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Professora: Leila

Alunos : Enio Henrique


Marcelo

Transgênicos
Introdução:

E de conhecimento geral que os organismos geneticamente modificados (OGMs) estão


cada vez mais presente na vida e na sociedade como um todo, englobando dúvidas
substâncias a cerca do tema pois envolve fatores como: saúde, incertezas ao meio
ambiente ecologicamente equilibrado, fator econômico, comercialização, etc.

Está cada dia mais difícil definir se estes melhoramentos genéticos Realmente estão ou
não aptos para o plantio, comercialização e consumo , bem como as possíveis agressões
que podem causar ao meio ambiente.
Por tanto o presente trabalho busca analisar os pro e contras desse tema bem como o
seu reflexo na sociedade
O que são transgênicos

alimentos transgênicos ou alimentos transgénicos (AGM) são alimentos produzidos


com base em organismos que, através das técnicas da engenharia genética, sofreram
alterações específicas no DNA. Essa técnica tem permitido a introdução de culturas
agrícolas de traços diferenciados, assim como um controle sobre a estrutura genética
bastante superior em relação ao que proporciona a mutação artificial e a seleção
O AGM surgiram como uma promessa de resolver o desafio da fome no mundo, de
baratear os custos de produção, de reduzir o uso de agrotóxicos e de oferecer
produtos de qualidade superior, ao mesmo tempo potencialmente mais nutritivos e
mais resistentes a pragas. No entanto, as alegadas vantagens, se em alguns casos se
mostraram reais, em outros não atenderam às expectativas ou trouxeram resultados
negativos imprevistos. Ao mesmo tempo, uma série de estudos independentes tem
alertado que a facilidade com que as instâncias governamentais de alguns países
como o Brasil e os Estados Unidos, dois dos maiores cultivadores mundiais de AGM,
têm liberado esses produtos para consumo, é fruto do lobby político e econômico e
não condiz com os critérios científicos de biossegurança. Outros estudos têm
apontado uma série de problemas para o homem e para o meio ambiente que podem
derivar do cultivo e consumo dos AGM, como reações alérgicas, intoxicações,
formação de tumores, declínio da biodiversidade, contaminação genética e vários
outros.

Essa tecnologia é muito recente, o conhecimento científico sobre seus riscos ainda é
fragmentário e insuficiente, e os estudos que negam efeitos daninhos em geral são
produzidos pelas próprias companhias de biotecnologia num contexto de conflito de
interesses, ou são de curto prazo, produzindo resultados pouco confiáveis ou de valor
bastante limitado. Vários organismos nacionais e internacionais apresentam os AGM
como portadores de um risco à saúde não significativamente diferente dos cultivos
tradicionais, mas eles têm sido contestados amplamente, outros organismos
equivalentes recomendaram mais cautela e mais pesquisas ou impuseram restrições,
a polêmica em torno do assunto permanece grande e ainda restam muitas dúvidas
não respondidas.
Mamão geneticamente modificado para resistir ao vírus Potyvirus

História

global dos cultivos transgênicos em 2005. Os cinco países coloridos em laranja cheio
concentravam cerca de 95% de todos os cultivos.

Em 1946, os cientistas descobriram pela primeira vez que o DNA pode ser transferido
entre organismos. No princípio da década de 1990, a quimosina recombinante foi
aprovada para uso em diversos países, substituindo o coalho na fabricação de queijo.
Em 1994, o tomate transgênico Flavr Savr foi aprovado pela FDA (Food and Drug
Administration) para comercialização nos EUA. A modificação proporcionou um retardo
na maturação do tomate após o seu colhimento. A venda dos alimentos geneticamente
modificados começou em 1994, quando a empresa Calgene (hoje posse da Monsanto)
comercializou pela primeira vez seu Flavr Savr. Nos Estados Unidos, durante o ano de
1995, as seguintes culturas transgênicas receberam aprovação para serem
comercializadas: canola com a composição do óleo modificada

(Calgene), Bacillus thuringiensis (Bt), milho (Ciba-Geigy), algodão resistente ao


herbicida Bromoxynil (Calgene), algodão Bt (Monsanto), batata Bt (Monsanto), soja
resistente ao herbicida glifosato (Monsanto), abóbora resistente a vírus

(Monsanto-Asgrow).

Em 2000, com a criação do Arrozdourado, os cientistas, pela primeira vez, obtiveram


êxito em modificar geneticamente um alimento com a finalidade aumentar seu valor
nutritivo. Em 2011, os EUA lideraram uma lista, com diversos países, na produção de
culturas geneticamente modificadas, e 25 culturas geneticamente modificadas
receberam aprovação para cultivação comercial. Em 2013, cerca de 85% do milho,
91% da soja e 88% do algodão produzidos nos Estados Unidos eram geneticamente
modificados. Até hoje, a

maioria das modificações genéticas nos alimentos tem priorizado as culturas mais
lucrativas e que estão em alta demanda por parte dos agriculturas, tais como soja,
milho, canola e óleo de algodão. Essas culturas tem sido projetadas para resistirem a
agente patogénicos e herbicida e para apresentar melhores perfis nutricionais.
Modificações genéticas aplicadas à pecuária também tem sido desenvolvida, embora,
até novembro de 2013, nenhum produto estivesse disponível no mercado.

Métodos

Há várias maneiras de realizar a manipulação genética. A biolística insere diretamente


genes escolhidos em uma célula através de uma "pistola de DNA", que projeta
microesferas de metais cobertas por frações de DNA, o qual vai ser incorporado ao
material genético da célula-alvo. A eletroporação aplica um campo eléctrico nas
células, de modo a aumentar a permeabilidade da membrana celular, permitindo que
produtos químicos, medicamentos ou DNA possam ser introduzidos. A microinjeção
insere genes nas células através de uma agulha. As agrobactérias são parasitas de
plantas que possuem a capacidade de transferir naturalmente seus genes para as
plantas parasitadas, num processo conhecido como transferência horizontal de
genes; elas são modificadas para receber genes escolhidos, e os transferem para as
células-alvo. sistema CRISPR/Cas usa fragmentos de RNA com capacidade de editar a
sequência do DNA e
introduzir alterações. Já o sistema TALEN usa proteínas que possuem capacidade de
reconhecer nucleotídeos específicos e permitem a alteração específica de
praticamente qualquer gene em uma ampla variedade de tipos de células e
organismos.
Posicionamentos favoráveis
Organismos oficiais e importantes associações científicas — entre eles a
Associação Americana para o Avanço da
Ciência, a Associação Médica Americana, a FAO e a OMS — deram declarações
favoráveis sobre os alimentos geneticamente modificados, alegando que até agora
seu consumo não demonstrou representar um risco à saúde humana maior do que os
alimentos naturais. Uma grande série de estudos isolados, bem como várias revisões
da literatura, sustentam a mesma posição.
A Associação Médica Americana, por exemplo, assim se expressou a respeito da
questão em seu parecer favorável: "Os alimentos transgênicos têm sido consumidos
por cerca de 20 anos, e neste período, não foram relatadas e/ou confirmadas
consequências observáveis sobre a saúde humana na literatura sujeita à revisão por
pares".] A Organização Mundial de Saúde se manifestou de forma semelhante: "Os
AGM atualmente disponíveis no mercado internacional passaram por avaliações de
segurança e não é provável que representem riscos para a saúde humana. Além disso,
não foram demonstrados efeitos para a saúde resultantes do consumo desses
alimentos na população em geral dos países em que foram aprovados". A OMS
também enfatizou que muitos alimentos convencionais podem ser nocivos para a
saúde de algumas pessoas ou grupos por uma variedade de razões, entre elas uma
sensibilidade especial a certas substâncias químicas presentes em sua composição,
produzindo por exemplo alergias e efeitos tóxicos que não são observados no
restante da população, mas que a ocorrência desses casos não invalida o conceito de
que tais alimentos são considerados seguros de uma maneira geral. A OMS também
observou que alimentos convencionais
usualmente não são testados laboratorialmente para pesquisar possíveis efeitos
adversos, porque eles têm uma longa história de consumo genericamente seguro,
ao passo que os AGM são testados. Um estudo conjunto do Instituto de Medicina e
do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos declarou: "Ao contrário dos
efeitos adversos para a saúde que são associados a alguns métodos de produção de
alimentos tradicionais, efeitos negativos sérios semelhantes não foram identificados
como resultado de técnicas de engenharia genética para a produção de alimentos.
Isso pode ser explicado porque os organismos geneticamente modificados passam
por extensos testes de composição para determinar que todas as suas características
são desejáveis e para assegurar não tenham ocorrido mudanças não intencionais nos
principais componentes do alimento". Para muitos esse conjunto de
posicionamentos, que incluem fontes de grande prestígio, é uma evidência de que a
segurança dos AGM para o consumo humano tornou-se um consenso na
comunidade científica. Uma revisão do assunto de 2011 resumiu a questão: "Há um
amplo consenso científico de que AGM hoje disponíveis no mercado são seguros
para consumo. Depois de 14 anos de cultivo e um total de 2 bilhões de acres
plantados, nenhum efeito adverso para a saúde ou para o ambiente resultou da
comercialização de AGM. Tanto o Conselho Nacional de
Pesquisa dos Estados Unidos como o Centro Comum de Pesquisa (o laboratório e
centro de pesquisa da União Europeia e parte integral da Comissão Europeia)
concluíram que há um extenso corpo de conhecimento que avalia adequadamente a
questão da segurança para consumo dos AGM
Estes e outros relatórios recentes concluem que o processo de engenharia genética e
o de cultivo tradicional são são diferentes em termos de consequências imprevistas
para a saúde humana e o ambiente".

Entre os alegados benefícios dos AGM estão a redução dos custos de produção, do
uso de água, da erosão do solo, da emissão de gases estufa, do desmatamento e do
uso de agrotóxicos; aumento da lucratividade; a possibilidade de criar de culturas
mais nutritivas, mais resistentes a pragas e a ambientes adversos, e com propriedades
medicinais, além de potencialmente trazerem alívio para os problemas da fome e da
pobreza.
Efeitos sobre a saúde e o ambiente

Ao contrário do que diz a propaganda das empresas de biotecnologia, estudos


recentes apontam que os custos de produção não são menores, que o uso de
agrotóxicos não é menor, muitas vezes sendo maior, e que na maioria dos casos a
produtividade não é maior do que no uso de sementes tradicionais, podendo ser até
menor. Também foi apontado que algumas substâncias tóxicas penetram na corrente
sanguínea dos consumidores, ao contrário da alegação das empresas de que elas são
destruídas no estômago. Quase todos os países da Europa, bem como o Japão, têm
imposto restrições aos produtos
transgênicos. A FAO
ultimamente tem recomendado cautela na liberação de alimentos geneticamente
modificados, e não recomenda sua liberação sem estudos de impacto ambiental. José
Tubino, representante da organização no Brasil, salientou que o problema da fome
no mundo não se
deve à escassez de alimentos, pois eles existem em quantidade suficiente, e sim à sua
má distribuição, o que está ligado diretamente às desigualdades sociais.

No Brasil, um dos países que mais cultivam transgênicos, eles foram um dos principais
responsáveis por colocarem o país no primeiro lugar do ranking mundial de uso de
agrotóxicos, que são causa comprovada de múltiplos problemas humanos e
ambientais. Já foram relatados muitos casos de desenvolvimento de resistência em
pragas que deviam ser eliminadas pelas plantas transgênicas. Como resultado, o
produtor fica obrigado a aumentar as doses de venenos. Como o uso de poucos tipos
de sementes modificadas elimina a variedade genética dos cultivos tradicionais, as
plantações transgênicas ficam mais vulneráveis a superpragas.

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional alertou para o surgimento


de doenças ligadas ao consumo de AGM, entre elas aumento de alergias e da
resistência a antibióticos. Testes em animais realizados na Itália, França, Canadá e
Estados Unidos têm apontado que as cobaias desenvolveram tumores, alergias,
esterilidade, malformações fetais e alterações no sistema imunológico, além de
terem uma taxa de mortalidade mais elevada, entre outros problemas. Estudos de
longo prazo sobre a saúde e o ambiente e sobre efeitos crônicos são poucos, os testes
de toxicidade em geral não são obrigatórios, e estudos de grande escala sobre os
potenciais efeitos na população
(estudos epidemiológicos) são virtualmente inexistentes. Muitos autores consideram
essencial a realização de mais estudos para que se possa comprovar os danos
relatados ou refutálos definitivamente, ou para averiguar se os danos, mesmo se
reais, são ou não significativos em termos
estatísticos.
Conclusão:

Os alimentos transgênicos tanto podem ser bons como maus para nossa saúde, eles
favorecem a quem produz certos alimentos com uma resistência muito boa contra
pragas de lavouras, insetos, fungos, vírus, bactérias, etc, porém também pode nos
fazer um pouco mal por nos causar alergias, intoxicações, ou até a morte, mas ainda
não se comprovou corretamente que esses alimentos nos fazem mal, poucas pessoas
se sentiam mal por isso não é comprovado, para se chegar a uma conclusão deve se
fazer uma pesquisa com milhões de pessoas.
Referências:

Wikipédia