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VÍDEO-AULA

NEUROMETODOLOGIAS
EDUCATIVAS

JAN/2014
Contextualizando a Temática

Neurometodologias Educativas
As 5 Perguntas Clássicas para despertar
seu Juízo Crítico e que VOCÊ deve fazer a
si mesmo antes de começarmos essa aula:

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª
O QUE É? POR QUÊ? PARA QUÊ? QUANDO? COMO?
Base Etimológica da Neurometodologia
“CONCEITUAÇÃO”
O SISTEMA NERVOSO TEM
3 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS

Neurofisiológica
Sentir o Mundo

Neuroquímica
Processar o Mundo

Neuroanatômica
Agir no Mundo
QUANTO MAIS SEI AO MEU RESPEITO,

MAIS POSSO AJUDAR AO OUTRO!


QUANTO MAIS ENXERGO O OUTRO,
MAIS APRENDO SOBRE MIM!
Quais são os seus motivos?
Tome posse

do que é seu!
Neurometodologias
Definição:
Área das Neurociências que utiliza variados métodos
que podem ser invasivos, evasivos, tecnológicos, de
checagem, averiguação, mensuração e testagens dos
aspectos relativos à Anatomia e Fisiologia do Cérebro
e do Sistema Nervoso Central (SNC).

Recursos como os aparelhos de neuroimageamento e


estimulação transcraniana, neurobiofeedback, entre
outros.
Neurometodologias Educativas
Definição:

A Neurometodologia Educativa é uma


subárea da Neurodidática e tem por
objetivo utilizar os resultados das pesquisas
Neurocientíficas, desenvolvendo, testando e
checando métodos de aplicabilidade na
Educação, para o melhor desempenho do
cérebro, da cognição,
do ensino e da aprendizagem.
Quem desenvolve as
Neurometodologias Educativas?

Neurocientistas e Neuroeducadores trabalham


diretamente na criação de Neurometodologias
aplicadas à Educação, mas muitas áreas se
entrelaçam nessa composição, inclusive as áreas
de Tecnologia da Informação (TI) e Inteligência
Artificial (IA), desenvolvendo programas, softwares
e games – jogos de exercícios cerebrais – para
melhoria do desempenho cerebral, inclusive
avançando recentemente para aparelhos de
interfaces de diretas cérebro-máquina.
Fundamentações
Todas as proposições contidas aqui, foram
desenvolvidas e adaptadas pelo Núcleo de
Desenvolvimento Cognitivo (NDC)
do Instituto Cognare, embasadas nos
15 Princípios da Neuroaprendizagem.

O NDC utiliza neurotécnicas desenvolvidas e/ou


adaptadas com base nestes Princípios e que já
foram aplicadas e testadas amplamente em diversas
salas de aula e programas neuroeducativos nos
EUA e Europa.
“Diferenciação e
diversificação nas práticas de
sala de aula são justificadas
pelas diferentes inteligências e
necessidades
cognitivas dos alunos.”
Fonte: Tokuhama-Espinosa (2008: 78)

Variabilidade de Neurorecursos
É indispensável essa variação
qualitativa de recursos para
atingir os variados canais de
percepção e aprendizagem no
decorrer do seu time de
transmissão desse conteúdo.
(ex.: 1 bimestre).
Processo de Validação
Autonomia. O Neuroeducador tem ampla liberdade e
autonomia de criar, incrementar, co-criar, e mensurar os
resultados em sua sala-laboratório;

Inventário. Conquanto ele faça o Inventário dessas


aplicações neurometodólogicas e procure vincular-se à
alguma Instituição Científica e de Pesquisa para acompanhar
as novas descobertas.

Validação. Esse processo é importantíssimo para a validação


das neurotécnicas desenvolvidas ou adaptadas em sua sala-
laboratório.
Responsabilidade. Inventariar é assumir sua
responsabilidade e compromisso enquanto Neuroeducador.
(Cientista da Educação).
05 Interações Neurometodológicas com
os “Sujeitos Cerebrais”
1. Cada Cérebro é Único. As Pessoas Aprendem Diferentemente.
Usamos o Cérebro TODO para Aprender. (CÉREBRO INDIVIDUAL).
2. A Aprendizagem é fisiológica: realizada pelo Corpo-Mente, que é
um único organismo. O que acontece com um afeta o outro.
(CÉREBRO MOTOR).

3. A Aprendizagem é impulsionada por Sentimentos. A Emoção


impulsiona a Atenção; que impulsiona a Aprendizagem; que
impulsiona a Memória. (CÉREBRO EMOCIONAL).
4. O Cérebro é uma Comunidade Cooperativa de Neurônios.
Aprendizagem é uma Experiência Social. (CÉREBRO SOCIAL).
5. O Cérebro se mantém saudável através da estimulação constante.
A Aprendizagem é intensificada por NOVIDADES E DESAFIOS.
(CÉREBRO GENIAL).
LIVRO - O DESPERTAR DO GÊNIO: Aprendendo com o Cérebro Inteiro. Cosete Ramos.
O Cérebro e as Rotas de Aprendizagem
Toda Neurotécnica exige um preparo cerebral para
ser aplicada, que chamamos de
Rotas de Aprendizagem.
São 5 procedimentos – EU DIRIA REGRAS – para
o Neuroeducador dominar,
antes de qualquer atividade.
Sistema Basilar do Circuito da
Neuroaprendizagem
1) - Abrir os Canais Sensoriais.
2) - Estimular a motivação intríseca e extrínseca através
da linguagem das emoções (Neurolinguística-
Neurossemântica).
3) - Dar sentido e significação ao seu conteúdo.
4) - Aplicar a trilha de checagem e revisitação das bases
cognitivas (conhecimentos prévios para estabelecer os
links sinápticos)
5) - Trabalhar a psicomotricidade, o movimento, o lúdico,
a higiene mental mesclada com pequenas pausas de
alguns minutos para assentar o conhecimento e retomar
do ponto onde parou.
10 Técnicas de
Neurometodologias Educativas
1. Técnica do Neuromapeamento ou Neurometria
2. Técnica da Neurodemocracia Cognitiva
3. Técnica da Neuroambientação: Interna e Externa
4. Técnica dos Gatilhos Mentais Positivos
5. Técnica das Pistas Mnemônicas
6. Técnica do Feedback
7. Técnica do Labirinto Sináptico
8. Técnica da Visão Sistêmica Curricular
9. Técnica da Neuromonitoria
10. Técnica das Neurocompetências para o Estudo
Técnica do Neuromapeamento
(Neurometria)
O Neuromapeamento ou a Neurometria são
entendidas aqui, como o passo basilar para implementação
das demais neurotécnicas. Eu costumo chamá-la de “ABRE
ALAS”.

Invista o tempo necessário para fazer a neurometria


nos primeiros dias de aula. Você verificará o ganho e o salto
de conhecimento e domínio de informações que possuirá
para tomar as melhores decisões ao longo da trajetória de
ensinagem.

É estar analogicamente pronto para a viagem: Mapa,


Bússola, Gps, Binóculos, Lupa, e demais ferramentas para
lhe deixar “neurolocalizado” quanto aos “mares cerebrais”
que estarão sob a batuta do seu timão e capitania.
(...)
(…) Alguns tipos de dados
extraídos numa Neurometria:

 Levantamento de gêneros;
 Faixa-etária;
 Histórico individual prévio;
 Presença de componentes com Necessidades
Especiais e as respectivas descritivas;
 Aplicação de testes para identificar os Sistemas
Modulares e Estilos Neurorrelacionais de
Aprendizagem Pessoal, Testes de Inteligências
Múltiplas (com respectivos percentuais entre
gêneros), entre outros.
Técnica da Neurodemocracia Cognitiva:
Consiste em 2 passos:

1) Apresentar o plano anual de conteúdos


curriculares, falar da importância e sentido em
aprendê-los e qual a aplicação ou utilidade estes
conteúdos terão no decorrer da vida do
neuroaprendiz.

2) A cada bimestre, permitir que a sala vote na


“ordem de apresentação” das unidades de ensino
que mais a motiva.
Técnica da Neuroambientação:
Interna e Externa
Utilizada sobretudo, na
introdução de novos temas

Toda Técnica de Neuroambientação deve ser


composta de desafios e recompensas aos cérebros
dos neuroaprendizes e diz respeito diretamente ao
sistema límbico e à amídala, responsáveis pela
emoção.

Estabeleça os critérios de forma clara, objetiva e de


acordo ao seu público-alvo.
Técnica dos Gatilhos Mentais Positivos

São palavras e/ou expressões de


poder neurossemântico, usadas de maneira
imperativa e afirmativa, preferencialmente de modo
individual, que provocam no cérebro sensações
agradáveis e favoráveis à elevação da auto-estima e
da superação dos próprios limites, eliminam o medo,
a insegurança, a reatividade, diminuem a ansiedade
do erro, transmitem segurança gerando o elo de
empatia favorável à saúde mental e emocional.

(…)
(…) Os Gatilhos Mentais Positivos
DESENCADEIAM rápido
acesso-resposta às
REDES SINÁPTICAS EMOCIONAIS

 EU CONFIO EM VOCÊ (NOME)!

 (NOME) VOCÊ ME SURPREENDE!

 VOCÊ (NOME), SUPEROU MINHAS EXPECTATIVAS!

 EU ACREDITO NO SEU POTENCIAL, VOCÊ

CONSEGUE (NOME) !
Técnica das Pistas Mnemônicas

Arte de facilitar as operações de memória por meios


alternativos, linkando ideias e fatos difíceis de
reter à fatos e ideias mais fáceis de lembrar ou
rememorar.

É a arte de criar atalhos e associações para ativar


e auxiliar a memória. Porém, estas sequências
devem fazer sentido, ou serão igualmente difíceis
de memorizar.
(…)
(…) Exemplos de Mnemônicas

Mnemônica Frasal:
Memorização dos Planetas que compõem o
Sistema Solar através
de construção de frases:

 Meu Vestido Todo Molhado, Já Secou Um Novo Pedaço

 Minha Vó Tem Muitas Jóias, Sabe Usá-las No Pescoço.

AS MNEMÔNICAS PODEM E DEVEM SER USADAS


EM TODAS AS DISCIPLINAS!
Técnica do Feedback
O Feedback é uma técnica amplamente usada pelos
coachs, chefes e líderes em geral.

É a arte comunicacional do “retorno de ações”, de


“comentários proficientes”, de “pontuações oportunas” ,
de “heterocríticas transformadoras”.

Para quem lidera e conduz uma sala de aula, dominar essa


arte chega a ser uma questão de sobrevivência para o
professor e suas equipes. Por isso é importante conhecer
bem o conceito e sua base neurometodológica.

Dar feedbacks apenas dos aspectos negativos é arrasador.


Não dar feedbacks é pior. (…)
(…) Do ponto de vista neurológico, FEEDBACKS são
nutrientes motivacionais.
Ao Neuroeducador, saber usar o Feedback conduz a real
experiência de interação, cumplicidade sadia, lealdade e
autenticidade para com o outro.

É um processo de “espelhamento” que ajuda demais tanto


o aprendizado quanto a reflexão.

O Neuroeducador “Não deixa a peteca cair” Levanta o


moral, acalenta os ânimos quando alterados e “poe lenha
na fogueira cognitiva” em seguida.
Há muitas formas de abordagens de Feedback.
Destaco aqui, apenas 02:
1. O Feedback Burguer.
2. O Feedback não-verbal.
Técnica do Labirinto Sináptico
A Técnica envolve áreas diversas do cérebro
(principalmente hipocampo e córtex frontal).
É excelente para ser direcionada aos tipos de inteligências
detectados na sala.
É geralmente usada em pequenos grupos, com
apresentação de problematização proposta pelo
Neuroeducador, baseada em casuística.
Cada grupo apresentará uma solução diferente, com
recursos diferentes, que podem ser desde a arte,
dramatização, música, dança, documentário ou maquete,
entre outros.
(…)
(…)
Pare um pouco e reflita na riqueza cognitiva de uma
neuroaula assim, onde TODOS participam, TODOS
somam com o que tem de melhor, e TODOS aprendem
através de várias abordagens trazidas pelos outros
neuroaprendizes.
Esse “aglutinar” de ricas e variadas abordagens e
informações acaba por proporcionar um entendimento e
compreensão mais profundo e global daquele assunto.
As sinapses se tornam bem mais vigorosas e mais
eficientes que o *“Fio de Ariadne”…

*Fio de Ariadne – da Clássica Lenda Grega “O Minotauro”.


Técnica da Visão Sistêmica Curricular
Diz respeito ao conhecimento paralelo do desempenho do
neuroaprendiz nas demais Disciplinas, inclusive aquelas que
convergem diretamente com a que você ministra.

A Técnica favorece a aplicação de ganchos neurodidáticos


mais eficazes de ajuda ao neuroaprendiz.

A fragmentação curricular já não cabe na postura de um


Neuroeducador. Ele não se atém restritamente à disciplina
que ele ministra.

Ele está comprometido com o sucesso do SUJEITO


COGNOSCENTE, da PESSOA, do INDIVÍDUO, do SER
HUMANO INTEGRAL.
Técnica da Neuromonitoria
A Técnica da Neuromonitoria é um recurso eficaz de
compartilhamento de saberes e co-responsabilidades entrepares.

É a base da metodologia Sala de Aula Colaborativa, a qual


comprovou que a aprendizagem entrepares se dá mais
linearmente e fluidicamente.

O Neuroeducador identifica neuroaprendizes com destaques e


habilidades em determinadas áreas, estendendo a estes, a tarefa
de auxílio em sala aos colegas com dificuldades.

Ela ajuda a desenvolver liderança, a empatia, a alteridade, o


espírito de equipe e a co-responsabilidade pelo destacado
desempenho e habilidade assumida.
Técnica das Neurocompetências
para o Estudo
Desde pequeninos, vamos à Escola / Faculdade/
Universidade para estudar e aprender. Porém, não nos
ENSINAM A ESTUDAR! NÃO APRENDEMOS A
APRENDER.

Chegamos ao ENSINO SUPERIOR e os Docentes esperam


que já saibamos – porque já deveríamos mesmo ter
aprendido – O SABER CIENTÍFICO.

Então, geralmente, o que se vê é uma REATIVIDADE quase


equivalente às disciplinas de lógica (Matemática, Álgebra,
Física) quando se toma contato com a Disciplina de
METODOLOGIA CIENTÍFICA (…)
(…) O “Orientador de Pesquisa” sugere livros e em suas
aulas o aluno faz resenhas, resumos, fichamentos, artigos
científicos. Descobre que há fórmulas e métodos para cada
área da ciência e… ENTRA EM PÂNICO! A Exaustão e
o CAOS NEURONAL se instalam. É o que eu chamo de
TCCFOBIA.

MAS HÁ VÁRIAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES


QUE PODEM SER NEUROENSINADAS PARA
DESENVOLVER MELHORES “ESQUEMAS DE ESTUDO”
DESDE A PRIMEIRA SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL!

ESSE SERÁ O TEMA DA PRÓXIMA AULA-BÔNUS…


o Cérebro está para as Neurometodologias,
assim como o Neuroeducador para o desafio
de aplicá-las. Venha neuroaprender conosco!
Laboratório de Neuroaprendizagem
NÃO FIQUE DE FORA DESSA OPORTUNIDADE DO FAZER CIENTÍFICO

PARTICIPE DO PROGRAMA MAIS COMPLETO DE TEORIA E


PRÁTICA NEUROMETODOLÓGICA REALIZADO
APENAS 1 VEZ POR ANO!

NO PRÓXIMO WEBINAR GRATUITO COM O TEMA


“NEUROCOMPETÊNCIAS PARA O ESTUDO” EXPLICAREI
DETALHADAMENTE SOBRE ESTE PROGRAMA DE FORMAÇÃO.

NÃO PERCA! DIA 12 DE JANEIRO DE 2014 – PRÓXIMO DOMINGO - AS


19:30h, VOCÊ TEM UM ENCONTRO MARCADO COMIGO!

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CORREIO ELETRÔNICO. ENTRAREMOS EM CONTATO COM VOCÊ!

SE AINDA NÃO SE CADASTROU NA LISTA DE NEUROEDUCADORES DO


INSTITUTO COGNARE MANDE-NOS UM E-MAIL PARA
cursos.cognare@gmail.com
Assunto: Efetive meu Cadastro na Lista de Neuroeducadores.

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