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10/05/2018 Mecânica dos fluidos – Wikipédia, a enciclopédia livre

Mecânica dos fluidos


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A mecânica dos fluidos é a parte da física que estuda o efeito de forças em fluidos. Os fluidos em equilíbrio
estático são estudados pela hidrostática e os fluidos sujeitos a forças externas não nulas são estudados pela
hidrodinâmica.[1]

Índice
Propriedades físicas dos fluidos hidráulicos
Cronologia[2][3][4][5][6]
Teoria
Tipos de escoamentos
Métodos experimentais Espiral provocada por um avião a decolar, visível
Abordagem computacional pelo impacto do ar, que desliza das suas asas,
Leis da Hidrodinâmica com um corante gasoso expelido do chão.

Ver também
Referências
Ligações externas

Propriedades físicas dos fluidos hidráulicos


As propriedades dos fluidos hidráulicos relevantes para o estudo do escoamento dos fluidos são a massa volúmica, a tensão superficial, a viscosidade, e restantes propriedades
reológicas.

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Elasticidade
Mecânica dos sólidos Descreve materiais que retornam à sua forma de repouso depois que as tensões aplicadas são removidas.
Estudo da física de materiais contínuos com uma
Plasticidade
Mecânica do forma de repouso definida.
Descreve materiais que se deformam permanentemente após uma tensão Reologia
contínuo aplicada superar um determinado limite. Estudo de materiais com
Estudo da física de
características de sólido e fluido.
materiais contínuos Fluidos não newtonianos não apresentam taxas de deformação
Mecânica dos fluidos proporcionais às tensões cisalhantes aplicadas.
Estudo da física de materiais contínuos que se
deformam quando submetidos a uma força. Fluidos newtonianos apresentam taxas de deformação proporcionais às tensões cisalhantes
aplicadas.

Cronologia[2][3][4][5][6]

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Cientista (ano) Obra Sobre


Arquimedes (287–212 a.C.) Sobre os corpos flutuantes Estabeleceu os princípios básicos do empuxo e da flutuação

Marcos Vitrúvio Polião (90–20 a.C.) Dez livros sobre arquitetura Descreve engenharias para a distribuição de água urbana[7]
Escreveu um tratado sobre os métodos romanos de distribuição de
Sextus Juluis Frontinus (40 – 130) De aquaeductu
água
Expressou o princípio da continuidade de modo elementar; observou
Leonardo da Vinci (1452 – 1519) e fez análises de muitos escoamentos básicos e projetou algumas
máquinas hidráulicas
Estimulou indiretamente a experimentação em hidráulica; revisou o
Galileu Galilei (1562 – 1642) De Motu Antiquiora
conceito aristotélico de vácuo
Demonstrou experimentalmente que a pressão exercida por um
Simon Stevin (1548 – 1620) De Beghinselen des Waterwichts
fluido depende exclusivamente da sua altura[8]
Lezioni accademiche (https://it.wikisource.org/wi Relacionou a altura barométrica com o peso da atmosfera e a forma
Evangelista Torricelli (1608 – 1647)
ki/Lezioni_accademiche) do jato de líquido com as trajetórias relativas à queda livre
Traités de l’équilibre des liqueurs et de la
pesanteur de la masse de l’air (https://fr.wikisour
ce.org/wiki/Trait%C3%A9s_de_l%E2%80%99% Esclareceu totalmente o princípio de funcionamento do barômetro,
Blaise Pascal (1623 – 1662)
C3%A9quilibre_des_liqueurs_et_de_la_pesante da prensa hidráulica e da transmissibilidade de pressão
ur_de_la_masse_de_l%E2%80%99air/Introducti
on)
Explorou vários aspectos da resistência aos escoamentos, a
Isaac Newton (1642 – 1727) Philosophiae Naturalis Principia Mathematica
natureza das ondas e descobriu as contrações nos jatos
Construiu um dispositivo duplo tubo para indicar a velocidade nos
Henri de Pitot (1695 – 1771) escoamentos de água a partir da diferença de altura entre duas
colunas de líquido
Fez muitas experiências e escreveu sobre o movimento dos fluidos
(é de sua autoria o termo "hidrodinâmica"); organizou as técnicas
Daniel Bernoulli (1700 – 1782) manométricas de medidas e, adotando o princípio primitivo de
conservação de energia, explicou o funcionamento destes
dispositivos; propôs a propulsão a jato
Explicou o papel da pressão nos escoamentos; formulou as
equações básicas do movimento e o chamado teorema de
Leonhard Euler (1707 – 1783)
Bernoulli; introduziu o conceito de cavitação e descreveu os
princípios de operação das máquinas centrífugas.

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Jean le Rond d’Alembert (1717 – 1783) Introduziu as noções dos componentes da velocidade e aceleração,
a expressão diferencial da continuidade e o paradoxo da resistência
nula a movimento não uniforme em regime permanente
Formulou os parâmetros de similaridade para predizer as
Antoine Chezy(1718 - 1798) características do escoamento num canal a partir de medidas em
outro canal
Realizou testes de vários bocais, particularmente as contrações e
Giovanni Battista Venturi (1746 – 1822)
expansões cônicas
Estendeu as equações do movimento para incluir as forças
Claude Louis Marie Henri Navier (1785 – 1836) "moleculares"

Contribuiu ao estudo da hidrodinâmica teórica e ao estudo dos


Augustin-Louis Cauchy (1789 - 1857)
movimentos das ondas
Conduziu estudos originais sobre a resistência nos escoamentos e
Gotthilf Heinrich Ludwig Hagen (1797 – 1884)
na transição entre escoamento laminar e turbulento
Realizou testes precisos sobre a resistência nos escoamentos
Jean Louis Poiseuille (1799 – 1869)
laminares em tubos capilares
Estudou experimentalmente a resistência ao escoamento na
Henri Philibert Gaspard Darcy (1803 – 1858) filtração e o escoamento em tubos; iniciou os estudos sobre o
escoamento em canal aberto (realizado por Bazin)
Incorporou a hidráulica nos tratados de Engenharia Mecânica
utilizando resultados de experimentos originais. Descreveu vários
Julius Weisbach (1806 – 1871)
escoamentos e as equações para o cálculo da variação de pressão
nos escoamentos
Desenvolveu muitas técnicas de medidas em tanques de prova e
Willian Froude (1810 -1879) um método de conversão dos dados de resistência de onda e de
camada limite do modelo para o protótipo.
Propôs muitas fórmulas para o cálculo da resistência em
Robert Manning (1816 – 1897) escoamentos em canal aberto

Derivou analiticamente várias relações importantes da Mecânica dos


Fluidos, que variam desde a mecânica das ondas até a resistência
George Gabriel Stokes (1819 – 1903)
viscosa nos escoamentos, particularmente a associada ao
movimento de esferas num fluido
Ernst Mach (1838 – 1916) Foi um dos pioneiros da aerodinâmica supersônica
Osborne Reynolds (1842 – 1912) Descreveu experimentos originais em muitos campos: cavitação,
similaridade de escoamentos em rios, resistência nos escoamentos
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em tubulações. Propôs dois parâmetros de similaridade para


escoamentos viscosos; adaptou a equação do movimento de um
fluido viscoso para as condições médias dos escoamentos
turbulentos
John William Strutt, (1842 – 1919) Investigou a hidrodinâmica do colapso de bolhas, movimento das
o Lorde Rayleigh ondas, instabilidade dos jatos, analogia dos escoamentos laminares
e similaridade dinâmica

Vincenc Strouhal (1850 - 1922) Investigou o fenômeno das "cordas vibrantes"


Estimulou o interesse na utilização da análise dimensional nos
Edgar Buckingham (1867 - 1940)
Estado Unidos da América
Enfatizou a utilização dos princípios da similaridade nos estudos dos
Moritz Weber (1871 – 1951) escoamentos dos fluidos e formulou um parâmetro para a
similaridade capilar
Introduziu o conceito de camada limite. É considerado o fundador da
Ludwig Prandtl (1875 – 1953)
Mecânica dos Fluidos moderna
Propôs muitas inovações nas máquinas hidráulicas e um método
Lewis Ferry Moody (1880 – 1953) para correlacionar os dados de resistência ao escoamento em
dutos, o qual é utilizado até hoje
Foi um dos maiores expoentes da Mecânica dos Fluidos do séc. XX.
Theodore Von Karman (1881 – 1963) Contribuiu de modo significativo para o conhecimento da resistência
superficial, turbulência e fenômeno da esteira
Foi aluno de Prandtl e obteve a solução analítica das equações da
Paul Richard Heinrich Blasius (1883 – 1970) camada-limite. Também demonstrou que a resistência ao
escoamento em tubos está relacionada ao número de Reynolds

Teoria
Os fluidos respeitam a conservação de massa, quantidade de movimento ou momentum linear e momentum angular, de energia, e de entropia. A conservação de quantidade
de movimento é expressa pelas equações de Navier Stokes. Estas equações são deduzidas a partir de um balanço de forças/quantidade de movimento a um volume
infinitesimal de fluido, também denominado de elemento representativo de volume.

Atualmente, o estudo, análise e compreensão da fenomenologia da maior parte dos problemas em dinâmica de fluidos e em transferência de calor, como macro-áreas que
compõem a dinâmica de fluidos, são desenvolvidos através da Modelagem Computacional. Nesta, um modelo matemático é desenvolvido, com base na fenomenologia do
problema considerado. A partir deste modelo, geralmente um sistema de equações diferenciais parciais ou equações diferenciais ordinárias, é desenvolvido um modelo

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computacional ou utilizado um código computacional comercial, para a execução de simulações numéricas, em fluidodinâmica computacional, obtendo-se assim projeções
temporais da solução do problema. Esta solução é condicionado pelas condições iniciais e condições de contorno do problema, que estabelecem as condições de evolução deste
no tempo e no espaço.

A Teoria do Contínuo fundamenta a conceituação teórica que justifica a maior parte das análise em CFD. O fluido, um meio contínuo, é discretizado com base no modelo das
partículas fluidas. Esta abstração conceitua um elemento representativo de volume (representative element of volume, REV). Neste elemento de volume, de micro ou nano
dimensões, uma propriedade ou quantidade física mantem um valor médio, sob as mesmas condições, passível de reprodução em laboratório, sob as mesmas solicitações
externas ao fluido. Assim uma partícula representativa de um volume de fluido, o REV, é o menor volume em que as propriedades do fluido se mantém. As moléculas de um
contínuo vibram constantemente, cessando esta vibração somente no estado de repouso termodinâmico, o zero absoluto. Fisicamente em um REV o caminho médio
percorrido pelas moléculas do fluido entre duas sucessivas é no mínimo da ordem de grandeza das próprias moléculas deste fluido.

Hoje em dia os modernos aviões usam um artifício para driblar a formação de vórtices nas pontas das asas, como o winglet, um pequeno leme na extremidade da asa,
permitindo que pelo menos um metro e meio de asa seja aproveitada na sustentação da aeronave, que é perdida para os vórtices que se formam na sua ausência. O vórtice
ocorre quando o ar mais denso que flui abaixo da asa escapa para a parte superior menos densa, prejudicando sua sustentação naquela ponta de asa. Vórtices no sentido
horário surgem na ponta da asa esquerda, anti-horário na asa direita. Nos profundores não se formam vórtices, pois não há diferença entre densidades do ar nos dois lados da
empenagem.[carece de fontes?]

Experiências recentes dão conta de que uma superfície irregular da fuselagem, tipo "bola de golfe", com aqueles sulcos em concha, tem mais fluidodinâmica do que a mesma
superfície quando plana e polida. Este efeito se verifica com as asas das aves, onde a superfície apresenta um arrasto mínimo, mesmo com a aparente irregularidade das penas.

Também se faz experiência com bordos de ataque enrugados, tais como as nadadeiras de uma baleia, com reais vantagens para as mesmas áreas quando lisas e retas, por
exemplo. Em ambos os casos, diminui-se a resistência do meio e melhora a performance e o consumo de energia de empuxo.

Os navios mais rápidos hoje construídos são aqueles em que o roda de proa (chapa enformada onde convergem a quilha, as balizas reviradas e as longarinas de proa; que é a
parte do navio que corta a água) possui uma longa protuberância ogival abaixo da linha d'água, que permite uma excelente hidrodinâmica ao anular a formação das ondas com
outras ondas de valores contrários.

Tipos de escoamentos
Os escoamentos podem ser classificados quanto à compressibilidade e quanto ao grau de mistura macroscópica.

Um escoamento em que a densidade do fluido varia significativamente é um escoamento compressível. Se a densidade não variar significativamente então o escoamento é
incompressível.

O grau de mistura de um fluido em escoamento depende do regime de escoamento, que pode ser laminar, turbulento ou de transição.

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No regime laminar, as linhas de fluxo são paralelas ao escoamento, fazendo com que o fluido escoe sem que ocorra mistura. Em um duto circular, o escoamento é laminar até
um Coeficiente de Reynolds de aproximadamente 2100.

Na transição entre os regimes laminar e turbulento, percebe-se que as linhas de fluxo se tornam onduladas, o que indica que começa a haver mistura entre uma camada e
outra. Para um duto circular, esse regime ocorre para um valor de Re entre 2100 e 2300.

Para valores de Re acima de 2300, têm-se regime turbulento. Nesta fase, percebe-se uma mistura entre as camadas de fluxo.

Métodos experimentais
O escoamento de fluidos é actualmente estudado por velocimetria laser e por velocimetria por imagem de partículas.

Abordagem computacional
A dinâmica de fluidos tem sido solicitada a fornecer soluções a problemas complexos em hidrodinâmica, projetos de edificações, aeronaves, navios e veículos espaciais, em
hemodinâmica e em biofísica. Nestas áreas a obtenção e o de tratamento de soluções considera um elevado número de dados, informações e variáveis, resultando em densos
sistemas de equações. A modelagem computacional propõe um conjunto de métodos e técnicas para a abordagem destes problemas.

Leis da Hidrodinâmica
Por forma a melhor compreender a física do deslocamento de fluidos em regime não turbulento, criou-se uma série de leis, que levaram à equação de Bernoulli. O que se
estabelece segundo a equação é que

em que é um valor relativo e constante, é uma pressão relativa de outro ponto, corresponde à diferença de alturas entre eles, e à diferença
de velocidades a que se encontram. A equação de Bernoulli está de certo modo relacionada com o porquê dos aviões voarem, e das garrafas de
perfume expelirem líquido quando pressionadas.

O que se passa com as asas do avião é que a sua periferia é feita de tal forma que o ar que passa por cima da asa tem que percorrer um maior percurso em relação ao ar que
passa por baixo da asa. Ou seja, o ar sobre a asa move-se a uma velocidade maior. Dado este fato, a equação de Bernoulli prediz que a pressão acima da asa torna-se menor
que abaixo da asa e, por este motivo, a uma determinada velocidade, a diferença de pressão é suficiente grande para fazer o avião levantar voo.

O mesmo se passa no perfume: ao passar sobre a "boca" do frasco, o tubo estreita-se, sendo o ar nesse ponto obrigado a circular a uma velocidade maior. Assim, isso cria uma
variação de pressão que empurra o perfume para a sua superfície, sendo depois disparado para o ar.

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As equações de Bernoulli não possuem aplicação soberana na mecânica dos fluidos. As complexas Equações de Navier-Stokes são também utilizadas na análise da Mecânica
dos fluidos.

Elas são não-lineares e com uma infinidade de soluções não-analíticas, ou seja, somente obtidas com aporte computacional. São equações que relacionam densidade dos
fluidos, acelerações, variação de pressão, viscosidade e gradientes de velocidade.

Contudo, estas equações podem aproximar boas soluções algébricas quando feitas as devidas aproximações. Assumir, por exemplo, que o fluido é incompressível e sem
viscosidade (idealização) faz com que estas equações sejam simplificadas e permitem soluções mais simples.[9]

Ver também
Convecção
Equações de Navier-Stokes
Modelagem computacional
Equação de momento para os fluidos
Modelos físicos
Mecânica computacional
Método dos elementos finitos
Computação científica
Método das diferenças finitas
Hidráulica
Método dos volumes finitos
Aerodinâmica
Modelo das Partículas Fluidas
Fluido newtoniano
Dinâmica de partículas com dissipação
Fluido não newtoniano
Microfluidos
Fluido complexo
Hidráulica aplicada a tubulações
Fluidodinâmica computacional
Equações Explícitas Para o Fator de Atrito de Darcy-Weisbach

Referências
5. C., Reid, Robert; E., Poling, Bruce (1987). The properties of gases and liquids (htt
1. Weisstein, Eric W. "Fluid mechanics." Eric Weisstein's World of Physics. ps://www.worldcat.org/oclc/14520133) 4th ed ed. New York: McGraw-Hill.
http://scienceworld.wolfram.com/physics/FluidMechanics.html (http://scienceworl ISBN 0070517991. OCLC 14520133 (https://www.worldcat.org/oclc/14520133)
d.wolfram.com/physics/FluidMechanics.html)
6. Roy., Munson, Bruce; Hisao., Okiishi, Theodore (2004). Fundamentos da
2. Günther., Garbrecht,; Research., International Association for Hydraulic (1987). mecânica dos fluidos (https://www.worldcat.org/oclc/57525426). São Paulo:
Hydraulics and hydraulic research : a historical review (https://www.worldcat.org/o Edgard Blücher. ISBN 8521203438. OCLC 57525426 (https://www.worldcat.org/o
clc/18020091). Rotterdam: A.A. Balkema. ISBN 9061916216. OCLC 18020091 (h clc/57525426)
ttps://www.worldcat.org/oclc/18020091)
7. «labtri - 10 livros» (http://www.fau.usp.br/dephistoria/labtri/2.10livros.html).
3. A., Tokaty, G. (1994). A history and philosophy of fluid mechanics (https://www.wo www.fau.usp.br. Consultado em 1 de maio de 2018
rldcat.org/oclc/30031491). New York: Dover. ISBN 0486681033. OCLC 30031491
(https://www.worldcat.org/oclc/30031491) 8. «Simon Stevin» (https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Simon_Stevin&oldid=4
8328132). Wikipédia, a enciclopédia livre. 21 de março de 2017
4. Rouse, Hunter; Ince, Simon (1957). History of Hydraulics. Dover, New York, 1963:
Iowa Institute of Hydraulic Research 9. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS FLUIDOS - Autores: Fox - McDonald - LTC
Editora (no Brasil)

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Ligações externas
Fenômenos de Transporte CEFET/RJ (http://sites.google.com/site/cefetrjalunos/Home/fenomenos-de-transporte)
CFD Online (em inglês) (http://www.cfd-online.com/)
Advanced Simulation Library (http://asl.org.il/)
Coolfluid (https://github.com/andrealani/COOLFluiD/wiki)
Deal.II (http://dealii.org/)
Gerris (http://gfs.sourceforge.net/)
Nektar++ (http://www.nektar.info/)
OpenFOAM (http://www.openfoam.org/)
SU2 code (http://su2.stanford.edu/)
USP - e-Física (https://efisica.atp.usp.br/course/index.php?categoryid=136)

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