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PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL


SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO URBANO
SISTEMA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL

TERMO DE REFERÊNCIA – TR 104


POSTO DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS

PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL - PCA

O presente Termo de Referência visa subsidiar à elaboração e apresentação do Plano de Controle


Ambiental–PCA, bem como garantir o cumprimento dos padrões de qualidade do ar/água/solo e,
dependendo das características e particularidades do empreendimento e da área onde está
inserido, os dados apresentados deverão ser aprofundados e/ou prestadas informações
complementares.
INSTRUÇÕES GERAIS:
a) Apresentar os itens na seqüência deste Roteiro;
b) Utilizar as unidades do Sistema Métrico Decimal para as respectivas grandezas envolvidas no
Projeto;
c) A confecção/elaboração dos projetos/desenhos deverá obedecer às Normas Técnicas da
ABNT;
d) Desenhos em escala compatível;
e) Os Projetos deverão, necessariamente, ser apresentados em plantas independentes
para cada sistema de tratamento ou controle proposto;

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f) Deverá ser considerada para projeto toda a contribuição do empreendimento, inclusive de


serviços terceirizados (restaurantes, transportadoras, borracharia, oficina mecânica e outros),
caso existentes;
g) Deverá ser indicado o ponto exato na rede pública ou em cursos d’água caso seja adotada
alguma destas propostas para lançamento final dos efluentes após tratamento;
h) Todos os projetos, laudos técnicos e de levantamentos na área deverão vir acompanhados
das respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica - ART;
i) Os sistemas de tratamento e controle em operação deverão ser avaliados, propondo-se as
devidas adequações de forma que se atenda as Normas Técnicas e legislações pertinentes e
atuais;
j) A reutilização ou o reuso das águas residuárias tratadas ou pré-tratadas, geradas
pela atividade deve ser considerada como alternativa no projeto visando alcançar o
uso racional ou eficiente da água, compreendendo, também no sentido mais
abrangente o controle de perdas e desperdícios durante a operação da atividade,
bem como a minimização da produção de efluentes e do consumo de água;
k) Os projetos deverão vir acompanhados de cronograma físico e de obras, detalhado;
l) Deverá ser observado o atendimento às condições estabelecidas na Resolução do CONAMA
273/2000, Lei Municipal Nº 3866/2001, Norma Técnica 13786, NBR 17505 e demais
legislações pertinentes à atividade.

ROTEIRO

O Plano de Controle Ambiental – PCA deverá contemplar no mínimo:


1. Informações Gerais
1.1 Razão Social (nome e razão social completos da empresa);
1.2 Endereço (endereço completo do estabelecimento);
1.3 Situação do Posto (indicar a situação do estabelecimento: implantação, ampliação,
diversificação ou troca de equipamentos);
1.4 Áreas do Posto (m2)
 Área construída e/ou a ser construída, área livre;
 Área prevista para ampliação;
 Área Total.
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1.5 Mão de Obra - Indicar o número de empregados que trabalham ou trabalharão no


empreendimento. Em caso de ampliação, indicar o acréscimo.
1.6 Início previsto para a operação.
2. Informações de projeto
2.1 Projeto Arquitetônico das instalações;
2.2 Memorial descritivo da atividade: relacionar os serviços oferecidos, combustíveis
armazenados, ano de instalação, quantidade, tipo, material, capacidade, fabricante e
dimensões dos reservatórios;
2.3 Informações sobre a água utilizada
- Fontes de abastecimento: relacionar todas as fontes de abastecimento de água a
serem utilizadas pelo Posto (rio, córrego, poços freáticos, poços profundos, rede pública
de abastecimento, e etc.);
- Usos da água: Relacionar todos os usos da água.
2.4 Águas Residuárias de Processo
Relacionar todos os tipos de despejos líquidos existentes juntamente com os pontos
(equipamentos, operações, etapas, etc.) de origem;
OBS: Os dados de vazão, volume e periodicidade devem ser fornecidos para cada despejo
isoladamente;
2.5 Resíduos sólidos - relacionar todos os pontos de origem e caracterizar e quantificar os
resíduos sólidos gerados na atividade;
2.6 Planta de Implantação geral, contemplando a localização das edificações, unidades de
tratamento proposto e/ou existente, indicando todas as unidades que integram e sua
localização em relação as demais áreas e edificações, limites da área, distância do curso
d’água e etc. Esta planta deverá apresentar necessariamente legenda e quadro
indicativo das áreas (em m2);
2.7 Planta independentes dos sistemas de drenagem para as águas pluviais e para as
águas contaminadas das áreas depósitos, escritórios, sanitários, de descarga e
abastecimento dos tanques, lavagem e lubrificação de veículos, compressores de ar, box
de lavagem, box de troca de óleo e lubrificação, área de armazenagem de óleo queimado,
contendo sua localização, inclinação e indicação das áreas de escoamento, declividade e
material dos pisos, inclusive de áreas descobertas. Essa planta deve conter o
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detalhamento do sistema de coleta, tratamento e afastamento dos efluentes líquidos,


incluindo os sanitários até a sua disposição final;
2.8 Projeto do Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustível - SASC em
conformidade com a NBR 13786 devendo contemplar:
 Condições de assentamento dos tanques e de instalação dos demais equipamentos;
 Operação de descarga de combustível provida de:
 Câmara de calçada impermeável e estanque para contenção de derramamentos;
 Descarga selada (bocal adaptador para descarga selada);
 Válvula anti-transbordamento, instalada no tubo de descarga do tanque.
 Os tanques de armazenamento de combustíveis a serem instalados deverão atender as
seguintes especificações:
 Parede dupla com sensor de monitoramento intersticial, constituído de acordo com
a Norma NBR 13785;
 Câmaras de acesso à boca de visita, estanque e impermeável;
 Válvula de retenção de esfera flutuante instalada na tubulação de respiro;
 Tubulações: especificar material, tipo, diâmetro e assentamento, para as linhas de
descarga à distância, descarga direta, abastecimento, exaustão de vapores, eliminador
de ar e retorno do filtro de diesel;
 As tubulações deverão atender às seguintes especificações:
 As tubulações de sucção deverão ser flexíveis e não metálicas (permeabilidade
menor ou igual a 2,0 g/m2.dia);
 As tubulações de respiro deverão atender às seguintes especificações: parte
enterrada: flexível e não metálica (permeabilidade menor ou igual a 2,0 g/ m.dia);
parte aérea: metálica;
 As tubulações que trabalham sob pressão positiva deverão ser flexíveis,
encamisadas e não metálicas;
 As tubulações de descarga à distância deverão ser flexíveis e não metálicas
(permeabilidade menor ou igual a 2,0 g/m.dia).
 Unidades de abastecimento: indicar a quantidade, especificando o tipo e característica
das bombas e número de bicos.

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As unidades de abastecimento (bomba) deverão estar providas dos seguintes


equipamentos:
 Câmara de contenção estanque e impermeável, com sensor de detecção de
líquidos;
 Válvula de retenção (check valve) junto à bomba (com eliminação da válvula de pé,
instalada no interior do tanque), incluindo as unidades de abastecimento de diesel
quando não estiverem ligadas à sistema de filtragem.
 Sistema de filtragem de diesel: quantidade, tipo de filtro, capacidade do reservatório,
característica da bomba e número de unidades de abastecimento ligadas ao
reservatório, especificando os seguintes acessórios:
 Possuir câmara de contenção estanque e impermeável dotada de sensor de
líquidos, destinada a conter os vazamentos decorrentes das conexões das
tubulações e dos componentes do sistema de filtragem (bomba, filtro e
reservatório);
 Válvula de retenção junto à bomba do sistema de filtragem;
 A parte enterrada da tubulação situada entre o reservatório de diesel filtrado e a
bomba da unidade de abastecimento e a parte enterrada da tubulação do
eliminador de ar deverão ser flexíveis, encamisadas e não metálicas.
2.9 Planta baixa do Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustível- SASC, contendo
a localização projetada dos tanques, inclusive de óleo queimado, as tubulações (de
descarga, de abastecimento e de exaustão de vapores), unidades de abastecimento
(bombas), sistema de filtragem de diesel, projeção de cobertura da área de
abastecimento, bacias de contenção (para tanques aéreos), compressores para sistema de
gás natural veicular (GNV). Esta planta deverá apresentar legenda e quadro
indicativo das áreas (em m2);
2.10 Cortes e detalhes contendo o detalhamento dos tanques, sistemas e demais equipamentos
que compõe o Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustível- SASC, sistema de
descarga (direta e à distância), unidades de abastecimento, linhas ao tanque e sistema de
filtragem;
2.11 Projeto básico especificando os equipamentos, sistemas de monitoramento, proteção e
sistemas de detecção de vazamento dos tanques, inclusive para o tanque de óleo
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queimado, se for subterrâneo;


2.12 Planta baixa de implantação do sistema de monitoramento eletrônico de vazamento;
2.13 Sistema de Drenagem para as Águas Pluviais - apresentar uma descrição detalhada do
sistema de captação, transporte e destino final das águas pluviais.
Para áreas impermeabilizadas de coberturas, terraços, telhados ou pavimentadas maiores
que 500 m2. Projeto que contemple dispositivo de infiltração ou estocagem (retenção) das
águas pluviais para uso futuro, que minimizem os efeitos da impermeabilização do solo
cuja capacidade deverá ser calculada com base na seguinte equação: V= 0,15. Ai. IP. T,
onde:
V= Volume do reservatório de retenção (m 3)
Ai= Área impermeabilizada (cobertura) (m 2);
IP= Índice Pluviométrico = 0,05 m/h;
t = Tempo de duração da chuva = 1 (uma) hora.
2.14 Descrição dos Sistemas de Tratamento e de disposição final das águas residuárias
provenientes das áreas sujeitas a vazamento de derivados de petróleo e/ou resíduos
oleosos (pátio de abastecimento, lavagem de veículos, área de descarregamento dos
tanques subterrâneos, lavagem de veículos, troca de óleo, lubrificação, oficina mecânica e
outros, contemplando inclusive: memória de cálculo, plantas, cortes e detalhes e
localização.
 Fornecer a descrição detalhada dos sistemas de tratamento proposto para
os despejos. Caso haja tratamento preliminar de algum despejo isoladamente
apresentar em separado. O Sistema de tratamento deverá ser acompanhado de
justificativa técnica baseada na literatura de outras fontes e/ou dados experimentais
que demonstrem a sua validade para o objeto a que se destina;
 Justificar as vazões e o regime de operação (contínuo, descontnuo, etc)
adotados no projeto do sistema de tratamento;
 Apresentar dimensionamento completo e detalhado de todas as unidades de
tratamento, especificando todos os parâmetros usados e necessários a sua perfeita
compreensão;
 As águas servidas geradas na pista de abastecimento deverão ser tratadas
através de SAO, dotado de placas coalescentes, não podendo receber as águas pluviais
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advindas das coberturas ou dos demais pisos. As águas tratadas desta caixa deverão
ser lançadas na Rede Pública de Esgoto, e em caso de não existente, não poderão ser
lançadas em sumidouros ou rede de água pluvial sem tratamento previsto de
hidrocarbonetos dissolvidos;
 Projeto do sistema de tratamento e de disposição final para as águas
servidas geradas no setor de lavagem de veículos que deverão ser tratadas por
sistema de tratamento exclusivo de caixa separadora de areia e SÃO;
 O local destinado à lavagem de veículos deverá estar em conformidade com
o Artigo 128 da Lei Municipal Nº 2909/92, distante 10 metros do logradouro público e
5 metros das divisas ou em compartimento devidamente fechado;
 O efluente da lavagem dos veículos que for lançado em galeria de águas
pluviais ou sumidouro, após a caixa separadora, deverá passar por uma fossa séptica;
 Apresentaras características físico-químicas prováveis para os efluentes finais de cada
sistema de tratamento;
 No caso especifico de qualquer sistema de tratamento que se utiliza de
infiltração no solo apresentar:
 Resultado do ensaio de infiltração executado conforme a
NBR 13969 da ABNT, indicando em Planta a locação dos pontos nos quais foram
efetuados os testes;
- Dimensionamento completo do sistema;
 Considerações sobre a não contaminação do lençol subterrâneo, no caso de
despejos que contenham produtos ou substâncias potencialmente tóxicas.
2.15. Projeto do Sistema de Coleta, Tratamento e Disposição Final do Esgoto Sanitário em
conformidade com a NBR 7229/93 e 13969/97,se existente, contemplar a avaliação da sua
eficiência, indicando o número de pessoas atendidas contemplando nos dois casos
memória de cálculo do dimensionamento, plantas, cortes, detalhes e implantação;
2.16. Projeto para o acondicionamento e armazenamento dos resíduos oleosos contaminados
com óleo e graxas (embalagens vazias de produtos químicos, areia contaminada, estopa,
filtros de óleo e etc), provido de piso impermeável e coberto, contemplando o
encaminhamento de resíduos líquidos provenientes da lavagem deste setor para caixa
separadora de óleo, encaminhando-se perdas e/ou águas servidas à caixa separadora de
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óleo;
2.17. Projeto de armazenamento do óleo queimado e do óleo recolhido nas caixas separadoras
que deverá ser armazenado em tanques subterrâneos de parede dupla dotados de
sensores de monitoramento intersticial ou em tanques aéreos situados em bacia de
contenção, ou em tambores localizados em área dotada de bacia de contenção e coberta,
possuir piso impermeável e local coberto. Informar a forma de recolhimento, tipo de
reservatório, sistema de armazenamento, disposição final;
2.18. Projeto das áreas de abastecimento, descarga, lavagem de veículos e troca de óleo:
material do piso, declividade, especificação e dimensionamento do sistema de drenagem:
- As áreas de abastecimento deverão ser dotadas de cobertura;
- Os pisos do estabelecimento deverão ser construídos com as seguintes especificações:
 Pista de abastecimento – piso em concreto armado com caimento para sistema de
drenagem que deverá estar localizado internamente à projeção da cobertura e
direcionado para o SAO – Sistema Separador de Água e Óleo;
 Área de descarga – piso em concreto armado com caimento para sistema de
drenagem e direcionado para SAO próprio ou da pista de abastecimento.
 Área de lavagem – o piso deverá drenar as águas servidas para sistemas de
tratamento, não possibilitando seu acúmulo e/ou infiltração.
2.19. Projeto de Caixa de Gordura, para setores de copa/cozinha em conformidade com a NBR
8160/99, contemplando, dimensionamento, planta, cortes e detalhes e implantação;
2.20. Projeto de abrigo para estocagem transitória dos resíduos sólidos comuns (lixo), construído
em alvenaria, fechado e dotado de dimensões suficientes para armazenar a produção de
no mínimo 03 (três) dias, com empilhamento máximo de 1,20 m;
- Abertura telada que possibilite uma área mínima de ventilação correspondente a 1/20
da área do piso e não inferior a 0.20m2. A tela destinada para área de ventilação
deverá possuir no mínimo malha #16;
- Revestimento interno (piso e paredes) com material liso, resistente, lavável,
impermeável e de cor branca;
- Piso com caimento mínimo de 2% para o lado oposto a entrada, com a instalação de
ralo sifonado ligado à rede de esgoto sanitário;
- Porta com abertura para fora, dotada de proteção inferior, dificultando o acesso de
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vetores e ponto de água próximo.


2.21. Apresentar Manual de Instalação de todos os sistemas e unidades de tratamento,
suficientemente detalhado.

Campo Grande, maio de 2008.

Diretor do Departamento de
Controle da Qualidade Ambiental

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