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ÍNDICE

PARTE I

PRINCÍPIOS DE REVELAÇÃO NA PALAVRA

PARTE II-

ANDANDO NO ESPÍRITO

PARTE III-

TRANSFORMAÇÃO DA ALMA

PARTE IV-

O PLANO DE REDENÇÃO

PARTE V-
DISCIPLINAS DO ESPÍRITO

PARTE VI –

O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS

PARTE VII-

GUERRA ESPIRITUAL

PARTE VIII-

A PLENITUDE DO ESPÍRITO

PARTE IX-

REINO E A VOLTA DE JESUS

APRESENTAÇÃO

1
É comCristã.
Maturidade muitaEste
alegria que na
material lheverdade
apresentamos
em umaesta apostiladodoCurso
compilação Curso
de de
Maturidade no Espírito da Igreja Videira de Goinia que ! a igreja na qual temos
como re"er#ncia em termos de visão celular.
$ di"erença% entretanto est& no resumo da mat!ria que "i'emos para um
melhor aproveitamento e algumas correç(es doutrin&rias dentro daquilo que n)s
cremos como uma igreja "iliada a Convenção *atista +acional al!m de alguns
coment&rios e,tras que acrescentamos no intuito de melhorar ainda mais o
material que j& era de e,celente qualidade.
Esperamos que de "ato voc# possa "a'er um -om uso deste material e ao
termin&lo seja de "ato um líder aprovado.

/astor Carlos 0amos.


/astor 1itular
Igreja *atista Central de 2nai  MG

A VISÃO DA IGREJA BATISTA CENTRAL DE UNAI.

2
*em vindo 3 "amília de 4eus voc# agora "a' parte de um povo vencedor% de
uma igreja com prop)sito e com uma visão.
Vejamos a seguir em consiste a nossa visão5

• Tem! "m #$#%!&' #e( )"*( +%! ,&,em! e *m&+*m!


+/$me "m* ,&!0 )"e  Se+$ 'em +! 1*1 2A'3 43567 *+1*m! +*
+'$*m0 1 m"+1.
• Sm! "m* &8$e9* 1e /:7 $*;0 e e+!&+ – m*!7 !<$e'"1 !m!
"m* &8$e9* em )"e * ,&1* 1e C$&!' /("& *'$*,:! 1e $e(*&+*me+'!. Sm!7
#$'*+' "m* I8$e9* 1e *(&*+;*!.
• N!! !(8*+5 6+osso encargo ! edi"icar uma igreja de vencedores% onde
cada mem-ro ! um ministro e cada casa uma e,tensão da igreja% conquistando assim
a nossa geração para Cristo atrav!s das c!lulas que se multiplicam uma ve' ao ano7.
• =N!! e+*$8>3 8& uma di"erença entre cargo e encargo vejamos5
C*$83 mera posição em uma estrutura. E+*$83 ! um Chamado% uma Causa% um
Clamor do coração% um estilo de vida.

=E1&/&*$>3 1ra-alho do construtor demanda tempo e es"orço. +ão
-uscamos meramente convertidos% mas "a'er discípulos.
• =Um* I8$e9* 1e Ve+e1$e!>3 $queles que vencem o mundo% o pecado
e o dia-o9 que oram que l#em a /alavra e se tornam "ortes e ativos9 que cumprem o
chamado de 4eus para esta geração Mc5:;5:;% conquistando em Cristo% sendo mais
que vencedores <0m5=5>: >?@. Vencedores são aqueles que cumprem o prop)sito de
4eus. Aual ! o prop)sito de 4eusB 2m grupo de pessoas 3 ua Imagem e
emelhança. 4eus quer "ilhos parecidos com Desus o /rimog#nito de toda criação.
O<!e$,*;03 nem todo crente ! e,perimentalmente um vencedor.
ão por direito um vencedor% mas muitos não se posicionam como
vencedores e por isso vivem como derrotados. 1#m a herança do /ai% mas
vivem como miser&veis.
O *m&+ 1 ,e+e1$5 Encontro% Curso das guas% *atismo% Cursão% C1F
e emin&rio.
“Cada Membro um Ministro”:
+a maioria das igrejas hoje não h& nem um senso de corpo de cristo% ou
estrutura onde os mem-ros possam estar envolvidos de maneira "uncional. /or causa
disto a maioria por decisão pessoa% escolhe sentar nos -ancos do pr!dio da igreja%
disposta a não se envolver. $o contr&rio desta concepção% na visão de c!lulas não h&
como se omitir ou não se envolver. Estar na visão ! estar comprometido
Crentes que não se envolvem% são crentes parasitas. Eles esperam ser
mimados% ministrados e entretidos pela igreja. Em troca% são conta-ili'ados na
estatística e eventualmente dão uma o"erta ou algo parecido para manter o
3
6sistema7. Esse tipo de crente "a' parte dos =H dos mem-ros que são carregados e
ministrados pelos outros :H.
+ão h& na igreja convencional% nenhum conte,to no qual o crente possa ser
treinado a produ'ir ao inv!s de consumir. D& na igreja em c!lulas seus mem-ros t#m a
oportunidade para desenvolver seus potenciais e se tornarem produtivos
lamentavelmente essa dinmica não est& sendo e,perimentada na maioria das
igrejas cristãs. 8oje muitos de seus mem-ros "reqJentam "ortuitamente apenas as
reuni(es dominicais e não se disp(e a envolverse nos programas de atividades de
suas igrejas.
Consequentemente trans"ormase apenas em mais um dado estatístico do
0elat)rio $nual de $tividades da Igreja 6K7% onde "iguram no gr&"ico dos
6esquentadores de -anco7% ou nos dos 6contri-uintes do istema7% ou no dos
espectadores sem importncia.
L sistema de Desus "oi projetado para resultar em produtores% e não em
consumidores ou parasitas. /recisamos retomar% nesses dias% "undamento do
sacerd)cio universal do crente% a verdade de que cada um de n)s ! um ministro
<I /e. 5N@. +ão e,iste em nossa igreja um departamento ou um programa de c!lulas.
L nosso alvo ! -em mais am-icioso. +)s queremos restaurar o modelo de Igreja do
+ovo testamento%do
resta-elecimento com um novosrcinal
paradigma tipo dedamem-ro. Isto%ona
igreja% onde verdade
mem-ro representa
não seja mais oum
mero consumidor espiritual <no shopping da igreja@% mas um produtor Otil e "rutí"ero
na "amília de 4eus.
Muitos encaram a igreja como uma prestadora de serviços espirituais% onde
podem -uscar quando desejarem uma ministração "orte% uma palavra interessante%
uma aula apropriada para seus "ilhos% um am-iente agrad&vel e assim por diante.
Auando por algum motivo os serviços da igreja caem em qualidade esses
consumidores saem 3 procura de outro shopping espiritual mais e"iciente. Mem-ros
assim não t#m aliança com o corpo% Desus nos chamou para "a'er discípulos e não
apenas convertidos /or isso queremos ser um povo com uma vida cristã s)lida e

pratica
lares regular
são de oração
aquecidos e leitura
pelo amor da /alavra
Aueremos ser de
uma4eus. Aueremos
comunidade serserve
que um povo cujos
a 4eus de
acordo com seus dons na "amília% na escola% no tra-alho% na igreja. Em outras
palavras n)s desejamos ser ministros.

COMO ? O CRENTE @UE SE TORNA UM MINISTRO

E,iste uma di"erença entre ter a visão e a visão. 1er uma visão não ! algo di"ícil
-asta mudar nossa terminologia. 1odavia ser conquistado por uma visão !
completamente di"erente implica numa mudança de mentalidade. Auando um crente
compreende que ele deve produ'ir% e não simplesmente consumir% uma verdadeira
revolução acontece em sua postura em relação 3 igreja local. P Ele não se preocupa
4
mais em sa-er o que aquela igreja pode lhe o"erecer% antes% preocupase em sa-er
como ele pode ser Otil ali. P Ele não responsa-ili'a mais o pastor ou algum líder pelo
seu crescimento espiritual% porque sa-e que pode e deve ter intimidade com 4eus
sem interm!dio algum. P Ele encara suas pr)prias guerras e ainda tem disposição
para dar apoio aos novos convertidos nas deles. P e tiver que se mudar para outra
cidade% ele sa-e que a igreja vai junto com ele. Ele sa-e que mesmo distante do
pr!dio% a igreja acontece onde ele est&. $lgu!m conquistado pela visão esta
consciente
mem-ros. Essade seus
visão dons
apesare de
deser
que deve us&losnão
revolucion&ria% para a edi"icação
! nova dos outros
desde os tempos da
0e"orma /rotestante j& se "alava em sacerd)cio universal dos crentes. Estamos
apenas retornando 3s srcens e procurando viver segundo o padrão de 4eus.
Mas e,iste um grande impedimento 3 visão de que cada crente ! um ministro !
o clericalismo. L clericalismo ! o sistema que surgiu dentro da igreja depois do quarto
s!culo que esta-elece que na igreja. 8& dois tipos de pessoas5 os cl!rigos e os leigos.
$quelas que são chamadas cl!rigos <são os sacerdotes% os reverendos% os doutores
em divindades% etc.@. $ outra classe% a dos ignorantes e incapa'es% ! chamada de
leigos. L sistema de cl!rigos e leigos ! totalmente maligno ! uma grande ameaça%
pois ele anula completamente o conceito -&sico do sacerd)cio universal dos crentes%
ou seja%predomina
igrejas a verdade odeclericalismo%
que cada crente ! um ministro
os mem-ros in"eli'mente%
não "uncionam% na maioria
tornamse das L
let&rgicos.
inimigo tem conseguido anestesiar os mem-ros para que não "uncionem. Em nossos
dias h& dois tipos de clericalismo9 L primeiro ! aquele em que os pr)prios cl!rigos se
colocam acima dos leigos a"irmando que são eles os que sa-em os que conhecem e%
portanto são incontest&veis. Chegam mesmo a proi-ir os mem-ros de pregar% ensinar
ou "a'er qualquer outra coisa. +esse am-iente% a Onica "unção dos mem-ros ! ir 3
igreja e se assentar no -anco olhando para "rente a "im de ouvir o pregador.
Certo artista pl&stico "oi convidado a pintar um quadro% que "osse o retrato da
Igreja. urpreendentemente% ele pintou um monte de n&degas com dois olhos
enormes por cima. $quela tela% in"eli'mente% tradu'iu a realidade de muitas igrejas5

umemonte
se de n&degas
olhar para com mais.
"rente nada dois olhos es-ugalhados. Ls mem-ros s) sa-em sentar
L segundo tipo de clericalismo ! conseqJ#ncia do primeiro. +ele o povo est&
tão acostumado 3 situação que contrata um pregador pro"issional Q um "uncion&rio do
pOlpito Q e,ige que ele "aça a o-ra de 4eus% enquanto os mem-ros apenas dão
dinheiro. +o primeiro caso o clero proí-e o povo de "alar% no segundo% o povo se cala%
deli-eradamente% e contrata um pro"issional para e,pressarse em seu lugar.

2M 35-6 'e /& 1*1 *"'$&1*1e !<$e 1em+&! e e+/e$m&1*1e!7


#$ &!! +0 !e &+'&m&1e em $*$ #$ "m e+/e$m " e#"(!*$ "m 1em+&7
" +0 #e+!e )"e !%  #*!'$ #1e /*He$ &!!7 , : "m m&+&!'$

5
• =C*1* C*!* "m E'e+!0 1* I8$e9*>3
 +)s somos uma igreja em c!lulas
 +os reunimos em pequenos grupos nas casas durante a semana e uma reunião
geral no "inal de semana no pr!dio da igreja.
- +ossa Igreja não ! representada pelo /r!dio e sim pelos santos
<irmãos@ reunidos nas diversas c!lulas. $ igreja ! algo muito maior do que
uma
Construção de tijolos que não se move% amanhã pode crescer e
mudar de pr!dio% mas a Igreja ser& a mesma.

• “Conquistando assim a nossa geração para Cristo”:


- A nossa motivação é Conquistar nossa Geração através do
crescimento explosivo das células se multiplicando uma vez por ano.
- 10 células – 1 ano – 100 membros
- 20 células – 2 anos – 200 membros
- 0 células – ! anos – 00 membros
- "0 células –  anos – "00 membros
- 1#0 células – $ anos – 1#00 membros
% C&lculos realizados com células medianas de 10 'embros. As
células são (rupos de ) a 1$ pessoas. Ap*s essa quantia a célula se
multiplica.
• “Através das células que se multiplicam uma vez por ano”:
$s c!lulas estão na *í-lia% pois a Igreja /rimitiva se reunia dessa
"orma. 6E% perseverando unnimes todos os dias no templo% e partindo
o pão de casa em casa% comiam com alegria e singele'a de coração%
louvando a 4eus% e caindo na graça de todo o povo. E cada dia
acrescentavalhes o enhor os que iam sendo salvos7. <atos 5 R= e
RN@.
- +ma reunião de célula tr&s v,nculos r&pidos com nossos irmãos-
enquanto indo apenas s reuni/es de celebração isso duraria meses para se
estabelecer.
 A célula é a sua am,lia espiritual.
 & voc3 tem seu pai na é 4l,der5- seu irmão na é- seu an6o da (uarda
4consolidador5.
 & voc3 recebe uma ministração da vida de 7eus- através do
louvor- da 8alavra e das oraç/es- um renovo semanal.
 9 alvo de toda célula é crescer e se multiplicar. As células são
(rupos de ) a 1$ pessoas. Ap*s essa quantia a célula se multiplica. As
células possuem como enoque principal a ediicação dos irmãos- mas
também é lu(ar de oração- louvor- adoração- evan(elismo e

6
obviamente de multiplicação.
 +ma célula nova com 0) 4sete5 membros- se cada membro-
Crente- C:eio do ;sp,rito <anto (an:ar uma =nica alma para >esus
durante o ano inteiro – essa célula c:e(ar&  quantia de 1 'embros e
se a req?3ncia estiver alta 4se os membros orem constantes5.... ;la
estar& apta a se multiplicar em duas novas células de 0) membros.
 A visão unciona – basta empen:o e dedicação ao C:amado do
'estre@
6/ortanto ide% "a'ei discípulos de todas as naç(es% -ati'andoos
em nome do /ai% e do Silho% e do Espírito anto9 ensinandoos a
guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado9 e eis que eu
estarei convosco todos os dias% at! a consumação dos s!culos.7
<Mateus =5:N e T@

7
8
PARTE I

PRINCÍPIOS DE
REVELAÇAO NA PALAVRA

1odo! homem
o homem apenas ! espírito%
corpo alma
e alma. e corpo.! $importante
1odavia% concepçãoressaltarmos
geral das pessoas ! de que
que o homem !
um ser triOno5 corpo% alma e espírito. Em I 1essalonicenses H57> lemos75

UL mesmo 7eus da paz vos santiique em tudo e o vosso esp,r ito- alma e
corpo- se6am conservados ,nte(ros e irrepreens,veis na vinda de Bosso <en:or >esus
Cristo. .

Espírito e alma não são a mesma coisa. Caso "ossem% qual seria a necessidade
de separ&IosB /ois% em 8e-reus R5:% /aulo nos di' que a /alavra de 4eus ! viva e
e"ica' e penetra a ponto de dividir alma e espírito. $lma e espírito% portanto% não !
mesma coisa.
Mas qual a necessidade de estudarmos so-re esse assuntoB /or que precisamos
sa-er que o homem ! espírito% alma e corpoB Isso ! "undamental so- muitos
aspectos. Essa ! a -ase para a compreensão de todo o "undamento da "!. Vejamos
algumas ra'(es pelas quais nos ! imprescindível aprender não apenas que o homem
possui uma dimensão tríplice% mas tam-!m a necessidade de sa-ermos discernir o
nosso pr)prio espírito humano.
• Em primeiro lugar, Deus : esprito! Em J0 K34K7 (em!3 "#orque
Deus : esprito!!!" Lra% para que possamos ter contato com a mat!ria% precisamos
ser mat!ria. 4o mesmo modo% para que possamos ter contato com 4eus% que !
Espírito% precisamos ser um espírito.
• Em segundo lugar,  pr$prio con%ecimento espiritual : adquirido
+ esprito! 6Em I Coríntios 5 :R% lemos5 9Lra% o homem natural não aceita as
coisas do Espírito de 4eus% porque lhe são loucura% e não pode entend#las% porque
elas se discernem espiritualmente7. Veja -em que todo conhecimento que tem valor
na vida cristã ! adquirido espiritualmente.
• Em terceiro lugar  novo nascimento : algo que ocorre
inteiramente em +!! esprito! UL que ! nascido da carne% ! carne9 e o que !
nascido do Espírito ! espíritoU <Do.>5;@. Auando $dão pecou% ele morreu% e -em assim
toda a sua descend#ncia. $ morte de $dão não "oi de imediato uma morte "ísica% mas
espiritual. L seu espírito morreu para 4eus. +ão que o homem natural não tenha
espírito% mas o seu espírito est& morto% incapa' de manter contato com 4eus. L novo
nascimento ! o renascer deste espírito para 4eus.
9
• Em quarto lugar! A adoração : algo qu e : &eito + esprito! e
"alharmos em perce-er o nosso espírito% a nossa adoração ser& comprometida. L
m&,imo que iremos alcançar ser& um louvor no nível da mente e da alma. 4eus !
espírito e deve% portanto% ser adorado em espírito <Do.R5R@. .
• Em quinto lugar, em '1  'ovo (estamento, !m! e)ortados *
andar + esprito!
6+este ponto algu!m pode questionar57 É% mas aí não se re"ere ao
Espírito de 4eusB71odavia% entendemos que aquele que se une ao enhor ! um s)
espírito com 4eus% "omos unidos a Ele% amalgamados% ligados indissoluvelmente <I
Cor. ;5 :?@7. L Espírito anto não ha-ita na alma% e sim em nosso espírito humano
recriado. 1oda direção que o Espírito nos d&% vem atrav!s do nosso espírito. L nosso
espírito ! a parte do nosso ser que tem a "unção de contactar a 4eus.
• Em se)to lugar * palavra 1e Deus diz que !m! seres espirituais!
Eu sou um ser espiritual. Eu sou da nature'a de 4eus% "ui "eito 3 sua imagem e
semelhança. +ão devemos pensar que somos o nosso corpo. +)s somos espíritos% e !
por isso que estamos aptos para ter comunhão com Ele para ouvir e "alar com Ele.
• Em D Cor,ntios :R5:R% 8aulo diz@ Ue eu orar em outra língua% então meu
espírito ora...U Ee6a a orma como ele diz@ Use eu orar.. Então meu espírito oraU 9 ve6a
que o UE2U e o UespíritoU são a mesma coisa- mostrando que 8aulo se via como um
ser espiritual.
Evidentemente n)s não somos apenas espíritos% somos tam-!m alma e corpo.
Em 0omanos ?5 :=% /aulo tam-!m di'5 U/orque eu sei que em mim% isto ! na minha
carne...U Veja que ele tam-!m di' que ele ! mat!ria. +)s somos um ser triOno. $
divisão que ora "a'emos ! apenas visando "acilitar a aprendi'agem.
E,iste um tipo de oração que ! "eita no nível do espírito. Como poderei "a'er
esse tipo de oração% se eu nem mesmo sei que possuo um espíritoB $ adoração ! no
espírito e a oração tam-!m. Vemos que a pr&tica normal da vida cristã implica numa
compreensão clara de que somos um ser espiritual% que possui uma alma e ha-ita em
um corpo.
8& uma grande di"erença entre o conhecimento mental e o conhecimento
espiritual. 1alve' nunca tenhamos questionado por que h& tantos "ilhos de 4eus que
conhecem a *í-lia e esse conhecimento não os a"eta de "orma alguma. Esse
pro-lema acontece porque conhecem a *í-lia apenas intelectualmente% ou seja% não
t#m revelação.
/or todo o +ovo 1estamento% n)s podemos ver que a maior preocupação de
/aulo era a de que os crentes tivessem revelação de 4eus. e o-servarmos
atentamente as oraç(es de /aulo% mencionadas nas epístolas% constataremos que o
seu alvo de oração era Onico5 Re,e(*;0. /aulo não orava pelo crescimento da
Igreja. /aulo não orava por novos líderes% nem por algo semelhante. Como seria
mudada a nossa pr&tica de igreja se tom&ssemos como nossas as oraç(es de /aulo
implesmente porque quando houver revelação% as pessoas serão trans"ormadas pela
10
ação da /alavra. $ "! se mani"estar& espontaneamente% e a unção e a vida de 4eus
irão trans-ordar.

FUNÇES DO ESPÍRITO7 DA ALMA E DO CORPO.

/ela /alavra de 4eus e pela e,peri#ncia% podemos ver que o homem possui tr#s
partes% e que cada uma delas possui a sua "unção especí"ica. L corpo ! a parte
material onde estão os nossos sentidos "ísicos. $ sua "unção -&sica ! manter contato
com o mundo material atrav!s dos cinc o sentidos. $ alma% por sua ve'% ! a parte que
nos permite contatar a n)s mesmos. 4iríamos que ! a parte que nos permite ter
autoconsci#ncia% ou seja% consci#ncia de n)s mesmos. $ alma ! o UeuU e% portanto% o
centro da personalidade. L espírito ! aquela parte pela qual temos comunhão com
4eus. É o elemento que nos d& consci#ncia de 4eus. $ alma ! o centro da
personalidade% mas o espírito ! a parte mais importante  ! o centro do nosso ser. É
pelo espírito que podemos adorar a 4eus e rece-er revelação. 4eus ha-ita em nosso
espírito.

6 FUNÇES DO ESPÍRITO
L espírito humano possui tr#s "unç(es -&sicas5 &+'"&;07 +! &+&* e
m"+0.

• A /"+;0 1* &+'"&;0
UE v*s possu,s a unção que vem do <anto- e todos tendes con:ecimento- D
>o.l@20.

UAuanto a v)s outros% a unção que dele rece-estes permanece em v)s e não
tendes
respeitonecessidade
de todas asde que algu!m
coisas% vos ensine%
e ! verdadeira% mas
e não ! como a sua unção nele%
"alsa. /ermanecei vos ensina
como a
tam-!m ela vos ensinouU%I Do.5?.
$ intuição ! a capacidade do espírito humano de conhecer e sa-er
independentemente de qualquer in"lu#ncia e,terior. É o conhecimento que chega at!
n)s% sem qualquer ajuda da mente ou da emoção% ele chega intuitivamente. $s
revelaç(es de 4eus e todas as aç(es do Espírito anto se tornam conhecidas por n)s
pela intuição do espírito. $ nossa mente simplesmente ajuda a entender aquilo que o
Espírito anto revela ao nosso espírito.
Muitas ve'es% surge um sentimento no nosso íntimo nos impelindo a "a'er algo
ou nos constrangendo para que não o "açamos. Essa sensação interior ! a intuição do
espírito. Auantas ve'es% depois de "a'ermos alguma coisa. Con"essamos5 U-em que
11
dentro de mim algo me di'ia para eu não "a'erU . 1odos podemos testemunhar que
em muitas circunstncias passamos por e,peri#ncias semelhantes & essa. L nosso
espírito est& "uncionando% n)s ! que não damos cr!dito. $ maioria de n)s estamos
con"inados a uma vida e,terior% e quase nunca damos cr!dito 3 vo' interior no
espírito.
$s coisas do espírito t#m de ser discernidas pelo nosso espírito <I Co. 5 :R@.
Desus sa-ia no seu espírito o que os outros arra'oavam. /aulo "oi constrangido no
espírito. Em todas essas re"er#nc ias% temos a "orma como se mani"esta a intuição do
espírito. $lgu!m pode me perguntar a esta altura5 Ucomo vou sa-er que ! intuição do
espírito ?U Eu não sei como voc# vai sa-er% mas voc# vai sa-er. $lgu!m poder& lhe
perguntar5 como voc# sa-e disso ? E voc# simplesmente dir&5 6Eu sei que sei7. É
desta "orma que perce- emos a intuição. É um sa-er que não tem srcem na mente e
nem no mundo "ísico.

Bão ensinar& 6amais cada um ao seu pr*ximo- nem cada um ao seu irmão
dizendo@ con:ece ao <en:or- porque todos me con:ecerão- desde o menor até o
maior deles. 7iz o <en:or- >r.!l@!.

+)s vivemos hoje de-ai,o desta aliança. 1odos são ensinados do enhor. Voc#
não sa-e como chegou a sa-er disso% mas h& algo em seu interior que di' que certas
coisas não são verdadeiras. Certa ve'% uma irmã con"idenciou que sentiu uma grande
angOstia enquanto certo pastor estava pregando. Ela não sa-ia o motivo daquela
angOstia no espírito. L irmão mais maduro mostroulhe que aquele pastor estava
ensinando heresia% pois di'ia que Desus não havia ressuscitado dos mortos. $ intuição
daquela irmã havia rejeitado o ensino% ainda que a sua mente não entendesse -em a
mensagem.
$ intuição se mani"esta pela restrição e pelo constrangimento. /or e,emplo%
podemos estar pensando em "a'er determinada coisa que parece muito ra'o&vel%
gostamos da id!ia e resolvemos ir em "rente. Mas algo dentro de n)s% uma sensação
pesada% opressiva% parece oporse ao que a nossa mente pensou% nossa emoção
aceitou e a nossa vontade decidiu. /arece di'ernos que tal coisa não deve ser "eita.
Este ! o impedimento% ou a restrição da intuição.
1omemos agora um e,emplo oposto. 4eterminada coisa parece irracional%
contr&ria ao nosso deleite% e muito contra a nossa vontade. Mas% por algum motivo
desconhecido% h& dentro de n)s um tipo de constrangimento% um impulso% um
estímulo para que a "açamos. Este ! o constrangimento da intuição.
É importante ainda "risarmos que h& uma di"erença entre o conhecer e o
entender. L conhecer est& no espírito% enquanto o entender est& na mente.
Conhecemos uma coisa atrav!s da intuição do espírito% a nossa mente ! iluminada
12
para entender o que a intuição conheceu. +a intuição do espírito% conhecemos a
persuasão do Espírito anto. +a mente entendemos a orientação do Espírito anto.
L conhecimento da intuição% na *í-lia% ! chamado de revelação. 0evelação ! o
desvendar% pelo Espírito anto% da verdadeira realidade de alguma coisa. Esse tipo de
conhecimento ! muito mais pro"undo que o conhecimento da mente. $ unção do
enhor nos ensina a respeito de todas as coisas pelo espírito de revelação e de
entendimento.

• A F"+;0 1* +!&+&*
É "&cil entender a consci#ncia. 1odos n)s estamos "amiliari'ados com ela. É a
capacidade de discernir entre o certo e o errado% não segundo os crit!rios da mente%
mas segundo uma sensação do espírito. <0m@.N5:$t.:?5:;. .W
Auando comparamos 0omanos N5 : e $tos.:?5 :;% vemos que a consci#ncia
est& locali'ada no espírito humano. 1esti"icar% con"irmar% recusar% acusar são "unç(es
da consci#ncia. Em I Coríntios H5>% /aulo di' que em seu espírito julgou uma pessoa
pecaminosa. Dulgar signi"ica condenar ou justi"icar% estas são aç(es da consci#ncia.
Muito "reqJentemente% a consci#ncia condena coisas que a nossa mente
aprova. L julgamento da consci#ncia não ! segundo o conhecimento mental% mas
segundo a direção do pr)prio Espírito anto.
+a *í-lia e,istem dois caminhos5 o caminho tipi"icado pela &rvore da vida e o do
conhecimento do -em e do mal. +ão somos e,ortados na /alavra a andarmos
segundo% o padrão de certo e errado% mas sim a sermos guiados pelo espírito. Auando
voc# p&ra diante de um cinema% qual ! a sua ponderaçãoB U+ão ! pornogr&"ico% não !
errado% não "a' mal% portanto% eu posso assistirU. 1ais ponderaç(es não são da
consci#ncia. É a mente decidindo% independentemente. $ consci#ncia não "a'
ponderaç(es% apenas decide. 8& muitas coisas que a nossa consci#ncia recusa% mas a
nossa mente aprova. 4evemos rejeitar de uma ve' por todas o caminhar segundo a

mente e segundo
princípio a 4eus
da vida de &rvoreem
don)s%
conhecimento% devemos
perce-ido em ser guiados pelo espírito% pelo
nossa consci#ncia.
/recisamos ser a-solutos com aquilo que 4eus condena em nossa consci#ncia.
+unca devemos tentar e,plicar o pecado% justi"icandoo. empre que houver uma
recusa em nossa consci#ncia% devemos parar imediatamente. $lguns tentam se
justi"icar di'endo que não t#m muita convicção se determinada coisa ! errada ou não.
0omanos :R5> nos di' que tudo o que não vem da plena certe'a e da "!% ! pecado.
) podemos servir a 4eus estando com a nossa consci#ncia limpa. 1odos n)s
podemos testi"icar que a ação da nossa consci#ncia não depende de nosso
conhecimento da *í-lia. Muitas ve'es% sentíamos que algo era errado e s) depois
desco-ríamos aquela proi-iç ão na *í-lia. em que ningu!m nos ensinasse% sa-íamos
que o nosso namoro estava errado% que as nossas "inanças estavam desajustadas.
13
$quele que ! nascido de 4eus tem no seu espírito a vo' do Espírito anto a "alar pela
sua consci#ncia. +ingu!m jamais poder& di'er que não sa-ia. $ nossa consci#ncia
tem a "unção de testi"icar conosco a vontade de 4eus.

• A F"+;0 1* m"+0
UMeu esp,rito exulta em 7eus meu salvadorF- c1@ ?.
9 que se une ao <en:or é um s* esp,rito com ;le. D Cor. #@ 1).

Comunhão ! adorar a 4eus. 1oda comunhão genuína com 4eus ! "eita no nível
do nosso espírito. 4eus não ! perce-ido pelos nossos pensamentos% sentimentos e
intenç(es% pois Ele s) pode ser conhecido diretamente em nosso espírito. $queles que
não conseguem perce-er o seu pr)prio espírito% não conseguem tam-!m adorar a
4eus em espírito. É no nosso espírito que nos unimos ao enhor e mantemos
comunhão com Ele. 1udo o que 4eus "a'% Ele "a' a partir do nosso espírito% sempre de
dentro para "ora. Esta ! uma maneira -em pr&tica de sa-ermos o que vem de 4eus e
o que vem do dia-o. L dia-o sempre começa a agir de "ora% pelo corpo% tentando
atingir nossa alma. 4eus% por sua ve'% age de dentro para "ora.
empre que "ormos adorar a 4eus% devemos nos voltar para o nosso coração%
pois ! nele que perce-emos o nosso espírito. +ão procure e,ercitar a mente na hora
de adorar% e,ercite o espírito atrav!s do coração. É por isso que a adoração com
cnticos em línguas ! mais e"iciente%pois a nossa mente "ica in"rutí"era e podemos
e,ercitar o espírito livremente. Auando o "ogo vier queimando no coração% a-sorvao
completamente. Auando vier como um rio trans-ordante% -e-ao completamente. $
comunhão ! sempre perce-ida no coração.

COMO EXERCITAR O PRÓPRIO ESPÍRITO


/recisamos separar o nosso espírito de nossa alma <*. R5 :@. e "ormos
incapa'es de separar a nossa alma do espírito% seremos incapa'es de contatar o
enhor e at! mesmo de servilo.
$ maneira como 4eus nos leva a perce-er o nosso pr)prio espírito passa por
tr#s caminhos5 Em #$&me&$ ("8*$% devemos entender que a alma esconde% enco-re
o espírito assim como os ossos enco-rem a medula. e quisermos ver a medula
temos de que-rar os ossos. /or isso% a alma precisa ser que-rada. em
que-rantamento ! di"ícil perce-ermos o nosso espírito. /ortanto% a primeira maneira
que 4eus usa para perce-ermos o nosso pr)prio espírito ! pelo que-rantamento da
alma. +estas circunstncias nos tomamos sensíveis a 4eus em nosso espírito.
Em !e8"+1 ("8*$ % a palavra de 4eus tam-!m tem esse poder de separar
alma e espírito. 4eus% na verdade% usa o que-rantamento pelas circunstncias% e o
poder da palavra para separar a alma e o espírito. 8e-reus R5 : di'5
8orque a palavra de 7eus ! viva- e eicaz- e mais cortante do que qualquer
14
espada de dois (umes- e penetra até o ponto de dividir alma e esp,rito- 6untas e
medulas- e ! apta para discernir pensamentose prop*sitos do coração.
Um* 'e$e&$* m*+e&$* para perce-ermos o nosso espírito humano ! orando
em línguas. /aulo di' em I Coríntios :R5 :R que aquele que ora em línguas tem o
pr)prio espírito orando enquanto a mente <alma@ "ica in"rutí"era. /ortanto% se voc#
não ora em línguas% -usque do enhor esta e,peri#ncia% pois atrav!s dela voc# vai
crescer no seu pr)prio espírito.
/aulo di' em 0omanos :5N que ele serve a 4eus no espírito. L mesmo se aplica
a cada cristão. /recisamos aprender a e,ercitar o nosso espírito. $ o-ra de 4eus em
nosso espírito j& "oi completada. É como uma lmpada que se acendeu. Desus disse
que o Espírito est& pronto <Mt. ;5R:@. $ o-ra de 4eus em nosso espírito j& "oi
completada. Somos regenerados% nascemos de 4eus% e Ele agora ha-ita em nosso
espírito. $ n)s ca-e apenas e,ercit&lo.
L-serve uma criança que aca-ou de nascer. Ela ! per"eita% mas precisa ainda
ser aper"eiçoada. Ele tem uma -oca per"eita% mas não sa-e "alar. Ela possui p!s
per"eitos% mas não sa-e andar ainda. L nosso espírito est& pronto% mas precisa ser
aper"eiçoado pelo e,ercitar.

46 FUNÇES DA ALMA
$ /alavra de 4eus nos mostra clara e inequivocamente que a alma humana !
composta por tr#s partes5 a mente% a vontade e a emoção. $ alma ! a sede da nossa
personalidade% ! o nosso 6E27. É por esse motivo que% em muitos lugares% a /alavra
de 4eus chama o homem de UalmaU. $s principais características do homem estão na
sua alma% tais como id!ias% pensamentos% amor% etc. L que constitui a personalidade
do homem são as tr#s "aculdades5 mente% vontade e emoç(es.
• A /"+;0 1* ,+'*1e
7ispon:a a(ora o vosso coração e a vossa alma para buscardes o <en:or
7eus D Cr. 5 :N. *uscar ! uma "unção da vontade9 vemos que a vontade est& na
alma. Em Do ;5 ?% lemos... Aquilo que min:a alma recusava em tocarF... 0ecusar !
uma "unção da vontade escolheria% antes ser. Escolher tam-!m ! uma "unção da
vontade. Vemos então% por esses trechos% que a vontade ! uma "unção da alma.
$ vontade ! o instrumento para nossas decis(es e indisposiç(es5 queremos ou
não queremos. em ela o homem seria redu'ido a um ser autXmato. É a vontade do
homem que tam-!m resolve pecar ou servir a 4eus. É na nossa alma que est& o
nosso poder de escolha.

A /"+;0 1* me+'e
/rov!r-ios 5:T9:N5 e R5 :R sugerem que a alma necessita de conhecimento.
L conhecimento ! uma "unção da mente9 logo% a mente ! uma "unção da alma.

15
As suas o-ras são admir&veis e a min:a alma o sabe muito bem. <l.1!H@ :R.
a-er ! uma "unção da mente% e% portanto% tam-!m da alma. Famentaç(es >5 T di'
que a alma pode se lem-rar e sa-emos que a lem-rança ! "unção da mente. /or isso
podemos a"irmar que a mente ! uma "unção da nossa alma.
$ mente ! a "unção mais importante da alma. e a nossa mente "or
o-scurecida% nunca poderemos chegar ao pleno conhecimento da verdade. $ nossa
mente ! renovada para poder e,perimentar e entender a vontade de 4eus% que !
revelada em nosso espírito.

• A F"+;0 1* Em;0
$ emoção ! uma parte importante da e,peri#ncia humana. $s emoç(es dão cor
3 nossa vida9 todavia% jamais podemos nos dei,ar ser guiados por elas. Isso porque a
emoção ! uma parte da alma. $s emoç(es se mani"estam de muitas "ormas5 amor%
)dio% alegria% triste'a% pesar% saudade% desejo% etc.
Em I m.I=5 :% Ct.l5? e :.R5 :% perce-emos que o amor ! alguma coisa que
surge em nossa alma. /rovando% portanto% que dentro da alma% e,iste uma "unção
como a emoção.
Auanto ao )dio% podemos ver em II m.H5=% EY.>;5H e :.::?5 := e,press(es
tais como5 menospre'o% a-orrecimento e despre'o. Essas são e,press(es de )dio e
todas elas procedem da alma. $ alma% portanto% tem a "unção de ter emoç(es tais
como o )dio.
/oderíamos citar ainda a alegria em Is.;:5 :T e :.=;5R como uma emoção da
alma e ainda a angOstia ou o desejo% I m.>T5; e T5R% E'.R5H e Dr.RR5IR.
1odos os trechos que lemos at! agora j& servem de -ase para constatarmos
que a alma de "ato tem tr#s "unç(es5 a mente% a vontade e a emoção. /erce-emos
tam-!m que o espírito do homem tem tam-!m tr#s "unç(es ou partes distintas5 a
consci#ncia% a comunhão e a intuição.

A TANFORMAÇÃO DA ALMA.

2ma das verdades mais importantes da vida cristã ! o "ato de que% agora% 4eus
ha-ita em n)s% na pessoa do Espírito anto. Como j& dissemos% Cristo agora ! a nossa
vida. e "alharmos em entrar em contato constante com o Espírito anto que ha-ita
em nosso espírito% a nossa vida% e% conseqJentemente% o nosso car&ter serão
seriamente prejudicados. É realmente muito importante sermos capa'es de distinguir
aquilo que vem do espírito. 4eus "ala ! no nosso espírito. e não sou-ermos a
di"erença entre alma e espírito% como podemos discernir a vo' e a vontade de 4eus
para n)sB

$ /alavra de 4eus nos mostra que aqueles que andam segundo o padrão da
16
alma são chamados carnais. Carnal não ! e,atamente aquele que anda na pr&tica do
pecado. Auem anda na pr&tica do pecado% possivelmente nem tenha nascido de
novo% pois aquele que ! nascido de 7eus não vive na pr&tica do pecado 4>o.! @H5. L
carnal ! aquele que sinceramente tenta "a'er a vontade de 4eus e conhecer a sua
vontade% todavia% ele o "a' e,ercitando a alma.
+esse sentido% os cristãos que vivem segundo o padrão da alma tendem a
seguir aquela "unção da alma que lhes ! mais peculiar. /or e,emplo% pessoas mais
emotivas
*(*/$&! tendem
e /$'e!a em;e!
usar as emoç(es como/*He$
+!e8"em crit!rio de vida
* <$* m*!Se
espiritual.
1e De"!7 !e !e+'em
e!'*!
em;e! !e ,07 '*m<:m !e" +&m !e e!,*& . 8& outros% por!m% que recusam
esta emotividade da alma e andam segundo o padrão da mente. Estes chegam
mesmo a criticar os emotivos como sendo carnais. O )"e e(e! +0 #e$e<em :
)"e *+1*$ !e8"+1 * me+'e '*m<:m : 1* *(m*. Estes irmãos tendem a ser
e,tremamente críticos e naturais na o-ra de 4eus. Geralmente% não aceitam o
so-renatural e querem colocar o Espírito anto nos seus padr(es de mente.  *&+1*
"m 'e$e&$ '&# 1e $&!'0 1* *(m*7 !0 *)"e(e! )"e *+1*m !e8"+1 *
em#(8*;0 1* ,+'*1e. /oderíamos cham&los de crentes Uo-ao-aU. empre
estão empolgados para reali'ar alguma atividade% entretanto% o "ogo se apaga logo.
+ão
nomepossuem perseverança
de sua pretensa alguma .UEstes
sinceridade5 Se crentes
e" +0chegam mesmo
e!'" m a argumentar
,+'*1e7 e" +0em
#$e&! $*$ +em (e$ * BQ<(&*7 #&!7 */&+*(7 De"! +0 )"e$ !*$&/Q& U. /arece
muito piedoso% mas se tratam apenas de desculpas da carne para não servir a 4eus.
e andamos segundo a alma% invariavelmente cairemos em um destes tr#s pontos% ou
em todos eles. Ls que andam na carne não podem agradar a 4eus. <0m.=5=@.
+ão devemos pensar que a nossa alma ! ruim% isto não ! verdade. L erro !
caminharmos con"iados na sua capacidade de pensar% entender e sentir. e andamos
pela alma j& não andamos por "!. E,iste algo% entretanto% que devemos "a'er com a
alma5 devemos trans"orm&la. Veja que o nosso espírito j& "oi recriado% regenerado.
1oda a o-ra de 4eus em nosso espírito j& "oi completada. L nosso espírito ! como
uma lmpada que se acendeu dentro de n)s. Ela est& acesa e nunca mais se
apagar&. L novo nascimento aconteceu num instante% mas a nossa alma agora deve
ser trans"ormada. L processo de trans"ormação da alma ! algo que dura a vida
inteira.
Como a nossa alma deve ser trans"ormadaB /ela renovação da mente. $ mente
! a primeira "unção da alma. e mudamos a mente% estaremos mudando toda a nossa
vida. $ Onica maneira de mudarmos a nossa mente ! con"ormandoa com a /alavra
de 4eus.
; não vos conormeis com este século- mas transorma ivos pela renovação
da vossa mente.... Im.12@2

Eu cola-oro com o Espírito anto na minha pr)pria trans"ormação 3 medida que


17
me encho com a /alavra de 4eus. Com relação ao nosso espírito% devemos e,ercit&lo
constantemente para mantermos contato com 4eus9 e com relação 3 nossa alma%
devemos trans"orm&la% mediante a renovação da nossa mente com a /alavra de
4eus.

6 FUNÇES DO CORPO
$ /alavra de 4eus nos di' que o nosso corpo ! apenas a nossa casa terrestre. É
o lugar onde moramos neste mundo. $ "unção -&sica do corpo ! ter contato com o
mundo "ísico. /aulo nos di' em II Coríntios H5 :R que o nosso corpo ! a nossa casa
terrestre% mas haver& um dia em que seremos revestidos da nossa ha-itação
celestial. L nosso corpo não tem conserto e nem salvação. /recis amos rece-er outro
corpo. +o c!u não teremos uma nova alma% mas teremos um novo corpo. L nosso
espírito "oi regenerado% a nossa alma est& sendo trans"ormada e o nosso corpo ser&
glori"icado. Vemos aqui os aspectos passados% presentes e "uturos da nossa salvação.

• F"+;0 1* !e+!*;0
$ "unção da sensação ! a porta do nosso ser. Ela se constitui nos cinco sentidos
do corpo. 1udo o que entra em nossa alma% entra atrav!s dos cinco sentidos. e
desejarmos o-ter vit)ria so-re o pecado% precisamos disciplinar o nosso corpo para
que atrav!s dele não entre nada sujo ou pecaminoso.

A F"+;0 1* (m;0
Evidentemente% ! "unção do nosso corpo se locomover. L nosso corpo ! a parte
mais in"erior% pois ! ele que tem contato com o mundo "ísico% e para o nosso corpo !
impossível perce-er as coisas espirituais.

• F"+;0 1e &+!'&+'
Ls instintos são reaç(es do organismo que não dependem do comando da
nossa alma. ão reaç(es autom&ticas e em si mesmas não são pecaminosas.
Entretanto% elas são a -ase da concupisc#ncia da carne. 4eus criou os instintos -ons%
mas por causa do pecado% eles "oram degenerados e hoje precisamos e,ercer
domínio so-re eles.
8& tr#s grupos de instintos -&sicos5 de so-reviv#ncia% de de"esa e se,ual. L
instinto de so-reviv#ncia inclui o comer% o -e-er e as necessidades "isiol)gicas. ão
inatos% ningu!m precisa ensinar a criança a mamar% ela j& nasce sa-endo. L pecado
trans"ormou esse instinto natural em glutonaria e -e-edices. L instinto de de"esa
inclui os atos re"le,os de proteção% como esquivarse% esconderse% protegerse. L
pecado o trans"ormou em -rigas% "acç(es% iras e todo tipo de viol#ncia. E o instinto
se,ual "oi corrompido para se trans"ormar em adult!rio% "ornicação% prostituição%
sodomia e coisas parecidas. +ão devemos permitir que esses instintos naturais% que
18
permanecem em n)s% mesmo depois que somos convertidos% nos controlem. L corpo
deve ser um servo e não um enhor.

A 1&!&#(&+* 1 $#
/recisamos estudar as "unç(es do corpo para compreendermos que o dia-o
est& de "ora% e 4eus est& dentro de nosso espírito. endo assim% tudo o que ! do
dia-o vem de "ora para dentro e tudo o que ! de 4eus vem de dentro <do nosso
espírito@ para
Veja "ora. como o inimigo age5 Ele primeiro procura entrar pelas portas da
a maneira
alma que são os sentidos do corpo. L processo sempre começa com o inimigo
tentando chamar a nossa atenção.
2ma ve' que ele tem a nossa atenção% ele tentar& despertar algum instinto
-&sico do nosso corpo. Como j& vimos% os nossos instintos "oram corrompidos pelo
pecado e tomaramse aliados do dia-o. Auando ele desperta um instinto% n)s
di'emos que estamos sendo tentados. .
2ma ve' que o instinto ! despertado% o pr),imo passo ! produ'ir um desejo. L
desejo ainda não ! pecado se ele "or apenas uma "orte tentação e ser tentado ainda
não ! pecado.
L pecado acontece quando o nosso desejo se trans"orma em intenção. Desus
disse que qualquer um que olhar com &+'e+;0 impura para uma mulher% j&
adulterou com ela <Mt. H5=@. Auando compreendemos a "orma como o dia-o age%
"ica mais simples alcançar vit)ria so-re ele.
$l!m disso% h& algo que a /alavra de 4eus di' que devemos "a'er com o nosso
corpo5
U0ogovos% pois% irmãos% pelas miseric)rdias de 4eus% que apresenteis os vossos
corpos por sacri"ício vivo% santo e agrad&vel a 4eus% que ! o vosso culto racionalU.
Im% :5:
4evemos o"ertar o nosso corpo a 4eus e tra'#lo de-ai,o de disciplina.
4isciplinar não ! usar de ascetismo% mas ! simplesmente não "a'er a vontade do
corpo. L nosso corpo e a nossa alma são a parte do nosso ser natural que ! chamada
de carne% no +ovo 1estamento. L carnal% então% ! aquele que vive no nível do natural9
ou seja% no nível da alma e do corpo.

A(8"m*! &m#(&*;e! #$'&*!3

 "m* *'&'"1e )"e 1e,em! 'e$ em $e(*;0 * *1* #*$'e 1 +!! !e$3

*6 L espírito deve ser e,ercitado  Com relação ao nosso espírito% precisamos


e,ercit&lo. $ o-ra de 4eus em nosso espírito est& pronta% daí di'erse que o espírito
est& pronto. 1odavia% assim como uma criança nasce per"eita% mas ainda precisa ser
aper"eiçoada% tam-!m acontece o mesmo com o nosso espírito.
19
<6 $ alma deve ser trans"ormada  $ nossa alma deve ser trans"ormada.
0omanos :5 : e II Cor >5 :; nos di'em como isso deve acontecer5 pela renovação da
mente.
6 L corpo deve ser disciplinado  /or "im% o nosso corpo deve ser disciplinado
como ! ensinado em 0omanos :5 :.

Cm $e(*;0  !*(,*;0 #1em! 1&He$3


*6 O +!! e!#Q$&' /& $e8e+e$*1 + #*!!*1 - a vida de 4eus "oi
colocada dentro do nosso espírito. É como uma lmpada que se acendeu. $ o-ra est&
completa. /or isso% o enhor disse que o espírito est& pronto <Mt. ;5R:@.
<6 A +!!* *(m* e!' !e+1 '$*+!/$m*1* + #$e!e+'e - o alvo de 4eus !
que esta vida que est& no espírito possa trans-ordar para nossa alma a ponto de
satur&la e trans"orm&la.
6 O +!! $# !e$ 8($&/&*1 + /"'"$ - o &pice da o-ra de 4eus ! a
mani"estação dos "ilhos de 4eus na gl)ria.

Cm $e(*;0 * #$#%!&' 1e De"! #1em! m#*$*$3

onde oa@pecado
L corpoha-ita
apontae%para o Egito
portanto%  do
não ponto
tem de vista
rem!dio. de 4eus orece-er
4everemos corpo !um
o lugar
corpo
glori"icado.
<6 $ alma aponta para o deserto - depois de termos sido salvos% precisamos nos
perguntar se estamos vivendo no nível da alma ou do espírito.
$ vida da alma ! lugar de aride' e "alta de "ruto. Viver pela alma ! viver no
deserto. .
6 L espírito aponta para Canaã. $ -oa terra aponta para Cristo. 4eus queria
que. Israel des"rutasse da -oa terra assim como deseja que hoje des"rutemos do
enhor Desus. a-emos que o enhor ha-ita em nosso espírito% daí entendemos que !
no espírito que devemos des"rutar dele.

A REVELAÇÃO NO ESPÍRITO

+a vida cristã o ponto mais importante ! o conhecimento espiritual% a


revelação. Como j& mostramos anteriormente% a maior preocupação de /aulo% em
todas as suas epístolas% era com revelação <EF:5 :H:N% E".>5 :R:N@.
É interessante vermos que /aulo não orava pelo crescimento das igrejas locais.
Em nenhum lugar /aulo "a' votos pelo crescimento num!rico da igreja. /aulo não ora
20
pelo pr!dio onde os irmãos deveriam se reunir. /aulo tinha uma Onica oração5 #$
$e,e(*;0.
/recisamos entender que o +ovo 1estamento tem um ponto central. E não digo
que não devemos orar por coisas como as que j& mencionei% elas t#m a sua devida
importncia. Mas não são o ponto central.
L ponto central de todo o +ovo 1estamento ! Cristo. Mas não apenas Cristo%
mas Cristo dentro de n)s% em nosso espírito. L que tem valor realmente !
conhecermos Cristo% por revelação% em nosso espírito. e possuirmos revelação de
Cristo% espontaneamente% todas as &reas de nossa vida serão a"etadas e
trans"ormadas.
É preciso estar claro para voc# que revelação não ! desco-rir algo que ningu!m
conhecia na /alavra de 4eus. $ntes% ! sa-er pelo espírito algo que a nossa mente
talve' at! j& sai-a. É simplesmente ver do ponto de vista de 4eus. É ver como 4eus
v#. <I Cor. 5:::9 II Cor. >5; eR5;9 II Cor. H5:;9 Do. T5:::;9 Fc.R5:>:; e >T>:.@
/or que muitas pessoas conhecem a /alavra de 4eus e não são trans"ormadasB
/orque o homem natural não entende as coisas do Espírito de 4eus. /orque estas
coisas se discernem espiritualmente% ou seja% por revelação. 2ma coisa ! o
conhecimento natural e carnal% outra coisa ! o conhecimento espiritual ou revelação.
/aulo di' que antes ele conhecia Desus na carne% mas depois passou a conhec#lo pelo
Espírito.
$ssim que- n*s- daqui por diante- a nin(uém con:ecemos se(undo a carne e%
se antes con:ecemos Cristo se(undo a carne- j& a(ora não o con:ecemos deste
modo. DD Cor. H5:;.
Auando a revelação de 4eus vem% então% h& crescimento% h& discipulado% h&
maturidade cristã% h& miss(es% h& novos líderes% tudo o mais ! apenas conseqJ#ncia
de termos as nossas vidas impactadas pela lu' do Espírito anto.
Z medida que nossos olhos espirituais se a-rem e entendemos com todos os
santos a dimensão do seu poder dentro de n)s% então% h& uma e,plosão de poder e
autoridade. Esta geração vai desco-rir a autoridade que tem e a suprema grande'a
do poder de 4eus que opera dentro de n)s. +ão adianta sa-er com a mente% temos
que ter revelação no espírito. 4;. 1@ 1$1H5. 4;.!@11H5.

CONDIÇES PARA SE OBTER REVELAÇÃO


L-servando a /alavra de 4eus podemos di'er que h& pelo menos quatro "atores
essenciais para se o-ter revelação.

O #$&me&$ /*'$ : +ee$ * P*(*,$* 1e De"!.


/or de"inição. 0evelação ! tomar algo que estava oculto% ou escondido ! tra'er

3 tona para que todos vejam. L que signi"ica istoB Eu simplesmente não vou ter
21
revelação alguma se a /alavra de 4eus estiver oculta para mim. /recisamos conhecer
a /alavra de 4eus antes de rece-ermos revelação.
Evidentemente% o mero conhecimento mental da *í-lia não tem valor algum. e
tudo o que voc# tem ! mero conhecimento mental% então voc# não tem coisa alguma.
É do conhecimento de todos que os espíritas e os cat)licos l#em a *í-lia e% no entanto
permanecem no erro. É assim por que o mero conhecimento mental não muda a vida
de ningu!m.
/or outro lado h& um princípio espiritual em I Coríntios :H5R;5
UMas não ! primeiro o espiritual e% sim o natural9 depois o espiritual.U

$ntes de termos o conhecimento espiritual precisamos do conhecimento


natural. Como podemos ter revelação no espírito de algo que nem conhecemos com a
mente. $ntes de termos revelação precisamos encher a nossa mente com a /alavra
de 4eus. Gaste tempo lendo% estudando% meditando% ouvindo% "alando e praticando a
/alavra de 4eus. +a medida em que isso "or se tomando real% naturalmente% o seu
espírito ser& e,ercitado e as revelaç(es virão.

O !e8"+1 /*'$ : 'e$ (! #*$* ,e$. E &!' *+'ee *'$*,:! 1 +,
+*!&me+'.
Vamos tomar o e,emplo de um -aO. e queremos ver o que est& dentro de -aO%
a primeira coisa que temos de "a'er ! a-rilo e retirar o que queremos ver. É isto que
dissemos quando "alamos so-re a-rir a palavra de 4eus. Mas suponhamos que depois
de a-rir o -aO desco-ríssemos que não podemos ver% somos cegos. +esse caso% não
poderíamos ver o que est& sendo revelado. L mesmo acontece conosco. +ão -asta
a-rir a *í-lia% precisamos de olhos para ver.
Em D Cor,ntios 5 :R lemos que@ Uo homem natural não aceita as coisas do
Espírito de 4eus% porque lhe são loucura% e não pode entend#las porque elas se
discernem espiritualmente.7
e ainda não "ui regenerado não vou ter condiç(es de ter revelação. $quele que
não nasceu de novo ! cego para 4eus% não pode ver as coisas do Espírito.

O 'e$e&$ /*'$ : * ("H )"e ,&$ *'$*,:! 1 <*'&!m m  E!#Q$&'


S*+'.

uponhamos que j& tenhamos a-erto o -aO% temos condiç(es de en,ergar% mas
não h& lu'. $inda assim não vamos ver coisa alguma. 4ei,ar de ser cego ! uma
questão de novo nascimento% mas ter lu' aponta para a e,peri#ncia do -atismo no
Espírito anto. L crente que ainda não "oi -ati'ado no Espírito% ! "ilho de 4eus% mas
vive como homem natural% não discerne as coisas do Espírito. Ele at! pode louvar%
mas não pode adorar. /ode at! conhecer a *í-lia% mas não tem revelação. $ terceira
condição% então% ! ser -ati'ado no Espírito anto.
22
Auero lem-rar ainda mais uma ve' que ter revelação não ! ver algo que
ningu!m nunca tenha visto% antes% ! ver as mesmas coisas com a lu' do espírito. É
quando as letras da *í-lia parecem saltar aos nossos olhos% e aquilo que j& sa-íamos
com a mente adquire agora uma intensidade e uma realidade antes desconhecida.
/or e,emplo% voc# j& sa-ia que era templo do Espírito anto% mas depois que vem a
revelação do enhor so-re esta verdade% tudo parece ser di"erente e% uma nova
atitude de santidade -rota de dentro de n)s% a"inal% voc# agora sa-e que algu!m
tremendamente santo !0
O )"*$' /*'$ ha-ita
! dentro
(! de voc#.
*<e$'!.

uponhamos que j& tenhamos a-erto o -aO% j& podemos ver% h& lu'% mas
inesperadamente os olhos estão "echados.
+ão podemos ver algo que est& oculto% não podemos ver se não en,ergamos%
tam-!m não podemos ver se não houver lu'% mas mesmo que tenhamos tudo isso%
ainda não ver& coisa alguma se estivermos com os olhos "echados.
+a *í-lia% os olhos são o nosso coração. 1er os olhos "echados ! ter o coração
"echado. Muitos de n)s t#m "echado o coração para aprender com certos irmãos% por
isso mesmo 4eus os tem resistido e não possuem revelaçã o do enhor. 4evemos ser
muito cuidadosos com o nosso coração% pois ! por ele que vem todas as coisas de
4eus. 1udo passa pelo coração.
Em $pocalipse >5T% o enhor Desus di' para os crentes de Faodic!ia que ele
est& 3 porta -atendo. Esta palavra "oi dita para crentes e não para incr!dulos. Eles
estavam com o coração "echado e o enhor di'ia querer entrar. 4o mesmo modo%
4eus hoje tem -atido a porta do nosso coração para que n)s a-ramos para Ele% para
que tenhamos sede 4ele% "ome de ua palavra e anseio por ua presença. +ão
adianta termos todos os ingredientes se nos "altam os olhos a-ertos% o coração
escancarado para o enhor.
O )"&+' /*'$ : 'e$ "m $*;0 +!*8$*1 * De"!

$ principal
coração que a lu'questão
de 4euspara se alcançar
resplandece <lI revelação
Co.R5;@. e! otratar
nossocom o coração.
coração estiverÉ com
no
pro-lemas% não perce-eremos a lu' de 4eus.
Em Dui'es :;5T:% lemos que ansão "oi derrotado pelos "ilisteus e estes lhe
cegaram os olhos. /or que ansão "oi derrotadoB /orque ele era na'ireu consagrado
ao enhor% e o sinal da sua consagração era o seu ca-elo. Auando o seu ca-elo "oi
cortado% então% a sua consagração tam-!m "oi cortada. 1odas as ve'es que a nossa
consagração e o-edi#ncia a 4eus são que-radas% uma nuvem escura vem so-re n)s.
1omamonos como cegos para as coisas espirituais.
L pecado ! algo terrível que produ' insensi-ilidade em nosso coração e nos
incapacita a ouvir e a rece-er de 4eus. L alvo do dia-o% como j& dissemos. ! impedir
que vejamos. Ele quer que sejamos cegos so-re 4eus e eu prop)sito. Auando o
23
pecado entra em nossas vidas% o dia-o tem espaço para nos cegar e% assim% somos
impedidos de o-ter revelação de 4eus. $ revelação do enhor ! para aqueles que L
o-edecem%que t#m um coração consagrado% dado e o"ertado a 4eus.
E,istem muitos servos de 4eus que não conseguem entender as coisas do
espírito como se "ossem homens não convertidos. /or que acontece issoB /orque são
servos que erram no coração. +ão t#m um coração consagrado ao enhor. /or causa
disso% os seus olhos espirituais% os olhos do coração% estão cegados e eles não podem
ver as coisas espirituais. Esse não ! o Onico% mas talve' seja o principal motivo da
cegueira no meio do povo de 4eus.
/or outro lado% aqueles que andam em o-edi#ncia se tomam cada ve' maisW
sensíveis e aptos para rece-erem de 4eus em seus espíritos.

O !e' /*'$ : 'e$ "m $*;0 e+!&+,e(.


Com relação ao ensino% e,istem dois tipos de crentes na casa de 4eus5 8&
aqueles que são portado res de uma doença que eu costumo chamar de comple,o de
$dão. Eles julgam que não devem aprender nada com ningu!m% pois 4eus vai ensinar
tudo para eles. +a sua presunção% estes irmãos jogam "ora s!culos de hist)ria e de
mover de 4eus% e esperam que 4eus comece tudo outra ve' com eles.
/or outro lado% h& um segundo tipo% que são os piores5 aqueles que julgam que
j& sa-em tudo. Auem j& sa-e tudo não precisa mesmo aprender com ningu!m% e nem
mesmo precisa -uscar revelação. Eles det#m todo o conhecimento da humanidade.
1ais irmãos não devem esperar algo no enhor% pois 4eus os resiste. 1udo isso
! so-er-a e 4eus resiste ao so-er-o% mas d& graça ao humilde. <I /e.H5H@. Em
apocalipse >5 :=% o enhor aconselha a igreja de Faodic!ia a comprar colírio para que
possa ver. Esse ver ! algo no espírito. Colocar colírio nos olhos signi"ica -uscar um
coração ensin&vel. Auem não se disp(e a aprender com os outros% tam-!m não vai
aprender diretamente com o enhor. ansão "icou cego por causa da "alta de
consagração9 os laodicenses "icaram cegos por causa de um coração so-er-o que
julgou sa-er todas as coisas.
0evelação ! simplesmente desvendar% ! revelar algo que estava oculto. Mas
não -asta apenas revelar o que est& oculto% ! preciso que haja lu'9 caso contr&rio%
não poderei en,ergar. Eu posso revelar o que est& oculto em uma cai,a% mas se não
houver lu'% de nada vai adiantar. L desvendar ! importante% mas a lu' !
imprescindível% porque se em mim não houver olhos para en,ergar% então tudo "oi em
vão.
L ministro deve a-rir a /alavra e isso acompanhado de muita lu' do enhor%
mas se as pessoas estiverem cegas% de nada adiantar&. $ntes de tudo ! preciso que
tenhamos olhos para en,ergar. e não cairemos no mesmo pro-lema dos "ariseus5
tinham olhos% mas não viam% tinham ouvidos% mas não ouviam.
Eu não devo -uscar aprender so'inho aquilo que meu irmão j& sa-e% pois 4eus
24
não vai me ensinar. Mas se eu me disponho a aprender com meu irmão% então a lu'
de 4eus vir& atrav!s dele. e em nossa cidade 4eus est& se movendo em algum
lugar% eu devo me dispor a ir at! l& para aprender% pois se eu não o "i'er e tentar
aprender so'inho% 4eus poder& me resistir. 4eus resiste ao so-er-o.
Aue o enhor nos d#colírio para que possamos en,ergar e alcançar revelação
dentro da sua /alavra.

O !:'&m /*'$ : 'e$ "m $*;0 (&m#.


Em Mateus H5=% Desus disse que os limpos de coração poderiam ver a 7eus. Veja
-em que esse ver ! uma promessa para o "uturo% mas tam-!m se re"ere ao tempo
presente quando podemos ver por revelação a 4eus <I Cor.5N:T@.
8& muitos que não podem ter revelação pelo simples "ato de terem um coração
impuro diante de 4eus. +ão ! su"iciente ter um coração limpo% precisamos ter um
coração puro. er limpo signi"ica não ter pecado oculto. igni"ica a apropriação
completa do perdão do sangue de Desus. Mas quanto a ter um coração puro não !
simplesmente uma questão de pecado. 2m copo dW&gua pode ter a &gua limpa%
por!m misturada <E,5 &gua com açOcar@% portanto h& coraç(es limpos que não são de
modo algum puros.
1er um coração puro signi"ica ter um coração sem misturas. e o nosso coração
est& cheio de coisas pro"anas% "ica di"ícil en,ergarmos as coisas do espírito. E,istem
muitas coisas que não são pecaminosas. Mas que tomam o nosso coração impuro. /or
e,emplo% uma pessoa que aca-a de a-rir uma loja. $pesar de o seu coração não estar
sujo% ele estar& cheio de interesse pelo com!rcio. 4urante todo o dia% ele vai estar
voltado para as coisas da loja. e em nosso coração h& um interesse pelo enhor%
mas um interesse igualmente grande por outras coisas% o nosso coração est& impuro.
1er um coração puro ! ter um coração para 4eus. UAuem mais ten:o eu -no
céuJ Bão :& outro em que eu me compra'a na terra 4<almo ?>5H@. 4avi "oi
chamado de o homem segundo o coração de 4eus por causa do seu pra'er
inteiramente colocado +ele.
O &'*, /*'$ : 'e$ "m $*;0 !em ,:"
Em II Coríntios >5 :H% lemos5 'as até :o6e- quando ! lido 'oisés- o véu est&
posto so-re o coração deles- /aulo est& nos di'endo aqui que h& um v!u so-re o
coração dos judeus que os impede de en,ergar a revelação de Desus. Aue v!u ! esseB
L v!u do tradicionalismo. /or que h& tantos que não se rendem 3s evid#ncias do
-atismo no Espírito antoB $ hist)ria comprova o crescimento das igrejas% os sinais
comprovam+o% a maturidade das vidas tam-!m. /orque% então% ainda di'em que
tudo ! mentiraB ) pode ser por causa desse v!u que est& posto so-re o seu coração.
+ão ! 4eus quem coloca o v!u% somos n)s mesmos. Auando nos enrijecemos em um
conceito natural e humano% estamos colocando so-re o nosso coração um v!u que
25
nos impede de en,ergar novas revelaç(es.
4urante toda a hist)ria% esse "ato pode ser perce-ido. 4eus sempre usa um
homem para tra'er uma revelação% mas esse mesmo homem de novo resiste 3s
novas revelaç(es que 4eus quer tra'er atrav!s de outros. 4eus não p&ra% n)s ! que
nos endurecemos em nossa tradição humana. e desejamos revelação% devemos
a-rir mão do tradicionalismo humano.
er tradicional ! estar "echado para qualquer palavra nova que 4eus esteja
"alando. E% nesse sentido% e,istem tradicionais que oram -ai,o e que oram alto. 8&
tradicionais que oram em línguas e outros que não oram. 1radicional ! aquele que
est& preso ao passado.
Veja que um coração correto ! -&sico. e desejamos revelação% ! "undamental
nos enchermos com a /alavra de 4eus.

CARACTERÍSTICAS DA REVELAÇÃO.

L. homem
e aprender ! umde
as coisas ser4eus
triOno5 nossoespri
possui
pelo to, alma e $#. 1emos de avançar
espírito e não apenas pela mente. Mas 3s
ve'es% quando "alamos de sa-er algo no espírito. Isso parece ter outro sentido para
alguns irmãos. $ palavra de 4eus nos di' claramente so-re o que devemos ter
revelação. $lguns irmãos querem ter revelação de coisas sem importn cia e chegam
a ensinar que revelação ! desco-rir algo que jamais algu!m viu ou perce-eu.
$ /alavra de 4eus tem um ponto central. 1odo prop)sito de 4eus na hist)ria
tem um ponto central e esse ponto central ! uma pessoa5 *esus Cristo! Mas não
apenas Cristo9 Cristo dentro 1e n*s. É so-re isto que devemos ter revelação. L
pro-lema da Igreja ! que ela se disp(e a conhecer muitas coisas que "ogem do ponto
central de 4eus5 Cristo!
Mas pode ser que muitos conheçam essas verdades e ainda assim não
perce-am nada di"erente em suas vidas. Como podemos sa-er se temos ou não
revelaçãoB /odemos di'er que e,istem quatro sinais ou evid#ncias5 quando temos
revelação de uma verdade esta revelação vai gera r em n)s5 <:@ vida. <@ é- <>@
mudança de vida e <R@ a6uda na :ora da tentação.
6 Re,e(*;0 8e$* ,&1*
Em Doão ;5;>% Desus disse5 6Estas palavras que vos digo são Espírito e vida .F
Auando o enhor "ala conosco na /alavra% isso vai gerar vida dentro do nosso ser. $
primeira característica de algu!m que rece-eu revelação do enhor ! que ela vai
e,pressar vida.
$ letra ! morte% mas a palavra que sai da -oca de Desus vem acompanhada do
26
seu sopro e este ! o Espírito. Auando o enhor "ala% então h& lu'% porque a lu' est& na
vida <Doão :5R@. empre que o enhor "ala% h& vida e nos enchemos dela. $ revelação
da /alavra nos enche de vida. 4evemos ter a vida a jorrar em n)s como uma "onte
para saciar os outros. L que todos procuram ! vida.
+a *í-lia% e,iste um sím-olo de vida que ! o vinho. /orque o vinho ! sím-olo de
vidaB /orque os seus e"eitos são semelhantes. Auando algu!m se enche de vinho% ele
vai se sentir mais corajoso% mais audacioso% "icar& mais sorridente% cheio de alegria%
se tomar&mais
tomando "alante% com
rosada muito
e os nimo
olhos maise-rilhantes.
disposição.1udo
$t! isso
a sua
! apele
vidavai
se mudar se
mani"estando.
É verdade que tudo isso ! passageiro% pois o vinho ! apenas uma "igura e não a
realidade% uma mera "alsi"icação da suprema realidade de vida que ! a pessoa do
enhor Desus.
Auando nos enchemos do enhor% n)s temos todas essas e,press(es de vida%
s) que com realidade. +os sentimos mais alegres% ousados. capa'es de "alar e cheios
de disposição. É muito estranho conviver com irmãos que não e,pressam vida de
"orma alguma. empre que a /alavra de 4eus queimar em nossos coraç(es% então a
vida se mani"estar&. Isto ! assim porque Desus ! a palavra viva. $ vontade de 4eus !
que trans-ordemos da vida a-undante que Desus ! em n)s.
É a vida de 4eus "luindo em n)s que ser& autoridade em nossa -oca. É a vida
"luindo em nossas palavras que vai gerar vida nos outros. É a vida que tem o poder
de destruir a morte. +ão podemos e,plicar a vida% adequadamente% mas podemos
perce-#la onde quer que ela se mani"este. L que todos procuram ! vida. +ão
devemos aceitar reuni(es sem vida% aconselhamento sem vida% pregação sem vida.
Lnde a vida não estiver se mani"estando deve haver algum pro-lema espiritual. $
letra so'inha mata% mas a /alavra revelada gera vida.

46 Re,e(*;0 8e$* /:
$ segunda característica de algu!m que alcançou alguma revelação ! que ele
vai crescer em "!. É como se uma nova lu' -rilhasse so-re um te,to -í-lico j&
conhecido por n)s. Auando isso acontece% nosso coração ! despertado numa "!
empolgante. 0omanos :T5 :? di' que Ua é vem pelo ouvir a 8alavra de 7eus. e não
houver despertar da "!% ! porque não houve revelação.
$ "! ! gerada pela palavra de 4eus e a revelação nada mais ! que a /alavra
viva de 4eus em nosso espírito. e algum conhecimento não gera em n)s uma nova
medida de "! então esse conhecimento ! da mente% ! puramente intelectual.
Auando a revelação de 4eus vem% o nosso coração se aquece numa "! e
disposição nova. Crescer em "!% ! crescer em revelação. $ revelação ! como a lu'.
8oje% en,ergamos como uma vela% amanhã como uma lmpada de cinqJenta [atts%
depois de cem% de mil% at! ser como um holo"ote. +ão devemos nos conten tar com o
nível de revelação e "! que j& alcançamos% antes devemos avançar para níveis novos.
27
6 Re,e(*;0 8e$* m"1*+;*
4epois de rece-ermos revelação do enhor% nunca mais seremos os mesmos%
pois a revelação nos trans"orma.
Em Mateus :;5 :; n)s vemos /edro "a'endo uma grande declaração a Desus5
Ku !s o Cristo- o Lil:o do 7eus vivo. 6o-re esta a"irmação de /edro Desus disse57
Mem aventurado !s imão Mar6onas- porque não oi carne e s an(ue quem to revelou-
mas meu 8ai que est& no céu. 66. E o enhor depois acrescenta5 Kambém di(o que tu
!s 8edra... $leluia /edro antes era imão. imão quer di'er "r&gil% mas agora "oi
trans"ormado em /edro% rocha. /edra ! da mesma nature'a de Desus. L que
trans"ormou /edroB Desus disse que "oi a revelação que ele rece-eu do /ai. $ cada
nova revelação que rece-emos somos trans"ormados de gl)ria em gl)ria at!
alcançarmos a semelhança de Desus.
+ão precisamos nos es"orçar para nos mudar% nos trans"ormar% precisamos
apenas conhecer o enhor por revelação no espírito. Auando isso ocorre%
naturalmente somos trans"ormados. Auando algu!m di' ter revelação de alguma
verdade% mas esta revelação não o trans"ormou de "orma alguma% então a sua

revelação ! question&vel.
e em sua vida não 0evelação
tem havidogera mudança
mudanças% de vida.
est& altando luz sobre a 8alavra.
$lguns reclamam di'endo que estou sempre mudando. Graças a 4eus% mudo e
continuarei sempre mudando. +ão sou o mesmo do ano passado e não serei o mesmo
no ano que vem. e tenho uma /alavra queimando em meu coração% a minha vida
tem de estar constantemente em crescimento e trans"ormação.

K6 A Re,e(*;0 +! !"!'e+'* +* 'e+'*;0


Auando uma verdade ! aprendida s) na mente% ela não nos ajuda na hora dos
ataques do diabo- mas quando ! algo que queima em nosso coração% podemos lançar
mão dela sempre que "or necess&rio% porque sempre haver& "! para destruir a ação
do inimigo. $ /alavra que vem do espírito% dentro de n)s% destr)i as o-ras do dia-o.
1oda /alavra que sai do espírito ! /alavra de 4eus. .
/odemos concluir que a revelação se mani"esta pelo menos de quatro
maneiras5 (erando vida- (erando é- transormandoa vida e provendonos livramento
na :ora da batal:a.
$ revelação ! progressiva% ! como a lu' da aurora que vai -rilhando mais e
mais at! ser um dia per"eito. </rov!r-ios R5 :=@. $ntes% and&vamos em trevas% mas
agora a cada dia rece-emos nova medida da lu' de 4eus. 8oje vemos o-scuramente%
mas vem chegando o dia em que o veremos "ace a "ace tal qual ele !. <I Coríntios :>5
:@.

28
O L8! e  Rem*
Fendo nossas *í-lias em /ortugu#s% não conseguimos distinguir dois termos
usados no srcinal que são igualmente tradu'idos como U/alavraU em nosso idioma.
Esses dois termos são logos e rhema. Esses termos são tradu'ido s unicamente como
U/alavraU porque são vistos como sinXnimos% por!m% o Espírito anto escolheu tais
termos para nos mostrar a tremenda di"erença que e,iste entre a 8alavra escrita e a
8alavra viva. Vejamos alguns e,emplos -í-licos onde encontramos os termos logos e
rhema5

*6 O L8!
Fogos ! a /alavra escrita. É aquilo que 4eus "alou e que "oi registrado para
nossa orientação. Ela cont!m o que 4eus "alou anteriormente pelos pro"etas e por
meio do Silho <*.:5 :@. E esta a /alavra que n)s ministramos9 não ministramos
palavra de homens. /recisamos estar "amiliari'ados com esta /alavra% pois o
conhecimento da letra da *í-lia ! e,tremamente importante. Vejamos alguns te,tos
em que no srcinal se usa o termo o(os- e qual deve ser a nossa atitude para com a
palavra escrita.

Ue algu!m me ama guardar& a minha palavra <lagos@U. >oão :R5>.


embraivos da palavra que vos disse 4lo(os5.>oão 1$@20.
<antiicaos na verdade-a tua palavra 4lo(os5 ! a verdade. >oão :?5 :?.
'as n*s perseveraremos na oração e no ministério da palavra 4lo(os5. Atos
;R.
W6\$ palavra <logos@ de 4eus crescia7. Atos ;5?.
Ietendo a palavra 4lo(os5 da vidaF. Lilipenses2@1#.
6... Criado com as boas palavras 4lo(os5 da é. D Kim*teoR5;.
...Nue mane6a bem a palavra 4lo(os5 da verdade. DD tim*teo 5 :H.

8re(a a palavra 4lo(os5. DD Kim*teo R5.


8orque a palavra 4lo(os5 ! viva e eicazF. Oebreus@12.
...Bão est& experimentado na palavra 4lo(os5 da 6ustiçaF. Oebreus H5 :>.
6E sede praticantes der palavra 4lo(os5F. Kia(o:5.

U$ palavra 4lo(os5 de Cristo- :abite em v*s abundantemente 4ricamente5.


Colossenses >5 :;. $ /alavra escrita deve ha-itar em n)s ricamente. 4eve estar
dentro de n)s a-undantemente. 4evemos ler% meditar e decorar esta /alavra.
4evemos estar entre aqueles que o simples mencionar de um "ato das escritura s ! o
su"iciente para que sai-amos o seu conteOdo <pelo menos em linhas gerais@. Isso !
"undamental% pois sem o conhecimento da /alavra escrita% nunca chegaremos 3
29
e,peri#ncia da /alavra viva <0hema @. L lo(os ! o undamento do r:ema. Como j&
aprendemos anteriormente% primeiro ! o natural% depois o espiritual. /rimeiro%
devemos ter a mente cheia do logos para que o Espírito anto nos traga o rhema.
;u vos escrevi- 6ovens- porque sois ortes e a palavra 4lo(os5 de 7eus est& em
v*s e 6& vencestes o mali(no. $ característica dos jovens ! a "orça% mas não a "orça
natural% e sim a espiritual. L jovem aqui em sua luta contra o 4ia-o% ! como o enhor
Desus% quando "oi tentado por atan&s. L inimigo citou para ele trechos das escrituras%
por!m% o enhor o com-ateu% usando a pr)pria escritura% a"irmando5 UEst& escritoU
<Mateus .R5R% ?. :T@.
<6 O Rem*
$pesar de ser tradu'ida 3 semelhança do Fogos% como /alavra na
*í-lia% o 0hema tem um signi"icado muito di"erente de Fogos. ;nquanto o
+ogos ! a 8alavra alada no passado e que se tornou escrita- o %ema ! a 8alavra
que 7eus est& alando conosco pessoalmente- ! aquela palavra que est& queimando
em nosso coração. Vejamos algumas passagens no +ovo 1estamento em que a
palavra 0hema ! usada.
Em Mateus R5R Desus respondeu5 ;st& escrito5 Bão s) de pão viver& o :omem
mas de toda palavra 4r:ema5 que procede da boca de 7eus. L termo usado aqui
no srcinal grego ! o 0hema. Isso signi"ica que o Fogos% a palavra escrita% não pode
nos alimentar% somente o 0hema pode nos nutrir em nosso espírito. 1anto o Fogos
como o 0hema são a /alavra de 4eus% mas a primeira ! a /alavra escrita na *í-lia%
enquanto a Oltima ! a /alavra de 4eus alada a n)s em uma ocasião especí"ica.
Certa ve'% um irmão rece-eu a notícia de que seu "ilho "ora atropelado. L
irmão% logo a-riu a *í-lia aleatoriamente e leu em Doão :: 5R5 DP;sta enermidade não
! para morte. L irmão "icou em pa' e chegou mesmo a se alegrar. Auando% por!m%
chegou ao lugar do acidente% desco-riu que seu "ilho morrera instantaneamente. er&
que o que est& relatado no Evangelho de Doão então não ! verdadeB É a /alavra de
4eus% mas ! Fogos e não rhema.

6$ é
0omanos :T5vem pe lo novamente
:?. $qui% ouvir <literal@ e o ouvir
a /alavra pelae palavra
! 0hema <0hema@ de CristaF.
não Fogos.
Isso nos mostra que o que gera "! não ! simplesmente ler a *í-lia% mas ! ter a
palavra queimando em nosso coração pelo Espírito anto.
1odos conhecemos muitos trechos da *í-lia. Certo dia% por!m% um te,to que j&
antes conhecíamos e at! sa-íamos de cor% assume um "rescor% uma vida% uma cor
di"erente. $quela verdade começa a nos aquecer. o coração% gerando "!. 4eus est&
"alando conosco. $ntes% sa-íamos genericamente% mas agora 4eus "alou
individualmente conosco. Kodo I:ema ! baseado no o(os. +ão podemos ter o Fogos
sem o 0hema.
As palavras <0hema@ que eu vos di(o sã o espírito e são vida. Doão ;5;>.
omente o 0hema ! espírito e vida% na verdade% o Fogos so'inho não pode dar vida%
30
pode at! mesmo matar% porque a letra mata.
Em Fucas :5>=% Maria disse5 6 Aqui  est& a serva do <en:or que se cumpra em
mim conorme a tua palavra 4r:ema5. Antes- Maria tin:a as palavras do proeta
Qsa,as ?5 :R5 ;is que a vir(em conceber& e dar& luz um il:o- mas agora ela tem a
/alavra &alada especi"icamente a ela5 Eoc3 conceber& e dar& 3 luz um il:oFl. Soi
por ter rece-ido esta /alavra que Maria conce-eu e tudo se cumpriu. 4eus "alou com
ela o mesmo te,to que estava escrito, mas quando 4eus "alou% a *í-lia usa a
e,pressão 0hema %indicando que ! a palavra viva.
Em Fucas 5N %ime ão disse5 A(ora- <en:or despedes em paz o teu servo-
se(undo a tua palavra. $ /alavra aqui ! 0hema. $ntes de o enhor Desus vir% 4eus
"alou a imeão que ele não morreria antes de ver o Cristo do enhor. Mas% no dia em
que imeão viu o enhor Desus% ele disse5 A(ora- <en:or despedes em paz o teu
servo conorme a tua palavra. imeão tinha o 0hema do enhor.

*i-liogra"ia
Cm#&(*1 1e3
P$&+Q#&! 1e Re,e(*;0  /r. $luí'io $. ilva. Videira Igreja em C!lulas

31
PARTE II
ANDANDO NO ESPÍRITO

6e vivemos no espírito% andemos tam-!m no espírito7 <GIH5;@:I... Dsto que


andamos por é- e não pelo que vemosF. 4lD Co.$@?@

4epois de entendermos a constituição -&sica do homem% precisamos entender


como se processa a o-ra de 4eus em n)s e como devemos cola-orar com 4eus. 5

6 Com relação ao nosso espírito% precisamos e,ercit&lo a "im de sermos


guiados por 4eus.
46 Com relação a nossa alma% ela deve ser trans"ormada pela renovação de
nossa mente.
6 Com relação ao nosso corpo% ele precisa ser disciplinado.

L nosso espírito j& "oi regenerado. Auando $dão pecou% ele morreu para 4eus e
junto toda a raça humana. endo assim% a primeira coisa que 4eus precisa e"etuar no
homem ! o novo nascimento ou a regeneração.
2ma ve' que "omos regenerados% a vontade de 4eus ! nos dirigir atrav!s do
Espírito anto que ha-ita em nosso espírito. imultaneamente% 4eus espera que
cooperemos com Ele e,ercitando o nosso espírito para o-edec#lo. /recisamos então5
ser guiados por 4eus no espírito e e,ercitar o nosso espírito para ouvir de 4eus.
L Espírito anto ha-ita dentro de n)s. L poder de 4eus est& em n)s. $ saOde
de 4eus est& em n)s. $ nature'a de 4eus est& em n)s. $ -ondade% a justiça% o amor
de 4eus% tudo isso reside dentro do nosso espírito recriado. +ão precisamos -uscar
estas coisas% precisamos ! ter revelação de que elas j& estão dentro de n)s. +)s
temos a mente
vida santa de Cristo%
e plena a unção dentro
j& "oi colocado do santo
deen)s%
tudopela
aquilo que do
pessoa ! necess&rio para 2ma
Espírito anto. uma
ve' que andamos no espírito% todas as realidades do Espírito anto de 4eus que
ha-ita em nosso pr)prio espírito se tomarão realidades em n)s.
1odos n)s !ramos como um en"ermo portador de v&rios tipos de doenças.
4epois que o m!dico "e' o diagn)stico% deulhe a receita para que tomasse v&rios
tipos de rem!dios5 cada um para uma doença. a "armac#utico% então. colocou todos
os medicamentos dentro de uma Onica seringa. Esse conjunto de medicamentos "oi a
dose que resolveu todas as suas en"ermidades. $ mesma coisa 4eus "e' em n)s. Ele
injetou em n)s uma dose que resolve todas nossas necessidades% essa dose ! o
Espírito anto. /recisamos entender no Espírito que tudo o de que necessitamos para
uma vida com 4eus j& nos "oi dado por meio do Espírito anto que em n)s ha-ita. e
32
precisamos de poder% Ele ! o poder. e precisamos de amor% Ele ! o amor que "oi
derramado em nossos coraç(es. e precisamos de entendimento% todos os tesouros
da sa-edoria estão ocultos +ele. /ortanto% todas as coisas j& estão completadas em
nosso espírito.
L que precisamos aprender hoje ! como sermos guiado pelo Espírito e
dependermos dele em todas as nossas necessidades. $ vida cristã ! constituída de
duas su-stituiç(es5 a primeira "oi na Cru' onde L enhor Desus morreu em nosso
lugar% e a segunda ! no nosso diaadia onde o Espírito anto quer viver em nosso
lugar sendo a nossa pr)pria vida.
/ara melhor entendermos a vida no Espírito% vamos dividir o nosso estudo em
tr#s princípios -em simples5 $ vida no Espírito implica em tr#s coisas5 andar por "!%
andar pela cru' e andar no so-renatural.

PRIMEIRO PRINCÍPIO DO
ANDAR NO ESPÍRITO3 ANDAR EM F?

$ maneira de entendermos o padrão da vida no Espírito ! compreendendo


como "oi o primeiro pecado. L pecado desviou o homem do padrão de 4eus.
Conhecer o desvio j& nos ajuda a determinar o caminho de volta ao modelo de 4eus.
O #$&me&$ #e*13 I+$e1"(&1*1e
e entendermos como surgiu o primeiro pecado do homem% poderemos
entender como os outros surgem% pois o princípio do pecado ! o mesmo <Gn.>5:;@.
.
L primeiro pecado não "oi terrível% do ponto de vista da apar#ncia. +ão era
o-sceno% não era pornogr&"ico% não era escandaloso% não era "eio de se ver. $dão e
Eva apenas comeram da "ruta% nada mais do que isso.
L primeiro pecado deu origem a todos os outros% pois o princípio que o
governou% governa todos os outros% em-ora possam surgir de "ormas di"erentes.
Como ! issoB +o princípio% o homem andava no espírito. $ *í-lia di' queU 3
tardinha% 4eus vinha ter comunhão com o homem% todos os diasU. Isso%
indiscutivelmente% ! uma relação espiritual% pois 4eus ! Espírito. L homem era um
ser guiado pelo espírito naqueles dias. L espírito ! o ponto central na vida do homem.
$ alma era como um servo% em relação ao espírito. Mas com o pecado% aconteceu
algo dentro do homem5 o seu espírito morreu para 4eus e a sua alma cresceu%
tomandose o centro do seu ser. L homem passou a ser carne. L prop)sito de 4eus%
desde então% ! nos restaurar 3 posição que $dão des"rutava de comunhão com Ele. E
não apenas isso% pois n)s hoje temos mais que $dão teve5 4eus entrou em nosso
33
espírito humano recriado% tomandose a nossa vida. $dão nunca comeu da U&rvore da
vidaU% n)s% por!m% hoje% podemos comer dela% pois a &rvore da vida ! o enhor Desus.
Mas qual "oi a ess#ncia do primeiro pecadoB /odemos di'er que o pecado se
mani"estou por tr#s princípios. L primeiro princpio /& * incredulidade! L
primeiro pecado "oi o da incredulidade. Eva pre"eriu acreditar no que o dia-o disse a
acreditar no que 4eus dissera5 Use comeres% vais morrerU. L dia-o veio e desmentiu
4eus% di'endo5 U! certo que não morrereis.

de serCerta
o queve'% pregando a um homosse,ual% ele me disse5 U! imposs,vel eu deixar
sou. E eu lhe respondi5 UIsso ! o que o dia-o di'% mas 4eus di' que se
voc# crer% voc# se tornar& uma nova pessoa% uma nova criatura. L mundo di'5 6voc#
nunca pode mudar% pra voc# não h& li-ertação% voc# nasceu assim e vai morrer
assim7. /ode at! virar crente% mas vai continuar sendo o que era% pode at! nunca
"alar so-re isso% mas continuar& sendoU Isso ! o que o mundo e o dia-o di'em. Mas
4eus di' que se voc# crer% ser& nova criatura  ! uma questão de ser e não
simplesmente de "a'er. Voc# ! nova criatura. E eu disse 3quele homosse,ual5 Udiante
de voc# t#m duas a"irmaç(es5 a de 4eus e a do dia-o. Aual voc# escolheBU $ -ase
dessa escolha ! uma questão de Uem quem vou crerJ 4evemos sempre colocar para
o homem essa mesma escolha% pois "oi nesse ponto que o pecado surgiu5 quando
$dão e Evatodo
mentiroso pre"eriram
:omem. con"iar
4eus no
nãodia-o
podeamentir%
con"iar Ele
em !4eus. <e6a 7eus
completamente "ielverdadeiro
3quilo quee
di'.
Eva duvidou da /alavra de 4eus e aqui começou o pro-lema da carne. E para
entrarmos agora na dimensão do espírito% devemos cumprir a primeira condição5
U$ndar em espírito implica em andar em "!U. e não andamos em "!% então não
estamos andando no espírito  Uandar no espírito ! andar em S!.
$ndar no Espírito e andar em "! se misturam na *í-lia. Em 8- ::5;% lemos que
sem é ! imposs,vel a(radar a 4eusU9 e% em 0m.=5 =% lemos que os que estão na
carne não podem a(radar a 7eus. L-serve estas duas colocaç(es5 em 8e-reus% os
incr!dulos não podem agradar a 4eus e% em 0omanos% os carnais tam-!m não
podem agrad&lo.
incr!dulos Fogo% por
 são a mesma associação%
coisa. Carnalidadedi'emos que de
! sinXnimo osincredulidade.
carnais são $queles
tam-!m
que estão na carne são "acilmente perce-idos% pois eles são incr!dulos% indi"erentes e
insensíveis.
S! ! sinXnimo de vida no espírito. e algu!m anda no espírito% invariavelmente
"icar& cheio do Espírito. 2ma pessoa que anda no espírito% pode "acilmente ser
reconhecida% pois naturalmente e,pressar& a vida. Auando "alo de vida% não estou me
re"erindo 3 vida pr&tica  retidão% integridade  tudo isso um cristão deve ter9 estou
"alando de algo mais t#nue% su-jetivo. 0e"irome a algo que não sa-emos de onde
vem% nem para onde vai. Auando olhamos a pessoa% sentimos algo di"erente nela.

O )"e !&8+&/&* *+1*$ em /:


34
6 Re+"+&*$ * e!/$; #$%#$&
$ndar em "! implica em a-rirmos mão do que vemos- do nosso esorço pr)prio
e do nosso entendimento pr)prio. Isto quer di'er que andar no espírito tam-!m
implica em renunciarmos a estas tr#s coisas5 andar por vista- por esorço pr)prio e
por entendimento pr)prio. 1odo carnal anda pelo es"orço pr)prio. $ "! pressup(e
depend#ncia de 4eus. e andarmos pela nossa "orça% não precisamos e,ercer "!. $
principal característica da vida de "! ! o descanso. 8e-reus R5> di' que Uos que
cr3em entram no descanso. Ls que andam no espírito andam em descanso. É como
um -arco no meio do mar% não tem que se esorçar- ! s) dei,arse levar pelo vento.
+)s somos os -arcos% o vento ! o Espírito. Veja que este descanso não ! la'er% não !
retiro e nem "!rias. /odemos ir a estes lugares% em todas estas "ormas de descanso e%
mesmo assim não descansarmos. L verdadeiro descanso ! poder di'er5 <en:or- !s
tu quem az não eu. Bão sou eu quem sal va- !s tu- <en:or. Bão sou eu quem
santiica- !s tu- <en:or . e "icarmos angustiados cada ve' que temos de pregar% e
se a ansiedade aumenta a ponto de a vida perder o sa-or% ! porque tem "altado o
descanso Iesta um descanso para o povo de 7eus. $ o-ra de 4eus não se "a' no
cansaço% não se "a' na "adiga% não se "a' com suor5 se "a' na depend#ncia do enhor.
E'equielRR5 :? d& uma orientação clara 3queles que tra-alham no templo5 UE
ser& que quando os sacerdotes entrarem pelas portas do &trio interior% usarão vestes
de linho% não se por& lã so-re eles% quando servirem nas portas do &trio interior%
dentro do templo. 1iras de linho lhes estarão so-re as ca-eças e calç(es de linho
so-re as co,as% não se cingirão a ponto de lhes vir suorU. +a o-ra de 4eus não pode
haver suor. +)s somos sacerdotes levitas% encarregados de servir na casa do enhor
e% quando servimos ao enhor% não pode haver suor. Aual ! o signi"icado do suorB
G#nesis >5 :N "ala que o suor ! maldição% por causa do pecado. uor ! s,mbolo de
maldição- mas graças a 4eus que% por meio de Desus Cristo% nos li-ertou de toda a
maldição do pecado. É -om demais servir a 4eus. +ão temos de suar% não temos de
viver no cansaço. 6É como di' o cntico5 É meu somente meu todo o tra-alho% e o teu
tra-alho ! descansar em mim7. Essa ! a /alavra de 4eus para n)s.
Sico preocupado com pastores e líderes que t#m esta"a . ;staa não est& nos
planos de 4eus para n)s. Esta"a ! maldição. L-serve que aqueles que tra-alham em
serviço -raçal não t#m esta"a% deitam e dormem o sono do descanso. Mas h&
pastores e líderes que não dormem 3 noite- icam uma- duas- tr3s- quatro noites
acordados- at! que lhes vem uma esta"a. +ão ! um cansaço "ísico% mas mental% da
alma. $queles que se achegam para servir no santu&rio não podem suar l& dentro.
+ão temos mais de suportar a maldição do pecado% pois Desus j& suou o nosso suor
para que +ele tenhamos descanso. L enhor suou no Gets#mane o suor que nos
ca-ia. +ão precisamos nos es"orçar at! suar% Ele j& suou por n)s. +ão temos o que
"a'er com suor% pois Ele j& "e' tudo por n)s.
$lgu!m pode perguntar5 Unão temos mais nadaB7 +ada UMas e quem vai

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pregar o EvangelhoB U+ão somos n)s quem pregamos% somente a -oca ! nossa% o
resto ! tra-alho do enhor. Muitos "icam se co-rando o tempo todo5 Utenho de
pregar9 preciso pregarU. É como uma paran)ia% uma o-sessão. 4eus me livre de di'er
que não devemos pregar% não "alo disso. Luçame% se andarmos no espírito%
passaremos vida. $ vida ! algo que sai de n)s% sem que perce-amos% ou sem que nos
es"orcemos. e tivermos vida% os outros perce-erão. É aquele princípio que di' Ua
boca ala do qu e o coração est& c:eio. e o nosso coração est& cheio da vida de

4eus%
dentro.como umtra-alho
+ão h& rio de &gua viva% nisso%
nenhum naturalmente% a -ocade
! uma questão vaiser
mani"estar o que
espontneo est&
e de terl&
vida "luindo do espírito. Auando voc# se enche do enhor no descanso% naturalmente
voc# vai "a'er a o-ra de 4eus. $ o-ra do enhor tem de ser espontnea em sua vida.
1em de ser gostosa de se "a'er. 1em de ser empolgante ser líder5 a id!ia de ser
pastor tem de ser agrad&vel 3 mente. É -om tra-alhar para o enhor. /orque o nosso
tra-alho ! descansar +ele.
Vemos que o primeiro aspecto de andar em "! ! a-rir mão do es"orço pr)prio% e
entrar no descanso de 4eus. e andamos em espírito% andamos tam-!m em
descanso.

46 N0 *+1*$ #$ ,&!'*


L segundo aspecto import ante para "risarmos ! Unão *+1*$ #$ ,&!'*. II Cor.
di'5 andamos por é e não pelo que vemos.
1enho sempre comigo uma regra5 enquanto o que ve6o bate com a 8alavra de
7eus- continuo vendo quando- por!m% não bate mais% ig noro o que estou vendo- e
ico somente com a 8alavra de 7eus. +ote que ! um estilo de vida louco% ! loucura
para o mundo. 2ma das situaç(es em que isso pode ser mais "acilmente o-servado !
com relação 3s en"ermidades. Muitas ve'es% insistimos em olhar para os sintomas da
doença% em ve' de olharmos para a /alavra de 4eus. e a /alavra di' que o enhor j&
levou as nossas en"ermidades na cru'% devemos rejeit&las% e passar 3 verdade da
/alavra% independentemente daquilo que estamos vendo ou sentindo. +ão ! mentir
para n)s mesmos di'endo que não estamos doentes% mas ! declarar a /alavra% e
ignorar os sintomas da doença. /oucos de n)s "a'emos isso% pre"erimos andar por
vista9 isto !% na carne. $ndar por vista ! característica do carnal. e insistirmos em
andar por vista% seremos escravos do natural. $s circunstncias irão "acilmente nos
desanimar% e tenderemos a "icar prostrados. e eu "icasse olhando a "orma
super"icia: de alguns adorarem a 4eus% "icaria desanimado e nem iria mais dirigir o
louvor. e eu "icasse olhando o grande nOmero de crentes in"antis% iria desistir de
"a'er a o-ra de 4eus. e eu "icasse olhando as di"erenças pessoais e a postura de
alguns líderes% nunca iria crer na unidade da mente e do coração. 4e maneira que
devemos ter um olhar pro"!tico5 andamos pelo que cremos que ser& e não pelo que o
dia-o quer nos mostrar. Vejo um povo que adora a 4eus% um povo "orte que
mani"esta o reino de 4ele% uma liderança ungida% que ministra em unidade. Creio e
36
sei que na dimensão do Espírito j& ! assim% ainda que com os meus olhos naturais
não o veja.
L segundo aspecto do andar em "!% então% ! não andar segundo a vista.

6 Re+"+&*$ * e+'e+1&me+' #$%#$&


Vimos que h& aqueles que andam pelo es"orço pr)prio% h& os que andam por
vista% mas h& tam-!m os que andam pelo seu pr)prio entendimento. $ /alavra de
4eus di' que no princípio 4eus criou $dão e Eva e os colocou no Dardim do Éden. F&%
havia duas &rvores5 a &rvore da vida e a &rvore do conhecimento do -em e do mal. $
&rvore da vida aponta para a vida de 4eus. Desus ! o Caminho% a Verdade e a Vida9
Bele estava a vida e a vida era a luz dos :omens. 4>o.1@# e 1 5R@. $ lu' signi"ica que
pela vida% eu posso ter lu'% ou seja% posso conhecer a realidade Oltima das coisas. $
vida de 4eus% que agora est& em n)s% se mani"esta como lu' em nosso espírito. É
uma sensação de clare'a% de entendimento. 4eus queria que $dão comesse da
&rvore da vida e vivesse por essa vida. Ele não iria conhecer nada  nem o -em% nem
o mal% nem o certo% nem o errado  e a vida iria gui&lo em todas as circunstncias.
Entretanto% sa-emos que ele pecou% comendo da &rvore do conhecimento% e $dão e
Eva passaram a conhecer o -em e o mal. E% desde então% o homem passou a ser
dirigido segundo o que ! certo ou errado. Mas% ouçame% ser cristão não ! uma
questão de entender se algo ! certo ou errado% se ! moral ou imoral e nem mesmo se
! ou não uma questão !tica. er cristão ! andar pela &rvore da vida% isto !% andar
segundo a vida que est& em n)s% e que $dão nunca teve. Essa vida ! a lu' e nos
dirige em toda a vontade de 4eus.
$lguns irmãos antes de "a'erem alguma coisa perguntam5 User& que isso !
certo ou ! erradoB er& que ! pecado ou nãoBU E pensam que com isso estão
agradando a 4eus. Isso ! andar pelo entendimento e não por "!% na direção da vida
do espírito. /or!m% a *í-lia di'5 U1udo o que não provém de é ! pecado 4Im. :R5>@.
$queles que agem assim estão andando segundo a &rvore do conhecimento do -em e
do mal. Isso pode at! parecer piedoso e -em intencionado% mas não prov!m da
depend#ncia e "! em Cristo% !% portanto da carne. e antes de "a'ermos alguma coisa
dissermos5 Uisto não ! errado% não ! pecado% não escandali'a% não o"ende e nem "a'
mal a ningu!m% estaremos agindo segundo o entendimento do certo e do errado% e
não pela vida.
Auerido% voc# ainda vai desco-rir que muitas coisas que não são erradas% que
não escandali'am e nem são sujas são reprovadas por 4eus. /or!m% não devemos
nos preocupar em proibir ningu!m de coisa alguma. +ão devemos ser escravos de
c)digo de conduta% de c)digos morais e normas de certo e de errado. L importan te !
aprender a andar no espírito. /odemos seguir piamente um c)digo e ainda assim
vivermos na carne. L que importa não ! conhecermos o que se pode e o que não
pode "a'er. L que importa ! conhecer a vontade de 4eus. 8& muitos irmãos que
querem tudo prontinho% querem normas e regras so-re regras. /recisamos ! ensin&
37
los a ouvirem o espírito% e% naturalmente- eles vão "a'er a vontade de 4eus. e
andarmos por entendimento% não dependeremos de "! no Espírito9 por isso% os que
andam pelo entendim ento pr)prio não podem agradar a 4eus. L que eles "a'em não
prov!m da "!% e isso ! carne. Auando o enhor "ala% h& "!. Auando Ele "ala conosco%
sempre mani"estamos uma convicção e certeza resolutas. Mas quando Ele não "ala%
h& conusão e dOvida. +unca "açamos nada na -ase da inse(urança e incerteza- pois
certamente não prov!m de 4eus. $s coisas do Espírito são tam-!m na -ase da "!%
pois andar node
depend#ncia Espírito
4eus !implica
carne. em andar por "!. E tudo o que não prov!m de "! ou
. Auando estivermos aconselhando uma pessoa% não devemos dar lhe as coisas
prontas% devemos antes estimul&la a usar o seu pr)prio espírito para que possa
discernir a direção de 4eus. ) h& crescimento quando 4eus "ala. $s palavras
humanas podem ser -oas% mas somente quando 4eus "ala  '$*+!/$m*;0 e
,&1*. ) h& crescimento quando aprendemos a ouvir a 4eus. Muitos discipuladores
estimulam seus discípulos a serem seus dependentes. Este não ! o prop)sito de
4eus% pois o discipulador deve permitir que o discípulo aprenda a ouvir e a depender
de 7eus. e o discipulador sempre "ala qual ! a vontade de 4eus% o discípulo nunca
vai aprender a discerníla por si mesmo% e isso ! lament&vel.
Com relação a Uandar em "!U. tr#s coisas são consideradas como da carne.
Carne : andar pela &orça pr$pr ia, pela vista e pelo entendimento pr$prio!
$ndar em "! ! o oposto5 andar no descanso de 4eus% ignorar a vista e renunciar o
pr)prio entendimento.
$ntes% por!m% de avançarmos devemos entender que a direção do Espírito
nunca est& "ora da /alavra de 4eus. 7eus e a sua 8alavra se misturam. $ssim como
eu sou aquilo que eu "alo% 4eus ! aquilo que Ele "ala. $ /alavra ! o seu retrato. Crer
+ele ! crer na sua /alavra. e algu!m di' crer em 4eus e não cr# na *í-lia% est&
mentindo% pois ! impossível crer em 4eus e não crer no que Ele di'.
e quisermos Uandar no EspíritoU% devemos andar pela "! na 8alavra de 7eus.
+a pr&tica as duas coisas se misturam.
A +ee!!&1*1e 1e $e!e$ em /:
+)s podemos crescer na vida espiritual. L crescer espiritual est& muito
relacionado com o crescer em "!. Auero compartilhar dois princípi os -&sicos que nos
levam a avançar em novos níveis de "!5 crescemos em "! conhecendo a /alavra  pelo
espírito% por revelação  e crescemos con"essando a /alavra. 2ma parte s) não
resolve% temos de conhecer a /alavra por revelação e temos de con"ess&la com os
nossos l&-ios.
A $e,e(*;0 1* P*(*,$*
8ara que o 7eus de Bosso <en:or >esus Cristo- o 8ai da Gl*ria% vos conceda
esp,rito de sabedoria e de revelação, no pleno con:ecimento 7ele- iluminados os
ol:os do vosso coração- para saberdes qual ! a esperança do seu c:amamento- qual
a riqueza da (l*ria da sua :erança nos santos e qual a suprema (randeza do seu
38
poder para com os que cremos..F. 4;. 1@ 1)1"5F.
Em #$&me&$ lugar% a revelação surge quando h& um coração ensin&vel. e me
jugo conhecedor de todas as coisas% quem estar& apto para me ensinarB
4evemos tam-!m ter um coração que se humilha. +ão devemos ter uma
atitude de constrangimento em aprender com quem quer que seja. Luça. e voc#
com so-er-a disser5 Unão vou aprender com aquele irmão% vou -uscar de 4eus e
aprender so'i nhoU. 4eus não vai "alar com voc#. 7eus resiste ao soberbo mas d&
(raça aos :umildes. e eu sou-er que um líder qualquer em Goinia est& "luindo
numa &rea da /alavra% vou l& aprender com ele e 4eus vai "alar comigo. Mas se eu
disser5 Ueu sou pastor igual a ele% 4eus vai "alar comigo tam-!m.U Isso ! so-er-a e
nunca vou crescer dessa maneira.
+o +ovo 1estamento% encontramos duas e,press(es que são tradu'idas para o
portugu#s como UpalavraU. ão as e,press(es L8! e Rem*.
a(os ! a palavra escrita% ! a letra% ! o que est& registrado nas Escrituras.
I:ema ! a palavra viva revelada pelo Espírito e que queima em nosso coração

A +/&!!0 1* P*(*,$* 1e De"!


8orque com o coração se c r# e com a boca se conessa a respeito da
salvação. 4Iomanos 10@ 1 L@. $ nossa "! precisa ser cultivada 3 maneira de 4eus
para re"orçarmos a "! e a-rirmos a -oca. +ão -asta orar com o coração% ! preciso
tam-!m conessar com a -oca. Muitas ve'es% 4eus vem com um entendimento "orte
na /alavra% a respeito de uma verdade% mas muitas ve'es% com o tempo% nos
esquecemos daquela verdade. /or que isso aconteceB /orque dei,amos de "alar nela.
4ei,amos de con"ess&la% de contar % para os outros% de ensinar e at! mesmo de
preg&la. e "echarmos a -oca% com o tempo perderemos aquele entendimento vivo%
e tudo se tomar& apenas conhecimento mental. Mas e,iste um outro lado muito
importante% mesmo que ainda não tenhamos revelação de uma verdade. e a-rirmos
a -oca e começarmos a con"ess&la% logo ela vai começar a (erar é em n)s. Vemos
então que a con"issão não apenas preserva a revelação rece-ida mas tam-!m nos
a-re o espírito para novas revelaç(es.
Mas o que ! con"essarB 8& uma maneira -em simples de memori'armos o que
devemos estar constantemente con"essando5 Eu devo con"essar5
• L que 4eus di' que !.
• L que 4eus di' que 'em.
• L que 4eus di' que /*H.
• L que 4eus di' que !".
• L que 4eus di' que tenho.
• L que 4eus di' que /*;.
$ -ase da nossa "! ! aquilo que 4eus diz. $ palavra ! o trilho pelo qual n)s

andamos. $prenda tudo aquilo que 4eus di' que :7 e con"esse constantemente% voc#
39
vai perce-er que a sua "! gradualmente vai se "orti"icar = crescer.

O @UE DEUS DI @UE EU SOU3


E" sou nova criatura <I Cor.H5 :?@.
E" sou templo do 4eus vivo. <I Cor. ;5 :;@.
E" sou como &rvore plantada junto a ri-eiros de &gua% que no devido tempo d&
o seu "ruto e tudo quanto "aço sou -em sucedido <I. :5>@.
E" sou "orte e ativo porque conheço o meu 4eus <4n.ll 5>@.
E" sou mais que vencedor por meio daquele que me amou <0m.=5>?@.
E" sou 'eloso de -oas o-ras <1t.5 :R@.
E" sou um ganhador de almas e por isso sou s&-io </v. ::5>T@. E" sou "eitura
4ele% portanto sou -elo <E".5 :T@.

O @UE DEUS DI @UE EU TENO3


L amor de 4eus est& derramado em me" coração <0m.H5H@. $ unção do anto
permanece em m&m <I Do.5?@.

4eus me tem dado autoridade so-re todo o poder do inimigo e nada me


causar& dano <Fc.:T5 :N@.
P!! todas as coisas naquele que me "ortalece <0.R5 :>@.
4eus me deu espírito de poder% de amor e de moderação <:: 1 m. :5 ?@.
Maior ! o que est& em m&m do que aquele que est& no mundo < I Do.R5R@.
4eus sempre me "a' triun"ar em Cristo Desus <:: Cor. 5 :R@.
E" tenho sido a-ençoado com toda sorte de -#nção espiritual nas regi(es
celestes% em Cristo Desus <E".:5>@.
E" tenho o poder do Espírito anto <Mq. >5=@.

O @UE DEUS DI @UE EU FAÇO3

+o nome
serpentes9 de alguma
se -e-er Desus% coisa
eu e,pulso demXnios%
mortí"era "alo novas
não me causar& dano9línguas%
imponhopego em
as mãos
so-re os en"ermos e eles são curados <Mc.:;5 :?@. Eu venço o dia-o pelo sangue do
Cordeiro e pela palavra do meu testemunho <$p.:5:@.

SEGUNDO PRINCÍPIO DO ANDAR NO ESPÍRITO3 ANDAR PELA CRU

/ara gerar incredulidade em Eva% o dia-o procurou usar de estrat!gias. L


conhecer suas estrat!gias e guerrear contra ele.
$ primeira &rea que o inimigo atacou "oi a -ondade de 4eus. Ele disse5 U4eus
não deve ser -om% caso contr&rio% não teria proi-ido comer da &rvoreU. +unca
devemos permitir que em nossa mente haja a mínima insinuação satnica de que
40
4eus não ! -om% isso não ! verdade. Essa ! muitas ve'es a "orma que o inimigo
encontra para gerar incredulidade em n)s.
4urante muito tempo% convivi com muitos medos dentro de mim. todos eles
relacionados com a dOvida so-re a -ondade de 4eus. 1inha medo de ser pastor
porque achava que a vida das ovelhas não estaria em -oas mãos9 poderia ser que na
hora crucial 4eus "altasse. 1inha medo at! de orar% pois eu pensava que se orasse
muito% 4eus resolveria enviarme para o meio dos índios% e disso eu tinha medo. Veja
que a minha vida "oi por muito tempo -loqueada em virtude de eu ter duvidado da
-ondade de 4eus. E ele ! -om% $leluia 
$ se(unda &rea que ele atacou "oi o car&ter de 4eus. Ele disse que 4eus não
era reto% pois havia mentido. Certamente% o homem não morreria se comesse da
&rvore. Lra% se 4eus era mentiroso% não valia a pena con"iar +ele% daí tam-!m surgiu
a rai' da incredulidade. É impressionante vermos como o povo de 4eus tem engolido
esses dois ataques do inimigo. Muitos a"irmam% categoricamente% que 4eus ! mau
porque "oi Ele quem lhes mandou doenças. Muitos procuram pastores para rece-erem
oração di'endo5 8astor- ore por mim por que a mã o de 7eus me eriu com esta
enermidade. Lra% se "oi a mão de 4eus que "eriu% eu não posso orar9 se ! a vontade
de 4eus% certamente ele não me ouvir&. /enso que as pessoas que t#m essa posição
não deveriam nem mesmo ir ao m!dico% pois se "oi 4eus quem mandou% o homem
não pode des"a'er. E se 4eus mandou a doença% ela ! uma coisa -oa% pois 4eus s)
nos d& coisas -oas. Aual o pai teria coragem de mandar cncer para seu "ilhoB /ois se
n)s sendo humanos não agimos assim% muito menos o enhor. 4eus ! mentiroso. +ão
"alamos isso descaradamente% como "e' o inimigo% mas aceitamos a sugestão de que
nem tudo o que est& escrito acontece hoje em dia. $ *í-lia realmente di' que 4eus
cura% mas hoje Ele não cura mais. e 4eus não cura mais% então Ele ! mentiroso% pois
4eus nunca muda% sempr e ! o mesmo e% se Ele curou no passado e não o "a' mais% a
ua /alavra ! "alsa% pois mudou com o tempo. e e,iste alguma coisa que 4eus não
"aça mais em ua /alavra% ela ! indigna de con"iança% pois como vou ter certe'a de
que alguma coisa pode ser "eita hoje ou nãoB
e desejamos andar no espírito% devemos desmentir o dia-o e con"essar tudo
aquilo que 4eus di' que :7 tudo aquilo que Ele di' que /*H e tudo aquilo que 4eus di'
que 'em3 E&! que as suas mãos não estão encol:idas para não poder abençoar e
nem surdos os seus ouvidos- para não poder ouvir. $ vontade de 4eus para n)s ! a
saOde% a vida% a prosperidade e a pa'.
$ terceira &rea que o dia-o atacou "oi a santidade de 4eus% di'endo que 4eus
não queria que ningu!m conhecesse o -em e o mal% que 4eus não queria que
ningu!m "osse como Ele% que 4eus queria ser o Onico. $quilo que atan&s desejou na
sua so-er-a e aquilo que $dão e Eva -uscaram na sua deso-edi#ncia% 4eus agora
nos concede% gratuit amente% por meio de Desus Cristo. Eles queriam ser como 4eus e
n)s agora nos tomamos eus "ilhos% gerados pela u a semente. +isto% 4eus prova a
41
ua santidade% pois nos concedeu aquilo que "oi acusado de não querer compartilhar5
a ua nature'a divina.
Como originouse o primeiro pecado% certamente% os outros pecados se
originam% pois todo pecad o tem no seu centro o e8e+'$&!m. 1odo pecado% em
sua srcem% ! o ego em ação. $ independ#ncia ! a "orma especí"ica de como o ego se
mani"esta5 Ueu tenho minhas opini(es% meus desejos% meus alvos% minha identidadeU.
Auando o homem optou por comer da &rvore do conhecimento% o seu Ego e a sua
alma "oi era
de 4eus aumentada e passou
e ! de que a ser
o espírito o centro
humano da opersonalidade
"osse centro% mas ohumana. L prop)sito
pecado trans"ormou
o homem em algo da alma. L homem se tomou alm&tico. L espírito morreu% o ego se
tomou o centro9 por isso o homem passou a ser e(o,sta- egoc#ntrico.
$ melhor maneira de de"inirmos o pecado ! entendermos que ! pecado tudo
aquilo que tem ori(em no e(o. 1udo aquilo que ! "eito independente de 4eus !
pecado. +esse sentido% qualquer coisa pode ser pecado% desde que "eita
independentemente de 4eus. /ode ser pregar% orar% ou qualquer outra coisa piedosa%
se ! "eita por iniciativa do ego% ! carne9 e% portanto% ! pecado aos olhos de 4eus%
ainda que aos olhos dos homens seja algo normal.
Mas podemos ver tam-!m que atr&s de todo "ruto da carne tem tam-!m o ego
em ação. L que ! inimizadeJ É quando o ego não ! reconhecido. L que ! raiva B É o
ego contrariado. L que ! ciOmeBÉ o medo de o ego ser suplantado. L que ! divisão BÉ
o ego que sempre est& certo e nunca a-re mão. L que ! inveja J É quando o ego não
suporta que o outro tenha algo e ele não. /oderíamos analisar cada pecado e
o-servar que o princípio su-jacente a todos eles ! a *;0 1 ego!
$ssim como todo pecado consiste no egocentrismo, toda virtude consiste no
oposto% no altrusmo! Enquanto o egocentrismo : (*$ * !& me!m +
e+'$7 altrusmo : (*$  "'$ + e+'$. O que ! amorJ É esquecerse de
si e olhar para o outro. L que ! ale(riaJ É viver contente com o que se tem e o que se
!. 4iante disso% vemos então que% para vivermos uma vida no espírito% não -asta
andar em "!% temos tam-!m de andar em amor. $ndar em amor ! andar em ren=ncia
do ego. É a-andonar o egocentrismo e a independ#ncia de 4eus% ! negarse a si
mesmo.
Mas h& ainda outras "ormas de vida egoc#ntrica. L egocentrismo pode se
mani"estar na autopreservação. /recisamos sa-er que autopreservação não ! em si
mesma pecado9 entret anto% pode ser uma atitude egoísta. É assustador quando
vemos a atitude de certos crentes se preservando demasiadamente% não admitindo
nenhuma "orma de desgaste% de dor ou de so"rimento. L rem!dio de 4eus para o ego
! a cru'% e a cru' implica de uma "orma ou de outra% em alguma esp!cie de desgaste
e perda da comodidade.
$ vida no Espírito ! uma conseqJ#ncia direta de passarmos pela cruz. ) h&
cristianismo se vivermos pela cru'. Desus não apenas morreu numa cru'% Ele viveu
42
uma vida de cru'. Vida de cru' consiste em renOncia di&ria do ego.
Desus quando ensinou os seus discípulos a orar em Mateus ;5N:>% terminou a
oração di'endo5 RRporque teu ! o reino- o poder e a (l*ria. 0eino% poder e gl)ria !
tudo aquilo que o homem natural anda -uscando.
L que ! reinoB L reino nos "ala de -ens% rique'as% respeito e reconhecimento.
1odo homem procura essas coisas e at! mesmo "ica o"endido quando não alcança
esse o-jetivo. 1odos querem construir um reinozin:o pessoal pensando com isso
encontrar a reali'ação. Mas o veredicto de 4eus so-re isso !5 carne. e -uscarmos
um reino para n)s mesmos% estamos "ora do padrão de 4eus. Veja que não ! pecado
-uscar respeito. 0econhecimento% ou coisas assim% e mesmo o dinheiro em si não !
pecaminoso% mas se queremos andar no caminho da cru'% temos de a-rir mão.
E o que ! poderJ É aquele desejo íntimo de manda9%..de ter a prima'ia. Muitas
ve'es% gostamos de poder di'er5 Uv& e diga ao "ulano que "ui eu quem lhe mandouU.
Isso ! reali'ação% ! ser conhecido na praça. L poder tam-!m nos "ala de dons e
capacidades. Eu posso "a'er certas coisas que os outros não podem. Isso me "a'
sentir "eli' e reali'ado% mas se desejamos andar no caminho do espírito% temos de ir
para a cru' e a-andonar esses desejos da carne.
E% por "im% o enhor entregou a gl)ria. $qui est& um ponto realmente crucial do
ego5 o elo(io e a (l*ria. $ vida de cru' consiste em a-rirse mão do reino% do poder e
da gl)ria. .
$ primeira maneira que 4eus usa para nos levar ao "im de n)s mesmos ! a
revelação. Mas quando isso "alha% por causa da nossa dure'a e insensi-ilidade ao
Espírito% o enhor se v# "orçado a usar outro recurso5 o "racasso % o ve,ame. +ão ! da
vontade do enhor que so"ramos ve,ame. Ele vem por causa da nossa dure'a e
resist#ncia em aprender por meio da revelação do Espírito. Ele vem tam-!m porque
muitas ve'es temos um conceito errado a respeito de n)s mesmos. /ensamos que
somos humildes quando na verdade não o somos. /ensamos que somos dependentes
quando na verdade agimos pelo es"orço pr)prio. uponhamos que um irmão simples

! convidado
vai para pregar
sentir angOstia e at! na
terreunião principal por
uma desinteria% da Igreja%
medo noda domingo. Ele certamente
responsa-ilidade. Essa !
uma reação interessante% por!m ! apenas uma e,pressão da carne por medo do
ve,ame. Como o irmão est& inseguro% ele vai orar -astante% jejuar e meditar na
/alavra. Chega o domingo e a sua pregação ! impactante. Ls líderes "icam admirados
e convidamno para o pr),imo domingo tam-!m. +o segundo domingo% ele j& não
"ica tão inseguro% mas ainda assim precisa gastar um tempo em oração% -uscando a
4eus. Mais uma ve' ! uma -#nção% e a liderança e,tasiada o convida para mais um
outro domingo. 4essa ve'% o nosso irmão j& est& tão seguro que pensa ser capa' de
pregar para um est&dio inteiro. D& não ora e nem medita na /alavra como antes. Ele
agora pensa que pode con"iar em si mesmo. Ele so-e no pOlpito e prega todo o seu
sermão% mas quando olha no rel)gio não se passaram mais do que de' minutos9
43
então% ele começa a suar copiosamente% sente cala"rios% tonturas% uma pontada no
estXmago e o seu desejo ! sair correndo dali. L terceiro domingo "oi um completo
ve,ame. Veja a maneira como 4eus "e'. Ele levou aquele irmão a perce-er que ele
não era tão dependente e humilde quanto pensava% mas "oi s) no terceiro domingo
que ele perce-eu isso. +ão ! "&cil perce-er em n)s erro nenhum% mas quando vem o
ve,ame% eles se tomam mani"estos.
O )"e : +e8*$ * !& me!m
$ntes de avançarmos no entendimento do princípio da Cru' na vida de Desus%
necess&rio se "a' clarear melhor o entendimento do negarse a si mesmo.
O +e8*$-!e * !& me!m +0 : * m#(e'* *+"(*;0 1* ,+'*1e . Isso
evidentemente ! impossível. 1ratase antes de uma renOncia de"inida quando
UminhaU vontade quer seguir outra direção di"erente da vontade de 4eus. igni"ica
que a vontade de 4eus deve ser priori'ada% e não a minha pr)pria.
Ne8*$-!e * !& me!m +0 : '$+*$-!e "m *(&e+*1 . Muitos en"iam as suas
ca-eças dentro de um -uraco pensando que dessa "orma estão se negando. Isso%
al!m de ser perigoso% se constitui num sintoma de "uga neur)tica. E Desus nunca quis
di'er tal coisa.
Ne8*$-!e * !& me!m +0 : ,&1* 1e *!e'&!m . +a antiguidade muitos
monges dei,aram suas vidas e pai,(es. Essa posição coloca% no entanto% a vida cristã
como uma dor constante. $ vida seria um peso e dura de ser suportada. Desus veio
para que o homem tivesse vida a-undante. +ão queremos retirar a dor da vida
normal% do crescimento sadio% mas não podemos "a'er da vida uma apologia 3 dor.
o"rer gratuitamente% para merecer o "avor de 4eus% ! uma teologia errada e não
est& coerente com o tipo de vida que Desus viveu e ensinou.
F&+*(me+'e7 +e8*$-!e * !& me!m +0 : * #e$1* 1 1e!e9 . Auando o
desejo se toma concupisc#ncia% ele passa a ser pecado. E n)s j& estamos mortos para
o pecado e% portanto% livres do seu domínio. E,istem% no entanto% desejos legítimos e
-í-licos como o desejo de se casar% ter "ilhos% pregar o evangelho% salvar vidas% e
coisas assim. Vemos% portanto% que a autonegação proposta por Desus !% antes de
tudo% uma renOncia ao domínio da pr)pria vida. E isso% sem dOvida% em algumas
situaç(es% vai implicar em todos os aspectos que mencionamos acima. 8aver&
momentos de aparente perda da vontade. 4a aparente alienação% de um tam-!m
aparente ascetismo% -em como de uma renOncia de um desejo legítimo. E,% /aulo
optou por não se casar. Mas era uma questão de consci#ncia particular. Isso acontece
em "unção de que a vida cristã !% em ess#ncia% uma contracultura do sistema
vigente. +unca devemos nos esquecer que a cru' ! loucura para o mundo% mas para
n)s ! o poder de 4eus mani"esto.
Em Fucas :R5H>>% Desus prop(e aos seus seguidores o padrão para a vida
cristã para o discípulo. Esse padrão nada mais ! do que a aplicação da cru' em cada

44
parte do nosso ser. +esse te,to% Desus d& tr#s #n"ases -&sicas quando por tr#s ve'es
Ele e,pressamente disse5 Unão podem ser meus discípulosU% nos versos ;%? e >>. $s
tr#s coisas que Ele mencionou "oram os relacionamentos% o eu e os -ens.
$ vontade do enhor ! de que a cru' possa tocar em cada uma dessas &reas .
1odas as ve'es que Desus "alou de tomar a cru'% Ele "alou tam-!m so-re negar a si
mesmo. +a verdade% os dois conceitos caminham juntos5 negar a si mesmo ! tomar a
cru'. $ cru' nada mais ! do que a vontade de 4eus. e não h& como "a'e a vontade
de 4eus sem negar a nossa pr)pria vontade.
6 A C$"H '* ! +!!! $e(*&+*me+'!. 2V,. 46
<e al(uém vem a mim% e não aborrece a seu pai e mãe- e mul:er- e il:os- e
irmãos- e irmãs a ainda a sua pr*pria vida- não pode ser meu disc,pulo ucas:R5;.
L primeiro ponto di' respeito 3 minha necessidade de ser aceito sempre pelos
outros% de ser honrado% ser respeitado% ser amado. E pelo lado negativo se relaciona
com o medo de ser rejeitado ou esquecido. +egar a si mesmo implica então numa
renOncia ao amor e 3 aceitação incondicional dos outros. +ão que eu não queira mais
ser amado% mas que não -uscarei ser amado a qualquer preço. e para ser amado eu
tiver que rejeitar Desus% colocar em segundo plano a "!% ou mesmo a-rir mão da
verdade. Então eu pre"iro não ser amado.
1odos n)s temos uma grande preocupação com a nossa reputação% com a
maneira como os outros nos v#m. Auando tomamos a cru' n)s temos de esquecer a
opinião do mundo a nosso respeito. Mesmo que nos chamem de louco% "an&tico ou
estOpido% isto não mais nos "erir&.
Mesmo na vida da Igreja n)s precisamos amar mais a 4eus do que -uscar ser
aceito pelos irmãos. $ssim como 4eus requereu de Maria gerar Desus sendo virgem%
Ele pode requerer de n)s algo que pode nos tra'er constrangimentos e lutas.
/ense em como "oi di"ícil para Maria aceitar ser usada por 4eus desta "orma% ela
poderia ser at! apedrejada como adOltera. Mas ela ignorou a aceitação do mundo.
8oje 4eus pode nos pedir que "açamos coisas na vida da Igreja que serão mal
interpretadas e at! rejeitadas por muitos.
/recisamos ser livres de todos. +ão -uscar a aprovação% nem o elogio% o
reconhecimento ou a aceitação mesmo de irmãos. L"erecemos nosso amor% nossos
elogios e nossa aceitação Wincondicional% mas não esperamos ser retri-uídos. É
necess&rio que cada um de n)s dei,e a cru' ser aplicada em nossos relacionamentos.

46 A $"H '*  +!! E" 2VV 456


UE qualquer que não tomar a sua cruz e vier ap*s mim não pode ser meu
disc,pulo ucas :R5 ?.

Isso ! "undamental para qualquer cristão que conhece a vontade especí"ica de


45
4eus para sua vida. 1omar a Cru' nos "ala de tomar a vontade de 4eus em
detrimento da minha. 8& uma tend#ncia natural de evitarmos a dor e -uscarmos o
pra'er. Entretanto% muitas ve'es% a vontade de 4eus implic ar& em dor% e eu devo me
apossar dela em detrimento de meu desejo de pra'er e de con"orto. $ cru' nos "ala
de a-rir mão de direitos% de reconhecimentos% de oportunidades e assim por diante.
Desus% j& so- a som-ra da cru' disse5 +ão a minha vontade% mas a 1ua...
V&rias ve'es na vida e no minist!rio de nosso enhor% atan&s o"ereceu um
caminho "&cil para o poder sem a cru'. $s tentaç(es para escapar da cru' "oram
muitas. Mesmo na hora em que ele tragava o amargo c&lice do calv&rio% a tentação
de descer da Cru' "oi agudíssima. +ão ! necess&rio di'er que Cristo tinha o poder de
"a'#lo se ele assim o quisesse. ) não podemos di'er o mesmo a nosso respeito.
Auantas ve'es nos temos descido da cru' e perdido o poder e a autoridade.
Mas o que ! descer da cru'B Voc# deve estar se perguntando. 4escer da cru' !
qualquer atitude para salvar o UeuU. É qualquer tomada de um caminho "&cil no que
di' respeito a princípios espirituais. Auero ser ainda mais e,ato e e,plícito. 1odos os
es"orços para de"ender% escusar% proteger% vindic ar ou salvar o ego ! com e"eito uma
descida da cru'. $utocompai,ão ! descer da cru'. igni"ica que a pessoa pensa ter
sido injustiçada e sente pena de si mesma porque nada pode "a'er a respeito.U Eu
que sou tão maravilhosa ser tratada desta "ormaU. /ensa consigo mesma.
0essentimento ! descer da cru'. igni"ica que a pessoa "oi injustiçada e se irrita
porque nada pode "a'er a respeito% Ulogo eu que sou tão isso e tão aquilo. $lgu!m
como eu nunca poderia so"rer dessa maneira.U Voc# consegue perce-er o ego aquiB $
recusa em se assumir a culpa ! descer da cru'. 1odos são culpados% menos eu% ou
pelo menos todos são mais culpados do que eu. $ autovindicação ! descer da cru'.
Igrejas inteiras t#m sido destruídas porque algu!m não a-riu mão da
vingança. Auando outros nos entendem mal% os es"orços indevidos para e,plicar
nossas aç(es são a mesma coisa. $ autojusti"icação ! descer da cru'.
Mas a maior de todas as "ormas de descermos da cru' ! quando o"erecemos a

cru'
virampara
comoo nosso irmão.morreB
uma ovelha Mas porque
+ão sesempre eu !um
ouve nem quegemido.
tenho de tomar
Mas a cru'B D& um
j& o-servaram
porco sendo imoladoB
1emos visto esse tipo de coisa mesmo na vida de pastores. Muitas ve'es% tenho
passado por irmãos pela rua e% por uma terrível distração% não os vejo nem os
cumprimento. +aturalmente% esses irmãos "icam o"endidos e v#m ter comigo. +uma
situação dessas eu poderia di'er ao irmão5 Utoma a cru'% pare de pensar que o mundo
gira em torno de voc#. Em ve' de -uscar ser amado procure amar% se não o
cumprimento cumprimente voc# a mim. U 1al resposta parece ser l)gica% mas ! uma
repugnante descida da cru'.
$ minha atitude deve ser pedir perdão ao irmão e sarar as suas "eridas. Eu devo
tomar a minha cru' e nunca o"erec#la ao meu irmão. $ cru' ! um tipo de principio
46
que não podemos ensinar por preceito% apenas por demonstração.

6 A C$"H '* ! +!!! <e+! 2V, 6


Assim pois todo aquele que dentre v*s não renuncia a tudo quanto tem não
pode ser meu disc,pulo.
Eu devo renunciar ao desejo de viver para mim mesmo e% ainda mais% devo
a-rir mão dos meus pr)prios -ens. /ara muitos% o a-rir mão de -ens ! -em mais
di"ícil que a-rir mão at! de si mesmo. a-emos que Desus andou por esse caminho <I
/e 5:@ para que n)s and&ssemos por ele tam-!m. 0enOncia ! morte e sem a morte%
o cristianismo perde o sentido. +ão e,iste cristianismo sem cru'% e,iste religião. L
ego deve perder o seu lugar de centralidade% cedendo lugar a vontade de 4eus. Desus
não apenas morreu na cru'% mas toda a sua vida "oi uma vida de Cru'.

47
$ cru' est& intimamente relacionada com o nosso estilo de vida. $ prosperidade
! deveras parte do evangelho% mas ! apenas uma parte. $ #n"ase principal est& sem
dOvida em um modo de vida generoso e sacri"icial. $ cru' nos torna sensíveis 3s
necessidades do mundo ao nosso redor.
Muitos cr#em no versículo que di' que Cristo se "e' po-re para que pela sua
po-re'a nos torn&ssemos ricos <II Cor. N@% mas se esquecem da ordem de Desus para
que não acumulemos para n)s tesouros so-re a terra. /arece contradit)rio% mas o
parado,o desaparece quando entendemos que 4eus nos d& para que demos de volta
aUEle. /rosperidade ! ter um pouco mais que o necess&rio.
4ei,emos que a cru' trate com a maneira como lidamos com o nosso dinheiro.
L enhor precisa ter controle completo so-re a nossa conta corrente. +ão podemos
permitir sermos arrastados pela corrente do pensamento materialista que prende a
nossa geração. omos um povo pr)spero mas um povo generoso. omos um povo
pr)spero que teve os -ens tratados pela cru'.

A $"H +* P$'&*

1omar a cru' signi"ica simplesmente tomar a vontade de 4eus. $ cru' !% na


verdade% a ua vontade. 1udo o que não "or a ua vontade não ser& uma cru'. +esse
sentido% podemos di'er que a doença% por e,emplo% não pode ser uma cru' j& que
Cristo Desus carregou com elas na Cru'% < I /e.5R@ e não podemos di'er que seja da
vontade de 4eus a en"ermidade. 4o mesmo modo% podemos a"irmar que a po-re'a
não ! cru' j& que "omos li-ertos das maldiç(es da lei <Gl. >5 :>@. $ cru'
e,perimentada por Cristo "oi decididamente a vontade de 4eus e não algum tipo de
ataque do dia-o como doença ou mis!ria.
$ cru' ! o lugar onde vencemos o dia-o. Muitos pensam que guerra espiritual !
uma questão de meramente repreender demXnios. Sicam todo o tempo repreendendo
demXnios dentro de casa e at! repreendem algum suposto demXnio na cara do
marido. Desus repreendeu demXnios durante todo o seu minist!rio na terra% mas ele
somente venceu o dia-o na Cru'. $ Cru' ! a vit)ria de"initiva. +ão estou di'endo que
! errado repreender demXnios na vida das pessoas% pois Desus "e' isso com /edro. )
estou a"irmando que não h& vit)ria sem a Cru'. Gostaria de mostrar algumas
mani"estaç(es pr&ticas do princípio da Cru'.

6 D&!#!&;0 #*$* !/$e$  1*+


UL s) existir entre v*s demanda j& ! completa derrota para v*s outros. 8orque
não soreis- antes- a in6ustiçaJ 8orque não soreis -antes-o danoJ D Corntios ;5 ?.
Esta pergunta de /aulo não parece de uma o-viedade gritanteB Espera ai%
/aulo Ele "a' algo de errado comigo e eu ! que vou ter de "icar com o prejuí'o5 so"rer
48
o danoB
É e,atamente isso. Isto ! cru'. Esta ! uma situação onde não vai adiantar muito
"icar repreendendo demXnios. /ara eu ter vit)ria% eu vou ter de tomar a Cru'. Esta ! a
vontade de 4eus5 que eu negue a mim mesmo e tome a Cru'.
Mas e se eu quiser reinvindicar os meus direitosB *em% se voc# tem direitos !
correto lutar por eles at! no upremo 1ri-unal. +ada de pecaminoso em se lutar pelos
pr)prios direitos. +ão ! moralmente errado% mas onde "ica a vit)riaB L pisar na
ca-eça do 4ia-o ! somente quando algu!m toma a Cru' que o ele ! de "ato
derrotado.
E&!'em 1&! #$&+Q#&! 1e ,&1*3  #$&+Q#& 1* $"H e  #$&+Q#& 1*
$*H0. e quisermos ter ra'ão j& descemos da cru'% se tomamos a Cru' j& não
importa quem tem ra'ão.

46 N0 *8$*1*$ * +%! me!m!


9ra n*s que somos ortes devemos suportar as debilidades dos racos e não
a(radarnos a n*s mesmosU. Iomanos :H5 :.

Auando Desus "oi pra cru'% Ele não "oi porque queria ter uma e,peri#ncia
di"erente. +ão -uscava um #,tase espiritual e nem estava -uscando elogios. +a
verdade% Desus não queria ir pra Cru'. Ele "oi para o-edecer a vontade do /ai.
1odavia% o /ai não o o-rigou% Ele "oi espontaneamente. +)s precisamos agradar o
nosso irmão mesmo que isso implique em desagradarnos.
Muitos hoje pensam que ser crente ! -uscar uma nova e,peri#ncia% ter um
seguro contra calamidades ou ter uma vida de "elicidade. +ão% cristianismo tem como
centro a Cru'. /or isso% a pergunta chave não ! se ! pecado ou não% se sou o-rigado
ou não% mas sim5 qual ! a vontade de 4eus.
/erce-e por que muitos casamentos nunca prosperamB /orque não querem
agradar o outro ao preço do descon"orto pessoal. Auando de "orma de"inida nos
dispomos a não nos agradar% n)s vemos a vida de 4eus "luindo% a igreja de "ato sendo
edi"icada e as portas do in"erno sendo aniquiladas. 8& um caminho de vit)ria. +ão !
um caminho "&cil e nem agrad&vel% mas a vit)ria ao "inal ! certa.

6 C+!&1e$*$  "'$ !"#e$&$ * !& me!m


Bada açais por partidarismo ou van(l*ria- mas por :umildade- considerando
cada um os outros superiores a si mesmo Lilipenses 5>.
Considerar os outros como superiores a n)s mesmos parece algo tão "ora de
moda. /arece contradi'er a moderna teologia da autoestima. 1odavia% essa ! a "orma
como a Igreja ! edi"icada pela cru'. Mais uma ve' temos de di'er que cru' ! so"rer o

dano% ! não agradar a n)s mesmos% ! considerar o outro como superior a n)s
49
mesmos.
/ara cada situação que nos so-revir e,istem dois caminhos5 o caminho largo e
o estreito. Em um pro-lema de casamento% por e,emplo% o div)rcio e a separação são
caminhos largos. 1odos n)s sa-emos onde vai desem-ocar o caminho largo. $ cru'
por outro lado ! o caminho estreito. +uma situaçã o de crise sempre tome o caminho
estreito da cru'.. /ois somente neste caminho h& vit)ria completa
O eem#( 1e De"!
a-emos que na cru' 4eus resolveu todo o pro-lema do homem5 o pro-lema da
condenação% do poder do pecado e do poder para se viver a sua vontade. E
impossível que se "ale de maturidade sem se re"erir 3 Cru' de Cristo. Aueremos nos
deter no momento% apenas no aspecto que est& relacionado 3 renOncia de si mesmo
no diaadia.
Desus não apenas morreu numa Cru'% ele viveu uma vida de Cru'. 1oda a vida
de Desus "oi caracteri'ada por uma renOncia completa do pr)prio Eu. Ele viveu a sua
vida pelo princípio da Cru'. L princípio da Cru' ! uma completa depend#ncia de
4eus. +ão interessa mais se algo ! -om ou se ! mau% se ! correto ou pecaminoso. L
que interessa sa-er ! se trata da vontade de 4eus. L princípio da Cru' ! o processo
da
commaturidade.
o nosso Ego/erce-ese% pela vida
segue um certo de Desus%
padrão% que o e
uma ordem. processo de 4eus
"alharmos para
em um tratar
aspecto%
4eus vai repetilo at! que sejamos aprovados. +a escola de 4eus ningu!m pula
cartilha ou compra nota.
Em Doão H5 :N%H5>T%=5=% vemos Desus testi"icando claramente a sua posição de
completa depend#ncia do /ai. Isso ! o princípio da Cru' em operação.

. A#$e+1e" * !"<me'e$-!e
$ primeira grande tensão na vida do discípulo ! a autoridade. em dOvida% essa
"oi tam-!m a primeira lição de Desus. eria ingenuidade pensar que Desus não
precisou aprender coisa alguma. Em 8-. H5=% vemos que Desus aprendeu a o-edi#ncia.
E a primeira lição "oi su-missão. Fucas nos di' <Fc. 5R:H:@ que Desus não apenas
o-edecia a seus pais% mas se su-metia a Dos! e a Maria de coração. Ele sa-ia quem
era e de onde tinha vindo% mas ainda se su-metia a seus pais que eram muito
limitados no entendimento. Desus% aos do'e anos% j& discutia com doutores% mas
mesmo assim% não se e,altou so-re seus pais% antes lhes era su-misso. /arecenos
que Maria% ainda que "osse uma santa mulher de 4eus% não era uma pessoa de
grande entendimento. Maria e Dos! eram e,tremamente po-res e sem certos
privil!gios e oportunidades. Em muitas situaç(es a encontramos incomodando
I Desus. É muito "&cil nos su-metermos a quem sa-e mais do que n)s% mas
como ! di"ícil ser su-misso a quem sa-e menos. Isso e,ige renOncia do nosso
orgulho% do desejo de ser reconhecido e do desejo de se achar alguma coisa. +o
processo do discipulado essa ! a primeira lição que se deve aprender. L discipulador
50
deve con"rontar o discípulo para que este aprenda a su-missão.

4. Te,e "m $*;0 e+!&+,e(


Estar a-erto para aprender com quem quer que seja ! algo muito dolorido.
a-emos que Desus saiu para ser -ati'ado por Doão diante dos olhos de todos. Isso era
muito arriscado% pois poderia ser que mais tarde algum "ariseu se dirigisse a ele
di'endo5 acaso não estivemos juntos nas aulas de -atismo de DoãoB E isso certamente
deve ter acontecido% pois Desus usa algumas ilustraç(es "eitas por Doão *atista
<Comparar Mt >5:T com ?5:;T@ no sermão da montanha. 4eve ser -astante
constrangedor se colocar ao lado de pecadores para ser -ati'ado algu!m que nunca
tenha pecado% como "oi o caso de Desus. $ segunda lição% pois% de todo aquele que
quer ser discípulo% ! ter um coração ensin&vel. É estar a-erto para aprender com
quem quer que seja% mesmo que isso muitas ve'es seja e,tremamente
constrangedor. +ingu!m se diminui pXr ouvir e aprender algo com quem sa-e menos.

. N0 *8&" + e+'e+1&me+' e e!/$; #$%#$&!


+ão ! "unção nossa criar m!todos pr)prios. 4eus tem uma o-ra para ser
edi"icada e não pensemos que Ele ! um construtor inepto% que não possui ao menos
uma planta -ai,a. /ela narração de Doão H5:N%H5>T e =5=% podemos ver que Desus
somente "a'ia o que 4eus mandava. +ão havia lugar para o Ueu acho ou eu pensoU%
mas somente para o que 4eus queria reali'ar. +)s somos construtores e e,ecutamos
a planta que 4eus projetou. Vem chegando o momento onde tudo que "ugir do
projeto de 4eus ser& desmanchado. 4eus não aceita ane,os humanos 3 sua o-ra.
Muitos de n)s queremos "a'er de nossas vidas o que -em queremos e isso denota
"alta de entendimento so-re o princípio da Cru'5 U+ão mais eu vivo% mas Cristo viveU 
L comando não mais me pertence% mas tudo est& so-re o controle 4ivino.

K. A<$&" m0 1 *m$ #$%#$&


$quilo que guardamos mais "undo em n)s mesmos ! o nosso amor pr)prio  L
medo de sermos prejudicados% "eridos% magoados e coisas assim que nos apavoram
muito. /edro ingenuamente <Mt :;5:>R@ incitou Desus a que tivesse d) de si mesmo%
julgando com isso estar "a'endo um ato de amor. Desus% no entanto% "oi severo% como
raramente o vemos na *í-lia% e e,atamente em "unção de ter sido tocado numa das
&reas mais sensíveis do homem5 o amor pr)prio. É prop)sito de 4eus que alcancemos
o nível em que a-ramos mão at! mesmo da pr)pria vida. UAuem amar a sua vida%
perd#la&...U. L discípulo passa a viver para agradar ao seu enhor. L direito que
temos ! o de am&lo.

51
. A<$$ee" * 8(%$&* "m*+*
Desus poderia ter sido coroado 0ei de Israel <Do :5 :=@% mas ele pre"eriu a
vergonha da Cru' porque esta era a vontade de 4eus. +ão pensemos que não "oi
tentador para Desus aquela posição. Certamente o "oi. Ele% no entanto% por conhecer a
vontade de 4eus% não se dei,ou levar pela aparente gl)ria humana. $ grande questão
da vida di' respeito ao desejo de ser reconhecid o% visto e admirado. e não a-rirmos
mão
pelosdisso% seremos
homensU. 4aí acomo os "ariseus
reprimenda quede"a'iam
severa o-ras com
Desus contra eles.o "im de Userem vistos

. Se+1 Se+$ !e$,&" *! 1&!Q#"(!


UL "ilho do homem não veio para ser servido% mas para servir. +)s somos
chamados a servir aos santos% sem distinção e isso implica em levarmos nosso
interesse em sermos servidos 3 cru'. +osso ego deseja que todos estejam 3.nossa
disposição sempre% a cada momento% e de pre"er#ncia% que nos tratem com toda
atenção e educação. Mas o Espírito nos desa"ia a negarmos isso e "a'er aquilo que
esper&vamos "osse "eito a n)s. 4evemos servir com um coração per"eito e isso s)
acontece se renunciarmos a toda e,pectativa de retri-uição 3 servitude. 1oda
e,pectativa de lucro
o que vem depois deve
disso% ser renunciada.
depende do 4eus )
queassim serviremos
nos v# com alegria. L resto%
em secreto.

A+1*$ #e(* C$"H : *+1*$ em Am$


Vemos que andar no Espírito implic a andar em "!% mas não apenas isso implica
tam-!m andar pela cru'% ou seja% andar em amor. ) podemos amar ao pr),imo se
esquecermos de n)s mesmos. Esquecerse de si ! renunciar ao ego. L-serve a
de"inição do amor em I Coríntios :>. $ pr&tica do amor ! simplesmente uma postura
de tomar a cru'.
/ermitame e,empli"icar mostrando apenas alguns pontos de I Coríntios :> 5R
?5
9 amor é paciente- ! beni(no
o amor não arde em ci=mes-
não se uana- não se ensoberbece
não se conduz inconvenientemente-
não procura os seus interesses.
não se exaspera- não se ressente do mal
não se ale(ra com a in6ustiça- mas re(ozi6a
se com a verdade
tudo sore-
tudo cr3- tudo espera- tudo suporta.

52
L-serve que a palavra de 4eus di' que o amor não se ressente% ou seja% não se
melindra ou "ica o"endido. L padrão de 4eus não ! o perdão. ! não "icar o"endido. L
perdão ! a nossa segunda chance.
$ questão do "i car oendido ! um grande pro-lema que a"lige a igreja do
enhor. L "icar o"endido ! a maior expressão do e(o em ação. Auando "icamos
o"endidos ! que surge a ira% o )dio% a disc)rdia% a divisão% a "acção% a gritaria% as
-rigas e coisas semelhantes. $lguns podem di'er% ser& que não temos nem o direito
de "icar o"endidoB Mas eu digo% "icar o"endido ! "icar com o orgulho "erido% e orgulho
"erido ! ego machucado.
L-serve ainda que /aulo di' que o amor tudo cr#. Aue signi"ica issoB empre
que o meu irmão pecar contra mim e se arrepender %eu vou crer nele. 4i' ainda que o
amor tudo espera. Lu seja% quem ama sempre espera o melhor e não premedita o
mau.
Mas o mais di"ícil ! di'er que o amor tudo so"re e tudo suporta. $s implicaç(es
disso podem ser vistas na cru'. /or amor o enhor suportou tudo% at! a vergonha da
cru' e% no "inal% pediu que o /ai perdoasse porque não sa-iam o que "a'iam. L amor !
a e,pressão da cru'.

TERCEIRO PRINCÍPIO DO ANDAR NO ESPÍRITO3 ANDAR NO


SOBRENATURAL
$ndar no Espírito ! tam-!m andar no so-renatural. L so-renatural não signi"ica
o e,traordin&rio. igni"ica que o meio ! espiritual e não natural. 4eus quer nos
li-ertar tanto do pecado como do natural. L primeiro pecado levou o homem para o
nível terreno do corpo.

Eendo a mul:er que a &rvore era boa para se comer% a(rad&vel aos ol:os e
&rvore dese6&vel para dar entendimento- tomou l:e do ruto e comeu e deu também
ao marido- e ele comeu. Gn. >5;

L-serve que Eva "oi primeiramente tentada a comer porque a &rvore era -oa
para se comer <Gn >5;@. 1udo começou no corpo. +a verdade% esse ! um crit!rio para
sa-ermos se algo vem de 4eus ou não. $s coisas de 4eus sempre procedem do
espírito para atingir a alma. $s coisas do 4ia-o sempre começam no corpo e na
carne% para depois atingir a alma. 1udo começou no corpo% por isso di'emos que para
se andar no Espírito% precisamos andar no nível do so-renatural em disciplina do
corpo. $s coisas do mundo do Espírito somente podem ser e,perimentadas pelo
espírito humano recriado. L homem ! um ser triOno5 espírito% alma e corpo. L pecado
de Eva começou e,atamente no corpo. /or ela ter a-andonado o nível do espírito% o

pecado teve espaço. e desejamos servir a 4eus. devemos "a'#l a pelo Espírito% pela
53
vida de 4eus. E para que o Espírito "lua precisamos disciplinar o nosso corpo.
L nosso espírito "oi regenerado% a nossa alma est& sendo trans"ormada e o
nosso corpo deve ser disciplinado.
+ão h& possi-ilidade de haver vida cristã sem renovação da mente% e da alma.
Mas igualmente verdadeiro ! di'ermos que ! impossível haver vida cristã sem
disciplina do corpo. É importante sermos radicais neste ponto5 ! impossível vida no
espírito sem disciplina do corpo.
Mas antes de "alarmos so-re esse ponto ! -om "a'ermos uma distinção5
disciplina não ! igual a lei. +)s j& "omos li-ertos da lei. Em 0omanos ;5 :R%
desco-rimos que não temos mais de ser li-ertos da lei% n)s j& "omos li-ertos dela.
68orque o pecado não ter& dom,nio sobre v*s porque não estais debaixo da lei e sim
da (raça- É importante "risarmos esse entendiment o para que não trans"ormemos a
disciplina do corpo em legalismo e nem tampouco em ascetismo. $ disciplina não !
para comprarmos -#nção de 4eus e muito menos para sermos aceitos diante dele.
omos aceitos por causa do sangue do Cordeiro. $leluia  $ disciplina ! para n)s
mesmos. não para 4eus.
É lament&vel que muitos irmãos trans"ormem em leis a oração. a leitura da
/alavra e o jejum. Auando não oram se sentem distantes de 4eus9 quando não l#em
a /alavra% imaginam que 4eus agora est& longe deles% que 4eus os rejeitou. +ada
pode ser mais lament&vel do que isso. L amor de 4eus por n)s ! o mesmo nos dias
em que oramos% -em como nos dias em que não oramos. $ oração não ! uma lei% !
uma necessidade- uma disciplina. +ão muda a nossa herança e os nossos privil!gios
em Cristo% mas nos ajuda a perce-er as coisas do espírito com mais clare'a. $
disciplina ! para +%! mesmos e não para sermos aceitos diante de 4eus. L acesso
diante de 4eus ! e,clusivamente pelo sangue de Desus.
O que ! a lei- ei ! tudo aquilo que eu ten:o de azer para 7eus com o im de
ser aceito por ele. Eu j& "ui li-erto da lei. +ão tenho mais de "a'er coisa alguma com o
"im de ser aceito% pois% por meio da o-ra da cru'% tenho livre e per"eito acesso. Sui

justi"icado%
me separar perdoado%
do amor e puri"icado.
da presença reconciliado% santi"icado%
de 4eus% o caminho li-erto eLsalvo.
"oi a-erto. +ada! pode
legalismo uma
das piores heresias de nosso tempo. 8& muitos que querem ser salvos mediante
algum m!rito pr)prio% somos realmente contra eles. 8&% por!m% muitos em nosso
meio que -uscam a santi"icação por es"orço pr)prio . 1oda a o-ra ! reali'ada por
4eus5 desde a regeneração at! a glori"icação na volta do enhor.
Mas  que ! a graça JGraça ! aquilo que 7eus az por mim. ei ! o que eu
aço- (raça ! o que ;le az. Estamos de-ai,o da graça% ou seja% estou de-ai,o daquilo
que 4eus "a' por mim. Isso signi"ica que eu não vou viver na pr&tica do pecado
porque o que est& nele ! a divina semente% o Espírito anto. L legalismo ! tão terrível
porque ele anula a graça de Cristo. Auando eu digo que sou eu que tenho de "a'er%
estou anulando aquilo que Ele j& reali'ou por mim. Auando eu começo de novo a criar
54
leis% estou escravi'ando algu!m que ! livre em Cristo. +esse ponto% volto a "risar que
1&!&#(&+* +0 : (e&. D&!&#(&+* : (e,*$  $# e a me+'e * /*He$em * ,+'*1e
1 E!#Q$&' . Eu sou um ser espiritual% a minha vontade real est& no meu espírito. L
meu espírito sempre quer ter comunhão com 4eus% o corpo ! que procura impedir. Eu
devo disciplinar meu corpo para que o que est& no meu espírito possa ser reali'ado.
Com essa verdade em mente% vamos avançar no nosso estudo.

O PONTO CENTRAL É $ VIDA


+o +ovo 1estamento% temos a concreti'ação do prop)sito de 4eus. L enhor
Desus disse que nos iria enviar o Consolador% o Espírito anto de 4eus. 8oje n)s somos
o templo de"initivo do 4eus vivo. +)s somos o ta-ern&culo de 4eus na terra. L
ta-ern&culo possuía tr#s partes5 o '$&7  ("8*$ !*+' e o !*+' 1! !*+'!. 4eus
ha-itava no santo dos santos. O '$& aponta para o nosso cor po% o ("8*$ !*+'
para a nossa alma e o !*+' 1! !*+'! para o nosso esp,rito. 4eus ha-ita agora
em nosso espírito.
Esse ! o ponto central do Evangelho5 Cristo dentro de n*s. L Espírito anto de
4eus ! vida.Contactar o Espírito ! contactar a vida de 4eus.
1udo o que ! do espírito ! vida% mas o que ! da alma ! morte. e um irmão
a-re a -oca e sai vida% eis aí algo do espírito% mas se sai morte% temos a alma em
ação. a melhor crit!rio ! o-servar se h& vida.
e em uma reunião algu!m "a' alguma coisa sem ser movido por 4eus% aquilo
mata. Auando algu!m prega no espírito% h& vida saindo de sua -oca e isso atrai e
sacia as pessoas. +ão deve os aceitar "a'er coisa alguma sem ministrarmos vida. $s
coisas do espírito sempre mani"estam vida. $ vida ! algo contagiante% pois quando
a-rimos a -oca pelo espírito% aquilo vai "luir e se espalhar por entre os irmãos. $ vida
tam-!m ! alimento. Auando "alamos algo do espírito% ser& a /alavra de 4eus. 1oda
/alavra de 4eus ! espírito e vida. Auando "alamos algo pelo Espírito% essa palavra !
espírito e vida. 4evemos estar ministrando vida aos nossos irmãos at! mesmo em
nossas conversas% mesmo conversando% a vida deve "luir. $ vida ! algo so-renatural e
ser guiado pelo Espírito ! ser guiado por esta vida. Entretanto. para que possamos ser
guiados pelo Espírito ! necess&rio que desenvolvamos uma sensi-ilidade em nosso
pr)prio espírito. e não "ormos sensíveis% não poderemos perce-er a direção e a vo'
de 4eus. Auero compartilhar quatro princípios para desenvolvermos a sensi-ilidade e
aprendermos a ser dirigidos por Ele.
Fem-rese sempre que andar no Espírito implica em5 andar em é- em amor e
também em andar no sobrenatural.

COMO SER GUIADO PELO ESPÍRITO


*6 Pe( Im#"(! 1* I+'"&;0
4evemos lem-rar que o homem tem tr#s partes5 esp,rito- alma e corpo. L nosso
55
corpo tem tr#s "unç(es5 movimento- sensação e instinto. $ alma tam-!m tem tr#s
"unç(es5 mente- vontade- e emoç/es. +o nosso espírito tem tam-!m tr#s "unç(es5
intuição- consci3ncia e comun:ão. $ intuição ! como um impulso dentro do coração.
+ão ! uma vo' perce-ida audivelmente% mas ! um impulso. Em Marcos :5:% lemos
que o Espírito impeliu Desus... $ /alavra Uimpeliu U ! -oa% pois denota -em a sensação
interior. É perigoso eu ser mal interpretado nesse ponto% pois ! certo que e,istem
impulsos do corpo% das emoç(es e mesmo impulso de demXnios. Entretanto% se
somos
vem do nascidos de novo%
espírito. aprendemos
Muitas a di"erenciar
ve'es% estou todas essas
conversando com vo'es
uma daquela
pessoa que
e%
repentinamente% me vem um impulso de perguntar alguma coisa% e% aquela pergunta
! e,atamente o que a pessoa estava com medo de me contar. É uma sensação
interior% não ! uma vo' audível. Isso pode aparecer muito místico% mas ouçame% se
desejamos andar no espírito% devemos ser livres do natural e entrarmos no
so-renatural.
<6 Pe( Te!'&/&*$ 1 E!#Q$&'
6L pr*prio ;sp,rito testiica com o nosso esp,r ito que somos il:os de 7eusPl
4Im."@ :;@. D Cor,ntios ;5 :? di' que 6 aquele que se une ao <en:or ! um s) esp,rito
com ;leF. Isso signi"ica que o nosso espírito% depois que nascemos de novo% ! como
que amalgamado% unido
L testi"icar do por uma
espírito argamassa%
! uma convicçãovinculado
pro"unda com o Espírito
que não anto.em nada
tem srcem
natural. Muitas ve'es% a nossa mente rejeita essa convicção pelo temor e
insegurança. 4eus "ala conosco todo o dia% n)s ! que não damos cr!dito. pensando
que são coisas da nossa mente. Aue o enhor separe a nossa alma do nosso espírito
e o enhor vem com um testi"icar em nosso espírito% a melhor coisa a "a'er !
checar a convicção com outros irmãos mais amadurecidos. Mas se depois disso não
tivermos clare'a na direção% o melhor ! correr o risco. /rovavelmente% cometeremos
muitos erros% mas estaremos e,ercitando o nosso espírito% e chegar& o ponto em que
virtualmente não cometeremos equívocos. +o processo de crescimento ! normal que
nos equivoquemos% não devemos nos cobrar pereição e tampouco pensarmos que

depois de algum erro% 4eus nos a-andonar& e não vai mais nos usar.
6 Pe(* P*H 1 E!#Q$&'
l1<e6a a paz de Cristo o &rbitro nos coraç/es... :: 4CD. >5 :H@. $ pa'
! o &r-itro em nosso coração. L &r-itro ! o jui'% aquele que decide. Com o
coração podemos entender o nosso espírito. +)s perce-emos o nosso espírito no
coração. E,iste uma pa' que e,cede todo entendimento. L testi"icar muitas ve'es
vem como um "ogo que queima no coração9 a pa'% por!m% ! como manancial de
&guas tranqJilas. É como se o mundo estivesse desa-ando% mas dentro do coração as
&guas estão tranqJilas.

16 Pe(* V&1* 1e De"!

56
+ão devemos "a'er nada que constran6a essa vida dentro de n]s% ainda que
pelos crit!rios da mente seja algo -om e at! recomend&vel. e a vida rejeitou% não
devemos "a'er. E,iste m muitas coisas que não são pecaminosas em si mesmas% mas
que 4eus rejeita e outras ve'es podemos pecar contra 4eus at! mesmo pregando%
louvando ou "a'endo miss(es. L crit!rio para a vida no Espírito não ! o certo ou o
errado% mas a vontade de 4eus.
Creio que não deveríamos ensinar leis de certo e errado para os novos
convertidos% mas estimul&los a perce-erem a direção de 4eus pela vida no nosso
espírito. e somos r&pidos em di'er aos outros o que ! certo e o que ! errado%
estamos tirando preciosas oportunidades de eles mesmos entrarem em contato com
o enhor.
er cristão não ! ser guiado por um c)digo de conduta% nem por um conjunto
de normas e !ticas sociais. er cristão ! ser guiado pelo Espírito de 4eus.

e6 P$ me&! e'$*$1&+$&!


$ "orma -&sica como 4eus planeja condu'ir os seus "ilhos ! pelo impulso do
espírito. L Espírito anto que ! residente em nosso espírito "ala ao nosso espírito
humano a vontade de 4eus. 1oda via% a /alavra de 4eus nos mostra que e,istem
"ormas e,traordin&rias de 4eus. +ão ! a "orma ha-itual% mas igualmente importante.
Gostaria de mencionar pelo menos quatro "ormas5

• S+!
É indiscutível que 4eus "ala conosco por meio de sonhos. Soi assim com Dos!%
com 4aniel% com Dos! marido de Maria e com /aulo. 4eus ! o mesmo e Ele quer
continuar a nos orientar e edi"icar atrav!s dos sonhos. Entretanto% alguns princípios
devem "icar claros. L primeiro ! que se voc# não sa-e o signi"icado do seu sonho% não
saia por ai procurando algu!m para interpret&l a. e 4eus quer "alar com voc#% Ele o
"ar& por meios claros e compreensíveis. e voc# não sa-e o signi"icado de um sonho%
esqueçao.
• P$/e&*
Auando "alarmos so-re como checar as direç(es do Espírito% entraremos em
maiores detalhes so-re pro"ecia% por hora -asta di'er que não devemos rejeitar
pro"ecias. É uma "orma claramente -í-lica de 4eus "alar conosco.
$s pro"ecias são con"irmaç(es e não direç(es novas de 4el.ls. e 4eus nunca
"alou no seu espírito so-re ser mission&rio na ^ndia% não v& pra l& porque um pro"eta
disse.5
Damais v& consultar um pro"eta. 4eus sa-e o seu nome% o seu endereço e o seu
tele"one. e um pro"eta tiver algo realmente de 4eus pra voc#% 4eus o mandar& onde
voc# est&. $ pr&tica de consultar pro"etas ! um herança mundana do h&-ito de
57
consultar cartomantes. Muitos pro"etas t#m sido instrumentos de espíritos de
adivinhação por causa da pressão de terem de dar uma palavra para algu!m que vem
consult&los.
• VH *"1Q,e( 1e De"!
+ão -usque e,peri#ncias espirituais. +ão peça para ver ou ouvir coisa alguma.
Essa nsia por e,peri#ncias novas e di"erentes pode ser uma -recha para espíritos de
engano. .

M&+&!':$& 1! *+9!
G&latas :5= di' que% Uainda que um anjo vindo do c!u vos pregue o evangelho
que v& al!m do que vos temos pregado% seja an&tema.U 4eus pode enviar um anjo
para "alar com voc#% mas esse anjo deve con"irmar a /alavra de 4eus e o evangelho%
caso contr&rio% tratase de um demXnio dis"arçado de anjo de lu'.

COMO CONFIRMAR AS SUAS DIREÇES


. C+,&;0 I+'e$&$
$ direção do Espírito% geralmente% vem a n)s atrav!s de uma testi"icação
interior em nosso espírito. Em raras ocasi(es% pode haver uma vo' audível ou% at!
mesmo% uma aparição ang!lica% mas isto ! uma e,ceção e não a regra. /recisamos.
portanto% ser capa'es de provarmos a n)s mesmos que a impressão ou vo' interior
que estamos sentindo ! na verdade o enhor.
D& que 4eus "ala ao nosso espírito% ou seja. ao nosso homem interior% ! essencial
que desenvolvamos as "aculdades do nosso espírito ao nível mais elevado possível.
Idealmente% 4eus quer que desenvolvamos uma qualidade de maturidade espiritual
tal que possamos reconhecer a ua vo' imediatamente% e que sejamos tão humildes
e con"iantes que seja realmente o enhor% para que possamos agir -aseados na ua
/alavra. +ão tenha suspeitas do eu Espírito. $prenda a ter con"iança na sua
ha-ilidade de discernir adequadamente.

4. A P*(*,$* 1e De"! E!$&'*


$ *í-lia ! o nosso guia mais con"i&vel e possivelmente o mais simples de se
usar. $ vo' interior em nosso espírito ! uma e,peri#ncia um tanto quanto su-jetiva e
insegura. Ela pode ser in"luenciada por nossas emoç(es ou desejos pessoais.
/recisamos% portanto% su-meter e,peri#ncias assim a um julgamento o-jetivo e
seguro. $ *í-lia ! e,atamente a "onte certa para este julgamento. Ela não !
emocionalmente in"luenciada ou preconce-ida. Ela não tem nenhum envolvimento
pessoal. /ortanto% ela ! -em mais con"i&vel. Entretanto%
I precisamos a-ord&la com uma a-ertura e honestidade de coração%pois
tam-!m podemos 6"a'er7 com que a -í-lia diga o que queremos que ela diga. É
preciso que haja uma integridade de coração em nossa a-ordagem. Muitas ve'es% as
58
pessoas propositadamente procuram por uma passagem -í-lica que ap)ie o que elas
querem crer. Isto ! conhecido como 6torce7 as Escrituras e ! danos & "! e a um
julgamento correto.
Auando voc# sentir uma certa direção ou impressão no seu espírito e voc# não
estiver certo de que ! a vo' do enhor% su-meta em oração esta impressão a 4eus.
/eçaFhe que Ele a con"irme ou a negue atrav!s da ua /alavra. Inevitavelmente%
depois que voc# tiver "eito isto% um versículo ou passagem -í-lica que se relaciona
com o assunto em consideração chamar& a sua atenção. É realmente impressionante
em quantas circunstncias e assuntos di"erentes 4eus pode "a'er com que a ua
/alavra se aplique. Em geral% de "ormas incomuns% 4eus d& li-eralmente ua direção
atrav!s da ua /alavra.
L Espírito de 4eus nunca discorda da ua /alavra. L Espírito anto nunca lhe
diria para "a'er algo que ! condenado pela *í-lia. Ele nunca o condu'iria
contrariamente aos claros princípios e,pressos na *í-lia.

. A P*H 1e De"!
UE a paz de 7eus- para a qual também ostes c:amados em um corpo- dom ine
em vossos coraç/es 4CD!@1$5.
$ palavra tradu'ida por UdomineU neste versículo ! a palavra Ujui'U ou U&r-itroU
no srcinal. /aulo est& então di'endo5 U4ei,e que a pa' de 4eus seja o &r-itro em seu
coração.U Imagine um jogo de "ute-ol. Enquanto tudo est& indo de acordo com as
regras e não h& nenhuma "alta ou in"ração% o apito do &r-itro est& em sil#ncio.
Entretanto% quando h& uma in"ração das regras% ouvese o apito% e ! preciso que o
jogo pare imediatamente. Ls jogadores% então% olham para o &r-itro para desco-rirem
o que aconteceu de errado e qual !a sua decisão na situação. $ssim que ele
esclarecer as coisas% o jogo pode prosseguir novamente. É assim tam-!m com a pa'
de 4eus em nossos coraç(es. Auando as coisas estão "luindo suavemente no
prop)sito de 4eus% h& uma pa' interior pro"unda em nosso] coraç(es. Esta pa'

deveria sempre estar


acaso perdemos estal&.pa'%
/aulo di' que
então somos chamados
precisaremos a.uma
olhar para o pa' assim.
Espírito e por
anto para
desco-rirmos o erro. /or que perdi a minha5pa'B Ele nos mostrar&% rapidamente% onde
estamos errados e como corrigir a situação. Auando "i'ermos isto% pedindo perdão a
4eus e voltando ao caminho certo% outra ve' a nossa pa' ser& restaurada.

K. .B"!*+1 Um A+!e(*me+' M*1"$

UE a paz de 7eus- para a qual também ostes c:amados em um corpoU 4C1!@


:H@.

59
+ão somente devemos possuir uma pa' pessoal interior como uma indicação de
que tudo est& -em% mas tam-!m podemos% se necess&rio% su-meter as nossas
impress(es ao discernimento de outros mem-ros do Corpo. Isto pode ser "eito dentre
crentes nascidos de novo% aos quais voc# se uniu numa comunidade cristã. Coloque o
assunto diante do grupo% e se houver uma resposta de pa' unnime% então voc# pode
"icar certo de que 4eus est& con"irmando a direção que voc# rece-eu.
$ M,blia diz@ U... na multidão de consel:eiros :& se(urança 48v:: 5R@.
9nde não :& consel:os os pro6etos saem vãos- mas com a multidão de
consel:eiros se conirmarão48v:H5@.
Eu gostaria de en"ati'ar o ponto de que ! um aconselhamento maduro que
devemos -uscar. /rocure um aconselhamento de pessoas espiritualmente maduras
que tenham uma credi-ilidade provada com relação 3 sa-edoria. /edir conselhos a
pessoas espiritualmente imaturas somente lhe trar& mais con"usão e incerte'a. V& a
pessoas cujas vidas prov#m que elas acharam a vontade de 4eus% pessoas que
o-viamente estão tendo #,ito na vida cristã porque elas "oram capa'es de ouvir a vo'
de 4eus dirigindoas nas circunstncias de suas pr)prias vidas.

. A! C&$"+!'+&*! e a P$,&1+&* D&,&+*


Auando 4eus lhe di' para "a'er alguma coisa% voc# pode contar que Ele
começar& a a-rir as portas para que voc# possa "a'ela. e Ele estiver guiando voc#
numa determinada &rea% então as uas provid#ncias começarão a surgir a voc#
naquela &rea. 8& um pequeno pensamento que eu aprendi e que me tem sido
e,tremamente Otil quando quero o-ter direç(es do enhor. a sa-er5 UComece a andar
e voc# rece-er& uma direção.U Creio que um apoio -í-lico para este conceito seria em
G#nesis% no tocante ao servo de Isaque. o qual havia sido enviado para -uscar uma
esposa para o seu mestre. Ele "alou5 U ... quanto a mim% o enhor me guiou no
caminho 3 casa dos irmãos de meu enhorU <Gn R5?@. Em outras palavras% uma ve'
que ele havia partido em sua jornada% 4eus lhe deu a direção. 4avi di'5 ULs passos de
um homem -om são con"irmados pelo enhor% e ele deleitase no seu caminhoU <I
>?5 >@. e voc# "icar sentado esperan do por uma revelação% talve' voc# "ique assim
para sempre. e voc# começar a se mover e estiver indo na direção errada. o enhor
lhe dir&. L Espírito anto est& dentro de todos os cristãos e Ele deseja muito guiarnos
nos caminhos e prop)sitos de 4eus. /ortanto% assim que começarmos a nos mover
com um desejo sincero em nossos coraç(es de andarmos nos caminhos de 4eus% o
Espírito nos dar& direç(es. $o começar a se mover em harmonia com a vontade de
4eus% as circunstncias e provid#ncias surgirão diante de voc#% dandolhe uma
certe'a e con"iança interior.

. C+/&$m*;0 P$/:'&*
Zs ve'es5 uma declaração pro"!tica pode ser dada a algu!m para con"irmar algo
60
que j& "oi rece-ido do Espírito. 2sei a palavraU con"irmaçãoU % deli-eradamente%
porque isto ! e,atamente o que as declaraç(es pro"!ticas deveriam "a'er. Elas
deveriam servir para con"irmar algo que algu!m j& rece-eu de 4eus em seu espírito.
4everíamos sempre ser cautelosos com relação a pro"ecias aparentes que
tendem a iniciar alguma coisa% ao inv!s de simplesmente con"irm&la. e 4eus quiser
"alarlhe algo% Ele "alar& com voc# primeiramente. dentro do seu pr)prio espírito. Mas
tarde ele poder& con"irmarlo atrav!s de uma declaração pro"!tica% qual servir& para
con"irmar e esta-elecer
+unca o que Ele j& lhe
"aça nada simplesmente disse. algu!m 6pro"eti'ou7 que voc# deveria
porque
"a'er. L-tenha a sua pr)pria direção pessoal de 4eus e depois% se uma pro"ecia
su-stanciar aquilo que voc# j& rece-eu% então tudo -em.
$s declaraç(es pro"!ticas certamente não são in"alíveis o elemento humano
envolvido na declaração das pro"ecias "a' com que elas sejam "alíveis L Espírito% o
qual as srcina% ! per"eito% mas as pessoas que as declaram são imper"eitas.
Muitos cristãos reverenciam as pro"ecias como se o /r)prio 4eus estivesse
"alando do c!u. Entretanto% não ! 4eus quem est& "alando diretamente. ão os
homens "alando em nome de 4eus. e estas pessoas estiverem realmente no
Espírito% então tudo -em. uas palavras edi"icarão% e,ortarão e consolarão a igreja <:
Co :R5>@.das
coração Zs pr)prias
ve'es% in"eli'mente% as e,press(es
pessoas ou talve'% estejam pro"!ticas podeme estar
sendo coloridas vindo dopela
in"luenciadas
inserção de alguns de seus pr)prios pensamentos.
/or causa disto% toda declaração pro"!tica deveria ser julgada para se sa-er se
ela ! realmente uma palavra do enhor antes que ela seja rece-ida% e% certamente%
antes que ela seja praticada <: Co :R5N@.
6 4everia ser julgada% em primeiro lugar% pela /alavra de 4eus. $ *í-lia !
in"alível e% portanto% um jui' per"eitamente o-jetivo. e uma declaração pro"!tica não
estiver em per"eita harmonia com os princípios e,pressos na *í-lia% ela ser&
imediatamente duvidosa. +ão importa quão religiosa ou espiritual uma declaração
pro"!tica pareça. Ela deve concordar inteiramente com a /alavra. $inda que a
pro"ecia possanão
com certe'a% estar cheia de garantia
! nenhuma "rases como UEu% o enhor%
de precisão digo a ti%$meu
ou veracidade. servo%U
*í-lia isto%
! o nosso
guia "inal% totalmente preciso e in"alível. empre con"ie mais na *í-lia do que em
qualquer pro"ecia.
46 $s pro"ecias deveriam ser julgadas pelo que 4eus j& lhe mostrou em seu
pr)prio espírito. e elas não testi"icam e não con"irmam o que voc# j& rece-eu do
enhor% então% não aceite nenhuma pro"ecia pessoal. Certamente% a princípio voc#
não deveria agir -aseado nelas. 1alve' voc# possa orar intensamente com relação a
elas% su-metendoas a 4eus e -uscando a ua sa-edoria e direção na questão.
6 e um grupo de crentes estiver presente.quando a pro"ecia "or dada% então
um julgamento da comunidade poder& s!5 dado a respeito da pro"ecia. Aual ! a
opinião geral a respeito delaB Ls c]rentes do grupo concordam que esta !
61
verdadeiramente uma palavra de 4eusB Lu eles estão unidos em seu julgamento de.
que esta palavra não vem do enhor e deveria% portanto% ser tratada com muito
cuidadoB
Muitas vidas inocentes t#m sido arruinadas por terem agido muito prontamente
com relação a Upro"ecias pessoais.U

B&<(&8$*/&*
A+1*+1 + E!#Q$&'  /r. $luí'io $. ilva. Videira  Igreja em C!lulas.
Re,&!'* A'!  /u-licação de [orld Map. Edição de :NNT.

62
PARTE III

TRANSFORMAÇAO DA ALMA

A MENTE3 UM CAMPO DE BATALA

campo4e deacordo
-atalhacom a *í-lia%
onde satan&s a emente do homem
seus maus ! incomum
espíritos or se
contendem constituir
contra um e
a verdade
contra o crente. $ mente e o espírito do homem são como uma cidadela que os maus
espíritos anseiam por capturar. L campo a-erto onde a -atalha se trava para a
conquista da cidadela ! a mente do homem.
Em  Co.:T5>H% o $p)stolo /aulo compara os argumentos e raciocínios do
homem a uma "ortale'a do inimigo. Ele descreve a mente como que possuída pelo
inimigo que deve ser que-rada então pela -atalha travada. Muitos pensamentos
re-eldes estão arma'enados nestas "ortale'as e precisam ser levados cativos 3
o-edi#ncia de Cristo. 1udo isso mostra claramente que a mente do homem ! o
cen&rio da -atalha onde os maus espíritos entram em con"lito com 7eus. /odemos

ver como os poderes das trevas se relacionam principalmente com a mente do


homem e como ela ! de uma "orma peculiar susceptível aos ataques de atan&s. Com
respeito 3s outras "unç(es da alma  vontade e emoção % atan&s não tem como
"a'er nada% a menos que tenha ganho algum terreno neles. Mas com respeito 3
mente% ele pode operar livremente sem primeiro persuadir o homem ou garantir o
seu convite.
$ntes da regeneração% o intelecto do homem o impede de compreender a 4eus.
É necess&rio que eu grandíssimo poder destrua os argumentos do homem. Esta !
uma o-ra que deve ocorrer na hora do novo nascimento% e acontece na "orma de
arrependimento. Mas mesmo depois do arrependimento% a mente do crente não !
totalmente li-erada do toque de atan&s  ele vai continuar agindo. Em  Co.l:5>
/aulo reconhece que o deus desse mundo segue a mente dos não crentes e engana a
mente dos que cr#em. 8oje% muitas ve'es atan&s se dis"arça como um anjo de lu'% a
"im de condu'ir os santos% propagando um evangelho di"erente do evangelho da
graça de 4eus. +a verdade% são poucos os que poderiam imaginar que o dia-o
poderia dar -ons pensamentos aos homens
É possível que um "ilho de 4eus tenha uma nova vida e um novo coração e
ainda não ter uma nova ca-eça. Auão "requentemente as intenç(es do coração são
inteiramente puras% mas os pensamentos na ca-eça são con"usos. e a mente do
cristão não ! renovada% sua vida est& destinada a ser desequili-rada e estreita. L
povo de 4eus precisa sa-er que% se desejam viver uma vida plena. sua mente deve
ser renovada. $ *í-lia declara en"aticamente que devemosU ser trans"ormados pela
renovação da nossa menteU <0m:5 @.
63
A me+'e !<  *'*)"e 1! e!#Q$&'! m*"!
L cristão pode desco-rir que ! incapa' de regular sua vida mental e "a'er com
que ela o-edeça o prop)sito da sua vontade. /ergunte a si mesmo5 Auem controla a
minha menteB Eu mesmoB e assim "or por que não posso control&la agoraB É 4eus
quem dirige minha menteB e não sou eu nem 4eus quem regula a vida mental%
quem então est& no controleB L-viamente são os poderes das trevas. /or isso%
sempre que o "ilho de 4eus o-serva que não tem mais capacidade para governar a
mente% ele deve perce-er logo que ! o inimigo quem a est& dirigindo.
2m "ato que devemos sempre manter em mente ! este5 o homem possui
vontade livre. $ intenção de 4eus ! que o homem tenha controle de si mesmo. Ele
tem autoridade para regular cada uma de suas capacidades naturais9 por isso% todos
os seus procedimentos mentais devem estar sujeitos ao poder da sua vontade. L
cristão deve perguntar a si mesmo5 Esses são meus. pensamentosB ou eu quem est&
pensandoB e não sou eu% então deve ser o espírito maligno que ! capa' de operar na
mente do homem. Essa pessoa deve sa-er que% neste caso% ela não teve a intenção
de pensar e ainda assim pensam entos -rotaram em sua ca-eça. ua conclus ão deve
ser que estes pensamentos não são seus% e sim do espírito malign o. Mas como sa-er
se um pensamento ! seu ou de um espírito malignoB L cristão deve o-servar como
ele surgiu. e sua "aculdade mental est& tranqJila e serena% "uncionando normal e
naturalmente e% de repente% um pensamento desordenado e sem qualquer ligação
com suas atuais circunstncias -rota% muito provavelmente ! uma ação dos maus
espíritos. Eles estão tentando injetar seus pensamentos na ca-eça do crente para
assim lev&lo a aceit&los como seu. e o "ilho de 4eus não deu srcem 3 id!ia% mas
pelo contr&rio% se op(e a ela% e mesmo assim ela continua em sua ca-eça% pode
concluir que tal pensamento vem do inimigo. Cada pensamento que o homem
escolhe não pensar% e cada um que se op(e 3 vontade do homem% não vem dele e
sim do e,terior. É muito importante sa-er que os poderes das trevas operam não
apenas do lado de "ora% mas do lado de dentro do homem tam-!m. Isto quer di'er
que eles podem se comprimir na vida de pensamento do homem e operar dali. Ls
espíritos malignos possuem uma capacidade de comunicação que o homem não
possui. Eles podem tra-alhar inicialmente na mente do homem e depois alcançar sua
emoção e vontade. $ *í-lia mostra claramente que os poderes das trevas tanto
podem comunicar id!ias ao homem como tir&las dele5 o dia-o j& havia colocado no
coração de Dudas Iscariotes% "ilho de imão% que o traísse <Do. :>5@ e UFogo vem o
dia-o e tiralhes do coração a palavraU <Fc. =5 :@.

A! *"!*! 1 *'*)"e 1! m*"! e!#Q$&'!


empre que algu!m o"erece oportunidade aos maus espíritos% ele não pode
mais seguir sua pr)pria vontade% mas deve ser o-ediente 3 vontade do outro. $o
64
ceder terreno a eles em sua mente% imediatamente sua so-erania so-re ela !
perdida. 4evido a essa a"inidade entreWa mente e os maus espíritos% o cristão sempre
a-re caminho para eles. L terreno ganho concede autoridade a essas potestades para
operarem sem impedimento na mente do crente. Mas a mente do homem pertence
ao homem e sem a sua permissão% o inimigo não tem poder para us&la.
É no campo das id!ias e do pensamento que o cristão "ornece territ)rio aos
maus espíritos% e dali ! que eles operam. Salando de modo geral% são seis os tipos de
terrenos que podem ser cedidos ao inimigo. Vamos e,aminar cada um deles.
*6 Um* me+'e +0 $e+,*1*
e a mente do cristão não ! renovada depois do seu espírito ser regenerado%
ele e,p(e grande territ)rio 3s maquinaç(es do espírito maligno. a-edores de que
essa mente não renovada constitui sua melhor o"icina de tra-alho% as "orças do
inimigo empregam todo arti"ício para manter o crente na ignorncia ou então
impedindoo de -uscar a renovação da sua mente.
<6 Um* me+'e &+$$e'*
1odos os pecados "ornecem territ)rio ao advers&rio. e um "ilho de 4eus
alimenta o pecado em seu coração% ele est& emprestando sua mente aos espíritos

satnicos"ornecem
injustos para uso-ases
deles.de
1odos os pensamentos
atividades impuros% orgulhosos% sem -ondade e
a esses espíritos.
6 I+'e$#$e'*$ m*( * ,e$1*1e 1e De"!
e os seguidores de 4eus compreendem ou interpretam erradamente como
sendo natural ou causado por eles mesmos% aquilo que os maus espíritos causaram
em seus corpos% circunstncias ou tra-alhos% eles estão cedendo terreno precioso a
eles para suas a-omin&veis reali'aç(es. 2ma mentira a-raçada "oi o terreno para
mais atividades pelos elementos satnicos. /or outro lado% muitos cristãos
interpretam mal as verdades de 4eus. Ls maus espíritos planejam de acordo com o
entendimento errado do crente% e este julga que essas coisas são de 4eus% ignorando
que elas são apenas uma imitação dos maus espíritos e "undamentadas no seu mal
entendimento.
16 Ae&'*;0 1e !"8e!'e!.
Ls espíritos malignos colocam seu pensamento na "orma de pro"ecia% depois a
plantam na mente do crente para ver se ele vai aceit&la ou rejeit&la e a mente dele
não o"erecer o-jeção e% pelo contr&rio% at! mesmo aprovar esta pro"ecia% os espíritos
da impiedade conquistaram um lugar para reali'ar o que propuseram. L cumprimento
das palavras dos advinhos ! -aseada inteiramente nesse princípio. Ls demXnios
injetam palavras com respeito ao corpo do cristão% tais como predi'er sua "raque'a ou
doença. e o crente a-sorve este pensamento% "icar& de "ato doente e "raco.
e6 Um* me+'e ,*H&*
4eus criou o homem com uma mente para ser usada. 2ma mente vívida ! um
65
o-st&culo 3 o-ra dos demXnios. 2m dos seus maiores alvos% ! condu'ir a mente da
pessoa a um estado va'io% pois enquanto a ca-eça estiver va'ia% ele não pode pensar.
L cristão deve e,ercitar sua mente% pois assim -arra a ação maligna.
/6 Um* me+'e #*!!&,*
$ di"erença entre uma mente passiva e uma va'ia ! que a mente va'ia não !
usada% e a passiva "ica 3 espera de alguma "orça e,terior para ativ&lo. /assividade !
se a-ster de mover por si mesmo e dei,ar que elementos e,teriores "açam isso. $
passividade redu' o homem a uma m&quina. $ passividade o"erece aos espíritos
malignos oportunidade de ocupar tam-!m a vontade e o corpo do crente. e algu!m
permitir que a sua ca-eça pare de pensar% pesquisar% decidir e de e,aminar sua
e,peri#ncia e ação 3 lu' da *í-lia% ele est& praticamente convidando atan&s a
invadir sua mente e engan&lo. Em seu desejo de seguir a direção do Espírito anto%
muitos dos "ilhos de 4eus sentem que não precisam de medir% investigar e julgar 3 lu'
da *í-lia todos os pensamentos que aparentemente v#m de 4eus.
P*!!&,&1*1e
$ causa da passividade ! a ignorncia do cristão. L caminho normal da
condução de 4eus ! na intuição do espírito e não na mente. L crente deve seguir a

revelação da
chegamos sua intuição%
a conhecer e não de
a vontade o pensamento em sua mente.
4eus% mas tam-!m É pela
precisamos daintuição que
mente para
inspecionar nosso sentimento interior a "im de determinar se ele vem da intuição ou
se ! uma imitação das nossas emoç(es. a-emos pela intuição% mas tiramos a prova
pela mente. $ ca-eça não deve nunca guiar ou condu'ir% mas inquestionavelmente%
ela precisa testar a autenticidade da direção. 1al ensinamento concorda com as
Escrituras <E". H5 :?%:T@.
2m crente pode escorregar para a passividade% quando espera que 4eus
coloque ua vontade em seu pensamento e cegamente segue toda condução
so-renatural sem empregar sua intelig#ncia para e,aminar se ela vem de 4eus. $
conseqJ#ncia de tal ignorncia ! a invasão do inimigo. Ls adivinhadores% os
agoureiros% os m!diuns%
aquilo que chamam os necromantes
de UdeusesU <que na di'em que são
realidade a "im de "icarema possessos
demXnios@% por
vontade deles
não deve o"erecer qualquer resist#ncia% a mente deve ser redu'ida a um -ranco total
Ls maus espíritos "icam vi-rando quando encontram. $ distinção -&sica entre as
condiç(es de operação do Espírito anto e dos maus espíritos podem ser resumidas
desse modo5
*6 1odas as revelaç(es e vis(es so-renaturais que e,igem a suspensão total da
"unção da mente ou que s) são o-tidas pelo cessar do seu "uncionamento não são de
4eus.
<6 1odas as vis(es que t#m sua srcem no Espírito anto são concedidas
quando a mente do crente est& plenamente ativa  a ação de demXnio segue um

66
caminho oposto
6 1udo o que "lui de 4eus concorda com a nature'a de 4eus e a *í-lia.

Vamos apresentar agora mais tr#s di"erenças entre a ação de 4eus e a dos
demXnios. .

*6 L pensamento dos demXnios sempre invade vindo do lado de "ora% entrando


principalmente pela mente.
<6 L pensamento deles "orça% empurra e compele o homem a agir
imediatamente  nunca concede tempo para pensar% considerar ou e,aminar.
6 Ls demXnios con"undem e paralisam a mente do homem para que não mais
possam pensar.

OS FENWMENOS DE UMA MENTE PASSIVA


Vamos apresentar rapidamente os "enXmenos de uma mente so- o ataque dos
maus espíritos.
Pe+!*me+'! $e(m#*8!

4epois que
pensamentos a mente
injetados pelodelado
algu!m a"unda
de "ora% na passividade%
noç(es ele rece-er&
impuras% -las"emas muitos
e con"usas.
1udo isso passa por sua mente em sucessão. Em-ora ela decida rejeit&las% não tem
poder para "a'#la cessar ou para alterar a inclinação do seu pensamento. $lgumas
ve'es% essas id!ias relu'em no c!re-ro de algu!m como um relmpago.
Im*8e+!
L advers&rio tam-!m pode projetar imagens -oas ou impuras na mente do
crente. Isso acontece porque seu poder de imaginação declinou para a passividade.
Ele não pode controlar seus poderes imaginativos% mas permitiu o controle deles
pelos maus espíritos.

S+!
Ls sonhos podem ser naturais e so-renaturais. $lguns são inspirados por 4eus
e ainda outros por atan&s. Ls poderes malignos podem criar imagens durante o dia%
e sonhos durante a noite. Z noite o c!re-ro não ! tão ativo como de dia% sendo desse
modo% mais passivo e mais propenso a ser manipulado pelo dia-o. 1ais sonhos "a'em
com que se levante pela manhã seguinte com a ca-eça pesada e um espírito
melanc)lico. Ls sonhos e as vis(es de 4eus capacitam o homem a ser normal%
tranqJilo% cheio de raciocínio e consciente. Ls sonhos inspirados por atan&s são
grotescos% impetuosos% "ant&sticos% tolos e tomam a pessoa arrogante% atordoada%
con"usa e irracional.
I+!+&*
Este ! um mal comum dos santos. $o deitarem 3 noite% muitos e,perimentam
67
pensamentos sem "im -rotando em suas mentes. Continuam pensando no seu dia de
tra-alho ou relem-rando e,peri#ncias passadas% ou mesmo enchendo suas mentes
com uma mistura de assuntos. Eles pensam de antemão nas o-rigaç(es da manhã
seguinte% tais como o que devem "a'er e qual seria o melhor plano. eus c!re-ros
giram incessantemente. Essas pessoas querem realmente dormir% mas não
conseguem parar de pensar. +o curso normal dos acontecimentos% o sono renova o
espírito das pessoas% Mas quando se passa noites e noites de insXnia% o crente
chegar& a ter pavor do sono% da cama e da noite.
E!)"e&me+'
4evido ao ataque do dia-o% muitos santos são destituídos do seu poder de
mem)ria e so"rem de esquecimento. Eles esquecem at! mesmo o que disseram e
"i'eram. +ão podem locali'ar o-jetos que guardaram naquele mesmo dia. Lutro
"enXmeno pode ser o-servado5 o crente pode normalmente possuir uma -oa
mem)ria% mas em v&rios momentos críticos ela "alha sem e,plicação. 1udo isso !
ação de demXnios.
F*('* 1e +e+'$*;0
$lguns% por ação de espíritos malignos% parecem não ter qualquer poder de
concentração quando tentam pensar enquanto outros são melhores. mas seus
pensamentos voam para qualquer lugar depois de uns poucos momentos de
concentração num determinado assunto% princip almente durante a oração e a leitura
da *í-lia. 8& irmãos que não t#m consci#ncia do que estão lendo e não conseguem
prestar atenção aos cultos. Espíritos malignos tentam evitar que ouçam o que seria
Otil% não "a'endo cessar a operação de suas mentes% mas "orçandoos a pensar em
outras coisas. /or essa ra'ão% muitos cristãos não conseguem ouvir o que os outros
lhes di'em. $ntes que o outro termine% ele j& est& interrompendo impacientemente%
pois os maus espíritos o inspiraram com inOmeros pensamentos.

I+*'&,&1*1e

quase+um Oltimo est&gio%


que inteiramente nasa mãos
mentedos
do maus
crenteespíritos.
perde sua $ capacidade de pensar
pessoa tornase e cai
incapa' de
pensar% pois não consegue iniciar qualquer pensamento% pois milhares deles passam
por sua mente a cada instante e ele não tem como "a'elos cessar. L crente
escravi'ado desenvolver& um ponto de vista desordenado e desequili-rado. 2m
pequeno monte aos seus olhos parece uma montanha. Essa pessoa "oge de situaç(es
e pessoas que o "orcem a pensar. 1odo o seu tempo ! dissipado% gasto sem
pensamento% imaginação% raciocínio ou consci#ncia.

V*&(*;0
ão cristãos que não t#m "irme'a de car&ter e que trocam de posição
interminavelmente. 1odavia% na realidade% são os espíritos iníquos que mudam seus
68
pensamentos e alteram suas opini(es. 4e manhã decidem "a'er algo% e 3 tarde j&
mudaram de id!ia.

T*8*$e(&e
Geralmente% crentes assaltados por atan&s são muito tagarelas% visto que suas
ca-eças estão e,plodindo com pensamentos% suas -ocas não podem estar sem
grande a-undncia de palavras. $ mente que não pode ouvir os outros% mas e,ige
que os outros a ouçam ! uma mente doente. Muitos cristãos são como m&quinas
"alantes operadas por "orças e,ternas. Auantos não podem re"rear suas línguas da
"o"oca% dos gracejos e da di"amação /arece que as id!ias tão logo surgem em suas
mentes e antes que haja oportunidade para consider&las% j& se trans"ormaram em
palavras  a língua "ica "ora do controle da mente e da vontade. 1udo isso ! causa da
passividade da mente. L cristão deve compreender que todas as suas declaraç(es
devem ser o resultado do seu pr)prio pensar.

O<!'&+*;0
2ma pessoa passiva se recusa categoricamente a ouvir qualquer raciocínio ou
evid#ncia% ap)s ter tomado uma decisão. +ão est& disposto a ouvir os outros% pois
julga que nunca podem sa-er o que ele sa-e Esse tipo de pessoa aceita todas as
vo'es so-renaturais como sendo de 4eus e uma ve' que ele cr# que a direção ! de
4eus% sua mente ! selada contra qualquer mudança.

O !&+'m* 1! (!


$ mente que ! passiva e assaltada pelos maus espíritos% pode ser identi"icada
prontamente atrav!s dos olhos. Ls olhos do homem revelam sua mente mais do que
qualquer outra parte do seu corpo. Enquanto uma pessoa com a mente passiva
conversa com os outros% seus olhos tendem a vaguear ao redor% para cima e para

-ai,o% voando
outro. Ls olhosem todastam-!m
podem as direç(es ou então%
se "i,ar em umaeladireção
não consegue olhar
sem nem no rosto
mesmo do
piscar%
como se estivesse paralisado.

F&+*(me+'e
0ecapitulando5 os "enXmenos da mente de um cristão so- o ataque dos maus
espíritos são mOltiplos e variados. 2m princípio% entretanto% ! a -ase de todos eles5 a
pessoa perde seu controle. Inatividade em lugar de atividade% inquietação em lugar
de calma% agitação devido 3 inundação de pensamentos% incapacidade de
concentração% ou para distinguir ou lem-rar% con"usão "ora de controle% tra-alhos sem
"ruto% aus#ncia de tra-alho durante o dia e sonhos e vis(es 3 noite% insXnia% dOvidas%
"alta de vigilncia% medo sem ra'ão% pertur-ação a ponto de agonia% todas estas
69
coisas são inspiradas pelos maus espíritos.

O CAMINO DO LIVRAMENTO
e voc# perce-eu que ainda h& passividade em sua mente% não se desespere%
h& um caminho para o livramento5 -asta -usc&Fo com dilig#ncia.
Ls que vão -uscar o livramento. devem sa-er que os maus espíritos não
permitirão que seus cativos saiam livres sem luta. É importante que voc# realmente
sai-a e tenha clare'a de que cedeu espaço a demXnios e decida "irmemente
reconquistar o espaço cedido. L dia-o vai usar v&rias t&ticas para impedilo e% caso
não consigam% tentarão uma luta "inal para ganh&lo% empregando sua costumeira
t&tica mentirosa% apontandolhe que não poder& reconquistar sua li-erdade por ter se
a"undado demasiadamente na passividade% ou então que 4eus não est& disposto a
lhe conceder graça novamente% ou mesmo que ser& melhor que ele não resista% ou
que de qualquer "orma ele não poder& ver o dia do livramento9 por isso% por que se
a-orrecer com es"orço e so"rimentoB +essa luta% o crente deve aprender que a as
armas de guerra devem ser espirituais% pois as carnais de nada lhe valem.

O 'e$$e+ #e$1&1 * !e$ $e"#e$*1


inteti'ando o que j& vimos% os maus espíritos t#m podido operar na mente do
crente por <:@ uma mente não renovada. <@ aceitação das mentiras dos maus
espíritos% e <>@ passividade. 4epois de identi"icar. em qual dessas &reas ele cedeu
territ)rio aos maus espíritos% ele deve partir imediatamente para a recuperação do
terreno perdido. $ mente não renovada deve ser renovada9 a mentira aceita deve ser
locali'ada e renunciada9 e a passividade deve ser trans"ormada em ação livre.

A me+'e $e+,*1*
4eus não deseja uma mudança na mente de eus "ilhos apenas na ocasião da

conversão.
qualquer $ mente
resíduo deve
da sua ser renovada
carnalidade ! hostilconstante e =5?%
a 4eus. 0m completamente%
Co.:T5H9 0m.visto quee
;5::%:
E"!siosR% são versículos que nos advertem quanto ao domínio de atan&s em algumas
&reas de nossas vidas e introdu'em a cru' como o instrumento para a renovação da
mente. $ salvação que 4eus comunica atrav!s da cru' inclui não apenas uma nova
vida% mas a renovação de cada "unção da nossa alma tam-!m. $ salvação que est&
pro"undamente arraigada em nosso ser deve ser gradualmenteU desenvolvidaU .
/recisa "icar claro para n)s que a renovação ! o-ra de 4eus% mas o despojar  o
negar% o a-andonar  o seu velho pensamento ! o que voc# deve "a'er.
4epois de reconhecer a velhice da sua mente e desejar despoj&la pela cru'% o
cristão deve agora praticar a negação di&ria de todos os pensamentos carnais. 4e
outro modo% a renovação ser& impossível. Em  Co.:T.H% aprendemos que devemos
70
tra'er todos os pensamentos cativos 3 o-edi#ncia de Cristo. 4evemos e,aminar o
pensamento para determinar se5 <:@ ele vem da sua mente velha% ou <@ se ele
emana do terreno cedido% e se <>@ o"erecer& novo terreno aos maus espíritos% ou se
<R@ ele -rota de uma mente normal e renovada.

Me+'&$*! $e+"+&*1*!
Auando o salvo se coloca de-ai,o da lu' de 4eus% ele desco-re que "reqJentem
ente no passado as mentiras dos maus espíritos "oram por ele aceitas% levando a uma
situação de passividade. E,ercitandose% o "ilho de 4eus desco-rir& que muitas
a"liç(es% "raque'as% doenças e outros "enXmenos em sua vida hoje% aconteceram
porque ele aceitou direta ou indiretamente as mentiras nele plantadas pelos
demXnios no passado. /ara se assegurar a li-erdade% o cristão deve e,perimentar a
lu' de 4eus% que ! a verdade de 4eus. Visto que ele anteriormente perdeu terreno
por crer nas mentiras% agora deve recuperar este terreno negando todas as mentiras.
4eve orar -uscando lu' de 4eus para conhecer toda a verdade. /ela oração e pela
escolha da vontade% ele deve resistir a toda mentira satnica.

A #*!!&,&1*1e 1e!'$"Q1*
/recisamos entender uma lei -&sica no reino espiritual5 nada que pertença ao
homem pode ser reali'ado sem o consentimento da sua vontade. É devido 3
ignorncia que o "ilho de 4eus aceita o engano dos maus espíritos e d& permissão a
eles para operarem em sua vida. $gora% para retomar o terreno% deve retirar o
consentimento dado aos demXnios% insistindo no "ato de que ele ! seu pr)prio senhor
e não vai tolerar que o inimigo manipule qualquer parte do seu ser.
+esse processo de retomada% o crente deve tomar a iniciativa em cada ação e
não depender de ningu!m mais. Ele deve tomar sua pr)pria decisão sem esperar
passivamente pelo outros ou por circunstncias. Lrando e vigiando deve avançar
passo a passo. 4eve e,ercitar sua mente e pensar no que deve "a'er% "alar ou se
tornar. L crente deve entender que este processo pode demorar. Cada sugestão do
inimigo dada ao crente deve ser en"rentada com a verdade da *í-lia. 0esponda 3s
dOvidas com os te,tos da "!% reaja ao desespero com as palavras de esperança%
responda ao temor com palavras de pa'. $ vit)ria ! o-tida pelo manejo da Espada do
Espírito.

A PASSIVIDADE E SEUS PERIGOS


UL meu povo est& sendo destruído por "alta de conhecimentoU. < Ls. R5;@. Ls
cristãos de hoje geralmente carecem de dois tipos de conhecimento5 <:@
conhecimento das condiç(es atrav!s das quais os maus espíritos operam9 <@

71
conhecimento do princípio da vida espiritual.
A (e& 1* *"!* e e/e&'
/ara cada uma das coisas que 4eus criou e,iste uma lei. Ls maus espíritos
tam-!m operam segundo leis de"inidas. Lra% se algu!m o"erecer as condiç(es para a
operação dos maus espíritos% então% certamente o terreno "oi cedido para que eles
operem nele. Esta ! a lei da causa e e"eito  aquele que preenche os requisitos para a
operação dos maus espíritos ser& prejudicado por eles. L "ogo queima tudo o que "or
colocado nele9 a &gua a"oga todos os que "orem imersos nela% e os maus espíritos
atacam todos <at! mesmo os "ilhos de 4eus@ que concedem terreno a eles. Ls
demXnios começam a penetrar em qualquer homem% tão logo o-tenham uma -ase de
apoio nele.
Salando de modo simples% o terreno que o crente "ornece aos demXnios ! o
pecado. 1odo pecado "ornece territ)rio a eles. E,istem dois tipos de pecado5 o
positivo e o negativo. L positivo são aqueles que a pessoa comete5 suas mãos
reali'am m&s aç(es% seus olhos contemplam cenas malignas% seus ouvidos ouvem
notícias ímpias e sua -oca pronuncia palavras impuras. Mas a /alavra de 4eus di'
que tam-!m a omissão <leiase pecado negativo@ tam-!m ! pecado <1g. R5 :?@.
L pecado de omissão que concede terreno aos demXnios ! a passividade do
crente. $ não utili'ação e a m& utili'ação de qualquer parte do nosso ser ! um pecado
aos olhos de 4eus. 1odas as nossas ha-ilidades e dons devem ser devidamente
utili'ados. Auando isto não acontece% est& sendo o"erecido ao dia-o ocasião para que
elas sejam e,ercitadas por ele.

O! Pe$&8!.

Eis a ordem do processo que muitos crente cumprem at! caírem nas mãos dos

demXnios5
de <:@ ignorncia%
seguir todos <@ engano%
estes passos% o engano<>@ passividade%
apro"unda mais%<R@ entrincheiramento.
resultando num cerco4epois
de
proporç(es alarmantes. $ pessoa nesse estado pre"ere ser guiada pela circunstncia
do que ser livre para escolher uma outra% porque "a'er uma escolha ! muito cansativo
para ele. Em tal condição de in!rcia% decidir uma questão pequena se torna uma
tare"a tremenda. $ vítima -usca ajuda em toda parte. entese -astante atrapalhado
por não sa-er como lidar com seus neg)cios di&rios. /arece ter grande di"iculdade em
compreender o que as pessoas lhe di'em. Fem-rar de algo lhe ! e,tremamente
doloroso. Este crente "ica 3 espera de uma ajuda% um impulsionar e,terior. Estamos
sugerindo que tal crente passivo não gosta de tra-alharB 4e modo nenhum /orque
quando ! impulsionado por uma "orça e,terna% ele ! capa' de tra-alhar% mas tão logo
termina a compulsão% ele p&ra -em no meio de seu tra-alho% sentindose sem "orças
72
pra prosseguir. Este crente não conclui suas tare"as.
/orque sua vontade j& ! passiva e sem capacidade de operar% os maus espíritos
geralmente o condu'irão a uma situação em que o e,ercício da vontade ! necess&rio%
a "im de em-araç&lo e sujeit&lo ao esc&rnio. Eles instigam muitas di"iculd ades para
que o santo "ique esgotado . Auão lament&vel que ele não tenha "orça para protestar
e resistir. $s potestades levaram vantagem porque sua vítima caiu da ignorncia para
o engano% do engano para a passividade %e da passividade para os so"rimentos de um
pro"undo cerco. Mesmo assim% ele ainda não discerniu que tal situação não "oi dada
por 4eus e por isso continua em sua aceitação passiva. U+ão sa-eis que daquele a
quem vos apresentais como servos para lhe o-edecer% sois servos desse mesmo a
quem o-edeceis...U <0m. ;5;@ e n)s o"erecemos a 4eus apenas de -oca% e na pr&tica
real estamos nos sujeitando aos maus espíritos% não podemos escapar de sermos
seus escravos.

73
O ENGANO DO CRENTE

Ls crentes que caem nas garras dos maus espíritos não são apenas os mais
pro"anos% degenerados e pecaminosos% pelo contr&rio% muitas ve'es são cristãos
totalmente entregues e espiritualmente mais avançados do que os crentes comuns.
Eles caem na passividade por não conhecerem como cooperar com 4eus. Estão
cheios
e sim% odeconhecimento.
-oas intenç(es% mas ele
Como honestidade não !que
pode esperar a condição para não
4eus o proteja porser enganado
suas -oas
intenç(es quando ele est& cumprindo os pr!requisitos para a operação dos maus
espíritosB
Consideraremos alguns detalhes e conceitos errXneos que os cristãos
geralmente aceitam.
2ma noção errada com respeito 3 morte juntamente com Cristo Gl. 5T "ala da
nossa morte com Cristo. $lguns interpretam tais palavras como que indicando auto
anulação. L que eles consideram ser o &pice da vida espiritual ! uma perda de
personalidade% aus#ncia de vontade e de autocontrole. L argumento deles !5 UVisto
que "ui cruci"icado com Cristo% então o eu não mais e,iste. D& que o Eu morreu% então%
eu devo praticar
sentimento. a morte%
/orque Cristo isto
est&!%vivo
nãodentro
devo a-rigar
de mim%qualquer pensamento%
Ele pensar& ou sentir&desejo ou
em meu
lugarU. In"eli'mente% estas pessoas ignoram o restante do versículo5 U...a vida que
agora Eu vivo na carneU .
/aulo% depois de ter passado pela cru'% ainda declara de si mesmo5 U...agora
NE2@ vivo7
$ cru' não aniquila o nosso UEuU. L verdadeiro sentido da nossa aceitação da
morte juntamente com Cristo ! que estamos mortos para o pecado e que entregamos
nossa vida da alma 3 morte. 4eus nos convida a negar o desejo de viver pelo nosso
poder natural e a viver por Ele% dependendo de ua vitalidade momento a momento.
1al andar com 4eus requer o e,ercício di&rio da nossa vontade% de uma maneira
ativa% consciente
apropriação e em "!%divina.
da energia para a $s
negação da nossa pr)pria
conseqJ#ncias do mau energia natural e adessa
entendimento
verdade são5 <:@ o crente p&ra de ser ativo% <@ 4eus não pode us&lo porque violou
eu princípio de operação e <>@ os maus espíritos agarram a oportunidade para
invadilo% visto que% involuntariamente% preencheu os requisitos para sua operação.
Auando di'emos que algu!m deve estar Usem egoU% queremos di'er sem qualquer
atividade do ego% e não sem a e,ist#ncia do ego.
E,istem v&rios conceitos errados relacionados com a vida espiritual. Eis alguns.
 - /*(*$  Mt.: T5T U/orque não sois v)s quem haveis de "alar% mas o Espírito
de vosso /ai ! quem "ala atrav!s de v)sU. $lguns imaginam que enquanto estiverem
entregando uma mensagem numa reunião% não devem empregar sua mente e

74
vontade% mas devem apenas o"erecer suas -ocas passivamente a 4eus% dei,ando que
Ele "ale atrav!s deles. Este te,to não quer di'er isto.
4 - D&$e;0  UE vossos ouvidos ouvirão uma vo' atr&s de v)s% di'endo5 Este ! o
caminho9 andai neleU. <ls. >T5:@. Ls santos não perce-em que este versículo se
re"ere especi"icamente 3 e,peri#ncia do povo terreno de 4eus% os judeus% durante o
reino milenar% quando não haver& imitação satnica. 4esconhecendo isso% eles
entendem que a direção so-renatural numa vo' ! a mais elevada "orma de direção.
+ão escutam sua consci#ncia nem seguem sua intuição. Esperam simplesmente de
uma "orma passiva pela vo' so-renatural. +este momento% os demXnios acham um
terreno "!rtil para agir.
 - Mem%$&*  UMas o Consolador% o Espírito anto% que o /ai enviar& em meu
nome% ele vos ensinar& todas as coisas% e vos "ar& lem-rar de tudo o que vos tenho
ditoU <Do.:R5;@. Ls cristãos não entendem que este versículo signi"ica que o
Consolador iluminar& suas mentes a "im de que possam lem-rar aqui lo que o enhor
"alou. Eles% pelo contr&rio% pensam que a instrução ! para que não usem sua
mem)ria% porque 4eus trar& todas as coisas 3 sua mente. .
K - Am$  UL amor de 4eus "oi derramado em nossos coraç(es pelo Espírito

anto que
devem nosmas
amar% "oi dadoU. <0m.que
sim dei,ar H5H@.o Ls crentes
Espírito entendem
anto dispenseque eles mesmos
o amor de 4eus não
a eles.
Lram pedindo a 4eus que ame atrav!s deles. /or isso% param de e,ercitar sua
"aculdade da a"eição% permitindo que sua "unção a"unde numa paralisia total. Ls
maus espíritos% então% su-stituem o homem. E% uma ve' que a-andonou o uso da sua
vontade para controlar sua a"eição% eles colocam no homem o amor "alsi"icado deles.
4aí em diante% este homem se comporta como madeira ou pedra% "rio e morto para
todas as a"eiç(es. Isso e,plica porque muitos cristãos são di"icilmente acessíveis. Mc.
:5>T di' que devemos amar com todo o nosso ser. +)s <o Eu@ devemos amar.
 - "m&(1*1e  U/orque não ousamos classi"icarnos% ou compararnos com
alguns% que se louvam a si mesmosU. < Co. :T5 :@. Ls crentes entendem mal este
te,to e pensam que ! um convite para se ocultarem at! serem dei,ados sem auto
estima% coisa que 4eus% inquestionavelmente% nos permite ter. Muitos e,emplos de
autohumilhação são um dis"arce para a passividade. Em conseqJ#ncia disso% <a@ o
crente apaga a si mesmo9 <-@ 4eus não o enche9 e <c@ os maus espíritos utili'am sua
passividade para tom&lo inOtil.

- S/$&me+'! e /$*)"eH*!
L cristão entende que deve andar no caminho da cru' e so"rer por causa de
Cristo. Ele tam-!m est& disposto a ser "raco e ser "ortalecido pelo poder de 4eus.
Estas são atitudes louv&veis% mas que podem ser utili'adas pelo inimigo se não "orem
-em compreendidas. o"rer na mão do inimigo e ao mesmo tempo crer que seu
so"rimento procede de 4eus% apenas concede ao inimigo o direito de prolongar o
75
ataque. Ele pensa ser um m&rtir  por so"rer pela Igreja  mas na verdade ! uma
vítima. 4evemos checar a "onte do so"rimento. +ão devemos aceitar
automaticamente todos os so"rimentos como sendo de 4eus.
Auanto 3 "raque'a% /aulo estava apenas re_atando para n)s a sua e,peri#ncia
de como a graça de 4eus o "ortaleceu em sua "ragilidade% visando a reali'ação do
prop)sito de 4eus. +ão devemos entender que /aulo estivesse persuadindo um
crente "orte a escolher propositadamente a "raque'a% a "im de que 4eus possa
"ortalec#lo depois. Ele est& simplesmente mostrando ao crente "raco o caminho para
a "orça.
Escolher a "raque'a e o so"rimento% sem os crit!rios necess&rios% ! preencher as
condiç(es para a operação dos maus espíritos.
O #+' ,&'*(
L princípio envolvido em todos os casos que citamos ou não% ! que o dia-o não
"alha em agir sempre que houver passividade da vontade ou o preenchimento das
suas condiç(es de operação. /ara se livrar dessa situaç ão% todos os que tenham sido
vítimas dos maus espíritos devem se perguntar5 Upreenchi as condiç(es para a
operação dos maus espíritosBU. Isto o livrar& de muitos acontecimentos "alsos e
so"rimentos desnecess&rios.
espíritos se utili'am Lutrapor
da verdade% coisa que
isso% precisamos
devemos entender
entender ! que os
o princípio mausde
-&sico
qualquer ensinamento -í-lico% para que o dia-o não se utili'e da pr)pria palavra%
distorcendoa% para nos con"undir e aprisionar.

A VEREDA PARA A LIBERDADE

E possível que um crente consagrado seja enganado com respeito 3 passividade


por alguns anos% sem jamais ser despertado para sua perigosa condição. $
apresentação do verdadeiro signi"icado da consagração a estes se torna de
importncia vital. L conhecimento da verdade ! vital para a li-ertação da

passividade.
O +e&me+' 1* ,e$1*1e
L primeiro passo para a li-erdade ! conhecer a verdade de todas as coisas5 a
verdade com respeito 3 cooperação com 4eus% a operação dos maus espíritos%
consagração e mani"estaç(es so-renaturais. L "ilho de 4eus deve conhecer a
verdade quanto 3 "onte e 3 nature'a das e,peri#ncias que possa ter estado provando.
$dvertimos nossos leitores so-re o perigo da e,peri#ncia so-renatural. +ão
estamos di'endo que todas estas e,peri#ncias são ruins e devem ser a-andonadas 
nada disso% pois a *í-lia est& cheia de e,peri#ncias so-renaturais. +osso prop)sit o !
lem-rar que pode haver mais de uma "onte por detr&s dos "enXmenos so-renaturais.
er& "acilmente enganado% especialmente aquele crente que não morreu para sua
76
vida emocional% mas -usca ansiosamente acontecimentos sensacionais.
/reste atenção Auando a e,peri#ncia so-renatural tem como autor o Espírito
anto% suas mentes ainda estão em condiç(es de tomarem parte. +ão ! e,igido que
sejam total ou parcialmente passivos% antes de o-terem ta e,peri#ncia. Mas% se a
e,peri#ncia tem como autor demXnios% então% as vítimas devem ser levadas 3
passividade% suas mentes esva'iadas e suas aç(es reali'adas so- compulsão e,terna.
4evemos sempre lem-rar que o espírito dos pro"etas estão sujeitos aos pro"etas. <I
Co. :R5>@. Aualquer espírito que e,ige que o pro"eta se su-meta a ele não ! de
4eus.
$ aceitação da verdade ! o primeiro passo para a li-erdade. /ode ser
vergonhoso para o crente reconhecer que "oi usado e enganado pelos maus espíritos%
mas ! necess&rio reconhecer a verdade. $ dOvida ! o prelOdio para a verdade. Isso
não quer di'er duvidar do Espírito anto% de 4eus ou da ua /alavra% mas sim da
e,peri#ncia passada de algu!m. 1al dOvida ! tanto necess&ria quanto -í-lica% pois
4eus nos mandar Uprovar os espíritosU <I Do. R5 :@.

77
PARTE IV

O PLANO
DE REDENÇAO

A NOVA ALIANÇA
OS ANTECEDENTES 4$ NOVA ALIANÇA

4eus planejou colocar o homem na terra% a "im de que este "osse o seu re"le,o%
mani"estando sua vida% sua nature'a de sua gl)ria. 4eus desejava que o homem L
rece-esse como sua vida dentro de seu espírito. 4eus di' em G#nesis : 5; Laçamos
o :omem a nossa ima(em- conorme a nossa semel:ança. E assim% o homem criado
por 4eus andava na terra e,pressando a nature'a de quem o criara para isto.
In"eli'mente% este homem traiu o prop)sito de 4eus% não o rece-eu em seu espírito e
deu ao 4ia-o a posse daquilo que lhe havia sido entregue. 4eu a terra e a si mesmo.
Vendeuse 3 escravidão do pecado e tornouse escravo do 4ia-o. 4eus% entretanto%
não se deu por vencido% e esta-eleceu um plano. Este plano divino ! e,presso em
G#nesis >5 :H% neste sentido5
Ku izeste uma aliança com o :omem- diz
7eus ao 7iabo- e pelo en(ano entraste na terra. 'as Eu te di(o que usarei a
mul:eres colocarei dentro dela a min:a semente- não a semente do :omem-
porquanto a semente do :omem oi corrompida. Colocarei a min:a semente dentro
da mul:er e esta semente me ar& vir 3 luz um :omem- porque eu dei a terra aos
il:os dos :omens. ;ssa semente ar& uma aliança de san(ue com o :omem e
quebrar& o teu poder.

/assamse dois mil anos% 4eus começa a por em andamento seu /lano que vir&
atrav!s de uma aliança de sangue Vir& por um pacto% um testamento.
L primeiro sangue derramado na *í-lia "oi no Éden. Soi 4eus mesmo quem
imolou o primeiro cordeiro e derramou o seu sangue so-re a terra. Esse
derramamento de sangue "e'se necess&rio porque entre 4eus e $dão havia uma
aliança e% quando uma aliança ! que-rada% a morte deve vir so-re a parte in"iel. L
cordeiro morreu no lugar do homem e a sua pele co-riu a nude' deste. /or toda a
*í-lia% vemos este sangue. ) no livro de $pocalipse% por vinte e oito ve'es Desus !
chamado de Cordeiro de 4eus% o cordeiro que verteu sangue.
O @"e : Um* A(&*+;* 1e S*+8"e
$ vida est& no sangue e este ! vida. 9nde :& derramamento de san(ue- :ouve
morte- :ouve derramamento de vida. $ aliança de sangue cele-rada h& muito tempo
78
pelos povos antigos nasceu no coração de 4eus. É um contrato entre duas pessoas%
tão sagrado% tão s!rio. que jamais poder& ser que-rado% so- pena de morte. /or este
contrato% togas as coisas se tornam em comum. L que ! seu% tornase meu% e o que !
me..u% tornase seu. Meus -ens são seus% seus -ens são meus% minhas dívidas são
suas% suas dívidas são minhas. Eu não tenho mais que pedir% posso lançar mão de tua
o que ! seu como se "osse meu e voc# pode lançar mão de tudo que ! meu como
sendo seu. 1odos os povos antigos conhecem a a"iança de sangue. $inda hoje% entre
os
quea"ricanos
h& atr&sede
os uma
orientais% a aliança
aliança de sangue
de sangue e% porest&
isso presente.
mesmo aLusa
4ia-o sa-e do
tam-!m. L poder
ocultismo% a maçonaria e toda sorte de cultos satnicos a conhecem e a praticam.
Entretanto% a aliança de sangue nasceu de 4eus. V&rias eram as cerimXnias em que
os he-reus seguiam quando "a'iam uma aliança de sangue com algu!m. 2ma delas
era a troca de tOnica5 $ roupa sim-oli'ava a vida e quando se tirava a tOnicaeWa dava
a algu!m% isso signi"ic ava que se estava dando a pr)pria Vida. Lutra cerimo nia era a
troca do cinto que servia para ajustar a arma. L cinto sim-oli'a% nesse conte,to%
segurança. Auando se trocavam os cintos. Aueria di'er @ doute a min:a se(urança e
a min:a deesa. Nuem luta contra mim.
Lutro cerimXnia era cortar o cordeiro em partes. Morto era o animal e uma
metade era colocada de"ronte da outra e am-os caminhavam por entre as partes
"ormando a "igura de um oito deitado% que signi"ica o in"inito. L signi"icado ! este5 Eu
morri% tu morreste% começamos uma nova vida como parceiros de aliança. Lutra
cerimXnia era o corte da mão ou do pulso. $p)s os cortes% juntavamse estes
signi"icando5 +ossas vidas misturamse% porque a vida est& no sangue.
$inda outra era o partir do pão juntos e o -e-er do c&lice. Isso acontece at! o
dia de hoje. Auando duas pessoas comem juntas% isto signi"ica5 Minha vida est&
entretanto na tua% tua vida est& entr etanto na minha . omos irmãos de alian ça.
Lutro cerimonial era a troca de nomes. Eu passo a rece-er seu nome e voc# rece-e o
meu% signi"icando5 1enho agora direito a tudo quanto seu nome tem direito e voc#
tem direito a tudo quanto o meu nome tem direito. $s ve'es% plantavam uma &rvore
como memorial ou trocavam ovelhas para gerarem "rutos com esse "im. +a presença
do memorial% os termos da aliança eram escritos. Em todas elas havia -#nçãos
decorrentes da "idelidade 3 aliança% ou então maldiç(es decorrentes da que-ra da
aliança.

S% .m F&( 1 mem P1e A8&$ Le8*(me+'e +* Te$$*


Auando 4eus veio ao encontro do homem% Ele não veio pelo engano% como
atan&s% mas veio com a aliança de sangue. $ palavra aliança- no he-r&ico signi"ica
cortar com derramamento de sangue e andar por entre as partes. L +ovo 1estamento
tam-!m ! uma aliança de sangue.

4eus tinha o plano de tra'er a sua semente 3 terra% com o "im de retomar a
79
terra das mãos do 4ia-o e derrot&lo. 4eus deu a terra aos "ilhos dos homens%
con"orme o almo ::H. Mas esse homem que-ra a alianç a e "a' toda a terra e toda a
sua descend#ncia culpada. Mas% por a terra ! dos homens% somente um homem
poderia ser instrumento legitimo de redenção. Entretanto todos os homens so-re a
terra estavam desquali "icados para se tornarem esse instrumento. e um homem "oi
instrumento de queda% um homem deveria ser instrumento a9redenção. +ão da
descend#ncia de $-rão% porque a semente desta est& contaminada pelo pecado e%
como
$dão !cada semente produ' de acordo com a sua esp!cie% toda a descend#ncia de
contaminada.
4eus% então% sem violar ua palavra e sua aliança% conce-e% então% um plano
para entrar legalmente na terra. e a terra era dos homens% s) um homem na terra
poderia. ser instrumento e canal da ação de 4eus no planeta. 4eus% então% "a'se
homem e sem violar nada% entra pela porta. $ porta ! o nascimento de mulher. Em
Doão% capítulo de'% Desus "ala de duas "ormas de se agir na terra5 como o ladrão de
ovelhas que pula a cerca ou como pastor que entra pela porta. L aprisco ! a terra% as
ovelhas são os "ilhos dos homens e a porta de entrada na terra% ! o nascimento de
mulher. atan&s não nasceu aqui% ele não ! homem% nem "ilho do homem% su-iu ile
galmente% tomou emprestado o corpo da serpente.
$ aliança do +ovo 1estamento começa com $-raão% e 4eus% atrav!s dessa
aliança% a-re uma "orma legal de agir na terra. 4eus tem em vista sua semente9 tudo
quanto "i'er ter& em mente essa sua semente5 L Cristo.

A N,* A(&*+;* P$e1e 1* A(&*+;* A<$*m&*


+o capítulo do'e de G#nesis% o enhor di' a $-rão5

U <ai da tua terra e da tua parentela e vai para a terra que eu te mostrarei.
$-ençoarteei e t u ser&s uma b3nção. Em ti serão benditas todas as am,lias da
terra-

Auando 4eus chama $-rão% Ele não tem em vista a descend#ncia "ísica deste%
mas tem em vista a sua pr)pria semente que viria atrav!s da descend#ncia de $-rão.
É o que di' G&latas >5 :H e :;5
U... 2ma aliança- uma vez conirmada- ainda que humana% nin(uém l:e revo(a
ou acrescenta coisa al(uma- ora- as promessas oram eitas a $-rão e ao seu
descendente. +ão di'5 e aos descendentes- como se alando de muitos- por!m como
de um s*@ e o teu descendente% que ! Cristo U.

Auando 4eus v# $-rão% Ele v# a sua semente. Ele v# o homem que esmagar& a
ca-eça da serpente. E% ao entrar em aliança com $-rão% Ele pratica todos os rituais
que mencionei acima. +ão d& a $-rão uma tOnica% mas um escudo. L enhor chega a
$-rão e di'5 U Eu sou o teu escudo <Gn. :H5 :@. Auem luta contra ti% luta contra mim%
80
tu est&s oculto em mim. Auando chega a hora de partir os animais% 4eus lhe pede
que tome tr#s animais da terra e duas aves do c!u <Gn. :H5N@. $-rão não espera
nenhum detalhe porque sa-e que ! uma aliança. /arte os animais ao meio e coloca
as suas metades% uma de"ronte da outra% mas as aves não as parte. +ão as parte
porque são sím-olos da 1rindade do c!u e 4eus não pode morrer. /or que são
somente duas avesB /orque a terceira% que ! Desus% desceria do c!u% tomaria o lugar
do homem e morreria. $-rão então aguarda que 4eus venha caminhar por entre as
partes.
carnes. mas
É umaves de rapina
sím-olo v#m so-re
de atan&s os animais
que quer imolados%
destruir a aliançatentando rou-arlhes
antes que as
ela aconteça.
Entretanto% 4eus "e' cair pesado sono so-re $-rão <Gn. :H5 : @ querendo di'er com
isto que a aliança nada tinha a ver diretamente com o homem $-rão% e que este não
conseguiria en,otar as aves de rapina. Enquanto $-rão dormia% 4eus mesmo estava
esta-elecendo a aliança e quando acorda% v# que caminhando por entre as partes
estavam duas pessoas% um "ogareiro "umegan te e uma tocha de "ogo. L primeiro era
4eus /ai. Era assim que se apresentava no inai. L segundo ! Desus. Este toma o
lugar de $-rão para "a'er uma aliança com 4eus /ai. 4eus não podia caminhar por
entre as partes com $-rão% porque numa aliança de san(ue tudo se torna comum a
am-os% e $-rão era pecador e 4eus não pode misturarse com o pecado. Entretanto%
o
o plano
Cristo de
de 4eus
4eus era
tomatra'er suade
o lugar semente%
$-rão e que
"a' seria um esta
com que homem. $ssim%
aliança sej aesta semente%
entre 4eus e
o homem% ao mesmo tempo que ! entre 4eus e 4eus. L enhor determina que $-rão
circuncidese na carne do seu prepOcio como sinal perp!tuo de aliança entre 4eus e
suas geraç(es. $ marca da aliança "icava no `)rgão reprodutor porque a aliança era
com $-rão e a sua descend#ncia% at!5negar a semente a quem as promessas "oram
"eitas e em quem todas as "amíliasd.a terra seriam a-ençoadas.
L nome de $-rão "oi mudado por 4eus% que retirou parte do seu pr)prio nome%
colocandoo no meio do nome de $-rão. +o he-raico% o nome de 4eus ! composto
por quatro letras% ! o impronunci&vel b8V8. U8U correspondente ao U 8 U do nosso
al"a-eto. tem um som "orte e aspirado sem vo' que equivale mais ou menos a um
sopro.
mesmo4i' respeito
criando 3 vidaeterno
o espírito que 4eus tem em$gora
do homem. si mesmo. +o Éden%
na aliança comEle soprou
$-rão de sopra
4eus si
novamente a si mesmo para dentro do nome de $-rão. +o meio do nome de $-rão%
4eus coloca o seu sopro% eu Espírito% sua vida e seu pr)prio nome. 4eus tam-!m
acrescenta o nome de $-r8ão ao eu pr)prio nome passando a chamarse U4eus de
$-r8ãoU. Este ! seu so-renome% que pela aliança% signi"ica5 Kudo o que ! de AbrOão
! meuU. E $-r8ão signi"ica5 Kudo o que ! d e 7eus ! meuU. Esta ! a aliança de
sangue. +a nossa tradução do he-raico a letra <$le" @ que tem som de U8U ! tradu'ida
como A. $ssim% $-rão tornase $-raão.
+ada agora 4eus pode negar a $-raão. $m-os são ca-eça de aliança. L
enhor% "inalmente% tem na terra uma -oca e um corpo. Ele entra por legalidade na
terra via aliança de sangue. Ls "ilhos de $-raão serão "ilhos de 4eus e% ! a partir
81
disto que os prop)sitos dele se desenrolaram so-re a terra. 4eus tem homens no
planeta. É por isso que 4eus% quando planeja destruir odoma% pergunta a si mesmo5
U posso ocultar o que vou "a'er a $-raãoB 4e modo algum +ada "aço na terra sem
"alar com meu parceiro de aliança. E "oi $-raão quem traçou os limites% não "oi 4eus5
 1u não destruir&s o justo com o ímpio. e houver cinqJenta justosB
 e houver cinqJenta justos% não destruirei a cidade.
 Mas se "altar cincoB e houver quarenta e cinco justosB
 L% nãoquarenta
1alve' destruirei.
ou trintaB
 +ão destruirei.
 ) mais uma ve'...de'
 L% por amor dos de' não destruirei odoma.
Auem esta-eleceu os limites "oi $-raão. Auando entendermos a realidade da
aliança que 4eus tem conosco e a nossa autoridade decorrente dela% não haver&
limites para a intercessão.
Auando o enhor decretou o juí'o so-re odoma e Gomorra% a *í-lia di'5
embrouse de Abraão e tirou a &. lR +ão "oi por causa de F)% "oi por causa do
homem da aliança. 4eus ! "iel 3 sua .aliança.
$-raão ter& tudo o que quiser de 4eus% mas perantB as cortes celestiais%
perante atan&s% seus príncipes e potestades poderia levantarse uma dOvida.
atan&s poderia questionar a validade da aliança5 er& que 4eus teria tudo de
$-raãoB e 4eus não tivesse tudo do parceiro% essa aliança seria unilateral. $í ! que
vem a tremenda prova da aliança em G#nesis . 4eus vem a $-raão e "a' um
pedido. Ele dera ao seu servo um "ilho gerado de uma promessa% gerado pela palavra.
$ palavra ! Espírito% ! semente% ! vida% a palavra produ' e,atamente o que di'.
Auando ara% esposa de $-raão tinha =N anos% e ele NN anos%o Otero dela estava
amortecido e envelhecido% veio o anjo com a palavra que ! semente e disse5
7entro de um ano- tu dar&s 3 luz um il:o. Essa palavra enviada por 4eus
penetrou no Otero morto de ara% e "#lo reviver. $ promessa cria vida e o "ilho vem5 É
o "ilho Onico% amado. 1udo o que 4eus "a' tem em vista ua semente. 2m dia% ele
mandar& um anjo a uma "ilha de $-raão. eu Otero ser& virgem% mas o anjo trar&
uma palavra e dir&5 7ar&s 3 luz um il:o. Esta palavra entrar& no Otero da virgem e
vai "a'#lo conce-er tra'endo 3 terra o "ilho da promessa. $ promessa se
materiali'ar&. $ palavra "arse& carne e ha-itar& entre n)s. er& a semente de 4eus
na terra% não de $-raão% porque a sua semente est& corrompida. $ aliança permitir& a
4eus "a'er isto de acordo com suas regras. 1udo ser& legal. 4eus então di'5 U $-raão%
d&me 1E2 SIF8L% 1E2 +ICL SIF8L% a quem amas% em sacri"ício. Ele não hesita
porque ! homem de aliança e% por este pacto% seu parceiro 4eus% não precisa pedir%
Ele ordena e est& "eito. 8& uma e,pectativa na terra% nas regi(es celestiais. $njos e
demXnios "icam em suspense% aguardam... er& a rati"icação da aliança. 1er& 4eus do
8omem tudo o que quiserB
82
$-raão não hesita e toma seu "ilho% seu Onico "ilho e por 10 4I$ vai rumo ao
monte do sacri"ício. /or aqueles tr#s dias Isaque% que ! um tipo de Cristo% estava
como morto% estava de-ai,o de um decreto de morte. Cada ve' que $-raão o via% o
via morto no altar% imolado. $o chegar ao p! do monte% $-raão di' aos seus servos5
"icai aqui enquanto eu e o rapa' vamos adorar% e depois de adorarmos voltaremos
para v)s.Eu poderia perguntar a $-raão5
 1u est&s delirandoB Est&s mentindoB Vais imolar o teu "ilhoB Vou
 Como Voltar& com eleB
 +ão sei% mas vou voltar. 4eus disse5 U ;m Qs aque ser& c:amada a tua
descend3ncia. Morto não gera e 4eus não pode mentir. L que Ele vai "a'er não
tenho id!ia% mas que volto com meu "ilho vivo% volto Eu "arei ) que 4eus ordenou e
Ele "ar& o que me prometeu.
L autor dos 8e-reus declara que quando $-raão "oi posto 3 prova% não hesitou
em dar o seu Onico "ilho% porque sa-ia que 4eus era poderoso at! para ressuscit&lo
dentre os mortos% de onde o reco-rou% em-ora não tivesse um Onico testemunho na
hist)ria de que um morto houvesse ressuscitado. $ palavra di' so-re $-raão5 Creu
$-raão em 4eus e isso l:e oi imputado para justiçaU. a sentido no srcinal disso !5
$-raão entregouse a 4eus com tudo o que era e que viesse a ser.
+o monte do sacri"ício% ergueu a mão para imolar o "ilho e naquele momento de
morte- doloroso e desesperador% antes de descer a "aca no peito do seu Onico "ilho%
este lhe "e' uma pergunta5 U Lnde est& o cordeiroJ .. $-raão ergue os olhos ao c!u e%
como pro"eta% como ca-eça de aliança% pode di'er agora o que ele quer de 4eus.
$ssim% ele 1e$e'*7 1e(*$ *7 #e1e. e #$/e'&H*3 7eus prover& para si mesmo o
cordeiro% meu il:o U. Ao di'er esta "rase% estava tanto respondendo a pergunta de
Isaque% pro"eticamente% quanto di'endo que o cordeiro que 4eus proveria para si%
seria tam-!m seu "ilho5 C$&!' Je!"!.
<oou a vo' da terra at! o trono de 4eus. a homem da aliança decreta5 Chegar&
o momento em que 4eus prover& seu pr)prio cordeiro% Silho de mulher% gerado pela
semente de 4eus% pela palavra de 4eus. a "ilho de 4eus ser& o seu cordeiro. Estou
dando o meuo "ilho%
Deov& Dir!h% enhor4eus dar& o/rover&
prover&. seu. $-raão%
o qu#Bentão coloca oSilho
a cordeiro% nome dedaquele
$-raão monte5
e Silho de
4eus. $o descer a mão sobre o menino% -rada a vo' do c!u5 $-raão% não "aça mal ao
menino% porque agora sei que temes a 4eus. +o tri-unal eterno% nas cortes celestiais%
no reino do espírito% est& comprovado5 4eus tem tudo o que quiser de $-raão. 4eus
tem tudo do :omem@ est& consumado $ aliança est& rati"icada para sempre e nela
os prop)sitos de 4eus estarão esta-elecidos e os de atan&s irremediavelmente
"rustrados.
$-raão olha e v# um carneiro. +ão con"unda este carneiro com o cordeiro.
$-raão teve um su-stituto para o seu "ilho% mas 4eus não ter& para o eu. *radou
segunda ve' a vo' do enhor e disse5 >urei por mim mesmo % diz o <en:or... Aue !

issoB a juramento da aliança. Em toda aliança h& os 'e$m! da aliança% os


83
#*$'&&#*+'e! dela% o !e(7 *! #$me!!*! e o 9"$*me+'. a escritor dos 8e-reus
declara5 UAua ndo 4eus quis conirmar D promessa com juramento% não :avendo
nin(uém superior a si por quem jurar% jurou por si mesmoU. Aue signi"ica istoB Era o
decreto de 4eus5 cumpro a aliança ou morro. Como 4eus não pode morrer% a aliança
não pode ser que-rada.
4eus então di' em juramento a seu servo5 U 8orquanto não me le(aste o teu
il:o- teu Onico il:o- ouvindo a min:a voz... U $ palavra /L0 A2$+1L quer di'er5 em

"unção doUque
quisesse. Vou"i'era $-raão%multiplicarei
te a-ençoar% 4eus agora atinha o caminho livre
tua descend#ncia paraas"a'er
como o que
estrelas do c!u
e a areia do mar e o 1E2 4ECE+4E+1E possuir& a portado seu advers&rioU <Gn :>5:R
a :=9 :?5;= e R5;T@.
4eus tem em vista o Cristo e quando di' a tua descend#ncia% a tua semente%
est& vendo Cristo sendo gerado atrav!s da descend#ncia de $-raao.
UVou tra'er a terra o meu "ilho% amado% teu descendente% gerado das tuas
entranhas atrav!s de uma virgem que sair& dos teus lom-os. Este meu "ilho
esmagar& atan&s e se colocar& 3 porta do in"erno como enhor da vida e da morte e
nEle todas as "amílias da terra serão a-ençoadas porquanto tu% $-raão%ouviste a
minha vo'.
+o decorrer da hist)ria dos "ilhos de $-raão% os pro"etas começam a anunciar5
h& um "ilho que vem. 4eus usa os pro"etas paraU alar a palavra- porque nada o
enhor "a' na terra sem que antes seja ordenado por um homem.
Isaías declara5 UEste ser& o sinal5 a virgem conce-er& e dar& 3 lu' um "ilho e o
seu nome ser& Emanuel% que signi"icaU 4eus conosco- o governo% o principado estar&
so-re os seus om-ros. Ele vai reinar so-re a terra. 2m "ilho nos nasceu% um menino
se nos deu. 2m homem h& de vir. Ls dias se passam% os pro"etas silenciamse e% por
cerca de RTT anos% não vemos mais ningu!m. Entretanto% todos os anos% "ielmente% os
judeus se reuniam para comemorar o cordeiro. Essa ! a comemoração. do que
chamamos p&scoa.

Auando o"inalmente
meu san(ue- Desus cumpre sua missão% ao levantar o c&lice%di'5 .;ste ! o
san(ue da Bova Aliança. $leluia Ele veio para estender a todos os
homens a possi-ilidade de entrarem em aliança de sangue com 4eus. $ +ova aliança
a-re esta oportunidade para voc# e para mim.
A PLENA SALVAÇÃO DE DEUS :  L P(*+ 1e De"!
+esta seção a-ordaremos so-re a plena salvação de 4eus. Aual ! o seu
signi"icadoB /or que precisamos ser salvosB alvos de qu# e para qu#B /or que deseja
4eus salvarnos e comoB L que devemos "a'er para sermos salvosB 8& uma longa
lista de quest(es a considerar. /rocuraremos respond#las aqui de "orma sucinta para
que voc# possa conhecer mais so-re a salvação de 4eus.

O P$#%!&' E'e$+ 1e De"!


84
L que ! o prop)sito eterno de 4eusB L prop)sito eterno de 4eus ! ter um grupo
de pessoas 3 ua imagem e semelhança. 4eus deseja que o homem seja enchido
com Ele mesmo como vida a "im de e,press&Fo e tenha o eu domínio para
represent&Fo. Este ! um prop)sito eterno porque "ora planejado por 4eus antes do
início do tempo e jamais mudar&.

O I+&m&8 1e De"!
$ntes% por!m% que
o eu inimigo% 4eus
entrou empudesse reali'ar oseu
cena% enganou prop)sito%
homem atan&s%
e injetou nele a sua pr)pria
nature'a pecaminosa. Com isso% o homem caiu em uma situação lament&vel%
praticando atos pecaminosos e ainda possuindo uma nature'a pecaminosa que o
arruinou para o grande prop)sito de 4eus.

A S*(,*;0 1e De"!
1odavia% 4eus não pode ser derrotado $pesar da queda do homem e do eu
plano ter sido "rustrado% ele ainda o amava e não podia ser demovido do eu
prop)sito. 4aí% 4eus agiu para salvar o homem a "im de reali'ar o eu prop)sito
eterno. 1al ação ! a ua plena salvação.

A F&(&*;0
L alvo de 4eus ! a U"iliaçãoU. +a *í-lia% esta palavra signi"ica duas coisas
principais5 maturidade em 4eus e a posição para herdar tudo o que 4eus ! e tem.
+ão signi"ica somente ser "ilho. 2ma criança tem a vida de seu pai% mas por não estar
totalmente crescida% não pode herdar tudo o que seu pai tem para lhe dar. Ela estar&
apta para rece-er a herança quando crescer e estiver madura. 4e semelhante modo%
4eus nos escolheu para sermos eus. "ilhos% cheios de sua vida% crescidos e maduros.
Voc# pode possuir a vida do /ai% que o toma eu "ilho. Mas a vontade de 4eus não !
para ser apenas eu "ilho% mas para ser eu "ilho totalmente maduro. omente
nessas condiç(es estar& quali"icado para herdar tudo que Ele ! e "e' por voc#.
$p)s a queda do homem% toda a raça humana se tomou pecadora% "ilhos do
dia-o <Doão =5RR@. Mas 4eus nos escolheu para sermos eus "ilhos. Aue maravilhoso
$pesar de não parecermos tanto com Ele% a ua escolha nos d& a con"iança de que
um dia seremos os muitos "ilhos de 4eus totalmente crescidos% cheios da ua vida
para e,press&Fo e cheios do eu domínio para represent&Fo. Isto ! a igreja hoje% o
Corpo de Cristo% e ser& . a +ova Derusal!m no "uturo.

4 - O O<9e'&, 1e De"! - A I8$e9*3 O C$# 1e C$&!'


1odos os "ilhos de 4eus possuem a vida dele. +a verdade% a vida de 4eus não !
uma coisa% senão uma /essoa% o pr)prio 4eus. 1er esta vida ! ter uma /essoa viva
em n)s% o pr)prio 4eus vivo. Auando esses muitos homens individuais são enchidos
pelo Onico 4eus vivo% tomamse em um Onico homem% um Onico corpo. Eles se
85
tomam os muitos mem-ros do Corpo de Cristo.
L-serve o seu pr)prio corpo. Ele possui uma Onica vida. Auando voc# vai para a
escola% todo o seu ser vai. Auando vai ao tra-alho% toda a sua pessoa vai ao tra-alho.
1udo quanto "i'er% voc# o "a' em unidade porque em voc# não h& duas pessoas%
senão uma Onica.
Com relação a 4eus% Ele ! um e o eu prop)sito ! e,pressado nesta unidade.
Auando tantas pessoas individuais L rece-em como vida% elas se tomam uma com
4eus e são a igreja% o Corpo de Cristo. +a eternidade "utura% tais pessoas comporão a
+ova Derusal!m.
$o ler E"!sios >5 N::% voc# perce-er& que a igreja não ! algo que aconteceu
somente depois que muitos "oram salvos. +ão% a igreja "ora planejada j& na
eternidade passada. Soi visando a igreja que as pessoas "oram salvas. $trav!s da
nossa salvação em Cristo% a igreja veio 3 lu' para e,pressar 4eus. E ela continuar&
sendo o alvo eterno e o lugar de ha-itação de 4eus pela eternidade% con"orme
$pocalipse : e .
$ igreja% portanto% ! composta por pessoas que t#m 4eus como sua vida e estão
sendo edi"icadas em Cristo. Elas são a e,pressão de 4eus e representam 4eus com a
ua autoridade.

 - A B*!e 1* S*(,*;0 - A J"!'&;* 1e De"!


$ -ase da nossa salvação ! a justiça de 4eus. em a justiça de 4eus% não
teremos uma -ase s)lida para nos. achegarmos a Ele com ousadia a "im de
rece-ermos e des"rutarmos da ua salvação.

A J"!'&;* 1e De"! : E(e P$%#$&


$ justiça de 4eus ! o que 4eus ! com relação 3 justiça e retidão <0m >5:9 :5
:?9 :T9>9 Sp >5N@. 4eus ! justo e reto. $ justiça de 4eus ! uma /essoa% não
simplesmente um atri-uto divino. L pr)prio Cristo% como uma /essoa% "oi "eito a
justiça de 4eus para n)s <: Co :5>T@.

O mem C+1e+*1 #e(* J"!'&;* 1e De"!


4eus disse que se o homem comesse da &rvore do conhecimento do -em e do
mal certamente morreria <Gn 5 :?@. Mas o homem transgrediu a ua palavra. Então%
por causa da ua justiça% Ele não poderia dei,ar de conden&la% pois o eu trono !
trono de justiça. 4eus dei,aria de ser justo se não condenasse o homem% pois assim
Ele não teria mais autoridade para governar% e todo o universo desa-aria.

86
A J"!'&;* 1e C$&!'
4eus estava num dilema. Ele amava o homem% mas não podia dei,ar de
conden&lo. Como poderia perdoar o homem que Ele amava% sem violar a ua justiçaB
$ resposta est& na dupla justiça de 4eus. Esta ! a sa-edoria de
4eus mostrada pela ua salvação. .
/ara que 4eus pudesse perdoarnos% Cristo% o Silho de 4eus% tornouse carne.
Con"orme registrado em 0omanos =5>% 4eus enviou o eu pr)prio "ilho em
semelhança da carne pecaminosa. /or meio da encarnação% o enhor UvestiueU da
semelhança da carne do pecado e% na carne% identi"icoue com os pecadores. ) que
+ele não havia pecado% somente a semelhança da carne do pecado. /or causa da
justiça de 4eus% o enhor Desus morreu na cru'. $li na cru'% Ele "oi "eito pecado por
n)s < Co H5:@ e 4eus condenou% na carne% o pecado <0m =5>@. Ele morreu em nosso
"avor para reali'ar a redenção e satis"a'er todas as e,ig#ncias da justiça de 4eus.
$gora 4eus tem a posição justa para perdoarnos. +a verdade% Ele não somente nos
pode perdoar% mas por causa da ua justiça% Ele deve perdoarnos. $ntes de qualquer
coisa% 4eus nos perdoa não porque nos ama% mas por causa da ua justiça.
$ justiça de 4eus nos condena% mas por causa da justiça de Cristo reali'ada na

ua morte%
4eus somos
! mantida e ajusti"icados. Isso ! !maravilhoso
-oca de atan&s $o4eus
calada. $gora mesmo tempo% aatan&s@
<tampouco justiça de
não
pode condenar aqueles que creram na morte justa de Cristo. Fouvamos a 4eus pela
-ase s)lida da salvação. /ela ua justiça dupla% vemos o eu amor% a ua justiça e a
ua sa-edoria.
K . A Re1e+;0
+este ponto começaremos a a-ordar os cinco aspectos o-jetivos da plena
salvação de 4eus que solucionou nossos pro-lemas perante Ele. L primeiro item ! a
redenção reali'ada por Cristo pela ua morte na cru'.
eiamos ;ésios :5 ?5 Uno qual temos a redenção pelo seu sangue% a remissão
dos pecados% segundo a rique'a da sua graçaU.
L que ! a redençãoB $ redenção ! a "orma nominal da palavra UredimirU.
U0edimirU signi"ica comprar de volta aquilo que srcinalmente era seu% mas que por
qualquer motivo voc# havia perdido.
+)s srcinalmente pertencíamos ã 4eus. Éramos a ua propriedade. 1odavia%
"omos perdidos. 4eus% por!m% não desistiu de n)s. Ele pagou um alto preço para nos
o-ter de volta% retomando a nossa posse a um grande custo <: Co ;5T9 : /e :5:=:N9
: 1m 5;@. Isso ! a redenção. 1odavia% isso não era "&cil para 4eus% pois o homem se
envolvera com pecado e muitas outras coisas que eram contra a ua justiça%
santidade e gl)ria. $ nossa volta a 4eus "icou condicionada so- tríplice e,ig#ncia5 a
e,ig#ncia da justiça de 4eus% da santidade de 4eus e da gl)ria de 4eus. Era
impossível ao homem satis"a'er todas essas e,ig#ncias.]A5preço era alto.
O PREÇO DE SANGUE.
87
Mas 4eus pagou o preço por n)s% possuindonos a um custo altíssimo. Cristo
morreu na cru' para reali'ar a eterna redenção por n)s <GI>5 :>9 : /e 5R9 >5 :=9 
Co H5:9 8- :T5 :9 N5=@. Com o eu precioso sangue Ele cumpriu a maravilhosa
redenção <8- N5 :%:R9 : /e :5 :=:N@. Ele nos redimiu de volta a 4eus e ao eu
prop)sito. L eu sangue precioso "oi o preço. +)s não podíamos pagar tal preço% Ele
pagou por n)s% L nosso destino era morrer em pecado% mas agora podemos voltar a
4eus. rece-er eIf perdão% a ua vida e ser enchidos por ele para e,press&Fo. Aue
preciosa
 redenção
- O Pe$10 e * P"$&/&*;0 1! Pe*1!

O Pe$10 1! Pe*1!

$p)s o homem ter pecado% ele necessitav a do perdão de 4eus e da puri"icação


dos pecados. /or termos o"endido a 4eus% precisamos do eu perdão9 entretanto% não
podemos ser perdoados sem que a justiça de 4eus seja satis"eita. E para satis"a'#la%
devemos morrer. /or!m% se morrermos% 4eus não ter& a quem dar a ua vida para o
cumprimento do euWprop)sito eterno. $ solução per"eita para esse pro-lema era que
Cristo viesse e morresse por n)s. *aseado na ua morte% a e,ig#ncia da justiça de
4eus seria satis"eita e poderíamos rece-er o eu perdão.

Pe$1*$ : E!)"ee$
4e acordo com Deremias >:5>R% para 4eus% perdoar os nossos pecados !
esquec#los tam-!m. Auando perdoamos algu!m que nos o"endeu% di"icilmente%
esquecemos daquilo que ele nos "e'. 1odavia% 4eus ! di"erente. Auando Ele perdoa os
nossos pecados% deles jamais se lem-rar&. $leluia /or causa da morte de Cristo e da
nossa "! +ele% podemos ser perdoados por 4eus. /ara Ele ! como se jamais
tiv!ssemos cometido pecado ) pelo crer% somos perdoados

A P"$&/&*;0
Aual ! primeiro
precisamos a di"erença entre o a
conhecer perdão e a puri"icaçãoB
di"erença /ara sa-er
entre pecados a resposta%
e injustiça. /ecados
re"eremse a o"ensas% e injustiça ! a mancha% a m&cula na nossa conduta causada
pela o"ensa. /or e,emplo% suponha que voc# e"etuou uma compra de duas
mercadorias% mas s) pagou uma. Com relação 3 pessoa de quem voc# comprou% voc#
cometeu uma o"ensa. Mas com relação a voc# mesmo% na sua conduta h& uma
mancha de injustiça. /or isso% voc# não ser& chamado de pecaminoso% mas de injusto.
4e semelhante modo% quando cometemos pecado diante de 4eus% com relação
a Ele% aqueles pecados são o"ensas. Mas para n)s são manchas de injustiça.
/recisamos con"essar os nossos pecados. 4aí% por um lado% 4eus perdoa os nossos
pecados% as nossas o"ensas9 por outro lado% 4eus lava toda a mancha da nossa

injustiça.
88
<e conessarmos T nossos pecados- ;le ! iel e 6usto para nos perdoar os
pecados e nos puriicar de toda in6ustiça < Do :5 N@. Ve r também Sacarias :>5:9
Oebreus :5>9 N5:R.
  $ J"!'&/&*;0
8ois todos pecaram e carecem da (l*ria de 7eus- sendo 6ustiicados
(ratuitamente- por sua (raça- mediante a redenção que :& em Cristo >esus@ a quem
7eus propTs- no seu san(ue- como propiciarão- mediante a é- para maniestar a sua
6ustiça- por ter 7eus-na sua tolerUncia- deixado impunes os pecados anteriormente
cometidos@ tendo em vista a maniestação da sua 6ustiça no tempo presente- para ele
mesmo ser 6usto e o 6ustiicador daquele que tem é em >esus 4Iomanos >5>;@.

Pe(* F:
$ justi"icação ! o ato de 4eus aprovar as pessoas de acordo com o eu padrão
de justiça. $ sua justiça ! o padrão% não a nossa. +ão o-stante quão justos nos
julgamos ser% a nossa justiça est& muito longe do padrão da justiça de 4eus. $ ua
justiça ! ilimitada Voc# pode ter vivido todos estes anos sendo correto com todos 
pais% "ilhos e amigos  por!m% a sua justiça jamais lhe justi"icar& perante 4eus. $
Onica "orma de 4eus nos justi"icar ! pela "!.

4eus. $ justi"icação pela "! signi"ica sermos aprovados segundo o padrão da justiça de
/or qu#B /orque esta justi"icação ! -aseada na redenção de Cristo. em a
redenção de Cristo% 4eus jamais poderia nos justi"icar. $ -ase da justi"icação ! a
redenção. /or isso% a *í-lia nos di' que somos justi"icados pela "! em Cristo% e não por
o-ras <0m >5=9 H5 :@.
5  $ Re+&(&*;0
Chegamos ao Oltimo ponto o-jetivo da plena salvação de 4eus 
reconciliação. $ reconciliação ! a ação de tra'er de volta duas partes 3 unidade ou
harmonia.
>ustiicados- pois% mediante a é- temos paz com 7eus- por meio de nosso
<en:or >esus. Cristo... 8orque se n*s- quando inimi(os- omos reconciliados com 7eus
mediante a morte do seu Lil:o- muito mais- estando 6& reconciliados- seremos salvos
pela sua vida e não isto apenas- mas também nos (lori amos em 7eus por nosso
<en:or >esus Cristo- por intermédio de quem acabamos a(ora de receber a
reconciliação4Im$@1- :T::@.

?$*m! I+&m&8! 1e De"!


+ão !ramos somente pecadores% mas tam-!m inimigos de 4eus.
$trav!s da morte redentora de Cristo% 4eus justi"icounos pecadores e ainda
reconciliounos Consigo mesmo% sendo n)s eus inimigos. Isso ocorreu quando
cremos no enhor Desus. 0ece-emos a justi"icação e a reconciliação de 4eus pela "!.

89
4essa "orma% a-riusenos um caminho para entrarmos na es"era da graça para o
go'o de 4eus.
+a queda% o homem não s) pecou contra 4eus% mas tam-!m tornouse inimigo
4ele. /ara o pro-lema de pecados% o perdão ! su"iciente9 todavia% para solucionar a
inimi'ade% precisamos ser reconciliados com 4eus. $ reconciliação ! -aseada na
redenção de Cristo <0m H5 :T::@ e "oi reali'ada por meio da justi"icação de 4eus <
Co H5 :=:N9 0m H5 :% ::9 Cl: 5Ta% @. $ssim% a reconciliação ! o resultado da
redenção com a justi"icação%
O Re!"('*1
Como resultado da reconciliação% hoje temos pa' com 4eus <0m H5 :@% podemos
nos gloriar em 4eus <0m H5 ::@ e podemos ser salvos pela vida do Silho de 4eus <0m
H5 :T@.
4eus nos reconciliou Consigo mesmo por meio de Cristo. Ele nos deu o
minist!rio da reconciliação% con"iandonos a palavra da reconciliação < Co H5 :=]:N@.
$gora que "omos reconciliados% devemos ser "i!is ao nosso minist!rio con"iado por
4eus e devemos anunciar esta -oa nova aos outros5 que 4eus reconciliou Consigo o
mundo% não imputando aos homens as suas transgress(es% e que ainda temos pa'
com 4eus

 - Re8e+e$*;0
$ plena salvação de 4eus tem cinco aspectos su-jetivos. +esta lição% veremos o
primeiro5 a regeneração. 0egeneração signi"ica que al!m
. da vida rece-ida ao nascer% rece-emos outra Tda5 a vida de 4eus. Isto ! o que
a *í-lia <Do >5H?@ quer di'er quando "ala de nascer de novo. Dmportavos nascer de
novo. $ regeneração ! o centro da nossa e,peri#ncia de salvação. É o ponto de
partida de nossa relação devida com 4eus <: /e : 5>@.

A I+'e+;0 1e De"!
.$ intenção de 4eus ! ter um grupo de pessoas que L rece-am como sua vida%
a "im de que possaFo em  em sua imagem e representalo com ua autoridade < Gn
: 5;@. $ deso-edi#ncia de $dão "e' com que ele caísse em pecado e perdesse tal
direito de primogenitura. $ morte de Cristo resolveu todos os pro-lemas do homem
diante de 4eus. Somos tra'idos de volta a 4eus de maneira a-soluta. Enquanto o
homem não cont!m 4eus como vida para e,press&Fo% nem 4eus nem o homemW
podem estar satis"eitos.
L passo seguinte de 4eus na ua plena salvação ! entrar no homem
0ara colocar ua VI a nele. s e e o passo mais crucial. Mesmo se o homem "or
completamente perdoado e reconciliado% ele ainda não poder& e,pressar a 4eus sem
rece-er ua vida.
90
N*!&1 1e De"!
er um cristão não ! uma questão de ser aper"eiçoado. er um aper"eiçoado.
er um cristão ! nascer de 4eus <Do 5 :>@% o que signi"ica que% al!m de nossa vida
humana% rece-emos a vida de 4eus. /orque todos nascemos do pecado% somos todos
pecadores. Como um pecador pode parar de pecarB Isso não ! possível. Como di'er
para um cachorro parar de latir e começar a miarB L que voc# "a' ! regido pela sua
vida.
pecarEm-ora 4eus Voc#
novamente. tenhaprecisa
perdoado
de seus
uma pecados% sua
outra vida% nature'a
uma pecaminosa
vida sem pecado. $"ar& voc#
Onica
vida que ! sem pecado ! a vida de 4eus. $ regeneração leva esta vida para dentro de
voc#. Esta ! a vida que $dão despre'ou quando voltouse da &rvore da vida para a
&rvore do conhecime nto. 8oje% ao crer em Cristo% podemos nascer de 4eus e rece-#
Fo como vida Fouvado seja o enhor
ap)s rece-er a vida de 4eus% a nature'a maligna dentro do homem ! e,pulsa
gradativamente. 8omens in"eriores e pecaminosos como n)s% agora podem crescer
na vida de 4eus para tornarse os "ilhos de 4eus a "im de e,press&lo <Co >5:=@.

T$! C&!*! M*$*,&(!*!

E'equiel >;5;%? di' que na regeneração% rece-emos tr#s coisas maravilhosas5


P$&me&$*7 rece-emos um Unovo coraçãoU% um Ucoração de carneU para su-stituir
nosso velhoU coração de pedraU. Se8"+1*7 rece-emos um Unovo espíritoU. L nosso
velho e morti"icado espírito ! renovado e vivi"icado pelo Espírito que d& vida.
Te$e&$*7 rece-emos o Espírito do pr)prio 4eus para ha-itar em n)s. Aue salvação
maravilhosa rece-emos por crermos no enhor $ regeneração ! o centro e o início
desta salvação.

Y  $ S*+'&/&*;0
/or meio da regeneração% rece-emos uma nova vida% um novo coração e um
novo espírito. Isto !% o nosso espírito amortecido por causa da queda do homem% "oi
agora vivi"icado
e,peri#ncia pelo Espírito
su-jetiva da plenaque d& vida
salvação de<: Co :H5RH@.
4eus. 2m novoEsse "oi o início
começo da nossa
maravilhoso
1odavia% h& mais coisas para e,perienciarmos na plena salvação de 4eus. +esta
lição% "alaremos so-re a santi"icação. $ santi"icação ! o sorver da nossa nature'a
pecaminosa pelo tra-alhar da nature'a santa de 4eus em n)s9

+a *í-lia% a palavra 6santi"icação7 signi"ica principalmente 6separação7% ser


separado da quilo que ! comum < Fv :T5:T@. L primeiro aspecto da santi"icação !
posicional. igni"ica ser separado de uma posição comum no mundo para uma
posição para 4eus% con"orme ilustrado em Mateus >5:?% :N. L ouro em qualquer
lugar no mundo ! comum% mas% uma ve' dentro do santu&rio% ele ! santi"icado9 assim
como um animal no campo ! comum% mas quando a sua posição ! mudada% isto !% se
91
ele "or colocado so-re o altar% ! santi"icado. $ssim% somos santi"icados pela "! em
Cristo <$t ;5 :=@ e estamos em Cristo <:Co :5@% pelo sangue de Desus < h- :>5:@ e
por termos sido chamados <: Co :59 0m :5?@.

L outro aspecto da santi"icação ! disposicional% isto !% est& relacionado com o


nosso ser. $ santi"icação posicional ! o-jetiva% ao passo que a disposicional !
su-jetiva. L espírito santi"icador est& tornando santo cada parte do nosso ser% e isso
ocorre pelocomeçando
processo% tra-alho depela
trans"ormação%
regeneração dia a dia
<: /e <0m1t:59
:5%>9 >5H@%Co >5:=@. Isso
prossegue por ! umalongo
toda vida
cristã <: 1s R5>9 8- :5 :R9 E" H5;@ e ser& completado na !poca do arre-atamento% na
maturidade de vida <: 1s H5>@.

O! Me&! 1e7 S*+'&/&*;0


0omanos H5 :T revelanos que ap)s termos sido reconciliados% seremos salvos
pela ua vida. Isso se re"ere 3 vida de 4eus que trans"orma a nossa nature'a caída
por meio de in"undir a ua nature'a santa e divina em n)s. /ortanto% em #$&me&$
("8*$7 !m! !*+'&/&*1! #e(* ,&1* !*+'* 1e De"!. Em !e8"+1 ("8*$7
!m! !*+'&/&*1! #e(* #*(*,$* !*+'* 2J 5356 e #e( E!#Q$&' S*+' 2Rm
3(C34T!436.
Auando nos achegamos 3 /alavra de 4eus% com oração repetitiva tocamos no
Espírito anto% tocamos no pr)prio enhor% e isso nos santi"ica. e o "i'ermos todos os
dias% permitiremos que o nosso 4eus santo nos santi"ique com a ua vida santa.
$ssim% e,pressaremos plenamente a ua santidade.

  T$*+!/$m*;0
Um* M"1*+;* I+'e$&$
1rans"ormação ! o resultado da santi"icação e est& relacionada com a alma do
homem. 1rans"ormação signi"ica que uma su-stncia ! mudada em sua nature'a e
"orma. E uma mudança na nature'a interior que causa uma mudança na "orma. .

Um P$e!! 1e Me'*<(&!m

Este tipo de mudança ! uma mudança a meta-)lic a. +ão ! simples mente uma
alteração e,terior% mas uma mudança tanto na constituição interior quanto na "orma
e,terna. Essa mudança se d& atrav!s do processo de m]o% um elemento orgnico
cheio de vitaminas entra no nosso corpo e produ' uma mudança química em nosso
organismo. Essa reação química muda a constituição do nosso ser. Isso !
trans"ormação.
uponha que uma pessoa seja muito p&lida e que algu!m% desejando mudar
seu aspecto% lhe aplique alguma maquilagem. Isso produ' uma mudança e,terior%
92
mas não ! uma mudança orgnica em sua vida. Como% então% tal pessoa poderia ter
uma "ace coradaB $limentandose diariamente de comida saud&vel com os elementos
orgnicos necess&rios. endo seu corpo um organismo vivo% quando uma su-stncia
orgnica entra nele% um composto químico ! "ormado organicamente pelo processo
de meta-olismo. Gradualmente% este processo interior ir& mudar a coloração de sua
"ace. Esta mudança não ! e,terior9 ! algo que vem de dentro% o resultado de um
processo meta-)lico.

Pe(* ,&1* 1e C$&!'


Aual ! o novo elemento que produ' essa mudança interiorB É Cristo% o 4eus
1riOno% o Espírito anto. 4esde o momento em que "omos regenerados em nosso
espírito% o enhor deseja que essa vida continue se e,pandindo do nosso espírito para
nossa alma. $ssim% nossa mente% emoção e vontade podem ser trans"ormadas. +osso
espírito ! regenerado e mudado% mas nossa mente% emoção e vontade não são
trans"ormadas% e ainda permanecem iguais. 1emos Cristo como vida em nosso
espírito% mas não L temos em nossa alma. e não L permitirmos e,pandirse para
nossa alma% nosso espírito se tomar& uma prisão para Ele. /recisamos de Cristo
e,pandase continuamente do nos espírito para nossa alma at! que cada parte seja
trans"ormada a 3 ua Imagem <0m :59  Co >5 :=@. Então% pensaremos como Ele
pensa% amaremos como Ele ama e escolheremos como Ele escolhe. 1eremos a
semelhança do enhor em nossa vida pr&tica% porque nossa alma estar& saturada de
sua vida.

 - C+/$m*;0
8orquanto aos que de antemão con:eceu- também os predestinou para serem
conormes 3 ima(em de seu Lil:o- aim de que ele se6a o primo(3nito entre muitos
irmãos 4Im =5N@.
Somos predestinados por 4eus para sermos con"ormados 3 imagem de Cristo. C
isto ! o nosso moI e e devemos ser con"ormados ale. Silipenses >5:T "ala de sermos
con"ormados com le na ua morte. $ morte de Cristo ! como um molde ao qual somos
con"ormados% assim como um -olo ! con"ormado 3 "Xrma. Isso signi"ica vivermos pela
vida de Cristo% e esta vida ! uma vida de cruci"icação% e,atamente como a que Ele
viveu aqui na terra. /or meio da ua vida dentro de n)s% o nosso viver ! con"ormado
ao padrão do viver humano de Desus. omente por meio de tal vida o pode de
ressurreição ! e,perienciado e e,pressado.

C+/$m*1!  Im*8em 1e C$&!'


Cada tipo de vida possui sua pr)pria "orma. $ vida de cão possui a
"orma de cão% e a do pato a sua "orma. L crescimento de uma certa vida produ'

93
a sua "orma plena. omos "ilhos de 4eus% temos a ua vida. /ortanto% pelo
crescimento de vida e trans"ormação% somos con"ormados 3 imagem de Cristo. L
poder da vida de 4eus est& no nosso interior nos moldando 3 imagem do Silho de
4eus. +ão ! pelo imitar e,terior que tomamos a "orma de Cristo% mas ! pelo viver
pela vida interior% pelo crescimento de vida e trans"ormação.

O P*1$0
L Silho primog#nito de 4eus ! o prot)tipo ! o nosso molde e o nosso padrão.
/ara que sejamos reprodu'i os de acordo com tal molde e% a necessidade de pressão
e,terior. $s ve'es% o enho r nos permite passar por so"rimento e provaç(es como
que pelo "ogo <: /e :5;9 ?5 R5 :% :>@% para tomarmos mais a "orma de Cristo.
/ortanto% h& necessidade do tra-alho interno do Espírito e tam-!m da pressão e
temperatura e,ternas.

De G(%$&* em G(%$&*
UE todos n*s com o rosto desvendado% contemplando- como por espel:o- a
(l*ria do <en:or- somos transormados de (l*ria em (l*ria- na sua pr)pria ima(em-
como pelo <en:or- o ;sp,rito < Co >5 :=@.
Auanto mais somos trans"ormados% mais somos con"ormados% e isso acontece
de um nível de gl)ria para outro nível de gl)ria% porque o o-jetivo de 4eus ! nos
glori"icar <0m =5>T@. Auando todo o processo terminar% o nosso corpo de humilhação
ser& con"ormado ao corpo da gl)ria de Cristo <Sp >5:@.

4- G($&/&*;0

Glori"icação ! o Oltimo est&gio de nossa plena salvação. er glori"icado ! entrar


4a gl)ria de 4eus para e,perimentar e des"rutar sem medida a in"inita e eterna vida
de 4eus em Cristo.

O P$#%!&' 1e De"!
9ra- o 4eus de toda a (raça- que em Cristo vos chamou 3 sua eterna (l*ria...
41 /e H5: L@.
$qui% vemos que o prop)sito do chamamento de 4eus em Cristo ! de darnos
toda a graça% ! que des"rutemos a ua gl)ria eterna. +a eternidad e passada% Ele nos
predestinou segundo eu pr!conhecimento e% no tempo% nos chamou e justi"icou
para que Tssemos glori"icados <0m =5N%>T@. Isso ocorrer& na segunda vinda de
Cristo% quando seremos Umani"estados com ele% em gl)riaU <CI>5R@ e des"rutaremos a
Ugl)ria dos "ilhos de 4eusU <0m =5:@. Ls nossos so"rimentos :o6e não são dignos de
serem comparados com Ua gl)ria por vir a ser revelada em n)sU <0m =5 :=@% a qual ! a
pr)pria gl)ria de
94
4eus <: 1s 5 :@. 1udo o que nos acontece ! devidamente arranjado por 4eus
<0m =5=>T@% com o "im de condu'ir eus muitos "ilhos 3 gl)ria <8- 5 : L@.

A E!#e$*+;* 1* G(%$&*

/aulo dj' que Cristo em n)s ! a esperança da gl)ria <Cll5?-@. Auando


ouvimos%9o evangelho e cremos% Cristo vem para dentro de n)s como uma semente
de vida. em
lagarta Esta-or-oleta
semente !! nossa esperançadisto.
uma ilustração da gl)ria no "uturo.
$ lagarta não $! metamor"ose da
instantaneamente
trans"ormada em -or-oleta% mas a -ele'a da -or-oleta 5 est& contida na vida da
lagarta. L-edecendo 3 lei desta vida% a lagarta vaise i gradualmente trans"ormando%
at! atingir seu est&gio "inal% que ! a sua Uglori"icaçãoU.
+o mesmo princípio% Cristo est& em n)s para ser nossa esperança da gl)ria. Ele
aproveita cada oportunidade para e,pandirse de dentro de n)s. 2m dia nosso ser
ser& saturado com a gl)ria divina e seremos% então% levados para dentro da gl)ria de
uma maneira completa.

N!! De!/$"'e
Nuando Cristo- que ! a nossa vida- se maniestar- então v*s também sereis
maniestados com ele- em (l*ria 4CD!@5.
Auando Cristo "or mani"estado% seremos mani"estados com Ele em ua gl)ria
para a des"rutarmos. +a volta do enhor% teremos% por um lado% 4eus nos condu'indo
3 ua gl)ria e% por outro% teremos Cristo sendo mani"estado a partir de n)s% sendo Ele
mesmo a gl)ria na qual entraremos. Isso ser& Cristo glori"icado e admirado em eus
santos < 1s :5 :T@. +o "uturo% nosso corpo ser& saturado da gl)ria de Cristo%
mani"estandoa e sendo con"ormado ao eu corpo glorios;9Heremos% então% li-ertos
do cativeiro ao qual estamos sujeitos% -em como toda i criação para entrarmos na
li-erdade da gl)ria dos "ilhos de 4eus. Aue maravilhoso ! o "ato de que n)s% atrav!s
da salvação de 4eus% tomamonos eus "ilhos% cheios de ua vida e gl)ria a "im de
e,press&Fo para eternidade

 – C+("!0

N* E'e$+&1*1e P*!!*1*
+a eternidade passada% 4eus esta-eleceu um prop)sito de acordo com o -om

pra'er de ua vontade. Este prop)sito ! o de ter um grupo de pessoas que tivesse
95
ua vida% que L e,pressasse e que e,ercesse ua autoridade so-re atan&s.

N Tem#
+o tempo% 4eus criou o homem% que deveria rece-#Fo como vida. Mas atan&s
enganou o homem% levandoo a deso-edecer a 4eus% tomandose um pecador so- a
condenação de 4eus. Com isso% aparentemente% o prop)sito de 4eus "ora "rustrado.
Mas Ele tomouse um homem per"eito% Desus Cristo "oi 3 cru' como o Cordeiro de
4eus <Do :5N@%morrer
que precisava como apara
serpente
gerar de -ron'e
muitos <Do >5
grãos com:R@aeua
como o grão
vida. Comde trigo
ua <Do :5R@
morte% todos
os pro-lemas o-jetivos entre o homem e 4eus "oram resolvidos. Em ua ressurreição%
o enhor Desus tomouse o Espírito que d& vida <: Co :H5RH9  Co >5 :?@ para
regenerarnos em nosso espírito <o primeiro est&gio da nossa salvação@. 4urante
nossa vida cristã% Ele est& salvando nossa alma por meio de ua vida <0m :59 Sp
5:9 : /e :5N@% santi"icandonos e trans"ormandonos <o segundo est&gio da plena
salvação de 4eus@. /or "im% em ua volta% nossos corpos serão redimidos e serão
con"ormados ao eu corpo glorioso <0m =5 N@. Esta ! a glori"icação% o Oltimo est&gio
da salvação de 4eus.

N* E'e$+&1*1e F"'"$*
+a eternidade "utura% todos os escolhidos e redimidos de 4eus% ao longo de
todas as eras% serão a +ova Derusal!m. $li% 4eus ha-itar& no homem e o homem em
4eus para sempre. Este ! o o-jetivo "inal e m&,imo de 4eus% o cumprimento de eu
prop)sito% e Ele terminar& toda a ua o-ra% estar& satis"eito e descansar& pela
eternidade <c". Gn 5% >@
/odemos assim resumir todo o plano da redenção por meio destes pontos
a-ordados. 2ma outra "orma de compreendermos o plano de 4eus ! entendermos o
que ! a +ova $liança. Vamos "a'er então um -reve es-oço do plano de 4eus e da
+ova $liança.

B&<(&8$*/&*

Cm#&(*1 1e3 V*(+&e M&(me+!  1ranscrito de pregação ao vivo.

96
97
PARTE V

DISCIPLINAS DO ESPÍRITO

$ oração e"etiva ! a chave para o sucesso em cada &rea da vida. E o segredo da


vit)ria no tra-alho de 4eus e na vida pessoal. $ oração verdadeira ! a mais poderosa
arma
para ocontra
homem.os Sica%
poderes das
pois% trevas%
claro que !cada
tam-!m a chave
es"orço quedea-re
no reino 4eusoss)
tesouros do c!use
ter& sucesso%
"or gerado e sustentado pela oração. 1odo sucesso na vida cristã ! proporcional ao
tempo de oração. :T de oração% :T de sucesso9 HT de oração% HT de sucesso9
:TT de oração% :TTde sucesso. Fucas :=5: "ala do U4ever de orar sempre e nunca
esmorecerU9 I 1s H5 :? declara5 ULrai sem cessarU. /aulo recomenda5 Lrando em todo
tempo no espírito...U <E" ;5 :=@. Como orar sempreB

. O$*;0 : "m m1 1e ,&,e$.


É uma comunicação entre o nosso espírito recriado e o Espírito de
4eus. É a e,pressão que resulta de um relacionamento íntimo com o enhor
residente em nosso coração% pelo seu espírito. +ossa vida% pois% pode ser uma oração.
4. O$*;0 : m"+0 m De"!.
+ossa vida inteira deve ser esta-elecida so-re o "uncionamento de uma
comunhão pessoal% pro"unda e íntima com 4eus. 2ma ligação permanente <I Co ;5
:?@. Lração ! um encontro do /ai celeste com eu "ilho% numa comunhão de amor.

. O$*;0 : m"+&*;0 m "m De"! #e!!*( e 1&8+ 1e +/&*+;*.


4eus ! uma pessoa 4eus ! digno de con"iança Ele ! um 4eus pessoal que se
relaciona conosco numa -ase pessoal. +ossos olhos de carne não v#em% mas Ele !
real e se comunica com eus "ilhos. Concepç(es religiosas erradas L colocam como
um 4eusvidas.
nossas inatingível% impessoal%
4aí% surgem as distante%
oraç(es que
quepode
são ou não estar
meras interessado
e,press(es em
religiosas%
destituídas de signi"icado% sem nenhum valor pr&tico.

K. O$*;0 : m"+0 m "m De"! $e!&1e+'e + $&!'0.


+o Velho 1estamento% 4eus estava no meio do povo% era pelo povo% mas não
estava no povo. +o +ovo 1estamento% 4eus não somente est& em nosso meio% ! por
n)s% como tam-!m est& em n)s% pelo eu Espírito residente em nosso espírito.

. O$*;0 e&8e 'em# m De"!.


L maior investimento que podemos "a'er em nossa vida ! o tempo com 4eus e
ua /alavra. $ maior contri-uição que podemos dar ao mundo ! o tempo gasto em
98
oração por ele. L maior -em que podemos "a'er a uma pessoa ! o tempo usado em
oração genuína por ela. Ls e"eitos de uma vida de oração transcendem as reali'aç(es
humanas.
. O$*;0 e&8e 1&!&#(&+* 1! #e+!*me+'!.
1ão logo algu!m se consagra 3 oração% ver& que a mente ser& atacada por
outros pensamentos. É aí que surge a tentação de desistir% dei,ar para outra hora que
nunca aparece. É uma luta espiritual. 8& que desenvolver o h&-ito de tomar os
pensamentos cativos 3 o-edi#ncia de Cristo < Co :T5H@.
5. O$*;0 :  #$&me&$ #*!! #*$*  +e&me+' 1e Je!"!.
U1odo aquele que invocar o nome do enhor ser& salvoU <0m :T5 :>@.
L homem vai a Desus pela oração e todo o seu andar com Ele ! "irmado nela.

. O$*;0 : $e+ee$ * #$e!e+;* 1e De"!.


É o meio de conhec#Fo inteiramente e lançar mão de uas promessas. É tra'er
a alma so-re os joelhos% ! o caminho para o homem entender o plano de 4eus para
sua vida.

Y. O$*;0 : 1*$ * De"! *e!! ! +!!*! +ee!!&1*1e!.


É a chave para o miraculoso9 ! a verdadeira respiração espiritual.
Em suma% oração ! um modo de vida em íntima ligação com 4eus.

POR @UZ ORAR


. /orque 4eus insistentemente o ordena na *í-lia5 Fc :=5 :9 I 1s H5 :?9 0R5;9 E".
;5:=:N9 I1m 5:9 Mt ;5R:9 ClR5>9 I1s H5H9 Il1s >5:9 8- :>5:=.
. /orque ! o caminho indicado por 4eus para o cristão rece-er coisas de que
precisa <Is :5 H=@.
>./orque a oração ! o caminho que 4eus aponta para que o cristão tenha a
plenitude do go'o <Do :;5R9 /v :T5T@.
K. /orque a oração ! a saída para os pro-lemas% a cura para todo o cuidado e
ansiedade <Sp R5;%?9 I HH5@.
. /orque a oração respondida ! o Onico argumento irre"ut&vel contra o
ceticismo% a incredulidade% o modernismo e a in"idelidade <8-  5;9 I 0s :=5>;>=9 D'
;5 :% :>9 E, =5 :N9 4n 5R?9 $t :>5;:@.
. /orque a oração ! o caminho para o poder do Espírito anto no serviço
cristão <Fc ::5 :>9 :Cr ?5 :R9 8c >59 $t :5 :>% :R9 R5>:9 =5 :R:;9 N5N%::%:?9 :>5 :R9 E"
:5 :H:N9 >5 :R:N@.
?. /orque Utodo o que invocar o nome do enhor ser& salvoU <0m :T5 :>@.

99
INIMIGOS DA ORAÇÃO
8ara que não se interrompam as vossas oraç/es 4D 8e >5 )b5.
..'as as vossas iniquidade azem separação entre v*s e o vosso 7eus e os
vossos pecados encobrem o seu rosto de v*s para que não vos ouça 4DsHN5@.
8orque os ol:os do <en:or repousam sobre os R6ustos e os seus ouvidos estão
abertos 3s suas s=plicas mas o rosto do <en:or est& contra aqueles que praticam
males 48e >5 :@.
<e eu no coração contem piara a vaidade- o <en:or não me teria ouvido 4<D
;;5 :=@.
L prop)sito de 4eus ! ouvir todas as oraç(es. Desus disse5 UGraças te dou
porque sempre me ouvesU <Do  5R@. Mas h& o-st&culos% pro-lemas% inimigos que se
in"iltram na vida de oração e impedem a mani"estação do poder de 4eus. Veremos
alguns deles.

. Re(*&+*me+'! e$$*1! +* /*mQ(&* 2I Pe 3 -56.


L não cumprimento dos deveres dos cXnjuges um para com o outro.
$ vida conjugal deve ser posta diante de 4eus. $s oraç(es não estão sendo
respondidas% podem haver "alhas no relacionamento.
4. F*('* 1e #e$10 2Me 346.
+ossas oraç(es são ouvidas na -ase de que nossos pecados estão perdoados%
mas 4eus não pode tratar conosco so-re tal -ase de perdão% enquanto n)s
guardamos o mal% com o espírito de animosidade ou de vingança contra aqueles que
nos o"enderam. Aualquer que guarda espírito de rancor ou m&goa contra algu!m%
"echa os ouvidos de 4eus para sua pr)pria petição.

. C+'e+1* 2T8 36.


$ contenda ! simplesmente agir movido pela "alta de perdão. /aulo declara
que% por causa de contendas% atan&s pode tornar cristãos prisioneiros de sua
vontade. $ aus#ncia de contendas ! a chave para agastar a con"usão e o mal. 4# a
4eus oportunidade de criar um sistema de harmonia em volta de voc# e sua vida de
oração começar& a "uncionar.

K. M'&,*;0 e$$*1* 2T8 K36.


2m s!rio o-st&culo 3 oração ! pedir a 4eus coisas que realmente não
necessitamos% com o prop)sito de satis"a'er desejos egoístas. Lrar com uma
motivação egoísta. UAuer comais9 quer -e-ais% "a'ei tudo para a gl)ria de 4eusU <l Co
:T5 >:@. /odemos orar por coisas em linha com a vontade de 4eus% mas se o motivo

"or errado% não haver& resposta. L prop)sito primeiro da oração deve ser a gl)ria de
100
4eus.
. T1* * /$m* 1e 1e!<e1&+&* * De"! 2I! Y3746.
2ma atitude de re-eldia ou de deso-edi#ncia 3 palavra de 4eus "echa os c!us
para n)s. Aualquer pecado incon"essado tomase inimigo da oração. 2ma vida de
o-edi#ncia ao c!u a-re o caminho 3 resposta de 4eus UE aquilo que pedimos% dele
rece-emos% porque guardamos os seus mandamentos% e "a'emos diante dele o que
lhe ! agrad&velU <Do >5@.

. Í1(! + $*;0 2EH K36.


^dolo ! toda e qualquer pessoa ou coisa que toma o lugar de 4eus na vida de
algu!m. É aquilo que se toma o o-jeto supremo da a"eição. $quilo que mais ocupa
nosso pensamento. 4eus deve ser supremo em nossa vida.

5. F*('* 1e 8e+e$!&1*1e #*$* m ! #<$e! 2P, 436.


$ recusa de ajudar o que se encontra em necessidade% quando podemos "a'e
la% impede a resposta 3s nossas oraç(es.

. D[,&1* e & +$e1"(&1*1e 2T8 3-56.


$ 4Ovida ! a ladra da -#nção de 4eus. $ dOvida vem da ignorncia da /alavra
de 4eus. $ incredulidade ! quando algu!m sa-e que h& um 4eus que responde 3s
oraç(es e% ainda assim% não cr# em ua /alavra. E não crer nas promessas ! duvidar
do car&ter de 4eus.

Y. Um* 1&!#!&;0 1e (e$ !<$e $*;0 e !<$e * BQ<(&*7 em ,eH 1e


e!'"1*$ e e+'$*$ +* *$e+* 1* $*;0.
$ oração ! a maior e mais santa das vocaç(es. a-er so-re oração não garant e
a resposta% mas sim colocar a /alavra em operação para rece-er de 4eus aquilo que
Ele prometeu.
. F*('* 1e e+'e+1&me+' 1* +!!* #!&;0 em C$&!'.
1alve' esse seja o maior inimigo. Ignorncia quanto aos privil!gios e direitos de
redenção% daquilo que Cristo ! em n)s e do que somos nele. 2m desconhecimento da
e,tensão do que Ele "e' por n)s e direitos legais% outorgados em Graça% diante do
1rono e o mal. 4# a 4eus oportunidade de criar um sistema de harmonia em volta de
voc# e sua vida de oração começar& a "uncionar.

. Um* +/&!!0 e$$*1* 2Rm 3Y6.


L Cristianismo ! uma grande con"issão. Con"issão ! o reconheci
mento ver-al do que 4eus "e' por n)s em Cristo <8- >5 :9 R5 :R@.
101
4. De#e+1e$ 1* /: 1 "'$.
U$ cada crente% 4eus deu uma medida de "!. Ele veio quando nos tomamos
uma nova criação em Cristo e rece-emos a nature'a de 4eus. $ssim como
desenvolvemos nossas capacidades "ísicas e mentais pelo e,ercício% desenvolvemos
nossa "! pelo alimento da /alavra de 4eus <Do :H5 ?@.

TIPOS DE ORAÇAO

8& diversos tipos ou esp!cies de oraç(es e cada um deles segue princípios


claros. 8& regras esta-elecidas na /alavra de 4eus para esses di"erentes tipos de
oração. E ! aqui onde h& grande con"usão. Costumamos de"inir nosso relacionamento
com 4eus em uma palavra5 Lração. 1udo o que lhe di'emos ou pedimos chamamos
UoraçãoU. im% tudo ! oração. É preciso% contudo sa-er5 8& diversos tipos de oração.
8& oraç(es que não -uscam necessariamente alguma coisa de 4eus. Lutras
visam alterar uma circunstncia em nossa vida e de outros. $ todas elas 4eus deseja
ouvir.
U tu que esc utas as oraç/es- a ti virão todos os :omens <H;H5@% pois- U$
oração dos retos ! o seu contentamento 48E :H5 "b5.

/oderíamos classi"icar as oraç(es em tr#s níveis di"erentes5 4eus% +)s e os


Lutros. 4entro de cada um desses níveis h& tipos de oração.

DEUS COMO CENTRO DAS NOSSAS ORAÇES


8& oraç(es que são dirigidas a 4eus% visando a 4eus mesmo% o que Ele !% o que
Ele "a' e o que Ele nos tem "eito. Lutra coisa não -uscamos% senão apresentarlhe
nossa gratidão% louvor e adoração. 4entro deste nível temos tr#s tipos de oração5
- A;e! 1e 8$*;*  $ e,pressão do nosso reconhecimento e gratidão a 4eus
pelo que Ele nos tem "eito. *asicamente ! a oração que e,pressa gratidão a 4eus
pelas -#nçãos que Ele tem derramado so-re n)s.
4  L",$  $ oração de louvor ! um passo al!m das aç(es de graça. ão
e,press(es de louvor a 4eus pelo que Ele "a'. Fouvar ! reunir todos os "eitos de 4eus
e e,press&los em palavras% numa atitude de gratidão.
  A1$*;0  L tipo de oração que e,alta 4eus pelo que Ele !. É a entrada no
anto dos antos para responder ao amor de 4eus. $li nada "ala do homem% mas de
4eus. É o reconhecimento do que 4eus !. É a resposta do nosso amor ao amor divino.

102
NÓS MESMOS COMO O CENTRO DAS NOSSAS ORAÇES
$qui% vamos a 4eus para apresentar necessidades pessoais. Em-ora "alando
com 4eus% o "oco da atenção ! a satis"ação de nossas necessidades. Vamos a 4eus
em -usca de uma resposta para a alteração de alguma circunstncia em nossa vida.
+esse nível temos tam-!m tr#s tipos de oração5
K - Pe'&;0- É Uum pedido "ormal a um poder maiorU. É a apresentação a 4eus
de um pedido% visando satis"a'er uma necessidade pessoal% tendo como -ase uma
promessa de 4eus. +esse tipo de oração j& temos o conhecimento de qual ! a
vontade de 4eus% pelo que o pedido ser& "eito em "!% com a certe'a da reposta% antes
mesmo da sua mani"estação% de acordo com Marcos ::5 R.
 - C+!*8$*;0 " De1&*;0  É uma atitude de su-missão 3 vontade de
4eus. Essa oração ! para as ocasi(es em que a vontade de 4eus ! desconhecida.
E,ige espera% consagração e inteira disposição de conhecer e seguir a vontade do /ai.
  E+'$e8*  É a trans"er#ncia de um cuidado ou inquietação para 4eus. É
lançar o cuidado so-re o enhor com um conseqJente descanso. Essa oração ! "eita
quando um cuidado% um pro-lema ou inquietação nos -atem 3 porta.

OS OUTROS COMO CENTRO DAS NOSSAS ORAÇES

5 - I+'e$e!!0  $qui vamos a 4eus como sacerdotes% como intercessores%


levando a necessidade de outra pessoa. +osso primeiro motivo ! ver circunstncias
alteradas na vida de outrem. Esta ! a oração de intercessão. Interceder ! colocarse
no lugar de outro e pleitear a sua causa.

 - ORAÇÃO DE AÇES DE GRAÇA


;ntrai por <uas portas com aç/es de (raça 4<D. : TT5R@.
$ gratidão ! uma das virtudes que em-ele'am o car&ter cristão e e,pressam
um coração caloroso e cheio de amor e das palavras do seu 4eus. /aulo declara5

Oabite ricamente em v*s a palavra de Cristo instru,vos e aconsel:a ivos


mutuamente em toda a sabedoria- louvando a 7eus- com salmos e :inos e cnticos
espirituais- com (ratidão em vossos coraç/es 4CD.!@l#5.

Uede agradecidosU <CI.>5 :H@ ! um conselho a ser a-raçado com alegria% pois a
gratidão tanto alegra o coração do /ai% como enriquece a nossa vida. $ç(es de graça
! -asicamente o ato de e,pressar gratidão a 4eus por -#nção que Ele tem derramado
so-re n)s. /ode ser mental ou vocal. $ç(es de graça di"ere de louvor porque no
louvor ! "ocali'ado o que 4eus "a'% suas o-ras e reali'aç(es% enquanto as aç(es de
graça "ocali'am o que 4eus nos d& ou "a' por n)s. /oderíamos chamar de uma
103
con"issão de -#nçãos.
Essa atitude estava presente na vida de Desus <Do ::5R pela resposta 3 oração9
Mc =5;% pelo pão9 Mt :: 5H pela revelação@.
L primeiro princípio podemos ver em I Coríntios :T5 :T. $s aç(es de graças nos
protegem do destruidor. $ *í-lia menciona o nome de muitos demXnios como Fegião%
$poliom% 4evorador% etc. Mas aqui se menciona um demXnio chamado destruidor que
est& relacionado com a ingratidão e a murmuração. Muitos temem o demXnio
devorador e% por isso% dão os seus dí'imos% mas ainda se esquecem que um coração
descontente ! uma porta para o destruidor.
Em segundo lugar% podemos ver o poder das aç(es de Graças para nos proteger
de in"lu#ncias malignas. /aulo 4i' que a comida ! santi"icada se comermos com
aç(es de graças. Veja% não h& necessidade de repreendermos demXnio algum% -asta
termos um coração grato e assim seremos protegidos. D& pensou quanta doença
poderíamos evitar se apenas d!ssemos aç(es de graças pela comida
apropriadamenteB
Em terceiro lugar% as aç(es de graças t#m o poder de multiplicar as -#nçãos.
Auando Desus "oi multiplicar os pães em Doão ;5 ::% Ele não "e' uma oração de petição
ou de "!% Ele apenas deu graças ao /ai. Muitos não prosperam porque não
aprenderam a agradecer a 4eus pelos míseros cinco pães e os dois pei,inhos. e
"ormos contentes com o pouco% o enhor o multiplicar& e veremos a a-undncia de
4eus.

4. ORAÇÃO DE LOUVOR
ouvarei ao <en:or em todo o tempo o <eu louvor estar& continuamente na
min:a boca 4$P!@ :@.
Fouvar ! reunir todos os "eitos que conhecemos de 4eus e e,press&los em
palavras% numa atitude de e,altação e glori"icação ao eu nome% que ! digno de ser
louvado. E isso deve ser "eito como um modo de vida <I :RH5 :?@.
L louvor ! o sacri"ício espiritual ordenado aos cristãos <8- :>5 :H@. $ Igreja
primitiva estava sempre louvando <Fc R5H>@% pois sa-ia que 4eus ha-ita nos louvores
do eu povo <I 5>@.

. ORAÇÃO DE ADORAÇÃO
L reconhecimento do que 4eus ! <$p R5=%::@.
$ adoração ! um dos principais temas da *í-lia. 8& ?T re"er#ncias 3 adoração.
$ adoração "ala do nosso amor respondendo ao amor de 4eus. +ão ! um imperativo%
pois o amor não pode se impor% mas uma resposta volunt&ria a um estímulo
espiritual. E Desus nos garante que esse amor que sentimos e o "luir do Espírito que
e,perimentamos encontrarão sua e,pressão e satis"ação quando os li-eramos de
volta para 4eus em adoração <Do R5>@.
104
+ão h& uma de"inição de adoração na *í-lia% pois amor não se de"ine. $ palavra
mais comum no he-raico ! UshachahU <:?@% tradu'ida por UadoraçãoU% UcurvarseU%
UprostrarseU. +o grego% a mais comum ! UproeneoU <HN ve'es@. É composição de
duas palavras5 UprosU% que signi"ica UparaU% Uem direção aU% e UheneoU% que signi"ica
-eijar. $lguns eruditos dão o signi"icado de U-eijar a mão com admiraçãoU% outros%
U-eijar os p!s em homenagemU.
Etimologicamente adoração ! curvarse% prostrarse% -eijar as mãos% p!s ou
l&-ios% com um sentimento de temor e devoção% enquanto serve ao enhor com todo
o coração. É uma atitude e,pressa em ação. In"ere pro"undamente de sentimento e
pro,imidade dos parceiros e um relacionamento de aliança. Envolve moção e
emoção% mas a verdadeira adoração ! mais pro"unda que tudo isso e usa
simplesmente esses canais para li-erar o amor pro"undo e devoção que impele o
crente para a presença de um 4eus de amor.

A'&'"1e! 1e *1$*;0
Fc ?5 >? %>= revela a atitude de uma adoradora% atitude de um espectador e a
de Desus. Vejamos a da adoradora.
/uebrantamento  a contraste entre a presença santa e per"eita de 4eus e a
nossa pequene' que-ranta o coração. acri"ícios agrad&veis a 4eus são o espírito
que-rantado <Usha-orU@9 coração compungido e contrito <UdaahU@ não despre'ar&s% )
4eus. <I H:5 :?@. Uha-otU  signi"ica Utemer% que-rar% em pedaços% ou redu'irU.
U4aahU  quer di'er UesmagarU% que-rar% machucar% "erir% esmagar e humilhar.
UContritoU  2sado para descrever o processo de "a'er p) <talco@. $ adoração requer
que-rantamento. Muitos constroem em volta de si paredes de proteção e não dei,am
que sejam li-erados o amor% a ternura e a adoração.
0umildade  Ela soltou os ca-elos em lugar indevido% segundo o costume <I Co
::5 :H@. 4ei,ou sua reputação de lado para adorar do modo que ela sentia que Desus
devia ser adorado. 2sou os ca-elos para en,ugar seus p!s empoeirados. 1omou sua
gl)ria <o ca-elo@ para lavar a lama <Fer Is H?5 :H9 I /e H5H@. $doração sem humildade !
como Amor
o amor sem compromisso.
ua atitude estava repassada de amor. UEla muito amouU.
D1diva  Ela não se limitou 3 e,pressão de suas emoç(es9 ela tam !m deu uma
evid#ncia tangível do seu amor% devoção e adoração. $ d&diva est& associada 3
adoração <E, >5 :R9 >R5T9 4t :;5 :;9 I N;5 :N@.
$ atitude de Desus em resposta a essa adoração !5 U$ tua é te salvou vaite em
paz <Fc ? 5RN@  "!% li-ertação e pa'.a o-jeto da adoração  4eus mesmo <Do R5T%:@
) pelo Espírito anto se pode adorar <0m =5 :;@.
L lugar da adoração  +o espírito do homem% onde o Espírito de
4eus ha-ita.
$ verdadeira adoração  UEm esp,rito e em verdade.
$ verdadeira adoração deve "luir de um relacionamento genuíno com
105
4eus. 2m -om relacionamento com uma igreja pode produ'ir um -om
tra-alhador% mas somente um relacionamento caloroso com 4eus produ' o
verdadeiro adorado r. Espíritos calorosos produ'em coraç(es adoradores. $s
motivaç(es tam-!m devem ser corretas na adoração verdadeira. L o-jetivo ! dar ao
enhor e não adquirir dWEle. $ motivação pura para a adoração ! o amor que
trans-orda do espírito do homem como correntes de &gua viva.

K - PETIÇÃO E S\PLICA
8or isso vos di(o que tudo quanto em oração pedirdes- crede que recebestes-e
ser& a assim convosco. 4't21@22Me ::5R@.
Bão andeis ansiosos de cousa al(uma em tudo- por!m se6am con:ecidas
diante de 7eus as vossas petiç/es- pela oração e pela s=plica- com aç/es de (raça.
4LD R5;@.
4eus ! a "onte de toda a -#nção e Ele tem a solução para todos os nossos
pro-lemas. Ele tem recursos inesgot&veis para satis"a'er cada uma das nossas
necessidades. UL meu 4eus% segundo a ua rique'a em gl)ria% h& de suprir em Cristo
Desus% cada uma de vossas necessidadesU <SI R5 :N@.
$ /alavra de 4eus nos encoraja a apresentar nossas petiç(es ao enhor%
sa-endo que Ele est& pronto a nos atender. eguemse alguns princípios que devem
governar nossa oração% especialmente a de petição% para que alcancemos uma
resposta "avor&vel.

. F$me "m* &m*8em (*$* 1 !e" 1e!e9 e e#$e!!e- em #*(*,$*!


<9e'&,*!. De/&+*  )"e , )"e$ 1e De"! em 'e$m! (*$!.
$ *í-lia ensina que a oração deve ser especí"ica% o-jetiva <Fc 3 ::9 1gl5H@.
E,emplos de oraç(es o-jetivas5
Elie'er  Gn R5 ::R9
Elias  I 0s :?5 : 9
Eliseu  II 0s 5N.
2ma resposta de"inida e,ige um pedido de"inido <Fc :=5>=%R:R>@.

O )"e e!' e$$*1 m * $*;0 &+1e/&+&1*3


*6 SreqJentemente ! uma mera "ormalidade. $s pessoas oram por coisas que
realmente não desejam.
<6 Muitas oraç(es são "eitas s) para serem ouvidas pela congregação. ão
inde"inidas e insinceras. +ada esperam realmente de 4eus e por essa ra'ão nada t#m
em especial de 4eus.
6 $ oração inde"inida revela que não h& um clamor na alma% nem urg#ncia no
coração% nenhum peso na oração ou desejo real.
106
16 $ oração "ormal% inde"inida% geral% vaga% ! resultado da "alta de direção do
Espírito anto. 0evela um desconhecimento da mente de 4eus. Auem ! guiado pelo
Espírito anto% sa-e o que quer% porque sa-e o que 4eus quer e sa-e que Ele est&
disposto a dar as coisas pedidas em oração.

Cm !e$ 1e/&+&13


*6 $nalise suas oraç(es. Coloque de lado aquelas que são insinceras ou "eitas
por mera o-rigação. epare as coisas que voc# realmente deseja e tem um peso de
oração. $quilo que est& verdadeiramente em seu coração e para o que espera
resposta especí"ica.
<6 Espere na presença de 4eus at! ter na mente% de um modo claro% aquilo por
que deve orar. 4ei,e que o Espírito lhe "ale e coloque o desejo em seu coração. Voc#
poder& ser ousado no pedir.
Lração especí"ica não ! uma tentativa de voc# "a'er 4eus concordar com o seu
desejo% mas ! antes desco-rir o desejo de 4eus para voc# e orar de acordo com o que
o Espírito coloca em seu coração.
6 Escreva seu desejo. Isso lhe ajudar& a ser especí"ico e preparase

convenientemente
modo que alcancepara a apresentar sua petição%
resposta especí"ica. assistido
Isso poder&pelo Espírito ser
tam-!m anto% de tal
"eito em
concordncia com outra ou outras pessoas. L registro das petiç(es especí"icas a 4eus
e das respostas ajuda a desenvolver a "! e a crescer na vida de oração -em sucedida.
16 *usque na *í-lia te,tos que se re"erem ao que voc# deseja% quer em
promessas ou em princípios. 2ma ve' identi"icada a necessidade% pesquise a /alavra
e selecione te,tos que se re"erem ao assunto.

4 . T1* * $*;0 1e,e !e$ /e&'* 1e *$1 m * ,+'*1e 1e De"!


$e,e(*1* +* P*(*,$*.
$ S! começa onde a vontade de 4eus ! conhecida. ua vontade ! revelada na
/alavra escrita. 4eus est& preso 3 ua /alavra. $ /alavra e,pressa o que 4eus !. Ele
! a-solutamente "iel ao que prometeu.
Voc# não tem interesse em desejar o que 4eus não quer para a sua vida.
/esquisando a /alavra% so- a direção do Espírito anto% voc# desco-rir& se seu desejo
deve ser a-andonado ou se ! digno de ser trans"ormado em o-jeto de oração.
em o "undamento da /alavra de 4eus ! impossível "a'er uma oração de "!.
4eus tem ha-ilidade de cumprir aquilo que prometeu <0m R5 :9 Dr :5 :@.
L conhecimento da vontade de 4eus revelada em ua /alavra dar& a voc# a
certe'a de que sua petição ser& atendida <I Do H5 :R@.
L conhecimento das promessas de 4eus relativas ao seu desejo% despertar& e
alimentar& sua "! <0m :T5 ::@.
107
$s promessas serão para voc# arma segura contra os ataques de atan&s%
enquanto espera a mani"estação da resposta de 4eus ao seu pedido <Fc R5>:@.
O$*;e! <*!e*1*! +* P*(*,$* 1e De"!.
$ *í-lia est& cheia de pedidos a 4eus "irmados nas uas promessas.
*6 4avi ora por sua casa% de acordo com a /alavra do enhor% de que lhe
edi"icarão casa est&vel. +atã lhe transmite as promessas do /ai e ele ora de acordo.
U$gora% ) enhor% seja con"irmada para sempre a /alavra que "alaste acerca do teu
servo% e acerca de sua casa% e "a'e como "alaste... $gora% pois% ) enhor% tu !s 4eus e
"alaste este -em acerca do teu servo% para que permaneça para sempre diante de ti9
porque 1u% enhor% a a-ençoaste% "icar& a-ençoada para sempreU <I Cr :? 5>%;%?@.
<6 +a dedicação do templo% alomão apresenta suas petiç(es de acordo com as
promessas de 4eus < Cr ;5 :R:?@.
6 Dosa"& se v# ameaçado por tropas inimigas e vai 3 casa do enhor e clama%
de acordo com a promessa < Cr T5;:@.

Eem#( 1e +ee!!&1*1e! e *! $e!#e'&,*! #$me!!*! 1e !"*


!*'&!/*;03
*6 +ecessidades de emprego  S:R5 :N.
<6 /rosperidade  4t =.
6 aOde  Is. H>5R9 I /e 5R.
/ara cada pedido que "a'emos a 4eus devemos ter uma passagem na *í-lia
para sustent&lo. +ingu!m apresenta uma petição ou um caso em algum tri-unal sem
invocar o respaldo da Fei. 4o mesmo modo% nossas petiç(es diante do trono devem
ter o respaldo da /alavra de 4eus escrita% a *í-lia% que ! a constituição do 0eino.

. C$e&* /&$meme+'e m <*!e +* #$me!!* 1* P*(*,$*7 )"e De"!


*'e+1e" !"* #e'&;0 e a m*+&/e!'*;0 1* $e!#!'* 9 e!' * *m&+.
$ "! tem como "undamento a "idelidade de 4eus e da ua /alavra <+m >5 :N@.
$ "! ! a precursora de toda oração respondida. É uma con"iança ousada em
4eus. É uma certe'a antecipada do milagre que vir& <Mc ::5  >R@.
$ verdadeira "! ! aquela que se apropria da promessa no reino do espírito%
antes que ela se materiali'e diante dos olhos <8- ::5 :9 ::5;@. $ Onica oração que
4eus ouve ! aquela "eita em "!.
L limite do que se consegue pela oração est& na pr)pria "! de cada pessoa. $
vida de oração ser& tão "orte quanto a "! que a pessoa tem em 4eus
<Mt :?5T9 Mc N5>5 1g H5 :H@. E como crescer numa "! mais "orteB
*6 Fem-rese que cada um tem uma medida de "! <0m :5>@.
<6 $prenda a /alavra de 4eus <0m :T5 :?@% porque a "! ! -aseada nas
108
promessas de 4eus5 k medida que nos tornamos "amil iares com a nature'a de 4eus%
revelada na *í-lia% a "! ! desenvolvida <Doão :H5 ?@.
6 u-metase completamente 3 liderança do Espírito anto e 3 vontade 4eus.
É o Espírito quem interpreta a /alavra em nosso coração.
16 $ja de acordo com a medida da "! que voc# tem.

A(8"+! nãos Ua +!&1e$*$


*6 +ão tente crer% simplesmente aja de acordo com a /alavra.
<6 +ão use uma con"issão dupla de modo que num momento voc# con"essa5
Uim% Ele ouviu minha oração. Estou curadoU% ou Ueu tenho o dinheiroU% ou Urece-i o
empregoU% e então começa a questionar como ! que isso vai acontecer e o que voc#
tem de "a'er para conseguilo. ua Oltima con"issão destr)i a primeira. 2ma con"issão
errada destr)i a oração e a "!.
6 +ão con"ie na "! de outras pessoas  tenha a sua pr)pria "!. $ssim como voc#
tem sua pr)pria roupa% tenha sua pr)pria "!. $ja de acordo com a /alavra por si
mesmo.
16 +ão converse incredulidade. +unca admita que voc# ! um U1om!
duvidosoU%
e6 +ão "alepois isso
so-re ! um insulto
doenças ao /ai.
e pro-lemas.
"@ +unca "ale so-re "racasso. Sale so-re a /alavra% sua a-soluta
integridade e so-re sua con"iança nela. Sale de sua disposição de agir de
acordo com ela e aterse 3 sua con"issão de que ela ! "iel.
K. Tme "&1*1 #*$* )"e !"* +,e$!* !<$e  )"e , #e1&" * De"!
e!'e9* em (&+* m !"* /: 1e )"e E(e ",&" !"* #e'&;0.
+ossa "! ou incredulidade ! determinada pela nossa con"issão. /oucos
perce-em o e"eito da palavra "alada so-re seu pr)prio coração e so-re o advers&rio.
L inimigo ouve nossas conversas e% aparentemente% não as esquece enquanto n)s
descemos ao nível da nossa con"issão.
$ /alavra s) se torna real quando con"essamos sua realidade. 8e-reus R5 :R
deve ser uma divisa para a vida5 U1endo% pois% a Desus% o "ilho de 4eus% como grande
sumo sacerdote que penetrou os c!us conservemos "irmes a nossa con"issãoU.
$ "! ! e,pressa pela con"issão dos l&-ios <0m :T5N:T@. L que os l&-ios di'em
deve concordar com a "! do coração.
/alavras contr&rias 3 promessa destroem e neutrali'am a oração. /alavras são
sementes% e palavras con"essadas são sementes plantadas. Con"issão repetida !
semente regada. 0egue as sementes da "! com a con"issão da promessa.
ua con"iança não ! nas oraç(es de outros% mas na imut&vel e indestrutível
/alavra de 4eus. /or isso voc# se recusa a permitir que seus l&-ios destruam a
e"ic&cia da /alavra no seu caso. Voc# se conservar& "irme 3 sua con"issão% ainda que
pareça% aos olhos humanos% que a sua oração não "oi respondida.
109
. Re9e&'e '1* * 1[,&1* )"e *!!*('*$ !"* me+'e )"*+' * /*' 1e )"e
De"! 9 $e!#+1e" * !"* $*;0.
4ei,e que cada pensamento% cada imagem% e desejo a"irmem que voc# tem o
que pediu. +ão olhe para as circunstncias% para os sintomas% mas "i,ese na /alavra
e isso manter& a dOvida "ora do seu territ)rio.
Entre sua petição e a e"etiva mani"estação da resposta e,iste um tempo que
pode ser mais ou menos prolongado. 4urante esse período% atan&s tentar& lançar
dOvidas na sua mente. 1ornase necess&rio manter uma atitude "irme para não
aceit&la% mas conservar a "!.
$ dOvida ! um ladrão que rou-a a -#nção de 4eus. É o inimigo nOmero um da
"!. E,emplo da dOvida5 Mt :R5R>:.
$ dOvida impede a resposta 3 oração. Ela ! mãe da derrota <1 g :5 ;=@.
Auando duvidamos da /alavra de 4eus ! porque estamos crendo em algo
contr&rio 3quela /alavra. E duvidar da /alavra ! duvidar do pr)prio 4eus.
Aualquer su-stituto para a "! em 4eus e uas promessas destr)i a vida de "!%
destr)i as oraç(es e tra' de volta o jugo. $ dOvida e a "! não permanecem juntas . e
uma entra pela porta% a outra sai pela janela.
Cm ,e+e$ * 1[,&1*
'anten:a controle sobre a sua mente. $ dOvida opera no rei no da mente9 a
/alavra de 4eus opera no reino do espirito. $ "! tam-!m opera no reino do espírito.
8&% pois% que lançar mão das armas disponíveis para vencer os pensamentos da
dOvida < Co.1 T5>H@. Esteja pronto a recusar qualquer pensamento ou imagem
contr&rios 3 sua oração. Controle seus pensamentos de acordo com Silipenses R5;N.
+se as promessas de 7eus como arma contra os ataques de d=vida. $ /alavra
de 4eus con"essada com autoridade e "! mant!m o inimigo distante <Mt.R5 :::@.
Concentrese na idelidade de 7eus e de <ua 8alavra. Isso "ortalece a "! e p(e a

dOvidaÉ "ora
sua do caminho.na+ossa
segurança "! !de"irmada
/alavra naquilo
4eus que que 4eus
garantir& ! <0m.R5
a vit)ria :N:@.
contra os ataques
das dOvidas

. C+!e$,e-!e +"m* *'&'"1e 1e (",$ e 8$*'&10 * De"! *': * #(e+*


m*'e$&*(&H*;0 1* $e!#!'* * #e1&1.
Voc# não deve esperar a mani"estação para poder agradecer.
$gradeça logo% pois a sua convicção ! que 4eus ! "iel 3 ua /alavra e a
materiali'ação da resposta ! apenas uma questão de tempo.
L louvor ! uma e,pressão de "! em 4eus% e se -aseia na promessa dWEle. Ele !
"iel.
110
L louvor deve acompanhar as oraç(es <SlR5;%?@. 1oda a petição deve ser
marcada pelas aç(es de graça.
L louvor "ortalece a "! <0m R5T@.
L louvor% pela resposta 3 oração% antes de ver sua mani"estação% li-era a
operação do poder de 4eus. Desus% diante do tOmulo a-erto de F&'aro5 evantando
os ol:os para o céu- disse- 8ai- (raças te dou porque me ouviste <Do  5R:@. E logo
F&'aro estava "ora do tOmulo% vivo.
L coração agradecido que aguarda a mani"estação "ísica da resposta de 4eus
com louvor e aç(es de graça entra no descanso da SÉ.

 - CONSAGRAÇÃO
urgem ocasi(es em nossa vida% quando temos de tomar algumas decis(es% e
seguir por um determinado caminho sem que a vontade de 4eus% naquela &rea%
esteja claramente revelada em ua /alavra. É aí quando% em ve' de começar a pedir%
devemos -uscar ua "ace e esperar em ua presença a "im de conhecermos o desejo
do eu coração para aquela situação especí"ica. Esse tipo de oração ! mais uma
atitude de su-missão% dedicação% entrega e o-edi#ncia a 4eus do que petição. 2ma
ve' conhecida ua vontade% ! s) seguiIa.
+esse tipo de oração h& uma disposição de "a'er ou aceitar qualquer que seja a
vontade de 4eus naquela circunstncia.
Este ! o Onico tipo de oração onde se emprega o Use "or da 1ua vontadeU. Ela !
"eita numa situação em que se -usca o conhecimento da vontade de 4eus ainda não
revelada. Isso ! "eito com a mais pro"unda atitude de su-missão a 4eus.
$ oração de dedicação ! harmoni'ar nossa vontade com a vontade de 4eus% a
"im de tra'er sucesso numa determinada situaç ão. $ vontade de 4eus ! sempre para
nosso -ene"ício. Esse tipo de oração colocanos direcionados para o mesmo alvo.
Desus "e' esta oração no Gets#mane <Fc 5R@5 U/ai% se queres a"asta de mim
este c&lice9 todavia não se "aça a minha vontade% mas a 1uaU.É mais uma atitude de
su-missão e o-edi#ncia do que palavras.E,ige um tempo maior de -usca% repetidas
ve'es% at! a convicção do plano divino.

111
0equer a renOncia da vontade pr)pria. $ mente deve ser esva'iada das
pre"er#ncias pessoais para aceitar o plano de 4eus% não importando qual seja.
2ma ve' conhecido o plano de 4eus% não se trata de rece-er alguma coisa% mas
"a'ela de acordo com a direção rece-ida.
;  ENTREGA
<I /e H5 ?9 Mt ;5H?@.
$ oração de entrega "ala tam-!m de uma atitude do coração.
Auando os cuidados% inquietaç(es e pesos nos -atem 3 porta% trans"erimolos
para o enhor% que tem condiç(es de lev&los e% então% devemos entrar no descanso
da "!.
/odemos entregar nossos cuidados% preocupaç(es e a n)s mesmos
a 4eus e go'ar ua pa' divina <I > ?5 H@.
4eus ! contra a preocupação. Ela nada produ' senão stress% esgotamento e
morte. Desus pregou contra ela. /aulo pregou contra ela. $ *í-lia ! contra a
preocupação porque ela "oi gerada por atan&s.
1odo e qualquer cuidado deve ser erradicado de nossas vidas
<SI R5;% ?@.
L /oder de 4eus começa a operar quando lançamos nossos
cuidados so-re Ele. $s preocupaç(es apenas -loqueiam essa operação.
$ entrega dos "ardos a 4eus tra' o descanso <I >?5 ?@.
?  INTERCESSAO
4eus chamou o Corpo de Cristo para o minist!rio da intercessão por todos os
homens <I 1m 5 :R@.
4eus est& para tra'er um grande derramamento do eu Espírito nestes Oltimos
dias% com grande demonstração de poder. $ oração intercess)ria ! o instrumento que
o Espírito de 4eus usar& para tra'er esse derramamento.
omos chamados a interceder porque 4eus nada "a' na 1erra sem a
cooperação do homem. 4eus revela eus prop)sitos e eus servos "alam na terra em
linha com eles e se tornam o instrumento para gerar e dar 3 lu'% pela intercessão%
cada um deles. L homem ainda tem autoridade na terra. 4eus o colocou nessa
posição. 4eus -usca intercessores5 Is HN9 :;% :?9 Do N5>%>>9 +m :;5R=9 Is ;R5?.
Desus% o Intercessor provido por 4eus5 8- ?5H9 0m =5>R. Ele intercede no c!u.
L Espírito anto como Intercessor5 0m =5;. Ele intercede% na 1erra%
de dentro de santu&rios humanos% redimidos pelo sangue do Cordeiro.
4eus precisa hoje de servos na U-rechaU <E' 5>T%>:@.
Intercessão e as Udores de partoU <Dr >T5;9 Is ;;5=9 C:R5 :N@.

E(eme+'! &+1&!#e+!,e&!  &+'e$e!!0


112
*6 Identi"icação5 Interceder ! tomar o lugar de outro e pleitear sua causa como
se "osse sua <E, >5>:%>@.
<6 $mor5 0m H5H.
6 Compai,ão5 Mt N5>;>=5 :R:R9 :H5>9 T5>R.

ORAÇAO E JEJUM
. P$ )"e 9e9"*$ e $*$
/or que motivo os cristãos devem algumas ve'es dei,ar a comida% dormida%
-oas roupas% a vida em "amília ou outros con"ortos para se dedicarem somente 3
oraçãoB
8omens e mulheres usados por 4eus em toda a *í-lia% jejuaram5 Mois!s% 4avi%
Esdras% +eemias% 4aniel% /aulo...
Desus iniciou seu minist!rio com RT dias de jejum.
+ão h& uma ordem na *í-lia para se jejuar% mas Desus dei,a claro que jejum !
parte da vida do cristão% ao di'er5UAuando jejuardes...U <Mt ;5 :;@ U...naqueles dias
jejuarãoU <Fc H5>R%>H@.
$ Igreja primitiva conhecia a pr&tica do jejum <$t :>5%>@.

4. O )"e ! o 9e9"m e a $*;0


+ão ! simplesmente a-stin#ncia de alimento ou de alguma coisa.
$cima de tudo ! colocar 4eus no lugar supremo. É colocar a oração em primeiro
lugar.
8& momentos em que devemos comer e -e-er com alegria e gratidão <I
:T>5%H@9 que devemos dormir <I :?59 >5H@9 os pra'eres da "amília devem ser
go'ados <8- :>5R9 /v :=5@. 1oda -#nção vem de 4eus <1g :5 ?@ e deve ser
des"rutada% para que por elas 4eus seja glori"icado. Mas h& momentos em que
devemos voltar as costas para tudo isso e -uscar a "ace do enhor por algum tempo.
/ara tanto somos levados a voltar toda a nossa atenção e energia para o enhor%
orando$ ea-stin#ncia
esperandopode
em ua
ser presença.
s) de comida <Mt R5@.
8& ocasi(es em que o jejum ! completo% sem &gua nem comida <Ester R5 :;@.8&
jejuns parciais% em que se come s) o indispens&vel <4n :T5>@.
Zs ve'es h& a-stin#ncia do relacionamento se,ual entre marido e mulher<E, :N5
:R5:H9 : Co ?5H@.
L espírito do jejum ! um desejo ardente de estar com 4eus em oração% por
alguma ra'ão especí"ica% maior que qualquer desejo normal ou lícito.
Dejum signi"ica persist#ncia em oração. /odemos orar "reqJentemente% mas não
oramos muito. eparar um tempo para jejum e oração ! disporse a um s!rio tra-alho
com uma persist#ncia que não aceitar& a negação.
113
$ oração persistente% que dei,a tudo mais e d& a 4eus o devido
lugar% "reqJentemente% envolve o jejum. Dejum ! uma deli-eração de
remover todo o-st&culo 3 oração <8- :5 : %@. Dejuar ! simplesmente
colocar de lado todo peso e todo emprego que impede nossas oraç(es.
L jejum mani"esta a intensidade de um desejo% a grande'a de uma
determinação e da "!. L jejum% pois% revela o "ervor e a seriedade da -usca da
resposta 3 oração.

. O 9e9"m + N, Te!'*me+'


+ão h& uma Onica ordem no +ovo 1estamento para a Igreja jejuar. 1am-!m não
h& normas esta-elecidas. +o entanto% parece que o jejum ! algo que "a' parte da vida
normal do povo. Ls judeus j& eram dados ao jejum semanal% e os "ariseus jejuavam
duas ve'es por semana.
Desus jejuou ap)s o -atismo <Mt R59 Fc R5@. Ele passava noites em oração e% ao
que parece% sem comer. Mas não praticava o tipo de jejum dos "ariseus ou mesmo de
Doão *atista. Ele dei,ou%
Fucas H5>>>H contudo%
di' que ensinos
haveria so-re odepois
um tempo% jejum.da ua partida% em que os
discípulos jejuariam. 8& tempos em que o jejum não se "a' necess&rio. Ver ainda
Mateus :?5 :.
L jejum deve ser ao enhor% sem a motivação de impressionar <Mt ;5 :;:=@.
UAuando jejuardesU. Est& implícito que jejum era uma pr&tica indiscutí vel. 1alve' por
essa ra'ão não haja nenhum mandamento para que se jejue.

K. O 9e9"m + (&,$ 1e A'!


aulo jejuou ap)s o encontro com Cristo% 3 caminho de 4amasco <$t N5N@.
Motivo5 espera em 4eus e -usca de revelação.
Corn!lio jejuava quando o anjo lhe trou,e a mensagem de 4eus <$t :T5>T@.
Motivo5 e,ercício espiritual diante do enhor.
Ls pro"etas e mestres na igreja de $ntioquia <$t :>5 :>@. Motivo5 ministrar ao
enhor% impor as mãos so-re os ap)stolos e envi&los 3 o-ra mission&ria.
/aulo para a separação dos pres-íteros <$t R:5 >@.
$s pessoas que viajavam com /aulo para 0oma <$t ?5N%>>%>R@.
Eram dias de grande perigo.

. O 9e9"m +*! *$'*!


/aulo era dado 3 pr&tica do jejum <:: Co ;5R%H@.
$ Onica instrução so-re jejum e oração nas cartas ! no que se re"ere o casal <I
114
Co ?5R%H@.

. R*He! <Q<(&*! #*$*  $e+'e 9e9"*$


L jejum p(e a carne so- sujeição e ajuda na disciplina.
Mas ele nada altera a 4eus. Ele ! o mesmo antes% durante e depois do meu
jejum. L -ene"ício do jejum ! para mim% pois ajudame a estar mais sensível ao
Espírito de 4eus.
Auando uma necessidade de esperar mais em 4eus surge% e o Espírito anto
nos impele a jejuar% esse ! o tempo para tal. L +ovo 1estamento não esta-elece um
programa de jejum. L cristão ! Uguiado pelo EspíritoU <0m =5 :;@ e ! Ele quem vai
mostrar por que% como e quando jejuar. Dejuar "ora da liderança do Espírito não passa
de autopunição.
Dejuar com o prop)sito de ministrar ao enhor. 2m tempo de comunhão sem
qualquer interrupção <$t :>5@.

B&<(&8$*/&*
Compilado 1e3V*(+&e M&(me+! Ce(  Minist!rio /alavra da S!.

PARTE VI
O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS

L caminho para o car&ter de Cristo ! o caminho da operação da cru' em n)s5


+ão h& outra maneira das marcas do car&ter de Cristo serem "ormadas% a não ser
pela cru'. E a cru' ! o que-rantamento da vontade e da "orça humana pela ação do
enhor. 4eus prepara circunstncias e situaç(es que tratam com nossas vontades
para que possamos ser que-rantados. É atrav!s da lei da cru' <Mt. :;5R@ que somos
"ormados em nosso car&ter.
. Esta lei opera em n)s% moldandonos e ensinandonos a vida do Espírito. +ão
h& como conter o processo dos tratamentos do enhor para "ormar o car&ter cristão.
Como ! -om vivermos e nos relacionarmos com pessoas que-rantadas e doces cujos
coraç(es "oram tratados por 4eus. $ cru' ! que opera em n)s a -ele'a do enhor. $
cru' ! o instrumento de 4eus para moldarnos 3 semelhança de Cristo. $ cru' que
nos capacita para termos o car&ter que suporta o poder de 4eus. $ntes de Desus
su-ir% Ele desceu <E".R5=N@. Este ! o princípio de 4eus. $ntes de conhecermos o
poder e a gl)ria temos que ser tratados pela cru' de Cristo. Auanto mais alto 4eus "or
115
nos levar signi"ica que mais tratamentos precisamos ter em nosso car&ter. E,iste um
princípio aqui5 as press(es e tentaç(es aumentam 3 medida que su-imos em 4eus.
/or isso% mais -ase de car&ter uma pessoa precisa ter na guerra contra o mundo
espiritual e o pecado. Desus passou tal pressão que suou gotas de sangue <8e-.:5R@.
L car&ter do o-reiro precisa ter sido "ormado pela cru'. $ maturidade emocional e
espiritual v#m pelos tratamentos da cru' de Cristo. Ls homens de 4eus precisam ser
homens que vençam os ataques do inimigo em suas mentes e emoç(es% e isto vem
pelo que-rantamento. +ãoL podem r&(eis que cedem 3s press(es
malignas so-re a carne. alicerceser
de pessoas
uma casa ! a parte mais delicada da
construção. 4a mesma "orma% na Igreja% ter líderes "ortes% tratados e preparados ! a
parte mais delicada e mais importante da construção . $s press(es não v#m somente
pelos ataques do inimigo mas tam-!m pelos princípios que envolvem -usca de 4eus.
Zs ve'es. quanto mais -uscamos ao enhor% parece que tanto mais os c!us se
"echam e se tomam de -ron'e. É um princípio que precisamo s sa-er5 os que -uscam
ao enhor% que muitas ve'es oram e jejuam sentem muita resist#ncia e
aparentemente nada acontece% ou 3s ve'es as press(es e pro-lemas aumentam. Este
princípio est& ligado ao "ato de que nos c!us algo est& sendo gerado e por isso
estamos pagando o preço.empre% antes da visitação de 4eus e dos avivamentos% os
homens usados so"rem%
operar. /ortanto% choram edegemem
como o-reiros at! que a mãoconhecer
4eus% necessitamos do enhor esteja
estes livre parae
caminhos%
estarmos preparados para en"rent&los.

DEFINIÇÃO DE CARÁTER
L car&ter re"letir& os traços da nature'a pecaminosa <sendo in"luenciado pelo
mundo@% ou os traços da nature'a divina <sendo in"luenciado pela /alavra de 4eus@.
Car&ter ! a soma total de todas as inlu3ncias positivas ou ne(ativas- aprendidas na
vida de uma pessoa. e mani"estar& atrav!s dos seus valores% motivaç(es% atitude s%
sentimentos e aç(es.
Em 8-.: 5>% o escritor a"irma que Cristo ! o pr)prio car&ter de 4eus. Car&ter !
como uma marca impressa que distin(ue a pessoa.
impresso em Desus Cristo precisa ser impresso na Igreja%Lpara
car&ter
que de 4eus
desta que o"oi
"orma
mundo creia em 4eus. +ossa primeira decisão ! crer. 4evemos ter uma decisão de
seguir a Desus tomandonos seus discípulos e9 por "im% sermos "eitos con"orme ua
pr)pria imagem <0om.=5N e I Cor. :H5RN@9 identi"icados% desta "orma como cristãos.
Car&ter no grego signi"ica D'AG;'. U8e-.: 5>% $"irma que Cristo ! o pr)prio
Car&ter de 4eus% a pr)pria estampa da nature'a de 4eus% aquele em que 4eus
estampou ou imprimiu eu ser.
Car&ter ! o sinal identiicador da natureza de qualquer ser ou coisa <dicion&rio
de /sicologia Ca-ral e +ic@.É o con6unto de aspectos que caracterizam o ;(o. L
car&ter ! "ormado pela aprendi'agem. 1odo ser humano a partir do seu nascimento
começa a rece-er inlu3ncias do meio ambiente onde se encontra. Estas in"lu#ncias
116
são assimiladas e com o tempo passam a "a'er parte do car&ter. Esse processo de
aprendi'agem ! "eito por identi"icação% imitação% punição% e recompensa. L prop)sito
! que o homem se tome 3 imagem do seu "ilho% o enhor Desus Cristo% 4eushomem.
Este prop)sito não mudou. $ queda do homem não mudou este plano e o prop)sito
não mudou. 4esde $dão% passado por Desus e pela Igreja o plano de 4eus ser&
sempre o mesmo.

Oeb.2@ :T 8orque convin:a que aquele- por cu6a causa e por quem todas as
cousas existem- conduzindo muitos il:os 3 Gl*ria- apereiçoasse por meio de
sorimentos o Autor da salvação deles. U

e a igreja deve atingir esta meta% seus líderes devem mostrar o caminho e
devem ir na "rente. L car&ter e a personalidade do enhor Desus Cristo devem ser
desenvolvidos nos líderes da Igreja antes de ser "ormado no eu povo.

F$m* 1e Pe+!*$
$ "orma de pensar de uma pessoa ! perce-ida pela maneira como ela constr)i a
sua escala de valores. L meu car&ter ! determinado em primeiro lugar pelo aspecto
moral% ou seja% aquilo que eu considero correto% errado% permitido% proi-ido e assim
por diante. e eu aprovo aquilo que de"initivamente ! errado% então se pode di'er que
o meu car&ter ! de"eituoso% um UMa Car&terU .
Auando nos convertemos% a primeira coisa que devemos "a'er ! renovar a
nossa mente. 0enovar% nesse caso% signi"ica mudar a minha maneira de perce-er as
coisas e tam-!m a minha escala de valores. $ vontade de 4eus ! que tenhamos o
car&ter de Cristo% a sua mente <I Cor.5 :;@.

E!'&( 1e V&1*
L estilo de vida de uma pessoa ! determinado pelos seus alvos% h&-itos e
costumes. e o meu grande alvo na vida ! ganhar dinheiro% eu devo desenvolver um
estilo de vida compatível com esse alvo. 4evo desenvolver os h&-itos e costumes
coerentes com o que quero alcançar. e eu quero ser atleta e não treino% algo est&
errado. e eu quero me desenvolver nos estudos% mas não me aplico a ler em casa
tam-!m h& algo errado. L estilo de vida "a' parte do nosso car&ter. $ prova disso !
que% normalmente% pessoas de uma mesma pro"issão apresentam características de
car&ter semelhantes. +ão ! di"ícil perce-ermos isso em empres&rios% caminhoneiros%
programadores%etc.

C+1"'*
$ conduta ! o con6unto de comportamentos que aprendemos e que se irmam
dentro de n*s. Conduta ! tudo aquilo que azemos- alamos- sentimos- esperamos e

117
dese6amos. $ conduta se mani"esta na minha relação com outras pessoas. L meu
comportamento diante de outras pessoas mani"esta o meu car&ter% ou seja% a minha
"orma de pensar e os motivos que vão dentro do coração.
Estes são os tr#s elementos que comp(em o nosso car&ter. Com certe'a% eles
não podem ser o-servados separadamente. Em tudo aquilo que "a'emos%
mani"estamos estes tr#s aspectos ao mesmo tempo.1odos n)s ao nos convertermos
j& possuímos um car&ter "ormado. Esse car&ter "oi "ormado por tudo aquilo que
rece-emos do nosso meio am-iente. Muito daquilo queW aprendemos est& correto%
mas e,istem partes da nossa "orma de pensar% do nosso estilo de vida% e da nossa
conduta que devem ser transormados.
1odo o nosso crescimento espiritual ! demonstrado pelo nosso car&ter. e com
o passar do tempo acumulamos muito conhecimento% mas não demonstramos
nenhuma mudança no car&ter% isso mostra que o conhecimento "oi em vão. 4eus est&
pro"undamente interessado em nossa conduta. Desus e os $p)stolos gastaram muito
espaço para tratar de "rutos% de comportamento% de conduta% de coração% como
vemos5
't. H5R=  portanto- sede v*s pereitos como pereito ! o vosso 8ai celeste.

DD Cor :>5 N  porque nos re(ozi6amos quando n*s estamos racos- e v*s. ortes.
e isto ! o que pedimos- o vosso apereiçoamento.
GD. R5 :N  'eus il:os- por quem de novo soro as dores de parto- até ser Cristo
ormado em v*s
;. :5R  $ssim como nos escol:eu nele antes da undação do mundo- para
sermos santos irrepreens,veis perante ;le
DDKm >9:? Aim de que o :omem de 7eus se6a pereito e pereitamente
:abilitado para toda boa obra.
11 8e. :9>  Eisto como pelo seu 7ivino poder nos tem sido doadas todas as
cousas que conduzem 3 vida e 3 piedade- pelo con:ecimento completo daquele que
nos c:amou para sua pr*pria (l*riae virtude.

Em 0om. =9N vemos que o prop)sito eterno de 4eus ! ter muitos "ilhos% mas
não apenas isso. Estes "ilhos devem ser semelhantes a Desus. 4eus quer "ilhos que
mani"estem o car&ter de Desus. Auando o homem caiu% o prop)sito de 4eus "oi
apenas adiado% não "oi mudado. $ Igreja do enhor deve atingir esta meta e os seus
líderes devem mostrar o caminho% devem ir 3 "rente do re-anho. L car&ter de enhor
Desus deve ser desenvolvido nos. líderes da Igreja antes de ser "ormado no seu povo.
+ão são poucos os escndalos que t#m surgido entre lideres investidos de
autoridade sem antes rece-erem aprovação no car&ter. 2m líder que apresenta
de"ici#ncias s!rias em seu car&ter constituise em um grande o-st&culo para que
4eus possa atuar.
118
$s de"ici#ncias de car&ter nas vidas dos mem-ros da igreja se devem% em
grande parte aos pr)prios líderes. Em certo sentido% a igreja ! o retrato da sua
liderança. Fíderes relapsos geram um povo relapso. Fíderes preguiçosos geram um
povo igualmente preguiçoso. e a liderança ! imatura inevitavelmente tam-!m o
povoW o ser&. +unca ser& demais en"ati'armos o car&ter do o-reiro% pois isto
determina o sucesso no minist!rio. omente um car&ter "ormado e aprovado pode
suportar as press(es da o-ra e as di"iculdades do minist!rio.

CARÁTER E DONS
E,iste uma distorção que tem assolado a Igreja do enhor durante os s!culos5 a
valori'ação dos dons em detrimento do car&ter. 2m dom ! uma d&diva de 7eus. 4eus
concede a todos indistintamente. Ls dons podem ser5 naturais ou espirituais. Ls dons
naturais são aqueles com os quais nascemos como5 intelig#ncia% astOcia% mem)ria%
capacidade de tocar% cantar% praticar determinados esportes% etc. Ls dons espirituais
nos são concedidos pelo Espírito anto como instrumentos na sua o-ra5 I Cor. :5?
:T. Ls dons são muito Oteis mas são secund&rios. 4eus coloca em primeiro lugar a
vida e o car&ter. 1odos podem achar que um determinado irmão que possui uma
grande intelig#ncia e capacidade e,traordin&ria de memori'ação dever& se tomar um
grande
mundana.pregador. Isto4eus
$ Igreja de ! um
não tremendo
! edi"icadaequívoco
com essase coisas.
não passa
e tal de mentalidade
irmão possuir
vida de 4eus e ainda não passou pelo processo da Cru' não ser& Otil para 4eus%
apesar do seu dom.
Lutra pessoa pode ainda pensar que um irmão% por ter um dom de cura e
discernimento de espíritos% venha a ser uma coluna na casa de 4eus. Isto tam-!m !
um engano. Ls dons são Oteis% mas nunca podem ser a -ase da o-ra de edi"icação da
Igreja.
Este ! o motivo por que e,istem tantos escndalos5 priori'amos mais o dom
que o car&ter. Ls dons% sejam espirituais% ou naturais devem passar pela Cru' antes
de serem Oteis. L minist!rio ! edi"icado so-re o car&ter e não so-re os dons. 4eus

não vai enviar


homens% mas oningu!m semaantes
car&ter atrai 4eus.tratar com o seu car&ter. Ls dons atraem os
+o livro de ,odo% encontramos um e,emplo cl&ssico do equívoco de se
priori'ar os dons. $ palavra do enhor di' que o povo de Israel estava sendo
escravi'ado por Sara). Mois!s era o homem que 4eus havia escolhido para levar a
ca-o o seu prop)sito. Mois!s havia sido criado no pal&cio de Sara) e rece-eu a
melhor instrução da !poca% era um homem e,cepcionalmente talentoso. L pr)prio
Mois!s tinha algum entendimento desse "ato e% em certo momento% se dispXs ele
mesmo a li-ertar o seu povo da escravidão < ver E,. 5 :::H @. Mois!s se achava
capa' e per"eitamente ha-ilitado porque possuía a instrução Egípcia. 4eus% por!m%
coloca Mois!s de molho por quarenta anos no deserto de Midiã at! que o seu car&ter
pudesse ser aprovado por Ele. 4o ponto de vista natural Mois!s j& estava pronto aos
quarenta anos quando matou o egípcio9 mas% do ponto de vista de 4eus% precisa de
119
outros quarenta anos at! o ponto de não mais con"iar na sua "orça ou nos seus
talentos. <Ver E,. >5 :T@.
Auanto mais um homem con"iar em si mesmo% nos seus talentos naturais%.
menos utilidade ter& para 4eus.
L crit!rio de 4eus sempre ! escolher o que se acha r&(il- incapaz e
desqualiicado. $ gl)ria de 4eus se toma mani"esta quando pessoas a quem não
reput&vamos qualquer valor se levanta em poder e autoridade. Sica patente que 4eus
! quem "a' e não ! um simples uso de talentos especiais.
A FORMAÇÃO DO CARÁTER

8orque ! 7eus quem eetua em v*s tanto o querer como o realizar... U 4ver LD.
5 :>@.

1odos n)s desejamos ter um car&ter aprovado por 4eus. 1odos n)s queremos
agradar a 4eus e% por isso "icamos apenas esperando sa-er as normas para
começarmos a pratic&las.

$ vida
estamos maiscristã
de-ai,onãode
! um meroda
domínio cumprimento de normas
lei. $ vida cristã e preceitos%
se resume pois não
simplesmente em5
Cristo em v*sF ou seja% a vida cristã consiste% em poucas palavras% na depend#ncia
completa do Espírito anto que ha-ita em n)s. É Ele quem muda o nosso querer e
tam-!m ! Ele quem nos capacit a a "a'er a sua vontade. Ele ! tudo em todos. Desus !
a nossa -ondade% a nossa mansidão% a nossa justiça% Ele na verdade ! tudo o de que
necessitamos. 1udo o de que precisamos j& est& em n)s na pessoa do Espírito anto.
eria muito "&cil começarmos a nos es"orçar para cumprir um conjunto de qualidades%
não ! essa. por!m% a nossa proposta. 4esejamos que os irmãos tenham revelação do
pleno suprimento de 4eus para nossas vidas% pois% 3 medida que entendermos isso%
!f qualidades de car&ter naturalmente irão tomando "orma. L pleno suprimento de
4eus para
Ele an)s ! Cristo
nossa vida. Desus quetudo
eja Ele ha-ita
em em n)s. eja
todos..
+ão adianta "alarmos de car&ter e conduta% se n)s ainda não nos apropriamos
do pleno suprimento de 4eus para n)s5 $ li-ertação do velho homem do poder do
pecado% da nossa justi"icação e regeneração em Cristo% da depend#ncia complet a do
Espírito e o andar no Espírito. /recisamos nos apropriar destas grandes realidades
espirituais% mas não apenas isto% precisam os aprender a perce-er a direção de 4eus
em nosso espírito% "a'ermos separação entre alma e espírito% e conhecermos a pr&tica
da renOncia di&ria do E2 no princípio da Cru'. 1odas essas e,peri#ncias devem ser
compreendidas no espírito.
Auando en"ati'amos muito as qualidades recomend&veis corremos o risco de

esta-elecermos
cinco um
passos para amontoado
vencer de passos
a ira% dez regrinhas que
para não estão
vencer na *í-lia.
a lasc,via. etc. 1ais como5
120
Estas coisas não "uncionam e nos desviam do centro da vida cristã. Cristo ! a
nossa vida < ver CD. >5R@. $ vida do cristão ! Cristo. Muitos pensam que podem ser
santos se tão somente conseguirem vencer certos tipos de pecados. Lutros pensam
que sendo humildes e gentis são vitoriosos. $inda alguns imaginam que orando mais
e lendo a *í-lia %tendo cuidado para jejuar e vigiar% então alcançarão um car&ter
anto. Lutros conce-em a id!ia de que somente matando o Ego terão vit)ria. 1odas
estas ")rmulas t#m a apar#ncia de piedade e sinceridade% mas tudo isso ! vão. +ão
podemos
pro-lemas.viver a vida não
+a pr&tica cristã usando Lmil
"unciona. quee uma
4eus ")rmulas
deseja ! para os mais variados
que entendamos que Cristo
! a nossa vida. L per"eito suprimento de 4eus para todas as nossas necessidades.
Com este entendimento em vista vamos estudar alguns princípios "undamentais
que aumentarão a compreensão de que Cristo ! de "ato a nossa vida.

A FORMAÇÃO DO CARÁTER ATRAV?S DOS TRATAMENTOS DE DEUS

II /e.:5 ::: É a (raça de 7eus que me capacita a azer as coisas certas diante
de 7eus. $ leitura deste te,to nos ajuda na compreensão do processo que 4eus usa
para desenvolver o car&ter de um cristão. 4eus% atrav!s de Desus Cristo% nos prov# a
ua pr)pria
o poder de nature'a.
4eus ! a $s promessas
nossa garantia4ivinas
de quenos
Ele"oram outorgadas
reali'ar& em n)s<ver :: /e.:5R @% e
as mudanças
necess&rias. <ver :: /e.:5>@.
omente atrav!s de uma atitude diligente podemos alcançar o aper"eiçoamento
do nosso car&ter% precisamos ter a decisão de sermos semelhantes a Cristo% termos
em n)s a nature'a 4ivina amadurecida <ver II /e.:5:Te ::@.
$ vida cristã ! um processo. /recisamos venc#la passo a passo% cada degrau
corresponde a um novo nível alcançado e nova vit)ria em determinada &rea% at!
alcançarmos o topo da escada.
$ responsa-ilidade de 4eus ! prover a todo crente a pr)pria nature'a 4ivina
atrav!s do arrependimento do pecado e da "! em Desus Cristo.
$ responsa-ilidade do homem ! aplicar e cumprir esta realidade em sua vida.
4eus tem dado por direito aos crentes tudo o que ! necess&rio para uma vida
santa5 autoridade e poder. L cristão tem o que precisa para desenvolver um car&ter
maduro% seguindo o enhor Desus.

DESCREVENDO O PROCESSO

1odos nascemos em iniqJidades e "omos "ormados em pecado. 1odos temos


por nascimento uma nature'a caída. que nos acompanhar& ou não por toda a vida
<ver 0m. H5 :@. $ nature'a caída do homem não est& em harmonia com nenhuma

das coisas do enhor <ver C. H5 :?.


121
4eus colocou diante do cristão a meta da per"eição <ver I /e. :5 :H% Gn. :?5:%
Mt. H5R=% Fc. ;5RT@. Maturidade espiritual ! a meta *í-lica para todos os que estão em
Cristo Desus.
/or ve'es% a carnalidade do homem não permite que B.Ie desenvolva seu
car&ter como as Escrituras ordenam. Esta nature'a humana ! tratada de"initivamente
pelo /oder da Cru'% mas o Ego ! a principal ra'ão pela qual o homem precisa do
tratamento de 4eus. Cada cristão precisa do tratamento de 4eus para motiv&lo a
prosseguir em direção 3 per"eição espiritual < ver 8-. ;5: e>@.
O PROPÓSITO DO TRATAMENTO

L cristão necessita do tratamento de 4eus em sua vida porque possui &reas


escondidas em sua vida que devem ser reveladas% <ver I Do. : 5H?@. 4eus deseja
revelar estas &reas escondidas de pecados em n)s% de maneira a nos ajudar a
crescer. $s Escrituras a"irmam que ! 4eus quem revela tais secredos <ver Co. >5 :> e
Mt. :T5; e ?@.
4eus revela os nossos pecados ocultos para que não sejamos destruídos% nem
os nossos minist!rios. 4eus revela estas &reas escuras% que estão presentes dentro
de n)s% para que renunciemos a elas. /ara que isto aconteça% o cristão precisa da
graça de 4eus porque humanamente a tend#ncia ! co-rir suas pr)prias "alhas e
"raque'as. L homem deseja sempre de"enderse e esconder os motivos do coração
<ver Gn. >9=@.
4eus deu ao cristão o eu Espírito anto. É o Espírito quem revela as
necessidades espirituais do homem% sondando o coração do cristão para revelar os
pecados que devem ser a-andonados <ver I. :>N5> e /v. :5@.
$ palavra UrevelarU signi"ica retirar a tampa% e a palavra UocultarU signi"ica
esconder% co-rindo% co-rir a vista% ou enco-rir o assunto. 4eus tenta retirar a
co-ertura de cima do homem% enquanto o homem "a' tudo para ret#la.
8& v&rios homens nas Escrituras que ilustram o "ato de pecados ocultos. L
começo de suas vidas contrastou drasticamente com o "im delas. Começaram -em e
aca-aram tragicamente.
Ls homens podem começar -em. Mas% se tiverem pecados ocultos em suas
vidas os quais não con"essam e alimentamse sem arrependimento% estarão
destruindo suas vidas e minist!rios.
Em II m. :5 :N% 4avi lamentando a morte de aul e DXnatas% chama tr#s ve'es5U
Como caíram os valentes U +esta lamentação 4avi descreve os UvalentesU no início
da vida ministerial como5

• Sormosos <ver Vs. :N@ . /oderosos <ver vs. :N@


• $mados e queridos <ver Vs. > @
122
• Mais ligeiros do que as &guas <ver Vs. >@
• Mais "ortes "ortes do que le(es <ver Vs. >@
• Vestia como escarlata aos outros <ver Vs R@.
• Capa'es de colocar ornamentos de 4eus nos outros <Vs.R@.< egundo a
versão $lmeida@.

1odo líder precisa lem-rar que o prop)sito dos tratamentos de 4eus ! revelar
seu coração para que ele não caia. $lguns e,emplos *í-licos de homens que
começaram -em e terminaram em trag!dias% por não entenderem os prop)sitos do
tratamento de 4eus em suas vidas.

PROPÓSITO DE DEUS NO TRATAMENTO


. T$*+!/$m*$  C$e+'e  Im*8em 1e Je!"! C$&!'
Este processo ! relatado em DD Cor. >5 :=.
6E todos n)s com o rosto desvendando% contemplando% como por espelho% a
gl)ria do enhor% somos trans"ormados de gl)ria em gl)ria% na sua pr)pria imagem%
como enhor7.
$ palavra 6 trans"orma7 aqui% no Grego% 6 metamorp:os- signi"ica5 mudança
completa de um "ormato em outro. É a rai' da palavra cientí"ica usada para descrever
o processo de trans"ormação de uma lagarta em -or-oleta. Este processo leva tempo
e gasta energia. $ lagarta muda de um "ormato para um outro completamente
di"erente.
L cristão tam-!m precisa passar por uma metamor"ose a cada dia% o cristão
que segue ao enhor e responde positivamente tem mais e mais% da sua nature'a
restaurada e trans"ormada 3 imagem do enhor Desus.

4.L&m#*$ T1* S"9e&$*


4eus quer nos tomar puros. Ele est& constantemente levando seu povo ao "ogo
atrav!s dos seus tratamentos. Em todo o mundo% est& havendo muita pressão e calor
so-re o povo de 4eus. Este calor est& ordenado por 4eus para purgar seu povo. $
palavra UpurgarU signi"ica reinar tornar puro- mudar pelo calor.
L povo de 4eus como o metal ! preparado para uso. 1oda a sujeira e so-ras
e,tras são tra'i das 3 super"ície para serem lança das "ora. Esc)r ia ! aquilo que !
lançado ora- mat!ria que do-ra% a parte não aproveit&vel. 4eus est& nestes dias
removendo todo o e,cesso e esc)ria dos seus líderes. Ele quer o desenvolvimento do
car&ter em todos os seus líderes <Is : 5H% E'. 5:=:N% Mt. >5:% II 1m 5:@.

. De"! @"e$ L&m#*$ A! N!!*! Ve!'e!


L pisoeiro era um artesão que limpava todas as "i-ras de um pano% para que o

material pudesse
neg)cio perto se tornar
de riachos um lindo
e% depois traje. SreqJentemente%
de lav&los ele esta-elecia
v&rias ve'es% os estendia seu
so- pedras
123
achatadas. 4epois ele -atia os panos crus com um -astão de pisoeiro. Este -astão
era enorme e tinha dentes de "erro que serviam para e,trair sujeira dos panos.
Con"orme ele -atia nos panos crus% todos os "ragmentos e sujeira su-iam a super"ície%
e a &gua os varria. /or este processo% o material era limpo. $p)s a limpe'a% o material
estava pronto para o artí"ice trans"orm&lo em um magní"ico traje.
Malaquias >5 :> di' que Desus ! como Uo o(o do ourives e como a potassa dos
lavandeiros...F e Ele sa-e como nos -ater sem machucar. 4eus tem um -astão que
usa para e,trair toda a sujeira da vida dos cristãos. 4eus não usa seu -ast ão
simplesmente para ostentar o poder% mas usao para limpar as vestes dos seus "ilhos.

K. De"! @"e$ P$1"H&$ F$"'! Em N!!*! V&1*!


Em Doão :H temos a par&-ola da vinha e dos ramos. L agricultor que poda a
vinha dever&% 3s ve'es% usar a tesoura de podar. Ls galhos mortos devem ser
cortados de maneira a não e,trair a seiva necess&ria dos galhos vivos. Ls galhos que
não dão "rutos são cortados. Mas as varas que dão "rutos são podadas para dar mais
"rutos. 4eus ir& podar purgar% re"inar e cortar as varas que dão "rutos para
produ'irem mais "rutos. L prop)sito de 4eus ! sempre positivo e redentor. $queles
que desejarem mais "rutos serão os mais podados.

. P$e#*$*$ O! V*!! P*$* Se$,&-(


<II 1m 5 :NT@ $ partir do momento em que o vaso ! "ormado 4L -arro at! o
momento em que ! retirado do "orno% ele e su-metido a um processo de"inido de
"ormação. $ aplicação das mãos do oleiro so-re o vaso 3s ve'es ! dura e "irme. $
roda do oleiro% o "orno e as mãos do oleiro são todas partes Wvitais na preparação do
vaso. L prop)sito de 4eus nessa situação ! ter o vaso para sua honra < ver Der. :?5 :
:T @.
$s criaturas indicam que Dudas% o ap)stolo caído e traidor de Desus Cristo%
en"orcouse no campo do oleiro <ver Mt. ?5 ::T@. +este campo "oi encontrado um
vaso humano% rejeitado% corrompido e mutilado% vaso para desonra% como tantos
outros.

. De"! @"e$ T$*He$ C$e!&me+' ! N!!*! V&1*!


Em Is. HR5 o pro"eta proclama5 amplia o espaço de tua tenda Siguradamente
isto pode signi"icar que 4eus quer ampliar a capacidade daqueles que estão se
preparando para liderar ua Casa% a "im de que rece-am mais do enhor.
II amue:5>? declara que o enhor pode alargar os passos dos líderes. Is.
;T5H di' que o coração da pessoa pode ser dilatado a "im de que seu Udep)sito
espiritualU tam-!m aumente.

L prop)sito do tratamento de 4eus ! nos alargar de muitas maneiras. 4eus


124
deseja e,pandir o nosso minist!rio e a nossa "unção na casa do. enhor% assim como
o nosso car&ter.
$lgumas &reas em nossas vidas que podemos di'er 4eus quer alargar5

• +ossa Visão  I Cr.R5 : L


• +ossos /assos  I m.5>?
• +ossos Coraç(es  Is.;T5H
• +ossas Sronteiras  E,.>R5R
• +ossa Sorça  I m.5 :
• +ossa 8a-itação  E'.R:5?% /v.R5>R% Is. HR5
• +osso Minist!rio  II Co.;5 :: e :>%Il Co. :T5 :H:;

?. N! Le,*$ * Um* B"!* I+'e+!* 1* S"* Pe!!*


L enhor trar& as press(es e o calor so-re os líderes em períodos especí"icos
para motiv&los a -usc&Fo. $ pressão não ! para desvi&I os de 4eus% mas para
coloc&los na direção 4ele. Muitas ve'es% os tempos di"íceis e as circunstncias duras
são mal interpretados pelo líder em preparação. 1odos estes tratamentos são para
motivar o homem a se voltar para 4eus como a sua Onica "orça. 2m líder deve
aprender a -uscar a 4eus em tempos de"íceis para que aprenda a ajudar os outros a
"a'erem o mesmo. Desus aprendeu pelo que so"reu. É a e,peri#ncia que nos capacita
a condu'ir outros.

. De"! @"e$ M*&! 1 Se" E!#Q$&' F("&+1 em N!!*! V&1*!


$s Escrituras retratam o vinho como indicativo do Espírito de rego'ijo <Mt.N5 :?%
$t.5 :>:;9 E".H5 :=@. L tempo da colheita era um tempo de alegria para todo o povo.
$p)s o longo período de espera% era "inalmente hora da colheita. +este tempo toda a
"amília se envolvia na sega.
$s mulheres e as crianças colocavam nas ca-eças as uvas colhidas. Fevavam
estas uvas para grandes ton!is de pedras onde pisadores aguardavam descalços as
uvas a serem esmagadas. Ls pisadores então iniciavam o processo de andar por cima
das uvas maduras% apertandoas para a e,tração do suco. Enquanto o pisador "a'ia
isto% ele se segurava na viga de madeira que estava ligada ao mastro no centro do
tonel. $ maior parte do seu peso% descansava nesta viga% de maneira a não pisar com
demasiada "orça so-re as uvas. e ele pisasse "orte demais so-re as uvas% ele
esmagaria a semente juntamente com a uva. e isto acontecesse o vinho se tomaria
amar(o- prestando somente para dar aos animais.
$ aplicação ! maravilhosa. 4eus ! o pisador das uvas que somos n)s. Ele
deseja que o vinho do eu Espírito "lua das nossas vidas e minist!rio.
Ele nos aperta. Este ! um processo duro% doloroso% mas 4eus nunca esmagar&
nossos espíritos < a semente da uva@ para não nos tomar amargos. 2ma vida amarga
125
não ! -oa para ningu!m. 4eus não deseja líderes amargos. Ele quer que o vinho novo
e "resco do eu Espírito "lua atrav!s de nossas vidas.

Y. A'$*,:! 1! T$*'*me+'! De"! @"e$ N! D*$ N,* V&!0


Em II Co.R5 :;:=% /aulo en"oca esta realidade. 1odas as press(es% a"liç(es e
provas que v#m so-re n)s agora são para operar algo eterno. +ão devemos olhar
apenas para o presente% analisando aquele momento. /recisamos encarar o "uturo%
pensando no "ruto eterno que ser& em n)s e atrav!s de n)s% na vida de outros. 4ons
são dados- mas o car&ter ! desenvolvido. L car&ter tem valor eterno e ir& conosco
para a Eternidade <I Co.1!@" e :>@.
N!!* A'&'"1e D&*+'e 1 T$*'*me+' 1e De"!

1ermos o car&ter desenvolvido 3 semelhança do de Desus Cristo ! muito mais


importante do que as a"liç(es que possamos viver nesta vida. uportando estas
a"liç(es no presente teremos o car&ter de Desus Cristo sendo desenvolvido em n)s.
+ossas atitudes ou reaç(es diante das circunstncias que 4eus usa para tratar
conosco de"inem nossa aceitação do tratamento% ou não. $lgumas atitudes que
devemos desenvolver quando passamos por provas5

• Lração<1g.H5:>@. .
• Contrição  </e.R5 :N@W
• 0e"le,ão  <8-.:5>@
• Fouvor<I.?R9:
• uportar as Circunstncias  <Mt.:T5 e ICo.:T5 :>@
• Go'o  <Mt.H5 : e 0m.H5> @
• 4isposição para Mudança  <II m.:5 :>@

0esistir Em
tratamentosU. geralmente quer
Dac) vemos umadi'er Use certa
atitude segurar
em ou ser indi"erente
resposta durante
aos tratamentos de os
4eus.
$trav!s das Escrituras 4eus se identi"ica com tr#s homens. Muitas ve'es 4eus
disse5 U Eu sou o 7eus de Abraão- de Qsaque e de >ac* U. endo o 4eus de $-raão% nos
"ala que ! um 4eus que guarda o concerto. endo o 4eus de Isaque "ala do 4eus dos
milagres% mas quando a Escritura proclama que Ele ! o 4eus de Dac)% "ala de 4eus
como sendo 4eus de mudanças% pois mudou o nome de Dac)% e a sua nature'a de
suplantado r para Israel.
4iante do tratamento de 4eus podemos ter duas atitudes5
• $ de verme  Con"orme o pr)prio jac) "oi comprado < ver Is.R:5 :R:;@ e
at! mesmo Desus <ver I.5;@.
126
•$ de serpente  0epresentando atan&s.
Estas duas atitudes se contradi'em. $lguns líderes respondem a 4eus como um
verme% outros como uma serpente.

N!!* A'&'"1e Cm Re!#!'*

4evemos aceitar o tratamento de 4eus em nossa vida% crendo que U Kodas as


coisas cooperam para o nosso bem U% visando um "iel proveito5 L aper"eiçoamento
< maturidade@ do nosso car&ter.
1odos aqueles poderosos homens de 4eus iniciaram seus minist!rios com o
esplendor do sucesso e terminaram derrotados. /ossuíam qualidades positivas no
início de suas vidas e minist!rios. /or e,emplo5 humildade. sa-edoria% "!%
conhecimento% unção% coração pronto para 4eus. $pesar de todas as qualidades
s)lidas e "ortes que porventura possuamos% devemos ter sensi-ilidade e o-edi#ncia
ao enhor% at! mesmo durante os tratamentos em nossas vidas.
O CARÁTER CRISTÃO E L FRUTO DO ESPÍRITO
L que queremos di'er comU car&ter cristãoU? L car&ter de Cristo ! ilustrado nas
Escrituras como sendo o "ruto do Espírito5
UL "ruto do Espírito ! o amor% go'o% pa'% paci#ncia% -enignidade% -ondade%
"idelidade% mansidão% e autocontrole... D& que vivemos pelo Espírito% andemos
tam-!m no espíritoU <GIH5%H simpli"icado@.
Estas lindas qualidades da nature'a de Cristo retratam o eu car&ter. Elas são
aspectos especí"icos da ua vida ou ser. É assim que Desus !. E devemos nos tomar
semelhantes a Ele em nossa vida e caminhar cristãos.
Lnde quer que Desus "osse% o "ruto da ua vida era uma -#nção. L "ruto do eu
Espírito ser& uma grande -#nção para n)s tam-!m  como para outras pessoas. E%
acima de tudo% o "ruto do Espírito ser& uma -#nção para o nosso /r)prio /ai Celestial.
Vamos rever uma ve' mais o es-oço dos "rutos do Espírito5

A. B+;0! I+'e$+*!
. $mor  ser amoroso no interior
4. $legria  ser alegre no interior
. /a'  ser tranqJilo no interior

B. B+;0! E'e$+*!
. /aci#ncia  ser paciente com os outros
4. *ondade  ser -om para com os outros
. *enignidade  ser -enigno para com os outros

C. B+;0! Ve$'&*&!
. Sidelidade  ser "iel a 4eus
127
4. Mansidão  ser humilde diante de 4eus
. $utocontrole  ser controlado por 4eus

/odemos ver "acilmente que estas U-#nçãosU se entrelaçam entre si. e "ormos
cheios de amor em nosso interior% seremos amorosos para com os outros e para com
o enhor. L "ruto do Espírito geralmente se estende a todas as tr#s direç(es%
tra'endo grandes -#nçãos.
$ lista acima inclui muitas das características importantes da vida de Cristo%
mas h& outras tam-!m. /aulo nos d& estes nove "rutos como e,emplo para
estudarmos. L-serve estas outras passagens -í-licas que se re"erem a "rutos
espirituais5 0omanos H5>H% Colossenses >5 ::H9 : 1im)teo ;5 ::9  /edro :5H?.

ALGUMAS PALAVRAS FINAIS DO APÓSTOLO PAULO

L $p)stolo /aulo sumari'a e "a' o seu es-oço do "ruto do Espírito com as


seguintes palavras% que são muito signi"icativas5

9s que pertencem a Cristo >esus cruciicaram a carne com suas paix/es e
dese6os. >& que estamos vivendo pelo poder do ;sp,rito de Cristo- si(amos a direção
do <eu ;sp,rito em todos os aspectos das nossas vidas. .
8orque o que semeia 3 carne- da carne ceiar& a morte e a deterioração- mas o
que semeia ao ;sp,rito- do ;sp,rito ceiar& a vida eterna 4GD$@2- H9
#@"simpliicado5.

*i-liogra"ia
Compilado de5 0o-ert Srost
0evista $tos. [orld Map

PARTE VII
GUERRA ESPIRITUAL

128
A EXISTZNCIA DE DEMWNIOS
$ e,ist#ncia de demXnios amplamente ! con"irmada na *í-lia. Sa' parte da
e,peri#ncia de todos os povos% e ! uma ineg&vel realidade.
Auando atan&s caiu% levou consigo partes das hostes angelicais% e hoje ele
possui um verdadeiro e,!rcito organi'ado com os mais diversos escal(es.
Grande parte do minist!rio de Desus "oi devotada a e,pulsão de demXnios
<M:.:5%N9 :H9=9 Mc.H5 ::;@. Ele deu autoridade aos discípulos para "a'erem
a mesma coisa <M:.lT5 :@ e viu a vit)ria deles so-re atan&s <Fc. :T5 :?:=@. Ele "alou
em privado com eus discípulos so-re o poder e a realidade de demXnios <M:.:?5 :R
T@. Est& claro que sua e,ist#ncia ! um "ato e precisamos sa-er como lidar com eles.

NOMES DE DEMWNIOS NA BÍBLIA

N Ve( Te!'*me+'
8& cinco palavras no he-raico que são tradu'i das no grego para demXnio
<daimXnion@.

: ídolos
Sala de hedhim
como  < :.:T;5>?@  /alavra
senhores% uma plural%
ve' que dia de governadores
os he-reus consideravamouassenhores.
imagens
como sím-olos visíveis de demXnios invisíveis.
 eirim  <Fv.:?5?9  Cr.ll5lH9 0s.5=@
>  Elilim  <I. N;5H@  Essa passagem identi"ica os demXnios com ídolos.
R  Gad  <Is ;H.::@. $ deusa "ortuna era um demXnio adorado na *a-ilXnia. Essa
idolatria era chamada de o culto a *aal ou -el.
H  Aeter <:N: 5;@ $ UmortandadeU <qeter@ que assola ao meio dia era tida
como um mau espírito.
N N, Te!'*me+'

:  4aimon
UdemXnioU. +o +ovo 1estamento%
<Mt =5>:@% desta
todospalavra ! derivado
os demXnios o nome
são maus em portugu#s
e tra-alham como
agentes de atan&s.
  4aimXnion  aparece sessenta e tr#s ve'es% sendo tradu'ido para demXnio.
>  /neumata  R> ve'es os demXnios são identi"icados como UpneumaU ou
UpneumataU <espírito@. L conte,to mostra que esses espíritos são demXnios.
R$njos <Mt H5R:9 Mt :5R@
8& uma di"erença entre demXnios e anjos. Ls demXnios não t#m mais seus
corpos angelicais% pois em Dd. ; a *í-lia di' que eles dei,aram suas ha-itação pr)pria
<no srcinal seu corpo pr)prio@ e assim se tornaram espíritos sem corpos% por isto eles
estão sempre procurando corpos para entrar e possuir enquanto que os anjos t#m
corpo pr)prio.
129
A ORIGEM DOS DEMWNIOS
1odos os anjos "oram criados per"eitos% como o "oi FOci"er <Do.>=5?9 EY.=5 :H@.
+a re-elião srcinal de atan&s% ele arrastou um grande nOmero de anjos consigo
<E'.=5 :=9 $p.:5R@. É assim que lemos do Udia-o e seus anjosU <Mt.H5R:@.
8& duas classes de anjos que seguiam a atan&s5 livres e presos.
Auanto aos presos% h& dois lugares de con"irmação5

: 6+o \1artarus7 palavra grega que ! tradu'ida por Uin"ernoU em  /e.5R. 8&
um grupo de anjos dotados de e,trema maldade e poder que estão con"i nados at! o
dia do julgamento "inal dos anjos caídos.
  +o a-ismo <Fc.=5>l5 $p.N5 : >9 :T@. $lguns e,pulsos por Cristo pediram para
não irem para l&. Estes demXnios serão soltos durante a grande tri-ulação e ainda de
acordo com $p. T5> este ser& o lugar onde o dia-o "icar& preso durante o mil#nio.

A DESCRIÇÃO DOS DEMWNIOS

$
:personalidade dos demXnios
/ronomes pessoais <Fc.=5?>T@.
  1#m nome <Fc.=5>T@.
>  Salam <Fc.R5>>>H%R:9=5=%>T@
R  1#m intelig#ncia <Mc.:5>%R9 Fc.R5>R9 =.=9 $tos :;5 :;:?@.
C*$*'e$Q!'&*! 1! Dem+&!
:  eres espirituais
4emXnios e anjos são chamados espíritos <Mt.=5 :;9 Fc :T5 :?% T9E" ;5 :@ não
cessarão de e,istir <Fc T5>;@.
  Moralmente pervertidos
a@ Em sua pessoa. ão pervertidos e operam em trevas imorais
<E".;5:@ são chamados Uespíritos imundosU <Mt :T5 :9 Mc.l5>9 Fc.::5R@ ou
Uespíritos malignosU <Fc ? 5:@% ou ainda U"orças espirituais da maldadeU <E".;5 :@.
$lguns são piores que outros <Mt :5RH@.
-@ Em sua doutrina5 /romovem um sistema de mentira <I 1m. R5 :>@. Lperam
em "alsos mestres e seu car&ter maligno se mani"esta < 1m.>5;%=5 /e5%
>%:T%:>%:=@. Espíritos imundos promovem ensino e mestres imundos.
c@ Em sua conduta5 Introdu'em "alsos discípulos e con"usão <Mt :>5>?R@9
trans"ormamse em anjos de lu' <Co ::5 :>:H@
>  Invisíveis% mas capa'es de mani"estação.
Como os anjos se mani"estam <Gn. :N5 :H@% tam-!m os demXnios% a di"erença
entre as mani"estaç(es ! que os anjos se mani"estam usando seus pr)prios corpos
enquanto que os demXnios por não terem corpos tomam a "orma de outro corpo para
130
poder se mani"estar.
8& re"er#ncias de atan&s se mani"estando <Gn.>5 :9 Yc.>5 :9 Mt.R5N:T@. É pos
sível% pois% que demXnios tam-!m apareçam tomando "orma humana. $ *í-lia
descreve suas apariç(es em "orma pavorosa% como animais <$p.N5?:T% :?9 :;5 :>
:;@.

PODERES DOS DEMWNIOS

:  Intelig#ncia so-renatural
Conhecem a identidade de Cristo <Mc.:5 :R%>R@ e o eu grande poder <Mc.H5;
?@. a-em o lugar de sua prisão e seu "uturo julgamento <Mt.=5=N9 Fc.=5>:@.
Mascaramse como anjos de lu' <Co.::5:>:H@. a-em como corromper a sua
doutrina <I 1m.R5 :>@. Evidentemente% t#m conhecimento de coisas "uturas ou ocultas
<$tos :;5 :;@.
$ "onte de seu conhecimento est& no "ato de serem criaturas de nature'a
superior% com vasta e,peri#ncia milenar% reunindo in"ormaç(es.
2sam toda sua intelig#ncia contra 4eus e seus prop)sitos. Mas seu
conhecimento ! limitado e seus planos são "rustrados por 4eus.

  Sorça so-renatural
a@ Em controlar os homens <$t.:N5:R:;9 Mc.H5:R9 Mt.:?5:RT@.
-@ Em a"ligir os homens <$p. N5 ::N@.
c@ Em operar o-ras so-renaturais <1s.N9 $p.:>5 :>% :H@. Eles -uscam imitar os
milagres de 4eus% mas h& limites% como no caso dos m&gicos egípcios <E,.=5H?% :N@.

>  /resença so-renatural


$ssim como os anjos se movem no espaço% rapidament e% tam-!m os demXnios
<4n.N.:>9 :T5:T:R@ ) que os anjos se movem usando seus corpos angelicais que
possuem poder de velocidade e,trema% j& os demXnio se utili'am de todo o tipo de
energia para se locomoverem j& que não possuem mais seus corpos de anjos.
Como h& muitos demXnios% a in"lu#ncia de atan&s pode se "a'er sentir em
muitos lugares ao mesmo tempo.

O TRABALO DOS DEMWNIOS

$s atividades demoníac as podem ser diversas% mas estão sempre direcionadas


no sentido de promoverem a injustiça e a destruição de tudo quanto ! -om.

P$m,em  #$8$*m* 1e S*'*+!


Ls demXnios o-edecem a atan&s e servem a seus prop)sitos. Ele e seu deus
<Mt.:5R@9 Do.:5>:9 $p. :5 ?@. Esses maus espíritos não cessam de promover o
131
engano e a maldade satnica.
atan&s não ! onipotente% nem onipresente% nem onisciente. ua presença%
poder e conhecimento são grandemente ampliados atrav!s dos seus demXnios. 8&
cooperação demoníaca evidente atrav!s de v&rias Escrituras <Mt.:5;%RH9 Fc.=5>T9 :
1m.R5 :@.
Ls demXnios transmitem a "iloso"ia de atan&s em v&rias escalas5

. N* ,&1* 1! &+1&,Q1"!


L o-jetivo ! lev&los a andarem de acordo com a "iloso"ia deste mundo% do
príncipe da potestade do ar <E".5 :@. /romovem ainda desejos carnais e sensuais%
orgulho% materialismo e toda sorte de impure'as na vida das pessoas <Do.:;5  :
Do.5 :;@.

4. N! 8,e$+! 1*! +*;e!


atan&s e seus demXnios tra-alham atr&s de governos para in"luenci&los em
sua "iloso"ia% programa e aç(es <4n.:T5 :>%T@. Lposição 3 divulgação do Evangelho
em todas as "ormas tem a ver com in"lu#ncias de demXnios.

. N !&!'em* m"+1&*(
+um sistema espiritual que estende a in"lu#ncia de atan&s aos homens%
atrav!s dos demXnios. /ara controlar o mundo% os demXnios se organi'am em
com-ate so- a liderança de seu líder <Mt. :5;9 Do.:5>:9 :R5>T9 :;5::9 E".;5:::9
IDo.H5:N@.

O#em-!e * #$8$*m* 1e De"!

-P$m,em $e<e(&0 <Gn.>7 1s.5>R9$p.:;5:R9 N5T:@

4 - C*("+&*+17 *"!*+1
Eles acusam 4eus diante dos homens <Gn.>5 :H9 0m.>5H=9 ;5 :H9 N5 :R% :N9
1g.l5 :>@ e os homens diante de 4eus <Do.l5N% ::9 5RH9 Yc >5:9

$p.:5 :T@. 2ma ve' que os demXnios são capa'es de a"etar os pensamentos%
eles podem tam-!m causar autocondenação atrav!s de pensamentos in
criminat)rios% a resposta para qualquer acusação est& em Desus% nosso $dvogado
<IDo.5:9 :5N@

 - P$m,e+1 &1(*'$&*
<Fv.:?5 ?9 4t.>5 :?5 I. N;5RH9 Is.;H5 ::9 ICo.:T5T9 :59 $p.:>5R%:H9 N5T@.

132
K - Re9e&'*+1 * 8$*;*
Eles a-orrecem a graça. Incapa'es de arrependimento e salvação% nada
entendem da graça e procuram impedir os homens de rece-eremna. Eles torcem a
graça de 4eus com suas mentiras. < Co.R5>R9 >5;?@. 1odos os seus ensinos são anti
Cristo% negando que Desus% homem4eus% ! o genuíno sacri"ício su-stituto pelo pecado
do homem <I Do.5% R5 :R@.

 - P$m,e+1 /*(!*! $e(&8&e! e !e&'*!


+as suas mentiras% atan&s e seus demXnios tanto tra-alham dentro% quanto
"ora da verdadeira religião.
L +ovo 1estamento nos adverte tam-!m contra heresias que torcem a verdade
enquanto conservam alguma coisa dela < Co.::5 :>% :H% >9 GI.: 5;=9 C:.5 :=
>9 I 1m.R5 :R@.

 - O#$&mem * "m*+&1*1e
Ls demXnios agem nos homens nas mais diversas "ormas de engano%
degradação e destruição. Lprimem verdadeiramente a humanidade.

5 - A'$*,:! 1*! /$;*! 1* +*'"$eH* <Do.l5:%:;%:N95?@


 - De8$*1*+1 * +*'"$eH* "m*+*
<E".5:>9 0m.:5:=>@.

Y - De!,&*+1 1* ,e$1*1e
Ls demXnios cegam os homens para a verdade < Co.R5>R9 I 1m.R5 :R9 I Do.R5
:R@.

O#!&;0 *! S*+'!


:  C+'$* ! $e+'e! em 8e$*( 2E/ 346.
+em toda luta necessariamente ! provocada por demXnios. Muito vem da
nature'a humana corrompida <0m.?5:R5 1g.:5 :R:H@. Mas reconhecemos que
grandes hostes malignas "a'em guerra contra n)s. $ armadura de 4eus nos prepara
para tal -atalha <E".;5 :T@.

4- C+'$* &+1&,Q1"!
a@ $tacando a con"iança e dedicação. $ $rmadura de 4eus re"lete o tipo de
ataque que podemos esperar <E". ;5 :R:=@
-@ 1entado a pecar <I Cr.:5 :=9 I Co.H5 :H9 E".5>9 I 1s. R5>H9 I Do.5 :;@.
c@ In"ligindo en"ermidades <Do.5 ?N@.

133
 - C+'$* * I8$e9*
L plano de 4eus para a Igreja inclui demonstrar 3s "orças ang!licas
ua sa-edoria atrav!s delas <E".R5>;@. 4emXnios procuram "rustar esse plano5
a@Criando divis(es. L corpo deve estar unido <E".R5>;@. 4emXnios dividem e
derrotam planos de união na Igreja% quer local ou universalmente.
4emXnios promovem divis(es doutrin&rias. Eles "alam atrav!s de "alsos
mestres. <I 1m.R5 :>@.
-@Contraatacando
mensagem do Evangelhoo dos
minist!rio do Evangelho.
pecadores. Ls demXnios
$ssim% cegam procuram
suas mentes ocultare a
<Co.R5>R@
pervertem o Evangelho <V. :>:H@.
Eles procuram impedir o ministro do evangelho de e,ecutar suas
responsa-ilidades <1s.5 :?% :=@.
c@Causando perseguiç(es <$p.5=:T@.

L&m&'*1! #$ De"!


$pesar das intenç(es de atan&s e de seus demXnios% suas atividades são
controladas por 4eus% e Ele muitas ve'es as permite para um determinado prop)sito.
E,emplo5

 - Em 1&!&#(&+*$  $e+'e
+essa ação% 4eus não est& "a'endo o mal para que venha o -em.
Em ve' disso% Ele permite que as pessoas moralmente respons&veis "açam seu
desejo% ainda que mau. Mesmo assim% ua sa-edoria limita e controla seus e"eitos
"a'endo com que eus prop)sitos sejam cumpridos% a despeito de tudo.
Corrigindo erros <I 1m.:5:NT9 I Cor.H5:H@. Criando discernimento <Do.RT5 :>9
R5 :;@. Cultivando a depend#ncia < Co.:5?N:T@.

4 - Em 1e$$'*$  Qm#&.
Muitas ve'es o ímpio não so"re o dano pelos seus pecados por um ato de
longaminidade de 4eus% mas 4eus pode resolver tratar com ímpio e naç(es diante de
tanta dure'a de coração.

AS FORÇAS DE SATANÁS
Auando FOci"er se re-elou contra 4eus% levou consigo um grande nOmero de
anjos. 1alve' um terço deles <E'.=5 :=9 $p.:5R@. E assim que lemos do Udia-o e seus
anjosU <Mt.H5R:@. L certo ! que atan&s não est& so'inho. uas legi(es são descritas
em E"!sios ;5:T:.
R1inalmente- ortaleceivos no <en:or e na orça do seu poder. Ievestivos da
armadura de 7eus- para poderdes resistir as ins,dias do diabo. 8ois o nosso combate
não ! contra o san(ue nem contra a carne- mas contra os principados- contra as

134
autoridades contra os dominadores deste mundo de trevas- contra os esp,ritas do
mal- que povoam as re(i/es celestiais 4;. ;5 : T: na versão da M,blia de
>erusalém5.

P$&+&#*1!
:  $rche U Magistrados% poderes% principados% começoU. UComeço aqui se re"ere
ao tempo ou ordem.
U/rincipadosU re"erese aos espíritos poderosos do primeiro escalão que se
revoltaram contra 4eus. Eles hoje são os que "ormam o conselho governante de
atan&s. eria seu UGa-inete de MinistrosU. ão chamados príncipes <4n. :T5T@.
Em 4aniel :T "ica claro que nossas oraç(es a 4eus são ouvidas imediatamente.
Mas para que os anjos nos tragam a resposta% h& lutas no caminho. Sorças
demoníacas podem se lhes opor nas regi(es celestes.
$ *í-lia "ala de tr#s c!us5
L terceiro c!u ou UparaísoU  <Co.:5R@. Lra% se h& terceiro c!u% h& segundo e
h& primeiro. +ão sa-emos se h& quarto% quinto ou se,to.
L primeiro c!u ! o "irmamento na atmos"era da 1erra <Gn.l5;=@.

Entre a atmos"era
4eus ha-ita% onde os homens
de"initivamente% e,isteha-itam e o terceiro
o segundo c!u. /arac!u onde
al!m da atmos"era da
terra h& o espaço e,terior. $li o segundo c!u. 4avi chamao de Uc!usU <I. =5>@.
É neste segundo c!u que atan&s e seus anjos caídos "a'em sua morada. Eles
se movem para o primeiro c!u a "im de reali'arem sua o-ra de engano% opressão e
destruição nos homens. atan&s mesmo vai at! o terceiro c!u e acusa os santos
diante do trono de 4eus <Do.l 5;:9 $p.:5 :T@. +o segundo c!u ! que agentes
inimigos interceptam as respostas 3s nossas oraç(es% procurando impedir que
cheguem at! n)s.
8& guerra constante no meio espiritual e ! l& que primeiro as guerras são
vencidas. $ vit)ria da Igreja acontece quando aprendemos a conhecer e prevalecer
so-re os principados.
/ara vermos um rompimento espiritual nas naç(es% nas vidas de nossas
"amílias% dos homens% e em n)s mesmos. /recisamos reconhecer que os verdadeiros
inimigos% contra os quais lutamos% são "orças espirituais da maldade ao redor de n)s.
P'e!'*1e!
U/oder delegadoU
UE,ousiaU  U$utoridades que permitem ou impedemU. 1em poderes e,ecutivos.
Esse grupo de governantes ! a autoridade que delega o poder. $ /alavra Ue,ousiaU
denota não tanto a magistratura de uma corte% mas o poder que governa e !
sinXnimo de UarcheU <autoridade% tronos% domínios ou governos@. Em <I Co.:H5R e
Co:.5 :H@ re"erese a todas as autoridades e poderes malígnos que se op(em a Desus
135
Cristo.

G,e$+!
UosmoratorU.6Ls senhores do mundo7  Vem de 6osmos7% isto !% 6mundo7 e
6rator7% isto !% governos7. Sala do Usistema de governosU. Eles são respons&veis por
lutarem contra a verdadeira lu' e levar o povo 3s trevas% cegandolhes os olhos e
enviando trevas as almas dos homens.
Auando oramos por aqueles que estão dominados pela cegueira de atan&s e
aqueles em religi(es pagãs% estamos guerreando contra esse tipo de inimigo. Ele
governa so-re naç(es atrav!s do seu poder de cegar a mente dos homens. E,ercem
tam-!m autoridade so-re di"erentes sistemas de governos no mundo.

F$;*! E!#&$&'"*&! 1 M*(


U/neumati)sU. Vem da rai' da palavra U/neumaU% que signi"ica UE/^0I1LU.
U/oneriaU signi"ica UiniquidadeU% Udepravação% UmalignoU% atividades de nature'a m&U.
$lgu!m que não somente ! maligno% mas todas as suas o-ras são igualmente m&s.
1udo quanto "a' a"eta os outros de um modo negativoU.

USorças espirituais do mal nas regi(es celestes podem signi"icar o mal em si%
que opera e inspira esses principados% autoridades e governadores das trevas. $ssim
como a pa'% o amor% a -ondade motiva o -em nos seres ang!licos celestiais% tam-!m
o sentido oposto ! uma realidade. Esse terrível mal espiritual motiva e controla o
mundo espiritual de atan&s. 1am-!m "ala da "rente de -atalha. ão os soldados que
e,ecutam as atividades malignas e demoníacas na vida dos homens. +a punição do
Egito% 4eus parece ter usado demXnios <I. ?=5RN@. 4emXnios liderarão uma re-elião
de e,!rcitos de homens contra 4eus% na -atalha do $rmagedon% onde grande destrui
ção os aguarda <$p :;5 :>:;@.
Em demonstrar a justiça de 4eus. L Dusto Silho de 4eus demonstrou eu poder
so-re as "orças malignas ao e,pulsar demXnios% tanto pessoalmente% como atrav!s
dos eus discípulos.
L justo juí'o de 4eus ser demonstrado na derrota "inal dos demXnios% quando
eles serão lançados no lago de "ogo <Mt.H5R:9 $p.T5 :T@. $ Cru' de Cristo e o lago
do "ogo indicam a permissão de 4eus para sua e,ist#ncia e atividade. $trav!s da sua
punição% 4eus demonstrara a "utilidade do mal e a sua Oltima derrota.

ENDEMONINAMENTO
L +ovo 1estamento dei,a clara a possi-ilidade de demXnios entrarem nas
pessoas e se mani"estarem . $ e,pulsão de demXnios por Cristo e os ap)stolos ! uma
"orte evid#ncia de ua idade e de que Ele ! o Messias <Mt.:5>% =N9 $t.59
:T5>=@.
136
Ls ap)stolos e os evangelistas su-stanciavam a verdade do Evangelho pelos
milagres que incluía a e,pulsão de demXnios <$t.H5 :;9 =5?9 :;5 :;:=9 :N5 :@.

 - O 'e$m BQ<(&
$ *í-lia não usa o termo U/ossessão demoníacaU. $ palavra no grego
U4$IML+IYLM$IU quer di'er Uter um demXnio7 ou UendemoninhadoU. $ *í-lia "ala de
pessoa possuindo um demXnio e não um demXnio possuindo a pessoa.
A EXPULSÃO DE DEMWNIOS
Desus con"iou 3 Igreja% com a autoridade do eu nome e as armas providas por
4eus% a tare"a de li-ertar os cativos. L Minist!rio de li-ertação ! responsa-ilidade da
Igreja. Fi-ertação ! o processo pelo qual os seres humanos são li-ertos da in"lu#ncia
e do poder dos demXnios. Desus delegou autoridade 3 ua Igreja so-re atan&s e suas
hostes <Fc.: L5 :N9 Mt.:=5 :=% Mt.=5:=9 Mc.:;5 :?% Mt.:T5 :% Mc.>5:R%:H@.
. A"'$&1*1e 1 +me 1e Je!"!
$ e,pulsão de demXnios era uma parte importante do minist!rio de Desus <I
Do.>5=@. Fi-ertar os oprimidos das mãos do dia-o era parte integrante de suas
atividades <$t.: L5 >=@. Fucas registra a reação das pessoas durante esse minist!rio.
U... Nue palavra ! esta- pois- com autoridade e poder ordena aos esp,ritos
imundos% e eles saemJ 4c.@!!!#5
Desus est& na mais alta posição de autoridade% 3 direita do /ai. $ Ele todo nome
est& sujeito
WW$cima de todo o principado e potestade- e poder- e dom,nio- não s) no
presente século- mas também no vindouro4;6.l@215
U 8elo que também 7eus o exaltou sobremaneira e l:e deu o nome que est&
acima de todo o nome para que ao nome de >esus se dobre todo o 6oel:o- nos céus-
na terra e debaixo da terra4Ll.2@H- :T@

endo a Igreja eu corpo e e,tensão aqui na 1erra% Desus lhe con"ere a
autoridade do eu nome. /or assim di'er% d&lhe o poder de procuração. Em +ome de
Desus a igreja opera na 1erra <Me. :;%:?9 Fc.N5RN9 $t.:;5 :=@.
4iante do +ome de Desus% o poder do Espírito anto e a /alavra de 4eus ! que a
o-ra de li-ertação deve ser reali'ada. Muitas pessoas pensam que podem aumentar
esse poder atrav!s de disciplinas espirituais como jejum% oração ou leitura da *í-lia.
1odas estas pr&ticas são importantes e devem ser cultivadas% pois me tornar& mais
sensível ao mundo espiritual% mais ! importante ressaltar que Desus quando mandou
que "osse anunciado o evangelho em Mc. Cp. :;5:? ele não disse se jejuarem ou
orarem os demXnios sairão% mas
137
Ele disse se crer estes sinais nos acompanhariam. 8& muitas pessoas que
cr#em mais no poder do seu jejum do que no nome de Desus e h& tam-!m as que
oram e jejuam muito e não tem nenhuma autoridade so-re os demXnios. Isto sem
"alar naqueles que s) e,pulsam um demXnio se "i'erem uma campanha de oração e
jejum primeiro.
138
$ ordem de Desus ! irmos% crermos em seu nome e usar a autoridade nos
con"erida desde a sua ressurreição% quando Ele mesmo disse que todo o poder e
autoridade lhe "oram dado no c!u na terra e de-ai,o da terra.

@UAIS SÃO OS SINAIS DE UMA POSSESSÃO DEMONÍACA.


2m demXnio pode atormentar uma pessoa com pro-lemas como insXnia%
pnico% depressão% en"ermidades constantes% agressividade% dor de ca-eça constante
e sem causa%
4urante uma pesadelos%
ministraçãovisão de vultos%pode
de li-ertação vícios de todo odetipo
acontecer umae coisas
pessoasemelhantes.
sentir n&usea%
tontura% cala "rios por todo o corpo e estes são alguns dos sina is de uma ação
demoníaca.

A LIBERTAÇÃO DE DESCRENTES
$ li-ertação dos cativos de opress(es demoníacas e,ige que a pessoa seja
levada a dar alguns passos.
 - Ree<e$ * C$&!' m Se+$
) com o novo nascimento a pessoa est& em condiç(es de en"rentar e vencer
os demXnios. /rimeiro% pois% a pessoa precisa ser li-erta do pecado <Do.>5>?9 E".:5:=
:9 C:.:5:>9 5:H9 I Do.>5R% H%:=@.
4 - C+/e!!*$ ! #e*1!
1odo o envolvimento com pr&ticas espíritas ou ocultismo deve ser julgado como
re-elião contra 4eus e terrível pecado% colocandose do lado de atan&s <I Co .::5 >:9
I Do.:5 N@. $ pecaminosidade do envolvimento "amiliar% descendo at! quarta geração
<tetravXs@ tam-!m deve ser con"essada <E,.T5>H@.

  Re+"+&*$ * 1&*< e !"*! <$*!


Especialmente quando h& aliança e envolvimento com o ocultismo ! necess&ria
uma renOncia o"icial a atan&s e suas reivindicaç(es so-re a pessoa.
2m comando a atan&s e sua hostes a que se retirem% tornase necess&rio. Isso
deve ser "eito em nome de Desus e na depend#ncia do eu poder como os ap)stolos
"i'eram <Mt.=5 :;%>9 $t.:;5 :;:=@.

K - De!#$eH*$ '1! ! <9e'! 1e "('&!m e !"*! (&8*;e!


$ presença de tais o-jetos ! um convite aos poderes demoníacos para
concentrarem seus es"orços na destruição dos donos desses o-jetos.
Contatos com líderes do ocultismo e relacionamento devem igualmente ser
que-rados < 0s. :R5H%>5 :;:?9 $t.N5 :?T@.

 - De!*+!e em C$&!' e $e!&!'* * 1&*<


139
Cristo promete perdão aos que +WEle con"iam. $ssumir a nova posição em Cristo
! vital para descansar no eu novo relacionamento <Cl.:5 :>%5N:H9 8-.5 :R:=@. É
necess&rio igualmente assumir sua autoridade% resistindo ao dia-o e 3s suas "orças <I
/e.H5=N9 1 g.R5 ?@.

 - S"<me'e$-!e * C$&!' : S"* P*(*,$*.


2m estudo s!rio da *í-lia deve logo tomar lugar para um "ortalecimento
espiritual. <0m.:5 :9 1g.R5;?9 Do.=5>:%>@.

5 - Ree<e$  <*'&!m + E!#Q$&' S*+' 2A'.(3 6.


L enchimento do Espírito ! o segredo de um andar em vit)ria <E".H5 :=>>@.

COMO MINISTRAR A LIBERTAÇÃO.

+ão pretendemos aqui esta-elecer uma regra para todo tipo de li-ertação% pois
cada caso ! um caso e ! o Espírito anto que nos dar& discernime nto para sa-ermos
o que devemos "a'er. Mas e,istem alguns procedimentos que "oram adquiridos
durante algum tempo tra-alhando neste minist!rio que queremos passar e que serão
Oteis na pr&tica de uma ministração de li-ertação.
Em #$&me&$ ("8*$ queremos di'er que não ! preciso que um demXnio se
mani"este para que uma pessoa seja li-erta. +unca devemos "icar provocando os
demXnios para que eles se mani"estem% pois os demXnios quando mani"estam
sempre causam so"rimentos no corpo da pessoa onde ele est& alojado% al!m de
adorarem dar espet&culo.
Em !e8"+1 ("8*$ tam-!m queremos a"irmar que não ! preciso entrevistar
um demXnio para sa-er o seu nome% 0g% C/S para depois mandar ele saia de uma
pessoa. +ão importa o nome que ele tem% o que ! preciso sa-er ! que ele tem que
sair em o nome de Desus.
PROCEDIMENTOS NORMALMENTE USADOS EM UMA LIBERTAÇÃO.

:. Lre pela pessoa impondo suas mãos so-re a ca-eça dela e mantendo seus
olhos sempre a-ertos para evitar qualquer ataque do dia-o contra voc#.
. e o demXnio se mani"estar e "icar muito violento ordene aos anjos do
enhor Desus que o amarrem com as mãos para tr&s.
>. Com vo' de autoridade ordene que ele saia em o no me de Desus e que v&
para o a-ismo e não volte nunca mais.
R. Caso voc# ordene v&r ias ve'es e o demXnio persiste em "i car isto pode
est& acontecendo devido ao "ato da pessoa ainda ter algum vínculo com este
140
demXnio. +este caso chame pelo nome da pessoa e diga ao demXnio que voc# quer
"alar com a pessoa. Auando a pessoa voltar em si sendo capa' de ouvir e "alar diga a
ela o que est& acontecendo e a pergunte se e,iste algum pecado não con"essado ou
algum o-jeto que ainda não "oi renunciado. Fogo depois "aça uma oração de renuncia
com pessoa% a mandando renunciar a tudo e entregar sua vida ao enhor Desus. 
muito importante que voc# tenha a cooperação da pessoa e que ela tenha condiç(es
de orar com voc# caso contr&rio ela não ser& li-erta.

outro H. Lutro "ato +este


se mani"estar. que accaso
ontece muito !possui
a pessoa o de voc # e,pulsar
v&rios umou
demXnios dem Xnio
uma e lo go
legião
deles. endo assim procure sa-er quem ! o demXnio che"e que est& comando os
outros e quando voc# sou-er ou ele se mani"estar ordene que ele saia e que leve
todos os seus comandados.

ALGUMAS CONSIDERAÇES IMPORTANTES.

• /rocure ministrar a li-ertação sempre em um local reservado% para que se


evite envergonhar a pessoa que est& oprimida. 8& muitas pessoas que adoram dar
espet&culo 3 custa de uma pessoa inde"esa.

empre
enquanto voc# que opuder
ministra outro "aça a ministração
te ajudar& acompanhado de algu!m% pois
na intercessão.
• Mais uma ve' queremos lem-rar que ! imprescindível ter certe'a se a
pessoa quer ser li-erta mesmo e principalmente se ela j& entregou sua vida ao
enhor Desus% caso contr&rio todo o seu tra-alho ser& em vão.

A AUTO-LIBERTAÇÃO

$ autoli-ertação ! possível a todo cristão nascido de novo. Desus nos deu a


autoridade de usar o eu nome. L poder do sangue de Desus nos pertence. Ls
demXnios o-edecem
Ls passos a esse podem
a seguirem nome eser
respeitam
usados5o poder desse sangue.
:  $rrependase do pecado que a-riu a porta para os demXnios entrarem. Isso
implica no reconhecimento do pecado e na disposição de romper com ele.
  Con"esse todos os pecados% tanto os pr)prios quanto os dos antepassados%
que podem ter dado -rechas para os demXnios entrarem. Ls pecados de contato com
todos as "ormas de envolvimento com o ocultismo deverão ser con"essados
ver-almente.
>  /eça o perdão do enhor e a puri"icação pelo sangue de Desus.
$-riguese +WEle% dei,ando as "ortale'as do inimigo.

R  0enuncie sua associação com o pecado% com o mal ou qualquer coisa


141
impura. 4iga ao inimigo que nada mais tem a ver com ele e que ele não tem mais
lugar na sua vida.
H  Con"esse o enhorio de Cristo so-re o seu corpo em palavras% em aç(es e
em pensamentos. /ermaneça na verdade e voc#s desco-rirão que as trevas e o
engano não terão lugar em sua vida.
;  Lrdene os espíritos malignos que dei,em seu corpo% no +ome de Desus% em
"!.

CAVES PARA A VITÓRIA


Como alcançar vit)ria na -atalha espiritualB 8& certos pr!requisitos que o
e,!rcito de Desus deve ter.
:. antidade5 eparados para 4eus <Do. ?5 :% :>% :NT@.
. S!5 <8-.::5;9IDo.H5R9 0m.:T5:?9 4n.ll5>-5 8-.ll5>>>R@.
>. Lração e jejum5 <Mt.:?5:@.
R. acri"ício5 < 1m.5>R@.
H. Coragem5 <Do.:5HN9 4t.T5:9 $t.R5N%>:@.
;. 2nidade5 <Fv.;5=9 Mt.:=5 :H>H@.
?. /erseverança5 <E".;5:T% ::% :>@.
=. +ão poupar o inimigo <I m.:H5 :=:N% ;9 I 0s.T5R9 I /e.5 ::@.

142
PARTE VIII

A PLENITUDE DO ESPÍRITO

L grande reavivamento espiritual% que est& varrendo o mundo hoje% tem muitas
ve'es sido chamado
para descrever de U0eavivamento
um aspecto e,tremamenteCarism&tico.U
importanteEsta "rase
deste tem sido empregada
reavivamento o qual ! a
restauração 3 Igreja das mani"estaç(es so-renaturais que eram tão poderosamente
)-vias na Igreja /rimitiva. Estas mani"estaç(es% ou dons do Espírito estiveram
notadamente ausentes da Igreja por muitos s!culos. +os Oltimos cinqJenta anos%
4eus tem restaurado estas características e o seu programa de restauração tem se
acelerado grandemente nos Oltimos vinte anos. $ 0enovação Carism&tica invadiu
cada canto da Igreja Cristã% tra'endo uma nova vida e poder ao Corpo de Cristo. $
restauração destas -#nçãos cria uma grande necessidade de ensinamento so-re
estes importantes assuntos.
/aulo disse 3 igreja de Corinto5 U$cerca dos dons espirituais% não quero% irmãos%
que sejais ignorantesU <: Co :5 :@. Com certe'a% 4eus tampouco quer que os crentes
hoje sejam ignorantes.
8& muitos dons carism&ticos mencionados na *í-lia. $s principais &reas de
re"er#ncias são5 0m :5>=9 : Co :5=:T9 =>T9 E" R5 lI. 4entro do prop)sito deste
-reve estudo% nos limitaremos a uma consideração das nove mani"estaç(es
encontradas em : Coríntios :5=:T. /ara simpli"icar o nosso estudo destas
mani"estaç(es% vamos classi"ic&las em tr#s categorias5

. D+! Ve$<*&!
• Fínguas
• Interpretação de Fínguas
• /ro"ecia

4. D+! 1e Re,e(*;0
• /alavra de a-edoria
• 4iscernimento de Espíritos
• /alavra de conhecimento

. D+! 1e *<&(&1*1e!
• 4ons da S!
• 4ons de Curas

4ons de Milagres
143
A )"em  E!#Q$&' #1e "!*$ +* #e$*;0 1e '*&! 1+!
:. Aualquer mem-ro do Corpo pode ser usado <: Co :5?% ::9 :R5;%>:@.
+enhum mem-ro deveria 1er "alta de qualquer dom <: Co :5?@.
. 4everíamos ser cheios com o Espírito <E" H5 :=@.
>. 1emos que ter o desejo de sermos usados desta maneira <: Co :5>:@.

R. +ão deveríamos ser ignorantes com relação 3 operação dos dons <: Co
:5>:@.
H . 1emos que desejar os dons espirituais <: Co :R5 :% ;@.
;. 4everíamos ser motivados por um amor genuíno ao Corpo <: Co :>@ e um
desejo puro de edi"icar o Corpo <: Co :R5 :@.
?. 4everíamos -uscar ser e,celentes na operação dos dons <: Co :R5 :@.

:. L Dm 1e LQ+8"*! 2 C 436 A #e$*;0 1! 1+! ,e$<*&!


Esta mani"estação do Espírito tem duas "unç(es. Em primeiro lugar% como
Ulínguas devocionais%U o seu prop)sito ! edi"icar a pessoa que a usa. Em segundo

lugar%
de como!dom
línguas% parade línguas% odequal
edi"icação toda! ausado
igrejajuntamente com do
e não somente o dom de interpretação
indivíduo.
D&$e'$&He! #*$*  "! 1e (Q+8"*!
Em uma $ssem-l!ia /O-lica5
:. L seu uso deveria ser motivado pelo amor <: Co :>5 :@.
. 4eve ser sempre acompanhado por interpretação <: Co :R5H% :>%=@.
>. 4everia ser limitado a tr#s e,press(es por reunião <: Co :R5?@.
Aualquer crente que alguma ve' j& tenha "alado em línguas ! capa' de edi"icar
o Corpo atrav!s de uma e,pressão em línguas. /ortanto% voc# deveria estar
preparado para "a'er isto a qualquer hora. /rocure estar totalmente entregue ao
Espírito. Esteja descansado em sua mente e seja a-erto ao Espírito anto. 4esenvolva
uma sensi-ilidade com relação ao que o Espírito est& tentando "a'er ou di'er em
qualquer culto em particular. Auando o Espírito anto quiser tra'er uma e,pressão
em línguas atrav!s de voc#% geralmente% haver& uma conscienti'ação interior disto
por algum tempo antes que voc# "ale de "ato. Isto ! geralmente uma sensação suave
no seu espírito% uma empolgação e antecipação crescentes. Isto se desenvolve numa
conscienti'ação pro"unda de que o Espírito trar& uma e,pressão ver-al e que esta
e,pressão est& dentro de voc#. Voc# não tem que "alar imediatamente. L espírito
dentro do pro"eta est& sujeito ao <controle do@ pro"eta <: Co :R5>@. Voc# pode
esperar silenciosamente pelo momento certo de "alar. L Espírito anto ir& mov#lo
claramente na hora certa. Ele não interromper& o que j& est& acontecendo no culto.
Ele nunca causar& uma con"usão% pois Ele não ! o autor de con"usão <: Co :R5>>@.
/ermaneça calmo e descansado e% quando o Espírito anto mover voc#% "ale numa
144
vo' audível% normal% mas clara. Voc# não precisa gritar ou -errar. Voc# pode "alar
numa vo' normal% com ritmo cadenciado% procurando sempre "luir silenciosamente
com o Espírito% o qual est& lhe dando a e,pressão ver-al. Auando a e,pressão ver-al
estiver completa% todos devem esperar em 4eus pela interpretação. Geralmente%
algum outro crente rece-er& a interpretação% mas quando isto não acontecer% então a
pessoa que "alou em línguas deve orar silenciosamente para que ele tam-!m rece-a
a interpretação <: Co :R5 :>@.

4. A I+'e$#$e'*;0 1e LQ+8"*! 2 C 436


É o dom que acompanha o dom de línguas e são sempre usados juntos. É a
capacitação so-renatural% pelo Espírito anto% de se interpretar uma e,pressão ver-al
em línguas na língua natural da congregação. +ão ! o dom de tradução. L int!rprete
não entende a língua empregada na e,pressão ver-al que "oi dada. $ interpretação !
tão so-renatural quanto a e,pressão ver-al. +o entanto% pelo dom do Espírito% o
crente em questão ! capa' de tornar a e,pressão ver-al inteligível para que a
congregação possa rece-#la e ser edi"icada por ela.

@"em P1e U!*$ E!'e Dm


$ interpretação de línguas ! dada Ucomo o Espírito querU <: Co :5 ::@.
Aualquer crente cheio do Espírito pode ser escolhido e ungido pelo Espírito para
mani"estar este dom. +ovamente% devemos -uscar o desenvolvimento de uma
sensi-ilidade ao Espírito anto. Enquanto voc# estiver adorando a 4eus numa reunião
de crentes% mantenha a sua mente e espírito a-ertos ao Espírito anto.
Srequentemente% voc# sentir& de antemão que haver& uma e,pressão ver-al em
línguas e que 4eus est& dando a voc# sua interpretação. Auando a e,pressão ver-al
vier% espere silenciosamente at! que ela seja concluída. 4e início% talve' voc# tenha
somente a primeira sentença da interpretação e uma vaga id!ia do que se seguir&
quando voc# começar a "alar. Como todos os outros dons do Espírito% este tam-!m !
operado pela "!. Z medida que voc# começar a e,pressar o que o Espírito est& dando
a voc#% "ale numa vo' audível% normal e clara. 1ome cuidado de não "alar Ual!m da
medida da sua "!U <0m :5;@. Evite avidamente que quaisquer pensamentos%
sentimentos ou id!ias pessoais comecem a entrar na interpretação. 4ei,e que os
seus pr)prios pensamentos estejam em descanso e que a sua mente seja um canal
limpo para que o Espírito anto possa "luir atrav!s dela. Auando a interpretação se
completar e voc# sentir que o Espírito terminou tudo o que Ele queria "alar% então
pare +ão tente interpretar a interpretação. Em outras palavras% não comece a di'er 3
congregação o que voc# UpensaU que a interpretação signi"ica. 4ei,e isto para a
pr)pria congregação. $p)s ter "eito a interpretação% permaneça em sil#ncio enquanto
a e,pressão ver-al estiver sendo julgada por aqueles em seu derredor. e h& muitos
crentes presentes que são comumente usados nos dons vocais% eles deveriam julgar
se as palavras são realmente de 4eus. L padrão pelo qual podemos julgar !
145
semelhante ao que usaríamos para o julgamento de uma pro"ecia que ! a pr),ima
mani"estação que consideraremos.

. O 1m 1e P$/e&* 2 C 436


implesmente tradu'ida% a palavra pro"eti'ar signi"icaU e,pressar palavras
inspiradas. U 4e acordo com : Coríntios :R5 >:% todos os crentes podem e,ercitar este
dom em determinadas ocasi(es% como o Espírito quiser. 1odos podem pro"eti'ar% um
ap)s o outro% e não mais que tr#s% em qualquer reunião <: Co :R5N>>@.

O #$#%!&' 1e '*&! e#$e!!e! #$/:'&*! :3


$. Edi"icar a igreja. Isto signi"ica esta-elecer% "ortalecer os crentes. *. E,ortar
aos crentes. 0eaviv&los. Con"ront&los e desa"i&los. Consol&los. Salar palavras de
consolo e encorajamento. Srequentemente% as pro"ecias incluem estes tr#s
elementos.

T$! M*(-E+'e+1&1! !<$e *! P$/e&*!


. E(*! +0 1e,em !e$ +/"+1&1*! m "m* #$e8*;0.
Muitos% hoje em dia% insistem que o dom de pro"ecia ! a ha-ilidade de se pregar
-em. +o entanto% a pregação e o ensino são geralmente o resultado da meditação em
oração da /alavra de 4eus% e de uma preparação meticulosa de nossa mente e
espírito% para que possamos ministrar um entendimento ao povo. Em contraste% o
dom de pro"ecia não ! o resultado de um estudo meticuloso. É uma e,pressão ver-al
espontnea pelo Espírito.

4. O Dm 1e P$/e&* +0 : #*$* !e #$e1&He$  /"'"$


Este dom ! para Uclari"icar e encorajar no presenteU ao inv!s de Upredi'er o
"uturo.U L seu prop)sito ! a Edi"icação% E,ortação e Consolo e não a predição de
eventos "uturos. empre que h& um elemento de predição numa pro"ecia% em geral% !
porque h& um outro dom <palavra de conhecimento ou sa-edoria@ operando
juntamente.

. E!'e Dm +0 : #*$* "m* 1&$e;0 #e!!*(


e estivermos em necessidade de uma direção pessoal% deveríamos pedir isto
ao pr)prio Desus <1iago :5 H@ . 1am-!m podemos -uscar tal direção nas p&ginas da
/alavra de 4eus% a *í-lia. e uma e,pressão pro"!tica vier a n)s com instruç(es para
o "uturo% isto deveria apenas con"irmar o que 4eus j& nos mostrou pessoalmente.

E+!&+*me+' BQ<(& !<$e  Dm 1e P$/e&*


:. É para se "alar so-renaturalmente aos homens <: Co :R5>@. Isto transmite a
mente do enhor 3 Igreja. L pro"eta est& "alando aos crentes% em nome de 4eus% para
146
sua edi"icação% e,ortação e consolo.

. $ pro"ecia não requer nenhuma interpretação. L dom de línguas requer um


int!rprete% mas o de pro"ecia não.
>. $ pro"ecia convence os indoutos <: Co :R5R% H@. $trav!s da operação do
dom de pro"ecia5
$. Eles serão de todos convencidos.
*.
C. erão de todos
Ls segredos de julgados.
seus coraç(es serão mani"estos.
4. Eles se prostrarão diante de 4eus com humildade.
E. 0econhecerão que 4eus est& verdadeiramente entre n)s. S. $dorarão a 4eus.
R. $ pro"ecia "unciona para que os crentes possam aprender <: Co :R5>:@. Isto
não se re"ere ao ensinamento que normalmente vem da e,posição da /alavra de
4eus% atrav!s do minist!rio de um mestre. $o inv!s% ! o aprendi'ado de verdades
espirituais atrav!s da unção do Espírito. 1ais ensinamentos deveriam ser testados
pela /alavra de 4eus escrita% antes de serem digeridos.
H. 1odos deveriam desejar e procurar com 'elo este 4om <: Co :R5:% >N@. /ois%
desta maneira% podemos ser usados por 4eus para o encorajamento do eu povo.

a-uso;.<:$ Co
pessoa que $
:R5>@. estiver operando
pro"ecia não !este
uma4om ! respons&vel
e,pressão pelo seu uso ou
vocal incontrolada. +em
tampouco est& o pro"eta so- qualquer esp!cie de transe ou controle mental. Ele
tam-!m não est& "a'endo ou di'endo nada contra a sua vontade. L espírito de
pro"ecia est& sujeito ao pro"eta. É o pro"eta que est& "alando% em nome de 4eus% e o
pro"eta tem controle% em todas as ocasi(es% de tudo que ele ou ela estiver di'endo.
?. Em ra'ão de o elemento humano ser "alível% as pro"ecias devem ser julgadas
<: Co :R5N@. <L /astor Edard Miller tem um e,celente artigo so-re pro"ecias% o qual
pode ser o-tido da 0evista $tos atrav!s do seu pedido.@
=. Como julgaremos uma pro"eciaB 2ma pro"ecia genuína% cheia do Espírito5
$. +unca contradir& a /alavra de 4eus escrita.

/ortanto%
de 4eus. todas as
4eus nunca nose,press(es pro"!ticas
diria% por pro"ecia% deveriam
que ser UtestadasU
"i'!ssemos algo que a pela
ua /alavra
/alavra
proí-e.
*. empre e,altar& a Desus Cristo e nunca L di"amar&.
C. Edi"icar&% e,ortar& e consolar& aos crentes. +unca deveria dei,&los
con"usos% a"litos e inseguros.
4. 4everiaUtesti"icarU com a maioria dos crentes presentes. Especialmente os
mais maduros% os quais são eles pr)prios "requentemente usados na operação dos
dons vocais.
E. +ão que-rar& o espírito da reunião% ainda que ela possa mudar a sua direção.
S. e tiver um aspecto de predição% este vir& a se cumprir. G. É aprovada pelo
U1este do SrutoU <Mt ?5 :;@.
147
Salando so-re os "alsos pro"etas% Desus declarou5 U/or seus "rutos os
conhecereis.U 4everíamos rejeitar qualquer uma das assim chamadas pro"ecias que
venham de algu!m cuja vida e aç(es sejam um opr)-rio 3 causa de Cristo.
Cm P$/e'&H*$3
4escanse. +ão "ique tenso.
Espere silenciosamente no enhor em seu espírito.
Mantenha a sua mente a-erta para a ua vo'. Auando voc# sentir o toque do
Espírito% dentro do seu espírito% entreguese a 4eus novamente% como um canal por
onde Ele possa "luir.
Fem-rese de que esse dom ! operado pela "!.
Comece a "alar tudo o que 4eus der a voc#. Continue com simplicidade.
Enquanto voc# estiver "alando% esteja esperando nWEle silenciosamente% para
o-ter o resto da mensagem.
+ão pro"eti'e al!m da medida da sua "! <0m :5;@.
4iscirna quando o Espírito aca-ou de "alar e pare

K. P*(*,$* De C+e&me+' 2 C 436 De/&+&;03


2ma /alavra de conhecimento ! um "ragmento ou pequena parte do
conhecimento de 4eus que ! dado a uma pessoa pelo Espírito anto.
Ela nos d& certos "atos e in"ormaç(es atrav!s da revelação so-renatural do
Espírito anto. Estas in"ormaç(es eram anteriormente desconhecidas pela pessoa% e o
conhecimento delas não poderia ter sido o-tido de nenhuma "orma natural. Ele !
transmitido so-renaturalmente. E,emplos das Escrituras5

. N m&+&!':$& 1e Je!"!3
Doão :5R?HT  Desus sa-ia de certos "atos so-re +atanael antes de conhec#la.
Doão R5 :;T  +ovamente% Desus sa-ia de muitos "atos so-re a mulher de
amaria% ainda que Ele nunca a tivesse visto anteriormente. Ela "icou maravilhada
pela precisão do eu conhecimento com relação 3 sua vida passada e presente. L
e,ercício desta /alavra de Conhecimento produ'iu posteriormente um grande
reavivamento.

4. N* I8$e9* P$&m&'&,*3
Em $tos N5 :TT% $nanias rece-eu in"ormaç(es especí"icas% com muitos
detalhes so-re aulo% cuja pessoa ele nunca havia visto. Ele sou-e e,atamente qual
era a rua e a casa onde aulo estava. Ele sou-e que aulo estava orando naquele
presente momento e que% quando ele impusesse suas mãos so-re aulo% ele
rece-eria a sua visão.

148
. Eem#( 1 A+'&8 Te!'*me+'3
 amuel:5 ::R  4eus revelou a +atã certos "atos e detalhes com relação 3
transgressão de 4avi.
4istinção5 2ma /alavra de Conhecimento ! di"erente do conhecimento humano
o-tido atrav!s de maneiras naturais.
2ma /alavra de Conhecimento não pode ser o-tida por um aprendi'ado
intelectual. 1al conhecimento
carreira acad#mica de estudosnão pode
numa ser o-tido
"aculdade pelo estudo de livros ou por uma
ou universidade.
Ela não ! tampouco a ha-ilidade de se estudar% entender ou interpretar a *í-lia.

O Se" Em#$e8 +*! E!$&'"$*!3


:. /ara revelar o pecado5  m :5 ::T9 $t H5 :::. . /ara tra'er as pessoas a
4eus5 Do :5R?HT9 R5 :=T. >. /ara guiar e dirigir. $t N5 ::.
R. /ara ministrar um encorajamento em tempos de desnimo5: 0s :N5N.
H. /ara transmitir um conhecimento so-re eventos "uturos5 Do ::5:::R.
;. /ara revelar coisas escondidas5 : m :T5.

A O#e$*;0 De!'e Dm3


:. É so-renatural quanto ao seu car&ter  não ! o-tido por l)gica% dedução%
raciocínio% etc e nem pelos sentidos naturais% mas pela revelação so-renatural
atrav!s do Espírito anto.
. É operado pela "!  a pessoa que est& rece-endo a revelação "a' isto pela "!.
>. $ revelação ! rece-ida em nosso espírito  não no intelecto ou nas emoç(es.
R. +ão ! essencialmente um dom vocal <$t N5 ::@. Ele ! rece-ido silenciosa e
inaudivelmente dentro do espírito da pessoa.

H. Aualquer
;. Ele pode se tornarcheio
cristão vocaldoaoEspírito
ser compartilhado
e que estejacom outros
disposto <Do :5R?9
a ouvir R5 :=@.
a 4eus pode
e,perimentar o "uncionamento deste dom.
?. É uma "erramenta valiosa no minist!rio de aconselhamento.
=. 2ma ação e resposta em o-edi#ncia são essenciais para que esta
mani"estação continue "uncionando em nosso minist!rio.
N. $ /alavra de a-edoria mani"estase "requentemente junto com ele. Esta ! a
sa-edoria divinamente transmitida para que sai-amos o que "a'er com relação a uma
/alavra de Conhecimento e como aplic&la correta e sa-iamente.

. A P*(*,$* 1e S*<e1$&* 2 C 436


Esse dom est& no princípio da lista porque ele ! muito importante. Ele nos
149
capacita a "alarmos e agirmos com sa-edoria divina e assim% assegura o uso e
aplicação corretos de outros dons. Auando a /alavra de a-edoria est& ausente% os
outros dons podem ser usados de maneira errada% o que causa muita con"usão.

De/&+&;0
$ /alavra de a-edoria ! a sa-edoria divina so-renaturalmente transmitida
pelo Espírito anto. Ela nos "ornece a sa-edoria imediata para que sai-amos o que
di'er ou "a'er numa dada situação.
4eus "requentemente a d& junto com a /alavra de Conhecimento para que os
crentes possam sa-er como aplicar esta /alavra de Conhecimento corretamente.
4eus revelou a $nanias o paradeiro e a condição de aulo% atrav!s de uma /alavra de
Conhecimento. Ele tam-!m lhe mostrou% pela /alavra de a-edoria% o que ele deveria
"a'er nesta situação di"ícil.

N'*3
É uma palavra <logos@ de sa-edoria% e não o dom de sa-edoria. I("!'$*;03

2m não
advogado homem
d& aoentra em di"iculdades
seu cliente legais eeconhecimento
toda a sa-edoria consulta o seu
que advo
5 ele ga
tem.do.
EleL
e,trai a palavra% ou a porção do seu conhecimento que se aplica 3s necessidades de
seu cliente% e transmite esta palavra. Igualmente% 4eus% que sa-e todas as coisas%
e,trai do seu estoque in"inito de sa-edoria% a porção de sa-edoria em particular que !
necess&ria para um de eus "ilhos. Ele envia isso pelo Espírito.

D&!'&+;03
$ /alavra de a-edoria5
• +ão ! uma sa-edoria natural.
• +ão ! a sa-edoria o-tida por reali'aç(es acad#micas.


+ão
+ão !!a sa-edoria
nem o-tida
a sa-edoria pelasee,peri#ncia.
para entender a *í-lia.
• Ela ! so-renatural quanto 3s suas características.
• Ela ! dada como o Espírito anto quiser <: Co :5 ::@
• Ela ! dada para uma necessidade ou situação especí"ica.
• Ela não ! o dom de sa-edoria% mas a palavra de sa-edoria.

A(8"+! Eem#(! <Q<(&!3


:. <Fucas R5 ::>@. Desus tentado no deserto. $s respostas que Desus deu a
atan&s "oram palavras de sa-edoria transmitidas pelo Espírito anto.
. <Fucas T5;@. Ls escri-as tentaram arma ruma cilada para Desus% mas a
/alavra de a-edoria% dada pelo Espírito% con"undiu a todos eles.< Fucas T5;@.
150
>. <Doão =5>::@. +ovamente os escri-as e "ariseus tentaram armar uma cilada
para Desus% mas as uas palavras s&-ias e a maneira como Ele cuidou da situação
con"undiu eus advers&rios.
R.< $tos ;5 :H@. 4ando sa-edoria na administração da igreja.
H.< $tos :H5=@. 0esolvendo uma crise na igreja.
;.< $tos ? 5>% R@. 4eu a /aulo o controle da situação% o que resultou na
salvação de muitas vidas.

N'*3
$ /alavra de a-edoria "oi prometida a todos os discípulos de Cristo5
U/roponde pois em vossos coraç(es não premeditar como haveis de responder9
porque eu vos darei -oca e sa-edoria a que não poderão resistir nem contradi'er
todos quantos se vos opuseremU <Fc :5 :R% :H@.
O<!e$,*;03
$ /alavra de a-edoria não ! essencialmente um dom vocal% mas sim% um dom
de revelação. Ela ! rece-ida silenciosamente% dentro do nosso espírito. Ela sai quando
ela ! e,pressa ver-almente em aconselhamentos% pregaç(es% pro"ecias% ou quando
agimos -aseados nela. .

. D&!e$+&me+' 1e e!#Q$&'! 2 C 436


L discernimento de espíritos ! um assunto mais importante do que geralmente
imaginamos. e este dom espiritual "osse usado mais "requentemente com o seu
complemento% a e,pulsão de demXnios% muitos dos pro-lemas que en"rentamos hoje
seriam minimi'ados.
L discernimento dos espíritos ! o terceiro dos dons de revelação. $ /alavra de
a-edoria e a /alavra de Conhecimento são os outros dois. É um dom divino
transmitido pelo Espírito anto% para que possamos penetrar na es"era espiritual para
distinguirmos o espírito de atan&s <maus espíritos@% o Espírito de 4eus e o espírito

humano. $trav!s
circunstncias quedele podemos
"oram discernir
inspirados a srcem
por seres de certas aç(es% ensinamentos e
espirituais.
Este dom ! mais limitado que os outros dois dons de revelação. $ revelação
dada neste caso ! limitada 3 srcem do comportamento em questão. +o entanto% o
discernimento de espíritos ! tão so-renatural em sua operação quanto qualquer um
dos outros oito dons. Ele "ornece 3 igreja in"ormaç(es que não são disponíveis de
nenhuma outra maneira.
A. A /"+;0 1 1m
L dom do discernimento dos espíritos nos d& um entendimento so-renatural da
nature'a e atividades dos espíritos. Ele nos capacita a distinguirmos se determinada
atividade espiritual tem uma srcem divina% satnica ou humana e assim revela a
nature'a dos espíritos em questão.
151
É "&cil con"undirmos as o-ras do espírito de atan&s com as do Espírito de
4eus. atan&s sempre tenta "alsi"icar as o-ras do Espírito anto. atan&s ! conhecido
como o enganador% o pai das mentiras% e a serpente. 1odos estes títulos signi" icam a
"raudul#ncia sutil e arti"iciosa que ele usa para produ'ir o mal sempre que possível.
Muitas ve'es% as suas "alsi"icaç(es são tão plausíveis que as pessoas podem ser
inteiramente enganadas% a menos que algu!m que e,ercite o dom so-renatural de
discernimento de espíritos esteja presente. e as atividades demoníacas estivessem
sempre%
tendemos-em o-viamente%
a imaginar% e,alando
não haveria umautilidade
nenhuma intençãopara
perversa e do
este dom repulsiva
Espírito.como
+a narrativa da jovem com o espírito de adivinhação em $tos :;% /aulo
desa"iou o espírito que talve' pudesse ter enganado "acilmente a outros servos de
4eus. $ jovem "e' uma declaração per"eitamente verdadeira quando ela disse5 UEstes
homens% que nos anunciam o caminho da salvação% são servos do 4eus $ltíssimo%U
mas o espírito que estava "alando era um mau espírito.
/or que um espírito mau "aria propaganda dos ap)stolos desta maneiraB /orque
não era de nenhum cr!dito ou ajuda ao Evangelho ou seus ministros terem uma
pessoa assim seguindoos e% sem dOvida% "a'endo com que muitos pensassem que
ela "osse um deles.

B. A #e$*;0 e +ee!!&1*1e 1e!'e 1m 9e


L dom de discernimento de espíritos est& e,perimentando o seu pr)prio
reavivamento em muitas partes do mundo hoje em dia. Ele pode ser visto em ação no
minist!rio de muitos homens de 4eus na renovação atual. É a-solutamente essencial
que este dom opere para que a Igreja possa reali'ar a sua missão por completo e
destruir as o-ras do dia-o. 8& tantos demXnios no mundo hoje quanto havia na !poca
em que Desus andou pela 1erra e nos dias da Igreja /rimitiva. L prop)sito deles !
declaradamente maligno. Este dom so-renatural ! especialmente necess&rio para
mission&rios e o-reiros em terras pagãs onde o espiritismo% satanismo e ocultismo
são a-undantes.

C. Cm  1m 1e 1&!e$+&me+' 1e e!#Q$&'! /"+&+*


$ primeira e mais )-via "unção deste dom ! revelar a presença de espíritos
malignos na vida das pessoas ou igrejas. +o entanto% ele tam-!m "unciona para
avaliar a "onte de uma mensagem pro"!tica% de um ensinamento em particular% ou de
alguma mani"estação so-renatural. $ pessoa que e,ercita este dom ser& capa' de
di'er se a "onte de uma mensagem ou ação ! demoníaca% divina ou meramente
humana. e "or discernid o que a "onte ! demoníaca% a pessoa que e,ercita esse dom
geralmente ser& capa' de revelar5

. A +*'"$eH* 1 1em+&
152
Isto se re"ere ao tipo da sua o-ra5 mentiras% causan do en"ermidades <como por
e,emplo cncer% cegueira% surde'% etc.@% um comportamento impuro e coisas
semelhantes.

4. O +me 1 1em+&
Isto ! geralmente revelado com a nature'a do demXnio% ainda que não seja
realmente incomum terse a revelação do nome pr)prio do demXnio.
. O +[me$ 1e 1em+&!
Este ! o caso da Ulegião%U ou Maria% da qual Desus e,pulsou sete demXnios.
0ealmente não ! incomum que uma pessoa seja possuída por mais de um espírito de
uma s) ve'. Esta ! uma parte das in"ormaç(es revelad as pelo dom de discernimento
de espíritos.

K. A /$;* 1e 1e'e$m&+*1! 1em+&!


Geralmente% durante um con"ronto com um espírito maligno% a pessoa que
e,ercia o discernimento de espíritos sa-e por revelação qual% dentre os v&rios
demXnios% ! o mais "orte e tem a maior autoridade.

. Cm $e(*;0 * <'e$ &+/$m*;e!


Muitas ve'es% os pr)prios demXnios dão muitas in"ormaç(es% ver-almente% 3
pessoa que eles sa-em que discerniu so-renaturalmente a presença deles e que tem
o poder de e,puls&los. +o entanto% j& que podemos esperar que os demXnios vão
mentir% ! uma -oa id!ia tratarmos as in"ormaç(es que eles dão% com suspeitas% e
contarmos com as in"ormaç(es so-renaturalmente dadas pelo Espírito anto.

D. O 1&!e$+&me+' 1e e!#Q$&'! +em !em#$e e+,(,e * /: #*$* e#"(!*$


! 1em+&!
$inda que o dom de discernimento de espíritos seja essencial para uma
li-ertação e"ica'% ele não ! su"iciente por si mesmo. Ele precisa operar junto com os
dons da "! e de operação de milagres. ão os que e,ercitam estes dons que t#m mais
#,ito na e,pulsão de demXnios.

5. O Dm 1e F: 2 C 43Y6
D& que a "! lida com o "uturo e com o invisível  as coisas não "isicamente
e,perimentadas % o dom de "! ! a ha-ilidade especial dada a algu!m com o chamado
de e,ercitar uma capacidade e,traordin&ria de crer. 4eus so-renaturalmente esva'ia
esta pessoa de qualquer dOvida e a enche com uma "! especial que a capacita a
reali'ar o prop)sito de 4eus% apesar de todas as circunstncias contr&rias da vida. É
uma dispensação especial de "! que 4eus concede a um crente cheio do Espírito
quando a tare"a que Ele deu a este crente requer mais que uma "! ordin&ria ou geral.
153
L dom de "! tem uma "unção vastamente superior 3quela da "! geral% a qual
cresce da semente srcinal da "! salvadora que 4eus plantou em nossos coraç(es
<veja 0m :5 :?@. L grau da "! geral cresce com os est&gios de desenvolvimento do
crente <Upequena "!%U Ugrande "!U% etc.@. $ "! geral cresce como resultado de nos
alimentarmos na /alavra% de sermos e,ercitados atrav!s das circunstncias da vida% e
assim por diante. Ela pode desenvolverse at! um nível muito elevado. Contudo% o
dom de "! tem uma "unção superior at! mesmo ao mais alto nível de "! geral.
$lguns tradutores se re"erem ao dom de "! como uma "! especial. Isto indica
uma "! concedida pelo Espírito anto% para satis"a'er as nossas necessidades em
circunstncias especiais e e,tenuantes. Isto ainda sugere que o dom da "! não reside
permanentemente em nenhum crente% mas sim que cada mani"estação ! um dom de
"! separado. 2m epis)dio na vida de Elias ilustra isto quando ele declarou ao rei
$ca-e que não haveria chuva at! que ele "alasse a palavra% e que depois haveria
chuva novamente de acordo com sua palavra <: 0s :?5 :@. L seu dom de "! produ'iu
o cumprimento miraculoso desta pro"ecia.
Contrariamente% esta "! e,traordin&ria estava "altando quando Elias se assentou
de-ai,o de um 'im-ro% temeroso% desanimado e querendo morrer porque não era
necess&rio naquele momento <: 0s :N5R@. Ele não havia perdido a sua "! em 4eus ou
em ua /alavra. ua pr)pria "! "oi "ortalecida e o ensinou a crer em 4eus e a se
reanimar quando 4eus lhe disse que Ele tinha outros sete mil seguidores "i!is em
Israel.
4eus quer que voc# sai-a que voc# pode seguir adiante con"iantemente%
sa-endo que% quando e,ig#ncias especiais são colocadas so-re voc#% Ele lhe dar&%
so-renaturalmente% uma "! especial para capacit&lo a cumprir os eus prop)sitos.

Cm  1m 1e /: /"+&+*


/arece que o dom de "! "unciona de uma maneira passiva% mas isto nem
sempre ! assim. $ proteção de 4aniel dos le(es <uma ocasião passiva do dom de "!@
parece contrastar com a ocasião em que ansão matou o leão% o que ! um e,emplo
do envolvimento ativo do homem na mani"estação do poder de 4eus. Este seria um
e,emplo da operação de milagres. Esta impressão de que o dom de "! "unciona
passivamente ! porque ele geralmente ! operado em cooperação com dons mais
dram&ticos% por e,emplo% a operação de milagres% os dons de curas% etc.
L dom de "! tam-!m "unciona quando "alamos a palavra de "!  UCri% por isso
"aleiU < Co R5 :>@. /ortanto% as palavras que um homem de 4eus "ala% ao ser
inspirado pelo Espírito% são con"irmadas por 4eus como se "ossem uas pr)prias
palavras.
Ls resultados nem sempre são imediatos% mas eles são certos. Este dom pode
"uncionar de v&rias maneiras% por e,emplo% para a-ençoar% maldi'er% criar% destruir%
etc.
154
8& alguns e,emplos not&veis do dom de "! "uncionando atrav!s da palavra
"alada5
Dosu! ordenou que o sol e a lua parassem <Ds :T5 ::R@.
Elias controlou o tempo atrav!s de sua palavra5 U... nestes anos nem orvalho
nem chuva haver& senão segundo a minha palavra...%U U... e% por tr#s anos e seis
meses% não choveu so-re a terraU <: 0s :?5 :9 1 g H5 :?@.
/aulo silenciou a Elimas5 U... e "icar&s cego% sem ver o sol por algum tempoU <$t
:>5 ::@.
/edro julgou a $nanias e a"ira <$t H@.
$s Escrituras ensinam o princípio da palavra de "!5 U... tudo o que disser lhe ser&
"eitoU <Mc ::5>@% com relação 3 injunção5 U1ende "! em 4eusU <Mc ::5@ e a Do 5=
 U4eterinando tu algum neg)cio% serte& "irme...U

. D+! 1e C"$*! 2 C 43Y6


$s tr#s re"er#ncias a este dom em : Corintios : estão nos versículos N% = e
>T. Em cada uma delas% as palavras srcinais são5 charismata e iamaton. $m-as as
palavras estão no plural% o que "a' com que a tradução correta desta "rase seja dons
de curas.
Ls dons de curas "uncionam so-renaturalmente para curarem doenças e
en"ermidades sem nenhuma esp!cie de meios naturais. É o poder do Espírito anto
que vem por so-re o corpo de uma pessoa% dissolvendo suas en"ermidades e tirando
suas dores para cur&la.
L uso dos su-stantivos no plural en"ati'a a a-undncia dos dons de cura de
4eus disponíveis aos homens que so"rem en"ermidades. Isto tam-!m pode en"ati'ar
que a cura de Desus li-erta de toda doença% "raque'a% praga% de"ormidade e a"lição.
Isto tam-!m sugere que h& uma grande variedade de mani"estaç(es deste dom <: Co
:5R?@.
L e,ercício dos dons de curas não d& 3 pessoa que o e,ercita a ha-ilidade de
curar todos os doentes em todo o tempo. $lgumas pessoas não compreendem -em
este ponto e perguntam por que não entramos em hospitais e lugares semelhantes e
curamos a todos os que estão doentes. $t! mesmo Desus não "e' isto. Ele apenas "oi a
um lugar que poderia corresponder a um hospital moderno uma ve'% quando Ele "oi
ao tanque de *etesda% onde havia multid(es de doentes. Mesmo assim% Ele escolheu
apenas um dentre todos eles e o curou. Muitas ve'es% lemos a respeito de grandes
multid(es de doentes que vieram a Desus e vemos que EleU curou a todos.U 2m
princípio importante da cura divina ! que a pessoa precisa vir a Desus como um
e,ercício de "! e cooperação.

O #$#%!&' 1! 1+! 1e "$*!3


:. Fi-ertar os 4oentes e $"litos e 4estruir as L-ras do 4ia-o em Corpos
155
8umanos <: Do >5=9 $t :T5>= e Fc :>5 :;@.
. /rovar a $sserção de Cristo de que Ele ! o Silho de 4eus <DX :T5>;>=@.
>. Con"irmar a /alavra <Mc :;5 :?T% $t ?5N>N%>>@.
R. $trair as /essoas ao om do Evangelho <Mt R5>%H@.
H. 1ra'er Gl)ria a 4eus <Mc 5 :9 Fc :>5 :>9 :=5R>9 Do N5%>@.
L Espírito anto d& dons de curas aos servos de 4eus para que os transmitam a
quem quer que o enhor deseje curar para os eus prop)sitos. Como todos os outros
dons% os dons de curas não somente t#m que ser dados% mas tam-!m t#m que ser
rece-idos. $ssim como h& um princípio de "!% com relação a como ministrar estes
dons% h& tam-!m um princípio que trata com a maneira de rece-#los. E'equias teve
di"iculdades em rece-er o dom de cura que 4eus enviou a ele. $ sua "! teve que ser
edi"icada de uma maneira especial% atrav!s do milagre registrado em  0s T5=::
<Veja tam-!m  0s H5 :T:R@. +aamã teve di"iculdade em rece-er o dom de cura que
4eus havia enviado a ele atrav!s de Eliseu. $ cura em geral requer um duplo ato de
"!5 "! para rece-er e "! para administrar o dom de cura.
$inda que haja e,ceç(es a esta regra% 4eus sempre deseja curar. +o entanto%
3s ve'es% os canais normais% atrav!s dos quais o eu poder de cura "lui% não estão

"uncionando
Zs muito
ve'es% 4eus -em. Isto
comunica podede
os dons requerer que 4eus
curas atrav!s dosenvie umdedom
canais denormais9
curas cura especial.
em
outras ocasi(es% atrav!s de meios e,traordin&rios% de acordo com a ua vontade <por
e,emplo% a som-ra de /edro@.

Y. O#e$*;0 1e M&(*8$e! 2 C 436


2m milagre acontece quando 4eus interv!m no curso normal da nature'a. L
dom de operação de milagres acontece quando 4eus nos capacita% com poder pelo
Espírito anto% a "a'ermos algo completamente "ora do campo das ha-ilidades
humanas. Ele nos d& isso numa ocasião especí"ica para um prop)sito especial.
1odos os dons do Espírito são miraculosos% mas o uso da palavra Umilagre%U
neste caso% se re"ere a atos de poder.
Ls milagres dão uma prova ineg&vel da 0essurreição.
e Desus não estivesse vivo% o eu nome não teria nenhum poder para curar os
doentes e operar milagres <$t R5>>@. /edro convenceu aos judeus incr!dulos da
ressurreição de Desus Cristo e de sua necessidade de arrependimento por "orça do
"ato de que o nome de Desus ainda tinha poder para curar os doentes e operar
milagres.
. Isto deu ousadia aos crentes para que pregassem a Cristo <$t R5N%>T@. $s
pessoas reconheceram que eles haviam estado com Desus% o Lperador de Milagres <$t
R5 :>@.

4. Istoe "e'
convenceu com que
condenou os os crentes
homens portivessem mais "ome
seus pecados >>@. <$t R5>:@. . Isto
por 4eus
<$t H5=%
156
K. Cinco mil pessoas se converteram% em um dia% atrav!s de um milagre <$t
R5R9 H5 :R@.
. 1odos os homens glori"icavam a 4eus pelo que "oi "eito <$tR5:@.
. Isto espalhou o Evangelho rapidamente <$t H5 :R:;@.
$ntes que Desus começasse a operar milagres% ningu!m L seguia a nenhum
lugar. Ele deve ter pregado "requentemente na sinagoga% pois Fucas R di' que este
era o eu costume. Mas% quando os milagres em Fucas R5>>>H aconteceram% Ua sua
"ama divulgouse por todos os lugares em redor daquela comarcaU <Fc R5>?@. 4aí em
diante as multid(es se comprimiam ao eu redor para ouvirem as uas palavras e
para verem os eus milagres. UE grande multidão o seguia% porque via os sinais que
operava so-re os en"ermosU <Do ;5@.
Lnde quer que os discípulos pregavam% curavam os doentes% e,pulsavam os
demXnios e operavam milagres% multid(es se voltavam a Cristo.
A. amaria prestou atenção a Silipe% porque viam e ouviam os sinais que ele
"a'ia <$t =5;@.
B. 1odos os ha-itantes de arona e Fida voltaramse ao enhor quando /edro
disse a En!ias5 UDesus Cristo te d& saOde9 levantate e "a'e a tua calma.U E ele se
levantou imediatamente <$t N5>R@.
C. Muitas pessoas em Dope creram quando /edro ressuscitou a 4orcas <$t N5R@.
D. L povo de Fistra pensou que os deuses tivesse m descido a eles quando eles
viram o co,o andar e saltar por causa da palavra de /aulo <$t :R5N:=@.

UE muitos sinais e prod,(ios eram eitos entre o povo- pelas mãos dos ap*stolos.
E a multidão dos que criam no <en:or- tanto :omens como mul:eres- crescia cada
vez mais. 4e sorte que transportavam os enermos para as ruas- e os pun:am em
leitos e em camil:as para que ao menos a sombra de 8edro- quando este passasse-
cobrisse al(uns deles. E até das cidades circunvizin:as concorria muita (ente a
>erusalém- conduzindo enermos e atormentados de esp,ritos imundos os quais todos
eram curados 4At H5::;@. :

E. L Fivro de $tos termina com milagres em "orça total <$t =5=% I N@. Auando as
pessoas viram a /O-lio curado% elas creram que se 4eus podia curar uma pessoa%
então Ele era capa' e queria curar a todos que tinham necessidades de cura. Auando
as pessoas pensam e cr#em corretamente com relação a 4eus% então elas rece-em o
que Ele tanto deseja dar para elas.
$ operação de milagres ! a capacitação do Espírito anto% dando ao crer a
ha-ilidade de operar um milagre% em contraste com 4eus operando milagres na vida
de um crente. $ssim sendo% muitos que nunca rece-eram o dom de operação de
milagres t#m% muitas ve'es% e,perimentado milagres estupendos que 4eus operou
157
para eles.

A(8"+! Eem#(!3
:. Milagres de li-ertação como o de /edro em $t H5 :?T e novamente em $t
:5 ::T. 1am-!m o de /aulo e ilas em $t :;5 :H>T.
4. Milagres de transladação5 U... o Espírito do enhor arre-atou a
Silipe% e não o viu mais o eunucoU <$t =5>N@.
Estes e muitos outros e,emplos são milagres operados por 4eus nas vidas dos
crentes% 3s ve'es% at! mesmo sem a cooperação dos crentes. Estes não são% portanto%
e,emplos em que o dom de operação de milagres estava em "uncionamento. Em
contraste% agora apresentamos tr#s casos em que este dom estava "uncionando5
. $tos :N5 3 UE 4eus pelas mãos de /aulo "a'ia maravilhas e,traordin&rias. U
4. $tos N5RT. /edro ressuscitou a 4orcas.
. $tos T5N:. /aulo restaurou a vida de Eutico.

O#e$*;0 P$'&* 1e!'e 1m3


. $ unção do Espírito anto para criar uma con"iança e autoridade especiais.
4. 2ma palavra de "! e autoridade. Elias disse que o 4eus que respondesse por
"ogo seria o enhor de Israel. L "ogo que desceu "oi um e,emplo da operação de
milagres.
. 2m ato ousado de "!.

158
PARTE IX

O REINO E A VOLTA DE JESUS

8& uma coisa so-re a qual temos que ter clare'a. 1er vida eterna ! di"erente de
entrar no !reino
dos c!us dos c!us.
tomado L <Mt
a "orça enhor
::5 Desus disse que
:I**0ev.@ Lseviolentos
Doão *atista at! agora%
o tomam. $ leioereino
as
pro"ecias dos pro"etas terminaram com Doão <::5 :% :>@. *aseados nesta palavra%
alguns t#m dito que precisamos ser violentos% isto !% devemos nos es"orçar antes de
sermos salvos. e não nos es"orçarmos% não seremos salvos. 2ma pessoa di' isso
porque não pode ver a di"erença entre o reino dos c!us e a vida eterna. E,iste uma
di"erença entre a vida eterna e o reino dos c!us.

A DIFERENÇA ENTRE A VIDA ETERNA E O REINO


6 A $em#e+!* : #*$*  m&(+& * ,&1* e'e$+* +0 'em /&m.

$ primeira di"erença entre am-os ! quanto ao tempo. $ vida eterna ! para a


eternidade% mas o reino não. Auando o novo c!u e a nova terra vierem% o reino dos
c!us passar&. L reino dos c!us denota o governo de 4eus. L período do governo de
4eus ! o período do reino dos c!us. Aue são os c!usB L livro de 4aniel "ala so-re o
governo dos c!us <? 5?@. /ortanto% o reino dos c!us ! a es"era na qual os c!us
governam. Auando o enhor Desus vier reger so-re a 1erra% aquele ser& o tempo em
que os c!us governarão. 8oje% aquele que governa na 1erra ! o dia-o% atan&s. $
política e a autoridade mundial de hoje são de atan&s. L enhor Desus não reinar&
senão no período do reino dos c!us. Mas o período no qual a autoridade dos c!us !
e"etuada ! muito curto. Em : Corintios :H5R ! dito5
UE então vir& o im- quando ele entre(ar o reino ao 7eus e 8ai- quando :ouver
destru,do todo principado% bem como toda potestade e poder. U
L reino ser& entregue a 4eus /ai. /ortanto% h& um limite temporal para o reino.
Contudo% a vida eterna ! para sempre. 1odo o que l# : Coríntios :H sa-e que no início
do novo c!u e da nova terra% isto !% na conclusão do mil#nio% o reino ser& entregue.
/ortanto% h& uma di"erença no tempo entre a vida eterna e o reino dos c!us.

46 A ,&1* E'e$+* : #e(* /: * $em#e+!* : #e(*! <$*!.


$ segunda di"erença reside no m!todo pelo qual o homem entra no reino dos
c!us e na maneira que ele o-t!m a vida eterna. L rece-imento da vida eterna ! o
assunto de todo o Evangelho de Doão. $ maneira de ter a vida eterna ! por meio do

crer. 2masimples.
questão ve' queKodo
cremos% a o-temos.
o Evangelho deContudo% entrar no reino
Mateus menciona dos
o reino c!us
dos não
c!us ! uma
trinta e
159
duas ve'es. +enhuma ve' ! dito que o reino dos c!us ! rece-ido pela "!. Como um
homem ganha o reino dos c!usB Mateus ?5 : di'5
Bem todo o que me diz@ enhor% enhor entrar& no re ino dos céus- mas
aquele que 6aza vontade de meu 8ai que est& nos céus.U
/odese ver que a entrada no reino dos c!us ! uma questão de o-ra. Mateus
H5> tam-!m nos di'5 Memaventurados os :umildes de esp,rito- porque deles ! o
reino dos céus. $qui não di' vida eterna% mas o reino dos c!us. /ara ter o reino dos
c!us% a pessoa precisa ser po-re no espírito. L enhor tam-!m di'5 U*em
aventurados os perseguidos por causa da justiça% porque deles ! o reino dos c!usU
<v.lT@. +ão precisa ser perseguido para rece-er a vida eterna% mas o reino ! para os
que t#m sido perseguidos por causa da justiça. Mesmo se um homem tiver a vida
eterna% se ele não tem sido perseguido% por causa da justiça hoje e não "or po-re no
espírito% ele ainda pode não ter parte no reino.

6 Um* ,eH )"e $ee<em! * ,&1* e'e$+* +0 'em! m*&! 1e <"!-(*
* $em#e+!* #$e&!* !e$ <"!*1*.
Com relação 3 vida eterna% 4eus nunca nos disse para procurarmos o-t#la.

/elo contr&rio%
Entretanto% com toda ve'ao que
relação ! amencionada%
reino% Ele nos
palavra da *í-lia mostra
di' que que procurar
devemos j& a temos.
o-t#
lo e -usc&lo% diligentemente. 8oje% em se tratando do reino% estamos no est&gio de
-usca% ou seja% ainda não o o-tivemos. $inda temos de empregar o es"orço para
almejar e -uscar o reino.

K6 A ,&1* e'e$+* : 1e 8$*;* * $em#e+!* : #$ m:$&'


$ quarta di"erença reside na maneira como 4eus trata o reino e a vida eterna.
4eus trat a a vida eter na como um presente. Ela ! dada a n)s <0m ;5>@. $ vida
eterna ! uma graça gratuita9 ela ! dada por meio do enhor Desus para todos aqueles
que cr#em nWEle. +ão e,iste di"erença entre algu!m que -usca e algu!m que não est&
-uscando. Contudo%vindo
"ilhos de Ye-edeu o mesmo não ocorre
ao enhor Desus ecom o reino.que
querendo Fem-rese
o enhorda"i'esse
mãe dos
comdois
que
seus dois "ilhos se sentassem ao lado dWEle em am-os os lados no reino <Mt T5:@.
Mas o enhor Desus disse5 UL assentarse 3 minha direita e 3 minha esquerda não me
compete conced#lo9 e% por!m% para aqueles a quem est& preparado por meu /aiU
<v.>@. $ graça ! o-tida uma ve' que L invocamos. Mas o reino depende se algu!m
pode ser -ati'ado em eu -atismo e pode -e-er o c&lice que Ele -e-eu. $m-os os
discípulos disseram que podiam. 1odavia% o enhor disse que% apesar de terem
prometido que o "ariam% a questão não ca-ia a Ele decidir. a /ai ! $quele que
concede.
$l!m disso% o criminoso que "oi cruci"icado juntamente com o enhor disseFhe5
>esus- lembrate
ouviu sua oraçãoBdeem quandoque
mimdOvida vieres teu Ele
sim.noMas reino.
não 4e >5R@. seu
concedeu a enhor Desus
pedido. L
160
criminoso pediu que o enhor se lem-rasse dele quando o enhor rece-esse o reino.
L enhor Desus não lhe respondeu que ele estaria com Ele no reino. /elo contr&rio% Ele
respondeulhe5 Oo6e estar&s comigo no para,so. U<v.R>@. L enhor não lhe respondeu
so-re o reino. Mas Ele lhe deu uma resposta com relação ao paraíso. 2ma ve' que a
invoquemos% podemos ser salvos. Contudo% não ! tão simples ir ao reino. /ortanto% h&
uma grande di"erença aqui. $ atitude de 4eus para com a vida eterna e o reino dos
c!us ! di"erente5 um ! o presente de 4eus% e o outro ! a recompensa de 4eus.
Com respeito
passagens 3 di"erença
na *í-lia que sãoentre
muitoo reino dos c!us e $gora%
interessantes. 3 vida eterna% e,istem
chegamos outras
3 quinta
di"erença. $pocalipse T mostranos que os m&rtires rece-em o reino% em-ora não
digam que sejam os Onicos a rece-erem o reino <v.R@. $ *í-lia% entretanto% nunca nos
mostra que o homem deva ser martiri'ado a "im de rece-er a vida eterna. Entretanto%
o reino ! di"erente. L reino requer es"orço. $t! mesmo requer o martírio para o-t#lo.
/or e,emplo% a po-re'a ! uma condição para o reino dos c!us. /ara o-ter o reino dos
c!us% a pessoa precisa perder suas rique'as. $ *í-lia nos mostra claramente que
nenhuma pessoa na 1erra que seja rica segundo seus pr)prios meios pode entrar no
reino dos c!us. +ão podemos di'er que nenhum rico possa ser salvo. +ão podemos
di'er que ningu!m pode entrar na vida eterna se não quiser perder suas rique'as.
$ssim como
di"ícil um rico! entrar
di"ícil um camelo
no reino passar
dos c!us pelo "undo de
<Mt :N5R@. uma agulha%
Graças da mesma
ao enhor% o po-re"orma
pode !
ser salvo assim como o rico pode. L po-re pode herdar a vida eterna e o rico tam-!m
pode. Contudo% entrar no reino dos c!us ! um pro-lema para o rico. e acumularmos
rique'as na 1erra% não seremos capa'es de entrar no reino dos c!us. É )-vio que isso
não signi"ica que algu!m tenha de desistir de toda a sua rique'a hoje. Estou di'endo
que a pessoa tem de entregar toda a sua rique'a ao enhor. omos apenas os
administradores. +ão somos o dono da casa. $ *í-lia nunca reconhece um cristão
como o dono de seu dinheiro. Cada um ! apenas um administrador do dinheiro que !
para o enhor. 1odos n)s somos apenas os administradores do enhor. E,iste esta
condição para entrar no reino.

8& outra
envolvendo coisa muito
a questão peculiar.
da vida eterna.+ão
Masseo v# as quest(es
evangelho de casamento
de Mateus e "amília
di' que alguns não
se casam por causa do reino dos c!us. $lguns at! mesmo se "i'eram eunucos por
causa do reino dos c!us <Mt :N5 :@. $ "im de entrar no reino dos c!us e ganhar um
lugar no reino% eles escolheram permanecer virgens. +ingu!m v# a vida eterna ser
negada a uma pessoa casada.
Vemos que a questão da vida eterna não est& de "orma alguma relacionada 3
"amília e ao casamento% mas a questão do reino esta muitíssimo relacionada 3 "amília
e ao casamento. Essa ! a ra'ão pela qual a *í-lia di' que aqueles que t#m esposa
devem ser como se não a tivessem. Ls que se utili'am do mundo devem ser como se
dele não utili'assem% e os que compram como se nada possuíssem <: Co ?5N>:@.
Isso tem muito a ver com nossa posição no reino dos c!us.
161
6 A ,&1* e'e$+* : &8"*( #*$* '1!7 m*! * $em#e+!* ,*$&* #*$* *1*
"m.
Sinalmente% temos de mencionar outra di"erença. +o reino% h& diversos níveis
de graduação. $lguns rece-erão de' cidades% outros rece-erão cinco <Fc :N5 :?:N@.
$lguns rece-erão meramente uma recompensa%
I mas outros rece-erão um galardão. $lguns ganharão uma rica entrada no
reino < /e :5 ::@. $lguns entrarão no reino sem uma rica entrada. /ortanto% e,iste
uma di"erença em graduação no reino. Mas nunca haver& uma questão de graduação
com relação 3 vida eterna. $ vida eterna ! a mesma para todos. +ingu!m rece-er&
de' anos a mais do que o outro. +ão e,iste di"erença na vida eterna9 todavia% no reino
h& di"erença.
e algu!m ponderar um pouco% perce-er& que na *í-lia% o reino e a vida eterna
são duas coisas a-solutamente di"erentes. $ condição para a salvação ! a "! no
enhor. $l!m da "!% não h& outra condição% pois todos os requisitos j& "oram
cumpridos pelo Silho de 4eus. $ morte de eu Silho satis"e' todas as e,ig#ncias de
4eus. Mas entrar no reino dos c!us ! outra questão5 requer o-ras. 8oje% um homem !
salvo pela justiça de 4eus. Mas não podemos entrar no reino dos c!us a menos que
nossa justiça e,ceda a dos escri-as e "ariseus <Mt H5 T@. $ justiça no viver e na
conduta de uma pessoa deve ultrapassar a dos escri-as e "ariseus% antes que ela
possa entrar no reino dos c!us. /ortanto% podese ver que a questão da vida eterna !
completamente -aseada no enhor Desus. Contudo% a questão do reino est& -aseada
nas o-ras do homem.

A RECOMPENSA E L DOM GRATUITO DE DEUS


Vamos continuar a ver a di"erença entre recompensa e dom <ou presente de
4eus@% em outras palavras% a di"erença entre o reino e a vida eterna. Muitos pensam
que o reino dos c!us ! a vida eterna e que a vida eterna ! simplesmente o reino dos
c!us. Eles con"undiram a /alavra de 4eus% tomando a condição para rece-er o reino
como sendo a condição para a vida eterna. Eles tomam a perda do reino como sendo
a perda da vida eterna. Entretanto% a distinção entre os dois ! muito clara na *í-lia.
2ma pessoa pode perder o reino dos c!us% mas ela não perder& a vida eterna.
$lgu!m pode perder a recompensa% contudo% não perder& o dom <ou presente de
4eus@.
Então% o que ! a recompensa e o que ! o domB +)s "omos salvos por causa do
dom gratuito de 4eus. 4eus nos deu o dom gratuitamente pela ua graça9 portanto%
"omos salvos. $ recompensa di' respeito ao nosso relacionamento com 4eus ap)s
sermos salvos. e algu!m cr# no enhor Desus como alvador% aceitandoL como
vida% ele ! salvo diante de 4eus. $p)s ser salvo% 4eus imediatamente coloca essa
pessoa numa pista% de modo que ela corra a carreira e o-tenha a recompensa posta
diante dela. 2m cristão ! salvo por causa do enhor Desus. $p)s ser salvo% ele deve
162
mani"estar a vit)ria de Cristo pelo Espírito anto dia a dia. e "i'er isso% então% no "im
da carreira% ele o-ter& a gl)ria celestial e a recompensa celestial de 4eus.
/ortanto% a salvação ! o primeiro passo deste caminho% e a recompensa ! o
Oltimo passo. Auando algu!m cr# em Cristo% rece-e o presente. Auando algu!m
segue Cristo% rece-e a recompensa. L presente ! o-tido por meio da "!% e ! para as
pessoas do mundo. $ recompensa ! o-tida por ser "iel e ter -oas o-ras% e ! para os
cristãos.

Onica 8& ume grande


coisa que nãoengano
h& nadanas igrejas
al!m hoje.
de ser L homem
salvo. pensa que
Ele considera a salvação
o reino dos c!us! ea a
vida eterna como se "ossem a mesma coisa. Ele considera que% uma ve' que algu!m
! salvo quando cr#% não tem de se preocupar com as o-ras. $ *í-lia "a' distinção
entre a parte de 4eus e a parte do homem. 2ma parte ! a salvação dada por 4eus% e
a outra parte ! a gl)ria do reino milenar. er salvo não tem a-solutamente nada a ver
com as o-ras da pessoa. 1ão logo uma pessoa creia no enhor Desus% ela ! salva. Mas%
ap)s sua salvação% ela precisa começar a carreira para rece-er a gl)ria vindoura% a
coroa e o trono. 4eus coloca eu trono% coroa% gl)ria e recompensa diante dos
crentes. e uma pessoa "or "iel% vai rece-#lo9 se "or in"iel% vai perd#lo.
$s -oas o-ras são inOteis no que se re"ere 3 salvação. L homem não pode ser
salvo pelas suas
recompensa% -oas o-ras%
da coroa% mas
da gl)ria as trono.
e do -oas o-ras
$ -oa são
o-ranecess&rias 3 questão
! inOtil quanto da da
3 questão
salvação. 4eus não pode permitir que o homem seja salvo pela sua o-ra. Ele tam-!m
não permitir& ao homem ser recompensa do sem o-ras. 4eus s) pode decidir so-re a
salvação ou perdição do homem por meio do seu crer ou não no eu Silho. e voc#
tem ou não% eu Silho em si% determina a questão da vida eterna ou da perdição. e
voc# tem ou não -oas o-ras diante de 4eus% determina a questão de rece-er a re
compensa e a gl)ria. Em outras palavras% 4eus nunca salvar& uma pessoa por ela ter
m!ritos% e Ele nunca recompensar& algu!m que não tenha m!rito. L homem deve vir
diante de 4eus totalmente carente e sem m!rito para que 4eus o salve. Contudo%
ap)s a salvação% temos de ser "i!is% e temos de es"orçarnos para produ'ir -oas o-ras

por meio de eu Silho%


L pro-lema Desus
de hoje Cristo%
! que a "im denão
as pessoas o-termos
"a'em adistinção
recompensa.
entre a salvação e o
reino. +a *í-lia% h& uma distinção clara entre a salvação e o reino e entre o dom e a
recompensa. $ salvação não ! o Oltimo passo da e,peri#ncia cristã% pelo contr&rio% a
salvação ! o seu primeiro passo. $p)s termos sido salvos% temos de correr e
perseguir a recompensa diante de n)s. L pro-lema ! que pensamos que nossa
salvação ! a nossa recompensa. Muitos cristãos acham que a gl)ria ! simplesmente a
graça da salvação% e assim tornamse n!scios em seu viver. /or "avor% apliquem a
o-ra somente 3 recompensa e a graça 3 salvação.
$trav!s da salvação% 4eus separa os salvos dos não salvos. Ele separa aqueles
que t#m a vida eterna daqueles que estão condenados. 4e igual modo% 4eus tam-!m
separa eus "ilhos em dois grupos pela ua recompensa. 4eus separa eus "ilhos em
o-edientes e deso-edientes. /ara com as pessoas do mundo ! uma questão de ter ou
163
não ter "!. /ara com os cristãos ! uma questão de ser "iel ou não ser "iel. /ara com as
pessoas do mundo% ! uma questão de ser salvo ou não ser salvo. /ara com os
cristãos% ! uma questão de ter ou não ter a recompensa. L pro-lema de hoje com os
"ilhos de 4eus ! que eles e,altam demais a salvação9 tudo o que v#em ! sim
plesmente a salvação. Aue 4eus seja misericordioso conosco para que
compreendamos que a questão da salvação j& est& resolvida. Ela não pode mais ser
a-alada% pois ela j& "oi cumprida pelo enhor Desus. Ela est& totalmente concreti'ada.
8oje%
grandedevemos empenharnos
di"erenciação ! comterão
no reino5 alguns a recompensa diante
gl)ria% e outros não.de n)s. 8aver& uma

A BASE DA RECOMPENSA
$gora precisamos ver so-re que -ase a recompensa ! dada. $ /alavra de 4eus
di' que a recompensa ! dada por causa da o-ra. $ssim como a *í-lia di' claramente
que a salvação ! pela "!% da mesma "orma% a *í-lia di' que a recompensa ! pela o-ra.
$ *í-lia revelanos que a salvação ! pela "! dos pecadores% e a recompensa ! pela
o-ra dos cristãos. $ "! est& relacionada 3 salvação. $ o-ra est& relacionada 3
recompensa. E isto est& mais do que claro% e ningu!m deve con"undir as duas coisas.
0omanos R5R di'5 ULra% ao que tra-alha% o sal&rio não ! considerado como
"avor%
graça% e%mas
sim%uma
comodívida.
dívid a. Em "m* $e
U4aroutras m#e+!como
palavras% * * *(8":m que
algu!m tra-alha
pode o-ter não
uma!
recompensaB $ recompensa vem pelas o-ras% e não pela graça.
Apocalipse 5> diz@ U... Eu sou aquele que sonda mente e coraç/es- e vos darei
a cada um- se(undo as vossas obras.
Esse versículo di' que o enhor "ar& todos conhecerem que Ele ! $quele que
sonda as mentes e os coraç(es% e dar& a cada um segundo as suas o-ras. Em outras
palavras% Ele recompensar& a cada um segundo as suas o-ras. Como Ele
recompensaB É de acordo com nossa o-ra. É claro que essa o-ra não ! nossa pr)pria
o-ra% ! quando o Espírito anto vive Cristo em n)s% daí% então% temos as o-ras de um
cristão. /ortanto% esse versículo nos mostra claramente a questão da recompensa. $

questão da recompensa
$ /rimeira Epístoladepende de um
aos Coríntios >5cristão
:R di'5 ser digno ou não.
<e permanecer a obra de al(uém que sobre o undamento ediicou- esse
receber& (alardão. U

$qui di' que se a sua o-ra permanecer% ele ser& recompensado . +ão di' que se
a sua "! permanecer% ele ser& recompensado. $ questão da recompensa depende da
o-ra da pessoa. $ *í-lia distingue claramente salvação de galardão. Ela nunca
con"unde a salvação e o galardão% e nunca con"unde a "! com a o-ra. em a "!% o
homem não pode ser salvo. em as -oas o-ras% o homem não pode ser
recompensado. $s o-ras de algu!m devem resistir diante do trono do julgamento e
so-reviver ao e,ame minucioso dos olhos de chama% antes que haja a possi-ilidade
de rece-er um galardão.
164
ucas ; >H diz@ Amai- porém- os vossos inimi(os- azei o bem e emprestai- sem
esperar nen:uma pa(a ser& (randeo vosso (alardão <.. .@U.
$ recompensa ! inteiramente devida 3 o-ra de algu!m. Emprestar dinheiro a
algu!m% sem esperar ser pago ! sua o-ra% e amar seu inimigo ! sua o-ra. Voc# tem
de "a'er isso para o-ter a recompensa. Em nenhum lugar a *í-lia menciona que
algu!m tenha de amar seus inimigos e "a'er o -em% antes que possa ser salvo. Mas
e,iste o versículo que di' que se voc# emprestar aos outros e "i'er o -em aos outros%
a sua recompensa no c!u ser& grande. $ recompensa ! proveniente da o-ra e não da
"!. $ "! pode salv&lo% mas a "! não pode ajud&lo a o-ter a recompensa.
$ egunda Epístola a 1im)teo R5 :R di'5 Alexandre- o latoeiro- causoume
muitos males o <en:or l:e dar& a pa(a se(undo as suas obras. U
$qui ! citado um e,emplo. 2m cristão estava tentando prejudicar /aulo9 ele
tinha pecado contra /aulo. $ pessoa mencionada aqui era um cristão. Ele não era
uma pessoa do mundo. +o "uturo% os cristãos serão recompensados diante de 4eus
segundo as suas o-ras.

A RECOMPENSA É L REINO
Muitas pessoas sa-em que e,iste uma di"erença entre salvação e recompensa.
Contudo% e,iste um -om nOmero de pessoas que não v# o que ! recompensa. Auando
o enhor Desus di' no evangelho de Doão que Ele d& a vida eterna para as uas
ovelhas% Ele est& "alando a realidade e não algumas palavras va'ias <Doão :T5=@.
0omanos ; di' que o dom de 4eus ! a vida eterna em Cristo Desus% nosso enhor <v.
>@. Est& tão claro que o dom de 4eus ! a vida eterna. Então% que ! a recompensaB $
*í-lia mostranos claramente que a recompensa ! a coroa% o trono% e o reino dos
c!us. L reino dos c!us ! a recompensa. +a *í-lia% e,istem tr#s aspectos para o reino
dos c!us.

*6 +o primeiro aspecto% o reino dos c!us ! a mani"estação da autoridade de


4eus hoje9 ! a mani"estação da so-erania de 4eus. $ *í-lia chama isso de reino dos
c!us.
<6 L segundo aspecto ! a autoridade dos c!us controlando e limitando o
homem. Isso tam-!m ! chamado de reino dos c!us.
6 Entretanto% h& um terceiro aspecto do reino dos c!us% que se re"ere 3
recompensa.
L sermão do monte% em Mateus H a ?% "ala do reino dos c!us. Estes
ensinamentos do enhor di'emnos como o homem pode entrar no reino dos c!us.
Mateus H a ? repetidamente "ala so-re a questão da recompens a. /erce-emos muito
claramente que as palavrasU o reino dos c!usU e a palavra UrecompensaU são
encontradas juntas muitas ve'es. +as -emaventuranças lemos5
165
Memaventurados os :umildes de esp,rito- porque deles ! o reino dos céus.
Memaventurados os que c:oram- porque serão consolados. Memaventurados os
mansos- porque :erdarão a terra. Memaventurados os que t3m o me e sede de
6ustiça- porque serão artos Memaventurados os limpos de coração- porque verão a
7eus e também- bemaventurados os que são perse(uidos por causa da 6ustiça-
porque deles ! o rei no dos céus.
O $e&+ 1! :"! : me+&+*1 duas ve'es nessas poucas -em
aventuranças. +o "inal% o enhor di'5
Memaventurados sois quando- por min:a causa- vos in6uriarem e vos
perse(uirem e% mentindo- disserem todo mal contra v*s. Ie(ozi6aivos e exultai-
porque ! (rande o vosso galardão nos céus 4...54't H5 ::%:@.
$qui devemos admitir que a recompensa ! o reino dos c!us. L enhor começa
di'endo que este tipo e aquele tipo de pessoa ! -emaventurada porque o reino dos
c!us ! dela. +o "inal% Ele di' que essas pessoas são -emaventuradas porque a
recompensa delas ! grande nos c!us. Essas sentenças mostramnos que o reino dos
c!us ! a recompensa de 4eus. +ão h& di"erença entre os dois.
+o sermão do monte% o enhor mencionou a questão da recompensa muitas
ve'es% pois esta porção di' respeito ao reino. Mateus H5R; di'5
8orque se amardes os que vos amam% que recompensa tendesJ 'ateus ;5 :
diz@ Guardaivos de exercer a vossa 6ustiça diante dos :omens- com o im de serdes
vistos por eles doutra sorte não tereis (alardão 6unto de vosso 8ai celeste. Nuando-
pois- deres esmola- não toques trombeta diante de ti% como azem os :ip*critas- nas
sina(o(as e nas ruas- para serem (loriicados pelos :omens . Em verdade vos di(o
que eles 6& receberam a recompensa. U
L versículo H di'5 UE% quando orardes% não sereis como os hip)critas <...@ eles j&
rece-eram a recompensa.U L versículo :; di'5 UAuando jejuardes% não vos mostreis
contristados como os hip)critas <...@ eles j& rece-eram a recompensa.U L versículo R
di'5 U/ara que a tua esmola "ique em secreto9 e teu /ai que v# em secreto% te
recompensar&.U L versículo ; di'5
Ku- porém- quando orares- entra no teu quarto- e% ec:ada a porta orar&s a teu
8ai que est& em secreto e teu 8ai que v3 em secreto- te recompensar&.U
$ parte "inal do versículo := di'5 E teu #ai, que v2 em secreto- te
recompensar&. U1odo leitor da *í-lia concorda que o assunto principal do sermão no
monte em Mateus H a ? ! o reino dos c!us. Mas aqui% a questão da recompensa !
tam-!m mencionada repetidamente porque o reino dos c!us ! a recompensa.
Mateus :;5?= di'5 8orque o Lil:o do :omem :& de vir na (l*ria de seu 8ai-
com os seus an6os- e então retribuir& a cada um conorme as suas obras. U
4eus recompensar& ou disciplinar& uma pessoa salva de acordo com as suas

o-ras.U ;m verdade vos di(o que al(uns aqui se encontram que de maneira nen:uma
166
passarão pela morte até que ve6am vir o Lil:o do :omem no seu reino.
8& tr#s "atos aqui. /rimeiro5 o homem ser& recompensado de acordo com suas
o-ras. $ questão da recompensa ! inteiramente -aseada nas o-ras. egundo5 em que
momento a recompensa ser& distri-uídaB Ela ser& distri-uída quando Cristo vier na
gl)ria de eu /ai com eus anjos. Auando Cristo vier na gl)ria de eu /ai com eus
anjos% aquele ser& o tempo em que Ele esta-elecer& eu reino so-re a 1erra.
/ortanto% somente quando o reino iniciar ! que a recompensa vir&.
Ls versículos
dar% por orar% e poremjejuar%
Mateustodos
;% queenvolvem
aca-amosrecompensa.
de ler acerca$lguns
da recompensa por a
pensam que
recompensa por orar ! a resposta de 4eus 3 nossa oração. Entretanto% esse não !
todo o signi"icado. L enhor Desus disse que devemos orar ao /ai que est& em
secreto% e nosso /ai que v# em secreto nos recompensar&. E possível interpretar isso
como o /ai respondendo nossa oração. Contudo% tanto na primeira parte quando o
enhor menciona o dar esmolas% quanto na segunda parte quando Ele menciona o
jejum% Ele disse5 ; teu 8ai que v3 em secreto te recompensar&. U Essa recompensa
deve re"erirse a algo no "uturo. $l!m disso% o enhor disse que devemos orar ao /ai
que v# em secreto. +ão di' que o /ai ouve em secreto% mas Ele v# em secreto.
Auando 4eus distri-uir a recompensa no "uturo% Ele dar& de acordo com o que Ele v#.
4eus v# com eus::5
$pocalipse olhos. /ortanto% a recompensa ! no "uturo.
:H di'5
UL sétimo an6o tocou a trombeta- e :ouve no céu (randes vozes- dizendo@ L
reino do mundo se tornou de nosso <en:or e d o seu Cristo- e ele reinar& pelos
séculos dos séculos. L vers,culo := diz@ Ba verdade- as naç/es se enureceram
c:e(ou- porém- a tua ira% e o tempo determinado para serem 6ul(ados os mortos-
para se dar o (alardão aos teus servos- os proetas- aos santos e aos que temem o
teu nome- assim aos pequenos como aos (randes <.. .@. U
Esse versículo mostranos claramente que quando o enhor tomarse o 0ei% e o
reino do mundo tomarse o reino de nosso enhor e do eu Cristo% aquele ser& o
'em# para se dar a recompensa aos santos% aos pequenos e aos grandes. Em outras
palavras%
recompensao tempo do reino ! o tempo da recompensa. Auando o reino vier% a
vir& tam-!m.
8& um ponto adicional. $ recompensa ! a o-tenção da coroa e a o-tenção do
trono. Certa ve' um mission&rio disseme5 Ue não posso ter a coroa pelo menos
posso ter o reino.U Voc# pode perguntar 3 rainha da Inglaterra se ela perder sua coroa
ainda ter& o reinoB L que ! uma coroaB +ão ! simplesmente um chap!u esculpido em
ouro e en"eitado com diamantes. Esse tipo de coroa pode ser o-tido com um pouco
de dinheiro. 2ma coroa representa uma posição no reino. Ela tam-!m representa
gl)ria no reino. e uma coroa "or apenas um o-jeto% ela não signi"ica muito. e
algu!m tiver dinheiro% pode "a'er uma de ouro. e não tiver% pode "a'er uma de
-ron'e ou de "erro. Mesmo algu!m muito po-re% pode ainda con"eccionar uma coroa
de pano. +o "uturo% não ser& uma questão de uma coroa ser maior do que a outra em
167
tamanho% ou de uma ter mais diamantes do que a outra. 2ma coroa representa algo.
Auando algu!m perde a coroa% ele perde aquilo que a coroa representa. 1emos que
ver que a coroa ! o sím-olo do reino.
L que ! o tronoB $ *í-lia mostranos que os do'e ap)stolos sentarseão em
do'e tronos. $ coroa ! uma recompensa para os vencedores% e o trono tam-!m !
uma recompensa para os vencedores. /ortanto% o trono tam-!m ! um sím-olo do
reino. Ele representa uma posição no reino% autoridade no reino% e a gl)ria no reino.
+ão e,iste algo como perder a coroa% mas ainda ter o reino. emelhantemente%
ningu!m pode perder o trono e ainda ter o reino. e algu!m perder o trono% tam-!m
perder& o reino. $ssim tam-!m% se algu!m perder a coroa% perder& o reino. L trono e
a coroa em si mesmos não são signi"icativos9 eles e,istem apenas para representar o
reino. Em outras palavras% a recompensa ! o reino. $ *í-lia mostranos claramente
que a recompensa ! o reino.

@UALIFICAÇOES PARA ENTRAR NO REINO


4ei,amos claro que o reino ! o tempo primeiro em que 4eus recompensar& os
cristãos con"orme as suas o-ras. +o reino% os crentes "i!is serão recompensados% e os
in"i!is serão punidos. Muitas pessoas pensam que se um cristão "or in"iel% mesmo que
possa ter de ocupar uma posição in"erior% ele% contudo% o "ar& dentro do reino. Muitos
que não compreendem a /alavra de 4eus e a o-ra de 4eus% pensam que lhes est&
garantida uma entrada no reino dos c!us. Eles pensam que% quando o enhor Desus
vier para reinar% haver& simplesmente uma distinção entre as mais altas e as mais
-ai,as posiç(es no reino e que ningu!m perder& totalmente o reino dos c!us.
Entretanto% no reino dos c!us% haver& não somente distinção entre as posiç(es mais
altas e mais -ai,as% como tam-!m distinção entre ser permitido entrar e ser dei,ado
de "ora. $ *í-lia mostranos que h& uma nítida di"erença entre de' cidades e cinco
cidades% entre uma coroa grande e uma pequena% e entre uma gl)ria maior e uma
menor. Como uma estrela di"ere de outra% assim tam-!m são di"erentes as posiç(es
no reino. +ão somente h& di"erença entre as mais -ai,as e as mais altas posiç(es no
reino9 h& tam-!m a distinção de estar apto ou não para entrar.
6 F*He$ * ,+'*1e 1 P*&
$ *í-lia revelanos uma verdade muito s!ria. $pesar de uma pessoa ter a vida
eterna% ela ainda pode ser rejeitada no reino dos c!us. 2m versículo que "ala disso !
Mateus ?5 :5
Bem todo o que me diz@ <en:or- <en:orV ;ntrar& no reino dos céus- mas
aquele que az a vontade de meu 8ai que est& nos céus.U
+este versículo% todas as pessoas re"eremse ao enhor como UenhorU. L
enhor "ar& uma distinção entre os discípulos que podem entrar no reino dos c!us e
os que não podem. L enhor mostranos claramente% aqui% que a condição para
entrar no reino dos c!us ! "a'er a vontade de 4eus. Em-ora alguns tenham sido
168
salvos e tenham+o chamado de enhor e% em-ora tenham reali'ad o algumas o-ras%
sem "a'er a vontade de 4eus% não podem entrar no reino dos c!us. e algu!m não "or
"iel enquanto viver na 1erra% em-ora não v& perder a vida eterna perder& o reino dos
c!us. Auando chegar o tempo de os c!us reinarem% isto !% quando o enhor Desus vier
pela segunda ve'% alguns não estarão aptos a entrar no reino% mas virão a perd#lo.
/rimeiramente% o enhor mencionou esse assunto no versículo :. $ seguir% nos
versículos  e >% Ele e,plicounos a questão em "orma de pro"ecia. 8aver& muitos%
não somente um ou dois% que não "arão a vontade de 4eus.
'uitos- naquele dia :ão de dizerme@ <en:or- <en:orV 8orventura- não temos
n*s proetizado em teu nome- e em teu nome não expelimos demTnios- e em teu
nome não izemos muitos mila(resJ ;ntão l:es direi explicitamente@ Bunca vos
con:eci. Apartaivos de mim- os que praticais a iniq?idade. U
$qui o enhor Desus nos di' o que ocorrer& diante do trono de julgamento. Ele
di'5 U+aquele diaU. /ortanto% isso não se re"ere ao presente% mas ao "uturo. 8& muitos
que la-utam% mas não v#em a lu' de 4eus em suas vidas. Auando o tempo do trono
do julgamento vier e quando Cristo começar a julgar% a partir da casa de 4eus% esses
cristãos terão lu' pela primeira ve'. Eles verão que estão errados na sua posição e no
seu viver.
+aquele dia muitos dirão perante o enhor5
Bão temos n*s proetizado em teu nome- e em teu nome não expelimos
demTnios- e em teu nome não izemos muitos mila(resJ
4entro de uma s) "rase% a e,pressão Uem teu nomeU ! mencionada tr#s ve'es.
Isso prova que estas pessoas são do enhor. L "ato de di'erem5 Uenhor% enhorU%
prova que a posição delas ! de um cristão. Elas não somente di'em que pro"eti'am%
e,pelem demXnios e "a'em milagres9 elas "a'em isso no nome do enhor. $ menção
de Uem teu nomeU% por tr#s ve'es% mostranos o relacionamento delas com o enhor.
urpreendentemente% o enhor lhes di'5 U ;ntão l:es direi explicitamente@
Bunca vos con:eci. U Muitos acham que tais pessoas certamente não são salvas. Mas

se elas não
Mateus ? ! a"ossem salvas%
conclusão então% anopalavra
do sermão monte%do enhor
dando aqui não3 teria
seqJ#ncia signi"icado.
palavra do enhor
acerca das -emaventuranças. Essas palavras no monte "oram ditas pelo enhor
Desus aos discípulos. $p)s o enhor ter su-ido na montanha% eus discípulos
seguiram+o e% a partir do capitulo H at! o capítulo ?% Ele a-riu a -oca e passou a
ensin&los.
L enhor Desus disse que eles não deveriam cham&Fo de enhor apenas com a
-oca. e eles L chamavam de enhor% deveriam "a'er a vontade do /ai. Mesmo que
tivessem as o-ras e,teriores de pro"eti'ar% e,pelir demXnios e "a'er milagres% essas
o-ras não deveriam su-stituir a vontade do /ai. Sa'er a vontade do /ai ! uma coisa%
enquanto pro"eti'ar% e,pelir demXnios e "a'er milagres são outras totalmente
di"erentes. $lgumas
"a'er a vontade ve'es%
do /ai. podese
4evemos pro"eti'ar% não
lem-rarnos e,pelir demXnios
somente e "a'er milagres
de cham&Fo sem
de enhor
169
com nossa -oca% mas tam-!m de "a'er a vontade do /ai em nosso andar. e o enhor
estivesse "alando acerca de pessoas nãosalvas% essa palavra perderia totalmente o
signi"icado% pois se essas pessoas "ossem nãosalvas% não importaria muito para os
discípulos ouvirem ou não a ua palavra.
L enhor Desus deve estar advertindo os salvos. Ele não pode estar advertindo
os salvos "alando so-re os nãosalvos. uponha que uma pessoa tenha uma criada e
duas "ilhas e suponha que essa pessoa dissesse para a "ilha mais jovem5 UVoc# est&
vendo essa criadaB Ela não nasceu de mim9 estou despedindoa. Voc# deve ser
o-ediente hoje. e não "or o-ediente% "arei com voc# assim como estou "a'endo com
ela.U Essa palavra ! coerenteB 2ma criada não nasceu na "amília. e ela "or deso
-ediente% pode ser demitida. Mas a "ilha ! da "amília% não ! uma criada. +ão pode se
aplicar o mesmo tratamento a am-as. $ mãe deveria di'er5 U+a noite anterior
castiguei sua irmã% pois ela "oi deso-ediente. $gora% se cuide. e voc# não "or
o-ediente% vou castig&Ia da mesma "orma.U $ mãe deve tomar a irmã como um
e,emplo. 2ma criada não pode ser usada para comparação. +ão e,iste motivo para o
enhor usar os nãosalvos como e,emplo para mostrar aos discípulos que eles
precisam "a'er a vontade de 4eus. e Ele "i'esse isso% os discípulos poderiam
levantarse e di'er5 UEles são os nãosalvos% mas n)s somos os salvos.U e dissessem
isso% ningu!m poderia di'er mais nada.
L que o enhor Desus est& di'endo ! isto5 UMuitas pessoas são "ilhos de 4eus.
Elas são salvas e são como voc# !. Elas chamamMe de WenhorW e t#m reali'ado
muitas o-ras. Mas% apesar disso% elas estão e,cluídas do reino. /or essa ra'ão% voc#
deve ser cuidadoso. Voc# deve "a'er a vontade de 4eus.U omente dessa maneira os
discípulos sa-erão que em-ora reali'em muitas o-ras% se não "i'erem a vontade de
4eus% rece-erão a mesma punição. L enhor estava advertindonos de que somente
os que "a'em a vontade de 4eus podem entrar no reino. e algu!m con"iar em sua
pr)pria o-ra para se achegar diante de 4eus% o enhor Desus lhe dir&5 U+ão conheço
voc#.U
/ermitam que eu lhes d# outro e,emplo. uponham que o "ilho de um jui' dirija
descuidadamente e -ata em outro carro. Ele ! levado pela polícia at! a corte para
uma audi#ncia. L jui' pergunta5 UDovem% qual ! o seu nomeB Auantos anos temB Lnde
voc# moraBU $-atido% no tri-unal% o "ilho pode pensar5 UVoc# deve sa-er todas essas
coisas melhor do que eu.U Ele pode responder 3s poucas perguntas iniciais. Mas
depois de algum tempo pode gritar ao pai5 U/ai% voc# não me conheceBU Então% que
deveria o jui' "a'erB Ele poderia -ater seu martelo e di'er5 UEu não o conheço. Em
minha casa% eu o conheço% mas na corte nunca o conheci. U e algu!m vir a questão
do reino% perce-er& que no reino a questão não ! se uma pessoa ! salva ou não e
nem se ! um "ilho de 4eus ou não. L que realmente conta ! a sua o-ra depois de
tornarse um crente.

/orivos
Aparta que de
o enhor
mim% osdisse5 U+unca vos
que praticais conheciUB $
a iniq?idade. /orpr),ima sentença e,plica5
"avor% lem-remse de que o
170
enhor não lhes disse para apartaremse da vida eterna. +o original grego o
signi"icado de Uos que praticais a iniqJidadeU ! de pessoas que não seguem regras%
não guardam a lei% ou não aceitam regulamentos. $os olhos de 4eus% "a'er o mal não
signi"ica apenas "a'er coisas m&s. +ão importa quanto uma pessoa tenha "eito9 uma
ve' que ela não tenha prestado atenção 3 e,ig#ncia de 4eus% ao eu julgamento% e
ao eu arranjo so-erano% isso ! maligno aos olhos de 4eus. L pro-lema aqui não ! de
se "a'er o mal% mas de não ter princípios. Aue são os princípiosB Ls princípios são a
palavra
4eus. edevoc#
4eus.
nãoMas que !"a'endo
estiver a palavra de 4eusBde$4eus%
a vontade palavra deimporta
não 4eus ! oa vontade
que "aça%deo
enhor Desus dir& que voc# ! iníquo. Ls que "a'em as coisas segundo seu pr)prio ego
não terão parte no reino dos c!us.
Meu prop)sito ao di'er essas coisas ! mostrarlhes a importncia das o-ras de
um cristão. $ *í-lia mostranos claramente que uma pessoa% ap)s crer no enhor%
em-ora nunca v& perder a vida eterna% ela pode perder seu lugar e gl)ria no reino. e
não "i'ermos a vontade de 4eus% mas% em ve' disso% "i'ermos o-ras de acordo com
nossa pr)pria vontade% seremos e,cluídos do reino. +ada pode su-stituir a vontade
de 4eus. 1odos os que nunca aprenderam a não tra-alhar para 4eus% não são dignos
de tra-alhar para Ele. $queles que não sa-em como parar a sua pr)pria o-ra%
certamente nada sa-em so-re a vontade de 4eus. omente aqueles que conhecem a
vontade de 4eus conseguem parar de tra-alhar. 4eus quer que primeiro o-edeçamos
3 ua vontade e% depois% que tra-alhemos. E,iste uma grande di"erença entre
tra-alhar e "a'er a vontade de 4eus.

46 E!m"$$*$  $# #*$* *8$*1*$ * Se+$


Lutra passagem que alguns interpretam mal% como se re"erisse 3 perdição% na
verdade% re"erese tam-!m 3 perda do reino e 3 perda da recompensa. $ /rimeira
Epístola aos Corintios N5>? di'5
Kudo aço por causa do evan(el:o- com o im de me tornar cooperador com
ele. Bão sa-eis v*s que os que correm no est&dio- todos- na verdade- correm- mas
um s) leva o pr#mioBCorrei de tal maneira que o alcanceis. Kodo atleta em tudo se
domina aqueles para alcançar uma coroa corrupt,vel n*s- porém- a incorrupt,vel.
$ssim corro tam-!m eu- não sem meta assim luto- não como deserindo (olpes no
ar. 'as esmurro o meu corpo- e o reduzo 3 escravidão- para que- tendo pre(ado a
outros- não ven:a eu mesmo a . serdes qualiicado. U
/aulo temia que% tendo pregado a outros% ele mesmo "osse reprovado. $qui%
/aulo estava di'endo que ele tam-!m poderia ser reprovado. Aual !% aqui% o
signi"icado de ser reprovadoB E em que se est& sendo reprovadoB
+o versículo R% /aulo se compara a algu!m que est& participando de uma
corrida na qual somente um levar& o pr#mio. /ortanto% o pro-lema aqui não ! uma

questãosalva
pessoa de salvação% mas de
pode rece-er rece-er ele
o pr#mio9 o pr#mio. /aulo
não est& est& de
"alando "alando
comoso-re como
algu!m uma
nãosalvo
171
pode ser salvo. omente os "ilhos de 4eus podem participar da corrida e perseguir o
pr#mio que Ele deseja que ganhemos. e algu!m não ! "ilho de 4eus% não est&
sequer quali"icado para entrar na corrida. Em nenhum lugar na *í-lia ! dito que a
salvação ! ganha por corrermos a carreira. $ *í-lia nunca di' que se algu!m "or
capa' de correr% então ser& salvo. e assim "osse% poucos seriam salvos% e a salvação
dependeria de o-ras. $ *í-lia di' que o pr#mio vem pelo correr9 4eus colocounos em
uma pista de corrida de modo a corrermos a carreira.
Aual ! o pr#mioB L versículo H di'5 Kodo atleta em tudo se domina aqueles
para alcançar uma coroa corrupt,vel n*s- porém- a incorrupt,vel. $qui ! dito que o
pr#mio ! uma coroa. D& mencionamos antes que a coroa representa a gl)ria e o reino.
/ortanto% a palavra Udesquali"icadoU não se re"ere 3 perda da salvação. $ palavra
Udesquali"icadoU% no versículo ?% signi"ica "racassar em rece-er a coroa e o pr#mio.
e /aulo podia ser desquali"icado% então todos n)s temos possi-ilidade de o ser. e
/aulo podia perder seu pr#mio e sua coroa% então cada um de n)s tam-!m tem a
possi-ilidade de perder o pr#mio e a coroa.
L versículo ; indica o motivo de ser desquali"icado5
U$ssim corro também eu- não sem meta assim luto- não como deserindo
(olpes no arF.
/aulo tinha um prop)sito e uma direção. Ele não des"eria golpes no ar. L seu
alvo e direção era aquilo que ele disse em  Corintios H5 que ele anelava ser
agrad&vel ao enhor <v. N@. Auer vivesse ou morresse nesta terra% o seu desejo era
agradar ao enhor. Como ele correu a carreiraB Ele não a correu deslei,adamente.
Ele tinha uma direção certa e um alvo de"inido. Ele não des"eria golpes no ar. Ele não
"a'ia simplesmente o que outros di'iam que "i'esse. 1ampouco "a'ia aipo apenas
porque a necessidade estava presente. +)s não somos para a o-ra% mas para agradar
ao enhor.
e quisermos rece-er o pr#mio% que devemos "a'erB 'as esmurro o meu
corpo- e o reduzo 3 escravidão <v. ?@. Muitos estimam seu pr)prio corpo acima do

pr#mio.
/aulo Entretanto%
podia controlar/aulo disse que dominava
a concupisc#ncia de seu seu corpo9
corpo% ele era capa'
as e,ig#ncias de control&lo.
e,cessivas de seu
corpo% e os desejos de seu corpo. Ele não permitia que seu corpo prevalecesse. Ele
disse que esmurrava seu corpo e "a'ia dele seu escravo. e um cristão pode ou não
agradar ao enhor% depende se ele pode ou não controlar seu corpo. 4evemos ver
que todos os que não podem controlar seu pr)prio corpo perderão seu pr#mio e sua
coroa. Em-ora possam pregar o evangelho a outros% eles mesmos serão
desquali"icados.
+)s% cristãos% somos salvos de uma ve' por todas e jamais perderemos nossa
salvação. Mas quando o enhor Desus voltar na ua gl)ria para governar a terra% Ele
não dar& coroas para todos. $lguns não estarão aptos para entrar no reino e não
estarão aptos para rece-er uma coroa.
172
$ palavra do enhor ! muito clara acerca da salvação e da vida eterna5 am-as
são totalmente provenientes da graça. $l!m do mais% se algu!m pode ou não entrar
no reino dos c!us% depende de suas o-ras. $ca-amos de ver que temos de "a'er a
vontade de 4eus. $qui vemos que ! necess&rio esmurrar nosso pr)prio corpo.
/odemos reali'ar muitas o-ras. e,teriormente% mas enquanto não restringirmos
nosso corpo% não nos ser& permitido entrar no reino.
+a *í-lia parece haver um nOmero "i,o de coroas. $pocalipse >5 :: di'5

Een:o lo(o. <e(ura com irmeza o que tens- para que ningu!m tome a tua
coroa 4M>5.

$lguns que não compreendem a *í-lia não sa-em qual a di"erença entre uma
recompensa e um dom% tampouco sa-em a di"erença entre a coroa e a salvação de
4eus. Eles acham que a salvação pode ser tirada deles. $ palavra UtomeU% aqui% não
se re"ere 3 salvação% mas 3 coroa. $lgu!m pode estar salvo e% no entanto% perder a
coroa. e voc# "or "rou,o% e não segurar com "irme'a% perder& sua coroa. $lguma
outra pessoa poder& tir&la de voc#.
$pocalipse 5 :T tem uma palavra semelhante a essa5
U # iel até 3 morte- e darteei a coroa da vida.
$qui não di' dar a vida% mas dar a coroa da vida. $ vida ! o-tida pela "!9 ela não
! o-tida pela "idelidade. e uma pessoa não tiver "!% ela não poder& ter vida. Mas se
uma pessoa "or in"iel depois de ter vida% ela perder& a coroa da vida. /ortanto% se um
cristão não tiver -oas o-ras ap)s ser salvo% em-ora não v& perder a vida% ele%
contudo% perder& a coroa.

6 E1&/&*$ m "$7 #$*'* e #e1$*! #$e&!*!


$ passagem mais clara na *í-lia acerca da recompensa ! : Corintios >:R:H5
<e permanecer a obra de al(uém que sobre o undamento ediicou- esse

receber& (alardão se a obra de al(uém se queimar% sorer& ele dano mas esse
mesmo ser& salvo.
Isso nos mostra claramente o que um cristão não pode perder e o que ele pode
perder. 2ma ve' que uma pessoa seja salva% certamente est& salva para sempre.
Contudo% se tal pessoa rece-er& ou não um galardão% não pode ser decidido hoje. $
salvação eterna de um cristão j& est& determinada. Mas a recompensa "utura ! uma
questão ainda pendente. Ela ! decidida pela maneira como algu!m edi"ica so-re o
"undamento do enhor Desus. $ nossa salvação independe de como edi"icamos. Ela
depende apenas de como o enhor edi"ica. e a ua o-ra ! per"eita% certamente
estamos salvos. Entretanto% se rece-eremos ou não a recompensa% ou se so"reremos
perda% depende da nossa pr)pria o-ra de edi"icação. e algu!m edi"ica com ouro%

prata
Desus% eeste
pedras preciosasrece-er&
certamente coisas com valor eterno
um galardão. so-re ose"undamento
Contudo% do enhor
ele edi"ica com madeira%
173
"eno e palha% não rece-er& um galardão diante de 4eus. Ele pode ter muito diante do
homem% contudo% não ter& muito diante de 4eus. Isso nos mostra que ! possível que
um homem perca seu galardão e tenha sua o-ra queimada.
/ermitamme repetir isto5 Graças a 4eus que a questão da nossa salvação
eterna "oi decidida h& mais de mil e novecentos anos. Auando o Silho de 4eus "oi
levado 3 cru'% a nossa salvação "oi decidida. Mas% se vamos rece-er ou não a
recompensa% depende de como nos condu'imos. $ verdade do evangelho ! muito
equili-rada. $ salvação depende totalmente do enhor Desus. $ concessão da
salvação depende totalmente dWEle. Entretanto% se algu!m pode o-ter sua
recompensa ou não% depende da sua pr)pria o-ra de edi"icação. L homem deve crer
e tam-!m tra-alhar. Esse tra-alho não ! propriamente dele% mas ! aquilo que o
Espírito anto tem tra-alhado nele. $qui vemos que ! possível perder nosso galardão%
e% igualmente possível sermos reprovados para o reino e privados da nossa coroa.

P*$'&&#*+1 1* 8(%$&* 1e C$&!'


Gostaria de sa-er se voc#s alguma ve' pensaram no tipo de gl)ria com que
4eus recompensar& Cristo no mil#nio% por aquilo que Ele so"reu h& dois mil anos. 2ma
recompensa deve equipararse ao so"rimento. e um homem "or re-ai,ado 3 mais
in"erior posição% sua recompensa dever& ser a maior. uponha que sua casa pegue
"ogo ou que voc# se encontre em s!rio perigo% e um empregado seu se arrisque e
quase perde a vida tentando salv&lo. Como voc# o recompensariaB Voc# diria5 UEu o
recompenso com vinte centavosUB +ingu!m "aria isso. $ recompensa tem de
equipararse ao so"rimento. Cristo glori"icou a 4eus de tal maneira e so"reu tal morte
na cru'. Como 4eus recompensar& Cristo no "uturoB E como Ele glori"icar& CristoB
L reino ser& o tempo no qual Cristo e os cristãos rece-erão a gl)ria juntos. L
reino ! o tempo no qual 4eus recompensar& Cristo. +aquele tempo% n)s tam-!m
teremos uma porção. e vamos ser achados dignos de rece-er a gl)ria do enhor%
depender& totalmente do resultado do nosso andar e do nosso tra-alho pessoal. +ão
e,iste a questão de m!rito no novo c!u e na nova terra. Mas no reino somente os que
tiverem m!rito rece-erão a gl)ria. L enhor so"reu perseguição% di"iculdades e
humilhação. e hoje so"rermos perseguição% di"iculdades e humilhação% da mesma
"orma% n)s partilharemos uma porção com Ele no reino vindouro.

$ PARÁBOLA DO SERVO FIEL E PRUDENTE


+a par&-ola do servo "iel e prudente encontraremos a #n"ase de servir a 4eus
por meio de servir aos eus "ilhos. Auanto mais crescidos% quanto mais
e,perimentarmos a maturidade espiritual% espontaneamente% desejaremos servir aos
irmãos. L crescimento na vida espiritual nos levar& a servir aos irmãos% e isso "ar&
com que sintamos mais e mais necessidade de sermos maduros e tam-!m com que
-usquemos mais crescimento. Isso se torna um ciclo de vida% que nos "ar&
174
vencedores.
+a par&bola- o <en:or >esus per(unta@ UAuem !% pois- o servo iel e prudente a
quem o sen:or coniou os seus conservos para darl:es o sustento a seu tempoJ 4v.
RH@.
$ "idelidade est& relacionada ao enhor. 4esde que "omos salvos% o enhor
espera que Fhe sejamos "i!is% não apenas tomandoL como Onico enhor e 4eus% mas
tam-!m "a'endo toda a ua vontade. Em contrapartida% a prud#ncia re"erese ao
nosso relacionamento com as pessoas. Como cristãos% não podemos viver de
qualquer maneira% agindo precipitadamente ou sem medir as conseqJ#ncias de
nossos atos. /or vivermos pela vida de 4eus% andamos neste mundo com prud#ncia%
para que todo nosso viver e,presse o enhor. Como veremos% isso ! especialmente
importante no que di' respeito ao cuidado com os conservos.
Ls conservos% no versículo RH% re"eremse aos cristãos% servos de 4eus como
n)s% que são os mem-ros da "amília de 4eus <E" 5 :N@% a igreja <: 1 m >5 :H@. 4ar
sustento a seu tempo signi"ica alimentar os irmãos em Cristo% ministrandolhes a
/alavra de 4eus no tempo certo. /or um lado% devemos cuidar de nossa pr)pria vida
espiritual% -uscando crescimento e trans"ormação% vivendo de maneira vigilante e
aguardando a vinda do enhor. /or outro% precisamos ser servos "i!is e prudentes a
quem o enhor con"iou alguns mem-ros de ua "amília para cuidar. 8& muitos "ilhos
de 4eus necessitando de nosso cuidado% do alimento espiritual que podemos dar
lhes% para que a igreja seja edi"icada. Evidentemente% esse cuidado e,igir& de n)s
consagração e disposição. E,igir& que dei,emos nosso egoísmo e comodismo para
visit&los%ouvilos e para orar com eles% a "im de suprilos com a vida de 4eus.
/recisamos alimentar nossos conservos no devido tempo% ou seja% precisamos estar
atentos 3s suas necessidades e estarmos disponíveis para atend#los quando "or
necess&rio.
Memaventurado aquele servo a quem seu sen:or- quando vier- ac:ar azendo
assim. ;m verdade vos di(o que l:e coniar& todosos seus bens 4't R5R;%R?@.

Auando o enhor Desus voltar% todos os reinos deste mundo serão eus e Ele
governar& so-re eles <$p ::5 :H@. Estes são Utodos os seus -ensU a que o versículo se
re"ere. $os vencedores% aos cristãos maduros% o enhor con"iar& todos os eus -ens%
ou seja% dar& a eles autoridade para reinar% tomandose eus coreis no mil#nio.
4evemos% portanto% -uscar constantemente o amadurecimento espiritual% -em como
suprir nossos irmãos com o alimento espiritual da /alavra. e o "i'ermos%
rece-eremos o galardão de governar juntamente com o enhor por mil anos.
1odavia% h& cristãos que não -uscam a maturidade em vida e que não se
preocupam com os irmãos. 2m cristão assim pensa5 UMeu enhor demoraseU e passa
a espancar os seus companheiros% e a comer e -e-er com !-rios <Mt R5R=%RN@. 2m
mau servo% um cristão que vive de maneira deslei,ada% sup(e que seu enhor não
voltar& tão logo. /or isso% vive como se não tivesse de ajustar contas com Ele% e passa
175
a espancar os companheiros. Isso signi"ica maltratar os irmãos% despre'andoos.
cometendo injustiças contra eles e criticandoos% em ve' de aliment&los. $l!m disso%
por não se preocupar com a volta do enhor% passa a comer e a -e-er com !-rios% ou
seja% vive em contato com as pessoas do mundo% tendo o mesmo viver dissoluto que
elas t#m.
Eir& o senhor daquele servo em dia em que não o espera- e em :ora que não
sabe- e casti(&lo&- lançandol:e a sorte com os hip)critas9 ali :aver& c:oro e ran(er
de dentes 4vs. HT% H:@.
L pro-lema desse servo não ! desconhecer que o enhor vir&% mas ! não
esper&Fo. Ele não vive como algu!m preparado para a volta do enhor%
especialmente no que se re"ere ao seu relacionamento com outros cristãos e com as
pessoas do mundo. /ortanto% quando o enhor voltar% esse cristão ser& colocado com
os hip)critas. Isso não signi"ica que ele ir& para a perdição eterna ou para o lago de
"ogo% pois uma ve' salvo% ! salvo para sempre% mas ser& cortado da gl)ria vindoura
do enhor. Isso equivale a ser e,cluído da recompensa do reino. L enhor se re"ere a
isso como ser lançado nas trevas e,teriores onde haver& choro e ranger de dentes
por mil anos. $li ele lamentar& por não ter sido "iel e prudente enquanto viveu na
1erra.

E!#e$*+1 e A#$e!!*+1
Essas par&-olas apresentam a disciplina que so"rerão os cristãos que não
estiverem maduros 3 !poca da volta do enhor. Mesmo não perdendo a salvação% os
que não tiverem sido vigilantes% não tiverem -uscado a maturidade espiritual e não
se tiverem se importado em cuidar de seus conservos so"rerão certo tipo de prejuí'o.
L "ato de a salvação ser eterna não signi"ica que podemos viver de qualquer maneira%
como quem não tem de acertar contas com o enhor. e considerarmos com
seriedade o que nos ! apresentado nessas par&-olas% veremos que haver& grande
dano para quem não viver de acordo com a vontade do enhor. Estas par&-olas
apresentam "atos muito simples e comuns  nossas ocupaç(es seculares e nosso
relacionamento com outros cristãos e com as pessoas do mundo que poderão decidir
se seremos ou não vencedores. 1udo depender& de como vivemos e de como nos
portamos nessas situaç(es.
Vale a pena empenharnos em viver de maneira vigilante% vale a pena a-rir
nosso coração e dispomos a servir aos irmãos. e "ormos vencedores% ganharemos a
recompensa de participar do mil#nio% como coreis com Cristo. e não "ormos%
perderemos o galardão% o go'o do reino. /or esse motivo% /aulo nos alerta em 
Corintios H5 :T5
Dmporta que todos n*s compareçamos perante o tribunal de Cristo para que
cada um receba se(undo o bem ou o mal que tiver eito por meio do corpo.

176
U1er "eito o -emU corresponde a edi"icar com ouro% prata e pedras preciosas% a
ser vigilante e a alimentar os conservos9 Uter "eito o malU corresponde a edi"icar com
madeira% "eno e palha% a andar desperce-i do e a espancar os conservos e andar com
pessoas dissolutas. L dia desse julgamento est& muito pr),imo. /ortanto% ! tempo de
avaliar nossa vida com 4eus 3 lu' de ua /alavra. e perce-ermos que ainda não
estamos preparados para a vinda do enhor% por vivermos e,cessivamente
envolvidos com o mundo% ansiosos com nossa su-sist#ncia% ou porque nosso
relacionamento com ua
enhor tem tardado os irmãos ! "rio e indi"erente%
volta esperando precisamos nos
que nos arrependamos9 porarrepender. a
isso% devemos
viver de maneira santa% esperando e apressando a vinda5 do enhor </e :N:@.
A PARÁBOLA DAS DE VIRGENS

+o Evangelho de Mateus encontramos duas pro"ecias em "orma de par&-olas


re"erentes 3 volta do enhor. Elas en"ati'am dois aspectos di"erentes da vida cristã
em relação 3 segunda vinda de Cristo5 estarmos vigilantes e cheios do a'eite do
Espírito% e sermos "i!is e prudentes.
UL reino dos céus ser& semel:ante a dez vir(ens que- tomando as suas
lUmpadas- sa,ram a encontrarse com o noivo <H5 :@.
+a *í-lia% de' signi"ica a maior parte de do'e <Gn R5>%R9 : 0s ::5>T%>:9 Mt
T5R@9 do'e% por sua ve'% relacionase 3 totalidade do povo de 4eus% como vemos%
por e,emplo% nas do'e tri-os de Israel. $ssim% as de' virgens representam a maior
parte dos cristãos. Em Mateus R% os dois homens no campo ou as duas mulheres no
moinho representam os cristãos que estarão vivos at! a volta do enhor. 1odavia% 3
!poca da volta do enhor% a maioria dos cristãos% desde o início da igreja% o-viamente
j& ter& morrido. Esses são representados pelas de' virgens. Mesmo re"erindose aos
cristãos que descansaram no enhor% h& nessa par&-ola princípios espirituais impor
tantes. +ingu!m pode garantir que estar& vivo quando o enhor voltar% portanto% !
necess&rio estarmos preparados para encontr&Fo% quer vivos% quer nWÉle
descansando.
'ateus H5H diz@ ;- tardando o noivo- oram todas tomadas de sono% e
adormeceram U.
$os olhos de 4eus% um cristão não morre% mas adormece <: 1s R5 :>@. 1odos os
que rece-eram a salvação em Desus morreram com Ele na cru'% ou seja% não podem
morrer novamente9 portanto% adormecem% descansam ou dormem no enhor. /or
esse motivo% podemos di'er que as de' virgens que "oram tomadas de sono e
adormeceram representam os salvos que morreram e os que terão morrido at! a
volta do enhor.
É importante en"ati'ar que a palavra UvirgensU re"erese a cristãos genuínos. Em
 Corintios 3 % /aulo disse aos cristãos corín tios que eles eram como virgem pura
preparada para Cristo. Auando nos tomamos essas virgens aos olhos de 4eusB $o
crer em Cristo. Auando cremos nWEle% rece-emos ua vida. 4urante o tempo em que
177
esteve na 1erra% Cristo "oi a-solutamente "iel ao /ai% vivendo de maneira santa% não
se contaminando com o pecado ou o mundo. Auando rece-emos ua vida%
rece-emos tam-!m ua santidade e ua "idelidade. /aulo% considerando isso%
comparounos a uma virgem pura. 1odos os cristãos% homens ou mulheres% aos olhos
de 4eus% são virgens sendo preparadas para o casamento com Cristo.
Tm*$ *! Lm#*1*!
$s virgens% tomando suas lmpadas% saíram a encontrarse com o noivo. $s
lmpadas representam o espírito humano </v T5?@. Auando somos salvos%
rece-emos a vida de 4eus por meio do Espírito de 4eus em nosso espírito. L Espírito
anto% na *í-lia% ! representado pelo a'eite. L a'eite era usado nas lmpadas para
molhar um pavio que% aceso% gerava lu'. $ssim% as lmpadas nessa par&-ola
representam nosso espírito unido com o Espírito anto <d. 0m =5 :;9 : Co ;5 :?@. L
enhor Desus disse que os cristãos são a lu' do mundo e que a sua lu' deve -rilhar
diante dos homens <Mt H5 :R:;@. Essa lu' !% na verdade% a lu' do Espírito de 4eus
-rilhando dentro do nosso espírito. 4esse modo% podemos ser a lu' do mundo% como
lmpada que -rilha nesta era de trevas <Sp 5 :H@% e testemunhamos de 4eus para
glori"ic&Fo <Mt H5 :;@. Mesmo quando a *í-lia "ala de o-ras% a #n"ase não est& em
"a'ermos coisas para 4eus% mas em permitir que 4eus tra-alhe em n)s
trans"ormandonos e% desse modo% espontaneamente nossa vida L mani"estar&
diante das pessoas. +a par&-ola isso ! representado pelo "ato de as virgens não
carregarem armas nem "erramentas para o tra-alho. Isso demonstra que nosso
testemunho diante das pessoas não est& relacionado ao que "a'emos% mas
especialmente ao que somos. /or termos o Espírito anto em nosso espírito% podemos
testemunhar de 4eus e -rilhar por Ele.

S*Q$*m * E++'$*$-!e m  N&,


$ par&-ola di' que as virgens saíram a encontrarse com o noivo. Isso tam-!m
indica que as virgens são os cristãos que morreram% saindo% assim% do mundo.
+essa par&-ola% Cristo ! apresentado como o noivo amado <Do >5N9 Mt N5 :H@.
$qui Ele não ! um general a quem o-edecemos por o-rigação% mas ! um noivo% a
quem seguimos por amor. É por am&Fo que "ugimos do pecado% pois não queremos
"a'er nada que L desagrade ou L"enda. É pXr amar ao enhor que rejeitamos o
mundo e não nos dei,amos envolver por ele% pois queremos amar e,clusivamente ao
nosso +oivo. É por am&Fo que negamos a n)s mesmos% pois reconhecemos que
nossa vontade ! contr&ria 3 ua% e nos deleitamos em "a'er a ua vontade. $ todo
tempo% mesmo a cada instante% devemos sair de n)s mesmos% sair do mundo% sair de
nossos pensamentos vãos para encontrarmos com o +oivo% nosso amado Desus.

C&+ V&$8e+! N:!&*!

Entre as de' virgens% cinco eram n!scias% e cinco prudentes <Mt H5@. Isso não
178
signi"ica que essa seja% necessariamente% a proporção entre cristãos n!scios e
prudentes. L nOmero cinco% na *í-lia% indica responsa-ilidade. /odemos ver o motivo
disso em nossa mão. É possível% com certa di"iculdade% pegarmos qualquer coisa com
apenas quatro dedos. Mas se quisermos pegar algo com "irme'a% precisaremos dos
cinco. $ divisão das virgens em dois grupos de cinco indica que todos os cristãos
devem assumir a responsa-ilidade de se encherem de a'eite% que !o Espírito de
4eus. L nOmero cinco ! composto de quatro mais um. Auatro na *í-lia% re"erese 3
criação dedi'er
Isso quer 4eus% especialmente
que n)s mesmos% ao homem9
como e umquatro%
o nOmero re"erese
nãoaosomos
Criador% o Onico para
su"icientes 4eus.
arcar com a responsa-ilidade do testemunho de 4eus  isso somente ! possível pelo
adicionar da vida de 4eus a n)s. /or isso% o enhor disse em Doão :H5H5 Uem mim
nada podeis "a'erU.
$s virgens n!scias não são cristãos "alsos como alguns a"irmam. 1odas as de'
mulheres são virgens% implicando serem iguais em nature'a diante de 4eus. $l!m
disso% todas elas tinham lmpadas que -rilhavam. $ di"erença entre elas ! que as
n!scias% ao tomarem suas lmpadas não levaram a'eite consigo <Mt H5>@. L a'eite
ou o )leo representa o Espírito de 4eus <Is ;:5 :9 8- :5 N@. Essas cinco virgens eram
n!scias porque s) tinham o )leo na lmpada% mas não a porção e,tra de )leo nas
vasilhas% ou seja% elas tinham o espírito regenerado pelo Espírito anto% mas não
tinham sido enchidas do Espírito anto.

C&+ V&$8e+! S<&*!


Bo entanto- as prudentes- além das lUmpadas- levaram azeite nas vasil:as 4v.
R@.
L homem ! um vaso "eito por 4eus <0m N5:%>%R@ e a personalidade do
homem est& na sua alma. /ortanto% as vasilhas aqui re"eremse 3 alma dos cristãos.
L homem "oi criado com tr#s partes5 espírito% alma e corpo <: 1s H5>@. +o
momento em que
regenerandoo rece-emos
e tra'endo parao dentro
enhor%deo n)s
Espírito anto
a vida entrou
de 4eus. em
/or nossorece-ido
termos espírito% a
vida eterna% estamos quali"icados a participar da +ova Derusal!m. Esse ! o primeiro
est&gio da nossa salvação% e "oi reali'ado e,clusivamente por 4eus. /or outro lado% o
processo da salvação deve desenvolver e no est&gio da trans"ormação da alma% e
isso ! a-solutamente responsa-ilidade nossa. Aual ! o resultado da trans"o rmação
de nossa almaB uas tr#s partes5 mente% vontade e emoção serão alcançadas pela
vida de 4eus. +ossa mente ser& renovada <0m :@% nossa vontade ser& o-ediente
ao enhor <Do ?5 :?9 1 g R5 ?@ "a'endo ua vontade <Fc 5R9 Sp 5 :>@ e nossa
emoção amar& ao enhor acima de todas as coisas <Mt :T5>?>N@. L resultado "inal
dessa trans"ormação ser& nossa maturidade espiritual e o galardão no reino milenar.

nosso /or esse motivo%


espírito% não podemos
mas precisamos nos contentar
-uscar apenas
diariamente com a regeneração
o enchimento do do
do a'eite
179
Espírito anto% para que Ele permeie todas as partes da nossa alma% trans"ormando
nos de gl)ria em gl)ria% na pr)pria imagem do enhor% o Espírito < Co >5 :=@. e
diariamente nos enchermos com Espírito anto% Ele trans-ordar& do nosso espírito a
lmpada% e penetrar& cada parte da nossa alma% que ! a vasilha. omente assim%
teremos a porção e,tra do a'eite. 4essa "orma% seremos virgens prudentes.

T*$1*+1  N&,
;- tardando o noivo- oram todas tomadasde sono% e adormeceram 4't H5H@.

Auase dois mil anos se passaram desde a ua ascensão% e o enhor ainda não
veio. Muitas pessoas pensam que isso não ocorrer&% podendo% portanto% viver de
qualquer maneira% como se não tivessem de prestar contas a ningu!m. /or não
conhecerem o enhor% ! natural que pensem assim. 8& muitos cristãos que não
cr#em na segunda vinda de Cristo ou se cr#em% não vivem de acordo com isso. +osso
amado +oivo ainda não veio porque est& nos dando WLportunidade para
arrependimento% para que dei,emos de viver para n)s mesmos e vivamos
a-solutamente para Ele < /e :N@.
4esde a ascensão do enhor% ao longo dos s!culos% muitos cristãos morreram% e
outros morrerão at! a ua vinda. Esses são as virgens que adormeceram.

A V&+1* 1 N&,
Z meianoite% o grito avisa da chegada do noivo <Mateus H5;@ ! a vo' do
arcanjo mencionada em : 1essalonicenses R5 :;.
$o ouvir o grito% as virgens se levantaram e prepararam suas lmpadas.
UFevantarseU ! a ressurreição predita em : 1essalonicenses R5 :R% :; e em :
Coríntios :H5H. L "ato de as virgens irem ao noivo com suas lmpadas indica
tam-!m que ap)s a ressurreição% ainda teremos de responder pelos nossos atos
enquanto vivemos na 1erra. $s n!scias tentaram o-ter a'eite das prudentes% por!m%
a
! porção e,tra por
respons&vel do Espírito
o-t#la. não pode
$ssim% sersaíram
elas dada de umcomprar.
para cristão para outro% mas
$ aplicação cada
disso um
! que
para o-ter essa porção e,tra do Espírito anto% temos de pagar um preço% tal como
dei,ar o mundo% negar o ego% -uscar o enhor e considerar tudo como perda por
causa de Cristo. $ era da graça ! o tempo apropriado para isso% mas se não
estivermos dispostos a pagar esse preço% hoje% ainda teremos de pag&lo ap)s a
ressurreição% por mil anos.
;- saindo elas para compr ar- c:e(ou o noivo- e as que estavam apercebidas
entraram com ele para as bodas e ec:ouse a porta 4v. :T@.
'ais tarde- c:e(aram as vir(ens néscias- clamando@ <en:or- sen:or- abrenos
a portaV 'as ele respondeu@ Em verdade vos di(o que não vos con:eço 4't H5
::%:@.
180
$ e,pressão Unão conhecerU% em grego% pode ser melhor tradu'ida por não
reconhecer% não aprovar <encontramos a mesma e,pressão com o mesmo signi"icado
em Fucas :>5 H e em Doão :5 ;% >:9 =5 :N@. Isso demonstra que o enhor não aprova
um viver cristão deslei,ado% sem -usca espiritual% sem disposição de a-andonar as
e,ig#ncias da alma e da carne para ter mais de Cristo. Enquanto viviam% essas
virgens não pagaram o preço e,igido para o-ter a porção e,tra do )leo perdendo%
assim% o direito de participar das -odas do Cordeiro. 4epois que o +oivo vier% j& ser&
tarde.
precisoElas perderam
repetir a recompensa%
en"aticamente5 pois
elas não não "oram
perderam aprovadas para as -odas. Mas !
a salvação.

V&8&*&
UVigiai% pois% porque não sa-eis o dia nem a horaW <Mt H5 :>@. $o di'er que
desconhecemos a hora e o dia em que vir&% o enhor Desus estava destacando a
necessidade de estarmos preparados. e estivermos prontos% amadurecidos% se
tivermos dei,ado todas as coisas para ganhar mais da vida do enhor% certamente
seremos arre-atados. 4evemos viver uma vida vigilante e preparada para a volta do
enhor. 4evemos ser vigilantes contra toda a ação de atan&s que tentar& desviar
nos do alvo de 4eus. 4evemos estar vigilantes para não satis"a'er as concupisc#ncias
da carne%
palavra doaenhor
"im de deve
não sermos achados
nos encorajar em pecado
a vigiar quando
e a não o enhor
vivermos voltar. Essa
descuidados. +osso
alvo ! sermos virgens prudentes

A PARÁBOLA DOS TALENTOS


$ntes de tratar da par&-ola dos talentos% ! importante relem-rar que na *í-lia
e,iste uma grande di"erença entre a perdição eterna e a perda da recompensa
durante o mil#nio. Salamos anteriormente que nossa salvação ! eterna5 uma ve'
salvos% somos salvos para sempre <Do :T5=@. 1odavia% isso não signi"ica que ap)s a
salvação podemos viver de maneira deslei,ada% por termos a garantia de que não a
perderemos. 4eus ! justo9 Ele não pode tratar da mesma maneira um cristão que

viveu a-solutamente
pra'eres do pecado e para Ele e o/or
do mundo. outro que
isso% ap)s recompensa
haver& a salvação% continuou a viver
ou disciplina nos
na era
vindoura% o mil#nio. Ls cristãos que tiverem amadurecido% os que permitiram que o
Espírito anto saturasse sua alma% serão recompensados com as -odas do Cordeiro%
enquanto os outros serão amadurecidos U3 "orçaU% mas com choro e ranger de dentes.
$p)s os mil anos% todos os cristãos de todos os tempos% ou seja% todas as pessoas de
todas as !pocas e lugares% que um dia genuinamente rece-eram a Desus como seu
enhor e alvador% parti ciparão da +ova Derusal!m% do novo c!u e da nova terra pela
eternidade.
8& muitos versículos na *í-lia re"erentes 3 disciplina no mil#nio que são
interpretados como indicadores da possi-ilidade de perdermos a salvação. É preciso
entender
e segura.a di"erença
/ortanto% entre
mesmoesses doisa "atos%
que a "im entre
distinção de termos
essasuma vidaverdades
duas cristã vitoriosa
seja
181
UnovidadeU para muitos% pelo desconhecimento que h& so-re elas% devemos
considerar seriamente esse assunto em oração diante de 4eus e con"eriI o com as
Escrituras. Ls judeus da cidade de *er!ia "oram consi derados mais no-res que os de
1essalXnica% pelo "ato de con"erir com as Escrituras tudo o que /aulo e ilas lhes
ensinavam <$t :?5 :T% ::@. L resultado "oi que muitos deles creram <v. :@. 4evemos
proceder da mesma maneira. $ autoridade Oltima em relação 3s verdades divinas ! a
*í-lia. /or isso% devemos e,amin&la com atenção e oração% a "im de veri"icar que ela
ensina claramente
disciplina a eternidade
para os que da salvação
não amadurecerem at! dos cristãos
o "inal da erae da
a e,ist#ncia
graça. de uma
Conhecer que nossa salvação ! eterna e que poderemos ser recompensados ou
disciplinados% de acordo com nossa maturidade espiritual% levarnos3 a uma vida
cristã est&vel e vitoriosa% pois estaremos UcorrendoU para um alvo certo e de"inido.
/aulo estava se re"erindo a isso quando disse5
Bão sabeis v*s que os que correm no est&dio- todos- na verdade- correm- mas
um s) leva o pr3mioJCorrei de tal maneira que o alcanceis. Kodo atleta em tudo se
domina9 aqueles para alcançar uma coroa corrupt,vel n*s- porém- a incorrupt,vel.
$ssim corro também eu- não sem meta assim luto- não como deserindo (olpes no
ar <: Co N5R;@.
Como ele corria% n)s devemos correr tam-!m% visando alcançar o grande
pr#mio que ! o pr)prio Cristo.
Estudaremos agora% sucintamente% a par&-ola dos talentos <H5:R>T@.
$ par&-ola das de' virgens est& relacionada 3 vida% e a dos talentos% ao serviço.
+o aspecto da vida% os cristãos são virgens% e a e,ig#ncia ! que sejam vigilantes.
Auanto ao serviço% somos servos% o que implica em sermos "i!is. /ortanto% não
podemos negligenciar nem o aspecto da vida <aspecto interior% su-jetivo% da
e,peri#ncia com 4eus@ nem o aspecto do serviço <aspecto e,terior% o-jetivo%
resultado da comunhão com Ele@. $ par&-ola dos talentos% por sua ve'% tam-!m est&
relacionada ao serviço% mas especi"i camente ao adequado uso dos dons que de 4eus

rece-emos.
8ois ser& como um :omem que- ausentandose do pa,s- c:amou os seus servos
e l:es coniou os seus bens 4v. :R@.
L UhomemU aqui re"erese a Cristo. Ele entregou eus -ens aos eus servos. Ls
cristãos% ao mesmo tempo que são "ilhos de 4eus% são servos ou escravos de Cristo <:
Co ?5%>9  /e :5 :9 1g :5 :9 0m :5 :@. +o aspecto da vida% somos virgens vivendo
unicamente para Cristo < Co ::5 @% e no aspecto do serviço% n)s L servimos como
escravos comprados por eu precioso sangue.
U$ um deu cinco talentos- a outro dois e a outro um% a cada um se(undo a sua
pr*pria capacidade então partiu 4't H5 :H@.

Ls talentos
: Co :5R9 : /e R5nessa
:T9  par&-ola
1m :5 ;@. representam
/ara servir aoosenhor%
dons espirituais
precisamos<E"de
R5 dons.
?% =9 0m :5;9
Muitas
182
pessoas% ao tornaremse cristãs% pensam usar para o enhor seus talentos naturais%
suas ha-ilidades Ude nascimentoU. Isso% no entanto% ! a-omin&vel para 4eus% pois tais
ha-ilidades pertencem ao homem caído% 3 velha criação e 3 nature'a pecaminosa. Ls
talentos de que 4eus necessita no serviço a Ele são dons espirituais% são dons que
nos são dados por Ele ap)s a nossa salvação. omente com esses dons podemos
servir ao enhor como -ons servos a "im de reali'ar ua o-ra.
+o momento em que rece-emos a vida de 4eus% por meio da regeneração% nos
tornamos mem-ros do Corpo de Cristo e mem-ros uns dos outros. +um corpo% nem
todos os mem-ros t#m a mesma "unção <0m :5R%H@. Em nosso corpo "ísico% cada
mem-ro sa-e e,atamente qual ! sua "unção e sa-e como agir em coordenação com
os outros mem-ros. +o Corpo de Cristo% por!m% precisamos desco-rir a "unção de
cada mem-ro e ! especialmente necess&rio que aprendamos a servir junto com
outros irmãos.

Ne8&*+1 m ! T*(e+'!


L que recebera cinco talentos ne(ociou com eles e (an:ou outros cinco. $ssim
também o que recebera dois (an:ou outros dois4't2$@1#-1)5.
4evemos usar ao m&,imo os dons que rece-emos do enhor% sem desperdiç&
los% pregando o evangelho% ministrando vida e verdade a outros% e pastoreando os
que precisam de cuidado. L resultado disso ser& a edi"icação da igreja e a
multiplicação de nossos talentos. 2ma das mais importantes tare"as de um servo de
4eus ! suprir comida aos outros servos da casa de 4eus <R5RH@. 4evemos ministrar
a /alavra de 4eus com as rique'as insond&veis de Cristo <E" >5=@ a "im de nutrir
nossos conservos. /or meio desse serviço% as pessoas serão ricamente alimentadas e
os -ens do enhor se multiplicarão.
'as o que recebera um- saindo- abriu uma cova e escondeu o din:eiro do seu
sen:or 4v. :=@.
8& cristãos que rece-eram apenas um talento e% por isso% não o valori'am%
considerandose sem importncia e sem utilidade para 4eus e para a igreja.
+ormalmente% são estes os que não multiplicam o talento que rece-eram% isto !%
UenterramU o dom dado pelo enhor. /recisamos ser s&-ios5 se rece-emos apenas um
talento do enhor% devemos% mais do que os outros% empenharnos em multiplic&lo.
e nos consagrarmos ao enhor% para serviFo de acordo com ua vontade% nossos
dons espirituais se multiplicarão e nos tomaremos mais e mais Oteis para a edi"icação
da igreja.
Ae$' 1e C+'*!
U4epois de muito tempo% voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com
elesU <v. :N@. UMuito tempoU aqui re"erese 3 era da igreja e UvoltouU re"erese 3 vinda
do enhor nos ares <: 1s R5 :;% :?@9 Uajustar contasU re"erese ao julgamento no
tri-unal de Cristo < Co H5 :T9 0m :R5 :T@ nos ares% onde nossa vida% conduta e o-ra
183
serão julgadas para recompensa ou punição <: Co R5H9 Mt :;5?9 $p 5 :9 : Co >5
:>:H@. Esse tempo est& cada ve' mais pr),imo% por isso precisamos considerar
seriamente como temos usado os dons espirituais ganhos de 4eus. Ls dons
espirituais nos "oram dados por 4eus e a Ele prestaremos contas de seu uso  nada !
realmente nosso% mas "oinos entregue para administrarmos em nome de 4eus e para
o eu prop)sito.
L que recebera cinco talentos entre(ou os outros cinco que (an:ara. 7issel:e
o sen:or@ 'uito bem- servo -om e iel oste iel no pouco- sobre o muito te
colocarei@ entra no (ozo do teu sen:or 4'tH5:@.
U/oucoU re"erese ao nosso serviço ao enhor nesta era e Uso-re o muitoU% 3
autoridade para governar no reino vindouro. L Ugo'oU do enhor ! o des"rute do
enhor na era vindoura% o mil#nio. $ recompensa dos servos "i!is tem% portanto % dois
aspectos5 eles rece-erão autoridade para governar so-re as naç(es durante o
mil#nio% e des"rutarão de maneira especial da /essoa do enhor Desus.
L que rece-era dois talentos entregou a seu amo os outros dois que ganhara. L
louvor e a recompensa do senhor a ele "oram os mesmos dados ao de cinco talentos.
É interessante o-servar que am-os os servos% tanto o que rece-era cinco como o que
rece-era dois% o senhor lhes disse que eles tinham sido "i!is Uno poucoU. Isso prova
que sermos aprovados não depende do quanto "i'emos para 4eus% e% sim% de nossa
"idelidade em usar plenamente os dons que Ele nos deu. +ão considere os irmãos de
cinco talentos como se "ossem predestinados para serem vencedores e os de um
talento como marcados para as trevas e,teriores. Isso ! uma mentira dia-)lica% que
visa tão somente desanimar e paralisar muito s "ilhos de 4eus. e o que rece-era um
talento tivesse sido "iel em multiplic&lo% ele tam-!m seria colocado so-re o muito e
entraria no go'o do seu senhor.
C:e(ando- por im- o que recebera um talento- disse5 <en:or- sabendo que !s
:omem severo- que ceias onde não semeaste- e a6untas onde não espal:aste-
receoso- escondi na terra o teu talento aqui tens o que ! teu 4vs. R% H@.

Esse que rece-era um talento não ! uma pessoa incr!dula% não salva% como
interpretam alguns. 2ma pessoa não salva não pode rece-er dons espirituais de
4eus% tampouco ser& levada a julgamento no tri-unal de Cristo.
$parentemente% o enhor ! severo como disse o Oltimo servo% pois parece
e,igir que tra-alhemos para Ele a partir do nada. +a verdade% Ele mesmo nos supre
com toda a graça e a vida de que necessitamos para serviFo. +ossa responsa-ilidade
! tra-alhar e multiplicar os dons que rece-emos. 1alve' para os de cinco e dois
talentos seja mais "&cil us&los% talve' o de um talento seja mais tímido e
despreparado. 1odavia% isso não deve ser desculpa para negligenciarmos o uso do
dom que rece-emos. e somos os de um talento% isso deve "orçarnos a e,ercitar a "!
mais do que os outros para usar mais diligentemente nosso dom. e para n)s ! mais
di"ícil usar o espírito ou manternos separados para 4eus% então% precisamos nos
184
es"orçar mais que os outros. L que importa ! que alcancemos o pr#mio. 1enhamos a
certe'a de que o enhor% ao nos dar os dons% sa-e que somos capa'es de multiplic &
los. Ele est& semeando e espera cei"ar.
Esconder na terra o talento ! envolverse com as coisas terrenas% mundanas% e
não com as espirituais% tornandose assim inativo e in"rutí"ero. Auanto mais
envolvidos com os cuidados e pra'eres desta vida% menos interesse temos pelas
coisas espirituais. /or e,emplo% alguns cristãos nunca t#m tempo para visitar os
outros a "im de ministrarlhes cuidado% pois estão a todo tempo envolvidos com as
coisas do mundo. Lutros se acham "racos demais para pastorear ou pregar o
evangelho. Fem-rese% por!m5 por mais "raco que voc# seja% por mais inOtil que voc#
se considere% tenha a certe'a de que sempre haver& pessoas ainda mais "racas que
necessitam do seu cuidado. +unca devemos menospre'ar os poucos dons que
rece-emos. 4evemos ser "i!is no pouco que o enhor nos deu e os dons se
multiplicarão. 1am-!m não podemos argumentar que nos "alta tempo para cuidar dos
outros. e nosso coração estiver cheio de amor por 4eus e por ua igreja% por mais
ocupados que sejamos% sempre conseguiremos reservar algum tempo para usar
nossos dons a "avor de Cristo e da igreja.

C$ e R*+8e$ 1e De+'e!


U0espondeulhe% por!m% o senhor5 ervo mau e negligenteU% <. ;@. $quele
senhor "oi ríspido e severo com seu servo% pois ele nem mesmo havia tentado investir
seu talento para devolv#lo ao senhor com juros <v. ?@. L servo deveria ter entregue
o dinheiro do seu senhor <o dinheiro% apesar de estar nas mãos do servo% ainda era de
seu senhor@ Isso con"irma que os dons espirituais que o enhor nos deu ainda são
dWEle% e a nossa "unção ! simplesmente administr&los aos -anqueiros. Isso
representa o uso dos talentos na igreja.
4isse o senhor aos outros servos5 U1irailhe% pois% o talento% e daio ao que tem
de'U <Mt H5=@. L dom do enhor% no reino vindouro% ser& tirado daqueles que são
negligentes. L uso dos dons ! uma oportunidade que nos "oi dada pelo enhor a "im
de que nesta era cresçamos em ua vida e rece-amos mais da ua graçaW. /ortanto%
ap)s a era da graça% esses dons não terão mais ra'ão de e,istir e serão tirados dos
que não os multiplicaram.
E acrescentou o enhor5 UE o servo inOtil lançao para "ora% nas trevas. $li
haver& choro e ranger de dentesU <v. >T@. Uer lançado nas trevasU aqui não denota a
perdição eterna de um "also cristão. Como j& vimos% o "ato desse homem ser
chamado de servo e a ele terem sido dados dons% prova que ele ! um cristão genuíno.
4esse modo% as trevas aqui mencionad as re"eremse 3 punição de cristãos genuínos
que não "oram "i!is. 8& v&rios versículos em Mateus que "alam de algu!m ser lançado
nas trevas e,teriores <=5:9 5 :>9 R5H:9 H5>T@. 2ma ve' mais rea"irmamos5 essas
passagens re"eremse a cristãos genuínos% verdadeiramente regenerados pelo
Espírito anto que% contudo% não "oram vencedores. Esses santos nãovencedores não
185
serão lançados no lago de "ogo% mas nas trevas e,teriores% o que signi"ica "icar "ora
da es"era da gl)ria de 4eus durante a era do reino vindouro.

Um E+$*9*me+'.

4eus nos escolheu antes da "undação do mundo. 4e antemão% Ele nos conhecia
e sa-ia que% mesmo ap)s L conhecermos% ainda Fhe seríamos in"i!is muitas e muitas
ve'es. Ele conhece nossa estrutura% sa-e de nossas "raque'as% de nossas di"iculdades
para prosseguirmos com Ele. /or isso% 4eus nos d& o galardão do reino como um
encorajamento% um estímulo adicional para L -uscarmos.
/articipar dessa "esta% dessa comunhão íntima% dessa porção especial por mil
anos não ! algo pequeno e sem importncia% mas ! uma -#nção indescritível
prometida para todos os cristãos. 8& um preço a pagar% um caminho estreito a seguir%
mas os que aceitarem ser vencedores o-terão uma recompensa que olhos humanos
nunca viram% cuja descrição nenhum ouvido jamais ouviu nem jamais "oi possível ao
coração do homem conce-er <d. : Co 5N@. Entrar no go'o de nosso enhor ! um
pr#mio pelo qual vale a pena entregar toda a nossa vida e pagar o preço que "or
necess&rio.

186