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Especificações Técnicas para Processos de Loteamento e Edifícios Multifamiliares

Contextualização

Serve o presente documento para clarificar os fluxos de informação e normas técnicas indispensáveis à apreciação,
despacho, acompanhamento e aprovação dos processos de loteamento ou outras obras de urbanização.

As presentes especificações aplicam-se às redes de distribuição de água e recolha de águas residuais domésticas e têm por
base o DL n.º 555/99 de 16 de Dezembro, o D.R. 23/95 de 23 de Agosto, D.L. n.º 46/91 e restante legislação em vigor.

Como considerações genéricas importantes informa-se que:


• Em todos os edifícios é obrigatória a ligação às redes públicas de abastecimento de água ou de drenagem de
águas residuais domésticas quando existam ou venham a ser instaladas.
• A execução de qualquer ligação às redes públicas existentes carece de autorização por parte destes Serviços,
devendo efectuar-se o respectivo pedido nas instalações da empresa “Águas do Marco, S.A.”
• Todas as presentes especificações terão de fazer parte da memória descritiva do projecto.

1. Pedido de viabilidade

Compete à Entidade Gestora fornecer a informação que o projectista responsável pelo loteamento entender necessária
para a concretização do projecto de infra-estruturas hidráulicas. A Entidade Gestora fornecerá a informação mediante
solicitação, por escrito, feita pelo promotor do loteamento ou do edifício.

2. Apreciação de projectos

2.1. Elementos do Projecto

Considera-se indispensável a apresentação dos seguintes elementos, aquando da entrega do projecto:


• Dimensionamento dos sistemas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais com cálculos
hidráulicos, incluindo capitações previstas.
• Extracto da planta cartográfica preferencialmente à escala 1:5000 na qual seja indicada a localização exacta
da obra, caso não em que não seja possível a planta 1:25 000 poderá ser aceite.
• Planta de implantação do loteamento ou edifício com as cotas do terreno.
• Peças desenhadas, com o traçado em planta das infra-estruturas, traçado em perfil longitudinal (escala
mínima 1/100), pormenores construtivos e mapa de nós na água.
• Fornecimento das medições e estimativa orçamental da obra no caso de loteamentos.
• Termo de responsabilidade do técnico, de acordo com o DL 555/99 de 16 de Dezembro
• Declaração actualizada da ordem dos engenheiros ou de associação técnica conforme n.º 3 do Artigo 10º do
D.L. n.º 555/99 de 16 de Dezembro.
• Memória descritiva e justificativa.

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• Cópia do projecto da rede de incêndio quando aplicável.
• Para dar cumprimento ao n.º 2 do artigo 44º do DL 555/99 de 16 de Dezembro: “o requerente deve assinalar
as áreas de cedência ao município em planta a entregar com o pedido de licenciamento.

2.2. Normas técnicas

Entre outras especificações de carácter particular que se possam vir a solicitar, devem, de uma forma geral ser
respeitadas as seguintes normas técnicas:

Redes de abastecimento de água


• Os contadores terão de ser colocados no muro de vedação contíguo com a via pública, voltados para o
exterior com fechadura universal e visor transparente, ou caso este não exista será necessário executar um
maciço para colocação da caixa do contador;
• Em edifícios multifamiliares, os contadores terão obrigatoriamente de se localizar em bateria na zona comum
de acesso ao interior do edifício no piso 0;
• Na execução do ramal, na ligação para a caixa de contador, terá obrigatoriamente de ser feita a transição
para PVC;
• As plantas da rede de abastecimento deverão incluir legenda com as definições da simbologia utilizada;
• A rede exterior deverá ser executada em PVC PN10, devido às pressões máximas de abastecimento;
• Os edifícios deverão prever a ligação às futuras redes públicas de abastecimento;
• Nas redes construídas nos loteamentos deverá ser instalada uma válvula de seccionamento nos pontos de
contacto com a rede existente (caso haja ligação a redes públicas existentes);
• A rede predial deverá ser executada até aos limites da propriedade, os trabalhos de ligação à conduta pública
em funcionamento serão executados mediante requisição nos Serviços competentes (Águas do Marco, SA);
• No caso de a zona não ser servida com rede pública de abastecimento de água:
- Deverá ser entregue a cópia do pedido de licença prévia para a pesquisa e captação de águas subterrâneas,
devidamente comprovada pela ARH-N.
- Deverá ser entregue da documentação relativa a todo o equipamento instalado, assim como os cálculos
que assegurem a adequabilidade da sua escolha.
- Deverá ser entregue o dimensionamento do equipamento para tratamento da água, em conformidade com
os resultados do controlo analítico efectuado e com os compromissos assumidos perante a entidade
responsável pela atribuição do título para captação de água para abastecimento público.
- Deverá ser entregue as características e desenho de pormenor do reservatório, nomeadamente, descarga
de superfície, controlo de nível, descarga de fundo, ventilação, válvulas de corte e by-pass.
- Deverá prever-se instalação de escadas interior e exterior de acesso ao interior das células do reservatório,
degraus de tubo de aço ø25mm revestido a PVC de cor laranja do tipo Hidrostank ou equivalente.
- O perímetro de protecção imediata da origem de água alternativa terá de ser vedada conforme legislação
em vigor;
• Para dar cumprimento ao estipulado no Artigo 82º do D.R. n.º 23/95 de 23 de Agosto: “Os sistemas prediais
alimentados pela rede pública devem ser independentes de qualquer sistema de distribuição de água com

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outra origem nomeadamente poços ou furos privados” não será permitida qualquer ligação física do
furo/poço ao sistema predial;
• Envio das características do grupo de pressurização a instalar (quando previsto), de modo a ser feita a
verificação da capacidade de elevação do mesmo, possibilitando o cumprimento do disposto na legislação
em vigor, para a pressão mínima de serviço. Deverão ser instaladas válvulas de seccionamento e retenção, de
modo a evitar o retorno de água à rede pública, aquando da entrada em funcionamento do grupo de
bombagem;
• Sempre que esteja prevista a ligação do sistema de combate a incêndio à rede pública de abastecimento de
água, terá de ser fornecido o cálculo hidráulico, traçado e ligações à rede;
• Em edifícios multifamiliares, a montante da rede de incêndios terá de existir sempre um contador totalizador
que será integrado no sistema de gestão desta entidade gestora;
• Em caso de intervenção em Estradas Nacionais, a execução do ramal de água (e consequente abastecimento
público de água ao edifício) está condicionado à autorização favorável do E.P. para intervir no arruamento;
• Realização de desinfecção e ensaios de estanquidade na rede de abastecimento de água, de acordo com os
art. 110º, 111º, 112º e 113º do D.R. 23/95 de 23 de Agosto. Saliente-se o facto de que a realização dos
referidos ensaios é da responsabilidade do promotor do loteamento.

Redes de drenagem e sistemas de tratamento de águas residuais

• Ainda que não exista rede de Drenagem de Águas Residuais no local onde a construção se inserirá, deverá
prever a respectiva ligação, dando cumprimento ao estipulado no n.º1 do art.º 150º, do Decreto
Regulamentar n.º23/95, de 23 de Agosto, do Regulamento Geral dos Sistemas Públicas e Prediais de
Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais;
• Não é permitida a existência de sistemas unitários de drenagem;
• As caixas de ramal de saneamento terão de se situar em local público (preferencialmente no passeio) e
constituirão o limite da rede pública;
• A rede predial deverá ser executada até aos limites da propriedade onde será sempre instalada a caixa de
ramal de ligação, os trabalhos de ligação ao colector público serão executados mediante requisição nos
Serviços competentes (Águas do Marco, SA);
• As caixas de visita deverão ser executadas com cone excêntrico de acordo com a EN 1917:2002 e a soleira
deverá possuir uma inclinação de 10 a 20%, conforme ponto 4, art. 159º do D.R. 23/95 de 23 de Agosto.
Deverá possuir igualmente degraus em tubo de aço ø25mm revestido a PVC de cor laranja, caso a altura
assim o justifique Os ramais de ligação devem interceptar a caixa de visita o mais próximo possível da soleira;
• Se a ligação por gravidade não for exequível, os efluentes deverão ser bombeados para a rede pública por
intermédio da construção de uma câmara de dissipação de energia;
• Não é permitida a existência de by-pass ao separador de gorduras (quando previsto);
• As caixas de inspecção e o poço da estação elevatória (quando prevista) deverão ser em material estanque,
preferencialmente pré-fabricado, que garanta a estanquidade e prevendo passa muros, não se admitindo
tempos de retenção do efluente superiores a 6 horas;

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• O poço de bombagem terá de ter uma descarga de superfície e uma descarga de fundo para permitir a
limpeza e manutenção da caixa. Deverão ser inseridos degraus em polipropileno para acesso ao fundo da
caixa de bombagem. Terá de ser construído com uma abertura que permita a desmontagem da ligação da
tubagem de compressão no topo da caixa, permitindo içar a bomba (desta forma é possível fazer
manutenção à bomba sem esvaziar o poço de bombagem), pelo que o topo do poço de bombagem deveria
ser construído com recurso a uma manilha tronco-cónica assimétrica;
• Nos poços de bombagem devem ser construídos com uma grelha amovível, as bombas devem permitir
desapertar a conduta elevatória fora da caixa (perigo de inalação de gases);
• Entrega de toda a documentação dos equipamentos instalados, nomeadamente as fichas técnicas do grupo
elevatório (quando previsto);
• A localização do sistema de tratamento deverá respeitar as distâncias legais entre a infra-estrutura e o limite
de terrenos adjacentes;
• Em edifício multifamiliares, uma fossa séptica durante o seu normal funcionamento, deve ser inspeccionada
com uma periodicidade máxima de 1 ano e a descarga de lamas efectuada pelo menos de 2 em 2 anos;
• Deverá ser sempre salvaguardado o acesso de viaturas adequadas à fossa séptica, de modo a facilitar a sua
manutenção;
• Ao local de implantação do sistema de tratamento comunitário deverá ser devidamente vedado com
entradas que permitam o acesso de viaturas adequadas;
• As fossas sépticas particulares deverão localizar-se o mais próximo possível da entrada da propriedade, de
forma a facilitar uma futura ligação à Rede Pública de Drenagem de Águas Residuais;
• As fossas sépticas devem ser do tipo pré-fabricadas, preferencialmente, em polietileno de alta densidade, do
tipo fossa compacta, devidamente homologadas, prevenindo dessa forma possíveis riscos de contaminação
do solo e/ou origens de água. Devem ser compartimentadas e devem permitir o acesso seguro a todos os
compartimentos para inspecção. O efluente líquido à saída deve ser sujeito a um tratamento complementar
e a descarga no meio receptor deve ser objecto de licenciamento junto da entidade licenciadora.
• Entrega de cópia do pedido de parecer prévio da ARH-N para a implementação da solução de tratamento de
águas residuais preconizada;
• Deverá ser prevista a aquisição de um contentor para recolha dos gradados das estações de tratamento de
águas residuais;
• Deverá ser prevista a colocação de sinalética de segurança, de acorda com a legislação e normas em vigor;
• Quando a rede pública de drenagem de águas residuais do loteamento necessite de elevação para a rede
existente, a estação elevatória deverá ser equipada com pré-instalação para a telegestão compatíveis com o
sistema utilizado pela AdM;
• Em edifícios e para dar cumprimento ao Art.º 203 do Dec-Regulamentar n.º 23/95 de 23 de Agosto indica-se
que os sistemas de drenagem de águas residuais domésticas têm sempre ventilação primária, que é obtida
pelo prolongamento dos tubos de queda até à sua abertura na atmosfera, devendo ser entregue uma planta
da cobertura com a indicação dos tubos de queda;

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• Em edifícios, as águas residuais da cave, para dar cumprimento ao artigo 205º do D.R. n.º 23/95 de 23 de
Agosto, terão de ser bombeadas a uma cota superior à do arruamento, mesmo que as condições favoreçam
a ligação gravítica recorrendo ao abaixamento da cota de soleira da caixa de ramal;
• A classe de pressão da rede de colectores deverá ser no mínimo 6 Kgf/cm2;
• Realização de ensaios de estanquidade, verificação de linearidade e não obstrução na rede de drenagem de
águas residuais, de acordo com os art. 141º do D.R. 23/95 de 23 de Agosto. Saliente-se o facto de que a
realização dos referidos ensaios é da responsabilidade do promotor do loteamento.

2.3. Materiais
Os materiais a utilizar na execução das redes serão os seguidamente descritos e devem respeitar as exigências da
legislação em vigor.

Rede de abastecimento de água:


• Tubagem em PVC, de acordo com a NP EN 12201;
• Acessórios nos nós em ferro fundido dúctil de acordo com a DIN 2501, DIN 28604, DIN 28605, DIN 28606;
• Válvulas de seccionamento de cunha elástica de acordo com a DIN 3352;
• Válvulas de ramal com ligação roscada de acordo com a DIN 3352.
• Abraçadeiras de ramal (tomadas de carga) em ferro fundido dúctil;
• Cabeças móveis com corpo PEAD e tampa em ferro fundido cinzento GG-20, parafuso em aço inoxidável A2.
Refere-se ainda que as cabeças móveis das válvulas deverão ser redondas nos ramais domiciliários,
quadrados nos nós e triangulares para os marcos de incêndio;
• Fita sinalizadora de cor azul com as inscrições “REDE DE ÁGUA”.
• Sempre que for necessário prever a existência de uma captação própria e respectivo volume de
armazenamento, este deverá ser feito com recurso a um reservatório com zonas seccionáveis distintas
ligadas por vasos comunicantes.

Rede de águas residuais domésticas



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Tubagem em PVC rígido com pressão nominal no mínimo de 6 Kg/cm de acordo com a NP 1401.
• Acessórios (tês, forquilhas, curvas, uniões deslizantes, etc) em PVC rígido de acordo com a NP 1401;
• Caixas de visita deverão ser executadas com bases pré-fabricadas em betão C25/30 segundo a EN 1917:2002,
anéis pré-fabricados e cone excêntrico de acordo com a EN 1917:2002., os degraus serão em tubo de aço
ø25mm revestido a PVC de cor laranja;
• Tampa e aro em ferro fundido dúctil para tráfego intenso com resistência de acordo com a NP EN 124. A
tampa deverá ter a inscrição “Residual”;
• Caixa de ramal em manilhas pré-fabricadas, tampa e aro em ferro fundido com resistência de acordo com a
NP EN 124. Para suporte da tampa será necessário colocar um anel em betão.

3. Execução da Obra

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Após a emissão do Alvará de construção pela CMMC, o requerente ou seu representante deverá comunicar por escrito
à AdM com antecedência mínima de 10 dias úteis, a data prevista para iniciar os trabalhos.
A AdM com base na data prevista para a execução dos trabalhos agendam uma reunião de início de obra entre a
fiscalização e o empreiteiro, em que este deverá entregar um dossier dos materiais propostos com respectivos
certificados de conformidade. Refere-se que antes do início dos trabalhos será necessária a apresentação de amostras
dos materiais para análise e validação.

De uma forma geral indica-se o seguinte:


• O leito deverá ser regularizado e devidamente compactado;
• O envolvimento da tubagem deveram ser feito com areia na altura correspondente ao diâmetro exterior
acrescida de 0,10 m sob a geratriz inferior e de 0,20 m sobre a geratriz superior;
• A compactação deverá ser efectuada por camadas de 20 cm, em que a primeira camada deverá ser realizada
com um pilão de madeira, e nas camadas superiores a compactação poderá ser mecânica. Neste processo
deverá também proceder-se à rega do solo, permitindo uma compactação com maior eficácia;
• Aterro poderá ser com material de boa qualidade extraído da vala, isento de pedras e raízes. Caso o material
não seja de boa qualidade deverá estar prevista a substituição total dos solos por saibros seleccionados;
• Nas redes residuais domésticas quando a tubagem apresentar profundidades inferiores a 1 m e superiores a
4 m, medida entre a geratriz superior do tubo e a cota de pavimento, esta deverá ser envolvida em betão
C16/20 com espessura mínima de 20 cm;
• No processo de assentamento dos anéis e cones, nas juntas será necessário colocar argamassa vedante entre
os elementos pré-fabricados, assim como na zona da junta na parte interna e externa da caixa de visita;
• A colocação da fita sinalizadora na rede de abastecimento de água deverá ser efectuada no mínimo a 30 cm
acima do extradorso superior da tubagem;

O aterro da vala terá de ser comunicado com 3 dias de antecedência e só poderá ser realizado após a autorização da
fiscalização da AdM.

4. Vistoria e Recepção
Com antecedência mínima de 10 dias úteis do pedido de vistoria para efeitos de recepção provisória, deverão ser
entregues os seguintes documentos:
• Telas finais em papel e em suporte digital (CD). Estas terão que englobar os traçados, diâmetros, localização de
ramais e mapa de nós para a rede de água e traçados, perfis com profundidades de caixas a nível da soleira,
inclinação dos troços, diâmetros, localização de ramais; traçados, perfis com profundidades de caixas a nível da
soleira, inclinação dos troços, diâmetros, localização de ramais;
• Cópia do relatório do ensaio de estanquidade da rede de abastecimento de água, emitido por entidade
acreditada;
• Cópia do relatório dos ensaios de estanquidade e funcionamento à rede de águas residuais ou inspecção vídeo
emitido por entidade acreditada;
• Entrega de cópia do relatório relativo aos trabalhos de lavagem e desinfecção de condutas e reservatório;

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• Entrega de cópia do pedido de atribuição de título para a captação de água (segundo o estipulado pelo DL 46/94),
tal como terá já sido apresentado à ARH-N;
• Entrega de cópia de título para captação de água em condições de ser transmitido à Entidade Gestora, tal como
previsto no artigo 13º do DL 46/94;
• Entrega de cópia do processo de licenciamento da infra-estrutura de tratamento do saneamento, tal como deverá
ter sido apresentada à ARH-N;
• Entrega de cópias dos manuais de instruções/funcionamento de todos os equipamentos instalados;
• Certificado de exploração da instalação eléctrica emitido pela Certiel;
• Contrato de fornecimento de energia assinado com a EDP (para se proceder à transferência da titularidade para a
Águas do Marco SA);
• Entrega de cópia da licença de descarga da infra-estrutura de tratamento emitida pela ARH-N durante a recepção
provisória da obra;
• Pagamento das taxas de ligação para edifícios multifamiliares.
• Ensaios de caudal em tempo seco, no caso do loteamento ter uma origem independente;
• Dois controlos de inspecção à qualidade da água completas em Verão e Inverno
• A rede depois de executado o ensaio de estanquidade deverá ser aliviada por forma a garantir a segurança dos
trabalhadores que futuramente executarão as ligações. De notar que a responsabilidade por eventuais riscos de
sobrepressões decorrentes do ensaio de estanquidade são da responsabilidade do promotor do loteamento.

5. RECEPÇÃO DEFINITIVA

Todas as especificações indicadas neste documento deverão ser inseridas na memória descritiva para aprovação do
projecto.