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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE ALAGOAS

DIRETÓRIO ACADÊMICO “2 DE MAIO”

ESTATUTO

TITULO I – Das Disposições Fundamentais

CAPITULO I – Da Natureza, Sede, Duração e Fins

Arto 1 – O Diretório Acadêmico “2 de Maio”, que usará a sigla D.A. “2 de Maio”,


fundado oficialmente em 02 de Maio de 1968, com personalidade jurídica de direito
privado sem fins lucrativos, é entidade básica de representação dos estudantes da
faculdade de medicina na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
(UNCISAL), sendo coordenação local da Direção Executiva Nacional dos Estudantes
de Medicina (DENEM).

Arto 2 – O Diretório Acadêmico “2 de Maio” tem sede na Rua Doutor Jorge de Lima,
113, segundo andar, bairro Trapiche da Barra, na Cidade de Maceió – Alagoas; e
durará por tempo indeterminado.

Arto 3 – O Diretório Acadêmico “2 de Maio” tem por princípios:


I – O Estado de Direito;
II – A Defesa da vida;
III - A educação pública e gratuita de qualidade e de acesso universal;
IV - A educação médica voltada às reais necessidades da população alagoana e
brasileira;
V - A independência em relação a movimentos de cunho estritamente partidário;
VI - A defesa do Sistema Único de Saúde enquanto um sistema público de saúde,
gratuito e de qualidade;
VII – A defesa do povo alagoano no que diz respeito à Saúde.

Arto 4°- São atribuições do Diretório Acadêmico “2 de Maio”:

I - Defender a vida em todas as frentes, principalmente no âmbito da saúde;


II - Promover movimentos locais que busquem a melhoria da qualidade da educação
médica;
III - Planejar, coordenar, programar e realizar eventos voltados aos acadêmicos de
medicina da UNCISAL;
IV - Representar, com exclusividade, o corpo Discente do curso médico da UNCISAL,
em todos os âmbitos e níveis;
V - Unir e mobilizar os estudantes na defesa de seus direitos;
VI - Defender a educação e a saúde públicas gratuitas e de qualidade em todos os
níveis;
VII - Promover, em âmbito local, as ações previstas pela DENEM.
CAPITULO II – Dos Símbolos

Arto 5 – O Diretório Acadêmico “2 de Maio” terá seu próprio emblema, que deverá ser
usado, em conjunto, com o emblema da UNCISAL.

TITULO II – Da Constituição, Poderes e Competência

CAPITULO I – Da Constituição

Arto 6 – O Diretório Acadêmico “2 de Maio” é constituído por todos os alunos de


Graduação e Pós-Graduação no curso médico da UNCISAL, que desempenhem ou
não suas atividades na sede da entidade.

Arto 7 – Os alunos do Primeiro Ano Medico da UNCISAL estarão automaticamente


inscritos no Diretório Acadêmico “2 de Maio”.

Arto 8 – Os membros da Executiva do Diretório Acadêmico “2 de Maio” não poderão


inscrever-se em outro Diretório ou Centro Acadêmico da mesma instituição de ensino
superior ou de outra, com exceção ao Diretório Central dos Estudantes da UNCISAL

CAPITULO II – Dos Poderes

Arto 9 – São poderes do Diretório Acadêmico “2 de Maio”:


I – A Assembleia Geral;
II – A Executiva;
III – O CORETUR.

CAPITULO III – Da Assembleia Geral

Arto 10 – A Assembleia Geral é o fórum máximo de deliberação e normatização, do


qual, participam, com direito a voz e voto, todos os estudantes de medicina da
UNCISAL presentes.

Arto 11 – A Assembleia Geral se instalará em primeira convocação com a presença


mínima de 50% dos estudantes matriculados regularmente, em segunda convocação,
automaticamente marcada para 30 (trinta) minutos após a primeira com “quórum” de
10%.

§ Único – A convocação será pública em sala de aula, feita no máximo 48 horas


antes, por documento assinado por 20% dos alunos de medicina da UNCISAL.

Arto 12 – Compete a Assembleia Geral:


a) Apreciar, discutir e elaborar soluções para problemas que envolvam toda a
Faculdade e/ou os Estudantes de Medicina que nela estudam;
b) Fiscalizar os atos cometidos pelos membros do Diretório Acadêmico “2 de Maio”;
c) Apreciar, caso haja discordância interna, a prestação de contas das Tesourarias
do Diretório Acadêmico, após o parecer do Conselho Fiscal;
d) Apreciar a prestação de contas das tesourarias, caso o conselho Fiscal as tenha
julgado incorretas, e não tenham sido encontradas soluções para sua correção
pela Executiva do Diretório Acadêmico;
e) Penalizar qualquer estudante de medicina que cometa atos ilícitos para com o
Diretório Acadêmico “2 de Maio”, sendo ele membro da Executiva ou não;
f) Suspender as sanções impostas aos estudantes por este mesmo poder;
g) Reformar o presente Estatuto.

§ Único – As penas impostas pela Assembleia Geral são censura pública e/ou retirada
do direito de se exercer quaisquer um dos poderes do D.A. “2 de Maio”.

CAPITULO IV – Da Executiva

Arto 13 – A Executiva é a instância imediatamente inferior à Assembleia Geral,


composta de: Coordenação Geral e Coordenações de Área: Coordenação Científica,
Coordenação de Comunicação e Cultura, Coordenação de Educação Médica e
Assistência Estudantil, Coordenação Local de Estágios e Vivências, Coordenação de
Extensão e Ação Social, Coordenação de Políticas de Saúde, Coordenação de
Esporte e Lazer e Coordenação de Infraestrutura.

Arto 14 – Compete à Executiva:


a) Elaborar o calendário comum da entidade;
b) Referendar os calendários de suas Coordenações;
c) Apreciar os pedidos de licença, até 60 dias, de quaisquer de seus membros;
d) Aprovar as indicações feitas para ocupação de cargos não eleitos em suas
coordenações;
e) Promover o desenvolvimento do Movimento Estudantil;
f) Nomear, contratar, licenciar, punir e demitir funcionários do D.A. “2 de Maio”;
g) Lutar pelos Direitos dos Estudantes de Medicina, individual ou coletivamente,
desde que não haja apreciação do individual em detrimento ao coletivo;
h) Integrar os Estudantes de Medicina;
i) Propor mudanças para a melhoria da Educação e da Saúde públicas municipais,
estaduais e federais;
j) Deliberar sobre gastos referentes a despesas de interesse do D.A. “2 de Maio”;
k) Representar o D.A. “2 de Maio” no Conselho de Entidades de Base do Diretório
Central dos Estudantes da UNCISAL e/ou em todas as suas instâncias.

SEÇÃO I – Da Coordenação Geral

Arto 15 – A Coordenação Geral é composta pelos dois Coordenadores Gerais, até


dois Secretários Gerais e até dois Coordenadores financeiros do D.A. “2 de Maio”.

Arto 16 – Compete à Coordenação Geral:


a) Atuar junto às demais coordenações;
b) Controlar as contas do D.A. “2 de Maio”;
c) Promover, em conjunto com a Coordenação de Área responsável, eventos de
todos os cunhos;
d) Coordenar, Ajudar e Prestar contas dos trabalhos de suas coordenações;
e) Acatar as decisões da Executiva ou da Assembleia Geral que lhe dizem respeito,
ou ao D.A. “2 de Maio”;
f) Manter em dia a documentação do D.A. “2 de Maio”;
g) Realizar contatos periódicos com a Direção Nacional dos Estudantes de Medicina
(DENEM), com a Regional Nordeste I e seus D.A.s/C.A.s membros.

SEÇÃO II – Da Coordenação Científica

Arto 17 – A Coordenação Científica é composta por um coordenador e quantos


membros da executiva desejarem a ela se vincular.
Arto 18 – Compete à Coordenação Científica:
a) Debater a produção científica e como ela vem se desenvolvendo na
Universidade, especialmente no que se refere ao seu papel social;
b) Promover eventos científicos suplementares à graduação, atendendo aos
interesses estudantis;
c) Estimular a produção científica de perspectiva abrangente e interesse social,
combatendo também aquelas de caráter estritamente mercadológico;
d) Articular-se com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, fiscalizando sua
atuação.

Seção III – Da Coordenação de Comunicação e Cultura

Arto 19 – A Coordenação de Comunicação e Cultura é composta por um coordenador


e quantos membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 20 – Compete à coordenação de Comunicação e Cultura:


a) Divulgar eventos e atividades do D.A. “2 de Maio”;
b) Publicar o jornal periódico com frequência definida pela gestão;
c) Fazer manutenção dos murais e demais meios de comunicação do D.A. “2 de
Maio”;
d) Promover e/ou apoiar eventos de caráter cultural e artístico na UNCISAL;
e) Fomentar discussões e atuar na comunidade interna e externa, utilizando as
práticas culturais como meio de transformação social.

SEÇÃO IV – Da Coordenação de Educação Médica e Assistência Estudantil

Arto 21 – A Coordenação de Educação Médica e Assistência Estudantil é composto


por um coordenador e quantos membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 22 – Compete à Coordenação de Educação Médica e Assistência Estudantil:


a) Fomentar a discussão em torno do tema EDUCAÇÃO, com maior
aprofundamento em educação médica;
b) Discutir o currículo do curso médico, avaliando e propondo mudanças;
c) Participar e realizar eventos relacionados à educação médica;
d) Realizar reuniões periódicas com o CORETUR;
e) Identificar as demandas relacionadas à assistência estudantil e lutar pelas suas
concretizações;
f) Fomentar a discussão em torno do papel da graduação em medicina;
g) Atuar no Colegiado do Curso de Medicina, nas comissões e conselhos.

SEÇÃO V – Da Coordenação Estágios e Vivências

Arto 23 – A Coordenação de Estágios e Vivências é composta por um coordenador e


quantos membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 24 – Compete à Coordenação de Estágios e Vivências:


a) Estar vinculada a DENEM e consequentemente a IFMSA;
b) Promover, divulgar e dar assistência para a concretização dos estágios tanto
nacionais quanto internacionais;
c) Estar sempre atualizada através da lista de e-mails e com os Coordenadores
Nacionais;
d) Pelo menos uma vez ao ano, fazer uma oficina ou plantão para tirar duvidas
dos interessados;
e) Quanto à divulgação: deve ser realizada através de panfletos cedidos pela
DENEM, divulgando-os por meio de malas diretas através de e-mail ou pelos
websites de turma que possam existir, fixando cartazes pela faculdade sobre
como é a estrutura da CEV e, se houver oportunidade, trazendo experiências
de intercambistas que passaram por algum estágio na UNCISAL, no jornal
periódico.
f) Ao término de um estágio, seja recebendo estudantes ou aqueles que vão a
outros estados ou países, cobrar um relatório com a estrutura que o atual
CLEV (Coordenador Local de Estágios e Vivências) desejar.

SEÇÃO VI – Da Coordenação de Extensão e Ação Social

Arto 25 – A Coordenação de Extensão e Ação Social é composta por um coordenador


e quantos membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 26 – Compete à Coordenação de Extensão e Ação Social:


a) Desenvolver atividades de cunho extensionista, baseadas na demanda da
comunidade e que visem a mudanças sociais;
b) Fomentar discussões relativas à extensão universitária e seu papel social;
c) Articular-se com a comunidade e com os movimentos sociais, buscando seus
interesses;
d) Manter contato com a Pró-Reitoria de Extensão da UNCISAL, fiscalizando sua
atuação e intervindo de modo a garantir que a atividade extensionista na
Universidade esteja de acordo com os interesses da comunidade.

SEÇÃO VII – Da coordenação de Políticas de Saúde

Arto 27 – A Coordenação de Políticas de Saúde é composta por um coordenador e


quantos membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 28 – Compete à Coordenação de Políticas de Saúde:


a) Lutar no sentido de construir um espaço regular para o exercício do controle
social nos serviços e nas burocracias da gestão da saúde;
b) Posicionar-se teoricamente no Diretório Acadêmico no intuito de capacitar seus
membros a entender a estrutura do sistema de saúde, seus setores e as
intervenções possíveis, que cabem ao estudante e ao profissional de saúde;
c) Articular-se com os principais responsáveis pela gestão do sistema na
universidade e além dela;
d) Denunciar omissões nos serviços instalados e intervir quando necessário
garantir saúde – em todas as suas dimensões – à comunidade.

SEÇÃO VIII – Da Coordenação de Esportes

Arto 29 – A Coordenação de Esportes é composta por um coordenador e quantos


membros da executiva desejarem a ela se vincular.

Arto 30 – Compete à Coordenação de Esportes:


a) Promover e organizar eventos esportivos internos;
b) Divulgar eventos esportivos externos;
c) Organizar delegações de atletas de medicina para eventos esportivos externos.

SEÇÃO IX – Da Coordenação de Infraestrutura


Artº 31 – Compete a Coordenação de Infraestrutura:
a) Adquirir recursos para reformar a infraestrutura, objetos e materiais do DA;
b) Reformar a parte física e estrutural do DA e anexos;
c) Organizar a parte material para eventos do DA e/ou da universidade;
d) Participar de outros eventos organizados pelo DA.

CAPITULO V – Do Conselho de Representantes de Turma

Arto 32 – O Conselho de Representantes de Turmas (CORETUR) é órgão consultivo,


composto pelos representantes de turma de cada ano do curso médico da UNCISAL e
dos membros da Coordenação de Educação Médica e Assistência Estudantil.

§ Único – O Presidente do CORETUR será o Coordenador de Educação Médica e


Assistência Estudantil do D.A. “2 de Maio” ou qualquer dos membros por ele indicado.

Arto 33 – O CORETUR se instalará por solicitação da Executiva do D.A. “2 de Maio”,


em primeira convocação, com quórum livre.

§ Único – A convocação será por meio de ofício circular e feita 48 horas antes.

Arto 34 – Compete ao CORETUR:


a) Apreciar, discutir e elaborar soluções para problemas que envolvam toda a
Faculdade e/ou os Estudantes que nela estudam;
b) Analisar e, se necessário, propor à Assembleia Geral uma pena para atos ilícitos
cometido por estudante para com o D.A. “2 de Maio”, sendo ele membro da
Executiva ou não;
c) Propor a Assembleia Geral a suspensão de sanções impostas aos estudantes;
d) Integrar as turmas do curso médico da UNCISAL;
e) Manter aberto o diálogo com os D.A.s, C.A.s e o D.C.E. da UNCISAL;
f) Propor reformas para o presente Estatuto;
g) Reunir-se com a frequência definida pela Coordenação de Educação Médica e
Assistência Estudantil, e sempre que necessário, com a Executiva, para a
apreciação de assuntos de sua competência;

TITULO III – Dos Órgãos Auxiliares

Arto 35 – É Órgão Auxiliar da Executiva do D.A. “2 de Maio”:


I - O Departamento Jurídico;

CAPITULO I – Do Departamento Jurídico

Arto 36 – O Departamento Jurídico é um órgão consultivo do D.A. “2 de Maio”, sendo


constituído de profissionais cursando ou já formados em Direito.

§o 1 – Para integrar o Departamento Jurídico não são exigidas as condições previstas


nos artigos 6 deste Estatuto;

§o 2 – Não será permitida a acumulação de funções, exceto na falta de pessoas


interessadas em assumirem o cargo em questão.

TITULO IV – Da Declaração dos Direitos

CAPITULO I – Dos Direitos e Deveres dos Associados


Arto 37 – São direito dos Associados do D.A. “2 de Maio”:
I - Participar das Assembléias Gerais do D.A. “2 de Maio” com direito a voz e a voto;
II - Participar das reuniões da Executiva do D.A. “2 de Maio” com direito a voz, mas
não a voto;
III - Participar dos eventos realizados pelo D.A. “2 de Maio” como participante e/ou
organizador, desde que atenda aos seguintes requisitos:
a) – Ter sido inscrito no prazo regulamentar;
b) – Não estar cumprindo sanção;
c) – Satisfazer as condições exigidas pelo regulamento;
d) – Provar que está matriculado na UNCISAL.

§ Único – Aos professores da Instituição a que o D.A. “2 de Maio” está vinculado, será
permitido integrar os órgãos e poderes da Entidade, até onde permitido por este
Estatuto, desde que indicados pelo Presidente.

Arto 38 – Os estudantes matriculados em mais de uma Instituição de ensino superior


terão o direito de optar, não podendo participar da Executiva se já estiver participando
de outra.

Arto 39 – São deveres do Associado:


I - Não se inscrever noutra Executiva, ou qualquer outra representação acadêmica,
exceto o Diretório Central dos Estudantes da UNCISAL;
II - Observar, com rigorosa disciplina, as medidas que zelem pela boa ordem das
promoções do D.A. “2 de Maio”;
III - Comparecer à sede do D.A. “2 de Maio” quando solicitado;
IV - Acatar as decisões do D.A. “2 de Maio” que lhes dizem respeito, individualmente,
como membro ou como dirigente;
V - Comparecer às reuniões, assembleias e/ou competições, quando convocados.

TITULO V – Do exercício do poder

CAPITULO II – Das Condições para exercício dos poderes

Arto 40 – São condições para o exercício dos poderes:


I - Na Assembleia Geral: ser estudante de medicina, matriculado regularmente na
UNCISAL;
II - Na Executiva: ser estudante de medicina, matriculado regularmente na UNCISAL e
eleito por voto direto pelos alunos do curso de medicina desta Instituição, ou
referendado em reunião dos membros da Executiva;
III - No CORETUR: ser estudante de medicina, matriculado regularmente na UNCISAL
e eleito por voto direto pelos membros de sua turma;
V – Não estar respondendo por crime municipal, estadual e/ou federal, que de alguma
forma venha a comprometer a boa imagem do D.A. “2 de Maio” ou da UNCISAL,
segundo parecer da Assembleia Geral.

Arto 41 – Perderá o mandato o membro de um Poder:


I - Que faltar, sem justificativa, quatro reuniões ordinárias consecutivas ou seis
alternadas;
II - Que tiver desempenho insatisfatório ou comportamento incompatível com o
mandato, a juízo do respectivo poder;
III – O membro que não cumprir as especificações estatutárias e regimentais do D.A.
“2 de Maio” , de forma que se caracterize o dolo;
IV - O estudante que estiver respondendo por crime Municipal, estadual e/ou federal
durante seu mandato na Executiva, só continuará a exercer seu cargo no D.A. “2 de
Maio” após parecer da Assembleia Geral, que dirá se seu crime compromete ou não a
boa imagem do D.A. “2 de Maio” ou da UNCISAL.

Arto 42 – A conclusão do Curso não interromperá, necessariamente, o exercício do


mandato, podendo o estudante continuar no cargo até o fim do seu mandato.

CAPITULO III – Das eleições da Executiva

Arto 43 – A eleição para renovação da Executiva do Diretório Acadêmico “2 de Maio”


será realizada anualmente, mediante sufrágio universal e voto secreto e direto para
um mandato de 01 (um) ano, após o qual poderá ocorrer reeleição.

§ Único – Os membros eleitos da Executiva ocuparão as vagas respectivas a que


concorreram.

Arto 44 – As Chapas deverão ser registradas segundo edital, divulgando 20 (vinte)


dias antes do pleito, com informações sobre data, vagas e local das inscrições, assim
como data, local e horário das eleições, que deverão ter 8 (oito) dias uteis de
inscrição, 15 (quinze) dias corridos de campanha e ocorrer o pleito até 5 (cinco) dias
uteis depois do último dia de campanha das chapas.

§ Único – As eleições deverão ser feitas no máximo 15 (quinze) dias antes do termino
do ano letivo, desde que o ano letivo termine antes do ano corrente, caso contrario
serão feitas as eleições 30 (trinta) dias antes do termino do ano corrente.

Arto 45 – A chapa eleita dos membros da Executiva será aquela que obtiver, pelo
menos, a maioria simples dos votos válidos.

§o 1 – Em caso de empate, será realizada nova eleição com o prazo mínimo de 48


(quarenta e oito) horas depois e em dia letivo;

Arto 46 – A Eleição somente será válida, em primeiro escrutínio, se contar com, pelo
menos, 20% (vinte por cento) dos votos do corpo Discente do curso de medicina da
UNCISAL.

§ Único – Não havendo quórum para a validade do pleito, será realizado um novo
escrutínio 2 (dois) dias depois, e, cujos resultados serão válidos independente do
quórum.

Arto 47 – A chapa eleita tomará posse oficialmente no dia primeiro de janeiro do ano
subsequente a eleição, sob pena de se processar uma nova eleição, e sua posse
representativa frente aos estudantes deverá ser no 1º dia letivo dos veteranos.

§ Único – Não é necessária a presença de todos os membros da chapa no momento


da posse, podendo os faltosos assumir o cargo posteriormente.

CAPITULO III – Da eleição do CORETUR

Arto 48 – A eleição para renovação do CORETUR será realizada mediante eleição


anual do líder de turma, em cada turma, no mesmo período da eleição da Executiva,
com voto secreto e direto para um mandato de 01 (um) ano, após o qual poderá
ocorrer reeleição.

§o 1 – A chapa de eleição deverá conter local apropriado onde o eleitor deverá colocar
o ano que cursa e o nome do colega que o mesmo indica para líder de turma.
§o 2 – A eleição do representante do 1º ano no CORETUR deverá ser realizada pela
Executiva, no primeiro mês letivo, em aula que reúna toda a turma.

CAPITULO II – Das Penalidades

Arto 49 – Serão aplicados aos Associados que infringirem este Estatuto e/ou que
tiverem comportamento incompatível com o mandato em qualquer dos poderes:
I - Exclusão da Executiva e/ou do CORETUR;
II - Censura pública;
III - Perda do direito de se candidatar a qualquer dos poderes do D.A. “2 de Maio”.

TITULO VI – Disposições Gerais e Transitórias

CAPITULO I – Das Disposições Gerais

Arto 50 – Para disciplinar suas promoções, complementando dispositivos deste


Estatuto, a Executiva aprovará regulamentos, dos quais dará pleno conhecimento aos
seus associados.

Arto 51 – O D.A. “2 de Maio” só poderá ser dissolvido se o curso de graduação de


Medicina da UNCISAL for extinto, cabendo aos seus membros, em Assembleia Geral,
dar destino ao patrimônio da Entidade.

Arto 52 – Poderá propor reformas para o presente Estatuto a sua Executiva, o


CORETUR ou 25% mais 1 dos componentes do D.A. “2 de Maio”.

Arto 53 – Não terá direito a recebimento de certificado como membro efetivo da


Executiva do D.A. “2 de Maio” os componentes que tiverem menos de 75% de
frequências nas reuniões ordinárias e extraordinárias de quaisquer dos poderes que
participe no D.A, contendo nestes uma carga horária não inferior a 360 horas anuais.

§ Único – A participação em atividades promovidas pelo D.A. “2 de Maio” será


contabilizada como 1 (uma) presença para cada dia de participação, podendo
substituir, para cada dia presente, 1 (uma) falta em reuniões ordinárias.

Arto 54 – Os membros da Executiva, uma vez encerrados seus mandatos, não são
responsáveis pelas obrigações contraídas em nome do D.A. “2 de Maio” em virtude do
ato de gestão, salvo em caso comprovado de irregularidades.

Arto 55 – A normatização e funcionamento do D.A. “2 de Maio” deverá constar no


Regimento Interno do mesmo a ser submetido a avaliação da Executiva e do
CORETUR, e aprovado por uma Assembleia Geral.

§ Único – Em caso de discordância entre a Executiva e o CORETUR as alterações


propostas serão levados à Assembleia Geral.

Arto 56 – A destituição e consequente substituição de membros da Executiva ou do


CORETUR deverá ser feita através de decisão simples dos votos, em Assembleia
Geral.

Arto 57 – Os casos omissos deste estatuto serão analisados pela Executiva e


aprovados pela Assembleia Geral.

Arto 58 – As alterações feitas neste estatuto terão validade a partir de sua aprovação.
§o 1 – Caso a nova gestão não concorde com as modificações aprovadas pela gestão
anterior, a mesma poderá levar os pontos discordantes à nova Assembleia Geral,
onde sua aprovação poderá ser anulada;

§o 2 – As ações propostas no artigo 47 (quarenta e sete), parágrafo 1º (primeiro) só


terão validade no primeiro mês de gestão da nova Executiva.

CAPITULO II – Das Disposições Transitórias

Arto 59 – Fica marcada para o mês de novembro a eleição para renovação dos
poderes eleitos do D.A. “2 de Maio”, segundo as normas constantes do presente
Estatuto, e a posse no dia primeiro de janeiro do ano subsequente.

Arto 60 – O presente Estatuto entrará em vigor após sua aprovação em Assembleia


Geral e devido registro em Cartório, estando revogadas as disposições em contrário.

Maceió – AL, 01 de Março de 2015.

Carlos Vinícius Jorge Jadson Soares Laudelino


Coordenador Geral do D.A. “2 de Maio Coordenador Geral do D.A. “2 de Maio”