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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA Portal Educação CURSO DE LOGÍSTICA DE PETRÓLEO Aluno: EaD

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA Portal Educação

CURSO DE LOGÍSTICA DE PETRÓLEO
CURSO DE
LOGÍSTICA DE PETRÓLEO

Aluno:

EaD - Educação a Distância Portal Educação

AN02FREV001/REV 4.0

CURSO DE LOGÍSTICA DE PETRÓLEO MÓDULO I Atenção: O material deste módulo está disponível apenas
CURSO DE LOGÍSTICA DE PETRÓLEO MÓDULO I
CURSO DE
LOGÍSTICA DE PETRÓLEO
MÓDULO I

Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para este Programa de Educação Continuada. É proibida qualquer forma de comercialização ou distribuição do mesmo sem a autorização expressa do Portal Educação. Os créditos do conteúdo aqui contido são dados aos seus respectivos autores descritos nas Referências Bibliográficas.

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SUMÁRIO A ORIGEM DO PETRÓLEO A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO DERIVADOS DO PETRÓLEO PLATAFORMAS PRÉ-SAL PETRÓLEO
SUMÁRIO A ORIGEM DO PETRÓLEO A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO DERIVADOS DO PETRÓLEO PLATAFORMAS PRÉ-SAL PETRÓLEO
SUMÁRIO
A ORIGEM DO PETRÓLEO
A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO
DERIVADOS DO PETRÓLEO
PLATAFORMAS
PRÉ-SAL
PETRÓLEO E DERIVADOS NO BRASIL
PETRÓLEO E DERIVADOS NO EXTERIOR
O QUE É LOGÍSTICA
PRODUTOS E SERVIÇOS
ESPECIFICIDADES DO PETRÓLEO
FLUXOS LOGÍSTICOS
LEGISLAÇÃO
REGULAÇÃO
TRIBUTAÇÃO
INFRAESTRUTURA

LEGISLAÇÃO

MÓDULO I

1

1.1

1.2

PETRÓLEO

1.3

1.4

1.5

1.6

1.7

MÓDULO II

2

2.1

2.2

LOGÍSTICA

2.3

2.4

MÓDULO III

3

3.1

3.2

3.3

3.4

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MÓDULO IV

MÓDULO IV DEMANDA / OFERTA ESTOQUE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL SUSTENTABILIDADE RECEBIMENTO ARMAZENAMENTO TRANSPORTE
DEMANDA / OFERTA ESTOQUE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL SUSTENTABILIDADE RECEBIMENTO ARMAZENAMENTO TRANSPORTE E
DEMANDA / OFERTA
ESTOQUE
RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
SUSTENTABILIDADE
RECEBIMENTO
ARMAZENAMENTO
TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO
MERCADO DE TRABALHO

4 PROCESSOS

4.1

4.2

4.3

4.4

MÓDULO V

5

5.1

5.2

TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

5.3

5.4

HABILIDADE NECESSÁRIAS PARA TRABALHAR NA ÁREA DE PETRÓLEO E GÁS

5.5

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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MÓDULO I ORIGEM DO PETRÓLEO FIGURA 1: PETRÓLEO FONTE: petroléoaldia. blog (2013) A química se
MÓDULO I ORIGEM DO PETRÓLEO FIGURA 1: PETRÓLEO FONTE: petroléoaldia. blog (2013) A química se
MÓDULO I
ORIGEM DO PETRÓLEO
FIGURA 1: PETRÓLEO
FONTE: petroléoaldia. blog (2013)
A química se encarregou de decifrar a composição do petróleo:

1 PETRÓLEO

1.1

Encontramos várias teorias sobre a origem do petróleo. Entre as escolhidas temos: enormes quantidades de compostos orgânicos depositados nos fundos dos mares. O tempo encarregou-se de compactar as camadas e o aquecimento deu origem ao petróleo.

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QUADRO 1: QUÍMICA DO PETRÓLEO Elemento % Encontrada em 1 Litro de Petróleo Carbono 82%
QUADRO 1: QUÍMICA DO PETRÓLEO Elemento % Encontrada em 1 Litro de Petróleo Carbono 82%
QUADRO 1: QUÍMICA DO PETRÓLEO
Elemento
% Encontrada em 1 Litro de Petróleo
Carbono
82% – O Carbono é o elemento predominante no Petróleo.
Hidrogênio
12% – Atua junto como Carbono formando as moléculas
Nitrogênio
4% – Encontrado na forma de Amina.
Oxigênio
1% – Muito pouco é encontrado.
Sais
0,5% – Raramente aparecem.
Metais
0,5% – Considerados como resíduos.
FONTE: Feltre, Ricardo.
O termo petróleo vem do latim: petroleum (Petrus = pedra e deum = óleo)
Inflamável
Líquido
Petróleo
Densidade menor que a água
Migra da rocha mãe para formações porosas

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1. Para transformar resíduos em petróleo necessitamos de uma temperatura mínima de 49 graus Celsius.
1. Para transformar resíduos em petróleo necessitamos de uma temperatura mínima de 49 graus Celsius.
1.
Para transformar resíduos em petróleo necessitamos de uma temperatura
mínima de 49 graus Celsius.
2.
Para transformar resíduos em GÁS OU GRAFITA necessitamos de uma
temperatura mínima de 177 graus Celsius.
3.
O primeiro campo petrolífero brasileiro foi descoberto em 1968, em Sergipe.
4.
Dizemos que o petróleo é um recuso não renovável por que pode levar milhões
de anos para transformar compostos orgânicos em petróleo, o processo é muito moroso.
O petróleo e o gás são formados em bacias oceânicas protegidas ou
atividade bacteriana influencia a formação do produto.
isoladas.
.A

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1.2 A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO FIGURA 2: FORMAÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO FONTE: Melo, Fernanda
1.2 A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO FIGURA 2: FORMAÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO FONTE: Melo, Fernanda
1.2 A FORMAÇÃO DO PETRÓLEO
FIGURA 2: FORMAÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO
FONTE: Melo, Fernanda (2012).
A conversão do composto orgânico em petróleo é denominada “ maturação ”. A
maturação passa por três etapas: Diagênese, Catagênese e Metagênese.
A decomposição gera o metano biogênico. O aumento de temperatura gera o
“quero gênio”. A pressão pode alterar o querogênio formando o óleo cru. As moléculas do
óleo se dividem produzindo o gás metano e o carbono fica preso a rocha mãe (também
chamada de “rocha fonte”).

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8

A flutuabilidade do petróleo gera uma força motora que o movimenta até encontrar uma camada

A flutuabilidade do petróleo gera uma força motora que o movimenta até encontrar uma camada que seja obstáculo (Obstáculo- é denominado trapa ou armadilha ou rocha capeadora), assim a jazida já está formada.

ou rocha capeadora), assim a jazida já está formada. Diagênese: modificação de um sedimento após sua
Diagênese: modificação de um sedimento após sua deposição inicial. Catagênese é o processo no qual
Diagênese: modificação de um sedimento após sua deposição inicial.
Catagênese é o processo no qual o aumento da pressão faz com que o quero gênio se
modifique formando o petróleo.
A metagênese é uma forma de reprodução encontrada nas briófitas, pteridófitas e nos
celenterados/cnidários.
Querogênio é a parte insolúvel da matéria orgânica modificada por ações geológicas.
FONTE: Petroleum Geoscience Technolog. Disponível em: <www.pgt.com.br>. Acesso em: 17/04/2013.

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FIGURA 3: FORMAÇÃO DO PETRÓLEO FONTE: Passos (1998). A) FATORES CONDICIONANTES DA OCORRÊNCIA DE PETRÓLEO
FIGURA 3: FORMAÇÃO DO PETRÓLEO FONTE: Passos (1998).
FIGURA 3: FORMAÇÃO DO PETRÓLEO
FONTE: Passos (1998).

A) FATORES CONDICIONANTES DA OCORRÊNCIA DE PETRÓLEO EM BACIAS SEDIMENTARES:

Onde há possibilidade de encontrar petróleo? Depósito de areia e cascalho. Areia porosa em ilhas de barreiras rodeadas de lutitas (ardósia argilosa). Depósito de esporão e barra de entradas de baías. Sedimentos de leques submarinos. Bacias profundas ricas em matéria orgânica.

entradas de baías. Sedimentos de leques submarinos. Bacias profundas ricas em matéria orgânica. AN02FREV001/REV 4.0 10

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Sedimentos depositados em lagunas entre o continente e a ilha de barreira. Zona pantanosa ou
Sedimentos depositados em lagunas entre o continente e a ilha de barreira. Zona pantanosa ou

Sedimentos depositados em lagunas entre o continente e a ilha de barreira. Zona pantanosa ou marisma situada entre canais de um delta. Banco de algas porosas e dolomitas.

Para formar uma jazida é necessário: A rocha ser rica em matéria orgânica. O tempo
Para formar uma jazida é necessário:
A
rocha ser rica em matéria orgânica.
O
tempo e a temperatura tem que ser adequado.
A
rocha deve ser porosa (rocha reservatório).
A
rocha deve ser impermeável para reter o petróleo (capeadora).
O
formato da rocha deve favorecer a acumulação do petróleo.
FIGURA 4: RESERVATÓRIO DE PETRÓLEO E GÁS

FONTE: Disponível em: <http://ciencia.hsw.uol.com.br/refino-de-petroleo.htm>. Acesso em: 17 abr. 2013.

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FIGURA 5: PRODUTOS FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988. 1.3 DERIVADOS DE PETRÓLEO A engenharia de petróleo
FIGURA 5: PRODUTOS FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988.
FIGURA 5: PRODUTOS
FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988.

1.3 DERIVADOS DE PETRÓLEO

A engenharia de petróleo atualmente está em um processo muito avançado. Observe a figura abaixo:

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FIGURA 6: NOVOS PRODUTOS FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988. Tipos de plataformas:  Plataforma de elevação
FIGURA 6: NOVOS PRODUTOS FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988. Tipos de plataformas:  Plataforma de elevação
FIGURA 6: NOVOS PRODUTOS
FONTE: ANDERSON, ROGER N.1988.
Tipos de plataformas:
 Plataforma de elevação

1.4 PLATAFORMAS

O tipo de plataforma depende da análise da profundidade do solo marinho, da produção, das características climáticas e marinhas.

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FIGURA 7: PLATAFORMA DE ELEVAÇÃO FONTE: Disponível em: <www.isiengenharia.com.br>. Acesso em: 17 abr. 2013.
FIGURA 7: PLATAFORMA DE ELEVAÇÃO FONTE: Disponível em: <www.isiengenharia.com.br>. Acesso em: 17 abr. 2013.
FIGURA 7: PLATAFORMA DE ELEVAÇÃO
FONTE: Disponível em: <www.isiengenharia.com.br>. Acesso em: 17 abr. 2013.
 Plataforma de gravidade

A estrutura tem pilares enormes que flutuam no mar. Elas sobem durante o transporte e abaixam durante a perfuração.

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FIGURA 8: PLATAFORMA DE GRAVIDADE FONTE: Fogaça, Jennifer Rocha Vargas (2013).  Plataforma de tensão
FIGURA 8: PLATAFORMA DE GRAVIDADE FONTE: Fogaça, Jennifer Rocha Vargas (2013).  Plataforma de tensão
FIGURA 8: PLATAFORMA DE GRAVIDADE
FONTE: Fogaça, Jennifer Rocha Vargas (2013).
 Plataforma de tensão

As plataformas de gravidade estabilizam sob seu próprio peso.

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FIGURA 9: PLATAFORMA DE TENSÃO FONTE: Disponível em: <http://petrofilm.com>. Acesso em: 17 abr. 2013. Na
FIGURA 9: PLATAFORMA DE TENSÃO FONTE: Disponível em: <http://petrofilm.com>. Acesso em: 17 abr. 2013. Na
FIGURA 9: PLATAFORMA DE TENSÃO
FONTE: Disponível em: <http://petrofilm.com>. Acesso em: 17 abr. 2013.
Na plataforma de tensão os cabos de aço são ancorados no solo marinho.

Pronta a estrutura da plataforma passamos para a fase de perfuração. Esta fase pode levar dias ou meses. A perfuração pode ser vertical ou inclinada. Tudo depende das características do reservatório para futura extração dos hidrocarbonetos. O custo benefício é sempre avaliado. Dependendo do reservatório o petróleo pode flutuar naturalmente, em outros casos necessitam de bombas de extração.

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Vale a pena lembrar:  Para existir petróleo é necessário alta temperatura e milhões de

Vale a pena lembrar:

 Para existir petróleo é necessário alta temperatura e milhões de anos de cocção. 
 Para existir petróleo é necessário alta temperatura e milhões
de anos de cocção.
 Se a temperatura ultrapassar o valor necessário para gerar
o petróleo ocorrerá formação de gás.
 O método mais comum para exploração de hidrocarbonetos
é a reflexão sísmica. Os geólogos por meio de amostras do
substrato marinho identificam o potencial de
 armazenamento de petróleo e gás.
 Quando o petróleo e o gás são recuperados usam-se
oleodutos e/ou gasodutos para transporte, que vão desde a
costa até o fundo marinho.
usam-se oleodutos e/ou gasodutos para transporte, que vão desde a costa até o fundo marinho. AN02FREV001/REV

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FIGURA 10: PRÉ-SAL FONTE: Disponível em: <www.petrobras.org.br>. Acesso em: 17 abr. 2013. 1.5 PRÉ-SAL Pré-sal
FIGURA 10: PRÉ-SAL FONTE: Disponível em: <www.petrobras.org.br>. Acesso em: 17 abr. 2013.
FIGURA 10: PRÉ-SAL
FONTE: Disponível em: <www.petrobras.org.br>. Acesso em: 17 abr. 2013.

1.5 PRÉ-SAL

Pré-sal é um conjunto de rochas situadas nas profundidades do litoral brasileiro abaixo de uma camada grossa de sal com capacidade de gerar e acumular petróleo. Normalmente o petróleo encontrado no pré-sal é de boa qualidade (baixa acidez e baixo teor de enxofre). De acordo com o site da Petrobrás (2013), o volume de petróleo recuperável apenas com o Campos de lula e Sapinhoa equivale a todo o volume de petróleo e gás produzido pela Petrobrás em 58 anos.

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1.5 PETRÓLEO E DERIVADOS NO BRASIL FIGURA 11: PETRÓLEO NO BRASIL FONTE: Disponível em:
1.5 PETRÓLEO E DERIVADOS NO BRASIL FIGURA 11: PETRÓLEO NO BRASIL FONTE: Disponível em:
1.5 PETRÓLEO E DERIVADOS NO BRASIL
FIGURA 11: PETRÓLEO NO BRASIL
FONTE: Disponível em: <http://geopoliticadopetroleo.wordpress.com>. Acesso em: 17 abr. 2013.

No Brasil a febre do Petróleo começou em 1892, quando o fazendeiro Eugênio Ferreira de Camargo perfurou o 1º poço, na cidade de Bofete (SP). Ele não obteve sucesso, pois a profundidade do poço era pequena e ele só encontrou água sulfurosa. O CNP, Conselho Nacional de Petróleo foi criado em 1938.

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A primeira jazida, encontrada em 1939, localizava-se em Lobato (BA). 1.7 PETRÓLEO E DERIVADOS NO

A primeira jazida, encontrada em 1939, localizava-se em Lobato (BA).

1.7 PETRÓLEO E DERIVADOS NO EXTERIOR FIGURA 12: MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO FONTE: Rodrigues. LORENNA,
1.7 PETRÓLEO E DERIVADOS NO EXTERIOR
FIGURA 12: MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO
FONTE: Rodrigues. LORENNA, Folha Online (Brasília, 2013).
O petróleo foi usado durante praticamente durante toda a história do ser humano.
mas é somente no final do século XIX com a utilização mais adequada, ele se torna um
bem de primeira necessidade.

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FIGURA 13: DIAGÊNESE FONTE: Disponível em:
FIGURA 13: DIAGÊNESE FONTE: Disponível em:
FIGURA 13: DIAGÊNESE
FONTE: Disponível em: <http://estudante-de-biogeo-11.blogspot.com.br/2009/03/formacao-das-rochas-
sedimentares.html>. Acesso em: 17 abr. 2013.

Vamos recordar?

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FIGURA 14: CATA GÊNESE FONTE: Disponível em:
FIGURA 14: CATA GÊNESE
FIGURA 14: CATA GÊNESE

FONTE: Disponível em: <http://engenhariapetroleogas.blogspot.com.br/2013/01/a-origem-do-petroleo.html>. Acesso em: 17 abr. 2013.

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FIGURA 15: QUEROGENESE 17 abr. 2013. FONTE: Disponível em:
FIGURA 15: QUEROGENESE 17 abr. 2013.
FIGURA 15: QUEROGENESE
17 abr. 2013.

FONTE: Disponível em: <http://guerraquimica.blogspot.com.br/2009/09/xisto-betuminoso.html>. Acesso em:

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FIGURA 16: METAGENESE FONTE: Disponível em: <http://goo.gl/POjqR>. Acesso em: 18 abr. 2013. FIM DO MÓDULO
FIGURA 16: METAGENESE FONTE: Disponível em: <http://goo.gl/POjqR>. Acesso em: 18 abr. 2013. FIM DO MÓDULO
FIGURA 16: METAGENESE
FONTE: Disponível em: <http://goo.gl/POjqR>. Acesso em: 18 abr. 2013.
FIM DO MÓDULO I

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