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SÚMULAS VINCULANTES

1- BASE LEGAL
2- EXTENSÃO DOS EFEITOS VINCULANTES
3- REQUISITOS
4- PROVOCAÇÃO PARA EDIÇÃO, REVISÃO OU CANCELAMENTO
5- PGR
6- AMICUS CURIAE
7- MODULAÇÃO TEMPORAL
8- RECLAMAÇÃO
9- CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE E SV
10- PRINCIPAIS SÚMULAS VINCULANTES PARA A PROVA
 2, 5, 10 a 14, 18, 25, 33, 38, 39, 44 a 46, 49, 54

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA

1- BASE LEGAL
2- COMPOSIÇÃO
3- PRESIDÊNCIA
4- FUNÇÕES
5- CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE E CNJ

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

1- BASE LEGAL
2- COMPOSIÇÃO
3- PRESIDÊNCIA
4- FUNÇÕES

Mecanismos Constitucionais de Defesa do Estado


Estado de Defesa X Estado de Sítio

CONSELHO DA REPÚBLICA
CONSELHO DE DEFESA NACIONAL

Art. 89. O Conselho da República é órgão superior de consulta do Presidente da República, e dele participam:

I - o Vice-Presidente da República;
II - o Presidente da Câmara dos Deputados;
III - o Presidente do Senado Federal;
IV - os líderes da maioria e da minoria na Câmara dos Deputados;
V - os líderes da maioria e da minoria no Senado Federal;
VI - o Ministro da Justiça;
VII - seis cidadãos brasileiros natos, com mais de trinta e cinco anos de idade, sendo dois nomeados pelo Presidente
da República, dois eleitos pelo Senado Federal e dois eleitos pela Câmara dos Deputados, todos com mandato de
três anos, vedada a recondução.

Art. 90. Compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre:

I - intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio;


II - as questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.

§ 1º - O Presidente da República poderá convocar Ministro de Estado para participar da reunião do Conselho,
quando constar da pauta questão relacionada com o respectivo Ministério.
§ 2º - A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho da República.

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Art. 91. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República nos assuntos relacionados
com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático, e dele participam como membros natos:

I - o Vice-Presidente da República;
II - o Presidente da Câmara dos Deputados;
III - o Presidente do Senado Federal;
IV - o Ministro da Justiça;
V - o Ministro de Estado da Defesa; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 1999)
VI - o Ministro das Relações Exteriores;
VII - o Ministro do Planejamento.
VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 23, de
1999)

§ 1º - Compete ao Conselho de Defesa Nacional:

I - opinar nas hipóteses de declaração de guerra e de celebração da paz, nos termos desta Constituição;
II - opinar sobre a decretação do estado de defesa, do estado de sítio e da intervenção federal;
III - propor os critérios e condições de utilização de áreas indispensáveis à segurança do território nacional e opinar
sobre seu efetivo uso, especialmente na faixa de fronteira e nas relacionadas com a preservação e a exploração
dos recursos naturais de qualquer tipo;
IV - estudar, propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional
e a defesa do Estado democrático.

§ 2º - A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional.

MINISTROS DE ESTADO

Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos
direitos políticos.

Parágrafo único. Compete ao Ministro de Estado, além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e
na lei:

I - exercer a orientação, coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da administração federal na área de sua
competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente da República;
II - expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos;
III - apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério;
IV - praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República.

Art. 88. A lei disporá sobre a criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública.

JUSTIÇA DESPORTIVA
DO DESPORTO

Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, obser-
vados:

I - a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II - a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e, em casos específicos,
para a do desporto de alto rendimento;
III - o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não- profissional;
IV - a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional.

§ 1º O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as
instâncias da justiça desportiva, regulada em lei.

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§ 2º A justiça desportiva terá o prazo máximo de sessenta dias, contados da instauração do processo, para proferir
decisão final.
§ 3º O Poder Público incentivará o lazer, como forma de promoção social.

NEOCONSTITUCIONALISMO

Nas palavras de Luís Roberto Barroso, que aborda os marcos fundamentais para se chegar ao neoconstituciona-
lismo:

“[...] Em suma: o neoconstitucionalismo ou novo direito constitucional, na acepção aqui desenvolvida, identifica um
conjunto amplo de transformações ocorridas no Estado e no direito constitucional, em meio às quais podem ser
assinalados,

(i) como marco histórico, a formação do Estado constitucional de direito, cuja consolidação se deu ao longo das
décadas finais do século XX;
(ii) como marco filosófico, o pós-positivismo, com a centralidade dos direitos fundamentais e a reaproximação entre
Direito e ético; e
(iii) como marco teórico, o conjunto de mudanças que incluem a força normativa da Constituição, a expansão da
jurisdição constitucional e o desenvolvimento de uma nova dogmática de interpretação constitucional. Desse con-
junto de fenômenos resultou um processo extenso e profundo de constitucionalização do Direito [...].

Fruto desse processo, a constitucionalização do Direito importa na irradiação dos valores abrigados nos princípios
e regras da Constituição por todo o ordenamento jurídico, notadamente por via da jurisdição constitucional, em seus
diferentes níveis.

Dela resulta a aplicabilidade direta da Constituição a diversas situações, a inconstitucionalidade das normas com-
patíveis com a Carta Constitucional e, sobretudo, a interpretação das normas infraconstitucionais conforme a Cons-
tituição, circunstância que irá conformar-lhes o sentido e o alcance.

A constitucionalização, o aumento da demanda por justiça por parte da sociedade brasileira e a ascensão instituci-
onal do Poder Judiciário provocaram, no Brasil, uma intensa judicialização das relações políticas e sociais.
Características:

Constitucionalização do ordenamento jurídico;


Renovação da Teoria das Fontes;
Uma nova Teoria dos Princípios;
Desenvolvimento da teoria dos direitos fundamentais
Método da Ponderação;
Atuação fortalecida do Poder Judiciário.

DOS SISTEMAS DE FISCALIZAÇÃO NO BRASIL:

- CONTROLE INTERNO
- CONTROLE EXTERNO

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

CARACTERÍSTICAS
NATUREZA JURÍDICA
COMPOSIÇÃO
FUNÇÕES
TRIBUNAL DE CONTAS DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS

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