dhanashree.pillay@wits.co.za .Você Pode,
alternativamente, entre em contato com o
administrador do Comitê de Ética Médica da Universidade de Witwatersrand, Anisa
Keshav em 011 717 1234 ou e-mail: Anisa. Keshav@wits.ac.za ou o presidente, Prof.
Cleaton-
Jones em 011 717 2301 para informações adicionais.
Sua aprovação será muito apreciada.
Obrigado pelo seu tempo,
Atenciosamente,
___________________________
Heena Chania
Júnior Speech Therapsit e Audiologist
(012) 521 5917/3371

Página 177
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
159
Anexo J: certificado de calibração para GSI Auto Tymp
Apêndice F: certificado de calibração para AccuScreener

Página 178
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
160
Apêndice K: Certificado de calibração para Madsen AccuScreener
L Anexo: certidão negativa de Ética

Página 179
USO DE HFT NA ÁFRICA DO SUL
161
L Anexo: certidão negativa de Ética