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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA


208 ANOS
DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA

O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade (Karl

Mannheim)

Módulo de Pediatria (B44)

Teórica: 34 horas

Prática: 68 horas

Total: 102 horas

Coordenador do Curso: Profa. Teresa Cristina Robazzi

Ementa : Atenção integral à criança e ao adolescente. Seguimento das diversas


etapas do crescimento e desenvolvimento do paciente pediátrico e as
características de cada fase. Discussão sobre as principais patologias preveníveis
na faixa etária pediátrica. Patologias agudas e crônicas mais frequentes da
Clínica Pediátrica. Relação entre o médico e a família e o médico e a criança.
Orientação multidisciplinar e preservação da saúde. Características do médico
que atende os pacientes pediátricos e sua atuação frente aos casos clínicos mais
comuns. Relação ética do pediatra com a equipe multidisciplinar.

Objetivos :

Geral : Despertar no estudante de medicina o interesse e a compreensão da


assistência integral à criança, do nascimento à adolescência.

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Específicos:

1. Fornecer elementos para reconhecer os crescimento e desenvolvimento


normais da criança e seus desvios;

2. Discutir as medidas preventivas e as doenças mais prevalentes nas diversas


faixas etárias pediátricas;

3. Estimular a compreensão da importância do aleitamento materno. Orientar


técnicas nutricionais apropriadas;

4. Exercitar a semiologia pediátrica;

5. Capacitar o aluno à assistência adequada do paciente pediátrico, com suas


peculiaridades físicas, psíquicas, econômicas e sócio-culturais.

Metodologia :

Para as conferências e seminários interativos, os alunos devem previamente


estudar os temas. Durante as aulas teóricas, referências bibliográficas
interessantes serão sugeridas pelo professor e também sugeridas dentro da
plataforma moodle. Naturalmente, outras fontes bibliográficas também devem
ser consultadas e o aluno deve ser estimulado a fazer busca ativa na Internet e
na biblioteca da sua escola e dos hospitais. Este exercício de busca ativa é
fundamental para todas as áreas do aprendizado médico, em todas as fases do
aprendizado.

As aulas práticas serão realizadas através de atividades de ambulatório de


Pediatria no Ambulatório Materno Infantil Professor Nélson Barros, no Terreiro de
Jesus, e no berçário da Maternidade Climério de Oliveira (MCO). Os atendimentos
e discussão de casos serão feitos com os professores-tutores: Teresa Robazzi,
Regina Terse Ramos, Rozana Teixeira, Angelina Acosta, Selma Lopes, Cláudia
Bacelar .

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Cada turma prática será acompanhada pelo professor para discussão dos casos
clínicos; é fundamental o exercício de realizar a anamnese e o exame físico
completo com a formulação diagnóstica e a conduta de todos os pacientes.

As aulas práticas ocorrem no período vespertino a partir das 13:00h.

Conferências e seminários interativos: ocorrem às sextas-feiras, de 9:45 às


11:35 h, na sala 3 da FMB no Canela.

Aulas práticas durante o semestre

P01 - segunda-feira, Profa. Teresa

P02 - segunda-feira, Profa. Selma;

P03 - segunda-feira, Profa. Angelina;

P04 - terça-feira, Profa. Teresa;

P05 - terça-feira, Profa.Selma;

P06 - terça-feira, Profa. Angelina

P07 - quarta-feira, Prof. Regina;

P08 - quarta-feira, Profa. Rozana;

P09 - quarta-feira, Profa. Claudia;

P10 - quinta-feira, Prof. Regina;

P11 - quinta-feira, Profa. Rozana.

P12 - Professor a combinar

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Roteiro para o atendimento pediátrico da disciplina Pediatria Módulo MED B44
(a anamnese de primeira consulta e consulta subsequente poderão ser
encontradas na plataforma Moodle):

A melhor maneira de fazer as suspeitas diagnósticas adequadas ao atender uma


criança é obter uma história completa e realizar todos os passos de modo
sistemático do exame físico, enfatizando-se o contato com os familiares e com a
criança, a depender da sua idade.

ANAMNESE

Informação geral e Identificação: Data do exame, nome do paciente, idade, data


de nascimento, sexo, raça, procedência e naturalidade. Relação da criança com
o acompanhante. Referência quanto à qualidade das informações prestadas.

Queixa principal: Porque o paciente foi trazido ao médico? Usar as palavras do


informante sobre a queixa e a duração.

História da moléstia atual: Detalhes sobre todos os sintomas, sinais e tratamentos


aplicados com a ordem cronológica. Para as crianças doentes é importante
perguntar até quando estava sadia. Se a criança está fazendo uso de
medicamentos, deve-se anotar a causa, a duração, a posologia e a resposta.

Qualquer informação do passado importante para a doença atual deve ser


anotada.

Para a criança sadia pode-se colocar “sem queixas”; deve-se perguntar sobre a
freqüência escolar.

História de doenças prévias: Devem-se caracterizar doenças prévias com os


procedimentos e tratamentos realizados.

História pré-natal: Perguntar sobre saúde materna na gestação, especialmente


sobre sangramento, infecções, toxemia, outras doenças, uso de medicamentos,
exposição a animais, uso de drogas, álcool, fumo, resultados de sorologias,
tipagem sanguínea e outras intercorrências, além de outros exames ou

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amniocentese. Saber se fez pré-natal com quantas consultas; se houve ganho
excessivo ou insuficiente durante a gravidez. Número de gestações prévias,
abortos, natimortos.

História do nascimento: Duração da gestação, tipo e duração do parto, utilização


de anestesia ou analgesia. Peso ao nascer.

História neonatal: Perguntar se houve cianose ou desconforto respiratório ao


nascer, escores do Apgar, manobras de ressuscitação, se a criança necessitou de
cuidados ou qualquer intervenção, se apresentou icterícia, convulsão, infecção,
anomalia congênita ou qualquer anormalidade. Sempre exigir os resultados dos
testes do pezinho, do olhinho e da orelhinha.

História alimentar: anotar se a criança foi ou é alimentada exclusivamente com


leite materno e até quando; se usa leite artificial ou outro tipo de alimentação,
mamadeira; se suga de modo adequado, qual o tipo de fórmula e como é
preparada; perguntar a dieta nas últimas 24 h e como é feita. Perguntar sobre
necessidade de alimentação complementar e se há, relacionada com a
alimentação, a presença de vômitos, regurgitação, desconforto respiratório,
evacuação ou outros sintomas. Anotar a época da introdução de outros
alimentos, alimentos sólidos, vitaminas ou suplementos alimentares. Em todas as
faixas etárias detalhar se há problemas alimentares.

História do desenvolvimento: Deve-se ter o peso e a altura ao nascer, aos seis


meses, um ano, dois anos, cinco anos e 10 anos, pelo menos. Qualquer perda ou
ganho deve ser anotado para avaliar a relação com doença orgânica ou
psicossocial. Deve-se comparar com os dados dos pais e irmãos. Devem ser
anotadas as idades em que o pacientes começou a seguir as pessoas com o olhar,
manteve o pescoço ereto, sorriu em resposta, segurou e transferiu objetos das
mãos, começou a andar e falar palavras e frase. A erupção dentária deve ser
perguntada, assim como a idade em que começou a se vestir, tomar banho só,
andar de bicicleta e como é o desempenho escolar. Devem ser perguntados
quando foram adquiridos os controles de diurese e dejeção.

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História do comportamento: Descrever como é o sono e se há alterações. Hábitos
alimentares, fumo, álcool ou uso de drogas de adição a depender da idade.
Perguntar ao informante se a criança é feliz, sociável e apresenta distúrbios de
comportamento e pesadelos; sendo adolescente, perguntar se namora, já teve
intercurso sexual, sempre avaliando se é necessário sigilo sobre estas questões.

História de imunização: Verificar todas as vacinas administradas e reações


apresentadas.

História de doenças passadas: saber da saúde prévia, doenças, exames, traumas,


cirurgias, tratamentos específicos, hospitalizações e intoxicações; perguntar se
há alergia a medicamentos, alimentos ou asma.

Interrogatório sistemático :

Esta revisão funciona como uma checagem de informações de todos os sistemas


que possam ter sido omitidas ou esquecidas previamente.

- Cabeça
- Olhos
- Ouvidos
- Nariz
- Boca e garganta
- Pescoço
- Mamas
- Pulmões
- Coração
- Trato gastrointestinal
- Trato geniturinário
- Extremidades
- Sistema nervoso
- Pele
- Quadro psiquiátrico

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História familiar: Evidências podem ser importantes para várias patologias. Deve-
se fazer um heredograma, incluindo pais, irmãos, avós, com idades, estado de
saúde ou causa de morte.

História social: Detalhes sobre número de pessoas que habitam na mesma casa;
estrado civil dos pais, presença de doméstica, atividade profissional dos pais, se
há problemas escolares.

EXAME FÍSICO

Observar cuidadosamente antes de examinar, avaliar a postura, ter cuidado de


descobrir apenas as áreas examinadas e examinar a criança completamente.
Apenas retardar o exame completo nas crianças com quadro críticos e
emergenciais com risco de vida (convulsões, apnéia, choque, ausência de pulso).

Sinais vitais: Temperatura, pulsos em membros superiores e inferiores, ritmo


respiratório, tensão arterial, altura, peso e circunferência craniana. Avaliação
nutricional.

Impressão geral: Descrever a impressão causada pela criança. Observar se a


criança está alerta, qual seu estado nutricional, desenvolvimento, posturas
atípicas, apreensão ou cooperação, posição anti-álgica e odor anormal.

Pele: cor, turgor, tipo de lesões, condições da pele, unhas e cabelo. Avaliar se há
cianose, palidez, icterícia, edema, desidratação, exantema e outras alterações.

Cabeça e pescoço: forma, simetria, alterações, distribuição de cabelo, tamanho


e tensão das fontanelas; identificar se há micro ou macrocefalia. Avaliar se a
face lembra alguma síndrome.

Olhos: Devem-se testar objetos coloridos com a criança pequena e usar os


cartões escritos para as crianças maiores. Avaliar estrabismo, movimentos
oculares, ptose, epicanto, conjuntivas, esclera, córnea, pupilas (tamanho e
forma), cor da íris, resposta à luz e exame de fundo de olho (hemorragias, áreas
pigmentadas, catarata, mácula, reflexo corneano).

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Ouvidos: Posição e deformidades do ouvido externo, implantação, avaliação da
acuidade auditiva, otoscopia (canal, membrana timpânica, alterações presentes,
movimentação).

Nariz: Olhar ambas as narinas com luz, avaliar descargas, sangramentos,


deformidades; dor à pressão nos seios nasais, saída de ar.

Boca e garganta: Pela resistência da criança, pode-se postergar este exame para
o final. Avaliar, lábios, mucosa, gengivas, dentes, palato, língua, amígdalas, e
faringe posterior. Verificar se há exsudato, reflexo de deglutição, voz, choro;
Avaliar obstrução respiratória.

Pescoço: Examinar linfonodos e descrevê-los (tamanho, sinais inflamatórios,


dor). Palpar traquéia, tireóide, e avaliar detalhadamente outras massas. Flexão e
extensão do pescoço.

Linfonodos: Além de examinar detalhadamente os cervicais, também avaliar os


inguinais, epitrocleares, supraclaviculares, axilares e occipitais posteriores.

Tórax: Observar a forma e a simetria. Respiração predominante abdominal até


seis anos e após, torácica. Observar se há retrações intercostais, supraesternal
ou subcostal; edema na junção costocondral ou na parede torácica; assimetria na
expansão torácica.

Mamas: hipertrofiadas ao nascimento regredindo até seis meses; telarca em


geral, assimétrica. Palpação para identificar nódulos, calor, rubor e dor.

Pulmões: Observar o tipo de respiração, o ritmo, identificando taquipnéia,


bradipnéia ou dispnéia inspiratória ou expiratória; realizar percussão torácica
completa para identificar consolidação ou ressonância. Na ausculta utilizar o
diafragma corretamente dependendo da idade da criança; avaliar o murmúrio
vesicular e a presença de estertores (roncos, crépitos, sibilos) ou ausência de
ausculta e determinar a área.

Coração: Além do pulso, ritmo, tensão arterial, observar a forma, a qualidade do


som e a altura do pulso, além da presença de sopros, caracterizando-os

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detalhadamente; impulsão paraesternal ou precordial, localizar o precórdio,
avaliar o tamanho da área cardíaca. Percutir e palpar a área cardíaca; auscultar
o paciente na posição sentado e na posição supina, seguindo a seguinte ordem:
área mitral, área tricúspide, área pulmonar e área aórtica; em seguida na axila,
resto do precórdio, nas costas e no pescoço. Identificar sopros sistólicos e
diastólicos, caracterizando-os. Pulso venoso, pulsos centrais e periféricos.

Abdomen: Observa-se a forma e o tônus; se há distensão, abdomen plano ou


alguma massa localizada. Deve-se auscultar antes de percutir e palpar; os ruídos
hidroaéreos devem ser ouvidos a cada 10 ou 30 segundos; a palpação deve ser
gentil, iniciando pelo quadrante inferior esquerdo, seguindo-se o quadrante
superior esquerdo, o quadrante superior direito, o quadrante inferior direito e as
áreas medianas. Em seguida uma palpação profunda deve ser feita em todas as
áreas e devem ser caracterizados o tamanho, a consistência e as bordas do
fígado, do baço e de quaisquer outras massas; na presença de massas, deve-se
fazer transiluminação. Avaliar a presença de dor, aumento súbito de órgãos.
Realizar percussão em todo abdomen.

Genitália: Caracterizar o estágio de desenvolvimento puberal em que a criança


se encontra através dos pelos pubianos, tamanho das mamas e aumento da
velocidade do crescimento. Não esquecer do cuidado com este exame em
adolescentes. Fazer inspeção da genitália avaliando se há descarga uretral. Na
menina avaliar a presença de sangramento vaginal, corpo estranho, fusão de
pequenos lábios, hímen perfurado, descarga vaginal, dor na região baixa do
abdomen e avaliação do tamanho do útero; este exame deve ser acoplado com o
toque retal. Nas adolescentes com vida sexual ativa, deve-se fazer exame vaginal
completo. Nos meninos deve-se observar reflexo cremasteriano, toda região
escrotal, jato urinário e afastar a presença de hidroceles, hérnias, além da
palpação sistemática dos testículos.

Reto: inspeção do ânus para identificar fissuras, inflamação ou perda de tônus;


este último pode indicar abuso sexual. O toque retal de rotina deve ser feito nas
crianças com obstipação e sangramento retal.

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Extremidades e dorso: Avaliar presença de assimetrias, anomalias, dor, calor,
edema. Avaliar alterações inflamatórias das articulações além de limitação de
movimentos. Deve-se observar a criança andando e identificar baqueteamento
digital. A coluna deve ser observada para identificar lordose, cifose, escoliose,
massas, limitação de movimentos, espinha bífida, cisto pilonidal, tufos de
cabelos, más formações, infecções ou tumores. Deve-se anotar se há fraqueza,
paresia ou alterações musculares outras.

Exame neurológico: deve-se determinar o estado mental e a orientação da


criança, considerando suas condições ambientais. Deve-se avaliar sua posição em
repouso, movimentos anormais como tremores, coréia, atetose, incordenação,
sinal de Kernig e Brudzinski. A avaliação de todos os nervos cranianos deve ser
sempre feita além do exame dos reflexos tendinosos (bíceps, tríceps, patelar e
aquileu). Toda a seqüência do exame neurológico deve ser realizada.

SUSPEITAS DIAGNÓSTICAS:

1. NUTRICIONAL

2. IMUNOLÓGICO

3. DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR (DNPM)

4. PATOLÓGICOS

CONDUTAS:

1. ORIENTAÇÕES GERAIS

2.AVALIAÇÃO LABORATORIAL E DE IMAGEM

3. PRESCRIÇÃO MÉDICA

4. ESPECIALISTAS

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Avaliação:

A avaliação dos alunos é feita pelo professor através das provas teóricas (duas),
uma nota referente à atividade téorico-prática e uma nota referente às
atividades práticas durante o semestre (atuação dentro dos ambulatórios). A
média final é a média ponderada das quatro avaliações: {(T1 x 3) + (T2 x 3) +
(TPx1) + (Px3) /10}.

Atenção: o aluno que faltar à prova teórico-prática, não será permitida a


realização da segunda chamada da prova teórico-prática.

Nas aulas práticas, o aluno será avaliado semanalmente em relação aos seguintes
aspectos: interesse e criatividade; assiduidade e pontualidade; interação com
a criança e a família; interação com os colegas e professores; habilidade na
anamnese; habilidade no exame físico; habilidade no manuseio de gráficos e
tabelas; aplicação dos conteúdos apreendidos. No final do semestre, espera-se
que o aluno seja capaz de realizar anamnese e exame físico completos, com
formulação diagnóstica, diagnóstico diferencial e orientação da criança. O
preenchimento adequado do prontuário é fundamental, com a anamnese e
exame físico detalhados. A meta mínima a ser atingida é de 6 consutas iniciais e
10 subsequentes realizadas por cada aluno. Fazendo parte da avaliação prática,
além do desempenho do aluno diante das habilidades esperadas anteriormente
ressaltadas, levar-se-á em consideração: a participação do aluno nos
seminários, nas tarefas enviadas através da plataforma moodle sobre
discussões de casos clínicos e uma avaliação final a ser aplicada, baseada em
problemas.

Sobre a frequência, vale ressaltar que, de acordo com o regimento da UFBA, é


necessária a presença em pelo menos 75 % das atividades propostas pelo módulo,
sendo que não cabem compensações ou seja, a frequência às aulas teóricas
das sextas-feiras e às atividades ambulatoriais é de no mínimo, 75%

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separadamente. O estudante que não atender à prerrogativa será reprovado
por faltas. Importante: não poderá realizar as avaliações teóricas e teórico-
práticas da disciplina .

Falta justificada: segundo o Regulamento de Ensino da Graduação e Pós-


Graduação da UFBA, ela é entendida como: (a) motivo de saúde comprovado
por atestado; (b) motivo de força maior a critério do professor responsável.

Bibliografia sugerida para o Curso :

1. Pediatria Básica
Eduardo Marcondes, Flávio Adolfo Costa Vaz, José Lauro Araújo Ramos e
Yassuhiko Okay. Editora Sarvier – nona edição ano 2014.

2. Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria


Fábio Ancona Lopez e Dioclécio Campos Jr. Editora Manole, 3ª Edição, ano 2014.

3. Diagnóstico em Pediatria.
Luciana Rodrigues Silva. Editora Guanabara Koogan, 1ª edição, 2009

4. Pronto-Atendimento em Pediatria
Luciana Rodrigues Silva, Dulce Emília Garcia, Dilton Rodrigues Mendonça – ano
2007. Editora Guanabara Koogan-Medsi – 2ª Edição

5. Oski Fundamentos de Pediatria


Michel Crocetti e Michael Barone. Editora Guanabara-Koogan – ano 2007.

6. Semiologia Pediátrica
Yvon Toledo Rodrigues e Pedro Paulo B. Rodrigues. Editora Guanabara Koogan –
3ª Edição, ano 2012

7. Urgências clínicas e cirúrgicas em Gastroenterologia e Hepatologia


Pediátricas.
Luciana Rodrigues Silva. Editora Medsi – Guanabara-Koogan, ano 2005

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8. Pediatric and Nenonatal Dosage Handbook
Carol Taketomo, Jane Hodding e Donna Kraus - Lexi-Comp. Inc – 22ª Edição, ano
2015

9. Pediatria em Consultório
Ana Cecília Lins Sucupira, Lúcia Ferro Bricks, Maria Elissabeth Kobonger, Maria
Ignez Saito e Sandra Maria Zuccolotto. Editora Sarvier – 5ª Edição – ano 2010

10. Pediatria, Instituto Materno-Infantil de Pernambuco.


Fernando Figueira, Otelo Schwambch Ferreira e João Guilherme Bezerra Alves.
Editora Medsi – 3ª Edição – ano 2004.

11. Saunders Manual de Clínica Pediátrica


Laurence Finberg. Editora Guanabara Koogan – 1ª Edição – ano 2000

12. Medicina baseada em evidências


David Sackett, Sharon Straus, W. Richardson, William Rosenberg, R. Haynes.
Editora Artmed, 2ª Edição, 2003.

13. Manual de Condutas Médicas do Departamento Pediatria .


Faculdade de Medicina da Bahia, Universidade Federal da Bahia, Cristiana
Nascimento de Carvalho; Vanda Maria Mota de Miranda; Maria do Socorro Heitz
Fontoura; Silvana Fahel da Fonseca; Angelina Xavier Acosta. Salvador:
Universidade Federal da Bahia, 2005; 296p.

14. Diagnóstico Diferencial em Pediatria


Lincoln Marcelo S. Freire. Editora Guanabara Koogan, 1ª edição, 2008.

Sites para pesquisa bibliográfica:

www.pubmed.org

www.connectemed.com.br

www.abpbrasil.org.br

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www.bireme (lilacs, medline)

www.webofscience.fopesp.br

www.aph.uth.tme.edu

www.scielosp.org

www.womens.health.org

www.aleitamento.or.br

www.ncbi.nlm.nih.gov

www.sbp.com.br

Vale enfatizar algumas das considerações baseadas nas Diretrizes Curriculares


Nacionais do Curso de Graduação em Medicina, com relação aos objetivos que
devem ser alcançadas pelos alunos nesta disciplina:

1. Perfil do formando egresso – Médico com formação generalista, humanista,


crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado em princípios éticos, no
processo de saúde-doença em seus diferentes níveis de atenção, com ações
de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação à saúde, na perspectiva
da integralidade da assistência, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser
humano.

2. Competências gerais - atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação,


liderança, administração e gerenciamento, educação permanente.

3. O Curso de Graduação em Medicina deverá ter projeto pedagógico


construído coletivamente, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e
apoiado pelo professor como facilitador e mediador do processo ensino-
aprendizagem. Este projeto inclui o aluno nos processos de ensino,
assistência, pesquisa e extensão.

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As sugestões dos professores e alunos são fundamentais em todas as etapas do
curso. Estas devem ser encaminhadas às Profas. Teresa Robazzi e Regina
Terse Trindade Ramos, coordenadoras da disciplina.

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