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Farmacotécnica hospitalar:

Abordagem teórica para implantação e operacionalização.

1 – Introdução

No século XVI foi introduzido o termo “Farmácia Galênica”, em homenagem ao médico-farmacêutico, Claudius Galenus, que
viveu em Roma no século II de nossa era. Ele escreveu mais de 400 obras nos diversos ramos da medicina e da farmácia,
principalmente sobre formulações de medicamentos e a forma de prepará -los.

Durante muitos anos as substâncias medicamentosas existentes eram exclusivamente de natureza animal , vegetal ou
mineral. Posteriormente, com o isolamento dos princípios ativos, o homem teve a tentação de começar a substituí -los.

Razões de ordem econômica e a facilidade de preparação têm levado à substituição quase que sistemática das antigas
fórmulas pelos seus componentes principais isolados ou por síntese.

As tendências mais recentes da Farmacotécnica a serviço da preparação, maior eficácia terapêutica e segurança podemos
citar a Biofarmácia e a Farmácia Clínica.

Observa-se assim a evolução natural da Farmácia Galênica, que, de arte servindo-se do empirismo, passou a ciência
complexa e multifacetada, começando a ser encarada e orientada em bases completamente novas, em que a preparação do
medicamento nunca pode ser apreciada independentemente do fim a q ue se pretende.

Para falar de Farmacotécnica Hospitalar, é necessário antes situar esta atividade no campo da Farmácia Hospitalar, bem
como relebrar algumas questões relativas a Ciência da Farmacotécnica.

1.1 - Farmácia Hospitalar

O progresso das ciências da saúde implica, cada vez mais, uma atividade multidisciplinar integrada que envolve profissionais
com diferentes formações curriculares, específicas e diferenciadas.

Sobre Farmácia Hospitalar, o egrégio Conselho Federal de Farmácia através da Resolução 2 00 de 1997 define:

FARMÁCIA DE UNIDADE HOSPITALAR: unidade clínica de assistência técnica e administrativa, dirigida por farmacêutico,
integrada funcional e hierarquicamente às atividades hospitalares.

A principal função da farmácia hospitalar é garantir a qualidade de assistência prestada ao paciente através do uso seguro e
racional de medicamentos e correlatos, adequado sua utilização à saúde individual e coletiva, nos planos: assistencial,
preventivo, docente e de investigação, devendo, para tanto, conta r com farmacêuticos em número suficiente para o bom
desempenho da assitência farmacêutica.

Nas atividades de assistência farmacêutica, é de competência da farmácia hospitalar:

I - Assumir a coordenação técnica nas discussões para seleção e aquisição de med icamentos, germicidas e correlatos,
garantindo sua qualidade e otimizando a terapia medicamentosa;
II - Cumprir normas e disposições gerais relativas ao armazenamento, controle de estoque e distribuição de medicamentos,
correlatos, germicidas e materiais m édicos hospitalares;

III - Estabelecer um sistema, eficiente, eficaz e seguro de dispensação para pacientes ambulatoriais e internados, de acordo
com as condições técnicas hospitalares, onde ele se efetive;

IV - Dispor de setor de farmacotécnica composto de unidades para:

a) manipulação de fórmulas magistrais e oficinais;

b) manipulação e controle de antineoplásicos;

c) preparo e diluição de germicidas;

d) reconstituição de medicamentos, preparo de misturas intravenosas e nutrição parenteral;

e) fracionamento de doses;

f) análises e controles correspondentes;

g) produção de medicamentos;

h)outras atividades passíveis de serem realizadas segundo a constituição da farmácia hospitalar e características do hospital .

V - Elaborar manuais técnicos e formulários próprios;

VI - Manter membro permanente nas comissões de sua competência, principalmente:

a) na comissão de farmácia e terapêutica ou de padronização de medicamentos;

b) na comissão de serviço de controle de infecção hospitalar;

c) na comissão de licitação ou parecer técnico;

d) na comissão de suporte nutricional.

VII - Atuar junto a Central de Esterilização na orientação de processos de desinfecção e esterilização de materiais, podendo
inclusive ser o responsável pelo setor;

VIII - Participar nos estudos de ensaios clínicos e no programa de farmacovigilância do hospital;

IX - Exercer atividades formativas sobre matérias de sua competência, promovendo cursos e palestras e criando um Setor de
Informações de Medicamentos, de acordo com as condições do hospital;

X - Estimular a implantação e o desenvolvimento da Farmácia Clínica;


XI - Exercer atividades de pesquisa, desenvolvimento e tecnologia farmacêuticas no preparo de medicamento e germicidas;

Ao farmacêutico diretor-técnico, em particular, compete:

I - Cumprir e fazer cumprir a legislação atinente as atividades hospitalares e relativas a assistência farmacêutica.

II - Organizar, supervisionar e orientar tecnicamente, todos os setores que compõem a farmácia hospitalar de forma a
assegurar-lhe características básicas bem como contribuir para seu funcionamento em harmonia com o conjunto da unidade
hospitalar.

No dia-a-dia da Farmácia Hospitalar o profissional farmacêutico ao proporcionar assistência farmacêutica:

1. Recebe, inspeciona , armazena, controla, distribuir e dispensa medicamentos e demais produtos farmacêuticos;

2. manipula, fraciona e reconstitui medicamentos;

3. prepara e conserva misturas endovenosas

4. prepara nutrições parenterais;

5. dilui quimioterápicos;

6. dilui germicidas;

7. realiza controle de qualidade;

8. presta informações sobre produtos farmacêuticos.

1.2 - Farmacotécnica

Trata-se de uma parte da Farmacologia que cuida das drogas, transformando -se nas várias formas farmacêuticas utilizadas
na prevenção, diagnóstico e cura das doenças. Esta transformação visa a a dministração, assegurando uma perfeita eficácia
terapêutica e conservação.

A Farmacotécnica é subsidiada por outras ciências fundamentais, como a física, a química, e a botânica; e de ciências de
aplicação como a Farmacognosia e a Farmacodinâmica. Sendo as sim, ela própria se constitui em uma ciência de aplicação,
libertando-se cada vez mais do empirismo que a caracterizou no passado.

Compete à Farmacotécnica estudar a forma farmacêutica mais adequada e o melhor meio de se conservar os medicamentos,
de modo a prolongar, na medida do possível, o seu período de utilização.

A farmacotécnica tem como objetivo: preparar, conservar, acondicionar e dispensar medicamentos, dosados com exatidão e
apresentados sob uma forma que facilite a sua administração.
A ação da farmacotécnica resulta em Formas Farmacêutica, que são também designadas por formas galênicas ou formas
medicamentosas. São o resultado de várias operações a que se submetem as substâncias medicamentosas a fim de
facilitarem a sua posologia, administração, mascarar os caracteres organolépticas e assegurar a ação desejada.

Classificação dos Medicamentos

Como se sabe a palavra Medicamento indica uma droga ou uma preparação com drogas de ação farmacológica benéfica,
quando utilizada de acordo com suas indicações e propriedades.

Medicamento Simples - aqueles preparados a partir de 1 único fármaco

Medicamento Composto - são aqueles preparados a partir de vários fármacos.

Medicamento de Uso Externo - são aqueles aplicáveis na superfície do corpo ou nas mucosas faci lmente acessíveis ao
exterior.

Medicamentos de Uso Interno - são aqueles que se destinam à administração no interior do organismo por via bucal e
pelas cavidades naturais.

Medicamentos Oficiais - são aqueles oficializados nas monografias presentes nas Farm acopéias.

Medicamentos Oficinais - são aqueles preparados na própria farmácia, de acordo com normas e doses estabelecidas por
Farmacopéias ou formulários e com uma designação uniforme.

Medicamentos Especializados de Especialidades Farmacêuticas - são medicamentos de fórmula conhecida, de ação


terapêutica comprovada, em forma farmacêutica estável, embalado de modo uniforme e comercializado com um nome
convencional. A especialidade farmacêutica é industrializada e sua fabricação obedece a regulamento de natur eza
governamental.

Medicamento Magistral - são aqueles medicamentos prescritos pelo médico e preparados para cada caso, com indicação
de composição qualitativa e quantitativa, da forma farmacêutica e da maneira de administração.

Medicamento Placebo - são substâncias ou preparações inativas administradas para satisfazer a necessidade psicológica
do paciente de tomar drogas.

Medicamentos Alopáticos - são aqueles que tratam as doenças produzindo uma condição de antagonistas; incompatíveis
com o estado patológico a ser tratado. “Cura provocando uma ação diferente no corpo”.

Medicamentos Homeopáticos - são aqueles que promovem uma condição semelhante com o estado patológico a ser
tratado. “Tratam o indivíduo, e não a doença em primeiro lugar”.

2. - Farmacotécnica Hospitalar

Farmacotécnica hospitar (de fármaco + técnica), seção da farmácia hospitalar que tem por finalidade a manipulação e/ou
produção de medicamentos e correlatos (produtos de higiene, dietéticos, auxiliares de diagnóstico, saneantes domisanitários
e outros), na forma de dosificação adequada e segura, com apresentação adequada.
- Implantação:

2.1 Objetivos

2.1.1 - Objetivo Geral

A farmacotécnica tem como finalidade, contribuir com as demais áreas da Farmácia Hospitalar para que esta cumpra sua
missão no serviço clinico e colabore diretamente na assistência ao paciente hospitalizado e/ou ambulatorial.

2.1.2 - Objetivos específicos

1. Proporcionar, a qualquer momento, independentemente da disponibilidade comercial, medicamentos de qualidade adaptados


às necessidades específicas da população que atende;

2. Desenvolver fórmulas de medicamentos e produtos de interesse estratégicos e/ou econômico para Farmácia Hospitalar e
para o Hospital;

3. Fracionar e/ou reenvasar os medicamentos elaborados pela indústria farmacêutica a fim de racionalizar sua distribuição e
administração;

4. Preparar, diluir e/ou reenvasar germicidas necessários para as ações de anti -sepsia, limpeza, desinfecção e esterilização;

5. Garantir a qualidade dos produtos elaborados, manipulados, fracionados ou reenvasados;

6. Manipular produtos estéreis, incluindo soluções de nutrição parenteral, citostáticos e demais misturas intravenosas;

7. Contribuir na formação e reciclagem de pessoal auxiliar e outros farmacêuticos, nesta área de conhecimento e tecnologia.

A seção de farmacotécnica que como objetivo principal a implantação de técnicas, que tenham a finalidade de garantir que os
procedimentos de fracionamento, manipulação e reenvase sejam se guros, eficazes, racionais e tenham qualidade.

Para sua operacionalização é necessário o conhecimento de técnicas galênicas de preparação de formas farmacêuticas a
nível hospitalar; técnicas básicas de análise de medicamentos; técnicas de embalagem e identificação de programas de
garantia de qualidade.

2.2 - Por que manipular:

1. Segurança,utilização racional dos medicamentos, quantidades exata para o tratamento, evitando sobras e desperdícios;

2. Ajustes de dosagens de acordo com as necessidades individuais de cada paciente (idade, altura, peso);

3. Manipulação de medicamentos de uso consagrado e que foram retirados do mercado;

4. Facilidade de administração do medicamento ao paciente, pela possibilidade da escolha do veículo e apresentação ideal,
permitindo associações de princípios ativos compatíveis entre si em um só medicamento;
 - Requisitos legais para implantação de uma farmacotécnica hospitalar

A Lei 5.991/73, regulamentada pelo Decreto 74.140/74, define Farmácia como:

“Estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos,


insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo o de dispensação e o de atendimento privativo de unidade
hospitalar ou de qualquer outra equivalente de assistência médica”.

Recentemente foi publicada a RDC 33/00, estabelecendo os requisitos mínimos para a manipulação, fracionamento,
conservação, transporte, dispensação de preparações magistrais e oficinais, alopáticas e ou homeopáticas, e de outros
produtos de interesse da saúde.

Conceitos importantes:

 Especialidade farmacêutica: produto oriundo da indústria farmacêutica com registro na Agência Nacional de Vigillância
Sanitária e disponível no mercado.

 Fracionamento: divisão de uma especialidade farmacêutica em dooses que aten dam a prescrição médica.

 Manipulação: conjunto de operações com a finalidade de elaorar preparações magistrais e oficinais, fracionar produtos
industrializados para uso humano.

 Preparação magistral: é aquela preparada na farmácia atendendo a uma prescrição médica, que estabelece a composição,
forma farmacêutica, posologia e moso de usar.

 Preparação oficinal: é aquela preparada na farmácia atendendo a uma prescrição médica, cuja fórmula estaja inscrita nas
Farmacopéias Brasileiras ou Compêndios oui Formulários reconhecidos pelo Ministério da Saúde.

 Farmácia Hospitalar: Farmácia de atendimento privativo de unidade hospitalar: unidade clinica de assistência técnica e
administrativa, dirigida por farmacêutico, integrada funcional e hierarquicamente às atividades hospitalares.

 Produtos de higiene: produtos para uso externo, anti-sépticos ou não, destinados ao asseio ou à desinfecção corporal,
compreendendo os sabonetes, xampus, dentifrícios, enxaguatórios bucais, aniti -perspirantes, desodorantes, produtos para
barbear e após o barbear, estípicos e outros.

1. Estrutura física;

A RDC 33/00 define que uma farmácia destinada a manipulação de produtos magistrais e oficinais deve ser localizada ,
projetada, construída ou adaptada, contando com uma infra -estrutura adequada às opoerações desenvolvidas, para
assegurar a qualidade das preparações, possuindo no mínimo:

1. Área ou local de armazenamento;

2. Área de manipulação;

3. Área de dispensação;
4. Área ou local para as atividades administrativas;

5. Área ou local de controle de qualidade;

6. Vestiário;

7. Sanitário;

A RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, quedispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação,
elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde , determina :

A existencia dessa sub-unidade dependerá da


Farmacotécnica Dimensão
execução ou não das atividades correspondentes

Sala de manipulação, fracionamento de doses


1 12,0 m2
e reconstituição de medicamentos

Área de dispensação 1 6,0 m2

Sala para preparo e diluição de germicidas 1 9,0 m2

Laboratório de controle da qualidade “in loco ou não” 6,0 m2

Sala de limpeza e higienização de insumos


6,0 m2
(assepsia de embalagens)

5,0 m2

Sala de preparação de quimioterápicos 1


por capela de fluxo
laminar

5,0 m2 por capela de


Sala de manipulação de nutrição parenteral 1
fluxo laminar

Farmácia Hospitalar

Área para armazenagem e controle (CAF)

1. Recepção e inspeção - 10 % da área para armazenagem;

2. Estocagem de:Matéria prima, Inflamáveis, Não inflamáveis, Material de embalagem e envase, Quarentena, Medicamentos,
Controlados, Materiais e artigos médicos descartáveis, Germicidas, Soluções parenterais de grande volume e Correlatos. A
depender das atividades do estabelecimento, 0,6m² por leito.

3. Área de distribuição - 10 % da área para armazenagem.


Área para dispensação/ farmácia satélite

1. No mínimo 4,0 m². Pode ser substituída por carrinhos de medicamentos ou armários específicos.

Farmacotécnica

A existência dessa sub-unidade dependerá da execução ou não das atividades correspondentes:

1. Sala de manipulação, fracionamento de doses e reconstituição de medicamento 2,0 m².

2. Área de dispensação 6,0 m².

3. Sala para preparo e diluição de germicidas 9,0 m².

4. Laboratório de controle de qualidade "In loco" ou não 6,0 m².

5. Sala de limpeza e higenização de insumos (assepsia de embalagens) 4,5 m².

6. Sala de preparação de quimioterápicos 5,0 m² por capela de fluxo laminar.

7. Sala de manipulação de nutrição parenteral 5,0 m² por capela de fluxo laminar.

8.
Vide Portaria MS nº 3.535 de 02/09/98 e Portaria MS 255 de 31/03/99 sobre centros de atendimento de oncologia, publicadas
nos DO de 14/10/98 e 01/04/99 e Portaria MS/SAS nº 113 de 31/03/99 sobre cadastramento de serviços, publicada no DO de
08/04/99.

Centro de informações de medicamentos

1. 6,0 m2.

Ambientes de apoio

1. Sanitários para funcionários.

Farmacotécnica:

1. Sanitários com vestiários para funcionários - depósito de material de limpeza.

2. Sala administrativa -sala de esterilização de materiais.

3. Vestiário (barreira as sala de limpeza e hiegenização e salas de manipulação).

4. Copa.
Vide Manual de Recomendações para Projetos de Construção de Almoxarifados Centrais de Medicamentos, CEME - Central
de Medicamentos, 1984 e Guia Básico de Farmácia Hospital ar,

Ministério da Saúde, 1994.

Quando houver preparação de quimioterápicos ou manipulação de nutrição parenteral. Uma única sala não pode servir a sala
de quimioterápicos e a sala de nutrição parenteral.

Estas salas podem estar localizadas na unidade de quimioterapia ou na farmácia, sempre sob a responsabilidade de um
farmacêutico. Deve possuir visor que possibilite a visão da capela de fluxo laminar.

Para Nutrição Parenteral vide Portaria nº 272 de 08/04/98 do Ministério da Saúde publicada no DO de 23/04/9 8.

 - Equipamentos;

1. Encapsuladeira manual - Fabricada com placa de PVC, com beiral de alumínio bem fixado evitando o acúmulo de pó
embaixo da mesma. Acompanha espátulas, compactador e barra divisora em PVC, para que o manipulador possa manipular
quantidade de cápsulas menor que a capacidade da encap suladeira e de fácil limpesa e
esterilização. Capacidade:Encapsuladeiras com capacidade para:180, 360, 600 cápsulas nos tamanhos de cápsulas
numeros: 000,00,0A, 0, 1, 2, 3 e 4. Produção:Varia de acordo com a capacidade da encapsuladeira .Garantia:de no
mínimo por 1 ano.

1. Encapsuladeiras manuais para omeprazol - Fabricada com placa de PVC, com beiral de alumínio e alumínio anodizado
bem fixado evitando o acúmulo de pó embaixo da mesma. Acompanha espátulas, compactador e barra divisora em PVC,
para que o manipulador possa manipular quantidade de cápsulas menor que a capacidade da encapsuladeira e de fácil
limpesa e esterilização. Capacidade: encapsuladeiras com capacidade para: 60; 120; 150; 180; 200; 250; 300; 360; 400 e
600 cápsulas nos tamanhos de cápsulas numero 2.Produção:Varia de acordo com a capacidade da encapsuladeira .

1. Estufa Bacteriológica -temperatura de até 65 °c - numero 3 com 2 portas sendo uma de de vidro - dimensão 50 x 50 x 40
cm - 110/220 volts.

1. Destilador para água com capacidade para 05 a 10 litros por hora, 220 volts.

1. Seladora para selar saco plástico. seladora de pedal, com dupla resistência, voltagem 220 volts, com marcador de potência
e regulagem da solda.

1. Balança eletrônica semi-analítica com precisão 0,001g e capacidade de até 500g.

1. Balança eletrônica de precisão, sensibilidade 0,1 grama - capacidade 3.000 gramas.

1. Balança mecânica tríplice escala, capacidade 1.610 gramas.

1. Capela de exaustão de pó para encapsuladora manual,construida em chapa de aço com pré -tratamento,acabamento na cor
branca,em epoxi eletrostâtico,2 exaustores de baixo nível de ruido,filtro de papel plissado com 160x220mm,friso protetor de
borracha nas bordas - 110/220 volts -30 watts,dimensões externa aproximadamente 32x66x44cm.
1. Capela de exaustão de pó para balança, construida em chapa de aço com pré-ratamento, acabamentona cor branca em
epoxi eletrostático,2 exaustores de baixo nível de ruído,filtro de papel 160x220mm, friso protetor de borracha nas bordas –
110/220 volts - 30 watts,dimensões externa aproximadamente 32 x 66 x 44cm.

1. Aparelho determinador do ponto de fusão, sist. aquecimento a seco-110v-40w 12x36x16cm, c/ as seguintes


características: 3 provas simultâneas; base em chapa de aço com revestimento epoxi eletrostático; visor e lupa de aumento;
controle eletrônico linear de avanço gradativo de temperatura; bloco embutido de aquecimento elétrico; painel com interruptor
geral, interruptor de aquecimento direto e controle de avanço de temperatura; iluminação horizontal diretamente na amostra;
acompanha termômetro 0 a 360 graus com certificado rastreado pela RBC; 50 capilares; 110 volts - 40 watts dimensões 12 x
36 x 16 cm.. Acompanha suporte de eletrodo, buffer.

1. pH metro de bancada digital,carcaça em material plástico ultraresistente, tecnologia eletrônica imune a o ruído da rede,
display líquido;possui ajuste de zero e sensibilidade; com 3 funções: stand -by, pH e milivolts; com indicadores tipo leds que
sinalizam cada função; faixa de medição de 0,00 a 14,00 pH ou mais ou menos 1000 mV relativos; compensação automática
da temperatura entre 0 e 100° C; reprodutibilidade de mais ou menos 0,015 pH ou mais ou menos 2 mV; legibilidade mais ou
menos 0,01pV ou 1 mV; eletrodo combinado universal de vidro com referência interna de Ag; sensor da temperatura
encapsulado em aço inox; pH 6,86; buffer pH 4,01; solução de repouso do eletrodo, sensor de temperatura, eletrodo
combinado - 110/220 volts - 10 watts - dimensões 10 x 20 x 20 cm.

1. Alcoômetro de Gay Lussac.

1. Copo de Ford (viscosímetro).

1. Cronômetro digital.

1. Materiais para embalagem e rotulagem;

Os principais materiais utilizados para envase são os de plásticos de PVC e PET e vidro. Há fornecedores locais como a
Guararapes e a Emplasquil. Mas, é no sudeste onde encontramos maior variedade de fornecedores e fabricantes.

1. Matérias-primas.

Da mesma forma que as embalagens é na região sudeste e principalmente no estado de São Paulo onde encontramos os
principais fornecedores para manipulação de medicamentos, anti -sépticos e saneantes.

Temos alguns fornecedores locais para a área de saneantes e até de medicamentos, mas muitas vezes operam com custos
mais significativos que os de São Paulo, por exemplo.

 - Análise do custo e benefício, para implantação de uma farmacotécnica hospitalar

1. Custo de produção;

Geralmente incluímos apenas os custos fixos (matéria-prima, rotulagem e embalagem), ficando os demais custos fixos e
varáveis para rateio.

Num produto como o Álcool etílico sol a 70% p/v, os custos de produção será formado pela quantidade de álcool etílico a
96o GL + embalagem (frasco de 100 ou 1000 ml) e rótulo.
Os custos variáveis (água, luz, manutenção, etc) e ainda alguns fixos (recursos humanos, aluguel, seguros, etc.), quando já
sem tem uma média dos meses anteriores, fica fácil de ser previsto.

Estas despesas, podem ser rateadas entre cada um produtos, em apresentações individuais, fabricados no mês. Para ficar
ainda mais prático, deve-se calcular um fator para apropriar este custo de forma que o percentual acrescido em cada produto
vezes o total produzido num dado período represente o tatal desta despesas.

1. Custo de aquisição;

O custo de aquisição deve incluir o valor do material adquirido + frete + estocagem + administração e operacionalização da
compra.

1. Análise de mercado.

Feitos estes cálculos e aplicado a margem de lucro chega-se ao custo do produto. Em seguida, deve-se realizar pesquisa de
mercado para verificar o preço praticado para o mesmo produto na mesma apresentação.

A partir da verificação do custo de produção, análise do custo praticados no mercado de cada um da l inha de produção,
verificada a demanda de consumo, custos de implantação e operacionalização é que pode estimar a viabilidade econômica
do negócio.

Ressalto que a análise de mercado deve ser feita entre produtos de boa aceitação , de empresa idônea e produ to de
qualidade garantida.

4 - Operacionalização

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