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Refrigeração I: ciclo, fluido, processo de compressão

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Tópicos: Diagrama pressão x entalpia | O circuito de refrigeração | O ciclo no diagrama | Valores do ciclo de
refrigeração | Fluido refrigerante | O processo de compressão | Refrigeração por absorção |

I Diagrama pressão x entalpia (início da página)

Na página Termodinâmica I,
é dado exemplo de diagrama temperatura x entropia para
mudanças de estado líquido/gás. É mais comum o uso do diagrama pressão x entalpia para
o estudo do ciclo de refrigeração. A Figura 1.1 dá um exemplo típico. Aqui são
considerados somente estados abaixo do ponto crítico (ver definição na página citada).

É importante observar as linhas de propriedades termodinâmicas constantes, pois isso


facilita a análise do ciclo.

As linhas de pressão e entalpia constantes são


obviamente retas perpendiculares aos respectivos
eixos.

A linha de líquido saturado marca o início da


vaporização, ou seja, nela ainda há 100% de
líquido e 0% de vapor. E pontos à esquerda da
mesma significam líquidos abaixo da temperatura
de vaporização ou sub-resfriados.

A linha de vapor saturado marca o fim da


vaporização e nela há 100% de vapor e 0% de
líquido. Pontos à direita da mesma são vapores
acima da temperatura de evaporação, ou vapores
superaquecidos.

Fig 1.1: diagrama pressão x entalpia

Entre as duas linhas, há misturas de líquido e vapor e as proporções de cada são tanto maiores quanto mais
próximas das respectivas linhas de saturação. Considerando o vapor, as linhas verdes indicam proporções
constantes (a da esquerda, 10% de vapor e a da direita, 90% de vapor).

Notar que as linhas de temperatura constante são diferentes de acordo com a região do diagrama. Na área
do líquido, é uma reta praticamente vertical, devido à sua incompressibilidade. Na vaporização (ou no
processo inverso da condensação), é uma linha horizontal, uma vez que, sob pressão constante, há somente
troca de calor latente. Na parte gasosa, uma curva aproximadamente conforme indicado.
II O circuito de refrigeração (início da página)

A Figura 2.1 ao lado dá o esquema do circuito


clássico de refrigeração.

Recebendo um trabalho externo, o compressor


aumenta a pressão do gás, que se condensa pela
troca de calor com o ambiente.

Ao chegar na válvula de expansão está na fase


líquida e a perda de carga devido ao
estrangulamento reduz a pressão e o líquido é
evaporado, retirando calor do meio que se deseja
refrigerar e reiniciando o ciclo ao retornar para o
compressor.

Fig 2.1: circuito comum de refrigeração

III O ciclo no diagrama (início da página)

A Figura 3.1 mostra o ciclo de refrigeração no diagrama pressão x entalpia.

É uma aproximação da situação real, uma vez que,


por exemplo, não são consideradas perdas de carga
e trocas de calor nas tubulações que ligam os
dispositivos.

A compressão se dá teoricamente de forma


adiabática. Portanto a linha AB é uma isentrópica
(isso não é indicado no gráfico da Fig 1.1 por
questão de clareza).

A condensação é isobárica e, portanto, ocorre sob


temperatura constante, com redução da entalpia do
fluido pela troca de calor com o ambiente.

Fig 3.1: circuito e ciclo de refrigeração

A expansão é isentálpica, com redução da pressão do fluido, que passa para a região líquido + vapor (ponto
D).

Na evaporação isotérmica e isobárica, o aumento de entalpia corresponde ao calor removido do refrigerador.

Na saída do compressor, o vapor está superaquecido e o resfriamento para o início da condensação (BB') é
também dado pelo condensador. Na saída do condensador, é comum o líquido estar sub-resfriado (C) e não
na saturação (C').
IV Valores do ciclo de refrigeração (início da página)

A Figura 4.1 contém o mesmo ciclo do item anterior, sem a representação gráfica dos dispositivos.

Desde que é um processo de fluxo contínuo, os valores de entalpia são específicos, isto é, por unidade de
massa de fluido (kJ/kg, kcal/kg, etc).

O efeito de refrigeração é a quantidade de calor removida do refrigerador, o que corresponde à variação


de entalpia no processo de evaporação. Assim, qref = hA - hD.

O trabalho de compressão é dado por wcomp = hB - hA.


O calor cedido pelo condensador é dado por
qcond = hC - hB. Notar que o valor é negativo,
significando sentido contrário ao do efeito de
refrigeração.

O coeficiente de eficiência é a relação entre o


efeito de refrigeração e o trabalho de compressão:
cef = (hA-hD) / (hB-hA).

A capacidade de um refrigerador Q é normalmente


dada pela quantidade de calor removida por
unidade de tempo (kcal/h). Assim, o fluxo de
massa do fluido é dado por:

M = Q / qref (kg/h ou unidade similar).


Fig 4.1: ciclo de refrigeração

Portanto, a vazão volumétrica na entrada do compressor é V = M vA, onde vA é o volume específico em A.


Ou V = Q vA / (hA - hD).

A relação de compressão é dada por rcomp = pB / pA.

Com as igualdades informadas, é perfeitamente possível o projeto e cálculo de um ciclo de refrigeração para
uma determinada capacidade do refrigerador, se disponível um diagrama pressão x entalpia com as curvas
de volume específico e temperatura para o fluido a ser usado.

Os ciclos reais, é claro, são um pouco diferente dos ideais. Além do sub-resfriamento do líquido (C'C), o
vapor na entrada do compressor está superaquecido, isto é, o ponto A não está exatamente na linha de
saturação. E os processos de condensação e evaporação não são perfeitamente isotérmicos, ou seja, as
linhas BC e DA são ligeiramente inclinadas.
V Fluido refrigerante (início da página)

Propriedades físicas, químicas e outras restringem o universo das substâncias fluidas que podem ser usadas
em circuitos de refrigeração. Os seguintes atributos são desejáveis para um fluido refrigerante:

- não tóxico e não inflamável.

- alto calor de vaporização para minimizar a quantidade de refrigerante e o tamanho do equipamento.

- baixo volume específico no estado vapor para minimizar o tamanho do compressor.

- baixo calor específico no estado líquido para minimizar a transferência de calor no sub-resfriamento do
líquido condensado.

- baixa pressão de na temperatura de condensação projetada para evitar compressores de alta pressão.

- pressão de evaporação maior que a da atmosfera para evitar entrada de ar em caso de vazamento.

Os primeiros fluidos refrigerantes usados foram amônia, dióxido de enxofre, cloreto de metila e cloreto de
metileno. Desses, somente amônia continua em uso atualmente.

A amônia é o fluido de maior efeito refrigerante, mas com desvantagens: é tóxica e inflamável sob certas
condições. Por isso, o seu uso é limitado a instalações de grande porte, onde o fator energético é importante
e em geral há procedimentos de segurança e pessoal especializado na operação dos equipamentos. O risco e
a incompatibilidade com certos materiais impedem o emprego em aparelhos domésticos, ar condicionado e
similares.

Por volta de 1930 foram introduzidos os compostos de cloro, flúor e carbono (CFC). Além de propriedades
térmicas adequadas, não apresentam toxidade e não são inflamáveis. Também foram amplamente usados
em alguns processos industriais.

Veja a seguir algumas características de alguns mais usados desde então (o fluido refrigerante é designado
pela letra R seguida de um número que o identifica):

R-11 (CCl3F): ebulição 23,7ºC a 1 atm. Apresenta alta temperatura de evaporação e moderada temperatura
de condensação. Usado em grandes instalações de resfriamento de água com compressores centrífugos.

R-12 (CCl2F2):ebulição -29,8ºC a 1 atm. Baixa temperatura de evaporação e moderada temperatura de


condensação. Empregado em uma variedade de equipamentos, desde refrigeradores domésticos até
instalações de médio e grande porte com compressores centrífugos.

R-22 (CHClF2): ebulição -40,8ºC a 1 atm. Baixa temperatura de evaporação e moderada temperatura de
condensação. Amplamente empregado em instalações comerciais e industriais e em ar condicionado.

R-502 (CHClF2 48,8% + C2ClF5 51,2%): ebulição -45,6ºC a 1 atm. É uma mistura azeotrópica (a
temperatura de ebulição é única, como se fosse uma só substância. Em misturas zeotrópicas, a ebulição
ocorre em uma faixa de temperaturas). Usado em pequenos equipamentos, comerciais e industriais, de
baixas temperaturas.

R-717 (amônia NH3): ebulição -33,3ºC a 1 atm. Baixa temperatura de evaporação e moderada temperatura
de condensação. Usado em instalações de grande porte (fabricação de gelo, armazéns frigoríficos,
refrigeração industrial, pistas de patinação, etc).

Passaram-se muitos anos até que, na década de 1970, foi observado um sério problema com o CFC: era o
maior responsável pela redução da camada de ozônio na estratosfera, que protege a Terra contra radiações
ultravioletas.

Acordos e convenções internacionais foram estabelecidos para eliminar progressivamente o uso do CFC.
Foram desenvolvidos compostos à base de hidrogênio, cloro, flúor e carbono (HCFC), que são bem menos
nocivos para a camada de ozônio e, por isso, incluídos numa fase intermediária de transição. A transição
final deverá ser para compostos de hidrogênio, flúor e carbono (HFC), que não interferem com o ozônio.
Mas contribuem para o efeito estufa (aquecimento global), embora em menor escala que o CFC.

Aparentemente, alternativas ecologicamente limpas são a amônia e compostos de hidrogênio e carbono


(HC), que também têm boas propriedades termodinâmicas. Conforme dito, amônia é tóxica e inflamável sob
certas condições. Compostos de HC são altamente inflamáveis. Tudo isso limita o emprego dos mesmos.

Interação com óleo e água:

Os fluidos refrigerantes em geral absorvem certa quantidade do óleo de lubrificação do compressor.


Portanto, uma parte do óleo circula pelo circuito. Se a quantidade for excessiva, há prejuízo para o
funcionamento. Quando o equipamento está desligado, a menor temperatura do óleo lubrificante favorece
sua absorção pelo fluido refrigerante. Em instalações de médio e grande porte, é comum o uso de
resistências elétricas para manter o óleo aquecido quando o equipamento não opera. O óleo pode também
ser arrastado em forma de gotículas devido ao fluxo no compressor. Separadores de óleo na saída do
compressor podem ser instalados para minimizar o problema.
A amônia tem grande afinidade por água e, portanto, uma pequena quantidade infiltrada não deve trazer
problemas. Demais fluidos normalmente não dissolvem água e sua entrada pode provocar congelamentos
internos e corrosão. É comum o emprego de dispositivos secadores que removem a umidade pela ação de
um agente dessecante (sílica-gel e outros).

Interação com materiais:

Cobre e latão são bastante usados em circuitos de refrigeração devido à boa condutividade térmica,
resistência à corrosão, facilidade de conformação e soldagem. Não podem ser usados com amônia, pois esta
reage com metais não ferrosos.

VI O processo de compressão (início da página)

Conforme pode ser visto na página Termodinâmica I, as relações entre volumes, pressões e temperaturas
para mudança de condições térmicas de um gás (considerado ideal) entre dois pontos genéricos 1 e 2 são
dadas por: v1/v2 = (p2/p1)(1/n) = (T2/T1)(1/(n-1)).

Os processos práticos de compressão podem ser considerados adiabáticos, isto é, sem troca de calor com o
meio externo. Neste caso, o parâmetro n da fórmula anterior é dado por n = cp/cv, onde cp e cv são
respectivamente os calores específicos sob pressão e volume constantes (para ar n = 1,4, amônia n = 1,3,
R-22 n = 1,2).

O gráfico no centro da Figura 6.1 representa um ciclo de compressão. Portanto, a fórmula e parâmetro n
dados valem para as transformações 12 e 34 (compressão e expansão).

As transformações 23 e 41 são isobáricas e, neste caso, vale v2 / v3 = T2 / T3. Ou de forma similar para
41.
O esquema da figura é de um compressor
alternativo. Vale de forma similar para outros tipos.

Em 1, o pistão está no ponto morto inferior e


ambas as válvulas fechadas. O gás é comprimido
de forma adiabática até 2, quando a válvula de
escape é aberta e escoa de forma isobárica pelo
movimento do pistão até o ponto 3 (ponto morto
superior). Neste instante a válvula de escape é
fechada. O gás contido no espaço entre o ponto
morto superior e o cabeçote do cilindro se expande
até o ponto 4, quando a pressão no interior do
cilindro se iguala à pressão da linha de sucção, a
válvula de admissão é aberta e o gás é admitido de
forma isobárica até o pistão chegar no ponto morto
inferior 1, quando a válvula de admissão é fechada
e o ciclo reiniciado.

Para um compressor alternativo, o deslocamento


volumétrico V (em metros cúbicos por hora) é dado
por:
V = (/4) D2 L 60 N nc onde D é o diâmetro interno
do cilindro em metros, L é o comprimento entre as
posições 1 e 2 em metros, N é o número de
rotações por minuto e nc é o número de cilindros.

E a potência teórica em quilowatts necessária para


a compressão é dada por:

Fig 6.1: processo do compressor alternativo

P = (1/860) (hB - hA) V / v. Onde hA e hB são as entalpias de entrada e saída do gás em kcal/kg conforme Fig
3.1, V é o deslocamento volumétrico em m3/h e v é o volume específico do gás na entrada em m3/kg.

Esses valores são teóricos e os reais são sempre mais desfavoráveis. O deslocamento volumétrico V deve
ser multiplicado por um fator menor que 1 que depende das características do compressor (em geral, na
faixa de 0,6 a 0,9). A potência P deve ser dividida por um fator menor que 1, que depende da eficiência
mecânica do compressor (em geral, na faixa de 0,4 a 0,7).

VII Refrigeração por absorção (início da página)

O compressor mecânico não é o único meio de se manter um ciclo de refrigeração. O sistema de absorção
usa a energia térmica de uma fonte de calor (exemplo: vapor ou queima direta de um combustível).

Há necessidade de dois fluidos: o fluido refrigerante, que efetivamente remove calor do meio desejado
por evaporação e o fluido absorvente ,
que deve absorver vapor do refrigerante em baixas
temperaturas e ser menos volátil do que este, de forma a liberar vapor de refrigerante por
aquecimento.

A Figura 7.1 dá um esquema básico. Além da fonte de calor (vapor, no caso), existe
necessidade de água de resfriamento (torre, por exemplo) nos locais indicados.

A análise começa pela entrada do condensador,


que recebe vapor do fluido refrigerante. Este, por
sua vez, é condensado pela serpentina de água de
resfriamento.

O refrigerante condensado se expande na


passagem pela válvula redutora de pressão (tipo
válvula de expansão do ciclo anterior) e, no
condensador, troca calor com o meio a resfriar
(serpentina de água gelada).

Depois da troca de calor, o vapor do refrigerante


passa para o absorvedor, onde é dissolvido pela
solução de absorvente. Essa passagem ocorre
porque a pressão de valor da solução de
absorvente e refrigerante é menor do que a
pressão no evaporador. Para manter essa condição,
é necessário um resfriamento da solução
absorvente, uma vez que a dissolução do
refrigerante implica redução de volume e, portanto,
aquecimento.

No absorvedor, a solução de refrigerante e


absorvente tem a maior concentração de fluido
refrigerante e, por isso, é chamada de solução
forte.
Fig 7.1: refrigeração por absorção

A bomba de recirculação mantém um fluxo contínuo de solução refrigerante e absorvente entre o


absorvedor e o gerador. Neste último, o aquecimento evapora o refrigerante que, por aumento de pressão,
se dirige ao condensador e reinicia o ciclo.

Equipamentos de refrigeração por absorção podem ser alternativa interessante quando se dispõe de fontes
residuais de calor, oriundas de processos, que, de outra forma, não seriam aproveitadas. Ou em casos de
oferta insuficiente de energia elétrica para acionamento dos compressores do ciclo convencional. Em geral
são usadas para fornecer água gelada para condicionamento de ar. Nesta aplicação, normalmente são
usados água e solução de brometo de lítio como refrigerante e absorvente respectivamente. A solução pode
ser facilmente tratada para o descarte e não prejudica a camada de ozônio nem provoca efeito estufa como
os gases do ciclo convencional. Mas os equipamentos são mais volumosos e mais caros.

Dados técnicos I: Enviar


estimativas diversas
e outros Web Este site

Estimativas, valores médios, etc. Muitas vezes você precisa dessas informações, mas elas nem
sempre estão rapidamente disponíveis. Nesta página algumas podem ser encontradas.

Importante considerar que a maior parte dos dados informados não devem ser usados para fins de
dimensionamento. São mais adequadas para cálculos preliminares, anteprojetos, análises prévias e
similares, uma vez que são valores médios encontrados em publicações e outras fontes e podem
variar bastante de acordo com as condições.

Tópicos da página: Água fria: estimativas de consumo | Ar condicionado | Chumbadores para


concreto | Construção: algumas relações práticas | Pesos específicos aparentes e ângulos de
repouso | Poder calorífico superior de alguns combustíveis | Propriedades elétricas de alguns
materiais | Taxas de ocupação para ambientes |

Água fria: estimativas de consumo (início da página)


Atividade ou ambiente Litros por dia
Alojamento provisório (por pessoa) 80
Ambulatório (por pessoa) 25
Apartamento de luxo (por pessoa) 300 a 400
Apartamento padrão médio (por pessoa) 200
Casa de luxo (por pessoa) 300 a 400
Casa padrão médio (por pessoa) 150
Casa popular (por pessoa) 120 a 150
Creche (por pessoa) 50
Escola externato (por aluno) 50
Escola internato (por pessoa) 150
Escola semi-internato (por aluno) 100
Escritório (por funcionário) 50 a 80
Haras (por cavalo) 100
Hospital (por leito) 250
Hotel com cozinha e lavanderia (por hóspede) 250 a 350
Hotel sem cozinha e lavanderia (por hóspede) 120
Igreja (por lugar) 2
Indústria com restaurante (uso pessoal por funcionário) 100
Indústria sem restaurante (uso pessoal por funcionário) 70 a 80
Irrigação de jardim (por m2 de área) 1,5
Lavanderia (por kg de roupa seca) 30
Matadouro de grande porte (por animal abatido) 300
Matadouro de pequeno porte (por animal abatido) 150
Mercado (por m2 de área) 5
Posto de serviço (por automóvel) 100
Posto de serviço (por caminhão) 150
Quartel (por soldado) 150
Restaurante (por refeição) 25
Teatro e cinema (por lugar) 2
Usina de leite (por litro de leite) 5

Ar condicionado (início da página)

A unidade de potência usada TR (tonelada de refrigeração) tem as equivalências:


1 TR = 12 000 Btu/h = 3 023,9 kcal/h = 3,516 kW
Dado Valor / unidade
Área ocupada por central de água gelada (40-300 TR) 0,3 a 0,6 m2/TR
Área ocupada por fan-coil (5-30 TR) 0,3 a 0,5 m2/TR
Área ocupada por self-contained condensação a água (5-50 TR) 0,3 a 0,5 m2/TR
Área ocupada por self-contained condensação a ar (5-50 TR) 0,3 a 0,9 m2/TR
Área ocupada por torre de resfriamento e bombas (10-300 TR) 0,05 a 0,1 m2/TR
Carga térmica de CPD 8 a 12 m2/TR
Carga térmica de escritório 15 a 20 m2/TR
Carga térmica de loja 15 a 20 m2/TR
Carga térmica de restaurante sem a cozinha 10 a 15 m2/TR
Potência elétrica de aparelho de janela 2 kW/TR
Potência elétrica de self-contained condensação a água 1,4 kW/TR
Potência elétrica de self-contained condensação a ar 1,7 kW/TR
Potência elétrica de equipamento de água gelada 1,2 kW/TR

Chumbadores para concreto (início da página)

Carga para arrancar conforme dados de catálogos de fabricantes. Considerado


concreto de 27 MPa. Naturalmente estes valores foram obtidos a partir de ensaios,
em condições ideais. Assim, fatores de segurança adequados devem ser usados nas
aplicações práticas.
Tipo Profundidade mm Carga kgf (9,81 N)
Bucha plástica 6mm 30 280
Idem 8 mm 40 450
Idem 10 mm 50 600
Metálico leve 1/4" 26 880
Idem 5/16" 26 1280
Idem 3/8 32 1640
Idem 1/2" 38 2790
Idem 5/8" 51 3040
Idem 3/4" 51 3520
Metálico pesado 1/4" 35 1590
Idem 3/8" 40 1900
Idem 1/2" 52 3200
Iem 5/8" 63 4000
Idem 3/4" 80 5500

Construção civil: algumas relações práticas (início da página)


Concreto armado: para cada metro cúbico, são usados de 80 a 100 kg de aço estrutural. Para
cada kg de aço, são usados cerca de 10 g de arame para amarração.
Nas construções, são usados, em média, 12 m2 de forma para cada m3 de concreto. E, para cada m2
de forma, 180 g de pregos.
Paredes: para tijolos comuns (5 x 10 x 20 cm), correspondem as seguintes quantidades por m 2:
42 unidades para espessura 5 cm, 76 unidades para espessura 10 cm e 148 unidades para
espessura 20 cm.
Argamassa para fixar azulejos e cerâmicas: consumo de 1,5 a 2,5 kg/m 3.
Pinturas: massa corrida para madeira ou parede apresenta consumo na faixa de 5 a 8 m 2 por
galão. Tintas e vernizes, de 30 a 35 m2 por galão.
Telhados: telhas cerâmicas comuns (francesa, colonial, etc) têm consumo na faixa de 16 a 25
unidades por m2. Consumo de madeira para estrutura de 0,030 a 0,040 m3 por m2 de telhado.

Pesos específicos aparentes e ângulos de repouso (início da página)


Material kgf (9,81N)/m3 Graus
Alvenaria de blocos furados de concreto leve 1000 a 1400
Alvenaria de blocos maciços de concreto leve 1000 a 1700
Alvenaria de pedras 2800
Alvenaria de tijolos comuns 1800
Alvenaria de tijolos furados 1200 a 1500
Areia molhada 2000 35
Areia úmida 1800 30
Argamassa de argila 2000
Argamassa de cimento 2100
Argamassa de gesso 1200
Argila arenosa 2100 22
Argila rígida 2000 15
Cal em sacos 1100
Cal hidratada moída 1200 25
Cal moída 700 25
Carvão mineral bruto 1000 35
Carvão mineral em pó 700 25
Cimento em pó 1700 20
Cimento em sacos 1600
Concreto armado de pedra britada 2500
Concreto de pedra britada 2300
Estante com livros 600
Gesso moído 1500 25
Livros empilhados 850
Madeira seca (pinheiro) 600
Madeira seca (tipo nobre) 800 a 1000
Papel em rolos 1500
Papel plano empilhado 1100
Pedra britada 1700 35
Terra vegetal 1700 25
Tijolo moído 1500 35
Vidro em placas 2500

Poder calorífico superior de alguns combustíveis (início da página)


Combustível kcal/kg Combustível kcal/kg
Acetileno 9800 Gás pobre 2400-3000
Alcatrão 8800 Gasolina 11000
Álcool etílico 7200 Hidrogênio 34500
Antracito 8500 Lenha 10% umidade 2500-3000
Bagaço de cana 40% umidade 2300 Linhito 8% umidade 4500
Benzol 9800 Metano 12900
Butano 11800 Óleo combustível 10300-10600
Carvão mineral betuminoso bom 7500 Óleo diesel 10600
Carvão mineral médio 3900 Piche 8500
Carvão mineral médio beneficiado 5000-7000 Propano 11950
Carvão vegetal boa qualidade 7500 Querosene 10800
Casca de amendoim 3200 Resíduos de borracha 4000
Casca de quebraço 1800 Resíduos de couro 2000
Casca de semente de algodão 2800 Serragem 2500
Cavacos de madeira 2500 Torta de óleo de algodão 4500
Coque 6000 Torta de óleo de mamona 4500
Gás de alto forno 700 Turfa 2500

Propriedades elétricas de alguns materiais (início da página)


Resistivida- Coef temp Constante die- Rigidez dielé-
Material
de ( m) (x10-4) létrica (50 Hz) trica (kV/mm)
Acetato de celulose 109 a 1010 - 3,5 a 7 20 a 45
Aço 10 a 25 x 10-8 64 - -
Alumínio 2,8 a 3 x 10-8 40 - -
Bismuto 120 x 10-8 45 - -
Borracha vulcanizada 1013 a 1014 - 3,2 a 5 10 a 30
Carbono 4 a 10 x 10-6 3 - -
Cobre 1,8 x 10-8 39 a 41 - -
Constantan 50 x 10-8 0,1 - -
Estanho 12 x 10-8 57 - -
Ferro fundido 60 a 160 x 10-8 75 - -
Latão 6 a 8 x 10-8 10 - -
Manganina 44 x 10-8 0,1 - -
Mercúrio 97 x 10-8 9 - -
Mica 1011 - 4 15 a 40
Níquel 6,5 a 10 x 10-8 61 - -
Níquel-Cromo 100 a 110 x 10-8 0,002 - -
Óleo isolante 1011 a 1012 - 2 a 2,5 10 a 25
Ouro 2,3 x 10-8 37 - -
Papel isolante seco 1013 - 2 a 2,5 7a8
Parafina 10 a 1015
14
- 2 a 2,3 10 a 30
Pexiglass 1014 - 3,5 a 4,5 35
Platina 10 x 10-8 38 - -
Porcelana > 109 - 6 35
Prata 1,6 x 10-8 - - -
PVC 1010 a 1014 - 3,4 a 6 30 a 50
Tântalo 16 x 10-8 27 - -
Teflon 1015 - 2 16 a 20
Tungstênio 5,5 x 10-8 39 - -
Vidro > 1011 - 3,5 a 9 10 a 40

Taxas de ocupação para ambientes diversos (início da página)


Ambiente Ocupação
Apartamentos 2 pessoas / dormitório
Escolas (espaço total) 1 aluno / 25 m2
Escolas (salas de aula) 1 aluno / 1,5 a 2 m2
Escritórios 1 pessoa / 5 a 7 m2
Estacionamentos 1 veículo / 20 a 25 m2
Lojas (pavimento térreo) 1 pessoa / 2,5 m2
Lojas (pavimentos superiores) 1 pessoa / 5 m2
Museus 1 pessoa / 5,5 m2
Restaurantes 1 pessoa / 1,5 m2
Salões de hotéis 1 pessoa / 5,5 m2
Shopping centers 1 pessoa / 5 m2
Supermercados 1 pessoa / 2,5 m2
Teatros e cinemas 1 cadeira / 0,7 m2
Vestiários (armários e pias) 1 pessoa / 0,5 a 0,6 m2
Vestiários (duchas) 1 pessoa / 0,55 m2

Elaborado Pg 114
02/10/02