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Fé e Estrutura

Há um grande equívoco em confundir a idolatria à instituição (onde


tudo é valido para se manter a estrutura e nesse meio está a
politicagem eclesiástica que faz uso de meios escusos em nome da
denominação) com a tradição e a preservação da verdade bíblica,
que juntamente com pregação do evangelho, deve ser ensinado e
defendido dos erros.

A primeira crê que a estrutura organizacional (não me refiro a


eclesiologia bíblica que prevê a instituição dos oficiais, pastores,
presbíteros e diáconos, mas a estrutura criada por homens para
melhor organizar o trabalho) é sagrada e por isso, não admite
nenhum tipo de mudança chegando quase a sustentar que a forma
de se organizar é canônica e a segunda, entende que a estrutura é
instrumental para a igreja e naquilo que não fere nenhum princípio
bíblico, pode ser modificada, ou não sendo mais necessária,
removida.

É necessário que os defensores da primeira posição percebam que


não somos nós que existimos por causa da estrutura, mas a estrutura
foi concebida por nossa causa. E, por outro lado, é, também,
necessário que os defensores da segunda posição, ao intentarem as
modificações, as façam, dentro dos limites acordados para que não
se distanciem ou se percam a identidade confessional.

Precisamos da estrutura e também precisamos de dinamismo. Não


podemos nos esquecer que a fé confessional necessita de uma
estrutura institucional para ser sustentada.