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A Improvisação entre a Composição e a Performance

So at what point IS a composer finished?

Isthereaclearlineof demarcation,orarewhatwecall“composing”and“performing”
better understood as two facets of one activity? And, if
performingistobedefinedintermsoffollowingtherulesofcorrectness that the
composer has set down, what does it mean to follow those rules? In other words,
what exactly counts as essential to a piece of music’s identity (and thus
necessary to a “correct” performance of it), as opposed to something that is
merely open to the performer’s discretion?

Is the composer the sole creator of a musical work, in the sense of initiating and
terminating the process of composition?

Bruce Ellis Benson, Capítulo 1

- Quando uma composição está pronta?

- Se durante uma improvisação a peça não está pronta em que momento futuro
pode-se dizer que ela estará?

- Qual é a linha exata que separa a composição da performance? Existe essa


linha clara que demarca a fronteira entre a composição e a performance? São
duas faces de uma mesma atividade?

- Se performance pode ser definida como seguir corretamente as regras


propostas pelo compositor, o que significa seguir as regras?

- A questão sobre quando uma peça musical pode ser dta como pronta depende
fortemente de como nós construímos as atividades chamadas composição e
performance.

- Se composição é um processo nós precisamos examinar o que delimita esse


processo.

- É o compositor o único criador de uma de uma música, na ideia de iniciar e


terminar o processo composicional? Ou a composição vai além do compositor?

- Para Bruce Ellis Benson não apenas o ato de compor mas os atos da
performance e da escuta são improvisatórios.
- Improvisação não é algo que precede a composição ou então se encontra
oposta.

- As atividades as quais chamamos "composição" e "performance" são


essencialmente improvisatórias por natureza;

- O começo e o fim de uma peça pode de fato existir, porém o ponto exato onde
começa e termina pode não ser fácil de especificar;

- A razão na dificuldade para aceitar tais argumentos encontram-se na maneira


como nos deparamos com o paradigma atual da prática musical;

- Nós tendemos a a assumir que o fazer musical é primeiramente sobre criar e


preservar obras; a razão para se pensar dessa forma provém da forma musical
dominante, a última das formas que tem servido como base para a maior parte
da reflexão teórica, a chamada "música clássica";

- A hegemonia da música clássica trouxe significantes resultados na forma da


teoria musical;

- Considerar extamente como nós pensamos música. Existem vários fatores que
definem a prática conhecida como música clássica. Existem basicamente dois
conceitos que são particularmente proeminente nessas prática.

1 - A ideia do Werktreue: a centralização da notação musical no discurso


da música clássica

2- A ideia do compositor como o "verdadeiro criador":

- Assumindo a partir do paradigma da "música clássica" que o fazer musical


pode ser descrito em termos de composição e reprodução de peças, o que de
fato é uma obra de música ("work of music" no texto)?

- Diferentes conceitos vindos de teorias filosóficas distintas tem em comum que


uma obra musical possui essencialmente ideal quality, particular em termos de
sua identity. As obras possuem caráter de uma identidade autônoma.

- Arte como ideal objects, objetos que não são reais porém estão presentes nos
espaço temporal, não possuem fim, podem ser captados pelos seres huamos,
estão em todo lugar, podem aparecer simultaneamente em diferentes lugares.
Esquema de Husserl.

- Para Wolterstorff o compositor seleciona propriedades do som para o


propósito de servirem como critério de julgamento do correto. “the composer
selects properties of sounds for the purpose of their serving as criteria for judging
correctness of occurence.”

- wetendtoseeboth thescoreandtheperformanceprimarilyasvehiclesforpreserving
what the composer has created. We assume that musical scores provide a
permanent record or embodiment in signs; in effect, a score serves to “fix” or
objectify a musical work.