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Unidade: 7229 – Gestão do Stress Profissional

Formando/a:

Classificação: Assinatura do/a formador/a:

PALAVRA PROIBIDA

Em equipes de 3 a 5 participantes.
Cada equipe vai elaborar um anúncio de radio para os produtos indicados.
1. Produto: Sabonete
Palavras proibidas: Sabonete, sabão, banho, perfume, limpar, limpo, limpeza, compra,
venda.

2. Produto: Pasta dentífrica


Palavras proibidas: Pasta dentífrica, pasta de dentes, escova, dentes, cárie, hálito,
compra, venda.

3. Produto: Computador
Palavras proibidas: Computador, hardware, software, programa, maquina, rapidez,
teclado, disquete, compra, venda.

4. Produto: Água mineral


Palavras proibidas: água, mineral, sede, fonte, rio, mar, calor, suor, alivio, frescor,
liquido, desidratação

Informa-se que as palavras variantes ou que lembrem uma palavra proibida não podem
ser também utilizadas. Exemplo:

Palavra proibida: frescor


Variantes: fresca, fresco, refrescar, frescura, etc.

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No espaço que se segue na coluna do centro indique a forma como resolveria individualmente as
situações de conflito que lhe foram apresentadas, e na coluna da direita a forma como os resolveria
tendo em conta os conselhos do grupo.

Situações de Conflito Resolução individual Resolução com apoio do grupo

Ontem você teve de sair um


mais cedo cerca de 15
minutos para ir a uma
reunião da escola do seu
filho. Na pressa de sair,
comunicou apenas ao seu
chefe, mas esqueceu de
avisar os seus colegas. Hoje
ao apresentar-se ao serviço,
constata que no final do
turno deu-se por falta de um
processo, e é você que está a
ser acusado do erro. Você
decide...
Você tem uma relação difícil
com o seu chefe:- você diz
“preto”, ele diz “branco”. De
facto, não há nada a fazer.
Ele está mal disposto e acaba
precisamente de lhe chamar
a atenção para o facto de ter
rendido o seu colega, com 10
minutos de atraso. Quando
ele termina você diz: ....

Hoje, quando chegou ao seu


local de trabalho ficou
furioso. Mais uma vez, o
colega que está na sua escala
de serviço veio tirar o seu
material de trabalho,
deixando-o ficar sem
impressos de participação. O
colega entra dentro da sua
sala e você diz:

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Atividade “O dilema do prisioneiro”

Um exemplo de conflito é-nos dado pelo “Dilema do Prisioneiro”.


Imagine a seguinte situação:
Dois homens são presos por suspeita de assalto a um banco. O advogado de acusação,
como forma de convencê-los a confessar o crime, fala com cada um em separado e
apresenta a seguinte proposta: Se os dois confessarem ele fará um acordo com uma
pena de 8 anos para cada. Se nenhum confessar, ele só poderá acusá-los de um crime
menor, como posse ilícita de arma de fogo, o que recairá numa pena de um ano para
cada. Se apenas um deles confessar, será concedido perdão ao que confessa e será
atribuída a pena máxima (suponhamos 20 anos) ao que ficou em silêncio.
Coloque-se na situação de um dos prisioneiros e escreva a sua decisão no espaço
reservado para o efeito

Defina agora que tipo de conflito seria este “Dilema do Prisioneiro”.

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RESOLUÇÕES DE CONFLITOS E COMUNICAÇÃO
Causa dos conflitos:
1. Ideias pré-concebidas,
2. comunicação,
3. palavras,
4. gestos,
5. tom de voz e
6. expressão facial.

Estratégias para comunicar assertivamente:


1. Escolher as palavras com cuidado
a) Começar as frases com “Eu”, em vez de “Você”, assumindo a sua parte de
responsabilidade na mensagem proferida:
i. Em vez de dizer “Você está sempre a interromper, é insuportável”, dizer
antes “ Eu gostaria de trabalhar sem que estivesse sempre a ser
interrompido”.
b) Utilizar descrições factuais em vez de juízos de valor ou exageros:
i. Em vez de dizer “Você não faz nada certo. Já viu o trabalho que fez?”
dizer antes “O trabalho que você fez não ficou nas devida condições.
Repare que o texto tem vários erros ortográficos, além de ter as margens
desalinhadas”.
c) Exprimir sentimentos, pensamentos e opiniões assumindo a sua
responsabilidade por eles:
i. Em vez de dizer “ Irritas-me mesmo com essa conversa. Não se pode falar
contigo!” dizer antes, “ Sinto-me irritado com a maneira como falas
comigo, Seria bom que deixasses de o fazer.”
2. Ter atenção à comunicação não-verbal
a) Aspetos a serem evitados:
i. Postura Tensa ou rígida, com ombros demasiados para trás
em sinal de afirmação de poder.

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ii. Expressão facial testa franzida e olhar fixo, sorriso sarcástico,
sobrancelhas franzidas e olhar reprovador ou
desconfiado.
iii. Voz – Tom de voz muito elevado ou áspero.
iv. Gestos – Movimentos bruscos, punhos cerrados.

Etapas para resolução de conflitos:


1) Identificar o problema:
 Esclarecer os pontos críticos e a causa do desacordo
2) Identificar os intervenientes:
 Identificar todos aqueles que poderão ser afetados direta ou indiretamente
na solução do problema
3) Avaliar as potenciais causas dos conflitos:
 Fazer o levantamento das eventuais causas do desacordo
i. O conflito é de âmbito interpessoal ou profissional?
ii. São causas internas ou externas da organização?
iii. É um problema de comunicação?
iv. De partilha de recursos?
v. Responsabilidades ou funções mal definidas?
para mais facilmente poder adequar a estratégia para a nova resolução
4) Selecionar a estratégia adequada, avaliando seu impacto nos intervenientes:
 Selecionar o estilo a adotar para a situação específica, pensando os prós e
contras de cada um dos estilos, bem como o impacto para os intervenientes.
5) Intensidade da interação: Tem a ver com o grau de envolvimento pessoal com
que se sustentam opiniões e ponto de vista
6) Flexibilidade do ponto de vista: Abertura que se tem em relação às opiniões dos
outros

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Atividade “O pintor”
OBJECTIVO:
Reconhecer a importância da perceção social no relacionamento interpessoal,
profissional ou pessoal e, reconhecer o impacto dos estereótipos e juízos de valor no
relacionamento interpessoal.
INSTRUÇÕES:
Este exercício desenrola-se em duas partes. Uma primeira em que se pretende que
caracterize o Miguel, segundo as versões das várias pessoas que se cruzaram com ele no
dia “x” e, finalmente, a vossa caracterização, ou seja, a vossa dedução sobre como é
afinal o Miguel.
Seguidamente vamos apresentar vários relatos de pessoas que se cruzaram com o
protagonista do nosso caso, num dia determinado. O protagonista é um homem de 33
anos, boa aparência, solteiro, pintor de profissão, a que chamaremos Miguel.

RELATO DA MÃE
“-Naquele dia, o Miguel levantou-se à pressa, não quis tomar café, nem comer o bolo
que eu tinha feito especialmente para ele. Pegou nos cigarros e saiu porta fora. Reagiu
com impaciência à minha intenção de lhe colocar o cachecol à volta do pescoço e aos
meus pedidos para se alimentar e agasalhar. Continua a ser uma criança! Se não fosse eu,
não sei como seria a sua vida...”
RELATO DO MOTORISTA DE TÁXI
“-Hoje de manhã apanhei um sujeito e não fui muito à bola com ele. Tinha um ar sisudo,
seco e não queria conversar. Tentei falar sobre futebol, política e trânsito, mas nada.
Mandou-me calar várias vezes dizendo que tinha de se concentrar. Desconfio que é um
gajo subversivo, desses que a polícia anda à procura ou desses tipos que assaltam os
motoristas de táxi para os roubar. Aposto como estava armado! Fiquei doido por me
livrar dele...”
RELATO DO BARMAN DA DISCOTECA
“-Ontem à noite ele chegou aqui acompanhado de uma morena, bem bonita por sinal,
mas não lhe ligou nenhuma. Passou o tempo todo a olhar para tudo o que era mulher
que chegava.

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Quando entrou uma loira, de vestido justo ao corpo, chamou-me e quis saber quem era
ela.
Como eu não a conhecia, não esteve com meias medidas e foi à sua mesa falar-lhe! Tipo
convencido!!! Eu também sou atrevido, mas essa foi demais...”
RELATO DO PORTEIRO DO PRÉDIO
“- Ele não bate muito bem da bola! Umas vezes cumprimenta, outras finge que não vê
ninguém. É difícil entender as conversas dele. É parecido com um parente meu que
enlouqueceu. No dia X, de manhã, chegou até a falar sozinho. Eu disse-lhe, “Bom-dia" e
ele olhou-me com um olhar estranho, dizendo-me que tudo era relativo, que as palavras
não eram iguais para todos, nem as pessoas. Deu-me um puxão na gola e apontou para a
senhora que passava, dizendo que cada um que olhava para ela via uma coisa diferente.
Ria-se. É óbvio que ele é um lunático.”
RELATO DA EMPREGADA DOMÉSTICA
Ele anda sempre com um ar misterioso. Quando ele chegou, na manhã do dia X, olhou-
me enviesado e eu tive um pressentimento de que ia acontecer alguma coisa de mal.
Sabe como é, estas coisas, sentem-se...” Pouco depois chegou uma rapariga loira. Ela
perguntou-me onde é que ele estava e eu disse-lhe. Daí a pouco eu ouvi-a a gritar e fui a
correr. Abri a porta de repente, e ele estava com uma cara furiosa a olhar para ela, cheio
de ódio. Ela estava deitada no divã e no chão havia uma faca. Eu saí a gritar: "Assassino!
Assassino!".
DEDUÇÃO INDIVIDUAL DEDUÇÃO DO GRUPO

Visão da mãe

Visão do motorista

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Visão do barman

Visão do porteiro

Visão da
empregada
doméstica

Visão pessoal

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