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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA
CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA
DIRETORIA DE ENSINO

RELATÓRIO DE ATIVIDADES
FÍSICA EXPERIMENTAL I
SEMESTRE: 2018.1 2°Semestre

ATIVIDADE: Estudo da queda livre

CURSO: Engenharia Elétrica

PROFESSOR: Jorge R. A. Kaschny TURMA: fis403/PE1

EQUIPE: -Felix Santana Brito

-Gabriel Lincon B.S. Mulato

-Jeferson Caio Oliveira silva

-Michael Botelho Santana

DATA DA ATIVIDADE: 01/05/2018


Sumário

1 - INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 3

2 - BASES TEÓRICAS ............................................................................................... 4

2.1 - QUEDA LIVRE: .............................................................................................. 4

2.2 - CONSERVAÇÃO DE ENERGIA: .................................................................... 4

3 - PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS ................................................................ 5

3.1 - MATERIAIS .................................................................................................... 5

3.2 - EQUIPAMENTOS........................................................................................... 5

3.3 – PROCEDIMENTOS ....................................................................................... 5

4 - RESULTADO E DISCURSÕES ............................................................................ 9

5 - CONCLUSÃO ..................................................................................................... 19

6 - REFERÊNCIAS: ................................................................................................. 20
1 - INTRODUÇÃO
Este experimento tem como objetivo principal de comprovar o movimento de queda
livre e as componentes que influenciam no movimento. Esse processo de queda é
definido como o ato de abandonar, ou ser abandonado, num espaço de forma que o
ambiente atue sobre o corpo livremente.

No movimento de um objeto em queda livre ele está sujeito apenas à uma aceleração,
sedo ela a aceleração da gravidade. Aceleração da gravidade é a intensidade do
campo gravitacional em um determinado ponto. Geralmente, o ponto é perto da
superfície de um corpo massivo. Adotamos o valor aproximado a 9,80665 m/s² que é
a aceleração da gravidade na terra no nível do mar, esse valor varia muito pouco, no
caso desse experimento mesmo não estando no nível do mar desconsideramos a
variação por ser um valor pequeno demais sem alteração muito direta no sistema.

A rotação da Terra impõe uma aceleração adicional no corpo oposta à aceleração da


gravidade. O corpo atraído gravitacionalmente sente uma força centrífuga atuando
para cima, reduzindo seu peso. Este efeito atinge valores que variam de 9,789 m/s²
no equador, até 9,823 nos polos.

Temos inúmeros exemplos de queda livre como salto de paraquedas, uma nave
espacial com seus propulsores desligados; A trajetória da Lua ao redor da Terra, a
órbita da Terra ao redor do Sol, ou a órbita de um asteroide ao redor do Sol. Mas o
que mais marcou os estudos da queda livre e da reação gravitacional no movimento
foi o experimento realizado por Galileu onde pôde descobrir que a afirmação de
Aristóteles não se verificava na prática. O experimento do físico italiano foi o seguinte:
da Torre de Pisa, ele abandonou, da mesma altura e ao mesmo tempo, duas esferas
de pesos diferentes, e acabou comprovando que ambas atingiam o solo no mesmo
instante.

Mas, o que interfere na velocidade? Massa do objeto influencia? E a gravidade? E a


resistência do ar? Sempre que soltar um objeto o tempo gasto vai ser o mesmo entre
os pontos de origem e destino? Ao longo do relato do experimento todas as duvidas
serão respondidas.
2 - BASES TEÓRICAS

2.1 - QUEDA LIVRE:


A queda livre na física se define como uma particularidade do movimento uniformente
variado (MVRU), portanto este possui uma aceleração, a aceleração da gravidade que
temos por: g= 9,80665 m/s2. Inicialmente a tese de queda livre foi estruturado por
Aristoteles, no qual este acreditava que a massa de um objeto influenciaria no seu
movimento, portanto um objeto mais pesado alcançaria o solo em um tempo menor
do que um objeto mais leve, entretanto em meados do século XVII, essa tese foi
questionado por Galileu Galilei que após vários experimentos chegou a conclusão que
o valor da massa de um objeto não influencia em seu movimento de queda livre, e que
o principal fator a ser considerado seria a resistência do ar, sendo assim num sistema
isolado, ou no vácuo, objetos de massas diferentes, em tempos iguais se deslocariam
a mesma velocidade.

2.2 - CONSERVAÇÃO DE ENERGIA:

Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, esta conhecida frase
de Lavoisier explicita o princípio básico de conservação de energia mecânica , no qual
um tipo de energia se transforma em outra, e vice-versa, sem a perda, nem ganho de
energia, isto para sistemas isolados, em que não consideramos força dissipativas,
como atrito, resistência do ar, força de arraste e etc. Podemos ter como exemplo de
um sistema conservativo, o movimento de queda livre, onde a energia mecânica é
igual a soma da energia cinética e da energia, energia potencial gravitacional dada
pela formula:

𝐸𝑚 = 𝐸𝑐 + 𝐸𝑝
Sendo:

Em-Energia mecânica Ec-Energia cinêtica Ep –Energia Potencial


3 - PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS

3.1 - MATERIAIS
- 1 Bola de metal de 16,2g.
- 1 Bola de metal de 28,1g.

3.2 - EQUIPAMENTOS
• Kit queda livre – SOMA
o – 1 Cronometro Microprocessado – CR-01
o – 1 Painel Vertical graduado.
o – 1 Tripé Universal.
o – 1 Bobina eletromagnética.
o – 3 Sensores fotoelétricos.
• Trena
• Paquímetro de metal
• Balança digital com precisão (portátil)
• Copo descartável – 50ml

3.3 – PROCEDIMENTOS
Primeiramente o grupo, com o auxílio do paquímetro, mediu o diâmetro das duas bolas
de metal em centímetros. Em seguida o grupo retirou a tara do copo descartável -
procedimento que visa desconsiderar o peso do copo descartável, que foi usado como
receptáculo para que a bola de metal não danifique a balança e não se mova durante
a sua pesagem e, por fim, a bola de metal menor foi inserida no copo, o conjunto bola
de metal e copo descartável foi posto sob a balança e o peso fornecido pela balança
foi anotado. O mesmo procedimento foi realizado para a bola de metal com maior
diâmetro. Segue as imagens desse procedimento.
Figura 1 – Pesagem da bola de menor diametro

Fonte :Autor
Figura 2 – Pesagem da bola de maior diametro

Fonte: Autor

Para a realização do experimento queda livre, propriamente dito, após a devida


instalação do kit queda livre e com todos os dados das bolas de metal, o grupo acionou
a bobina - para a fixação da bola de metal no topo do painel e após alguns segundos
a bola de metal cai interrompendo o feixe de luz dos sensores, estes sensores enviam
um sinal para o cronometro que informa o tempo que a bola de metal levou para
percorrer os espaços entre os sensores. Segue as imagens do experimento.
Figura 3.0 – Painel vertical (topo)

Fonte: Autor
Nesta imagem podemos ver: A bobina – onde a bola de metal é a posta para cair, os
sensores fotoelétricos (de cor laranja) que é acionado assim que a bola de metal
passa entre eles e o painel vertical graduado (de cor branco) que serve para medir
os espaços que a bola percorreu.

Figura 3.1 – Painel vertical (inteiro)

Fonte: Autor
Figura 3.2 – Painel vertical (base)

Fonte: Autor
Aqui podemos ver o Tripé da base, um sensor fotoelétrico e um amortecimento para
a bola de metal.
Figura 4 – Cronometro

Fonte: Autor
4 - RESULTADO E DISCURSÕES

TEMPO DE DESLOCAMENTO BOLA MAIS LEVE


Medida(n°) Tempo 1(s) Tempo 2(s) Tempo 3(s)
1 0,1460 0,4011 0,5288
2 0,1238 0,3804 0,5083
3 0,1218 0,3784 0,5062
4 0,1235 0,3802 0,5080
5 0,1134 0,3697 0,4976
6 0,1127 0,3691 0,4969
7 0,1342 0,3905 0,5183
8 0,1254 0,3820 0,5099
9 0,1215 0,3782 0,5060
10 0,1189 0,3742 0,5020
11 0,1458 0,4024 0,5304
12 0,1258 0,3823 0,5102
13 0,1337 0,3903 0,5182
14 0,1347 0,3912 0,5191
15 0,1268 0,3834 0,5112
16 0,1056 0,3622 0,4902
17 0,1510 0,4015 0,5354
18 0,1337 0,3905 0,5184
19 0,1123 0,3691 0,4969
20 0,1079 0,3642 0,4921
Média de cada tempo(t) 0,1259 0,382045 0,510205

Primeiro caso, quando v=0:

Utilizando-se a Formula:

Formula 1: 𝑍𝑛 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡𝑛 − 𝑔𝑡² /2

Sendo:

ΔZ-Variação de espaço;

V0-Velocidade inicial;

g- Aceleração da gravidade

t -Tempo;
Considerando-se a velocidade inicial, V0=0 m/s, e isolando a gravidade obtemos a
equação:

Equação.1: 𝑔 = (𝑍0 − 𝑍𝑛)/𝑡²;

Se T1 for o tempo que a bola percorreu o primeiro espaço entre os sensores 1 e 2


temos que:

: 𝑇1 = < 𝑇2 > − < 𝑇1 >;

Considerando <T1> a média do tempo 1 (valore fornecido na tabela 1) e <T 2> a média
do tempo 2 (valor fornecido na tabela 1), temos:

< 𝑇1 >= 0,1259 𝑠 𝑒 < 𝑇2 >= 0,382045 𝑠;

𝑇1 = 0,382045 − 0,1259;

𝑇1 = 0,256145 𝑠;

Sendo 𝛥𝑍 a distância entre o primeiro e o segundo sensor temos:

𝛥𝑍 = 𝑍0 − 𝑍1 ;

𝑍0 = 1,022 𝑚 𝑒 𝑍1 = 0,522 𝑚

Substituindo os valores na Equação.1, temos que:

𝑔 = 2 ∗ (0,522) / (0,256145)²;

𝑔 ≃ 15,91 𝑚/𝑠2;

Se T2 for o tempo que a bola percorreu o primeiro espaço entre os sensores 2 e 3


temos que:

𝑇2 =< 𝑇3 > −< 𝑇1 >;

Sendo que, <T1> é a média do tempo 1(tabela 1) e T 3 a média do tempo 3 (tabela 1),
obtemos o seguinte resultado:

< 𝑇1 >= 0,1259 𝑠 𝑒 < 𝑇3 >= 0,510205 𝑠;


𝑇2 = 0,510205 − 0,1259;

𝑇2 = 0,384305 𝑠;

Sendo 𝛥𝑍 a distância entre o segundo e o terceiro sensor temos:

𝛥𝑍 = 𝑍0 − 𝑍2 ;

𝑍0 = 1,022 𝑚 𝑒 𝑍2 = 0 𝑚

Substituindo se os valores na Equação.1, temos que:

𝑔 = 2 ∗ (1,022) / (0,384305)2;

𝑔 ≃ 13,84 𝑚/𝑠2;

Como podemos ver o resultado obtido diferencia-se do valor da gravidade estipulada


por Newton, de aproximadamente 9,8 m/s2, isso acontece, pois, a velocidade inicial
não pode ser tida como igual a zero.

Segundo caso, quando v≠0:

Utilizando a mesma formula anterior, entretanto considerando que a Velocidade inicial,


V0≠0, temos a equação:

Formula 1: 𝑍𝑛 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡𝑛 − 𝑔(𝑡𝑛)² /2

Será analisada em dois momentos em Z1 e Z2:

Primeiro momento:

𝑍1 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡1 − 𝑔(𝑡1)2 /2𝑍1 = 0,522 𝑚 𝑒 𝑍0 = 1,022 𝑚;

𝑍1 = 0,522 𝑚 𝑒 𝑍0 = 1,022 𝑚;

𝑡1 = < 𝑇2 > −< 𝑇1 >;

<T1> e <T2> são os valores das médias do tempo t1 e t2 , respectivamente, obtidos na


tabela 1.

< 𝑇1 >= 0,1259 𝑠 𝑒 < 𝑇2 >= 0,382045 𝑠;

𝑡1 = 0,382045 − 0,1259;
𝑡1 = 0,256145 𝑠;

Substituindo-se esses valores na formula 1 temos:

0,522 = 1,022 − 𝑉0 ∗ (0,256145) − (𝑔 ∗ (0,256145)2)/2;

Isolando-se a velocidade inicial, obteremos a primeira equação.

𝑉0 = −𝑔 ∗ (0,1280725) + 2,038; (1)

Segundo momento:

𝑍2 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡2 − 𝑔(𝑡2)2 /2

Considerando-se:

𝑍2 = 0 𝑚 𝑒 𝑍0 = 1,022 𝑚

< 𝑇1 >= 0,1259 𝑒 < 𝑇3 >= 0,510205𝑡2 =< 𝑇3 > −< 𝑇1 >

𝑡2 =< 𝑇3 > −< 𝑇1 >

Portanto:

𝑇2 = 0,510205 − 0,1259;

𝑇2 = 0,384305;

Substituindo tudo a formula 1:

0 = 𝑍0 − 𝑉0𝑡2 − (𝑔𝑡2)/2;

Sabemos que:

𝑉0 = −𝑔 (𝑡1) + 2,038;

Então:

−𝑍0 = −𝑉0 𝑡2 − (𝑔(𝑡2)2)/2

𝑔 = (−2𝑉0 /𝑡2) + 13,84

Substituindo V0, pelo seu valor, encontramos o valor da gravidade:

𝑔 ≃ 9,71 𝑚/𝑠2 𝑉0 ≃ 3,28 𝑚/𝑠;


Formula 2: 𝑉𝑛 = 𝑣0 + 𝑔𝑡𝑛

Utilizando a fórmula 2 obtemos:

Para n=1;

𝑉1 = 5,77 𝑚/𝑠

Para n=2;

𝑉2 = 7,01 𝑚/𝑠;

Por conservação da Conservação de energia mecânica temos:

Formula 2- 𝐸𝑚𝑒𝑐 = (𝑚 ∗ 𝑉2𝑖)/2 + 𝑚 ∗ 𝑔 ∗ 𝑍𝑖;

Onde:

E- Energia Mecânica; V- Velocidade;

Z- Espaço; g- Gravidade;

m- Massa;

Em primeiro caso calculamos a energia mecânica no momento Z0=1,022 m, para isso


consideramos a V0= 3,28 m/s, ou seja, a velocidade inicial do sistema.

Sendo a massa da bolinha mais leve, m=16,2 g, a gravidade obtida na abordagem 2,


será de 9,71 m/s2;

Desta forma temos que energia neste momento será:

𝐸1 = 1/2 ∗ ((16,2) ∗ (3,28)²) ) + 16,2 ∗ 9,71 ∗ 1,022𝐸1 = 247,90 𝐽;

𝐸1 = 247,90 𝐽;

Segundo momento:

𝑉1 = 5,77 𝑚/𝑠 𝑒 𝑍1 = 0,522 𝑚;

Temos:

𝐸2 = 1/2 ∗ (16,2) ∗ (5,77)2 + 16,2 ∗ 9,71 ∗ 0,522;

𝐸2 = 351,78 𝐽;
Teceiro e ultimo momento:

𝐸3 = 1/2 ∗ (16,2) ∗ (7,01)2 + 16,2 ∗ 9,71 ∗ 0;

𝐸3 = 398,03 𝐽

TEMPO DE DESLOCAMENTO DA BOLA MAIS PESADA


Medida(n°) Tempo 1(s) Tempo 2(s) Tempo 3(s)
1 0,0876 0,3472 0,4753
2 0,0869 0,3465 0,4746
3 0,0884 0,3470 0,4750
4 0,0879 0,3472 0,4752
5 0,0870 0,3464 0,4745
6 0,0886 0,3485 0,4767
7 0,0874 0,3471 0,4752
8 0,0873 0,3470 0,4751
9 0,0887 0,3478 0,4759
10 0,0892 0,3474 0,4757
11 0,0886 0,3475 0,4755
12 0,0922 0,3503 0,4783
13 0,0867 0,3463 0,4744
14 0,0881 0,3476 0,4756
15 0,0864 0,3462 0,4743
16 0,0866 0,3462 0,4743
17 0,0861 0,3457 0,4739
18 0,0865 0,3468 0,4749
19 0,0873 0,3470 0,4751
20 0,0892 0,3642 0,4763
Média de cada tempo(t) 0,0878 0,347995 0,47529
ABORDAGEM 1:

Utilizando-se a Formula 1 :

𝑍𝑛 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡𝑛 − 𝑔(𝑡𝑛)2 /2

Sendo:
ΔZ-Variação de espaço;
V0-Velocidade inicial;
g-Aceleração da gravidade
tempo;
Considerando-se a velocidade inicial, V0=0 m/s, e isolando-se a gravidade obtemos
a equação:
Equação.1 ( g=(Z0-Zn)/t2n );
Esfera de aço de 28,1 g (abordagem 1)
Para n=1, temos:
𝑡1 = < 𝑇2 > − < 𝑇1 >;
Considerando-se, T1 a média do tempo 1 (tabela 1) e T 2 a média do tempo 2 (tabela
1), obtemos o seguinte resultado:
< 𝑇1 >= 0,0878 𝑠 𝑒 < 𝑇2 >= 0,347995 𝑠;
𝑡1 = 0,347995 − 0,0878;
𝑡1 = 0,260195 𝑠;
SENDO:
𝛥𝑍 = 𝑍0 − 𝑍1;
𝑍0 = 1,022 𝑚 𝑒 𝑍1 = 0,522 𝑚
Substituindo se os valores na Equação.1, temos que:
𝑔 = 2 ∗ (0,522) / (0,260195)2;
𝑔 ≃ 15,42 𝑚/𝑠2;
Para n=2, temos:
𝑡2 =< 𝑇3 > −< 𝑇1 >;
Considerando-se, T1 a média do tempo 1(tabela 2) e T 3 a média do tempo 3 (tabela
2), obtemos o seguinte resultado:
< 𝑇1 >= 0,0878𝑠 𝑒 < 𝑇3 >= 0,47529 𝑠;
𝑡2 = 0,47529 − 0,0878 ;
𝑡2 = 0,38749 𝑠;
SENDO:
𝛥𝑍 = 𝑍0 − 𝑍2 ;
𝑍0 = 1,022 𝑚 𝑒 𝑍2 = 0 𝑚
Substituindo se os valores na Equação.1, temos que:
𝑔 = 2 ∗ (1,022) / (0,38749)2;
𝑔 ≃ 13,61 𝑚/𝑠2;
Como podemos ver o resultado obtido diferencia-se bastante do valor da gravidade
estipulada por newton, de 9,8 m/s2, isso se dá haja visto que a velocidade inicial não
pode ser tida como igual a zero.

ABORDAGEM 2 ( V0≠0)
Utilizando-se a mesma formula anterior, entretanto considerando que a Velocidade
inicial, V0≠0, temos a equação :
𝑍𝑛 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡𝑛 − 𝑔(𝑡𝑛)2 /2
Ao qual está será analisadas em dois momentos Z1 e Z2 :
´Primeiro momento:
𝑍1 = 𝑍0 − 𝑣0𝑇1 − 𝑔(𝑇1)2 /2
𝑍1 = 0,52 𝑚 𝑒 𝑍0 = 1,022 𝑚;
𝑡1 = < 𝑇2 > −< 𝑇1 >;
<T1> e <T2> são os valores das médias do tempo t1 e t2 , respectivamente, obtidos na
tabela 1.
< 𝑇1 >= 0,0878 𝑠 𝑒 < 𝑇2 >= 0,347995 𝑠;
𝑡1 = 0,347995 − 0,0878;
𝑡1 = 0,260195 𝑠;
Substituindo-se esses valores na formula ( 1 ), temos:
0,522 = 1,022 − 𝑉0 ∗ (0,260195) − (𝑔 ∗ (0,260195)2) /2;
Isolando-se a velocidade inicial, obteremos a primeira equação.
𝑉0 = −𝑔 ∗ (0,1300975) + 3,84; (1)

SEGUNDO MOMENTO
𝑍2 = 𝑍0 − 𝑣0𝑡2 − 𝑔(𝑡2)2 /2
Considerando-se:
𝑍2 = 1,022 𝑚 𝑒 𝑍0 = 0 𝑚
< 𝑇1 >= 0,0878 𝑒 < 𝑇3 >= 0,47529
𝑡2 =< 𝑇3 > −< 𝑇1 >
Portanto:
𝑇2 = 0,47529 − 0,0878;
𝑇2 = 0,38749 𝑠;
Substituindo na formula 1:

0 = 𝑍0 − 𝑉0𝑡2 − (𝑔𝑡2)/2;
Nós sabemos que:
𝑉0 = −𝑔 (𝑡1) + 2,038;
Então:
−𝑍0 = −𝑉0 𝑡2 − (𝑔(𝑡2)2)/2
Desenvolvendo isso, obtemos que:
𝑔 = (−2𝑉0 /𝑡2) + 13,61
Substituindo a V0 , encontramos o valor da gravidade:
𝑔 ≃ 8,1 𝑚/𝑠2 𝑉0 ≃ 2,79 𝑚/𝑠;
UTILIZANDO A FÓRMULA (Vn= V0+ gtn), OBTEMOS:
PARA n=1;
V1= 4,9 m/s
PARA n=2;

CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
𝐸 = (𝑚 ∗ 𝑉2𝑖)/2 + 𝑚 ∗ 𝑔 ∗ 𝑍𝑖;
Onde:
E- Energia Mecânica;
V- Velocidade; Z- Espaço;
g- Gravidade; m- Massa;
Em primeiro caso calculamos a energia mecânica no momento Z0=1,022 m, para isso
consideramos a V0= 2,79 m/s, ou seja, a velocidade inicial do sistema.
Sendo a massa da bolinha mais pesada, m=28,1 g, a gravidade obtida na abordagem
2 igual a 8,1 m/s2;

Desta forma temos que energia neste momento será:


𝐸1 = (28,1 ∗ (2,79)² )/2 + 28,1 ∗ 8,1 ∗ 1,022;
𝐸1 = 345,43 𝐽;
Segundo momento:
𝑉1 = 4,9 𝑚/𝑠 𝑒 𝑍1 = 0,522 𝑚;
Temos:
𝐸2 = (28,1 ∗ (4,9)2)/2 + 28,1 ∗ 8,1 ∗ 0,522;
𝐸2 = 466,96 𝐽;
Terceiro e último momento:
𝐸3 = 28,1 ∗ (5,93)2 + 28,1 ∗ 8,1 ∗ 0;
𝐸3 = 509,89 𝐽

Como podemos ver a energia do sistema aumenta, o que o classificaria como um


sistema não conservativo, porém esse aumento se deve a diversos fatores que não
são considerados na elaboração das suas formulas que calculam a energia do
sistema, como por exemplo; A rotação da bola de metal, o seu formato, a resistência
do ar, a sua trajetória que não é perfeitamente vertical, dentre outros fatores que
podem alterar o resultado final. Logo, se pudéssemos isolar o sistema dessas
variáveis, os cálculos se mostrariam exatos e o sistema seria classificado como
conservativo.
5 - CONCLUSÃO

Neste trabalho foi relatado com detalhes o experimento realizado no campus IFBA –
Vitória da Conquista, com o tema queda livre. Neste trabalho foi exposto os cálculos
pertinentes a essa área da mecânica, como a função horaria do espaço, que é
utilizada quando a partícula possui aceleração que nesse caso foi a aceleração
gravitacional. Também foi exposto os cálculos de conservação de energia do sistema
bem como a discursão do porquê as energias cinéticas ser ligeiramente maior do que
a potencial, haja vista que o no mundo real é praticamente impossível ter um
experimento isolado de todas as possíveis variantes que possam existir, até mesmo
a aceleração gravitacional que tínhamos como verdade que esta seria constante em
todas as ocasiões se mostrou variável em determinadas situações Todavia esse
trabalho foi de grande utilidade para o crescimento profissional, técnico e cognitivo do
grupo, foi uma experiencia de trabalho em equipe que serviu para aprimorar nossas
bases em mecânica bem como a possibilidade de poder ver no mundo real o que
estávamos habituados a só ver no papel em um mundo idealizado.
6 - REFERÊNCIAS:

https://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Dinamica/energia3.php
https://www.portalsaofrancisco.com.br/fisica/queda-livre
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/queda-livre.htm
https://brasilescola.uol.com.br/fisica/principio-conservacao-energia-mecanica.htm