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MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS TIPO TM
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS TIPO TM

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS TIPO TM

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS TIPO TM
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS TIPO TM
Pág. 1/52 MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS SUMÁRIO CAP. PÁG. FIG. PÁG.
Pág. 1/52
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BATERIAS ÁCIDAS
SUMÁRIO
CAP.
PÁG.
FIG.
PÁG.
1 INTRODUÇÃO
3
1 ELEMENTO LORICA TM
3
1.1.
ASPECTOS CONSTRUTIVOS, DIMENSIONAIS E FÍSICOS
3
2 CARGA COM TENSÃO CONSTANTE
12
1.1.1.
DESENHO(S) CONSTRUTIVO(S) DA(S) ESTANTE(S) 3
3 ESTADO DE CARGA INICIAL – ELEM. TM
13
1.1.2.
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 3
4 TENSÃO (VPE) – ELEM. TM
13
1.1.3.
CARAC. DIMENSIONAIS E CORRENTES DE DESCARGA 5
5 CARGA COM CORRENTE CONSTANTE
14
1.1.4.
CARAC. FÍSICAS DOS ELEMENTOS DE BATERIA 11
6 CURVAS DE DESCARGA – ELEM. TM
15
1.2.
CURVAS E TABELAS CARACTERÍSTICAS
12
7 VARIAÇÃO DA CAPACIDADE C/ TEMPERATURA – TM
16
1.2.1.
CARGA E DESCARGA
12
8 MEDIÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
17
1.2.2.
VARIAÇÃO DA CAPACIDADE EM FUNÇÃO DA
TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
16
9 MEDIÇÃO DA DENSIDADE
17
1.2.3.
VARIAÇÃO/CORREÇÃO DA DENSIDADE EM FUNÇÃO DA
TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
17
10 REDUÇÃO VIDA ÚTIL EM FUNÇÃO DA TEMP. ELETR.
18
1.3.
DESEMPENHO, CARAC. INTERNAS E ARMAZENAMENTO
19
11 VIDA ESPERADA
19
1.3.1.
VIDA ÚTIL ESPERADA EM CONDIÇÕES PADRÃO DE
UTILIZAÇÃO DA BATERIA
19
12 VARIAÇÃO DA CAPACIDADE DURANTE A VIDA
20
1.3.2.
PERDA DA CAPACIDADE EM CONDIÇÕES PADRÃO DE
UTILIZAÇÃO DA BATERIA
20
13 AUTO DESCARGA
20
1.3.3.
AUTO DESCARGA
20
14 VARIAÇÕES QUALITATIVAS DOS MATERIAIS ATIVOS
22
1.3.4.
CONSUMO DE ÁGUA DESTILADA
21
15 RESISTÊNCIA INTERNA A 25ºC – ELEM. TM / TL
23
1.3.5.
GASEIFICAÇÃO
21
16 VARIAÇÃO DA DENSIDADE EM FUNÇÃO DO TEMPO
DE ARMAZENAGEM
23
1.3.6.
REAÇÕES QUÍMICAS ENVOLVIDAS
22
17 CORRENTE RESIDUAL – ELEM. TM / TL
27
1.3.7.
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO
23
18 CORRENTE RESIDUAL – ELEM. TM / TL
28
1.3.7.1.
ARMAZENAGEM
23
19 CARGA DE EQUALIZAÇÃO INDIVIDUAL
36
1.3.7.2.
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO
24
20 CARGA C/ CORRENTE CONST. EM UM ÚNICO NÍVEL
36
1.4.
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREVENTIVA CORRETIVA
24
21 CARGA COM CORRENTE CONST. EM DOIS NÍVEIS
37
1.4.1.
INSPEÇÕES PERIÓDICAS DE ROTINA
24
22 ADIÇÃO DE ÁGUA DESTILADA
41
1.4.1.2.
INSPEÇÕES MENSAIS NA BATERIA
24
23 EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
42
1.4.2.
INSPEÇÕES MENSAIS NO RETIFICADOR
24
24 EQUIPAMENTOS PARA PRIMEIROS SOCORROS
42
1.4.3.
INSPEÇÕES MENSAIS NA SALA DE BATERIAS E
EQUIPAMENTOS
25
25 LIGAÇÃO ENTRE ELEMENTOS
44
1.4.4.
INSPEÇÕES ANUAIS
25
26 FIXAÇÃO DAS LIGAÇÕES ENTRE ELEMENTOS
45
1.4.5.
INSPEÇÕES ESPECIAIS
25
27 LIGAÇÃO ENTRE FILAS
45
1.4.6.
AÇÕES CORRETIVAS
25
28 LIGAÇÃO COM EQUIPAMENTO CC
45
1.4.7.
REGISTRO DE INSPEÇÕES E MANUTENÇÃO
26
29 COLOCAÇÃO TAMPA DOS PROTETORES DA LIGAÇÃO
46
1.4.8.
FLUTUAÇÃO
26
30 PROCEDIMENTO PARA ATIVAÇÃO
48
1.4.9.
REGISTRO PERIÓDICO DE LEITURAS
RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE CARGA
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO VISUAL
28
31 VENTILAÇÃO
51
29
31
33
1.4.10.
TESTE DE AVALIAÇÃO
35
1.4.11.
CARGA DE EQUALIZAÇÃO
35
1.4.12.
CARGA PROFUNDA
36
1.4.13.
VERIFICAÇÃO PERIÓDICA NAS CONEXÕES E
INTERLIGAÇÕES
37
1.4.14.
LIMPEZA
37
1.4.15.
DEFEITOS – PESQUISA E AÇÕES CORRETIVAS
38
1.4.16.
ANÁLISE DO ELETRÓLITO
40
1.4.16.1.
IMPUREZAS
40
1.4.16.2.
DENSIDADE DO ELETRÓLITO
40
1.4.17.
AJUSTE NOS EQUIPAMENTOS DE CARGA
41
1.4.18.
OPERAÇÃO EM CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
DESFAVORÁVEIS
42
1.4.19.
RECOMENDAÇÕES PARA SEGURANÇA DO OPERADOR
42
1.5.
RECOMENDAÇÕES SOBRE INSTALAÇÃO DA BATERIA
43
1.5.1.
RECEBIMENTO E DESEMBALAGEM
43
1.5.2.
PREPARAÇÃO DO LOCAL
43
1.5.3.
MONTAGEM
44
1.5.4.
CONEXÕES E INTERLIGAÇÕES
44
1.5.5.
VERIFICAÇÕES ELÉTRICAS
46
1.5.6.
FERRAMENTAL E INSTRUMENTAL NECESSÁRIO PARA
INSTALAÇÃO
46
1.5.7.
ATIVAÇÃO E OPERAÇÃO
47
1.5.7.1.
BATERIAS SECO-CARREGADAS
47
1.5.7.2.
BATERIAS CARREGADAS COM ELETRÓLITO
49
1.5.7.3.
SEDIMENTAÇÃO
49
1.5.7.4.
RETIRADA DE SERVIÇO
49
1.5.7.5.
DISPOSIÇÃO FINAL
COMUNICADO ATIVAÇÃO BAT. SECO CARREG.
49
50
1.6.1.
RECOMENDAÇÕES PARA O LOCAL DE INSTALAÇÃO
51
1.6.2.
REQUISITOS DE SEGURANÇA
52
1.6.3.
IMPORTANTE – BATERIAS EM PARALELO
ANEXO INFORM. SAUDE SEGUR. M. AMBIENTE
52
53
Pág. 2/52 REGISTRO DE REVISÃO N.º N.º FOLHAS DATA DESCRIÇÃO DA REVISÃO RESP. REV. REVISADAS
Pág. 2/52
REGISTRO DE REVISÃO
N.º
N.º FOLHAS
DATA
DESCRIÇÃO DA REVISÃO
RESP.
REV.
REVISADAS
0 04/03/1993
-
Emissão do Documento
SE
1 04/03/1993
47 / 62
Modificada fig. 26 do Gráfico p/
Tabela
Modificada Curva de Gaseificação por
Fórmula Geral
IE
2 18/06/1993
6 a 11
Acrescentada Coluna de Correntes de
Descarga em 20 h
IE
3 13/12/1993
33
Acrescentada curva de descarga às
correntes referentes a 48 h e 72 h e
modificada a expressão da corrente
para I – 0,1.C 10 , , I=0,048.C 24
IE
4 07/06/1995
26
Modificada fig. 4
IE
5 30/05/1996
7
Modificada Tabela de Correntes de
Descarga
IE
6 05/12/97
6 a 23
Modificadas colunas de dimensões das
Tabelas de Correntes de Descarga
IE
7 08/08/2000
Acrescentado Anexo
IE
8 16/11/2000
65
Modificada fig. 47
IE
9 20/02/2007
Todas
Revisão Geral
IE
Pág. 3/52 1. INTRODUÇÃO Este Manual visa oferecer ao usuário as noções básicas sobre os
Pág. 3/52
1. INTRODUÇÃO
Este Manual visa oferecer ao usuário as noções básicas sobre os princípios de
funcionamento, construção e dimensionamento de baterias ácidas, bem como
as informações necessárias para a instalação, operação e manutenção das
mesmas.
1.1
ASPECTOS CONSTRUTIVOS, DIMENSIONAIS E FÍSICOS
1.1.1
DESENHOS(S) CONSTRUTIVO(S) DA(S) ESTANTE(S)
1.1.2
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
Fig. 1 – ELEMENTO LORICA TM
CONSTRUÇÃO Pág. 4/52 O elemento ou monobloco LORICA é constituído basicamente por. PLACAS POSITIVAS Todos

CONSTRUÇÃO

Pág. 4/52

O elemento ou monobloco LORICA é constituído basicamente por.

PLACAS POSITIVAS

Todos os tipos possuem placas positivas blindadas, tipo multi-tubular.

PLACAS NEGATIVAS

Todos os tipos possuem placas negativas planas, empastadas.

SEPARADORES

Os tipos TM e TL possuem dupla separação entre placas, constituídas por um separador microporoso (poliéster-fenol) junto à placa negativa e um distanciador plástico (perfurado e ondulado) junto à placa positiva. O tipo TH possui um único separador microporoso ( poliéster-fenol).

RECIPIENTES

Os recipientes monoblocos, contendo 3 e 2 elementos, e os recipientes singelos são de plástico SAN, transparentes.

TAMPAS

As tampas para monoblocos e para elementos singelos são de plástico ABS na cor grafite.

PÓLOS

Os pólos possuem internamente um inserto de cobre que permite a fixação das ligações entre elementos na posição horizontal. Externamente são protegidos por uma capa plástica de polipropileno, injetada, que evita a corrosão nas regiões críticas.

Pag. 5/52 1.1.3. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS E CORRENTES DE DESCARGA PLACA TM-25 CORRENTES DE DESCARGA (A)
Pag. 5/52
1.1.3.
CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS E CORRENTES DE DESCARGA
PLACA TM-25
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM. TIPO
CAP.
V
C/
S/
ELET.
(monobloco)
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF.
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
1,75
2,8
5,00
6,20
7,62
8,80
12,4
16,0
18,4
23,5
2 TM 25-3
1,80
2,7
4,83
5,75
7,25
8,30
11,5
14,7
16,8
21,0
50
282
169
280
20,6
13,1
6,2
(*)
1,85
2,6
4,50
5,25
6,50
7,40
10,2
12,7
14,5
17,5
1,90
2,2
3,60
4,45
5,50
6,30
8,3
10,1
11,7
13,6
1,75
4,2
7,50
9,30
11,4
13,2
18,6
24,0
27,6
35,3
3 TM 25-3
1,80
4,1
7,25
8,62
10,8
12,4
17,2
22,0
25,0
31,5
75
282
169
280
23,6
16,6
5,8
(*)
1,85
3,9
6,75
7,87
9,7
11,0
15,2
19,1
21,8
26,5
1,90
3,4
5,40
6,68
8,2
9,43
12,4
15,1
17,5
20,5
1,75
5,6
10,0
12,4
15,3
17,5
24,8
32,0
36,8
47,0
4 TM 25-3
1,80
5,4
9,67
11,5
14,5
16,6
23,0
29,3
33,5
42,0
100
282
169
280
26,4
19,9
5,4
(*)
1,85
5,2
9,00
10,5
13,0
14,8
20,3
25,5
29,0
35,0
1,90
4,5
7,20
8,9
11,0
12,6
16,6
20,2
23,3
27,0
1,75
6,9
12,5
15,5
19,0
22,0
31,0
40,0
46,0
59,0
5 TM 25-2
1,80
6,8
12,0
14,3
18,1
20,7
28,7
36,7
42,0
53,0
125
282
169
280
24,1
16,6
6,2
(*)
1,85
6,5
11,2
13,1
16,2
18,5
25,4
31,9
36,0
44,0
1,90
5,6
9,0
11,0
13,8
15,7
20,7
25,2
29,2
34,0
1,75
8,4
15,0
18,6
22,9
26,4
37,2
48,0
55,0
71,0
6 TM 25-2
1,80
8,2
14,5
17,2
21,7
24,8
34,5
44,0
50,0
63,0
150
282
169
280
25,9
18,9
5,8
(*)
1,85
7,8
13,5
15,7
19,5
22,2
30,5
38,3
43,5
53,0
1,90
6,8
10,8
13,4
16,5
18,7
24,9
30,2
35,0
41,0
1,75
9,8
17,5
21,7
26,7
30,8
43,5
56,0
64,5
82,0
7 TM 25-2
1,80
9,5
16,9
20,1
25,3
29,0
40,2
51,3
59,0
74,0
175
325
218
280
28,0
21,4
8,5
(*)
1,85
9,1
15,7
18,3
22,7
25,9
35,6
44,6
51,0
61,0
1,90
7,9
12,6
15,6
19,2
22,0
29,0
35,3
41,0
48,0
1,75
11,2
20,0
24,8
30,5
35,2
49,7
64,0
73,5
94,0
8 TM 25-2
1,80
10,9
19,3
23,0
29,0
33,2
46,0
58,7
67,0
84,0
200
325
218
280
29,8
23,0
7,5
(*)
1,85
10,5
18,0
21,0
26,0
29,7
40,7
51,0
58,0
70,0
1,90
9,0
14,4
17,8
22,0
25,1
33,2
40,3
47,0
54,0
1,75
12,6
22,5
27,9
34,3
39,5
55,8
72,0
82,5
106,0
9 TM 25-2
1,80
12,3
21,7
25,8
32,6
37,3
51,7
66,0
75,5
95,0
225
325
218
280
31,6
24,6
6,5
(*)
1,85
11,7
20,2
23,6
29,2
33,3
45,7
57,4
65,0
79,0
1,90
10,2
16,2
20,0
24,7
28,3
37,3
45,4
52,5
61,0
(*) PADRÃO TELEBRÁS
Pag. 6/52 PLACA TM-50 CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h) DIMENSÕES (mm) PESO (kg)
Pag. 6/52
PLACA TM-50
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM.
CAP.
V
C/
S/
ELECT.
TIPO
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
1,75
11,3
20,0
24,8
30,4
35,2
47,1
65,2
77,2
100
4 TM 50
1,80
11,0
19,6
23,2
29,2
33,2
44,5
59,2
70,0
94,8
200
140
223
397
23,4
15,5
6,5
(*)
1,85
10,4
18,0
21,2
26,0
29,2
38,0
52,0
61,2
75,6
1,90
9,3
15,2
18,0
23,2
25,6
31,9
42,4
49,2
58,0
1,75
14,1
25,0
31,0
38,0
44,0
58,9
81,5
96,5
125
5 TM 50
1,80
13,7
24,5
29,0
36,5
41,5
55,6
74,0
87,5
118
250
167
216
426
28,2
19,4
7,3
(*)
1,85
13,0
22,5
26,5
32,5
36,5
47,5
65,0
76,5
94,5
1,90
11,5
19,0
22,5
29,0
32,0
39,9
53,0
61,5
72,5
1,75
16,9
30,0
37,3
45,6
52,8
70,7
98,0
116
150
6 TM 50
1,80
16,5
29,4
34,8
43,8
50,0
66,7
89,0
105
142
300
167
216
426
30,6
22,1
7,0
(*)
1,85
15,6
27,0
31,8
39,0
43,8
57,0
78,0
92,0
113
1,90
13,9
22,8
27,0
34,8
38,4
47,9
63,5
74,0
87,0
1,75
19,8
35,0
43,5
53,2
61,6
82,7
114
135
175
7 TM 50
1,80
19,3
34,3
40,6
51,0
58,0
77,9
103
122
166
350
216
206
426
36,9
26,0
9,0
(*)
1,85
18,2
31,5
37,1
45,5
51,0
66,5
91,0
107
132
1,90
16,2
26,6
31,5
40,6
44,8
56,1
74,0
86,0
101
1,75
22,6
40,0
49,7
60,8
70,4
94,1
130
154
200
8 TM 50
1,80
22,0
39,2
46,4
58,4
66,4
88,8
118
140
189
400
216
246
426
39,8
27,8
10,0
(*)
1,85
20,8
36,0
42,4
52,0
58,4
76,0
104
122
151
1,90
18,5
30,4
36,0
46,4
51,2
63,7
85,0
98,5
116
1,75
25,4
45,0
56,0
68,4
79,2
105,5
147
174
225
9
TM 50
1,80
24,3
44,1
52,2
65,7
74,7
99,8
133
158
213
450
216
246
426
41,9
30,1
9,8
(*)
1,85
23,4
40,5
47,7
58,5
65,7
85,5
117
138
170
1,90
20,8
34,2
40,5
52,0
57,6
71,7
95,5
110
130
1,75
28,0
50,0
62,0
76,0
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117,8
163
193
250
10 TM 50
(*)
1,80
25,5
49,0
58,0
73,0
83,0
111,2
148
175
237
500
216
246
426
43,9
32,4
9,6
1,85
26,0
45,0
53,0
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73,0
95,0
130
153
189
1,90
23,1
38,0
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58,0
64,0
79,8
106
123
145
(*) PADRÃO TELEBRÁS
Pag. 7/52 PLACA TM-75 CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h) DIMENSÕES (mm) PESO (kg)
Pag. 7/52
PLACA TM-75
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM.
CAP.
V
C/
S/
ELET.
TIPO
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
1,75
25,4
45,0
52,8
66,0
75,6
106
141
171
212
1,80
24,6
42,6
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63,0
71,4
101
128
149
182
6 TM 75
450
167
216
543
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27,1
9,1
1,85
23,5
41,4
49,2
59,1
67,5
93,0
119
138
167
1,90
20,9
37,2
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102
117
126
1,75
29,6
52,5
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77,0
88,3
124
165
200
247
1,80
28,7
49,7
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83,3
118
149
173
213
7 TM 75
525
216
206
543
45,2
31,6
11,3
1,85
27,5
48,3
57,4
69,0
78,7
108
139
161
195
1,90
24,4
43,4
53,9
64,4
73,5
98,0
119
136
147
1,75
33,9
60,0
70,4
88,0
101
142
188
228
282
1,80
32,8
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68,0
84,0
95,2
135
170
198
243
8 TM 75
600
216
246
543
53,2
36,2
14,1
1,85
31,4
55,2
65,6
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90,0
124
159
184
222
1,90
27,9
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84,0
112
136
156
168
1,75
38,1
67,5
79,2
99,0
113
160
212
256
318
1,80
36,9
63,9
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94,5
107
152
191
223
273
9 TM 75
675
216
246
543
57,1
40,6
13,7
1,85
35,3
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101
139
179
207
250
1,90
31,4
55,8
69,3
82,8
94,5
126
153
175
189
1,75
42,3
75,0
88,0
110
126
178
236
285
353
10 TM 75
1,80
40,9
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105
119
169
213
248
304
750
216
246
543
60,8
45,2
13,1
(*)
1,85
39,2
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155
199
230
278
1,90
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140
170
195
210
1,75
46,6
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138
196
260
313
388
1,80
45,0
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116
131
186
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273
334
11 TM 75
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216
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1,85
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108
124
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219
253
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1,90
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101
115
154
187
214
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1,75
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106
132
151
213
283
342
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1,80
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102
126
143
202
255
298
365
12 TM 75
900
216
286
543
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15,6
1,85
47,1
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118
135
186
239
276
333
1,90
41,8
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110
126
168
204
234
252
1,75
55,0
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143
164
231
307
370
459
1,80
53,2
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110
137
155
220
277
322
395
13 TM 75
975
219
370
543
96,0
71,9
19,9
1,85
51,0
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107
128
146
201
259
299
361
1,90
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100
119
136
182
221
254
273
1,75
56,5
100
118
148
168
238
315
380
478
14 TM 75
1,80
54,6
95
114
141
160
225
285
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406
1000
219
370
543
99,3
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19,0
(*)
1,85
52,3
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132
150
208
266
306
373
1,90
46,1
83
103
123
141
187
228
260
282
Pag. 8/52 (*) PADRÃO TELEBRAS PLACA TM-100 CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h) DIMENSÕES
Pag. 8/52
(*) PADRÃO TELEBRAS
PLACA TM-100
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM.
CAP.
V
C/
S/
ELET.
TIPO
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
1,75
56,2
100
124
150
175
249
320
368
470
10 TM 100
1,80
54,9
98
115
145
166
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294
335
420
1000
216
286
680
88,5
62,7
21,4
(*)
1,85
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130
149
204
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290
350
1,90
45,4
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89
110
126
166
202
233
255
1,75
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110
136
168
193
273
352
405
517
1,80
60,4
106
126
159
182
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368
462
11 TM 100
1100
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20,8
1,85
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115
143
163
224
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319
385
1,90
50,0
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98
121
138
182
222
256
280
1,75
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120
149
183
211
298
384
441
564
1,80
65,9
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138
174
199
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352
402
504
12 TM 100
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1,85
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126
156
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348
420
1,90
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107
132
151
199
242
280
306
1,75
70,2
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155
192
219
311
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590
13 TM 100
1,80
68,6
121
143
181
207
288
367
418
525
1250
219
370
680
113,0
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(*)
1,85
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131
163
186
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362
438
1,90
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110
138
157
207
252
291
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1,75
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173
214
246
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448
515
658
1,80
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161
203
232
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411
469
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14 TM 100
1400
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370
680
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182
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186
229
264
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552
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15 TM 100
1,80
82,4
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172
217
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502
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1500
219
370
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122,9
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(*)
1,85
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195
223
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1,90
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1,80
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184
232
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16 TM 100
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17 TM 100
1700
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253
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493
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1,90
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187
214
282
343
396
433
(*) PADRÃO TELEBRÁS
Pag. 9/52 PLACA TM-100 CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h) DIMENSÕES (mm) PESO (kg)
Pag. 9/52
PLACA TM-100
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM.
CAP.
V
C/
S/
ELET.
TIPO
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
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98,3
175
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268
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436
560
644
823
18 TM 100
1,80
96,1
171
201
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586
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1750
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680
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(*)
1,85
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185
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357
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613
1,90
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220
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1,75
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1,80
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1900
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1,85
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1,90
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169
209
239
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383
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485
1,75
112,3
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1,80
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290
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20 TM 100
2000
1,85
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210
260
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580
700
219
450
680
154,3
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(*)
1,90
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178
220
252
332
404
466
510
(*) PADRÃO TELEBRAS
Pag. 10/52 PLACA TM-125 CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h) DIMENSÕES (mm) PESO (kg)
Pag. 10/52
PLACA TM-125
CORRENTES DE DESCARGA (A) / TEMPO (h)
DIMENSÕES (mm)
PESO (kg)
VOL.
ELEM.
CAP.
V
C/
S/
ELET.
TIPO
NOM.
20
10
8
6
5
3
2
1,5
1
LARG
PROF
ALT.
ELET.
ELET.
(L)
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126
225
270
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1000
18
TM 125
1,80
123
216
253
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2250
212
487
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47,6
(*)
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284
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1,90
104
176
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20
TM 125
1,80
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824
1,90
115
196
230
284
320
436
494
580
631
1,75
154
275
330
402
462
653
844
1010
1220
1,80
151
264
310
380
434
609
776
920
1084
22
TM 125
2750
212
576
835
233,3
164,6
56,8
1,85
142
242
283
347
398
541
673
770
906
1,90
127
216
253
312
352
480
544
635
694
1,75
168
300
360
439
504
712
921
1100
1330
1,80
164
288
338
415
474
664
847
1003
1183
24
TM 125
3000
212
576
835
243,7
176,7
55,4
1,85
155
264
309
374
434
590
734
840
988
1,90
138
235
276
340
384
523
594
695
757
(*) PADRÃO TELEBRÁS
Pág. 11/52 1.1.4 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS ELEMENTOS DE BATERIA CAPACIDADE A capacidade de um acumulador
Pág. 11/52
1.1.4 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS ELEMENTOS DE BATERIA
CAPACIDADE
A capacidade de um acumulador elétrico é comumente definida em amperes-horas (Ah).
A capacidade em Ah é a quantidade de eletricidade que o acumulador é capaz de fornecer
sob determinadas condições, isto é, com determinada corrente de descarga , até uma
determinada tensão a uma determinada temperatura.
A capacidade é função de um conjunto de parâmetros correlacionados entre si. A
capacidade primeiramente é função da quantidade de materiais ativos, dos parâmetros
construtivos (área espessura de placas) e dos parâmetros operacionais (corrente de
descarga, tensão de corte e temperatura).
A capacidade nominal para elementos de baixa (L) ou média (M) intensidades é definida
para um regime de descarga, com corrente constante, em 10 horas, até a tensão 1,75V, a
temperatura de25°C.
A capacidade nominal para elementos de alta (H) intensidade de descarga é definida para
um regime de descarga, com corrente constante, em 1 hora, até a tensão de 1,70V, a
temperatura de 25ºC.
A variação das capacidades com as correntes de descarga para diferentes tensões de
corte são apresentadas nas tabelas de Dados Técnicos e as variações das capacidades
com a temperatura são apresentadas em curvas.
TENSÃO
A equação de Nernst (1) expressa a variação do potencial de uma célula eletroquímica em
função da concentração dos reagentes e dos produtos.
Considerando-se a reação:
aA
+
bB
cC
+
dD
temos a equação:
RT
(C C ) c
.
(C C ) c
.
(C D ) d
(1) E = E 0 –
In
= E 0 – KT
In
nF
(C A ) a
.
(C D ) d
(C B ) b
(C A ) a
.
(C B ) b
Para um acumulador
(2) E E
=
E P
E n
Para um acumulador ácido, nas condições normais de pressão e temperatura (25°C/1
atm), simplificando-se a equação (1) tem-se:
E
0 = 1,685 V
P
0
E
= –
0,356 V,
P
substituindo-se esses valores em (2) tem-se o “potencial normal”
de um acumulador ácido E C = 2,041V
0
A “tensão nominal” de um acumulador ácido é por definição 2,0V.
A tensão varia, durante a carga e durante a descarga, em função da corrente fornecida ou
retirada, do tempo decorrido de carga ou descarga, da temperatura e das características
construtivas. As variações de tensão, durante a carga ou descarga, em função da corrente
e do tempo são apresentadas em curva.
Pág. 12/52 Tensão final de descarga é a tensão na qual o acumulador é considerado
Pág. 12/52
Tensão final de descarga é a tensão na qual o acumulador é considerado tecnicamente
descarregado e abaixo da qual, como condição normal, compromete o acumulador.
Tensão de corte é a tensão mínima de descarga determinada pelo consumidor.
Tensão de Flutuação é a tensão na qual o acumulador, em paralelo com o consumidor, é
mantido carregado. Para os acumuladores LORICA, recomenda-se a tensão de flutuação
2,20V/elemento a 25° C. Para a faixa de temperatura recomendada entre 15 e 35°C, com
temperatura média anual não superior a 28°C, a faixa de tensão correspondente é de
2,17 a 2,22V porá elemento. Conforme pode se verificar na equação (1) quando a
temperatura aumenta, o potencial diminui, portanto a tensão de flutuação deve diminuir.
1.2
CURVAS E TABELAS CARACTERÍSTICAS
1.2.1
CARGA E DESCARGA
Fig. 2 – CARGA COM TENSÃO CONSTANTE
Pág. 13/52 10
Pág. 13/52
10
Pág. 14/52 FIG. 5 – CARGA COM CORRENTE CONSTANTE
Pág. 14/52
FIG. 5 – CARGA COM CORRENTE CONSTANTE
Pág. 15/52 FIG. 6 – CURVAS DE DESCARGA – ELEMENTOS TIPO TM
Pág. 15/52
FIG. 6 – CURVAS DE DESCARGA – ELEMENTOS TIPO TM
Pág. 16/52 1.2.2. VARIAÇÃO DA CAPACIDADE EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO REGIME DE DESCARGA
Pág. 16/52
1.2.2. VARIAÇÃO DA CAPACIDADE EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
REGIME DE DESCARGA
TEMP.
1 h
3 h
5 h
10 h
20 h
INICIAL
%
°C
100%
95%
100%
95%
100%
95%
100%
95%
100%
95%
15
94,0
56’24”
53’45”
2h49’
2h41’
4h42’
4h28’
9h24’
8h56’
18h48’
17h51’
16
94,6
56’46”
53’55”
2h50’
2h42’
4h44’
4h30’
9h28’
8h59’
18h55’
17h58’
17
95,2
57’07”
54’16”
2h51’
2h43’
4h46’
4h31’
9h31’
9h03’
19h02’
18h05’
18
95,8
57’29”
54’36”
2h52’
2h44’
4h47’
4h33’
9h35’
9h06’
19h09’
18h12’
19
96,4
57’50”
54’57”
2h54’
2h45’
4h49’
4h35’
9h38’
9h09’
19h16’
18h19’
20
97,0
58’12”
55’17”
2h55’
2h46’
4h51’
4h36’
9h42’
9h13’
19h24’
18h25’
21
97,6
58’34”
55’38”
2h56’
2h47’
4h53’
4h38’
9h46’
9h16’
19h31’
18h32’
22
98,2
58’55”
55’58”
2h57’
2h48’
4h55’
4h40’
9h49’
9h20’
19h38’
18h39’
23
98,8
59’17”
56’19”
2h58’
2h49’
4h56’
4h42’
9h53’
9h23’
19h45’
18h46’
24
99,4
59’38”
56’39”
2h59’
2h50’
4h58’
4h43’
9hb56’
9h27’
19h52’
18h53’
25
100,0
60’
57’
3h
2h51’
5h
4h45’
10h
9h30’
20h
19h
26
100,6
60’22”
57’21”
3h01’
2h52’
5h02’
4h47’
10h04’
9h33’
20h07’
19h07’
27
101,2
60’43”
57’41”
3h02’
2h53’
5h04’
4h48’
10h07’
9h37’
20h14’
19h13’
28
101,8
61’05”
58’02”
3h03’
2h54’
5h05’
4h50’
10h11’
9h40’
20h21’
19h20’
29
102,4
61’26”
58’22”
3h04’
2h55’
5h07’
4h52’
10h14’
9h44’
20h28’
19h27’
30
103,0
61’48”
58’43”
3h05’
2h56’
5h09’
4h54’
10h18’
9h47’
20h36’
19h34’
31
103,6
62’10”
59’03”
3h06’
2h57’
5h11’
4h55’
10h22’
9h51’
20h43’
19h41’
32
104,2
62’31”
59’24”
3h08’
2h58’
5h13’
4h57’
10h25’
9h54’
20h50’
19h48’
33
104,8
62’53”
59’44”
3h09’
2h59’
5h14’
4h59’
10h29’
9h57’
20h57’
19h54’
34
105,4
63’14”
60’05”
3h10’
3h
5h16’
5h
10h32’
10h01’
21h04’
20h01’
35
106,0
63’36”
60’25”
3h11’
3h01’
5h18’
5h02’
10h36’
10h04’
21h12’
20h08’
Fig.7 – VARIAÇÃO DA CAPACIDADE COM TEMPERATURA
ELEMENTO LORICA TIPO TM, d = 1,210
Pág. 17/52 1.2.3 VARIAÇÃO/CORREÇÃO DA DENSIDADE EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO VARIAÇÃO DA DENSIDADE
Pág. 17/52
1.2.3 VARIAÇÃO/CORREÇÃO DA DENSIDADE EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA DO
ELETRÓLITO
VARIAÇÃO DA DENSIDADE COM A TEMPERATURA
Corrige-se a densidade medida (D) na temperatura (t) para a temperatura de referência de 25°C
com a fórmula:
=
D 1
+
0,0007 ( t
25 )
D 25
MEDIÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
A temperatura do eletrólito é medida nos elementos pilotos, utilizando-se o plug especial fixado
no alojamento do plug de manutenção.
Fig.8 – MEDIÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
Não coloque o termômetro sem o plug adaptador para evitar a queda dentro do elemento.
Manuseie com cuidado, evite quebra, o álcool ou o mercúrio contaminam o eletrólito, isso reduz a
vida.
MEDIÇÃO DA DENSIDADE
A medição é feita através de um densímetro com escala com divisões de 0,005, calibrado a
25°C.
Escala 1,060 a 1,240 para densidade 1,210
Escala 1,100 a 1,300 para densidade 1,240 e 1,280
RETIRADA DE AMOSTRA DO ELETRÓLITO
A retirada de amostra do eletrólito para medir a densidade deve ser feita pelo plug de
manutenção.
Retire o plug girando-o 90°, e introduza o bico do densímetro com a pêra pressionada, quando o
bico estiver submerso no eletrólito, solte levemente a pêra, de modo que o eletrólito seja sugado
lentamente, e meça densidade quando o flutuador flutuar livremente na amostra.
Fig.9 – MEDIÇÃO DA DENSIDADE
Pág. 18/52 Ao efetuar medições de densidade utilize os equipamentos de proteção individual: óculos, luvas
Pág. 18/52
Ao efetuar medições de densidade utilize os equipamentos de proteção individual: óculos, luvas e
para corrigir o nível utilize o funil e adicione lentamente a água destilada.
Nunca permita que o nível ultrapasse a marca MÁX.
A medição da densidade após a adição de água destilada deve ser feita 2 semanas após a adição,
quando mantida em flutuação, ou 8 a 12 horas após o término da carga de equalização.
FIG. 10 – REDUÇÃO DA VIDA ÚTIL EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA DO ELETRÓLITO
Pág. 19/52 1.3. DESEMPENHO, CARACTERÍSTICAS INTERNAS E ARMAZENAMENTO 1.3.1. VIDA ÚTIL ESPERADA EM CONDIÇÕES
Pág. 19/52
1.3.
DESEMPENHO, CARACTERÍSTICAS INTERNAS E ARMAZENAMENTO
1.3.1.
VIDA ÚTIL ESPERADA EM CONDIÇÕES PADRÃO DE UTILIZAÇÃO DA BATERIA
A vida de um acumulador ácido pode ser expressa em tempo de serviço, quando opera em
paralelo, ou em quantidade de ciclos, quando opera ciclicamente.
Entende-se por operação em paralelo quando a bateria for mantida o maior tempo de sua vida em
flutuação, sofrendo esporadicamente descargas de baixa profundidade.
Entende-se por operação cíclica quando a bateria for mantida a maior parte de sua vida em carga
e descarga.
A vida, quer em paralelo quer cíclica, depende:
⎯ da temperatura
⎯ das características do equipamento de carga
⎯ da intensidade de sobrecarga
⎯ da profundidade das descargas
⎯ da manutenção
VIDA ESPERADA
Operação em paralelo a 25°C
Operação cíclica (IEC 254)
-
10 a 12 anos
-
750
ciclos
FIG. 11 – VIDA ESPERADA
Pág. 20/52 1.3.2 PERDA DA CAPACIDADE EM CONDIÇÕES PADRÃO DE UTILIZAÇÃO DA BATERIA Fig. 12
Pág. 20/52
1.3.2 PERDA DA CAPACIDADE EM CONDIÇÕES PADRÃO DE UTILIZAÇÃO DA BATERIA
Fig. 12 – VARIAÇÃO DA CAPACIDADE DURANTE A VIDA
Em condições normais de uso, isto é, em flutuação com descargas esporádicas, à
temperatura recomendada e manutenção adequada, a capacidade aumenta o início da vida,
até um valor limite que depende das características construtivas. O acumulador é considerado
em “final de vida” quando sua capacidade atingir 80% da capacidade nominal.
1.3.3 AUTO DESCARGA
Fig. 13 – AUTO-DESCARGA
Pág. 21/52 1.3.4 CONSUMO DE ÁGUA DESTILADA CONSUMO DE ÁGUA EM FLUTUAÇÃO 2,20V/ elemento a
Pág. 21/52
1.3.4 CONSUMO DE ÁGUA DESTILADA
CONSUMO DE ÁGUA
EM FLUTUAÇÃO 2,20V/ elemento a 25°C
Elementos tipo TM
0,05 ml/Ah//mês
Ocorrendo consumo anormal de água deve-se determinar e corrigir a causa.
1.3.5 GASEIFICAÇÃO
O volume de gás hidrogênio gerado pode ser calculado aplicando-se a seguinte equação:
V= 0,007617 ℓ / min x I(A)
Onde:
V Volume total de gás hidrogênio ( litros / minuto - ℓ / min )
=
I Corrente de flutuação (A)
=
Esta equação é aplicada para qualquer capacidade, isto porque a corrente de flutuação é
diretamente relacionada com o tipo da bateria, tensão de flutuação e capacidade.
Por exemplo, o volume de gás gerado diariamente por uma bateria de 06 elementos tipo 10
TM-100 ( 1000 Ah / 10 h / 1,75 VPE ) com tensão de flutuação de 2,20 VPE
flutuação de 0,27mA/Ah a 25°C:
e corrente de
V
=
n x 0,007617 x I x C
V
=
6 x 0,007617
x
0,00024 A
x
1000 Ah
x
60 min
x
24 h
min
Ah
h
dia
V
=
17,77 ℓ / dia
Pág. 22/52 1.3.6 REAÇÕES QUÍMICAS ENVOLVIDAS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO REAÇÕES QUIMICAS O funcionamento de um
Pág. 22/52
1.3.6 REAÇÕES QUÍMICAS ENVOLVIDAS
PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO
REAÇÕES QUIMICAS
O funcionamento de um acumulador ácido baseia-se em reações quase completamente
reversíveis.
REAÇÃO I – ELEMENTO
d
PbO 2
+
Pb
+
2H 2 SO 4
PbSO 4
+
PbSO 4
+
2H 2 O
c
Placa pos.
Placa neg.
Eletrólito
Placa pos.
Placa neg.
Eletrólito
carregada
carregada
descarreg.
descarreg.
Nos processos de carga e de descarga ocorrem variações qualitativas nos materiais ativos
representados esquematicamente nas figuras abaixo:
Fig. 14 – VARIAÇÕES QUALITATIVAS DOS MATERIAIS ATIVOS
Considerando-se isoladamente as placas positivas e as placas negativas, durante os processos de
carga e descarga ocorrem as seguintes reações:
REAÇÃO ll - PLACAS POSITIVAS
d
PbO2 + SO4 =
4H +
+
2e
PbSO4
+
2H2O
c
REAÇÃO III - PLACAS NEGATIVAS
d
Pb
+
SO4
=
PbSO4
+
2e
c
RESISTÊNCIA INTERNA
A resistência interna de um elemento ou da bateria é uma grandeza complexa e difícil de ser
definida, varia com o tipo de placa, com o tipo de construção, estado de carga, etc. Existem vários
métodos de medição, entretanto o que apresenta valores mais preciso e mais prático é o chamado
resistência interna aparente.
O método consiste em descarregar o elemento com corrente constante l = 0,10 x C, e em
intervalos regulares acrescenta-se picos de correntes e medem-se as quedas de tensão
correspondentes. O valor da resistência é determinado através da lei Ohm r i = ΔV
I
Pág. 23/52 RESISTÊNCIA INTERNA A 25°C – ELEMENTOS TIPO TM Fig. 15 – RESISTÊNCIA INTERNA
Pág. 23/52
RESISTÊNCIA INTERNA A 25°C – ELEMENTOS TIPO
TM
Fig. 15 – RESISTÊNCIA INTERNA A 25ºC – ELEMENTOS TIPO TM
1.3.7
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO
1.3.7.1
ARMAZENAGEM
Toda bateria ácida carregada apresenta uma certa auto-descarga quando armazenada na
condição de circuito aberto. Durante a armazenagem forma-se nas placas positivas e nas
negativas, sulfato de chumbo e em conseqüência a densidade do eletrólito diminui. A bateria
deve receber uma carga complementar quando a densidade cair 25 pontos em relação a
densidade inicial (1,185) ou a cada 4 meses. A Fig. 27 apresenta a variação aproximada da
densidade em função do tempo de armazenagem a 25°C.
Fig. 16 – VARIAÇÃO DA DENSIDADE EM FUNÇÃO DO TEMPO DE ARMAZENAGEM
Pág. 24/52 A auto descarga aumenta com a temp eratura, duplicando para cada 10 °

Pág. 24/52

A auto descarga aumenta com a temperatura, duplicando para cada 10°C de aumento na temperatura.

Nas baterias seco-carregadas ocorre uma lenta oxidação das placas negativas, em conseqüência uma perda de carga. Essa oxidação aumenta com a temperatura.

1.3.7.2.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

As baterias, carregadas com eletrólito ou seco carregadas, devem ser armazenadas em locais cobertos, secos e ventilados. Não podem ser armazenadas próximas a tubulações aquecidas, expostas a radiação solar direta ou externamente protegidas por coberturas plásticas.

Recomenda-se a armazenagem em locais onde a temperatura não exceda a 25°C. Após cada carga complementar, as tampas dos elementos devem ser secas com material absorvente macio, e os pólos protegidos com graxa protetora.

1.4

OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA

Um programa corretamente planejado e executado assegura confiabilidade e otimiza a vida e o desempenho da bateria. Basicamente um programa de manutenção deve ser constituído de inspeções periódicas de rotina e ações corretivas.

Temperaturas extremas, níveis do eletrólito impróprios, tensões de carga incorretas e densidades desbalanceadas causam efeitos negativos à bateria.

1.4.1

INSPEÇÕES PERÓDICAS DE ROTINA

1.4.1.2

Inspeções Mensais na Bateria

Medir e registrar a tensão de flutuação da bateria, igual a tensão de flutuação recomendada por elemento multiplicada pela quantidade de elementos.

Medir e registrar a tensão de flutuação de cada elemento, para baterias com tensões nominais iguais ou superiores a 110V.

Medir e registrar a temperatura do eletrólito dos elementos pilotos. A temperatura deve preferencialmente estar entre 25 e 30°C.

Medir e registrar a densidade do eletrólito dos elementos pilotos. A densidade corrigida para a temperatura de referência + 25°C , deve ser 1,210 no nível máximo com uma tolerância de ±0,005. A leitura da densidade deve ser feita antes de adicionar água.

Verificar se o nível de todos os elementos estão entre marcações MÁX E MÍN.

Verificar se as válvulas de segurança e os plugs de manutenção estão corretamente colocados.

Verificar se os elementos e as estantes estão limpas, secos e livres de eletrólito condensado na superfície e livres de corrosão. As válvulas devem ser lavadas com água morna a 50°C.

Verificar a corrente de flutuação.

Observações

ELEMENTO PILOTO – Escolhe-se como elemento piloto um elemento a cada grupo de 6 a 10 elementos de bateria, preferencialmente aqueles que apresentem tensão ou densidade com maior desvio da média.

A tensão de flutuação ou a densidade são mais precisamente medidos 72 horas ou mais após o sistema ter sofrido uma descarga ou uma carga de equalização. Em flutuação, leituras de densidade devem ser feitas 6 semanas após a adição.

1.4.2.

INSPEÇÕES MENSAIS NO RETIFICADOR

Medir e registrar a tensão de flutuação do retificador, utilizando-se um voltímetro calibrado.

Se o retificador não possuir dispositivo automático de ajuste de flutuação em função da temperatura do eletrólito da bateria, ajuste e registre a tensão de flutuação conforme a especificação abaixo:

Pág. 25/52 ⎯ aumentar a tensão de flutuação em 5mV por elemento, para cada grau

Pág. 25/52

aumentar a tensão de flutuação em 5mV por elemento, para cada grau Celsius de temperatura abaixo de 25°C.

diminuir a tensão de flutuação em 5mV, por elemento, para cada grau Celsius de temperatura acima de 25°C.

Exemplo:

Bateria de 22 elementos

Tensão de flutuação a 25°C

– 48,4V

Tensão de flutuação a 15°C

– 49,5V

Tensão de flutuação a 35°C

47,3V

Verificar se todas as funções do retificador estão operando.

1.4.3. INSPEÇÕES MENSAIS NA SALA DE BATERIAS E EQUIPAMENTOS

Verificar se a sala esta seca e limpa

Verificar se estão disponíveis e operando os equipamentos de segurança:

lavador ocular, chuveiro e extintores de incêndio.

Verificar se estão disponíveis e em bom estado de uso os equipamentos individuais de segurança:

óculos ou máscara de segurança, luvas, botas e aventais de borracha ou plástico.

Verificar se estão disponíveis os produtos para limpeza e neutralização:

solução de bicarbonato, água e absorvente macio.

Verificar se estão disponíveis e operando os acessórios para manutenção:

voltímetro, termômetro e chaves isoladas.

1.4.4. INSPEÇÕES ANUAIS Além das inspeções mensais normais mencionadas, recomenda-se:

Verificação do estado dos recipientes quanto a trincas e vazamentos.

Verificação do estado dos pólos, ligações, cabos e terminais.

Reaperto das ligações e cabos.

Funcionamento geral do equipamento de carga, ajustes nas tensões de flutuação e carga, sinalizações e alarmes.

Funcionamento geral do equipamento de ventilação.

Teste de capacidade (no mínimo a cada 18 meses).

Aferir os instrumentos de medição( volltímetros e densímetros)

1.4.5. INSPEÇÕES ESPECIAIS Quando a bateria for submetida a condições anormais de operação tais como descargas prolongadas ou sobrecargas, recomenda-se uma inspeção detalhada de todos os itens relacionados e registro das ocorrências.

1.4.6. AÇÕES CORRETIVAS CONDIÇÕES QUE DEVEM SER CORRIGIDAS A QUALQUER MOMENTO, INDEPENDENTEMENTE DAS INSPEÇÕES PERIÓDICAS:

Quando o nível do eletrólito de qualquer elemento atingir a marca MIN, adicionar água destillada até a marca MAX.

Quando a tensão de flutuação da bateria estiver fora do recomendado.

Quando a resistência de qualquer ligação ou terminal exceder a 20% do valor inicial, deve-se desmontar a ligação, limpar as zonas de contato e montar novamente. Pode-se verificar qualitativamente o aumento da resistência de contato, pelo aquecimento anormal de ligação.

Quando a temperatura de um ou mais elementos desviar mais que 3° C que os demais, deve- se determinar a causa e corrigir.

Quando for verificado excesso de sujeira ou condensação de eletrólito sobre os elementos. Limpar, neutralizar e secar.

Pág. 26/52 CONDIÇÕES QUE SE MANTIDAS POR PERÍODOS PROLONGADOS REDUZEM A VIDA DA BATERIA. AS
Pág. 26/52
CONDIÇÕES QUE SE MANTIDAS POR PERÍODOS PROLONGADOS REDUZEM A VIDA DA
BATERIA. AS CORREÇÕES DEVEM SER FEITAS IMEDIATAMENTE APÓS A VERIFICAÇÃO
DA ANORMALIDADE E O RESULTADO ACOMPANHADO NAS INSPEÇÕES PERIÓDICAS
SEGUINTES:
• Quando a densidade de um ou mais elementos, corrigidas a temperatura de referência 25°C,
diferir mais que 0,010 dos demais, os elementos devem receber uma carga de equalização
em separado.
• Quando a densidade de todos os elementos, corrigidas a temperatura de referência 25°C no
nível máximo, diferirem mais que 0,010, deve-se dar uma carga de equalização.
• Quando a tensão de flutuação de um ou mais elementos atingir a tensão crítica, deve-se dar
uma carga de equalização em separado.
• Quando não ocorrer qualquer anormalidade acima recomenda-se dar uma carga de
equalização a cada 18 meses.
1.4.7. REGISTRO DE INSPEÇÕES E MANUTENÇÃO
Todas as medidas efetuadas e anormalidades observadas tais como cargas de equalização
(freqüência e motivos), descargas prolongadas (profundidade), sobre-cargas, etc., devem ser
registradas no Relatório de Inspeção e Manutenção (modelo anexo)
O CORRETO PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO É INDISPENSÁVEL PARA A AVALIAÇÃO
DO DESEMPENHO DA BATERIA E OBRIGATÓRIO SUA APRESENTAÇÃO PARA A
REINVINDICAÇÃO DA GARANTIA.
1.4.8. FLUTUAÇÃO
• A bateria é mantida carregada, conectada permanentemente a uma fonte de carga ,
carregada, de modo a oferecer o desempenho e a vida planejadas bem como minimizar a
manutenção.
• Tensões de flutuação altas reduzem a vida devido ao aumento na velocidade de corrosão
anódica das grades.
• Tensões de flutuação baixas não mantém a bateria no estado carregado, ocorrendo variações
na tensão por elemento, redução da densidade e redução permanente de desempenho.
TENSÕES DE FLUTUAÇÃO RECOMENDADAS A 25°C
DENSIDADE NORMAL
DO ELETRÓLITO
TENSÃO CIRCUITO
ABERTO (V/Elem.)
TENSÃO FLUTUAÇÃO
(V/Elem.)
TENSÃO
CRÍTICA
1,210
2,05
2,20
2,13
1,240
2,08
2,22
2,15
1,280
2,12
2,25
2,18
• Variação da tensão dos elementos em relação à média.
Num conjunto de elementos a tensão varia, em média ± 0,02V para as pequenas capacidades
e ± 0,03 V para as capacidades maiores.
• Variação da tensão de flutuação com a temperatura é dv
= − 5 mV/°C, isto é, a tensão de
dt
flutuação deve ser diminuída em 0,005V por elemento para cada aumento de 1°C na
temperatura do eletrólito.
Pág. 27/52 Fig. 17 – CORRENTE RESIDUAL – ELEMENTO TIPO TM
Pág. 27/52
Fig. 17 – CORRENTE RESIDUAL – ELEMENTO TIPO TM
Pág. 28/52 Fig. 18 – CORRENTE RESIDUAL – ELEMENTO TIPO TM 1.4.9 REGISTRO PERIÓDICO DE
Pág. 28/52
Fig. 18 – CORRENTE RESIDUAL – ELEMENTO TIPO TM
1.4.9 REGISTRO PERIÓDICO DE LEITURAS
Este relatório deve ser preenchido em cada inspeção e/ou manutenção de acordo com as
instruções de Manutenção – Capítulo 1.4. do Manual.
Este Relatório deverá estar no local onde estiver instalada a bateria e apresentado ao Técnico da
NIFE BATERIAS INDUSTRIAIS LTDA. quando solicitado, e obrigatoriamente enviado à mesma
para reivindicação da Garantia.
MODELOS DE RELATÓRIOS
Mod. 2 – Destina-se às inspeções mensais, em todos os elementos para baterias com tensões
nominais até 48 V e dos elementos pilotos para baterias com tensões nominais iguais ou
superiores a 110 V.
Mod. 3 – Destina-se ao acompanhamento de carga, complementar, de equalização ou
especial.
Mod. 4 – Destina-se às inspeções visuais, anuais ou especiais.
Pág. 29/52 RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO MOD. 2 COMPANHIA LOCAL BATERIA ELEM. TIPO CAP. NOMINAL DENSIDADE
Pág. 29/52
RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO
MOD. 2
COMPANHIA
LOCAL
BATERIA
ELEM. TIPO
CAP. NOMINAL
DENSIDADE
Ah
DATA INSTALATION
/
/
APLICAÇÃO
TENSÃO DE FLUTUAÇÃO
REGIME DE DESCARGA
V
TENSÃO DE CARGA
V
A
ATÉL
V/ELEM.
DATA
SIGLA
VISTO
DATA
SIGLA
VISTO
ELETRÓLITO
ELETRÓLITO
EL.
EL.
TENSÃO
TENSÃO
DENS.
DENS.
N.º
NÍVEL
TEMP.
DENS. MED.
DENS. CORRIG.
N.º
NÍVEL
TEMP.
MED.
CORRIG.
TENSÃO DE FLUT. BATERIA
CORRENTE
V
TENSÃO DE FLUT. BATERIA
CORRENTE
V
mA
mA
ADIÇÃO DE ÁGUA
ML/CELL
ADIÇÃO DE ÁGUA
ML/CELL
AJUSTE NA TENSÃO FLUT. BAT
V
AJUSTE NA TENSÃO FLUT. BAT
V
CARGA COMPLEMENTAR
PARCIAL DESCARGA
SIM
NÃO
CARGA COMPLEMENTAR
PARCIAL DESCARGA
SIM
NÃO
CARGA DE EQUALIZAÇÃO
(EM SEPARADO)
SIM
NÃO
CARGA DE EQUALIZAÇÃO
(EM SEPARADO)
SIM
NÃO
NOTAS: -
Observações anotar no verso
-
Baterias com tensões nominais iguais ou superiores a 110 V anotar mensalmente os elementos
pilotos e anualmente todos os elementos.
-
Acompanhamento de cargas anotar no Relatório Mod. 3.
Pág. 30/52 OBSERVAÇÕES OBSERVAÇÕES DATA VISTO DATA VISTO
Pág. 30/52
OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES
DATA
VISTO
DATA
VISTO
Pág. 31/52 RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE CARGA MOD. 3 COMPANHIA LOCAL BATERIA ELEM. TIPO CAP.
Pág. 31/52
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE CARGA
MOD. 3
COMPANHIA
LOCAL
BATERIA
ELEM. TIPO
CAP. NOMINAL
DENSIDADE
Ah
DATA INSTALATION
/
/
APLICAÇÃO
TENSÃO DE FLUTUAÇÃO
REGIME DE DESCARGA
V
TENSÃO DE CARGA
V
A
ATÉ
V/ELEM.
CARGA
EQUALIZAÇÃO
COMPLEMENTAR
CORRENTE CONSTANTE
TENSÃO CONSTANTE
A
hs
Ah
V
hs
ESPECIAL
DATA
SIGLA.
VISTO
DURANTE LIM.CORRENTE
A
hs
Ah
DURANTE LIM.TENSÃO
V
hs
TEMPO
hs
hs
hs
hs
hs
hs
EL.
CORRENTE
A
A
A
A
A
A
N.º
VTDVTDVTDVTDVTDVTD
V = TENSÃO POR ELEMENTO
T = TEMPERATURA
D = DENSIDADE
INFORMAÇÕES GERAISMEDIÇÕES
Pág. 32/52 CARGA EQUALIZAÇÃO Ah COMPLEMENTAR CORRENTE CONSTANTE TENSÃO CONSTANTE A hs V hs ESPECIAL
Pág. 32/52
CARGA
EQUALIZAÇÃO
Ah
COMPLEMENTAR
CORRENTE CONSTANTE
TENSÃO CONSTANTE
A
hs
V
hs
ESPECIAL
DATA
SIGLA.
VISTO
DURANTE LIM.CORRENTE
A
hs
Ah
DURANTE LIM.TENSÃO
V
hs
TEMPO
hs
hs
hs
hs
hs
hs
EL.
CORRENTE
A
A
A
A
A
A
N.º
VTDVTDVTDVTDVTDVTD
V = TENSÃO POR ELEMENTO
T = TEMPERATURA
D = DENSIDADE
MEDIÇÕES
Pág. 33/52 RELATÓRIO DE INSPEÇÃO VISUAL – ANUAL OU ESPECIAL MOD. 4 COMPANHIA LOCAL BATERIA
Pág. 33/52
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO VISUAL – ANUAL OU ESPECIAL
MOD. 4
COMPANHIA
LOCAL
BATERIA
ELEM. TIPO
CAP. NOMINAL
DENSIDADE
Ah
DATA INSTALATION
/
/
APLICAÇÃO
TENSÃO DE FLUTUAÇÃO
REGIME DE DESCARGA
V
TENSÃO DE CARGA
V
A
EM
TENSÃO
DE CORTE
V/ELEM.
DATA
SIGLA
VISTO
CARACATERÍSTICAS
SIM
NÃO
OK
NOK
Placas Positivas
- Tubos rompidas nas laterais
- Fechamento inferior rompido
- Crescimento nas laterais
- Crescimento na altura
Placas Negativas
- Aumento na espessura e
material ativo desagregando
Placas Positiva e/ou Negativa
- Coloração diferenciada (total
ou parcial – branca)
Eletrólito
- Excesso de gaseificação em flutuação
- Materiais em suspensão em carga
- Coloração em flutuação
Sedimentos no Fundo
- Excessivo
Tensão de Flutuação do Retificador
- Alta
-
Baixa
Carga Prolongada
- Sobre Carga
-
Sobre Aquecimento
Carga Insuficiente
- Tensão de Carga Baixa
-
Permanência descarregada por tempo
prolongado
Retificador com Defeito
Tampas
- Poeira e condensados em excesso
-
Com Trincas
Válvulas anti-explosão
- Limpas e corretamente colocadas
Plugs de manutenção
- Corretamente colocados
Recipiente
- Excesso de condensados
- Trincas com vazamento
- Frisuras sem vazamento
- Deformado
Recipiente e Tampa
- Vazamento na junção (cola)
RECIPIENTE E TAMPA
RECTIFICADOR
PLACAS E ELETRÓLITO
Pág. 34/52 CARACTERÍSTICAS YES NO OK NOK Pólos - Com corrosão - Graxa protetiva corretamente
Pág. 34/52
CARACTERÍSTICAS
YES
NO
OK
NOK
Pólos
- Com corrosão
- Graxa protetiva corretamente aplicada
- Aquecimento anormal
- Queda anormal de tensão
- Limpeza na zona de contato com pólos
- Torque correto no parafuso de fixação
Pólos
- Corrosão na base
- Corrosão no corpo
- Corrosão na passagem pela tampa
- Vazamento na passagem pela tampa
Longarinas
- Corrosão
-
Deformação
Cavaletes
- Corrosão
Isoladores das longarinas
- Quebrados
Isoladores dos pés
- Quebrados
Placa de Identificação
Piso
- Condições do revestimento e limpeza
Paredes e teto
- Condições do revestimento e limpeza
Iluminação
- Correta (luminária protegida)
-
Adequada ( luminosidade )
Ventilação
- Adequada e Funcionando
Acesso a bateria
- Fácil
-
Desimpedido
OBSERVAÇÕES (Quando necessário informações adicionais)
SALA DE BATERIAS
ESTANTE
POLOS E LIGAÇÕES
Pág. 35/52 1.4.10. TESTES DE AVALIAÇÃO TESTE DE CAPACIDADE Para avaliar a capacidade da bateria
Pág. 35/52
1.4.10. TESTES DE AVALIAÇÃO
TESTE DE CAPACIDADE
Para avaliar a capacidade da bateria e a eficiência da manutenção recomenda-se periodicamente
efetuar-se um teste de capacidade.
CAPABILIDADE DA BATERIA
Para determinar a capacidade real da bateria deve-se proceder:
• dar carga de equalização, durante 72 horas.
• deixar em circuito aberto, durante 24 horas.
• descarregar com corrente constante, I = 0,10 x C10 efetuando-se leituras de tensão a cada
hora até 1,90V, a cada 30 minutos até 1,85V e a seguir a cada 15 minutos até 1,75V; as
leituras de densidade e temperatura em intervalos de 1 hora.
FINAL DE VIDA
A bateria é considerada em final de vida quando sua capacidade real for igual ou inferior a 80%
de C10.
TESTE OPERACIONAL
Para se avaliar as condições de operação e a eficiência da manutenção, efetua-se a
descarga, com o consumidor normal ou no ciclo projetado, nas condições em que se encontra a
bateria, isto é, a partir da flutuação.
1.4.11. CARGA DE EQUALIZAÇÃO
CARGA DE EQUALIZAÇÃO
A carga de equalização é uma sobrecarga controlada que destina-se a igualar as cargas dos
elementos.
Os elementos estão equalizados quando sua densidades e tensões estão aproximadamente
iguais.
QUANDO EQUALIZAR
NECESSIDADE DE CARGA DE EQUALIZAÇÃO
TENSÃO DE
DENSIDADE
1 ELEM.ABAIXO DE:
EQUALIZAÇÃO
10% ELEM.
TODOS OS
NOMINAL
RECOMENDADA
OU MAIS
ELEMENTOS
V/ELEM.
DENSIDADE
Densidade
1,210
2,13
1,195
0,010
Densidade
2,30-2,35
abaixo da
0,010
1,240
2,15
1,225
média ou
2,35-2,40
0,04V/elem.
1,280
2,18
1,265
abaixo da
abaixo da
média
a plena carga
2,45-2,50
média
TEMPO DE EQUALIZAÇÃO
O tempo necessário para equalização depende das condições dos elementos, do equipamento
de carga e da tensão utilizada, com 2,35V, a equalização pode ser considerada completa no
mínimo em 72 horas. A equalização é considerada completa quando a densidade e a tensão dos
elementos mais baixos não aumentam, durante 6 horas consecutivas.
Pág. 36/52 IMPORTANTE A temperatura do eletrólito não pode atingir 45ºC, atingido esse valor a
Pág. 36/52
IMPORTANTE
A temperatura do eletrólito não pode atingir 45ºC, atingido esse valor a carga deve ser
interrompida, e somente reiniciada após o resfriamento da bateria (temperatura máxima após
resfriamento de 35ºC. Durante a equalização ocorre maior desprendimento de hidrogênio, sendo
necessário um adequado funcionamento.
COMO EQUALIZAR
Quando um elemento, ou diversos elementos, isolados ou adjacentes, apresentarem-se nas
condições de desequalizados, recomenda-se o uso de um carregador portátil para executar a
equalização.
Características do Carregador – Limite de corrente máximo 5% da capacidade nominal (C10)
da bateria.
FIG. 19 – CARGA DE EQUALIZAÇÃO INDIVIDUAL
IMPORTANTE
• Verificar se as válvulas anti-explosão estão corretamente colocadas.
• Monitorar a temperatura do eletrólito, não permitir que atinja 45°.
1.4.12. CARGA PROFUNDA
Geralmente é uma carga com corrente constante, em um ou dois níveis, dada em separado do
consumidor e assistida, em condições especiais tais como na ativação de baterias seco-carre-
gadas, na preparação antes de colocá-la em serviço ou após uma descarga profunda.
Fig. 20 – CARGA COM CORRENTE CONSTANTE EM UM ÚNICO NÍVEL
Pág. 37/52 CORRENTES RECOMENDADAS ÚNICO NÍVEL DOIS NÍVEIS Máx. Mín. 0,05C – 0,15C 0,25C 0,05C
Pág. 37/52
CORRENTES RECOMENDADAS
ÚNICO NÍVEL
DOIS NÍVEIS
Máx.
Mín.
0,05C – 0,15C
0,25C
0,05C
Fig. 21 - CARGA COM CORRENTE CONSTANTE EM DOIS NÍVEIS
CUIDADOS ESPECIAIS
• A carga com corrente constante, em um único nível ou em dois níveis, deve ser acompanha.
• A carga deve ser interrompida se a temperatura atingir 45°C e somente iniciada após o
resfriamento da bateria, no máximo a 35°C.
• Durante a carga com corrente constante, o desprendimento de hidrogênio é mais intenso,
deve-se assegurar uma adequada ventilação do local.
1.4.13.
VERIFICAÇÃO PERIÓDICA NAS CONEXÕES E INTERLIGAÇÕES
• Verificar visualmente, durante as inspeções mensais, o estado das conexões e interligações
quanto a oxidação.
• Quando em descarga verificar se existe aquecimento anormal nas conexões, interligações e
terminais.
• Causas prováveis e ações corretivas vide 1.4.13.
1.4.14.
LIMPEZA
• Limpeza dos contatos entre ligações e pólos.
Retire a tampa do protetor da ligação e a seguir os parafusos de fixação. Remova a graxa
protetora, limpe a zona de contato de ligação com lã de aço fina e a zona de contato do pólo
com uma escova de latão fina. Monte novamente a ligação.
• Limpeza dos elementos e estantes.
Remova os condensados e poeira com auxílio de absorvente macio, neutralize com auxílio de
um absorvente umedecido com solução de bicarbonato, e seque com absorvente macio.
Pág. 38/52 1.4.15. DEFEITOS – PESQUISA E AÇÕES CORRETIVAS DEFEITO CAUSAS PROVÁVEIS AÇÃO CORRETIVA Carga
Pág. 38/52
1.4.15. DEFEITOS – PESQUISA E AÇÕES CORRETIVAS
DEFEITO
CAUSAS PROVÁVEIS
AÇÃO CORRETIVA
Carga insuficiente
Dar carga de equalização
Flutuação anormal
sistematicamente baixa
Dar carga para desulfatação
Substituir os elementos
Perda de material ativo
das Placas positivas
CAPACIDADE
REDUZIDA
Queda excessiva de
tensão nas ligações
Desmontar, limpar os contatos e dar
o torque correto nos parafusos de
fixação
Derivações não prevista
Retirar as derivações
no projeto
Temperatura baixa
Fazer isolamento térmico e instalar
placas de aquecimento na sala de
baterias.
Auto descarga alta
causada porá excesso de
poeira e umidade
Limpar, neutralizar e secar os
elementos externamente
Auto descarga alta
causada porá impurezas
no eletrólito
Substituir o eletrólito caso contrário
substituir o(s) elemento(s)
CORRENTE DE
FLUTUAÇÃO
ANORMAL E ALTA
Elemento(s) em curto
Eliminar o curto, caso contrário
substituir o(s) elemento(s)
Temperatura
excessivamente alta na
sala de baterias
Fazer isolamento térmico e insuflar
ar fresco
Tensão de flutuação alta
Ajuste ao valor recomendado
Eletrólito Contaminado
Substituir o eletrólito
DESPRENDIMENTO
EXCESSIVO DE GÁS EM
FLUTUAÇÃO
Tensão de flutuação alta
Ajustar
AUSÊNCIA DE
DESPRENDIMENTO DE
GÁS EM CARGA
Curto Interno
Eliminar o curto, caso contrário
substituir o elemento
Pág. 39/52 DEFEITO CAUSAS PROVÁVEIS AÇÃO CORRETIVA Nível da solução acima do máximo Ajustar. OXIDAÇÃO
Pág. 39/52
DEFEITO
CAUSAS PROVÁVEIS
AÇÃO CORRETIVA
Nível da solução acima do
máximo
Ajustar.
OXIDAÇÃO DOS
TERMINAIS E LIGAÇÕES
Tensão de flutuação alta
Ajustar
AQUECIMENTO
ANORMAL DAS
Mau contato
LIGAÇÕES
Limpar os contatos com escova de
latão macia e dar torque correto nos
parafusos de fixação.
AQUECIMENTO
ANORMAL DO
ELETRÓLITO DURANTE
A CARGA
Curto
Eliminar o curto, caso contrário
substituir o elemento.
Sulfatação
Dar carga de desulfatação
Tensão de flutuação alta
Ajustar
CONSUMO EXCESSIVO
DE ÁGUA
Impurezas no eletrólito
Substituir
Sobrecargas excessivas e
frequentes
Evitar
EXCESSIVA
SEDIMENTAÇÃO
Tensão de flutuação alta
Ajustar
1.4.16 ANÁLISE DO ELETRÓLITO 1.4.16.1 IMPUREZAS ESPECIFICAÇÕES Pág. 40/52 ÁCIDO SULFÚRICO CONCENTRADO- DENSIDADE

1.4.16 ANÁLISE DO ELETRÓLITO

1.4.16.1 IMPUREZAS

ESPECIFICAÇÕES

Pág. 40/52

ÁCIDO SULFÚRICO CONCENTRADO- DENSIDADE A 25°C – 1,823

Ácido sulfúrico total

93%

Ferro

max.90

mg/litro

Cloro

max.

20 mg/litro

Nitratos, nitritos e Amônia

max.

90 mg/litro

Manganês

max.

0,36 mg/litro

ÁGUA DESTILADA PARA PREPARAÇÃO DA SOLUÇÃO E ADIÇÃO Resistência elétrica

10 5 Ohms x cm

Cloro

max.

1,0 mg/litro

Sulfato Isento

Nitrato Isento

Ferro

Max.

0,1 mg/litro

Metais do Grupo H 2 S

Isento

Resíduo de Evaporação

10

mg/ litro

Materiais Orgânicos (KMnO 4 )

20

mg/litro

SOLUÇÃO PARA USO EM ELEMENTOS NOVOS (DENSIDADE A 25ºC – 1,210 ou

1,280)

Ferro

max.

30 mg/litro

Cloro

Max.

5 mg/litro

Nitrato

Max.

60 mg/litro

Manganês

Max.

0,2 mg/litro

Materiais Orgânicos(KmnO4)

max.

30 mg/litro

Resíduo de Evaporação

Max.250

mg/litro

MÁXIMOS TEORES DE IMPUREZAS NO ELETRÓLITO DE ELEMENTOS EM USO

Ferro

Max.100

mg/litro

Cloro Total

max.200

mg/litro

Materiais Orgânicos(KmnO 4 )

Max.

30 mg/litro

Resíduo de Evaporação

Max.800

mg/litro

NitratoMax

60

mg/litro

Manganês

Max.

0,2 mg/litro

1.4.16.2. DENSIDADE DO ELETRÓLITO

DENSIDADE DO ELETRÓLITO NO NÍVEL MÁXIMO A 25ºC

ELEMENTOS PARA MÉDIA E ALTA INTENSIDADES Temperaturas Normais

d

= 1,210±0,005

Temperaturas Baixas

d

= 1,250±0,005

ELEMENTOS PARA DESCARGAS LENTAS DE LONGA DURAÇÃO (MAIOR QUE 20 HORAS)

d = 1,280 ±0,005

VARIAÇÃO DA DENSIDADE COM O NÍVEL DO ELETRÓLITO

Quando a bateria é mantida continuamente em flutuação carregada, o nível do eletrólito cai lentamente.

Pág. 41/52 É importante, por motivos de segurança, de capacidade e de vida que, periodicamente,
Pág. 41/52
É
importante, por motivos de segurança, de capacidade e de vida que, periodicamente, se ajuste
o
nível do eletrólito, mantendo-se entre as marcas MÁX. e MÍN.
Adicione água destilada através do plug de manutenção conforme indicado na fig. 53.
Fig. 22 – ADIÇÃO DE ÁGUA DESTILADA
DENSIDADE APROXIMADA COM O NÍVEL (25ºC)
Nível Máximo
1,210
1,240
1,280
Nível Médio
1,225
1,256
1,295
Nível mínimo
1,240
1,270
1,310
O intervalo entre as marcas máximo e mínimo está gravada um,a escala que permite
corrigir a densidade no nível máximo.
1.4.17. AJUSTE NOS EQUIPAMENTOS DE CARGA
1. Tensão de Flutuação – Deve ser periodicamente verificada e se necessário ajustada,
aumentando-se ou diminuindo-se em 5 mV por elemento, para cada grau Celsius
abaixo ou acima da temperatura de referência 25°C respectivamente.
DENSIDADE DO ELETRÓLITO (25°C)
TENSÃO DE FLUTUAÇÃO
1,210
2,20VPE
1,240
2,22VPE
1,280
2,25VPE
2. Tensão de Carga – Deve ser periodicamente verificada e se necessário ajustada,
aumentando-se em 5 mV por elemento para cada grau Celsius abaixo ou acima da
temperatura de referência 25°C respectivamente.
Pág. 42/52 OBSERVAÇÕES: O ajuste periódico na tensão de carga é dispensável quando o retificador
Pág. 42/52
OBSERVAÇÕES: O ajuste periódico na tensão de carga é dispensável quando o
retificador possuir dispositivos de proteção contra sobre-cargas (limitação de corrente
de carga individual para as baterias e/ou temporizador de carga).
O ajuste periódico da tensão de carga não elimina a possibilidade de sobrecarga
quando ocorrer um aquecimento anormal da bateria, quando o retificador não possuir
dispositivo de proteção contra sobre-carga.
1.4.18. OPERAÇÃO EM CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DESFAVORÁVEIS
As baterias ácidas devem operar preferencialmente entre 15 e 35ºC, com temperatura média
anual não superior a 28ºC.
Temperaturas baixas – ocorre a redução no desempenho conforme item 1.2.2.
Recomendações:
Utilizar bateria com eletrólito d = 1,240.
Aquecer ambiente com placas de aquecimento distanciadas e
convenientemente distribuídas de modo aquecer uniformemente a bateria.
1.4.19. RECOMENDAÇÕES PARA SEGURANÇA DO OPERADOR
A Sala de Baterias é qualificada como “Local Restrito” no qual somente devem ter acesso
pessoas credenciadas e devidamente treinadas.
Para a segurança do pessoal de manutenção deve-se dispor, em local apropriado e de fácil
acesso, de:
1. EPI - Equipamentos de Proteção Individual
Fig. 23 – EPI – Equipamentos de Proteção Individual
A) Capacete PVC
B) Protetor facial acrílico
C) Luva leve de PVC
D) Avental de PVC
E) Bota PVC
F) Luva de PVC para tensão (1000V)
2. Equipamentos para Primeiros Socorros:
Fig. 24 – Equipamentos para Primeiros Socorros
G) Lavador ocular
H) Lavatório com água corrente e neutralizador
I) Chuveiro ação rápida
USO DOS EQUIPAMENTOS Pág. 43/52 Manuseio de elementos desenergizados colocação, retirada e transporte usar: (

USO DOS EQUIPAMENTOS

Pág. 43/52

Manuseio de elementos desenergizados colocação, retirada e transporte usar:

( A ) + ( B ) + ( C ) + ( D ) + ( E ).

Manuseio com eletrólito de: ativação de elementos SC, medição de densidade, adição de água, transporte de bombonas, usar:

( A ) + ( B ) + ( C ) + ( D ) + ( E ).

Manuseio de elementos energizados: retirada de elementos, verificação e aperto nas ligações, etc, desligar o equipamento de carga e usar:

( A ) +( B ) + ( C ) + ( D ) + ( E ) + ( F ).

OBS: Todas as ferramentas em contato com partes eletricamente ativas devem ter cabos com proteção. Respingos de eletrólito nos olhos –Lavar intensamente no lavador ocular (fixo ou portátil) com solução de borato de sódio (água boricada), procurar auxílio médico. Respingos na pele - lavar intensamente o local afetado e neutralizar com água boricada

1.5.

RECOMENDAÇÕES SOBRE INSTALAÇÃO DA BATERIA

1.5.1.

RECEBIMENTO E DESEMBALAGEM

RECEBIMENTO Ao receber a bateria confira-a de acordo com o Romaneio que acompanha cada fornecimento.

Certifique-se que não ocorreu danos na embalagem dos materiais durante o transporte, caso tenha ocorrido, entre em contato com a Assistência Técnica desta empresa ou Representante Local.

DESEMBALAGEM Os monoblocos e elementos LORICA são embalados em engradados de madeira, protegidos internamente por placas de material absorvente de choques. Desembale próximo ao local de instalação.

Movimente os monoblocos ou os elementos somente com auxílio da cinta de transporte.NUNCA MOVIMENTE OS ELEMENTOS PELOS PÓLOS OU PELA TAMPA.

ESTANTE E ACESSÓRIOS A estante é embalada desmontada em caixa de madeira juntamente com os acessórios (ligações, cabos de ligação entre filas e caixa de apetrechos.).

1.5.2.

PREPARAÇÃO DO LOCAL

Antes de iniciar a montagem e ativação da bateria certifique-se que.

O piso, as paredes e o teto estão devidamente protegidos com os revestimentos indicados.

O piso esteja limpo e seco.

O equipamentos de ventilação estão instalados e funcionando.

Os racks para fiação e os cabos estão instalados.

O s retificadores estão instaladas e funcionando.

Todos os materiais e ferramentas necessários para a instalação da bateria estão disponíveis.

Pág. 44/52 1.5.3. MONTAGEM MONTAGEM DA ESTANTE TIPOS DE ESTANTE — Estantes para aplicações normais
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1.5.3.
MONTAGEM
MONTAGEM DA ESTANTE
TIPOS DE ESTANTE
— Estantes para aplicações normais
— Estantes à prova de choque e abalo sísmicos
Basicamente as estantes são constituídas por cavaletes, longarinas e mãos francesas,
sendo que as estantes à prova de choque e abalos sísmicos possuem adicionalmente
longarinas laterais, dotadas de amortecedores de borracha para amortecimento de
movimentos horizontais.
1.5.4. CONEXÕES E INTERLIGAÇÕES
MONTAGEM DOS ELEMENTOS
Inicie a montagem pelo terminal positivo da bateria, encaixando os isoladores dos
elementos dos frisos do perfil de isolação das longarinas, mantendo um espaçamento entre
elementos de 10 a 20 mm conforme indicado no desenho de montagem.
IMPORTANTE: LIMPEZA DA ZONA DE CONTATO DAS LIGAÇÕES E DOS PÓLOS
Antes de iniciar a colocação das ligações proceda a uma limpeza da zona de contato das
ligações e dos pólos dos elementos.
LIMPEZA DOS PÓLOS
Retire os protetores plásticos sobre os pólos e com auxílio de um absorvente seco remova
a graxa protetora, a seguir com auxílio de um absorvente levemente umedecido em
solvente leve (querosene ou similar) remova a graxa restante e a seguir limpe a zona de
contato com uma escova fina de latão.
LIMPEZA DAS LIGAÇÕES
Pressione o parafuso de fixação para retirar a tampa do protetor de ligações e limpe a zona
de contato (inferior) com auxílio de palha de aço fina.
Fig. 25 – LIGAÇÃO ENTRE ELEMENTOS
Pág. 45/52 Efetuada a limpeza coloque as ligações e a seguir coloque os parafusos de
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Efetuada a limpeza coloque as ligações e a seguir coloque os parafusos de fixação das
ligações conforme indicado na Fig.37.
Fig. 26 – FIXAÇÃO DAS LIGAÇÕES ENTRE ELEMENTOS
LIGAÇÃO ENTRE FILAS
Posteriormente colocam-se as ligações entre filas. A ligação é feita por meio de cabos
conforme indicado na Fig. 38.
Fig. 27 – LIGAÇÃO ENTRE FILAS
LIGAÇÃO DA BATERIA AO EQUIPAMENTO CC
Terminada a montagem da bateria ligue os cabos positivos e negativos dos equipamentos
CC aos respectivos terminais da bateria.
Fig. 28 – LIGAÇÃO COM EQUIPAMENTO CC
Pág. 46/52 TORQUE NOS PARAFUSOS: IMPORTANTE — O torque nos parafusos de fixação das ligações
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TORQUE NOS PARAFUSOS:
IMPORTANTE — O torque nos parafusos de fixação das ligações nos pólos dos
elementos deve ser feito somente com torquímetro ajustado no valor indicado.
Torques insuficientes causam quedas de tensão anormal e aquecimento nas ligações.
Torques excessivos danificam as roscas dos insertos de cobre.
ESTANTE
M10 x 25 – CABEÇA SEXTAVADA
25N
ELEMENTOS
M10 x 22 – CABEÇA SEXTAVADA
25N
MONOBLOCOS
1/4 x 3/4 – CABEÇA SEXTAVADA
7N
1.5.5. VERIFICAÇÕES ELÉTRICAS
Antes de dar o torque definitivo nos parafusos e fixação das ligações verifique se a
polaridade dos elementos está correta usando um voltímetro.
A tensão de cada fila deverá ser igual a (N x 2,05) V, caso seja inferior verifique novamente
a polaridade de todos os elementos e corrija o(s) invertido(s). Nas bateria seco carregadas
faça uma verificação visual, antes de ativa-la e uma verificação com voltímetro após a
ativação.
Certificado que a colocação está correta dar o torque definitivo conforme Tabela acima, e a
seguir untar as cabeças dos parafusos com graxa protetiva ou vaselina neutra fundida, e
colocar as tampas dos protetores.
Fig. 29 – COLOCAÇÃO DA TAMPA DOS PROTETORES DA LIGAÇÃO
1.5.6 FERRAMENTAL E INSTRUMENTAL NECESSÁRIO PARA INSTALAÇÃO
PARA INSTALAÇÃO
a) cinta para transporte dos elementos
b) chave estrela com cabo revestido
c) chave fixa M-10
d) chave de fenda
e) voltímetro digital precisão 0,5%
( 2 escalas: 0 a 20V/0 a 200V).
f) pipeta completa com densímetro
g) termômetro -10ºC a 60ºC (álcool
Pág. 47/52 h) funil plástico i) jarro plástico j) torquímetro a, b - acompanham a
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h) funil plástico
i) jarro plástico
j) torquímetro
a, b
- acompanham a bateria
e
c, d, j
f, g, h, i
- opcional para caixa de apetrechos
- não acompanham a bateria
- fazem parte da caixa de apetrechos
PARA SEGURANÇA
Os equipamentos para segurança estão descritos no cap. 1.4.17 e não acompanham a
bateria.
1.5.7.
ATIVAÇÃO E OPERAÇAO
1.5.7.1
BATERIAS SECO-CARREGADAS
ATIVAÇÃO
Para o enchimento utilize a solução de ácido sulfúrico com a densidade especificada.
Densidade 1,210 ± 0,005
elementos para descargas de média ou altas intensidades a temperatura normal.
Densidade 1,240 ± 0,005
elementos para descargas de média ou altas intensidades a temperaturas baixas.
Densidade 1,280 ± 0,005
elementos para descargas longas de baixa intensidade
A solução para enchimento deve estar a uma temperatura entre 10 e 30ºC.
Se a bateria ficou armazenada por um período prolongado, especialmente em locais
úmidos e/ou quentes, pode ocorrer uma oxidação parcial das placas negativas. Ao ativar a
bateria, a temperatura da solução pode elevar-se.
A TEMPERATURA DO ELETRÓLITO NÃO PODE ULTRAPASSAR 40°C
ENCHIMENTO DO ELEMENTO PILOTO
Medir a temperatura e a densidade inicial da solução
Retire as tampas de transporte.
Coloque lentamente a solução, com auxílio do funil, através da abertura do plug de
manutenção, até a marcação MÁX.
Medir a temperatura e densidade, a cada hora, durante 6 horas e registrar os valores
encontrados no Relatório de Ativação.
Pág. 48/52 PROCEDIMENTO PARA ATIVAÇÃO Fig. 30 – Procedimento para Ativação • Se o aumento
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PROCEDIMENTO PARA ATIVAÇÃO
Fig. 30 – Procedimento para Ativação
• Se o aumento da temperatura for igual ou superior a 10ºC e a diminuição da densidade for igual
ou maior que 20 pontos, antes de ativar os demais elementos deve-se resfriar a solução com
gelo, e os elementos resfriados por meio de ar-insuflado. Tomadas essas providências, ativar
os demais elementos.
Medir a densidade de todos os elementos, de 4 a 6 horas após o enchimento, a seguir
completar o nível com eletrólito até a marcação MÁX.
Se a densidade de todos os elementos for uniforme com uma tolerância de (-0,005), a bateria
deve receber uma carga complementar, antes de ser colocada em flutuação.
Se a densidade não for uniforme, deve-se descarregar a bateria com uma corrente l = 0,05 x
C10 até a tensão média de 1,80V, interrompida quando qualquer elemento atingir a tensão de
1,70V e a seguir com corrente constante em um único estágio, I1 = 0,10 x C10 durante 15 horas,
ou em dois estágios com I2 = 0,10 x C10 durante 8 horas (até gaseificação) e a seguir com І2 =
0,05 x C10 durante 12 a 14 horas, a seguir colocar em flutuação.
• Se o aumento da temperatura for inferior a 10ºC ou a diminuição da densidade for inferior a 20
pontos, o elemento apresenta uma carga maior ou igual a 80%, e os demais elementos podem
ser ativados imediatamente.
Medir a densidade de todos os elementos, de 4 a 6 horas após o enchimento e completar o
nível com eletrólito até a marcação MÁX
Se a densidade de todos os elementos for uniforme, com uma tolerância de (-0,005), a bateria
pode ser colocada em flutuação.
Se a densidade não for uniforme, deve-se descarregar a bateria com uma corrente I = 0,05 x
C10, até a tensão média de 1,80V, interrompida quando qualquer elemento atingir a
tensão1,70V, e a seguir carregada com corrente constante em um único estágio, ‌ = 0,10 x C10
durante 15 horas, ou em dois estágios com I1 = 0,10 x C10 durante 8 horas (até gaseificado) e
a seguir com I2 = 0,05 x C10 durante 12 a 14 horas, a seguir colocar em flutuação.
CICLOS DE PREPARAÇÃO
Caso seja necessário atingir a capacidade normal é preciso submeter a bateria a uma série de
ciclo de carga e descarga, antes de colocá-la em serviço.
PROCEDIMENTO 1º CICLO Pág. 49/52 Descarregar com I = 0,05 x C 10 até tensão

PROCEDIMENTO

1º CICLO

Pág. 49/52

Descarregar com I = 0,05 x C10 até tensão média de 1,80V, interrompendo a descarga quando qualquer elemento atingir 1,70V. Carregar com corrente constante em um único estágio I1 = 0,10 x C10 durante 15 horas, ou em dois estágios com I 1 = 0,10 x C 10 durante 8 horas e com I2 = 0,05 x C10 durante 12 a 14 horas.

2º CICLO EM DIANTE

Descarregar com corrente I = 0,10 x C10, até tensão final de 1,75 V/ elemento.

Carregar com corrente constante em um único estágio I1 = 0,10 x C10 durante 15 horas, ou em dois estágios com I1 = 0,10 x C10 durante 8 horas e com I2 = 0,05 x C10 durante 12 a 14 horas. De modo geral são suficientes 2 a 3 ciclos para atingir a capacidade nominal, em condições especiais são necessários até 5 ciclos.

É indispensável o correto preenchimento e envio da comunicação de ativação e relatórios de

testes à NIFE para a emissão do Termo de Garantia.

1.5.7.2. BATERIAS CARREGADAS COM ELETRÓLITO

As baterias carregadas, armazenadas de acordo com as instruções de armazenagem devem receber uma carga complementar antes de entrar em operação de acordo com as instruções de operação e manutenção.

1.5.7.3. SEDIMENTAÇÃO

Normalmente, no início da operação, ocorre a formação de uma fina camada de óxidos e sulfato de chumbo, no fundo dos elementos. Essa camada é proveniente de materiais aderidos externamente nos tubos dos elementos TM e TH, e não apresenta qualquer inconveniente no funcionamento e vida da bateria.

1.5.7.4 RETIRADA DE SERVIÇO

Antes de retirar a bateria de serviço, deve-se ajustar o nível do eletrólito até a indicação MÁX. e dar uma carga complementar. Os elementos devem ser externamente secos com absorvente macio e os pólos untados com graxa protetiva. A armazenagem deve ser procedida conforme as Instruções de Armazenagem.

1.5.7.5 DISPOSIÇÃO FINAL

O eletrólito é corrosivo, caso seja drenado para o esgoto, deve ser previamente neutralizado com

solução de soda cáustica ( NaOH ) ou barrilha (Na2CO3). O elemento com eletrólito ou drenado, com o recipiente íntegro é inócuo. Os compostos de chumbo, dispersos na água ou no ar são altamente tóxicos, por esse motivo recomenda-se que a disposição final de baterias desativadas seja feita preferencialmente a fabricantes ou recuperadores de metais idôneos.

Pág. 50/52 COMUNICADO DE ATIVAÇÃO DE BATERIAS SECO CARREGADAS LORICA 1.1. Cliente Local Aplicação 1.2.
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COMUNICADO DE ATIVAÇÃO DE BATERIAS SECO CARREGADAS LORICA
1.1.
Cliente
Local
Aplicação
1.2.
Equipamento de Carga tipo
Tensão de Flutuação
V
Fab.
Tensão de Equalização
V
Tensão de Carga Especial máx.
Tipo de elemento
V Corrente máx. de carga
Autonomia
Data Ativação
A
Qtde
hs
OV
Data Fabricação
1.
ATIVAÇÃO DO ELEMENTO PILOTO
TEMPO (horas)
TEMPERATURA (ºC)
DENSIDADE
0 (inicial)
1
2
3
4
5
6
(Final)
Δt (máx.)
Δd
OBS.: Temperatura Inicial do eletrólito máx
Temperatura máxima durante enchimento
30°C
40°C
3.1.
ATIVAÇÃO DA BATERIA
Variação da densidade:
menor que 0,020
maior que 0,020
densidade regular
densidade irregular
3.2.
DECISÃO
Em flutuação
Sim
Complementary Charge
Sim
Charge/discharged
Sim
Não
Não
Não
CICLOS DE PREPARAÇÃO
Sim
Não
1.º Cyclos
Carga
A durante
h +
A
h
=
Ah
Descarga
A
h =
Ah
2.º Cyclos
Carga
A durante
h +
A
h
=
Ah
Descarga
A
h =
Ah
3.º Cyclos
Carga
A durante
h +
A
h
=
Ah
Descarga
A
h =
Ah
2.
OBS.:
Ativação efetuada por
Depto
Visto
Data
Importante: Este documento deve ser preenchido e enviado à NIFE BATERIAS INDUSTRIAIS
LTDA., juntamento com os protocolos de teste para emissão do Certificado de Garantia.
Pág. 51/52 1.6. INFORMAÇÕES GERAIS 1.6.1. RECOMENDAÇÕES PARA O LOCAL DE INSTALAÇÃO A bateria deve
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1.6.
INFORMAÇÕES GERAIS
1.6.1.
RECOMENDAÇÕES PARA O LOCAL DE INSTALAÇÃO
A bateria deve ser instalada em local, sala ou cubículo, seco e ventilado, protegida do calor, de
radiações solares diretas e da ação de poeiras e vapores nocivos. Os elementos devem ser
convenientemente dispostos em estantes, de modo a facilitar a manutenção e oferecer segurança
operacional.
SALA DE BATERIAS
Baterias de grande capacidade ou tensões elevadas devem ser instaladas em salas próprias. O
piso e as paredes devem ser protegidos contra a ação de respingos de eletrólito (revestimentos
anti-ácidos) e o forro protegido contra a ação de névoas ácidas.
CUBÍCULOS DE BATERIAS
Baterias de pequenas capacidades ou tensões baixas podem ser instaladas em cubículos. Os
cubículos devem ser protegidos, interna e externamente, por revestimentos anti-ácidos e isolados
termicamente.
VENTILAÇÃO
Durante e imediatamente após a carga, o acumulador libera uma mistura de gás potencialmente
explosiva, sendo necessário portanto, prover a sala ou o cubículo de uma eficiente ventilação,
natural ou forçada, de modo a manter a concentração desses gases abaixo do limite de
explosividade.
Numa sala a ventilação deve ser feita de modo que o fluxo de ar varra a bateria, a localização de
portas e janelas não devem provocar distúrbios no fluxo de ar, conforme a fig 31.
Num cubículo a ventilação deve ser feita porá meio de dutos ou venesianas, de modo que o fluxo
de ar varra todo o volume do cubículo.
Fig. 31 – Ventilação
Pág. 52/52 VAZÃO DE AR A vazão de ar necessária para assegurar que a mistura
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VAZÃO DE AR
A vazão de ar necessária para assegurar que a mistura esteja abaixo do limite é dada pela
fórmula:
Q = N x 1 x 55, onde
Q
= Vazão do ar em litros por hora
N
= Quantidade de elmentos da bateria
I
=
Corrente de carga ( maior valor conforme tabela abaixo)
Conforme norma VDE 0510/70
PROCESSO DE CARGA
CORRENTE PARA
CÁLCULO DA VAZÃO
1.Retificadores cuja corrente final de carga é determinada porá
sua curva característica.
| = Corrente do retificador
2. Retificadores com ajuste da corrente final de carga manual.
| = Corrente final do
retificador
3. Retificadores cuja corrente de carga não permite ultrapassar
| = 2A/ 100 Ah
| = 1 A/ 100 Ah
4. Baterias em flutuação.
5. Cargas temporárias, à tensão de gaseificação.
| = 1 A / 100 Ah
6. Baterias mantidas em repouso no recinto a ser ventilado
| = 0,33 A / 100 Ah
7. Baterias somente descarregadas no recinto (carga em outro
| = 0,33 A / 100 Ah
local).
Retificadores com 2 ou mais sistemas de carga, utilizar o maior valor de |.
Considera-se terminada a liberação de gás no mínimo 1 hora após término de carga.
1.6.2. REQUISITOS DE SEGURANÇA
Não é permitida a instalação de equipamentos que possam produzir faíscas dentro da sala ou
cubículo de Baterias. As luminárias dentro da sala devem ser protegidas e instaladas no mínimo
1,5 m distante da bateria, e em cubículos as luminárias devem ser do tipo blindada.
Os motores dos equipamentos de ventilação devem ser blindados e não podem ser instalados
dentro do fluxo de ar.
1.6.3. IMPORTANTE -
BATERIAS EM PARALELO
Não recomenda-se a instalação de tipos diferentes (construção ou capacidades) ou de idades
diferentes.

ANEXO

INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE

ANEXO INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE
Pag.1/1 COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE Quando da substituição das suas baterias, lembre-se que elas
Pag.1/1
COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE
Quando da substituição das suas baterias, lembre-se
que elas devem ter uma disposição final adequada, de
modo que os elementos químicos nelas contidos sejam
tratados dentro da lei.
Os componentes das baterias Chumbo-ácidas são
recicláveis, mas só uma entidade idônea poderá fazê-lo.
Chumbo
POR ISSO, ENTRE EM CONTATO COM A NIFE
BATERIAS INDUSTRIAIS LTDA., PARA RECEBER
INSTRUÇÕES SOBRE O ENVIO DE SUAS BATERIAS
PARA DISPOSIÇÃO FINAL ADEQUADA.
DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS
Foi publicada, no Diário Oficial da União, a Resolução No 257, de 30.06.99, que trata da
disposição final de pilhas e baterias. Em resumo, tal resolução obriga fabricantes e
importadores a receberem e a tratarem adequadamente as pilhas e baterias, de qualquer uso,
que contenham em sua composição chumbo, cádmio e mercúrio, bem como seus compostos,
sendo os responsáveis diretos caso esse recolhimento não ocorra, sujeitando-se a partir daí à
lei de crimes ambientais.
RESOLUÇÃO CONAMA N.º 257 - 30/06/99
Parágrafo Único As baterias industriais constituídas de chumbo, cádmio e seus compostos,
destinadas a telecomunicações, usinas elétricas, sistemas ininterruptos de fornecimento de
energia, alarme, segurança, movimentação de cargas ou pessoas, partida de motores diesel
e uso geral industrial, após seu esgotamento energético, deverão ser entregues pelo usuário
ao fabricante ou ao importador ou ao distribuidor da bateria, observado o mesmo sistema
químico, para os procedimentos referidos no caput deste artigo.
Art. 8o Ficam proibidas as seguintes formas de destinação final de pilhas e baterias usadas
de quaisquer tipos ou características;
- Lançamento "in natura" a céu aberto, tanto em áreas urbanas como rurais;
- Queima a céu aberto ou em recipientes, instalações ou equipamentos não adequados,
conforme legislação vigente;
- Lançamento em corpos d’água, praias, manguezais, terrenos baldios, peças ou
cacimbas, cavidades subterrâneas, em redes de drenagem de águas pluviais, esgotos,
eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em áreas sujeitas à inundação.
Art. 16 O não cumprimento das obrigações previstas nesta Resolução sujeitará os infratores
às penalidades previstas nas Leis nr 6938, de 31 de agosto de 1981, e nr 9605, de 12 de
fevereiro de 1998.
RECICLAGEM
NOSSA RESPOSTA PRÁTICA, POSITIVA E RESPONSÁVEL.
reciclagem@nife.com.br